BELO HORIZONTE, 30 DE ABRIL DE 2016 - ANO XXI - Nº 226
AS FORÇAS ARMADAS TÊM O DEVER SAGRADO DE IMPEDIR,
A QUALQUER CUSTO, A IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL.
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52º ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO
DE 31 DE MARÇO DE 1964
Exmo Senhor Vice-Presidente Michel Temer
Diante da possibilidade de V. Ex.ª vir a ocupar a Presidência da República, pela
via constitucional do impedimento da Presidente Dilma Rousseff, o Jornal
Inconfidência, respeitosamente, traz à sua esclarecida reflexão, um tema da maior
relevância.
Nós, concordes com a vossa declarada diretriz de fazer um governo de uni-
ão nacional, de modo a recuperarmos a imagem de uma nação democrática una,
coesa, trabalhadora e respeitada, sugerimos que V. Ex.ª, com a sensibilidade e
o equilíbrio que o caracterizam, pense, seriamente, em recolocar à mesa das reu-
niões ministeriais, o simbolismo histórico contido nos uniformes das nossas
Forças Armadas.
Infelizmente, desde a criação do Ministério da Defesa, em 1999, eles, e suas
tradições, têm estado ausentes das reuniões ministeriais, onde e quando foram
e são discutidas e tomadas importantes decisões, muitas dela, inclusive, perti-
nentes ao emprego das Forças Armadas, instituições que desfrutam da maior
credibilidade e confiabilidade no país.
Imbuídos com esse estado de espírito é que submetemos à vossa elevada
consideração a sugestão de nomear, a partir de agora, para o cargo de Ministro
da Defesa , um Oficial General de uma das nossas Forças . Dessa forma a Pátria
e seu Poder Militar, através da figura desse Ministro, voltariam a estar presentes
diante dos olhos dos demais e da sociedade brasileira, nos momentos das grandes
deliberações governamentais. A unidade nacional voltaria a ficar bem visível,
reconhecida e engrandecida.
“O que os olhos não veem, os corações não sentem”.
MINISTÉRIO DA DEFESA
O IMPEACHMENT E AS
MANIFESTAÇÕES DEMOCRÁTICAS
A BATALHA DOS
GUARARAPES
PÁGINA 4
O EXORCISMO
PÁGINA 14
VERMES!
A TARA DO
CINEMADELULISTA
PÁGINA 5
PÁGINA 4
Na noite de 31 de março, no Círculo Militar, o advogado Elias Saade, os coronéis
Ney Guimarães, Miguez, De Biasi, Ary e PMMG Rubens, o monsenhor Terra, o
jornalista Paulo Henrique e o general Bini (ausente na foto), em apresentação in-
dividual prestaram seus depoimentos relatando o que vivenciaram naquela históri-
ca data de 31 de março de 1964. LEIA NA PÁGINA 22
Fora Lula! Fora Dilma! Fora PT!
367 x 137
73% 27%
SIM NÃO
Resultado da
votação na
Câmara de
Deputados
Mais de 20 mil
manifestantes
lotaram a Praça
da Liberdade
no domingo,
17 de abril
Foto: Arquivo EM
8Nº 226 - Abril/2016 2
*MarcoAntonio
FelíciodaSilva
* A. C. Portinari
Greggio
*General de Brigada - Cientista Político, ex-Oficial de Ligação ao Comando e Armas
Combinadas do Exército Norte Americano, ex-Assessor do Gabinete do Ministro do Exército,
Analista de Inteligência - E-mail: marco.felicio@yahoo.com* Economista
Em fevereiro de 2014
publiquei no IN-
CONFIDÊNCIA um ar-
tigo intitulado “Por que vou votar no PT nas
próximas eleições”. Não votei, é claro. Mas
vejam o que eu previa:
“E se o petê ganhar? A vitória o obri-
gará a roer o osso, e impedirá que os adver-
sários se encarreguem de salvar da falên-
cia o rendoso negócio da “democracia”.
Porque, meus amigos, o problema não é o
petê ou o não-petê. O problema é a “demo-
cracia” de 1988. Enquanto esse regime per-
manecer, teremos, a cada virada eleitoral,
novas teratologias políticas. Quem imagi-
na que o petê é o pior possível, não conhece
a capacidade do eleitorado estúpido e irres-
ponsável de produzir aber-
rações ainda mais grotes-
cas do que as que já temos
aguentado”.
