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Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
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-O espaço brasileiro ainda se constituía em um ‘arquipélago econômico’.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
-O espaço brasileiro ainda se constituía em um ‘arquipélago econômico’.
-As atividades econômicas estavam dispersas pelo território e eram basicamente agrícolas,
voltadas para o mercado externo.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
-O espaço brasileiro ainda se constituía em um ‘arquipélago econômico’.
-As atividades econômicas estavam dispersas pelo território e eram basicamente agrícolas,
voltadas para o mercado externo.
-Com a abertura dos Portos (por Dom João VI em 1808) estimulou a instalação de algumas
poucas fábricas no Brasil
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-O espaço brasileiro ainda se constituía em um ‘arquipélago econômico’.
-As atividades econômicas estavam dispersas pelo território e eram basicamente agrícolas,
voltadas para o mercado externo.
-Com a abertura dos Portos (por Dom João VI em 1808) estimulou a instalação de algumas
poucas fábricas no Brasil
-Importação de bens de produção, sobretudo da Inglaterra (aprofundando a dependência
externa – tanto econômica quanto tecnológica)
A expressão bens de produção (ou bens de capital)
refere-se genericamente às máquinas, que são os
principais meios de transformação das matérias-
primas
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FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA O FRACO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA NESSE
PERÍODO:
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA O FRACO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA NESSE
PERÍODO:
-mercado interno muito pequeno, limitado pela escravatura
-desinteresse das elites nacionais, cuja maior preocupação era continuar tendo grandes lucros
com a agricultura exportadora
-dificuldades para obter e manter bens de produção (máquinas, equipamentos e peças de
reposição), que precisavam ser importados da Inglaterra
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A atividade CAFEICULTORA foi estímulo para a indústria, dentre os fatores que favoreceram:
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A atividade CAFEICULTORA foi estímulo para a indústria, dentre os fatores que favoreceram:
-os lucros obtidos com a exportação do café foram investidos em novas atividades econômicas
(especialmente na indústria)
-a infraestrutura instalada para o escoamento do café (ferrovias e portos - Santos) foram
fundamental para viabilizar a nova atividade econômica
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
A atividade CAFEICULTORA foi estímulo para a indústria, dentre os fatores que favoreceram:
-os lucros obtidos com a exportação do café foram investidos em novas atividades econômicas
(especialmente na indústria)
-a infraestrutura instalada para o escoamento do café (ferrovias e portos - Santos) foram
fundamental para viabilizar a nova atividade econômica
-a chegada de imigrantes logo após o fim da
escravidão (1888) incrementou o mercado
consumidor local, ao mesmo tempo oferecendo
mão-de-obra relativamente especializada
(experiência nas fábricas européias)
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
Assim os número evoluíram rapidamente:
-1889 636fábricas
-1920  13.569fábricas
Essa mudança atraiu muitos habitantes do campo para a cidade que, com os imigrantes,
formaram o operariado urbano brasileiro.
Nesse período as leis não garantiam justiça aos trabalhadores em geral.
Nas fábricas e no campo vigoravam péssimas condições de trabalho e de vida. Essa situação era
consequência também das tradições da sociedade escravista que não tinha o costume de tratar
como seres humanos as pessoas que trabalhavam.
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Essa falta de consideração com os trabalhadores foi um dos principais fatores para que os
cortiços e as favelas se tornassem comuns em São Paulo e No Rio de Janeiro desde aquela
época.
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A crise econômica de 1929 gerou uma drástica redução da atividade cafeeira, até então carro-
chefe da economia nacional (porém, acelerou o ritmo da industrialização no país).
Vários fatores aceleraram a industrialização brasileira:
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A crise econômica de 1929 gerou uma drástica redução da atividade cafeeira, até então carro-
chefe da economia nacional (porém, acelerou o ritmo da industrialização no país).
Vários fatores aceleraram a industrialização brasileira:
-a crise do capitalismo mundial (iniciada em 1929) estendeu-se por alguns anos, provocando
falências em muitos países fornecedores de manufaturados ao Brasil (o fim da concorrência
estrangeira criou condições para a implantação de novas indústrias)
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A crise econômica de 1929 gerou uma drástica redução da atividade cafeeira, até então carro-
chefe da economia nacional (porém, acelerou o ritmo da industrialização no país).
