Jane Jacobs 
Teoria e História do Urbanismo III 
Mª Angélica Vidal e Pedro Paulo Ferreira 
2014.1
Breve biografia 
•NASCIMENTO: 4 de Maio de 1916 
•ONDE? Scranton, Pensilvânia/ EUA 
•FALECIMENTO:25 de Abril de 2006 
•LIVRO MAIS FAMOSO: “Morte e vida 
das grandes cidades” (1961) 
Autodidata,nuncaseformouemUrbanismo, Arquitetura,Jornalismoouemqualqueroutraárea,masinspiradacontraavisãomodernistadoconceitourbanistadaépoca,estudoueapresentousuasreflexõessobreodiaadiadosbairrosamericanos.
O pensamento 
Retirado do capítulo sobre Jane Jacobsdo livro 
“O urbanismo” de Françoise Choay
Atrair o pedestre (fator de segurança) 
1.Demarcação nítida entre público e privado 
2.Olhos para vigiar a rua 
3.As calçadas devem ser utilizadas praticamente sem interrupção
Atrativos 
1.Dão razões concretas para utilizar a calçada 
2.Atraem o tráfego para lugares que não possuem atrativos próprios (locais de passagem) 
3.Comerciantes e proprietários de pequenos negócios querem que seus clientes se sintam seguros 
4.Atividade dos que estão fazendo compras ou procurando um lugar para comer
O contato na rua 
“Osmoralistasobservam,hámuitotempo,queoscidadãosvagamporlugaresmaisativos,demoram-seembaresepastelariasetomamrefrescosnoscafés;estaconstataçãoosaflige.” 
•Sentimento de solidariedade 
•Sentimento de confiança 
•Personalidade coletiva
Proteção da vida privada 
•Diferenças entre grandes cidades e pequenas cidades 
•Relação das janelas com a rua
Parques e a delinquência juvenil 
•Concepção fantasiosa das necessidades das crianças: ruas das cidades são ambientes nefastos 
•Parques para “proteger as crianças” 
•Análise do NY Times de 1959: Jovens delinquentes praticam seus crimes essencialmente em áreas de jogos. 
•Em áreas de jogos a presença 
de adultos é escassa ou nula. 
Crianças precisam também de espaços 
não especializados para construir sua 
imagem do mundo.
O matriarcado dos conjuntos residenciais 
“Aoorganizaravidadosbairrosresidenciais,consideramapenasassupostasnecessidadesdedonasdecasaincrivelmenteociosasedecriançasemidadepré-escolar.” 
•Os projetos são excluem o homem da vida diurna. 
•Brincar em ruas movimentadas não ocorre no quadro do matriarcado. 
•Residências, locais de trabalho e de comércio devem intimamente integrados uns nos outros.
Parques e praças 
•Parques como destruidores do tecido urbano: 
o“Pra que fins reclamamos mais espaços livres?” 
oCriar parques em pontos de concentração máxima destroem a razão que levaram a sua criação. 
•Função e localização dos parques 
oPoder de sedução x Tédio e insegurança
Funções urbanas 
•O problema do “zoning” 
oCaso de Boston 1839 
•Os “Satélites” 
oAs cidade acabam absorvidas pela região metropolitana e perdem sua individualidade social, econômica e cultural. 
•As “Cidade-campo” 
oEsta concepção mata intelectualmente o urbanismo.
Funções urbanas 
•Conservar o automóvel 
oConsiste em não separar pedestre e veículos ao pensar nas questões ligadas à circulação. “A vida atrai a vida” 
•Ordem estética 
oA cidade não pode ser tratada como obra de arte 
•Plano e estrutura 
oA cidade é uma mistura de funções

Jane Jacobs - Visão Geral

  • 1.
    Jane Jacobs Teoriae História do Urbanismo III Mª Angélica Vidal e Pedro Paulo Ferreira 2014.1
  • 2.
    Breve biografia •NASCIMENTO:4 de Maio de 1916 •ONDE? Scranton, Pensilvânia/ EUA •FALECIMENTO:25 de Abril de 2006 •LIVRO MAIS FAMOSO: “Morte e vida das grandes cidades” (1961) Autodidata,nuncaseformouemUrbanismo, Arquitetura,Jornalismoouemqualqueroutraárea,masinspiradacontraavisãomodernistadoconceitourbanistadaépoca,estudoueapresentousuasreflexõessobreodiaadiadosbairrosamericanos.
  • 3.
    O pensamento Retiradodo capítulo sobre Jane Jacobsdo livro “O urbanismo” de Françoise Choay
  • 4.
    Atrair o pedestre(fator de segurança) 1.Demarcação nítida entre público e privado 2.Olhos para vigiar a rua 3.As calçadas devem ser utilizadas praticamente sem interrupção
  • 5.
    Atrativos 1.Dão razõesconcretas para utilizar a calçada 2.Atraem o tráfego para lugares que não possuem atrativos próprios (locais de passagem) 3.Comerciantes e proprietários de pequenos negócios querem que seus clientes se sintam seguros 4.Atividade dos que estão fazendo compras ou procurando um lugar para comer
  • 6.
    O contato narua “Osmoralistasobservam,hámuitotempo,queoscidadãosvagamporlugaresmaisativos,demoram-seembaresepastelariasetomamrefrescosnoscafés;estaconstataçãoosaflige.” •Sentimento de solidariedade •Sentimento de confiança •Personalidade coletiva
  • 7.
    Proteção da vidaprivada •Diferenças entre grandes cidades e pequenas cidades •Relação das janelas com a rua
  • 8.
    Parques e adelinquência juvenil •Concepção fantasiosa das necessidades das crianças: ruas das cidades são ambientes nefastos •Parques para “proteger as crianças” •Análise do NY Times de 1959: Jovens delinquentes praticam seus crimes essencialmente em áreas de jogos. •Em áreas de jogos a presença de adultos é escassa ou nula. Crianças precisam também de espaços não especializados para construir sua imagem do mundo.
  • 9.
    O matriarcado dosconjuntos residenciais “Aoorganizaravidadosbairrosresidenciais,consideramapenasassupostasnecessidadesdedonasdecasaincrivelmenteociosasedecriançasemidadepré-escolar.” •Os projetos são excluem o homem da vida diurna. •Brincar em ruas movimentadas não ocorre no quadro do matriarcado. •Residências, locais de trabalho e de comércio devem intimamente integrados uns nos outros.
  • 10.
    Parques e praças •Parques como destruidores do tecido urbano: o“Pra que fins reclamamos mais espaços livres?” oCriar parques em pontos de concentração máxima destroem a razão que levaram a sua criação. •Função e localização dos parques oPoder de sedução x Tédio e insegurança
  • 11.
    Funções urbanas •Oproblema do “zoning” oCaso de Boston 1839 •Os “Satélites” oAs cidade acabam absorvidas pela região metropolitana e perdem sua individualidade social, econômica e cultural. •As “Cidade-campo” oEsta concepção mata intelectualmente o urbanismo.
  • 12.
    Funções urbanas •Conservaro automóvel oConsiste em não separar pedestre e veículos ao pensar nas questões ligadas à circulação. “A vida atrai a vida” •Ordem estética oA cidade não pode ser tratada como obra de arte •Plano e estrutura oA cidade é uma mistura de funções