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PATOGENIA DAS DOENÇAS INFECCIOSAS
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO




EQUIPE:   THAMIRES CORREIA
          IVANILDO JÚNIOR
          EWERTON KELVIN
          DANILELE ANNE




BACHARELADO EM ENFERMAGEM


PROFESSOR CARLOS HENRIQUE TABOSA
INFECÇÃO    X

DOENÇA INFECCIOSA
Uma doença infecciosa é
aquela      causada       por
microrganismos         e   os
microrganismos que causam
doenças infecciosas       são
coletivamente referidos como
patógenos.
POR QUE NEM SEMPRE OCORRE
INFECÇÃO?
        O microrganismo pode se alojar em um
         local anatômico onde é incapaz de se
                      multiplicar;


         Muitos patógenos precisam se fixar a
        específicos receptores locais antes que
        sejam capazes de se multiplicar e causar
                         danos;

       Fatores antibacterianos que destroem ou
       inibem o crescimento de microorganismos
        ( exemplo a lisozima presente na lágrima
                  , a saliva e o suor) .
A microbiota
   A microbiota
                     endógena local
endógena local (
                      pode produzir
boca, vagina ou
                          fatores
 intestino) pode
                     antibacterianos
      inibir o
                        (proteínas
crescimento do
                      denominadas
 microrganismo
                      bacteriocinas)
   estranho ao
                     que destroem o
ocupar o espaço
                    patógeno recém-
 e utilizar todos
                         chegado(
  os nutrientes
                       antagonismo
   disponíveis;
                       microbiano);
A pessoa pode estar imune
De maneira geral, o estado
                               ao patógeno específico
 nutricional e a saúde do
                               (consequência de outra
 indivíduo influenciam o
                               infecção com o referido
         encontro
                             patógeno, ou por ter sido
 patógeno/hospedeiro.;
                                vacinada contra ele).
Os leucócitos fagocíticos( fagócitos)
presentes no sangue e em outros
tecidos podem englobar e destruir o
patógeno antes que ele se
multiplique e invada o organismo
causando a doença.
TEMPO QUE
                               DECORRE
                               ENTRE A
                   1.          CHEGADA DO
                  PERÍODO DE   PATÓGENO E O
                  INCUBAÇÃO:
                               APARECIMENTO
                               DOS SINTOMAS;
QUATRO FASES NO
CURSO DA DOENÇA
INFECCIOSA
2. PERÍODO PRODRÔMICO




    TEMPO DURANTE O QUAL O
       PACIENTE SE SENTE “
  INDISPOSTO” MAS AINDA NÃO
     ESTÁ DEMONSTRANDO OS
   REAIS SINTOMAS DA DOENÇA.
3.PERÍODO DA DOENÇA


       O PACIENTE
       APRESENTA OS
       SINTOMAS TÍPICOS
       ASSOCIADOS
       ÀQUELA DOENÇA
       ESPECÍFICA;
O
 4. PERÍODO DE    PACIENTE
COVALESCÊNCIA
                     SE
                 RECUPERA.
EXPOSIÇÃO AO
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INCUBAÇÃO

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 UMA VEZ QUE O PROCESSO INFECCIOSO É
 INICIADO, A DOENÇA PODE PERMANECER
 LOCALIZADA NUM DETERMINADO LOCAL OU SE
 ESPALHAR .
INFECÇÕES LOCALIZADAS
SE OS PATÓGENOS NÃO FOREM CONTIDOS NO LOCAL
ORIGINAL DA INFACÇÃO, ELES PODEM SER LEVADOS
PARA OUTRAS PARTES DO CORPO POR VIA DE
LINFA, SANGUE    OU EM ALGUNS CASOS PELOS
FAGÓCITOS, QUANDO ISSO OCORRE É CHAMADO




