CORRA QUE A IMPRENSA VEM AÍ
ABAIXO O NADA A DECLARAR
Media Training ou
Treinamento de Mídia
O QUE É
√ Treinamento específico para
orientar pessoas no atendimento à
imprensa.
√ É composto de aulas teóricas e
práticas
√ Aprende a lidar com repórteres,
microfones e câmeras
VANTAGENS
√ Importância da imprensa para os negócios
√ Você representa a empresa. Tudo o que disser pode
ser vinculado à empresa. É difícil a distinção do que é
opinião da pessoa e da empresa
√ Falar com o jornalista na linguagem jornalística e,
consequentemente o público entenderá
√ Trabalha a objetividade, clareza e precisão
VANTAGENS
√ Transmite segurança no que fala e isto se traduz
em credibilidade
√ No momento de uma crise na empresa,
o controle da situação fica mais fácil
CRÍTICAS
√ Meio para ensinar o porta-voz a não dar ao jornalista
a informação que realmente interessa veicular
√ Mecanização da entrevista
OBS: - Bons repórteres sabem como arrancar informações
importantes e sigilosas. Estes não precisam de artimanhas,
nem utilizam os passos em falso de um porta-voz.
Eles cativam suas fontes com credibilidade e confiança
e investigam a informação.
ENTENDENDO O FUNCIONAMENTO DA IMPRENSA
VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO
√ Jornal/Revista – Em geral, possibilita textos mais
aprofundados. A leitura pode ser mais demorada.
O que está escrito não dá pra mudar.
√ Rádio – Público extremamente variado. As
informações
são passadas rapidamente. Ligação direta com o ouvinte
√ Televisão – Imagem fala mais do que palavra.
Exige domínio do assunto. Em geral, é o que causa mais
nervosismo pela audiência expressiva. Veículo de massa
instantâneo.
√ Internet – Tudo muito novo. Linguagem ainda em
construção. Pouca informação.
ENTENDENDO O FUNCIONAMENTO DA IMPRENSA
VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO
Observação:
Diferentes tipos de abordagem e
linguagens também diferentes
QUEM SÃO OS JORNALISTAS
√ Exercem uma função de caráter público e coletivo
√ Vivem numa dimensão coletiva, ampla e universal
√ Tempo limitado gera pressão sobre as fontes
√ Não são os donos dos jornais
√ Não são especialistas em tudo
√ Respeitam hierarquia
√ Repórteres não decidem o espaço, a manchete e nem
a veiculação ou não da reportagem
FUNÇÕES DOS JORNALISTAS
√ Produtor/ Rádio-escuta
√ Pauteiro/ Chefe de Reportagem
√ Repórter fotográfico/ cinegrafista
√ Colunista
√ Editor/ sub-editor
√ Editor-chefe
O QUE É NOTÍCIA
√ “Relato de fatos ou acontecimentos atuais, de interesse e
importância para a comunidade, e capaz de ser
compreendido pelo público” (Dicionário de Comunicação,
de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Bastos).
√ Quem decide se um assunto é notícia ou não é o
jornalista do veículo de comunicação.
√ Obedecer os critérios:
Ser novidade. A preferência são temas inéditos, atuais.
Pode ser um novo enfoque ou atualização de um fato
também.
O QUE É NOTÍCIA
Ser de interesse do público. Grau de impacto que poderá
causar na sociedade. Critério subjetivo. Em geral, o que
acontece próximo a um determinado público tem mais
interesse. O público-alvo sempre será o objeto a quem
quer direcionar.
OBS: Chamar a atenção do jornalista para assuntos
desinteressantes pode gerar um desgaste da fonte e, em
longo prazo, no descrédito da instituição. Mais importante
que a quantidade de notícias veiculadas é o impacto que
ela pode causar.
