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“DIVIDIR PARA GOVERNAR”
(Maquiavel)
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Diversos reinos e Estados estavam organizados na África
quando os europeus chegaram.
Em poucos séculos, a África mergulhou na estagnação e
na pobreza provocada pelo ‘colonizador’.
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“Ruanda assim como o Burundi eram colônias da Alemanha até o começo do século XX. Depois
da derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial, o protetorado foi entregue à Bélgica, por
mandato da Liga das Nações.
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O domínio belga foi muito mais direto e duro que o dos alemães e, utilizando a Igreja Católica,
manipulou a classe alta dos tutsi para reprimir o resto da população - majoritariamente hutus .
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Foi em 1990 que a tensão atingiu seu ápice, quando os hutus voltam ao poder depois de décadas
de domínio da minoria privilegiada Tutsi com o início de uma guerra civil que culminou em
genocídio de um milhão de pessoas quatro anos mais tarde.
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Foi em 1990 que a tensão atingiu seu ápice, quando os hutus voltam ao poder depois de décadas
de domínio da minoria privilegiada Tutsi com o início de uma guerra civil que culminou em
genocídio de um milhão de pessoas quatro anos mais tarde.
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O estopim do massacre foi a morte do presidente do país, Juvenal Habyarimana, um hutu,
quando seu avião foi derrubado ao sobrevoar o aeroporto da capital, Kigali, no dia 6 de abril de
1994.
Até hoje não há uma solução definitiva para o crime.
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A rivalidade entre Tutsis e Hutus é secular. Mas foi estimulada pelos colonialistas belgas, que no começo do século
XX emitiram carteiras de identidade diferenciadas para cada uma das etnias, manifestando uma preferência acentuada pelos
primeiros em matéria de postos de governo.
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A rivalidade entre Tutsis e Hutus é secular. Mas foi estimulada pelos colonialistas belgas, que no começo do século
XX emitiram carteiras de identidade diferenciadas para cada uma das etnias, manifestando uma preferência acentuada pelos
primeiros em matéria de postos de governo.
Quando Ruanda se tornou independente em 1962, o ressentimento dos Hutus em relação
aos Tutsis já provocara revoltas de tal monta que cerca de 2 milhões dos últimos já haviam
se refugiado nos países vizinhos.
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No dia seguinte à morte do presidente, a guarda presidencial começou a matança, que não se
restringiu aos Tutsis, atingindo também os líderes Hutus que não concordavam com o massacre.
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Durante os três meses seguintes, os militares e milicianos ligados ao antigo
regime mataram cerca de 800.000 tutsis e hutus
oposicionistas, naquilo que ficou conhecido como o Genocídio de
Ruanda
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Durante os três meses seguintes, os militares e milicianos ligados ao antigo
regime mataram cerca de 800.000 tutsis e hutus
oposicionistas, naquilo que ficou conhecido como o Genocídio de
Ruanda
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Os hutus — praticamente 90% da população —, promovera o quase extermínio
da minoria tutsi — 9% dos habitantes —, que, contra todos os prognósticos,
conquistou o poder.
Mas os hutus moderados também foram cruelmente perseguidos porque não
concordavam com seus líderes.
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Homens, mulheres e crianças foram exterminados a machadadas e esquartejados. Uma das cenas que mais
horrorizaram o mundo foi a de centenas de corpos boiando pelo rio Kagera, localizado na fronteira entre Ruanda e Tanzânia.
Os três meses de massacre provocaram o êxodo de 2,3 milhões de pessoas aos países vizinhos.
Junho de 1994 - Órfão com as pernas amputadas descansa em colchão de orfanato
em Nyanza
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Homens, mulheres e crianças foram exterminados a machadadas e esquartejados. Uma das cenas que mais
horrorizaram o mundo foi a de centenas de corpos boiando pelo rio Kagera, localizado na fronteira entre Ruanda e Tanzânia.
Os três meses de massacre provocaram o êxodo de 2,3 milhões de pessoas aos países vizinhos.
Junho de 1994 - Órfão com as pernas amputadas descansa em colchão de orfanato
em Nyanza
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1998-2003
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1998-2003
O que era uma questão tribal (étnica) passa a ser uma questão internacional (guerra entre países)
Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
1998-2003
O que era uma questão tribal (étnica) passa a ser uma questão internacional (guerra entre países)
Defendendo a causa dos Hutus Defendendo a causa dos Tutsis
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1998-2003
O que era uma questão tribal (étnica) passa a ser uma questão internacional (guerra entre países)
Defendendo a causa dos Hutus Defendendo a causa dos Tutsis
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A existência de cerca de 250 grupos étnicos, com línguas e culturas diferentes, provoca tensão permanente.
O sul, rico e de influência cristã, dominado pela etnia ioruba, rivaliza com o norte, muçulmano, com maioria hauçá.
Iorubá/sul Hauçá/norte
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Os britânicos, em luta contra os portugueses pelo controle do tráfico de escravos, conseguem
hegemonia sobre o litoral no século XVI, mas só iniciam ocupação efetiva no século XIX.