INFECÇÃO SISTÊMICA.
SINTOMAS X SINAIS DA DOENÇA


SINTOMA

É DEFINIDO COMO ALGUMA EVIDÊNCIA DE
DOENÇA QUE É EXPERIMENTADA OU PERCEBIDA
PELO PACIENTE, ALGO QUE É SUBJETIVO;
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ALGUM TIPO DE EVIDÊNCIA OBJETIVO DA DOENÇA.
INFECÇÕES LATENTES



A DOENÇA INFECCIOSA PODE IR DE
SINTOMÁTICA              PARA
ASSINTOMÁTICA, E ALGUM TEMPO
DEPOIS    VOLTAR     A     SER
SINTOMÁTICA.
EX:
INFECÇÃO POR SÍFILIS ( 3 SEMANAS)


 PRIMÁRIA : CANCRO MOLE ( 2 A 6 MESES)


SECUNDÁRIA: EXANTEMA, LESÕES, FEBRE E PERDA
          DE CABELO (2 A 6 MESES)


 ESTÁGIO LATENTE: SEM SINTOMAS ( 5 A 50 ANOS)


          TERCIÁRIA: DESTRUIÇÃO DO
CÉREBRO, CORAÇÃO, MEDULA ESPINHAL E OUTROS
                  ÓRGÃOS.
ETAPAS NA PATOGENIA DAS
DOENÇAS INFECCIOSAS
1. ENTRADA;
2. FIXAÇÃO;
3. MULTIPLICAÇÃO;
4. INVASÃO/DISSEMINAÇÃO;
5. EVASÃO DAS DEFESAS DO
   HOSPEDEIRO;
6. DANO AO TECIDO DO HOSPEDEIRO
ESTE TERMO É USADO PARA
EXPRESSAR UMA MEDIDA OU
GRAU DE PATOGENICIDADE.
EMBORA TODOS OS
PATÓGENOS SEJAM CAPAZES
DE CAUSAR
DOENÇAS, ALGUNS SÃO MAIS
VIRULENTOS QUE OUTROS(
ISTO É, ESTÃO MAIS
CAPACITADOS A CAUSAR
DOENÇA).
TOXINAS
A CAPACIDADE DOS PATÓGENOS
DANIFICAREM OS TECIDOS DO
HOSPEDEIRO E CAUSAR A DOENÇA
PODE DEPENDER DA PRODUÇÃO E
LIBERAÇÃO DE VÁRIOS TIPOS DE
SUBSTÂNCIAS
VENENOSAS, CHAMADAS TOXINAS. AS
DUAS PRINCIPAIS CATEGORIAS DE
TOXINAS SÃO AS ENDOTOXINAS E AS
EXOTOXINAS.
AS ENDOTOXINAS, QUE SÃO PARTE INTEGRANTE DAS
PAREDES CELULARES DAS BACTÉRIAS GRAM-
NEGATIVA, PODEM CAUSAR EFEITOS FISIOLÓGICAOS
ADVERSOS. POR OUTRO LADO, AS EXOTOXINAS SÃO
TOXINAS PRODUZIDAS NO INTERIOR DAS CÉLULAS EM
SEGUIDA LIBERADAS. FREQUENTEMENTE RECEBEM O
NOME DO ÓRGÃO QUE AFETAM, EXEMPLO
NEUROTOXINAS, QUE AFETAM O SISTEMA NERVOSO
CENTRAL.
DESTRUIÇÃO DE ANTICORPOS
DIVERSOS PATÓGENOS BACTERIANOS
PRODUZEM UMA ENZIMA (IgA PROTEASE)
QUE DESTROEM OS ANTICORPOS IgA.
DESTA     FORMA,    OS    PRÓPRIOS
PATÓGENOS SÃO CAPAZES DE ELIMINAR
ALGUNS DOS ANTICORPOS QUE O
SISTEMA IMUNOLÓGICO DO HOSPEDEIRO
PRODUZ NA TENTATIVA DE DESTRUÍ-LOS.
REFERENCIAL TEÓRICO



Burton, Gwendolyn R. W. (Gweendolyn R. Wilson)
Microbiologia: para as ciências da saúde/Gwendolyn
R.W.Burton, Paul G. Engelkirk; traduzido por Eiler Fritsh Toros.
– Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005

