BELO HORIZONTE, 31 DE MAIO DE 2016 - ANO XXII - Nº 227
AS FORÇAS ARMADAS TÊM O DEVER SAGRADO DE IMPEDIR,
A QUALQUER CUSTO, A IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL.
Site: www.jornalinconfidencia.com.br
E-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br
EMBARAÇOS
IMPOSTOS
PÁGINA 9
RECUO TEMEROSO
PÁGINA 13
PERIGOSÀVISTA
PÁGINA 4
PÁGINA 5
DIA DA VITÓRIA 22º ANIVERSÁRIO DO
INCONFIDÊNCIA
O General Bini, o Engenheiro Marcos Renault e o Brigadeiro Ayupe na
solenidade da ANVFEB/BH PPPPPÁGINAÁGINAÁGINAÁGINAÁGINA 1717171717
A palestra em defesa do Brasil, realizada no Círculo Militar /BH
na noite de 24 de maio. PPPPPÁGINASÁGINASÁGINASÁGINASÁGINAS 30/3130/3130/3130/3130/31
GOVERNO, CULTURA
E CORRUPÇÃO
Quando esse larápio e
corruPTPTPTPTPTo será indiciado,
julgado, preso e restituirá o
que foi furtado?
OPERAÇÃO LAVA JATO
"Quando vejo este projeto que proíbe a colaboração de quem está preso
e também o projeto que visa restabelecer a exigência do trânsito em julgado para
execução de penas, fico me indagando se não estamos vendo alguns sinais de uma
tentativa de retorno ao status quo da impunidade dos poderosos."
Sergio Moro, Juiz Federal responsável pela Lava Jato
Diante das ações criminosas que começam a ser praticadas pelos chamados
movimentos sociais (MST, CUT, etc) com prejuízos marcantes e danosos para
os brasileiros que desejam apenas se deslocar para seus locai de trabalho e que
ferem o seu direito de ir e vir consagrado pela nossa Constituição, é de se perguntar
E AGORA? A sociedade vai continuar a aceitar passivamente, como até agora tem
acontecido, que tais práticas sejam realizadas à luz do dia sem que uma reação a
altura seja determinada e executada pelos entes Federais (Polícia Rodoviária,
Polícia Federal e até mesmo o Ministério Público) e Estaduais ( Policias Milita-
res), uma vez que tais interrupções agressivas de trânsito ferem manifestamente a
paz social e a ordem de tanto necessitamos para conviver e produzir? Provas mais
claras e evidentes impossível. A Democracia, que é alardeada a cada momento por
aqueles que a agridem, espera que seus princípios sejam preservados e mantidos,
para "o bem de todos e felicidade geral da Nação". (O Globo - 11/05)
Coronel Carlos de Souza Scheliga
QUOUSQUE TANDEM...?
NR: Para conhecimento e providências imediatas do Governo Federal.
8Nº 227 - Maio/2016 2
*MarcoAntonio
FelíciodaSilva
* A. C. Portinari
Greggio
*General de Brigada - Cientista Político, ex-Oficial de Ligação ao Comando e Armas
Combinadas do Exército Norte Americano, ex-Assessor do Gabinete do Ministro do Exército,
Analista de Inteligência - E-mail: marco.felicio@yahoo.com* Economista
No último artigo, di-
zíamos que a Direi-
ta encarna a Nação Bra-
sileira. Por que? Pela simples razão de que
a Esquerda tem, como objetivo estratégico,
a dissolução das nações. Quem se opõe à
Esquerda, portanto, defende a Nação. E
como a Nação não é apenas uma ideia, mas
se materializa na forma de pessoas, segue-
se que os que a defendem também a encar-
nam. A Direita ama a certeza, a ordem, a se-
gurança, a disciplina, a competência, a lim-
peza. Mas é dispersa, perplexa e confusa.
Não porque lhe falte inteligência. Sua deso-
rientação se deve ao fato de viver em ambi-
ente saturado de ideologia hostil, nas esco-
las, nas universidades, na política, na mídia,
nas artes, em todos os domínios de expres-
são e comunicação.
O que falta à Direita é uma coerente
doutrina científica que lhe permita enfren-
tar e vencer a guerra
cultural, a mais impor-
tante de todas as guer-
ras. Pois se a guerra
clássica é “ato de for-
ça para compelir o ini-
migo a fazer nossa von-
tade”, a guerra cultu-
ral é tão insidiosa que
pode resultar em que o
inimigo se aposse de
nossas mentes a pon-
to de substituir nossa vontade pela sua.
Não parece fantástica, essa possibili-
dade de transformar pessoas, governos e
nações em zumbis, a agir guiados por von-
tade alheia, convictos de que o fazem por
sua própria vontade? Nem tanto. Qualquer
psicólogo que tenha efetuado experimen-
tos com hipnotismo pode confirmar esse
fato com relação a indivíduos ou pequenos
grupos. O estranho fenômeno do efeito
pós-hipnótico, que tanto impressionava os
psiquiatras no final do século 19, demons-
tra sem dúvida quanto é possível manipular
a mente e até voltá-la contra os interesses
do indivíduo, sem que este se dê conta
disso. Pois bem: o que se pode fazer com
pessoas, pode-se fazer com nações intei-
ras. Provas? Poderíamos citar tantos exem-
plos dos últimos cem anos que, no fim das
contas, concluiríamos que as guerras em
defesa de legítimos interesses nacionais
foram exceção na História recente; e quase
todas essas exceções foram guerras per-
didas pelas nações vencidas. Não é de
espantar porque foi justamente nesse
mesmo período – os últimos cem anos –
que surgiram os meios de comunicações
e de propaganda de massas, os quais
permitiram essa anomalia, nunca antes
verificada na história da Humanidade. Foi
graças a esses instrumentos de domina-
ção psicossocial que se constituiu a não-
tão-misteriosa oligarquia apátrida que
EM POLÍTICA, IDENTIFICAR
O INIMIGO É TUDO
A guerra cultural está aí,
e não é apenas questão de cultura.
vem controlando o Ocidente desde o co-
meço do século 20.
Vivemos, portanto, numa era em que
os reais interesses dos povos e das nações
são sistematicamente antagonizados pela
oligarquia apátrida. Raciocinemos. Qual o
principal interesse dum povo e duma na-
ção? A mais óbvia resposta é: existir e pros-
perar. Qual o principal objetivo da oligar-
quia apátrida? Convencer os povos a abrir
mão de sua identidade nacional – ou seja, a
suicidar-se como povos – e a aceitar a li-
quidação de suas nações, mediante a disso-
lução das fronteiras e a gradativa “integra-
ção” em entidades supranacionais, até a fi-
nal instituição duma só comunidade global.
Prestem atenção: essa é exatamente a pro-
paganda que se faz por todos os meios ao
nosso redor. É a guerra cultural contra
nós, feita na nossa cara, e aceita por muitos
de nós como coisa nossa!
Pense bem, caro
leitor. A mera existência
dessa oligarquia não se-
ria problema em si, se ela
emanasse dos povos e
se identificasse com as
respectivas nações. Afi-
nal, o mundo sempre foi
dominado por minorias.
Nada de mais. O proble-
ma é que a nova oligar-
quia não se identifica
com as nações e povos dominados (pois é
apátrida). É uma elite hostil, inimiga, cuja
existência exige a liquidação dos povos e
nações dominados. Embora use os direitos
humanos da ONU e apregoe a “democra-
cia” e o “Estado de Direito”, a elite hostil
desconfia dos povos – especialmente do
povão de cada país, a camada mais refratária
à sua propaganda. Ela participa da política,
adora eleições livres, mas não difunde sua
agenda estratégica, a qual só se faz conhe-
cida quando imposta na prática, sem aviso
prévio, de cima para baixo: aborto, homos-
sexualismo, pedofilia, invasão imigratória,
depravação de costumes, incivilidade, de-
zenas de programas destinados a dissolver
as famílias e todas as demais instituições
sociais que alicerçam as nações A guerra
cultural, portanto, não consiste apenas em
disputa sobre modos de pensar ou ideolo-
gias. É questão de vida ou morte.
Repetindo o que dissemos no artigo
anterior. A oligarquia internacional é real
e visível, seus agentes são familiares. A
maioria age de boa-fé, achando que presta
serviços à Humanidade. Sua agenda não é
anunciada, mas nem por isso é secreta: re-
sume-se na liquidação das nações por den-
tro e pelas bases, sem que as vítimas reajam
ou sequer percebam o processo.
Resta saber porque existe, como se
organiza e como atua. Fica para o próximo
INCONFIDÊNCIA.
REFUNDAR AS INSTITUIÇÕES
E O ESTADO DE DIREITO
Contribuir para a defesa da Democracia e da liberdade,
traduzindo um País com projeção de poder e soberano,
deve ser o nosso NORTE!
Asaída da Dilma pelo impeachment, legal
mente, como já reconhecem inúmeros ou-
trospaíses,quemovemaçõesjudiciaisemdefesa
de seus respectivos investidores, que se consi-
deram lesados por crimes de corrupção, levou à
Presidência da República (PR), Michel Temer,
do PMDB, sem o devido apoio popular, com a
manchadealiadodoPT,desdeoprimeirogover-
no Lula (este, ladrão conhecido desde a déca-
da de 80, mentor do desvio de dinheiro do FAT
para enriquecimento ilícito e financiamento de
campanha). Temer, co-responsável pela situa-
çãovigenteemquatromandatos,formouMinis-
térioinexpressivo,usandoamesmametodologia
antiga, privilegiando os interesses de grupos e
individuais, sobrepondo-os aos interesses atu-
ais e nacionais. Seus ministros, como num cas-
telo de cartas, caem, paulatinamente, com as
acusaçõesdecorrupçãoadvindas
da Lava-Jato, mostrando uma es-
colha desastrada. A Nação conti-
nua dividida. Os poderes consti-
tucionais,comalgunspontosfora
da curva, estão desmoralizados,
nãoharmônicos,comcorruptose/
ou ineptos, ou, ainda, petistas, no
comando. Os petistas, que não
querem perder as benesses go-
vernamentais, propagandeiam o
chamado golpe, mundo afora,
denegrindo a imagem do País, mostrando uma
falsa ilegalidade do impeachment. A presi-
dente impedida, legalmente por crime de res-
ponsabilidade e pelo conjunto da obra que
levou o Pais ao descalabro econômico, social,
político e ético, mantém seu séqüito de con-
selheiros e de mordomias. A Constituição se
mostra inadequada ao tipo de governo e con-
tinua sendo ferida a cada passo. E as ilegali-
dades, aqui e ali, continuam. Medidas imedi-
atas para sanar problemas existentes não são
tomadas.
Será que a maioria da população, eno-
jada com o que sofre e assiste revoltada, gos-
tariadesimilarcontinuidade,baseadapretensa
e cinicamente, fruto de interesses pessoais e
partidários, em falso idealismo político e na
preservação de uma Constituição que privi-
legia direitos e não deveres, com o mesmo tipo
de “moscas”? Não será o caminho paulatino
para uma convulsão social? Os últimos diálo-
gos mostrados na Imprensa e delações mos-
tram o descalabro que vivemos todos esses
anos e que, ainda, os temos vigindo. Tal con-
tinuidade é inócua para o País, pois sem as
reformas estruturais profundas de que necessi-
tamos em todas as áreas, tendo em vista, tam-
bém,impulsionarumamudançadementalidade
da população. Há que ter decisão e vontade
políticascommedidasamargas,doaaquemdoer.
Oprocessohistóricoesócio-cultural,pe-
lo qual passou o Brasil, trouxe traços que bem
caracterizam o comportamento da sociedade e
das elites brasileiras ao longo de nossa História.
Autoritarismo, paternalismo, patrimo-
nialismo e cartorialismo
permeiam, na sociedade
brasileira, desde a sua formação, as elites do-
minantes. Estas, jamais diferenciaram a coisa
pública da privada. Fisiologismo e cliente-
lismo, são praticados com desenvoltura pela
classe política, que continua confundindo o
privado com o público para a consecução de
interesses individuais ou de grupos. Exemplo
gritante é o do PT que, com políticas assisten-
cialistas, visou o enriquecimento ilícito e a
manutenção do poder, principalmente com os
currais eleitorais, que chama de inclusão so-
cial, esta já em desmonte com a falta de re-
cursos, alta inflação, ruína de demais projetos
assistencialistas e desemprego elevado.
A crise ética e cívica está na base da crise
einstabilidadesócio-política,alimentandoaper-
manência e o incremento da di-
cotomia social. Esta contribui, di-
reta ou indiretamente, para impli-
cações negativas tais como cor-
rupção generalizada, miséria, cri-
me organizado, tráfico de drogas,
contrabandodearmas,lavagemde
dinheiro e violência, em formas e
grausvariados.Acrisedecivismo,
entre outras coisas, contribui para
a desnacionalização da nossa cul-
turaeparaoarrefecimentodosen-
timentopatriótico,colocandoemperigoasobe-
rania e a unidade nacionais.
Um refundar do País. Essa é a realidade
política com que nos defrontamos. Repito pa-
ra melhor enfatizar : Somente as FFAA, que
participaram e contribuiram para as maiores
inflexões da nossa História, responsáveis pelo
início da formação da nossa nacionalidade em
Guararapes, pela nossa integração como Na-
ção, pela consolidação da nossa grandeza
territorial, pela manutenção da paz e da liber-
dade da Nação em momentos críticos, sempre
respondendo às aspirações do povo brasilei-
ro, seriam capazes de, após a necessária e
urgente saída de Dilma, pois a Nação não su-
porta mais sangrar, saindo de sua posição de
simples observação, de empossar uma junta
civil de notáveis para que, afastados todos os
atuais políticos, uma Assembléia Constituin-
te, devidamente convocada, elaboraria nova
Constituição, privilegiando as reformas ne-
cessárias, seguida, tão logo pronta e apro-
vada, de eleições gerais, sob novos parâme-
tros, possibilitando o surgimento de um novo
Brasil.
O País foi governado, nestas 3 ultimas
décadas,peloPSDBepeloPT,ambosacolitados
pelafamigeradacolchaderetalhosqueéoPMDB.
São estes os principais partidos responsáveis,
atuais e diretos, pela situação em que hoje nos
encontramos. O fizeram, cinicamente, em no-
me do aperfeiçoamento da Democracia,crimi-
nosamente com total impunidade, traduzindo
sofrimento e traição à Nação, décadas perdidas
e atraso irrecuperável para o País.
Os petistas, que não
querem perder as
benesses
governamentais,
propagandeiam o
chamado golpe, mundo
afora, denegrindo a
imagem do País,
mostrando uma falsa
ilegalidade do
impeachment.
2
Nº 227 - Maio/2016 3
Para nós, brasileiros, maio é conside-
rado o mês das grandes celebrações.
É chamado de mês de Maria (dia 13, Nos-
sa Senhora de Fátima), das noivas e
nele está inserido o Dia das Mães. São
também festejados e relembrados o Dia
do Trabalho a 1º de maio, o Dia da Vi-
tória, a 8, sendo comemorado nesta da-
ta o término da II Guerra Mundial, no dia
13 a Abolição da Escravatura (Lei Áu-
rea/1888), a 24, a Batalha de Tuiuti e
também, a 26, a criação do Grupo In-
confidência, em 1994.
E ainda outras datas, não menos
importantes para os militares – os dias
das Comunicações, da Infantaria, da Ca-
valaria e do Serviço de Saúde, quando
são relembrados e cultuados os seus pa-
tronos, nossos heróis – Marechal Ron-
don, o Brigadeiro Sampaio, o legendário
General Osório e o General Severiano
Ribeiro.
E agora, mais uma data histórica –
a aprovação do “impeachment” da presi-
dente Dilma Rousseff, pedido inicialmen-
te admitido pela Câmara dos Deputados
e já confirmado pelo Senado, para a feli-
cidade da Pátria Brasileira.
A 26 de Maio, o Grupo e o Jornal
Inconfidência completaram 22 anos de
fundação e de presença no cenário naci-
onal, em defesa da verdadeira democra-
cia, da nossa soberania, da sociedade bra-
sileira e particularmente, da nossa Insti-
tuição e da família militar, há mais de 13
anos ultrajadas pelos governos e dirigen-
tes políticos corruPTos, responsáveis
pela criação do Foro de São Paulo/Unasul,
entidades que contribuíram para o cená-
rio patético que hoje contamina o dia a
dia, a paz social do povo brasileiro e a
convivência pacífica no âmbito da Amé-
rica Latina.
Neste período nosso Jornal tem man-
tido uma posição intransigente, sem tré-
O MÊS DE MAIO
guas, contra a corrupção reinante em to-
das as esferas federal, estaduais e muni-
cipais, a impunidade, a marxização da Edu-
cação e da História do Brasil, o aparelha-
mento com incompetentes em importan-
tes cargos/funções governamentais, le-
vando ao país a desorganização social e
econômica, como muito bem está sendo
comprovado nos dias atuais, causando
descrédito no exterior e grande tristeza e
sofrimento ao povo brasileiro.
Temos a convicção de que ao de-
fender veementemente nossas Forças
Armadas, a Soberania Nacional, o Pa-
triotismo, os valores éticos e morais, ex-
pressamos a opinião e os anseios da Fa-
mília Militar, assim com também da so-
ciedade brasileira, que conosco comun-
ga dos mesmos ideais e objetivos, para
que sejam recuperados o mesmo nível
de crescimento e desenvolvimento, alcan-
çados durante o profícuo regime militar
(1964/1985).
Finalizando, lembramos que as For-
ças Armadas, em particular o Exército, é
a instituição de maior credibilidade e con-
fiabilidade no país — haja vista os pedi-
dos espontâneos de “Intervenção Mili-
tar já”— sendo a única e última barreira
que até agora tem impedido a implanta-
ção do comunismo no Brasil, como já acon-
teceu anteriormente em 1935 na Intentona,
em 1964 na Contra Revolução e no início
dos anos 70 quando do trágico surgi-
mento das guerrilhas urbanas e rurais
que tanto mal causaram em nosso país.
Não há como nos contestarem ! E mes-
mo sofrendo o fogo amigo, a luta conti-
nuará, inclusive contando há já algum
tempo com a contribuição exemplar e de-
cisiva do Juiz Sergio Moro, dos Procu-
radores do Ministério Público Federal
e dos Delegados e Agentes da Polícia
Federal que o auxiliam no Juizado de Cu-
ritiba. Assim seja!
FUNDADORES: Brigadeiro Mário Lott Guimarães, Juiz Wilson Veado, enge-
nheiros Randolfo Diniz Filho e Geraldo Dirceu Oliveira, Coronéis Manoel Magno
Lisbôa, Antônio Fernandes Silva, Ewerton da Paixão Curado Fleury, Carlos
Claudio Miguez Suarez; Capitão de Fragata Antônio Tenuta Filho e Major Paulo
Viana Clementino
Ata de fundação, aprovação de estatuto
e posse da Primeira Diretoria do
"Grupo Inconfidência"
22 ANOS
1º MANIFESTO DO GRUPO INCONFIDÊNCIA
QUOUSQUE TANDEM...? ATÉ QUANDO...?
Primeira charge publicada pelo Inconfidência em maio de 1994.
Um verdadeiro gênio o seu autor, Oldack Esteves, pois embora criada
há 22 anos, está mais atual do que nunca !
Oldack Esteves
3
8Nº 227 - Maio/2016 4
* Maria Lucia
Victor Barbosa
* Socióloga e articulista.
mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.blogspot.com.br
* Ipojuca
Pontes
* Cineasta, escritor,
ex-Secretário de Cultura e Jornalista
Dilma Rousseff finalmente foi colocada
em desterro por trâmites legais e ins-
titucionais dos Poderes da República. Além
de andar de bicicleta, para quem sabe espai-
recer com relação a outras pedaladas, pare-
ce não ter noção da situação em que ora vi-
ve. Aliás, essa senhora nunca teve ideias cla-
ras sobre a realidade e demonstrou reitera-
damente confusão mental quando proferia
discursos desconexos.
Agora repete como um mantra: "é gol-
pe, é golpe, é golpe", no que é seguida, por
enquanto, por remunerados malandros
ou incautos dos chamados movimentos so-
ciais. Estes e o PT nunca
gostaram dela, mas cer-
tamente obedecem ao
chefão Lula no momen-
to não mais tão podero-
so.
Em todo caso, co-
mo um Nero petista Lula
disse ser o único capaz
de pôr fogo no Brasil ou,
talvez, em pneus para
atrapalhar o trânsito nas
cidades. Entre outras
bravatas ele também já
se considerou um Na-
poleão vermelho capaz
de convocar o exército de Stédile, em que
pese o fato de que não foi sequer atendido
por muitos deputados quando, aboletado
em um hotel de luxo em Brasília lhes orde-
nou que votassem contra a inadmissibili-
dade do impeachment. Até o Tiririca pas-
sou Lula para trás.
Saindo de sua insignificância para o
cargo mais alto da República não por mérito
ou competência, mas alçada por um homem
esperto que fez dela sua marionete, Rousseff
mergulhou nos perigosos delírios do poder
e pensou que mandava. Mandar, dizem que
mandava de modo truculento nos auxiliares
que a serviam no palácio. Nos ministros
aplicava o mesmo método raivoso, porém
nunca se soube se era de fato obedecida. É
que acima dela estava Lula da Silva e ao seu
redor o PT, dando as coordenadas e impe-
dindo ações que desagradassem ao parti-
do. Só para dar um exemplo lembremos o ex-
ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que
não conseguiu desempenhar seu trabalho.
Em outros tempos, poderoso, inim-
putável, surfando no politicamente corre-
to e seguindo o plano de permanência no
poder do PT, Lula fez de Dilma Rousseff
sua criatura política. Logrou elegê-la co-
mo presidente da República e fez mais, con-
seguiu reelegê-la. O resultado já se sabe
foi um descalabro total. Homem e mulher
arrastam o país à ruína.
MULHER E POLÍTICA
um assunto irrelevante
Dilma Rousseff finalmente foi colocada em
desterro por trâmites legais e institucionais
dos Poderes da República.
Como nenhum governo resiste quan-
do a economia vai mal, Rousseff foi afastada
por 180 dias de forma legal e com o apoio de
70% da população. Período que bem podia
ser abreviado para se chegar ao desfecho.
Afinal, ela demostrou ser totalmente inepta
para ocupar cargo tão relevante e, sem dú-
vida, cargos mais simples.
Ainda sem entender completamente
sua condição, Rousseff, já defenestrada,
chamou jornalistas estrangeiros ao Palácio
da Alvorada e entre acusações ao presiden-
te Temer soltou sua crítica de cunho femi-
nista, no que foi copiada por petistas e se
alastrou pela mídia.
"Lamento que, de-
pois de muito tempo, não
haja mulheres e negros no
ministério, o que é funda-
mental se você quer cons-
truir um país inclusivo, não
só do ponto de vista soci-
al, mas cultural e dos direi-
tos humanos".
O que Rousseff, uma
"mulher sapiens", ignora é
que não existem qualida-
des intrínsecas femininas
ou masculinas, em negros
ou brancos, em homos-
sexuais ou heterossexuais para exercer a
política. A competência para exercer um
cargo público, a ética, a visão de bem co-
mum nada tem a ver com sexo e cor. Nesse
sentido disse a grande governante Indira
Gandhi: "Não me considero uma mulher
fazendo política, mas uma pessoa exer-
cendo um ofício".
Portanto, Rousseff, anos-luz distan-
te de Margaret Thatcher, levantou uma ques-
tão tão irrelevante quanto ela mesma e suas
ministras que não chegaram a dizer a que
vieram.
O presidente Temer depois da polêmi-
ca nomeou Maria Silvia Bastos Marques
presidente do Banco Nacional de Desenvol-
vimento Econômico e Social (BNDES). Fa-
çamos votos que ela tenha êxito, não por ser
mulher, mas por sua competência.
Lula nunca desceu do palanque, fez
politicagem, ensinou a criatura a mentir e
deu no que deu. Temer está se baseando na
realidade, acabou de entrar e é necessário se
dar a ele um tempo. Para uma oposição feroz
e inconsequente já existe o inconformado
PT.Afinal,milagreTemernãopodefazerde-
pois do homem, Lula da Silva, e da mulher,
Dilma Rousseff, terem destroçado o Brasil.
Ou alguém quer que ela volte?
Importante
1 Lula fez de Dilma
Rousseff sua criatura
política. Logrou elegê-la
como presidente da
República e fez mais,
conseguiu reelegê-la.
2 Ambos arrastaram o
país à ruína.
3 Lula nunca desceu do
palanque, fez politicagem,
ensinou a criatura a mentir
e deu no que deu.
Oindefinido Michel Temer retrocedeu e
reinstalou oficialmente o Ministério da
Cultura. Lá, para geri-lo, colocou um barbu-
dinho, cria de Eduardo Paes - este, um po-
lítico profissional de segunda categoria que
o Rio de Janeiro aprendeu a desprezar. Acua-
do pela gang de sempre, o presidente inte-
rino verificou que “a cultura era um setor
fundamental para o país”. Pobre interino! A
figura lembra aquela virgem permissiva que
deixou entrar a cabecinha e depois... Bem,
depois o temerário foi correr atrás do Mei-
relles para pedir a “liberação de mais grana
para a rapaziada”.
Temer é um sujeito fraco que labora
na linha da social-demo-
cracia. Muitos desconfi-
am que ele não atentou
para o fato de que a parte
mais ruinosa da chamada
“classe artística” apenas
repassa a cantilena lulo-
petista orquestrada nos
desvãos do mafioso Ins-
tituto Lula. (Sem esque-
cer, por sua vez, que a ter-
rorista Dilma - envolvida
no milionário assalto ao
cofre de Ademar de Barros e partícipe ativa
no assassinato do soldado Mário Koesel Fi-
lho, em junho de 1968 – rege furiosa, a partir
das salas do Alvorada, o coro histérico da
militância bolivariana que, neste preciso
instante, ocupando ad infinitum o Palácio
Gustavo Capanema, no Rio, vocifera unís-
sono o “Fora Temer!
De fato, essa gente encara o inse-
guro Temer como mero “golpista”. Para
eles, a recriação do “cabide” Ministério
da Cultura, imposta no grito, soergue um
trampolim político-ideológico para o retor-
no do cangaceiro Lula e seus cabras da pes-
te (mais ou menos estropiados pela Ope-
ração Lava-Jato).
De minha parte, considero que a volta
do MinC, para usufruto da corporação pa-
rasitária, não passa de um ato de alta traição
do governo Temer para com 80% da popu-
lação brasileira, a mesma que, indignada,
tomou as ruas contra a corrupção, a safadeza
institucional, a vagabundagem bem remune-
rada e o paquidérmico Estado socialista fo-
mentado pela quadrilha petista reunida, ain-
da agora, em torno de jantares supimpas na
toca palaciana de Dilma Rousseff.
O Ministério da Cultura foi tramado
por Zé Sarney, impostor literário que che-
gou ao poder por um golpe de sorte e fez de
Brasília uma imensa casa de tavolagem, ao
ponto do próprio Lula (um especialista) , em
discurso, apontá-lo como “ladrão descara-
do”. Como já escrevi, o MinC representa no
Brasil oficial a manutenção da mais agressi-
va forma de aparelhamento do Estado para
usufruto de uma casta privilegiada de “se-
ñoritos” que se diz à procura de uma contro-
GOVERNO, CULTURA
E CORRUPÇÃO
MinC (Ministério da
Incultura) só funcionou, na
prática, como vertiginoso
mensalão para cooptar
medalhões e medalhinhas da
área e manter a peso de ouro
uma burocracia perdulária
que saqueou o bolso da
sociedade e do miserável povo
brasileiro. Um horror!
Acuado pela gang de sempre, o presidente interino verificou
que “a cultura era um setor fundamental para o país”.
Pobre interino!
versa “identidade nacional” cacarejada em
torno do chamado “multiculturalismo”, mis-
tificação marxista para acirrar a luta de clas-
ses. Ele significa, num governo que preten-
de salvar o Brasil, o AVANÇO DO RETRO-
CESSO. No histórico, depois de décadas de
existência, o monstrengo não criou merca-
do nem fez, como era alardeado, a inclusão
social da massa espoliada. A alta cultura
dançou - e ninguém ganhou Oscar ou Nobel.
Tudo ficou no âmbito da mendacidade e da
(cara) propaganda enganosa!
Sem considerar juros nem correção
monetária, o MinC jogou pelo ralo, nos úl-
timos anos, mais de um trilhão de reais! No
seu rastro, só se expan-
diu uma pesada burocra-
cia militante em conluio
com a casta uma nociva
empenhada em usurpar a
grana do contribuinte
para a consecução de pro-
jetos inexpressivos, mui-
tos vergonhosos e/ou
politicamente ideologi-
zados. Afogado em dis-
pendiosos programas de
pura marquetagem, o
MinC (Ministério da Incultura) só funcio-
nou, na prática, como vertiginoso mensa-
lão para cooptar medalhões e medalhi-
nhas da área e manter a peso de ouro uma
burocracia perdulária que saqueou o bol-
so da sociedade e do miserável povo bra-
sileiro. Um horror!
(Cultura, vale dizer, não tem nada a
ver com órgão de governo e suas patra-
nhas. Ela deve ser entendida como a tradi-
ção de normas de condutas aprendidas
e que nunca foram “construídas” – o que
nos remete à questão de que a evolução
cultural não é só fruto da criação cons-
ciente da razão. Mas como explicar isso
a essa gente viciada em mamar nas te-
tas da nação?
Há um temor generalizado de que o
governo Temer fracasse. Meirelles, o minis-
tro da Fazenda que serviu ao Lula, acena com
novos impostos. O intragável Zé Serra,
formado na UNE comunista e mentor da
clandestina Ação Popular (AP), responsá-
vel por ataques terroristas, informa que no
Itamarati vai “aprofundar laços diplomá-
ticos com a China e a África”. E muito pior:
com 300 mil petistas terceirizados nas
estatais e 107 mil militantes ocupando car-
gos comissionados, o governo fala em cor-
tar apenas 4 mil parasitas das bocas minis-
teriais!
Como diria o sifilítico Lênin:
Que fazer?
Vamos todos voltar às ruas, pois o go-
verno Temer, alicerçando o retorno do PT,
parece sucumbir ao peido da gata!
4
Nº 227 - Maio/2016 5
* É jornalista independente, estudiosa do Foro de São Paulo e do regime castro-comunista e
de seus avanços na América Latina, especialmente em Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil.
É articulista, revisora e tradutora do Mídia Sem Máscara e proprietária do blog Notalatina.
*Graça Salgueiro
*Aristóteles
Drummond
* Jornalista - Vice- Presidente da ACM/RJ
aristotelesdrummond@mls.com.br -
www.aristotelesdrummond.com.br
Preocupante a quan-
tidade de desacertos
nestes primeiros 15 dias
de governo. O senador Romero Jucá vem
sendo falado há muito tempo, neste e em
casos passados. Deveria ter percebido
que o melhor para ele seria uma posição
forte no Congresso. E o presidente, mais
cuidado em nomear implicados nas ope-
rações em curso.
Políticos em geral não perceberam o
que a sociedade exige neste momento e
ignorar esta aspiração corremos o risco de
cairmos numa aventura radical. O gover-
no, inclusive, não tem agido com a ener-
gia necessária para conter as manifesta-
ções de rua que tumultuam a vida das ci-
dades. São demonstrações de fraqueza que
tendem a estimular a escalada radical.
PERIGOS À VISTA
É o caso de se pensar, enquanto é
tempo, na proposta do deputado Julio Lo-
pes (PP-RJ) no sentido de um governo
apartidário, de grandes e no-
vosnomes,commedidas for-
tes e emergenciais na área
econômica. Os políticos pre-
cisam entender a gravidade
da situação em termos eco-
nômicos, sociais e, por fim, institucionais.
Com os quadros existentes, será um
suceder de gravações, depoimentos, de-
núncias sem fim. E, no final, os radicais
desestabilizadores, todos de uma esquer-
da arcaica e radical. É preciso um mínimo
de sensibilidade para perceber que os ris-
cos são verdadeiramente imensos.
Tem gente que levianamente aven-
ta a possibilidade de, no último minuto da
instalação da baderna, os militares co-
locarem as coisas em ordem como fize-
ram mais de uma vez no passado. Ledo
engano, eles estão jus-
tamente ressentidos
com os setores da po-
pulação – empresá-
rios, ruralistas, pro-
fissionais liberais –
do lado liberal-conservador que se omi-
tiram nas campanhas que tentaram de-
molir o prestígio dos militares junto à po-
pulação.
A opinião publicada é contra os mi-
litares, mas se percebe que a pública é a
favor. Mas eles não vão sair da postura
discreta e distante. Inclusive por nunca te-
rem visto as elites empresariais aconse-
lhar os governos da inconveniência de
ministros comunistas na pasta da Defe-
sa. Celso Amorim, Aldo Rabelo e agora
Jungmann são nomes respeitados, mas
com passado comunista. E outros de es-
querda, como foi o caso do embaixador
Viegas. Nada contra estes senhores, mas
é claro que corremos um risco e tanto de
mudança nos currículos das escolas mili-
tares.Oque,aliás,oPTdeixouclaronanota
da semana passada. Os militares souberam
resistir no essencial.
Vamos ter pela frente semanas agi-
tadas. A melhor opção ainda é fortalecer
e tentar influir positivamente no presiden-
te Temer, que é democrata e acredita na
economia de mercado.
Não gosto do José Serra nem do PSDB
desde sempre, e nunca escondi isso.
Entretanto, suas atitudes à frente do Minis-
tério de Relações Exteriores, logo após a
posse, têm-me agradado bastante e não pos-
so deixar de reconhecê-lo.
Durante os 13 anos de governos do
PT o nosso Itamaraty funcionou com a mes-
ma política do compadrio tosco, de aju-
dar a “cumpanherada” em detrimento dos
interesses nacionais, criando embaixadas e
consulados em republiquetas falidas de no-
tórios ditadores, como estabeleceu o Foro
de São Paulo (FSP).
Desde que o processo de impeach-
ment da presidente petista começou, os
países-membros e organizações pertencen-
tes ao Foro vêm se manifestando com a
cantilena de que “é golpe”, mas cinco em
particular, sobretudo porque acusam o Bra-
sil daquilo em que são mestres, mereceram
notas do novo chanceler: Cuba, Venezuela,
Nicarágua, Equador e Bolívia. Nenhum des-
ses países é regido por uma democracia,
respeita a liberdade e os direitos individuais
da pessoa humana, bem ao contrário, pois
Cuba instalou uma ditadura sangrenta atra-
vés de um golpe, a Venezuela sofreu vários
golpes com o falecido Hugo Chávez (o pri-
meiro, falido, em 1992) e agora com Nicolás
Maduro, o mais afoito de todos, através de
sucessivos golpes violando a Constituição
e as leis do Tribunal Superior Eleitoral. Isso
sem falar dos golpes por fraude eleitoral que
praticaram Daniel Ortega da Nicarágua,
ANOVAPOLÍTICAEXTERNABRASILEIRAEM
DESCOMPASSO COM O FORO DE SÃO PAULO
Rafael Correa do Equador e Evo Morales na
Bolívia.
E como sucursal do FSP, a UNASUL,
através de seu presidente pró tempore Er-
nesto Samper, que também tem rabo de
palha, resolveu repetir o que já haviam dito
de Honduras e Paraguai, desrespeitando as
Constituições desses países incluindo o Bra-
sil, Serra escreveu uma
nota oficial curta, firme
e elegante, colocando-
os em seus devidos lu-
gares.
O FSP, através do
PT, emitiu uma nota ri-
dícula três dias depois
condenando as notas
do Itamaraty, onde ter-
mina com uma contradi-
ção grotesca: “Reitera-
mos a defesa da políti-
ca externa brasileira
altiva e ativa, sobera-
na, impulsionadora da
integração latino-americana e caribenha
e de respeito às decisões soberanas dos po-
vos”. Se de fato eles defendem as “decisões
soberanas dos povos” deveriam respeitar a
decisão das votações do Congresso que op-
tou pelo afastamento da inquilina do Planal-
to, afinal, eles falam “em nome do povo” que
os elegeu para representá-los!
Outra medida que Serra deseja imple-
mentar é o fechamento de consulados e re-
presentações diplomáticas em republique-
tas da África e Caribe que, segundo Celso
Amorim, não vão gerar uma grande econo-
mia mas na verdade o que está incomodan-
do não é outra coisa senão o fechamento
das torneiras aos camaradas.
Uma das exigências de Serra para
aceitar a pasta foi incorporar ao Ministério
de Relações Exteriores a Agência de Promo-
ção de Exportações (APEx) e a Secretaria de
ComércioExterior(CAMEx).Eletambémjá
sinalizou que quer acabar com a ideolo-
gização do MERCOSUL e sua primeira via-
gem ao exterior foi à Argentina, cujo presi-
dente Mauricio Macri é declaradamente li-
beral em economia e concorda em pontos
que Cristina Kirchner não abria mão, como
a questão da flexibilização aduaneira. Essa
foi outra mudança radical que gerou comen-
tários depreciativos de Celso Amorim e
MAG (Marco Aurelio Garcia), que rebate-
ram dizendo que apenas seguiam o que diz
o 4º parágrafo da Constituição, quando fala
na integração latino-americana e que agora
a ideologização apenas “trocou o sinal”.
O ex-embaixador Rubens Ricupero
em recente entrevista concordou que não
há ideologização em querer rever o comér-
cio exterior, alegando que não é interessan-
te nem rentável para o Brasil apoiar países
do Caribe como Nicarágua ou Cuba, por
exemplo,umavezqueelesalémdenãoterem
nada a oferecer, só se tornaram “importan-
tes” para o Brasil com a ascensão do PT ao
poder. Nessa entrevista ele reflete, muito
acertadamente, que o Brasil deve se focar
no comércio com países grandes e de eco-
nomia crescente, como o México e a Argen-
tina, pois os demais países da região unica-
mente serviram para distribuir dinheiro dos
brasileiros em economias falidas. Cuba e
Venezuela são o melhor exemplo disso.
Enfim, mesmo considerando que es-
sas mudanças tenham um interesse pessoal
de Serra, com o olho nas eleições de 2018,
fazer uma política exterior que possa mudar
a imagem do Itamaraty readquirindo o res-
peito de que sempre gozou e contrariar os
planos do FSP, já terá valido a pena.
A Venezuela foi tomada por Maduro através de um golpe mas,
para o Foro de São Paulo, cumprir a Constituição como em
Honduras, Paraguai e agora Brasil “é golpe!”.
Foto: Jornal Granma
Políticos em geral não perceberam o que a sociedade exige neste momento, e
ignorar esta aspiração corremos o risco de cairmos numa aventura radical.
O ex-embaixador Rubens Ricupero em recente entrevista concordou que não há ideologização em querer rever o comércio exterior,
alegando que não é interessante nem rentável para o Brasil apoiar países do Caribe como Nicarágua ou Cuba, por exemplo,
uma vez que eles além de não terem nada a oferecer, só se tornaram "importantes" para o Brasil com a ascensão do PT ao poder.
A opinião publicada é
contra os militares,
mas se percebe que a
pública é a favor.
5
8Nº 227 - Maio/2016 6AIMPRENSANOTICIOU
Publicado no Pampulha - BH - 18/05
O DESASTRE DA ESQUERDA
Às vezes leio, inclusive aqui, nas páginas de O TEMPO – que sempre fez jus à sua
independência editorial – o manifesto de alguns colunistas defenestrando o li-
vre mercado. Em uma de suas fantasias socialistas, Leonardo Boff diz que o que está
acontecendo no Brasil é fruto de uma “Nova Guerra Fria”..., que a espionagem norte-
americana atingiu a Petrobras e as reservas do pré-sal e não poupou nem a presidente
Dilma... Que tudo isso é parte de uma estratégia do Pentágono, que há uma ascensão
visível da direita no mundo inteiro, e que por isso a América Latina está fechando,
prestem atenção, “um ciclo de governos progressistas que elevaram o nível social dos
maispobresefirmaramademocracia”.Comoassim?Elevaramonívelsocialefirmaram
a democracia, onde, quando? Que parte da história eu não estou entendendo?
“Nossa esquerda representa, enfim,
um autêntico desastre social
OSIMPLESFATOdoeventualpresiden-
te Temer sinalizar a implantação de um
programadegovernocomviésmaisliberal
jáfoiosuficienteparainstigaraincompre-
ensão de muitos que se fiam em ideias re-
trogradas, improdutivas e prejudiciais aos
trabalhadores. Para estes, o livre mercado
é o bicho papão que representa as forças
mais obscuras e atrasadas do Brasil. Para
estes, o programa do PMDB denominado
“Uma Ponte para o Futuro” sintetiza ape-
nas a ideia do “lucro máximo comomíni-
mo de aporrinhação do poder público”.
Para estes, é impossível enxergar os bene-
fíciosdeuma sociedade movida pela for-
ça dinâmica e criativa da livre iniciativa,
ao contrário – seja por que foram idioti-
zados pela ideologia socialista, ou por-
que dela se locupletam – preferem ver a
nação submissa à politização econômi-
ca e suas desastrosas consequências.
JÁMEDISSERAMquetentarmudaracabe-
ça dos “pensadores” de esquerda é como
ficar enxugando gelo. É verdade, parece que
eles sofrem de uma estranha incapacidade
intelectual de discernimento que os leva a
fechar os olhos para a história. Neste país
sufocado por um Estado interventor, vergo-
nhosamente patrimonialista, excessivamen-
te burocrático, perdulário, extrativista e,
consequentemente, primitivo, seria bom ver
essaturmadaruma chance a si mesmos, e a
sociedade em geral, de vivenciar a liberda-
de econômica, em cujo ranking o Brasil
encontra-se no 101º lugar entre 168 países
examinados. Nossa esquerda está fora do
tempo, não entende a globalização, coadu-
na com o ilícito de alguns movimentos so-
ciais, se acomoda nos empregos públicos
e abusa das verbas e benesses governa-
mentais. Nossa esquerda representa, en-
fim, um autêntico desastre social.
Apágina do Ministério das Relações
Exteriores aqui no Facebook publi-
cou as duas notas que enviou para os go-
vernos “cumpanhêros” do Foro de São Pau-
lo e para Ernesto Samper, presidente da
UNASUL.
Eu fui lá, dar meu pitaco e um reforço
(embora me pareça inútil porque Serra JA-
MAIS vai ouvir o que recomendei), mas o
que tem de órfãos da esbórnia da república
sindicalista criticando a atitude dele - cor-
retíssima, diga-se de passagem -, demons-
tra o desespero desses vagabundos.
Polícia Federal, por favor, INVESTI-
GUEMoBNDEScomURGÊNCIA!!!
Prezado Senhor Editor
Louvável medida do presidente Temer e de sua equipe ao enxugar o Ministério da
Cultura. Há anos tenho notado que diversos shows de cantores consagrados são custea-
dos com verbas desse ministério, enquanto cantores regionais, festas populares e outras
expressões artísticas genuinamente brasileiras são ignoradas, nunca receberam incentivos
e sequer são reconhecidas. É inconcebível o escasso dinheiro público ser usado para pa-
trocinar artistas, produções cinematográficas, televisivas e outras artes realizadas por ar-
tistas já milionários que nada oferecem em contrapartida, apenas alienam, distraem o povo
dos problemas nacionais, enquanto nossa valorosa Polícia Federal recebe 27 vezes menos.
Caberá aos nossos deputados, senadores e membros atuantes da sociedade cobrarem o
fim da Lei Rouanet e o devido encaminhamento de todas essas verbas para a saúde, se-
gurança e educação, pois qualquer país civilizado só investe em cultura após esses três
setores básicos estarem atendendo a população. (19/05)
MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES
Jornalista Graça Salgueiro
A nota que deixei foi essa:
“Se o senhor quer mesmo a retomada
do crescimento do Brasil, duas coisas se
impõem com URGÊNCIA: fechar as tornei-
ras do BNDES para Cuba e outras ditadu-
ras comunistas, e pedir uma AUDITORIA
no BNDES, porque desse órgão saíram BI-
LHÕES para serviços que ninguém sabe
em Cuba, Venezuela, Bolívia e republique-
tas africanas dirigidas por notórios dita-
dores e constam como contas “secretas”.
Isto está errado, é crime porque NÓS, o po-
vo brasileiro DONO deste dinheiro, tem o
DIREITO LEGÍTIMO de saber por que e
onde foi gasto”. (15/05)
EXTINÇÃO DO MINISTÉRIO CULTURA
Historiador Daniel Marques
Jornalistas, radialistas e apresentadores de TV, continuam usando permanente
mente, mesmo sendo da oposição (?) o termo “ditadura militar” para se referir ao
proficuo regime militar ( 1964/1985), época em que o Brasil mais cresceu em seus 516
anos de História. E não há como contestar! Por quê? Estarão aparelhados e/ou
recebendo pixulecos?
“Foi por sonhos e obstinação que ela (Dilma) perdeu parte de sua juventude se
esgueirando pelos porões da resistência à ditadura militar”- Paulo Cesar de Oliveira-
O TEMPO de 24 de maio de 2016- página 19.
Parece não saber o que caracteriza uma ditadura: –Partido único; ausência de
eleições livres (Aqui a oposição vencia e tomava posse); grande número de mortos
(em 21 anos morreram de ambos os lados, menos do que hoje em um único fim de
semana); corrupção desenfreada (e hoje?); meios de comunicação controlados pelo
Estado e impedimento de deixar o país. Nada disso acontecia!
O Presidente Médici comparecia a jogos de futebol no Maracanã, Morumbi e
Olimpico e era aclamado/aplaudido mesmo antes de ser anunciado. Hoje, Lula e Dilma
são aclamados com refrões impublicáveis, quando comparecem.
Fico admirado, pois V., na época da “ditadura”, frequentava os aquartelamentos de
BH e ainda pedia notícias para promover os generais comandantes desta guarnição. Basta
lersuascolunaspublicadasnojornalqueV.escreviaeeramenviadaspormimaseupedido.
Lembra-se?Paraseredimir,deveria/poderiaapresentarumareportagemsobreovitorioso
Movimento Cívico-Militar de 31 de Março de 1964, liderado por Minas Gerais, em suas
revistas. Lamentável... (carta enviada à editoria de opinião em 24/05)
“DITADURA”MILITAR
CORONEL REFORMADO DO EXÉRCITO CLAUDIO MIGUEZ
PauloCésardeOliveira,emseuartigo“Quemvaiavisarapresidenteafastada”(Opinião,
24.5), parece não saber o que caracteriza uma ditadura. O presidente Médici com-
parecia a jogos de futebol e era aclamado. Hoje, Lula e Dilma são recebidos com refrões
impublicáveis, quando comparecem. Fico admirado: será que o articulista mudou de
ideia? Na época da “ ditadura”, frequentava os aquartelamentos de BH e pedia notícias
para promover os generais comandantes. Lamentável.
26/05
ConfiançanasForçasArmadas-PesquisaIpsos
6
Nº 227 - Maio/2016 7
QUE PARTIDO É ESSE?
P T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I S
PT - O PARTIDO MAIS CORRUPTO E MENTIROSO DA HISTÓRIA UNIVERSAL
RESOLRESOLRESOLRESOLRESOLUÇÃO SOBRE CONJUNTURAUÇÃO SOBRE CONJUNTURAUÇÃO SOBRE CONJUNTURAUÇÃO SOBRE CONJUNTURAUÇÃO SOBRE CONJUNTURA
ODiretório Nacional, ao apresentar para discussão o roteiro a seguir, convoca um
Encontro Extraordinário do Partido dos Trabalhadores, sob o tema Os desafios
partidários para o próximo período, a ser realizado em novembro, antecedido por
uma reunião ampliada do Diretório Nacional, em julho, cujas normas serão definidas
pela Comissão Executiva Nacional até o final de maio.
O país vive, desde o dia 12 de maio, uma nova situação política, com a recu-
peração da direção do Estado pelas velhas oligarquias da política, da mídia monopo-
lizada e do grande capital. Através de um golpe parlamentar, que rompeu a ordem
democrática e rasgou a Constituição, as classes dominantes impuseram o afastamento
provisório da presidenta Dilma Rousseff, em processo de impeachment sem base
legal, marcado pela fraude e a manipulação.
* * *
Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que
implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia
Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias
militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer
a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de
verbas publicitárias para os monopólios da informação. (Extrato)...
Brasília, 17 de maio de 2016
Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores
O Diretório Nacional do Partido dos
Trabalhadores, reunido no dia 17 de
maio de 2016 em Brasília/DF, aprova a
seguinte resolução política: Ocomandante do Exército, General Eduardo Villas Boas, reagiu com irritação à Re-
solução do Diretório Nacional do PT sobre Conjuntura, aprovada a 17 de maio,
em que o partido, em meio críticas à própria atuação e ao governo Dilma Rousseff,
incluiu um “mea culpa” por não ter aproveitado seus 13 anos no poder para duas pro-
vidências em relação às Forças Armadas: modificar o currículo das academias mi-
litares e promover oficiais com “compromisso democrático e nacionalista”.
“Com esse tipo de coisa, estão plantando um forte antipetismo no Exército”, dis-
se o comandante ao Estado, considerando que os termos da resolução petista _ e não
apenas às Forças Armadas _ “remetem para as décadas de 1960 e de 1970? e têm um
tom “bolivariano”, ou seja, semelhante ao usado pelos regimes de Hugo Chávez e agora
de Nicolás Maduro na Venezuela e também por outros países da América do Sul, como
Bolívia e Equador. (O Globo - 19/05)
A “RESOLUÇÃO DO PT” E A OPINIÃO DO GEN HELENO
OVIllas Bôas se irritou com a resolução do PT. Eu achei sensacional. Mostrou
o quanto eles desconhecem as Forças Armadas do país. Vivem em uma redoma ideo-
lógica e se tornam incapazes de qualquer tipo de análise inteligente, haja vista a Sra
Rousseff.
Ficou patente o quanto estamos distantes dos objetivos traçados por eles, en-
tre uma roubalheira e outra.
Somos imunes a doutrinas bolivarianas, por serem incompatíveis com a democra-
cia; somos avessos ao culto personalista, sobretudo quando os personagens a serem ve-
nerados são venais, corruptos e pouco confiáveis.
Sobre o currículo das escolas militares, não serão os especialistas em educação do
PT e congêneres, que destruíram a educação no país, que vão determinar mudanças em
nossos estabelecimentos de ensino. A começar pelos Colégios Militares, modelares e in-
vejados e chegando às Universidades Militares, em diferentes níveis, graduação, mes-
trado, doutorado e pós doutorado, seja no campo militar, seja no campo científico, não
há o que modificar em nossos currículos e sim o que copiar.
Primamos pela excelência, ética e absoluta ausência de preconceitos. Preserva-
mos, em todas as crises, o Sistema Militar de Ensino, nosso orgulho, nosso cerne, nosso
berço.
Jamais seremos Forças Armadas politizadas e, muito menos petistas.
Vermelhinhos, se um dia voltarem ao poder, o que espero jamais aconteça, não se
atrevam a tocar nesse vespeiro. Vão se arrepender amargamente, outra vez.
Brasil acima de tudo!
Opinião do General Bini
De acordo com o general Rômulo Bini, ex-chefe do Estado Maior de Defesa, o do-
cumento expõe “total desconhecimento de como funcionam as Forças Armadas.
Eles queriam militares que abaixassem a cabeça para eles, como se tivéssemos Forças
Armadas bolivarianas como na Venezuela? Isso é um absurdo”.
Academia. “Nas escolas militares nós ensinamos honestidade, hierarquia, discipli-
na, o respeito aos mais velhos,” declarou o general Bini. Ele lembrou que uma vez a esposa
do então presidente Fernando Henrique Cardoso foi à Academia Militar das Agulhas Ne-
gras (AMAN) e se surpreendeu com o número de matéria da área de humanas que ensi-
namos em nossas escolas desde 1961. Você tem entre as disciplinas direito constitucional,
estudo da moral, filosofia, psicologia. Ela achava que nós estávamos só preparados para
a guerra”, contou ele. E ironizou: “será que acham que nós ensinamos tortura?”
Já o general Pimentel, Presidente do Clube Militar, emendou dizendo que “as escolas mi-
litares ensinam honestidade, competência e trabalho”. Para ele, “se eles queriam en-
contrar em nossos quadros oficiais socialistas para promover, com certeza não iam en-
contrar de jeito nenhum e pode escrever isso com todas as letras”.
PTPTPTPTPT IRRITAEXÉRCITOJornalista Eliane Cantanhêde
LULA É ACUSADO DE GERENCIAR PETROLÃO
Ex-presidente aparece como responsável por orientar divisão
de recursos desviados da Petrobras entre partidos da base.
7
Adisciplina militar prestante recebeu o novo
ministro da Defesa com as continências
devidas, tropa em forma, armas apresentadas,
guarda-bandeira engalanada e esperança de bom
entendimento a ser construído entre a política
partidária de momento e os eternos deveres mi-
litares. Respeitosamente, faça-se fé para que a
submissão política ora iniciada também não mur-
che como as anteriores. Permanentes foram as
dissonâncias funcionais que ocorreram desde a
criação do ministério da Defesa. Menos importa-
rão elegâncias de vãs filosofias e largas vozes de
sonhos e fantasias. Mais importantes serão as
artes bélicas vistas, tratadas e pelejadas pelos
que realmente conhecem a dureza da vida militar.
Ainda hoje, Camões o repetiria, tal como, sabia-
mente, contou-nos no Lusíadas.
O novo ministro certamente conhece um
pequeno detalhe, muito importante a considerar, que recordou no desfile que a tropa
fez em continência ao cargo que vai ser ocupado. A bandeira do Brasil não se abate
em reverência a quem quer que seja. Mantém-se respeitosamente erguida com
dignidade e enorme significado. Assim também são os militares brasileiros, que o novo
ministroiráchefiar.Comoabandeiraquedefendemfielmente,cumpremcomdignidade
a intransigente defesa da soberania nacional e o respeito à Constituição Federal. Não
discutem eventuais tendências, opiniões pessoais ou pretensões políticas de momen-
to. Apenas exigem que sejam respeitadas a destinação militar, a hierarquia, a disciplina
e a história brasileira, muito bem representadas pela soberba dignidade da nossa
bandeira sempre erguida. Será em horizonte de verdadeiro respeito mútuo que haverá
sempre o pronto cumprimento de ordens a honrar integralmente a fidelidade militar ao
Brasil. Morrendo, se preciso for, tal como o juramento que prestam todos os militares
ao ingressarem nas Forças Armadas.
UM NOVO MINISTRO DA DEFESA*Rodolpho Heggendorn Donner
BERÇO DA NACIONALIDADE
E DO EXÉRCITO BRASILEIRO
VICTOR MEIRELLES: Batalha dos Guararapes, 1879 - Óleo sobre tela,
494,5 x 923 cm - Rio de Janeiro, Museu Nacional de Belas Artes
* Psicólogo e Coronel Artilharia QEMA
Os comandantes militares prestam continência ao novo titular da Defesa,
Ministro Raul Jungmann, a 16 de maio, na cerimônia de sua posse, no Clube
da Aeronáutica (Brasília)
BERÇO DA NACIONALIDADE
E DO EXÉRCITO BRASILEIRO
O novo ministro sabe que a expulsão
dos holandeses pelas forças militares do Im-
pério Português, em 1649, deixou-nos um
primeiro exemplo de brasilidade a ser respei-
tado eternamente. A vitória declarou que es-
te solo a nós pertence, ao povo que aqui apor-
tou e que fez desta terra um país de liberda-
de,independentecommuitosacrifício.ABata-
lha dos Guararapes ainda hoje é reverencia-
da em 19 de abril, Dia do Exército Brasileiro.
Aquela manifestação guerreira de brasilida-
de,festejadapeloExército,deixabemclaroque
não se tentem outras destinações, submissões
ou junções a terras estranhas. Tais intromis-
sões enfrentarão a ira de militares muito cons-
cientes de seus deveres e um Exército que há
séculos mantém os mesmos princípios e res-
peita os mesmos valores do solo brasileiro.
Os militares verdadeiros, sejam eles soldados ou marechais, em qualquer parte
da Terra, hoje e no tempo, igualam-se em muitos aspectos. Aprendem o momento de
calar, ainda que pensando diferentemente. Tornam-se fiéis combatentes se respeita-
dos e bem comandados. Sabem identificar por ações e por poucas palavras tanto
os que merecem respeito quanto os que tentam falsificar destinações militares.
Nunca se desmereça o silêncio dos militares julgando-os submissos, pois sabem
muito bem identificar o momento de aceitar ou negar, calar ou falar, confiar ou
desmerecer. Veneram as lembranças do passado, seus momentos de luto e de vi-
tória. Ofensa será tentar proibir que chorem seus mortos ou que comemorem suas
vitórias. Que não se enganem os que bem não conhecem o Exército Brasileiro,
julgando-o ao sabor de momentos políticos. O Exército de Caxias continua o mesmo
no tempo e nos valores militares. Não é prudente disso duvidar.
Ao General Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército
Com satisfação, apresentamos a VExa. o movimento sinfônico ”A Batalha dos Guarara-
pes”, de autoria do compositor mineiro Cláudio Moller de Freitas. Trata-se de signi-
ficativo tema, que possa talvez ser executado em solenidades militares, particularmente a
do Dia do Exército. Assim é que solicitamos a vossa apreciação e possível encaminhamento
de tal proposta ao comandante do Exército. Maiores detalhes sobre a obra poderão ser en-
contrados no Jornal Inconfidência nº 226, tal como abaixo apresentado.
Paraouviramúsicacliqueabaixo:https://soundcloud.com/claudio-de-freitas/batalha-dos-guararapes
Atenciosamente,
Reynaldo De Biasi Silva Rocha - Cel Presidente do Grupo Inconfidência
MOVIMENTO SINFÔNICO
“A BATALHA DOS GUARARAPES”
Segundo a coluna “Radar” do Jornal Folha de São
Paulo, a presidente afastada Dilma Rousseff
perdeu o direito de usar helicópteros da FAB:
A petista solicitou um helicóptero para se deslo-
car do Palácio da Alvorada até a Base Aérea, de onde
embarcaria para a capital mineira.
AAeronáuticanegouopedido,porentenderque
Dilma tem direito apenas ao uso de um avião da FAB.
Dilma também solicitou uma comitiva para acompanhá-la na viagem, e o
pedido foi negado pela Presidência da República.
