SlideShare uma empresa Scribd logo
SÍNDROMESSÍNDROMES
DOLOROSASDOLOROSAS
VERTEBRAISVERTEBRAIS
Luiz Carlos Milazzo JuniorLuiz Carlos Milazzo Junior
I.O.G.
•• PodemPodem serser ::
––SíndromesSíndromes dolorosasdolorosas cervicaiscervicais;;
SÍNDROMES DOLOROSAS VERTEBRAISSÍNDROMES DOLOROSAS VERTEBRAIS
––SíndromesSíndromes dolorosasdolorosas cervicaiscervicais;;
––SíndromesSíndromes dolorosasdolorosas torácicastorácicas;;
––SíndromesSíndromes dolorosasdolorosas lombareslombares..
ANATOMOPATOGENIA
• ESTRUTURAS QUE
PRODUZEM DOR
VERTEBRAL:
– MEDULA ESPINHAL;– MEDULA ESPINHAL;
– DISCO INTERVERTEBRAL;
– RAÍZES NERVOSAS:
• NERVO DORSAL POSTERIOR;
• NERVO SINOVERTEBRAL DE
LUSCHKA;
• CADEIA DE N. SIMPÁTICOS.
RAMO SENSITIVORAMO SENSITIVO
RAMO ANTERIOR – ANASTOMOSA C/
CADEIA SIMPÁTICA
RAMO RECORRENTE – (LUSCHKA) –
PARA O CANAL MEDULAR –PARA O CANAL MEDULAR –
FACE ANTERIOR DURA-MÁTER
PERIÓSTEO DA FACE POST. CORPO VERTEBRAL
LIG. LONGITUDINAL POSTERIOR
ANEL FIBROSO (PARTE POSTERIOR)
RAMO POSTERIOR – FACETAS E
MUSCULATURA PARAVERTEBRAL
ANATOMIA COMPLEXA
CAUSAS:
INTRA-NEURALINTRA-NEURAL
INTRA-CANAL
EXTRA-CANAL
SÍNDROMES MIOFASCIAISSÍNDROMES MIOFASCIAIS
SÍNDROMES MIOFASCIAISSÍNDROMES MIOFASCIAIS
CONTRATURA MUSCULAR;
PONTOS DE GATILHO;
MÚSC. ORTOSTÁTICOS:
- PARAVERTEBRAIS, ISQUIOTIBIAIS, FÁSCIA
LATA E TRÍCEPS SURALLATA E TRÍCEPS SURAL
MÚSC. INSPIRADORES SUPERIORES:
- ESCALENOS, PEITORAIS MAIOR E MENOR
MÚSC. PESCOÇO E CINTURA ESCAPULAR:
- ESTERNOCLEIDO, ELEVADOR DA
ESCÁPULA, TRAPÉZIO
SÍNDROMES MIOFASCIAISSÍNDROMES MIOFASCIAIS
Principal causa é a má postura;
Dor em um ou mais segmentos da
coluna;coluna;
Sínd. mais frequentes:
CERVICALGIA, DORSALGIA E LOMBALGIA
POSTURAIS;
SÍND. DESFILADEIRO TORÁCICO – SIND.
DA COSTELA CERVICAL.
ETIOPATOGENIA:ETIOPATOGENIA:
DESCONHECIDA
CAUSA:
SOBRECARGA MECÂNICA;
ENCURTAMENTO MUSCULAR.
FATORES DESENCADEANTESFATORES DESENCADEANTES
DA CONTRATURA:DA CONTRATURA:
TRAUMA;
SOBRECARGA MECÂNICA E FADIGA
MUSCULAR;
INFECÇÃO CRÔNICA EX. ODONTOLÓGICO,
BACTERIANO OU VIRAL.
FATORES MANTENEDORESFATORES MANTENEDORES
DA CONTRATURA:DA CONTRATURA:
MECÂNICOS MÁ POSTURA;
PSICOLÓGICOS DEPRESSÃO,
ANSIEDADE, DISTÚRBIO SONO;
INFECÇÕES CRÔNICAS.
DIAGNÓSTICO:DIAGNÓSTICO:
CLÍNICO
MEIA IDADE, SEDENTÁRIO, MÁ POSTURA,
GIBA CERVICOTORÁCICA;
ROTAÇÃO OMBROS PARA FRENTE,
ENCURTAMENTO MUSCULAR;
CANSAÇO CRÔNICO, DOR MUSCULAR EM
QUEIMAÇÃO;
ANSIEDADE / DEPRESSÃO.
CERVICALGIA POSTURAL:CERVICALGIA POSTURAL:MIOSITE :
REGIÃO BASOCERVICAL:
- INTERESCAPULAR,ESTERNOCLEIDO, ESCALENOS, SUPRA
ESCAPULAR
DOR PIORA C/ MOV. DE EXTENSÃO E ROTAÇÃO
PARA O LADO DA DOR;
HÁBITOS: TELEVISÃO E LEITURA.
PODE IRRADIAR PARA MÃO E DEDOS
DORSALGIA E LOMBALGIADORSALGIA E LOMBALGIA
POSTURAIS:POSTURAIS:
DOR EM QUEIMAÇÃO E CONTRATURA M.
