ESCOLA DE GESTORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA TITULO DO TRABALHO A INTERVENÇÃO PARA POSSIVEIS MUDANÇAS NO COTIDIANO ESCOLAR ANGELA MARIA PIRES ARAÚJO ORIENTADORES:  - Profª Ms MARIA ANTONIETA DALL’IGNA  - Prof. Ms VALDINEI MARCOLLA julho 2008
Trabalho realizado  na E. E. de Ens. Fund. Mineiro Nicácio Machado Localizada no bairro central da cidade de Charqueadas, tendo com mantenedora a Secretaria de Educação do RS. Corpo docente: 21 professores Quadro geral: 07 funcionários Corpo discente: 179 alunos Nível sócio-econômico: médio baixo.
O PI baseou no PPP,onde verificou falhas em ações anteriormente definidas e propôs a retomada de práticas que não foram concretizadas. Através de observações e reflexões com segmentos da comunidade foram apontados os aspectos que necessitavam de ajustes. Priorizou-se a participação mais efetiva  da comunidade e melhoria da qualidade de ensino.
O PPP (2004), foi construído coletivamente e as ações planejadas, foram colocada em prática. Com  o passar do tempo e a rotina diária da escola, algumas práticas foram sendo deixadas de lado. A participação da comunidade esvaziou-se e o poder de decisão ficou restrito a um grupo bastante pequeno. Com isso houve problemas na qualidade de ensino, alguns professores preocupando-se apenas com a transmissão de conteúdos associada ao uso de metodologias tradicionais que não despertavam o interesse dos alunos.
Para Gandin,¨ a elaboração de um PPP na escola implica numa rigorosa metodologia do trabalho. O planejamento participativo é a ferramenta mais eficaz para a construção de ideais coletivos em escolas e na sociedade¨. A comunidade comprometida na elaboração do PPP, tornar-se-á responsável por práticas construídas e concretizadas no interior da escola, para que esta conquiste e consolide sua autonomia.
  O PI foi desenvolvido entre os meses de outubro de 2007 a abril 2008. Para qualificar a intervenção  criado-se espaços de debates e planejamento das ações a serem efetuadas,com objetivo de capacitar e fortalecer a comunidade no enfrentamento de conflitos do cotidiano de maneira mais qualificada e produtiva.
Oportunizou-se, assim encontros para toda comunidade: Reflexões sobre a importância do trabalho coletivo; Sessões de estudo; Debates de textos; Dinâmicas de grupo; Oficinas para trocas de idéias e experiências;  - Palestras para professores e pais;
Para a realização do PI, foi preciso a concentração de esforços no sentido de levar a toda comunidade a informação sobre as proposições contidas no PPP e que, no nosso entendimento, deveriam estar orientando as práticas escolares de maneira geral e estavam esquecidas;
Nestes encontros houve momentos de problematizar e refletir sobre a função social da escola, a realidade em que está inserida, as relações de poder, a parceria entre comunidade e escola, e adequação de práticas pedagógicas às necessidades dos alunos.
O PI aconteceu entre os meses de outubro de 2007 e abril de 2008.  Através de questionário e pesquisa com a comunidade foram apontadas as falhas no PPP e que devem ser resgatadas para que a escola cumpra realmente sua função educativa.
A metodologia de participação não possui receita, é uma prática que se aprende e se aperfeiçoa no processo.A participação permite que as decisões sejam tomadas por todo o grupo, para configurarem-se em responsabilidade e comprometimento coletivos.
Na área pedagógica, realizou-se encontros de formação para clarear as metas educativas priorizadas no PPP, e levar os professores a renovação dos conhecimentos necessários, para enfrentarem os problemas que emergem do trabalho educativo.
    Para que a mudança acontecesse foi preciso a comunidade se unir e reconhecer a importância  da participação e como conseqüência várias ações de escola foram se completando, novas concepções e responsabilidades compartilhadas.
A escola está imbuída no propósito de não se acomodar, buscando novas direções que não findam em um ano letivo, pois a reconstrução deve ser constante, através de  novos projetos, a partir das necessidades surgidas. O processo não é fácil, mas cremos que a educação fará a diferença para uma comunidade melhor  se sobrepõe  que vão surgindo.
 