Não existe família perfeita. Não temos pais perfeitos,
não somos perfeitos, não nos casamos com uma
pessoa perfeita, nem temos filhos perfeitos. Temos
queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos ou-
tros. Por isso, não há casamento saudável nem família
saudável, sem o exercício do perdão. O perdão é vital
para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual.
Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e
um reduto de mágoas.
Semperdãoafamíliaadoece.Operdãoéaassepsia
da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem
não perdoa não tem paz na alma, nem comunhão com
Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto
autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente.
É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e
não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa
produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença.
FAMÍLIA, LUGAR DE PERDÃO...
SEM HELICÓPTERO!
Papa Francisco
8Nº 227 - Maio/2016 8
*Aileda
de Mattos Oliveira
*Professora Universitária, ESG/2010
Doutora em Língua Portuguesa, ADESG 2008
Vice-presidente da Academia Brasileira de Defesa.
ailedamo@gmail.com
Cultura adquire-se
com Educação de
qualidade, portanto, é inútil um Ministério
específico ou uma Secretaria para os mes-
mos fins.
O que nos falta é uma bem-elaborada
Lei de Diretrizes e Bases da Educação, vol-
tada para os campos humanístico e cientí-
fico-tecnológico; a cultura é consequência.
Só a adquirimos, aprimorando o intelecto, o
que parece não ser o ponto forte dos pri-
vilegiados sócios do Ministério da Cul-
tura, que permuta o dinheiro público por
apoio político. De outro modo, não re-
cuariam diante daqueles que autoprocla-
mam “culturais” espetáculos de nível du-
vidoso, ou mesmo, sem nível.
Os grandes intérpretes do cenário
teatral já se foram. Punham a alma na
vivência das personagens de clássicos
dramaturgos. Era teatro de peso! Os do
cenário musical valorizavam a melodia,
sem a corrupção das palavras que trans-
mitiam o estado de espírito do compositor.
Nunca soubemos que fossem beneficiá-
rios dos cofres do Estado. Ambas as cate-
gorias faziam sucesso. O teatro lotava;
os auditórios, também. Lotavam, porque
havia seriedade no trabalho profissional;
lotavam, porque cada um exercia o seu
mister com devoção.
Dinheiro não compra cultura nem
transforma atores em modelares intérpre-
tes; nem funkeiros, nem os que dedilham
o violão enganador, nem os que berram e
pulam do alto de trios elétricos, em can-
tores e músicos.
Hoje, alocam-se, no meio artístico,
os que fazem dele solução para seus pro-
blemas, à custa do contribuinte. É sim-
ples. Os órgãos ditos culturais lhes repas-
sam a verba desejada, subtraída dos tribu-
tos que deveriam ser aplicados em servi-
ços para a coletividade. Mas a montagem
do espetáculo está garantida; o engajamen-
to político, também.
RECUO TEMEROSO
Fonte milagrosa é a Lei Rouanet que libera verbas aos
achegados do partido, que, durante treze nefastos anos,
fez a apologia à ignorância, à ausência de valores, à
incompetência, à falta de cultura.
O contribuinte é vítima de dupla
extorsão, por via da mancomunação do
governo com a classe artística. Sobre ele
recaem todas as despesas, mas irá ao gui-
chê se quiser assistir à encenação, ape-
sar de já tê-la pago, com a verba repassa-
da, sem o seu consentimento. Não há re-
torno aos cofres públicos, por se aninhar
nos bolsos de quem solicitou a verba o to-
tal da bilheteria.
Ao cessar a sangria do dinheiro que
não lhes custa trabalho, apenas cinismo em
pedi-lo, manifestam-se como funcionários
públicos com direitos adquiridos. As sandi-
ces que disseram e as cusparadas ‘cultu-
rais’ foram provas do intercâmbio do gover-
no petista, com os membros perpétuos da
ribalta e da confraria musical.
Fonte milagrosa é a Lei Rouanet que
libera verbas aos achegados do partido,
que, durante treze nefastos anos, fez a apo-
logia à ignorância, à ausência de valores,
à incompetência, à falta de cultura.
Lamentamos que o governo recém-
instalado tenha recuado na decisão de ex-
terminar um Ministério que esbanja dinhei-
ro para os apadrinhados da classe, dita ar-
tística.
Se Temer mostra-se complacente com
os órfãos da Rouanet, que almejam serem
alimentados, indefinidamente, com o dinhei-
ro da Nação, e com os despersonalizados
que trocaram o Brasil por outro país, exibin-
do cartaz para olhos estrangeiros, quantas
deferências fará, então, frente às outras exi-
gências de uma esquerda velhaca?
O que são alguns milhões para esses
governantes desde que os pastoreados ar-
tistas sejam intérpretes, como mandava o
roteiro petista, das mentiras de seus gover-
nos despudoradamente corruptos, ou do
atual, claudicante nas decisões?
LIVROSLIVROSLIVROSLIVROSLIVROS
OCoronel Raposo, do alto dos seus 94
anos bem vividos, é daqueles homens
que idealizam, planejam e executam. Como
militar participou de momentos importan-
tes da História do Brasil, tendo, inclusi-
ve, atuado como oficial de artilharia nos
campos de batalha da Itália, na Campa-
nha da Força Expedicionária Brasileira, du-
rante a Segunda Guerra Mundial.
Durante o governo militar recebeu a
incumbência de planejar e ajudar a organizar
três novas estruturas de governo: a Polícia
Federal, a Polícia do Distrito Federal e o Ser-
viço Nacional de Informações.
Na Polícia Federal exerceu o cargo de
chefe de gabinete do diretor do Departa-
mento com o objetivo de dar forma à nova
instituição, que por um longo período teve
militares no comando dentre eles o Gene-
ral Rio Grandino Kruel (junho de 64 a feve-
reiro 65), seu primeiro diretor geral. O Cel
Raposo entendia que a Polícia Federal de-
veria caminhar, após a sua criação, pelos
próprios pés e sempre defendeu a posição
de que o órgão deveria ser comandado
pelos seus Delegados de carreira.
Mudaram os tempos, democrati-
zou-se o país e, uma nova constituição, a
de 1988, manteve a estrutura básica da Po-
lícia Federal, que passou a exercer, tam-
bém, com exclusividade, as atribuições
de Polícia Judiciária da União.
A história da instituição Polícia Fe-
deral vem sendo escrita pelo trabalho pro-
fissional de seu corpo de servidores. Mui-
tos deles derramaram o seu sangue e deram
Uma encenação teatral, com os atores nus
de quatro no palco, imagem esclarecedora
da cultura no Brasil
As mulheres do ex-ministro da Cultura, Gilberto
Gil e do então governador Jacques Wagner da
Bahia, se beijando lesbicamente com a
concordância do petista.
POLÍCIA FEDERAL DO BRASIL
Para adquiri-lo, acesse: www.averdadesufocada.com.br
Esse livro poderá ser adquirido por R$ 25,00
no CEBRES - Centro Brasileiro de Estudos
Estratégicos - Av. Marechal Câmara, 233
Bloco A - 2º Andar - Comando da
Aeronáutica - Centro - Rio de Janeiro/RJ
20.020-080 e também pelo telefone (21)
2510-3238 (das 13:00 às 17:00 hs / Angela)
as suas vidas em defesa da sociedade e do
país. A partir do governo do Presidente Fer-
nando Henrique Cardoso, o Departamento
de Polícia Federal passou a ser dirigido ex-
clusivamente por Delegados de Polícia Fe-
deral concretizando o que fora idealizado e
desejado pelo Cel. Raposo.
A Polícia Federal conquistou
identidade própria e respeito. Hoje,
com a Operação Lava-Jato, mostra a
que veio, limpando a corrupção que
impregna e macula as estruturas de
governo.
A Polícia Federal, que nasceu
com um órgão de governo, é hoje, mais
do que nunca, uma instituição Repu-
blicana e de Estado.
Marcelo Itagiba
Delegado de Polícia Federal.
Coronel Vet FEB
Amerino Raposo Filho
nos idos de 1965
Nº 227 - Maio/2016
9
8Nº 227 - Maio/2016 10
* Manoel Soriano Neto
“Árdua é a missão de desenvolver e defender a
Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos
antepassados em conquistá-la e mantê-la.”
A AMAZÔNIA E A HIDRELETRICIDADE
* Coronel, Historiador Militar e Advogado msorianoneto@hotmail.com
(continua)
General Rodrigo Octávio / 1º Comandante Militar da Amazônia (1968/1970)
(XXVII)
Cel Osmar José
de Barros Ribeiro
Opotencial hidrelétrico de nossa cobi-
çada Amazônia é imprescindível para
alavancar o desenvolvimento do País, nes-
sa fase de recessão profunda em que nos
encontramos. As hidrelétricas que lá se cons-
troem, mormente as dos rios Xingu e Madei-
ra, deveriam ser de prioridade máxima para
a administração federal, o que não ocorreu,
mercê, basicamente, da ação eficaz e deleté-
ria do nefasto aparato ambientalista/indi-
genista. A Usina Hidrelétrica de Belo Mon-
te, no rio Xingu, que está prestes a atender
parte significativa do Brasil, é a terceira em
grandeza no mundo!
Entretanto, ela não pos-
sui uma grande barra-
gem, como previsto no
planejamento inicial, o
que diminui bastante a
sua capacidade gerado-
ra. É que para a constru-
ção foi escolhido o mo-
delo “a fio d’água”, con-
soante o desejo de ati-
vistas como a pernicio-
sa ex-ministra Marina
Silva, os quais vêm alardeando que a usina
irá prejudicar mais de 50.000 pessoas da re-
gião (sem pesar que a energia de lá provin-
da, vai beneficiar mais de 5 milhões de bra-
sileiros, como, por exemplo, os moradores
humildes das favelas do Rio de Janeiro).
Diga-se, também, que as empresas de ener-
gia foram coniventes com esse tremendo
erro, pois para obter mais lucro, se opuse-
ram a mudanças nos locais de trabalho de
seus funcionários. Acrescente-se que a UHE
de Belo Monte foi leiloada, em 2010, com
baixo custo de geração energética (90% de
seu capital social pertenciam ao grupo Ele-
Honras fúnebres aos mortos da Intentona Comunista de 1935
Usina de Belo Monte: É preciso que se
apureacorrupçãodaspropinas!
VIVA O BRASIL!
E o nosso amado Brasil obteve uma retumbante Vitória com o afastamento (que espe-
ramos seja definitivo), da presidente que arruinou o País com a ajuda do partideco corruPTo
de seu criador e líder. Mas é preciso que não ensarilhemos as armas, principalmente agora,
quando conhecidos baderneiros anunciam a perpetração de atos vandálicos em todo o ter-
ritório nacional e bravateiros bolivarianos, profitentes de uma solerte ideologia inter-
nacionalista, materialista e ateia, nos fazem insolentes ameaças.
Que o povo brasileiro não mais se iluda e que as nossas FFAA, garantes da So-
berania Nacional, mantenham-se unidas e coesas, nunca olvidando a sua História, má-
xime a hediondez da Intentona Comunista de 1935 e o legado de cristandade, demo-
cracia e liberdade da Contrarrevolução de 1964!!
Ao surgir, o Parti-
do dos Trabalha-
dores representou, pa-
ra muitos, a esperança de uma nova era na
política, onde a ética seria a tônica e a
preocupação com os pobres e os desva-
lidos, uma constante. Embalados pela
demagogia de um líder surgido das lutas
sindicais, a maioria dos eleitores brasilei-
ros esqueceu a origem das correntes for-
madoras do partido e, tendo a esperança
de novos tempos vencido o medo do des-
conhecido, deu-lhe voto e poder. E o PT
cresceu, elegeu parlamentares, presi-
dentes e, ao final, considerava ter con-
dições de tornar-se hegemônico.
E assim foi por longos treze anos.
Enquanto a propaganda mar-
telava, dia após dia, que nunca
antes nesse País fora consegui-
do isso e aquilo, o prestígio do
guru petista crescia e sua fama,
transbordando as fronteiras na-
cionais, levava-o a ser visto co-
mo "o cara" até pelo presidente
da maior democracia mundial.
Porém, nos bastidores, era
tramada a subordinação do País
a uma entidade espúria, de cará-
ter internacionalista, sob a égide
do Partido Comunista Cubano, o
Foro de São Paulo, empenhado
emtransformarasAméricasCen-
traledoSulemterritóriodomina-
do pela ideologia comunista.
Contando com o petróleo vene-
zuelano a preços subsidiados e
empréstimos brasileiros a juros
de pai para filho, foram eleitos governos
de esquerda em um bom número de paí-
ses. Tais empréstimos, sabemos hoje,
comportavam "pixulecos" para os parti-
dos da chamada base aliada, além de
enriquecer seus próceres e os donos da-
quelas empresas escolhidas para se tor-
narem "campeãs nacionais".
Para tornar legal o Foro de São
Paulo, foi criada a União das Nações Sul
Americanas (UNASUL). Estava em mar-
cha batida a transformação da América
Ibérica em um bloco comunista. Mas não
há bem que sempre dure nem mal que
nunca se acabe. E um belo dia, partindo
da investigação sobre um doleiro em Bra-
sília, eclodiu a Operação Lava Jato. A
ação destemida de um juiz de primeira
instância, coadjuvado por equipes de
procuradores e de policiais federais, fez
RECORDANDO A VERDADE
Ao surgir, o Partido dos Trabalhadores representou, para
muitos, a esperança de uma nova era na política, onde a
ética seria a tônica e a preocupação com os pobres e os
desvalidos, uma constante.
ruir o castelo de cartas tão cuidadosa-
mente montado. E na esteira das revela-
ções, foi sendo desnudado o assalto às
instituições promovido pelo PT e seus
asseclas de vários partidos.
Em tal quadro, de pouco valeram o
aparelhamento da administração pública,
as alianças com governantes de esquer-
da ao redor do globo, a destruição da eco-
nomia na busca do poder, os favores
feitos às nações "bolivarianas" ou o
apoio dos supostos movimentos sociais,
pois o povo, independentemente de par-
tido, classe social ou cor da pele, foi às
ruas nos grandes, médios e pequenos
centros urbanos, exigindo a saída da
quadrilha que se assenhoreara do poder.
Sobreveio o impedimento de uma
presidente cuja ideologia explica, sem
sombra de dúvida, todas as ações, dela e
do seu antecessor, objetivando transfor-
mar o Estado em senhor absoluto da Na-
ção. Constitucionalmente substituída,
busca ainda e por todos os meios recupe-
rar um poder que usou de forma indevida
e ao arrepio dos princípios democráticos.
Hoje,adireçãodoPTlamenta,entre
outras "falhas", a não modificação dos
currículos das academias militares e a
não promoção de oficiais "com com-
promisso democrático e nacionalista",
um insulto às Forças Armadas, pois po-
ria em dúvida a formação e o compro-
misso dos militares para com a Nação.
Foram treze longos e sofridos
anos mas a verdade foi,
finalmente, revelada.
O Foro de São Paulo, está empenhado em
transformar as Américas Central e do Sul em
território dominado pela ideologia comunista.
trobras e a fundos de pensão). Como acorda-
do no dito leilão, a usina poderá destinar
30% de sua geração ao mercado livre, pe-
la venda de energia mais cara do que a li-
citada, o que muito favorecerá a sua ges-
tão. Entretanto, com a compra da sobra
de energia por empresas distribuidoras,
os consumidores pagarão pela elevação
do preço; usinas menores, como as de San-
to Antônio e Jirau, no rio Madeira, não
estão contempladas com esse tipo de ne-
gócio.
Ainda com relação à matriz energética
nacional: a queda do
preço do petróleo e a
quebra da Petrobras,
hoje alvo da Opera-
ção Lava-Jato, e que
arca com uma dívida
de 506 bilhões de re-
ais (!), não podendo
sequer dar conta de
ao menos 30% da ex-
ploração do pré-sal,
como foi acertado,
põem em sério risco
esta nossa descoberta estratégica, que foi
considerada um “bilhete premiado” para a
nação brasileira. Lastimavelmente, em face
das ações criminosas praticadas pelos go-
vernos petistas, chegamos a uma situação
de possível e indesejável desnacionalização
(mesmo que parcial) do pré-sal brasileiro,
com a participação de petroleiras aliení-
genas. Assim, a Petrobras vem acelerada-
mente diminuindo de tamanho e abando-
nando várias áreas de atuação, como a do
setor elétrico, com a venda de termelétricas
e seus respectivos gasodutos ....
NR: A Usina de Belo Monte deve ter gerado mais propinas do que hidreletricidade.
Nº 227 - Maio/2016 11
Quero aqui com muito respeito e sau-
dade lembrar desse grande compa-
nheiro que foi o Tenente Dalvaro de Oli-
veira. Para falar de nossa amizade é neces-
sário voltarmos ao ano de 1942, quando
a guerra se desenrolava no norte da Áfri-
ca e nós, aqui no Brasil, já colocávamos
as nossas “barbas de molho”.
Nessa altura o Brasil acordava do
sono eterno e sentia o perigo rondando
o nosso litoral nordestino, abandonado.
Foi então que nossas Forças Armadas
resolveram deslocar tropas para guar-
necer todo o litoral nordestino e a ilha
de Fernando de Noronha, fortifican-
do esses pontos estratégicos do nos-
so litoral.
Em 27 de maio de 1942 o Ministro
da Guerra determinou que o 2º Grupo
do 8º RAM (Regimento de Artilharia
Montada), com sede em Pouso Alegre,
onde eu servia como soldado voluntá-
rio, deixasse sua sede, seguisse com
destino ao Rio de Janeiro e estacionas-
se provisoriamente, onde ficaria aguar-
dando ordem de embarque para o lito-
ral paraibano.
No inicio de agosto, o 2 º/ 8º RAM
já se achava aquartelado no 1º Grupo
de Obuses, hoje denominado Grupo
Monte Bastione. Foi nessa época que
fiquei conhecendo o soldado Dalvaro
de Oliveira. Ele fazia parte de duas ba-
terias de artilharia que tinha como desti-
no a cidade de Olinda, onde iria for-
mar o 7º Regimento de Artilharia de Dor-
so. Em poucos dias Dalvaro e eu nos
tornamos grandes amigos, dormimos
no piso do quartel, sob uma esteira, ten-
do como travesseiro o saco de campa-
nha.
Lembro-me que combinamos de nos
encontrar no Recife, quando lá chegás-
semos.
O 1º GO se encontrava superlotado
de tropas, vindas de vários Estados, to-
dos com destino ao nordeste. Certo dia o
boletim publicou que o nosso 2º/8º RAM
deveria embarcar no navio Baependi.
Nossa tropa ficou alegre em saber que
iríamos sair daquele sufoco em que estáva-
A FEB NA SEGUNDA GRANDE GUERRA*João Lopes Lambert
'In memoriam' do 1º Tenente de Artilharia da FEB Dalvaro José de Oliveira
mos no Grupo de Obuses. Mas logo veio
uma contraordem informando que as duas
baterias de artilharia seguiriam em nosso
lugar. A bateria onde estava Dalvaro de Oli-
veira embarcou então no navio Itagiba e
a outra bateria, de Comando, embarcou no
Baependi.
Os navios zarparam do cais do por-
to no dia 13 de agosto, a tropa saiu do quar-
tel para embarque todos alegres e can-
tando.
No dia 15 de agosto, por volta das
19 horas, o Baependi foi atingindo por dois
torpedos, lançados pelo submarino ale-
mão U507, do comandante Schocht. Este
terrível naufrágio levou para o fundo do
mar 50 tripulantes e 250 passageiros, en-
tre estes, cerca de 200 militares da bateria
de artilharia, inclusive o Comandante Ma-
jor Laudelico de Albuquerque Lima. O
Exército brasileiro começou ali a sofrer os
horrores da 2ª guerra.
No dia 17 de agosto, logo
após o naufrágio do Baependi,
foi a vez do Itagiba, que nave-
gava calmamente nas alturas da
ilha de Tinhoré, nas costas da
Bahia.
O Itagiba foi torpedeado
pelo mesmo submarino U507, do
comandante Schocht. Mais uma
catástrofe com mortos e feridos,
mas Dalvaro se salvou, sendo
recolhido por um barco pesquei-
ro.
Mais de 180 pessoas esta-
vam a bordo do Itagiba. Muitos morreram.
No mesmo dia foi torpedeado o na-
vio Arará, que, no momento, recolhia so-
breviventes do Itagiba.
Na mesma semana foram torpedea-
dos os navios Araraguara e Anibal Bené-
volo. Foram grandes as nossas perdas
em embarcações e vidas preciosas, e des-
se modo registrou-se grande
clamor público. Assim, em 22
de agosto o Presidente Getú-
lio Vargas declarou guerra
ao Eixo.
Antes houve a proi-
bição de partida de navio
isolado, permitindo-se
apenas com a formação de
comboio. O meu Grupo, o
2º/8º RAM, no dia 17 de
setembro, deslocou-se do
quartel do 1º GO para bor-
do do navio Afonso Pena, onde ficou
ancorado no meio da baía de Guana-
bara.
Na manhã do dia 5 de outubro o
comboio era composto por 17 navios,
todos com tropa e material, com destino
ao nordeste, sendo capitaneado pelo
navio Almirante Alexandrino e escolta-
do por um cruzador, dois destroyers e
duas lanchas caça minas, todos da es-
quadra americana. Às 8 horas da ma-
nhã do mesmo dia deslocou-se em com-
boio naval militar rumo à cidade do Re-
cife. Este foi o primeiro comboio reali-
zado em operações de guerra no Brasil
com a missão de furar o bloqueio dos
submarinos alemães, que infestavam as
nossas costas.
Esta viagem, para todos que dela
participavam, não foi destituída de emo-
ções. O navio Afonso Pena se desgarrou
uma vez do comboio e em outra ficou atra-
sado, em virtude de desarranjo nas má-
quinas. Ficamos à mercê do inimigo que,
traiçoeiro, afundou diversos dos nossos
navios.
No dia 12 de outubro, finalmente
chegamos ao Recife, onde, casualmen-
te, encontrei com alguns sobreviven-
tes do Baependi. Um gaúcho, cujo nome
não me lembro mais, me contou muita
coisa a respeito do torpedeamento.
O navio Afonso Pena que trans-
portou meu Grupo, o 2º/8º RAM, até o
Recife prosseguiu viagem à Belém do
Pará. Na volta, fazendo parte de um com-
boio, e por motivos desconhecidos,
desgarrou-se e foi também torpedea-
do. Nele perdemos o 2º Sargento Ber-
tolucci e o Cabo Longuinho, sendo que
o Cabo Dinho conseguiu sobreviver.
Todos eles viajavam em retorno, com
destino à cidade de Pouso Alegre, sede
do 8º RAM.
*2º Tenente Ex-Combatente, 94 anos, residente em Cambuí/MG
Descanse em paz, meu amigo Dalvaro.
Sempre lembrar-me-ei de você e daqueles dias trágicos que vivemos em
agosto de 1942, quando, covardemente, perdemos muitos colegas do nosso
glorioso Exército.
O Sargento Lambert e seus companheiros
do 2º/8º RAM
Ex-pracinha brasileiro, o primeiro tenente Dalvaro
José de Oliveira sobreviveu a dois naufrágios du-
rante a Segunda Guerra Mundial e viu um colega ser de-
vorado por um tubarão dias antes de o Brasil declarar
guerra ao Eixo, em agosto de 1942.
Como voluntário da FEB, embarcou para a Itália
em 22 de setembro de 1944. Foi promovido a 3° Sargento
e participou de quase todos os combates, inclusive o
da região de Montese, considerado um dos mais sangren-
tos. Recebeu diversas condecorações, até do V Exército
Americano.
Ex-presidente da Associação Nacional dos Vete-
ranos da FEB (Anvfeb), Dalvaro foi personagem em uma
série de obras e trabalhos que resgataram a participação do
Brasil no mais abrangente conflito da História. Faleceu a 2
de fevereiro, aos 95 anos, no Rio de Janeiro.
DALVARO JOSÉ DE OLIVEIRA
NR: Foram torpedeados pelos submarinos do Eixo: 7 navios da Marinha de Guerra,
deixando 224 mortos e 31 navios da Marinha Mercante com 971 mortos.
8Nº 227 - Maio/2016 12
* TEN CEL PMERJ
* Luiz Felipe
Schittini
* Ernesto Caruso
*Coronel, Administrador,
Membro da AHMTB
Ainternet tem o DNA do Grito do Ipi-
ranga, da Proclamação da República,
da liberdade dos escravos, da expulsão
dos invasores desta terra de Santa Cruz.
Marcas singulares da formação da nacio-
nalidade mestiça do povo pacífico, par-
tícipe dos acontecimentos, muitas das
vezes no embalo da motivação orques-
trada por fontes específicas sob o norte
dos seus interesses.
A internet ampliou o número de ca-
deiras de bares e botequins, colocou na
grande sala de estar poltronas e sofás sem
gravidade, flutuando no espaço, com gen-
te, muita gente conversando, debatendo
as questões, ouvindo, pesquisando, falan-
do, escrevendo, se identificando e funda-
mentalmente, opinando.
O espaço dos ambientes se expan-
diu ao infinito, as poltronas das cabecei-
ras estão soltas, livres para quem desejar
ocupá-las, a moderna távola redonda vir-
tual, sem dono da verdade. A cadeira prin-
cipal e o púl-
pito estão dis-
poníveis sem-
pre. Nas mãos,
nos bolsos, nas
bolsas, poucos
centímetros,
cinco, seis po-
legadas na dia-
gonal.
Arma de
elevado poder
de comunica-
ção eletrônica,
imediata, cuja
munição se re-
carrega com som e imagem — o telefone ce-
lular — ao alcance das gentes de todas as
idades. Assim, a internet e o celular rompe-
ram barreiras e cortaram os grilhões que
submetiam as sociedades ainda que de-
mocráticas a uma imprensa livre, múlti-
pla, mas não no tamanho, na intensidade
e na velocidade que transformam o mun-
do na mesa de bar, na sala de estar, no banco
da praça.
Essa mudança ficou patente no
combate à corrupção no pós mensalão.
Se o poder internet - celular estivesse no
ápice quando do seu julgamento, o lulo-
petismo teria expirado naquela oportuni-
dade, nem o crime de organização crimi-
nosa seria anulado na prorrogação da
Ação Penal 470, em benefício dos petistas
condenados José Dirceu, José Genoíno...
A imprensa escrita e os livros vive-
ram a fase de esplendor, reinaram e condu-
ziram a História. O rádio e a televisão incre-
mentaram os meios de comunicação e con-
tribuíram na efetivação de eventos de re-
percussão nacional, cada um a seu tempo.
VITÓRIA DA INTERNET!
Internet, Liberdade, Liberdade
A internet tem o DNA do Grito do Ipiranga, da Proclamação
da República, da liberdade dos escravos, da expulsão dos
invasores desta terra de Santa Cruz.
Para não ir muito longe, do mar de
lama a envolver Getúlio Vargas que o levou
ao suicídio em 1954, o movimento cívico-
militar de 1964, guerrilha e terrorismo nas
décadas de 60/70, o movimento pelas elei-
ções diretas 1983/84, impeachment de
FernandoCollorem1992,eleiçãodoLulaem
2002, condenação no mensalão do PT em
2013, com destaque para o ministro Joaquim
Barbosa, manifestações populares, escân-
dalo das divulgações torpes com a partici-
pação de Lula, Dilma e outros da cúpula
petista 2014 e 2015, culminando no proces-
so de impeachment da Dilma em 2016.
Já ultrapassadas a fase de autoriza-
ção pela Câmara dos Deputados por expres-
sivo resultado de 367 votos contra 137, por
mais de 2/3 dos seus representantes e que
no dia 11 de maio, a "presidenta" Dilma é
afastada do cargo por até 180 dias para ser
processada pelo Senado, conforme rele-
vantes 55 votos a favor e 22 contra, também
por mais de 2/3 dos senadores.
A comparar a influência de parti-
dos, organizações sociais integrantes
dos movimentos sindicais e estudantil,
CUT, UNE, imprensa pró e contra, nos
episódios passados, com destaque para
os comícios dos partidos como fonte de
impulsão e embasamento popular; ca-
ras pintadas no impeachment do Collor.
Caracterizado pela unanimidade con-
tra a corrupção.
Diferente no caso impeachment da
Dilma, sem os comícios, sem partidos, sem
CUT, sem UNE, só função da pressão popu-
lar, do movimento e grito das ruas. Sem a
unanimidade, pois o petismo e a esquerda
do mote "os fins justificam os meios" se
encontram no mesmo caminho.
Vitória da internet ajudada pelo te-
lefone celular! Que não vai parar contra
os corruptos e esquerdopatas. Curtir, com-
partilhar, atitude. Rebater os tais "forma-
dores de opinião" saudosistas do Muro
de Berlin, filhotes de Stalin.
Nesses treze anos de poder o “lulapetis-
mo” nos deixou legados tão maléficos,
que o atual e futuros governos terão que
envidar esforços sobre humanos, com o in-
tuito de minimizá-los e quiçá, aboli-los defi-
nitivamente da nossa história. Usando de
um popularismo torpe; de uma irresponsa-
bilidade fiscal e econômica; intimidando a
população e as instituições, através de seus
movimentos sociais (UNE, CUT, MST,
MTST dentre outros) regiamente pagos
com dinheiro público e de um fascismo
operário e sindicalista, o PT deu como pre-
sente ao povo brasileiro, a seguinte herança
maldita:
I - Pela 1ª vez na história nacional, a
divisão da sociedade, entre “nós” e “eles”.
II - Uma política externa desfavorável
ao comércio brasileiro, privilegiando países
bolivianos e ditaduras africanas, simpati-
zantes do novo socialismo do século XXI,
um “eufemismo” do
comunismo.
III - Uma vio-
lência crescente acar-
retando 60.000 homi-
cídios por ano, ultra-
passando países que
estão passando por
guerras civis sectá-
rias, e alvo de ações
terroristas.
IV - A triste marca de 1º lugar no
consumo mundial de crack e 2º no de co-
caína.
V - Afrouxamento doloso em nos-
sas fronteiras permitindo diuturnamente
a entrada de armas e drogas. Isso decor-
re de que os principais países envolvidos
(Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Nicará-
gua e Cuba) são aliados ideologicamen-
te do PT e pertencentes ao Foro de São
Paulo.
VI - Aparelhamento do Estado Brasi-
leiro com 100.000 cargos comissionados,
pondo de lado o concurso e a meritocracia.
VII - Um grau de corrupção jamais
visto, envolvendo políticos, agentes públi-
cos, diretores de estatais e empresários
ligados à empreiteiras.
VIII - Um rombo fiscal de bilhões de
reais nas contas públicas, face a má gestão,
obras faraônicas, na Copa do Mundo e
Olimpíadas, corrupção e empréstimos “ge-
nerosos” para países aliados ideologica-
mente. Cabe uma AUDITORIA afim de ve-
rificar quantos bilhões de reais foram
envolvidos no esquema acima, quais as
OS TREZE MALDITOS
LEGADOS DO PT
Nesses treze anos de poder o “lulapetismo” nos deixou
legados tão maléficos, que o atual e futuros governos
terão que envidar esforços sobre humanos, com o
intuito de minimizá-los e quiçá, aboli-los
definitivamente da nossa história.
nações envolvidas e quando pagarão as
suas dívidas?
IX - Rombo nos fundos de pensão da
Petrobrás, dos Correios, do Banco do Brasil
e da Caixa Econômica Federal, colocando
em risco os salários dos seus segurados.
X - Destruição de uma geração de
jovens acarretando um desemprego de mais
de onze milhões de pessoas. Não podemos
olvidar que ele é um dos principais gerado-
res da violência e da criminalidade.
XI - Desvio doloso de verbas do
Banco Nacional de Desenvolvimento So-
cial (BNDES), com emprego em obras no
exterior, onde Lula no cargo de presiden-
te e fora dele, era o principal “garoto de pro-
paganda” das empreiteiras. Várias obras
de infraestrutura deixaram de ser realiza-
das no Brasil, em decorrência desses
atos criminosos.
XII-UmaquedavertiginosadoProdu-
to Interno Bruto (PIB),
recessão, desacelera-
ção da economia e in-
flação beirando os dois
dígitos.
XIII - Total di-
minuição da credibi-
lidade de investidores
nacionais e estrangei-
ros, face a um governo
mentiroso, aliciador de
votos através de programas sociais, incom-
petente e extremamente corrupto.
OPTdizquefarádetudoparainfernizar
o novo governo. Sempre foi um partido
anarquista, de confrontos, invasões de ter-
ras e bloqueios de vias públicas. Votou con-
tra o Plano Real e a Lei de Responsabilidade
Fiscal. A presidente afastada Dilma Roussef
cometeu as seguintes irregularidades: pe-
daladas fiscais; decretos orçamentários sem
previsão de receita; contas públicas rejeita-
das pelo Tribunal de Contas da União; obs-
trução da justiça (proteção a Lula e tentati-
va de calar o ex diretor da Petrobrás Nestor
Cerveró) e acusações de espionagem do
Presidente Temer, Ministro do STF Luis Bar-
roso e do Juiz Sérgio Moro. Será que isso
não basta para o impeachment? Nos EUA por
bem menos, Nixon foi afastado da presidên-
cia por espionagem (caso Watergate). Por-
tanto o impeachment não se trata de golpe.
O PT utiliza a tática de Joseph
Goebbels, ministro da Alemanha Nazista de
Hitler: "De tanto se repetir uma mentira ,
ela se torna verdade".
A presidente afastada Dillma
Rousseff cometeu as seguintes
irregularidades: pedaladas fiscais;
decretos orçamentários sem previsão
de receitas; contas públicas rejeitadas
pelo TCU; obstrução da Justiça e
acusação de espionagem. Nos EUA
por bem menos Nixon foi afastado da
presidência por espionagem.
Nº 227 - Maio/2016 13
CLUBE DE AERONÁUTICA
* Luís Mauro
Ferreira Gomes
* Coronel-Aviador, Presidente da Academia Brasileira de Defesa, Vice-Presidente do Clube
de Aeronáutica e do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos e Membro Efetivo do
Instituto de Geografia e História Militar do Brasil.
EMBARAÇOS IMPOSTOS AO GOVERNO TEMER
É preciso alguém ser muito ingênuo para não ver que, tanto a cassação do Deputado Eduardo Cunha
pelo STF quanto as referidas delações destinaram-se a desestabilizar o Governo em exercício
e a facilitar um desastroso retorno da presidente.
Desde que o Senado afastou a presiden-
te Dilma, o Governo Temer enfrentou
dificuldades, a maioria criada artificialmen-
te, que poderiam esvaziar, pelo menos para
certas parcelas dos brasileiros, aquele que
deveria ser o fato mais importante do início
da administração: a aprovação, pelo Con-
gresso, da mudança da meta fiscal
para o ano de 2016.
Vamos referir-nos a algu-
mas delas.
• A ausência de mulhe-
res e outras minorias entre os
Ministros anunciados
Não podemos esquecer
que Temer ainda não está con-
firmado, definitivamente, no car-
go, e tem importantes medidas a
serem adotadas imediatamente,
que dependem de aprovação do
Congresso. Está claro que aque-
le foi o ministério, possível dian-
te da referida necessidade de
apoio parlamentar para as refor-
mas imperiosas e, principalmen-
te, para a obtenção dos 54 votos
de Senadores exigidos para a
aprovação do impeachment.
Verdadeiramente, quem indicou
os ministros formam os “caci-
ques” dos partidos políticos que apoiam
o Governo, majoritariamente, construídos
de homens. Não há por que cobrar-se
dele tal ausência, a não ser que a intenção
seja desestabilizá-lo.
• A incorporação do Ministério da
Cultura ao Ministério da Educação
Trata-se de medida muito razoável
que, simplesmente, voltava ao que havia
sido. Dela somente reclamaram alguns “ar-
tistas” esquerdistas que, apesar de pou-
cos, são muito barulhentos. Mesmo esses
e a imprensa que lhes deu eco não estavam
preocupados com a Cultura, cuja importân-
cia não está em ter um ministério exclusivo,
mas nas Políticas a ela dedicadas, que, até
agora, vinham sendo equivocadas e poli-
tizadas. Verdadeiramente, só se interessam
por inviabilizar o Governo em exercício,
temerosos que estão de perder a “boqui-
nha”, tão facilmente conquistada com a Lei
Rouanet e a cumplicidade do Ministério,
cuja existência tanto defendem. Prova
disso é que, mesmo depois que o Presi-
dente desistiu da incorporação e decidiu
manter o “status” de ministério da pasta
(medida inútil, pois nada os faria mudar
de opinião), eles continuaram com a
baderna, mantendo a ocupação dos pré-
dios do Ministério da Cultura em que se
haviam instalado, constantemente a en-
toar: “fora Temer!” e outras palavras de
ordem semelhantes.
• Nomeação do Ministro da Defesa
e da Secretária de Direitos Humanos
A nomeação de um suplente de De-
putado Federal por um partido comunista
para o Ministério da Defesa, repetindo o ato
de desapreço do governo petista pelas
Forças Armadas, e a designação de uma
Procuradora hostil e comprometida com as
ideias mais radicais da ideologia do gover-
no afastado, para a Secretaria de Direitos
Humanos, muito contrariaram todos os mi-
litares, com exceção daqueles, que, por
dever de ofício, não podem manifestar seus
verdadeiros sentimentos e têm de convi-
ver com essas figuras, para assegurar o
funcionamento normal de suas institui-
ções. Ao contrário, porém, de outros, os
militares compreendem que este não é o
momento para cobranças do atual Gover-
no, e, mesmo os que já estão na inatividade,
abstiveram-se de maiores manifestações
públicas, expressando seu desconforto,
apenas, inter pares.
• Campanha desestabilizadora pe-
los meios de comunicação
A começar pelo Deputado Eduardo
Cunha, a quem nunca esquecem, deflagra-
ram nova campanha com o objetivo de lhe
suprimirem os direitos garantidos pela Mesa
Diretora da Câmara dos Deputados. As
manchetes de todos os jornais e noticiários
de televisão propalaram: “Mesmo afasta-
do, Eduardo Cunha gasta mais de quinhen-
tos mil Reais da Câmara por mês”.
“Quinhentos mil Réis” mensais é
muito pouco diante do bem que o Deputado
Eduardo Cunha proporcionou ao Brasil. Ele
fez, sozinho, muito mais do que todos esses
políticos que se diziam de oposição, mas lhe
pediam – e ainda pedem – a cabeça, enquan-
to esqueciam Renan Calheiros, então ligado
aDilma.Nãoforaele,atéhoje,provavelmen-
te, não teria sido votada, na Câmara, a ad-
missibilidade do pedido de impeachment da
presidente Dilma Rousseff. Talvez, nem
mesmo, o pedido tivesse sido acolhido.
Além disso, não vi ninguém expres-
sar preocupação semelhante com os gas-
tos astronômicos, relativos às mordomi-
as da presidente, afastada pelo mal que
tanto nos fez, usadas para subverter a or-
dem democrática e obstruir a Justiça no
julgamento do seu impedimento.
Nosso maior problema não é, con-
tudo, a corrupção, mas a ideologia a ela
associada. Extingui-la é, virtualmente, im-
possível, mas não diremos que, sem a ideo-
logia, que dela se serve e a realimente, ela
seria aceitável, senão, que, seguramente,
estaria em nível suportável.
Se os ministros-comissários do STF
não tivessem promovido a cassação branca
do mandato do Deputado Eduardo Cunha,
ele seria uma peça importante para a aprova-
ção dos projetos do Governo na Câmara.
Nelson Motta disse, em seu artigo
Nina e Caminha em Brasília, de 10 de agosto
de 2012: Roberto Jefferson tem todos os
motivos para exigir seu crédito e nossa
eterna gratidão por seu feito heroico: “Eu
salvei o Brasil do Zé Dirceu1
.
Poderíamos inspirar-nos no ilustre
brasileiro e dizer: Eduardo Cunha tem to-
dos os motivos para exigir seu crédito e
nossa eterna gratidão por seu feito he-
roico: “Eu salvei o Brasil do PT e de Dil-
ma”. Pelo menos, por enquanto. O resto
depende de nós.
Quanto às delações premiadas de Sér-
gio Machado que envolvem Senadores do
PMDB, pelo que se vê até agora, pode-se
dizer que, tudo indica, foram ilegais e feitas
por encomenda. Ilegais e por encomenda,
porque feitas sem autorização judicial e sem
que o gravador as tivesse produzido para
defender-se dos gravados. Ao contrário,
deles pedia ajuda e tentava forçar respostas
comprometedoras.
É preciso alguém ser muito ingênuo
para não ver que, tanto a cassação do De-
putado Eduardo Cunha pelo STF quanto as
referidas delações destinaram-se a deses-
tabilizar o Governo em exercício e a facilitar
um desastroso retorno da presidente. Con-
firma-o os momentos escolhidos para o
vazamento das gravações.
Retorno desastroso, porquanto ela
não teria mais condições de governar, e a
sociedade não aceitaria sua volta, que
serviria, somente, para mergulhar o País
em um caos ainda maior, o que poderia
ensejar a tentativa insana de convulsio-
nar-se o País para a imposição de um
golpe de Estado e a implantação de uma
ditadura populista de esquerda ou, pelo
menos, forçar novo sufrágio para uma
irrealista eleição de Luiz Inácio.
A providência mais importante que
nos cabe neste momento é desmontar
todo o aparelhamento feito pelo PT, o que
compreende, a destruição ou, pelo me-
nos, a neutralização desse partido nefas-
to, de sua base aliada, dos militantes de
esquerda infiltrados em todas as instân-
cias do Estado, dos movimentos ditos
sociais, do Foro de São Paulo, dos gover-
nos dos países bolivarianos e das ONG
de esquerda que nos infestam.
Na atual situação, devemos evi-
tar qualquer constrangimento desneces-
sário ao Governo Temer, apoiá-lo, asse-
gurando, no Congresso, a aprovação das
medidas saneadoras indispensáveis, e, so-
bretudo, impedir, a qualquer custo, a vol-
ta da presidente ao cargo do qual está afas-
tada.
Para tanto, é indispensável conhe-
cermos bem todas as forças em ação para
que possamos aproveitar, ao máximo as
nossas possibilidades e defender-nos da-
quelas do universo antagônico.
A quem interessa fogo amigo?
Como já dissemos muitas vezes,
não é preciso ser Sun Tzu, nem mesmo tê-
lo lido, para saber que quem não é capaz
de identificar amigos e inimigos perderá
todas as guerras.
IMPORTANTE
1. Além disso, não vi ninguém
expressar preocupação
semelhante com os gastos
astronômicos,relativosàs
mordomias da presidente,
afastada pelo mal que tanto nos
fez, usadas para subverter a
ordem democrática e obstruir a
Justiça no julgamento do seu
impedimento.
2. Como já dissemos muitas vezes,
não é preciso ser Sun Tzu, nem
mesmo tê-lo lido, para saber
que quem não é capaz de
identificar amigos e inimigos
perderá todas as guerras.
1 - MOTTA, Nelson. Nina e Caminha em Brasília.
O Estado de São Paulo, 10 ago 2012. Opinião, p. A8.
QUE HORROR!
UM MINISTÉRIO SEM MULHERES!
8Nº 227 - Maio/2016 14
JOSEPH GOEBBELS, Ministro de Propaganda do 3º Reich da Alemanha Nazista,
em 1939 criou para o Nazismo uma estratégia, baseada na seguinte expressão:
"Umamentirarepetidaváriasvezesacabasetornandoverdade".
Esta mesma estratégia foi adotada posteriormente pela União das Repúblicas
Socialistas Soviéticas - URSS na época do comunismo.
Atualmente, no Brasil, esta mesma estratégia de que "uma mentira repetida
várias vezes acaba se tornando verdade", foi adotada pela Sra.DILMAROUSSEFF,
queestáPresidentedaRepública,peloSr.LUISINÁCIOLULADASILVA,queesteve
Presidente do País, pelo PT - Partido dos Trabalhadores, e, pelo PC do B - Partido
Comunista do Brasil, continuando todos eles a repetir incessantemente nos jornais,
nas rádios, nas televisões, e em todos os meios de comunicação que o Processo de
Impeachment da Presidente DILMA ROUSSEFF "é golpe, é golpe, é golpe", não
esclarecendo ao público que ao assumir o cargo de Presidência, ela jurou solenemen-
te cumprir a Constituição Federal e as Leis Brasileiras, mas que quebrou o
juramento feito ao povo brasileiro, ao emitir pedaladas fiscais através de Decretos
de sua emissão, sem consultar o Congresso como manda a Lei, praticando dessa
forma Crime de Responsabilidade, com afirmam categoricamente o M. D. Professor
doutor MIGUEL REALE e a Dra. JANAÍNA PASCHOAL, denuncia que deu início ao
Processo de Impeachment da Presidente.
A frieza, a dissimulação e desfaçatez de todos aqueles que, ao utilizarem aquela
estratégia nazista para iludir e incitar a CUT, os sem-terra MST, os sem-teto MTST
e insuflando o fechamento de Rodovias, a invasão de Órgãos Públicos, causando
prejuízo as pessoas que se deslocam para seu local de trabalho, sob a falsa alegação
de que o Processo de Impeachment é golpe, deixa claro a deliberada intenção dos
mesmos no sentido de fazer com que uma mentira prevaleça sobre a verdade
inconteste do Crime de Responsabilidade praticado pela Presidente, e ainda criar a
possibilidade de agressão a cidadãos de bem que concordam com o Impeachment,
podendo inclusive gerar uma guerra civil.
QUAIS OS PREJUÍZOS QUE UMA MENTIRA
REPETIDA VÁRIAS VEZES PODE CAUSAR À
DEMOCRACIA BRASILEIRA
*Procurador Federal Aposentado
Quando fui assistente do general Carlos Alberto da Fontoura, então chefe do EM/
III Exército, lá pelos anos 1968, conheci o então coronel Léo Etchegoyen, que
lá servia, e dele me tornei amigo e admirador por suas qualidades morais e competência
profissional. Fiquei por isso muito triste e indignado com sua citação em 2014, pela
Comissão da Verdade (de um lado só) como autor de crimes durante o regime militar,
apesardeterfalecidoem2003.Seufilho,oatualgeneraldeExércitoSérgioWestphalen
Etchegoyen e sua família divulgaram nota pela imprensa dizendo: “levianas e
improcedentes tais acusações”. O repúdio veemente do general Sérgio, como
general de quatro estrelas e na ativa, repercutiu positivamente nos meios militares e
civis, que nunca reconheceram na tal “começão” qualquer isenção para julgar sem
facciosismo as partes conflitantes daqueles tempos.
ÚNICO MILITAR NO MINISTÉRIO TEMER
Agora, o general Sérgio Etchegoyen está resgatando
a memória de seu pai e tendo seu alto conceito reconhecido
pelo Exército, ao ser nomeado ministro- chefe do Gabinete de
Segurança Institucional da Presidência da República, pelo
presidente em exercício Michel Temer. É o único militar das
Forças Armadas a integrar o novo Ministério. Além de assesso-
rar o presidente em assuntos militares e de segurança institu-
cional, será o responsável pela segurança pessoal do presidente
e dos palácios presidenciais. Passou também para sua subordinação a Abin – Agência
BrasileiradeInteligência.Ea3ªDE,sediadaemSantaMaria/RS,daqual é parte integrante
a nossa Brigada Charrua, certamente está mais de que orgulhosa de seu ex-coman-
dante. Calouro em 1971 na Academia Militar das Agulhas Negras, de lá saiu como
oficial de Cavalaria esse gaúcho de Cruz Alta, a quem desejamos pleno sucesso.
(Publicado no Diário da Fronteira - Uruguaiana 15/05)
CITAÇÃO INJUSTA E REVANCHISTA
Cel Antonio Augusto Brasil Carús
* Gerson Antonio Fonseca
Data: 11 de agosto de 2016.
Objetivo: Atualizar o Estatuto Social, conforme Resolução
CNSP nº 330 que determina alguns procedimentos para as
entidades do mercado previdenciário segurador, a partir de 1º de
março de 2016.
O GBOEX deverá adaptar-se a essa RESOLUÇÃO, de modo
a atualizar o seu Estatuto Social.
Para melhor compreensão e facilidade de
entendimento do quadro social citamos,
entre outras, as principais consequências
para o GBOEX:
• Não fixar data de eleição e posse de Conselheiros e Diretores
como no estatuto vigente;
• Os membros eleitos ou nomeados para órgãos estatutários
ou contratuais deverão cumprir mandato de até três anos, sendo
permitida a reeleição.
A Assembleia será realizada, simultaneamente, em mais
de uma cidade, isto é, em cada lugar onde há uma representação
do GBOEX, podendo ser na própria loja da empresa ou em local
que melhor atenda ao nosso quadro social, a ser oportunamente
informado.
Participantes: Associados Participantes-Efetivos
(informações na Unidade).
Compareçam no local de realização da AGE às 09:30 horas,
dia 11 de agosto de 2016.
Contamos com a sua participação!
GBOEX-GRÊMIO BENEFICENTE
O GBOEX, por intermédio da sua Unidade de Belo
Horizonte, convida os Associados Participantes-
Efetivos da Entidade para um Encontro
“Conversa com Associados”, a ser realizado dia 23
de junho, próximo, no Hotel SOL BH, Rua da Bahia, 1.040,
às 10 horas. Na ocasião estarão presentes
representantes do Conselho Deliberativo do GBOEX.
Para saber mais e verificar como participar,
entre em contato pelo telefone (31) 3224-6342
até o dia 22 de junho.
E-mail: unbh@gboex.com.br
Nº 227 - Maio/2016 15
A íntegra da carta da família Etchegoyen,
contra a Comissão Nacional da Verdade:
A comissão nacional da verdade (CNV) divulgou ontem seu relatório final,
onde relaciona 377 nomes sob a qualificação de “autores de graves violações de
direitos humanos”. Nela consta o nome de Leo Guedes Etchegoyen.
Sobre o fato, nós, viúva e filhos, manifestamos a nossa opinião.
Jamais fomos contatados por qualquer integrante ou representante daquela
comissão, nem o Exército recebeu qualquer solicitação de informações ou documentos
acerca de Leo G. Etchegoyen. Ao apresentar seu nome, acompanhado de apenas três
das muitas funções que desempenhou a serviço do Brasil, sem qualquer vinculação
a fatos ou vítimas, os integrantes da CNV deixaram clara a natureza leviana de suas
investigações e explicitaram o propósito de seu trabalho, qual seja o de puramente
denegrir.
Ao investirem contra um cidadão já falecido, sem qualquer possibilidade de
defesa, instituíram a covardia como norma e a perversidade como técnica acusatória.
No seu patético esforço para reescrever a história, a CNV apontou um culpado para
um crime que não identifica, sem qualquer respeito aos princípios constitucionais
do contraditório e da ampla defesa.
Leo Guedes Etchegoyen representa a segunda geração de uma família de ge-
nerais que serve o Brasil, com retidão e patriotismo, há 96 anos. Seguiremos defen-
dendo sua honrada memória e responsabilizando os levianos que a atacarem.
Porto Alegre, RS , 11 de dezembro de 2014
Lucia Westphalen Etchegoyen, viúva e os filhos:
Sergio, Maria Lucia, Alcides Luiz, Marcos e Roberto Westphalen Etchegoyen
Tanques do Exército subiram
a Rua das Laranjeiras
comandados pelos filhos do
General Etchegoyen,
aproximando-se do Palácio
Guanabara onde foram
hipotecar solidariedade
ao Governador
Carlos Lacerda.
(Edição Histórica Manchete/Abril 64)
GENERAL DA ATIVA CHAMA DE “LEVIANA” ACUSAÇÃO DA COMISSÃO
DA VERDADE CONTRA O PAI EM NOTA ASSINADA PELA FAMÍLIA
Ogeneral de Exército da ativa, Sérgio Etchegoyen
(Foto), chefe do Departamento Geral do Pessoal,
assina nota, em conjunto com a sua família, repudiando
o relatório divulgado pela Comissão Nacional da Verda-
de e classificando seu trabalho como “leviano”. No
documento, obtido com exclusividade pelo Estado, a
Comissão responsabilizou o pai do atual chefe do DGP,
o general Leo Guedes Etchegoyen, e outros 376 civis e
militares, por violações de diretos humanos durante o governo militar, sem apontar
os fatos que teriam levado às acusações. (Inconfidência, nº 209 de 22 de dezembro de 2014)
A ÚNICA E VERDADEIRA HISTÓRIA MILITAR E DO BRASIL
COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE
Cyro Guedes Etchegoyen (1929/2012) Coronel do Exército
Chefe da Seção de Contrainformação do Centro de Informações do Exército
(CIE) de 1971 a 1974. Segundo depoimento do Coronel Paulo Malhães era a
autoridade do CIE responsável pela Casa da Morte em Petrópolis (RJ)
Leo Guedes Etchegoyen (1925/2003) General de Brigada
Secretário de Estado de Segurança Pública do Rio Grande do Sul de novembro
de1964afevereirode1965.FoiChefedoEstadoMaiordoIIExércitodeagostode1979
a julho de 1981. Assumiu a Chefia do Estado Maior do III Exército em agosto de 1982.
GENERAL ETCHEGOYEN ASSUME
O GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL
OGeneral de Exército Sérgio Westphalen Etchegoyen é nomeado pelo presidente
interino Michel Temer para a Chefia do GSI - Gabinete de Segurança Insti-
tucional que havia sido extinto por Dilma Rousseff. Também coordenadorá a
ABIN - Agência Brasileira de Inteligência, que a ele ficará subordinada.
Etchegoyen é o estrategista responsável pelo Plano de Defesa Nacional e usará
a Abin para cumprir a missão de monitorar os movimentos de esquerda, principalmente
as manifestações/invasões ilegais do MST e de outros grupos. Militares ouvidos pela
FOLHA afirmam que o GSI fará um levantamento dos movimentos de esquerda para
evitar que o governo seja surpreendido como nas manifestações de junho de 2013.
CURRÍCULO RESUMIDO DO GENERAL ETCHEGOYEN
Nasceu na cidade de Cruz Alta – RS em 1º de feve-
reiro de 1952. Ingressou nas fileiras do Exército em 1º de
março de 1971, na Academia Militar das Agulhas Negras,
sendo declarado Aspirante a Oficial de Cavalaria em 17
de dezembro de 1974.
Possui os cursos de Formação da Arma de Cavalaria;
Manutenção de Material Bélico; Básico de Montanhismo;
Aperfeiçoamento de Oficiais da Arma de Cavalaria; Coman-
do e Estado-Maior; Política, Estratégia e Alta Administração
do Exército; e Senior Leader Mission Course das Nações
Unidas em Durban, África do Sul.
Foi comandante da Escola de Aperfeiçoamento de
Sargentos das Armas, de 1993 a 1995; oficial do Estado-Maior da Missão de Verificação
das Nações Unidas em El Salvador, entre 1991 e 1992; chefe da Comissão do Exército Bra-
sileiro em Washington (EUA), de 2001 a 2003; e assessor especial do ministro da Defesa
e chefe do Núcleo de Implantação da Estratégia Nacional de Defesa de 2009 a 2011.
No exterior, foi oficial do Estado-Maior da Missão de Verificação das Nações Unidas
em El Salvador, entre 1991 e 1992, e Chefe da Comissão do Exército Brasileiro em Washing-
ton, Estados Unidos, de 2001 a 2003.
Como oficial-general comandou a 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, de 2005 e
2006; a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, de 2007 a 2009; a 3ª Divisão de
Exército – Divisão Encouraçada, de 2011 a 2012. Foi Assessor Especial Militar do Ministro
de Estado da Defesa e Chefe do Núcleo de Implantação da Estratégia Nacional de Defesa
de2009a2011.ComogeneraldeExércitofoiChefe doDGP-DepartamentoGeraldoPessoal
e Chefe do EME - Estado Maior do Exército.
Coronel Dalla-Lana, generais
Etchegoyen e Gláucio
O General
Etchegoyen
na
solenidade
em Santa
Maria/RS,
a 27 de
novembro
de 2012
Os Generais
Etchegoyen e Sérgio
Augusto Coutinho
que apresentou, logo
após a formatura na
Praia Vermelha, em
2007, uma palestra
sobre a Intentona
Comunista aos
alunos da Escola de
Comando Estado-
Maior do Exército
É DEVER DE CADA SOLDADO MANTER VIVA A MEMÓRIA DAQUELES QUE FORAM
COVARDEMENTE IMOLADOS PELA MÃO INSANA DA INTOLERÂNCIA IDEOLÓGICA.
O coronel Leocir José Dalla-Lana organizou
o evento e expediu os convites.
Compareceram ao evento, cerca de 200 pesso-
as, entre militares da Ativa e da Reserva, os generais
de Divisão Sérgio Westphalen Etchegoyen, Coman-
dante da 3ª Divisão de Exército/Divisão Encouraçada
e de Brigada Gláucio Lucas Alves, Comandante da 6ª
Brigada de Infantaria Blindada , o historiador coronel
Alexandre Amendola, aproximadamente 40 oficias
superiores da Ativa e da Reserva, professores da
UFSM,integrantesdaReservaEncouraçada,ex-alunos
do Colégio Militar, do NPOR e senhoras e civis.
LANÇAMENTO DO LIVRO "MÉDICI - A VERDADEIRA HISTÓRIA"
EM SANTA MARIA/RS A 12 DE ABRIL DE 2012
8Nº 227 - Maio/2016 16
Após trinta semanas de ensino à distância e onze semanas de instruções
presenciais, no dia 20 de maio de 2016, a EASA entregou ao Exército Bra-
sileiro mais 206 Sargentos Aperfeiçoados.
No primeiro momento, às 08:00 horas, sob a presidência do CelUmberto Ramos
de Vasconcelos, Comandante da Escola, foi realizada a solenidade de diplomação e
premiação, na qual os concludentes dos Cursos receberam seus diplomas, e os 1º, 2º
e 3º colocados de cada Arma e o Sargento Escol de cada turma receberam a justa
homenagem e a premiação pelos excelentes resultados obtidos. Na oportunidade, o
2° Sgt Com Cássio de Freitas Nascimento, destaque geral do Curso, fez a inauguração
da placa alusiva a 74ª Turma aperfeiçoada.