PARAVERTEBRAL: UNI OU BILATERAL;
PIORA: FLEXÃO PROLONGADA DO TRONCOPIORA: FLEXÃO PROLONGADA DO TRONCO
MELHORA: GELO, CALOR, REPOUSO
DEITADO, ANALGÉSICOS COMUNS
DIFERENCIAL: PATOLOGIAS
RESPIRATÓRIAS, CÓLICA NEFRÉTICA
TRATAMENTOTRATAMENTO
SINTOMÁTICO
REPOUSO E RELAXAMENTO MUSCULAR;
EVITAR ESFORÇO MUSCULAR;
COLETE ANTIGRAVITACIONAL: CASOSCOLETE ANTIGRAVITACIONAL: CASOS
ESPECIAIS;
ANALGÉSICOS, AINH, RELAXANTES
MUSCULARES, ANSIOLÍTICOS,
ANTIDEPRESSIVOS;
FISIOTERAPIA;
TRAÇÃO CERVICAL.
CAUSAL – EQUILÍBRIO POSTURAL
MUDANÇA CARGA DA COLUNA;
MÁ POSTURA: BACIA, OMBROS E PESCOÇO
PARA FRENTE E TRONCO PARA TRÁS;
ENCURTAMENTO MUSCULAR;
EXERCÍCIOS: APÓS FASE DOLOROSA:
ALONGAMENTO
FORTALECIMENTO MUSCULAR
READAPTAÇÃO AO TRABALHO
AFECÇÕESAFECÇÕES
DEGENERATIVAS:DEGENERATIVAS:
•Discopatias:•Discopatias:
–Cervicais;
–Torácicas;
–Lombares.
•Estenoses.
AFECÇÕES DEGENERATIVASAFECÇÕES DEGENERATIVAS
DISCOPATIA:
• DISCO INTERVERTEBRAL: AMORTECEDOR
• Formado por:
ANEL FIBROSO: LAMELAS TEC. CONJUNTIVO
CRUZADOS – CONTÉM O NÚCLEO;
NÚCLEO PULPOSO: ÁGUA E
MUCOPOLISSARÍDEOS GEL.
(RECEBE E DISTRIBUI PRESSÃO)
4ª DÉCADA4ª DÉCADA
ALTERAÇÕES BIOQUÍMICAS;
FISSURAS NO ANEL POSSÍVEL
HÉRNIA;HÉRNIA;
DISTRIBUIÇÃO IRREGULAR FORÇAS:
NEOFORMAÇÃO ÓSSEA (OSTEÓFITO);
DIMINUIÇÃO ALTURA DO DISCO;
ESTREITAMENTO FORAMINAL E
DEGENERAÇÃO INTERAPOFISÁRIA.
DISCOPATIA CERVICAL
HÉRNIA CERVICALHÉRNIA CERVICAL
DISCOPATIADISCOPATIA
CERVICALCERVICAL-- HÉRNIAHÉRNIA
CERVICALCERVICAL
Centralizada
Protusão pequena – sem irradiação.
Grande protusão – irradiação, clonos,
hiperreflexia, diminuição força.hiperreflexia, diminuição força.
Lateral – braquialgia.
cervicobraquialgia.
Centro-lateral – cervicobraquialgia +
sind. Compressivas.
DISCOPATIA CERVICALDISCOPATIA CERVICAL--
HÉRNIA CERVICALHÉRNIA CERVICAL
QUADRO CLÍNICO:
dor intensador intensa
piora com extensão e posição supina
Sem resposta a AINE
Espasmo da musc. paravertebral;
EXAME FÍSICO:EXAME FÍSICO:
ALTERAÇÕES MOTORAS
C5: BÍCEPS C6 : EXTENSORES
DO PUNHO
C7 : TRÍCEPS C8 : FLEXOR PROFUNDOC7 : TRÍCEPS C8 : FLEXOR PROFUNDO
DOS DEDOS
T1 : ABDUTOR DO 5º DEDO
REFLEXOS
C5: BICIPITAL C6: ESTILORRADIAL
C7: TRICIPITAL
Diagnóstico por Imagem:Diagnóstico por Imagem:
Rx:
Exame inicial de baixo custo;
Avalia deformidades, subluxações;osteófitos, perda de
altura do disco, etc
RNM: (1ª OPÇÃO)RNM: (1ª OPÇÃO)
Vizualiza direta// as estruturas compressivas;
Ótima p/ vizualizar medula espinhal e raízes;
TC:
Excelentes detalhes ósseos;
TRATAMENTO:TRATAMENTO:
INICIAL: SEMPRE INCRUENTO
AINES;
FISIOTERAPIA;
ANSIOLÍTICO;
EQUILÍBRIO POSTURAL.
TRATAMENTO CIRÚRGICO:TRATAMENTO CIRÚRGICO:
FALHA DO CONSERVADOR( 3 MESES);
RADICULOPATIA GRAVE RAPIDAMENTE PROGRESSIVA;
INCAPACIDADE PARA ATIVIDADES;
REMOÇÃO DO AGENTE COMPRESSIVO;