Em 1914, o Reino Unido junta os povos do sul e do norte, muito distintos culturalmente, num
Estado artificial, dando origem à atual Nigéria.
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Em 1946, uma Constituição estabelece assembleias regionais, o que dificulta o processo de unificação do país.
A Nigéria torna-se independente em 1960 e transforma-se em República em 1963, com Nnambi Azikiwe como presidente.
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Em 1946, uma Constituição estabelece assembleias regionais, o que dificulta o processo de unificação do país.
A Nigéria torna-se independente em 1960 e transforma-se em República em 1963, com Nnambi Azikiwe como presidente.
Os poderes locais são mais fortes que os do presidente, acirrando a luta entre as regiões.
Em 1966, um grupo de oficiais do Exército, da etnia ibo, toma o poder, extingue a federação e
centraliza o governo, em detrimento dos povos do norte. Um contragolpe derruba o regime, e
milhares de ibos são massacrados.
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O governo do general Yakubu Gowon, em 1967, divide a Nigéria
em 12 estados. Os ibos do leste rejeitam a
federação e formam um país independente,
Biafra.
O resultado é a Guerra de Biafra, que dura até 1970, quando
Biafra é reincorporada.
Mais de 1 milhão de civis são mortos no conflito, quase todos ibos.
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Com as tropas nigerianas a isolarem a
província rebelde, limitando a quantidade
de produtos de fora que aí podiam chegar,
a curto prazo a escassez de alimentos
tornou-se crónica, e em breve a fome em
grande escala assola a população.
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Pela primeira vez, através da televisão, as imagens de populações inteiras literalmente a morrer
de fome pelos caminhos chegam ao mundo e impactam o Ocidente.
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Foi a primeira vez que a exibição das
imagens de uma catástrofe humana
pela televisão geraram resposta
popular, obrigando várias instituições
e governos a intervir pela pressão da
opinião pública.
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Os anos seguintes são marcados por golpes militares. Há um intervalo
democrático sob a Presidência de Shehu Shagari, eleito em 1979 e reeleito em 1983. Shagari é
deposto pelo general Muhammed Buhari, destituído em 1985 pelo general Ibrahim Babangida.
Em 1991, a capital é transferida de Lagos para Abuja.
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Na Nigéria, a tensão religiosa aumenta a partir de
1999, quando o estado de Zamfara adota a sharia.
Em dois anos, a lei islâmica passa a vigorar em 12
dos 36 estados nigerianos, todos no norte .
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O grupo radical islâmico Boko Haram, que intensificou seus ataques em Abril/2014 na Nigéria e assumiu a autoria do
sequestro de mais de 200 estudantes, nasceu de uma seita que atraiu jovens do norte do país.
Seus líderes são críticos em relação ao governo nigeriano e querem estabelecer a lei do Islâ no país. Além disso,
condenam a educação ocidental e são contra mulheres frequentarem a escola.
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A seita considera o aprendizado uma opressão.
Seus integrantes vão impedir todo ensinamento que entre em conflito com um livro sagrado do século VII e relatos de
proveniência duvidosa sobre a vida e ditados de seu profeta escritos centenas de anos depois de sua morte.
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Eles tomam 220 estudantes como escravas e as obrigam a converter-se a sua versão do islamismo. Eles as
violentam ou as vendem por 10 libras para novos donos. As garotas são vítimas da escravidão, do abuso infantil
e do casamento forçado. Seus captores são, por extensão, escravagistas e estupradores.
Cerca de 50 das meninas conseguiram fugir do Boko Haram nos primeiros dias do sequestro, mas 220 continuam desaparecidas,
segundo a escola de meninas Chibok. Elas tem idades entre 16 e 18 anos e estavam na escola para uma prova de Física.
O sequestro em massa aconteceu depois de uma grande explosão em Abuja, capital da Nigéria, que matou 75 e feriu 141. O
fracasso em resgatar as meninas é um constrangimento para o governo e o Exército da Nigéria, já criticados pela incapacidade de
frear o fundamentalismo que cresceu nos últimos cinco anos no país. Mais de 1.500 pessoas morreram vítimas de insurgência
este ano, em comparação a uma estimativa de 3.600 entre 2010 e 2013.
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Fonte: UOL. Disponível em:<http://noticias.uol.com.br/ultimas-
noticias/efe/2014/05/04/menina-sequestrada-na-nigeria-diz-que-refens-sofrem-ate-
15-estupros-diários>. Acesso em 10 jun 2016.
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http://exame.abril.com.br/mundo/nigeria-negocia-libertacao-de-meninas-de-chibok-ainda-refens/
Abuja – O governo da Nigéria está
negociando a libertação do
restante das meninas de Chibok
ainda mantidas como reféns, disse
o presidente Muhammadu Buhari
nesta quinta-feira, um dia antes de
o sequestro de 276 estudantes
pelo grupo insurgente islâmico
Boko Haram completar três anos.
Das garotas sequestradas na
escola do nordeste da cidade de
Chibok em 2014, 195
ainda estão
desaparecidas.
Mais de 20 foram libertadas em
outubro em um acordo mediado
pela Cruz Vermelha Internacional.