Vários fatores aceleraram a industrialização brasileira:
-a crise do capitalismo mundial (iniciada em 1929) estendeu-se por alguns anos, provocando
falências em muitos países fornecedores de manufaturados ao Brasil (o fim da concorrência
estrangeira criou condições para a implantação de novas indústrias)
-êxodo rural, provocado pelas saídas das fazendas de café (trabalhadores foram para as cidades),
aumentando a mão-de-obra operária e o mercado consumidor.
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A crise econômica de 1929 gerou uma drástica redução da atividade cafeeira, até então carro-
chefe da economia nacional (porém, acelerou o ritmo da industrialização no país).
Vários fatores aceleraram a industrialização brasileira:
-a crise do capitalismo mundial (iniciada em 1929) estendeu-se por alguns anos, provocando
falências em muitos países fornecedores de manufaturados ao Brasil (o fim da concorrência
estrangeira criou condições para a implantação de novas indústrias)
-êxodo rural, provocado pelas saídas das fazendas de café (trabalhadores foram para as cidades),
aumentando a mão-de-obra operária e o mercado consumidor.
-a política nacionalista de Getúlio Vargas (1930-1945 e 1951-1954), caracterizada pela
intervenção do Estado na economia.Transformado em agente fomentador da industrialização, o
Estado brasileiro realizou pesados investimentos que modernizaram a infraestrutura e
multiplicaram a indústria de base.
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Durante a ERA VARGAS, foi desencadeada a Segunda Guerra Mundial, reduzindo o ritmo de
importação de máquinas industriais, consequentemente reduzindo o ritmo de industrialização
do Brasil.
A guerra estimulou a “SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES”, início do típico processo de
industrialização ocorrido no Brasil.
As indústrias nacionais se viram obrigadas a produzir mercadorias que, até então, eram
importadas (roupas, móveis, calçados e outros)
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Fase iniciada pelo governo Juscelino Kubitschek - JK (1956-1961).
Uma das medidas econômicas marcantes do governo JK foi a abertura das fronteiras do país aos
capitais estrangeiros por meio de incentivos fiscais tarifários.
Os grupos estrangeiros pagariam menos impostos, além de descontos e prazos maiores para
quitá-los.
O termo MULTINACIONAL foi abandonado por não ser preciso, pois embora uma
empresa possa se instalar em muitos países simultaneamente, ela tem uma origem ( e
o prefixo ‘multi’ não transmite essa idéia)
TRANSNACIONAL, é mais adequada, pois afirma o caráter internacional da empresa e
deixa claro que transpôs o limite de seu país de origem.
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Zona Franca nasceu em 1967, sob a supervisão da Superintendência da Zona Franca de Manaus
(Suframa), vinculada ao Ministério do Interior. Com ela, era deflagrada uma operação
geopolítica para a criação de um expressivo centro industrial em
plena Amazônia. A sua meta consistia em reforçar o poder nacional na "região de
fronteira".
A idéia era simples: Manaus transformava-se em "porto livre" para as importações e
exportações. A isenção de impostos sobre importação de máquinas, matérias-primas e
componentes e sobre exportação de mercadorias, aliada ao baixo custo da mão-de-obra local,
deveria atrair empresas transnacionais e nacionais para a fabricação de bens de consumo
duráveis.
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Na década de 1990, ocorreu uma reorientação geográfica do capitalismo mundial (globalização)
acarretando grande crescimento nas trocas comerciais entre os países e aumento expressivo
dos investimentos das transnacionais nos países subdesenvolvidos, sobretudo nos mais
industrializados, conhecidos como EMERGENTES, como o Brasil.
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Inicialmente, o crescimento industrial e os investimentos em infraestrutura concentraram-se no
Sudeste do país, configurando-se uma região industrial central.
Esse fenômeno reforçou a tendência de concentração espacial da indústria e acentuou as
desigualdades regionais.
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Até a década de 1960, o Sul e o Nordeste eram regiões industriais periféricas e no Norte e no
Centro-Oeste havia apenas núcleos locais e isolados, os chamados enclaves industriais.
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PARTICIPAÇÃO NO
PIB NACIONAL
As principais aglomerações industriais estão
associadas às aglomerações metropolitanas
de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
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Analise as representações cartográficas.