A Formatura de Diplomação do Curso, ocorreu às 11:00 horas, tendo por local
a Praça D’Armas “Batalhão
Curupaiti”, sendo presidida pe-
lo General de Brigada Severi-
no Bento Ramos daPaixão, Co-
mandante da Artilharia Divisio-
nária da 3ª Divisão de Exército,
“AD Brigadeiro Gurjão”, com a
presença de autoridades civis e
militares, convidados especiais
e familiares dos 206 Segundos
Sargentos das Armas de Infan-
taria, Cavalaria, Artilharia, En-
genharia e Comunicações, que
receberam de seus padrinhos e madrinhas a Quaderna de Sargento Aperfeiçoado. Os
primeiros colocados de cada Arma, 2° Sgt Inf Roberto Sabino Dias, 2° Sgt Cav Adelar
Jacobi Moraes, 2° Sgt Art Odilar José Roveda, 2° Sgt Eng Lucas Fernandes Andrade
e 2° Sgt Com Cássio de Freitas Nascimento receberam do Sr Cel Umberto Ramos,
comandante da EASA, a medalha Marechal Hermes – Aplicação e Estudos.
Logo em seguida, foi oferecido um coquetel, proporcionando um agradável
momento de confraternização e despedidas.
A partir de agora, elas poderão chegar até o comando das
tropas. Dos 28.900 candidatos já inscritos no concurso
da EsPCEx, 7.600 são mulheres
AEscola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) em Campinas, SP, passou
por obras e está pronta para receber suas primeiras alunas e, quem sabe, ser a
primeira unidade do Exército Brasileiro a acolher uma mulher que poderá ir à linha de
combate e, posteriormente, assumir o cargo de Comandante. O fato inédito, no en-
tanto, só será possível em 2063, após uma longa carreira militar.
Fachada da Escola Preparatória de Cadetes em Campinas
Em 2017, a cerimônia que receberá novos alunos da Escola Preparatória de Cadetes
do Exército, em Campinas, terá também 40 mulheres
MULHERES INGRESSARÃO PELA 1ª VEZ COMO
CADETES E PODERÃO SE TORNAR GENERAIS
ESCOLA PREPARATÓRIA DE CADETES DO EXÉRCITO
(Foto: Reprodução EPTV)
(Foto: Divulgação/EsPCEx)
ESCOLA DE APERFEIÇOAMENTO
DE SARGENTOS DAS ARMAS
Formatura do Curso de Aperfeiçoamento
de Sargentos na EASA.
CONCURSOCONCURSOCONCURSOCONCURSOCONCURSO
Quem quiser pode se inscrever para a prova da EsPCEx até 28 de junho. Os inte-
ressados devem estar concluindo ou ter concluído o ensino médio, possuir entre 17 e 22
anos no ano da matrícula e estar em dia com o Serviço Militar e com a Justiça Eleitoral.
O período de instrução e formação do aluno na EsPCEx é de um ano em regime de
internato. Dentre os benefícios, o aluno recebe auxílio fardamento, ajuda de custo mensal
de R$ 969,54, alimentação, assistência médica e odontológica.
Após a conclusão da EsPCEx, o aluno tem acesso garantido na Academia Militar
das Agulhas Negras (AMAN), em Resende, Rio de Janeiro, onde cursa outros quatro
anos, completando assim a formação superior militar e tornando-se Aspirante a Ofi-
cial, com vencimentos iniciais de R$ 5.622,00 e uma carreira pública no Exército Bra-
sileiro.
No site da EsPCex estão disponíveis o Edital e o Manual do aluno. A taxa de inscri-
ção é de R$ 90. A primeira fase do concurso ocorrerá nos dias 10 e 11 de setembro de 2016,
em 43 locais, distribuídos em todo território nacional.
Nº 227 - Maio/2016 17
DIA DA VITÓRIA
Dada à coincidência de datas havida entre o Dia das Mães e o dia em que se come-
mora a Vitória aliada contra as forças do Eixo, em oito de maio, o Dia da Vitória
foi lembrado com uma magnífica solenidade acontecida na manhã do sábado, dia 14,
em frente à sede do Museu da FEB de Belo Horizonte.
O evento de extraordinária importância histórica para o mundo livre em que vivemos
foi organizado pelo Comando da 4ª Região Militar e pela ANVFEB local.
Com a presença do Gen. de Exército Rômulo Bini Perreira, ex-chefe do Estado
Maior do Ministério da Defesa, do Gen. de Divisão Amaury Sá Freire de Lima, do Ge-
neral de Divisão Walmir Almada Schneider, Comandante da 4ª Região Militar, do Bri-
gadeiro do Ar Ivan Moysés Ayupe, Comandante do CIAAR, do Engº Marcos Renault,
Presidente da Associação Nacional de Veteranos da Força Expedicionária Brasileira
– Regional BH, do Cel Av. Augusto Cesar Abreu dos Santos, Diretor do PAMA/ Lagoa
Santa, do Engº Fernando Castelo Branco, Presidente da Associação dos Oficiais da Re-
serva, do Sr. José Eloy de Andrade, Presidente da Associação Brasileira dos Integrantes
do Batalhão de Suez/BH, do Cel. Carlos Claudio Miguez, Editor do Jornal Inconfidência,
do Cel. Ney Guimarães, Presidente do Círculo Militar de BH, dos comandantes de
diversas OMs do Exército, Aeronáutica, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de Mi-
nas Gerais, além de muitas outras autoridades civis e militares, a solenidade teve início
às 9:30hs da bela manhã de outono. As pistas da Av. Francisco Sales, no bairro da
Floresta, foram interditadas para a apresentação da tropa e para que as viaturas do
Regimento Inconfidentes, clube de preservadores de viaturas militares antigas,
pudessem ser expostas ao público que prestigiou o acontecimento.
Foi lida a Ordem do Dia expedida pelo então Ministro da Defesa, Aldo Rebelo e can-
tada com muita vibração e emoção a Canção do Expedicionário. O Gen. Bini, o Engº Marcos
Renault e o Cel Marcelo Álvaro de Souza, representante da turma “Força Expedicionária
Brasileira” da AMAN, depositaram uma coroa de flores junto ao retrato do Marechal Mas-
carenhas de Moraes. Logo após foi realizada a chamada nominal dos Expedicionários be-
lorizontinos que tombaram no solo italiano durante luta em defesa da Pátria ofendida. A
tropa, em posição de sentido, respondeu com um sonoro e emocionante “PRESENTE” à
chamada dos nomes dos heróis tombados que jamais deverão ser esquecidos. Ouviu-se
o emotivo e tradicional toque de Silêncio.
O Engº Marcos Renault fez uso da palavra para, em nome dos veteranos que ali es-
tavam, Paulo Santana, Manoel Jerônimo de Campos, Hélio do Espírito Santo e a Ten. Enf.
Carlota Melo, homenagear todos os integrantes da FEB que contribuíram para a Vitória final
contra a tirania nazi-fascista, 71 anos atrás. Lembrou ainda da importância de se relembrar
a história honrada da nossa Pátria para que com a sua observação, corrigir e evitar novos
erros, inspirar exemplos entre os jovens e fortalecer a identidade do nosso povo. Men-
cionou o carinho e reconhecimento que nutre a população italiana da região da Emiglia Ro-
mana em relação ao soldado brasileiro – o Pracinha.
Findo o discurso, os veteranos Paulo Santana e Manoel Jerônimo foram agraciados
com a Medalha da Vitória e o Sr. Ernesto Adolfo de Paiva, com a Medalha Mascarenhas
de Moraes. Ainda receberam diplomas de agradecimento por serviços prestados à
ANVFEB-BH, os Srs. Walfredo Rodrigues e Marcelo Utch (em nome do Grupo de
Reencenação Histórica Galos de Briga).
O contingente composto pela Banda de Música da 4ª RM, do 12º BI, da 4ª Cia Com,
4ªCiaPE,CiaComando/4ªRM,11ªCSM,21ºCT,doCIAAR,daAcademiadaPolíciaMilitar,
do Corpo de Bombeiros, da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil, da Associação dos
Veteranos do Batalhão de Suez e da AREB, desfilou em continência ao Comandante da 4ª
Região Militar. Os veteranos da FEB foram embarcados nas viaturas históricas, desfilando
para a platéia e fechando a solenidade com grande carga de emoção. A seguir, os presentes
foram convidados a visitar as instalações do Museu.
Essa foi mais uma importante comemoração de um grande feito das Forças Ar-
madas que foi realizada fora dos muros da caserna. Fato muito importante para a po-
pularização e valorização da nossa cultura e da nossa história! 71 anos da Vitória!
"Conspira contra a sua própria grandeza,
o povo que não cultua seus feitos heróicos"
Fotos: José Duczmal e Lucas Torres
8Nº 227 - Maio/2016 18
JORNAL INCONFIDÊNCIA
3ª Parte
Assuntos Gerais e Administrativos
Estas revistas podem serem encontradas nos seguintes locais:
11111 - Banca de Jornais na Av. Olegário Maciel, 1741, em frente ao Hotel Platinum, em Belo Horizonte/MG
22222 - Martins Livreiro - Rua Riachuelo, 1291 Centro - Porto Alegre/RS - 33333 - jornal@jornalinconfidencia.com.br
Assinatura anual
A. VIA POSTAL - Recortar (ou xerocar) e preencher o cupom abaixo, anexando
cheque bancário nominal e cruzado ou cheque dos correios, no valor de R$ 150,00,
em favor do Jornal Inconfidência e remetê-los para para Rua Xingu, 497 - Alto Santa
Lúcia – CEP 30360-690 – Belo Horizonte – MG - Não enviar dinheiro.
B.VIABANCÁRIA-Depositarou transferirparaoBancodoBrasilovalordeR$150,00
– agência 2655-7 - c/c 28172-7 e por e-mail, enviar o quadro preenchido e o
comprovante do pagamento para jornal@jornalinconfidencia.com.br, e ainda o
cupom citado e o xerox do pagamento para Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia
- CEP 30360-690 - Belo Horizonte - MG.
C. Valores superiores serão muito bem recebidos.
D.Informações-e-mail:jornal@jornalinconfidencia.com.br.Fone:(31)3344-1500
E. Renovação da Assinatura – a cargo do interessado (idem providências acima).
ATENÇÃO: Verifique no canto inferior direito da etiqueta de
endereçamento postal, o mês/ano do vencimento. E RENOVE!!!E RENOVE!!!E RENOVE!!!E RENOVE!!!E RENOVE!!!
PROFISSÃO/POSTO/ GRADUAÇÃO:
NOMECOMPLETO:
ENDEREÇO:
BAIRRO: CEP:
CIDADE: UF:
E-MAIL: TEL:
Autorizo a publicação do meu nome SIM NÃO
ASSINATURAS RECEBIDASASSINATURAS RECEBIDASASSINATURAS RECEBIDASASSINATURAS RECEBIDASASSINATURAS RECEBIDAS
Maio/2016
Visite o Museu da FEBAberto ao público de 2ª a 6ª feira de 13:00 / 17:00 h.
Sábado / Domingo de 10:00 / 13:00 h.
Belo Horizonte - Av. Francisco Sales, 199 - Floresta
Agendamos visitas e palestras somente no Museu. Tel. (31) 3224-9891
Valor do ingresso: R$ 10,00/R$ 5,00 (por pessoa)
Av. Barão Homem de Melo, nº 4.500
Conj. 1501 - Bairro Estoril
Cep: 30450-250 - Belo Horizonte/MG
Telefone (PABX): 31 2516-6380
À DISPOSIÇÃO DE NOSSOS LEITORES
Juiz de Fora - Rua Hoyan, 40 - Centro
São João Del Rei - Área do Círculo Militar - Centro
PRESTIGIE NOSSOS VETERANOS COM A SUA VISITA
www.anvfeb.com.br
O CRUZEIRO
EXTRA
Aofazerourenovarasuaassinatura,
sedesejarreceberviapostal,um
Edições Históricas da Revolução de 1964
MANCHETE
exemplar destas revistas, envie mais R$ 20,00,
por cada uma delas.
15/01/15 000289 R$ 130,00 Ag. Tamoios/BH/MG
26/01/15 362414 R$ 150,00 Ag. Líbero Badaró/SP
23/02/15 520707 R$ 130,00 Ag. Tamoios/BH/MG
24/02/15 600123 R$ 200,00 Ag. Líbero Badaró/SP
24/06/15 094765 R$ 130,00 Marcos Antônio
24/11/15 100134 R$ 130,00 Belo Horizonte/Barro Preto
11/12/15 300077 R$ 1.000,00 Andaraí/RJ
21/01/16 700271 R$ 150,00 Agência Tamóios/BH
26/01/16 000213 R$ 200,00 Ag. Tamoios/BH
11/02/16 614399 R$ 150,00 Centro - São Paulo/SP
18/02/16 262019 R$ 150,00 Ag. Rio de Janeiro/BH
24/02/16 759106 R$ 150,00 Porto Alegre/Centro
10/03/16 800027 R$ 150,00 Porto Alegre/Rua Uruguai
01/04/16 007950 R$ 180,00 Mário Dias F.
06/04/16 300020 R$ 200,00 Belo Horizonte
12/04/16 321505 R$ 230,00 Wilson Gonçalves - BH/MG
13/04/16 800187 R$ 200,00 Juiz de Fora
20/04/16 467381 R$ 200,00 Santa Maria/RS
Data Nº Doc. Banco Brasil Valor Local do Depósito/Identificação
DEPÓSITOS NÃO IDENTIFICADOS OU SEM ENDEREÇO
Mensalmente publicamos a listagem com o nome daqueles que depositaram valores corres-
pondentes à assinaturas (e contribuições espontâneas) do nosso jornal, no Banco do Brasil.
Muitas vezes, esses assinantes deixam de enviar o cupom de assinatura e/ou o com-
provante de pagamento, impedindo o seu cadastramento, a publicação do nome (quando au-
torizado) e a remessa do jornal.
No extrato bancário, só constam os nomes daqueles que fizeram a transferência entre
contas (online, agendada ou da poupança), por serem correntistas do Banco do Brasil. Mesmo
assim alguns nomes são digitados abreviados ou incompletos, impedindo a sua identificação.
Os outros depósitos online (em cheque ou dinheiro) efetuados por quem não é correntista do
banco do Brasil, não são identificados no extrato, nem informado o nome do autor.
Em conseqüência, apresentamos abaixo, a relação dos depósitos não identificados, a fim
de que possam ser cadastrados, se os respectivos depositantes enviarem o cupom e o com-
provante de pagamento. Lembramos que a data (mês/ano) de vencimento da assinatura
é encontrada no canto inferior direito da etiqueta de endereçamento postal.
ASSINATURASEDEPÓSITOSNÃOIDENTIFICADOS
Professor Adriano Heckert Gripp - Alto Jequitibá/MG, Cel Airton Meirelles
Brissac - Atibaia/SP, Cel Antônio Valdir Brum - Santa Maria/RS, Aposentado
Benone Augusto de Paiva - São Paulo/SP, Bancário Carlos A. Silveira - Boa
Esperança/MG, Cel Claudio Netto Di Primio - Porto Alegre/RS, Historiador
Corálio B. P. Cabeda - Porto Alegre/RS, Cap Davi Martins Corrêa - Santa Maria/
RS, Cap Francisco Gonçalves Pereira - Contagem/MG, Adv Gerson Antonio
Fonseca - Rio de Janeiro/RJ, Pensionista Ivany Cleyde Marchini Marques -
Amparo/SP, Cel José Carlos Santos Cerqueira - Rio de Janeiro/RJ, Empres.
José Gontijo Pires - Arcos/MG, Cel PMERJ Luiz Felipe Schittini - Rio de Janeiro/
RJ, Cir. Dentista Luiz Mário Sierakowski - Curitiba/PR, Apos. Wilson Mendes
Diniz - Belo Horizonte/MG e mais 01 civil e 01 militar
Mais uma vez estamos enviando dois exemplares da mesma edição a
fim de que um deles seja encaminhado a um parente, um amigo, um (a)
professor (a), com o pedido para que também façam uma assinatura do
INCONFIDÊNCIA.
Ultimamente, temos recebido pouquíssimas novas assinaturas (mais de
90% são renovações) talvez porque muitos leitores recebam o jornal eletrô-
nico, sem assiná-lo, o que não podemos controlar/evitar.
Solicitamos aos inadimplentes e a todos aqueles que estão recebendo o
INCONFIDÊNCIA como cortesia, que renovem e concretizem a assinatura.
Caso negativo, seremos obrigados a cancelar a postagem, tendo em
vista a precária situação financeira do jornal.
PREZADOS ASSINANTES/LEITORESPREZADOS ASSINANTES/LEITORESPREZADOS ASSINANTES/LEITORESPREZADOS ASSINANTES/LEITORESPREZADOS ASSINANTES/LEITORES
Somente 19 assinaturas, sendo 17 renovações e 02 novos
Nº 227 - Maio/2016 19OPINIÃO DO LEITOR
Opéssimo exemplo vem de cima. São as
próprias lideranças do PT que insti-
gam em seus braços armados na militância o
comportamentodestrutivo.Aoafirmaremque
não reconhecem o governo Temer, que assu-
miu após um amplo processo legal e cons-
titucional e foi eleito na mesma chapa de
Dilma, esses petistas tentam mesmo incen-
diar o país. Suas hostes militantes logo se
animam. O discurso é de ódio. A esquerda
radical declarou guerra ao Brasil.
Mas se forem por esse caminho, vão se
dar mal. Recém-empossado como novo mi-
nistrodaJustiça,oex-secretáriodeSegurança
Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes,
defendeunestaquinta-feira(12)queaatuação
violenta de movimentos de esquerda deverá
sercombatida:“Apartirdomomentoqueseja
MTST, ABC, seja ZYH, que deixam o livre
direito de se manifestar para queimar pneu,
colocar em risco as pessoas, aí são atitudes
criminosas que vão ser combatidas, assim
como os crimes”.
Oministrotambémchamoude“atosde
guerrilha” protestos realizados em São Paulo
noiníciodestasemanacontraoimpeachment
da presidente afastada Dilma Rousseff. Tra-
ta-se de uma mudança de postura muito po-
sitiva. Sabemos que o PT é cúmplice desses
bandidos, mas também o PSDB se mostrou
muito negligente e covarde durante sua ges-
tão, deixando o monstro crescer.
Seo atualgovernorealmenteenfrentar
Anova Secretária de Direitos Huma-
nos (DH), em entrevista ontem à noi-
te (19 de maio) na Globo News, elogiou
o trabalho da Comissão da (omissão) da
Verdade (CoV) e disse ou deu a enten-
der o seguinte:
• Que deveria ser pensado como im-
plementar as recomendações feitas no Re-
latório daquele colegiado;
• Que deveria ser acatada a decisão
da Corte Internacional de DH, que conde-
nou o Brasil, em 2010, por violações aos
DH cometidas no combate ao foco de guer-
rilhas do Araguaia na década de 1970;
• Que a revisão da anistia para punir
agentes do Estado que violaram DH no com-
bate à luta armada era viável, pois a con-
figuração atual do STF é diferente da que
manteve a abrangência da Lei de Anistia em
sessão plenária em 2010; e
• Que condenava a declaração do
Deputado Jair Bolsonaro,
ao homenagear o Coronel
Ustra, na votação do pro-
cesso de impeachment da
Presidente da República
em 17 de abril, como sen-
do apologia a violações aos
DH.
A respeito dessas de-
clarações, convém comentar que:
• O Relatório da Comissão da Ver-
dade é ilegítimo, pois a própria Comissão
se deslegitimou ao decidir, ao arrepio do
que preconizava a Lei que a criou, inves-
tigar apenas as violações cometidas por
agentes do Estado. É surreal que uma Co-
missão criada para “resgatar a verdade
histórica” de um conflito possa a ela che-
gar investigando apenas um dos atores opo-
nentes envolvidos. Isso foi facciosismo,
injustiça e revanchismo. O Relatório não
tem a menor credibilidade e é preocupante
que a nova Secretária de DH o tenha em
tão alta conta;
• A adesão do Brasil à Corte Intera-
mericana de DH, como está no Decreto de
adesão, só reconhece a competência da
Corte para julgar crimes cometidos após
1998, portanto, o Brasil não tem que acatar
decisões da Corte sobre eventuais viola-
ções aos DH cometidas na década de 1970.
Da mesma forma, o País não aderiu à Con-
venção sobre Imprescritibilidade dos Cri-
mes de Guerra e Contra a Humanidade de
1968, portanto, crimes cometidos por mi-
litantes da luta armada e por agentes do Es-
tado estão prescritos como admite a nossa
Constituição;
NOVA SECRETÁRIA DOS DH
MESMA PARCIALIDADE
PRÁ COMEÇAR, MANDOU MAL
General Luiz Eduardo Rocha Paiva
• Após a promulgação da anistia em
1979, que serviu para pacificar o País e con-
solidar a redemocratização; depois de uma
espécie de nova anistia concedida no Ato
de Convocação da Assembleia Constitu-
inte em 1985, portanto uma confirmação
da anistia na própria Constituição Fede-
ral de 1988; e após os pareceres favoráveis
à abrangência da Lei pela AGU e PGR e a
decisão plenária do STF, todos em 2010,
tentar voltar ao STF para revisar a Lei
unilateralmente é uma irresponsabilida-
de política, que causará insegurança ju-
rídica; e
• Acusar o Deputado Bolsonaro de
ter feito incitação à tortura, do que eu dis-
cordo, sem fazer o mesmo a dois deputa-
dos, um do PT e outro do PSOL, que ho-
menagearam Lamarca e Marighella, é in-
justificável manifestação de parcialida-
de, que poderá comprometer a atuação da
Secretária em tão relevante
cargo. Qual será a ideologia
da Secretária? Se for a socia-
lista, trata-se, então, de uma
pessoa radical, podendo-se
prever conflitos com cida-
dãos e instituições democrá-
ticas.
Não se trata de defen-
der terrorismo, tortura, execuções, seques-
tros e outras violações cometidas por qual-
quer um dos atores durante a luta armada,
mas sim defender a anistia. Se esse instru-
mento político de pacificação for desmo-
ralizado, nunca mais poderá ser usado em
situações de conflito interno, daí ser essa
tentativa uma irresponsabilidade política.
Demonstra um injustificável desconhe-
cimento da história pátria, onde o ins-
trumento de anistia possibilitou a manu-
tenção da unidade nacional e a reconci-
liação entre irmãos brasileiros em diver-
sos conflitos desde a independência do
Brasil.
Às vezes, declarações dadas em en-
trevistas pretendem mostrar coerência
com o histórico de vida e atuação profis-
sional do entrevistado. A Secretária, com
certeza, está consciente sobre o momen-
to e o contexto vividos no País e que eles
não a aconselham a implementar seu pen-
samento ideológico, no desempenho do
cargo ocupado, se isso puder causar um
dano significativo ao projeto político do
governo ao qual serve. É importante que
seja assim, pois, a continuar nessa direção,
será aberto um fosso difícil de transpor en-
tre o governo e as Forças Armadas.
“Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da
adversidade, cumpriram o duro dever de se opor a agitadores e terroristas de armas na
mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia.”
Ministro do Exército General Walter Pires de Carvalho e Albuquerque (1979/1985).
ESQUERDA RADICAL DECLARA
GUERRA AO BRASIL Rodrigo Constantino
Chega de o Brasil ficar refém de bandidos.
essescriminosos,seráumanovafaseemnos-
so país. Com algum transtorno pontual, é
verdade, mas necessário para um amanhã
melhor,livredessachantagemdesses“movi-
mentos sociais”. A esquerda radical já inten-
sificouaretóricadeameaças,enãoháporque
Temer ceder a tais intimidações. Será que
finalmenteveremosBouloseStédileatrásdas
grades, onde já deveriam estar faz tempo?
Vou além: a Câmara dos Deputados
devia instalar uma CPI do MST, talvez uma
CPI dos Movimentos Sociais. É preciso
quebrar as pernas desses grupos, secando
suas fontes de financiamento, a maioria
delas ilegais, pois se disfarçam de políticas
públicas. Hoje, até as bolsas de iniciação
científica das universidades, em muitos
casos, não preparam futuros cientistas –
mas sim militantes, eufemismo para mi-
licianos.
O MST, por exemplo, cria coopera-
tivas, que deveriam ser técnicas, dando
assistência aos assentados, mas, na prática,
são políticas, usando recursos públicos
para financiar suas invasões criminosas. O
mesmo vale para os movimentos dos “sem-
teto”, liderados por Guilherme Boulos, que
se tornaram sócios oficiais do Minha Casa
Minha Vida – uma sociedade que precisa
ser cortada de imediato por Temer. Sem
cortar essas fontes de financiamento, o PT
ainda vai ter muito fôlego para atrapalhar
qualquergoverno.
AAssembleia Nacional Constituinte que,
em 1934, daria uma nova Carta Magna
ao país tinha em curso o seu trabalho, no Rio
de Janeiro, então capital da Republica.
Os deputados Augusto Cavalcante
de Albuquerque e Manoel César de Góes
Monteiro apresentam uma emenda à con-
sideração do plenário. Toma, essa emen-
da, o número 941.
A referida emenda estabelece a pena
de morte para responsáveis por desvios de
dinheiro público. É, segundo os seus au-
tores, legítima defesa do patrimônio nacio-
nal, dos recursos populares.
A emenda é recebida com reservas
pelos deputados constituintes e um deles a
combate com veemência. É o deputado
Teotônio Monteiro de Barros Filho, do Es-
tado de São Paulo. O mesmo que se po-
sicionará contra a migração japonesa em
seu Estado.
A Emenda 941 é rejeitada! Os deba-
tes podem, hoje, ser lidos no “Diário da
Assembleia Nacional”, número 38, de 23
de dezembro de 1933.
Cremos ter sido uma oportunidade
perdida no sentido da moralização do trato
dos negócios públicos. A pena de morte pa-
ra desonestos gestores desestimularia a
corrupção ativa e passiva que tem sido,
talvez, o maior mal da República. A pena de
UMA OPORTUNIDADE PERDIDACel. Antonio Gonçalves Meira
morte valeria tal qual um marco de ordem.
Sem ela, a ordem, como haverá progresso,
proposto lema de nossa bandeira?
Vigorasse disposição, como a pro-
posta na Emenda 941, não estaríamos, hoje,
em face dos escândalos e das indignida-
des que a imprensa registra diariamente.
Das notícias de um erário saqueado! Do
sentimento de sermos todos roubados!
Por ladravazes que, com direito à defesa,
bem merecem a pena de morte. É recurso
que falta à sociedade brasileira, inclusive
no caso de homicídios fúteis e perversos
ou nos casos de evidente terrorismo com
os quais nos estamos defrontando. Isso en-
quanto o projeto de lei antiterrorista anda
encalhado em algum desvão do Poder Le-
gislativo, há anos!
Se a impunidade excita a prática do
delito que a punição seja rigorosa, firme,
capital.
Responsabilidades apuradas em rito
sumário e sem recursos protelatórios. Sem
o chamado “juridiquês” tangencial do ridí-
culo mas fonte de chorudas rendas advo-
catícias. E, no Brasil, existem, segundo um
“site” de pesquisas, 947.197 advogados em
atividade! Por extenso, novecentos e qua-
renta e sete mil e cento e noventa e sete pro-
fissionais em atendimento a demanda!
Desperta Brasil!
Importante
1 Qual será a ideologia
da Secretária?
2 Demonstra um
injustificável
desconhecimento da
História Pátria,
8Nº 227 - Maio/2016 20
CORONEL CARLOS DE SOUZA SCHELIGA
Rio de Janeiro/RJ
Impeachment
O Senado da República, particularmente as Sessões da Comissão que está
julgando o impeachment da presidente Dilma, estão oferecendo ao povo brasileiro um
tipo de “reality show” que há muito não se assistia na vida política da nação. Os
atores são nada mais, nada menos, do que os Senadores(as) do PT e do PCdoB que
não se pejam em desfilar, em suas participações, as inconformidades com a perda
temporária do Poder a que estavam acostumados. Essa encenação se manifesta através
de uma atuação agressiva e sistemática que acontece, ao vivo, sob a forma de “ birras,
berros e baixarias”, um espetáculo deprimente que, ao invés de contribuír para
elevar o nível do debate de idéias naquela Casa, somente escancara um cenário que
evidencia o despreparo intelectual deles para a vida democrática e deslustra o pa-
drão das discussões que alí deveriam acontecer. É de se esperar que a “audiência”
venha a selecionar melhor esses “atores” nas próximas eleições. (29/05)
CAIXA POSTAL
PROFª.MARAMONTEZUMAASSAF
São Paulo/SP
De Prontidão!
Em todos os sites de notícias que
pesquisei as baterias estão todas arma-
das contra o governo de apenas 1 dia do
Temer. Dizem que seu ministério é com-
posto de homens investigados pela Lava
Jato, que não chamaram mulheres e ne-
gros para participar, ... blablablá.... Pois
bem, o PT já forneceu vários hospedes
para a cadeia de Curitiba, e membros do
governo de Dilma também estão ainda na
lista de espera de Moro. Fora que já tem
uma vaga cativa esperando por Lulalá .
Quanto às mulheres que participaram do
governo de Lula e Dilma, a maioria só nos
envergonhou, a começar pela presidente
. Nomeá-las me faria até mal. Eu recomen-
daria a senadora Ana Amélia do PP do RS
como uma mulher da qual nos orgulharí-
amos como ministra, mas não foi ainda
desta vez. Quanto a negros, a porcenta-
gem deles na política é ainda muito baixa
- e não por dificuldades impostas aos mes-
mos para chegar lá - como muitos dizem,
mas é uma realidade. E o senador Paulo
Paim não estaria habilitado a participar
deste governo por motivos óbvios. Portan-
to, nada do que dizem é significativo, mas
temos que estar de prontidão para fazermos
sempre a defesa deste governo se qui-
sermos esclarecer os incautos e ultrapas-
sar este período onde caminhamos com
dificuldades imensas atolados no pânta-
no em que o PT de Dilma e Lula nos jo-
garam. O avanço não será fácil, mas não
será impossível, a menos que nos deixe-
mos levar pela lenga lenga da militância
e sejamos usados como massa de ma-
nobra inconsciente, a trabalhar pelo PT, jo-
gando pedras no governo Temer! Eu tor-
ço para o Brasil dar certo! (13/05)
Excursão contra o golpe!
O grupo organizado pelo Senador
Roberto Requião (PMDB-PR) - que votou
contra o impeachment de Dilma - formado
por Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM),
Gleisi Hoffman (PT-PR) e Lindbergh Fa-
rias, (PT-RJ) vai realizar uma excursão em
Portugal à custa de nosso bolso, para di-
vulgar a ideia de golpe e falar mal do Bra-
sil sem o PT no poder. Dois deles, Gleisi
e Lindbergh estão enrolados na Lava Ja-
to, A desculpa é a de que vão participar
de reuniões da Assembléia Parlamentar
Euro Latina Americana...O que vão dizer?
Discordar do óbvio, que os governos po-
pulistas e socialistas estão estertorando
na AméricaLatinapeloúnico emaiormotivo
de que os resultados fatais mataram a ideo-
logia parasitária dos mesmos? Eles que
apresentem exemplos de sucesso no resul-
tado final, não venham falar de projetos
sociais que Temer, aliás, já anunciou que
dará sequência aos mesmos...com ajus-
tes necessários. Tirarão os penduricalhos
de beneficiados que recebem em dupli-
cidade, de falecidos ainda contemplados
e outras irregularidades das quais esta-
mos tendo ciência agora. Mas será pos-
sível que pagaremos para estes irem cons-
pirar contra o Brasil? (16/05)
REGINAPASSARELLI
Rio de Janeiro/RJ
Reformas do PT
Ao assumir o poder, o PT prometeu
realizar as reformas política, fiscal, traba-
lhista, agrária e da Previdência. Após 13
anos no poder realizou apenas duas re-
formas: as do tríplex do Guarujá e do sítio
de Atibaia. (13/05)
IZABELAVALLONE
São Paulo/SP
Dilma afastada
Dilma insiste que seu impeachment
é golpe. Como é possível um golpe com
80% da população? Chamar a população
de golpista é tarefa daqueles que já não
têm argumentos. De fato, o impeachment
é de Lula, o avalista de quem destruiu o
Brasil com a ajuda do PT. A partir de ago-
ra aumenta o desemprego. Os petistas vão
sentir na pele o que estão passando os mais
de 11 milhões de desempregados em todo
o país. (13/05)
GENLUIZ A.R.MENDESRIBEIRO
Belo Horizonte/MG
55 a 22, e os senadores completa-
ram a ação da Câmara, e todos, deputados
e senadores, respeitaram a voz das ruas.
Afastaram quem tantos males causou ao
país. E que ela arraste consigo todos eu
a ajudaram a derrubar a economia e a nos
entregar inflação, estagnação e desem-
prego. Que estes novos tempos sejam di-
ferentes, de fato. Medidas duas virão, pa-
ra desmontar, esta sim, a “herança maldi-
ta”, mas vamos vencer. (13/05)
ADV MARCO POLLO GIORDANI
Porto Alegre/RS
A situação militar com
o governo interino
Leio hoje (15/05) na Resenha do EB,
sobre o SUCATEAMENTO das nossas
FFAA, fato que, há muito tenho debatido e
ventilado, inclusive em meu livro Brasil:
Sempre. Estamos, na verdade, com sérios
problemas de manter, até mesmo, nossas
fronteiras. Esta é a realidade, cruenta e in-
contestável! Diante disso, minha revolta
agiganta-se contra a falta de atitude de
nossos comandantes durante os governos
petistas. Ninguém se opôs, isto é, ninguém
disse NÃO, ou: EU EXIJO! Vejam bem:
quebraram a Petrobras em bilhões e mais
bilhões; encheram os bolsos em bilhões e
mais bilhões; perdoaram dívidas de países
inúmeros; fizeram obras fantásticas nos
países alinhados com a ideologia que nos é
incompatível; deixaram um rombo de mais
de 100 bilhões nas contas públicas; e tudo
isso, senhores, por óbvio, sendo do conhe-
cimento de nossos Chefes, sem que nada,
absolutamente nada os levassem a dar uma
trancada de pé!
De outra parte, para não permitir
que meu sangue ferva ainda mais, discor-
ro sobre um acerto do GOVERNO INTE-
RINO, isto ao nomear o General SÉRGIO
ETCHEGOYEN como Ministro da SE-
GURANÇA INSTITUCIONAL, a cujo co-
mando se submeterá a ABIN. O General
Etchegoyen - todos nós sabemos - pro-
vém de uma estirpe do mais elevado pa-
drão, de coragem, de retidão e de conheci-
mentos. Sempre fui um admirador de seu pai,
oGeneralLEO.Alémdisso,oGeneralSérgio
foi o mentor do cargo de ADJUNTO DE
COMANDO DO EXÉRCITO, destinado a
subtenentes e sargentos, o que valoriza, em
muito, esse ELO FUNDAMENTAL de nos-
sa Força.
Pelo menos nossos Órgãos de Infor-
mação estarão em mãos firmes, patrióticas
e, seguramente, decididas! (15/05)
CELJOSÉÁVILADAROCHA
São Paulo/SP
Temer titubiou!
Uma das principais críticas ao des-
governo dilma e bem como dos anseios de
rua, dentre as grandes lambanças do des-
governo petista, foram em uníssono rela-
tivas a excrescência da existência de 40
Ministérios. Foi muito bem recebido por
aplausos da população, a promessa do
Presidente Temer em enxugar algumas
dezenas. Quais não foram as decepções
da população quando o Presidente caiu na
choradeira de muitos que não queriam per-
der as bocas e boquinhas de viagens e
dos faustosos orçamentos para a antiga
pasta, resolveu “voltar atrás”. Ficou
feio! E demonstrou fraqueza logo de iní-
cio! Oxalá o Presidente possa ainda
contornar seu Ato, enxugando e muito
os gastos dessa Pasta. A prioridade atual
para a população são emprego e comi-
da e não essa cultura de que poucos usu-
fruem (22/05)
APOSENTADO JOÃO ALFREDO
CASTELO BRANCO
São Paulo/SP
Os Pioneiros das manifestações
Voltemos às ruas
Agora que os grandes erros admi-
nistrativos do governo federal, desde 2003,
provocaram todos os desastre já revela-
dos, políticos oportunistas estão que-
rendo surfar nas ondas dos protestos.
Por que não ajudam nas manifestações
organizadas por alguns grupos patrióti-
cos desde 2007?
Naquela época já se levantavam
cartazes e discursos contra a corrupção,
o desgoverno, as falsas políticas sociais,
grandes negociatas e a desindustriali-
zação. Os partidos ditos de oposição (com
poucas exceções) foram coniventes com as
atitudes dos governos petistas. Quero pres-
tar homenagem neste momento, às véspe-
ras do impeachment da presidente Dilma
Rousseff, aos grupos políticos Guarara-
pes, Inconfidência. Endireita Brasil. Por
um Brasil Melhor e outros e aos cidadãos
e aos jovens esclarecidos que naquela
época apontaram os erros. (01/05)
* CAP DAVI MARTINS CORRÊA
Santa Maria/RS
Inconfidência
É maravilhoso ver todas as suas
predições e afirmações se confirmarem
com os corruPTos caindo de podre a seus
próprios pés e o projeto castro/comuno/
lulo/petista de dominar esta grande Pá-
tria, indo para o lixo da História graças à
resistência dos verdadeiros brasileiros.
Em 1964 a reação teve início com os
mineiros, pela espada; nos dias atuais é
inegável que, desta vez com a pena, nova-
mente os filhos das Alterosas nos deram
ânimo para enfrentar, desmascarar e ven-
cer a hidra vermelha. Isso me deixa orgu-
lhoso de ser brasileiro e me enche de co-
ragem para enfrentar os sacrifícios da re-
construção do Brasil, que com certeza
não serão poucos.
Finalmente quero agradecer as do-
ses de coragem que o Inconfidência trans-
mite aos seus leitores pelas informações
calcadas em verdades incontestáveis e
saudar a todos, especialmente os integran-
tes da AREB/BH pelo transcurso, à ser co-
memorado, do centenário da primeira tur-
ma do Serviço Militar Obrigatório, incor-
porada mediante sorteio, em dezembro de
1916, com início do ano de instrução em
janeiro de 1917.
Anexo a esta missiva segue a có-
pia xerox do recibo de pagamento da re-
novação da assinatura do nosso mais
valente combatente da liberdade e da de-
mocracia, o nosso JORNAL INCONFI-
DÊNCIA. (09/05)
* PTTC/Chefe do Memorial Mallet
○ ○ ○
20
Nº 227 - Maio/2016 21
APOSENT.ANTONIOIVANCOSTA
Pelotas/RS
Recebimento de jornal
Comunico o recebimento dos jornais
226 e 224 A, agora a tarde. Aquí em Pelotas,
já estavam notando a falta, em especial no
tradicional café AQUÁRIO. Mais uma vez
informo que a distribuiçáo está sendo rea-
lizada com todo cuidado para que a finalida-
de de bem informar náo seja desvirtuada.É
com enorme satisfaçáo que observo pela
internet e contatos pessoais, que cresce
cada vez mais o reconhecimento do que
foi o importatíssimo periodo militar, quan-
do o BRASIL, dentro da ordem atingiu ín-
dices de crescimentos jamais registrados
na história nacional. Mais uma vez envio
meus parabens pelo ótimo trabalho desen-
volvido pelo senhor através dessa impor-
tante publicaçao. (19/05)
CEL JORGE B. RIBEIRO
Petrópolis/RJ
Dilma é escandalosamente
desonesta
Em quatro meses, Dilma Rousseff
torrou a verba publicitária do ano todo.
Diz Lauro Jardim:
“De janeiro até a quinta-feira da sema-
na passada, o governo Dilma gastou toda a
verba de publicidade da Secom prevista
para 2016 — R$ 152 milhões.
Michel Temer encontrou os cofres
vazios.
A Secom de Temer agora vai analisar
se alguns gastos podem ser cancelados.”
Trata-se de um escândalo monumen-
tal.
Para se salvar do impeachment, Dilma
Rousseff queimou esses 152 milhões de
reais como se fossem seus, tentando com-
prar o apoio de eleitores e da imprensa.
CORONEL ERNESTO CARUSO
CampoGrande/MS
Boneca jornal nº 227
Efusivos cumprimentos pelos 22 anos de profícuo e árduo trabalho na
defesa dos interesses nacionais, das Forças Armadas, em especial no combate às
ações dos comunistas e simpatizantes que persistem no processo de descons-
trução da sociedade através a luta de classes, abominável cizânia que fere a for-
mação da nacionalidade edificada ao longo de cinco séculos da Pátria amada,
BRASIL. (31/05)
ENGº GERALDO DE CASTRO FILHO
LagoaSanta/MG
Minc.... Onde????
Brasil não tem prêmios, não tem criadores da cultura. Só tem consumidores do
dinheiro dos cofres públicos para produzir coisa nenhuma de utilidade.
Enquanto isto, pessoas estão morrendo nos corredores dos hospitais, faltam
remédios, médicos, vacinas, leitos para internação, creches. Faltam verbas para a edu-
cação, universidades e colégios e também para a segurança, armamentos, bombeiros.
Faltam verbas para transportes públicos, rodovias, ferrovias, infra estrutura.....
Porque gastar dinheiro com artistas ricos, inconsequentes, politiqueiros, opor-
tunistas e outros, que nem moram no Brasil ou têm inúmeras residências no exterior ?
O governo brasi-
leiro precisa assumir
que somos país subde-
senvolvido e que pre-
cisamos saber fixar pri-
oridades para atender
as necessidades de saú-
de, educação, seguran-
ça e locomoção, bem
como confortoeempre-
go para o povo que pa-
ga impostos. Priorizar
também o crescimento
do parque produtivo na-
cional para sedimentar
um desenvolvimento
sustentável, emprego,
etc.
Que tenha uma
secretaria de cultura,
mas que seja voltada pa-
ra projetos e obras que
não tenham recurso
próprio e para recupe-
rar, incrementar e pro-
jetar obras, museus,
parques para uso da
coletividade brasileira.
APOSENTADO BENONE AUGUSTO DE PAIVA
SÃO PAULO/SP
Festival de Cannes:::::
Em Cannes, a Sonia Braga e a equipe de ‘Aquarius’ se manifestaram contra
o impeachment de Dilma e a extinção do Ministério da Cultura, que passa acerta-
damente integrar doravante o Ministério da Educação. Como essa equipe de artis-
tas aproveitadores dos recursos da cultura pode reclamar, se eles sempre foram os
únicos beneficiados pela lei “Roubanet” e nem sequer tem a cultura para ler e in-
terpretar a Constituição Federal? Suas atitudes mesquinhas e mentirosas tentando
denegrir a imagem do Brasil no exterior não passam de uma traição à pátria, atitude
de quem está acostumado viver na boa sob os custos de contribuições de impostos
pagos pelos trabalhadores que realmente produzem para o país. E, no momento que
um governo bem intencionado começa a cortar as despesas, apenas essa turminha
da farra não olha para o rombo monstruoso deixado pelo governo anterior do PT
com Lula e Dilma? Vai em frente Temer, enquanto meia duzia de cães ladram, 180
milhões de brasileiros lhe aplaudem. (20/05)
NÃO BASTA ELOGIAR,
É PRECISO COLABORAR
Mire-se neste exemplo!
Assine e leia o Inconfidência
Os gastos com publicidade devem
ser cancelados, claro. Mas é preciso tam-
bém processar Dilma Rousseff. (18/05)
*ALMIRANTE PAULO FREDERICO
SORIANO DOBBIN
Rio de Janeiro/RJ
Poder Político
Embarcou no governo mais um réu da
Lava-jato, o novo líder na Câmara. Temer
não pode esquecer que a motivação dos
brasileiros que foram às ruas exigindo o
afastamento de Dilma foi o combate à cor-
rupção, entranhada no governo. Um mo-
vimento apolítico no qual foram eleitos
como ícones o juiz Sergio Moro, a Polícia
Federal e o Ministério Público. Ao mesmo
tempo que considera legítimo o atual go-
verno, a sociedade não aceitará desvios
de rumo, nos quais a política e o fisiolo-
gismo prevaleçam sobre a moralidade
pública. (20/05)
* Presidente do Clube Naval
BEATRIZCAMPOS
São Paulo/SP
Com a nomeação da notável Maria
Sílvia Bastos para presidente do BNDES,
espero que Temer tenha colocado uma pá
de cal naqueles que reclamaram da falta de
nomeações de mulheres em seu governo.
Podem colocar num balaio todas as mulhe-
res que participaram do governo do PT
nesses 13 anos que não dá uma Maria Síl-
via. Temos certeza de que a caixa-preta do
BNDES será aberta sem dó nem piedade.
É isso que se espera de pessoas compe-
tentes e comprometidas! (18/05)
MYRIAN MACEDO
São Paulo/SP
Lava-Jato
Em tempos de delações premiadas,
prisões e condenações, temos que a Lava-
Jato é o bicho-papão dos pesadelos de
políticos, empresários e mais quem tenha
cometido ilícitos contribuindo para o en-
fraquecimento econômico e social do Bra-
sil. Não conseguindo impedir o funciona-
mento dessa operação, o negócio é dor-
mir com o melhor pijama para ficar bem na
foto quando, às 6h da manhã, a campai-
nha tocar. Nós, brasileiros, que temos
tido muito para comemorar, iremos para
as ruas quantas vezes forem necessárias
pelo fim da corrupção. O resto, a Lava-
Jato faz por nós! (24/05)
É inadmissível em um país que corta recursos em Universidades, que os custos
da TV Brasil estejam na casa de R$ 1 bilhão por ano.
Algumas curiosidades:
• Aderbal Freire Filho - marido da Marieta Severo - programa sobre teatro,
“A Arte do Artista” - uma vez por semana, R$ 68 mil mensais.
• Luis Nassif - programa semanal chamado “Brasilianas.org”.,R$ 63 mil por
mês.
• Lúcia Mendonça - diretora do programa de Nassif, tem um contrato de R$ 289
mil/ano.
• Paulo Markun - programa semanal: R$ 585 mil anuais. “Palavras Cruzadas”.
• Paulo Moreira Leite - programa semanal “Espaço Público”, R$ 279 mil
anuais.
• Emir Sader - comentarista ganha R$ 227 mil por ano.
• Tereza Cruvinel - comentarista, contrato anual de R$ 182 mil.
• Que o Governo Temer faça a limpeza necessária.
PORQUE O BRASIL QUEBROU
Internet
21
8Nº 227 - Maio/2016 22
BOLETIM DAS BAIAS
Spon tem toda razão. É simplesmente impossível acompanhar tanta bandalha,
corrupção, propinas e pixulecos, motivo pelo qual apresentamos diversas
"reportagens" nesta página, tentando dar conta de tudo que foi recebido, o que
é impossível.
Mas não é só o PT. O que dizer de Renan Calheiros e Eduardo Cunha (que
prestou bons serviços recentemente)?
Quando serão afastados definitivamente, presos e devolverão as propinas?
R$ 2,88 Trilhões é o valor atual da
dívida pública do Brasil (inclui os
endividamentos externo e interno do
governo federal). O próprio governo
anuncia estratosféricos R$ 3,3 trilhões
para o final de 2016.
Em 1890, um ano após a Proclama-
ção da República no Brasil, o pintor,
escultor e desenhista carioca Décio
Villares deu um rosto a Tiradentes – qua-
se um século, portanto, depois da morte
do alferes da Inconfidência Mineira. O
artista o fez à imagem e semelhança da
face de Jesus, até porque os positivistas
queriam eternizar Tiradetes como mártir
da luta republicana. Assim, Jesus e Tira-
dentes têm semblantes parecidos.
É preciso avisar Lula, no entanto,
que as semelhanças terminam aí: Joa-
quim José da Silva Xavier não foi cruci-
ficado, como ele discursou na semana
passadaquandosecomparouaJesusea
Tiradentes.
HISTÓRIA
Acomissão especial da Câmara dos Deputados, em Brasília, responsabilizou a
Samarco pela tragédia em Mariana e descartou que causas naturais tenham
provocado o rompimento da barragem de Fundão, o que causou o desastre. O pa-
recer da comissão destaca que a tragédia, que matou 19 pessoas poderia ter sido
evitada se a legislação atual fosse respeitada. Por fim, a comissão sugeriu três
projetos de lei para aprimorar o Código da Mineração.
Lula crucifica Tiradentes
○ ○ ○
Em decisão publicada ontem, o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Herman Ben-
jamim, retirou o sigilo da investigação que corre contra o governador de Minas, Fer-
nando Pimentel (PT), na operação Acrônimo. Pimentel foi denunciado pela PGR (Pro-
curadoria Geral da República) sob acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e outros
crimes. O ministro deu prazo de 15 dias para que ele apresente defesa contra a denúncia
da PGR, a partir do momento em que for notificado.
RELATÓRIO CULPA SAMARCO
PELOS DANOS DA TRAGÉDIA
MINISTRO DO STJ RETIRA
SIGILO DA INVESTIGAÇÃO
○ ○ ○
○ ○ ○
Não existe nenhuma lei que permita que Dilma esteja no Palácio da Alvorada, com 25
assessores, avião da FAB e outras mordomias de chefe de Estado.
Em 1992 o então presidente Collor, mesmo requerendo não teve direito à estas
regalias. A lei deve ser a mesma que foi para Collor, para Dilma.
Dilma juntamente com o PT e o Lula destruíram o Brasil no caso de maior corrupção
da história da humanidade.
Portantonãomerecemregaliasesimpenasproporcionaisaosdesastresquegeraramaopaís.
https://www.blogdovilla.com.br/geral/dilma-no-palacio-da-alvorada-e-golpe/
DILMA NO PALÁCIO
DA ALVORADA É GOLPEGOLPEGOLPEGOLPEGOLPE!
A Justiça tem de tirar Dilma do Palácio!
○ ○ ○
Mais uma vez o jeitão de sonsa nature-
ba de Marina Silva (Rede), dissimu-
lou uma ação lesiva aos interesses da mai-
oria dos brasileiros. A Rede, partido de
Marina, entrou no Supremo Tribunal Fede-
ral com uma Arguição de Descumprimento
de Preceito Fundamental (ADPF), com ob-
jetivo de anular todos os atos de Eduardo
Cunha como presidente da Câmara.
Se a ADPF de Marina fosse acatada no
STF(equasefoi,osministrosRicardoLewan-
dowskieMarcoAurélioMelloestavampron-
tos para recebê-la), seriam anulados todos os
atos de Eduardo Cunha como presidente da
Câmara. Inclusive o impeachment. Dessa
forma, mantendo aquele odor de santidade
que cultiva sempre, Marina estaria recolo-
A TENTATIVA DE GOLPE
DA MELANCIA ASMÁTICA
Marina Silva por trás de golpe para
anular o impeachment César Weis
cando Dilma Rousseff de volta ao governo
com todos os poderes. Isso sim, um verdadei-
ro golpe contra a maioria absoluta do país que
quer Dilma e o PT fora do governo.
A ação de Marina, além de tudo, é
considerada pelos juristas como uma chicana
tecnicamente falha. Ao tentar questionar o
não afastamento de Cunha pela Câmara (ato
omissivo), a Rede deveria ter entrado com
uma ação direta por omissão e não com a
ADPF. A ação é equivocada, portanto.
Alémdisso,aaçãodeveriaterindividua-
lizado os atos (comissivos) de Cunha que se
pretendeanular,relacionadosaoimpeachment.
Não pode ser um pedido genérico. Em resumo,
hámotivosdesobraparaoSTFrejeitaracitada
ADPF – essa, sim, um golpe. Internet
Beneficiário de propinas desde a
década de 70, parlamentar
"entrega" colegas
Cúpula do PMDB pediu
R$ 18 mi, diz ex-deputado
RenanCalheiros,EduardoCunhae
Herinque Alves teriam cobrado propina
de dirigentes da estatal
PEDRO CORRÊA CITA 124
POLÍTICOS EM DEPOIMENTO
○ ○ ○
Lava Jato. Delação de Pedro Corrêa
confirma tesedequepetrolãoemensalão
eram garantia de apoio político
LULASABIAQUE
ERAPROPINA
○ ○ ○
GRAVAÇÃO DERRUBA
SEGUNDO MINISTRO DE TEMER
EM 18 DIAS DE GOVERNO
○ ○ ○
EX-PRESIDENTE DO PSDB É
PRESO POR CORRUPÇÃO
"El impeachment es absolutamente legal, tanto que el PT lo planteó en el caso
CollordeMelo.ElgastoporencimadeloautorizadoporlaseñoraDilmaRousseff llega
a una cantidad extrema. Exactamente lo mismo que hizo Mujica acá".
Jorge Batlle - EXPRESDIENTE DE LA REPÚBLICA
JUICIO POLÍTICO
El Observador - Montevideo - 13 de mayo de 2016
○ ○ ○
Como en una tragedia de Shakespeare: codicia, traición y deseo de
tener más poder
PT PERDIÓ IDEALES Y LO ATRAPÓ LA CORRUPCIÓN
El Pais - Montevideo - 15 de mayo de 2016
22
Nº 227 - Maio/2016 23
Comasderrotasnascasaslegislativas(CâmaraeSenado),oimpeach-
ment da presidente caminha para a finalização que ocorrerá com o
julgamento pelo plenário, desta vez presidido pelo ministro Ricardo Le-
wandowsky, do STF (Superior Tribunal Federal). Nestes 180 dias, que
podem ser encurtados de acordo com os interesses das partes (Governo
e Oposição), ainda teremos ao vivo e em cores, várias aulas na área do
Direito, da matéria que ficou batizada de “manhas e artimanhas” pela
principal interessada, a sra Dilma Rousseff. Os recursos emprega-
dos pelo advogado-geral da União, ministro José Eduardo Cardozo
com certeza estarão elencados nos vários livros que abordarão o
rumoroso processo político-administrativo que atraiu a atenção do
mundo inteiro, via mídia, como exemplo de apelações pouco elegan-
tes mas com alguma eficiência quanto a procrastinar e atrasar o
andamento do assunto principal. Os mandados de segurança im-
petrados no STF formam um tratado de jurisprudência de ocasião,
dignos de assinalar
porque repetitivos,
impetrados por sena-
dores (as) diversos,
da tropa de choque
governista e todos
elesforamrejeitados,
mas a peça de ouro
da defesa, com certe-
za, foi a anulação das
sessões da admis-
sibilidade do proces-
so realizadas na Câ-
maraFederalpelopre-
sidente interino da
casa, deputado Wal-
dir Maranhão (PP/
MA), que, em uma
canetada, instruído
pelo patrono da in-
diciada e pelo gover-
nador Flávio Dino
(PC do B/MA), cancelava os procedimentos realizados pelos deputados
federais, com alegações que não se sustentavam. Foi motivo de come-
morações entre os comuno-petistas, com discursos e foguetórios, logo
desmontados pela decisão do presidente do Senado que desconheceria
a anulação e que na área do Senado, o processo teria andamento. O autor
do hilário recurso entendeu a bobagem que havia feito com a
contestação generalizada, induzido pelos dois “dilmistas” e procu-
rou consertar enviando a Renan Calheiros (PMDB-AL), ofício onde
recuava e dava o dito pelo não dito. No Senado a tropa de choque
feminina, integrada por quatro senadoras, criava obstáculo invo-
cando motivos para anulações e prolongamentos, pacientemente
recusadas pela Mesa. Finalmente, no último dia, Cardozão entra com
um petitório no Supremo, arguindo da inconstitucionalidade do pro-
cesso e pedindo sua anulação. Mais uma vez o ministro Teori Za-
vaski (STF) recusou provimento e aí morreu a derradeira interven-
ção governista para sustar a medida. Os números todo o Brasil co-
nhece e mais uma vez a sra Dilma foi derrotada (55 X 22) surpreen-
dendo a própria Oposição que não esperava tal diferença. A chicana,
o embuste, a indução a erro, a alegação insustentável, a mentira
deslavada e até a omissão da verdade foram pontos de apoio dos que
pretendiam procrastinar os finalmentes. Não conseguiram e agora vão
ter que bolar outros estratagemas de defesa.
Ou como assinalado, novas “manhas e artimanhas”.
Reis de Souza
MANHAS E ARTIMANHAS
Passado mais de seis meses já desde o rompimen-
to da barragem do Fundão, em Mariana, que
representou a maior catástrofe ambiental da história
do Brasil e, seguramente, uma das mais impactantes
do mundo. A amplitude e intensidade de suas con-
sequências alcançaram proporções inéditas segun-
do a experiência institucional e acadêmica brasileira,
deixando pasmos todos aqueles
que acompanharam, pela impren-
sa, a narrativa dos fatos que ante-
cederam e sucederam ao rompi-
mento.
Perdas de vidas humanas,
desestruturação afetiva e material
de famílias inteiras, danos irrever-
síveis à biodiversidade, ao patrimô-
nio cultural, aos recursos hídricos
e, sobretudo, às comunidades que
viviam intimamente conectadas à
vida do rio Doce e seus afluentes,
como o ribeirão do Carmo e o rio
Gualaxo, compuseram cenas de
uma tragédia jamais vista nestas
terras.
O que causa nova perplexidade, entretanto,
mesmo depois de tudo o que ocorreu até agora, é a
postura que as empresas diretamente envolvidas no
caso –Samarco, Vale e BHP Billiton–, com a compla-
cência de alguns órgãos da administração pública fe-
deral e estadual, têm adotado em relação às gra-
víssimas consequências do rompimento. Uma postu-
ra que "rompe" claramente com a efetividade de al-
guns dos princípios e garantias mais caros, centrais
e recorrentes na retórica do direito ambiental, como
o do desenvolvimento sustentável, da prevenção
e do poluidor-pagador.
Que sustentabilidade pode haver em um em-
preendimento minerário que, na contramão do que
preceitua o art. 170, inc. VI, da Constituição da Repú-
blica de 1988, desconsidera a defesa do meio ambien-
te, no interesse das presentes e futuras gerações,
como um princípio inerente à atividade econômica?
As corporações mineradoras envolvidas no
caso, com apoio de alguns representantes dos pode-
res públicos municipal, estadual e federal, mesmo
após a maior tragédia ambiental brasileira, têm defen-
dido a retomada, continuidade e até mesmo a ampli-
ação de suas atividades em Mariana, antes mesmo da
comprovação da segurança das estruturas remanes-
centes do complexo de rejeitos, que ainda seguram
mais de 110 milhões de m³ de lama. Como se a busca
pelo "desenvolvi-
mento", pela oferta
de empregos e a ge-
ração de receita para
os cofres públicos
fossem motivos su-
ficientes e legítimos
para postergar ou
relativizar a urgên-
cia das medidas de
reparação e conten-
ção de danos ambi-
entais.