Outras escaparam ou foram
resgatadas.
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A Guerra Civil de Serra Leoa começou em 1991, pela Frente Revolucionária Unida (FRU), que lutava para derrubar o governo
central do país.
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Centenas de milhares de pessoas sofrem de estresse pós-traumático, têm ataques epiléticos ou
sofrem de abuso de drogas, em consequência dos traumas da guerra civil.
Tanto tropas do governo quanto forças rebeldes cometeram atrocidades durante o conflito que, segundo as estimativas
consideradas mais "conservadoras", matou 200 mil pessoas.
A Guerra Civil de Serra Leoa começou em 1991, pela Frente Revolucionária Unida (FRU), que lutava para derrubar o governo
central do país.
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Centenas de milhares de pessoas sofrem de estresse pós-traumático, têm ataques epiléticos ou
sofrem de abuso de drogas, em consequência dos traumas da guerra civil.
Tanto tropas do governo quanto forças rebeldes cometeram atrocidades durante o conflito que, segundo as estimativas
consideradas mais "conservadoras", matou 200 mil pessoas.
A Guerra Civil de Serra Leoa começou em 1991, pela Frente Revolucionária Unida (FRU), que lutava para derrubar o governo
central do país.
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Especialmente em Serra Leoa, o mau trato à mulheres é um problemas de escalas gigantescas, as quais nem
imaginamos.
O ESTUPRO É USADO COMO ARMA.
http://republicaserraleoa.blogspot.com.br/
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Especialmente em Serra Leoa, o mau trato à mulheres é um problemas de escalas gigantescas, as quais nem
imaginamos.
O ESTUPRO É USADO COMO ARMA.
http://republicaserraleoa.blogspot.com.br/
É praticado como forma de humilhação ou método de "limpeza étnica".
Em alguns casos as mulheres chegam a ser violentadas diante do marido e até dos filhos.
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Especialmente em Serra Leoa, o mau trato à mulheres é um problemas de escalas gigantescas, as quais nem
imaginamos.
O ESTUPRO É USADO COMO ARMA.
http://republicaserraleoa.blogspot.com.br/
É praticado como forma de humilhação ou método de "limpeza étnica".
Em alguns casos as mulheres chegam a ser violentadas diante do marido e até dos filhos.
Na guerra civil ocorrida até 2002 em Serra Leoa, 94% das mulheres que tiveram de deixar suas casas sofreram agressões sexuais.
Segundo uma garota de 13 anos, que trabalhou como soldado em Serra Leoa, o comandante pediu para que cada criança
pegasse um pedaço de papel, que continha uma das palavras: mãos, pés, nariz. O que quer que estivesse escrito tinha de ser
amputado no próximo prisioneiro.
Quem desobedecia era morto.
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Especialmente em Serra Leoa, o mau trato à mulheres é um problemas de escalas gigantescas, as quais nem
imaginamos.
O ESTUPRO É USADO COMO ARMA.
http://republicaserraleoa.blogspot.com.br/
É praticado como forma de humilhação ou método de "limpeza étnica".
Em alguns casos as mulheres chegam a ser violentadas diante do marido e até dos filhos.
Na guerra civil ocorrida até 2002 em Serra Leoa, 94% das mulheres que tiveram de deixar suas casas sofreram agressões sexuais.
Segundo uma garota de 13 anos, que trabalhou como soldado em Serra Leoa, o comandante pediu para que cada criança
pegasse um pedaço de papel, que continha uma das palavras: mãos, pés, nariz. O que quer que estivesse escrito tinha de ser
amputado no próximo prisioneiro.
Quem desobedecia era morto.
Uma outra menina diz: "Vi pessoas terem suas mãos cortadas, vi uma menina de 10 anos ser estuprada e morta e vi homens e
mulheres sendo queimados vivos. Chorava, mas só dentro do meu coração. Não ousava chorar de verdade".
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No século IX d.C, mercadores árabes chegaram as costas indianas e estabeleceram entrepostos comerciais. Além de
vender e comprar mercadorias, passaram a difundir sua religião, o islamismo, convertendo muitos indianos.
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Uma prova da riqueza e esplendor do domínio muçulmano na Índia é o Taj Mahal.
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Trata-se de um suntuoso monumento de mármore branco, incrustado com pedras semipreciosas. Sua cúpula é
costurada com fios de ouro. O monarca muçulmano Shah Jahan mandou construí-lo, no início do século XVII, sobre
o túmulo de sua esposa favorita, Mumtaz Mahal (a jóia do palácio), que morreu ao dar a luz o 14º filho.
Mumtaz Mahal
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A situação de dependência e exploração incomodava muitos indianos.
Em 1885, intelectuais nacionalistas fundaram o Partido do Congresso, frontalmente contrário a
presença estrangeira.
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Na década de 1920, o nacionalismo cresceu sob a liderança do advogado Mohandas Gandhi.
Pregando a resistência pacífica, ele combateu a
dominação britânica por meio de sucessivas campanhas
nacionalistas, dentre elas o não pagamento de impostos e
o boicote às mercadorias inglesas.
