SlideShare uma empresa Scribd logo
REFLEXOSREFLEXOS que operamque operam
utilizando o Sistemautilizando o Sistema
Nervoso autônomoNervoso autônomo
Sistema nervoso autônomo (SNA)
Walter Cannon:
Função simpática: fight or flight (lutar ou fugir);
Situações de emergência na qual o indivíduo se confronta, por
exemplo, com a iminência de um ataque perante o qual deverá
exercer grande esforço físico, seja para lutar ou para fugir;
Função parassimpática: rest and digest (repousar e digerir);
Participação da divisão parassimpática na contínua homeostasia
do dia-a-dia. Funções normais do repouso fisiológico, em
particular as digestivas.
LENT, 2004
Sistema nervoso autônomo
(SNA)
Dois modos de controle do organismo:
Modo reflexo: recebimento de informações provenientes de cada
órgão ou sistema orgânico e a programação e execução da
resposta apropriada.
Ex.:
Durante uma refeição, os mecanorreceptores situados nas paredes do
estômago indicam que ele está cheio. Divisão parassimpática aciona os
seus neurônios e os efetores (fibras musculares lisas, células produtoras de
ácido clorídrico, células produtoras de muco e enzimas digestivas...) para
lubrificar, dissolver, digerir e propelir adiante o bolo alimentar;
LENT, 2004
O CONCEITO DE OPERAÇÃO DO MODO REFLEXO PODE
SER APLICADO NAS VÁRIAS SITUAÇÕES FISIÓLOGICAS
FUNÇÃO DIGESTIVA – presença física do bolo alimentar nos segmentos do
trato digestivo desencadeia reflexos que levam a secreção de muco e sucos
digestivos e movimentos peristaltivos.
FUNÇÃO RESPIRATÓRIA – secreção de muco e broncoespasmo em resposta
a presença de substancias irritantes na mucosa respiratória
FUNÇÃO VISUAL – contração pupilar que ocorre com estímulo luminoso.
RESPOSTA INFLAMATÓRIA – lesões tissulares terminações nervosas livres
que por sua vez desencadeiam reflexos locais que levam a vasodilatação local.
REGULAÇÃO RÁPIDA DA PRESSÃO ARTERIAL – aumento da pressão em
certos segmentos arteriais desencadeiram reflexos autonomicos que interferem
diretamente na função cardiaca – reflexo barroceptor.
O sistema nervoso autônomo atua promovendo rápida redistribuição do
fluxo sanguíneo para os diferentes órgãos e sistemas.
COMPONENTE SENSORIAL
COMPONENTE EFETOR
Reflexos autonomicos   modulo i
Acetilcolina (Ach)
Neurônio pré-ganglionar
Receptor nicotínico
Neurônio pós-ganglionar
Gânglio do SNA
Receptor adrenérgico
(α ou β)
Nora-adrenalina (NA)
Neurônio pré-ganglionar
Gânglio do SNA
Neurônio pós-ganglionar
Acetilcolina (Ach)
Receptor nicotínico
Acetilcolina (Ach)
Receptor muscarínico
(M1 ..)
Célula alvo - efetora
DIVISÃO SIMPÁTICA DIVISÃO PARASSIMPÁTICA
Célula alvo - efetora
MEDULA DA GLANDULA SUPRA-
RENAL
sangue
ADRENALINA
CÉLULA CROMAFIM
(neurônio primitivo)
Receptores nicotínicos
Acetilcolina
Neurônio pré-sináptico
DIVISÃO SIMPÁTICA
SISTEMA DE NEUROTRANSMISSÃO
DIRETAMENTE ENVOLVIDOS
NA EFICIENCIA DO SISTEMA NERVOSO AUTONOMO
NANA
DADA
NANA
NETNET
GsGs
GiGi
Na+
VmatVmat
AC
αα22
ββ
AC
GqGq
PLC
αα11
IP3IP3
DAGDAG IP2IP2
IPIP
PIP2PIP2
L-TyrL-Tyr
L-TyrL-Tyr
THTH
L-DOPAL-DOPA
ADDADD
DDββHH
MAOMAO
(tirosina)
Aminoácido DescarboxilaseADDADD
DDββHH Dopamina β hidroxilase
VmatVmat Transportador vesicular de monoaminas
MAOMAO Monoaminaoxidase
COMTCOMT Catecol-O-Metil transferase
NORADRENALINANORADRENALINA
COMTCOMT
DHPG
DHPG 3, 4-dihydroxyphenylglycol
NETNET Transportador de noradrenalina
Neurônio Pré-Neurônio Pré-
sinápticosináptico
Neurônio Pós-Neurônio Pós-
sinápticosináptico
SISTEMA DE NEUROTRANSMISSÃO COLINÉRGICA
ACETILACETILCOLINACOLINA
AchAch
vChatvChat
AchAch
Transportador deTransportador de
ColinaColina
Na+
ACETILCOLINESTERASE
COLINA ACETIL
COLINA
GLICOSE
PIRUVATO
Na+COLINA
ACETIL
COLINA
+
ACETILCOLINA-ACETILCOLINA-
TRANSFERASETRANSFERASE
MM11 MM22 MM33
MM44 MM55
GG
RECEPTORRECEPTOR
NICOTÍNICONICOTÍNICO
AchAch
RECEPTORRECEPTOR
MUSCARÍNICOMUSCARÍNICO
ou Músculo estriado
esquelético
(só apresenta o receptores nicotínico)
Órgão ou
tecido
Ativação simpática Ativação parassimpática Mecanismo
Bexiga Enchimento (relaxamento
da musculatura lisa e
contração do esfíncter
interno)
Esvaziamento (contração
da musculatura lisa e
relaxamento do esfíncter
interno)
Antagonista
Brônquios Broncodilatação
(relaxamento da
musculatura lisa)
Broncoconstrição
(contração da musculatura
lisa)
Antagonista
Coração Taquicardia e aumento da
força contrátil
Bradicardia e diminuição
da força contrátil
Antagonista
Cristalino Acomodação para longe
(relaxamento do músculo
ciliar)
Acomodação para perto
(contração do músculo
ciliar)
Antagonista
Esfíncteres
digestivos
Fechamento (contração da
musculatura lisa)
Abertura (relaxamento da
musculatura lisa)
Antagonista
Fígado Aumento da liberação de
glicose
Armazenamento de
glicogênio
Antagonista
SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO
LENT, 2004
Órgão ou
tecido
Ativação simpática Ativação
parassimpática
Mecanismo
Glândulas
digestivas
Diminuição da secreção Aumento de secreção Antagonista
Glândulas
lacrimais
Lacrimejamento
(vasodilatação e
secreção)
Diminuição do
lacrimejamento
(vasoconstrição)
Antagonista
Glândulas
salivares
Salivação viscosa Salivação fluida Sinergista
Glândulas
sudoríparas
Sudorese (alguns terminais
colinérgicos, que também provocam
secreção)