VIA ANTERIOR ( Tec.de Smith-Robinson):
RESSECÇÃO DO DISCO E OSTEÓFITO
PROCEDIMENTO EXTRADURAL
NÃO PERMITE EXPLORAÇÃO DA RAIZ
HÉRNIA DE DISCOHÉRNIA DE DISCO
TORÁCICATORÁCICATORÁCICATORÁCICA
EXISTÊNCIA QUESTIONADA ATÉ POUCO
TEMPO;
0,2 A 1% DAS CIRURGIAS;
40 – 60 ANOS;
DOR RADICULAR TIPO INTERCOSTAL,
ABDOMINAL, PRECORDIAL;ABDOMINAL, PRECORDIAL;
PODE APRESENTAR PARESIA E
PARESTESIA, ATAXIA E ALTERAÇÕES
ESFINCTERIANAS.
O NÍVEL DO DERMÁTOMO T10 É A
DISTRIBUIÇÃO MAIS COMUM;
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL:DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL:
Tumores medulares;
Infecções;
Espondilite anquilosante;Espondilite anquilosante;
Herpes-zoster;
Hérnias de disco cervicais e lombares;
Fraturas;
Afecções de vísceras torácicas e abdominais:
Colelitíase;
Colecistite.
DIAGNÓSTICO
Rx
RMN
MIELOGRAFIA
TRATAMENTO
CONSERVADOR: HÉRNIAS LATERAIS S/CONSERVADOR: HÉRNIAS LATERAIS S/
COMPRESSÃO MEDULAR
HÉRNIA CENTRAL: CIRÚRGICO
DISCECTOMIA ANTERIOR – TORACOTOMIA
LAMINECTOMIA É CONTRA INDICADA: PIORA DO CASO
HÉRNIA DE DISCOHÉRNIA DE DISCO
LOMBAR:LOMBAR:
LOMBALGIA (CENTRAL)
LOMBOCIATALGIA (LATERAL)
SÍNDROME DA CAUDA EQUINA
CLASSIFICAÇÃO:CLASSIFICAÇÃO:
LOCALIZAÇÃO
CENTRAL
LATERAL (INTRA E EXTRAFORAMINAL)
CENTROLATERAL
INTEGRIDADE DO LIG. LONGITUDINALINTEGRIDADE DO LIG. LONGITUDINAL
CONTIDA
SUBLIGAMENTAR – ASCENDENTE
DESCENDENTE
EXTRUSA
ROTURA DO ANEL FIBROSO
OBLÍQUA PARA CIMA OU PARA BAIXO
QUADRO CLÍNICO:QUADRO CLÍNICO:
LOMBALGIA DISCAL;
LOMBOCRURALGIA - L A LLOMBOCRURALGIA - L1 A L4;
LOMBOCIATALGIA - L4 A S1;
CRURALGIA OU CIATALGIA
(EXTRAFORAMINAIS).
ALTERAÇÕES MOTORAS:ALTERAÇÕES MOTORAS:
L2 ÍLEOPSOAS: FLEXÃO QUADRIL;
L3 QUADRÍCEPS: EXTENSÃO JOELHO;
L4 TIBIAL ANT. DORSIFLEXÃO PÉ;
L5 EXTENSOR LONGO HÁLUX;
S1 TRICEPS SURAL: FLEXÃO PLANTA PÉ.
REFLEXOS: PATELAR: L4
AQUILEU: S1
ESTÁGIO DA SÍND. RADICULARESTÁGIO DA SÍND. RADICULAR
SÍND. IRRITATIVA: MUITA DOR, SEM
DÉFICIT NEUROLÓGICO.
SÍND. COMPRESSIVA: MENOS DOR E
MAIS DÉFICIT (SENSIB. FORÇA E REFLEXO).
SÍND. DA INTERRUPÇÃO: PARALISIA
RADICULARRADICULAR
DIAGNÓSTICO:DIAGNÓSTICO:
CLÍNICO
DIAG. POR IMAGEM: RNM, TC
normal Hérnia lombar
TRATAMENTO:TRATAMENTO:
CONSERVADOR
75% MELHORA DOR EM 10 A 30 DIAS;75% MELHORA DOR EM 10 A 30 DIAS;
CAPACIDADE REABSORÇÃO
FRAGMENTOS DE HÉRNIAS
EXTRUSAS.
CIRÚRGICO:CIRÚRGICO:
INDICAÇÕES:
FALHA DO CONSERVADOR;
CAUDA EQUINA;
DÉFICIT NEUROLÓGICO PROGRESSIVO;
DOR RECORRENTE FREQUENTE.
FORMAS DE TTO:
DISCECTOMIA CLÁSSICA;
MICRODISCECTOMIA:
Nº COMPLICAÇÕES E INFECÇÃO;
FALHA POR NÃO DESCOMPRESSÃO DA ESTENOSE
FORAMINAL OU DO RECESSO LATERAL;
DIFERENÇA ENTRE FIBROSE E RECIDIVA: RMN C/
GADOLÍNIO.
ESTENOSE LOMBARESTENOSE LOMBAR
ESTREITAMENTO DO CANAL ESPINHAL,
RADICULAR OU FORAME VERTEBRAL.