“Se o petê ganhar, o
sistema político brasileiro
caminhará para situação
sem saída institucional, a
qual exigirá solução revo-
lucionária, tal como ocor-
reu em 1964”.
Pois é. O petê ganhou
e teve de roer o osso. Infeliz-
mente,porém,Dilmacaiuan-
tes do tempo. Se continuas-
se, o vácuo aumentaria e a
Direita ganharia mais e mais
espaço no cenário. Agora,
descartado o petê, as coisas
serão mais difíceis. O novo
adversário é mais inteligente: não agita ban-
deiras vermelhas, não está ligado ao crime
e ao narcotráfico, nem assalta sistematica-
mente os cofres públicos em nome duma
“causa”. Em resumo: sem o petê, faltará o
espantalho que pretendia “integrar” o Bra-
sil numa federação de cucarachas liderados
pelos irmãos Castro. No lugar do petê, as-
sumirá outro grupo de interesses que tam-
bém vem tramando “integrar” o Brasil nu-
ma ordem mundial controlada pela oligar-
quia apátrida que há décadas domina o Oci-
dente. Ambos têm a mesma estratégia: li-
quidar a Nação Brasileira.
Grande parte da população que saía
às ruas vai se desmobilizar. Além de per-
der o rumo, a Direita corre o risco de ser
manipulada. Caindo do cavalo, o petê vai
partir para a agitação. E a Direita, obceca-
da com o “comunismo”, talvez saia para
enfrentá-lo em defesa da “democracia”.
Diante dessas perspectivas, qual a
saída? Que fazer, daqui para a frente? Em
Política, segundo Carl Schmitt, o essencial
é identificar amigos e inimigos, até por-
que política consiste nisso mesmo, em ava-
liar, decidir e agir em função dessa dis-
tinção (die Unterscheidung von Freund
und Feind).
Parece fácil, não? Mas em Política,
REPETINDO A PERGUNTA:
E AGORA, QUE O PETÊ ACABOU?
A queda do petê vai deixar a oposição
sem assunto e sem rumo definido
distinguir entre nós e eles é a mais difícil das
artes. Não se trata de identificar amigos e
inimigos pessoais, nem amigos e inimi-
gos da patota, do partido ou da ideologia,
como fazia o falecido petê. Isso não é po-
lítica, é politicagem.
A Política é a ciência e a arte do Es-
tadista. E o estadista só cuida de identi-
ficar amigos e inimigos da Nação. Esse
deve ser o critério político fundamental da
Direita. Vejamos, então, quem são os ami-
gos e os inimigos da Nação Brasileira.
Os amigos são as pessoas e entida-
des que se incluem na Direita. Mas que é a
Direita? Como identificá-la? Há dois modos:
pelo que a Direita defende, ou pelo que é
contra. A Direita é contra a vadiagem, o
crime, a ignorância, o parasi-
tismo, a desordem, a frouxi-
dão, a depravação, a imundí-
cie. Ama a ordem, a seguran-
ça, a disciplina, a competên-
cia,alimpeza.Masédispersa,
perplexa e confusa. Não por-
que lhe falte inteligência. Ao
contrário: a Direita compre-
ende a classe dos que estu-
dam, trabalham, produzem e
pagam impostos. De fato, ela
encarna a Nação Brasileira.
Sua confusão se deve ao fato
de viver em ambiente saturado
de propaganda hostil, nas
escolas, nas universidades,
na política, na mídia, nas ar-
tes, em todos os domínios de
expressão e comunicação. É
claro: esses setores são dominados pelos
seus inimigos.
E o inimigo? O principal inimigo é
a oligarquia internacional interessada
em dissolver todas as nações num só sis-
tema de governo mundial.
Sei que, ao dizer isso, corro o risco de
enveredar por teorias conspiratórias, miste-
riosas cabalas cujas manipulações explicam
tudo o que ocorre pelo mundo. O leitor tal-
vez preferisse que falássemos de pessoas e
forças presentes no tabuleiro da política.