Essas representações são ana-
morfoses geográficas. Uma ana-
morfose geográfica representa a
superfície dos países em áreas
proporcionais a uma deter-
minada quantidade.
As anamorfoses acima
representam, respectivamente:
a) Número de turistas recebidos
e Produto Nacional Bruto.
b) Produto Nacional Bruto e
População.
c) População e Número de
turistas recebidos.
d) População ativa na agricultura
e Produto Nacional Bruto.
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Analise as representações cartográficas.
Essas representações são ana-
morfoses geográficas. Uma ana-
morfose geográfica representa a
superfície dos países em áreas
proporcionais a uma deter-
minada quantidade.
As anamorfoses acima
representam, respectivamente:
a) Número de turistas recebidos
e Produto Nacional Bruto.
b) Produto Nacional Bruto e
População.
c) População e Número de
turistas recebidos.
d) População ativa na agricultura
e Produto Nacional Bruto.
RESPOSTA CORRETA
b
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Já nas primeiras décadas do século XX, a cidade de São Paulo transforma-se no principal pólo
industrial do país.
Situação geográfica estratégica:elo de ligação entre as ferrovias cafeeiras e o porto de Santos.
Crescimento econômico do interior abria grandes mercados consumidores para os produtos que
Começavam a ser fabricados em SP.
FATORES
LOCACIONAIS
-Capital (terreno, infra-estrutura, maquinários)
-Matéria-Prima e Fontes de Energia (padrão de distribuição das indústrias molda-se
pela distribuição das matérias-primas)
-Mão-de-Obra e Mercado Consumidor(grandes cidades oferecem
mão-de-obra mais qualificada)
-Transporte(modernização dos meios de transporte)
-Ações Governamentais
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A partir de 1990, intensificou-se no Brasil o processo de desconcentração industrial.
Muitas indústrias deixaram áreas tradicionais e instalaram unidades fabris em novas áreas, em
busca de vantagens econômicas como incentivos fiscais, menores custos de produção, mão de
obra mais barata, mercado consumidor significativo e fraca atuação sindical.
Uma das alternativas para superar a concorrência trazida pela GLOBALIZAÇÃO e
garantir lucros tem sido a descentralização industrial. Muitas empresas buscam
locais onde a mão de obra e os impostos são mais baratos. Isso tem gerado uma
reorganização do espaço industrial brasileiro
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No entanto, as empresas inovadoras de alta tecnologia reforçaram a concentração industrial na
região Sudeste, especialmente no estado de São Paulo, pois o desenvolvimento está
relacionado, entre outras coisas, à formação de centros de pesquisa avançada, como as
universidades públicas.
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A região Sudeste é a mais industrializada do país.
Em 2010, contava com mais da metade das unidades industriais (50,7%), do pessoal ocupado
(53%) e do valor da transformação industrial do Brasil (61%).
A concentração industrial, uma característica do país, ocorre principalmente nessa região, com
destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
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A influência da capital paulista sobre os municípios circunvizinhos à Região Metropolitana de
São Paulo constituiu três eixos de polaridade:
-em direção a Santos, no litoral;
-na direção do Vale do Paraíba,
estendendo-se em direção ao Rio de
Janeiro;
-e em direção a Ribeirão Preto,
abrangendo a região industrial de
Campinas.
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O processo de desconcentração é orientado por uma densa malha de transportes, que inclui
rodovias, ferrovias e uma hidrovia, formando extensos corredores em torno dos quais se
localizam dinâmicas empresas industriais que se conectam aos mercados nacional e global por
meio de quatro aeroportos de carga e pelo porto de Santos.
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A região Sul é a segunda mais industrializada do país.
A principal concentração industrial situa-se no Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de
Porto Alegre.
Na região, as empresas que apresentam inovações têm participação de 18% em relação ao valor
total da transformação industrial.
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No Rio Grande do Sul os setores coureiro e calçadista são muito importantes e têm destque na
região do vale do rio dos Sinos.
Na última década, as indústrias automobilísticas, inclusive de autopeças, ganharam impulso na
grande Porto Alegre com a instalação de unidades fabris de empresas transnacionais.
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Na região metropolitana, encontra-se
São Leopoldo, que abriga o Centro
Regional de Referência em Informática,
especializado em programas e
equipamentos, responsável pela
pesquisa e desenvolvimento de
empresas prestadoras de serviço nesse
setor.