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Depois da Segunda Guerra Mundial, a Inglaterra, muito enfraquecida pelo conflito, aceitou
transferir o poder para os indianos.
Mas a Índia era formada por hindus, muçulmanos e outras minorias que mantinham entre si
profundas divergências, o que dificultava a independência.
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A minoria muçulmana julgava-se discriminada e a maioria hindu (que dominava a indústria, o
comércio e a agricultura) não aceitava dividir o poder no caso de a Índia tornar-se independente.
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A minoria muçulmana julgava-se discriminada e a maioria hindu (que dominava a indústria, o
comércio e a agricultura) não aceitava dividir o poder no caso de a Índia tornar-se independente.
Essa rivalidade era incentivada pelos colonizadores britânicos, como forma de dividir a população
e garantir a manutenção de seus interesses econômicos na região.
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A minoria muçulmana julgava-se discriminada e a maioria hindu (que dominava a indústria, o
comércio e a agricultura) não aceitava dividir o poder no caso de a Índia tornar-se independente.
Essa rivalidade era incentivada pelos colonizadores britânicos, como forma de dividir a população
e garantir a manutenção de seus interesses econômicos na região.
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Nesse clima de tensão muitos muçulmanos migraram rumo ao noroeste em meados de 1947,
pois lá existia uma grande concentração de muçulmanos, formando praticamente uma região
separada.
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Quando a Inglaterra entregou o poder (15 de agosto de 1947), ocorreu a separação entre a Índia
e essa região, agora um novo país, chamado Paquistão, de maioria muçulmana.
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Pelo acordo que dividiu o país, 20% dos bens nacionais pertenceriam ao Paquistão e os 80%
restantes ficariam para a Índia.
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Nas bibliotecas, dividiram os volumes das coleções e enciclopédias, e até os instrumentos das
bandas marciais foram divididos.
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Alguns muçulmanos radicais exigiram que o palácio do Taj Mahal, construído por um
muçulmano, fosse levado para o Paquistão pedra por pedra.
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Alguns brâmanes indianos, por sua vez, queriam que se desviassem as águas do rio Indo, que
banharia o Paquistão muçulmano, porque as tradições sagradas do hinduísmo, os Vedas,
surgiram às suas margens 2.500 anos antes.
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Nesse período, os dois países, que viviam fortes rivalidades, passaram a disputar a Caxemira, região no norte da
Índia onde a maioria da população é muçulmana.
Os muçulmanos da Caxemira esperavam um plebiscito para escolher o seu futuro, mas a Índia ocupou militarmente
a região e a declarou estado indiano. Iniciando-se os graves conflitos entre os dois países.
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Nesse período, os dois países, que viviam fortes rivalidades, passaram a disputar a Caxemira, região no norte da
Índia onde a maioria da população é muçulmana.
Os muçulmanos da Caxemira esperavam um plebiscito para escolher o seu futuro, mas a Índia ocupou militarmente
a região e a declarou estado indiano. Iniciando-se os graves conflitos entre os dois países.
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A maioria da população é de origem paquistanesa e religião muçulmana. O governo é da Índia,
onde a religião predominante (85%) é hinduísta.
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A maioria da população é de origem paquistanesa e religião muçulmana. O governo é da Índia,
onde a religião predominante (85%) é hinduísta.
Desde a independência, em 47, os dois países já se envolveram em vários conflitos, pela região.
A situação agravou-se após 74, quando o governo de Indira Gandhi detonou a primeira bomba atômica hindu. Em 96, o partido
Barathya Janata, dos fundamentalistas hindus, venceu as eleições e implantou uma política nacionalista. Os choques na fronteira
ficaram mais intensos e constantes.
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A maioria da população é de origem paquistanesa e religião muçulmana. O governo é da Índia,
onde a religião predominante (85%) é hinduísta.
Desde a independência, em 47, os dois países já se envolveram em vários conflitos, pela região.
A situação agravou-se após 74, quando o governo de Indira Gandhi detonou a primeira bomba atômica hindu. Em 96, o partido
Barathya Janata, dos fundamentalistas hindus, venceu as eleições e implantou uma política nacionalista. Os choques na fronteira
ficaram mais intensos e constantes.
O Tratado de Não Proliferação
Nuclear (TNP) entrou em vigor em
1970, permite que apenas 5 países –
EUA, Rússia, China, Reino Unido e
França – mantenham seu arsenal,
desde que não repassem a
tecnologia para fins bélicos a outras
nações.
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Do início dos anos 2000 até os dias de hoje, a situação da Caxemira permanece delicada, sobretudo em face das
questões nucleares dos dois países envolvidos.
Fonte: Carta Capital. Disponível em:<http://www.cartacapital.com.br/internacional/fortalecimento-de-radicais-poe-em-
questao-seguranca-nuclear-no-paquistao-1830.html>. Acesso em: 23 jun. 2016.

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  • 2. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 3. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 4. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia “DIVIDIR PARA GOVERNAR” (Maquiavel)
  • 5. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Diversos reinos e Estados estavam organizados na África quando os europeus chegaram. Em poucos séculos, a África mergulhou na estagnação e na pobreza provocada pelo ‘colonizador’.