- Sinergista ou
exclusivo
Íris Midríase (contração das
fibras radiais)
Miose (contração das
fibras circulares)
Antagonista
Órgãos
linfóides (timo,
baço e
linfonodos)
Imunossupressão
(redução da produção de
linfócitos)
Imunoativação (aumento
da produção de linfócitos)
Antagonista
LENT, 2004
SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO
Órgão ou
tecido
Ativação simpática Ativação
parassimpática
Mecanismo
Pâncreas
endócrino
Redução da secreção de
insulina
Aumento de secreção de
insulina
Antagonista
Pênis e clitoris Supressão da ereção e
do intumescimento após
o orgasmo
Ereção e intumescimento
(vasodilatação)
Antagonista
Tecido
adiposo
Lipólise e liberação de
ácidos graxos
- Exclusivo
Trato
gastrintestinal
Diminuição do
peristaltismo
(relaxamento da
musculatura lisa)
Ativação do peristaltismo
(contração da
musculatura lisa)
Antagonista
LENT, 2004
SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO
Órgão ou
tecido
Ativação simpática Ativação
parassimpática
Mecanismo
Vasos
sangüíneos
em geral
Vasoconstrição - Exclusivo
Vasos
sangüíneos
pélvicos e de
algumas
glândulas
(salivares,
digestivas)
Vasoconstrição Vasodilatação Antagonista
SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO
DOMINANDO OS CONCEITOS DE
FUNCIONAMENTO DOS REFLEXOS
AUTONÔMICOS
COMPONENTE SENSORIAL
COMPONENTE EFETOR
ESTÍMULO SENSORIAL
RESPOSTA
Químico
Físico
Idéias
Pensamentos
lembranças
MOTORA
secretora
REFLEXO FOTOMOTOR
Muito utilizado na clínica para aferir o
funcionamento do sistema nervoso central
e periférico
ESTIMULO É A LUZ
RESPOSTA É A CONTRAÇÃO PUPILAR
Mediada pela ativação parassimpática
E inibição simpática
Reflexos autonomicos   modulo i
MUSCULO LISO VASCULAR
CONTROLE DO FLUXO SANGUÍNEOS
NOS MAIS VARIADOS ORGÃOS
DIMINUIÇÃO DO FLUXO SANGUÍNEO
NO TECIDO DECORRENTE DE UMA
OBSTRUÇÃO ARTERIAL CAUSADA
POR UM TROMBO OU POR RUPTURA
DE UM VASO (AV)
SITUAÇÃO PROBLEMA
ACIDENTE VASCULAR
ENCEFÁLICO
DEPENDENDO DA REGIÃO
AFETADA PODE DESENCADEAR
SINTOMAS DIFERENTES
PARALISIAS/PERDA DE
SENSIBILIDADE
FACE
MEMBRO SUPERIOR/INFERIOR
ENTRE OUTROS
RM – corte axial do encéfalo de um
paciente mostrando derrame em
região limitada.
Reflexos autonomicos   modulo i
Reflexos autonomicos   modulo i
- Perda da força muscular (paresia) do membro
superior direito e paralisia facial central do lado
direito.
- Perda da sensibilidade do membro superior
direito e da hemiface do lado direito.
- Incapacidade para falar (afasia), com
comprometimento tanto motor quanto sensorial.
SINTOMAS E SINAIS RELATADOS
MICROCIRCULAÇÃO
veiaartéria
Músculo liso
Esfíncteres
pré-capilares
arteríola
vênulacapilares
metarteríola
Vênula
pequena
Canal de
comunicação
LESÃO TECIDUAL PROVOCA REAÇÃO
INFLAMATÓRIA E ALTERAÇÕES NO
MICROAMBIENTE QUÍMICO
ESSAS ALTERAÇÕES TEM AÇÃO DIRETA SOBRE OS
AFERENTES E EFERENTES NEURAIS, ASSIM COM NAS
CÉLULAS ALVO
CONHECER OS MECANISMOS
QUE OPERAM A CONTRAÇÃO
DOS MUSCULO LISO
CÉLULA ALVO: MUSCULO LISO VASCULAR
COMO O SISTEMA
COLINÉRGICO pode interferir
nisso?
HISTOLOGIA VASCULAR
SINALIZAÇÃO MEDIADA POR ÓXIDO NÍTRICO na musculatura lisa
vascular
O SISTEMA COLINÉRGICO e sua relação com o músculo liso
vascular
Receptor
muscarínico
acetilcolina
Ca2+
NOS-E
CaM
L-Arginina
+
O2
NO
Célula endotelial que
sintetiza NO Célula muscular lisa
do vaso
NO sGC
GTP
cGMP
NOS-I = NO sintase endotelial
sGC = Guanilato ciclase solúvel
PDE = Fosfodiesterase
GMP
PDE
FOSFODIESTERASE
ÓXIDO NÍTRICOÓXIDO NÍTRICO
IP3
Citrulina
reticulo
Inervação colinérgica
parassimpática ou Ach
proveniente da corrente
sanguínea?
Mudança no
citoesqueleto
Relaxamento
muscular
RELAXAMENTO MUSCULAR INDUZIDO INDIRETAMENTE
PELA ATIVAÇÃO DOS RECEPTORES COLINÉRGICOS
MUSCARÍNICOS NO ENDOTÉLIO
PROMOVE VASODILATAÇÃO QUE
AUMENTA O FLUXO SANGUÍNEO NO
LEITO VASCULAR
VASODILATAÇÃO REFLEXA PARA EVITAR A HIPOXIA TECIDUAL
MESMO EXEMPLO DE VASODILATAÇÃO
REFLEXA PODE SER APLICADO A
EREÇÃO PENIANA
MESMO EXEMPLO DE VASODILATAÇÃO REFLEXA PODE SER APLICADO A
EREÇÃO PENIANA
Liberação de fatores
teciduais vasodilatorares
induzidos pela inervação
parassimpática no corpo do
pênis
Eferentes parassimpáticos
Aferentes sensoriais medula
WESTFALL; WESTFALL, 2006
EX: vasoconstrição
EX: vasodilatação
presente em
abundancia no
terminal présináptico
Ação
predominante no
tecido cardíaco
NO ESTRESSE AGUDO HÁ LIBERAÇÃO DE ADRENALINA E ATIVAÇÃO
DOS RECEPTORES VASCULARES
Predominantes na
musculatura lisa
Vascular peniana
Óxido Nítrico e Ereção Peniana
relaxamento da musculatura lisa do corpo cavernoso
GTP cGMP
cálcio Intracelular
EREÇÃO PENIANA
GMP
PDE-5GCNO
SILDENAFIL
Os dois ramos do sistema nervoso autônomo são coordenados
primariamente pelo CENTRO DE CONTROLE CARDIOVASCULAR, localizado no
TRONCO ENCEFÁLICO (BULBO).
SISTEMA NERVOSO
1. Fornecem as aurículas,
especialmente os nós SA e AV.
2. A atividade nervosa espalha-se
pelos ventrículos.
NERVOS PARASSIMPÁTICOS
NERVOS SIMPÁTICOS
CONTROLE EXTRÍNSECO
DA FUNÇÃO CARDÍACA
Os dois ramos do sistema nervoso autônomo são coordenados
primariamente pelo CENTRO DE CONTROLE CARDIOVASCULAR, localizado no
TRONCO ENCEFÁLICO (BULBO).
SISTEMA NERVOSO
1. Fornecem as aurículas,
especialmente os nós SA e AV.
2. A atividade nervosa espalha-se
pelos ventrículos.
NERVOS PARASSIMPÁTICOS
