ASSESSORIA DE
IMPRENSA – PARTE 2
PROFA. ALICE LACERDA
Reestabelecimento e fortalecimento do processo democrático no
Brasil destaca a importância do Jornalista no contexto social, pois a
sociedade exigia resposta às suas indagações.
Diante de tantas mudanças, empresas públicas e privadas não podiam
mais se esquivar de prestar contas de seus atos aos cidadãos.
E é nesse contexto que o Assessor de Imprensa passa a exercer um papel
fundamental de intermediar a relação dos poderes públicos das
empresas e do terceiro setor com os veículos de comunicação.
O assessor de imprensa atua como interlocutor entre esses segmentos
que não podem mais negar informação à sociedade.
CONTEXTO DEMOCRÁTICO
CONTEXTO DE
INSERÇÃO
CONTEXTO DE INSERÇÃO
ATIVIDADES
Planejamento
Midia Trainning
Estratégias de produção de informação
Ações de contato com jornalistas
Mailing de Imprensa
Follow Up
Avaliação de Resultados
PLANEJAMENTO – O QUE É?
 Elaboração de um plano que pense de maneira completa a
Assessoria de Imprensa
 Deve estar alinhada a estratégia global de comunicação da
organização
 Contempla as fases de levantamento de informações,
delimitação de atuação, desenvolvimento de estratégias e
ações e avaliação de resultados.
 Guia que orienta todo processo de Assessoramento
PLANEJAMENTO – PORQUE FAZER?
Conhecer a organização que está sendo Assessorada
Definir prioridades
Foco de atuação
Somar esforços e não dissipar energia
Pensar meios de se alcançar o que deseja
Apostar nas estratégias corretas
Avaliar sempre a direção do trabalho e realizar ajustes
É preciso mensurar resultados que balizem novos trabalhos
PLANEJAMENTO - COMO FAZER?
 1. CENÁRIO
 2. ANÁLISE SWOT ou FOFA
 3. OBJETIVOS
 4. PÚBLICO-ALVO
 5. ESCOLHA OS VEÍCULOS
 6. MENSAGENS-CHAVE
 7. ESTRATÉGIAS
 8. AÇÕES
 9. CRONOGRAMA
CENÁRIO
Levantamento de informações e produção de diagnóstico
 Informações políticas e econômicas do país que se relacionam com o
campo de atuação da organização;
 Informações sobre o setor no qual a organização atua
 Informações do mercado onde a organização encontra-se inserida
 Informações dos principais concorrentes
ANÁLISE SWOT OU FOFA – O QUE É?
ANÁLISE SWOT OU FOFA – PORQUE FAZER?
ANÁLISE SWOT OU FOFA – COMO FAZER?
EXERCÍCIO EM GRUPO
1. A turma deve se dividir em 4 grupos
2. Cada grupo irá discutir um item da Análise SWOT ou FOFA, anotando em
forma de tópicos:
FORÇAS
FRAQUEZAS
OPORTUNIDADES
AMEAÇAS
3. Iremos elaborar uma matriz de análise SWOT ou FOFA reunindo os
pontos discutidos
OBJETIVOS
 O que se quer alcançar com a Assessoria de Imprensa?
Pode ser um objetivo amplo e geral:
Criar e manter uma imagem positiva na sociedade
Tornar-se referência de qualidade na oferta de um serviço
Tornar-se autoridade sobre um tema ou conhecimento
Ou um objetivo mais específico:
Lançar um produto
Divulgar um evento
Promover um serviço novo ou inédito
OBJETIVOS - IMAGEM
 O Resultado da ANÁLISE SWOT é fundamental para o estabelecimento
dos Objetivos;
- Potencializar, valorizar e explorar as FORÇAS da organização;
- Corrigir e minimizar as FRAQUEZAS da organização;
- Utilizar as OPORTUNIDADES na orientação de crescimento e expansão,
inclusive de públicos;
- Utilizar as AMEAÇAS como bússola de aprimoramento e excelência
PÚBLICO-ALVO
Quem se quer alcançar com a Assessoria de Imprensa?
Consumidores
Formadores de opinião
Investidores ou doadores
Patrocinadores
Poder público
PÚBLICO-ALVO
Quem são essas pessoas?
Idade, sexo, classe
Quais afinidades, necessidades e interesses
Hábitos de consumo (o que, quanto, quando e onde compram)
Lugares que frequenta
PÚBLICO-ALVO - PERFIL
 17% dos brasileiros consome orgânicos eventualmente.
 3,5 milhões já consomem esses produtos semanalmente.
 Em Recife e Porto Alegre já são mais de153 mil consumidores semanais.
Em São Paulo ultrapassa 1 milhão de pessoas.
 Maioria compra apenas uma vez por semana.
 77% dos casos a compra ocorre em supermercados.
ESCOLHA DOS MEIOS
ESCOLHA DOS MEIOS Qual alcance (tiragem
audiência e distribuição)
o veículo possui?
Quais publicações são
lidas pelo público que
desejo atingir?
Quais editorias são mais
adequadas para informar
sobre os serviços ou
produtos da organização?
ESCOLHA DOS MEIOS
Quais emissoras possuem
audiência do público que
quero atingir?
Quais programas daquela
emissora possuem essa
audiência?
Revista
CASA
VOUGUE
Dados de
2015
MENSAGENS CHAVES
O que se desejar informar?
 Elencar conceitos, ideias, valores que se quer associar a imagem da
organização, ou ao produto, serviço ou evento;
 Estabelecer uma hierarquia entre eles, escolhendo a mais importante;
 Desenvolver um discurso que contemple e relacione essas ideias em
sua ordem de importância e relevância;
 Unificar os discursos, pois mesmo sendo diferentes os meios de
inserção das mensagens, o discurso deve ser o mesmo;
 Atentar para as especificidades de cada meio e produzir mensagens
específicas..
ESTRATÉGIAS
Quais informações (conteúdos) preciso produzir para apresentar a
organização, produto, serviço ou evento?
Comunicado
Nota
Sugestão de pauta
Áudios
Vídeos
Imagens
Release
AÇÕES
A partir das estratégias definidas, o que é preciso ser
feito?
- Eventos, almoços, jantares, encontros;
- Entrevistas coletivas oi individuais
- Envio de press kit e amostras de produtos
- Realização de presstrips
CRONOGRAMA
 Organiza e distribui as atividades que devem ser desenvolvidas
em um período de tempo específico;
 É preciso ter clareza de quanto tempo cada atividade demanda para
que não seja sub ou super estimado o tempo estabelecido para cada
uma;
 Conhecer as dinâmicas de trabalho dos jornalistas em diferentes
meios é fundamental para estabelecer quando devem ser abordados
e em quanto tempo;
 Para lançamentos de produtos e serviços e eventos deve-se redobrar
atenção na elaboração do cronograma, pois existe uma data limite;
LEMBRANDO: QUAIS AS ATIVIDADES DE UM
ASSESSOR DE IMPRENSA?
Planejamento - ok
Media Trainning
 Estratégias de produção de informação
 Ações de contato com jornalistas
 Mailing de Imprensa
 Follow Up
 Avaliação de Resultados
MEDIA TRAINNING
Nenhuma empresa tem voz própria.
Elas se comunicam através de seus executivos, nem
sempre donos de talento inato para fazer pronunciamentos
públicos, dar entrevistas e suportar a pressão de uma
entrevista coletiva no ambiente constrangedor de uma
crise de imagem institucional da empresa.
MEDIA TRAINNING
 O que é: preparação ou treinamento de executivos ou representantes
da Organização para o relacionamento com a imprensa;
 Público: interno da Organização, com foco nos executivos, gerentes e
chefes de departamento;
 Atividade usual, para contatos rotineiros, porém que ganha
importância e intensidade em situações de crise;
 Primeira atividade a ser realizada após definição do Planejamento;
MEDIA TRAINNING –OBJETIVOS
Aproximar público interno das atividades da AI
Apresentar como funciona a mídia e como pensam os jornalistas
Preparar para relacionamento com a mídia
Treinar desempenho em entrevistas e eventos
MEDIA TRAINNING - OBJETIVOS
Selecionar porta-vozes mais bem preparados da organização
Identificar armadilhas ou situações constrangedoras
Preparação de documentos com perguntas e Respostas
(Q&A) ou Perguntas mais frequentes (FAC)
Orientar funcionários em relação à imagem que passam de
suas vidas particulares nas Redes Sociais;
MEDIA TRAINNING - ENTREVISTAS
Antecipar questionamentos e interesses da imprensa
Como se relacionar com o entrevistador
Diferentes meios e abordagens
Evitar surpresas e gafes do entrevistado
MEDIA TRAINNING - ENTREVISTAS
Como pensam e se comportam os jornalistas?
