O documento aborda a crítica ao urbanismo de Le Corbusier, destacando a inadequação de seus projetos na realidade social e cultural de diversas cidades, incluindo Brasília. Ele explora as consequências das ideias corbusianas, como segregação social e falhas na funcionalidade urbana, e critica a construção de Brasília como uma apoteose burocrática, sem considerar os custos sociais. Por fim, o legado de Le Corbusier é visto como benéfico apenas para a classe média, enquanto os menos favorecidos são deixados de lado.