TIPOS:
CONGÊNITA
ADQUIRIDA (MAIS COMUM É DEGENERATIVA)
MASCULINO > 50 ANOSMASCULINO > 50 ANOS
CAUSAS: ESTRUTURA ÓSSEA E/OU PARTES
MOLES
FORMAÇÃO OSTEÓFITOS, HIPERTROFIA LIG.
AMARELO E PROTRUSÃO DISCAL
Cascata degenerativa:Cascata degenerativa:
Art. Facetárias sofrem sinovite inicial
Evolui p/ destruição da cartilagem
Levando a movimentos anormaisLevando a movimentos anormais
Ocorre formação de osteófitos
Compromete o disco intervertebral
Diminui a altura do disco
Diminuição do forame intervertebral
O disco degenerado sobrecarrega mais a articulação
Reage com maior formação osteofitária
CLASSIFICAÇÃO:CLASSIFICAÇÃO:
ETIOLOGIA – ARNALDI (1976)
1.ESTENOSE CONGÊNITA:
• Acondroplásica
• Idiopática
2. ESTENOSE ADQUIRIDA:
DEGENERATIVA
ESPONDILOLISTESE DEGENERATIVA
IATROGÊNICA
PÓS TRAUMÁTICA
METABÓLICA
3.COMBINADA 1 + 2
QUADRO CLÍNICO:QUADRO CLÍNICO:
1. CLAUDICAÇÃO NEUROGÊNICA
INTERMITENTE –
DOR IRRADIADA IMPRECISA
PIORA C/ MARCHA
MELHORA C/ FLEXÃO DA COLUNAMELHORA C/ FLEXÃO DA COLUNA
2. DOR RADICULAR – CIATALGIA
3. DOR ATÍPICA MMII
4. SÍND. CAUDA EQUINA CRÔNICA
SÍNDROME CAUDASÍNDROME CAUDA
EQUINA NA ESTENOSEEQUINA NA ESTENOSEEQUINA NA ESTENOSEEQUINA NA ESTENOSE
COMPRESSÃO NA COLUNA LOMBAR /
LOMBO SACRA
PERDA PARCIAL / TOTAL DA FUNÇÃO
URINÁRIA, INTESTINAL;
ANESTESIA PERINEAL, DISFUNÇÃO
URINÁRIA E INTESTINAL E SEXUAL,URINÁRIA E INTESTINAL E SEXUAL,
PARALISIA DO ASSOALHO DA PEQUENA
PELVE;
CAUSA MAIS COMUM:
ESTENOSE DE CANAL C/ OU S/ HÉRNIA
EXTRUSA(CRÔNICA)
HÉRNIA DISCAL (AGUDA)
QUADRO CLÍNICO CLÁSSICO:QUADRO CLÍNICO CLÁSSICO:
ANESTESIA EM SELA NÁDEGAS, PERÍNEO,
ESCROTO, VULVA, PÊNIS;
RETENÇÃO URINÁRIA, CIATALGIA
CONTÍNUA;
ANESTESIA PLANTAR;
AUSÊNCIA REFLEXO ANAL E
BULBOCAVERNOSO;
HIPERREFLEXIA E PARESIA VARIADOS NOS
MMII.
DIAGNÓSTICO
RX : ALTERAÇÕES DEGENERATIVAS
RNM E MIELOGRAFIA, TC
AVALIAÇÃO UROLÓGICA (estudoAVALIAÇÃO UROLÓGICA (estudo
urodinâmico)
TRATAMENTO:TRATAMENTO:
CONSERVADOR:
AUSÊNCIA ALTERAÇÕES NEUROLÓGICAS;
REPOUSO E CONTROLE DE ATIVIDADES FÍSICAS;REPOUSO E CONTROLE DE ATIVIDADES FÍSICAS;
AINH E ANALGÉSICOS;
COLETE: OBESOS E COM ALTERAÇÕES
DEGENERATIVAS MÚLTIPLOS NÍVEIS.
CIRÚRGICO:CIRÚRGICO:
INDICAÇÕES:
DOR INTOLERÁVEL;
PERCURSO DE MARCHA;
ALTERAÇÕES ESFINCTERIANAS (SÍND.
EQUINA CRÔNICA).
DESCOMPRESSÃO:
CANAL CENTRAL
RECESSO LATERAL
FORAME DE CONJUGAÇÃO
LAMINOTOMIA MÚLTIPLA ATÉ
LAMINECTOMIA TOTAL (MAIS GRAVES);
RESSECÇÃO DA FACETA ARTICULAR E DO
DISCO SE NECESSÁRIO;
CIRURGIA MELHORA APENAS A
COMPRESSÃO NEURAL. NÃO MELHORA
LOMBALGIA (OSTEOARTROSE DE BASE).
ATENÇÃO
DOR DE COLUNA NA CRIANÇA
Fim!Fim!Fim!Fim!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Dor em Membros Superiores
Dor em Membros SuperioresDor em Membros Superiores
Dor em Membros Superiores
pauloalambert
 