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Em Santa Catarina a indústria se disseminou por
quase todas as regiões.
Joinville é o seu maior pólo industrial,
concentrando um dinâmico setor de informática.
Aí também se encontram outras fábricas, como as
de plásticos e as de metalurgia.
Blumenau é um tradicional centro têxtil, enquanto
Criciúma tem indústrias de extração e
beneficiamento de carvão e de insumos em geral.
No Paraná a indústria vinculou-se principalmente
à transformação de bens naturais. As atividades de
beneficiamento agrícola e de papel e celulose
ocupavam lugar de destaque na geração de
riquezas do estado.
Na última década, porém a industrialização sofreu
uma benéfica diversificação com a instalação do
Pólo de São José dos Pinhais, na região
metropolitana de Curitiba.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
A região Sul é a segunda mais industrializada do país.
A principal concentração industrial situa-se no Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de
Porto Alegre.
Na região, as empresas que apresentam inovações têm participação de 18% em relação ao valor
total da transformação industrial.
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
A região Sul é a segunda mais industrializada do país.
A principal concentração industrial situa-se no Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de
Porto Alegre.
Na região, as empresas que apresentam inovações têm participação de 18% em relação ao valor
total da transformação industrial.
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A região Sul é a segunda mais industrializada do país.
A principal concentração industrial situa-se no Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de
Porto Alegre.
Na região, as empresas que apresentam inovações têm participação de 18% em relação ao valor
total da transformação industrial.
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Nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste predominam os enclaves industriais, núcleos fabris
dispersos e isolados.
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1)Caracterize cada uma dessas regiões industriais do Brasil:
a)Nordeste
b)Norte
c)Centro Oeste
2)Utilizando o MAPA 1, responda: Quais estados apresentam
menor concentração de pessoas ocupadas na indústria de
transformação? Justifique sua resposta.
3)Desde 1980 houve uma acentuada desconcentração da
indústria de calçados no Brasil, como mostram os mapas 2 e 3
abaixo.
Que vantagens os estados da região Nordeste
do Brasil oferecem para atrair essa indústria?
Explique.

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O espaço industrial brasileiro

  • 1. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 2. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 3. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -O espaço brasileiro ainda se constituía em um ‘arquipélago econômico’.
  • 4. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -O espaço brasileiro ainda se constituía em um ‘arquipélago econômico’. -As atividades econômicas estavam dispersas pelo território e eram basicamente agrícolas, voltadas para o mercado externo.
  • 5. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -O espaço brasileiro ainda se constituía em um ‘arquipélago econômico’. -As atividades econômicas estavam dispersas pelo território e eram basicamente agrícolas, voltadas para o mercado externo. -Com a abertura dos Portos (por Dom João VI em 1808) estimulou a instalação de algumas poucas fábricas no Brasil
  • 6. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia -O espaço brasileiro ainda se constituía em um ‘arquipélago econômico’. -As atividades econômicas estavam dispersas pelo território e eram basicamente agrícolas, voltadas para o mercado externo. -Com a abertura dos Portos (por Dom João VI em 1808) estimulou a instalação de algumas poucas fábricas no Brasil -Importação de bens de produção, sobretudo da Inglaterra (aprofundando a dependência externa – tanto econômica quanto tecnológica) A expressão bens de produção (ou bens de capital) refere-se genericamente às máquinas, que são os principais meios de transformação das matérias- primas
  • 7. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA O FRACO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA NESSE PERÍODO:
  • 8. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia FATORES QUE CONTRIBUÍRAM PARA O FRACO DESEMPENHO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA NESSE PERÍODO: -mercado interno muito pequeno, limitado pela escravatura -desinteresse das elites nacionais, cuja maior preocupação era continuar tendo grandes lucros com a agricultura exportadora -dificuldades para obter e manter bens de produção (máquinas, equipamentos e peças de reposição), que precisavam ser importados da Inglaterra
  • 9. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A atividade CAFEICULTORA foi estímulo para a indústria, dentre os fatores que favoreceram:
  • 10. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A atividade CAFEICULTORA foi estímulo para a indústria, dentre os fatores que favoreceram: -os lucros obtidos com a exportação do café foram investidos em novas atividades econômicas (especialmente na indústria) -a infraestrutura instalada para o escoamento do café (ferrovias e portos - Santos) foram fundamental para viabilizar a nova atividade econômica
  • 11. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A atividade CAFEICULTORA foi estímulo para a indústria, dentre os fatores que favoreceram: -os lucros obtidos com a exportação do café foram investidos em novas atividades econômicas (especialmente na indústria) -a infraestrutura instalada para o escoamento do café (ferrovias e portos - Santos) foram fundamental para viabilizar a nova atividade econômica -a chegada de imigrantes logo após o fim da escravidão (1888) incrementou o mercado consumidor local, ao mesmo tempo oferecendo mão-de-obra relativamente especializada (experiência nas fábricas européias)
  • 12. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Assim os número evoluíram rapidamente: -1889 636fábricas -1920  13.569fábricas Essa mudança atraiu muitos habitantes do campo para a cidade que, com os imigrantes, formaram o operariado urbano brasileiro. Nesse período as leis não garantiam justiça aos trabalhadores em geral. Nas fábricas e no campo vigoravam péssimas condições de trabalho e de vida. Essa situação era consequência também das tradições da sociedade escravista que não tinha o costume de tratar como seres humanos as pessoas que trabalhavam.