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PATOGENIA DAS DOENÇAS INFECCIOSAS

  • 2. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO EQUIPE: THAMIRES CORREIA IVANILDO JÚNIOR EWERTON KELVIN DANILELE ANNE BACHARELADO EM ENFERMAGEM PROFESSOR CARLOS HENRIQUE TABOSA
  • 3. INFECÇÃO X DOENÇA INFECCIOSA
  • 4. Uma doença infecciosa é aquela causada por microrganismos e os microrganismos que causam doenças infecciosas são coletivamente referidos como patógenos.
  • 5.
  • 6. POR QUE NEM SEMPRE OCORRE INFECÇÃO? O microrganismo pode se alojar em um local anatômico onde é incapaz de se multiplicar; Muitos patógenos precisam se fixar a específicos receptores locais antes que sejam capazes de se multiplicar e causar danos; Fatores antibacterianos que destroem ou inibem o crescimento de microorganismos ( exemplo a lisozima presente na lágrima , a saliva e o suor) .
  • 7. A microbiota A microbiota endógena local endógena local ( pode produzir boca, vagina ou fatores intestino) pode antibacterianos inibir o (proteínas crescimento do denominadas microrganismo bacteriocinas) estranho ao que destroem o ocupar o espaço patógeno recém- e utilizar todos chegado( os nutrientes antagonismo disponíveis; microbiano);
  • 8. A pessoa pode estar imune De maneira geral, o estado ao patógeno específico nutricional e a saúde do (consequência de outra indivíduo influenciam o infecção com o referido encontro patógeno, ou por ter sido patógeno/hospedeiro.; vacinada contra ele).
  • 9. Os leucócitos fagocíticos( fagócitos) presentes no sangue e em outros tecidos podem englobar e destruir o patógeno antes que ele se multiplique e invada o organismo causando a doença.
  • 10. TEMPO QUE DECORRE ENTRE A 1. CHEGADA DO PERÍODO DE PATÓGENO E O INCUBAÇÃO: APARECIMENTO DOS SINTOMAS; QUATRO FASES NO CURSO DA DOENÇA INFECCIOSA
  • 11. 2. PERÍODO PRODRÔMICO TEMPO DURANTE O QUAL O PACIENTE SE SENTE “ INDISPOSTO” MAS AINDA NÃO ESTÁ DEMONSTRANDO OS REAIS SINTOMAS DA DOENÇA.
  • 12. 3.PERÍODO DA DOENÇA O PACIENTE APRESENTA OS SINTOMAS TÍPICOS ASSOCIADOS ÀQUELA DOENÇA ESPECÍFICA;
  • 13. O 4. PERÍODO DE PACIENTE COVALESCÊNCIA SE RECUPERA.
  • 14. EXPOSIÇÃO AO PATÓGENO PERÍODO DE INCUBAÇÃO PERÍODO PRODRÔMICO PERÍODO DE DOENÇA CONVALESCÊNCIA INCAPA CIDADE MORTE
  • 15.
  • 16. INFECÇÕES LOCALIZADAS X INFECÇÕES SISTÊMICAS UMA VEZ QUE O PROCESSO INFECCIOSO É INICIADO, A DOENÇA PODE PERMANECER LOCALIZADA NUM DETERMINADO LOCAL OU SE ESPALHAR .