 Os treinamentos devem incluir exercícios práticos,
em que se faz simulações de entrevistas.
 Porém, cada jornalista é único, eles pensam diferente e tem
comportamentos distintos.
 Pesquisar o(s) jornalista(s), ler assistir ou ouvir entrevistas
anteriores realizadas por eles para traçar seu perfil
MEDIA TRAINNING -CASE
Em 2003 o Ministro de Segurança Alimentar, José Graziano,
deu a seguinte declaração ao jornal Folha de São Paulo:
"Temos de criar emprego lá, temos de gerar oportunidade de
educação lá, temos de gerar cidadania lá, porque se eles
continuarem vindo pra cá, nós vamos ter de continuar andando
de carro blindado", afirmou na época à Folha de São Paulo.
MEDIA TRAINNING -CASE
MEDIA TRAINNING - LIMITES
“A cobertura jornalística da vida empresarial não é algo que se possa
impedir ou que esteja ao alcance de empresários e executivos aceitar ou
não aceitar. É algo que acontece, um fato da vida, uma realidade,
queiram eles ou não. Por isso, o executivo necessita estar preparado para
aproveitar sempre as oportunidades favoráveis que a mídia lhe oferecer.
E nas situações desfavoráveis, para conseguir transformar um limão em
uma razoável limonada – ou pelo menos ajudar sua empresa a
sobreviver à mídia e seus holofotes.” (NOGUEIRA, 1999, p. 24)
 Fonte: Media Training de Nemércio Nogueira
MEDIA TRAINNING -CONCLUINDO
 O treinamento não garante bom resultado, pois isso depende múltiplos fatores e elementos
que se combinam de forma única em cada situação.
 É impossível impedir a cobertura empresarial e que o público queira estar atualizado sobre
o que acontece neste sentido.
 É possível direcionar positivamente as notícias: o media
training esclarece às fontes da organização que para
cada veículo de comunicação há uma forma de agir
diferente, de acordo com suas características e demanda.
MEDIA TRAINNING - CONCLUINDO
 Uma organização que conhece o funcionamento da mídia tem
melhores condições de atendê-la com eficiência.
 Uma organização que se prepara para o relacionamento com a mídia
tem mais chances de obter bons resultados.
LEMBRANDO: QUAIS AS ATIVIDADES DE UM
ASSESSOR DE IMPRENSA?
Planejamento - ok
 Media Trainning - ok
Estratégias de produção de informação
 Ações de contato com jornalistas
 Mailing de Imprensa
 Follow Up
 Avaliação de Resultados
ESTRATÉGIAS – PRODUZINDO INFORMAÇÕES
Comunicado ou Nota
Sugestão de pauta
Áudios
Vídeos
Imagens
Release
NOTA OU COMUNICADO – O QUE É
 Utilizadas geralmente em casos onde organizações ou figuras
públicas ficam expostas a escândalos, cenários de crise ou
acusações;
 Sua função é amenizar os impactos negativos na mídia, sendo a
primeira atitude realizada pela assessoria de imprensa;
 Documento que explica a situação ocorrida, apresenta desculpas por
falhas ou responde acusações.
NOTA OU COMUNICADO – CONTEÚDO
 Quanto mais humilde é a conduta de uma nota de esclarecimento, maior
será a consideração do público como resposta;
 O teor de simplicidade é importante na condução do conteúdo da nota;
 Informar medidas que estão sendo tomadas emergencialmente (vítimas);
 A nota de esclarecimento pode ser veiculada em qualquer meio de
comunicação.
EXEMPLO
25/01/2019
Vale informa sobre
rompimento de barragem em
Brumadinho, Minas Gerais
14:00h
A Vale informa que ocorreu, no início da tarde de hoje, o
rompimento de uma barragem na Mina Feijão, em
Brumadinho (MG). As primeira informações indicam que os
rejeitos atingiram a área administrativa da companhia e parte
da comunidade da Vila Ferteco. Ainda não há confirmação se
há feridos no local.
A Vale acionou o Corpo de Bombeiros e ativou o seu Plano de
Atendimento a Emergências para Barragens.
A prioridade total da Vale, neste momento, é preservar e
proteger a vida de empregados e de integrantes da
comunidade.
A companhia vai continuar fornecendo informações assim que
EXEMPLO
25/01/2019
Atualização: Vale informa sobre
rompimento de barragem em
Brumadinho, Minas Gerais
Rio de Janeiro, 25/01/2019 (15h30) - A Vale informa que, no início desta tarde,
ocorreu o rompimento da Barragem 1 da Mina Feijão, em Brumadinho (MG).
A companhia lamenta profundamente o acidente e está empenhando todos
os esforços no socorro e apoio aos atingidos.
Havia empregados na área administrativa, que foi atingida pelos rejeitos,
indicando a possibilidade, ainda não confirmada, de vítimas. Parte da
comunidade da Vila Ferteco também foi atingida.
O resgate e os atendimentos aos feridos estão sendo realizados no local pelo
Corpo de Bombeiros e pela Defesa Civil. Ainda não há confirmação sobre a
causa do acidente.
A prioridade máxima da empresa, neste momento, é apoiar nos resgates
para ajudar a preservar e proteger a vida de empregados, próprios e
terceiros, e das comunidades locais.
SUGESTÃO DE PAUTA – O QUE É
 Oferecer propostas relevantes (com informações completas e ideias de
fontes) para convencer o editor de que é importante transformar esse esboço
em uma matéria;
 No mundo da assessoria, sugerir uma pauta significa convencer um jornalista
de que a ideia (muitas vezes relacionada ao assessorado) é relevante para o
público.
 E é aqui que mora o perigo: sugestão de pauta não precisa ser um release e
pode ser elaborada em diversos formatos para ser atrativa.
SUGESTÃO DE PAUTA – PENSE ANTES
 Seu cliente não é o centro do universo;
 Pense como um jornalista: trabalhe com o critério da
relevância;
 Convença o jornalista que o tema tem utilidade para o público
leitor daquele veículo;
 Para cada tipo de tema e situação existe um formato de
Sugestão de Pauta.
SUGESTÃO DE PAUTA – TIPOS
1. Pauta para Evento
2. Pauta Contexto
3. Pauta não-factual
4. Sugestão de PautaVisual
5. Sugestão de Pauta Artigo
SUGESTÃO DE PAUTA – TIPOS
 1. Pauta para evento
 Quando você elabora uma ideia de pauta factual, é importante mandar um
aviso (e um lembrete na véspera) para o jornalista conseguir se
programar;
 Não adianta a pauta muito tempo antes e também não deixe para avisar na
última hora;
 Esse lembrete que você deve enviar para o jornalista, pode ser elaborado
na estrutura de um convite.
SUGESTÃO DE PAUTA – TIPOS
2. Pauta de contexto
 Pensar uma pauta que encaixe o seu cliente em algum contexto
(político, econômico, social ou cultural);
 Além de sugerir seu cliente como fonte, também inclua especialistas
isentos para comentar o assunto;
 Manter-se atualizado às novidades do nicho de mercado do seu
cliente é imprescindível para elaborar sugestões de pauta relevantes
para os jornalistas.
SUGESTÃO DE PAUTA – TIPOS
3. Pautas não-factuais
 Pautas sem gancho com algum contexto atual (as conhecidas pautas frias
no jornalismo) devem seguir abordagens específicas e apresentar
alguma “novidade” relacionada ao cliente;
 Em casos assim, um release em formato de notícia é bem aceito por
jornalistas;
 Facilite a vida do profissional, estruturando o texto no formato de notícia
(lide e pirâmide invertida).
SUGESTÃO DE PAUTA – TIPOS
4. Sugestão de pauta visual
 Se você estiver elaborando uma pauta que envolva apelo visual, pense
em uma sugestão que seja diferencial: material audiovisual, fotos ou
até mesmo um infográfico;
 Se estiver sugerindo pauta para matérias televisivas, por exemplo,
pense nas imagens que podem ser geradas;
 Quanto mais detalhes relevantes você fornecer, mais fácil ficará para o
repórter visualizar a matéria.
SUGESTÃO DE PAUTA – TIPOS
 5. Sugestão de artigo
 Bons artigos, às vezes, valem mais para a imagem da empresa do que
sugestões de pautas;
 Pense se há um tema em alta que seu cliente seja referência e e aposte
na elaboração de um artigo;
 Além de ajudar a melhorar a imagem da marca diante do público, o
texto ainda permite que o nome da empresa seja citado no final, junto
ao nome do autor.