Que preven-
ção pode haver na condução de uma atividade ex-
trativa que desconsidera diretivas técnicas cruciais
para evitar a ocorrência de danos ao meio ambiente
e à sociedade? Logo após o rompimento da barragem,
houve quem o atribuísse, às pressas, a um suposto
SAMARCO -TRAGÉDIA ANUNCIADA!* Carlos Eduardo Ferreira Pinto
"abalo sísmico" na região. Uma tentativa vã de impu-
tar à própria natureza a responsabilidade por sua
destruição, que tem em fatores humanos a sua origem,
como tecnicamente tem sido largamente evidenciado.
E, finalmente, à luz do princípio do poluidor-
pagador, que responsabilidade pode haver na postu-
ra vagarosa e protelatória que as empresas envolvi-
das, sob a complacência de órgãos e de acordos pú-
blicos e do "greenwashing" de prêmios e certificações
ambientais, têm assumido em relação às consequências
do extravasamento da lama da barragem de Fundão?
Cento e oitenta dias após o rompimento da barragem
–tempo equivalente ao utilizado para a sua constru-
ção– parecem não ter sido suficientes para que os
responsáveis pela tragédia implementassem medidas
minimamente eficientes em relação à contenção dos
estragos socioambientais da lama, que ainda conti-
nua a fluir da barragem.
Diante de tudo isso, é preciso que a sociedade
brasileira como um todo, titular do direito fundamen-
tal ao meio ambiente ecologicamente equilibrado
(Constituição, art. 225, caput), permaneça vigilante e
continue a exigir dos corresponsáveis pela tragédia
de Mariana a adoção de todas as medidas necessárias
para a reparação integral dos danos socioambientais
causados pelo rompimento da barragem do Fundão.
Será uma tarefa árdua e para muitos anos, dada
a magnitude desses danos. Mas, o Ministério Público
do Estado de Minas Gerais, como defensor que é dos
direitos fundamentais e sociais, permanecerá firme ao
lado da sociedade brasileira, na defesa dos direitos
ambientais das gerações atuais e daquelas que ainda
estão por vir.
Por outro lado, a ética e a responsabilidade so-
cioambiental das empresas que atuam na extração
mineral precisam ser resgatadas e
fortalecidas, e com urgência. Já a
implementação da política ambi-
ental precisa ser levada a sério por
agentes públicos e econômicos.
Não basta parecer sustentável, uti-
lizando-se da "roupagem esver-
deada" de autorizações e licenças
administrativas ineficientes, ou de
prêmios e selos de qualidade am-
biental que não refletem a realida-
de. O caso Samarco deixa patente
o fato de que estamos todos ex-
postos ao risco de acidentes am-
bientais decorrentes de atividades tidas como "regu-
lares". Autorizações e licenças ambientais não são
garantia de segurança ou sustentabilidade, como
muitos querem crer.
* Promotor de Justiça do Estado de Minas Gerais
O maior desastre ambiental jamais ocorrido neste planeta
A lama percorreu mais de 700 km
até alcançar o Oceano Atlântico
Internet
23
Minas Gerais corre sério risco de ver
tópicos relativos a ideologia de
gênero aprovados em seu Plano Estadual
de Educação, que regulará a
condução da área pelo Go-
verno do Estado nos próxi-
mos dez anos.
A ideologia de gênero
é uma doutrina política que
defende que ninguém nasce
homem ou mulher, que a se-
xualidade é algo socialmen-
te criado ao longo da vida e
que, por esse motivo, na es-
cola crianças devem ser tra-
tadas como seres de gênero
neutro desde a mais tenra
infância, não podendo a pro-
fessora incentivar compor-
tamentos masculinos e femininos em ne-
nhuma delas. Para os professores que
adotam essa teoria, meninos e meninas
devem brincar de bonecas e carrinhos,
usar azul e rosa e dividirem o mesmo ba-
nheiro, independentemente de suas dife-
renças físicas e psicológicas, que para
eles não existem.
Desde o segundo go-
verno Lula há uma clara ten-
tativa do Ministério da Edu-
cação de colocar a ideologia
de gênero como parte do pla-
no curricular das escolas bra-
sileiras. Em 2013 o governo
petista sofreu uma grande
derrota quando tentou colo-
caroentãochamado“kitgay”
como parte do Plano Nacio-
nal de Educação, tendo per-
dido a votação no Congresso devido à
grande pressão feita por setores da soci-
edade civil nos deputados e senadores.
No ano passado houve uma segunda ten-
O RISCO DA APROVAÇÃO DA IDEOLOGIA
DE GÊNERO EM MINAS GERAIS
Por Movimento Brasil Livre- Belo Horizonte
Link para inscrições: http://www.almg.gov.br/acompanhe/eventos/hotsites/2015/
forum_tecnico_plano_educacao/etapa_final/index.html?albPos=1
tativa de impor esse conteúdo, dessa vez
através das Câmaras Municipais, tendo o
governo petista obtido pouco êxito.
Mesmo com as vitóri-
as legislativas há aplicação
de conteúdo inadequado em
salas de aula de todo país,
sem nenhum tipo de autori-
zação ou mesmo conheci-
mento dos pais e responsá-
veis das crianças que são
expostas desde os 4 anos a
essapráticapedagógica.São
inúmeras as denúncias so-
bre livros como “ A Princesa
e a Costureira” que trata da
relação erótica entre duas
mulheres e sobre materiais
adotados em sala de aula,
como o questionário adotado na escola
Domingos José Dutra Diniz de Contagem
já denunciado neste jornal.
Outro problema surgido foi a ques-
tão dos banheiros mistos adotados para
meninos e meninas em escolas de todo
país e da tentativa de uso de banheiros
femininos em escolas secundárias por
homensquesedeclarammu-
lheres.
Hágrandepossibilida-
de que a Ideologia de Gêne-
ro seja contemplada no Pla-
no Estadual de Educação de
MinasGerais,devidoaoses-
forços feitos pelo sindicato
SindUte para aplicar essa
pauta no texto final do pro-
jeto e da Secretária Estadual
deEducaçãomineira,Macaé
Evaristo, notória militante da causa. Nos
dias 15, 16 e 17 de junho ocorrerá a Plená-
ria Final de discussão do Plano na As-
sembleiaLegislativadoestado, com trans-
missão televisionada. As
inscrições para essa reu-
nião estão abertas no site
da Assembleia e para as
pessoas de bem terem voz
e voto no último dia, é
fundamental que se ins-
crevam e participem dos
três dias de evento. Fica
o convite para esse exer-
cício de cidadania em prol
da sanidade de nossas cri-
anças e do direito natural
dos pais de educar seus
filhos.
TORTURA & BOLSONARO,
A DECLARAÇÃO DE UM PADRE
1) Nos primeiros 30 minutos acreditei que ele tinha ficado louco;
2) nas 2 horas seguintes, achei imprudente sua homenagem mas comecei a
entender, a posição dele;
3) 12 horas depois, eu e milhões de brasileiros fomos obrigados a voltar a estudar
história, desta vez com uma fonte diferente da que nossos professores utilizaram e,
emmenosde24horas,oslivros“AVerdadeSufocada”e“GuiaPoliticamenteIncorreto
do Brasil” se esgotam em todas as
livrarias virtuais;
4) 24 horas depois, finalmente
eu tinha compreendido a genialidade
de Bolsonaro, que com 10 segundos,
colocou milhões de pessoas para pen-
sar... com 10 segundos ele plantou a
semente da dúvida na cabeça de mui-
ta gente;
5) 36 horas depois já fica claro
na memória de quem havia esquecido
que Dilma Rousseff é, na verdade, uma TERRORISTA ligada a VAR-Palmares que,
dentre outros crimes como sequestro de avião, explosões de artefatos e roubos, está
ligada à morte do soldado de 18 anos Mario Kozel Filho; com menos de 48 horas
Bolsonaro joga querosene na fogueira que o PT achou qu tivesse apagado, a da
Comissão da Inverdade, (ou comissão da meia verdade);
6) 48 horas depois, você acha que o Bolsonaro vai agir como qualquer outro
político em meio a uma repercussão e deixar a poeira abaixar, ou “pedir desculpas”,
esconder-se ou tentar “desdizer o que disse”. Ele surpreende e VAI PRA BRIGA COM
TUDO;
7) Uma semana e meia depois as redes de televisão continuam fazendo grande
estardalhaço sobre o que ele falou e, a OAB-RJ é a grande responsável por isso, por
ter entrado com o pedido de cassação no STF, continuam batendo no deputado
Bolsonaro e como bolo quanto mais bate mais cresce, mais conhecido do povo ele será.
Obrigado, Rede Globo e outras redes de televisão. Obrigado OAB, por estar
ajudando o Brasil, nos provocando a conhecer mais a nossa História, oculta pelo PT,
e as ideias do Deputado Jair Bolsonaro, lhe dando a devida exposição, que de outra
forma não teria;
8) Falem o que quiser do Deputado Jair Bolsonaro, em nível de conhecimento
sobre os bastidores do Regime Militar e da política dos guerrilheiros/terroristas do
PT e outros, está anos à frente de qualquer outra pessoa.
Do site: www.averdadesufocada.com.br
FERNANDOPIMENTEL
RECEBEU R$ 20 MILHÕES,
DIZ DELATOR
O empresário Benedito Rodrigues de
Oliveira Neto, o Bené, afirmou em
delação premiada que o Grupo Caoa
pagou R$ 20 milhões ao governador de
Minas, Fernando Pimentel (PT)
"Vocês não vão tirar a presidente
Dilma do poder. Podem até ga-
nhar aqui nesta corte, mas nos
pedirão clemência quando for-
mos às ruas. A classe média é
analfabeta política e tem de ficar
noseulugarinsignificantedecon-
tribuinte e deixar a esquerda inte-
lectual garantir o futuro dessa
nação".
Vanessa Grazziotin
(Senadora pelo PCdoB)
Padre Paulo Roberto Campo Grande
8Nº 227 - Maio/2016 24
Internet
24
Há mais de 20 Anos
• Garçon
• Churrasqueiro
• Cozinheiro
• Segurança
• Motorista p/ Noivas
• Serviços de Buffet completo
• Doces e Salgados por Encomendas
Concessionário do
Bar / Restaurante
do Círculo Militar
desde 2011
E-mail: aldairluciano@yahoo.com.br
Fone: 99649-7910 / 99264-2839
Vendo um aparelho auditivo Widex M3-19, de fabricação
dinamarquesa, para um ouvido, sem uso, pela melhor oferta.
Tal aparelho custou R$ 7.900, com nota fiscal.
Tratar: (31) 3347-5948
VENDE-SEVENDE-SEVENDE-SEVENDE-SEVENDE-SE
APARELHO AUDITIVO DE ALTA PRECISÃO.
ALPHAVILLE - Centro Comercial
Pratos executivos, churrascos, risotos, massas e vinhos selecionados
Nissan - Versa modelo 2016
Paredão para tênis, Deck
Condomínio localizado
na beira da Lagoa de
Araruama
ANUNCIE NESTE JORNAL
jornal@jornalinconfidencia.com.br
(31) 3344-1500
98905-0477(31)
Nº 227 - Maio/2016 25
Fazendo sua Festa com Prazer
25
8Nº 227 - Maio/2016 26
GRUPO URUGUAIANA COMEMORA 185 ANOS
Aconteceu na última quinta-feira, 5/5,
a formatura militar em comemora-
ção ao aniversário do 22º Grupo de Ar-
tilharia de Campanha Autopropulsado
- Grupo Uruguaiana.
A solenidade foi prestigiada pelo
chefe do poder Legislativo, vereador
Adalberto Silva (PP), acompanhado pelo
vereador Irani Fernandes (PP), que rece-
beu o Diploma de Amigo da Unidade
pelas contínuas demonstrações de ami-
zade e apoio às atividades desenvolvi-
das pelo Grupo Uruguaiana, distinção
também conferida ao Cel Federico
Miguel Uriburo, cmt do GA/3 Passo de
Los Libres/Corrientes/Argentina. Tam-
bém houve a entrega da boina aos re-
crutas que concluíram a formação bási-
ca militar.
O 22º GAC AP teve sua origem no
Corpo de Artilharia a Cavalo, em 4 de
maiode1831.Elemudoudedenominação
várias vezes, mas consagrou-se como 1º
Regimento de Artilharia a Cavalo, duran-
te as guerras contra Oribe e Rosas e tam-
General José Alberto Leal; Neraí Kaufmann, vice-prefeita; Cel Fontoura,
Chefe do EM/2ª Bda C Mec; Cel Marcos Hernandez Barreiros, Cmt 22º
GAC Ap; vereador Adalberto Silva, presidente da Câmara Municipal.
Na ocasião, recebeu o diploma Amigo do 22º GAC Ap o Cel Federico
Miguel Uriburo, Comandante do 3º Grupo de Artilleria de Passo de Los
Libres/Corrientes/Argentina.
bém no maior conflito bélico ocorrido na
América do Sul, a guerra do Paraguai.
Neste último conflito, tomou parte no
cerco que resultou na rendição do Gen
Estigarribia do Exército Paraguaio e a
consequente retomada da Vila de Uru-
guaiana, em setembro de 1865.
OGrupodeArtilhariafoitransferido
para Uruguaiana em 16 de maio de 1925,
vindodavizinhaAlegrete,comadenomina-
ção de 17º Grupo de Artilharia a Cavalo,
ocupando as atuais instalações. Muda de
denominação por mais três oportunidades,
passando,finalmente,em1968,asechamar
22º Grupo de Artilharia de Campanha. Em
1972,oExércitoBrasileiroconcedeadeno-
minação histórica de Grupo Uruguaiana,
baseado no seu passado histórico e de
tradições, particularmente, com a partici-
pação que teve na retomada de Uruguaia-
na, bem como pela perfeita integração
hoje existente com a cidade que o abriga.
A Unidade foi agraciada ainda, em 06 de
setembrode1995,comamedalhadeOuro
da Cidade de Uruguaiana.Jornal CIDADE - Uruguaiana - 16/05/2016
26
Ao Comandante do 22º GACAo Comandante do 22º GACAo Comandante do 22º GACAo Comandante do 22º GACAo Comandante do 22º GAC
Cel José Júlio Dias BarretoCel José Júlio Dias BarretoCel José Júlio Dias BarretoCel José Júlio Dias BarretoCel José Júlio Dias Barreto
Prezado SenhorPrezado SenhorPrezado SenhorPrezado SenhorPrezado Senhor
1 - Inicialmente agradeço sua gentileza em me oferecer o
livro “De São Gabriel a Uruguaiana – 22º Grupo de Artilha-
ria de Campanha – Grupo Uruguaiana”, no dia 20 de de-
zembro de 2001, por ocasião de minha visita ao aquartelamen-
to do ex-4º GA 75 Cav., onde servi por mais de 10 anos.
2 - Atendendo a solicitação desse Coman-
do, apresento os fatos que deveriam ter cons-
tado no aludido livro, por serem imprescindí-
veis não só para a história do Grupo como
também para a História do Exército e do Brasil,
hoje tão deturpada por aqueles que foram der-
rotados na década de 1970. Os dois fatos histó-
ricos mais importantes, acontecidos no 4º GA75
Cav, e que tiveram ressonância nacional, sendo
exemplos no combate á tentativa de marxi-
zação e instalação de um governo comuno-
sindicalista em nosso país, são:
25 de agosto de 1961 – Renúncia de Jânio
Quadros
AdestituiçãodoComandantedoGrupo,tencel
Carlos Alberto Soares Futuro e de seu sub-comandante, tencel
Paulo Ignácio Domingues. Ambos foram presos, assim como
todososoficiaisqueficaramsolidárioseleaisaoseucomandante
(exceto um), que era contra a posse de João Goulart, por deter-
minaçãodoComandanteda2ªDC,general-de-Brigada, Ênio da
Cunha Garcia, em reunião realizada no Comando do 4º GA75
Cav. Tiveram o quartel por “ménage”, exceção para o coman-
dante e seu sub que foram para o Quartel General.
Na ocasião, aviões da FAB, sobrevoaram o aquartelamen-
to lançando panfletos assinados pelos ministros militares
(Odylio Denys, Sylvio Heck e Grun Moss), dispensando a
tropa incorporada. Passou a responder pelo Comando, o
major Jorge Ernesto de Godoy.
No livro não existe uma única linha sobre este assunto. Por
quê? É um fato histórico que deve ser divulgado por servir de
alerta, ao que viria acontecer.
Belo Horizonte, 11 de janeiro de 2002 Contra Revolução de 31 de março de 1964.
Não é verdade o que consta nas páginas 100 e 101.
Não havia falta de informações – As rádios transmitiam os
acontecimentos, os jornais de Porto Alegre chegavam diaria-
mente a Uruguaiana (inclusive O GLOBO), o Comandante da
Capitania dos Portos do rio Uruguai, através da rede rádio da
Marinha informava o que vinha acontecendo em Minas e no
Rio. O Grupamento de Fuzileiros Navais, também participa-
va da rede de informações.
O oficial de Comunicações do Grupo mantinha o Coman-
dante informado desde 31 de março, do deslocamento das
tropas mineiras.
O tencel Raposo manteve o sistema de auto-
falantes do Grupo funcionando e transmitindo
até os pronunciamentos de Leonel Brizola pela
“Rede da Legalidade”.
O principal e decisivo fato ocorreu às 0600h de
01deabril,quandooCel.LuizSerffSellmann(Co-
mandantedo4ºGA75Cav.de12.02.58a03.03.61),
Chefe do Estado Maior da 2ª DC, acompanhado do
E5, major Gilberto Oscar Miranda Schmitt, dirige-
se ao quartel do Grupo. Seu Comandante, tencel
Raposo e seus oficiais que já os esperavam, reu-
nidos, ouvem de Sellmann: “Neste momento
avoco o Comando da 2ª DC”. Raposo declarou
que o Grupo estava pronto para cumprir missão
e de imediato, ordens foram expedidas e começa-
ram a ser executadas.
Em seguida, Sellmann e Raposo, dirigiram-se à pé, para o
8º RC e disseram ao Comandante, tencel Carlos Ramos de
Alencar, que esperavam contar com seu apoio, o qual imedi-
atamente foi declarado.
3 - Omitindo estes dois fatos, a história referente ao Grupo
Uruguaiana perde a credibilidade, pois este último relato já é
do conhecimento do Presidente da AHIMTB, cel Claudio Mo-
reira Bento, que acolheu depoimento do então general-de-
Divisão Sellmann, colocado no Centro de Informações de His-
tória Militar Terrestre do Brasil, na AMAN.
O Coronel Amerino Raposo Filho prestou depoimento so-
bre o Movimento de 31 de março de 1964, para o Projeto de
História Oral do Exército Brasileiro, assim como também este
signatário.
Estamos convencidos de que não fosse a posição assumida,
oportuna e corajosa, tomando a iniciativa das ações pelos ex-
comandantesdo4ºGA75Cav.,CoronelSellmannetcelRaposo,
poderia ter se instalado no Rio Grande do Sul, um “Governo de
Resistência”, pretendido por Jango e Brizola.
Em hipótese alguma, estes relatos poderiam ser omitidos no
livro da História do Grupo Uruguaiana e nada melhor para
comprovar do que a frase citada pelo Comandante do Exército,
generalGleuberVieira,naOrdemdoDiade31demarçode2000:
“A História que não se apaga nem de rescreve”.
4 - Ainda, como colaboração, lembro entre outro fatos:
• A visita do Ministro da Guerra, general Henrique Duffles
Teixeira Lott, em 1956 • O 4º GA75 Cav. sagrou-se campeão de
pontaria e de tiro de Grupo no âmbito da 2ª DC, competindo
com o 8º Ga75 CAv. (Santana do Livramento) e o 3º Ga75 AR
(Alegrete)emcompetiçãorealizadanoanodeinstrução1957/58
• Equipe de basquete de oficiais, bi-campeã divisionária (1956/
57) • Soldado Sidney Martins – campeão do Exército – 100m
rasos(1966)• Equipedehipismo,vencedoradeváriosconcursos
noâmbitodoIIIExércitoeda2ªDC• SededosJogosdaPrimavera
(1963/64/65/66/67/68)eorganizadordoseventos• Oferecimento
do1ºPavilhãoNacionalao22ºGAC,pelossoldadosereservistas
emnovembro/69,emsolenidademilitar,coformeconviteassina-
do pelo Cel Léo Nunes da Silva (61º aniversário do Grupo)
• Oferecimento pela Prefeitura de Uruguaiana do Estandarte
Histórico ao 22º GAC em solenidade cívico-militar, quando o
PrefeitodaCidade,celAntonioAugustoBrasilCarús,entregou-
o ao comandante, cel Hisan Villar Tavares Guerreiro, sob rara
emoção de ambos e da população uruguaianense • O tencel
SellmannassumiuoComandodoGrupoem12.02.58enãocomo
consta no livro (02.07.57) • Espero ter colaborado com esse
Comando,apresentandoosesclarecimentosacimasobreeventos
acontecidos nas décadas de 1950/1960, no então 4º GA 75 Cav.
e olvidados no texto do livro e dos quais participei.
5 - Relembrando as palavras do general Gleuber, contesto o
publicado no livro “Grupo Uruguaiana”, que apaga 1961 e res-
creve 1964, deturpando a história, a tradição, os valores morais
e a verdade, que não devem nem podem ser sonegados à posteri-
dade, desmerecendo os feitos daqueles que arriscaram suas
vidas e suas carreiras, pelo bem da sua Pátria.
6 - Com essa omissão, o livro perde inteiramente o seu
valor histórico.
Atenciosamente, Carlos Claudio Miguez Suarez
Aspirante, Tenente e Capitão do 4º GA 75 Cav. (1955/66)
Nº 227 - Maio/2016 27
Ao tomar conhecimento da notícia na página ao lado,
publicada no jornal CIDADE, de Uruguaiana (recebo
pela internet suas edições e as do Diário da Fronteira), meu
pensamento retrocedeu meio século, pois não poderia dei-
xar de relembrar quando
servi nessa Unidade –
4º Grupo de Artilharia
75aCavalo,pormaisde
11 anos. Desde aspiran-
te a oficial (apresentação
a 10 de março de 1955)
até 1º tenente (04 de fe-
vereiro de 1962), quan-
do fui cursar a Escola de
Educação Física, retor-
nando como capitão re-
cém promovido, a 11 de
fevereiro de 1963.
Em 1965, cursei o
1º turno da EsAO – Es-
cola de Aperfeiçoamento de Oficiais e mais uma vez, re-
tornei ao Grupo desempenhando as funções de Coman-
dante de Bateria de Canhões, oficial de Educação Física
e de “relações públicas”, junto ao Exército Argentino/
Guarnição de Paso de los Libres. No livro, não há qual-
quer referência ao ótimo relacionamento existente com
o Grupo de Artilleria 3, quando aconteciam partidas de
futebol, concursos hípicos e até instruções de escolas de
fogo eram ministradas e assistidas pelos artilheiros dos
dois países.
Quando da mudança da designação de 4º GA75 Cav
para 22º GAC, ocorrida em 04 de setembro de 1968, não mais
estava no Grupo, pois a 18 de julho de 1966, fui transferido
para o H.Gu.U- Hospital da Guarnição de Uruguaiana, por
não haver em seus quadros nenhum oficial combatente.
Nessa ocasião fui escalado para administrá-lo e reorganizá-
lo, o que fiz com grande sucesso. E lá fui eu, sem perder o
contato com o Grupo e onde fiquei até ser excluído em 02
de setembro de 1968. E mais uma vez, por determinação do
general de Brigada Tasso Villar de Aguino, comandante da
2ª DC, passo à disposição do QG para organizar as Olimpí-
adas Divisionárias ocorridas em novembro. E finalmente,
no início de dezembro fui desligado e segui para a DPA –
Diretoria do Pessoal da Ativa, no Rio de Janeiro.
Feita a apresentação, vamos ao que mais interessa:
a verdadeira História do 4º G A 75 Cav, pois me sinto no
direito e no dever de divulgá-la, o que faço a seguir, sem
qualquer cronologia, iniciando com a carta endereçada ao
então comandante do 22º GAC, em janeiro de 2002.
A VERDADEIRA HISTÓRIA DO 4º GA 75 CAV
Desde o início de 1963, ao término do curso de Edu-
cação Física, fui convidado para ser professor de Edu-
cação Física no Colégio Estadual Dom Hermeto (com o
apoio do meu comandante, tenente-coronel Veterano FEB
Amerino Raposo Filho, que também era professor na Uni-
versidade local) e técnico de basquete do Clube Juvenil,
funções que exerci até ser transferido para o Rio de Ja-
neiro, em dezembro de 1968.
Durante o seu Comando, o coronel Raposo além de
conscientizar seus quadros, abriu as portas do aquarte-
lamento para a população uruguaianense, particularmente
aos estudantes, pois somente ali existia um local adequado
para a prática de atletismo e ainda, campo de futebol com
arquibancada, quadras de basquete e de vôlei, para a rea-
lização dos Jogos da Primavera, patrocinado pelo Lions Clu-
be, iniciados em 1963.
Desde então, ele já pressentia
o que viria a ocorrer em 1964, adqui-
rindo a confiança da sociedade e da
juventude uruguaianenses, que fu-
turamente apoiariam a Revolução de
1964 e as Forças Armadas.
Junto com o então coronel
Luiz Serff Sellmann, Chefe do Esta-
do Maior da 2ª Divisão de Cavalaria
e ex-comandante do Grupo, escre-
veram a verdadeira e única página da
História do Movimento Cívico-Mili-
tar de 31 de março de 1964, no Rio
Grande do Sul. Lembro que Jango e Brizola, seriam presos
a 4 de abril de 1964, no aeroporto de Uruguaiana, ao desem-
barcarem do avião, pela Guarda de Honra do 8º Regimento
de Cavalaria, se Minas não tivesse se antecipado àquela
data.
O General Sellmann comandou a AD/1 – Artilharia
Divisionária da 1ª Região Militar, foi presidente do Clube
Militar, cursou a ESG – Escola Superior de Guerra e integrou
a CGI Comissão Geral de Investigação, como vice-presiden-
te. E nada disso constou no livro do Grupo!
Outro fato importantíssimo acontecido em agosto de
1961, por ocasião da renúncia de Jânio Quadros: a “Cadeia
da Legalidade” não mereceu qualquer comentário: O 8º RC
estava com o general Ênio da Cunha Garcia, comandante da
2ª DC (que se ligava diariamente por telefone com Brizola
em Porto Alegre), de quem recebera ordens para cercar
o Grupo e se necessário, atacá-lo. O 1º Esquadrão
comandado pelo 1ª tenente Antonio
Augusto Brasil Carús, entrou em po-
sição para invadir o Grupo e o Esqua-
drão de Petrechos Pesados sob o co-
mando do Capitão Clovis Jacy Bur-
mann, apontou seus morteiros posi-
cionados na invernada, a fim de apoi-
ar a possível invasão do 1º Esquadrão.
No Grupo, a 2ª Bateria de Ca-
nhões, comandada pelo Capitão Einar
Walter Berg, ocupou posição, apon-
tando para o 8º RC para tiro direto.
Eis uma síntese da verdadeira
História do 4º GA 75 Cav e da Revolução de 1964, ocor-
rida em Uruguaiana. Julgo, não é autopromoção, pois nesta
altura da vida, já no Quadro de Acesso, que o livro do
22º GAC deveria ter sido escrito por este Editor. Preten-
do, em breve, ainda este ano, lançar meu livro intitulado
“ O 4º GA 75 Cav e a Contra Revolução no Rio Grande
do Sul”, no qual o Movimento iniciado em Minas é acom-
panhado passo a passo com o acontecido em Uruguaia-
na. Aguardem...
Olimpíada 2º DC - Novembro 1968, no estádio do Grupo
O Comandante do Grupo, TenCel Sellmann e seus Oficiais
O General Lott, o 2º Ten Miguez
e o Cap Godoy
Desfile de abertura dos Jogos da Primvera/1963
no estádio do Grupo
Os Leões Salvador Faraco, Majores Gilberto e Schmidt e
Jayme Ehlers e Luiz Queiroz, organizadores dos Jogos da
Primavera /1964 tendo ao centro os Capitães Valdoir e Miguez
Entrega do diploma de melhor atleta ao
ex-soldado Sidney Martins, campeão do
Exécito em 1966
Equipe de Hipismo: Capitães Rebelo, Mendes e Carrascosa
e o 1º Tenente Miguez
Julho/1958
27
8Nº 227 - Maio/2016 28
Possivelmente, vivemos um dos mais
severos “arrochos salariais” desde 1910.
O assunto já foi levado ao conheci-
mento das mais altas autoridades, em dife-
rentes oportunidades.
Noentanto, partirdefevereirode2004,
vem assumindo uma configuração perver-
sa, sem que seja empreendida nenhuma
medida realmente eficaz para se contrapor
a esse estado degradante que atinge a to-
dos Militares das Forças Armadas.
•Emfevereirode2004,aremuneração
média per capita dos militares correspondia,
naquele mês, a 110% do valor da remunera-
ção média da Administração Direta – cate-
goria com a pior remuneração em todo o
serviço público federal - e passou a equiva-
ler, no final de 2015, a 69,00% desse valor;
• Se compararmos às outras catego-
rias de servidor público federal, a situação
é mais precária ainda.
A remuneração média dos militares
federais equivalia, em janeiro de 2016, a:
- 29,78% a dos Servidores do Banco
Central;
- 30,27% a dos Servidores do Legis-
lativo;
- 31, 22% a dos Servidores do Judi-
ciário;
- 37,73% a dos Servidores do Minis-
tério Público Federal.
Os indicadores desse descalabro po-
dem ser percebidos, também, sob outras
perspectivas:
E O SALÁRIO, OH!!!
REMUNERAÇÃO DAS FORÇAS ARMADASREMUNERAÇÃO DAS FORÇAS ARMADASREMUNERAÇÃO DAS FORÇAS ARMADASREMUNERAÇÃO DAS FORÇAS ARMADASREMUNERAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS
Para conhecimento e providências urgentes dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica.
Emílio Gastão Medina35 6139185
03/16
251.487.895-69 001 2658-2 14071-7
2.949,00
353.88
471,84
0,16
43,22
113,24
283,10
96,17
SOLDO
ADIC HAB
ADIC MIL
SALÁRIO FAMÍLIA
FUSEX DESP MED
FUSEX 3%
P MIL 7,5%
IMPOSTO RENDA
3.774,88 534,64
R
R
R
R
D
D
D
D
A452636B5C 3.240.24
0316
03/16
Eis o contra-cheque de um 3º sargento temporário com 4 anos de serviço que já está
entrando no cheque especial e empréstimo consignado por estar pagando aluguel (onde
está o antigo auxílio-moradia?). Recebe pouco mais de R$ 3 mil, enquanto o vencimento
inicial de um soldado PM é R$ 4.098. O salário família de R$ 0,16 é simplesmente ridículo.
A última correção nos soldos data de abril/2015. Já se passou mais de um ano com
inflação de quase 11% a.a. reconhecida pela governo, mas que na nossa opinião deve ser
superior a 15%, haja vista o aumento de preços, principalmente na alimentação, mensali-
dades escolares, transportes e remédios. A próxima será de 5,5% a partir de agosto, menos
da metade da inflação! Uma vergonha para os integrantes das Forças Armadas.
Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas –
Exmº Sr. Alte Esq. Ademir Sobrinho
Desculpe pela propaganda não intencional, mas não poderia deixar de confirmar, por escrito
e por foto, um dos argumentos que tenho levado a consideração de todos, qual seja: a
injustiça, falta de consideração e de respeito quanto à fixação do Valor da ETAPA dos Militares
ainda hoje em R$7,70 / Dia / Militar! Veja não só o custo promocional do “sandwich” abaixo
e de seus acessórios (lata de refrigerante e uma porção de batatas fritas) que chega a custar
R$35,00 / unidade!!!! Chega a ser um “deboche e um escarnio”! Isso para não falar do Salário
Família que é de R$0,16 por Militar / Dependente / Mês!!!!! Enquanto isso, há setor do Exe-
cutivo que gastou por ano com refeição a bordo do Avião Presidencial cerca de R$2 milhões
/anoeemsua(s)residência(s)cercadeR$16milhões/ano. Dariaparaalimentar,mal,éverdade,
aproximadamente 16.000.000,00 / 7,70 = +/- 2.077.000 Militares / Ano. Respeitosamente,
José Carlos Lusitano - Contra – Almirante (REF)
ARTIGO SOBRE O VALOR DA ETAPA DE
ALIMENTAÇÃO DIÁRIA DAS FORÇAS ARMADAS
AsituaçãodoPL4255/2015,de31/12/2015,doPoderExecutivo,queconcedeaosmilitaresfede-
rais um reajuste remuneratório de 5,5% a contar de 31 de agosto próximo, está, na Comissão
de Relações Exteriores e Defesa Nacional -CREDN, da Câmara Federal, em permeio a mais de 200
projetos sobre uma infinidade de assuntos, na seguinte situação (vejam abaixo):
Nota: logo na primeira semana de janeiro de 2016, em pleno recesso parlamentar, o
PL foi numerado, e o Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, ao determinar, de acordo com
o Regimento Interno, o seu trâmite inicial pela CREDN, classificou-o de prioritário.
De lá para cá já decorreram praticamente cinco meses, e ainda não foi designado o
relator.
Esse descaso, essa desconsideração para com os militares, diz muito claramente qual
é a importância atribuída às FFAA.
Mas daqui a dois meses, serão esses mesmos parlamentares que estarão depositando
nas FFAA a responsabilidade pela garantia da segurança das Olimpíadas.
Coronel Av Lúcio Wandeck
- Membro da CIM - Comissão Interclubes Militares -
REMUNERAÇÃO DOS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS
- INFORMAÇÃO ATUALIZADA EM 25/05/2016
Continuamos recebendo farta documentação pela internet, com pedidos para repassar,
versando sobre a remuneração defasada dos vencimentos dos integrantes das Forças
Armadas. Em nossa edição de nº 223 de 31 de janeiro, apresentamos a pedido de nossos lei-
tores, a realidade vivida pelos militares, causando grande repercussão.
Relembremos os principais assuntos:
TRABALHO ESCRAVO – soldado recruta recebe um soldo de R$ 642 e um cabo
não engajado R$ 702!!! (bem menos do que um salátio minímo)
De JANEIRO/2005 a JANEIRO/2016 – o salário mínimo subiu 240% e o
soldo (em SM) regrediu 31%!!! Acredite se quiser!
TABELA DO IMPOSTO DE RENDA ACUMULA DEFASAGEM DE 72%
Atualmente circula ininterruptamente na internet, o "tratado" abaixo de
autoria do General de Divisão Synésio Scofano Fernandes, datado de 20 de
maio, do qual extraímos:
"A DRAMÁTICA SITUAÇÃO SALARIAL"A DRAMÁTICA SITUAÇÃO SALARIAL"A DRAMÁTICA SITUAÇÃO SALARIAL"A DRAMÁTICA SITUAÇÃO SALARIAL"A DRAMÁTICA SITUAÇÃO SALARIAL
DOS MILITARES FEDERAIS"DOS MILITARES FEDERAIS"DOS MILITARES FEDERAIS"DOS MILITARES FEDERAIS"DOS MILITARES FEDERAIS"
- 55% dos Primeiros Sargentos do
Exército (militar com mais de quinze anos de
serviço) têm uma remuneração média líqui-
da inferior a R$ 3.580,00;
• A remuneração bruta de um Coronel
(militar com 25 anos de serviços e com todos
os cursos que a carreira impõe ) é inferior a
de um Oficial de Inteligência da ABIN de
Segunda Classe;
• Um General-de-Divisão percebe
menos que um Técnico em Polícia Criminal
Civil dos Ex-Territórios de Rondônia e
Roraima;
O soldado brasileiro não pode parti-
cipar do saneamento do lamaçal.
É impensável alterar os princípios
da paridade e da integralidade, as regras
de transição (que estão em trânsito), as con-
dições para a concessão de pensões, dolo-
rosamente impostas aos militares e que
não podem agora serem amputadas para
produzir os meios financeiros necessári-
os a alimentar (a víbora que ainda respira)
ou remendar os efeitos de ações crimino-
sas.
A Família Militar está se endividan-
do, mensalmente, para atender às suas ne-
cessidades básicas, às despesas com a
educação de seus filhos e aos remédios.
Nada mais há para ceder.
As conseqüências dessas decisões
devem ser avaliadas, solitariamente, pelos
responsáveis pelo ato de decidir.
Charge publicada em 2005, permanece atual
28
Nº 227 - Maio/2016 29
Faleceu, aos 90 anos, em Porto Alegre, o Coronel de Cavalaria Mauro Costa Rodrigues
(Turma 1948 da Escola Militar de Resende), nascido no Rio de Janeiro/RJ.
Até o posto de Coronel, no qual se reformou, exerceu as funções específicas dos di-
ferentes postos da carreira no 8º Regimento de Cavalaria e na 2ª Divisão de Ca-
valaria, em Uruguaiana/RS, na Diretoria Geral de Ensino do Exército e no Ga-
binete do Ministro do Exército. Foi instrutor na Academia Militar das Agu-
lhas e no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro.
Fez os cursos de instrutor da Escola de Educação Física do Exército,
da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e da Escola de Comando
e Estado-Maior do Exército.
No serviço público civil, exerceu os cargos de 1º Coordenador
Geral do Projeto Rondon, de Secretário Geral do Ministério da Edu-
cação e Cultura, de Secretário de Estado da Educação e Cultura do Rio
Grande do Sul e de Conselheiro Federal de Educação. Além disso,
exerceu comissões temporárias de Ministro interino da Educação e
Cultura, de Membro da Comissão da Juventude da UNESCO, de Presi-
dente da Comissão do Livro Técnico e Didático, de Vice-Presidente do
Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação e de Vice-Presiden-
te do Conselho de Curadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Em 1965, por ocasião
do Centenário da Retomada
de Uruguaiana, foi realizada pela 2º
Divisão de Cavalaria, a primeira for-
matura no local da rendição dos pa-
raguaios ao Imperador D. Pedro II, con-
tando com a presença do general-de-
Exército Arthur da Costa e Silva, Mi-
nistro da Guerra que inaugurou o ago-
ra tradicional Obelisco. Este impor-
tante evento da História Militar e do
Brasil, foi planejado, organizado e di-
rigido pelo major Cav Mauro Costa
Rodrigues do Estado-Maior da 2º D.C,
com grande brilhantismo e compe-
tência, sendo merecidamente homena-
geado pela Prefeitura, passados 50
anos.
Na iniciativa privada desempenhou cargos de direção em empresas dos ramos de de-
senvolvimento organizacional, da educação, de previdência privada e de seguros, além de
atividades no campo da agropecuária, exercida em propriedade familiar. Atuou também com
grande sucesso em Luanda, capital da Angola, em 1981. Foi Conselheiro vitalício da Fun-
dação Parque Histórico Marechal Manoel Luis Osório, Presidente do Conselho do Hos-
pital Sanatório Belém e Presidente da Federação Gaúcha de Esportes Equestre (FGEE). Nes-
te ínterim, era um apaixonado por cavalos e pela arte equestre. Jogou Pólo nos tempos que
serviu em Uruguaiana e participou de competições hípicas, tendo sido criador e proprie-
tário de cavalos de salto. Foi um dos grandes incentivadores do Hipismo no interior do Rio
ARMAS EM FUNERAL
CORONEL MAURO COSTA RODRIGUES
06/01/1926 20/05/2016
O Major Mauro conduzindo
a cerimônia do Centenário
Coronel Mauro e familiares: Alba Tarragó, Maria Adelaide Rodrigues, Maria Pia (filha),
Terezinha (esposa), Beatriz Tarragó e Fátima (filha)
Cel Mauro
Grande Sul ao criar, como presidente da FGEE, o circuito hípico de
saltos do interior. Enfim, o Coronel Mauro no jargão da caserna, “fazia
de tudo, do alfinete ao foguete”.
No campo pessoal sempre teve o cuidado de
preservar suas amizades, tanto no meio militar co-
mo no meio civil. Com amor, gentileza e a habilidade que lhe era peculiar
agregava sua grande família, pois tinha um irmão em Brasília e outro
no Rio de Janeiro. Exemplo de cidadão o Coronel Mauro sempre
procurou seguir em todas suas atividades aquele dito de que:
“Dar o exemplo não é a melhor maneira de influenciar os outros.
É a única!”
A Cavalaria e o Exército Brasileiro perderam um profis-
sional de Escol, o Brasil uma grande homem público e seus
familiares e amigos um companheiro que era “pau para
qualquer obra”.
Ficam na memória de todos os valores transmitidos por ele
ao longo de sua vida: sentimento profissional, humildade, solidari-
edade, honestidade, lealdade com superiores, pares e subordinados,
ética, religiosidade e, principalmente amor ao próximo.
Era casado com Teresinha, fiel companheira durante 65 anos e teve
três filhas, Fátima, Regina (já falecida) e Maria Pia, quatro netos e um bisneto.
Sua vida foi dedicada inteiramente à família e ao Brasil.
Que São Jorge o acompanhe e que Deus o tenha.
O HOMEM DO PROJETO
RONDON NOS DEIXOU...
Ontem, sexta-feira, com a presença de familiares e ami-
gos do coronel Mauro Costa Rodrigues, foi cele-
brada a missa de 7º dia de seu falecimento, ocorrido dia
20 do corrente mês na capital do Estado. Tendo sido o
coordenador da Programação do Centenário da Retoma-
da de Uruguaiana, em 1965, foi agraciado no ano passa-
do pela Câmara de Vereadores com a Medalha do Ses-
quicentenário, durante as comemorações desse históri-
co evento, acontecido em 18 de setembro de 1865. Como
seu amigo e colega de Cavalaria, consternado, registro aqui
meus sentimentos de pesar à dona Terezinha, suas fi-
lhas e netos, certo de que também o faço em nome dos
amigos e amigas dela e de seus familiares.
Página doPágina doPágina doPágina doPágina do BRASIL CARÚSBRASIL CARÚSBRASIL CARÚSBRASIL CARÚSBRASIL CARÚS
(Publicado no Diário da Fronteira / Uruguaiana/RS - 27/05)
QUEM FOI MAURO COSTA RODRIGUES
Confesso que não é fácil resumir aqui neste espaço o notável e invejável cur-
rículo deste exemplar homem público, que foi o coronel Mauro Costa Ro-
drigues. Destaque entre seus pares na carreira militar, brilhou também nos diver-
sos cargos exercidos na vida pública civil, com reconhecida competência e su-
cesso quando esteve à frente da Secretaria de Estado da Educação/RS e da
Secretaria-Geral do MEC, no qual também esteve como ministro interino. De-
sempenhou ainda cargos importantes como o de conselheiro do Conselho Fe-
deral de Educação e de primeiro coordenador-geral do Projeto Rondon, de sua
lavra e execução. Este fabuloso projeto teve o mérito de mobilizar, como nenhum
outro, os melhores soldados que o País pode dispor: os jovens estudantes, mo-
vidos pelo idealismo e desprendimento, ombreando-se pela floresta para levar
educação e saúde às populações que lá vivem isoladas da civilização. Pena que,
por questões políticas, acabou sendo desativado e posteriormente reativado,
estando hoje subordinado ao Ministério da Defesa.
Coronel Mauro e Dona Terezinha
29
8Nº 227 - Maio/2016 30
frontá-la. Sugeriu, quanto às eleições de 2016,
que os Grupos definam desde já seus “slo-
gans” para difusão a curto prazo. Apresen-
tou a ideia da criação de um Código de De-
fesa do Contribuinte e da mesma forma do
Eleitor, para questionar impostos lançados
sobre o povo e restringir as propagandas
dos governos federal e estaduais, e também
das estatais, induzindo as pessoas a erros,
respectivamente.
MARCELO GIRUNDI
Grupo 13 de Março
“Estamos aqui para enterrar o PT!”
- enfatizou. Citou que há grande falta de
médicos e profissionais de saúde – existe
um descaso total com a Saúde. Frisou que
a afirmação do governo do PT que supria
as necessidades de saúde do povo é uma
falácia, e que os doentes que morriam na
entrada dos hospitais, hoje o fazem lá den-
tro. Definiu que foram cortados 24.000
leitos do SUS no País, e que muitos médi-
cos trabalham sem receber pagamento. Ape-
lou às lideranças dos Grupos que deixem as
vaidades de lado unindo-se, e que apoiem
o Governo Temer.
JOSE ANISIO DE OLIVEIRA E SILVA
Vem Pra Rua
Ressaltou que precisamos de união,
pois a “jararaca” ainda está aí. Salientou
que temos que estabelecer objetivos de lu-
ta. Citou que o Brasil precisa ser livre pa-
ra que possamos empreender, pois as em-
presas são fontes geradoras de emprego.
Considerou a Saúde, a Educação e a Jus-
tiça Tributária adequada, essenciais para
um novo País. Defendeu a retirada do go-
verno do PT pela via democrática.
GENEROSA COSTA DE OLIVEIRA
Movimento da Família Brasileira
Sustentou a posição de devermos es-
colher pessoas que possam atuar para re-
presentar sua comunidade. Identificou-se
como uma liderança comunitária do Acaba
Mundo, uma favela situada entre a Praça JK
e o bairro Sion. Afirmou que o povo precisa
aprender a votar, e que o tema “a importân-
cia da política” deve ser levado às salas de
aula para conscientizar os jovens, proporci-
onando no futuro a escolha de bons candi-
datos. Achou crucial a ida de todos às ruas
na defesa de nossas ideias. Comentou que
as bolsas que Dilma dá à classe menos pri-
vilegiada, faz com que ela não cresça, trans-
formando seus integrantes em parasitas.
Considerou que os valores da Educação,
Saúde e Segurança são cruciais, e que a co-
munidade está acomodada, em razão da ma-
nipulação pelo PT.
CELPM LUIZ CARLOS RESENDE
Partido Militar Brasileiro
Identificou seu Partido, em criação,
como “de direita”, e que possui como lemas
a ética, a disciplina e a moral, com represen-
tantes em várias Unidades da Federação.
Citou que a entidade deseja uma política no-
va e moralizada, e que a ação de mudança
deve seguir a via democrática.
CEL LUIZ CARLOS LOUREIRO
Associação dos Oficiais da Reserva/BH
Disse que devemos apoiar o esta-
belecimento do Governo de Temer, e que
os Grupos, unidos, necessitam promover
atividades para colocar o povo nas ruas.
Lembrou que o período de 180 dias é pe-
rigoso, devido à possibilidade de mudan-
ça do voto dos senadores. Considerou va-
loroso evento que se realizava, e parabe-
nizou o Grupo Inconfidência.
CLAUDIO COSTA PEREIRA
Movimento Brasil Livre
Frisou que devemos nos empenhar
para desmontar o esquema do PT que ainda
vigora. Comentou que voltava de uma reu-
nião na Assembleia Legislativa, com um pú-
blico de umas 250 pessoas, na qual se dis-
cutia a Educação e, com alta preocupação,
assistiu com outros patriotas, os sindicatos
e movimentos radicais presentes a pronun-
ciarem-se por um ensino que vise o domínio
Realizou-se em 24 de maio de 2016, às
20:00h, no Círculo Militar de Belo
Horizonte,umacerimôniacomospropósi-
tos acima citados.
O condutor da solenidade, Cel
Reynaldo De Biasi Silva Rocha, Presiden-
te do Grupo Inconfidência, iniciou suas
palavras dizendo que “uma grande batalha
havia sido ganha, mas a consideramos ape-
nas a primeira de muitas que virão”.
Prosseguiu informando as finalida-
desdoGrupo,queseconstituemnoComba-
teaoComunismoeàCorrupção,noForta-
lecimentodasForçasArmadasenaDefesa
da Vida Humana e dos Valores Conserva-
dores e Tradicionais da Sociedade.
Emseguida,destacouapessoadoCel
Carlos Claudio Miguez Suarez, Editor do
JornalInconfidência,comoaquelequeteve
a vontade política da criação do Grupo In-
confidência, permanecendo sozinho 8 anos
após sua fundação com grande sacrifício à
testa da entidade, sendo por esta razão con-
siderado a grande referência entre nós que,
com orgulho, integramos o Grupo.
Na sequência, manifestou-se o Cel
Miguez, salientando a presença de muitas
mulheres na reunião e lamentou que houve
época em que distribuíamos 1.500 exempla-
res apenas para as escolas de Minas Gerais,
gratuitamente, e que nossa tiragem atual é
de somente 3.000, cuja maioria é enviada às
Organizações Militares do Exército, por fal-
ta de recursos.
Relacionou objetivos importantes pa-
ra nós no momento: corte de verbas para o
MST e UNE, retirada do Brasil do Foro de
São Paulo criado por Lula e Fidel Castro em
1990etambémdaUNASUL,ealiberaçãodo
jogo no País, sob gestão privada. Revelou
seu contentamento em ver o Gen Sergio
Westphalen Echegoyen como Chefe do Ga-
binete da Segurança Institucional do novo
Governo. Ao citar seu nome, foi espontane-
amente aplaudido.Lastimou estar a mine-
radora Samarco nas mãos do PT, motivo pe-
lo qual não se punem os responsáveis pelo
desastre ecológico de Mariana. Encerrou,
enfatizando estar quase toda a imprensa ven-
dida, com raras exceções.
Retomando a condução, o Cel De Bia-
si convidou um grande líder e os repre-
COMEMORAÇÃO DOS 22 ANOS DE FUNDAÇÃO
DO GRUPO INCONFIDÊNCIA
NELA INSERIDO O 1º ENCONTRO DOS GRUPOS SOCIAIS DE BELO HORIZONTE,
QUE SE CONTRAPÕEM AO COMUNISMO E AO GOVERNO DO PT
sentantes dos Grupos presentes a ocupar
lugares na mesa, passando a eles a pala-
vra na ordem abaixo, que assim se ex-
pressaram:
GERALDO DE SOUZA ROMANO
líder experiente, respeitado e
reconhecido por todos os Grupos, na
direção de manifestações e movimentos
Agradeceu a presença de todos, em
especial aos representantes e participantes
dos diversos Grupos que lutam com muita
garra e amor pelo País, frisando a necessida-
de da UNIÃO de todos, para maior êxito dos
movimentos que conduzem o povo às ruas.
Lembrou e pediu que combatessem e criti-
cassem somente os partidos políticos do
PT, PSOL, REDE e PCdoB, pois os demais
fazem parte do apoio ao governo provisó-
rio, e são essenciais para a retirada do PT do
comandopolítico.Destacouquesetergrande
sucesso nas grandes manifestações que
levam o maior número de pessoas às ruas,
há necessidade de atos pontuais, objetivos
e despesas divididas e controladas. Reme-
morou as palavras do Pr. Silas Malafaia so-
bre a grave situação do País, das famílias, da
sociedade, e do abandono da Saúde, Educa-
ção e Segurança. Concitou a todos em con-
tinuar apoiando o Juiz Sérgio Moro e a Lava
Jato, o Ministério Público e a Polícia Fede-
ral, a exigir o cumprimento das medidas con-
tra a corrupção com mais de 2 milhões de
assinaturas, e também apresentar um proje-
to de reforma política com itens da maior
importância. Comen-
tou a votação em breve
do Plano Estadual de
EducaçãodeMinasGe-
rais, ocasião em que os
marxistas pretenderão
impor nas escolas a
Ideologia de Gênero.
JULIOHUBNER
Patriotas
Informou que o
Grupo com seus representantes estaduais,
estabeleceu em Curitiba uma pauta única,
com total apoio à Operação Lava Jato. De-
fendeu uma ação conjunta para todos os
Grupos. Alertou para permanecermos aten-
tos quanto à apreciação das contas do
governo Dilma em 2015 pelo TCU, pois caso
este órgão as aprove, o impeachment pode-
rá não se concretizar. Lembrou que o PT
procurará doutrinar as crianças induzindo-
as a uma formação marxista, e também mani-
pular as escolas para seus fins. Disse que
infelizmente, a grande maioria dos partidos
é de esquerda e que lamenta que a mídia
receba verba institucional. Preveniu quan-
to ao período das Olimpíadas, quando a
esquerda terá uma atuação forte, e nesta oca-
sião teremos que preparar ações para con-
30
Nº 227 - Maio/2016 31
22º ANIVERSÁRIO
DO INCONFIDÊNCIA
Nesta data, não poderíamos deixar de homenagear e de lembrar aqueles que fun-
daram este Grupo e dos articulistas que já se foram desta para uma melhor. Dos
10 fundadores, 5 já nos deixaram, a saber: Brigadeiro Mario Lott Guimarães, Coronel
Ewerton da Paixão Curado Fleury, Juiz e tenente R/2 Wilson Veado (autor do nosso
primeiro estatuto), o engenheiro Randolfo Diniz Filho e o major Paulo Vianna Cle-
mentino.
Entre os articulistas, dos quais nos gabamos de possuir os melhores do Brasil,
partiram: os generais Raymundo Negrão Torres, Geraldo Luiz Nery da Silva, Hélio
Ibiapina Lima, Sergio Augusto de Avellar Coutinho e José
Saldanha Fábrega Loureiro (os primeiros a denunciar o
gramscismo e o Foro de São Paulo); os coronéis Rui Duarte
(Polainas e Charlateiras), Carlos Alberto Brilhante Ustra
(A Verdade Sufocada); o advogado Huáscar Terra do Val-
le; o acadêmico, senador, deputado estadual e federal, mi-
nistro Murilo Paulino Badaró; o jornalista Themístocles de
Castro e Silva; os capitães engenheiro Gilberto Souza Go-
mes Job e Vet FEB Divaldo Medrado e a professora pe-
dagoga e guia de turismo Maria da Graça Lisboa Pereira
da Silva. E o nosso chargista durante mais de 10 anos – tenente
Edilson Freire, aos quais prestamos homenagem.
E ainda, importantes colaboradores como o capitão
Antonio Milton de Araújo Melo, nosso primeiro tesoureiro
e organizador da contabilidade; o coronel Luiz Carlos de Avel-
lar Coutinho representante em São Paulo; os suboficiais
da Aeronáutica, Haroldo Brega e José Luiz Dalla Vecchia,
os coronéis Henrique Carlos Guedes e Newton Meyer Azevedo, o capitão Carlos Fre-
derico Fassheber e com certeza alguns outros, que a memória não nos permite re-
cordar.
Lembramos ainda que durante esse período editamos e lançamos os livros
“Caderno da Liberdade” de autoria do general Sergio Coutinho e "Médici, a Verda-
deira História” do general Agnaldo Del Nero Augusto, além de diversos outros, de
autores que vieram a Belo Horizonte para o lançamento de suas obras.
Apesar do sucesso alcançado e cumprimentos/elogios recebidos, estamos ho-
je, o Grupo e o Jornal vivendo uma situação financeira quase desesperadora. Em con-
sequência, estamos abrindo uma página para anúncios e enviando correspondências
para todos aqueles que recebem o Jornal como cortesia (alguns há mais de 10 anos)
e a 45 inadimplentes, solicitando que assinem o Jornal e atualizem seus pagamentos,
respectivamente. Caso contrário, não mais receberão nossos jornais.
Aguardamos ansiosos a confirmação do impeachment da Dilma, uma vez que
quando da sua posse como presidente, foram "proibidas" manifestações sobre a In-
tentona Comunista e o Movimento Revolucionário de 31 de Março e suspensa a co-
laboração financeira enviada pela FHE/Poupex para publicação dessas Edições
Históricas. Quem sabe, poderia ser novamente liberada e também o DECEx poderia
voltar a distribuir, como era feito anteriormente, para todos os alunos de cursos mi-
litares de Formação, Especialização, Aperfeiçoamento e de Altos Estudos?
Até hoje, não fomos ainda informados de onde e de quem partiu a ordem da sus-
pensão do apoio financeiro da FHE/Poupex e nem da devolução dos livros "Médici"
e "Caderno da Liberdade" e das Revistas Históricas "O Cruzeiro" e "Manchete", que
eram vendidos na loja da Bibliex, localizada no saguão do Quartel General, no Rio de
Janeiro, mediante comissão. Uma verdadeira falta de atenção para conosco!
Para encerrar, agradecemos ao Coronel Ney Guimarães, Presidente do Círculo
Militar/BH pelas constantes reu-
niões ali promovidas, sem nada
nos cobrar. E pode ter certeza,
que não o desapontaremos, no
que se refere o Artigo 4º do Es-
tatuto Social: "São vedadas as
atividades de natureza político-
partidária ou reivindicatórias,
bem como ceder as dependênci-
as do Círculo Militar para tais
propósitos".
Fique descansado.
Nosso partido é o Brasil!
31
da mente infantil de modo perverso, dis-
seminando a loucura e o caos integrantes
de um “mundo novo” voltado para a ma-
lignidade, a ser por eles implantado. Aler-
tou que de 15 a 17 de junho de 2016 será vo-
tado o Plano Estadual de Educação na As-
sembleia Legislativa, e convocou veemen-
temente nossos Grupos a comparecerem em
massa ao evento, informando-se em de-
talhes pelo site da Assembleia Legislativa
de Minas Gerais.
JOSÉ GUILHERME SCARABELLI
Direita Minas
Disse que a família está sendo ata-
cada em busca de sua desintegração. Lem-
brou que a ação dos militares em 1964 per-
mitiu que estivéssemos livres hoje. Criticou
a posição do PT, que considera Marighella
um herói e Ustra um terrorista. Afirmou que
devemos lutar pela democracia. Comentou
que a classe trabalhadora está viciada e que
a alta classe empresarial corrompeu-se em
sua ligação com o PT.
HILDA MARIA MAIA ARAÚJO
Mulheres da Inconfidência
Explicou que seu Grupo não participa
de movimentos de rua, realizando sim um
trabalho “de formiguinha”, que busca cons-
cientizar pessoas para os valores da cidada-
nia, da ética, e da necessidade de
ser político para poder bem in-
fluir. Reconheceu que fomos
omissos em educar nossos fi-
lhos, ante a ação de maus pro-
fessores. Informou que esteve
em escolas particulares, discu-
tindo com professores apare-
lhados pelo PT, temas em que
buscou a defesa de nossas
ideias. Solicitou o patrulhamento de nossas
fronteiras e a presença da engenharia militar
em comunidades desassistidas do interior.