  • 6. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 7. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 8. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia “Ruanda assim como o Burundi eram colônias da Alemanha até o começo do século XX. Depois da derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial, o protetorado foi entregue à Bélgica, por mandato da Liga das Nações.
  • 9. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia O domínio belga foi muito mais direto e duro que o dos alemães e, utilizando a Igreja Católica, manipulou a classe alta dos tutsi para reprimir o resto da população - majoritariamente hutus .
  • 10. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Foi em 1990 que a tensão atingiu seu ápice, quando os hutus voltam ao poder depois de décadas de domínio da minoria privilegiada Tutsi com o início de uma guerra civil que culminou em genocídio de um milhão de pessoas quatro anos mais tarde.
  • 11. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Foi em 1990 que a tensão atingiu seu ápice, quando os hutus voltam ao poder depois de décadas de domínio da minoria privilegiada Tutsi com o início de uma guerra civil que culminou em genocídio de um milhão de pessoas quatro anos mais tarde.
  • 12. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia O estopim do massacre foi a morte do presidente do país, Juvenal Habyarimana, um hutu, quando seu avião foi derrubado ao sobrevoar o aeroporto da capital, Kigali, no dia 6 de abril de 1994. Até hoje não há uma solução definitiva para o crime.
  • 13. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A rivalidade entre Tutsis e Hutus é secular. Mas foi estimulada pelos colonialistas belgas, que no começo do século XX emitiram carteiras de identidade diferenciadas para cada uma das etnias, manifestando uma preferência acentuada pelos primeiros em matéria de postos de governo.
  • 14. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A rivalidade entre Tutsis e Hutus é secular. Mas foi estimulada pelos colonialistas belgas, que no começo do século XX emitiram carteiras de identidade diferenciadas para cada uma das etnias, manifestando uma preferência acentuada pelos primeiros em matéria de postos de governo. Quando Ruanda se tornou independente em 1962, o ressentimento dos Hutus em relação aos Tutsis já provocara revoltas de tal monta que cerca de 2 milhões dos últimos já haviam se refugiado nos países vizinhos.
  • 15. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia No dia seguinte à morte do presidente, a guarda presidencial começou a matança, que não se restringiu aos Tutsis, atingindo também os líderes Hutus que não concordavam com o massacre.
  • 16. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Durante os três meses seguintes, os militares e milicianos ligados ao antigo regime mataram cerca de 800.000 tutsis e hutus oposicionistas, naquilo que ficou conhecido como o Genocídio de Ruanda
  • 17. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Durante os três meses seguintes, os militares e milicianos ligados ao antigo regime mataram cerca de 800.000 tutsis e hutus oposicionistas, naquilo que ficou conhecido como o Genocídio de Ruanda
  • 18. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Os hutus — praticamente 90% da população —, promovera o quase extermínio da minoria tutsi — 9% dos habitantes —, que, contra todos os prognósticos, conquistou o poder. Mas os hutus moderados também foram cruelmente perseguidos porque não concordavam com seus líderes.
  • 19. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Homens, mulheres e crianças foram exterminados a machadadas e esquartejados. Uma das cenas que mais horrorizaram o mundo foi a de centenas de corpos boiando pelo rio Kagera, localizado na fronteira entre Ruanda e Tanzânia. Os três meses de massacre provocaram o êxodo de 2,3 milhões de pessoas aos países vizinhos. Junho de 1994 - Órfão com as pernas amputadas descansa em colchão de orfanato em Nyanza
  • 20. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Homens, mulheres e crianças foram exterminados a machadadas e esquartejados. Uma das cenas que mais horrorizaram o mundo foi a de centenas de corpos boiando pelo rio Kagera, localizado na fronteira entre Ruanda e Tanzânia. Os três meses de massacre provocaram o êxodo de 2,3 milhões de pessoas aos países vizinhos. Junho de 1994 - Órfão com as pernas amputadas descansa em colchão de orfanato em Nyanza
  • 21. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 22. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 23. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 24. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 25. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 26. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 27. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 28. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia 1998-2003
  • 29. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia 1998-2003 O que era uma questão tribal (étnica) passa a ser uma questão internacional (guerra entre países)
  • 30. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia 1998-2003 O que era uma questão tribal (étnica) passa a ser uma questão internacional (guerra entre países) Defendendo a causa dos Hutus Defendendo a causa dos Tutsis
  • 31. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia 1998-2003 O que era uma questão tribal (étnica) passa a ser uma questão internacional (guerra entre países) Defendendo a causa dos Hutus Defendendo a causa dos Tutsis
  • 32. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A existência de cerca de 250 grupos étnicos, com línguas e culturas diferentes, provoca tensão permanente. O sul, rico e de influência cristã, dominado pela etnia ioruba, rivaliza com o norte, muçulmano, com maioria hauçá. Iorubá/sul Hauçá/norte
  • 33. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 34. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Os britânicos, em luta contra os portugueses pelo controle do tráfico de escravos, conseguem hegemonia sobre o litoral no século XVI, mas só iniciam ocupação efetiva no século XIX. Em 1914, o Reino Unido junta os povos do sul e do norte, muito distintos culturalmente, num Estado artificial, dando origem à atual Nigéria.