NERVOS SIMPÁTICOS
EFEITO DA ESTIMULAÇÃO PARASSIMPÁTICA
Influencia o nó SA de modo a diminuir a atividade do coração.
ACETILCOLINA
Aumenta a permeabilidade do nó SA
em relação ao K+
Iniciam-se as batidas com uma
frequência mais baixa
Há uma hiperpolarização devido
ao aumento da permeabilidade de
K+
O limiar leva mais tempo
para ser atingido, por causa
da mudança de potencial
Há uma redução automática da
permeabilidade de K+, que é
responsável por uma despolarização
gradual até chegar ao limiar.
Ativação de receptores
muscarínicos M2
Reflexos autonomicos   modulo i
Há diminuição da despolarização espontânea
Prolongamento do tempo requerido para atingir
o limiar
O nó SA é enriquecido com menos freqüência.
HÁ DIMINUIÇÃO DA FREQUÊNCIA
CARDÍACA!
EFEITO DA ESTIMULAÇÃO PARASSIMPÁTICA
M2
Na1+
Na1+
Gαi
Cel. Alvo: Cardiomiócito
AC
ATP
AMPc
Ca2+
Ca2+Adenilato ciclaseβγ
PKA
AcetilcolinaAcetilcolina
Fosforilação
Induz abertura
K1+
K1+
ligação
Induz ABERTURA
HIPERPOLARIZAÇÃO
Canais de cálcio
dependentes de
voltagem
FORÇA E
FEQUÊNCIA
CARDIACA
diminuída
INERVAÇÃO PARASSIMPÁTICA/VAGAL
K1+
K1+
Fosforilação
Induz fechamento
inibição
Baixos níveis
EFEITO DA ESTIMULAÇÃO SIMPÁTICA:
Influencia o nó SA de modo a aumentar a atividade do coração
NOREPINEFRINA
Diminui a permeabilidade do K+,
criando um efeito de despolarização
Há uma grande freqüência de potenciais
de ação, acelerando a expansão de
cada potencial de ação através de
condução especializada.
Frequência cardíaca
mais elevada
Aumento da força
de contração
Aumento da permeabilidade do Ca2+, havendo
um acréscimo do fluxo
Há um aumento da participação do Ca2+ no
processo emparelhado de excitação contração.
Ativação de receptores
adrenergicos β1
HÁ AUMENTO DA DESPOLARIZAÇÃO ESPONTÂNEA;
EFEITO DA ESTIMULAÇÃO SIMPÁTICA:
Diminuição do tempo requerido para atingir o limiar;
O nó SA é enriquecido com mais frequência.
HÁ AUMENTO DA FREQUÊNCIA CARDÍACA!
ATIVIDADE DO NÓ SA SOB INFLUÊNCIA
PARASSIMPÁTICA E SIMPÁTICA
β1
Adrenalina
Na1+
Na1+
Gαs
Cel. Alvo: Cardiomiócito
AC
ATP
AMPc
AdrenalinaAdrenalina
Ca2+
Ca2+Adenilato ciclaseβγ
PKA
NoradrenalinaNoradrenalina
sangue
Fosforilação
Induz abertura
K1+
K1+
Fosforilação
Induz fechamento
DESPOLARIZAÇÃO
Canais de cálcio
dependentes de
voltagem
FORÇA E
FEQUÊNCIA
CARDIACA
AUMENTADAS
INERVAÇÃO SIMPÁTICA
ALTOS NÍVEIS
EXEMPLO DE REFLEXO AUTONÔMICO
ATUANDO NO CONTROLE RÁPIDO DA
PRESSÃO ARTERIAL
Situação problema E:
“Atleta de fim de semana”
Este caso será discutido na semana 13 –
Nervos espinhais e Sistema Nervoso Autônomo
Paulo, 50 anos, quis provar para sua nova namorada de 19 anos sua jovialidade e masculinidade.
Apesar de não ser praticante de atividades físicas regulares, gostava de esportes, principalmente
caminhada. Motivado, resolveu participar da meia maratona do Rio de Janeiro. Iniciou o trajeto muito
animado, mas logo no início do percurso começou a sentir-se mal, apresentando dor de cabeça,
cansaço, fraqueza muscular e muito calor. Ele percebeu que seu coração estava muito acelerado e sua
respiração ofegante. Nesse momento, apavorado e com medo de ter um infarto ou até mesmo morrer,
interrompeu sua corrida imediatamente. Sentou-se à beira da rua e ofereceram-lhe água. A ambulância
que acompanhava os atletas percebeu o que ocorria e encaminhou o médico rapidamente para seu
atendimento. Ao examiná-lo, o médico verificou que ele estava taquicárdico e hipertenso e
cogitou a possibilidade de encaminhá-lo para uma unidade de referência. Entretanto,
gradativamente, Paulo foi melhorando e após descanso de 15 minutos ele sentia-se muito
melhor. Sua namorada bastante preocupada correu ao seu encontro e criticou a organização do
evento. Retornando para casa, preocupado com o ocorrido, discretamente, procurou um serviço
público de referência. Afinal, ele paga os seus impostos em dia.
Barorreceptores e a
manutenção da PA
(pressão arterial)
LENT, 2004
Zé-das-Couves
José, 29 anos, trabalha plantando tomate, alface, couve e chicória.
Esta semana, ele derramou acidentalmente um frasco de Tamaron®,
inseticida organofosforado, dentro de sua bota. Ele limpou rapidamente a
bota com um pano e foi colher suas frutas e folhas para vendê-las na feira.
Poucas horas depois, ele começou a sentir fraqueza muscular, dor de
cabeça, tontura, intensas dores abdominais e sua visão ficou “embaçada”.
Por sorte, conseguiu um banheiro próximo, pois ficou com diarréia. Seu
pai, preocupado por não observar motivos para aquele mal estar, resolveu
levá-lo ao PSF do Ipê/Pinheiral. Chegando lá, o exame de João era o que
se segue:
PA: 90 X 40 mmHg
FC: 40 bpm
Pupilas mióticas,
Sudorese profusa,
Sialorréia,
Mioclonias (miofasciculações) na face, tronco, braços e coxas.
Lucidez
Inquietação.
CASO PROBLEMA F
SELECIONE NOS CASOS
PROBLEMAS (E e F) EXEMPLOS
DE FUNÇÕES VITAIS
RELACIONADAS A ATIVAÇÃO
SIMPÁTICA E/OU
PARASSIMPATICA e SOMÁTICA.
JUSTIFIQUE SUAS SUAS
ESCOLHAS.
BIBLIOGRAFIA SUGERIDAS
FISIOLOGIA HUMANA – Stuart Ira Fox
FISIOLOGIA HUMANA – Guyton e Hall
FISIOLOGIA HUMANA – Berne e Levy
SISTEMA NERVOSO AUTONOMO
ARTIGOS Disponíveis no Portal
Acadêmico e/ou com os
representantes da turma
FARMACOLOGIA – Rang e Dale
FARMACOLOGIA – Goodman e Gilman
SISTEMA NERVOSO SOMÁTICO