ÁUDIOS ,VÍDEOS E IMAGENS
 O uso de recursos audiovisuais ganha ainda mais força. Segundo
pesquisa do YouTube, em 2019, 80% do tráfego de internet será
apenas de vídeos, 50% deles acessados através de smartphones.
 Tem-se, com isso, o fortalecimento dos vídeo releases, power release
ou release 3.0, ferramentas ainda pouco explorada, mas com enorme
potencial;
PRESS RELEASE
Comunicado de imprensa
 Instrumento mais utilizado de informação e relacionamento entre instituições e
imprensa.
 Visa informar ou chamar a atenção do jornalista para um assunto que possa
tornar-se notícia.
 Texto escrito utilizando os critério, princípios e técnicas jornalísticas que
apresenta a organização, seus produtos, serviços e eventos, bem como as
informações (dados, indicadores) geradas por ela para a imprensa.
RELEASE - TIPOS
A classificação varia conforme a finalidade do texto:
 Padrão (para pautar matéria)
 Opinião ou artigo (para pautar artigo)
 Nota oficial e Comunicado (para esclarecimentos e informes)
Podem ainda ser redigidos levando-se em conta a especificidade da
mídia : impressa,TV, Rádio ou internet.
RELEASE -REGRAS
 A produção de um RELEASE obedece as regras comuns de um texto
jornalístico: comunicar com clareza, objetividade e eficácia.
 Além de observar a linguagem do jornalismo deve ser impecável na
obediência a norma culta da Língua Portuguesa.
 O release deve chamar a atenção pela sua qualidade, isto é, pelo
valor das informações, do texto e de sua apresentação visual.
“Dados ou opiniões irrelevantes, incorreções na utilização
da Língua Portuguesa ou erros de digitação são, portanto,
inaceitáveis”(FERRARETTO e FERRARETTO, 2009, p.71).
RELEASE – ESTRUTURA E ELEMENTOS
1. O título
2. Subtítulo ou Linha fina
3. Primeiro parágrafo ou “abre” (lead)
4. Corpo
5. Final ou Boiler plate
RELEASE -TÍTULO
Um bom título de release precisa ter um verbo, indicar uma ação.Também
tem que ser forte e dar o máximo possível de informações importantes.
Um bom título sempre tem alguém fazendo alguma coisa, ou algo trazendo
alguma consequência. Pense sempre no verbo, coloque algo que chame
para a ação.
Também não é indicado usar nos títulos pontuação, expressões ambíguas,
abreviaturas e siglas pouco conhecidas.
RELEASE –TÍTULOS - EXEMPLOS
 Título fraco: Conheça a academia da alta performance
 Título forte: Jovem de 26 anos cria técnicas de alta performance
que conquistam empreendedores
 Título fraco: Um treino rápido para emagrecer
 Título forte:Treino de 15 minutos faz corpo queimar gordura por 48 horas
 Título fraco: Conheça a história de Luís da Silva, criador da empresa Meu Cupcake
 Título forte: Ex-vendedor de sorvete cria franquia de cupcakes e fatura R$ 1 mi
RELEASE -SUBTÍTULO
 Conhecido também como linha fina é aquela descrição que vai embaixo
do título, ou seja, um resumo do que vem a seguir.
 É importante que ela não repita nada do que está no título, mas traga
as principais informações complementares.
 Também tem que ser um texto de uma frase, duas no máximo.
RELEASE –SUBTÍTULOS - EXEMPLOS
 Jovem de 26 anos cria técnicas de alta performance
que conquistam empreendedores
 Ex-jogador de poker profissional,Gabriel Goffi reuniu as técnicas que aplicava no esporte
em um método chamado “Moving Up” e hoje já tem mais de mil alunos
 Treino de 15 minutos faz corpo queimar gordura por 48 horas
 Testado por mais de 38 mil pessoas,método que não utiliza equipamentos e conta somente
com o peso do corpo é criado pelo personal trainerVinícius Possebon
 Ex-vendedor de sorvete cria franquia de cupcakes e fatura R$ 1 mi
 Luís da Silva,CEO da Meu Cupcake,teve sua virada quando conseguiu criar um processo
para escalar seu negócio e compartilha os pontos mais importantes dessa trajetória
RELEASE – ABRE OU LEAD
 O primeiro parágrafo reúne todas as informações mais importantes a
respeito daquele tema. Uma boa abertura é feita do que chamamos em
Jornalismo de lead ou lide respondendo cinco perguntas: O que, quem,
quando, onde e por quê?
 O lead deve apresentar um “gancho”, algo que desperte a atenção, para
estimular a continuidade da leitura. Palavras como novo, inédito, novidade e
lançamento ajudam a manter o interesse e fazem pairar sobre o jornalista o
risco de estar perdendo uma boa informação.
RELEASE – ABRE OU LEAD - EXEMPLO
T: Treino de 15 minutos faz corpo queimar gordura por 48 horas
St:Testado por mais de 38 mil pessoas,método que não utiliza equipamentos e conta somente com o
peso do corpo é criado pelo personal trainerVinícius Possebon
 LEAD: (O que?) Um treino rápido, de 15 minutos, que você pode fazer em casa em um espaço
pequeno e mais: sem a ajuda de aparelhos, só com o peso do corpo. Assim é o Queima de 48
Horas, (quem?) criado pelo coach e preparador físico Vinícius Possebon que, (quando) em apenas
dois anos, virou febre (onde?) na internet e já conquistou mais de 38 mil alunos. O próprio nome já
explica os efeitos do treino de alta intensidade, que faz com o corpo permaneça queimando calorias
por 48 horas. (Por quê?) “Durante toda a minha trajetória profissional realizei estudos e reuni artigos
técnicos que comprovam que não é preciso ficar horas na academia para ter um resultado. Por isso
criei o Q48, para que as pessoas pudessem sair do sedentarismo e praticar uma atividade mesmo
que tenham pouquíssimo tempo, e ainda por cima ter resultados para o corpo e a saúde”, revela.

RELEASE - CORPO
 No restante do texto traga mais detalhes sobre aquilo que você disse nas primeiras
linhas. Para isso, utilize a técnica da pirâmide invertida: as informações mais
importantes vêm na parte de cima do texto e a sequência se dá com informações
complementares ou menos importantes.
 No exemplo do Q48, o segundo parágrafo mostraria como está hoje, explicando que já
existe um livro, um aplicativo, quantos alunos e a repercussão do produto.
 No terceiro parágrafo explicar exatamente como funciona o treino com detalhes e
exemplos, mostrar como é o acesso à plataforma.
 No quarto parágrafo trazer os resultados, mostrar pessoas que emagreceram e um ou dois
trechos de depoimentos.
 No quinto e último parágrafo dar informações mais técnicas: como acessar, quanto custa,
formas de pagamento, contatos oficiais, como site, telefone SAC, redes sociais para mais
informações.
RELEASE – BOILER PLATE
 Ao final de um release é importante colocar um resumo da organização, do
produto ou serviço ou da pessoa. Ali você pode colocar o currículo, a
história, informações importantes para trazer autoridade e mostrar
relevância, mas que não cabiam no texto.
RELEASE – BOILER PLATE
Sobre Vinícius Possebon
Vinícius Possebon é personal trainer pós-graduado em marketing esportivo,
autor do best selller “O Segredo da Queima de 48 Horas”, que está entre os
mais vendidos do país segundo a Publish News. É idealizador do aplicativo
Q48, que já conquistou mais de 550 mil downloads e também lidera o
movimento “Revolução do Emagrecimento”, que reúne especialistas em
diferentes segmentos e encara a perda de peso como uma questão de
saúde pública.
RELEASE – POR QUE NÃO VIROU NOTÍCIA
As chances de aproveitamento são baseadas na oferta de uma boa pauta, mas também
são afetadas pela forma adequada de elaboração do texto, de apresentação e
distribuição.
 Foco equivocado da informação
 Baixa qualidade de texto
 Estratégia de envio inadequada
 Concorrência
RELEASE – FOCO DA INFORMAÇÃO
 Tenha em mente a motivação de um jornalista para selecionar o seu release:
ter interesse público, relevância e ser novidade.
Os releases que contribuem para a imprensa são aqueles que contêm
informações que possam realmente gerar pauta, de interesse público, que
apresentem alguma inovação, utilidade pública, curiosidade, inusitado.
Relacionar a informação da organização a um acontecimento da atualidade, já
transformado em notícia;
Aproveitar datas comemorativas (Dia do meio ambiente, Dia da mulher, Dia do
índio, Dia da consciência negra, Páscoa, Natal...)
RELEASE – QUALIDADE DO TEXTO
 Ausência de revisão (erros de digitação) e erros gramaticais (concordância
verbo-nominal) ou de grafia (palavras escritas erradas).