 
 
 
 

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    ESCOLA DE GESTORESDA EDUCAÇÃO BÁSICA TITULO DO TRABALHO A INTERVENÇÃO PARA POSSIVEIS MUDANÇAS NO COTIDIANO ESCOLAR ANGELA MARIA PIRES ARAÚJO ORIENTADORES: - Profª Ms MARIA ANTONIETA DALL’IGNA - Prof. Ms VALDINEI MARCOLLA julho 2008
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    Trabalho realizado na E. E. de Ens. Fund. Mineiro Nicácio Machado Localizada no bairro central da cidade de Charqueadas, tendo com mantenedora a Secretaria de Educação do RS. Corpo docente: 21 professores Quadro geral: 07 funcionários Corpo discente: 179 alunos Nível sócio-econômico: médio baixo.
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    O PI baseouno PPP,onde verificou falhas em ações anteriormente definidas e propôs a retomada de práticas que não foram concretizadas. Através de observações e reflexões com segmentos da comunidade foram apontados os aspectos que necessitavam de ajustes. Priorizou-se a participação mais efetiva da comunidade e melhoria da qualidade de ensino.
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    O PPP (2004),foi construído coletivamente e as ações planejadas, foram colocada em prática. Com o passar do tempo e a rotina diária da escola, algumas práticas foram sendo deixadas de lado. A participação da comunidade esvaziou-se e o poder de decisão ficou restrito a um grupo bastante pequeno. Com isso houve problemas na qualidade de ensino, alguns professores preocupando-se apenas com a transmissão de conteúdos associada ao uso de metodologias tradicionais que não despertavam o interesse dos alunos.
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    Para Gandin,¨ aelaboração de um PPP na escola implica numa rigorosa metodologia do trabalho. O planejamento participativo é a ferramenta mais eficaz para a construção de ideais coletivos em escolas e na sociedade¨. A comunidade comprometida na elaboração do PPP, tornar-se-á responsável por práticas construídas e concretizadas no interior da escola, para que esta conquiste e consolide sua autonomia.
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    OPI foi desenvolvido entre os meses de outubro de 2007 a abril 2008. Para qualificar a intervenção criado-se espaços de debates e planejamento das ações a serem efetuadas,com objetivo de capacitar e fortalecer a comunidade no enfrentamento de conflitos do cotidiano de maneira mais qualificada e produtiva.
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    Oportunizou-se, assim encontrospara toda comunidade: Reflexões sobre a importância do trabalho coletivo; Sessões de estudo; Debates de textos; Dinâmicas de grupo; Oficinas para trocas de idéias e experiências; - Palestras para professores e pais;
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    Para a realizaçãodo PI, foi preciso a concentração de esforços no sentido de levar a toda comunidade a informação sobre as proposições contidas no PPP e que, no nosso entendimento, deveriam estar orientando as práticas escolares de maneira geral e estavam esquecidas;
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    Nestes encontros houvemomentos de problematizar e refletir sobre a função social da escola, a realidade em que está inserida, as relações de poder, a parceria entre comunidade e escola, e adequação de práticas pedagógicas às necessidades dos alunos.
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    O PI aconteceuentre os meses de outubro de 2007 e abril de 2008. Através de questionário e pesquisa com a comunidade foram apontadas as falhas no PPP e que devem ser resgatadas para que a escola cumpra realmente sua função educativa.
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    A metodologia departicipação não possui receita, é uma prática que se aprende e se aperfeiçoa no processo.A participação permite que as decisões sejam tomadas por todo o grupo, para configurarem-se em responsabilidade e comprometimento coletivos.
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    Na área pedagógica,realizou-se encontros de formação para clarear as metas educativas priorizadas no PPP, e levar os professores a renovação dos conhecimentos necessários, para enfrentarem os problemas que emergem do trabalho educativo.
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    Para que a mudança acontecesse foi preciso a comunidade se unir e reconhecer a importância da participação e como conseqüência várias ações de escola foram se completando, novas concepções e responsabilidades compartilhadas.
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    A escola estáimbuída no propósito de não se acomodar, buscando novas direções que não findam em um ano letivo, pois a reconstrução deve ser constante, através de novos projetos, a partir das necessidades surgidas. O processo não é fácil, mas cremos que a educação fará a diferença para uma comunidade melhor se sobrepõe que vão surgindo.
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