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mecanismo das Sinapses
Mecanismo das SinapsesMecanismo das Sinapses
Mecanismo das Sinapses
Jose Carlos
 
Exame físico geral
Exame físico geralExame físico geral
Exame físico geral
Silvia Luanda Rezende
 
Potencial de ação das membranas
Potencial de ação das membranasPotencial de ação das membranas
Potencial de ação das membranas
Natha Fisioterapia
 
Exame neurológico
Exame neurológicoExame neurológico
Exame neurológico
pauloalambert
 
Desmame da Ventilação Mecânica
Desmame da Ventilação MecânicaDesmame da Ventilação Mecânica
Desmame da Ventilação Mecânica
José Alexandre Pires de Almeida
 
Potencial de ação
Potencial de açãoPotencial de ação
Potencial de ação
ednaldoj
 
RCP
RCPRCP
Fisiologia Humana 5 - Sistema Cardiovascular
Fisiologia Humana 5 - Sistema CardiovascularFisiologia Humana 5 - Sistema Cardiovascular
Fisiologia Humana 5 - Sistema Cardiovascular
Herbert Santana
 
Fisiologia Pulmonar: Difusão
Fisiologia Pulmonar: DifusãoFisiologia Pulmonar: Difusão
Fisiologia Pulmonar: Difusão
Flávia Salame
 
Cristalóides e colóides na prática clínica
Cristalóides e colóides na prática clínicaCristalóides e colóides na prática clínica
Cristalóides e colóides na prática clínica
Arquivo-FClinico
 
Controle neural da ventilação (josé alexandre pires de almeida)
Controle neural da ventilação (josé alexandre pires de almeida)Controle neural da ventilação (josé alexandre pires de almeida)
Controle neural da ventilação (josé alexandre pires de almeida)
José Alexandre Pires de Almeida
 
Manual do antibiograma
Manual do antibiograma Manual do antibiograma
Manual do antibiograma
Ana Claudia Rodrigues
 
Assincronias Ventilatórias
Assincronias VentilatóriasAssincronias Ventilatórias
Assincronias Ventilatórias
José Alexandre Pires de Almeida
 
Neurofisiologia 1
Neurofisiologia 1Neurofisiologia 1
Neurofisiologia 1
Leandro Lourenção Duarte
 
Tecido nervoso aula 2
Tecido nervoso   aula 2Tecido nervoso   aula 2
Tecido nervoso aula 2
Janderson Physios
 
Nervos e terminações nervosas cp 11
Nervos e terminações nervosas cp 11Nervos e terminações nervosas cp 11
Nervos e terminações nervosas cp 11
Williams Pinto Williamsc.Pinto
 
Anatomia e fisiologia embrionária e fetal
Anatomia e fisiologia embrionária e fetalAnatomia e fisiologia embrionária e fetal
Anatomia e fisiologia embrionária e fetal
resenfe2013
 
Cópia de semiologia do tórax
Cópia de semiologia do tóraxCópia de semiologia do tórax
Cópia de semiologia do tórax
Jucie Vasconcelos
 
Sensibilidade 14
Sensibilidade 14Sensibilidade 14
Sensibilidade 14
pauloalambert
 
Noçoes de ventilação mecânica
Noçoes de ventilação mecânicaNoçoes de ventilação mecânica
Noçoes de ventilação mecânica
helciofonteles
 

Mais procurados (20)

Mecanismo das Sinapses
Mecanismo das SinapsesMecanismo das Sinapses
Mecanismo das Sinapses
 
Exame físico geral
Exame físico geralExame físico geral
Exame físico geral
 
Potencial de ação das membranas
Potencial de ação das membranasPotencial de ação das membranas
Potencial de ação das membranas
 
Exame neurológico
Exame neurológicoExame neurológico
Exame neurológico
 
Desmame da Ventilação Mecânica
Desmame da Ventilação MecânicaDesmame da Ventilação Mecânica
Desmame da Ventilação Mecânica
 
Potencial de ação
Potencial de açãoPotencial de ação
Potencial de ação
 
RCP
RCPRCP
RCP
 
Fisiologia Humana 5 - Sistema Cardiovascular
Fisiologia Humana 5 - Sistema CardiovascularFisiologia Humana 5 - Sistema Cardiovascular
Fisiologia Humana 5 - Sistema Cardiovascular
 
Fisiologia Pulmonar: Difusão
Fisiologia Pulmonar: DifusãoFisiologia Pulmonar: Difusão
Fisiologia Pulmonar: Difusão
 
Cristalóides e colóides na prática clínica
Cristalóides e colóides na prática clínicaCristalóides e colóides na prática clínica
Cristalóides e colóides na prática clínica
 
Controle neural da ventilação (josé alexandre pires de almeida)
Controle neural da ventilação (josé alexandre pires de almeida)Controle neural da ventilação (josé alexandre pires de almeida)
Controle neural da ventilação (josé alexandre pires de almeida)
 
Manual do antibiograma
Manual do antibiograma Manual do antibiograma
Manual do antibiograma
 
Assincronias Ventilatórias
Assincronias VentilatóriasAssincronias Ventilatórias
Assincronias Ventilatórias
 
Neurofisiologia 1
Neurofisiologia 1Neurofisiologia 1
Neurofisiologia 1
 
Tecido nervoso aula 2
Tecido nervoso   aula 2Tecido nervoso   aula 2
Tecido nervoso aula 2
 
Nervos e terminações nervosas cp 11
Nervos e terminações nervosas cp 11Nervos e terminações nervosas cp 11
Nervos e terminações nervosas cp 11
 
Anatomia e fisiologia embrionária e fetal
Anatomia e fisiologia embrionária e fetalAnatomia e fisiologia embrionária e fetal
Anatomia e fisiologia embrionária e fetal
 
Cópia de semiologia do tórax
Cópia de semiologia do tóraxCópia de semiologia do tórax
Cópia de semiologia do tórax
 
Sensibilidade 14
Sensibilidade 14Sensibilidade 14
Sensibilidade 14
 
Noçoes de ventilação mecânica
Noçoes de ventilação mecânicaNoçoes de ventilação mecânica
Noçoes de ventilação mecânica
 

Destaque

5. sistema nervoso
5. sistema nervoso5. sistema nervoso
5. sistema nervoso
Luiz Gonçalves Mendes Jr
 
Neurociência e Comportamento I: Aula 2 - Introdução à organização do sistema ...
Neurociência e Comportamento I: Aula 2 - Introdução à organização do sistema ...Neurociência e Comportamento I: Aula 2 - Introdução à organização do sistema ...
Neurociência e Comportamento I: Aula 2 - Introdução à organização do sistema ...
Billy Nascimento
 
CN9-movimentos e actos reflexos
CN9-movimentos e actos reflexosCN9-movimentos e actos reflexos
CN9-movimentos e actos reflexos
Rita Rainho
 
Autonomo
AutonomoAutonomo
Autonomo
Bruno Rocha
 
Aula parassimpaticosmimeticos
Aula parassimpaticosmimeticosAula parassimpaticosmimeticos
Aula parassimpaticosmimeticos
Suzane Amorim
 
Sistema Nervoso Autonomo
Sistema Nervoso AutonomoSistema Nervoso Autonomo
Sistema Nervoso Autonomo
marco :)
 
Aerossolterapia
AerossolterapiaAerossolterapia
Aerossolterapia
resenfe2013
 
Sistema nervoso autonomo
Sistema nervoso autonomoSistema nervoso autonomo
Sistema nervoso autonomo
Natha Fisioterapia
 
Sistema nervoso autonomo
Sistema nervoso autonomoSistema nervoso autonomo
Sistema nervoso autonomo
MichelleKulakowski
 
Fisiologia vascular
Fisiologia vascularFisiologia vascular
Fisiologia vascular
LAC
 
Sistema nervoso autônomo
Sistema nervoso autônomoSistema nervoso autônomo
Sistema nervoso autônomo
Erivelton Marinheiro
 

Destaque (11)

5. sistema nervoso
5. sistema nervoso5. sistema nervoso
5. sistema nervoso
 
Neurociência e Comportamento I: Aula 2 - Introdução à organização do sistema ...
Neurociência e Comportamento I: Aula 2 - Introdução à organização do sistema ...Neurociência e Comportamento I: Aula 2 - Introdução à organização do sistema ...
Neurociência e Comportamento I: Aula 2 - Introdução à organização do sistema ...
 