  • 35. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Em 1946, uma Constituição estabelece assembleias regionais, o que dificulta o processo de unificação do país. A Nigéria torna-se independente em 1960 e transforma-se em República em 1963, com Nnambi Azikiwe como presidente.
  • 36. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Em 1946, uma Constituição estabelece assembleias regionais, o que dificulta o processo de unificação do país. A Nigéria torna-se independente em 1960 e transforma-se em República em 1963, com Nnambi Azikiwe como presidente. Os poderes locais são mais fortes que os do presidente, acirrando a luta entre as regiões. Em 1966, um grupo de oficiais do Exército, da etnia ibo, toma o poder, extingue a federação e centraliza o governo, em detrimento dos povos do norte. Um contragolpe derruba o regime, e milhares de ibos são massacrados.
  • 37. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia O governo do general Yakubu Gowon, em 1967, divide a Nigéria em 12 estados. Os ibos do leste rejeitam a federação e formam um país independente, Biafra. O resultado é a Guerra de Biafra, que dura até 1970, quando Biafra é reincorporada. Mais de 1 milhão de civis são mortos no conflito, quase todos ibos.
  • 38. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Com as tropas nigerianas a isolarem a província rebelde, limitando a quantidade de produtos de fora que aí podiam chegar, a curto prazo a escassez de alimentos tornou-se crónica, e em breve a fome em grande escala assola a população.
  • 39. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Pela primeira vez, através da televisão, as imagens de populações inteiras literalmente a morrer de fome pelos caminhos chegam ao mundo e impactam o Ocidente.
  • 40. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Foi a primeira vez que a exibição das imagens de uma catástrofe humana pela televisão geraram resposta popular, obrigando várias instituições e governos a intervir pela pressão da opinião pública.
  • 41. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Os anos seguintes são marcados por golpes militares. Há um intervalo democrático sob a Presidência de Shehu Shagari, eleito em 1979 e reeleito em 1983. Shagari é deposto pelo general Muhammed Buhari, destituído em 1985 pelo general Ibrahim Babangida. Em 1991, a capital é transferida de Lagos para Abuja.
  • 42. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 43. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Na Nigéria, a tensão religiosa aumenta a partir de 1999, quando o estado de Zamfara adota a sharia. Em dois anos, a lei islâmica passa a vigorar em 12 dos 36 estados nigerianos, todos no norte .
  • 44. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 45. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia O grupo radical islâmico Boko Haram, que intensificou seus ataques em Abril/2014 na Nigéria e assumiu a autoria do sequestro de mais de 200 estudantes, nasceu de uma seita que atraiu jovens do norte do país. Seus líderes são críticos em relação ao governo nigeriano e querem estabelecer a lei do Islâ no país. Além disso, condenam a educação ocidental e são contra mulheres frequentarem a escola.
  • 46. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A seita considera o aprendizado uma opressão. Seus integrantes vão impedir todo ensinamento que entre em conflito com um livro sagrado do século VII e relatos de proveniência duvidosa sobre a vida e ditados de seu profeta escritos centenas de anos depois de sua morte.
  • 47. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Eles tomam 220 estudantes como escravas e as obrigam a converter-se a sua versão do islamismo. Eles as violentam ou as vendem por 10 libras para novos donos. As garotas são vítimas da escravidão, do abuso infantil e do casamento forçado. Seus captores são, por extensão, escravagistas e estupradores. Cerca de 50 das meninas conseguiram fugir do Boko Haram nos primeiros dias do sequestro, mas 220 continuam desaparecidas, segundo a escola de meninas Chibok. Elas tem idades entre 16 e 18 anos e estavam na escola para uma prova de Física. O sequestro em massa aconteceu depois de uma grande explosão em Abuja, capital da Nigéria, que matou 75 e feriu 141. O fracasso em resgatar as meninas é um constrangimento para o governo e o Exército da Nigéria, já criticados pela incapacidade de frear o fundamentalismo que cresceu nos últimos cinco anos no país. Mais de 1.500 pessoas morreram vítimas de insurgência este ano, em comparação a uma estimativa de 3.600 entre 2010 e 2013.
  • 48. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Fonte: UOL. Disponível em:<http://noticias.uol.com.br/ultimas- noticias/efe/2014/05/04/menina-sequestrada-na-nigeria-diz-que-refens-sofrem-ate- 15-estupros-diários>. Acesso em 10 jun 2016.
  • 49. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia http://exame.abril.com.br/mundo/nigeria-negocia-libertacao-de-meninas-de-chibok-ainda-refens/ Abuja – O governo da Nigéria está negociando a libertação do restante das meninas de Chibok ainda mantidas como reféns, disse o presidente Muhammadu Buhari nesta quinta-feira, um dia antes de o sequestro de 276 estudantes pelo grupo insurgente islâmico Boko Haram completar três anos. Das garotas sequestradas na escola do nordeste da cidade de Chibok em 2014, 195 ainda estão desaparecidas. Mais de 20 foram libertadas em outubro em um acordo mediado pela Cruz Vermelha Internacional. Outras escaparam ou foram resgatadas.