COMO NASCE UMA FONTE
Há teses variadas. Uma fonte pode nascer por
conveniência de ambas as partes. Como parte da evolução
de um relacionamento. Alguém se torna fonte quando é
envolvido pela credibilidade e passa a figurar na mente do
jornalista, como parte de uma parcela confiável e bem-
intencionada da sociedade. Os jornalistas trabalham muito
com fontes circunstanciais: porteiros, secretárias,
funcionários do terceiro escala. São pessoas
desconhecidas, que reinam na invisibilidade e fazem parte
de um exército vigoroso de informantes.
COMO NASCE UMA FONTE
E há também as fontes ligadas a sindicatos e outros que
colhem informações sigilosas. Jornalistas experientes
reconhecem fontes qualificadas. O jornalista valoriza muito
quem critica. A fonte verdadeira é aquela que fornece
informações capaz de resistir às mais rigorosas checagens.
(Francisco Viana)
ENTREVISTA PODE SER:
√ Individual
√ Coletiva
OBS: Tanto a individual como a coletiva pode ser
espontânea ou provocada
ANTES DA ENTREVISTA / PREPARE-SE
√ Nunca deixe de atender ao jornalista. Encare como uma
oportunidade, embora tenha o direito de não querer falar.
Dica: Analise com o assessor de imprensa a repercussão
que a informação poderá causar.
√ Informe-se sobre o repórter, o veículo, o programa, o
formato da entrevista e o público/ leitor.
ANTES DA ENTREVISTA / PREPARE-SE
√ Se o entrevistado se preparar para a entrevista diminuirá
as chances de erro. Faça um pequeno ensaio com o
assessor de imprensa, pensando nas possíveis perguntas e
respostas adequadas.
√ Prepare material de apoio: artigos, resumos, fôlderes,
etc. No caso de TV pense em imagens que podem ilustrar
a matéria e para jornais e revistas, nas possíveis fotos,
inclusive deixe pessoal preparado se for o caso.
DURANTE A ENTREVISTA
√ Não exija do repórter conhecimento prévio. É natural que
precise responder perguntas que lhe pareçam óbvio. Em
poucas palavras dê um panorama sobre o assunto.
√ Sintetize a mensagem que deseja transmitir, pois é
impossível abordar todos os pontos de um assunto em um
veículo de comunicação de massa pelo espaço físico e de
tempo que dispõe.
DURANTE A ENTREVISTA
√ Cumpra os horários combinados. Não deixe o repórter
esperando, pois isto pode gerar ansiedade e prejudicar a
sua exposição do assunto.
√ Coloque o jornalista à vontade. Ele não é seu adversário,
pelo contrário, você é uma fonte a ser conquistada. O
objetivo do jornalista é fazer uma boa reportagem e ver sua
capacidade reconhecida.
√ Evite divagações ou informações desnecessárias. Quanto
melhor a transmissão da mensagem, mais chances de que
a reportagem seja veiculada com exatidão.
DURANTE A ENTREVISTA
√ Evite termos técnicos, mas se não tiver outra escolha,
explique e dê o nome popular. Use um vocabulário que seja
entendido pela maioria das pessoas.
√ Evite palavras estrangeiras ou pouco usuais. Use frases
curtas e simples.
√ Procure relacionar seu trabalho com a realidade das
pessoas que podem dele se beneficiar, agora ou no futuro.
DURANTE A ENTREVISTA
√ Se não sabe a resposta a uma pergunta, seja honesto.
√ Não crie falsas expectativas, pois podem gerar
sensacionalismo e induzir erros. Explique o impacto, as
limitações e as consequências negativas de sua utilização,
caso haja.
√ Coloque-se à disposição para que o jornalista possa tirar
alguma dúvida posteriormente e a qualquer momento.
APÓS A ENTREVISTA
√ Analise os resultados da entrevista.
√ Se esqueceu algo importante retorne o contato com o
jornalista.
√ Não espere que o jornalista redija o texto exatamente
como você planejou
√ Verifique como a notícia foi veiculada e, caso tenha
ocorrido erros, avalie se a situação requer uma errata.
Jornalistas não gostam de confessar que erraram.
CASES
OBRIGADA
Raquel do Carmo Santos
kel@unicamp.br
Maria Alice da Cruz
halice@unicamp.br

Media Training

  • 1.