 Release escrito em linguagem não jornalística : promocional (adjetivada),
acadêmica e técnica (rebuscada) ou pessoal (primeira pessoa).
 Mesmo quando escrito em linguagem jornalística, pode errar pela não
observância de princípios como objetividade, coesão e clareza.
 Estrutura do texto não atenta à hierarquia da informação (pirâmide invertida)
RELEASE – ESTRATÉGIA DE ENVIO
Envio as cegas para todos os veículos, editorias e jornalistas, sem seleção.
“Quanto mais selecionado o destinatário, mais adequado aos interesses e mais
limitada a circulação, maiores as chances de aproveitamento e valorização do
conteúdo” (DUARTE, 2003, p.298).
Envio em momentos inadequados, falta de conhecimento da rotina do jornalista
 Procurar informações sobre os horários de fechamento das redações, pois enviar
releases em cima do prazo ou após mostra falta de informação ou despreparo de
quem envia.
POWER RELEASE OU RELEASE 3.0
 Release multimídia que congrega em um único arquivo texto, imagem,
links, documentos, áudios e vídeos;
 O objetivo e tornar o assunto divulgado mais interativo e atraente;
 Além de conteúdos de múltiplas plataformas, o Release 3.0 também
utiliza-se do S.E.O de conteúdo.
 Exemplo de power release
LEMBRANDO: QUAIS AS ATIVIDADES DE UM
ASSESSOR DE IMPRENSA?
Planejamento - ok
 Midia Trainning - ok
 Estratégias de produção de informação -ok
Ações de contato com jornalistas
 Mailing de Imprensa
 Follow Up
 Avaliação de Resultados
AÇÕES – EM CONTATO COM JORNALISTAS
 Entrevistas
- Coletivas
- Individuais
 Eventos com jornalistas (almoços, jantares, lançamentos)
 Press kits
 Press trips
ENTREVISTAS COLETIVAS
Pré-evento
Mailing e convites aos jornalistas (e-mail e telefone)
Definição de local
Confecção de press kits
Produção do evento
Treinamento da equipe
ENTREVISTAS COLETIVAS
Evento
Recepção e acomodação dos jornalistas
Distribuição de press kits ou releases
Apresentação do tema da entrevista
Esclarecimento quanto as regras da entrevista
Mediação das respostas e perguntas
- Exposição a perguntas difíceis
ENTREVISTAS COLETIVAS
Pós-evento
- Contato com jornalistas para esclarecer dúvidas
- Mensuração de resultados (clippagem)
ENTREVISTAS INDIVIDUAIS
 Contato direto com o jornalista
- Pessoal ou por telefone
 Definição de local
 Envio de texto guia
 Solicitação de perguntas previamente
Cuidado com os momentos de relaxamento e descontração
- Confidencias, críticas a empresa ou aos concorrentes
EVENTOS
Momentos importantes para construção e solidificação de
relacionamentos com jornalistas
Oportunidade para pautar encontros planejados posteriormente
Circunstância mais relaxadas e descontraída
Importante lembrar que jornalista é sempre jornalista em
qualquer circunstância
PRESS KITS
PRESS KITS
 Estudos comprovam que
grande parte das pessoas,
apesar do avanço das mídias
digitais, ainda tomam suas
decisões de compra e de
relacionamento com base no
tato, um dos mais formidáveis
sentidos.
 Antes de comprar um
produto ou confiar em
alguém, o ser humano quer
tocar em algo para ter a
certeza de que aquilo existe.
PRESS KITS
IMPRESSO E/OU DIGITAL
 É uma pasta ou um arquivo eletrônico
contendo um conjunto de informações da
organização (sua atividade, seu histórico,
inserção no segmento, índices de
desempenho- faturamento, locais em que
atua, setores aos quais se dedica - ações
de responsabilidade social).
 São informações padronizadas para
serem distribuídas à imprensa nas
ocasiões de coletivas, entrevistas
individuais, press trips, etc.
PRESS KITS
 Textos (Press release, mini-biografia)
 Fotos / Pen drive
 Cartaz / Portfólio/ Flyer / Folheto
 Catálogo
 Estatísticas e Análises
 Cópias de documento
 Discursos
 DVDs e/ou CDs
 Bloco de anotações e canetas.
 Amostra/réplica do produto ou o próprio produto.
PRESS TRIPS
 O que é: viagem de jornalistas
 Serve para: estreitar relacionamento, lançar uma ação ou produto,
apresentar estrutura e processos produtivos, levar jornalistas para
conhecer uma nova experiência, conhecer serviços oferecidos.
 Resultados: causa maior impacto na imprensa, mas tem limitações,
devido às redações cada vez mais enxutas.
 Para quem serve: comércios, indústrias e serviços.
Pode envolver outras ações como distribuição de press kits e coletivas
de imprensa
PRESS TRIPS
PRESS TRIPS - BOAS PRÁTICAS
 Sempre que participar de uma press trip, deixe claro para o seu leitor que você
viajou a convite. Seja transparente tanto nas negociações com as empresas,
quanto na redação do seu texto;
 Indique sempre no texto a empresa ou órgão que fez o convite. Nunca camufle
uma press trip como uma viagem pessoal, paga pelo seu bolso;
 Antes de partir para uma press trip, converse com a empresa que está
convidando seu espaço sobre sua linha editorial, linguagem e, sobretudo, sobre
o seu comprometimento com a veracidade das informações.
 Participe de press trips que tenham a ver com a linha editorial do seu blog. Seja
coerente.Você tem um público a zelar!;
 Reiterando: transparência sempre!
PRESS TRIPS
LEMBRANDO: QUAIS AS ATIVIDADES DE UM
ASSESSOR DE IMPRENSA?
Planejamento - ok
 Midia Trainning - ok
 Estratégias de produção de informação -ok
 Ações de contato com jornalistas - ok
Mailing de Imprensa
Follow Up
 Avaliação de Resultados
MAILING DE IMPRENSA
Lista de contatos de jornalistas que atuam em veículos de comunicação
Segmentação por veículo ou área de interesse do repórteres (editorias)
política, economia, meio-ambiente, cultura, turismo, esporte
Dados relevantes
nome e sobrenome, e-mail, telefones, área de interesse
MAILING DE IMPRENSA
Serviços de mailing:
SERVIÇO
DE
MAILING
FOLLOW UP
 O que é: ação que visa obter retorno, por telefone, do envio de
releases, distribuição de material de apoio ou de convocação de
coletivas junto à imprensa;
 É uma forma de se certificar se a mensagem enviada realmente
chegou ao destinatário correto;
 Utilizado também para confirmar presença do jornalista em ação
promovida pela organização: eventos, coletivas ou press trips;
LEMBRANDO: QUAIS AS ATIVIDADES DE UM
ASSESSOR DE IMPRENSA?
Planejamento - ok
 Midia Trainning - ok
 Estratégias de produção de informação -ok
 Ações de contato com jornalistas - ok
 Mailing de Imprensa - ok
 Follow Up -ok
Avaliação de Resultados
AVALIAÇÃO DE RESULTADOS – IMPORTÂNCIA
 Monitorar os diversos canais de mídia para conhecer melhor o público;
 Gerir a imagem do assessorado;
 Mensurar a aceitação dos produtos e serviços do assessorado;
 Acompanhar a abordagem dada nas matérias jornalísticas e o impacto da
repercussão junto ao público;
 Expor resultados.
Cenário
 Multiplicidade cada vez maior de plataformas disponíveis;
 Atuação mais ativa dos consumidores nas redes;
CLIPPING – O QUE É?
 Monitoramento constante dos meios de comunicação;
 Seleção e coleta daquelas que fazem menção a organização assessorada
 Conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a organização;
 Mede o desempenho das ações de seu assessor.
CLIPPING -PARA QUE SERVE?
 Acompanhamento dos resultados das estratégias da assessoria de imprensa;
 Possibilita que a organização conheça sua repercussão nos veículos de
comunicação;
 Possibilita ação preventiva de crises de imagem;
 Fundamental para a gestão da informação, possibilita o realinhamento de
estratégias de marketing e de comunicação;
 Demonstrar resultados e eficácia das divulgações.
CLIPPING - COMO FAZER?
 Serviço terceirizado (Convencional ou On-line por ferramentas de
clipagem)
 Realizado por equipe própria de comunicação interna.
Trabalho manual (veículos impressos tradicionais) podem ser feitos
digitalmente.
No caso de veículos digitais (sites, blogs e redes sociais) é importante a
utilização de buscadores, como o Google,
Veiculação em televisões e rádios exigem serviço especifico
 Um bom relacionamento com a mídia (jornalistas) também é fundamental
nesse processo para se adiantar quanto às publicações alcançadas.