MOISÉS GOMES
Dia 13 eu Fui
Frisou a necessidade de neutralizar
a ação imposta pelo PT nestes anos, e a
ideologia que instilou na sociedade. Ape-
lou para que nos esforcemos em proteger
a família brasileira, em especial nossas cri-
anças expostas à influência de ideologi-
as incompatíveis com o nosso modo de
ser. Sustentou a posição de apoiar Temer
no momento, considerando-a a forma de
retirar o PT da vida nacional.
LÚCIO LABOISSIÈRE
Rede Estadual da Família e
Movimento da Família Brasileira
Deu ciência que esteve presente na
reunião da Escola Estadual Central no dia
24 de maio, destinada à eleição de delega-
dos representantes da sociedade brasileira
para a votação do Plano Estadual de Educa-
ção no período de 15 a 17 de junho de 2016,
onde conseguimos somente 5 delegados
em meio à grande maioria marxista. Pediu
aos Grupos que convoquem o máximo de
pais de estudantes e que compareçam em
sua totalidade à votação acima citada pa-
ra influir na decisão, impedindo assim a per-
versão de nossas crianças.
LUCIANA C. MASSOTE
Renova Brasil
Informou que um parlamentar está
procurando aprovar a introdução do estu-
do do Islamismo em nosso ensino, e que
Lula bancou a construção de hospitais em
Gaza e na Cisjordânia. Mostrou-se satis-
feita com o papel da imprensa combaten-
do o governo de Maduro na Venezuela, e
comentou que era como aquele infeliz po-
vo que ficaríamos, com prosseguimento
do PT no governo. Concordou com outros
Grupos pela necessidade imperiosa de
respaldar Temer.
MARCELA VALENTE
Brava Gente Brasileira
Pediu a união de todos para vencer o
PT. Está de acordo com Romano em unir os
grupos e manter o apoio à Lava Jato e ao
Temer.
MARCELO LUIZ DE OLIVEIRA
Movimento Pró-Brasil
Cientificou que é uma norma atual de
ação do PT, a retirada da força dos Legis-
lativos em todos os níveis. Disse que temos
que voltar às ruas nos 180 dias, uma vez por
semana ou por mês. Comentou a importân-
cia de se pressionar os senadores para im-
pedir a volta de Dilma.
FABIANO LEITE
Círculo Monárquico
Parabenizou a reunião e considerou
que precisamos da união de todos para mo-
dificar o Brasil.
CLAUDIO COSTA
Representante dos Evangélicos
Pastor da Igreja Batista da Lagoinha,
sugeriu a criação de Conselhos Populares
para retomar espaços, e a importância da
candidatura de pessoas de nossas ideias,
aos Executivos e Legislativos em todos
os níveis.
LUCIANA HAAS LEIVAS
Rede Estadual da Família
e Movimento da Família Brasileira
Como professora, não foi avisada
oficialmente da reunião na Escola Estadual
Central no dia 24 de maio, mas o foram os
sindicatos e professores comunistas. Ten-
do ciência, compareceu e verificou que o ob-
jetivo daqueles é a aprovação da Ideologia
de Gênero nas escolas.
Encerrando a reunião, na qual
compareceram 99 pessoas, sendo
34 mulheres, foram distribuídos
mais de 200 jornais Inconfidência
e servido um lauto coquetel de
confraternização aos participantes.
A luta continua...
Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores.
Permitida a reprodução desde que citada a fonte.
EXPEDIENTE
Editor/Redator: Coronel Carlos Claudio Miguez
Jornalista Responsável: 17646/MG
Telefone (31) 3344-1500 / 99957-3534 - E-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br
Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia - CEP 30360-690 - Belo Horizonte - MG
Circulação Dirigida
Impressão: Sempre Serviços Gráficos Ltda
CNPJ:11.843.412/0001-00
Envelopamento autorizado
Pode ser aberto pela ECT
www.jornalinconfidencia.com.br
Nº 227 - Maio/2016
32
NÃO VOTO EMNÃO VOTO EMNÃO VOTO EMNÃO VOTO EMNÃO VOTO EM
Fora
DILMA!
É IMPOSSÍVEL ESCREVER
CORRUPTO SEM PT
FÁCIL DE MAIS ..
Breve, nas telas
Protestando em Cannes
contra o governo provisório
CERTAINS ARTISTES BRÉSILIENS
ACCEPTENT LA CORRUPTION,
LE CHÔMAGE, L´INFLATION,
LES MENSONGES ET LA
MAUVAISE GESTION.
DILMA 11 MILLIONS
DE CHÔMEURS
IOTTI
Por que era
necessário um
mínimo de 342
votos para a
aprovação do
impeachment?
ELEMENTAR!
Em julho de 2005, um assessor
do então deputado estadual
José Nobre Guimarães (PT/
CE) foi preso no aeroporto em
São Paulo pela Polícia
Federal, com US$ 100 mil e
R$ 200 mil escondidos na
cueca e na mala.
O nobre deputado é irmão de
José Genuíno (PT/SP) e foi
eleito deputado federal. Essa
cuecadoPTpermanecerá
pendurada até o caso ser
investigadoeoscorruPTos
julgados, condenados e presos.
Hoje é o líder do PT naHoje é o líder do PT naHoje é o líder do PT naHoje é o líder do PT naHoje é o líder do PT na
Câmara de Deputados.Câmara de Deputados.Câmara de Deputados.Câmara de Deputados.Câmara de Deputados.
Não podia ser outro!Não podia ser outro!Não podia ser outro!Não podia ser outro!Não podia ser outro!
Estou comprando um avião,
só por causa do prefixo
Ilustrações: Internet
Internet
PAI!! TEM UM
SENHOR AÍ NA
FRENTE PEDINDO
ROUPAS QUE A
GENTE NÃO USA
MAIS!!
TOMA!!
ENTREGA LÁ
PARA ELE!!
PT
PT
342

Inconfidência 227‏

  • 1.
    BELO HORIZONTE, 31DE MAIO DE 2016 - ANO XXII - Nº 227 AS FORÇAS ARMADAS TÊM O DEVER SAGRADO DE IMPEDIR, A QUALQUER CUSTO, A IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL. Site: www.jornalinconfidencia.com.br E-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br EMBARAÇOS IMPOSTOS PÁGINA 9 RECUO TEMEROSO PÁGINA 13 PERIGOSÀVISTA PÁGINA 4 PÁGINA 5 DIA DA VITÓRIA 22º ANIVERSÁRIO DO INCONFIDÊNCIA O General Bini, o Engenheiro Marcos Renault e o Brigadeiro Ayupe na solenidade da ANVFEB/BH PPPPPÁGINAÁGINAÁGINAÁGINAÁGINA 1717171717 A palestra em defesa do Brasil, realizada no Círculo Militar /BH na noite de 24 de maio. PPPPPÁGINASÁGINASÁGINASÁGINASÁGINAS 30/3130/3130/3130/3130/31 GOVERNO, CULTURA E CORRUPÇÃO Quando esse larápio e corruPTPTPTPTPTo será indiciado, julgado, preso e restituirá o que foi furtado? OPERAÇÃO LAVA JATO "Quando vejo este projeto que proíbe a colaboração de quem está preso e também o projeto que visa restabelecer a exigência do trânsito em julgado para execução de penas, fico me indagando se não estamos vendo alguns sinais de uma tentativa de retorno ao status quo da impunidade dos poderosos." Sergio Moro, Juiz Federal responsável pela Lava Jato Diante das ações criminosas que começam a ser praticadas pelos chamados movimentos sociais (MST, CUT, etc) com prejuízos marcantes e danosos para os brasileiros que desejam apenas se deslocar para seus locai de trabalho e que ferem o seu direito de ir e vir consagrado pela nossa Constituição, é de se perguntar E AGORA? A sociedade vai continuar a aceitar passivamente, como até agora tem acontecido, que tais práticas sejam realizadas à luz do dia sem que uma reação a altura seja determinada e executada pelos entes Federais (Polícia Rodoviária, Polícia Federal e até mesmo o Ministério Público) e Estaduais ( Policias Milita- res), uma vez que tais interrupções agressivas de trânsito ferem manifestamente a paz social e a ordem de tanto necessitamos para conviver e produzir? Provas mais claras e evidentes impossível. A Democracia, que é alardeada a cada momento por aqueles que a agridem, espera que seus princípios sejam preservados e mantidos, para "o bem de todos e felicidade geral da Nação". (O Globo - 11/05) Coronel Carlos de Souza Scheliga QUOUSQUE TANDEM...? NR: Para conhecimento e providências imediatas do Governo Federal.
  • 2.
    8Nº 227 -Maio/2016 2 *MarcoAntonio FelíciodaSilva * A. C. Portinari Greggio *General de Brigada - Cientista Político, ex-Oficial de Ligação ao Comando e Armas Combinadas do Exército Norte Americano, ex-Assessor do Gabinete do Ministro do Exército, Analista de Inteligência - E-mail: marco.felicio@yahoo.com* Economista No último artigo, di- zíamos que a Direi- ta encarna a Nação Bra- sileira. Por que? Pela simples razão de que a Esquerda tem, como objetivo estratégico, a dissolução das nações. Quem se opõe à Esquerda, portanto, defende a Nação. E como a Nação não é apenas uma ideia, mas se materializa na forma de pessoas, segue- se que os que a defendem também a encar- nam. A Direita ama a certeza, a ordem, a se- gurança, a disciplina, a competência, a lim- peza. Mas é dispersa, perplexa e confusa. Não porque lhe falte inteligência. Sua deso- rientação se deve ao fato de viver em ambi- ente saturado de ideologia hostil, nas esco- las, nas universidades, na política, na mídia, nas artes, em todos os domínios de expres- são e comunicação. O que falta à Direita é uma coerente doutrina científica que lhe permita enfren- tar e vencer a guerra cultural, a mais impor- tante de todas as guer- ras. Pois se a guerra clássica é “ato de for- ça para compelir o ini- migo a fazer nossa von- tade”, a guerra cultu- ral é tão insidiosa que pode resultar em que o inimigo se aposse de nossas mentes a pon- to de substituir nossa vontade pela sua. Não parece fantástica, essa possibili- dade de transformar pessoas, governos e nações em zumbis, a agir guiados por von- tade alheia, convictos de que o fazem por sua própria vontade? Nem tanto. Qualquer psicólogo que tenha efetuado experimen- tos com hipnotismo pode confirmar esse fato com relação a indivíduos ou pequenos grupos. O estranho fenômeno do efeito pós-hipnótico, que tanto impressionava os psiquiatras no final do século 19, demons- tra sem dúvida quanto é possível manipular a mente e até voltá-la contra os interesses do indivíduo, sem que este se dê conta disso. Pois bem: o que se pode fazer com pessoas, pode-se fazer com nações intei- ras. Provas? Poderíamos citar tantos exem- plos dos últimos cem anos que, no fim das contas, concluiríamos que as guerras em defesa de legítimos interesses nacionais foram exceção na História recente; e quase todas essas exceções foram guerras per- didas pelas nações vencidas. Não é de espantar porque foi justamente nesse mesmo período – os últimos cem anos – que surgiram os meios de comunicações e de propaganda de massas, os quais permitiram essa anomalia, nunca antes verificada na história da Humanidade. Foi graças a esses instrumentos de domina- ção psicossocial que se constituiu a não- tão-misteriosa oligarquia apátrida que EM POLÍTICA, IDENTIFICAR O INIMIGO É TUDO A guerra cultural está aí, e não é apenas questão de cultura. vem controlando o Ocidente desde o co- meço do século 20. Vivemos, portanto, numa era em que os reais interesses dos povos e das nações são sistematicamente antagonizados pela oligarquia apátrida. Raciocinemos. Qual o principal interesse dum povo e duma na- ção? A mais óbvia resposta é: existir e pros- perar. Qual o principal objetivo da oligar- quia apátrida? Convencer os povos a abrir mão de sua identidade nacional – ou seja, a suicidar-se como povos – e a aceitar a li- quidação de suas nações, mediante a disso- lução das fronteiras e a gradativa “integra- ção” em entidades supranacionais, até a fi- nal instituição duma só comunidade global. Prestem atenção: essa é exatamente a pro- paganda que se faz por todos os meios ao nosso redor. É a guerra cultural contra nós, feita na nossa cara, e aceita por muitos de nós como coisa nossa! Pense bem, caro leitor. A mera existência dessa oligarquia não se- ria problema em si, se ela emanasse dos povos e se identificasse com as respectivas nações. Afi- nal, o mundo sempre foi dominado por minorias. Nada de mais. O proble- ma é que a nova oligar- quia não se identifica com as nações e povos dominados (pois é apátrida). É uma elite hostil, inimiga, cuja existência exige a liquidação dos povos e nações dominados. Embora use os direitos humanos da ONU e apregoe a “democra- cia” e o “Estado de Direito”, a elite hostil desconfia dos povos – especialmente do povão de cada país, a camada mais refratária à sua propaganda. Ela participa da política, adora eleições livres, mas não difunde sua agenda estratégica, a qual só se faz conhe- cida quando imposta na prática, sem aviso prévio, de cima para baixo: aborto, homos- sexualismo, pedofilia, invasão imigratória, depravação de costumes, incivilidade, de- zenas de programas destinados a dissolver as famílias e todas as demais instituições sociais que alicerçam as nações A guerra cultural, portanto, não consiste apenas em disputa sobre modos de pensar ou ideolo- gias. É questão de vida ou morte. Repetindo o que dissemos no artigo anterior. A oligarquia internacional é real e visível, seus agentes são familiares. A maioria age de boa-fé, achando que presta serviços à Humanidade. Sua agenda não é anunciada, mas nem por isso é secreta: re- sume-se na liquidação das nações por den- tro e pelas bases, sem que as vítimas reajam ou sequer percebam o processo. Resta saber porque existe, como se organiza e como atua. Fica para o próximo INCONFIDÊNCIA. REFUNDAR AS INSTITUIÇÕES E O ESTADO DE DIREITO Contribuir para a defesa da Democracia e da liberdade, traduzindo um País com projeção de poder e soberano, deve ser o nosso NORTE! Asaída da Dilma pelo impeachment, legal mente, como já reconhecem inúmeros ou- trospaíses,quemovemaçõesjudiciaisemdefesa de seus respectivos investidores, que se consi- deram lesados por crimes de corrupção, levou à Presidência da República (PR), Michel Temer, do PMDB, sem o devido apoio popular, com a manchadealiadodoPT,desdeoprimeirogover- no Lula (este, ladrão conhecido desde a déca- da de 80, mentor do desvio de dinheiro do FAT para enriquecimento ilícito e financiamento de campanha). Temer, co-responsável pela situa- çãovigenteemquatromandatos,formouMinis- térioinexpressivo,usandoamesmametodologia antiga, privilegiando os interesses de grupos e individuais, sobrepondo-os aos interesses atu- ais e nacionais. Seus ministros, como num cas- telo de cartas, caem, paulatinamente, com as acusaçõesdecorrupçãoadvindas da Lava-Jato, mostrando uma es- colha desastrada. A Nação conti- nua dividida. Os poderes consti- tucionais,comalgunspontosfora da curva, estão desmoralizados, nãoharmônicos,comcorruptose/ ou ineptos, ou, ainda, petistas, no comando. Os petistas, que não querem perder as benesses go- vernamentais, propagandeiam o chamado golpe, mundo afora, denegrindo a imagem do País, mostrando uma falsa ilegalidade do impeachment. A presi- dente impedida, legalmente por crime de res- ponsabilidade e pelo conjunto da obra que levou o Pais ao descalabro econômico, social, político e ético, mantém seu séqüito de con- selheiros e de mordomias. A Constituição se mostra inadequada ao tipo de governo e con- tinua sendo ferida a cada passo. E as ilegali- dades, aqui e ali, continuam. Medidas imedi- atas para sanar problemas existentes não são tomadas. Será que a maioria da população, eno- jada com o que sofre e assiste revoltada, gos- tariadesimilarcontinuidade,baseadapretensa e cinicamente, fruto de interesses pessoais e partidários, em falso idealismo político e na preservação de uma Constituição que privi- legia direitos e não deveres, com o mesmo tipo de “moscas”? Não será o caminho paulatino para uma convulsão social? Os últimos diálo- gos mostrados na Imprensa e delações mos- tram o descalabro que vivemos todos esses anos e que, ainda, os temos vigindo. Tal con- tinuidade é inócua para o País, pois sem as reformas estruturais profundas de que necessi- tamos em todas as áreas, tendo em vista, tam- bém,impulsionarumamudançadementalidade da população. Há que ter decisão e vontade políticascommedidasamargas,doaaquemdoer. Oprocessohistóricoesócio-cultural,pe- lo qual passou o Brasil, trouxe traços que bem caracterizam o comportamento da sociedade e das elites brasileiras ao longo de nossa História. Autoritarismo, paternalismo, patrimo- nialismo e cartorialismo permeiam, na sociedade brasileira, desde a sua formação, as elites do- minantes. Estas, jamais diferenciaram a coisa pública da privada. Fisiologismo e cliente- lismo, são praticados com desenvoltura pela classe política, que continua confundindo o privado com o público para a consecução de interesses individuais ou de grupos. Exemplo gritante é o do PT que, com políticas assisten- cialistas, visou o enriquecimento ilícito e a manutenção do poder, principalmente com os currais eleitorais, que chama de inclusão so- cial, esta já em desmonte com a falta de re- cursos, alta inflação, ruína de demais projetos assistencialistas e desemprego elevado. A crise ética e cívica está na base da crise einstabilidadesócio-política,alimentandoaper- manência e o incremento da di- cotomia social. Esta contribui, di- reta ou indiretamente, para impli- cações negativas tais como cor- rupção generalizada, miséria, cri- me organizado, tráfico de drogas, contrabandodearmas,lavagemde dinheiro e violência, em formas e grausvariados.Acrisedecivismo, entre outras coisas, contribui para a desnacionalização da nossa cul- turaeparaoarrefecimentodosen- timentopatriótico,colocandoemperigoasobe- rania e a unidade nacionais. Um refundar do País. Essa é a realidade política com que nos defrontamos. Repito pa- ra melhor enfatizar : Somente as FFAA, que participaram e contribuiram para as maiores inflexões da nossa História, responsáveis pelo início da formação da nossa nacionalidade em Guararapes, pela nossa integração como Na- ção, pela consolidação da nossa grandeza territorial, pela manutenção da paz e da liber- dade da Nação em momentos críticos, sempre respondendo às aspirações do povo brasilei- ro, seriam capazes de, após a necessária e urgente saída de Dilma, pois a Nação não su- porta mais sangrar, saindo de sua posição de simples observação, de empossar uma junta civil de notáveis para que, afastados todos os atuais políticos, uma Assembléia Constituin- te, devidamente convocada, elaboraria nova Constituição, privilegiando as reformas ne- cessárias, seguida, tão logo pronta e apro- vada, de eleições gerais, sob novos parâme- tros, possibilitando o surgimento de um novo Brasil. O País foi governado, nestas 3 ultimas décadas,peloPSDBepeloPT,ambosacolitados pelafamigeradacolchaderetalhosqueéoPMDB. São estes os principais partidos responsáveis, atuais e diretos, pela situação em que hoje nos encontramos. O fizeram, cinicamente, em no- me do aperfeiçoamento da Democracia,crimi- nosamente com total impunidade, traduzindo sofrimento e traição à Nação, décadas perdidas e atraso irrecuperável para o País. Os petistas, que não querem perder as benesses governamentais, propagandeiam o chamado golpe, mundo afora, denegrindo a imagem do País, mostrando uma falsa ilegalidade do impeachment. 2
  • 3.
    Nº 227 -Maio/2016 3 Para nós, brasileiros, maio é conside- rado o mês das grandes celebrações. É chamado de mês de Maria (dia 13, Nos- sa Senhora de Fátima), das noivas e nele está inserido o Dia das Mães. São também festejados e relembrados o Dia do Trabalho a 1º de maio, o Dia da Vi- tória, a 8, sendo comemorado nesta da- ta o término da II Guerra Mundial, no dia 13 a Abolição da Escravatura (Lei Áu- rea/1888), a 24, a Batalha de Tuiuti e também, a 26, a criação do Grupo In- confidência, em 1994. E ainda outras datas, não menos importantes para os militares – os dias das Comunicações, da Infantaria, da Ca- valaria e do Serviço de Saúde, quando são relembrados e cultuados os seus pa- tronos, nossos heróis – Marechal Ron- don, o Brigadeiro Sampaio, o legendário General Osório e o General Severiano Ribeiro. E agora, mais uma data histórica – a aprovação do “impeachment” da presi- dente Dilma Rousseff, pedido inicialmen- te admitido pela Câmara dos Deputados e já confirmado pelo Senado, para a feli- cidade da Pátria Brasileira. A 26 de Maio, o Grupo e o Jornal Inconfidência completaram 22 anos de fundação e de presença no cenário naci- onal, em defesa da verdadeira democra- cia, da nossa soberania, da sociedade bra- sileira e particularmente, da nossa Insti- tuição e da família militar, há mais de 13 anos ultrajadas pelos governos e dirigen- tes políticos corruPTos, responsáveis pela criação do Foro de São Paulo/Unasul, entidades que contribuíram para o cená- rio patético que hoje contamina o dia a dia, a paz social do povo brasileiro e a convivência pacífica no âmbito da Amé- rica Latina. Neste período nosso Jornal tem man- tido uma posição intransigente, sem tré- O MÊS DE MAIO guas, contra a corrupção reinante em to- das as esferas federal, estaduais e muni- cipais, a impunidade, a marxização da Edu- cação e da História do Brasil, o aparelha- mento com incompetentes em importan- tes cargos/funções governamentais, le- vando ao país a desorganização social e econômica, como muito bem está sendo comprovado nos dias atuais, causando descrédito no exterior e grande tristeza e sofrimento ao povo brasileiro. Temos a convicção de que ao de- fender veementemente nossas Forças Armadas, a Soberania Nacional, o Pa- triotismo, os valores éticos e morais, ex- pressamos a opinião e os anseios da Fa- mília Militar, assim com também da so- ciedade brasileira, que conosco comun- ga dos mesmos ideais e objetivos, para que sejam recuperados o mesmo nível de crescimento e desenvolvimento, alcan- çados durante o profícuo regime militar (1964/1985). Finalizando, lembramos que as For- ças Armadas, em particular o Exército, é a instituição de maior credibilidade e con- fiabilidade no país — haja vista os pedi- dos espontâneos de “Intervenção Mili- tar já”— sendo a única e última barreira que até agora tem impedido a implanta- ção do comunismo no Brasil, como já acon- teceu anteriormente em 1935 na Intentona, em 1964 na Contra Revolução e no início dos anos 70 quando do trágico surgi- mento das guerrilhas urbanas e rurais que tanto mal causaram em nosso país. Não há como nos contestarem ! E mes- mo sofrendo o fogo amigo, a luta conti- nuará, inclusive contando há já algum tempo com a contribuição exemplar e de- cisiva do Juiz Sergio Moro, dos Procu- radores do Ministério Público Federal e dos Delegados e Agentes da Polícia Federal que o auxiliam no Juizado de Cu- ritiba. Assim seja! FUNDADORES: Brigadeiro Mário Lott Guimarães, Juiz Wilson Veado, enge- nheiros Randolfo Diniz Filho e Geraldo Dirceu Oliveira, Coronéis Manoel Magno Lisbôa, Antônio Fernandes Silva, Ewerton da Paixão Curado Fleury, Carlos Claudio Miguez Suarez; Capitão de Fragata Antônio Tenuta Filho e Major Paulo Viana Clementino Ata de fundação, aprovação de estatuto e posse da Primeira Diretoria do "Grupo Inconfidência" 22 ANOS 1º MANIFESTO DO GRUPO INCONFIDÊNCIA QUOUSQUE TANDEM...? ATÉ QUANDO...? Primeira charge publicada pelo Inconfidência em maio de 1994. Um verdadeiro gênio o seu autor, Oldack Esteves, pois embora criada há 22 anos, está mais atual do que nunca ! Oldack Esteves 3
  • 4.
    8Nº 227 -Maio/2016 4 * Maria Lucia Victor Barbosa * Socióloga e articulista. mlucia@sercomtel.com.br www.maluvibar.blogspot.com.br * Ipojuca Pontes * Cineasta, escritor, ex-Secretário de Cultura e Jornalista Dilma Rousseff finalmente foi colocada em desterro por trâmites legais e ins- titucionais dos Poderes da República. Além de andar de bicicleta, para quem sabe espai- recer com relação a outras pedaladas, pare- ce não ter noção da situação em que ora vi- ve. Aliás, essa senhora nunca teve ideias cla- ras sobre a realidade e demonstrou reitera- damente confusão mental quando proferia discursos desconexos. Agora repete como um mantra: "é gol- pe, é golpe, é golpe", no que é seguida, por enquanto, por remunerados malandros ou incautos dos chamados movimentos so- ciais. Estes e o PT nunca gostaram dela, mas cer- tamente obedecem ao chefão Lula no momen- to não mais tão podero- so. Em todo caso, co- mo um Nero petista Lula disse ser o único capaz de pôr fogo no Brasil ou, talvez, em pneus para atrapalhar o trânsito nas cidades. Entre outras bravatas ele também já se considerou um Na- poleão vermelho capaz de convocar o exército de Stédile, em que pese o fato de que não foi sequer atendido por muitos deputados quando, aboletado em um hotel de luxo em Brasília lhes orde- nou que votassem contra a inadmissibili- dade do impeachment. Até o Tiririca pas- sou Lula para trás. Saindo de sua insignificância para o cargo mais alto da República não por mérito ou competência, mas alçada por um homem esperto que fez dela sua marionete, Rousseff mergulhou nos perigosos delírios do poder e pensou que mandava. Mandar, dizem que mandava de modo truculento nos auxiliares que a serviam no palácio. Nos ministros aplicava o mesmo método raivoso, porém nunca se soube se era de fato obedecida. É que acima dela estava Lula da Silva e ao seu redor o PT, dando as coordenadas e impe- dindo ações que desagradassem ao parti- do. Só para dar um exemplo lembremos o ex- ministro da Fazenda, Joaquim Levy, que não conseguiu desempenhar seu trabalho. Em outros tempos, poderoso, inim- putável, surfando no politicamente corre- to e seguindo o plano de permanência no poder do PT, Lula fez de Dilma Rousseff sua criatura política. Logrou elegê-la co- mo presidente da República e fez mais, con- seguiu reelegê-la. O resultado já se sabe foi um descalabro total. Homem e mulher arrastam o país à ruína. MULHER E POLÍTICA um assunto irrelevante Dilma Rousseff finalmente foi colocada em desterro por trâmites legais e institucionais dos Poderes da República. Como nenhum governo resiste quan- do a economia vai mal, Rousseff foi afastada por 180 dias de forma legal e com o apoio de 70% da população. Período que bem podia ser abreviado para se chegar ao desfecho. Afinal, ela demostrou ser totalmente inepta para ocupar cargo tão relevante e, sem dú- vida, cargos mais simples. Ainda sem entender completamente sua condição, Rousseff, já defenestrada, chamou jornalistas estrangeiros ao Palácio da Alvorada e entre acusações ao presiden- te Temer soltou sua crítica de cunho femi- nista, no que foi copiada por petistas e se alastrou pela mídia. "Lamento que, de- pois de muito tempo, não haja mulheres e negros no ministério, o que é funda- mental se você quer cons- truir um país inclusivo, não só do ponto de vista soci- al, mas cultural e dos direi- tos humanos". O que Rousseff, uma "mulher sapiens", ignora é que não existem qualida- des intrínsecas femininas ou masculinas, em negros ou brancos, em homos- sexuais ou heterossexuais para exercer a política. A competência para exercer um cargo público, a ética, a visão de bem co- mum nada tem a ver com sexo e cor. Nesse sentido disse a grande governante Indira Gandhi: "Não me considero uma mulher fazendo política, mas uma pessoa exer- cendo um ofício". Portanto, Rousseff, anos-luz distan- te de Margaret Thatcher, levantou uma ques- tão tão irrelevante quanto ela mesma e suas ministras que não chegaram a dizer a que vieram. O presidente Temer depois da polêmi- ca nomeou Maria Silvia Bastos Marques presidente do Banco Nacional de Desenvol- vimento Econômico e Social (BNDES). Fa- çamos votos que ela tenha êxito, não por ser mulher, mas por sua competência. Lula nunca desceu do palanque, fez politicagem, ensinou a criatura a mentir e deu no que deu. Temer está se baseando na realidade, acabou de entrar e é necessário se dar a ele um tempo. Para uma oposição feroz e inconsequente já existe o inconformado PT.Afinal,milagreTemernãopodefazerde- pois do homem, Lula da Silva, e da mulher, Dilma Rousseff, terem destroçado o Brasil. Ou alguém quer que ela volte? Importante 1 Lula fez de Dilma Rousseff sua criatura política. Logrou elegê-la como presidente da República e fez mais, conseguiu reelegê-la. 2 Ambos arrastaram o país à ruína. 3 Lula nunca desceu do palanque, fez politicagem, ensinou a criatura a mentir e deu no que deu. Oindefinido Michel Temer retrocedeu e reinstalou oficialmente o Ministério da Cultura. Lá, para geri-lo, colocou um barbu- dinho, cria de Eduardo Paes - este, um po- lítico profissional de segunda categoria que o Rio de Janeiro aprendeu a desprezar. Acua- do pela gang de sempre, o presidente inte- rino verificou que “a cultura era um setor fundamental para o país”. Pobre interino! A figura lembra aquela virgem permissiva que deixou entrar a cabecinha e depois... Bem, depois o temerário foi correr atrás do Mei- relles para pedir a “liberação de mais grana para a rapaziada”. Temer é um sujeito fraco que labora na linha da social-demo- cracia. Muitos desconfi- am que ele não atentou para o fato de que a parte mais ruinosa da chamada “classe artística” apenas repassa a cantilena lulo- petista orquestrada nos desvãos do mafioso Ins- tituto Lula. (Sem esque- cer, por sua vez, que a ter- rorista Dilma - envolvida no milionário assalto ao cofre de Ademar de Barros e partícipe ativa no assassinato do soldado Mário Koesel Fi- lho, em junho de 1968 – rege furiosa, a partir das salas do Alvorada, o coro histérico da militância bolivariana que, neste preciso instante, ocupando ad infinitum o Palácio Gustavo Capanema, no Rio, vocifera unís- sono o “Fora Temer! De fato, essa gente encara o inse- guro Temer como mero “golpista”. Para eles, a recriação do “cabide” Ministério da Cultura, imposta no grito, soergue um trampolim político-ideológico para o retor- no do cangaceiro Lula e seus cabras da pes- te (mais ou menos estropiados pela Ope- ração Lava-Jato). De minha parte, considero que a volta do MinC, para usufruto da corporação pa- rasitária, não passa de um ato de alta traição do governo Temer para com 80% da popu- lação brasileira, a mesma que, indignada, tomou as ruas contra a corrupção, a safadeza institucional, a vagabundagem bem remune- rada e o paquidérmico Estado socialista fo- mentado pela quadrilha petista reunida, ain- da agora, em torno de jantares supimpas na toca palaciana de Dilma Rousseff. O Ministério da Cultura foi tramado por Zé Sarney, impostor literário que che- gou ao poder por um golpe de sorte e fez de Brasília uma imensa casa de tavolagem, ao ponto do próprio Lula (um especialista) , em discurso, apontá-lo como “ladrão descara- do”. Como já escrevi, o MinC representa no Brasil oficial a manutenção da mais agressi- va forma de aparelhamento do Estado para usufruto de uma casta privilegiada de “se- ñoritos” que se diz à procura de uma contro- GOVERNO, CULTURA E CORRUPÇÃO MinC (Ministério da Incultura) só funcionou, na prática, como vertiginoso mensalão para cooptar medalhões e medalhinhas da área e manter a peso de ouro uma burocracia perdulária que saqueou o bolso da sociedade e do miserável povo brasileiro. Um horror! Acuado pela gang de sempre, o presidente interino verificou que “a cultura era um setor fundamental para o país”. Pobre interino! versa “identidade nacional” cacarejada em torno do chamado “multiculturalismo”, mis- tificação marxista para acirrar a luta de clas- ses. Ele significa, num governo que preten- de salvar o Brasil, o AVANÇO DO RETRO- CESSO. No histórico, depois de décadas de existência, o monstrengo não criou merca- do nem fez, como era alardeado, a inclusão social da massa espoliada. A alta cultura dançou - e ninguém ganhou Oscar ou Nobel. Tudo ficou no âmbito da mendacidade e da (cara) propaganda enganosa! Sem considerar juros nem correção monetária, o MinC jogou pelo ralo, nos úl- timos anos, mais de um trilhão de reais! No seu rastro, só se expan- diu uma pesada burocra- cia militante em conluio com a casta uma nociva empenhada em usurpar a grana do contribuinte para a consecução de pro- jetos inexpressivos, mui- tos vergonhosos e/ou politicamente ideologi- zados. Afogado em dis- pendiosos programas de pura marquetagem, o MinC (Ministério da Incultura) só funcio- nou, na prática, como vertiginoso mensa- lão para cooptar medalhões e medalhi- nhas da área e manter a peso de ouro uma burocracia perdulária que saqueou o bol- so da sociedade e do miserável povo bra- sileiro. Um horror! (Cultura, vale dizer, não tem nada a ver com órgão de governo e suas patra- nhas. Ela deve ser entendida como a tradi- ção de normas de condutas aprendidas e que nunca foram “construídas” – o que nos remete à questão de que a evolução cultural não é só fruto da criação cons- ciente da razão. Mas como explicar isso a essa gente viciada em mamar nas te- tas da nação? Há um temor generalizado de que o governo Temer fracasse. Meirelles, o minis- tro da Fazenda que serviu ao Lula, acena com novos impostos. O intragável Zé Serra, formado na UNE comunista e mentor da clandestina Ação Popular (AP), responsá- vel por ataques terroristas, informa que no Itamarati vai “aprofundar laços diplomá- ticos com a China e a África”. E muito pior: com 300 mil petistas terceirizados nas estatais e 107 mil militantes ocupando car- gos comissionados, o governo fala em cor- tar apenas 4 mil parasitas das bocas minis- teriais! Como diria o sifilítico Lênin: Que fazer? Vamos todos voltar às ruas, pois o go- verno Temer, alicerçando o retorno do PT, parece sucumbir ao peido da gata! 4
  • 5.
    Nº 227 -Maio/2016 5 * É jornalista independente, estudiosa do Foro de São Paulo e do regime castro-comunista e de seus avanços na América Latina, especialmente em Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil. É articulista, revisora e tradutora do Mídia Sem Máscara e proprietária do blog Notalatina. *Graça Salgueiro *Aristóteles Drummond * Jornalista - Vice- Presidente da ACM/RJ aristotelesdrummond@mls.com.br - www.aristotelesdrummond.com.br Preocupante a quan- tidade de desacertos nestes primeiros 15 dias de governo. O senador Romero Jucá vem sendo falado há muito tempo, neste e em casos passados. Deveria ter percebido que o melhor para ele seria uma posição forte no Congresso. E o presidente, mais cuidado em nomear implicados nas ope- rações em curso. Políticos em geral não perceberam o que a sociedade exige neste momento e ignorar esta aspiração corremos o risco de cairmos numa aventura radical. O gover- no, inclusive, não tem agido com a ener- gia necessária para conter as manifesta- ções de rua que tumultuam a vida das ci- dades. São demonstrações de fraqueza que tendem a estimular a escalada radical. PERIGOS À VISTA É o caso de se pensar, enquanto é tempo, na proposta do deputado Julio Lo- pes (PP-RJ) no sentido de um governo apartidário, de grandes e no- vosnomes,commedidas for- tes e emergenciais na área econômica. Os políticos pre- cisam entender a gravidade da situação em termos eco- nômicos, sociais e, por fim, institucionais. Com os quadros existentes, será um suceder de gravações, depoimentos, de- núncias sem fim. E, no final, os radicais desestabilizadores, todos de uma esquer- da arcaica e radical. É preciso um mínimo de sensibilidade para perceber que os ris- cos são verdadeiramente imensos. Tem gente que levianamente aven- ta a possibilidade de, no último minuto da instalação da baderna, os militares co- locarem as coisas em ordem como fize- ram mais de uma vez no passado. Ledo engano, eles estão jus- tamente ressentidos com os setores da po- pulação – empresá- rios, ruralistas, pro- fissionais liberais – do lado liberal-conservador que se omi- tiram nas campanhas que tentaram de- molir o prestígio dos militares junto à po- pulação. A opinião publicada é contra os mi- litares, mas se percebe que a pública é a favor. Mas eles não vão sair da postura discreta e distante. Inclusive por nunca te- rem visto as elites empresariais aconse- lhar os governos da inconveniência de ministros comunistas na pasta da Defe- sa. Celso Amorim, Aldo Rabelo e agora Jungmann são nomes respeitados, mas com passado comunista. E outros de es- querda, como foi o caso do embaixador Viegas. Nada contra estes senhores, mas é claro que corremos um risco e tanto de mudança nos currículos das escolas mili- tares.Oque,aliás,oPTdeixouclaronanota da semana passada. Os militares souberam resistir no essencial. Vamos ter pela frente semanas agi- tadas. A melhor opção ainda é fortalecer e tentar influir positivamente no presiden- te Temer, que é democrata e acredita na economia de mercado. Não gosto do José Serra nem do PSDB desde sempre, e nunca escondi isso. Entretanto, suas atitudes à frente do Minis- tério de Relações Exteriores, logo após a posse, têm-me agradado bastante e não pos- so deixar de reconhecê-lo. Durante os 13 anos de governos do PT o nosso Itamaraty funcionou com a mes- ma política do compadrio tosco, de aju- dar a “cumpanherada” em detrimento dos interesses nacionais, criando embaixadas e consulados em republiquetas falidas de no- tórios ditadores, como estabeleceu o Foro de São Paulo (FSP). Desde que o processo de impeach- ment da presidente petista começou, os países-membros e organizações pertencen- tes ao Foro vêm se manifestando com a cantilena de que “é golpe”, mas cinco em particular, sobretudo porque acusam o Bra- sil daquilo em que são mestres, mereceram notas do novo chanceler: Cuba, Venezuela, Nicarágua, Equador e Bolívia. Nenhum des- ses países é regido por uma democracia, respeita a liberdade e os direitos individuais da pessoa humana, bem ao contrário, pois Cuba instalou uma ditadura sangrenta atra- vés de um golpe, a Venezuela sofreu vários golpes com o falecido Hugo Chávez (o pri- meiro, falido, em 1992) e agora com Nicolás Maduro, o mais afoito de todos, através de sucessivos golpes violando a Constituição e as leis do Tribunal Superior Eleitoral. Isso sem falar dos golpes por fraude eleitoral que praticaram Daniel Ortega da Nicarágua, ANOVAPOLÍTICAEXTERNABRASILEIRAEM DESCOMPASSO COM O FORO DE SÃO PAULO Rafael Correa do Equador e Evo Morales na Bolívia. E como sucursal do FSP, a UNASUL, através de seu presidente pró tempore Er- nesto Samper, que também tem rabo de palha, resolveu repetir o que já haviam dito de Honduras e Paraguai, desrespeitando as Constituições desses países incluindo o Bra- sil, Serra escreveu uma nota oficial curta, firme e elegante, colocando- os em seus devidos lu- gares. O FSP, através do PT, emitiu uma nota ri- dícula três dias depois condenando as notas do Itamaraty, onde ter- mina com uma contradi- ção grotesca: “Reitera- mos a defesa da políti- ca externa brasileira altiva e ativa, sobera- na, impulsionadora da integração latino-americana e caribenha e de respeito às decisões soberanas dos po- vos”. Se de fato eles defendem as “decisões soberanas dos povos” deveriam respeitar a decisão das votações do Congresso que op- tou pelo afastamento da inquilina do Planal- to, afinal, eles falam “em nome do povo” que os elegeu para representá-los! Outra medida que Serra deseja imple- mentar é o fechamento de consulados e re- presentações diplomáticas em republique- tas da África e Caribe que, segundo Celso Amorim, não vão gerar uma grande econo- mia mas na verdade o que está incomodan- do não é outra coisa senão o fechamento das torneiras aos camaradas. Uma das exigências de Serra para aceitar a pasta foi incorporar ao Ministério de Relações Exteriores a Agência de Promo- ção de Exportações (APEx) e a Secretaria de ComércioExterior(CAMEx).Eletambémjá sinalizou que quer acabar com a ideolo- gização do MERCOSUL e sua primeira via- gem ao exterior foi à Argentina, cujo presi- dente Mauricio Macri é declaradamente li- beral em economia e concorda em pontos que Cristina Kirchner não abria mão, como a questão da flexibilização aduaneira. Essa foi outra mudança radical que gerou comen- tários depreciativos de Celso Amorim e MAG (Marco Aurelio Garcia), que rebate- ram dizendo que apenas seguiam o que diz o 4º parágrafo da Constituição, quando fala na integração latino-americana e que agora a ideologização apenas “trocou o sinal”. O ex-embaixador Rubens Ricupero em recente entrevista concordou que não há ideologização em querer rever o comér- cio exterior, alegando que não é interessan- te nem rentável para o Brasil apoiar países do Caribe como Nicarágua ou Cuba, por exemplo,umavezqueelesalémdenãoterem nada a oferecer, só se tornaram “importan- tes” para o Brasil com a ascensão do PT ao poder. Nessa entrevista ele reflete, muito acertadamente, que o Brasil deve se focar no comércio com países grandes e de eco- nomia crescente, como o México e a Argen- tina, pois os demais países da região unica- mente serviram para distribuir dinheiro dos brasileiros em economias falidas. Cuba e Venezuela são o melhor exemplo disso. Enfim, mesmo considerando que es- sas mudanças tenham um interesse pessoal de Serra, com o olho nas eleições de 2018, fazer uma política exterior que possa mudar a imagem do Itamaraty readquirindo o res- peito de que sempre gozou e contrariar os planos do FSP, já terá valido a pena. A Venezuela foi tomada por Maduro através de um golpe mas, para o Foro de São Paulo, cumprir a Constituição como em Honduras, Paraguai e agora Brasil “é golpe!”. Foto: Jornal Granma Políticos em geral não perceberam o que a sociedade exige neste momento, e ignorar esta aspiração corremos o risco de cairmos numa aventura radical. O ex-embaixador Rubens Ricupero em recente entrevista concordou que não há ideologização em querer rever o comércio exterior, alegando que não é interessante nem rentável para o Brasil apoiar países do Caribe como Nicarágua ou Cuba, por exemplo, uma vez que eles além de não terem nada a oferecer, só se tornaram "importantes" para o Brasil com a ascensão do PT ao poder. A opinião publicada é contra os militares, mas se percebe que a pública é a favor. 5
  • 6.
    8Nº 227 -Maio/2016 6AIMPRENSANOTICIOU Publicado no Pampulha - BH - 18/05 O DESASTRE DA ESQUERDA Às vezes leio, inclusive aqui, nas páginas de O TEMPO – que sempre fez jus à sua independência editorial – o manifesto de alguns colunistas defenestrando o li- vre mercado. Em uma de suas fantasias socialistas, Leonardo Boff diz que o que está acontecendo no Brasil é fruto de uma “Nova Guerra Fria”..., que a espionagem norte- americana atingiu a Petrobras e as reservas do pré-sal e não poupou nem a presidente Dilma... Que tudo isso é parte de uma estratégia do Pentágono, que há uma ascensão visível da direita no mundo inteiro, e que por isso a América Latina está fechando, prestem atenção, “um ciclo de governos progressistas que elevaram o nível social dos maispobresefirmaramademocracia”.Comoassim?Elevaramonívelsocialefirmaram a democracia, onde, quando? Que parte da história eu não estou entendendo? “Nossa esquerda representa, enfim, um autêntico desastre social OSIMPLESFATOdoeventualpresiden- te Temer sinalizar a implantação de um programadegovernocomviésmaisliberal jáfoiosuficienteparainstigaraincompre- ensão de muitos que se fiam em ideias re- trogradas, improdutivas e prejudiciais aos trabalhadores. Para estes, o livre mercado é o bicho papão que representa as forças mais obscuras e atrasadas do Brasil. Para estes, o programa do PMDB denominado “Uma Ponte para o Futuro” sintetiza ape- nas a ideia do “lucro máximo comomíni- mo de aporrinhação do poder público”. Para estes, é impossível enxergar os bene- fíciosdeuma sociedade movida pela for- ça dinâmica e criativa da livre iniciativa, ao contrário – seja por que foram idioti- zados pela ideologia socialista, ou por- que dela se locupletam – preferem ver a nação submissa à politização econômi- ca e suas desastrosas consequências. JÁMEDISSERAMquetentarmudaracabe- ça dos “pensadores” de esquerda é como ficar enxugando gelo. É verdade, parece que eles sofrem de uma estranha incapacidade intelectual de discernimento que os leva a fechar os olhos para a história. Neste país sufocado por um Estado interventor, vergo- nhosamente patrimonialista, excessivamen- te burocrático, perdulário, extrativista e, consequentemente, primitivo, seria bom ver essaturmadaruma chance a si mesmos, e a sociedade em geral, de vivenciar a liberda- de econômica, em cujo ranking o Brasil encontra-se no 101º lugar entre 168 países examinados. Nossa esquerda está fora do tempo, não entende a globalização, coadu- na com o ilícito de alguns movimentos so- ciais, se acomoda nos empregos públicos e abusa das verbas e benesses governa- mentais. Nossa esquerda representa, en- fim, um autêntico desastre social. Apágina do Ministério das Relações Exteriores aqui no Facebook publi- cou as duas notas que enviou para os go- vernos “cumpanhêros” do Foro de São Pau- lo e para Ernesto Samper, presidente da UNASUL. Eu fui lá, dar meu pitaco e um reforço (embora me pareça inútil porque Serra JA- MAIS vai ouvir o que recomendei), mas o que tem de órfãos da esbórnia da república sindicalista criticando a atitude dele - cor- retíssima, diga-se de passagem -, demons- tra o desespero desses vagabundos. Polícia Federal, por favor, INVESTI- GUEMoBNDEScomURGÊNCIA!!! Prezado Senhor Editor Louvável medida do presidente Temer e de sua equipe ao enxugar o Ministério da Cultura. Há anos tenho notado que diversos shows de cantores consagrados são custea- dos com verbas desse ministério, enquanto cantores regionais, festas populares e outras expressões artísticas genuinamente brasileiras são ignoradas, nunca receberam incentivos e sequer são reconhecidas. É inconcebível o escasso dinheiro público ser usado para pa- trocinar artistas, produções cinematográficas, televisivas e outras artes realizadas por ar- tistas já milionários que nada oferecem em contrapartida, apenas alienam, distraem o povo dos problemas nacionais, enquanto nossa valorosa Polícia Federal recebe 27 vezes menos. Caberá aos nossos deputados, senadores e membros atuantes da sociedade cobrarem o fim da Lei Rouanet e o devido encaminhamento de todas essas verbas para a saúde, se- gurança e educação, pois qualquer país civilizado só investe em cultura após esses três setores básicos estarem atendendo a população. (19/05) MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES Jornalista Graça Salgueiro A nota que deixei foi essa: “Se o senhor quer mesmo a retomada do crescimento do Brasil, duas coisas se impõem com URGÊNCIA: fechar as tornei- ras do BNDES para Cuba e outras ditadu- ras comunistas, e pedir uma AUDITORIA no BNDES, porque desse órgão saíram BI- LHÕES para serviços que ninguém sabe em Cuba, Venezuela, Bolívia e republique- tas africanas dirigidas por notórios dita- dores e constam como contas “secretas”. Isto está errado, é crime porque NÓS, o po- vo brasileiro DONO deste dinheiro, tem o DIREITO LEGÍTIMO de saber por que e onde foi gasto”. (15/05) EXTINÇÃO DO MINISTÉRIO CULTURA Historiador Daniel Marques Jornalistas, radialistas e apresentadores de TV, continuam usando permanente mente, mesmo sendo da oposição (?) o termo “ditadura militar” para se referir ao proficuo regime militar ( 1964/1985), época em que o Brasil mais cresceu em seus 516 anos de História. E não há como contestar! Por quê? Estarão aparelhados e/ou recebendo pixulecos? “Foi por sonhos e obstinação que ela (Dilma) perdeu parte de sua juventude se esgueirando pelos porões da resistência à ditadura militar”- Paulo Cesar de Oliveira- O TEMPO de 24 de maio de 2016- página 19. Parece não saber o que caracteriza uma ditadura: –Partido único; ausência de eleições livres (Aqui a oposição vencia e tomava posse); grande número de mortos (em 21 anos morreram de ambos os lados, menos do que hoje em um único fim de semana); corrupção desenfreada (e hoje?); meios de comunicação controlados pelo Estado e impedimento de deixar o país. Nada disso acontecia! O Presidente Médici comparecia a jogos de futebol no Maracanã, Morumbi e Olimpico e era aclamado/aplaudido mesmo antes de ser anunciado. Hoje, Lula e Dilma são aclamados com refrões impublicáveis, quando comparecem. Fico admirado, pois V., na época da “ditadura”, frequentava os aquartelamentos de BH e ainda pedia notícias para promover os generais comandantes desta guarnição. Basta lersuascolunaspublicadasnojornalqueV.escreviaeeramenviadaspormimaseupedido. Lembra-se?Paraseredimir,deveria/poderiaapresentarumareportagemsobreovitorioso Movimento Cívico-Militar de 31 de Março de 1964, liderado por Minas Gerais, em suas revistas. Lamentável... (carta enviada à editoria de opinião em 24/05) “DITADURA”MILITAR CORONEL REFORMADO DO EXÉRCITO CLAUDIO MIGUEZ PauloCésardeOliveira,emseuartigo“Quemvaiavisarapresidenteafastada”(Opinião, 24.5), parece não saber o que caracteriza uma ditadura. O presidente Médici com- parecia a jogos de futebol e era aclamado. Hoje, Lula e Dilma são recebidos com refrões impublicáveis, quando comparecem. Fico admirado: será que o articulista mudou de ideia? Na época da “ ditadura”, frequentava os aquartelamentos de BH e pedia notícias para promover os generais comandantes. Lamentável. 26/05 ConfiançanasForçasArmadas-PesquisaIpsos 6
  • 7.
    Nº 227 -Maio/2016 7 QUE PARTIDO É ESSE? P T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I S PT - O PARTIDO MAIS CORRUPTO E MENTIROSO DA HISTÓRIA UNIVERSAL RESOLRESOLRESOLRESOLRESOLUÇÃO SOBRE CONJUNTURAUÇÃO SOBRE CONJUNTURAUÇÃO SOBRE CONJUNTURAUÇÃO SOBRE CONJUNTURAUÇÃO SOBRE CONJUNTURA ODiretório Nacional, ao apresentar para discussão o roteiro a seguir, convoca um Encontro Extraordinário do Partido dos Trabalhadores, sob o tema Os desafios partidários para o próximo período, a ser realizado em novembro, antecedido por uma reunião ampliada do Diretório Nacional, em julho, cujas normas serão definidas pela Comissão Executiva Nacional até o final de maio. O país vive, desde o dia 12 de maio, uma nova situação política, com a recu- peração da direção do Estado pelas velhas oligarquias da política, da mídia monopo- lizada e do grande capital. Através de um golpe parlamentar, que rompeu a ordem democrática e rasgou a Constituição, as classes dominantes impuseram o afastamento provisório da presidenta Dilma Rousseff, em processo de impeachment sem base legal, marcado pela fraude e a manipulação. * * * Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de verbas publicitárias para os monopólios da informação. (Extrato)... Brasília, 17 de maio de 2016 Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores O Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, reunido no dia 17 de maio de 2016 em Brasília/DF, aprova a seguinte resolução política: Ocomandante do Exército, General Eduardo Villas Boas, reagiu com irritação à Re- solução do Diretório Nacional do PT sobre Conjuntura, aprovada a 17 de maio, em que o partido, em meio críticas à própria atuação e ao governo Dilma Rousseff, incluiu um “mea culpa” por não ter aproveitado seus 13 anos no poder para duas pro- vidências em relação às Forças Armadas: modificar o currículo das academias mi- litares e promover oficiais com “compromisso democrático e nacionalista”. “Com esse tipo de coisa, estão plantando um forte antipetismo no Exército”, dis- se o comandante ao Estado, considerando que os termos da resolução petista _ e não apenas às Forças Armadas _ “remetem para as décadas de 1960 e de 1970? e têm um tom “bolivariano”, ou seja, semelhante ao usado pelos regimes de Hugo Chávez e agora de Nicolás Maduro na Venezuela e também por outros países da América do Sul, como Bolívia e Equador. (O Globo - 19/05) A “RESOLUÇÃO DO PT” E A OPINIÃO DO GEN HELENO OVIllas Bôas se irritou com a resolução do PT. Eu achei sensacional. Mostrou o quanto eles desconhecem as Forças Armadas do país. Vivem em uma redoma ideo- lógica e se tornam incapazes de qualquer tipo de análise inteligente, haja vista a Sra Rousseff. Ficou patente o quanto estamos distantes dos objetivos traçados por eles, en- tre uma roubalheira e outra. Somos imunes a doutrinas bolivarianas, por serem incompatíveis com a democra- cia; somos avessos ao culto personalista, sobretudo quando os personagens a serem ve- nerados são venais, corruptos e pouco confiáveis. Sobre o currículo das escolas militares, não serão os especialistas em educação do PT e congêneres, que destruíram a educação no país, que vão determinar mudanças em nossos estabelecimentos de ensino. A começar pelos Colégios Militares, modelares e in- vejados e chegando às Universidades Militares, em diferentes níveis, graduação, mes- trado, doutorado e pós doutorado, seja no campo militar, seja no campo científico, não há o que modificar em nossos currículos e sim o que copiar. Primamos pela excelência, ética e absoluta ausência de preconceitos. Preserva- mos, em todas as crises, o Sistema Militar de Ensino, nosso orgulho, nosso cerne, nosso berço. Jamais seremos Forças Armadas politizadas e, muito menos petistas. Vermelhinhos, se um dia voltarem ao poder, o que espero jamais aconteça, não se atrevam a tocar nesse vespeiro. Vão se arrepender amargamente, outra vez. Brasil acima de tudo! Opinião do General Bini De acordo com o general Rômulo Bini, ex-chefe do Estado Maior de Defesa, o do- cumento expõe “total desconhecimento de como funcionam as Forças Armadas. Eles queriam militares que abaixassem a cabeça para eles, como se tivéssemos Forças Armadas bolivarianas como na Venezuela? Isso é um absurdo”. Academia. “Nas escolas militares nós ensinamos honestidade, hierarquia, discipli- na, o respeito aos mais velhos,” declarou o general Bini. Ele lembrou que uma vez a esposa do então presidente Fernando Henrique Cardoso foi à Academia Militar das Agulhas Ne- gras (AMAN) e se surpreendeu com o número de matéria da área de humanas que ensi- namos em nossas escolas desde 1961. Você tem entre as disciplinas direito constitucional, estudo da moral, filosofia, psicologia. Ela achava que nós estávamos só preparados para a guerra”, contou ele. E ironizou: “será que acham que nós ensinamos tortura?” Já o general Pimentel, Presidente do Clube Militar, emendou dizendo que “as escolas mi- litares ensinam honestidade, competência e trabalho”. Para ele, “se eles queriam en- contrar em nossos quadros oficiais socialistas para promover, com certeza não iam en- contrar de jeito nenhum e pode escrever isso com todas as letras”. PTPTPTPTPT IRRITAEXÉRCITOJornalista Eliane Cantanhêde LULA É ACUSADO DE GERENCIAR PETROLÃO Ex-presidente aparece como responsável por orientar divisão de recursos desviados da Petrobras entre partidos da base. 7
  • 8.
