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Unidade 2- O modelo romano 
2.2- A afirmação imperial de uma cultura urbana 
pragmática; 
2.2.3- A fixação de modelos artísticos. 
Estagiária: Solange Pacheco
O Modelo Romano -   a fixação de modelos artísticos: arquitetura, escultura e relevo
 Que condições proporcionaram a grande atividade 
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do monumento. 
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A construção em betão, 
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 Era mais barato; 
 Maior solidez; 
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 Mais prático no processo 
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tornaram-se exímios na utilização de elementos 
tais como: 
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grandiosos eram o 
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exaltava o poder e 
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gregos, o arco permite 
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apuramento técnico que 
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império, como se pode verificar pelas construções 
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império romano. A suptuosidade e grandiosidade 
arquitetónica era alvo de admiração pelos povos, 
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constatar pelas construções comemorativas como: 
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decorativo que promovia a exaltação do poder Imperial.
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romanos não apresentam o 
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O Modelo Romano - a fixação de modelos artísticos: arquitetura, escultura e relevo

  • 1. Unidade 2- O modelo romano 2.2- A afirmação imperial de uma cultura urbana pragmática; 2.2.3- A fixação de modelos artísticos. Estagiária: Solange Pacheco
  • 3.  Que condições proporcionaram a grande atividade construtiva dos romanos? • A paz prolongada; • A prosperidade económica; As cidades do império romano enriqueceram-se com:
  • 8.  Construções comemorativas Arcos de Triunfo Pórticos Colunas
  • 9. A arquitetura romana possui forte influência grega, tendo sido adotadas ordens arquitetónicas helénicas:  Dórica;  Jónica;  Coríntia (esta era a mais utilizada); Contudo, os Romanos possuiam mais liberdade nas suas construções, pois utilizavam caraterísticas de várias ordens no mesmo edificio. Desta forma, criou se a ordem compósita.
  • 11.  Verifica-se maior influência grega no alçado e na simplicidade das plantas;  Os Romanos realçam a imponência dos monumentos através da construção do podium; (doc 18)
  • 12.  Os artistas romanos souberam tirar partido das diversas técnicas e diferentes materiais;  Não se limitavam à utilização de pedra cortada e sobreposta;  A natureza prática dos romanos fê-los utilizar materiais mais baratos e versáteis como o betão e tijolo;
  • 13.  As esculturas do frontão e do friso foram substituídas por simples dedicatórias que indica os objetivos e as circunstâncias da construção do monumento. (doc. 20, p 101)
  • 14. A construção em betão, tornou-se uma mais valia:  Era mais barato;  Maior solidez;  Maior adaptabilidade ao espaço;  Mais prático no processo de construção- era vazado em moldes que posteriormente eram retirados; Templo de Diana, Évora século III d.C
  • 15.  Estes materiais eram cobertos por revestimentos mais ricos como mármore e outras pedras que elevavam a grandiosidade e monumentalidade das construções;
  • 16. Aliando a versalidade dos materiais, os Romanos tornaram-se exímios na utilização de elementos tais como:  arco de volta perfeita;
  • 17. Abóbodas de berço Sé de Lisboa Abóbodas de aresta
  • 18.  Os espaços interiores majestosos e grandiosos eram o cenário perfeito para as cerimónias solenes e oficiais onde se exaltava o poder e glória romana;
  • 19.  Pouco utilizado pelos gregos, o arco permite maior distribuição do peso exercido nas colunas que podiam espaçar-se, criando grandes vãos entre elas;  Verificou-se um apuramento técnico que culminou na edificação de grandes e suptuosas cúpulas (exemplo o Panteão);
  • 20.  A arquitetura romana não se baseava exclusivamente, na adoração de deuses e do imperador;  O seu sentido prático e urbano é visivel por todo o império, como se pode verificar pelas construções de aquedutos, fóruns, teatros, anfiteatros, bibliotecas e termas;  A grandiosidade das construções encontra-se aliada ao sentimento propagandista do grande império romano. A suptuosidade e grandiosidade arquitetónica era alvo de admiração pelos povos, incluindo os povos conquistados, como se pode constatar pelas construções comemorativas como: os arcos de triunfo, as colunas e pórticos.
  • 21.  Arcos de triunfo  Pórticos;  Colunas; Estas construções comemorativas possuíam efeito decorativo que promovia a exaltação do poder Imperial.
  • 22.  As construções, ruas e casas romanas estavam repletas de esculturas;  As cidades mais pequenas imitavam a capital (Roma);  Contudo, os escultores romanos não apresentam o mesmo nível de inovação que os arquitetos, deixando se levar pelas caraterísticas helénicas;  Era frequente os cidadãos abastados encomendarem réplicas das obras gregas;
  • 23.  Contudo, a sua postura altera-se quando se procura retratar a sua imagem e preservá-la para a prosperidade.  As feições do rosto;  A expressão do olhar;  Movimento dos cabelos; São alvo de elevada minúcia, detalhe e fidelidade (realismo).
  • 24.  Os romanos apostaram fortemente no relevo que era usado como elemento decorativo;  Atribuiram a função de narrar os grandes feitos do povo romano e exaltar as qualidades dos seus chefes; Coluna de Trajano
  • 25.  Os artistas gregos representavam, na maioria da vezes episódios mitológicos, os romanos tinham como objetivo principal, eternizar, em pedra, episódios relevantes da história romana:  Feitos militares;  Eventos religiosos;  Alusões imperiais;  Referências à paz e prosperidade do império. Relevo histórico-narrativo
  • 26. O relevo histórico-narrativo era utilizado em colunas, sarcófagos e em arcos de triunfo.
  • 27.  Leitura e análise das páginas 99-103 do manual.