  • 50. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 51. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 52. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 53. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 54. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 55. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A Guerra Civil de Serra Leoa começou em 1991, pela Frente Revolucionária Unida (FRU), que lutava para derrubar o governo central do país.
  • 56. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Centenas de milhares de pessoas sofrem de estresse pós-traumático, têm ataques epiléticos ou sofrem de abuso de drogas, em consequência dos traumas da guerra civil. Tanto tropas do governo quanto forças rebeldes cometeram atrocidades durante o conflito que, segundo as estimativas consideradas mais "conservadoras", matou 200 mil pessoas. A Guerra Civil de Serra Leoa começou em 1991, pela Frente Revolucionária Unida (FRU), que lutava para derrubar o governo central do país.
  • 57. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Centenas de milhares de pessoas sofrem de estresse pós-traumático, têm ataques epiléticos ou sofrem de abuso de drogas, em consequência dos traumas da guerra civil. Tanto tropas do governo quanto forças rebeldes cometeram atrocidades durante o conflito que, segundo as estimativas consideradas mais "conservadoras", matou 200 mil pessoas. A Guerra Civil de Serra Leoa começou em 1991, pela Frente Revolucionária Unida (FRU), que lutava para derrubar o governo central do país.
  • 58. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Especialmente em Serra Leoa, o mau trato à mulheres é um problemas de escalas gigantescas, as quais nem imaginamos. O ESTUPRO É USADO COMO ARMA. http://republicaserraleoa.blogspot.com.br/
  • 59. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Especialmente em Serra Leoa, o mau trato à mulheres é um problemas de escalas gigantescas, as quais nem imaginamos. O ESTUPRO É USADO COMO ARMA. http://republicaserraleoa.blogspot.com.br/ É praticado como forma de humilhação ou método de "limpeza étnica". Em alguns casos as mulheres chegam a ser violentadas diante do marido e até dos filhos.
  • 60. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Especialmente em Serra Leoa, o mau trato à mulheres é um problemas de escalas gigantescas, as quais nem imaginamos. O ESTUPRO É USADO COMO ARMA. http://republicaserraleoa.blogspot.com.br/ É praticado como forma de humilhação ou método de "limpeza étnica". Em alguns casos as mulheres chegam a ser violentadas diante do marido e até dos filhos. Na guerra civil ocorrida até 2002 em Serra Leoa, 94% das mulheres que tiveram de deixar suas casas sofreram agressões sexuais. Segundo uma garota de 13 anos, que trabalhou como soldado em Serra Leoa, o comandante pediu para que cada criança pegasse um pedaço de papel, que continha uma das palavras: mãos, pés, nariz. O que quer que estivesse escrito tinha de ser amputado no próximo prisioneiro. Quem desobedecia era morto.
  • 61. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Especialmente em Serra Leoa, o mau trato à mulheres é um problemas de escalas gigantescas, as quais nem imaginamos. O ESTUPRO É USADO COMO ARMA. http://republicaserraleoa.blogspot.com.br/ É praticado como forma de humilhação ou método de "limpeza étnica". Em alguns casos as mulheres chegam a ser violentadas diante do marido e até dos filhos. Na guerra civil ocorrida até 2002 em Serra Leoa, 94% das mulheres que tiveram de deixar suas casas sofreram agressões sexuais. Segundo uma garota de 13 anos, que trabalhou como soldado em Serra Leoa, o comandante pediu para que cada criança pegasse um pedaço de papel, que continha uma das palavras: mãos, pés, nariz. O que quer que estivesse escrito tinha de ser amputado no próximo prisioneiro. Quem desobedecia era morto. Uma outra menina diz: "Vi pessoas terem suas mãos cortadas, vi uma menina de 10 anos ser estuprada e morta e vi homens e mulheres sendo queimados vivos. Chorava, mas só dentro do meu coração. Não ousava chorar de verdade".
  • 62. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia
  • 63. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia No século IX d.C, mercadores árabes chegaram as costas indianas e estabeleceram entrepostos comerciais. Além de vender e comprar mercadorias, passaram a difundir sua religião, o islamismo, convertendo muitos indianos.
  • 64. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Uma prova da riqueza e esplendor do domínio muçulmano na Índia é o Taj Mahal.
  • 65. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Trata-se de um suntuoso monumento de mármore branco, incrustado com pedras semipreciosas. Sua cúpula é costurada com fios de ouro. O monarca muçulmano Shah Jahan mandou construí-lo, no início do século XVII, sobre o túmulo de sua esposa favorita, Mumtaz Mahal (a jóia do palácio), que morreu ao dar a luz o 14º filho. Mumtaz Mahal
  • 66. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A situação de dependência e exploração incomodava muitos indianos. Em 1885, intelectuais nacionalistas fundaram o Partido do Congresso, frontalmente contrário a presença estrangeira.
  • 67. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Na década de 1920, o nacionalismo cresceu sob a liderança do advogado Mohandas Gandhi. Pregando a resistência pacífica, ele combateu a dominação britânica por meio de sucessivas campanhas nacionalistas, dentre elas o não pagamento de impostos e o boicote às mercadorias inglesas.