    Adisciplina militar prestanterecebeu o novo ministro da Defesa com as continências devidas, tropa em forma, armas apresentadas, guarda-bandeira engalanada e esperança de bom entendimento a ser construído entre a política partidária de momento e os eternos deveres mi- litares. Respeitosamente, faça-se fé para que a submissão política ora iniciada também não mur- che como as anteriores. Permanentes foram as dissonâncias funcionais que ocorreram desde a criação do ministério da Defesa. Menos importa- rão elegâncias de vãs filosofias e largas vozes de sonhos e fantasias. Mais importantes serão as artes bélicas vistas, tratadas e pelejadas pelos que realmente conhecem a dureza da vida militar. Ainda hoje, Camões o repetiria, tal como, sabia- mente, contou-nos no Lusíadas. O novo ministro certamente conhece um pequeno detalhe, muito importante a considerar, que recordou no desfile que a tropa fez em continência ao cargo que vai ser ocupado. A bandeira do Brasil não se abate em reverência a quem quer que seja. Mantém-se respeitosamente erguida com dignidade e enorme significado. Assim também são os militares brasileiros, que o novo ministroiráchefiar.Comoabandeiraquedefendemfielmente,cumpremcomdignidade a intransigente defesa da soberania nacional e o respeito à Constituição Federal. Não discutem eventuais tendências, opiniões pessoais ou pretensões políticas de momen- to. Apenas exigem que sejam respeitadas a destinação militar, a hierarquia, a disciplina e a história brasileira, muito bem representadas pela soberba dignidade da nossa bandeira sempre erguida. Será em horizonte de verdadeiro respeito mútuo que haverá sempre o pronto cumprimento de ordens a honrar integralmente a fidelidade militar ao Brasil. Morrendo, se preciso for, tal como o juramento que prestam todos os militares ao ingressarem nas Forças Armadas. UM NOVO MINISTRO DA DEFESA*Rodolpho Heggendorn Donner BERÇO DA NACIONALIDADE E DO EXÉRCITO BRASILEIRO VICTOR MEIRELLES: Batalha dos Guararapes, 1879 - Óleo sobre tela, 494,5 x 923 cm - Rio de Janeiro, Museu Nacional de Belas Artes * Psicólogo e Coronel Artilharia QEMA Os comandantes militares prestam continência ao novo titular da Defesa, Ministro Raul Jungmann, a 16 de maio, na cerimônia de sua posse, no Clube da Aeronáutica (Brasília) BERÇO DA NACIONALIDADE E DO EXÉRCITO BRASILEIRO O novo ministro sabe que a expulsão dos holandeses pelas forças militares do Im- pério Português, em 1649, deixou-nos um primeiro exemplo de brasilidade a ser respei- tado eternamente. A vitória declarou que es- te solo a nós pertence, ao povo que aqui apor- tou e que fez desta terra um país de liberda- de,independentecommuitosacrifício.ABata- lha dos Guararapes ainda hoje é reverencia- da em 19 de abril, Dia do Exército Brasileiro. Aquela manifestação guerreira de brasilida- de,festejadapeloExército,deixabemclaroque não se tentem outras destinações, submissões ou junções a terras estranhas. Tais intromis- sões enfrentarão a ira de militares muito cons- cientes de seus deveres e um Exército que há séculos mantém os mesmos princípios e res- peita os mesmos valores do solo brasileiro. Os militares verdadeiros, sejam eles soldados ou marechais, em qualquer parte da Terra, hoje e no tempo, igualam-se em muitos aspectos. Aprendem o momento de calar, ainda que pensando diferentemente. Tornam-se fiéis combatentes se respeita- dos e bem comandados. Sabem identificar por ações e por poucas palavras tanto os que merecem respeito quanto os que tentam falsificar destinações militares. Nunca se desmereça o silêncio dos militares julgando-os submissos, pois sabem muito bem identificar o momento de aceitar ou negar, calar ou falar, confiar ou desmerecer. Veneram as lembranças do passado, seus momentos de luto e de vi- tória. Ofensa será tentar proibir que chorem seus mortos ou que comemorem suas vitórias. Que não se enganem os que bem não conhecem o Exército Brasileiro, julgando-o ao sabor de momentos políticos. O Exército de Caxias continua o mesmo no tempo e nos valores militares. Não é prudente disso duvidar. Ao General Chefe do Centro de Comunicação Social do Exército Com satisfação, apresentamos a VExa. o movimento sinfônico ”A Batalha dos Guarara- pes”, de autoria do compositor mineiro Cláudio Moller de Freitas. Trata-se de signi- ficativo tema, que possa talvez ser executado em solenidades militares, particularmente a do Dia do Exército. Assim é que solicitamos a vossa apreciação e possível encaminhamento de tal proposta ao comandante do Exército. Maiores detalhes sobre a obra poderão ser en- contrados no Jornal Inconfidência nº 226, tal como abaixo apresentado. Paraouviramúsicacliqueabaixo:https://soundcloud.com/claudio-de-freitas/batalha-dos-guararapes Atenciosamente, Reynaldo De Biasi Silva Rocha - Cel Presidente do Grupo Inconfidência MOVIMENTO SINFÔNICO “A BATALHA DOS GUARARAPES” Segundo a coluna “Radar” do Jornal Folha de São Paulo, a presidente afastada Dilma Rousseff perdeu o direito de usar helicópteros da FAB: A petista solicitou um helicóptero para se deslo- car do Palácio da Alvorada até a Base Aérea, de onde embarcaria para a capital mineira. AAeronáuticanegouopedido,porentenderque Dilma tem direito apenas ao uso de um avião da FAB. Dilma também solicitou uma comitiva para acompanhá-la na viagem, e o pedido foi negado pela Presidência da República. Não existe família perfeita. Não temos pais perfeitos, não somos perfeitos, não nos casamos com uma pessoa perfeita, nem temos filhos perfeitos. Temos queixas uns dos outros. Decepcionamos uns aos ou- tros. Por isso, não há casamento saudável nem família saudável, sem o exercício do perdão. O perdão é vital para nossa saúde emocional e sobrevivência espiritual. Sem perdão a família se torna uma arena de conflitos e um reduto de mágoas. Semperdãoafamíliaadoece.Operdãoéaassepsia da alma, a faxina da mente e a alforria do coração. Quem não perdoa não tem paz na alma, nem comunhão com Deus. A mágoa é um veneno que intoxica e mata. Guardar mágoa no coração é um gesto autodestrutivo. É autofagia. Quem não perdoa adoece física, emocional e espiritualmente. É por isso que a família precisa ser lugar de vida e não de morte; território de cura e não de adoecimento; palco de perdão e não de culpa. O perdão traz alegria onde a mágoa produziu tristeza; cura, onde a mágoa causou doença. FAMÍLIA, LUGAR DE PERDÃO... SEM HELICÓPTERO! Papa Francisco 8Nº 227 - Maio/2016 8
  • 9.
    *Aileda de Mattos Oliveira *ProfessoraUniversitária, ESG/2010 Doutora em Língua Portuguesa, ADESG 2008 Vice-presidente da Academia Brasileira de Defesa. ailedamo@gmail.com Cultura adquire-se com Educação de qualidade, portanto, é inútil um Ministério específico ou uma Secretaria para os mes- mos fins. O que nos falta é uma bem-elaborada Lei de Diretrizes e Bases da Educação, vol- tada para os campos humanístico e cientí- fico-tecnológico; a cultura é consequência. Só a adquirimos, aprimorando o intelecto, o que parece não ser o ponto forte dos pri- vilegiados sócios do Ministério da Cul- tura, que permuta o dinheiro público por apoio político. De outro modo, não re- cuariam diante daqueles que autoprocla- mam “culturais” espetáculos de nível du- vidoso, ou mesmo, sem nível. Os grandes intérpretes do cenário teatral já se foram. Punham a alma na vivência das personagens de clássicos dramaturgos. Era teatro de peso! Os do cenário musical valorizavam a melodia, sem a corrupção das palavras que trans- mitiam o estado de espírito do compositor. Nunca soubemos que fossem beneficiá- rios dos cofres do Estado. Ambas as cate- gorias faziam sucesso. O teatro lotava; os auditórios, também. Lotavam, porque havia seriedade no trabalho profissional; lotavam, porque cada um exercia o seu mister com devoção. Dinheiro não compra cultura nem transforma atores em modelares intérpre- tes; nem funkeiros, nem os que dedilham o violão enganador, nem os que berram e pulam do alto de trios elétricos, em can- tores e músicos. Hoje, alocam-se, no meio artístico, os que fazem dele solução para seus pro- blemas, à custa do contribuinte. É sim- ples. Os órgãos ditos culturais lhes repas- sam a verba desejada, subtraída dos tribu- tos que deveriam ser aplicados em servi- ços para a coletividade. Mas a montagem do espetáculo está garantida; o engajamen- to político, também. RECUO TEMEROSO Fonte milagrosa é a Lei Rouanet que libera verbas aos achegados do partido, que, durante treze nefastos anos, fez a apologia à ignorância, à ausência de valores, à incompetência, à falta de cultura. O contribuinte é vítima de dupla extorsão, por via da mancomunação do governo com a classe artística. Sobre ele recaem todas as despesas, mas irá ao gui- chê se quiser assistir à encenação, ape- sar de já tê-la pago, com a verba repassa- da, sem o seu consentimento. Não há re- torno aos cofres públicos, por se aninhar nos bolsos de quem solicitou a verba o to- tal da bilheteria. Ao cessar a sangria do dinheiro que não lhes custa trabalho, apenas cinismo em pedi-lo, manifestam-se como funcionários públicos com direitos adquiridos. As sandi- ces que disseram e as cusparadas ‘cultu- rais’ foram provas do intercâmbio do gover- no petista, com os membros perpétuos da ribalta e da confraria musical. Fonte milagrosa é a Lei Rouanet que libera verbas aos achegados do partido, que, durante treze nefastos anos, fez a apo- logia à ignorância, à ausência de valores, à incompetência, à falta de cultura. Lamentamos que o governo recém- instalado tenha recuado na decisão de ex- terminar um Ministério que esbanja dinhei- ro para os apadrinhados da classe, dita ar- tística. Se Temer mostra-se complacente com os órfãos da Rouanet, que almejam serem alimentados, indefinidamente, com o dinhei- ro da Nação, e com os despersonalizados que trocaram o Brasil por outro país, exibin- do cartaz para olhos estrangeiros, quantas deferências fará, então, frente às outras exi- gências de uma esquerda velhaca? O que são alguns milhões para esses governantes desde que os pastoreados ar- tistas sejam intérpretes, como mandava o roteiro petista, das mentiras de seus gover- nos despudoradamente corruptos, ou do atual, claudicante nas decisões? LIVROSLIVROSLIVROSLIVROSLIVROS OCoronel Raposo, do alto dos seus 94 anos bem vividos, é daqueles homens que idealizam, planejam e executam. Como militar participou de momentos importan- tes da História do Brasil, tendo, inclusi- ve, atuado como oficial de artilharia nos campos de batalha da Itália, na Campa- nha da Força Expedicionária Brasileira, du- rante a Segunda Guerra Mundial. Durante o governo militar recebeu a incumbência de planejar e ajudar a organizar três novas estruturas de governo: a Polícia Federal, a Polícia do Distrito Federal e o Ser- viço Nacional de Informações. Na Polícia Federal exerceu o cargo de chefe de gabinete do diretor do Departa- mento com o objetivo de dar forma à nova instituição, que por um longo período teve militares no comando dentre eles o Gene- ral Rio Grandino Kruel (junho de 64 a feve- reiro 65), seu primeiro diretor geral. O Cel Raposo entendia que a Polícia Federal de- veria caminhar, após a sua criação, pelos próprios pés e sempre defendeu a posição de que o órgão deveria ser comandado pelos seus Delegados de carreira. Mudaram os tempos, democrati- zou-se o país e, uma nova constituição, a de 1988, manteve a estrutura básica da Po- lícia Federal, que passou a exercer, tam- bém, com exclusividade, as atribuições de Polícia Judiciária da União. A história da instituição Polícia Fe- deral vem sendo escrita pelo trabalho pro- fissional de seu corpo de servidores. Mui- tos deles derramaram o seu sangue e deram Uma encenação teatral, com os atores nus de quatro no palco, imagem esclarecedora da cultura no Brasil As mulheres do ex-ministro da Cultura, Gilberto Gil e do então governador Jacques Wagner da Bahia, se beijando lesbicamente com a concordância do petista. POLÍCIA FEDERAL DO BRASIL Para adquiri-lo, acesse: www.averdadesufocada.com.br Esse livro poderá ser adquirido por R$ 25,00 no CEBRES - Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos - Av. Marechal Câmara, 233 Bloco A - 2º Andar - Comando da Aeronáutica - Centro - Rio de Janeiro/RJ 20.020-080 e também pelo telefone (21) 2510-3238 (das 13:00 às 17:00 hs / Angela) as suas vidas em defesa da sociedade e do país. A partir do governo do Presidente Fer- nando Henrique Cardoso, o Departamento de Polícia Federal passou a ser dirigido ex- clusivamente por Delegados de Polícia Fe- deral concretizando o que fora idealizado e desejado pelo Cel. Raposo. A Polícia Federal conquistou identidade própria e respeito. Hoje, com a Operação Lava-Jato, mostra a que veio, limpando a corrupção que impregna e macula as estruturas de governo. A Polícia Federal, que nasceu com um órgão de governo, é hoje, mais do que nunca, uma instituição Repu- blicana e de Estado. Marcelo Itagiba Delegado de Polícia Federal. Coronel Vet FEB Amerino Raposo Filho nos idos de 1965 Nº 227 - Maio/2016 9
  • 10.
    8Nº 227 -Maio/2016 10 * Manoel Soriano Neto “Árdua é a missão de desenvolver e defender a Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos antepassados em conquistá-la e mantê-la.” A AMAZÔNIA E A HIDRELETRICIDADE * Coronel, Historiador Militar e Advogado msorianoneto@hotmail.com (continua) General Rodrigo Octávio / 1º Comandante Militar da Amazônia (1968/1970) (XXVII) Cel Osmar José de Barros Ribeiro Opotencial hidrelétrico de nossa cobi- çada Amazônia é imprescindível para alavancar o desenvolvimento do País, nes- sa fase de recessão profunda em que nos encontramos. As hidrelétricas que lá se cons- troem, mormente as dos rios Xingu e Madei- ra, deveriam ser de prioridade máxima para a administração federal, o que não ocorreu, mercê, basicamente, da ação eficaz e deleté- ria do nefasto aparato ambientalista/indi- genista. A Usina Hidrelétrica de Belo Mon- te, no rio Xingu, que está prestes a atender parte significativa do Brasil, é a terceira em grandeza no mundo! Entretanto, ela não pos- sui uma grande barra- gem, como previsto no planejamento inicial, o que diminui bastante a sua capacidade gerado- ra. É que para a constru- ção foi escolhido o mo- delo “a fio d’água”, con- soante o desejo de ati- vistas como a pernicio- sa ex-ministra Marina Silva, os quais vêm alardeando que a usina irá prejudicar mais de 50.000 pessoas da re- gião (sem pesar que a energia de lá provin- da, vai beneficiar mais de 5 milhões de bra- sileiros, como, por exemplo, os moradores humildes das favelas do Rio de Janeiro). Diga-se, também, que as empresas de ener- gia foram coniventes com esse tremendo erro, pois para obter mais lucro, se opuse- ram a mudanças nos locais de trabalho de seus funcionários. Acrescente-se que a UHE de Belo Monte foi leiloada, em 2010, com baixo custo de geração energética (90% de seu capital social pertenciam ao grupo Ele- Honras fúnebres aos mortos da Intentona Comunista de 1935 Usina de Belo Monte: É preciso que se apureacorrupçãodaspropinas! VIVA O BRASIL! E o nosso amado Brasil obteve uma retumbante Vitória com o afastamento (que espe- ramos seja definitivo), da presidente que arruinou o País com a ajuda do partideco corruPTo de seu criador e líder. Mas é preciso que não ensarilhemos as armas, principalmente agora, quando conhecidos baderneiros anunciam a perpetração de atos vandálicos em todo o ter- ritório nacional e bravateiros bolivarianos, profitentes de uma solerte ideologia inter- nacionalista, materialista e ateia, nos fazem insolentes ameaças. Que o povo brasileiro não mais se iluda e que as nossas FFAA, garantes da So- berania Nacional, mantenham-se unidas e coesas, nunca olvidando a sua História, má- xime a hediondez da Intentona Comunista de 1935 e o legado de cristandade, demo- cracia e liberdade da Contrarrevolução de 1964!! Ao surgir, o Parti- do dos Trabalha- dores representou, pa- ra muitos, a esperança de uma nova era na política, onde a ética seria a tônica e a preocupação com os pobres e os desva- lidos, uma constante. Embalados pela demagogia de um líder surgido das lutas sindicais, a maioria dos eleitores brasilei- ros esqueceu a origem das correntes for- madoras do partido e, tendo a esperança de novos tempos vencido o medo do des- conhecido, deu-lhe voto e poder. E o PT cresceu, elegeu parlamentares, presi- dentes e, ao final, considerava ter con- dições de tornar-se hegemônico. E assim foi por longos treze anos. Enquanto a propaganda mar- telava, dia após dia, que nunca antes nesse País fora consegui- do isso e aquilo, o prestígio do guru petista crescia e sua fama, transbordando as fronteiras na- cionais, levava-o a ser visto co- mo "o cara" até pelo presidente da maior democracia mundial. Porém, nos bastidores, era tramada a subordinação do País a uma entidade espúria, de cará- ter internacionalista, sob a égide do Partido Comunista Cubano, o Foro de São Paulo, empenhado emtransformarasAméricasCen- traledoSulemterritóriodomina- do pela ideologia comunista. Contando com o petróleo vene- zuelano a preços subsidiados e empréstimos brasileiros a juros de pai para filho, foram eleitos governos de esquerda em um bom número de paí- ses. Tais empréstimos, sabemos hoje, comportavam "pixulecos" para os parti- dos da chamada base aliada, além de enriquecer seus próceres e os donos da- quelas empresas escolhidas para se tor- narem "campeãs nacionais". Para tornar legal o Foro de São Paulo, foi criada a União das Nações Sul Americanas (UNASUL). Estava em mar- cha batida a transformação da América Ibérica em um bloco comunista. Mas não há bem que sempre dure nem mal que nunca se acabe. E um belo dia, partindo da investigação sobre um doleiro em Bra- sília, eclodiu a Operação Lava Jato. A ação destemida de um juiz de primeira instância, coadjuvado por equipes de procuradores e de policiais federais, fez RECORDANDO A VERDADE Ao surgir, o Partido dos Trabalhadores representou, para muitos, a esperança de uma nova era na política, onde a ética seria a tônica e a preocupação com os pobres e os desvalidos, uma constante. ruir o castelo de cartas tão cuidadosa- mente montado. E na esteira das revela- ções, foi sendo desnudado o assalto às instituições promovido pelo PT e seus asseclas de vários partidos. Em tal quadro, de pouco valeram o aparelhamento da administração pública, as alianças com governantes de esquer- da ao redor do globo, a destruição da eco- nomia na busca do poder, os favores feitos às nações "bolivarianas" ou o apoio dos supostos movimentos sociais, pois o povo, independentemente de par- tido, classe social ou cor da pele, foi às ruas nos grandes, médios e pequenos centros urbanos, exigindo a saída da quadrilha que se assenhoreara do poder. Sobreveio o impedimento de uma presidente cuja ideologia explica, sem sombra de dúvida, todas as ações, dela e do seu antecessor, objetivando transfor- mar o Estado em senhor absoluto da Na- ção. Constitucionalmente substituída, busca ainda e por todos os meios recupe- rar um poder que usou de forma indevida e ao arrepio dos princípios democráticos. Hoje,adireçãodoPTlamenta,entre outras "falhas", a não modificação dos currículos das academias militares e a não promoção de oficiais "com com- promisso democrático e nacionalista", um insulto às Forças Armadas, pois po- ria em dúvida a formação e o compro- misso dos militares para com a Nação. Foram treze longos e sofridos anos mas a verdade foi, finalmente, revelada. O Foro de São Paulo, está empenhado em transformar as Américas Central e do Sul em território dominado pela ideologia comunista. trobras e a fundos de pensão). Como acorda- do no dito leilão, a usina poderá destinar 30% de sua geração ao mercado livre, pe- la venda de energia mais cara do que a li- citada, o que muito favorecerá a sua ges- tão. Entretanto, com a compra da sobra de energia por empresas distribuidoras, os consumidores pagarão pela elevação do preço; usinas menores, como as de San- to Antônio e Jirau, no rio Madeira, não estão contempladas com esse tipo de ne- gócio. Ainda com relação à matriz energética nacional: a queda do preço do petróleo e a quebra da Petrobras, hoje alvo da Opera- ção Lava-Jato, e que arca com uma dívida de 506 bilhões de re- ais (!), não podendo sequer dar conta de ao menos 30% da ex- ploração do pré-sal, como foi acertado, põem em sério risco esta nossa descoberta estratégica, que foi considerada um “bilhete premiado” para a nação brasileira. Lastimavelmente, em face das ações criminosas praticadas pelos go- vernos petistas, chegamos a uma situação de possível e indesejável desnacionalização (mesmo que parcial) do pré-sal brasileiro, com a participação de petroleiras aliení- genas. Assim, a Petrobras vem acelerada- mente diminuindo de tamanho e abando- nando várias áreas de atuação, como a do setor elétrico, com a venda de termelétricas e seus respectivos gasodutos .... NR: A Usina de Belo Monte deve ter gerado mais propinas do que hidreletricidade.
  • 11.
    Nº 227 -Maio/2016 11 Quero aqui com muito respeito e sau- dade lembrar desse grande compa- nheiro que foi o Tenente Dalvaro de Oli- veira. Para falar de nossa amizade é neces- sário voltarmos ao ano de 1942, quando a guerra se desenrolava no norte da Áfri- ca e nós, aqui no Brasil, já colocávamos as nossas “barbas de molho”. Nessa altura o Brasil acordava do sono eterno e sentia o perigo rondando o nosso litoral nordestino, abandonado. Foi então que nossas Forças Armadas resolveram deslocar tropas para guar- necer todo o litoral nordestino e a ilha de Fernando de Noronha, fortifican- do esses pontos estratégicos do nos- so litoral. Em 27 de maio de 1942 o Ministro da Guerra determinou que o 2º Grupo do 8º RAM (Regimento de Artilharia Montada), com sede em Pouso Alegre, onde eu servia como soldado voluntá- rio, deixasse sua sede, seguisse com destino ao Rio de Janeiro e estacionas- se provisoriamente, onde ficaria aguar- dando ordem de embarque para o lito- ral paraibano. No inicio de agosto, o 2 º/ 8º RAM já se achava aquartelado no 1º Grupo de Obuses, hoje denominado Grupo Monte Bastione. Foi nessa época que fiquei conhecendo o soldado Dalvaro de Oliveira. Ele fazia parte de duas ba- terias de artilharia que tinha como desti- no a cidade de Olinda, onde iria for- mar o 7º Regimento de Artilharia de Dor- so. Em poucos dias Dalvaro e eu nos tornamos grandes amigos, dormimos no piso do quartel, sob uma esteira, ten- do como travesseiro o saco de campa- nha. Lembro-me que combinamos de nos encontrar no Recife, quando lá chegás- semos. O 1º GO se encontrava superlotado de tropas, vindas de vários Estados, to- dos com destino ao nordeste. Certo dia o boletim publicou que o nosso 2º/8º RAM deveria embarcar no navio Baependi. Nossa tropa ficou alegre em saber que iríamos sair daquele sufoco em que estáva- A FEB NA SEGUNDA GRANDE GUERRA*João Lopes Lambert 'In memoriam' do 1º Tenente de Artilharia da FEB Dalvaro José de Oliveira mos no Grupo de Obuses. Mas logo veio uma contraordem informando que as duas baterias de artilharia seguiriam em nosso lugar. A bateria onde estava Dalvaro de Oli- veira embarcou então no navio Itagiba e a outra bateria, de Comando, embarcou no Baependi. Os navios zarparam do cais do por- to no dia 13 de agosto, a tropa saiu do quar- tel para embarque todos alegres e can- tando. No dia 15 de agosto, por volta das 19 horas, o Baependi foi atingindo por dois torpedos, lançados pelo submarino ale- mão U507, do comandante Schocht. Este terrível naufrágio levou para o fundo do mar 50 tripulantes e 250 passageiros, en- tre estes, cerca de 200 militares da bateria de artilharia, inclusive o Comandante Ma- jor Laudelico de Albuquerque Lima. O Exército brasileiro começou ali a sofrer os horrores da 2ª guerra. No dia 17 de agosto, logo após o naufrágio do Baependi, foi a vez do Itagiba, que nave- gava calmamente nas alturas da ilha de Tinhoré, nas costas da Bahia. O Itagiba foi torpedeado pelo mesmo submarino U507, do comandante Schocht. Mais uma catástrofe com mortos e feridos, mas Dalvaro se salvou, sendo recolhido por um barco pesquei- ro. Mais de 180 pessoas esta- vam a bordo do Itagiba. Muitos morreram. No mesmo dia foi torpedeado o na- vio Arará, que, no momento, recolhia so- breviventes do Itagiba. Na mesma semana foram torpedea- dos os navios Araraguara e Anibal Bené- volo. Foram grandes as nossas perdas em embarcações e vidas preciosas, e des- se modo registrou-se grande clamor público. Assim, em 22 de agosto o Presidente Getú- lio Vargas declarou guerra ao Eixo. Antes houve a proi- bição de partida de navio isolado, permitindo-se apenas com a formação de comboio. O meu Grupo, o 2º/8º RAM, no dia 17 de setembro, deslocou-se do quartel do 1º GO para bor- do do navio Afonso Pena, onde ficou ancorado no meio da baía de Guana- bara. Na manhã do dia 5 de outubro o comboio era composto por 17 navios, todos com tropa e material, com destino ao nordeste, sendo capitaneado pelo navio Almirante Alexandrino e escolta- do por um cruzador, dois destroyers e duas lanchas caça minas, todos da es- quadra americana. Às 8 horas da ma- nhã do mesmo dia deslocou-se em com- boio naval militar rumo à cidade do Re- cife. Este foi o primeiro comboio reali- zado em operações de guerra no Brasil com a missão de furar o bloqueio dos submarinos alemães, que infestavam as nossas costas. Esta viagem, para todos que dela participavam, não foi destituída de emo- ções. O navio Afonso Pena se desgarrou uma vez do comboio e em outra ficou atra- sado, em virtude de desarranjo nas má- quinas. Ficamos à mercê do inimigo que, traiçoeiro, afundou diversos dos nossos navios. No dia 12 de outubro, finalmente chegamos ao Recife, onde, casualmen- te, encontrei com alguns sobreviven- tes do Baependi. Um gaúcho, cujo nome não me lembro mais, me contou muita coisa a respeito do torpedeamento. O navio Afonso Pena que trans- portou meu Grupo, o 2º/8º RAM, até o Recife prosseguiu viagem à Belém do Pará. Na volta, fazendo parte de um com- boio, e por motivos desconhecidos, desgarrou-se e foi também torpedea- do. Nele perdemos o 2º Sargento Ber- tolucci e o Cabo Longuinho, sendo que o Cabo Dinho conseguiu sobreviver. Todos eles viajavam em retorno, com destino à cidade de Pouso Alegre, sede do 8º RAM. *2º Tenente Ex-Combatente, 94 anos, residente em Cambuí/MG Descanse em paz, meu amigo Dalvaro. Sempre lembrar-me-ei de você e daqueles dias trágicos que vivemos em agosto de 1942, quando, covardemente, perdemos muitos colegas do nosso glorioso Exército. O Sargento Lambert e seus companheiros do 2º/8º RAM Ex-pracinha brasileiro, o primeiro tenente Dalvaro José de Oliveira sobreviveu a dois naufrágios du- rante a Segunda Guerra Mundial e viu um colega ser de- vorado por um tubarão dias antes de o Brasil declarar guerra ao Eixo, em agosto de 1942. Como voluntário da FEB, embarcou para a Itália em 22 de setembro de 1944. Foi promovido a 3° Sargento e participou de quase todos os combates, inclusive o da região de Montese, considerado um dos mais sangren- tos. Recebeu diversas condecorações, até do V Exército Americano. Ex-presidente da Associação Nacional dos Vete- ranos da FEB (Anvfeb), Dalvaro foi personagem em uma série de obras e trabalhos que resgataram a participação do Brasil no mais abrangente conflito da História. Faleceu a 2 de fevereiro, aos 95 anos, no Rio de Janeiro. DALVARO JOSÉ DE OLIVEIRA NR: Foram torpedeados pelos submarinos do Eixo: 7 navios da Marinha de Guerra, deixando 224 mortos e 31 navios da Marinha Mercante com 971 mortos.
  • 12.
    8Nº 227 -Maio/2016 12 * TEN CEL PMERJ * Luiz Felipe Schittini * Ernesto Caruso *Coronel, Administrador, Membro da AHMTB Ainternet tem o DNA do Grito do Ipi- ranga, da Proclamação da República, da liberdade dos escravos, da expulsão dos invasores desta terra de Santa Cruz. Marcas singulares da formação da nacio- nalidade mestiça do povo pacífico, par- tícipe dos acontecimentos, muitas das vezes no embalo da motivação orques- trada por fontes específicas sob o norte dos seus interesses. A internet ampliou o número de ca- deiras de bares e botequins, colocou na grande sala de estar poltronas e sofás sem gravidade, flutuando no espaço, com gen- te, muita gente conversando, debatendo as questões, ouvindo, pesquisando, falan- do, escrevendo, se identificando e funda- mentalmente, opinando. O espaço dos ambientes se expan- diu ao infinito, as poltronas das cabecei- ras estão soltas, livres para quem desejar ocupá-las, a moderna távola redonda vir- tual, sem dono da verdade. A cadeira prin- cipal e o púl- pito estão dis- poníveis sem- pre. Nas mãos, nos bolsos, nas bolsas, poucos centímetros, cinco, seis po- legadas na dia- gonal. Arma de elevado poder de comunica- ção eletrônica, imediata, cuja munição se re- carrega com som e imagem — o telefone ce- lular — ao alcance das gentes de todas as idades. Assim, a internet e o celular rompe- ram barreiras e cortaram os grilhões que submetiam as sociedades ainda que de- mocráticas a uma imprensa livre, múlti- pla, mas não no tamanho, na intensidade e na velocidade que transformam o mun- do na mesa de bar, na sala de estar, no banco da praça. Essa mudança ficou patente no combate à corrupção no pós mensalão. Se o poder internet - celular estivesse no ápice quando do seu julgamento, o lulo- petismo teria expirado naquela oportuni- dade, nem o crime de organização crimi- nosa seria anulado na prorrogação da Ação Penal 470, em benefício dos petistas condenados José Dirceu, José Genoíno... A imprensa escrita e os livros vive- ram a fase de esplendor, reinaram e condu- ziram a História. O rádio e a televisão incre- mentaram os meios de comunicação e con- tribuíram na efetivação de eventos de re- percussão nacional, cada um a seu tempo. VITÓRIA DA INTERNET! Internet, Liberdade, Liberdade A internet tem o DNA do Grito do Ipiranga, da Proclamação da República, da liberdade dos escravos, da expulsão dos invasores desta terra de Santa Cruz. Para não ir muito longe, do mar de lama a envolver Getúlio Vargas que o levou ao suicídio em 1954, o movimento cívico- militar de 1964, guerrilha e terrorismo nas décadas de 60/70, o movimento pelas elei- ções diretas 1983/84, impeachment de FernandoCollorem1992,eleiçãodoLulaem 2002, condenação no mensalão do PT em 2013, com destaque para o ministro Joaquim Barbosa, manifestações populares, escân- dalo das divulgações torpes com a partici- pação de Lula, Dilma e outros da cúpula petista 2014 e 2015, culminando no proces- so de impeachment da Dilma em 2016. Já ultrapassadas a fase de autoriza- ção pela Câmara dos Deputados por expres- sivo resultado de 367 votos contra 137, por mais de 2/3 dos seus representantes e que no dia 11 de maio, a "presidenta" Dilma é afastada do cargo por até 180 dias para ser processada pelo Senado, conforme rele- vantes 55 votos a favor e 22 contra, também por mais de 2/3 dos senadores. A comparar a influência de parti- dos, organizações sociais integrantes dos movimentos sindicais e estudantil, CUT, UNE, imprensa pró e contra, nos episódios passados, com destaque para os comícios dos partidos como fonte de impulsão e embasamento popular; ca- ras pintadas no impeachment do Collor. Caracterizado pela unanimidade con- tra a corrupção. Diferente no caso impeachment da Dilma, sem os comícios, sem partidos, sem CUT, sem UNE, só função da pressão popu- lar, do movimento e grito das ruas. Sem a unanimidade, pois o petismo e a esquerda do mote "os fins justificam os meios" se encontram no mesmo caminho. Vitória da internet ajudada pelo te- lefone celular! Que não vai parar contra os corruptos e esquerdopatas. Curtir, com- partilhar, atitude. Rebater os tais "forma- dores de opinião" saudosistas do Muro de Berlin, filhotes de Stalin. Nesses treze anos de poder o “lulapetis- mo” nos deixou legados tão maléficos, que o atual e futuros governos terão que envidar esforços sobre humanos, com o in- tuito de minimizá-los e quiçá, aboli-los defi- nitivamente da nossa história. Usando de um popularismo torpe; de uma irresponsa- bilidade fiscal e econômica; intimidando a população e as instituições, através de seus movimentos sociais (UNE, CUT, MST, MTST dentre outros) regiamente pagos com dinheiro público e de um fascismo operário e sindicalista, o PT deu como pre- sente ao povo brasileiro, a seguinte herança maldita: I - Pela 1ª vez na história nacional, a divisão da sociedade, entre “nós” e “eles”. II - Uma política externa desfavorável ao comércio brasileiro, privilegiando países bolivianos e ditaduras africanas, simpati- zantes do novo socialismo do século XXI, um “eufemismo” do comunismo. III - Uma vio- lência crescente acar- retando 60.000 homi- cídios por ano, ultra- passando países que estão passando por guerras civis sectá- rias, e alvo de ações terroristas. IV - A triste marca de 1º lugar no consumo mundial de crack e 2º no de co- caína. V - Afrouxamento doloso em nos- sas fronteiras permitindo diuturnamente a entrada de armas e drogas. Isso decor- re de que os principais países envolvidos (Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Nicará- gua e Cuba) são aliados ideologicamen- te do PT e pertencentes ao Foro de São Paulo. VI - Aparelhamento do Estado Brasi- leiro com 100.000 cargos comissionados, pondo de lado o concurso e a meritocracia. VII - Um grau de corrupção jamais visto, envolvendo políticos, agentes públi- cos, diretores de estatais e empresários ligados à empreiteiras. VIII - Um rombo fiscal de bilhões de reais nas contas públicas, face a má gestão, obras faraônicas, na Copa do Mundo e Olimpíadas, corrupção e empréstimos “ge- nerosos” para países aliados ideologica- mente. Cabe uma AUDITORIA afim de ve- rificar quantos bilhões de reais foram envolvidos no esquema acima, quais as OS TREZE MALDITOS LEGADOS DO PT Nesses treze anos de poder o “lulapetismo” nos deixou legados tão maléficos, que o atual e futuros governos terão que envidar esforços sobre humanos, com o intuito de minimizá-los e quiçá, aboli-los definitivamente da nossa história. nações envolvidas e quando pagarão as suas dívidas? IX - Rombo nos fundos de pensão da Petrobrás, dos Correios, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, colocando em risco os salários dos seus segurados. X - Destruição de uma geração de jovens acarretando um desemprego de mais de onze milhões de pessoas. Não podemos olvidar que ele é um dos principais gerado- res da violência e da criminalidade. XI - Desvio doloso de verbas do Banco Nacional de Desenvolvimento So- cial (BNDES), com emprego em obras no exterior, onde Lula no cargo de presiden- te e fora dele, era o principal “garoto de pro- paganda” das empreiteiras. Várias obras de infraestrutura deixaram de ser realiza- das no Brasil, em decorrência desses atos criminosos. XII-UmaquedavertiginosadoProdu- to Interno Bruto (PIB), recessão, desacelera- ção da economia e in- flação beirando os dois dígitos. XIII - Total di- minuição da credibi- lidade de investidores nacionais e estrangei- ros, face a um governo mentiroso, aliciador de votos através de programas sociais, incom- petente e extremamente corrupto. OPTdizquefarádetudoparainfernizar o novo governo. Sempre foi um partido anarquista, de confrontos, invasões de ter- ras e bloqueios de vias públicas. Votou con- tra o Plano Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal. A presidente afastada Dilma Roussef cometeu as seguintes irregularidades: pe- daladas fiscais; decretos orçamentários sem previsão de receita; contas públicas rejeita- das pelo Tribunal de Contas da União; obs- trução da justiça (proteção a Lula e tentati- va de calar o ex diretor da Petrobrás Nestor Cerveró) e acusações de espionagem do Presidente Temer, Ministro do STF Luis Bar- roso e do Juiz Sérgio Moro. Será que isso não basta para o impeachment? Nos EUA por bem menos, Nixon foi afastado da presidên- cia por espionagem (caso Watergate). Por- tanto o impeachment não se trata de golpe. O PT utiliza a tática de Joseph Goebbels, ministro da Alemanha Nazista de Hitler: "De tanto se repetir uma mentira , ela se torna verdade". A presidente afastada Dillma Rousseff cometeu as seguintes irregularidades: pedaladas fiscais; decretos orçamentários sem previsão de receitas; contas públicas rejeitadas pelo TCU; obstrução da Justiça e acusação de espionagem. Nos EUA por bem menos Nixon foi afastado da presidência por espionagem.
  • 13.
    Nº 227 -Maio/2016 13 CLUBE DE AERONÁUTICA * Luís Mauro Ferreira Gomes * Coronel-Aviador, Presidente da Academia Brasileira de Defesa, Vice-Presidente do Clube de Aeronáutica e do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos e Membro Efetivo do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil. EMBARAÇOS IMPOSTOS AO GOVERNO TEMER É preciso alguém ser muito ingênuo para não ver que, tanto a cassação do Deputado Eduardo Cunha pelo STF quanto as referidas delações destinaram-se a desestabilizar o Governo em exercício e a facilitar um desastroso retorno da presidente. Desde que o Senado afastou a presiden- te Dilma, o Governo Temer enfrentou dificuldades, a maioria criada artificialmen- te, que poderiam esvaziar, pelo menos para certas parcelas dos brasileiros, aquele que deveria ser o fato mais importante do início da administração: a aprovação, pelo Con- gresso, da mudança da meta fiscal para o ano de 2016. Vamos referir-nos a algu- mas delas. • A ausência de mulhe- res e outras minorias entre os Ministros anunciados Não podemos esquecer que Temer ainda não está con- firmado, definitivamente, no car- go, e tem importantes medidas a serem adotadas imediatamente, que dependem de aprovação do Congresso. Está claro que aque- le foi o ministério, possível dian- te da referida necessidade de apoio parlamentar para as refor- mas imperiosas e, principalmen- te, para a obtenção dos 54 votos de Senadores exigidos para a aprovação do impeachment. Verdadeiramente, quem indicou os ministros formam os “caci- ques” dos partidos políticos que apoiam o Governo, majoritariamente, construídos de homens. Não há por que cobrar-se dele tal ausência, a não ser que a intenção seja desestabilizá-lo. • A incorporação do Ministério da Cultura ao Ministério da Educação Trata-se de medida muito razoável que, simplesmente, voltava ao que havia sido. Dela somente reclamaram alguns “ar- tistas” esquerdistas que, apesar de pou- cos, são muito barulhentos. Mesmo esses e a imprensa que lhes deu eco não estavam preocupados com a Cultura, cuja importân- cia não está em ter um ministério exclusivo, mas nas Políticas a ela dedicadas, que, até agora, vinham sendo equivocadas e poli- tizadas. Verdadeiramente, só se interessam por inviabilizar o Governo em exercício, temerosos que estão de perder a “boqui- nha”, tão facilmente conquistada com a Lei Rouanet e a cumplicidade do Ministério, cuja existência tanto defendem. Prova disso é que, mesmo depois que o Presi- dente desistiu da incorporação e decidiu manter o “status” de ministério da pasta (medida inútil, pois nada os faria mudar de opinião), eles continuaram com a baderna, mantendo a ocupação dos pré- dios do Ministério da Cultura em que se haviam instalado, constantemente a en- toar: “fora Temer!” e outras palavras de ordem semelhantes. • Nomeação do Ministro da Defesa e da Secretária de Direitos Humanos A nomeação de um suplente de De- putado Federal por um partido comunista para o Ministério da Defesa, repetindo o ato de desapreço do governo petista pelas Forças Armadas, e a designação de uma Procuradora hostil e comprometida com as ideias mais radicais da ideologia do gover- no afastado, para a Secretaria de Direitos Humanos, muito contrariaram todos os mi- litares, com exceção daqueles, que, por dever de ofício, não podem manifestar seus verdadeiros sentimentos e têm de convi- ver com essas figuras, para assegurar o funcionamento normal de suas institui- ções. Ao contrário, porém, de outros, os militares compreendem que este não é o momento para cobranças do atual Gover- no, e, mesmo os que já estão na inatividade, abstiveram-se de maiores manifestações públicas, expressando seu desconforto, apenas, inter pares. • Campanha desestabilizadora pe- los meios de comunicação A começar pelo Deputado Eduardo Cunha, a quem nunca esquecem, deflagra- ram nova campanha com o objetivo de lhe suprimirem os direitos garantidos pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. As manchetes de todos os jornais e noticiários de televisão propalaram: “Mesmo afasta- do, Eduardo Cunha gasta mais de quinhen- tos mil Reais da Câmara por mês”. “Quinhentos mil Réis” mensais é muito pouco diante do bem que o Deputado Eduardo Cunha proporcionou ao Brasil. Ele fez, sozinho, muito mais do que todos esses políticos que se diziam de oposição, mas lhe pediam – e ainda pedem – a cabeça, enquan- to esqueciam Renan Calheiros, então ligado aDilma.Nãoforaele,atéhoje,provavelmen- te, não teria sido votada, na Câmara, a ad- missibilidade do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Talvez, nem mesmo, o pedido tivesse sido acolhido. Além disso, não vi ninguém expres- sar preocupação semelhante com os gas- tos astronômicos, relativos às mordomi- as da presidente, afastada pelo mal que tanto nos fez, usadas para subverter a or- dem democrática e obstruir a Justiça no julgamento do seu impedimento. Nosso maior problema não é, con- tudo, a corrupção, mas a ideologia a ela associada. Extingui-la é, virtualmente, im- possível, mas não diremos que, sem a ideo- logia, que dela se serve e a realimente, ela seria aceitável, senão, que, seguramente, estaria em nível suportável. Se os ministros-comissários do STF não tivessem promovido a cassação branca do mandato do Deputado Eduardo Cunha, ele seria uma peça importante para a aprova- ção dos projetos do Governo na Câmara. Nelson Motta disse, em seu artigo Nina e Caminha em Brasília, de 10 de agosto de 2012: Roberto Jefferson tem todos os motivos para exigir seu crédito e nossa eterna gratidão por seu feito heroico: “Eu salvei o Brasil do Zé Dirceu1 . Poderíamos inspirar-nos no ilustre brasileiro e dizer: Eduardo Cunha tem to- dos os motivos para exigir seu crédito e nossa eterna gratidão por seu feito he- roico: “Eu salvei o Brasil do PT e de Dil- ma”. Pelo menos, por enquanto. O resto depende de nós. Quanto às delações premiadas de Sér- gio Machado que envolvem Senadores do PMDB, pelo que se vê até agora, pode-se dizer que, tudo indica, foram ilegais e feitas por encomenda. Ilegais e por encomenda, porque feitas sem autorização judicial e sem que o gravador as tivesse produzido para defender-se dos gravados. Ao contrário, deles pedia ajuda e tentava forçar respostas comprometedoras. É preciso alguém ser muito ingênuo para não ver que, tanto a cassação do De- putado Eduardo Cunha pelo STF quanto as referidas delações destinaram-se a deses- tabilizar o Governo em exercício e a facilitar um desastroso retorno da presidente. Con- firma-o os momentos escolhidos para o vazamento das gravações. Retorno desastroso, porquanto ela não teria mais condições de governar, e a sociedade não aceitaria sua volta, que serviria, somente, para mergulhar o País em um caos ainda maior, o que poderia ensejar a tentativa insana de convulsio- nar-se o País para a imposição de um golpe de Estado e a implantação de uma ditadura populista de esquerda ou, pelo menos, forçar novo sufrágio para uma irrealista eleição de Luiz Inácio. A providência mais importante que nos cabe neste momento é desmontar todo o aparelhamento feito pelo PT, o que compreende, a destruição ou, pelo me- nos, a neutralização desse partido nefas- to, de sua base aliada, dos militantes de esquerda infiltrados em todas as instân- cias do Estado, dos movimentos ditos sociais, do Foro de São Paulo, dos gover- nos dos países bolivarianos e das ONG de esquerda que nos infestam. Na atual situação, devemos evi- tar qualquer constrangimento desneces- sário ao Governo Temer, apoiá-lo, asse- gurando, no Congresso, a aprovação das medidas saneadoras indispensáveis, e, so- bretudo, impedir, a qualquer custo, a vol- ta da presidente ao cargo do qual está afas- tada. Para tanto, é indispensável conhe- cermos bem todas as forças em ação para que possamos aproveitar, ao máximo as nossas possibilidades e defender-nos da- quelas do universo antagônico. A quem interessa fogo amigo? Como já dissemos muitas vezes, não é preciso ser Sun Tzu, nem mesmo tê- lo lido, para saber que quem não é capaz de identificar amigos e inimigos perderá todas as guerras. IMPORTANTE 1. Além disso, não vi ninguém expressar preocupação semelhante com os gastos astronômicos,relativosàs mordomias da presidente, afastada pelo mal que tanto nos fez, usadas para subverter a ordem democrática e obstruir a Justiça no julgamento do seu impedimento. 2. Como já dissemos muitas vezes, não é preciso ser Sun Tzu, nem mesmo tê-lo lido, para saber que quem não é capaz de identificar amigos e inimigos perderá todas as guerras. 1 - MOTTA, Nelson. Nina e Caminha em Brasília. O Estado de São Paulo, 10 ago 2012. Opinião, p. A8. QUE HORROR! UM MINISTÉRIO SEM MULHERES!
  • 14.
    8Nº 227 -Maio/2016 14 JOSEPH GOEBBELS, Ministro de Propaganda do 3º Reich da Alemanha Nazista, em 1939 criou para o Nazismo uma estratégia, baseada na seguinte expressão: "Umamentirarepetidaváriasvezesacabasetornandoverdade". Esta mesma estratégia foi adotada posteriormente pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas - URSS na época do comunismo. Atualmente, no Brasil, esta mesma estratégia de que "uma mentira repetida várias vezes acaba se tornando verdade", foi adotada pela Sra.DILMAROUSSEFF, queestáPresidentedaRepública,peloSr.LUISINÁCIOLULADASILVA,queesteve Presidente do País, pelo PT - Partido dos Trabalhadores, e, pelo PC do B - Partido Comunista do Brasil, continuando todos eles a repetir incessantemente nos jornais, nas rádios, nas televisões, e em todos os meios de comunicação que o Processo de Impeachment da Presidente DILMA ROUSSEFF "é golpe, é golpe, é golpe", não esclarecendo ao público que ao assumir o cargo de Presidência, ela jurou solenemen- te cumprir a Constituição Federal e as Leis Brasileiras, mas que quebrou o juramento feito ao povo brasileiro, ao emitir pedaladas fiscais através de Decretos de sua emissão, sem consultar o Congresso como manda a Lei, praticando dessa forma Crime de Responsabilidade, com afirmam categoricamente o M. D. Professor doutor MIGUEL REALE e a Dra. JANAÍNA PASCHOAL, denuncia que deu início ao Processo de Impeachment da Presidente. A frieza, a dissimulação e desfaçatez de todos aqueles que, ao utilizarem aquela estratégia nazista para iludir e incitar a CUT, os sem-terra MST, os sem-teto MTST e insuflando o fechamento de Rodovias, a invasão de Órgãos Públicos, causando prejuízo as pessoas que se deslocam para seu local de trabalho, sob a falsa alegação de que o Processo de Impeachment é golpe, deixa claro a deliberada intenção dos mesmos no sentido de fazer com que uma mentira prevaleça sobre a verdade inconteste do Crime de Responsabilidade praticado pela Presidente, e ainda criar a possibilidade de agressão a cidadãos de bem que concordam com o Impeachment, podendo inclusive gerar uma guerra civil. QUAIS OS PREJUÍZOS QUE UMA MENTIRA REPETIDA VÁRIAS VEZES PODE CAUSAR À DEMOCRACIA BRASILEIRA *Procurador Federal Aposentado Quando fui assistente do general Carlos Alberto da Fontoura, então chefe do EM/ III Exército, lá pelos anos 1968, conheci o então coronel Léo Etchegoyen, que lá servia, e dele me tornei amigo e admirador por suas qualidades morais e competência profissional. Fiquei por isso muito triste e indignado com sua citação em 2014, pela Comissão da Verdade (de um lado só) como autor de crimes durante o regime militar, apesardeterfalecidoem2003.Seufilho,oatualgeneraldeExércitoSérgioWestphalen Etchegoyen e sua família divulgaram nota pela imprensa dizendo: “levianas e improcedentes tais acusações”. O repúdio veemente do general Sérgio, como general de quatro estrelas e na ativa, repercutiu positivamente nos meios militares e civis, que nunca reconheceram na tal “começão” qualquer isenção para julgar sem facciosismo as partes conflitantes daqueles tempos. ÚNICO MILITAR NO MINISTÉRIO TEMER Agora, o general Sérgio Etchegoyen está resgatando a memória de seu pai e tendo seu alto conceito reconhecido pelo Exército, ao ser nomeado ministro- chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, pelo presidente em exercício Michel Temer. É o único militar das Forças Armadas a integrar o novo Ministério. Além de assesso- rar o presidente em assuntos militares e de segurança institu- cional, será o responsável pela segurança pessoal do presidente e dos palácios presidenciais. Passou também para sua subordinação a Abin – Agência BrasileiradeInteligência.Ea3ªDE,sediadaemSantaMaria/RS,daqual é parte integrante a nossa Brigada Charrua, certamente está mais de que orgulhosa de seu ex-coman- dante. Calouro em 1971 na Academia Militar das Agulhas Negras, de lá saiu como oficial de Cavalaria esse gaúcho de Cruz Alta, a quem desejamos pleno sucesso. (Publicado no Diário da Fronteira - Uruguaiana 15/05) CITAÇÃO INJUSTA E REVANCHISTA Cel Antonio Augusto Brasil Carús * Gerson Antonio Fonseca Data: 11 de agosto de 2016. Objetivo: Atualizar o Estatuto Social, conforme Resolução CNSP nº 330 que determina alguns procedimentos para as entidades do mercado previdenciário segurador, a partir de 1º de março de 2016. O GBOEX deverá adaptar-se a essa RESOLUÇÃO, de modo a atualizar o seu Estatuto Social. Para melhor compreensão e facilidade de entendimento do quadro social citamos, entre outras, as principais consequências para o GBOEX: • Não fixar data de eleição e posse de Conselheiros e Diretores como no estatuto vigente; • Os membros eleitos ou nomeados para órgãos estatutários ou contratuais deverão cumprir mandato de até três anos, sendo permitida a reeleição. A Assembleia será realizada, simultaneamente, em mais de uma cidade, isto é, em cada lugar onde há uma representação do GBOEX, podendo ser na própria loja da empresa ou em local que melhor atenda ao nosso quadro social, a ser oportunamente informado. Participantes: Associados Participantes-Efetivos (informações na Unidade). Compareçam no local de realização da AGE às 09:30 horas, dia 11 de agosto de 2016. Contamos com a sua participação! GBOEX-GRÊMIO BENEFICENTE O GBOEX, por intermédio da sua Unidade de Belo Horizonte, convida os Associados Participantes- Efetivos da Entidade para um Encontro “Conversa com Associados”, a ser realizado dia 23 de junho, próximo, no Hotel SOL BH, Rua da Bahia, 1.040, às 10 horas. Na ocasião estarão presentes representantes do Conselho Deliberativo do GBOEX. Para saber mais e verificar como participar, entre em contato pelo telefone (31) 3224-6342 até o dia 22 de junho. E-mail: unbh@gboex.com.br
  • 15.
    Nº 227 -Maio/2016 15 A íntegra da carta da família Etchegoyen, contra a Comissão Nacional da Verdade: A comissão nacional da verdade (CNV) divulgou ontem seu relatório final, onde relaciona 377 nomes sob a qualificação de “autores de graves violações de direitos humanos”. Nela consta o nome de Leo Guedes Etchegoyen. Sobre o fato, nós, viúva e filhos, manifestamos a nossa opinião. Jamais fomos contatados por qualquer integrante ou representante daquela comissão, nem o Exército recebeu qualquer solicitação de informações ou documentos acerca de Leo G. Etchegoyen. Ao apresentar seu nome, acompanhado de apenas três das muitas funções que desempenhou a serviço do Brasil, sem qualquer vinculação a fatos ou vítimas, os integrantes da CNV deixaram clara a natureza leviana de suas investigações e explicitaram o propósito de seu trabalho, qual seja o de puramente denegrir. Ao investirem contra um cidadão já falecido, sem qualquer possibilidade de defesa, instituíram a covardia como norma e a perversidade como técnica acusatória. No seu patético esforço para reescrever a história, a CNV apontou um culpado para um crime que não identifica, sem qualquer respeito aos princípios constitucionais do contraditório e da ampla defesa. Leo Guedes Etchegoyen representa a segunda geração de uma família de ge- nerais que serve o Brasil, com retidão e patriotismo, há 96 anos. Seguiremos defen- dendo sua honrada memória e responsabilizando os levianos que a atacarem. Porto Alegre, RS , 11 de dezembro de 2014 Lucia Westphalen Etchegoyen, viúva e os filhos: Sergio, Maria Lucia, Alcides Luiz, Marcos e Roberto Westphalen Etchegoyen Tanques do Exército subiram a Rua das Laranjeiras comandados pelos filhos do General Etchegoyen, aproximando-se do Palácio Guanabara onde foram hipotecar solidariedade ao Governador Carlos Lacerda. (Edição Histórica Manchete/Abril 64) GENERAL DA ATIVA CHAMA DE “LEVIANA” ACUSAÇÃO DA COMISSÃO DA VERDADE CONTRA O PAI EM NOTA ASSINADA PELA FAMÍLIA Ogeneral de Exército da ativa, Sérgio Etchegoyen (Foto), chefe do Departamento Geral do Pessoal, assina nota, em conjunto com a sua família, repudiando o relatório divulgado pela Comissão Nacional da Verda- de e classificando seu trabalho como “leviano”. No documento, obtido com exclusividade pelo Estado, a Comissão responsabilizou o pai do atual chefe do DGP, o general Leo Guedes Etchegoyen, e outros 376 civis e militares, por violações de diretos humanos durante o governo militar, sem apontar os fatos que teriam levado às acusações. (Inconfidência, nº 209 de 22 de dezembro de 2014) A ÚNICA E VERDADEIRA HISTÓRIA MILITAR E DO BRASIL COMISSÃO NACIONAL DA VERDADE Cyro Guedes Etchegoyen (1929/2012) Coronel do Exército Chefe da Seção de Contrainformação do Centro de Informações do Exército (CIE) de 1971 a 1974. Segundo depoimento do Coronel Paulo Malhães era a autoridade do CIE responsável pela Casa da Morte em Petrópolis (RJ) Leo Guedes Etchegoyen (1925/2003) General de Brigada Secretário de Estado de Segurança Pública do Rio Grande do Sul de novembro de1964afevereirode1965.FoiChefedoEstadoMaiordoIIExércitodeagostode1979 a julho de 1981. Assumiu a Chefia do Estado Maior do III Exército em agosto de 1982. GENERAL ETCHEGOYEN ASSUME O GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL OGeneral de Exército Sérgio Westphalen Etchegoyen é nomeado pelo presidente interino Michel Temer para a Chefia do GSI - Gabinete de Segurança Insti- tucional que havia sido extinto por Dilma Rousseff. Também coordenadorá a ABIN - Agência Brasileira de Inteligência, que a ele ficará subordinada. Etchegoyen é o estrategista responsável pelo Plano de Defesa Nacional e usará a Abin para cumprir a missão de monitorar os movimentos de esquerda, principalmente as manifestações/invasões ilegais do MST e de outros grupos. Militares ouvidos pela FOLHA afirmam que o GSI fará um levantamento dos movimentos de esquerda para evitar que o governo seja surpreendido como nas manifestações de junho de 2013. CURRÍCULO RESUMIDO DO GENERAL ETCHEGOYEN Nasceu na cidade de Cruz Alta – RS em 1º de feve- reiro de 1952. Ingressou nas fileiras do Exército em 1º de março de 1971, na Academia Militar das Agulhas Negras, sendo declarado Aspirante a Oficial de Cavalaria em 17 de dezembro de 1974. Possui os cursos de Formação da Arma de Cavalaria; Manutenção de Material Bélico; Básico de Montanhismo; Aperfeiçoamento de Oficiais da Arma de Cavalaria; Coman- do e Estado-Maior; Política, Estratégia e Alta Administração do Exército; e Senior Leader Mission Course das Nações Unidas em Durban, África do Sul. Foi comandante da Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas, de 1993 a 1995; oficial do Estado-Maior da Missão de Verificação das Nações Unidas em El Salvador, entre 1991 e 1992; chefe da Comissão do Exército Bra- sileiro em Washington (EUA), de 2001 a 2003; e assessor especial do ministro da Defesa e chefe do Núcleo de Implantação da Estratégia Nacional de Defesa de 2009 a 2011. No exterior, foi oficial do Estado-Maior da Missão de Verificação das Nações Unidas em El Salvador, entre 1991 e 1992, e Chefe da Comissão do Exército Brasileiro em Washing- ton, Estados Unidos, de 2001 a 2003. Como oficial-general comandou a 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, de 2005 e 2006; a Escola de Comando e Estado-Maior do Exército, de 2007 a 2009; a 3ª Divisão de Exército – Divisão Encouraçada, de 2011 a 2012. Foi Assessor Especial Militar do Ministro de Estado da Defesa e Chefe do Núcleo de Implantação da Estratégia Nacional de Defesa de2009a2011.ComogeneraldeExércitofoiChefe doDGP-DepartamentoGeraldoPessoal e Chefe do EME - Estado Maior do Exército. Coronel Dalla-Lana, generais Etchegoyen e Gláucio O General Etchegoyen na solenidade em Santa Maria/RS, a 27 de novembro de 2012 Os Generais Etchegoyen e Sérgio Augusto Coutinho que apresentou, logo após a formatura na Praia Vermelha, em 2007, uma palestra sobre a Intentona Comunista aos alunos da Escola de Comando Estado- Maior do Exército É DEVER DE CADA SOLDADO MANTER VIVA A MEMÓRIA DAQUELES QUE FORAM COVARDEMENTE IMOLADOS PELA MÃO INSANA DA INTOLERÂNCIA IDEOLÓGICA. O coronel Leocir José Dalla-Lana organizou o evento e expediu os convites. Compareceram ao evento, cerca de 200 pesso- as, entre militares da Ativa e da Reserva, os generais de Divisão Sérgio Westphalen Etchegoyen, Coman- dante da 3ª Divisão de Exército/Divisão Encouraçada e de Brigada Gláucio Lucas Alves, Comandante da 6ª Brigada de Infantaria Blindada , o historiador coronel Alexandre Amendola, aproximadamente 40 oficias superiores da Ativa e da Reserva, professores da UFSM,integrantesdaReservaEncouraçada,ex-alunos do Colégio Militar, do NPOR e senhoras e civis. LANÇAMENTO DO LIVRO "MÉDICI - A VERDADEIRA HISTÓRIA" EM SANTA MARIA/RS A 12 DE ABRIL DE 2012
  • 16.