CN9-movimentos e actos reflexos
CN9-movimentos e actos reflexosCN9-movimentos e actos reflexos
CN9-movimentos e actos reflexos
 
Autonomo
AutonomoAutonomo
Autonomo
 
Aula parassimpaticosmimeticos
Aula parassimpaticosmimeticosAula parassimpaticosmimeticos
Aula parassimpaticosmimeticos
 
Sistema Nervoso Autonomo
Sistema Nervoso AutonomoSistema Nervoso Autonomo
Sistema Nervoso Autonomo
 
Aerossolterapia
AerossolterapiaAerossolterapia
Aerossolterapia
 
Sistema nervoso autonomo
Sistema nervoso autonomoSistema nervoso autonomo
Sistema nervoso autonomo
 
Sistema nervoso autonomo
Sistema nervoso autonomoSistema nervoso autonomo
Sistema nervoso autonomo
 
Fisiologia vascular
Fisiologia vascularFisiologia vascular
Fisiologia vascular
 
Sistema nervoso autônomo
Sistema nervoso autônomoSistema nervoso autônomo
Sistema nervoso autônomo
 

Semelhante a Reflexos autonomicos modulo i

farmacologia do sistema nervoso autonomo
farmacologia do sistema nervoso autonomofarmacologia do sistema nervoso autonomo
farmacologia do sistema nervoso autonomo
PedroNabarrete
 
Sna by lazoinacio slide neuroliga 2011
Sna by lazoinacio slide neuroliga 2011Sna by lazoinacio slide neuroliga 2011
Sna by lazoinacio slide neuroliga 2011
neuroliga-nortemineira
 
Aula 6 Biomedicina
Aula 6 BiomedicinaAula 6 Biomedicina
Aula 6 Biomedicina
Caio Maximino
 
Aula 6 Biomedicina
Aula 6 BiomedicinaAula 6 Biomedicina
Aula 6 Biomedicina
Caio Maximino
 
Aula 5 - Medicina 1
Aula 5 - Medicina 1Aula 5 - Medicina 1
Aula 5 - Medicina 1
Caio Maximino
 
FARMACOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO.pptx
FARMACOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO.pptxFARMACOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO.pptx
FARMACOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO.pptx
evanildojuniorads
 
Sistema nervoso autonomo
Sistema nervoso autonomoSistema nervoso autonomo
Sistema nervoso autonomo
SoniaCruz89
 
Aula - SNA - Farmacologia Colinérgica - Parassimpatomiméticos e Parassimpatol...
Aula - SNA - Farmacologia Colinérgica - Parassimpatomiméticos e Parassimpatol...Aula - SNA - Farmacologia Colinérgica - Parassimpatomiméticos e Parassimpatol...
Aula - SNA - Farmacologia Colinérgica - Parassimpatomiméticos e Parassimpatol...
Mauro Cunha Xavier Pinto
 
Anestesia venosa
Anestesia venosaAnestesia venosa
Anestesia venosa
Anestesiador
 
Aula 3 Cf1
Aula 3 Cf1Aula 3 Cf1
Aula 3 Cf1
Caio Maximino
 
Aula colinergicos 070515
Aula colinergicos 070515Aula colinergicos 070515
Aula colinergicos 070515
Juliette Borba
 
Neuro medicina SISTEMA NERVOSO AUTONOMO.pptx
Neuro medicina SISTEMA NERVOSO AUTONOMO.pptxNeuro medicina SISTEMA NERVOSO AUTONOMO.pptx
Neuro medicina SISTEMA NERVOSO AUTONOMO.pptx
PedroFelicio13
 
Sist. nervoso
Sist. nervosoSist. nervoso
Sist. nervoso
Juliana Loretti
 
Aula 02 Fisiologia Humana_Sistema Nervoso Autônomo-parte I - 26-08-20.pptx
Aula 02 Fisiologia Humana_Sistema Nervoso Autônomo-parte I - 26-08-20.pptxAula 02 Fisiologia Humana_Sistema Nervoso Autônomo-parte I - 26-08-20.pptx
Aula 02 Fisiologia Humana_Sistema Nervoso Autônomo-parte I - 26-08-20.pptx
LeilaFortes3
 
Farmacologia
FarmacologiaFarmacologia
Farmacologia
Dalvânia Santos
 
Farmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpatico
Farmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpaticoFarmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpatico
Farmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpatico
Jessica França Carneiro Barranco
 
Farmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpatico
Farmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpaticoFarmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpatico
Farmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpatico
alklafke
 
Fisiologia do bloqueio neuromuscular
Fisiologia do bloqueio neuromuscularFisiologia do bloqueio neuromuscular
Fisiologia do bloqueio neuromuscular
Michelle Nogueira
 
A disfunção autonômica cardíaca, caracterizada pelo desbalanço entre a ativid...
A disfunção autonômica cardíaca, caracterizada pelo desbalanço entre a ativid...A disfunção autonômica cardíaca, caracterizada pelo desbalanço entre a ativid...
A disfunção autonômica cardíaca, caracterizada pelo desbalanço entre a ativid...
fernandoalvescosta3
 
Farmacologia do sistema_nervoso_autonomo_parassimpatico
Farmacologia do sistema_nervoso_autonomo_parassimpaticoFarmacologia do sistema_nervoso_autonomo_parassimpatico
Farmacologia do sistema_nervoso_autonomo_parassimpatico
Rhayan Boaventura
 

Semelhante a Reflexos autonomicos modulo i (20)

farmacologia do sistema nervoso autonomo
farmacologia do sistema nervoso autonomofarmacologia do sistema nervoso autonomo
farmacologia do sistema nervoso autonomo
 
Sna by lazoinacio slide neuroliga 2011
Sna by lazoinacio slide neuroliga 2011Sna by lazoinacio slide neuroliga 2011
Sna by lazoinacio slide neuroliga 2011
 
Aula 6 Biomedicina
Aula 6 BiomedicinaAula 6 Biomedicina
Aula 6 Biomedicina
 
Aula 6 Biomedicina
Aula 6 BiomedicinaAula 6 Biomedicina
Aula 6 Biomedicina
 
Aula 5 - Medicina 1
Aula 5 - Medicina 1Aula 5 - Medicina 1
Aula 5 - Medicina 1
 
FARMACOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO.pptx
FARMACOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO.pptxFARMACOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO.pptx
FARMACOLOGIA DO SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO.pptx
 
Sistema nervoso autonomo
Sistema nervoso autonomoSistema nervoso autonomo
Sistema nervoso autonomo
 
Aula - SNA - Farmacologia Colinérgica - Parassimpatomiméticos e Parassimpatol...
Aula - SNA - Farmacologia Colinérgica - Parassimpatomiméticos e Parassimpatol...Aula - SNA - Farmacologia Colinérgica - Parassimpatomiméticos e Parassimpatol...
Aula - SNA - Farmacologia Colinérgica - Parassimpatomiméticos e Parassimpatol...
 