OBRIGADA PELA ATENÇÃO

ASSESSORIA DE IMPRENSA PLANEJAMENTO.pptx

  • 1.
    ASSESSORIA DE IMPRENSA –PARTE 2 PROFA. ALICE LACERDA
  • 2.
    Reestabelecimento e fortalecimentodo processo democrático no Brasil destaca a importância do Jornalista no contexto social, pois a sociedade exigia resposta às suas indagações. Diante de tantas mudanças, empresas públicas e privadas não podiam mais se esquivar de prestar contas de seus atos aos cidadãos. E é nesse contexto que o Assessor de Imprensa passa a exercer um papel fundamental de intermediar a relação dos poderes públicos das empresas e do terceiro setor com os veículos de comunicação. O assessor de imprensa atua como interlocutor entre esses segmentos que não podem mais negar informação à sociedade. CONTEXTO DEMOCRÁTICO
  • 3.
  • 4.
  • 5.
    ATIVIDADES Planejamento Midia Trainning Estratégias deprodução de informação Ações de contato com jornalistas Mailing de Imprensa Follow Up Avaliação de Resultados
  • 6.
    PLANEJAMENTO – OQUE É?  Elaboração de um plano que pense de maneira completa a Assessoria de Imprensa  Deve estar alinhada a estratégia global de comunicação da organização  Contempla as fases de levantamento de informações, delimitação de atuação, desenvolvimento de estratégias e ações e avaliação de resultados.  Guia que orienta todo processo de Assessoramento
  • 7.
    PLANEJAMENTO – PORQUEFAZER? Conhecer a organização que está sendo Assessorada Definir prioridades Foco de atuação Somar esforços e não dissipar energia Pensar meios de se alcançar o que deseja Apostar nas estratégias corretas Avaliar sempre a direção do trabalho e realizar ajustes É preciso mensurar resultados que balizem novos trabalhos
  • 8.
    PLANEJAMENTO - COMOFAZER?  1. CENÁRIO  2. ANÁLISE SWOT ou FOFA  3. OBJETIVOS  4. PÚBLICO-ALVO  5. ESCOLHA OS VEÍCULOS  6. MENSAGENS-CHAVE  7. ESTRATÉGIAS  8. AÇÕES  9. CRONOGRAMA
  • 9.
    CENÁRIO Levantamento de informaçõese produção de diagnóstico  Informações políticas e econômicas do país que se relacionam com o campo de atuação da organização;  Informações sobre o setor no qual a organização atua  Informações do mercado onde a organização encontra-se inserida  Informações dos principais concorrentes
  • 13.
    ANÁLISE SWOT OUFOFA – O QUE É?
  • 14.
    ANÁLISE SWOT OUFOFA – PORQUE FAZER?
  • 15.
    ANÁLISE SWOT OUFOFA – COMO FAZER?
  • 16.
    EXERCÍCIO EM GRUPO 1.A turma deve se dividir em 4 grupos 2. Cada grupo irá discutir um item da Análise SWOT ou FOFA, anotando em forma de tópicos: FORÇAS FRAQUEZAS OPORTUNIDADES AMEAÇAS 3. Iremos elaborar uma matriz de análise SWOT ou FOFA reunindo os pontos discutidos
  • 17.
    OBJETIVOS  O quese quer alcançar com a Assessoria de Imprensa? Pode ser um objetivo amplo e geral: Criar e manter uma imagem positiva na sociedade Tornar-se referência de qualidade na oferta de um serviço Tornar-se autoridade sobre um tema ou conhecimento Ou um objetivo mais específico: Lançar um produto Divulgar um evento Promover um serviço novo ou inédito
  • 18.
    OBJETIVOS - IMAGEM O Resultado da ANÁLISE SWOT é fundamental para o estabelecimento dos Objetivos; - Potencializar, valorizar e explorar as FORÇAS da organização; - Corrigir e minimizar as FRAQUEZAS da organização; - Utilizar as OPORTUNIDADES na orientação de crescimento e expansão, inclusive de públicos; - Utilizar as AMEAÇAS como bússola de aprimoramento e excelência
  • 19.
    PÚBLICO-ALVO Quem se queralcançar com a Assessoria de Imprensa? Consumidores Formadores de opinião Investidores ou doadores Patrocinadores Poder público
  • 20.
    PÚBLICO-ALVO Quem são essaspessoas? Idade, sexo, classe Quais afinidades, necessidades e interesses Hábitos de consumo (o que, quanto, quando e onde compram) Lugares que frequenta
  • 21.
    PÚBLICO-ALVO - PERFIL 17% dos brasileiros consome orgânicos eventualmente.  3,5 milhões já consomem esses produtos semanalmente.  Em Recife e Porto Alegre já são mais de153 mil consumidores semanais. Em São Paulo ultrapassa 1 milhão de pessoas.  Maioria compra apenas uma vez por semana.  77% dos casos a compra ocorre em supermercados.
  • 22.
  • 23.
    ESCOLHA DOS MEIOSQual alcance (tiragem audiência e distribuição) o veículo possui? Quais publicações são lidas pelo público que desejo atingir? Quais editorias são mais adequadas para informar sobre os serviços ou produtos da organização?
  • 24.
    ESCOLHA DOS MEIOS Quaisemissoras possuem audiência do público que quero atingir? Quais programas daquela emissora possuem essa audiência?
  • 25.
  • 30.
    MENSAGENS CHAVES O quese desejar informar?  Elencar conceitos, ideias, valores que se quer associar a imagem da organização, ou ao produto, serviço ou evento;  Estabelecer uma hierarquia entre eles, escolhendo a mais importante;  Desenvolver um discurso que contemple e relacione essas ideias em sua ordem de importância e relevância;  Unificar os discursos, pois mesmo sendo diferentes os meios de inserção das mensagens, o discurso deve ser o mesmo;  Atentar para as especificidades de cada meio e produzir mensagens específicas..
  • 31.
    ESTRATÉGIAS Quais informações (conteúdos)preciso produzir para apresentar a organização, produto, serviço ou evento? Comunicado Nota Sugestão de pauta Áudios Vídeos Imagens Release
  • 32.
    AÇÕES A partir dasestratégias definidas, o que é preciso ser feito? - Eventos, almoços, jantares, encontros; - Entrevistas coletivas oi individuais - Envio de press kit e amostras de produtos - Realização de presstrips
  • 33.
    CRONOGRAMA  Organiza edistribui as atividades que devem ser desenvolvidas em um período de tempo específico;  É preciso ter clareza de quanto tempo cada atividade demanda para que não seja sub ou super estimado o tempo estabelecido para cada uma;  Conhecer as dinâmicas de trabalho dos jornalistas em diferentes meios é fundamental para estabelecer quando devem ser abordados e em quanto tempo;  Para lançamentos de produtos e serviços e eventos deve-se redobrar atenção na elaboração do cronograma, pois existe uma data limite;
  • 34.
    LEMBRANDO: QUAIS ASATIVIDADES DE UM ASSESSOR DE IMPRENSA? Planejamento - ok Media Trainning  Estratégias de produção de informação  Ações de contato com jornalistas  Mailing de Imprensa  Follow Up  Avaliação de Resultados
  • 35.
    MEDIA TRAINNING Nenhuma empresatem voz própria. Elas se comunicam através de seus executivos, nem sempre donos de talento inato para fazer pronunciamentos públicos, dar entrevistas e suportar a pressão de uma entrevista coletiva no ambiente constrangedor de uma crise de imagem institucional da empresa.
  • 36.
    MEDIA TRAINNING  Oque é: preparação ou treinamento de executivos ou representantes da Organização para o relacionamento com a imprensa;  Público: interno da Organização, com foco nos executivos, gerentes e chefes de departamento;  Atividade usual, para contatos rotineiros, porém que ganha importância e intensidade em situações de crise;  Primeira atividade a ser realizada após definição do Planejamento;
  • 37.
    MEDIA TRAINNING –OBJETIVOS Aproximarpúblico interno das atividades da AI Apresentar como funciona a mídia e como pensam os jornalistas Preparar para relacionamento com a mídia Treinar desempenho em entrevistas e eventos
  • 38.
    MEDIA TRAINNING -OBJETIVOS Selecionar porta-vozes mais bem preparados da organização Identificar armadilhas ou situações constrangedoras Preparação de documentos com perguntas e Respostas (Q&A) ou Perguntas mais frequentes (FAC) Orientar funcionários em relação à imagem que passam de suas vidas particulares nas Redes Sociais;
  • 39.
    MEDIA TRAINNING -ENTREVISTAS Antecipar questionamentos e interesses da imprensa Como se relacionar com o entrevistador Diferentes meios e abordagens Evitar surpresas e gafes do entrevistado
  • 40.