  • 13. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Essa falta de consideração com os trabalhadores foi um dos principais fatores para que os cortiços e as favelas se tornassem comuns em São Paulo e No Rio de Janeiro desde aquela época.
  • 14. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 15. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A crise econômica de 1929 gerou uma drástica redução da atividade cafeeira, até então carro- chefe da economia nacional (porém, acelerou o ritmo da industrialização no país). Vários fatores aceleraram a industrialização brasileira:
  • 16. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A crise econômica de 1929 gerou uma drástica redução da atividade cafeeira, até então carro- chefe da economia nacional (porém, acelerou o ritmo da industrialização no país). Vários fatores aceleraram a industrialização brasileira: -a crise do capitalismo mundial (iniciada em 1929) estendeu-se por alguns anos, provocando falências em muitos países fornecedores de manufaturados ao Brasil (o fim da concorrência estrangeira criou condições para a implantação de novas indústrias)
  • 17. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A crise econômica de 1929 gerou uma drástica redução da atividade cafeeira, até então carro- chefe da economia nacional (porém, acelerou o ritmo da industrialização no país). Vários fatores aceleraram a industrialização brasileira: -a crise do capitalismo mundial (iniciada em 1929) estendeu-se por alguns anos, provocando falências em muitos países fornecedores de manufaturados ao Brasil (o fim da concorrência estrangeira criou condições para a implantação de novas indústrias) -êxodo rural, provocado pelas saídas das fazendas de café (trabalhadores foram para as cidades), aumentando a mão-de-obra operária e o mercado consumidor.
  • 18. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A crise econômica de 1929 gerou uma drástica redução da atividade cafeeira, até então carro- chefe da economia nacional (porém, acelerou o ritmo da industrialização no país). Vários fatores aceleraram a industrialização brasileira: -a crise do capitalismo mundial (iniciada em 1929) estendeu-se por alguns anos, provocando falências em muitos países fornecedores de manufaturados ao Brasil (o fim da concorrência estrangeira criou condições para a implantação de novas indústrias) -êxodo rural, provocado pelas saídas das fazendas de café (trabalhadores foram para as cidades), aumentando a mão-de-obra operária e o mercado consumidor. -a política nacionalista de Getúlio Vargas (1930-1945 e 1951-1954), caracterizada pela intervenção do Estado na economia.Transformado em agente fomentador da industrialização, o Estado brasileiro realizou pesados investimentos que modernizaram a infraestrutura e multiplicaram a indústria de base.