Anestesia venosa
Anestesia venosaAnestesia venosa
Anestesia venosa
 
Aula 3 Cf1
Aula 3 Cf1Aula 3 Cf1
Aula 3 Cf1
 
Aula colinergicos 070515
Aula colinergicos 070515Aula colinergicos 070515
Aula colinergicos 070515
 
Neuro medicina SISTEMA NERVOSO AUTONOMO.pptx
Neuro medicina SISTEMA NERVOSO AUTONOMO.pptxNeuro medicina SISTEMA NERVOSO AUTONOMO.pptx
Neuro medicina SISTEMA NERVOSO AUTONOMO.pptx
 
Sist. nervoso
Sist. nervosoSist. nervoso
Sist. nervoso
 
Aula 02 Fisiologia Humana_Sistema Nervoso Autônomo-parte I - 26-08-20.pptx
Aula 02 Fisiologia Humana_Sistema Nervoso Autônomo-parte I - 26-08-20.pptxAula 02 Fisiologia Humana_Sistema Nervoso Autônomo-parte I - 26-08-20.pptx
Aula 02 Fisiologia Humana_Sistema Nervoso Autônomo-parte I - 26-08-20.pptx
 
Farmacologia
FarmacologiaFarmacologia
Farmacologia
 
Farmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpatico
Farmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpaticoFarmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpatico
Farmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpatico
 
Farmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpatico
Farmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpaticoFarmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpatico
Farmacologia do sistema nervoso autonomo parassimpatico
 
Fisiologia do bloqueio neuromuscular
Fisiologia do bloqueio neuromuscularFisiologia do bloqueio neuromuscular
Fisiologia do bloqueio neuromuscular
 
A disfunção autonômica cardíaca, caracterizada pelo desbalanço entre a ativid...
A disfunção autonômica cardíaca, caracterizada pelo desbalanço entre a ativid...A disfunção autonômica cardíaca, caracterizada pelo desbalanço entre a ativid...
A disfunção autonômica cardíaca, caracterizada pelo desbalanço entre a ativid...
 
Farmacologia do sistema_nervoso_autonomo_parassimpatico
Farmacologia do sistema_nervoso_autonomo_parassimpaticoFarmacologia do sistema_nervoso_autonomo_parassimpatico
Farmacologia do sistema_nervoso_autonomo_parassimpatico
 