15 -amplitude_de_movimento
15  -amplitude_de_movimento15  -amplitude_de_movimento
15 -amplitude_de_movimento
Johnny Martins
 
Crioterapia
CrioterapiaCrioterapia
Crioterapia
Hugo Pedrosa
 
Propedêutica em Fisioterapia - Semiologia e Anamnese
Propedêutica em Fisioterapia - Semiologia e AnamnesePropedêutica em Fisioterapia - Semiologia e Anamnese
Propedêutica em Fisioterapia - Semiologia e Anamnese
Nadjane Barros Costa
 
Tônus Muscular
Tônus MuscularTônus Muscular
Tônus Muscular
Fernando S. S. Barbosa
 
Avaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marcha
Avaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marchaAvaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marcha
Avaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marcha
Natha Fisioterapia
 
Tônus muscular
Tônus muscularTônus muscular
Tônus muscular
Psicomotricidade
 
Fraturas diafisarias femur - AC
Fraturas diafisarias femur -  ACFraturas diafisarias femur -  AC
Fraturas diafisarias femur - AC
André Cipriano
 
Aula sindrome impacto e lesão manguito rotador
Aula sindrome impacto e lesão manguito rotadorAula sindrome impacto e lesão manguito rotador
Aula sindrome impacto e lesão manguito rotador
Mauricio Fabiani
 
Lesões de pé e tornozelo
Lesões de pé e tornozeloLesões de pé e tornozelo
Lesões de pé e tornozelo
Ricardo Sartorato
 
Hernia de disco
Hernia de discoHernia de disco
Hernia de disco
adrianomedico
 
Testes especiais de coluna lombar e pelve em Fisioterapia
Testes especiais de coluna lombar e pelve em FisioterapiaTestes especiais de coluna lombar e pelve em Fisioterapia
Testes especiais de coluna lombar e pelve em Fisioterapia
Fisioterapeuta
 
Reabilitação cardíaca
Reabilitação cardíacaReabilitação cardíaca
Reabilitação cardíaca
Universidade Norte do Paraná
 
Princípios de osteossíntese 2016
Princípios de osteossíntese 2016Princípios de osteossíntese 2016
Princípios de osteossíntese 2016
Luis Filipe Senna, MD, MSc
 
Sensibilidade 14
Sensibilidade 14Sensibilidade 14
Sensibilidade 14
pauloalambert
 
Fisioterapia traumato ortopédica
Fisioterapia traumato ortopédica Fisioterapia traumato ortopédica
Fisioterapia traumato ortopédica
Brasil Telecom/OI
 
Princípios de Consolidação e Tratamento das Fraturas
Princípios de Consolidação e Tratamento das FraturasPrincípios de Consolidação e Tratamento das Fraturas
Princípios de Consolidação e Tratamento das Fraturas
Caio Gonçalves de Souza
 
Acidente vascular encefálico (ave) .
Acidente vascular encefálico (ave) . Acidente vascular encefálico (ave) .
Acidente vascular encefálico (ave) .
Dani Drp
 
Corrente interferencial
Corrente interferencial Corrente interferencial
Corrente interferencial
FUAD HAZIME
 
Avaliação da coluna lombar
Avaliação da coluna lombarAvaliação da coluna lombar
Avaliação da coluna lombar
Junio Alves
 

Mais procurados (20)

Dor em Membros Superiores
Dor em Membros SuperioresDor em Membros Superiores
Dor em Membros Superiores
 
15 -amplitude_de_movimento
15  -amplitude_de_movimento15  -amplitude_de_movimento
15 -amplitude_de_movimento
 
Crioterapia
CrioterapiaCrioterapia
Crioterapia
 
Propedêutica em Fisioterapia - Semiologia e Anamnese
Propedêutica em Fisioterapia - Semiologia e AnamnesePropedêutica em Fisioterapia - Semiologia e Anamnese
Propedêutica em Fisioterapia - Semiologia e Anamnese
 
Tônus Muscular
Tônus MuscularTônus Muscular
Tônus Muscular
 
Avaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marcha
Avaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marchaAvaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marcha
Avaliacao sensorial, funcao motora, coordenacao e marcha
 
Tônus muscular
Tônus muscularTônus muscular
Tônus muscular
 
Fraturas diafisarias femur - AC
Fraturas diafisarias femur -  ACFraturas diafisarias femur -  AC
Fraturas diafisarias femur - AC
 
Aula sindrome impacto e lesão manguito rotador
Aula sindrome impacto e lesão manguito rotadorAula sindrome impacto e lesão manguito rotador
Aula sindrome impacto e lesão manguito rotador
 