    MEDIA TRAINNING -ENTREVISTAS Como pensam e se comportam os jornalistas?  Os treinamentos devem incluir exercícios práticos, em que se faz simulações de entrevistas.  Porém, cada jornalista é único, eles pensam diferente e tem comportamentos distintos.  Pesquisar o(s) jornalista(s), ler assistir ou ouvir entrevistas anteriores realizadas por eles para traçar seu perfil
  • 41.
    MEDIA TRAINNING -CASE Em2003 o Ministro de Segurança Alimentar, José Graziano, deu a seguinte declaração ao jornal Folha de São Paulo: "Temos de criar emprego lá, temos de gerar oportunidade de educação lá, temos de gerar cidadania lá, porque se eles continuarem vindo pra cá, nós vamos ter de continuar andando de carro blindado", afirmou na época à Folha de São Paulo.
  • 42.
  • 43.
    MEDIA TRAINNING -LIMITES “A cobertura jornalística da vida empresarial não é algo que se possa impedir ou que esteja ao alcance de empresários e executivos aceitar ou não aceitar. É algo que acontece, um fato da vida, uma realidade, queiram eles ou não. Por isso, o executivo necessita estar preparado para aproveitar sempre as oportunidades favoráveis que a mídia lhe oferecer. E nas situações desfavoráveis, para conseguir transformar um limão em uma razoável limonada – ou pelo menos ajudar sua empresa a sobreviver à mídia e seus holofotes.” (NOGUEIRA, 1999, p. 24)  Fonte: Media Training de Nemércio Nogueira
  • 44.
    MEDIA TRAINNING -CONCLUINDO O treinamento não garante bom resultado, pois isso depende múltiplos fatores e elementos que se combinam de forma única em cada situação.  É impossível impedir a cobertura empresarial e que o público queira estar atualizado sobre o que acontece neste sentido.  É possível direcionar positivamente as notícias: o media training esclarece às fontes da organização que para cada veículo de comunicação há uma forma de agir diferente, de acordo com suas características e demanda.
  • 45.
    MEDIA TRAINNING -CONCLUINDO  Uma organização que conhece o funcionamento da mídia tem melhores condições de atendê-la com eficiência.  Uma organização que se prepara para o relacionamento com a mídia tem mais chances de obter bons resultados.
  • 46.
    LEMBRANDO: QUAIS ASATIVIDADES DE UM ASSESSOR DE IMPRENSA? Planejamento - ok  Media Trainning - ok Estratégias de produção de informação  Ações de contato com jornalistas  Mailing de Imprensa  Follow Up  Avaliação de Resultados
  • 47.
    ESTRATÉGIAS – PRODUZINDOINFORMAÇÕES Comunicado ou Nota Sugestão de pauta Áudios Vídeos Imagens Release
  • 48.
    NOTA OU COMUNICADO– O QUE É  Utilizadas geralmente em casos onde organizações ou figuras públicas ficam expostas a escândalos, cenários de crise ou acusações;  Sua função é amenizar os impactos negativos na mídia, sendo a primeira atitude realizada pela assessoria de imprensa;  Documento que explica a situação ocorrida, apresenta desculpas por falhas ou responde acusações.
  • 49.
    NOTA OU COMUNICADO– CONTEÚDO  Quanto mais humilde é a conduta de uma nota de esclarecimento, maior será a consideração do público como resposta;  O teor de simplicidade é importante na condução do conteúdo da nota;  Informar medidas que estão sendo tomadas emergencialmente (vítimas);  A nota de esclarecimento pode ser veiculada em qualquer meio de comunicação.
  • 50.
    EXEMPLO 25/01/2019 Vale informa sobre rompimentode barragem em Brumadinho, Minas Gerais 14:00h A Vale informa que ocorreu, no início da tarde de hoje, o rompimento de uma barragem na Mina Feijão, em Brumadinho (MG). As primeira informações indicam que os rejeitos atingiram a área administrativa da companhia e parte da comunidade da Vila Ferteco. Ainda não há confirmação se há feridos no local. A Vale acionou o Corpo de Bombeiros e ativou o seu Plano de Atendimento a Emergências para Barragens. A prioridade total da Vale, neste momento, é preservar e proteger a vida de empregados e de integrantes da comunidade. A companhia vai continuar fornecendo informações assim que
  • 51.
    EXEMPLO 25/01/2019 Atualização: Vale informasobre rompimento de barragem em Brumadinho, Minas Gerais Rio de Janeiro, 25/01/2019 (15h30) - A Vale informa que, no início desta tarde, ocorreu o rompimento da Barragem 1 da Mina Feijão, em Brumadinho (MG). A companhia lamenta profundamente o acidente e está empenhando todos os esforços no socorro e apoio aos atingidos. Havia empregados na área administrativa, que foi atingida pelos rejeitos, indicando a possibilidade, ainda não confirmada, de vítimas. Parte da comunidade da Vila Ferteco também foi atingida. O resgate e os atendimentos aos feridos estão sendo realizados no local pelo Corpo de Bombeiros e pela Defesa Civil. Ainda não há confirmação sobre a causa do acidente. A prioridade máxima da empresa, neste momento, é apoiar nos resgates para ajudar a preservar e proteger a vida de empregados, próprios e terceiros, e das comunidades locais.
  • 52.
    SUGESTÃO DE PAUTA– O QUE É  Oferecer propostas relevantes (com informações completas e ideias de fontes) para convencer o editor de que é importante transformar esse esboço em uma matéria;  No mundo da assessoria, sugerir uma pauta significa convencer um jornalista de que a ideia (muitas vezes relacionada ao assessorado) é relevante para o público.  E é aqui que mora o perigo: sugestão de pauta não precisa ser um release e pode ser elaborada em diversos formatos para ser atrativa.
  • 53.
    SUGESTÃO DE PAUTA– PENSE ANTES  Seu cliente não é o centro do universo;  Pense como um jornalista: trabalhe com o critério da relevância;  Convença o jornalista que o tema tem utilidade para o público leitor daquele veículo;  Para cada tipo de tema e situação existe um formato de Sugestão de Pauta.
  • 54.
    SUGESTÃO DE PAUTA– TIPOS 1. Pauta para Evento 2. Pauta Contexto 3. Pauta não-factual 4. Sugestão de PautaVisual 5. Sugestão de Pauta Artigo
  • 55.
    SUGESTÃO DE PAUTA– TIPOS  1. Pauta para evento  Quando você elabora uma ideia de pauta factual, é importante mandar um aviso (e um lembrete na véspera) para o jornalista conseguir se programar;  Não adianta a pauta muito tempo antes e também não deixe para avisar na última hora;  Esse lembrete que você deve enviar para o jornalista, pode ser elaborado na estrutura de um convite.
  • 56.
    SUGESTÃO DE PAUTA– TIPOS 2. Pauta de contexto  Pensar uma pauta que encaixe o seu cliente em algum contexto (político, econômico, social ou cultural);  Além de sugerir seu cliente como fonte, também inclua especialistas isentos para comentar o assunto;  Manter-se atualizado às novidades do nicho de mercado do seu cliente é imprescindível para elaborar sugestões de pauta relevantes para os jornalistas.
  • 57.
    SUGESTÃO DE PAUTA– TIPOS 3. Pautas não-factuais  Pautas sem gancho com algum contexto atual (as conhecidas pautas frias no jornalismo) devem seguir abordagens específicas e apresentar alguma “novidade” relacionada ao cliente;  Em casos assim, um release em formato de notícia é bem aceito por jornalistas;  Facilite a vida do profissional, estruturando o texto no formato de notícia (lide e pirâmide invertida).
  • 58.
    SUGESTÃO DE PAUTA– TIPOS 4. Sugestão de pauta visual  Se você estiver elaborando uma pauta que envolva apelo visual, pense em uma sugestão que seja diferencial: material audiovisual, fotos ou até mesmo um infográfico;  Se estiver sugerindo pauta para matérias televisivas, por exemplo, pense nas imagens que podem ser geradas;  Quanto mais detalhes relevantes você fornecer, mais fácil ficará para o repórter visualizar a matéria.
  • 59.
    SUGESTÃO DE PAUTA– TIPOS  5. Sugestão de artigo  Bons artigos, às vezes, valem mais para a imagem da empresa do que sugestões de pautas;  Pense se há um tema em alta que seu cliente seja referência e e aposte na elaboração de um artigo;  Além de ajudar a melhorar a imagem da marca diante do público, o texto ainda permite que o nome da empresa seja citado no final, junto ao nome do autor.
  • 60.