Reflexos autonomicos modulo i

  • 1. REFLEXOSREFLEXOS que operamque operam utilizando o Sistemautilizando o Sistema Nervoso autônomoNervoso autônomo
  • 2. Sistema nervoso autônomo (SNA) Walter Cannon: Função simpática: fight or flight (lutar ou fugir); Situações de emergência na qual o indivíduo se confronta, por exemplo, com a iminência de um ataque perante o qual deverá exercer grande esforço físico, seja para lutar ou para fugir; Função parassimpática: rest and digest (repousar e digerir); Participação da divisão parassimpática na contínua homeostasia do dia-a-dia. Funções normais do repouso fisiológico, em particular as digestivas. LENT, 2004
  • 3. Sistema nervoso autônomo (SNA) Dois modos de controle do organismo: Modo reflexo: recebimento de informações provenientes de cada órgão ou sistema orgânico e a programação e execução da resposta apropriada. Ex.: Durante uma refeição, os mecanorreceptores situados nas paredes do estômago indicam que ele está cheio. Divisão parassimpática aciona os seus neurônios e os efetores (fibras musculares lisas, células produtoras de ácido clorídrico, células produtoras de muco e enzimas digestivas...) para lubrificar, dissolver, digerir e propelir adiante o bolo alimentar; LENT, 2004
  • 4. O CONCEITO DE OPERAÇÃO DO MODO REFLEXO PODE SER APLICADO NAS VÁRIAS SITUAÇÕES FISIÓLOGICAS FUNÇÃO DIGESTIVA – presença física do bolo alimentar nos segmentos do trato digestivo desencadeia reflexos que levam a secreção de muco e sucos digestivos e movimentos peristaltivos. FUNÇÃO RESPIRATÓRIA – secreção de muco e broncoespasmo em resposta a presença de substancias irritantes na mucosa respiratória FUNÇÃO VISUAL – contração pupilar que ocorre com estímulo luminoso. RESPOSTA INFLAMATÓRIA – lesões tissulares terminações nervosas livres que por sua vez desencadeiam reflexos locais que levam a vasodilatação local. REGULAÇÃO RÁPIDA DA PRESSÃO ARTERIAL – aumento da pressão em certos segmentos arteriais desencadeiram reflexos autonomicos que interferem diretamente na função cardiaca – reflexo barroceptor. O sistema nervoso autônomo atua promovendo rápida redistribuição do fluxo sanguíneo para os diferentes órgãos e sistemas.
  • 7. Acetilcolina (Ach) Neurônio pré-ganglionar Receptor nicotínico Neurônio pós-ganglionar Gânglio do SNA Receptor adrenérgico (α ou β) Nora-adrenalina (NA) Neurônio pré-ganglionar Gânglio do SNA Neurônio pós-ganglionar Acetilcolina (Ach) Receptor nicotínico Acetilcolina (Ach) Receptor muscarínico (M1 ..) Célula alvo - efetora DIVISÃO SIMPÁTICA DIVISÃO PARASSIMPÁTICA Célula alvo - efetora
  • 8. MEDULA DA GLANDULA SUPRA- RENAL sangue ADRENALINA CÉLULA CROMAFIM (neurônio primitivo) Receptores nicotínicos Acetilcolina Neurônio pré-sináptico DIVISÃO SIMPÁTICA
  • 9. SISTEMA DE NEUROTRANSMISSÃO DIRETAMENTE ENVOLVIDOS NA EFICIENCIA DO SISTEMA NERVOSO AUTONOMO
  • 10. NANA DADA NANA NETNET GsGs GiGi Na+ VmatVmat AC αα22 ββ AC GqGq PLC αα11 IP3IP3 DAGDAG IP2IP2 IPIP PIP2PIP2 L-TyrL-Tyr L-TyrL-Tyr THTH L-DOPAL-DOPA ADDADD DDββHH MAOMAO (tirosina) Aminoácido DescarboxilaseADDADD DDββHH Dopamina β hidroxilase VmatVmat Transportador vesicular de monoaminas MAOMAO Monoaminaoxidase COMTCOMT Catecol-O-Metil transferase NORADRENALINANORADRENALINA COMTCOMT DHPG DHPG 3, 4-dihydroxyphenylglycol NETNET Transportador de noradrenalina
  • 11. Neurônio Pré-Neurônio Pré- sinápticosináptico Neurônio Pós-Neurônio Pós- sinápticosináptico SISTEMA DE NEUROTRANSMISSÃO COLINÉRGICA ACETILACETILCOLINACOLINA AchAch vChatvChat AchAch Transportador deTransportador de ColinaColina Na+ ACETILCOLINESTERASE COLINA ACETIL COLINA GLICOSE PIRUVATO Na+COLINA ACETIL COLINA + ACETILCOLINA-ACETILCOLINA- TRANSFERASETRANSFERASE MM11 MM22 MM33 MM44 MM55 GG RECEPTORRECEPTOR NICOTÍNICONICOTÍNICO AchAch RECEPTORRECEPTOR MUSCARÍNICOMUSCARÍNICO ou Músculo estriado esquelético (só apresenta o receptores nicotínico)
  • 12. Órgão ou tecido Ativação simpática Ativação parassimpática Mecanismo Bexiga Enchimento (relaxamento da musculatura lisa e contração do esfíncter interno) Esvaziamento (contração da musculatura lisa e relaxamento do esfíncter interno) Antagonista Brônquios Broncodilatação (relaxamento da musculatura lisa) Broncoconstrição (contração da musculatura lisa) Antagonista Coração Taquicardia e aumento da força contrátil Bradicardia e diminuição da força contrátil Antagonista Cristalino Acomodação para longe (relaxamento do músculo ciliar) Acomodação para perto (contração do músculo ciliar) Antagonista Esfíncteres digestivos Fechamento (contração da musculatura lisa) Abertura (relaxamento da musculatura lisa) Antagonista Fígado Aumento da liberação de glicose Armazenamento de glicogênio Antagonista SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO LENT, 2004
  • 13. Órgão ou tecido Ativação simpática Ativação parassimpática Mecanismo Glândulas digestivas Diminuição da secreção Aumento de secreção Antagonista Glândulas lacrimais Lacrimejamento (vasodilatação e secreção) Diminuição do lacrimejamento (vasoconstrição) Antagonista Glândulas salivares Salivação viscosa Salivação fluida Sinergista Glândulas sudoríparas Sudorese (alguns terminais colinérgicos, que também provocam secreção) - Sinergista ou exclusivo Íris Midríase (contração das fibras radiais) Miose (contração das fibras circulares) Antagonista Órgãos linfóides (timo, baço e linfonodos) Imunossupressão (redução da produção de linfócitos) Imunoativação (aumento da produção de linfócitos) Antagonista LENT, 2004 SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO
  • 14. Órgão ou tecido Ativação simpática Ativação parassimpática Mecanismo Pâncreas endócrino Redução da secreção de insulina Aumento de secreção de insulina Antagonista Pênis e clitoris Supressão da ereção e do intumescimento após o orgasmo Ereção e intumescimento (vasodilatação) Antagonista Tecido adiposo Lipólise e liberação de ácidos graxos - Exclusivo Trato gastrintestinal Diminuição do peristaltismo (relaxamento da musculatura lisa) Ativação do peristaltismo (contração da musculatura lisa) Antagonista LENT, 2004 SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO
  • 15. Órgão ou tecido Ativação simpática Ativação parassimpática Mecanismo Vasos sangüíneos em geral Vasoconstrição - Exclusivo Vasos sangüíneos pélvicos e de algumas glândulas (salivares, digestivas) Vasoconstrição Vasodilatação Antagonista SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO
  • 16. DOMINANDO OS CONCEITOS DE FUNCIONAMENTO DOS REFLEXOS AUTONÔMICOS
  • 17. COMPONENTE SENSORIAL COMPONENTE EFETOR ESTÍMULO SENSORIAL RESPOSTA Químico Físico Idéias Pensamentos lembranças MOTORA secretora
  • 18. REFLEXO FOTOMOTOR Muito utilizado na clínica para aferir o funcionamento do sistema nervoso central e periférico ESTIMULO É A LUZ RESPOSTA É A CONTRAÇÃO PUPILAR Mediada pela ativação parassimpática E inibição simpática
  • 20. MUSCULO LISO VASCULAR CONTROLE DO FLUXO SANGUÍNEOS NOS MAIS VARIADOS ORGÃOS
  • 21. DIMINUIÇÃO DO FLUXO SANGUÍNEO NO TECIDO DECORRENTE DE UMA OBSTRUÇÃO ARTERIAL CAUSADA POR UM TROMBO OU POR RUPTURA DE UM VASO (AV) SITUAÇÃO PROBLEMA
  • 22. ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO DEPENDENDO DA REGIÃO AFETADA PODE DESENCADEAR SINTOMAS DIFERENTES PARALISIAS/PERDA DE SENSIBILIDADE FACE MEMBRO SUPERIOR/INFERIOR ENTRE OUTROS RM – corte axial do encéfalo de um paciente mostrando derrame em região limitada.
  • 25. - Perda da força muscular (paresia) do membro superior direito e paralisia facial central do lado direito. - Perda da sensibilidade do membro superior direito e da hemiface do lado direito. - Incapacidade para falar (afasia), com comprometimento tanto motor quanto sensorial. SINTOMAS E SINAIS RELATADOS