Lesões de pé e tornozelo
Lesões de pé e tornozeloLesões de pé e tornozelo
Lesões de pé e tornozelo
 
Hernia de disco
Hernia de discoHernia de disco
Hernia de disco
 
Testes especiais de coluna lombar e pelve em Fisioterapia
Testes especiais de coluna lombar e pelve em FisioterapiaTestes especiais de coluna lombar e pelve em Fisioterapia
Testes especiais de coluna lombar e pelve em Fisioterapia
 
Reabilitação cardíaca
Reabilitação cardíacaReabilitação cardíaca
Reabilitação cardíaca
 
Princípios de osteossíntese 2016
Princípios de osteossíntese 2016Princípios de osteossíntese 2016
Princípios de osteossíntese 2016
 
Sensibilidade 14
Sensibilidade 14Sensibilidade 14
Sensibilidade 14
 
Fisioterapia traumato ortopédica
Fisioterapia traumato ortopédica Fisioterapia traumato ortopédica
Fisioterapia traumato ortopédica
 
Princípios de Consolidação e Tratamento das Fraturas
Princípios de Consolidação e Tratamento das FraturasPrincípios de Consolidação e Tratamento das Fraturas
Princípios de Consolidação e Tratamento das Fraturas
 
Acidente vascular encefálico (ave) .
Acidente vascular encefálico (ave) . Acidente vascular encefálico (ave) .
Acidente vascular encefálico (ave) .
 
Corrente interferencial
Corrente interferencial Corrente interferencial
Corrente interferencial
 
Avaliação da coluna lombar
Avaliação da coluna lombarAvaliação da coluna lombar
Avaliação da coluna lombar
 

Semelhante a Hernia de disco 1

Insuficiência cardíaca
Insuficiência cardíacaInsuficiência cardíaca
Insuficiência cardíaca
dapab
 
Pé Diabético- Neuropatia
Pé Diabético- NeuropatiaPé Diabético- Neuropatia
Pé Diabético- Neuropatia
Brunno Rosique
 
Exame fisico cabeça e pescoço
Exame fisico cabeça e pescoçoExame fisico cabeça e pescoço
Exame fisico cabeça e pescoço
pauloalambert
 
Lúpus Eritematoso Sistêmico
Lúpus Eritematoso SistêmicoLúpus Eritematoso Sistêmico
Lúpus Eritematoso Sistêmico
Paulo Alambert
 
Diagnóstico por Imagem da Órbita - R3 Lucas Teodoro
Diagnóstico por Imagem da Órbita - R3 Lucas TeodoroDiagnóstico por Imagem da Órbita - R3 Lucas Teodoro
Diagnóstico por Imagem da Órbita - R3 Lucas Teodoro
Felipe Langer
 
Síndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura Conceitual
Síndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura ConceitualSíndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura Conceitual
Síndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura Conceitual
blogped1
 
Tumores malignos da pele
Tumores malignos da peleTumores malignos da pele
Tumores malignos da pele
Rogério Porto da Rocha
 
Tc órbita aula
Tc órbita aulaTc órbita aula
Tc órbita aula
Norberto Werle
 
Fenomeno de Raynaud & Esclerodermia
Fenomeno de Raynaud & EsclerodermiaFenomeno de Raynaud & Esclerodermia
Fenomeno de Raynaud & Esclerodermia
pauloalambert
 
Emergencias toracicas cmp
Emergencias toracicas cmpEmergencias toracicas cmp
Emergencias toracicas cmp
Conceição Matos Pernadas
 
DST-AIDS Prof. Robson
DST-AIDS Prof. RobsonDST-AIDS Prof. Robson
DST-AIDS Prof. Robson
Professor Robson
 
Aspectos patológicos da cicatrização
Aspectos patológicos da cicatrizaçãoAspectos patológicos da cicatrização
Aspectos patológicos da cicatrização
Rogério Porto da Rocha
 
evolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptx
evolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptxevolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptx
evolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptx
JooHenriqueCarvallho
 
EVOLUÇÃO-DE-ENFERMAGEM.pdf
EVOLUÇÃO-DE-ENFERMAGEM.pdfEVOLUÇÃO-DE-ENFERMAGEM.pdf
EVOLUÇÃO-DE-ENFERMAGEM.pdf
GustavoWallaceAlvesd
 
Sindromes Regionales
Sindromes RegionalesSindromes Regionales
Sindromes Regionales
elgrupo13
 
Coluna 2 ano 2012-atual
Coluna 2 ano   2012-atualColuna 2 ano   2012-atual
Coluna 2 ano 2012-atual
Maria Costa
 
Sindromes diarreicas
Sindromes diarreicasSindromes diarreicas
Sindromes diarreicas
Paulo Alambert
 
Sindromes diarreicas 2019
Sindromes diarreicas 2019 Sindromes diarreicas 2019
Sindromes diarreicas 2019
pauloalambert
 