    ÁUDIOS ,VÍDEOS EIMAGENS  O uso de recursos audiovisuais ganha ainda mais força. Segundo pesquisa do YouTube, em 2019, 80% do tráfego de internet será apenas de vídeos, 50% deles acessados através de smartphones.  Tem-se, com isso, o fortalecimento dos vídeo releases, power release ou release 3.0, ferramentas ainda pouco explorada, mas com enorme potencial;
  • 62.
    PRESS RELEASE Comunicado deimprensa  Instrumento mais utilizado de informação e relacionamento entre instituições e imprensa.  Visa informar ou chamar a atenção do jornalista para um assunto que possa tornar-se notícia.  Texto escrito utilizando os critério, princípios e técnicas jornalísticas que apresenta a organização, seus produtos, serviços e eventos, bem como as informações (dados, indicadores) geradas por ela para a imprensa.
  • 63.
    RELEASE - TIPOS Aclassificação varia conforme a finalidade do texto:  Padrão (para pautar matéria)  Opinião ou artigo (para pautar artigo)  Nota oficial e Comunicado (para esclarecimentos e informes) Podem ainda ser redigidos levando-se em conta a especificidade da mídia : impressa,TV, Rádio ou internet.
  • 64.
    RELEASE -REGRAS  Aprodução de um RELEASE obedece as regras comuns de um texto jornalístico: comunicar com clareza, objetividade e eficácia.  Além de observar a linguagem do jornalismo deve ser impecável na obediência a norma culta da Língua Portuguesa.  O release deve chamar a atenção pela sua qualidade, isto é, pelo valor das informações, do texto e de sua apresentação visual. “Dados ou opiniões irrelevantes, incorreções na utilização da Língua Portuguesa ou erros de digitação são, portanto, inaceitáveis”(FERRARETTO e FERRARETTO, 2009, p.71).
  • 65.
    RELEASE – ESTRUTURAE ELEMENTOS 1. O título 2. Subtítulo ou Linha fina 3. Primeiro parágrafo ou “abre” (lead) 4. Corpo 5. Final ou Boiler plate
  • 66.
    RELEASE -TÍTULO Um bomtítulo de release precisa ter um verbo, indicar uma ação.Também tem que ser forte e dar o máximo possível de informações importantes. Um bom título sempre tem alguém fazendo alguma coisa, ou algo trazendo alguma consequência. Pense sempre no verbo, coloque algo que chame para a ação. Também não é indicado usar nos títulos pontuação, expressões ambíguas, abreviaturas e siglas pouco conhecidas.
  • 67.
    RELEASE –TÍTULOS -EXEMPLOS  Título fraco: Conheça a academia da alta performance  Título forte: Jovem de 26 anos cria técnicas de alta performance que conquistam empreendedores  Título fraco: Um treino rápido para emagrecer  Título forte:Treino de 15 minutos faz corpo queimar gordura por 48 horas  Título fraco: Conheça a história de Luís da Silva, criador da empresa Meu Cupcake  Título forte: Ex-vendedor de sorvete cria franquia de cupcakes e fatura R$ 1 mi
  • 68.
    RELEASE -SUBTÍTULO  Conhecidotambém como linha fina é aquela descrição que vai embaixo do título, ou seja, um resumo do que vem a seguir.  É importante que ela não repita nada do que está no título, mas traga as principais informações complementares.  Também tem que ser um texto de uma frase, duas no máximo.
  • 69.
    RELEASE –SUBTÍTULOS -EXEMPLOS  Jovem de 26 anos cria técnicas de alta performance que conquistam empreendedores  Ex-jogador de poker profissional,Gabriel Goffi reuniu as técnicas que aplicava no esporte em um método chamado “Moving Up” e hoje já tem mais de mil alunos  Treino de 15 minutos faz corpo queimar gordura por 48 horas  Testado por mais de 38 mil pessoas,método que não utiliza equipamentos e conta somente com o peso do corpo é criado pelo personal trainerVinícius Possebon  Ex-vendedor de sorvete cria franquia de cupcakes e fatura R$ 1 mi  Luís da Silva,CEO da Meu Cupcake,teve sua virada quando conseguiu criar um processo para escalar seu negócio e compartilha os pontos mais importantes dessa trajetória
  • 70.
    RELEASE – ABREOU LEAD  O primeiro parágrafo reúne todas as informações mais importantes a respeito daquele tema. Uma boa abertura é feita do que chamamos em Jornalismo de lead ou lide respondendo cinco perguntas: O que, quem, quando, onde e por quê?  O lead deve apresentar um “gancho”, algo que desperte a atenção, para estimular a continuidade da leitura. Palavras como novo, inédito, novidade e lançamento ajudam a manter o interesse e fazem pairar sobre o jornalista o risco de estar perdendo uma boa informação.
  • 71.
    RELEASE – ABREOU LEAD - EXEMPLO T: Treino de 15 minutos faz corpo queimar gordura por 48 horas St:Testado por mais de 38 mil pessoas,método que não utiliza equipamentos e conta somente com o peso do corpo é criado pelo personal trainerVinícius Possebon  LEAD: (O que?) Um treino rápido, de 15 minutos, que você pode fazer em casa em um espaço pequeno e mais: sem a ajuda de aparelhos, só com o peso do corpo. Assim é o Queima de 48 Horas, (quem?) criado pelo coach e preparador físico Vinícius Possebon que, (quando) em apenas dois anos, virou febre (onde?) na internet e já conquistou mais de 38 mil alunos. O próprio nome já explica os efeitos do treino de alta intensidade, que faz com o corpo permaneça queimando calorias por 48 horas. (Por quê?) “Durante toda a minha trajetória profissional realizei estudos e reuni artigos técnicos que comprovam que não é preciso ficar horas na academia para ter um resultado. Por isso criei o Q48, para que as pessoas pudessem sair do sedentarismo e praticar uma atividade mesmo que tenham pouquíssimo tempo, e ainda por cima ter resultados para o corpo e a saúde”, revela. 
  • 72.
    RELEASE - CORPO No restante do texto traga mais detalhes sobre aquilo que você disse nas primeiras linhas. Para isso, utilize a técnica da pirâmide invertida: as informações mais importantes vêm na parte de cima do texto e a sequência se dá com informações complementares ou menos importantes.  No exemplo do Q48, o segundo parágrafo mostraria como está hoje, explicando que já existe um livro, um aplicativo, quantos alunos e a repercussão do produto.  No terceiro parágrafo explicar exatamente como funciona o treino com detalhes e exemplos, mostrar como é o acesso à plataforma.  No quarto parágrafo trazer os resultados, mostrar pessoas que emagreceram e um ou dois trechos de depoimentos.  No quinto e último parágrafo dar informações mais técnicas: como acessar, quanto custa, formas de pagamento, contatos oficiais, como site, telefone SAC, redes sociais para mais informações.
  • 73.
    RELEASE – BOILERPLATE  Ao final de um release é importante colocar um resumo da organização, do produto ou serviço ou da pessoa. Ali você pode colocar o currículo, a história, informações importantes para trazer autoridade e mostrar relevância, mas que não cabiam no texto.
  • 74.
    RELEASE – BOILERPLATE Sobre Vinícius Possebon Vinícius Possebon é personal trainer pós-graduado em marketing esportivo, autor do best selller “O Segredo da Queima de 48 Horas”, que está entre os mais vendidos do país segundo a Publish News. É idealizador do aplicativo Q48, que já conquistou mais de 550 mil downloads e também lidera o movimento “Revolução do Emagrecimento”, que reúne especialistas em diferentes segmentos e encara a perda de peso como uma questão de saúde pública.
  • 75.
    RELEASE – PORQUE NÃO VIROU NOTÍCIA As chances de aproveitamento são baseadas na oferta de uma boa pauta, mas também são afetadas pela forma adequada de elaboração do texto, de apresentação e distribuição.  Foco equivocado da informação  Baixa qualidade de texto  Estratégia de envio inadequada  Concorrência
  • 76.
    RELEASE – FOCODA INFORMAÇÃO  Tenha em mente a motivação de um jornalista para selecionar o seu release: ter interesse público, relevância e ser novidade. Os releases que contribuem para a imprensa são aqueles que contêm informações que possam realmente gerar pauta, de interesse público, que apresentem alguma inovação, utilidade pública, curiosidade, inusitado. Relacionar a informação da organização a um acontecimento da atualidade, já transformado em notícia; Aproveitar datas comemorativas (Dia do meio ambiente, Dia da mulher, Dia do índio, Dia da consciência negra, Páscoa, Natal...)
  • 77.