  • 27. LESÃO TECIDUAL PROVOCA REAÇÃO INFLAMATÓRIA E ALTERAÇÕES NO MICROAMBIENTE QUÍMICO ESSAS ALTERAÇÕES TEM AÇÃO DIRETA SOBRE OS AFERENTES E EFERENTES NEURAIS, ASSIM COM NAS CÉLULAS ALVO
  • 28. CONHECER OS MECANISMOS QUE OPERAM A CONTRAÇÃO DOS MUSCULO LISO CÉLULA ALVO: MUSCULO LISO VASCULAR
  • 29. COMO O SISTEMA COLINÉRGICO pode interferir nisso?
  • 31. SINALIZAÇÃO MEDIADA POR ÓXIDO NÍTRICO na musculatura lisa vascular O SISTEMA COLINÉRGICO e sua relação com o músculo liso vascular
  • 32. Receptor muscarínico acetilcolina Ca2+ NOS-E CaM L-Arginina + O2 NO Célula endotelial que sintetiza NO Célula muscular lisa do vaso NO sGC GTP cGMP NOS-I = NO sintase endotelial sGC = Guanilato ciclase solúvel PDE = Fosfodiesterase GMP PDE FOSFODIESTERASE ÓXIDO NÍTRICOÓXIDO NÍTRICO IP3 Citrulina reticulo Inervação colinérgica parassimpática ou Ach proveniente da corrente sanguínea? Mudança no citoesqueleto Relaxamento muscular
  • 33. RELAXAMENTO MUSCULAR INDUZIDO INDIRETAMENTE PELA ATIVAÇÃO DOS RECEPTORES COLINÉRGICOS MUSCARÍNICOS NO ENDOTÉLIO PROMOVE VASODILATAÇÃO QUE AUMENTA O FLUXO SANGUÍNEO NO LEITO VASCULAR VASODILATAÇÃO REFLEXA PARA EVITAR A HIPOXIA TECIDUAL
  • 34. MESMO EXEMPLO DE VASODILATAÇÃO REFLEXA PODE SER APLICADO A EREÇÃO PENIANA
  • 35. MESMO EXEMPLO DE VASODILATAÇÃO REFLEXA PODE SER APLICADO A EREÇÃO PENIANA Liberação de fatores teciduais vasodilatorares induzidos pela inervação parassimpática no corpo do pênis Eferentes parassimpáticos Aferentes sensoriais medula
  • 36. WESTFALL; WESTFALL, 2006 EX: vasoconstrição EX: vasodilatação presente em abundancia no terminal présináptico Ação predominante no tecido cardíaco NO ESTRESSE AGUDO HÁ LIBERAÇÃO DE ADRENALINA E ATIVAÇÃO DOS RECEPTORES VASCULARES Predominantes na musculatura lisa Vascular peniana
  • 37. Óxido Nítrico e Ereção Peniana relaxamento da musculatura lisa do corpo cavernoso GTP cGMP cálcio Intracelular EREÇÃO PENIANA GMP PDE-5GCNO SILDENAFIL
  • 38. Os dois ramos do sistema nervoso autônomo são coordenados primariamente pelo CENTRO DE CONTROLE CARDIOVASCULAR, localizado no TRONCO ENCEFÁLICO (BULBO). SISTEMA NERVOSO 1. Fornecem as aurículas, especialmente os nós SA e AV. 2. A atividade nervosa espalha-se pelos ventrículos. NERVOS PARASSIMPÁTICOS NERVOS SIMPÁTICOS
  • 40. Os dois ramos do sistema nervoso autônomo são coordenados primariamente pelo CENTRO DE CONTROLE CARDIOVASCULAR, localizado no TRONCO ENCEFÁLICO (BULBO). SISTEMA NERVOSO 1. Fornecem as aurículas, especialmente os nós SA e AV. 2. A atividade nervosa espalha-se pelos ventrículos. NERVOS PARASSIMPÁTICOS NERVOS SIMPÁTICOS
  • 41. EFEITO DA ESTIMULAÇÃO PARASSIMPÁTICA Influencia o nó SA de modo a diminuir a atividade do coração. ACETILCOLINA Aumenta a permeabilidade do nó SA em relação ao K+ Iniciam-se as batidas com uma frequência mais baixa Há uma hiperpolarização devido ao aumento da permeabilidade de K+ O limiar leva mais tempo para ser atingido, por causa da mudança de potencial Há uma redução automática da permeabilidade de K+, que é responsável por uma despolarização gradual até chegar ao limiar. Ativação de receptores muscarínicos M2
  • 43. Há diminuição da despolarização espontânea Prolongamento do tempo requerido para atingir o limiar O nó SA é enriquecido com menos freqüência. HÁ DIMINUIÇÃO DA FREQUÊNCIA CARDÍACA! EFEITO DA ESTIMULAÇÃO PARASSIMPÁTICA
  • 44. M2 Na1+ Na1+ Gαi Cel. Alvo: Cardiomiócito AC ATP AMPc Ca2+ Ca2+Adenilato ciclaseβγ PKA AcetilcolinaAcetilcolina Fosforilação Induz abertura K1+ K1+ ligação Induz ABERTURA HIPERPOLARIZAÇÃO Canais de cálcio dependentes de voltagem FORÇA E FEQUÊNCIA CARDIACA diminuída INERVAÇÃO PARASSIMPÁTICA/VAGAL K1+ K1+ Fosforilação Induz fechamento inibição Baixos níveis
  • 45. EFEITO DA ESTIMULAÇÃO SIMPÁTICA: Influencia o nó SA de modo a aumentar a atividade do coração NOREPINEFRINA Diminui a permeabilidade do K+, criando um efeito de despolarização Há uma grande freqüência de potenciais de ação, acelerando a expansão de cada potencial de ação através de condução especializada. Frequência cardíaca mais elevada Aumento da força de contração Aumento da permeabilidade do Ca2+, havendo um acréscimo do fluxo Há um aumento da participação do Ca2+ no processo emparelhado de excitação contração. Ativação de receptores adrenergicos β1
  • 46. HÁ AUMENTO DA DESPOLARIZAÇÃO ESPONTÂNEA; EFEITO DA ESTIMULAÇÃO SIMPÁTICA: Diminuição do tempo requerido para atingir o limiar; O nó SA é enriquecido com mais frequência. HÁ AUMENTO DA FREQUÊNCIA CARDÍACA!
  • 47. ATIVIDADE DO NÓ SA SOB INFLUÊNCIA PARASSIMPÁTICA E SIMPÁTICA
  • 48. β1 Adrenalina Na1+ Na1+ Gαs Cel. Alvo: Cardiomiócito AC ATP AMPc AdrenalinaAdrenalina Ca2+ Ca2+Adenilato ciclaseβγ PKA NoradrenalinaNoradrenalina sangue Fosforilação Induz abertura K1+ K1+ Fosforilação Induz fechamento DESPOLARIZAÇÃO Canais de cálcio dependentes de voltagem FORÇA E FEQUÊNCIA CARDIACA AUMENTADAS INERVAÇÃO SIMPÁTICA ALTOS NÍVEIS
  • 49. EXEMPLO DE REFLEXO AUTONÔMICO ATUANDO NO CONTROLE RÁPIDO DA PRESSÃO ARTERIAL
  • 50. Situação problema E: “Atleta de fim de semana” Este caso será discutido na semana 13 – Nervos espinhais e Sistema Nervoso Autônomo Paulo, 50 anos, quis provar para sua nova namorada de 19 anos sua jovialidade e masculinidade. Apesar de não ser praticante de atividades físicas regulares, gostava de esportes, principalmente caminhada. Motivado, resolveu participar da meia maratona do Rio de Janeiro. Iniciou o trajeto muito animado, mas logo no início do percurso começou a sentir-se mal, apresentando dor de cabeça, cansaço, fraqueza muscular e muito calor. Ele percebeu que seu coração estava muito acelerado e sua respiração ofegante. Nesse momento, apavorado e com medo de ter um infarto ou até mesmo morrer, interrompeu sua corrida imediatamente. Sentou-se à beira da rua e ofereceram-lhe água. A ambulância que acompanhava os atletas percebeu o que ocorria e encaminhou o médico rapidamente para seu atendimento. Ao examiná-lo, o médico verificou que ele estava taquicárdico e hipertenso e cogitou a possibilidade de encaminhá-lo para uma unidade de referência. Entretanto, gradativamente, Paulo foi melhorando e após descanso de 15 minutos ele sentia-se muito melhor. Sua namorada bastante preocupada correu ao seu encontro e criticou a organização do evento. Retornando para casa, preocupado com o ocorrido, discretamente, procurou um serviço público de referência. Afinal, ele paga os seus impostos em dia.
  • 51. Barorreceptores e a manutenção da PA (pressão arterial) LENT, 2004
  • 52. Zé-das-Couves José, 29 anos, trabalha plantando tomate, alface, couve e chicória. Esta semana, ele derramou acidentalmente um frasco de Tamaron®, inseticida organofosforado, dentro de sua bota. Ele limpou rapidamente a bota com um pano e foi colher suas frutas e folhas para vendê-las na feira. Poucas horas depois, ele começou a sentir fraqueza muscular, dor de cabeça, tontura, intensas dores abdominais e sua visão ficou “embaçada”. Por sorte, conseguiu um banheiro próximo, pois ficou com diarréia. Seu pai, preocupado por não observar motivos para aquele mal estar, resolveu levá-lo ao PSF do Ipê/Pinheiral. Chegando lá, o exame de João era o que se segue: PA: 90 X 40 mmHg FC: 40 bpm Pupilas mióticas, Sudorese profusa, Sialorréia, Mioclonias (miofasciculações) na face, tronco, braços e coxas. Lucidez Inquietação. CASO PROBLEMA F
  • 53. SELECIONE NOS CASOS PROBLEMAS (E e F) EXEMPLOS DE FUNÇÕES VITAIS RELACIONADAS A ATIVAÇÃO SIMPÁTICA E/OU PARASSIMPATICA e SOMÁTICA. JUSTIFIQUE SUAS SUAS ESCOLHAS.
  • 54. BIBLIOGRAFIA SUGERIDAS FISIOLOGIA HUMANA – Stuart Ira Fox FISIOLOGIA HUMANA – Guyton e Hall FISIOLOGIA HUMANA – Berne e Levy SISTEMA NERVOSO AUTONOMO ARTIGOS Disponíveis no Portal Acadêmico e/ou com os representantes da turma FARMACOLOGIA – Rang e Dale FARMACOLOGIA – Goodman e Gilman SISTEMA NERVOSO SOMÁTICO