    CORRA QUE AIMPRENSA VEM AÍ
  • 2.
    ABAIXO O NADAA DECLARAR Media Training ou Treinamento de Mídia O QUE É √ Treinamento específico para orientar pessoas no atendimento à imprensa. √ É composto de aulas teóricas e práticas √ Aprende a lidar com repórteres, microfones e câmeras
  • 3.
    VANTAGENS √ Importância daimprensa para os negócios √ Você representa a empresa. Tudo o que disser pode ser vinculado à empresa. É difícil a distinção do que é opinião da pessoa e da empresa √ Falar com o jornalista na linguagem jornalística e, consequentemente o público entenderá √ Trabalha a objetividade, clareza e precisão
  • 4.
    VANTAGENS √ Transmite segurançano que fala e isto se traduz em credibilidade √ No momento de uma crise na empresa, o controle da situação fica mais fácil
  • 5.
    CRÍTICAS √ Meio paraensinar o porta-voz a não dar ao jornalista a informação que realmente interessa veicular √ Mecanização da entrevista OBS: - Bons repórteres sabem como arrancar informações importantes e sigilosas. Estes não precisam de artimanhas, nem utilizam os passos em falso de um porta-voz. Eles cativam suas fontes com credibilidade e confiança e investigam a informação.
  • 6.
    ENTENDENDO O FUNCIONAMENTODA IMPRENSA VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO √ Jornal/Revista – Em geral, possibilita textos mais aprofundados. A leitura pode ser mais demorada. O que está escrito não dá pra mudar. √ Rádio – Público extremamente variado. As informações são passadas rapidamente. Ligação direta com o ouvinte √ Televisão – Imagem fala mais do que palavra. Exige domínio do assunto. Em geral, é o que causa mais nervosismo pela audiência expressiva. Veículo de massa instantâneo. √ Internet – Tudo muito novo. Linguagem ainda em construção. Pouca informação.
  • 7.
    ENTENDENDO O FUNCIONAMENTODA IMPRENSA VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO Observação: Diferentes tipos de abordagem e linguagens também diferentes
  • 8.
    QUEM SÃO OSJORNALISTAS √ Exercem uma função de caráter público e coletivo √ Vivem numa dimensão coletiva, ampla e universal √ Tempo limitado gera pressão sobre as fontes √ Não são os donos dos jornais √ Não são especialistas em tudo √ Respeitam hierarquia √ Repórteres não decidem o espaço, a manchete e nem a veiculação ou não da reportagem
  • 9.
    FUNÇÕES DOS JORNALISTAS √Produtor/ Rádio-escuta √ Pauteiro/ Chefe de Reportagem √ Repórter fotográfico/ cinegrafista √ Colunista √ Editor/ sub-editor √ Editor-chefe
  • 10.
    O QUE ÉNOTÍCIA √ “Relato de fatos ou acontecimentos atuais, de interesse e importância para a comunidade, e capaz de ser compreendido pelo público” (Dicionário de Comunicação, de Carlos Alberto Rabaça e Gustavo Bastos). √ Quem decide se um assunto é notícia ou não é o jornalista do veículo de comunicação. √ Obedecer os critérios: Ser novidade. A preferência são temas inéditos, atuais. Pode ser um novo enfoque ou atualização de um fato também.
  • 11.
    O QUE ÉNOTÍCIA Ser de interesse do público. Grau de impacto que poderá causar na sociedade. Critério subjetivo. Em geral, o que acontece próximo a um determinado público tem mais interesse. O público-alvo sempre será o objeto a quem quer direcionar. OBS: Chamar a atenção do jornalista para assuntos desinteressantes pode gerar um desgaste da fonte e, em longo prazo, no descrédito da instituição. Mais importante que a quantidade de notícias veiculadas é o impacto que ela pode causar.
  • 12.