    RELEASE – QUALIDADEDO TEXTO  Ausência de revisão (erros de digitação) e erros gramaticais (concordância verbo-nominal) ou de grafia (palavras escritas erradas).  Release escrito em linguagem não jornalística : promocional (adjetivada), acadêmica e técnica (rebuscada) ou pessoal (primeira pessoa).  Mesmo quando escrito em linguagem jornalística, pode errar pela não observância de princípios como objetividade, coesão e clareza.  Estrutura do texto não atenta à hierarquia da informação (pirâmide invertida)
  • 78.
    RELEASE – ESTRATÉGIADE ENVIO Envio as cegas para todos os veículos, editorias e jornalistas, sem seleção. “Quanto mais selecionado o destinatário, mais adequado aos interesses e mais limitada a circulação, maiores as chances de aproveitamento e valorização do conteúdo” (DUARTE, 2003, p.298). Envio em momentos inadequados, falta de conhecimento da rotina do jornalista  Procurar informações sobre os horários de fechamento das redações, pois enviar releases em cima do prazo ou após mostra falta de informação ou despreparo de quem envia.
  • 79.
    POWER RELEASE OURELEASE 3.0  Release multimídia que congrega em um único arquivo texto, imagem, links, documentos, áudios e vídeos;  O objetivo e tornar o assunto divulgado mais interativo e atraente;  Além de conteúdos de múltiplas plataformas, o Release 3.0 também utiliza-se do S.E.O de conteúdo.  Exemplo de power release
  • 81.
    LEMBRANDO: QUAIS ASATIVIDADES DE UM ASSESSOR DE IMPRENSA? Planejamento - ok  Midia Trainning - ok  Estratégias de produção de informação -ok Ações de contato com jornalistas  Mailing de Imprensa  Follow Up  Avaliação de Resultados
  • 82.
    AÇÕES – EMCONTATO COM JORNALISTAS  Entrevistas - Coletivas - Individuais  Eventos com jornalistas (almoços, jantares, lançamentos)  Press kits  Press trips
  • 83.
    ENTREVISTAS COLETIVAS Pré-evento Mailing econvites aos jornalistas (e-mail e telefone) Definição de local Confecção de press kits Produção do evento Treinamento da equipe
  • 84.
    ENTREVISTAS COLETIVAS Evento Recepção eacomodação dos jornalistas Distribuição de press kits ou releases Apresentação do tema da entrevista Esclarecimento quanto as regras da entrevista Mediação das respostas e perguntas - Exposição a perguntas difíceis
  • 85.
    ENTREVISTAS COLETIVAS Pós-evento - Contatocom jornalistas para esclarecer dúvidas - Mensuração de resultados (clippagem)
  • 86.
    ENTREVISTAS INDIVIDUAIS  Contatodireto com o jornalista - Pessoal ou por telefone  Definição de local  Envio de texto guia  Solicitação de perguntas previamente Cuidado com os momentos de relaxamento e descontração - Confidencias, críticas a empresa ou aos concorrentes
  • 87.
    EVENTOS Momentos importantes paraconstrução e solidificação de relacionamentos com jornalistas Oportunidade para pautar encontros planejados posteriormente Circunstância mais relaxadas e descontraída Importante lembrar que jornalista é sempre jornalista em qualquer circunstância
  • 88.
  • 89.
    PRESS KITS  Estudoscomprovam que grande parte das pessoas, apesar do avanço das mídias digitais, ainda tomam suas decisões de compra e de relacionamento com base no tato, um dos mais formidáveis sentidos.  Antes de comprar um produto ou confiar em alguém, o ser humano quer tocar em algo para ter a certeza de que aquilo existe.
  • 90.
    PRESS KITS IMPRESSO E/OUDIGITAL  É uma pasta ou um arquivo eletrônico contendo um conjunto de informações da organização (sua atividade, seu histórico, inserção no segmento, índices de desempenho- faturamento, locais em que atua, setores aos quais se dedica - ações de responsabilidade social).  São informações padronizadas para serem distribuídas à imprensa nas ocasiões de coletivas, entrevistas individuais, press trips, etc.
  • 91.
    PRESS KITS  Textos(Press release, mini-biografia)  Fotos / Pen drive  Cartaz / Portfólio/ Flyer / Folheto  Catálogo  Estatísticas e Análises  Cópias de documento  Discursos  DVDs e/ou CDs  Bloco de anotações e canetas.  Amostra/réplica do produto ou o próprio produto.
  • 92.
    PRESS TRIPS  Oque é: viagem de jornalistas  Serve para: estreitar relacionamento, lançar uma ação ou produto, apresentar estrutura e processos produtivos, levar jornalistas para conhecer uma nova experiência, conhecer serviços oferecidos.  Resultados: causa maior impacto na imprensa, mas tem limitações, devido às redações cada vez mais enxutas.  Para quem serve: comércios, indústrias e serviços. Pode envolver outras ações como distribuição de press kits e coletivas de imprensa
  • 93.
  • 94.
    PRESS TRIPS -BOAS PRÁTICAS  Sempre que participar de uma press trip, deixe claro para o seu leitor que você viajou a convite. Seja transparente tanto nas negociações com as empresas, quanto na redação do seu texto;  Indique sempre no texto a empresa ou órgão que fez o convite. Nunca camufle uma press trip como uma viagem pessoal, paga pelo seu bolso;  Antes de partir para uma press trip, converse com a empresa que está convidando seu espaço sobre sua linha editorial, linguagem e, sobretudo, sobre o seu comprometimento com a veracidade das informações.  Participe de press trips que tenham a ver com a linha editorial do seu blog. Seja coerente.Você tem um público a zelar!;  Reiterando: transparência sempre!
  • 95.
  • 96.
    LEMBRANDO: QUAIS ASATIVIDADES DE UM ASSESSOR DE IMPRENSA? Planejamento - ok  Midia Trainning - ok  Estratégias de produção de informação -ok  Ações de contato com jornalistas - ok Mailing de Imprensa Follow Up  Avaliação de Resultados
  • 97.
    MAILING DE IMPRENSA Listade contatos de jornalistas que atuam em veículos de comunicação Segmentação por veículo ou área de interesse do repórteres (editorias) política, economia, meio-ambiente, cultura, turismo, esporte Dados relevantes nome e sobrenome, e-mail, telefones, área de interesse
  • 98.
  • 99.
  • 100.
    FOLLOW UP  Oque é: ação que visa obter retorno, por telefone, do envio de releases, distribuição de material de apoio ou de convocação de coletivas junto à imprensa;  É uma forma de se certificar se a mensagem enviada realmente chegou ao destinatário correto;  Utilizado também para confirmar presença do jornalista em ação promovida pela organização: eventos, coletivas ou press trips;
  • 101.
    LEMBRANDO: QUAIS ASATIVIDADES DE UM ASSESSOR DE IMPRENSA? Planejamento - ok  Midia Trainning - ok  Estratégias de produção de informação -ok  Ações de contato com jornalistas - ok  Mailing de Imprensa - ok  Follow Up -ok Avaliação de Resultados
  • 102.
    AVALIAÇÃO DE RESULTADOS– IMPORTÂNCIA  Monitorar os diversos canais de mídia para conhecer melhor o público;  Gerir a imagem do assessorado;  Mensurar a aceitação dos produtos e serviços do assessorado;  Acompanhar a abordagem dada nas matérias jornalísticas e o impacto da repercussão junto ao público;  Expor resultados. Cenário  Multiplicidade cada vez maior de plataformas disponíveis;  Atuação mais ativa dos consumidores nas redes;
  • 103.
    CLIPPING – OQUE É?  Monitoramento constante dos meios de comunicação;  Seleção e coleta daquelas que fazem menção a organização assessorada  Conhecimento de qualquer tipo de veiculação relacionada a organização;  Mede o desempenho das ações de seu assessor.
  • 104.
    CLIPPING -PARA QUESERVE?  Acompanhamento dos resultados das estratégias da assessoria de imprensa;  Possibilita que a organização conheça sua repercussão nos veículos de comunicação;  Possibilita ação preventiva de crises de imagem;  Fundamental para a gestão da informação, possibilita o realinhamento de estratégias de marketing e de comunicação;  Demonstrar resultados e eficácia das divulgações.
  • 105.
    CLIPPING - COMOFAZER?  Serviço terceirizado (Convencional ou On-line por ferramentas de clipagem)  Realizado por equipe própria de comunicação interna. Trabalho manual (veículos impressos tradicionais) podem ser feitos digitalmente. No caso de veículos digitais (sites, blogs e redes sociais) é importante a utilização de buscadores, como o Google, Veiculação em televisões e rádios exigem serviço especifico  Um bom relacionamento com a mídia (jornalistas) também é fundamental nesse processo para se adiantar quanto às publicações alcançadas.
  • 106.