O documento discute a intentona comunista de 1935 no Brasil, acentuando a memória dos mortos e a necessidade de preservar a história para evitar a repetição de erros passados. Ele argumenta que a insurreição foi uma tentativa de impor o comunismo, que é retratado como uma ideologia destrutiva e repleta de violência. O texto conclama à resistência contra o comunismo e critica a manipulação da história nos debates contemporâneos.