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Descrever as características bioquímicas dos principais neurotransmissores:
Acetilcolina (ACh): A acetilcolina pode atuar tanto no sistema nervoso central quanto
no sistema nervoso periférico. No SNC a acetilcolina controla a atividade de áreas
cerebrais relacionadas à atenção, aprendizagem e memória. Pessoas que sofrem da
doença de Alzheimer apresentam tipicamente baixos níveis de ACTH no córtex cerebral,
e as drogas que aumentam sua ação podem melhorar a memória em tais pacientes. É
produzido por uma reação enzimática, catalisada pela enzima colina acetiltransferase.
É um neurotransmissor excitatório em algumas sinapses, como nas junções
neuromuscular, na qual a ligação da ACh aos receptores ionotrópicos abre os canais de
cátion. É também um neurotransmissor inibitório em outras sinapses, nas quais se liga
aos receptores metabotrópicos acoplados a proteína G, que abrem os canais de K+
na
membrana. Deste modo, a ACh diminui a frequência cardíaca nas sinapses inibitórias
formadas pelos neurônios parassimpáticos do nervo vago. A enzima acetilcolinesterase
(AChE) inativa a ACh, clivando-a em fragmentos de acetato e colina, ou seja volta para
seu estado inativo; Glutamato: É o principal neurotransmissor excitatório do
encéfalo, vital para estabelecer os vínculos entre os neurônios que são a base da
aprendizagem e da memória a longo prazo. A maioria dos neurônios excitatórios no
SNC e grande parte das sinapses no encéfalo comunicam-se via glutamato. É
armazenado em vesículas nas sinapses. O impulso nervoso causa a libertação de
glutamato no neurônio pré-sináptico; na célula pós-sináptica, existem receptores (como
os receptores NMDA) que ligam o glutamato e se ativam. Envolvido em funções
cognitivas no cérebro, como a aprendizagem e a memória. O glutamato é precursor na
síntese de GABA em neurônios produtores de GABA. Aspartato: É um dos
aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das
proteínas dos seres vivos. É um aminoácido não essencial com função de
neurotransmissor excitatório no encéfalo. Existem indicações que o ácido aspártico
possa conferir resistência à fadiga. GABA: O GABA está envolvido com os processos
de ansiedade. Como neurotransmissor induz a inibição do SNC causando sedação.
Quando este neurotransmissor se liga aos receptores, abre-se um canal por onde entra
íon cloreto na célula neuronal, fazendo com que a célula fique hiperpolarizada,
dificultando a despolarização e, como consequência, dá-se a diminuição da condução
neuronal, provocando a inibição do SNC. A inibição da síntese do GABA ou o bloqueio
de seus neurotransmissores no SNC, resultam em estimulação intensa, manifestada
através de convulsões generalizadas. Glicina: A glicina é considerado principal
neurotransmissor inibitório do tronco encefálico e medula espinhal. Tem também
propriedades excitatórias, uma vez que ligando-se ao receptor NMDA, aumenta a sua
sensibilidade para o glutamato. Um déficit de glicina provoca um aumento da rigidez
muscular e morte por paralisia dos músculos respiratórios. É o que acontece na
intoxicação por estricnina e tétano. Dopamina: A dopamina é um neurotransmissor
inibitório derivado da tirosina e classificado no grupo das monoaminas biogênicas.
Produz sensações de satisfação e prazer. Os neurônios dopaminérgicos podem ser
divididos em três subgrupos com diferentes funções. O primeiro grupo regula os
movimentos: uma deficiência de dopamina neste sistema provoca a doença de
Parkinson, caracterizada por tremores, inflexibilidade, e outras desordens motoras, e
em fases avançadas pode verificar-se demência. O segundo grupo, o mesolímbico,
funciona na regulação do comportamento emocional. O terceiro grupo, o mesocortical,
projeta-se apenas para o córtex pré-frontal, e está envolvida em várias funções
cognitivas, memória, planejamento de comportamento e pensamento abstrato, assim
como em aspectos emocionais, especialmente relacionados com o stress. Distúrbios
nos dois últimos sistemas estão associados com a esquizofrenia. A carência da
dopamina no cérebro é localizada na área motora, especificamentena substância negra,
região do tronco encefálico, que contém grande quantidade de um pigmento conhecido
como neuromelanina. Serotonina: Está intimamente relacionada aos transtornos do
humor, ou transtornos afetivos e a maioria dos antidepressivos, agem produzindo um
aumento da disponibilidade dessa substância na fenda sináptica. Esta amina biogênica
encontra-se no SNC e ficou conhecido como neurotransmissor do 'bem-estar'. Tem um
profundo efeito no humor, na ansiedade e na agressão. Noradrenalina: Este
neurotransmissor é encontrado no SNC, no tronco cerebral e no hipotálamo, e possui
ação depressora sobre a atividade neuronal do córtex cerebral. A noradrenalina do SNC
provém da metabolização da dopamina pela ação da enzima dopamina beta-hidroxilase
que metaboliza, também, o 5-hidroxitriptofano em 5-hidroxitriptamina ou, então, origina-
se da recaptura do neurotransmissor da fenda sináptica. Substância química que induz
a excitação física e mental e o bom humor. Produzido no locus ceruleus, a norepinefrina
é uma mediadora dos batimentos cardíacos, pressão sanguínea, a taxa de conversão
de glicogênio (glicose) em energia, assim como outros benefícios físicos. Epinefrina:
No SNC são descritos sistemas adrenérgicos em alguns núcleos hipotalâmicos
relacionados com uma atividade vasoconstritora. A adrenalina tem efeito sobre o
sistema nervoso simpático: coração, pulmões, vasos sanguíneos, órgãos genitais, etc.