    8Nº 227 -Maio/2016 16 Após trinta semanas de ensino à distância e onze semanas de instruções presenciais, no dia 20 de maio de 2016, a EASA entregou ao Exército Bra- sileiro mais 206 Sargentos Aperfeiçoados. No primeiro momento, às 08:00 horas, sob a presidência do CelUmberto Ramos de Vasconcelos, Comandante da Escola, foi realizada a solenidade de diplomação e premiação, na qual os concludentes dos Cursos receberam seus diplomas, e os 1º, 2º e 3º colocados de cada Arma e o Sargento Escol de cada turma receberam a justa homenagem e a premiação pelos excelentes resultados obtidos. Na oportunidade, o 2° Sgt Com Cássio de Freitas Nascimento, destaque geral do Curso, fez a inauguração da placa alusiva a 74ª Turma aperfeiçoada. A Formatura de Diplomação do Curso, ocorreu às 11:00 horas, tendo por local a Praça D’Armas “Batalhão Curupaiti”, sendo presidida pe- lo General de Brigada Severi- no Bento Ramos daPaixão, Co- mandante da Artilharia Divisio- nária da 3ª Divisão de Exército, “AD Brigadeiro Gurjão”, com a presença de autoridades civis e militares, convidados especiais e familiares dos 206 Segundos Sargentos das Armas de Infan- taria, Cavalaria, Artilharia, En- genharia e Comunicações, que receberam de seus padrinhos e madrinhas a Quaderna de Sargento Aperfeiçoado. Os primeiros colocados de cada Arma, 2° Sgt Inf Roberto Sabino Dias, 2° Sgt Cav Adelar Jacobi Moraes, 2° Sgt Art Odilar José Roveda, 2° Sgt Eng Lucas Fernandes Andrade e 2° Sgt Com Cássio de Freitas Nascimento receberam do Sr Cel Umberto Ramos, comandante da EASA, a medalha Marechal Hermes – Aplicação e Estudos. Logo em seguida, foi oferecido um coquetel, proporcionando um agradável momento de confraternização e despedidas. A partir de agora, elas poderão chegar até o comando das tropas. Dos 28.900 candidatos já inscritos no concurso da EsPCEx, 7.600 são mulheres AEscola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) em Campinas, SP, passou por obras e está pronta para receber suas primeiras alunas e, quem sabe, ser a primeira unidade do Exército Brasileiro a acolher uma mulher que poderá ir à linha de combate e, posteriormente, assumir o cargo de Comandante. O fato inédito, no en- tanto, só será possível em 2063, após uma longa carreira militar. Fachada da Escola Preparatória de Cadetes em Campinas Em 2017, a cerimônia que receberá novos alunos da Escola Preparatória de Cadetes do Exército, em Campinas, terá também 40 mulheres MULHERES INGRESSARÃO PELA 1ª VEZ COMO CADETES E PODERÃO SE TORNAR GENERAIS ESCOLA PREPARATÓRIA DE CADETES DO EXÉRCITO (Foto: Reprodução EPTV) (Foto: Divulgação/EsPCEx) ESCOLA DE APERFEIÇOAMENTO DE SARGENTOS DAS ARMAS Formatura do Curso de Aperfeiçoamento de Sargentos na EASA. CONCURSOCONCURSOCONCURSOCONCURSOCONCURSO Quem quiser pode se inscrever para a prova da EsPCEx até 28 de junho. Os inte- ressados devem estar concluindo ou ter concluído o ensino médio, possuir entre 17 e 22 anos no ano da matrícula e estar em dia com o Serviço Militar e com a Justiça Eleitoral. O período de instrução e formação do aluno na EsPCEx é de um ano em regime de internato. Dentre os benefícios, o aluno recebe auxílio fardamento, ajuda de custo mensal de R$ 969,54, alimentação, assistência médica e odontológica. Após a conclusão da EsPCEx, o aluno tem acesso garantido na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende, Rio de Janeiro, onde cursa outros quatro anos, completando assim a formação superior militar e tornando-se Aspirante a Ofi- cial, com vencimentos iniciais de R$ 5.622,00 e uma carreira pública no Exército Bra- sileiro. No site da EsPCex estão disponíveis o Edital e o Manual do aluno. A taxa de inscri- ção é de R$ 90. A primeira fase do concurso ocorrerá nos dias 10 e 11 de setembro de 2016, em 43 locais, distribuídos em todo território nacional.
  • 17.
    Nº 227 -Maio/2016 17 DIA DA VITÓRIA Dada à coincidência de datas havida entre o Dia das Mães e o dia em que se come- mora a Vitória aliada contra as forças do Eixo, em oito de maio, o Dia da Vitória foi lembrado com uma magnífica solenidade acontecida na manhã do sábado, dia 14, em frente à sede do Museu da FEB de Belo Horizonte. O evento de extraordinária importância histórica para o mundo livre em que vivemos foi organizado pelo Comando da 4ª Região Militar e pela ANVFEB local. Com a presença do Gen. de Exército Rômulo Bini Perreira, ex-chefe do Estado Maior do Ministério da Defesa, do Gen. de Divisão Amaury Sá Freire de Lima, do Ge- neral de Divisão Walmir Almada Schneider, Comandante da 4ª Região Militar, do Bri- gadeiro do Ar Ivan Moysés Ayupe, Comandante do CIAAR, do Engº Marcos Renault, Presidente da Associação Nacional de Veteranos da Força Expedicionária Brasileira – Regional BH, do Cel Av. Augusto Cesar Abreu dos Santos, Diretor do PAMA/ Lagoa Santa, do Engº Fernando Castelo Branco, Presidente da Associação dos Oficiais da Re- serva, do Sr. José Eloy de Andrade, Presidente da Associação Brasileira dos Integrantes do Batalhão de Suez/BH, do Cel. Carlos Claudio Miguez, Editor do Jornal Inconfidência, do Cel. Ney Guimarães, Presidente do Círculo Militar de BH, dos comandantes de diversas OMs do Exército, Aeronáutica, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros de Mi- nas Gerais, além de muitas outras autoridades civis e militares, a solenidade teve início às 9:30hs da bela manhã de outono. As pistas da Av. Francisco Sales, no bairro da Floresta, foram interditadas para a apresentação da tropa e para que as viaturas do Regimento Inconfidentes, clube de preservadores de viaturas militares antigas, pudessem ser expostas ao público que prestigiou o acontecimento. Foi lida a Ordem do Dia expedida pelo então Ministro da Defesa, Aldo Rebelo e can- tada com muita vibração e emoção a Canção do Expedicionário. O Gen. Bini, o Engº Marcos Renault e o Cel Marcelo Álvaro de Souza, representante da turma “Força Expedicionária Brasileira” da AMAN, depositaram uma coroa de flores junto ao retrato do Marechal Mas- carenhas de Moraes. Logo após foi realizada a chamada nominal dos Expedicionários be- lorizontinos que tombaram no solo italiano durante luta em defesa da Pátria ofendida. A tropa, em posição de sentido, respondeu com um sonoro e emocionante “PRESENTE” à chamada dos nomes dos heróis tombados que jamais deverão ser esquecidos. Ouviu-se o emotivo e tradicional toque de Silêncio. O Engº Marcos Renault fez uso da palavra para, em nome dos veteranos que ali es- tavam, Paulo Santana, Manoel Jerônimo de Campos, Hélio do Espírito Santo e a Ten. Enf. Carlota Melo, homenagear todos os integrantes da FEB que contribuíram para a Vitória final contra a tirania nazi-fascista, 71 anos atrás. Lembrou ainda da importância de se relembrar a história honrada da nossa Pátria para que com a sua observação, corrigir e evitar novos erros, inspirar exemplos entre os jovens e fortalecer a identidade do nosso povo. Men- cionou o carinho e reconhecimento que nutre a população italiana da região da Emiglia Ro- mana em relação ao soldado brasileiro – o Pracinha. Findo o discurso, os veteranos Paulo Santana e Manoel Jerônimo foram agraciados com a Medalha da Vitória e o Sr. Ernesto Adolfo de Paiva, com a Medalha Mascarenhas de Moraes. Ainda receberam diplomas de agradecimento por serviços prestados à ANVFEB-BH, os Srs. Walfredo Rodrigues e Marcelo Utch (em nome do Grupo de Reencenação Histórica Galos de Briga). O contingente composto pela Banda de Música da 4ª RM, do 12º BI, da 4ª Cia Com, 4ªCiaPE,CiaComando/4ªRM,11ªCSM,21ºCT,doCIAAR,daAcademiadaPolíciaMilitar, do Corpo de Bombeiros, da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil, da Associação dos Veteranos do Batalhão de Suez e da AREB, desfilou em continência ao Comandante da 4ª Região Militar. Os veteranos da FEB foram embarcados nas viaturas históricas, desfilando para a platéia e fechando a solenidade com grande carga de emoção. A seguir, os presentes foram convidados a visitar as instalações do Museu. Essa foi mais uma importante comemoração de um grande feito das Forças Ar- madas que foi realizada fora dos muros da caserna. Fato muito importante para a po- pularização e valorização da nossa cultura e da nossa história! 71 anos da Vitória! "Conspira contra a sua própria grandeza, o povo que não cultua seus feitos heróicos" Fotos: José Duczmal e Lucas Torres
  • 18.
    8Nº 227 -Maio/2016 18 JORNAL INCONFIDÊNCIA 3ª Parte Assuntos Gerais e Administrativos Estas revistas podem serem encontradas nos seguintes locais: 11111 - Banca de Jornais na Av. Olegário Maciel, 1741, em frente ao Hotel Platinum, em Belo Horizonte/MG 22222 - Martins Livreiro - Rua Riachuelo, 1291 Centro - Porto Alegre/RS - 33333 - jornal@jornalinconfidencia.com.br Assinatura anual A. VIA POSTAL - Recortar (ou xerocar) e preencher o cupom abaixo, anexando cheque bancário nominal e cruzado ou cheque dos correios, no valor de R$ 150,00, em favor do Jornal Inconfidência e remetê-los para para Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia – CEP 30360-690 – Belo Horizonte – MG - Não enviar dinheiro. B.VIABANCÁRIA-Depositarou transferirparaoBancodoBrasilovalordeR$150,00 – agência 2655-7 - c/c 28172-7 e por e-mail, enviar o quadro preenchido e o comprovante do pagamento para jornal@jornalinconfidencia.com.br, e ainda o cupom citado e o xerox do pagamento para Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia - CEP 30360-690 - Belo Horizonte - MG. C. Valores superiores serão muito bem recebidos. D.Informações-e-mail:jornal@jornalinconfidencia.com.br.Fone:(31)3344-1500 E. Renovação da Assinatura – a cargo do interessado (idem providências acima). ATENÇÃO: Verifique no canto inferior direito da etiqueta de endereçamento postal, o mês/ano do vencimento. E RENOVE!!!E RENOVE!!!E RENOVE!!!E RENOVE!!!E RENOVE!!! PROFISSÃO/POSTO/ GRADUAÇÃO: NOMECOMPLETO: ENDEREÇO: BAIRRO: CEP: CIDADE: UF: E-MAIL: TEL: Autorizo a publicação do meu nome SIM NÃO ASSINATURAS RECEBIDASASSINATURAS RECEBIDASASSINATURAS RECEBIDASASSINATURAS RECEBIDASASSINATURAS RECEBIDAS Maio/2016 Visite o Museu da FEBAberto ao público de 2ª a 6ª feira de 13:00 / 17:00 h. Sábado / Domingo de 10:00 / 13:00 h. Belo Horizonte - Av. Francisco Sales, 199 - Floresta Agendamos visitas e palestras somente no Museu. Tel. (31) 3224-9891 Valor do ingresso: R$ 10,00/R$ 5,00 (por pessoa) Av. Barão Homem de Melo, nº 4.500 Conj. 1501 - Bairro Estoril Cep: 30450-250 - Belo Horizonte/MG Telefone (PABX): 31 2516-6380 À DISPOSIÇÃO DE NOSSOS LEITORES Juiz de Fora - Rua Hoyan, 40 - Centro São João Del Rei - Área do Círculo Militar - Centro PRESTIGIE NOSSOS VETERANOS COM A SUA VISITA www.anvfeb.com.br O CRUZEIRO EXTRA Aofazerourenovarasuaassinatura, sedesejarreceberviapostal,um Edições Históricas da Revolução de 1964 MANCHETE exemplar destas revistas, envie mais R$ 20,00, por cada uma delas. 15/01/15 000289 R$ 130,00 Ag. Tamoios/BH/MG 26/01/15 362414 R$ 150,00 Ag. Líbero Badaró/SP 23/02/15 520707 R$ 130,00 Ag. Tamoios/BH/MG 24/02/15 600123 R$ 200,00 Ag. Líbero Badaró/SP 24/06/15 094765 R$ 130,00 Marcos Antônio 24/11/15 100134 R$ 130,00 Belo Horizonte/Barro Preto 11/12/15 300077 R$ 1.000,00 Andaraí/RJ 21/01/16 700271 R$ 150,00 Agência Tamóios/BH 26/01/16 000213 R$ 200,00 Ag. Tamoios/BH 11/02/16 614399 R$ 150,00 Centro - São Paulo/SP 18/02/16 262019 R$ 150,00 Ag. Rio de Janeiro/BH 24/02/16 759106 R$ 150,00 Porto Alegre/Centro 10/03/16 800027 R$ 150,00 Porto Alegre/Rua Uruguai 01/04/16 007950 R$ 180,00 Mário Dias F. 06/04/16 300020 R$ 200,00 Belo Horizonte 12/04/16 321505 R$ 230,00 Wilson Gonçalves - BH/MG 13/04/16 800187 R$ 200,00 Juiz de Fora 20/04/16 467381 R$ 200,00 Santa Maria/RS Data Nº Doc. Banco Brasil Valor Local do Depósito/Identificação DEPÓSITOS NÃO IDENTIFICADOS OU SEM ENDEREÇO Mensalmente publicamos a listagem com o nome daqueles que depositaram valores corres- pondentes à assinaturas (e contribuições espontâneas) do nosso jornal, no Banco do Brasil. Muitas vezes, esses assinantes deixam de enviar o cupom de assinatura e/ou o com- provante de pagamento, impedindo o seu cadastramento, a publicação do nome (quando au- torizado) e a remessa do jornal. No extrato bancário, só constam os nomes daqueles que fizeram a transferência entre contas (online, agendada ou da poupança), por serem correntistas do Banco do Brasil. Mesmo assim alguns nomes são digitados abreviados ou incompletos, impedindo a sua identificação. Os outros depósitos online (em cheque ou dinheiro) efetuados por quem não é correntista do banco do Brasil, não são identificados no extrato, nem informado o nome do autor. Em conseqüência, apresentamos abaixo, a relação dos depósitos não identificados, a fim de que possam ser cadastrados, se os respectivos depositantes enviarem o cupom e o com- provante de pagamento. Lembramos que a data (mês/ano) de vencimento da assinatura é encontrada no canto inferior direito da etiqueta de endereçamento postal. ASSINATURASEDEPÓSITOSNÃOIDENTIFICADOS Professor Adriano Heckert Gripp - Alto Jequitibá/MG, Cel Airton Meirelles Brissac - Atibaia/SP, Cel Antônio Valdir Brum - Santa Maria/RS, Aposentado Benone Augusto de Paiva - São Paulo/SP, Bancário Carlos A. Silveira - Boa Esperança/MG, Cel Claudio Netto Di Primio - Porto Alegre/RS, Historiador Corálio B. P. Cabeda - Porto Alegre/RS, Cap Davi Martins Corrêa - Santa Maria/ RS, Cap Francisco Gonçalves Pereira - Contagem/MG, Adv Gerson Antonio Fonseca - Rio de Janeiro/RJ, Pensionista Ivany Cleyde Marchini Marques - Amparo/SP, Cel José Carlos Santos Cerqueira - Rio de Janeiro/RJ, Empres. José Gontijo Pires - Arcos/MG, Cel PMERJ Luiz Felipe Schittini - Rio de Janeiro/ RJ, Cir. Dentista Luiz Mário Sierakowski - Curitiba/PR, Apos. Wilson Mendes Diniz - Belo Horizonte/MG e mais 01 civil e 01 militar Mais uma vez estamos enviando dois exemplares da mesma edição a fim de que um deles seja encaminhado a um parente, um amigo, um (a) professor (a), com o pedido para que também façam uma assinatura do INCONFIDÊNCIA. Ultimamente, temos recebido pouquíssimas novas assinaturas (mais de 90% são renovações) talvez porque muitos leitores recebam o jornal eletrô- nico, sem assiná-lo, o que não podemos controlar/evitar. Solicitamos aos inadimplentes e a todos aqueles que estão recebendo o INCONFIDÊNCIA como cortesia, que renovem e concretizem a assinatura. Caso negativo, seremos obrigados a cancelar a postagem, tendo em vista a precária situação financeira do jornal. PREZADOS ASSINANTES/LEITORESPREZADOS ASSINANTES/LEITORESPREZADOS ASSINANTES/LEITORESPREZADOS ASSINANTES/LEITORESPREZADOS ASSINANTES/LEITORES Somente 19 assinaturas, sendo 17 renovações e 02 novos
  • 19.
    Nº 227 -Maio/2016 19OPINIÃO DO LEITOR Opéssimo exemplo vem de cima. São as próprias lideranças do PT que insti- gam em seus braços armados na militância o comportamentodestrutivo.Aoafirmaremque não reconhecem o governo Temer, que assu- miu após um amplo processo legal e cons- titucional e foi eleito na mesma chapa de Dilma, esses petistas tentam mesmo incen- diar o país. Suas hostes militantes logo se animam. O discurso é de ódio. A esquerda radical declarou guerra ao Brasil. Mas se forem por esse caminho, vão se dar mal. Recém-empossado como novo mi- nistrodaJustiça,oex-secretáriodeSegurança Pública de São Paulo, Alexandre de Moraes, defendeunestaquinta-feira(12)queaatuação violenta de movimentos de esquerda deverá sercombatida:“Apartirdomomentoqueseja MTST, ABC, seja ZYH, que deixam o livre direito de se manifestar para queimar pneu, colocar em risco as pessoas, aí são atitudes criminosas que vão ser combatidas, assim como os crimes”. Oministrotambémchamoude“atosde guerrilha” protestos realizados em São Paulo noiníciodestasemanacontraoimpeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Tra- ta-se de uma mudança de postura muito po- sitiva. Sabemos que o PT é cúmplice desses bandidos, mas também o PSDB se mostrou muito negligente e covarde durante sua ges- tão, deixando o monstro crescer. Seo atualgovernorealmenteenfrentar Anova Secretária de Direitos Huma- nos (DH), em entrevista ontem à noi- te (19 de maio) na Globo News, elogiou o trabalho da Comissão da (omissão) da Verdade (CoV) e disse ou deu a enten- der o seguinte: • Que deveria ser pensado como im- plementar as recomendações feitas no Re- latório daquele colegiado; • Que deveria ser acatada a decisão da Corte Internacional de DH, que conde- nou o Brasil, em 2010, por violações aos DH cometidas no combate ao foco de guer- rilhas do Araguaia na década de 1970; • Que a revisão da anistia para punir agentes do Estado que violaram DH no com- bate à luta armada era viável, pois a con- figuração atual do STF é diferente da que manteve a abrangência da Lei de Anistia em sessão plenária em 2010; e • Que condenava a declaração do Deputado Jair Bolsonaro, ao homenagear o Coronel Ustra, na votação do pro- cesso de impeachment da Presidente da República em 17 de abril, como sen- do apologia a violações aos DH. A respeito dessas de- clarações, convém comentar que: • O Relatório da Comissão da Ver- dade é ilegítimo, pois a própria Comissão se deslegitimou ao decidir, ao arrepio do que preconizava a Lei que a criou, inves- tigar apenas as violações cometidas por agentes do Estado. É surreal que uma Co- missão criada para “resgatar a verdade histórica” de um conflito possa a ela che- gar investigando apenas um dos atores opo- nentes envolvidos. Isso foi facciosismo, injustiça e revanchismo. O Relatório não tem a menor credibilidade e é preocupante que a nova Secretária de DH o tenha em tão alta conta; • A adesão do Brasil à Corte Intera- mericana de DH, como está no Decreto de adesão, só reconhece a competência da Corte para julgar crimes cometidos após 1998, portanto, o Brasil não tem que acatar decisões da Corte sobre eventuais viola- ções aos DH cometidas na década de 1970. Da mesma forma, o País não aderiu à Con- venção sobre Imprescritibilidade dos Cri- mes de Guerra e Contra a Humanidade de 1968, portanto, crimes cometidos por mi- litantes da luta armada e por agentes do Es- tado estão prescritos como admite a nossa Constituição; NOVA SECRETÁRIA DOS DH MESMA PARCIALIDADE PRÁ COMEÇAR, MANDOU MAL General Luiz Eduardo Rocha Paiva • Após a promulgação da anistia em 1979, que serviu para pacificar o País e con- solidar a redemocratização; depois de uma espécie de nova anistia concedida no Ato de Convocação da Assembleia Constitu- inte em 1985, portanto uma confirmação da anistia na própria Constituição Fede- ral de 1988; e após os pareceres favoráveis à abrangência da Lei pela AGU e PGR e a decisão plenária do STF, todos em 2010, tentar voltar ao STF para revisar a Lei unilateralmente é uma irresponsabilida- de política, que causará insegurança ju- rídica; e • Acusar o Deputado Bolsonaro de ter feito incitação à tortura, do que eu dis- cordo, sem fazer o mesmo a dois deputa- dos, um do PT e outro do PSOL, que ho- menagearam Lamarca e Marighella, é in- justificável manifestação de parcialida- de, que poderá comprometer a atuação da Secretária em tão relevante cargo. Qual será a ideologia da Secretária? Se for a socia- lista, trata-se, então, de uma pessoa radical, podendo-se prever conflitos com cida- dãos e instituições democrá- ticas. Não se trata de defen- der terrorismo, tortura, execuções, seques- tros e outras violações cometidas por qual- quer um dos atores durante a luta armada, mas sim defender a anistia. Se esse instru- mento político de pacificação for desmo- ralizado, nunca mais poderá ser usado em situações de conflito interno, daí ser essa tentativa uma irresponsabilidade política. Demonstra um injustificável desconhe- cimento da história pátria, onde o ins- trumento de anistia possibilitou a manu- tenção da unidade nacional e a reconci- liação entre irmãos brasileiros em diver- sos conflitos desde a independência do Brasil. Às vezes, declarações dadas em en- trevistas pretendem mostrar coerência com o histórico de vida e atuação profis- sional do entrevistado. A Secretária, com certeza, está consciente sobre o momen- to e o contexto vividos no País e que eles não a aconselham a implementar seu pen- samento ideológico, no desempenho do cargo ocupado, se isso puder causar um dano significativo ao projeto político do governo ao qual serve. É importante que seja assim, pois, a continuar nessa direção, será aberto um fosso difícil de transpor en- tre o governo e as Forças Armadas. “Estaremos sempre solidários com aqueles que, na hora da agressão e da adversidade, cumpriram o duro dever de se opor a agitadores e terroristas de armas na mão, para que a Nação não fosse levada à anarquia.” Ministro do Exército General Walter Pires de Carvalho e Albuquerque (1979/1985). ESQUERDA RADICAL DECLARA GUERRA AO BRASIL Rodrigo Constantino Chega de o Brasil ficar refém de bandidos. essescriminosos,seráumanovafaseemnos- so país. Com algum transtorno pontual, é verdade, mas necessário para um amanhã melhor,livredessachantagemdesses“movi- mentos sociais”. A esquerda radical já inten- sificouaretóricadeameaças,enãoháporque Temer ceder a tais intimidações. Será que finalmenteveremosBouloseStédileatrásdas grades, onde já deveriam estar faz tempo? Vou além: a Câmara dos Deputados devia instalar uma CPI do MST, talvez uma CPI dos Movimentos Sociais. É preciso quebrar as pernas desses grupos, secando suas fontes de financiamento, a maioria delas ilegais, pois se disfarçam de políticas públicas. Hoje, até as bolsas de iniciação científica das universidades, em muitos casos, não preparam futuros cientistas – mas sim militantes, eufemismo para mi- licianos. O MST, por exemplo, cria coopera- tivas, que deveriam ser técnicas, dando assistência aos assentados, mas, na prática, são políticas, usando recursos públicos para financiar suas invasões criminosas. O mesmo vale para os movimentos dos “sem- teto”, liderados por Guilherme Boulos, que se tornaram sócios oficiais do Minha Casa Minha Vida – uma sociedade que precisa ser cortada de imediato por Temer. Sem cortar essas fontes de financiamento, o PT ainda vai ter muito fôlego para atrapalhar qualquergoverno. AAssembleia Nacional Constituinte que, em 1934, daria uma nova Carta Magna ao país tinha em curso o seu trabalho, no Rio de Janeiro, então capital da Republica. Os deputados Augusto Cavalcante de Albuquerque e Manoel César de Góes Monteiro apresentam uma emenda à con- sideração do plenário. Toma, essa emen- da, o número 941. A referida emenda estabelece a pena de morte para responsáveis por desvios de dinheiro público. É, segundo os seus au- tores, legítima defesa do patrimônio nacio- nal, dos recursos populares. A emenda é recebida com reservas pelos deputados constituintes e um deles a combate com veemência. É o deputado Teotônio Monteiro de Barros Filho, do Es- tado de São Paulo. O mesmo que se po- sicionará contra a migração japonesa em seu Estado. A Emenda 941 é rejeitada! Os deba- tes podem, hoje, ser lidos no “Diário da Assembleia Nacional”, número 38, de 23 de dezembro de 1933. Cremos ter sido uma oportunidade perdida no sentido da moralização do trato dos negócios públicos. A pena de morte pa- ra desonestos gestores desestimularia a corrupção ativa e passiva que tem sido, talvez, o maior mal da República. A pena de UMA OPORTUNIDADE PERDIDACel. Antonio Gonçalves Meira morte valeria tal qual um marco de ordem. Sem ela, a ordem, como haverá progresso, proposto lema de nossa bandeira? Vigorasse disposição, como a pro- posta na Emenda 941, não estaríamos, hoje, em face dos escândalos e das indignida- des que a imprensa registra diariamente. Das notícias de um erário saqueado! Do sentimento de sermos todos roubados! Por ladravazes que, com direito à defesa, bem merecem a pena de morte. É recurso que falta à sociedade brasileira, inclusive no caso de homicídios fúteis e perversos ou nos casos de evidente terrorismo com os quais nos estamos defrontando. Isso en- quanto o projeto de lei antiterrorista anda encalhado em algum desvão do Poder Le- gislativo, há anos! Se a impunidade excita a prática do delito que a punição seja rigorosa, firme, capital. Responsabilidades apuradas em rito sumário e sem recursos protelatórios. Sem o chamado “juridiquês” tangencial do ridí- culo mas fonte de chorudas rendas advo- catícias. E, no Brasil, existem, segundo um “site” de pesquisas, 947.197 advogados em atividade! Por extenso, novecentos e qua- renta e sete mil e cento e noventa e sete pro- fissionais em atendimento a demanda! Desperta Brasil! Importante 1 Qual será a ideologia da Secretária? 2 Demonstra um injustificável desconhecimento da História Pátria,
  • 20.
    8Nº 227 -Maio/2016 20 CORONEL CARLOS DE SOUZA SCHELIGA Rio de Janeiro/RJ Impeachment O Senado da República, particularmente as Sessões da Comissão que está julgando o impeachment da presidente Dilma, estão oferecendo ao povo brasileiro um tipo de “reality show” que há muito não se assistia na vida política da nação. Os atores são nada mais, nada menos, do que os Senadores(as) do PT e do PCdoB que não se pejam em desfilar, em suas participações, as inconformidades com a perda temporária do Poder a que estavam acostumados. Essa encenação se manifesta através de uma atuação agressiva e sistemática que acontece, ao vivo, sob a forma de “ birras, berros e baixarias”, um espetáculo deprimente que, ao invés de contribuír para elevar o nível do debate de idéias naquela Casa, somente escancara um cenário que evidencia o despreparo intelectual deles para a vida democrática e deslustra o pa- drão das discussões que alí deveriam acontecer. É de se esperar que a “audiência” venha a selecionar melhor esses “atores” nas próximas eleições. (29/05) CAIXA POSTAL PROFª.MARAMONTEZUMAASSAF São Paulo/SP De Prontidão! Em todos os sites de notícias que pesquisei as baterias estão todas arma- das contra o governo de apenas 1 dia do Temer. Dizem que seu ministério é com- posto de homens investigados pela Lava Jato, que não chamaram mulheres e ne- gros para participar, ... blablablá.... Pois bem, o PT já forneceu vários hospedes para a cadeia de Curitiba, e membros do governo de Dilma também estão ainda na lista de espera de Moro. Fora que já tem uma vaga cativa esperando por Lulalá . Quanto às mulheres que participaram do governo de Lula e Dilma, a maioria só nos envergonhou, a começar pela presidente . Nomeá-las me faria até mal. Eu recomen- daria a senadora Ana Amélia do PP do RS como uma mulher da qual nos orgulharí- amos como ministra, mas não foi ainda desta vez. Quanto a negros, a porcenta- gem deles na política é ainda muito baixa - e não por dificuldades impostas aos mes- mos para chegar lá - como muitos dizem, mas é uma realidade. E o senador Paulo Paim não estaria habilitado a participar deste governo por motivos óbvios. Portan- to, nada do que dizem é significativo, mas temos que estar de prontidão para fazermos sempre a defesa deste governo se qui- sermos esclarecer os incautos e ultrapas- sar este período onde caminhamos com dificuldades imensas atolados no pânta- no em que o PT de Dilma e Lula nos jo- garam. O avanço não será fácil, mas não será impossível, a menos que nos deixe- mos levar pela lenga lenga da militância e sejamos usados como massa de ma- nobra inconsciente, a trabalhar pelo PT, jo- gando pedras no governo Temer! Eu tor- ço para o Brasil dar certo! (13/05) Excursão contra o golpe! O grupo organizado pelo Senador Roberto Requião (PMDB-PR) - que votou contra o impeachment de Dilma - formado por Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Gleisi Hoffman (PT-PR) e Lindbergh Fa- rias, (PT-RJ) vai realizar uma excursão em Portugal à custa de nosso bolso, para di- vulgar a ideia de golpe e falar mal do Bra- sil sem o PT no poder. Dois deles, Gleisi e Lindbergh estão enrolados na Lava Ja- to, A desculpa é a de que vão participar de reuniões da Assembléia Parlamentar Euro Latina Americana...O que vão dizer? Discordar do óbvio, que os governos po- pulistas e socialistas estão estertorando na AméricaLatinapeloúnico emaiormotivo de que os resultados fatais mataram a ideo- logia parasitária dos mesmos? Eles que apresentem exemplos de sucesso no resul- tado final, não venham falar de projetos sociais que Temer, aliás, já anunciou que dará sequência aos mesmos...com ajus- tes necessários. Tirarão os penduricalhos de beneficiados que recebem em dupli- cidade, de falecidos ainda contemplados e outras irregularidades das quais esta- mos tendo ciência agora. Mas será pos- sível que pagaremos para estes irem cons- pirar contra o Brasil? (16/05) REGINAPASSARELLI Rio de Janeiro/RJ Reformas do PT Ao assumir o poder, o PT prometeu realizar as reformas política, fiscal, traba- lhista, agrária e da Previdência. Após 13 anos no poder realizou apenas duas re- formas: as do tríplex do Guarujá e do sítio de Atibaia. (13/05) IZABELAVALLONE São Paulo/SP Dilma afastada Dilma insiste que seu impeachment é golpe. Como é possível um golpe com 80% da população? Chamar a população de golpista é tarefa daqueles que já não têm argumentos. De fato, o impeachment é de Lula, o avalista de quem destruiu o Brasil com a ajuda do PT. A partir de ago- ra aumenta o desemprego. Os petistas vão sentir na pele o que estão passando os mais de 11 milhões de desempregados em todo o país. (13/05) GENLUIZ A.R.MENDESRIBEIRO Belo Horizonte/MG 55 a 22, e os senadores completa- ram a ação da Câmara, e todos, deputados e senadores, respeitaram a voz das ruas. Afastaram quem tantos males causou ao país. E que ela arraste consigo todos eu a ajudaram a derrubar a economia e a nos entregar inflação, estagnação e desem- prego. Que estes novos tempos sejam di- ferentes, de fato. Medidas duas virão, pa- ra desmontar, esta sim, a “herança maldi- ta”, mas vamos vencer. (13/05) ADV MARCO POLLO GIORDANI Porto Alegre/RS A situação militar com o governo interino Leio hoje (15/05) na Resenha do EB, sobre o SUCATEAMENTO das nossas FFAA, fato que, há muito tenho debatido e ventilado, inclusive em meu livro Brasil: Sempre. Estamos, na verdade, com sérios problemas de manter, até mesmo, nossas fronteiras. Esta é a realidade, cruenta e in- contestável! Diante disso, minha revolta agiganta-se contra a falta de atitude de nossos comandantes durante os governos petistas. Ninguém se opôs, isto é, ninguém disse NÃO, ou: EU EXIJO! Vejam bem: quebraram a Petrobras em bilhões e mais bilhões; encheram os bolsos em bilhões e mais bilhões; perdoaram dívidas de países inúmeros; fizeram obras fantásticas nos países alinhados com a ideologia que nos é incompatível; deixaram um rombo de mais de 100 bilhões nas contas públicas; e tudo isso, senhores, por óbvio, sendo do conhe- cimento de nossos Chefes, sem que nada, absolutamente nada os levassem a dar uma trancada de pé! De outra parte, para não permitir que meu sangue ferva ainda mais, discor- ro sobre um acerto do GOVERNO INTE- RINO, isto ao nomear o General SÉRGIO ETCHEGOYEN como Ministro da SE- GURANÇA INSTITUCIONAL, a cujo co- mando se submeterá a ABIN. O General Etchegoyen - todos nós sabemos - pro- vém de uma estirpe do mais elevado pa- drão, de coragem, de retidão e de conheci- mentos. Sempre fui um admirador de seu pai, oGeneralLEO.Alémdisso,oGeneralSérgio foi o mentor do cargo de ADJUNTO DE COMANDO DO EXÉRCITO, destinado a subtenentes e sargentos, o que valoriza, em muito, esse ELO FUNDAMENTAL de nos- sa Força. Pelo menos nossos Órgãos de Infor- mação estarão em mãos firmes, patrióticas e, seguramente, decididas! (15/05) CELJOSÉÁVILADAROCHA São Paulo/SP Temer titubiou! Uma das principais críticas ao des- governo dilma e bem como dos anseios de rua, dentre as grandes lambanças do des- governo petista, foram em uníssono rela- tivas a excrescência da existência de 40 Ministérios. Foi muito bem recebido por aplausos da população, a promessa do Presidente Temer em enxugar algumas dezenas. Quais não foram as decepções da população quando o Presidente caiu na choradeira de muitos que não queriam per- der as bocas e boquinhas de viagens e dos faustosos orçamentos para a antiga pasta, resolveu “voltar atrás”. Ficou feio! E demonstrou fraqueza logo de iní- cio! Oxalá o Presidente possa ainda contornar seu Ato, enxugando e muito os gastos dessa Pasta. A prioridade atual para a população são emprego e comi- da e não essa cultura de que poucos usu- fruem (22/05) APOSENTADO JOÃO ALFREDO CASTELO BRANCO São Paulo/SP Os Pioneiros das manifestações Voltemos às ruas Agora que os grandes erros admi- nistrativos do governo federal, desde 2003, provocaram todos os desastre já revela- dos, políticos oportunistas estão que- rendo surfar nas ondas dos protestos. Por que não ajudam nas manifestações organizadas por alguns grupos patrióti- cos desde 2007? Naquela época já se levantavam cartazes e discursos contra a corrupção, o desgoverno, as falsas políticas sociais, grandes negociatas e a desindustriali- zação. Os partidos ditos de oposição (com poucas exceções) foram coniventes com as atitudes dos governos petistas. Quero pres- tar homenagem neste momento, às véspe- ras do impeachment da presidente Dilma Rousseff, aos grupos políticos Guarara- pes, Inconfidência. Endireita Brasil. Por um Brasil Melhor e outros e aos cidadãos e aos jovens esclarecidos que naquela época apontaram os erros. (01/05) * CAP DAVI MARTINS CORRÊA Santa Maria/RS Inconfidência É maravilhoso ver todas as suas predições e afirmações se confirmarem com os corruPTos caindo de podre a seus próprios pés e o projeto castro/comuno/ lulo/petista de dominar esta grande Pá- tria, indo para o lixo da História graças à resistência dos verdadeiros brasileiros. Em 1964 a reação teve início com os mineiros, pela espada; nos dias atuais é inegável que, desta vez com a pena, nova- mente os filhos das Alterosas nos deram ânimo para enfrentar, desmascarar e ven- cer a hidra vermelha. Isso me deixa orgu- lhoso de ser brasileiro e me enche de co- ragem para enfrentar os sacrifícios da re- construção do Brasil, que com certeza não serão poucos. Finalmente quero agradecer as do- ses de coragem que o Inconfidência trans- mite aos seus leitores pelas informações calcadas em verdades incontestáveis e saudar a todos, especialmente os integran- tes da AREB/BH pelo transcurso, à ser co- memorado, do centenário da primeira tur- ma do Serviço Militar Obrigatório, incor- porada mediante sorteio, em dezembro de 1916, com início do ano de instrução em janeiro de 1917. Anexo a esta missiva segue a có- pia xerox do recibo de pagamento da re- novação da assinatura do nosso mais valente combatente da liberdade e da de- mocracia, o nosso JORNAL INCONFI- DÊNCIA. (09/05) * PTTC/Chefe do Memorial Mallet ○ ○ ○ 20
  • 21.
    Nº 227 -Maio/2016 21 APOSENT.ANTONIOIVANCOSTA Pelotas/RS Recebimento de jornal Comunico o recebimento dos jornais 226 e 224 A, agora a tarde. Aquí em Pelotas, já estavam notando a falta, em especial no tradicional café AQUÁRIO. Mais uma vez informo que a distribuiçáo está sendo rea- lizada com todo cuidado para que a finalida- de de bem informar náo seja desvirtuada.É com enorme satisfaçáo que observo pela internet e contatos pessoais, que cresce cada vez mais o reconhecimento do que foi o importatíssimo periodo militar, quan- do o BRASIL, dentro da ordem atingiu ín- dices de crescimentos jamais registrados na história nacional. Mais uma vez envio meus parabens pelo ótimo trabalho desen- volvido pelo senhor através dessa impor- tante publicaçao. (19/05) CEL JORGE B. RIBEIRO Petrópolis/RJ Dilma é escandalosamente desonesta Em quatro meses, Dilma Rousseff torrou a verba publicitária do ano todo. Diz Lauro Jardim: “De janeiro até a quinta-feira da sema- na passada, o governo Dilma gastou toda a verba de publicidade da Secom prevista para 2016 — R$ 152 milhões. Michel Temer encontrou os cofres vazios. A Secom de Temer agora vai analisar se alguns gastos podem ser cancelados.” Trata-se de um escândalo monumen- tal. Para se salvar do impeachment, Dilma Rousseff queimou esses 152 milhões de reais como se fossem seus, tentando com- prar o apoio de eleitores e da imprensa. CORONEL ERNESTO CARUSO CampoGrande/MS Boneca jornal nº 227 Efusivos cumprimentos pelos 22 anos de profícuo e árduo trabalho na defesa dos interesses nacionais, das Forças Armadas, em especial no combate às ações dos comunistas e simpatizantes que persistem no processo de descons- trução da sociedade através a luta de classes, abominável cizânia que fere a for- mação da nacionalidade edificada ao longo de cinco séculos da Pátria amada, BRASIL. (31/05) ENGº GERALDO DE CASTRO FILHO LagoaSanta/MG Minc.... Onde???? Brasil não tem prêmios, não tem criadores da cultura. Só tem consumidores do dinheiro dos cofres públicos para produzir coisa nenhuma de utilidade. Enquanto isto, pessoas estão morrendo nos corredores dos hospitais, faltam remédios, médicos, vacinas, leitos para internação, creches. Faltam verbas para a edu- cação, universidades e colégios e também para a segurança, armamentos, bombeiros. Faltam verbas para transportes públicos, rodovias, ferrovias, infra estrutura..... Porque gastar dinheiro com artistas ricos, inconsequentes, politiqueiros, opor- tunistas e outros, que nem moram no Brasil ou têm inúmeras residências no exterior ? O governo brasi- leiro precisa assumir que somos país subde- senvolvido e que pre- cisamos saber fixar pri- oridades para atender as necessidades de saú- de, educação, seguran- ça e locomoção, bem como confortoeempre- go para o povo que pa- ga impostos. Priorizar também o crescimento do parque produtivo na- cional para sedimentar um desenvolvimento sustentável, emprego, etc. Que tenha uma secretaria de cultura, mas que seja voltada pa- ra projetos e obras que não tenham recurso próprio e para recupe- rar, incrementar e pro- jetar obras, museus, parques para uso da coletividade brasileira. APOSENTADO BENONE AUGUSTO DE PAIVA SÃO PAULO/SP Festival de Cannes::::: Em Cannes, a Sonia Braga e a equipe de ‘Aquarius’ se manifestaram contra o impeachment de Dilma e a extinção do Ministério da Cultura, que passa acerta- damente integrar doravante o Ministério da Educação. Como essa equipe de artis- tas aproveitadores dos recursos da cultura pode reclamar, se eles sempre foram os únicos beneficiados pela lei “Roubanet” e nem sequer tem a cultura para ler e in- terpretar a Constituição Federal? Suas atitudes mesquinhas e mentirosas tentando denegrir a imagem do Brasil no exterior não passam de uma traição à pátria, atitude de quem está acostumado viver na boa sob os custos de contribuições de impostos pagos pelos trabalhadores que realmente produzem para o país. E, no momento que um governo bem intencionado começa a cortar as despesas, apenas essa turminha da farra não olha para o rombo monstruoso deixado pelo governo anterior do PT com Lula e Dilma? Vai em frente Temer, enquanto meia duzia de cães ladram, 180 milhões de brasileiros lhe aplaudem. (20/05) NÃO BASTA ELOGIAR, É PRECISO COLABORAR Mire-se neste exemplo! Assine e leia o Inconfidência Os gastos com publicidade devem ser cancelados, claro. Mas é preciso tam- bém processar Dilma Rousseff. (18/05) *ALMIRANTE PAULO FREDERICO SORIANO DOBBIN Rio de Janeiro/RJ Poder Político Embarcou no governo mais um réu da Lava-jato, o novo líder na Câmara. Temer não pode esquecer que a motivação dos brasileiros que foram às ruas exigindo o afastamento de Dilma foi o combate à cor- rupção, entranhada no governo. Um mo- vimento apolítico no qual foram eleitos como ícones o juiz Sergio Moro, a Polícia Federal e o Ministério Público. Ao mesmo tempo que considera legítimo o atual go- verno, a sociedade não aceitará desvios de rumo, nos quais a política e o fisiolo- gismo prevaleçam sobre a moralidade pública. (20/05) * Presidente do Clube Naval BEATRIZCAMPOS São Paulo/SP Com a nomeação da notável Maria Sílvia Bastos para presidente do BNDES, espero que Temer tenha colocado uma pá de cal naqueles que reclamaram da falta de nomeações de mulheres em seu governo. Podem colocar num balaio todas as mulhe- res que participaram do governo do PT nesses 13 anos que não dá uma Maria Síl- via. Temos certeza de que a caixa-preta do BNDES será aberta sem dó nem piedade. É isso que se espera de pessoas compe- tentes e comprometidas! (18/05) MYRIAN MACEDO São Paulo/SP Lava-Jato Em tempos de delações premiadas, prisões e condenações, temos que a Lava- Jato é o bicho-papão dos pesadelos de políticos, empresários e mais quem tenha cometido ilícitos contribuindo para o en- fraquecimento econômico e social do Bra- sil. Não conseguindo impedir o funciona- mento dessa operação, o negócio é dor- mir com o melhor pijama para ficar bem na foto quando, às 6h da manhã, a campai- nha tocar. Nós, brasileiros, que temos tido muito para comemorar, iremos para as ruas quantas vezes forem necessárias pelo fim da corrupção. O resto, a Lava- Jato faz por nós! (24/05) É inadmissível em um país que corta recursos em Universidades, que os custos da TV Brasil estejam na casa de R$ 1 bilhão por ano. Algumas curiosidades: • Aderbal Freire Filho - marido da Marieta Severo - programa sobre teatro, “A Arte do Artista” - uma vez por semana, R$ 68 mil mensais. • Luis Nassif - programa semanal chamado “Brasilianas.org”.,R$ 63 mil por mês. • Lúcia Mendonça - diretora do programa de Nassif, tem um contrato de R$ 289 mil/ano. • Paulo Markun - programa semanal: R$ 585 mil anuais. “Palavras Cruzadas”. • Paulo Moreira Leite - programa semanal “Espaço Público”, R$ 279 mil anuais. • Emir Sader - comentarista ganha R$ 227 mil por ano. • Tereza Cruvinel - comentarista, contrato anual de R$ 182 mil. • Que o Governo Temer faça a limpeza necessária. PORQUE O BRASIL QUEBROU Internet 21
  • 22.
    8Nº 227 -Maio/2016 22 BOLETIM DAS BAIAS Spon tem toda razão. É simplesmente impossível acompanhar tanta bandalha, corrupção, propinas e pixulecos, motivo pelo qual apresentamos diversas "reportagens" nesta página, tentando dar conta de tudo que foi recebido, o que é impossível. Mas não é só o PT. O que dizer de Renan Calheiros e Eduardo Cunha (que prestou bons serviços recentemente)? Quando serão afastados definitivamente, presos e devolverão as propinas? R$ 2,88 Trilhões é o valor atual da dívida pública do Brasil (inclui os endividamentos externo e interno do governo federal). O próprio governo anuncia estratosféricos R$ 3,3 trilhões para o final de 2016. Em 1890, um ano após a Proclama- ção da República no Brasil, o pintor, escultor e desenhista carioca Décio Villares deu um rosto a Tiradentes – qua- se um século, portanto, depois da morte do alferes da Inconfidência Mineira. O artista o fez à imagem e semelhança da face de Jesus, até porque os positivistas queriam eternizar Tiradetes como mártir da luta republicana. Assim, Jesus e Tira- dentes têm semblantes parecidos. É preciso avisar Lula, no entanto, que as semelhanças terminam aí: Joa- quim José da Silva Xavier não foi cruci- ficado, como ele discursou na semana passadaquandosecomparouaJesusea Tiradentes. HISTÓRIA Acomissão especial da Câmara dos Deputados, em Brasília, responsabilizou a Samarco pela tragédia em Mariana e descartou que causas naturais tenham provocado o rompimento da barragem de Fundão, o que causou o desastre. O pa- recer da comissão destaca que a tragédia, que matou 19 pessoas poderia ter sido evitada se a legislação atual fosse respeitada. Por fim, a comissão sugeriu três projetos de lei para aprimorar o Código da Mineração. Lula crucifica Tiradentes ○ ○ ○ Em decisão publicada ontem, o ministro do Superior Tribunal de Justiça, Herman Ben- jamim, retirou o sigilo da investigação que corre contra o governador de Minas, Fer- nando Pimentel (PT), na operação Acrônimo. Pimentel foi denunciado pela PGR (Pro- curadoria Geral da República) sob acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e outros crimes. O ministro deu prazo de 15 dias para que ele apresente defesa contra a denúncia da PGR, a partir do momento em que for notificado. RELATÓRIO CULPA SAMARCO PELOS DANOS DA TRAGÉDIA MINISTRO DO STJ RETIRA SIGILO DA INVESTIGAÇÃO ○ ○ ○ ○ ○ ○ Não existe nenhuma lei que permita que Dilma esteja no Palácio da Alvorada, com 25 assessores, avião da FAB e outras mordomias de chefe de Estado. Em 1992 o então presidente Collor, mesmo requerendo não teve direito à estas regalias. A lei deve ser a mesma que foi para Collor, para Dilma. Dilma juntamente com o PT e o Lula destruíram o Brasil no caso de maior corrupção da história da humanidade. Portantonãomerecemregaliasesimpenasproporcionaisaosdesastresquegeraramaopaís. https://www.blogdovilla.com.br/geral/dilma-no-palacio-da-alvorada-e-golpe/ DILMA NO PALÁCIO DA ALVORADA É GOLPEGOLPEGOLPEGOLPEGOLPE! A Justiça tem de tirar Dilma do Palácio! ○ ○ ○ Mais uma vez o jeitão de sonsa nature- ba de Marina Silva (Rede), dissimu- lou uma ação lesiva aos interesses da mai- oria dos brasileiros. A Rede, partido de Marina, entrou no Supremo Tribunal Fede- ral com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), com ob- jetivo de anular todos os atos de Eduardo Cunha como presidente da Câmara. Se a ADPF de Marina fosse acatada no STF(equasefoi,osministrosRicardoLewan- dowskieMarcoAurélioMelloestavampron- tos para recebê-la), seriam anulados todos os atos de Eduardo Cunha como presidente da Câmara. Inclusive o impeachment. Dessa forma, mantendo aquele odor de santidade que cultiva sempre, Marina estaria recolo- A TENTATIVA DE GOLPE DA MELANCIA ASMÁTICA Marina Silva por trás de golpe para anular o impeachment César Weis cando Dilma Rousseff de volta ao governo com todos os poderes. Isso sim, um verdadei- ro golpe contra a maioria absoluta do país que quer Dilma e o PT fora do governo. A ação de Marina, além de tudo, é considerada pelos juristas como uma chicana tecnicamente falha. Ao tentar questionar o não afastamento de Cunha pela Câmara (ato omissivo), a Rede deveria ter entrado com uma ação direta por omissão e não com a ADPF. A ação é equivocada, portanto. Alémdisso,aaçãodeveriaterindividua- lizado os atos (comissivos) de Cunha que se pretendeanular,relacionadosaoimpeachment. Não pode ser um pedido genérico. Em resumo, hámotivosdesobraparaoSTFrejeitaracitada ADPF – essa, sim, um golpe. Internet Beneficiário de propinas desde a década de 70, parlamentar "entrega" colegas Cúpula do PMDB pediu R$ 18 mi, diz ex-deputado RenanCalheiros,EduardoCunhae Herinque Alves teriam cobrado propina de dirigentes da estatal PEDRO CORRÊA CITA 124 POLÍTICOS EM DEPOIMENTO ○ ○ ○ Lava Jato. Delação de Pedro Corrêa confirma tesedequepetrolãoemensalão eram garantia de apoio político LULASABIAQUE ERAPROPINA ○ ○ ○ GRAVAÇÃO DERRUBA SEGUNDO MINISTRO DE TEMER EM 18 DIAS DE GOVERNO ○ ○ ○ EX-PRESIDENTE DO PSDB É PRESO POR CORRUPÇÃO "El impeachment es absolutamente legal, tanto que el PT lo planteó en el caso CollordeMelo.ElgastoporencimadeloautorizadoporlaseñoraDilmaRousseff llega a una cantidad extrema. Exactamente lo mismo que hizo Mujica acá". Jorge Batlle - EXPRESDIENTE DE LA REPÚBLICA JUICIO POLÍTICO El Observador - Montevideo - 13 de mayo de 2016 ○ ○ ○ Como en una tragedia de Shakespeare: codicia, traición y deseo de tener más poder PT PERDIÓ IDEALES Y LO ATRAPÓ LA CORRUPCIÓN El Pais - Montevideo - 15 de mayo de 2016 22
  • 23.
    Nº 227 -Maio/2016 23 Comasderrotasnascasaslegislativas(CâmaraeSenado),oimpeach- ment da presidente caminha para a finalização que ocorrerá com o julgamento pelo plenário, desta vez presidido pelo ministro Ricardo Le- wandowsky, do STF (Superior Tribunal Federal). Nestes 180 dias, que podem ser encurtados de acordo com os interesses das partes (Governo e Oposição), ainda teremos ao vivo e em cores, várias aulas na área do Direito, da matéria que ficou batizada de “manhas e artimanhas” pela principal interessada, a sra Dilma Rousseff. Os recursos emprega- dos pelo advogado-geral da União, ministro José Eduardo Cardozo com certeza estarão elencados nos vários livros que abordarão o rumoroso processo político-administrativo que atraiu a atenção do mundo inteiro, via mídia, como exemplo de apelações pouco elegan- tes mas com alguma eficiência quanto a procrastinar e atrasar o andamento do assunto principal. Os mandados de segurança im- petrados no STF formam um tratado de jurisprudência de ocasião, dignos de assinalar porque repetitivos, impetrados por sena- dores (as) diversos, da tropa de choque governista e todos elesforamrejeitados, mas a peça de ouro da defesa, com certe- za, foi a anulação das sessões da admis- sibilidade do proces- so realizadas na Câ- maraFederalpelopre- sidente interino da casa, deputado Wal- dir Maranhão (PP/ MA), que, em uma canetada, instruído pelo patrono da in- diciada e pelo gover- nador Flávio Dino (PC do B/MA), cancelava os procedimentos realizados pelos deputados federais, com alegações que não se sustentavam. Foi motivo de come- morações entre os comuno-petistas, com discursos e foguetórios, logo desmontados pela decisão do presidente do Senado que desconheceria a anulação e que na área do Senado, o processo teria andamento. O autor do hilário recurso entendeu a bobagem que havia feito com a contestação generalizada, induzido pelos dois “dilmistas” e procu- rou consertar enviando a Renan Calheiros (PMDB-AL), ofício onde recuava e dava o dito pelo não dito. No Senado a tropa de choque feminina, integrada por quatro senadoras, criava obstáculo invo- cando motivos para anulações e prolongamentos, pacientemente recusadas pela Mesa. Finalmente, no último dia, Cardozão entra com um petitório no Supremo, arguindo da inconstitucionalidade do pro- cesso e pedindo sua anulação. Mais uma vez o ministro Teori Za- vaski (STF) recusou provimento e aí morreu a derradeira interven- ção governista para sustar a medida. Os números todo o Brasil co- nhece e mais uma vez a sra Dilma foi derrotada (55 X 22) surpreen- dendo a própria Oposição que não esperava tal diferença. A chicana, o embuste, a indução a erro, a alegação insustentável, a mentira deslavada e até a omissão da verdade foram pontos de apoio dos que pretendiam procrastinar os finalmentes. Não conseguiram e agora vão ter que bolar outros estratagemas de defesa. Ou como assinalado, novas “manhas e artimanhas”. Reis de Souza MANHAS E ARTIMANHAS Passado mais de seis meses já desde o rompimen- to da barragem do Fundão, em Mariana, que representou a maior catástrofe ambiental da história do Brasil e, seguramente, uma das mais impactantes do mundo. A amplitude e intensidade de suas con- sequências alcançaram proporções inéditas segun- do a experiência institucional e acadêmica brasileira, deixando pasmos todos aqueles que acompanharam, pela impren- sa, a narrativa dos fatos que ante- cederam e sucederam ao rompi- mento. Perdas de vidas humanas, desestruturação afetiva e material de famílias inteiras, danos irrever- síveis à biodiversidade, ao patrimô- nio cultural, aos recursos hídricos e, sobretudo, às comunidades que viviam intimamente conectadas à vida do rio Doce e seus afluentes, como o ribeirão do Carmo e o rio Gualaxo, compuseram cenas de uma tragédia jamais vista nestas terras. O que causa nova perplexidade, entretanto, mesmo depois de tudo o que ocorreu até agora, é a postura que as empresas diretamente envolvidas no caso –Samarco, Vale e BHP Billiton–, com a compla- cência de alguns órgãos da administração pública fe- deral e estadual, têm adotado em relação às gra- víssimas consequências do rompimento. Uma postu- ra que "rompe" claramente com a efetividade de al- guns dos princípios e garantias mais caros, centrais e recorrentes na retórica do direito ambiental, como o do desenvolvimento sustentável, da prevenção e do poluidor-pagador. Que sustentabilidade pode haver em um em- preendimento minerário que, na contramão do que preceitua o art. 170, inc. VI, da Constituição da Repú- blica de 1988, desconsidera a defesa do meio ambien- te, no interesse das presentes e futuras gerações, como um princípio inerente à atividade econômica? As corporações mineradoras envolvidas no caso, com apoio de alguns representantes dos pode- res públicos municipal, estadual e federal, mesmo após a maior tragédia ambiental brasileira, têm defen- dido a retomada, continuidade e até mesmo a ampli- ação de suas atividades em Mariana, antes mesmo da comprovação da segurança das estruturas remanes- centes do complexo de rejeitos, que ainda seguram mais de 110 milhões de m³ de lama. Como se a busca pelo "desenvolvi- mento", pela oferta de empregos e a ge- ração de receita para os cofres públicos fossem motivos su- ficientes e legítimos para postergar ou relativizar a urgên- cia das medidas de reparação e conten- ção de danos ambi- entais. Que preven- ção pode haver na condução de uma atividade ex- trativa que desconsidera diretivas técnicas cruciais para evitar a ocorrência de danos ao meio ambiente e à sociedade? Logo após o rompimento da barragem, houve quem o atribuísse, às pressas, a um suposto SAMARCO -TRAGÉDIA ANUNCIADA!* Carlos Eduardo Ferreira Pinto "abalo sísmico" na região. Uma tentativa vã de impu- tar à própria natureza a responsabilidade por sua destruição, que tem em fatores humanos a sua origem, como tecnicamente tem sido largamente evidenciado. E, finalmente, à luz do princípio do poluidor- pagador, que responsabilidade pode haver na postu- ra vagarosa e protelatória que as empresas envolvi- das, sob a complacência de órgãos e de acordos pú- blicos e do "greenwashing" de prêmios e certificações ambientais, têm assumido em relação às consequências do extravasamento da lama da barragem de Fundão? Cento e oitenta dias após o rompimento da barragem –tempo equivalente ao utilizado para a sua constru- ção– parecem não ter sido suficientes para que os responsáveis pela tragédia implementassem medidas minimamente eficientes em relação à contenção dos estragos socioambientais da lama, que ainda conti- nua a fluir da barragem. Diante de tudo isso, é preciso que a sociedade brasileira como um todo, titular do direito fundamen- tal ao meio ambiente ecologicamente equilibrado (Constituição, art. 225, caput), permaneça vigilante e continue a exigir dos corresponsáveis pela tragédia de Mariana a adoção de todas as medidas necessárias para a reparação integral dos danos socioambientais causados pelo rompimento da barragem do Fundão. Será uma tarefa árdua e para muitos anos, dada a magnitude desses danos. Mas, o Ministério Público do Estado de Minas Gerais, como defensor que é dos direitos fundamentais e sociais, permanecerá firme ao lado da sociedade brasileira, na defesa dos direitos ambientais das gerações atuais e daquelas que ainda estão por vir. Por outro lado, a ética e a responsabilidade so- cioambiental das empresas que atuam na extração mineral precisam ser resgatadas e fortalecidas, e com urgência. Já a implementação da política ambi- ental precisa ser levada a sério por agentes públicos e econômicos. Não basta parecer sustentável, uti- lizando-se da "roupagem esver- deada" de autorizações e licenças administrativas ineficientes, ou de prêmios e selos de qualidade am- biental que não refletem a realida- de. O caso Samarco deixa patente o fato de que estamos todos ex- postos ao risco de acidentes am- bientais decorrentes de atividades tidas como "regu- lares". Autorizações e licenças ambientais não são garantia de segurança ou sustentabilidade, como muitos querem crer. * Promotor de Justiça do Estado de Minas Gerais O maior desastre ambiental jamais ocorrido neste planeta A lama percorreu mais de 700 km até alcançar o Oceano Atlântico Internet 23
  • 24.