Monitoria revisão radio
Monitoria revisão radioMonitoria revisão radio
Monitoria revisão radio
Norberto Werle
 
Retinopatia diabética.
Retinopatia diabética.Retinopatia diabética.
Retinopatia diabética.
phlordello
 

Semelhante a Hernia de disco 1 (20)

Insuficiência cardíaca
Insuficiência cardíacaInsuficiência cardíaca
Insuficiência cardíaca
 
Pé Diabético- Neuropatia
Pé Diabético- NeuropatiaPé Diabético- Neuropatia
Pé Diabético- Neuropatia
 
Exame fisico cabeça e pescoço
Exame fisico cabeça e pescoçoExame fisico cabeça e pescoço
Exame fisico cabeça e pescoço
 
Lúpus Eritematoso Sistêmico
Lúpus Eritematoso SistêmicoLúpus Eritematoso Sistêmico
Lúpus Eritematoso Sistêmico
 
Diagnóstico por Imagem da Órbita - R3 Lucas Teodoro
Diagnóstico por Imagem da Órbita - R3 Lucas TeodoroDiagnóstico por Imagem da Órbita - R3 Lucas Teodoro
Diagnóstico por Imagem da Órbita - R3 Lucas Teodoro
 
Síndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura Conceitual
Síndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura ConceitualSíndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura Conceitual
Síndromes Neurocutâneas : Revisão e Leitura Conceitual
 
Tumores malignos da pele
Tumores malignos da peleTumores malignos da pele
Tumores malignos da pele
 
Tc órbita aula
Tc órbita aulaTc órbita aula
Tc órbita aula
 
Fenomeno de Raynaud & Esclerodermia
Fenomeno de Raynaud & EsclerodermiaFenomeno de Raynaud & Esclerodermia
Fenomeno de Raynaud & Esclerodermia
 
Emergencias toracicas cmp
Emergencias toracicas cmpEmergencias toracicas cmp
Emergencias toracicas cmp
 
DST-AIDS Prof. Robson
DST-AIDS Prof. RobsonDST-AIDS Prof. Robson
DST-AIDS Prof. Robson
 
Aspectos patológicos da cicatrização
Aspectos patológicos da cicatrizaçãoAspectos patológicos da cicatrização
Aspectos patológicos da cicatrização
 
evolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptx
evolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptxevolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptx
evolucao-de-enfermagem-221126171525-cd3baac2.pptx
 
EVOLUÇÃO-DE-ENFERMAGEM.pdf
EVOLUÇÃO-DE-ENFERMAGEM.pdfEVOLUÇÃO-DE-ENFERMAGEM.pdf
EVOLUÇÃO-DE-ENFERMAGEM.pdf
 
Sindromes Regionales
Sindromes RegionalesSindromes Regionales
Sindromes Regionales
 
Coluna 2 ano 2012-atual
Coluna 2 ano   2012-atualColuna 2 ano   2012-atual
Coluna 2 ano 2012-atual
 
Sindromes diarreicas
Sindromes diarreicasSindromes diarreicas
Sindromes diarreicas
 
Sindromes diarreicas 2019
Sindromes diarreicas 2019 Sindromes diarreicas 2019
Sindromes diarreicas 2019
 
Monitoria revisão radio
Monitoria revisão radioMonitoria revisão radio
Monitoria revisão radio
 
Retinopatia diabética.
Retinopatia diabética.Retinopatia diabética.
Retinopatia diabética.
 

Mais de adrianomedico

Um processo de terapia para a gagueira
Um processo de terapia para a gagueiraUm processo de terapia para a gagueira
Um processo de terapia para a gagueira
adrianomedico
 
Um ensaio sobre a gagueira
Um ensaio sobre a gagueiraUm ensaio sobre a gagueira
Um ensaio sobre a gagueira
adrianomedico
 
Tratamento farmacológico da gagueira
Tratamento farmacológico da gagueiraTratamento farmacológico da gagueira
Tratamento farmacológico da gagueira
adrianomedico
 
Seu filho gagueja.
Seu filho gagueja.Seu filho gagueja.
Seu filho gagueja.
adrianomedico
 
Saiba mais sobre a gagueira infantil
Saiba mais sobre a gagueira infantilSaiba mais sobre a gagueira infantil
Saiba mais sobre a gagueira infantil
adrianomedico
 
Problemas na fala atrapalham carreira de reis e plebeus
Problemas na fala atrapalham carreira de reis e plebeusProblemas na fala atrapalham carreira de reis e plebeus
Problemas na fala atrapalham carreira de reis e plebeus
adrianomedico
 
Perfil de sujeitos gagos que participam de comunidades virtuais como apoio so...
Perfil de sujeitos gagos que participam de comunidades virtuais como apoio so...Perfil de sujeitos gagos que participam de comunidades virtuais como apoio so...
Perfil de sujeitos gagos que participam de comunidades virtuais como apoio so...
adrianomedico
 
Para quem a escola gagueja
Para quem a escola gaguejaPara quem a escola gagueja
Para quem a escola gagueja
adrianomedico
 