Este neurotransmissor é liberado em resposta ao stress físico ou mental, e liga-se a um
grupo especial de proteínas - os receptores adrenérgicos. Seus principais efeitos são:
aumento dos batimentos cardíacos, dilatação dos brônquios e pupilas, vasoconstricção,
suor entre outros. Está presente em muitas formulações farmacêuticas intravenosas,
principalmente no tratamento da asma, hemorragias internas, entre outros. A enzima
que converte a noradrenalina em adrenalina é a N-metiltransferase. Histamina: É uma
amina biogênica que atua sobre os tecidos, em especial sobre o coração. É produzida
a partir do aminoácido histidina, e está presente nos mastócitos e basófilos. Atuam em
receptores H1 e H2 centrais e periféricos. Age no receptor H2 do coração aumentando
a frequência cardíaca e o débito cardíaco, com risco de arritmias. Ambos os receptores
H1 e H2 agem sobre os vasos sanguíneos causando vasodilatação generalizada, com
diminuição da pressão arterial, rubor cutâneo e cefaleia. Neuropeptídeos: São
neurotransmissores formados por cadeias longas de aminoácidos, sintetizados no
citosol dos terminais pré-sinápticos, comoparte integral de grandes moléculas proteicas
pelos ribossomos situados no corpo celular do neurônio. São liberados em quantidades
mínimas e é necessário um potencial de ação de mil vezes ou mais que os necessários
para neurotransmissores de molécula pequena serem liberados e sua ação também é
mais prolongada que a do outro grupo. Os neuropeptídeos são responsáveis pela
mediação de respostas sensoriais e emocionais tais como a fome, a sede, o desejo
sexual, o prazer e a dor.

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Neurotransmissores

  • 1. Descrever as características bioquímicas dos principais neurotransmissores: Acetilcolina (ACh): A acetilcolina pode atuar tanto no sistema nervoso central quanto no sistema nervoso periférico. No SNC a acetilcolina controla a atividade de áreas cerebrais relacionadas à atenção, aprendizagem e memória. Pessoas que sofrem da doença de Alzheimer apresentam tipicamente baixos níveis de ACTH no córtex cerebral, e as drogas que aumentam sua ação podem melhorar a memória em tais pacientes. É produzido por uma reação enzimática, catalisada pela enzima colina acetiltransferase. É um neurotransmissor excitatório em algumas sinapses, como nas junções neuromuscular, na qual a ligação da ACh aos receptores ionotrópicos abre os canais de cátion. É também um neurotransmissor inibitório em outras sinapses, nas quais se liga aos receptores metabotrópicos acoplados a proteína G, que abrem os canais de K+ na membrana. Deste modo, a ACh diminui a frequência cardíaca nas sinapses inibitórias formadas pelos neurônios parassimpáticos do nervo vago. A enzima acetilcolinesterase (AChE) inativa a ACh, clivando-a em fragmentos de acetato e colina, ou seja volta para seu estado inativo; Glutamato: É o principal neurotransmissor excitatório do encéfalo, vital para estabelecer os vínculos entre os neurônios que são a base da aprendizagem e da memória a longo prazo. A maioria dos neurônios excitatórios no SNC e grande parte das sinapses no encéfalo comunicam-se via glutamato. É armazenado em vesículas nas sinapses. O impulso nervoso causa a libertação de glutamato no neurônio pré-sináptico; na célula pós-sináptica, existem receptores (como os receptores NMDA) que ligam o glutamato e se ativam. Envolvido em funções cognitivas no cérebro, como a aprendizagem e a memória. O glutamato é precursor na síntese de GABA em neurônios produtores de GABA. Aspartato: É um dos aminoácidos codificados pelo código genético, sendo portanto um dos componentes das proteínas dos seres vivos. É um aminoácido não essencial com função de neurotransmissor excitatório no encéfalo. Existem indicações que o ácido aspártico possa conferir resistência à fadiga. GABA: O GABA está envolvido com os processos de ansiedade. Como neurotransmissor induz a inibição do SNC causando sedação. Quando este neurotransmissor se liga aos receptores, abre-se um canal por onde entra íon cloreto na célula neuronal, fazendo com que a célula fique hiperpolarizada, dificultando a despolarização e, como consequência, dá-se a diminuição da condução neuronal, provocando a inibição do SNC. A inibição da síntese do GABA ou o bloqueio de seus neurotransmissores no SNC, resultam em estimulação intensa, manifestada através de convulsões generalizadas. Glicina: A glicina