  • 19. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Durante a ERA VARGAS, foi desencadeada a Segunda Guerra Mundial, reduzindo o ritmo de importação de máquinas industriais, consequentemente reduzindo o ritmo de industrialização do Brasil. A guerra estimulou a “SUBSTITUIÇÃO DE IMPORTAÇÕES”, início do típico processo de industrialização ocorrido no Brasil. As indústrias nacionais se viram obrigadas a produzir mercadorias que, até então, eram importadas (roupas, móveis, calçados e outros)
  • 20. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 21. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Fase iniciada pelo governo Juscelino Kubitschek - JK (1956-1961). Uma das medidas econômicas marcantes do governo JK foi a abertura das fronteiras do país aos capitais estrangeiros por meio de incentivos fiscais tarifários. Os grupos estrangeiros pagariam menos impostos, além de descontos e prazos maiores para quitá-los. O termo MULTINACIONAL foi abandonado por não ser preciso, pois embora uma empresa possa se instalar em muitos países simultaneamente, ela tem uma origem ( e o prefixo ‘multi’ não transmite essa idéia) TRANSNACIONAL, é mais adequada, pois afirma o caráter internacional da empresa e deixa claro que transpôs o limite de seu país de origem.
  • 22. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Zona Franca nasceu em 1967, sob a supervisão da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), vinculada ao Ministério do Interior. Com ela, era deflagrada uma operação geopolítica para a criação de um expressivo centro industrial em plena Amazônia. A sua meta consistia em reforçar o poder nacional na "região de fronteira". A idéia era simples: Manaus transformava-se em "porto livre" para as importações e exportações. A isenção de impostos sobre importação de máquinas, matérias-primas e componentes e sobre exportação de mercadorias, aliada ao baixo custo da mão-de-obra local, deveria atrair empresas transnacionais e nacionais para a fabricação de bens de consumo duráveis.
  • 23. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 24. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Na década de 1990, ocorreu uma reorientação geográfica do capitalismo mundial (globalização) acarretando grande crescimento nas trocas comerciais entre os países e aumento expressivo dos investimentos das transnacionais nos países subdesenvolvidos, sobretudo nos mais industrializados, conhecidos como EMERGENTES, como o Brasil.
  • 25. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Inicialmente, o crescimento industrial e os investimentos em infraestrutura concentraram-se no Sudeste do país, configurando-se uma região industrial central. Esse fenômeno reforçou a tendência de concentração espacial da indústria e acentuou as desigualdades regionais.
  • 26. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Até a década de 1960, o Sul e o Nordeste eram regiões industriais periféricas e no Norte e no Centro-Oeste havia apenas núcleos locais e isolados, os chamados enclaves industriais.
  • 27. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia PARTICIPAÇÃO NO PIB NACIONAL As principais aglomerações industriais estão associadas às aglomerações metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
  • 28. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Analise as representações cartográficas. Essas representações são ana- morfoses geográficas. Uma ana- morfose geográfica representa a superfície dos países em áreas proporcionais a uma deter- minada quantidade. As anamorfoses acima representam, respectivamente: a) Número de turistas recebidos e Produto Nacional Bruto. b) Produto Nacional Bruto e População. c) População e Número de turistas recebidos. d) População ativa na agricultura e Produto Nacional Bruto.
  • 29. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Analise as representações cartográficas. Essas representações são ana- morfoses geográficas. Uma ana- morfose geográfica representa a superfície dos países em áreas proporcionais a uma deter- minada quantidade. As anamorfoses acima representam, respectivamente: a) Número de turistas recebidos e Produto Nacional Bruto. b) Produto Nacional Bruto e População. c) População e Número de turistas recebidos. d) População ativa na agricultura e Produto Nacional Bruto. RESPOSTA CORRETA b
  • 30. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Já nas primeiras décadas do século XX, a cidade de São Paulo transforma-se no principal pólo industrial do país. Situação geográfica estratégica:elo de ligação entre as ferrovias cafeeiras e o porto de Santos. Crescimento econômico do interior abria grandes mercados consumidores para os produtos que Começavam a ser fabricados em SP. FATORES LOCACIONAIS -Capital (terreno, infra-estrutura, maquinários) -Matéria-Prima e Fontes de Energia (padrão de distribuição das indústrias molda-se pela distribuição das matérias-primas) -Mão-de-Obra e Mercado Consumidor(grandes cidades oferecem mão-de-obra mais qualificada) -Transporte(modernização dos meios de transporte) -Ações Governamentais
  • 31. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A partir de 1990, intensificou-se no Brasil o processo de desconcentração industrial. Muitas indústrias deixaram áreas tradicionais e instalaram unidades fabris em novas áreas, em busca de vantagens econômicas como incentivos fiscais, menores custos de produção, mão de obra mais barata, mercado consumidor significativo e fraca atuação sindical. Uma das alternativas para superar a concorrência trazida pela GLOBALIZAÇÃO e garantir lucros tem sido a descentralização industrial. Muitas empresas buscam locais onde a mão de obra e os impostos são mais baratos. Isso tem gerado uma reorganização do espaço industrial brasileiro
  • 32. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia No entanto, as empresas inovadoras de alta tecnologia reforçaram a concentração industrial na região Sudeste, especialmente no estado de São Paulo, pois o desenvolvimento está relacionado, entre outras coisas, à formação de centros de pesquisa avançada, como as universidades públicas.