Genes da gagueira
Genes da gagueiraGenes da gagueira
Genes da gagueira
adrianomedico
 
Gagueira tem tratamento
Gagueira tem tratamentoGagueira tem tratamento
Gagueira tem tratamento
adrianomedico
 
Gagueira não tem graça, tem tratamento
Gagueira não tem graça, tem tratamentoGagueira não tem graça, tem tratamento
Gagueira não tem graça, tem tratamento
adrianomedico
 
Gagueira não é emocional
Gagueira não é emocionalGagueira não é emocional
Gagueira não é emocional
adrianomedico
 
Gagueira infantil
Gagueira infantilGagueira infantil
Gagueira infantil
adrianomedico
 
Gagueira e núcleos da base
Gagueira e núcleos da baseGagueira e núcleos da base
Gagueira e núcleos da base
adrianomedico
 
Gagueira e disfluência geral
Gagueira e disfluência   geralGagueira e disfluência   geral
Gagueira e disfluência geral
adrianomedico
 
Gagueira e dificuldade de aprendizagem
Gagueira e dificuldade de aprendizagemGagueira e dificuldade de aprendizagem
Gagueira e dificuldade de aprendizagem
adrianomedico
 
Gagueira estudo molecular dos genes g
Gagueira   estudo molecular dos genes gGagueira   estudo molecular dos genes g
Gagueira estudo molecular dos genes g
adrianomedico
 
Gagueira disfluência
Gagueira   disfluênciaGagueira   disfluência
Gagueira disfluênciaadrianomedico
 
Gagueira até onde é normal
Gagueira   até onde é normalGagueira   até onde é normal
Gagueira até onde é normal
adrianomedico
 
Gagueira a teoria na prática
Gagueira   a teoria na práticaGagueira   a teoria na prática
Gagueira a teoria na prática
adrianomedico
 

Mais de adrianomedico (20)

Um processo de terapia para a gagueira
Um processo de terapia para a gagueiraUm processo de terapia para a gagueira
Um processo de terapia para a gagueira
 
Um ensaio sobre a gagueira
Um ensaio sobre a gagueiraUm ensaio sobre a gagueira
Um ensaio sobre a gagueira
 
Tratamento farmacológico da gagueira
Tratamento farmacológico da gagueiraTratamento farmacológico da gagueira
Tratamento farmacológico da gagueira
 
Seu filho gagueja.
Seu filho gagueja.Seu filho gagueja.
Seu filho gagueja.
 
Saiba mais sobre a gagueira infantil
Saiba mais sobre a gagueira infantilSaiba mais sobre a gagueira infantil
Saiba mais sobre a gagueira infantil
 
Problemas na fala atrapalham carreira de reis e plebeus
Problemas na fala atrapalham carreira de reis e plebeusProblemas na fala atrapalham carreira de reis e plebeus
Problemas na fala atrapalham carreira de reis e plebeus
 
Perfil de sujeitos gagos que participam de comunidades virtuais como apoio so...
Perfil de sujeitos gagos que participam de comunidades virtuais como apoio so...Perfil de sujeitos gagos que participam de comunidades virtuais como apoio so...
Perfil de sujeitos gagos que participam de comunidades virtuais como apoio so...
 
Para quem a escola gagueja
Para quem a escola gaguejaPara quem a escola gagueja
Para quem a escola gagueja
 
Genes da gagueira
Genes da gagueiraGenes da gagueira
Genes da gagueira
 
Gagueira tem tratamento
Gagueira tem tratamentoGagueira tem tratamento
Gagueira tem tratamento
 
Gagueira não tem graça, tem tratamento
Gagueira não tem graça, tem tratamentoGagueira não tem graça, tem tratamento
Gagueira não tem graça, tem tratamento
 
Gagueira não é emocional
Gagueira não é emocionalGagueira não é emocional
Gagueira não é emocional
 
Gagueira infantil
Gagueira infantilGagueira infantil
Gagueira infantil
 
Gagueira e núcleos da base
Gagueira e núcleos da baseGagueira e núcleos da base
Gagueira e núcleos da base
 
Gagueira e disfluência geral
Gagueira e disfluência   geralGagueira e disfluência   geral
Gagueira e disfluência geral
 
Gagueira e dificuldade de aprendizagem
Gagueira e dificuldade de aprendizagemGagueira e dificuldade de aprendizagem
Gagueira e dificuldade de aprendizagem
 
Gagueira estudo molecular dos genes g
Gagueira   estudo molecular dos genes gGagueira   estudo molecular dos genes g
Gagueira estudo molecular dos genes g
 
Gagueira disfluência
Gagueira   disfluênciaGagueira   disfluência
Gagueira disfluência
 
Gagueira até onde é normal
Gagueira   até onde é normalGagueira   até onde é normal
Gagueira até onde é normal
 
Gagueira a teoria na prática
Gagueira   a teoria na práticaGagueira   a teoria na prática
Gagueira a teoria na prática
 

Hernia de disco 1