  • 68. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Depois da Segunda Guerra Mundial, a Inglaterra, muito enfraquecida pelo conflito, aceitou transferir o poder para os indianos. Mas a Índia era formada por hindus, muçulmanos e outras minorias que mantinham entre si profundas divergências, o que dificultava a independência.
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  • 70. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A minoria muçulmana julgava-se discriminada e a maioria hindu (que dominava a indústria, o comércio e a agricultura) não aceitava dividir o poder no caso de a Índia tornar-se independente.
  • 71. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A minoria muçulmana julgava-se discriminada e a maioria hindu (que dominava a indústria, o comércio e a agricultura) não aceitava dividir o poder no caso de a Índia tornar-se independente. Essa rivalidade era incentivada pelos colonizadores britânicos, como forma de dividir a população e garantir a manutenção de seus interesses econômicos na região.
  • 72. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A minoria muçulmana julgava-se discriminada e a maioria hindu (que dominava a indústria, o comércio e a agricultura) não aceitava dividir o poder no caso de a Índia tornar-se independente. Essa rivalidade era incentivada pelos colonizadores britânicos, como forma de dividir a população e garantir a manutenção de seus interesses econômicos na região.
  • 73. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Nesse clima de tensão muitos muçulmanos migraram rumo ao noroeste em meados de 1947, pois lá existia uma grande concentração de muçulmanos, formando praticamente uma região separada.
  • 74. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Quando a Inglaterra entregou o poder (15 de agosto de 1947), ocorreu a separação entre a Índia e essa região, agora um novo país, chamado Paquistão, de maioria muçulmana.
  • 75. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Pelo acordo que dividiu o país, 20% dos bens nacionais pertenceriam ao Paquistão e os 80% restantes ficariam para a Índia.
  • 76. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Nas bibliotecas, dividiram os volumes das coleções e enciclopédias, e até os instrumentos das bandas marciais foram divididos.
  • 77. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Alguns muçulmanos radicais exigiram que o palácio do Taj Mahal, construído por um muçulmano, fosse levado para o Paquistão pedra por pedra.
  • 78. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Alguns brâmanes indianos, por sua vez, queriam que se desviassem as águas do rio Indo, que banharia o Paquistão muçulmano, porque as tradições sagradas do hinduísmo, os Vedas, surgiram às suas margens 2.500 anos antes.
  • 79. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Nesse período, os dois países, que viviam fortes rivalidades, passaram a disputar a Caxemira, região no norte da Índia onde a maioria da população é muçulmana. Os muçulmanos da Caxemira esperavam um plebiscito para escolher o seu futuro, mas a Índia ocupou militarmente a região e a declarou estado indiano. Iniciando-se os graves conflitos entre os dois países.
  • 80. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Nesse período, os dois países, que viviam fortes rivalidades, passaram a disputar a Caxemira, região no norte da Índia onde a maioria da população é muçulmana. Os muçulmanos da Caxemira esperavam um plebiscito para escolher o seu futuro, mas a Índia ocupou militarmente a região e a declarou estado indiano. Iniciando-se os graves conflitos entre os dois países.
  • 81. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A maioria da população é de origem paquistanesa e religião muçulmana. O governo é da Índia, onde a religião predominante (85%) é hinduísta.
  • 82. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A maioria da população é de origem paquistanesa e religião muçulmana. O governo é da Índia, onde a religião predominante (85%) é hinduísta. Desde a independência, em 47, os dois países já se envolveram em vários conflitos, pela região. A situação agravou-se após 74, quando o governo de Indira Gandhi detonou a primeira bomba atômica hindu. Em 96, o partido Barathya Janata, dos fundamentalistas hindus, venceu as eleições e implantou uma política nacionalista. Os choques na fronteira ficaram mais intensos e constantes.
  • 83. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia A maioria da população é de origem paquistanesa e religião muçulmana. O governo é da Índia, onde a religião predominante (85%) é hinduísta. Desde a independência, em 47, os dois países já se envolveram em vários conflitos, pela região. A situação agravou-se após 74, quando o governo de Indira Gandhi detonou a primeira bomba atômica hindu. Em 96, o partido Barathya Janata, dos fundamentalistas hindus, venceu as eleições e implantou uma política nacionalista. Os choques na fronteira ficaram mais intensos e constantes. O Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) entrou em vigor em 1970, permite que apenas 5 países – EUA, Rússia, China, Reino Unido e França – mantenham seu arsenal, desde que não repassem a tecnologia para fins bélicos a outras nações.
  • 84. Apresentação elaborada pela Professora FERNANDA LOPES, disciplina de Geografia Do início dos anos 2000 até os dias de hoje, a situação da Caxemira permanece delicada, sobretudo em face das questões nucleares dos dois países envolvidos. Fonte: Carta Capital. Disponível em:<http://www.cartacapital.com.br/internacional/fortalecimento-de-radicais-poe-em- questao-seguranca-nuclear-no-paquistao-1830.html>. Acesso em: 23 jun. 2016.