  • 18. SE OS PATÓGENOS NÃO FOREM CONTIDOS NO LOCAL ORIGINAL DA INFACÇÃO, ELES PODEM SER LEVADOS PARA OUTRAS PARTES DO CORPO POR VIA DE LINFA, SANGUE OU EM ALGUNS CASOS PELOS FAGÓCITOS, QUANDO ISSO OCORRE É CHAMADO INFECÇÃO SISTÊMICA.
  • 19. SINTOMAS X SINAIS DA DOENÇA SINTOMA É DEFINIDO COMO ALGUMA EVIDÊNCIA DE DOENÇA QUE É EXPERIMENTADA OU PERCEBIDA PELO PACIENTE, ALGO QUE É SUBJETIVO;
  • 20. SINAL DE DOENÇA ALGUM TIPO DE EVIDÊNCIA OBJETIVO DA DOENÇA.
  • 21. INFECÇÕES LATENTES A DOENÇA INFECCIOSA PODE IR DE SINTOMÁTICA PARA ASSINTOMÁTICA, E ALGUM TEMPO DEPOIS VOLTAR A SER SINTOMÁTICA.
  • 22. EX: INFECÇÃO POR SÍFILIS ( 3 SEMANAS) PRIMÁRIA : CANCRO MOLE ( 2 A 6 MESES) SECUNDÁRIA: EXANTEMA, LESÕES, FEBRE E PERDA DE CABELO (2 A 6 MESES) ESTÁGIO LATENTE: SEM SINTOMAS ( 5 A 50 ANOS) TERCIÁRIA: DESTRUIÇÃO DO CÉREBRO, CORAÇÃO, MEDULA ESPINHAL E OUTROS ÓRGÃOS.
  • 23. ETAPAS NA PATOGENIA DAS DOENÇAS INFECCIOSAS 1. ENTRADA; 2. FIXAÇÃO; 3. MULTIPLICAÇÃO; 4. INVASÃO/DISSEMINAÇÃO; 5. EVASÃO DAS DEFESAS DO HOSPEDEIRO; 6. DANO AO TECIDO DO HOSPEDEIRO
  • 24. ESTE TERMO É USADO PARA EXPRESSAR UMA MEDIDA OU GRAU DE PATOGENICIDADE. EMBORA TODOS OS PATÓGENOS SEJAM CAPAZES DE CAUSAR DOENÇAS, ALGUNS SÃO MAIS VIRULENTOS QUE OUTROS( ISTO É, ESTÃO MAIS CAPACITADOS A CAUSAR DOENÇA).
  • 26. A CAPACIDADE DOS PATÓGENOS DANIFICAREM OS TECIDOS DO HOSPEDEIRO E CAUSAR A DOENÇA PODE DEPENDER DA PRODUÇÃO E LIBERAÇÃO DE VÁRIOS TIPOS DE SUBSTÂNCIAS VENENOSAS, CHAMADAS TOXINAS. AS DUAS PRINCIPAIS CATEGORIAS DE TOXINAS SÃO AS ENDOTOXINAS E AS EXOTOXINAS.
  • 27. AS ENDOTOXINAS, QUE SÃO PARTE INTEGRANTE DAS PAREDES CELULARES DAS BACTÉRIAS GRAM- NEGATIVA, PODEM CAUSAR EFEITOS FISIOLÓGICAOS ADVERSOS. POR OUTRO LADO, AS EXOTOXINAS SÃO TOXINAS PRODUZIDAS NO INTERIOR DAS CÉLULAS EM SEGUIDA LIBERADAS. FREQUENTEMENTE RECEBEM O NOME DO ÓRGÃO QUE AFETAM, EXEMPLO NEUROTOXINAS, QUE AFETAM O SISTEMA NERVOSO CENTRAL.
  • 29. DIVERSOS PATÓGENOS BACTERIANOS PRODUZEM UMA ENZIMA (IgA PROTEASE) QUE DESTROEM OS ANTICORPOS IgA. DESTA FORMA, OS PRÓPRIOS PATÓGENOS SÃO CAPAZES DE ELIMINAR ALGUNS DOS ANTICORPOS QUE O SISTEMA IMUNOLÓGICO DO HOSPEDEIRO PRODUZ NA TENTATIVA DE DESTRUÍ-LOS.
  • 30. REFERENCIAL TEÓRICO Burton, Gwendolyn R. W. (Gweendolyn R. Wilson) Microbiologia: para as ciências da saúde/Gwendolyn R.W.Burton, Paul G. Engelkirk; traduzido por Eiler Fritsh Toros. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005