    COMO NASCE UMAFONTE Há teses variadas. Uma fonte pode nascer por conveniência de ambas as partes. Como parte da evolução de um relacionamento. Alguém se torna fonte quando é envolvido pela credibilidade e passa a figurar na mente do jornalista, como parte de uma parcela confiável e bem- intencionada da sociedade. Os jornalistas trabalham muito com fontes circunstanciais: porteiros, secretárias, funcionários do terceiro escala. São pessoas desconhecidas, que reinam na invisibilidade e fazem parte de um exército vigoroso de informantes.
  • 13.
    COMO NASCE UMAFONTE E há também as fontes ligadas a sindicatos e outros que colhem informações sigilosas. Jornalistas experientes reconhecem fontes qualificadas. O jornalista valoriza muito quem critica. A fonte verdadeira é aquela que fornece informações capaz de resistir às mais rigorosas checagens. (Francisco Viana)
  • 14.
    ENTREVISTA PODE SER: √Individual √ Coletiva OBS: Tanto a individual como a coletiva pode ser espontânea ou provocada
  • 15.
    ANTES DA ENTREVISTA/ PREPARE-SE √ Nunca deixe de atender ao jornalista. Encare como uma oportunidade, embora tenha o direito de não querer falar. Dica: Analise com o assessor de imprensa a repercussão que a informação poderá causar. √ Informe-se sobre o repórter, o veículo, o programa, o formato da entrevista e o público/ leitor.
  • 16.
    ANTES DA ENTREVISTA/ PREPARE-SE √ Se o entrevistado se preparar para a entrevista diminuirá as chances de erro. Faça um pequeno ensaio com o assessor de imprensa, pensando nas possíveis perguntas e respostas adequadas. √ Prepare material de apoio: artigos, resumos, fôlderes, etc. No caso de TV pense em imagens que podem ilustrar a matéria e para jornais e revistas, nas possíveis fotos, inclusive deixe pessoal preparado se for o caso.
  • 17.
    DURANTE A ENTREVISTA √Não exija do repórter conhecimento prévio. É natural que precise responder perguntas que lhe pareçam óbvio. Em poucas palavras dê um panorama sobre o assunto. √ Sintetize a mensagem que deseja transmitir, pois é impossível abordar todos os pontos de um assunto em um veículo de comunicação de massa pelo espaço físico e de tempo que dispõe.
  • 18.
    DURANTE A ENTREVISTA √Cumpra os horários combinados. Não deixe o repórter esperando, pois isto pode gerar ansiedade e prejudicar a sua exposição do assunto. √ Coloque o jornalista à vontade. Ele não é seu adversário, pelo contrário, você é uma fonte a ser conquistada. O objetivo do jornalista é fazer uma boa reportagem e ver sua capacidade reconhecida. √ Evite divagações ou informações desnecessárias. Quanto melhor a transmissão da mensagem, mais chances de que a reportagem seja veiculada com exatidão.
  • 19.
    DURANTE A ENTREVISTA √Evite termos técnicos, mas se não tiver outra escolha, explique e dê o nome popular. Use um vocabulário que seja entendido pela maioria das pessoas. √ Evite palavras estrangeiras ou pouco usuais. Use frases curtas e simples. √ Procure relacionar seu trabalho com a realidade das pessoas que podem dele se beneficiar, agora ou no futuro.
  • 20.
    DURANTE A ENTREVISTA √Se não sabe a resposta a uma pergunta, seja honesto. √ Não crie falsas expectativas, pois podem gerar sensacionalismo e induzir erros. Explique o impacto, as limitações e as consequências negativas de sua utilização, caso haja. √ Coloque-se à disposição para que o jornalista possa tirar alguma dúvida posteriormente e a qualquer momento.
  • 21.
    APÓS A ENTREVISTA √Analise os resultados da entrevista. √ Se esqueceu algo importante retorne o contato com o jornalista. √ Não espere que o jornalista redija o texto exatamente como você planejou √ Verifique como a notícia foi veiculada e, caso tenha ocorrido erros, avalie se a situação requer uma errata. Jornalistas não gostam de confessar que erraram.
  • 22.
  • 23.
    OBRIGADA Raquel do CarmoSantos kel@unicamp.br Maria Alice da Cruz halice@unicamp.br