  • 33. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A região Sudeste é a mais industrializada do país. Em 2010, contava com mais da metade das unidades industriais (50,7%), do pessoal ocupado (53%) e do valor da transformação industrial do Brasil (61%). A concentração industrial, uma característica do país, ocorre principalmente nessa região, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.
  • 34. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A influência da capital paulista sobre os municípios circunvizinhos à Região Metropolitana de São Paulo constituiu três eixos de polaridade: -em direção a Santos, no litoral; -na direção do Vale do Paraíba, estendendo-se em direção ao Rio de Janeiro; -e em direção a Ribeirão Preto, abrangendo a região industrial de Campinas.
  • 35. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia O processo de desconcentração é orientado por uma densa malha de transportes, que inclui rodovias, ferrovias e uma hidrovia, formando extensos corredores em torno dos quais se localizam dinâmicas empresas industriais que se conectam aos mercados nacional e global por meio de quatro aeroportos de carga e pelo porto de Santos.
  • 36. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A região Sul é a segunda mais industrializada do país. A principal concentração industrial situa-se no Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na região, as empresas que apresentam inovações têm participação de 18% em relação ao valor total da transformação industrial.
  • 37. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia No Rio Grande do Sul os setores coureiro e calçadista são muito importantes e têm destque na região do vale do rio dos Sinos. Na última década, as indústrias automobilísticas, inclusive de autopeças, ganharam impulso na grande Porto Alegre com a instalação de unidades fabris de empresas transnacionais.
  • 38. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Na região metropolitana, encontra-se São Leopoldo, que abriga o Centro Regional de Referência em Informática, especializado em programas e equipamentos, responsável pela pesquisa e desenvolvimento de empresas prestadoras de serviço nesse setor.
  • 39. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Em Santa Catarina a indústria se disseminou por quase todas as regiões. Joinville é o seu maior pólo industrial, concentrando um dinâmico setor de informática. Aí também se encontram outras fábricas, como as de plásticos e as de metalurgia. Blumenau é um tradicional centro têxtil, enquanto Criciúma tem indústrias de extração e beneficiamento de carvão e de insumos em geral. No Paraná a indústria vinculou-se principalmente à transformação de bens naturais. As atividades de beneficiamento agrícola e de papel e celulose ocupavam lugar de destaque na geração de riquezas do estado. Na última década, porém a industrialização sofreu uma benéfica diversificação com a instalação do Pólo de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.
  • 40. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A região Sul é a segunda mais industrializada do país. A principal concentração industrial situa-se no Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na região, as empresas que apresentam inovações têm participação de 18% em relação ao valor total da transformação industrial.
  • 41. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A região Sul é a segunda mais industrializada do país. A principal concentração industrial situa-se no Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na região, as empresas que apresentam inovações têm participação de 18% em relação ao valor total da transformação industrial.
  • 42. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia A região Sul é a segunda mais industrializada do país. A principal concentração industrial situa-se no Rio Grande do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre. Na região, as empresas que apresentam inovações têm participação de 18% em relação ao valor total da transformação industrial.
  • 43. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia
  • 44. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia Nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste predominam os enclaves industriais, núcleos fabris dispersos e isolados.
  • 45. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA BRUM LOPES, disciplina de Geografia 1)Caracterize cada uma dessas regiões industriais do Brasil: a)Nordeste b)Norte c)Centro Oeste 2)Utilizando o MAPA 1, responda: Quais estados apresentam menor concentração de pessoas ocupadas na indústria de transformação? Justifique sua resposta. 3)Desde 1980 houve uma acentuada desconcentração da indústria de calçados no Brasil, como mostram os mapas 2 e 3 abaixo. Que vantagens os estados da região Nordeste do Brasil oferecem para atrair essa indústria? Explique.