O trabalho analisa a exclusão social de pessoas com lepra durante os anos 30/40 sob o governo de Getúlio Vargas, que levou à internação compulsória motivada por ideais autoritários e eugênicos. A pesquisa destaca como o discurso de saúde pública foi utilizado para justificar essa segregação, resultando em atrocidades e a criação de zonas de concentração para leprosos. O estudo contextualiza a decisão arbitrária dentro das crises políticas, econômicas e culturais da época no Brasil.