    Minas Gerais corresério risco de ver tópicos relativos a ideologia de gênero aprovados em seu Plano Estadual de Educação, que regulará a condução da área pelo Go- verno do Estado nos próxi- mos dez anos. A ideologia de gênero é uma doutrina política que defende que ninguém nasce homem ou mulher, que a se- xualidade é algo socialmen- te criado ao longo da vida e que, por esse motivo, na es- cola crianças devem ser tra- tadas como seres de gênero neutro desde a mais tenra infância, não podendo a pro- fessora incentivar compor- tamentos masculinos e femininos em ne- nhuma delas. Para os professores que adotam essa teoria, meninos e meninas devem brincar de bonecas e carrinhos, usar azul e rosa e dividirem o mesmo ba- nheiro, independentemente de suas dife- renças físicas e psicológicas, que para eles não existem. Desde o segundo go- verno Lula há uma clara ten- tativa do Ministério da Edu- cação de colocar a ideologia de gênero como parte do pla- no curricular das escolas bra- sileiras. Em 2013 o governo petista sofreu uma grande derrota quando tentou colo- caroentãochamado“kitgay” como parte do Plano Nacio- nal de Educação, tendo per- dido a votação no Congresso devido à grande pressão feita por setores da soci- edade civil nos deputados e senadores. No ano passado houve uma segunda ten- O RISCO DA APROVAÇÃO DA IDEOLOGIA DE GÊNERO EM MINAS GERAIS Por Movimento Brasil Livre- Belo Horizonte Link para inscrições: http://www.almg.gov.br/acompanhe/eventos/hotsites/2015/ forum_tecnico_plano_educacao/etapa_final/index.html?albPos=1 tativa de impor esse conteúdo, dessa vez através das Câmaras Municipais, tendo o governo petista obtido pouco êxito. Mesmo com as vitóri- as legislativas há aplicação de conteúdo inadequado em salas de aula de todo país, sem nenhum tipo de autori- zação ou mesmo conheci- mento dos pais e responsá- veis das crianças que são expostas desde os 4 anos a essapráticapedagógica.São inúmeras as denúncias so- bre livros como “ A Princesa e a Costureira” que trata da relação erótica entre duas mulheres e sobre materiais adotados em sala de aula, como o questionário adotado na escola Domingos José Dutra Diniz de Contagem já denunciado neste jornal. Outro problema surgido foi a ques- tão dos banheiros mistos adotados para meninos e meninas em escolas de todo país e da tentativa de uso de banheiros femininos em escolas secundárias por homensquesedeclarammu- lheres. Hágrandepossibilida- de que a Ideologia de Gêne- ro seja contemplada no Pla- no Estadual de Educação de MinasGerais,devidoaoses- forços feitos pelo sindicato SindUte para aplicar essa pauta no texto final do pro- jeto e da Secretária Estadual deEducaçãomineira,Macaé Evaristo, notória militante da causa. Nos dias 15, 16 e 17 de junho ocorrerá a Plená- ria Final de discussão do Plano na As- sembleiaLegislativadoestado, com trans- missão televisionada. As inscrições para essa reu- nião estão abertas no site da Assembleia e para as pessoas de bem terem voz e voto no último dia, é fundamental que se ins- crevam e participem dos três dias de evento. Fica o convite para esse exer- cício de cidadania em prol da sanidade de nossas cri- anças e do direito natural dos pais de educar seus filhos. TORTURA & BOLSONARO, A DECLARAÇÃO DE UM PADRE 1) Nos primeiros 30 minutos acreditei que ele tinha ficado louco; 2) nas 2 horas seguintes, achei imprudente sua homenagem mas comecei a entender, a posição dele; 3) 12 horas depois, eu e milhões de brasileiros fomos obrigados a voltar a estudar história, desta vez com uma fonte diferente da que nossos professores utilizaram e, emmenosde24horas,oslivros“AVerdadeSufocada”e“GuiaPoliticamenteIncorreto do Brasil” se esgotam em todas as livrarias virtuais; 4) 24 horas depois, finalmente eu tinha compreendido a genialidade de Bolsonaro, que com 10 segundos, colocou milhões de pessoas para pen- sar... com 10 segundos ele plantou a semente da dúvida na cabeça de mui- ta gente; 5) 36 horas depois já fica claro na memória de quem havia esquecido que Dilma Rousseff é, na verdade, uma TERRORISTA ligada a VAR-Palmares que, dentre outros crimes como sequestro de avião, explosões de artefatos e roubos, está ligada à morte do soldado de 18 anos Mario Kozel Filho; com menos de 48 horas Bolsonaro joga querosene na fogueira que o PT achou qu tivesse apagado, a da Comissão da Inverdade, (ou comissão da meia verdade); 6) 48 horas depois, você acha que o Bolsonaro vai agir como qualquer outro político em meio a uma repercussão e deixar a poeira abaixar, ou “pedir desculpas”, esconder-se ou tentar “desdizer o que disse”. Ele surpreende e VAI PRA BRIGA COM TUDO; 7) Uma semana e meia depois as redes de televisão continuam fazendo grande estardalhaço sobre o que ele falou e, a OAB-RJ é a grande responsável por isso, por ter entrado com o pedido de cassação no STF, continuam batendo no deputado Bolsonaro e como bolo quanto mais bate mais cresce, mais conhecido do povo ele será. Obrigado, Rede Globo e outras redes de televisão. Obrigado OAB, por estar ajudando o Brasil, nos provocando a conhecer mais a nossa História, oculta pelo PT, e as ideias do Deputado Jair Bolsonaro, lhe dando a devida exposição, que de outra forma não teria; 8) Falem o que quiser do Deputado Jair Bolsonaro, em nível de conhecimento sobre os bastidores do Regime Militar e da política dos guerrilheiros/terroristas do PT e outros, está anos à frente de qualquer outra pessoa. Do site: www.averdadesufocada.com.br FERNANDOPIMENTEL RECEBEU R$ 20 MILHÕES, DIZ DELATOR O empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, afirmou em delação premiada que o Grupo Caoa pagou R$ 20 milhões ao governador de Minas, Fernando Pimentel (PT) "Vocês não vão tirar a presidente Dilma do poder. Podem até ga- nhar aqui nesta corte, mas nos pedirão clemência quando for- mos às ruas. A classe média é analfabeta política e tem de ficar noseulugarinsignificantedecon- tribuinte e deixar a esquerda inte- lectual garantir o futuro dessa nação". Vanessa Grazziotin (Senadora pelo PCdoB) Padre Paulo Roberto Campo Grande 8Nº 227 - Maio/2016 24 Internet 24
  • 25.
    Há mais de20 Anos • Garçon • Churrasqueiro • Cozinheiro • Segurança • Motorista p/ Noivas • Serviços de Buffet completo • Doces e Salgados por Encomendas Concessionário do Bar / Restaurante do Círculo Militar desde 2011 E-mail: aldairluciano@yahoo.com.br Fone: 99649-7910 / 99264-2839 Vendo um aparelho auditivo Widex M3-19, de fabricação dinamarquesa, para um ouvido, sem uso, pela melhor oferta. Tal aparelho custou R$ 7.900, com nota fiscal. Tratar: (31) 3347-5948 VENDE-SEVENDE-SEVENDE-SEVENDE-SEVENDE-SE APARELHO AUDITIVO DE ALTA PRECISÃO. ALPHAVILLE - Centro Comercial Pratos executivos, churrascos, risotos, massas e vinhos selecionados Nissan - Versa modelo 2016 Paredão para tênis, Deck Condomínio localizado na beira da Lagoa de Araruama ANUNCIE NESTE JORNAL jornal@jornalinconfidencia.com.br (31) 3344-1500 98905-0477(31) Nº 227 - Maio/2016 25 Fazendo sua Festa com Prazer 25
  • 26.
    8Nº 227 -Maio/2016 26 GRUPO URUGUAIANA COMEMORA 185 ANOS Aconteceu na última quinta-feira, 5/5, a formatura militar em comemora- ção ao aniversário do 22º Grupo de Ar- tilharia de Campanha Autopropulsado - Grupo Uruguaiana. A solenidade foi prestigiada pelo chefe do poder Legislativo, vereador Adalberto Silva (PP), acompanhado pelo vereador Irani Fernandes (PP), que rece- beu o Diploma de Amigo da Unidade pelas contínuas demonstrações de ami- zade e apoio às atividades desenvolvi- das pelo Grupo Uruguaiana, distinção também conferida ao Cel Federico Miguel Uriburo, cmt do GA/3 Passo de Los Libres/Corrientes/Argentina. Tam- bém houve a entrega da boina aos re- crutas que concluíram a formação bási- ca militar. O 22º GAC AP teve sua origem no Corpo de Artilharia a Cavalo, em 4 de maiode1831.Elemudoudedenominação várias vezes, mas consagrou-se como 1º Regimento de Artilharia a Cavalo, duran- te as guerras contra Oribe e Rosas e tam- General José Alberto Leal; Neraí Kaufmann, vice-prefeita; Cel Fontoura, Chefe do EM/2ª Bda C Mec; Cel Marcos Hernandez Barreiros, Cmt 22º GAC Ap; vereador Adalberto Silva, presidente da Câmara Municipal. Na ocasião, recebeu o diploma Amigo do 22º GAC Ap o Cel Federico Miguel Uriburo, Comandante do 3º Grupo de Artilleria de Passo de Los Libres/Corrientes/Argentina. bém no maior conflito bélico ocorrido na América do Sul, a guerra do Paraguai. Neste último conflito, tomou parte no cerco que resultou na rendição do Gen Estigarribia do Exército Paraguaio e a consequente retomada da Vila de Uru- guaiana, em setembro de 1865. OGrupodeArtilhariafoitransferido para Uruguaiana em 16 de maio de 1925, vindodavizinhaAlegrete,comadenomina- ção de 17º Grupo de Artilharia a Cavalo, ocupando as atuais instalações. Muda de denominação por mais três oportunidades, passando,finalmente,em1968,asechamar 22º Grupo de Artilharia de Campanha. Em 1972,oExércitoBrasileiroconcedeadeno- minação histórica de Grupo Uruguaiana, baseado no seu passado histórico e de tradições, particularmente, com a partici- pação que teve na retomada de Uruguaia- na, bem como pela perfeita integração hoje existente com a cidade que o abriga. A Unidade foi agraciada ainda, em 06 de setembrode1995,comamedalhadeOuro da Cidade de Uruguaiana.Jornal CIDADE - Uruguaiana - 16/05/2016 26 Ao Comandante do 22º GACAo Comandante do 22º GACAo Comandante do 22º GACAo Comandante do 22º GACAo Comandante do 22º GAC Cel José Júlio Dias BarretoCel José Júlio Dias BarretoCel José Júlio Dias BarretoCel José Júlio Dias BarretoCel José Júlio Dias Barreto Prezado SenhorPrezado SenhorPrezado SenhorPrezado SenhorPrezado Senhor 1 - Inicialmente agradeço sua gentileza em me oferecer o livro “De São Gabriel a Uruguaiana – 22º Grupo de Artilha- ria de Campanha – Grupo Uruguaiana”, no dia 20 de de- zembro de 2001, por ocasião de minha visita ao aquartelamen- to do ex-4º GA 75 Cav., onde servi por mais de 10 anos. 2 - Atendendo a solicitação desse Coman- do, apresento os fatos que deveriam ter cons- tado no aludido livro, por serem imprescindí- veis não só para a história do Grupo como também para a História do Exército e do Brasil, hoje tão deturpada por aqueles que foram der- rotados na década de 1970. Os dois fatos histó- ricos mais importantes, acontecidos no 4º GA75 Cav, e que tiveram ressonância nacional, sendo exemplos no combate á tentativa de marxi- zação e instalação de um governo comuno- sindicalista em nosso país, são: 25 de agosto de 1961 – Renúncia de Jânio Quadros AdestituiçãodoComandantedoGrupo,tencel Carlos Alberto Soares Futuro e de seu sub-comandante, tencel Paulo Ignácio Domingues. Ambos foram presos, assim como todososoficiaisqueficaramsolidárioseleaisaoseucomandante (exceto um), que era contra a posse de João Goulart, por deter- minaçãodoComandanteda2ªDC,general-de-Brigada, Ênio da Cunha Garcia, em reunião realizada no Comando do 4º GA75 Cav. Tiveram o quartel por “ménage”, exceção para o coman- dante e seu sub que foram para o Quartel General. Na ocasião, aviões da FAB, sobrevoaram o aquartelamen- to lançando panfletos assinados pelos ministros militares (Odylio Denys, Sylvio Heck e Grun Moss), dispensando a tropa incorporada. Passou a responder pelo Comando, o major Jorge Ernesto de Godoy. No livro não existe uma única linha sobre este assunto. Por quê? É um fato histórico que deve ser divulgado por servir de alerta, ao que viria acontecer. Belo Horizonte, 11 de janeiro de 2002 Contra Revolução de 31 de março de 1964. Não é verdade o que consta nas páginas 100 e 101. Não havia falta de informações – As rádios transmitiam os acontecimentos, os jornais de Porto Alegre chegavam diaria- mente a Uruguaiana (inclusive O GLOBO), o Comandante da Capitania dos Portos do rio Uruguai, através da rede rádio da Marinha informava o que vinha acontecendo em Minas e no Rio. O Grupamento de Fuzileiros Navais, também participa- va da rede de informações. O oficial de Comunicações do Grupo mantinha o Coman- dante informado desde 31 de março, do deslocamento das tropas mineiras. O tencel Raposo manteve o sistema de auto- falantes do Grupo funcionando e transmitindo até os pronunciamentos de Leonel Brizola pela “Rede da Legalidade”. O principal e decisivo fato ocorreu às 0600h de 01deabril,quandooCel.LuizSerffSellmann(Co- mandantedo4ºGA75Cav.de12.02.58a03.03.61), Chefe do Estado Maior da 2ª DC, acompanhado do E5, major Gilberto Oscar Miranda Schmitt, dirige- se ao quartel do Grupo. Seu Comandante, tencel Raposo e seus oficiais que já os esperavam, reu- nidos, ouvem de Sellmann: “Neste momento avoco o Comando da 2ª DC”. Raposo declarou que o Grupo estava pronto para cumprir missão e de imediato, ordens foram expedidas e começa- ram a ser executadas. Em seguida, Sellmann e Raposo, dirigiram-se à pé, para o 8º RC e disseram ao Comandante, tencel Carlos Ramos de Alencar, que esperavam contar com seu apoio, o qual imedi- atamente foi declarado. 3 - Omitindo estes dois fatos, a história referente ao Grupo Uruguaiana perde a credibilidade, pois este último relato já é do conhecimento do Presidente da AHIMTB, cel Claudio Mo- reira Bento, que acolheu depoimento do então general-de- Divisão Sellmann, colocado no Centro de Informações de His- tória Militar Terrestre do Brasil, na AMAN. O Coronel Amerino Raposo Filho prestou depoimento so- bre o Movimento de 31 de março de 1964, para o Projeto de História Oral do Exército Brasileiro, assim como também este signatário. Estamos convencidos de que não fosse a posição assumida, oportuna e corajosa, tomando a iniciativa das ações pelos ex- comandantesdo4ºGA75Cav.,CoronelSellmannetcelRaposo, poderia ter se instalado no Rio Grande do Sul, um “Governo de Resistência”, pretendido por Jango e Brizola. Em hipótese alguma, estes relatos poderiam ser omitidos no livro da História do Grupo Uruguaiana e nada melhor para comprovar do que a frase citada pelo Comandante do Exército, generalGleuberVieira,naOrdemdoDiade31demarçode2000: “A História que não se apaga nem de rescreve”. 4 - Ainda, como colaboração, lembro entre outro fatos: • A visita do Ministro da Guerra, general Henrique Duffles Teixeira Lott, em 1956 • O 4º GA75 Cav. sagrou-se campeão de pontaria e de tiro de Grupo no âmbito da 2ª DC, competindo com o 8º Ga75 CAv. (Santana do Livramento) e o 3º Ga75 AR (Alegrete)emcompetiçãorealizadanoanodeinstrução1957/58 • Equipe de basquete de oficiais, bi-campeã divisionária (1956/ 57) • Soldado Sidney Martins – campeão do Exército – 100m rasos(1966)• Equipedehipismo,vencedoradeváriosconcursos noâmbitodoIIIExércitoeda2ªDC• SededosJogosdaPrimavera (1963/64/65/66/67/68)eorganizadordoseventos• Oferecimento do1ºPavilhãoNacionalao22ºGAC,pelossoldadosereservistas emnovembro/69,emsolenidademilitar,coformeconviteassina- do pelo Cel Léo Nunes da Silva (61º aniversário do Grupo) • Oferecimento pela Prefeitura de Uruguaiana do Estandarte Histórico ao 22º GAC em solenidade cívico-militar, quando o PrefeitodaCidade,celAntonioAugustoBrasilCarús,entregou- o ao comandante, cel Hisan Villar Tavares Guerreiro, sob rara emoção de ambos e da população uruguaianense • O tencel SellmannassumiuoComandodoGrupoem12.02.58enãocomo consta no livro (02.07.57) • Espero ter colaborado com esse Comando,apresentandoosesclarecimentosacimasobreeventos acontecidos nas décadas de 1950/1960, no então 4º GA 75 Cav. e olvidados no texto do livro e dos quais participei. 5 - Relembrando as palavras do general Gleuber, contesto o publicado no livro “Grupo Uruguaiana”, que apaga 1961 e res- creve 1964, deturpando a história, a tradição, os valores morais e a verdade, que não devem nem podem ser sonegados à posteri- dade, desmerecendo os feitos daqueles que arriscaram suas vidas e suas carreiras, pelo bem da sua Pátria. 6 - Com essa omissão, o livro perde inteiramente o seu valor histórico. Atenciosamente, Carlos Claudio Miguez Suarez Aspirante, Tenente e Capitão do 4º GA 75 Cav. (1955/66)
  • 27.
    Nº 227 -Maio/2016 27 Ao tomar conhecimento da notícia na página ao lado, publicada no jornal CIDADE, de Uruguaiana (recebo pela internet suas edições e as do Diário da Fronteira), meu pensamento retrocedeu meio século, pois não poderia dei- xar de relembrar quando servi nessa Unidade – 4º Grupo de Artilharia 75aCavalo,pormaisde 11 anos. Desde aspiran- te a oficial (apresentação a 10 de março de 1955) até 1º tenente (04 de fe- vereiro de 1962), quan- do fui cursar a Escola de Educação Física, retor- nando como capitão re- cém promovido, a 11 de fevereiro de 1963. Em 1965, cursei o 1º turno da EsAO – Es- cola de Aperfeiçoamento de Oficiais e mais uma vez, re- tornei ao Grupo desempenhando as funções de Coman- dante de Bateria de Canhões, oficial de Educação Física e de “relações públicas”, junto ao Exército Argentino/ Guarnição de Paso de los Libres. No livro, não há qual- quer referência ao ótimo relacionamento existente com o Grupo de Artilleria 3, quando aconteciam partidas de futebol, concursos hípicos e até instruções de escolas de fogo eram ministradas e assistidas pelos artilheiros dos dois países. Quando da mudança da designação de 4º GA75 Cav para 22º GAC, ocorrida em 04 de setembro de 1968, não mais estava no Grupo, pois a 18 de julho de 1966, fui transferido para o H.Gu.U- Hospital da Guarnição de Uruguaiana, por não haver em seus quadros nenhum oficial combatente. Nessa ocasião fui escalado para administrá-lo e reorganizá- lo, o que fiz com grande sucesso. E lá fui eu, sem perder o contato com o Grupo e onde fiquei até ser excluído em 02 de setembro de 1968. E mais uma vez, por determinação do general de Brigada Tasso Villar de Aguino, comandante da 2ª DC, passo à disposição do QG para organizar as Olimpí- adas Divisionárias ocorridas em novembro. E finalmente, no início de dezembro fui desligado e segui para a DPA – Diretoria do Pessoal da Ativa, no Rio de Janeiro. Feita a apresentação, vamos ao que mais interessa: a verdadeira História do 4º G A 75 Cav, pois me sinto no direito e no dever de divulgá-la, o que faço a seguir, sem qualquer cronologia, iniciando com a carta endereçada ao então comandante do 22º GAC, em janeiro de 2002. A VERDADEIRA HISTÓRIA DO 4º GA 75 CAV Desde o início de 1963, ao término do curso de Edu- cação Física, fui convidado para ser professor de Edu- cação Física no Colégio Estadual Dom Hermeto (com o apoio do meu comandante, tenente-coronel Veterano FEB Amerino Raposo Filho, que também era professor na Uni- versidade local) e técnico de basquete do Clube Juvenil, funções que exerci até ser transferido para o Rio de Ja- neiro, em dezembro de 1968. Durante o seu Comando, o coronel Raposo além de conscientizar seus quadros, abriu as portas do aquarte- lamento para a população uruguaianense, particularmente aos estudantes, pois somente ali existia um local adequado para a prática de atletismo e ainda, campo de futebol com arquibancada, quadras de basquete e de vôlei, para a rea- lização dos Jogos da Primavera, patrocinado pelo Lions Clu- be, iniciados em 1963. Desde então, ele já pressentia o que viria a ocorrer em 1964, adqui- rindo a confiança da sociedade e da juventude uruguaianenses, que fu- turamente apoiariam a Revolução de 1964 e as Forças Armadas. Junto com o então coronel Luiz Serff Sellmann, Chefe do Esta- do Maior da 2ª Divisão de Cavalaria e ex-comandante do Grupo, escre- veram a verdadeira e única página da História do Movimento Cívico-Mili- tar de 31 de março de 1964, no Rio Grande do Sul. Lembro que Jango e Brizola, seriam presos a 4 de abril de 1964, no aeroporto de Uruguaiana, ao desem- barcarem do avião, pela Guarda de Honra do 8º Regimento de Cavalaria, se Minas não tivesse se antecipado àquela data. O General Sellmann comandou a AD/1 – Artilharia Divisionária da 1ª Região Militar, foi presidente do Clube Militar, cursou a ESG – Escola Superior de Guerra e integrou a CGI Comissão Geral de Investigação, como vice-presiden- te. E nada disso constou no livro do Grupo! Outro fato importantíssimo acontecido em agosto de 1961, por ocasião da renúncia de Jânio Quadros: a “Cadeia da Legalidade” não mereceu qualquer comentário: O 8º RC estava com o general Ênio da Cunha Garcia, comandante da 2ª DC (que se ligava diariamente por telefone com Brizola em Porto Alegre), de quem recebera ordens para cercar o Grupo e se necessário, atacá-lo. O 1º Esquadrão comandado pelo 1ª tenente Antonio Augusto Brasil Carús, entrou em po- sição para invadir o Grupo e o Esqua- drão de Petrechos Pesados sob o co- mando do Capitão Clovis Jacy Bur- mann, apontou seus morteiros posi- cionados na invernada, a fim de apoi- ar a possível invasão do 1º Esquadrão. No Grupo, a 2ª Bateria de Ca- nhões, comandada pelo Capitão Einar Walter Berg, ocupou posição, apon- tando para o 8º RC para tiro direto. Eis uma síntese da verdadeira História do 4º GA 75 Cav e da Revolução de 1964, ocor- rida em Uruguaiana. Julgo, não é autopromoção, pois nesta altura da vida, já no Quadro de Acesso, que o livro do 22º GAC deveria ter sido escrito por este Editor. Preten- do, em breve, ainda este ano, lançar meu livro intitulado “ O 4º GA 75 Cav e a Contra Revolução no Rio Grande do Sul”, no qual o Movimento iniciado em Minas é acom- panhado passo a passo com o acontecido em Uruguaia- na. Aguardem... Olimpíada 2º DC - Novembro 1968, no estádio do Grupo O Comandante do Grupo, TenCel Sellmann e seus Oficiais O General Lott, o 2º Ten Miguez e o Cap Godoy Desfile de abertura dos Jogos da Primvera/1963 no estádio do Grupo Os Leões Salvador Faraco, Majores Gilberto e Schmidt e Jayme Ehlers e Luiz Queiroz, organizadores dos Jogos da Primavera /1964 tendo ao centro os Capitães Valdoir e Miguez Entrega do diploma de melhor atleta ao ex-soldado Sidney Martins, campeão do Exécito em 1966 Equipe de Hipismo: Capitães Rebelo, Mendes e Carrascosa e o 1º Tenente Miguez Julho/1958 27
  • 28.
    8Nº 227 -Maio/2016 28 Possivelmente, vivemos um dos mais severos “arrochos salariais” desde 1910. O assunto já foi levado ao conheci- mento das mais altas autoridades, em dife- rentes oportunidades. Noentanto, partirdefevereirode2004, vem assumindo uma configuração perver- sa, sem que seja empreendida nenhuma medida realmente eficaz para se contrapor a esse estado degradante que atinge a to- dos Militares das Forças Armadas. •Emfevereirode2004,aremuneração média per capita dos militares correspondia, naquele mês, a 110% do valor da remunera- ção média da Administração Direta – cate- goria com a pior remuneração em todo o serviço público federal - e passou a equiva- ler, no final de 2015, a 69,00% desse valor; • Se compararmos às outras catego- rias de servidor público federal, a situação é mais precária ainda. A remuneração média dos militares federais equivalia, em janeiro de 2016, a: - 29,78% a dos Servidores do Banco Central; - 30,27% a dos Servidores do Legis- lativo; - 31, 22% a dos Servidores do Judi- ciário; - 37,73% a dos Servidores do Minis- tério Público Federal. Os indicadores desse descalabro po- dem ser percebidos, também, sob outras perspectivas: E O SALÁRIO, OH!!! REMUNERAÇÃO DAS FORÇAS ARMADASREMUNERAÇÃO DAS FORÇAS ARMADASREMUNERAÇÃO DAS FORÇAS ARMADASREMUNERAÇÃO DAS FORÇAS ARMADASREMUNERAÇÃO DAS FORÇAS ARMADAS Para conhecimento e providências urgentes dos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica. Emílio Gastão Medina35 6139185 03/16 251.487.895-69 001 2658-2 14071-7 2.949,00 353.88 471,84 0,16 43,22 113,24 283,10 96,17 SOLDO ADIC HAB ADIC MIL SALÁRIO FAMÍLIA FUSEX DESP MED FUSEX 3% P MIL 7,5% IMPOSTO RENDA 3.774,88 534,64 R R R R D D D D A452636B5C 3.240.24 0316 03/16 Eis o contra-cheque de um 3º sargento temporário com 4 anos de serviço que já está entrando no cheque especial e empréstimo consignado por estar pagando aluguel (onde está o antigo auxílio-moradia?). Recebe pouco mais de R$ 3 mil, enquanto o vencimento inicial de um soldado PM é R$ 4.098. O salário família de R$ 0,16 é simplesmente ridículo. A última correção nos soldos data de abril/2015. Já se passou mais de um ano com inflação de quase 11% a.a. reconhecida pela governo, mas que na nossa opinião deve ser superior a 15%, haja vista o aumento de preços, principalmente na alimentação, mensali- dades escolares, transportes e remédios. A próxima será de 5,5% a partir de agosto, menos da metade da inflação! Uma vergonha para os integrantes das Forças Armadas. Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas – Exmº Sr. Alte Esq. Ademir Sobrinho Desculpe pela propaganda não intencional, mas não poderia deixar de confirmar, por escrito e por foto, um dos argumentos que tenho levado a consideração de todos, qual seja: a injustiça, falta de consideração e de respeito quanto à fixação do Valor da ETAPA dos Militares ainda hoje em R$7,70 / Dia / Militar! Veja não só o custo promocional do “sandwich” abaixo e de seus acessórios (lata de refrigerante e uma porção de batatas fritas) que chega a custar R$35,00 / unidade!!!! Chega a ser um “deboche e um escarnio”! Isso para não falar do Salário Família que é de R$0,16 por Militar / Dependente / Mês!!!!! Enquanto isso, há setor do Exe- cutivo que gastou por ano com refeição a bordo do Avião Presidencial cerca de R$2 milhões /anoeemsua(s)residência(s)cercadeR$16milhões/ano. Dariaparaalimentar,mal,éverdade, aproximadamente 16.000.000,00 / 7,70 = +/- 2.077.000 Militares / Ano. Respeitosamente, José Carlos Lusitano - Contra – Almirante (REF) ARTIGO SOBRE O VALOR DA ETAPA DE ALIMENTAÇÃO DIÁRIA DAS FORÇAS ARMADAS AsituaçãodoPL4255/2015,de31/12/2015,doPoderExecutivo,queconcedeaosmilitaresfede- rais um reajuste remuneratório de 5,5% a contar de 31 de agosto próximo, está, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional -CREDN, da Câmara Federal, em permeio a mais de 200 projetos sobre uma infinidade de assuntos, na seguinte situação (vejam abaixo): Nota: logo na primeira semana de janeiro de 2016, em pleno recesso parlamentar, o PL foi numerado, e o Presidente da Câmara, Eduardo Cunha, ao determinar, de acordo com o Regimento Interno, o seu trâmite inicial pela CREDN, classificou-o de prioritário. De lá para cá já decorreram praticamente cinco meses, e ainda não foi designado o relator. Esse descaso, essa desconsideração para com os militares, diz muito claramente qual é a importância atribuída às FFAA. Mas daqui a dois meses, serão esses mesmos parlamentares que estarão depositando nas FFAA a responsabilidade pela garantia da segurança das Olimpíadas. Coronel Av Lúcio Wandeck - Membro da CIM - Comissão Interclubes Militares - REMUNERAÇÃO DOS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS - INFORMAÇÃO ATUALIZADA EM 25/05/2016 Continuamos recebendo farta documentação pela internet, com pedidos para repassar, versando sobre a remuneração defasada dos vencimentos dos integrantes das Forças Armadas. Em nossa edição de nº 223 de 31 de janeiro, apresentamos a pedido de nossos lei- tores, a realidade vivida pelos militares, causando grande repercussão. Relembremos os principais assuntos: TRABALHO ESCRAVO – soldado recruta recebe um soldo de R$ 642 e um cabo não engajado R$ 702!!! (bem menos do que um salátio minímo) De JANEIRO/2005 a JANEIRO/2016 – o salário mínimo subiu 240% e o soldo (em SM) regrediu 31%!!! Acredite se quiser! TABELA DO IMPOSTO DE RENDA ACUMULA DEFASAGEM DE 72% Atualmente circula ininterruptamente na internet, o "tratado" abaixo de autoria do General de Divisão Synésio Scofano Fernandes, datado de 20 de maio, do qual extraímos: "A DRAMÁTICA SITUAÇÃO SALARIAL"A DRAMÁTICA SITUAÇÃO SALARIAL"A DRAMÁTICA SITUAÇÃO SALARIAL"A DRAMÁTICA SITUAÇÃO SALARIAL"A DRAMÁTICA SITUAÇÃO SALARIAL DOS MILITARES FEDERAIS"DOS MILITARES FEDERAIS"DOS MILITARES FEDERAIS"DOS MILITARES FEDERAIS"DOS MILITARES FEDERAIS" - 55% dos Primeiros Sargentos do Exército (militar com mais de quinze anos de serviço) têm uma remuneração média líqui- da inferior a R$ 3.580,00; • A remuneração bruta de um Coronel (militar com 25 anos de serviços e com todos os cursos que a carreira impõe ) é inferior a de um Oficial de Inteligência da ABIN de Segunda Classe; • Um General-de-Divisão percebe menos que um Técnico em Polícia Criminal Civil dos Ex-Territórios de Rondônia e Roraima; O soldado brasileiro não pode parti- cipar do saneamento do lamaçal. É impensável alterar os princípios da paridade e da integralidade, as regras de transição (que estão em trânsito), as con- dições para a concessão de pensões, dolo- rosamente impostas aos militares e que não podem agora serem amputadas para produzir os meios financeiros necessári- os a alimentar (a víbora que ainda respira) ou remendar os efeitos de ações crimino- sas. A Família Militar está se endividan- do, mensalmente, para atender às suas ne- cessidades básicas, às despesas com a educação de seus filhos e aos remédios. Nada mais há para ceder. As conseqüências dessas decisões devem ser avaliadas, solitariamente, pelos responsáveis pelo ato de decidir. Charge publicada em 2005, permanece atual 28
  • 29.
    Nº 227 -Maio/2016 29 Faleceu, aos 90 anos, em Porto Alegre, o Coronel de Cavalaria Mauro Costa Rodrigues (Turma 1948 da Escola Militar de Resende), nascido no Rio de Janeiro/RJ. Até o posto de Coronel, no qual se reformou, exerceu as funções específicas dos di- ferentes postos da carreira no 8º Regimento de Cavalaria e na 2ª Divisão de Ca- valaria, em Uruguaiana/RS, na Diretoria Geral de Ensino do Exército e no Ga- binete do Ministro do Exército. Foi instrutor na Academia Militar das Agu- lhas e no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro. Fez os cursos de instrutor da Escola de Educação Física do Exército, da Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército. No serviço público civil, exerceu os cargos de 1º Coordenador Geral do Projeto Rondon, de Secretário Geral do Ministério da Edu- cação e Cultura, de Secretário de Estado da Educação e Cultura do Rio Grande do Sul e de Conselheiro Federal de Educação. Além disso, exerceu comissões temporárias de Ministro interino da Educação e Cultura, de Membro da Comissão da Juventude da UNESCO, de Presi- dente da Comissão do Livro Técnico e Didático, de Vice-Presidente do Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação e de Vice-Presiden- te do Conselho de Curadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 1965, por ocasião do Centenário da Retomada de Uruguaiana, foi realizada pela 2º Divisão de Cavalaria, a primeira for- matura no local da rendição dos pa- raguaios ao Imperador D. Pedro II, con- tando com a presença do general-de- Exército Arthur da Costa e Silva, Mi- nistro da Guerra que inaugurou o ago- ra tradicional Obelisco. Este impor- tante evento da História Militar e do Brasil, foi planejado, organizado e di- rigido pelo major Cav Mauro Costa Rodrigues do Estado-Maior da 2º D.C, com grande brilhantismo e compe- tência, sendo merecidamente homena- geado pela Prefeitura, passados 50 anos. Na iniciativa privada desempenhou cargos de direção em empresas dos ramos de de- senvolvimento organizacional, da educação, de previdência privada e de seguros, além de atividades no campo da agropecuária, exercida em propriedade familiar. Atuou também com grande sucesso em Luanda, capital da Angola, em 1981. Foi Conselheiro vitalício da Fun- dação Parque Histórico Marechal Manoel Luis Osório, Presidente do Conselho do Hos- pital Sanatório Belém e Presidente da Federação Gaúcha de Esportes Equestre (FGEE). Nes- te ínterim, era um apaixonado por cavalos e pela arte equestre. Jogou Pólo nos tempos que serviu em Uruguaiana e participou de competições hípicas, tendo sido criador e proprie- tário de cavalos de salto. Foi um dos grandes incentivadores do Hipismo no interior do Rio ARMAS EM FUNERAL CORONEL MAURO COSTA RODRIGUES 06/01/1926 20/05/2016 O Major Mauro conduzindo a cerimônia do Centenário Coronel Mauro e familiares: Alba Tarragó, Maria Adelaide Rodrigues, Maria Pia (filha), Terezinha (esposa), Beatriz Tarragó e Fátima (filha) Cel Mauro Grande Sul ao criar, como presidente da FGEE, o circuito hípico de saltos do interior. Enfim, o Coronel Mauro no jargão da caserna, “fazia de tudo, do alfinete ao foguete”. No campo pessoal sempre teve o cuidado de preservar suas amizades, tanto no meio militar co- mo no meio civil. Com amor, gentileza e a habilidade que lhe era peculiar agregava sua grande família, pois tinha um irmão em Brasília e outro no Rio de Janeiro. Exemplo de cidadão o Coronel Mauro sempre procurou seguir em todas suas atividades aquele dito de que: “Dar o exemplo não é a melhor maneira de influenciar os outros. É a única!” A Cavalaria e o Exército Brasileiro perderam um profis- sional de Escol, o Brasil uma grande homem público e seus familiares e amigos um companheiro que era “pau para qualquer obra”. Ficam na memória de todos os valores transmitidos por ele ao longo de sua vida: sentimento profissional, humildade, solidari- edade, honestidade, lealdade com superiores, pares e subordinados, ética, religiosidade e, principalmente amor ao próximo. Era casado com Teresinha, fiel companheira durante 65 anos e teve três filhas, Fátima, Regina (já falecida) e Maria Pia, quatro netos e um bisneto. Sua vida foi dedicada inteiramente à família e ao Brasil. Que São Jorge o acompanhe e que Deus o tenha. O HOMEM DO PROJETO RONDON NOS DEIXOU... Ontem, sexta-feira, com a presença de familiares e ami- gos do coronel Mauro Costa Rodrigues, foi cele- brada a missa de 7º dia de seu falecimento, ocorrido dia 20 do corrente mês na capital do Estado. Tendo sido o coordenador da Programação do Centenário da Retoma- da de Uruguaiana, em 1965, foi agraciado no ano passa- do pela Câmara de Vereadores com a Medalha do Ses- quicentenário, durante as comemorações desse históri- co evento, acontecido em 18 de setembro de 1865. Como seu amigo e colega de Cavalaria, consternado, registro aqui meus sentimentos de pesar à dona Terezinha, suas fi- lhas e netos, certo de que também o faço em nome dos amigos e amigas dela e de seus familiares. Página doPágina doPágina doPágina doPágina do BRASIL CARÚSBRASIL CARÚSBRASIL CARÚSBRASIL CARÚSBRASIL CARÚS (Publicado no Diário da Fronteira / Uruguaiana/RS - 27/05) QUEM FOI MAURO COSTA RODRIGUES Confesso que não é fácil resumir aqui neste espaço o notável e invejável cur- rículo deste exemplar homem público, que foi o coronel Mauro Costa Ro- drigues. Destaque entre seus pares na carreira militar, brilhou também nos diver- sos cargos exercidos na vida pública civil, com reconhecida competência e su- cesso quando esteve à frente da Secretaria de Estado da Educação/RS e da Secretaria-Geral do MEC, no qual também esteve como ministro interino. De- sempenhou ainda cargos importantes como o de conselheiro do Conselho Fe- deral de Educação e de primeiro coordenador-geral do Projeto Rondon, de sua lavra e execução. Este fabuloso projeto teve o mérito de mobilizar, como nenhum outro, os melhores soldados que o País pode dispor: os jovens estudantes, mo- vidos pelo idealismo e desprendimento, ombreando-se pela floresta para levar educação e saúde às populações que lá vivem isoladas da civilização. Pena que, por questões políticas, acabou sendo desativado e posteriormente reativado, estando hoje subordinado ao Ministério da Defesa. Coronel Mauro e Dona Terezinha 29
  • 30.
    8Nº 227 -Maio/2016 30 frontá-la. Sugeriu, quanto às eleições de 2016, que os Grupos definam desde já seus “slo- gans” para difusão a curto prazo. Apresen- tou a ideia da criação de um Código de De- fesa do Contribuinte e da mesma forma do Eleitor, para questionar impostos lançados sobre o povo e restringir as propagandas dos governos federal e estaduais, e também das estatais, induzindo as pessoas a erros, respectivamente. MARCELO GIRUNDI Grupo 13 de Março “Estamos aqui para enterrar o PT!” - enfatizou. Citou que há grande falta de médicos e profissionais de saúde – existe um descaso total com a Saúde. Frisou que a afirmação do governo do PT que supria as necessidades de saúde do povo é uma falácia, e que os doentes que morriam na entrada dos hospitais, hoje o fazem lá den- tro. Definiu que foram cortados 24.000 leitos do SUS no País, e que muitos médi- cos trabalham sem receber pagamento. Ape- lou às lideranças dos Grupos que deixem as vaidades de lado unindo-se, e que apoiem o Governo Temer. JOSE ANISIO DE OLIVEIRA E SILVA Vem Pra Rua Ressaltou que precisamos de união, pois a “jararaca” ainda está aí. Salientou que temos que estabelecer objetivos de lu- ta. Citou que o Brasil precisa ser livre pa- ra que possamos empreender, pois as em- presas são fontes geradoras de emprego. Considerou a Saúde, a Educação e a Jus- tiça Tributária adequada, essenciais para um novo País. Defendeu a retirada do go- verno do PT pela via democrática. GENEROSA COSTA DE OLIVEIRA Movimento da Família Brasileira Sustentou a posição de devermos es- colher pessoas que possam atuar para re- presentar sua comunidade. Identificou-se como uma liderança comunitária do Acaba Mundo, uma favela situada entre a Praça JK e o bairro Sion. Afirmou que o povo precisa aprender a votar, e que o tema “a importân- cia da política” deve ser levado às salas de aula para conscientizar os jovens, proporci- onando no futuro a escolha de bons candi- datos. Achou crucial a ida de todos às ruas na defesa de nossas ideias. Comentou que as bolsas que Dilma dá à classe menos pri- vilegiada, faz com que ela não cresça, trans- formando seus integrantes em parasitas. Considerou que os valores da Educação, Saúde e Segurança são cruciais, e que a co- munidade está acomodada, em razão da ma- nipulação pelo PT. CELPM LUIZ CARLOS RESENDE Partido Militar Brasileiro Identificou seu Partido, em criação, como “de direita”, e que possui como lemas a ética, a disciplina e a moral, com represen- tantes em várias Unidades da Federação. Citou que a entidade deseja uma política no- va e moralizada, e que a ação de mudança deve seguir a via democrática. CEL LUIZ CARLOS LOUREIRO Associação dos Oficiais da Reserva/BH Disse que devemos apoiar o esta- belecimento do Governo de Temer, e que os Grupos, unidos, necessitam promover atividades para colocar o povo nas ruas. Lembrou que o período de 180 dias é pe- rigoso, devido à possibilidade de mudan- ça do voto dos senadores. Considerou va- loroso evento que se realizava, e parabe- nizou o Grupo Inconfidência. CLAUDIO COSTA PEREIRA Movimento Brasil Livre Frisou que devemos nos empenhar para desmontar o esquema do PT que ainda vigora. Comentou que voltava de uma reu- nião na Assembleia Legislativa, com um pú- blico de umas 250 pessoas, na qual se dis- cutia a Educação e, com alta preocupação, assistiu com outros patriotas, os sindicatos e movimentos radicais presentes a pronun- ciarem-se por um ensino que vise o domínio Realizou-se em 24 de maio de 2016, às 20:00h, no Círculo Militar de Belo Horizonte,umacerimôniacomospropósi- tos acima citados. O condutor da solenidade, Cel Reynaldo De Biasi Silva Rocha, Presiden- te do Grupo Inconfidência, iniciou suas palavras dizendo que “uma grande batalha havia sido ganha, mas a consideramos ape- nas a primeira de muitas que virão”. Prosseguiu informando as finalida- desdoGrupo,queseconstituemnoComba- teaoComunismoeàCorrupção,noForta- lecimentodasForçasArmadasenaDefesa da Vida Humana e dos Valores Conserva- dores e Tradicionais da Sociedade. Emseguida,destacouapessoadoCel Carlos Claudio Miguez Suarez, Editor do JornalInconfidência,comoaquelequeteve a vontade política da criação do Grupo In- confidência, permanecendo sozinho 8 anos após sua fundação com grande sacrifício à testa da entidade, sendo por esta razão con- siderado a grande referência entre nós que, com orgulho, integramos o Grupo. Na sequência, manifestou-se o Cel Miguez, salientando a presença de muitas mulheres na reunião e lamentou que houve época em que distribuíamos 1.500 exempla- res apenas para as escolas de Minas Gerais, gratuitamente, e que nossa tiragem atual é de somente 3.000, cuja maioria é enviada às Organizações Militares do Exército, por fal- ta de recursos. Relacionou objetivos importantes pa- ra nós no momento: corte de verbas para o MST e UNE, retirada do Brasil do Foro de São Paulo criado por Lula e Fidel Castro em 1990etambémdaUNASUL,ealiberaçãodo jogo no País, sob gestão privada. Revelou seu contentamento em ver o Gen Sergio Westphalen Echegoyen como Chefe do Ga- binete da Segurança Institucional do novo Governo. Ao citar seu nome, foi espontane- amente aplaudido.Lastimou estar a mine- radora Samarco nas mãos do PT, motivo pe- lo qual não se punem os responsáveis pelo desastre ecológico de Mariana. Encerrou, enfatizando estar quase toda a imprensa ven- dida, com raras exceções. Retomando a condução, o Cel De Bia- si convidou um grande líder e os repre- COMEMORAÇÃO DOS 22 ANOS DE FUNDAÇÃO DO GRUPO INCONFIDÊNCIA NELA INSERIDO O 1º ENCONTRO DOS GRUPOS SOCIAIS DE BELO HORIZONTE, QUE SE CONTRAPÕEM AO COMUNISMO E AO GOVERNO DO PT sentantes dos Grupos presentes a ocupar lugares na mesa, passando a eles a pala- vra na ordem abaixo, que assim se ex- pressaram: GERALDO DE SOUZA ROMANO líder experiente, respeitado e reconhecido por todos os Grupos, na direção de manifestações e movimentos Agradeceu a presença de todos, em especial aos representantes e participantes dos diversos Grupos que lutam com muita garra e amor pelo País, frisando a necessida- de da UNIÃO de todos, para maior êxito dos movimentos que conduzem o povo às ruas. Lembrou e pediu que combatessem e criti- cassem somente os partidos políticos do PT, PSOL, REDE e PCdoB, pois os demais fazem parte do apoio ao governo provisó- rio, e são essenciais para a retirada do PT do comandopolítico.Destacouquesetergrande sucesso nas grandes manifestações que levam o maior número de pessoas às ruas, há necessidade de atos pontuais, objetivos e despesas divididas e controladas. Reme- morou as palavras do Pr. Silas Malafaia so- bre a grave situação do País, das famílias, da sociedade, e do abandono da Saúde, Educa- ção e Segurança. Concitou a todos em con- tinuar apoiando o Juiz Sérgio Moro e a Lava Jato, o Ministério Público e a Polícia Fede- ral, a exigir o cumprimento das medidas con- tra a corrupção com mais de 2 milhões de assinaturas, e também apresentar um proje- to de reforma política com itens da maior importância. Comen- tou a votação em breve do Plano Estadual de EducaçãodeMinasGe- rais, ocasião em que os marxistas pretenderão impor nas escolas a Ideologia de Gênero. JULIOHUBNER Patriotas Informou que o Grupo com seus representantes estaduais, estabeleceu em Curitiba uma pauta única, com total apoio à Operação Lava Jato. De- fendeu uma ação conjunta para todos os Grupos. Alertou para permanecermos aten- tos quanto à apreciação das contas do governo Dilma em 2015 pelo TCU, pois caso este órgão as aprove, o impeachment pode- rá não se concretizar. Lembrou que o PT procurará doutrinar as crianças induzindo- as a uma formação marxista, e também mani- pular as escolas para seus fins. Disse que infelizmente, a grande maioria dos partidos é de esquerda e que lamenta que a mídia receba verba institucional. Preveniu quan- to ao período das Olimpíadas, quando a esquerda terá uma atuação forte, e nesta oca- sião teremos que preparar ações para con- 30
  • 31.
    Nº 227 -Maio/2016 31 22º ANIVERSÁRIO DO INCONFIDÊNCIA Nesta data, não poderíamos deixar de homenagear e de lembrar aqueles que fun- daram este Grupo e dos articulistas que já se foram desta para uma melhor. Dos 10 fundadores, 5 já nos deixaram, a saber: Brigadeiro Mario Lott Guimarães, Coronel Ewerton da Paixão Curado Fleury, Juiz e tenente R/2 Wilson Veado (autor do nosso primeiro estatuto), o engenheiro Randolfo Diniz Filho e o major Paulo Vianna Cle- mentino. Entre os articulistas, dos quais nos gabamos de possuir os melhores do Brasil, partiram: os generais Raymundo Negrão Torres, Geraldo Luiz Nery da Silva, Hélio Ibiapina Lima, Sergio Augusto de Avellar Coutinho e José Saldanha Fábrega Loureiro (os primeiros a denunciar o gramscismo e o Foro de São Paulo); os coronéis Rui Duarte (Polainas e Charlateiras), Carlos Alberto Brilhante Ustra (A Verdade Sufocada); o advogado Huáscar Terra do Val- le; o acadêmico, senador, deputado estadual e federal, mi- nistro Murilo Paulino Badaró; o jornalista Themístocles de Castro e Silva; os capitães engenheiro Gilberto Souza Go- mes Job e Vet FEB Divaldo Medrado e a professora pe- dagoga e guia de turismo Maria da Graça Lisboa Pereira da Silva. E o nosso chargista durante mais de 10 anos – tenente Edilson Freire, aos quais prestamos homenagem. E ainda, importantes colaboradores como o capitão Antonio Milton de Araújo Melo, nosso primeiro tesoureiro e organizador da contabilidade; o coronel Luiz Carlos de Avel- lar Coutinho representante em São Paulo; os suboficiais da Aeronáutica, Haroldo Brega e José Luiz Dalla Vecchia, os coronéis Henrique Carlos Guedes e Newton Meyer Azevedo, o capitão Carlos Fre- derico Fassheber e com certeza alguns outros, que a memória não nos permite re- cordar. Lembramos ainda que durante esse período editamos e lançamos os livros “Caderno da Liberdade” de autoria do general Sergio Coutinho e "Médici, a Verda- deira História” do general Agnaldo Del Nero Augusto, além de diversos outros, de autores que vieram a Belo Horizonte para o lançamento de suas obras. Apesar do sucesso alcançado e cumprimentos/elogios recebidos, estamos ho- je, o Grupo e o Jornal vivendo uma situação financeira quase desesperadora. Em con- sequência, estamos abrindo uma página para anúncios e enviando correspondências para todos aqueles que recebem o Jornal como cortesia (alguns há mais de 10 anos) e a 45 inadimplentes, solicitando que assinem o Jornal e atualizem seus pagamentos, respectivamente. Caso contrário, não mais receberão nossos jornais. Aguardamos ansiosos a confirmação do impeachment da Dilma, uma vez que quando da sua posse como presidente, foram "proibidas" manifestações sobre a In- tentona Comunista e o Movimento Revolucionário de 31 de Março e suspensa a co- laboração financeira enviada pela FHE/Poupex para publicação dessas Edições Históricas. Quem sabe, poderia ser novamente liberada e também o DECEx poderia voltar a distribuir, como era feito anteriormente, para todos os alunos de cursos mi- litares de Formação, Especialização, Aperfeiçoamento e de Altos Estudos? Até hoje, não fomos ainda informados de onde e de quem partiu a ordem da sus- pensão do apoio financeiro da FHE/Poupex e nem da devolução dos livros "Médici" e "Caderno da Liberdade" e das Revistas Históricas "O Cruzeiro" e "Manchete", que eram vendidos na loja da Bibliex, localizada no saguão do Quartel General, no Rio de Janeiro, mediante comissão. Uma verdadeira falta de atenção para conosco! Para encerrar, agradecemos ao Coronel Ney Guimarães, Presidente do Círculo Militar/BH pelas constantes reu- niões ali promovidas, sem nada nos cobrar. E pode ter certeza, que não o desapontaremos, no que se refere o Artigo 4º do Es- tatuto Social: "São vedadas as atividades de natureza político- partidária ou reivindicatórias, bem como ceder as dependênci- as do Círculo Militar para tais propósitos". Fique descansado. Nosso partido é o Brasil! 31 da mente infantil de modo perverso, dis- seminando a loucura e o caos integrantes de um “mundo novo” voltado para a ma- lignidade, a ser por eles implantado. Aler- tou que de 15 a 17 de junho de 2016 será vo- tado o Plano Estadual de Educação na As- sembleia Legislativa, e convocou veemen- temente nossos Grupos a comparecerem em massa ao evento, informando-se em de- talhes pelo site da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. JOSÉ GUILHERME SCARABELLI Direita Minas Disse que a família está sendo ata- cada em busca de sua desintegração. Lem- brou que a ação dos militares em 1964 per- mitiu que estivéssemos livres hoje. Criticou a posição do PT, que considera Marighella um herói e Ustra um terrorista. Afirmou que devemos lutar pela democracia. Comentou que a classe trabalhadora está viciada e que a alta classe empresarial corrompeu-se em sua ligação com o PT. HILDA MARIA MAIA ARAÚJO Mulheres da Inconfidência Explicou que seu Grupo não participa de movimentos de rua, realizando sim um trabalho “de formiguinha”, que busca cons- cientizar pessoas para os valores da cidada- nia, da ética, e da necessidade de ser político para poder bem in- fluir. Reconheceu que fomos omissos em educar nossos fi- lhos, ante a ação de maus pro- fessores. Informou que esteve em escolas particulares, discu- tindo com professores apare- lhados pelo PT, temas em que buscou a defesa de nossas ideias. Solicitou o patrulhamento de nossas fronteiras e a presença da engenharia militar em comunidades desassistidas do interior. MOISÉS GOMES Dia 13 eu Fui Frisou a necessidade de neutralizar a ação imposta pelo PT nestes anos, e a ideologia que instilou na sociedade. Ape- lou para que nos esforcemos em proteger a família brasileira, em especial nossas cri- anças expostas à influência de ideologi- as incompatíveis com o nosso modo de ser. Sustentou a posição de apoiar Temer no momento, considerando-a a forma de retirar o PT da vida nacional. LÚCIO LABOISSIÈRE Rede Estadual da Família e Movimento da Família Brasileira Deu ciência que esteve presente na reunião da Escola Estadual Central no dia 24 de maio, destinada à eleição de delega- dos representantes da sociedade brasileira para a votação do Plano Estadual de Educa- ção no período de 15 a 17 de junho de 2016, onde conseguimos somente 5 delegados em meio à grande maioria marxista. Pediu aos Grupos que convoquem o máximo de pais de estudantes e que compareçam em sua totalidade à votação acima citada pa- ra influir na decisão, impedindo assim a per- versão de nossas crianças. LUCIANA C. MASSOTE Renova Brasil Informou que um parlamentar está procurando aprovar a introdução do estu- do do Islamismo em nosso ensino, e que Lula bancou a construção de hospitais em Gaza e na Cisjordânia. Mostrou-se satis- feita com o papel da imprensa combaten- do o governo de Maduro na Venezuela, e comentou que era como aquele infeliz po- vo que ficaríamos, com prosseguimento do PT no governo. Concordou com outros Grupos pela necessidade imperiosa de respaldar Temer. MARCELA VALENTE Brava Gente Brasileira Pediu a união de todos para vencer o PT. Está de acordo com Romano em unir os grupos e manter o apoio à Lava Jato e ao Temer. MARCELO LUIZ DE OLIVEIRA Movimento Pró-Brasil Cientificou que é uma norma atual de ação do PT, a retirada da força dos Legis- lativos em todos os níveis. Disse que temos que voltar às ruas nos 180 dias, uma vez por semana ou por mês. Comentou a importân- cia de se pressionar os senadores para im- pedir a volta de Dilma. FABIANO LEITE Círculo Monárquico Parabenizou a reunião e considerou que precisamos da união de todos para mo- dificar o Brasil. CLAUDIO COSTA Representante dos Evangélicos Pastor da Igreja Batista da Lagoinha, sugeriu a criação de Conselhos Populares para retomar espaços, e a importância da candidatura de pessoas de nossas ideias, aos Executivos e Legislativos em todos os níveis. LUCIANA HAAS LEIVAS Rede Estadual da Família e Movimento da Família Brasileira Como professora, não foi avisada oficialmente da reunião na Escola Estadual Central no dia 24 de maio, mas o foram os sindicatos e professores comunistas. Ten- do ciência, compareceu e verificou que o ob- jetivo daqueles é a aprovação da Ideologia de Gênero nas escolas. Encerrando a reunião, na qual compareceram 99 pessoas, sendo 34 mulheres, foram distribuídos mais de 200 jornais Inconfidência e servido um lauto coquetel de confraternização aos participantes. A luta continua...
  • 32.
    Os artigos assinadossão de inteira responsabilidade de seus autores. Permitida a reprodução desde que citada a fonte. EXPEDIENTE Editor/Redator: Coronel Carlos Claudio Miguez Jornalista Responsável: 17646/MG Telefone (31) 3344-1500 / 99957-3534 - E-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia - CEP 30360-690 - Belo Horizonte - MG Circulação Dirigida Impressão: Sempre Serviços Gráficos Ltda CNPJ:11.843.412/0001-00 Envelopamento autorizado Pode ser aberto pela ECT www.jornalinconfidencia.com.br Nº 227 - Maio/2016 32 NÃO VOTO EMNÃO VOTO EMNÃO VOTO EMNÃO VOTO EMNÃO VOTO EM Fora DILMA! É IMPOSSÍVEL ESCREVER CORRUPTO SEM PT FÁCIL DE MAIS .. Breve, nas telas Protestando em Cannes contra o governo provisório CERTAINS ARTISTES BRÉSILIENS ACCEPTENT LA CORRUPTION, LE CHÔMAGE, L´INFLATION, LES MENSONGES ET LA MAUVAISE GESTION. DILMA 11 MILLIONS DE CHÔMEURS IOTTI Por que era necessário um mínimo de 342 votos para a aprovação do impeachment? ELEMENTAR! Em julho de 2005, um assessor do então deputado estadual José Nobre Guimarães (PT/ CE) foi preso no aeroporto em São Paulo pela Polícia Federal, com US$ 100 mil e R$ 200 mil escondidos na cueca e na mala. O nobre deputado é irmão de José Genuíno (PT/SP) e foi eleito deputado federal. Essa cuecadoPTpermanecerá pendurada até o caso ser investigadoeoscorruPTos julgados, condenados e presos. Hoje é o líder do PT naHoje é o líder do PT naHoje é o líder do PT naHoje é o líder do PT naHoje é o líder do PT na Câmara de Deputados.Câmara de Deputados.Câmara de Deputados.Câmara de Deputados.Câmara de Deputados. Não podia ser outro!Não podia ser outro!Não podia ser outro!Não podia ser outro!Não podia ser outro! Estou comprando um avião, só por causa do prefixo Ilustrações: Internet Internet PAI!! TEM UM SENHOR AÍ NA FRENTE PEDINDO ROUPAS QUE A GENTE NÃO USA MAIS!! TOMA!! ENTREGA LÁ PARA ELE!! PT PT 342