é considerado principal neurotransmissor inibitório do tronco encefálico e medula espinhal. Tem também propriedades excitatórias, uma vez que ligando-se ao receptor NMDA, aumenta a sua sensibilidade para o glutamato. Um déficit de glicina provoca um aumento da rigidez muscular e morte por paralisia dos músculos respiratórios. É o que acontece na intoxicação por estricnina e tétano. Dopamina: A dopamina é um neurotransmissor inibitório derivado da tirosina e classificado no grupo das monoaminas biogênicas. Produz sensações de satisfação e prazer. Os neurônios dopaminérgicos podem ser divididos em três subgrupos com diferentes funções. O primeiro grupo regula os movimentos: uma deficiência de dopamina neste sistema provoca a doença de Parkinson, caracterizada por tremores, inflexibilidade, e outras desordens motoras, e em fases avançadas pode verificar-se demência. O segundo grupo, o mesolímbico, funciona na regulação do comportamento emocional. O terceiro grupo, o mesocortical, projeta-se apenas para o córtex pré-frontal, e está envolvida em várias funções cognitivas, memória, planejamento de comportamento e pensamento abstrato, assim como em aspectos emocionais, especialmente relacionados com o stress. Distúrbios nos dois últimos sistemas estão associados com a esquizofrenia. A carência da dopamina no cérebro é localizada na área motora, especificamentena substância negra,
  • 2. região do tronco encefálico, que contém grande quantidade de um pigmento conhecido como neuromelanina. Serotonina: Está intimamente relacionada aos transtornos do humor, ou transtornos afetivos e a maioria dos antidepressivos, agem produzindo um aumento da disponibilidade dessa substância na fenda sináptica. Esta amina biogênica encontra-se no SNC e ficou conhecido como neurotransmissor do 'bem-estar'. Tem um profundo efeito no humor, na ansiedade e na agressão. Noradrenalina: Este neurotransmissor é encontrado no SNC, no tronco cerebral e no hipotálamo, e possui ação depressora sobre a atividade neuronal do córtex cerebral. A noradrenalina do SNC provém da metabolização da dopamina pela ação da enzima dopamina beta-hidroxilase que metaboliza, também, o 5-hidroxitriptofano em 5-hidroxitriptamina ou, então, origina- se da recaptura do neurotransmissor da fenda sináptica. Substância química que induz a excitação física e mental e o bom humor. Produzido no locus ceruleus, a norepinefrina é uma mediadora dos batimentos cardíacos, pressão sanguínea, a taxa de conversão de glicogênio (glicose) em energia, assim como outros benefícios físicos. Epinefrina: No SNC são descritos sistemas adrenérgicos em alguns núcleos hipotalâmicos relacionados com uma atividade vasoconstritora. A adrenalina tem efeito sobre o sistema nervoso simpático: coração, pulmões, vasos sanguíneos, órgãos genitais, etc. Este neurotransmissor é liberado em resposta ao stress físico ou mental, e liga-se a um grupo especial de proteínas - os receptores adrenérgicos. Seus principais efeitos são: aumento dos batimentos cardíacos, dilatação dos brônquios e pupilas, vasoconstricção, suor entre outros. Está presente em muitas formulações farmacêuticas intravenosas, principalmente no tratamento da asma, hemorragias internas, entre outros. A enzima que converte a noradrenalina em adrenalina é a N-metiltransferase. Histamina: É uma amina biogênica que atua sobre os tecidos, em especial sobre o coração. É produzida a partir do aminoácido histidina, e está presente nos mastócitos e basófilos. Atuam em receptores H1 e H2 centrais e periféricos. Age no receptor H2 do coração aumentando a frequência cardíaca e o débito cardíaco, com risco de arritmias. Ambos os receptores H1 e H2 agem sobre os vasos sanguíneos causando vasodilatação generalizada, com diminuição da pressão arterial, rubor cutâneo e cefaleia. Neuropeptídeos: São neurotransmissores formados por cadeias longas de aminoácidos, sintetizados no citosol dos terminais pré-sinápticos, comoparte integral de grandes moléculas proteicas pelos ribossomos situados no corpo celular do neurônio. São liberados em quantidades mínimas e é necessário um potencial de ação de mil vezes ou mais que os necessários para neurotransmissores de molécula pequena serem liberados e sua ação também é mais prolongada que a do outro grupo. Os neuropeptídeos são responsáveis pela mediação de respostas sensoriais e emocionais tais como a fome, a sede, o desejo sexual, o prazer e a dor.