Mas vejam: não estamos tratando de tática,
estamos definindo estratégia, para que a
oposição de Direita identifique a última ins-
tância do inimigo. Sem esse conhecimento,
não há como fazer política.
A oligarquia internacional é real
e visível, seus agentes são familiares.
A maioria age de boa fé, achando que pres-
ta serviços à Humanidade. Sua agenda
não é anunciada, mas nem por isso é se-
creta: resume-se na liquidação das na-
ções por dentro e pelas bases, sem que
as vítimas reajam ou sequer percebam
o processo.
Resta saber porque existe, como se
organiza e como atua. Fica para o próximo
INCONFIDÊNCIA.
Carl Schmitt (1888-1985),
constitucionalista alemão,
autor de "O Conceito
do Político"
Vivemos sob atual desgoverno, e não é de
hoje, crise econômica, política, social ,
ética e moral, sem paralalelo em nossa Histó-
ria. Em meio a corrupção desenfreada que
permeia os poderes da República, as manche-
tes diárias dos jornais mostram um Estado de
Direito ilegítimo e, consequentemente, de-
mocracia fragilizada. Freios e contra pesos
inexistem. A ilegalidade e a impunidade cam-
peiam, não há harmonia entre os poderes e a
instabilidade sócio–política é crescente na
direção do caos social. A judicialização da
Política como a politização da Justiça se mos-
tram, em tentativas e ações, freqüentes, tra-
duzindo interferências inaceitáveis, como a
tentativa de obstrução de investigações, pela
própria Presidente da República (PR), ao
nomear como ministro, concedendo-lhe foro
especial, ex-presidente (ex-PR)
investigado na Justiça Comum
por crimes variados. Os poderes
se tornam ilegítimos na medida
em que seus integrantes se mos-
tram desacreditados e desmora-
lizados perante a população,
cumprindo a Constituição de
acordo com interesses de grupos
ou de partidos, postergando os
interesses nacionais. No Execu-
tivo, uma inepta Presidente da
República (PR), sem condições de governar,
emprocessodeimpeachment,admissibilidade
já aprovada, com mais de 80% de rejeição
popular. No Legislativo, inúmeros deputa-
dos e senadores, de partidos variados, acusa-
dos de crimes diversos, incluindo os presi-
dentes da Câmara e do Senado, talvez os
coordenadores da transição pós impedimen-
to. Outros já denunciados e alguns poucos já
condenados e presos. No Judiciário, em suas
várias instàncias, corrupção e leniência não
são ignoradas. Sobre o TSE, TSJ e STF paira
a desconfiança em juizes que não escondem
suas respectivas preferências partidárias, al-
guns nomeados e dignos de benesses da PR e
do ex-PR. Entretanto, tal situação, não impe-
de a existência de pontos fora da curva como
o juiz Sérgio Moro e Equipe realizando belo
trabalho, embora as tentativas de obstrução e
desmoralização do que faz.
A Democracia, baseada em princípios,
devendo ser o Império da Lei, se torna ilegí-
tima na medida em que a Constituição é des-
respeitada frequentemente, perpretando-se
ilegalidades em seu nome, estas corroboradas
pela impunidade, o que ocorre não só nos po-
deres da Republica, porém, em variadas áreas
deatuaçãogovernamentaleprivadas,levando
a insegurança à Nação e dela subtraindo a
soberania da qual é a única detentora.
Exemplo dos piores, entre outros, tem
sido dado pela PR ao fazer dos salões do pa-
lácio do Planalto palanque político para ata-
car o que é constitucional e que chama de
ESTADO DE DIREITO E
DEMOCRACIA ILEGÍTIMOS
“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada
diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não
questionam, não se importam, não se manifestam”
golpe, o processo de im-
peachmentaoqualésub-
metida. Fratura o tecido social, pregando o
ódio, incitando à luta fratricida os movimen-
tos sociais, coordenados pelo PT, em sua
própria defesa, coonestando as ameaças de
violência armada, urbana e rural, anunciadas
publicamenteeemPalácio,pelo presidenteda
Cut e pelo líder dos trabalhadores rurais e,
ainda, pelo presidente do MST bem como pe-
lo ex-candidato do PCB, Mauro Iasi e o depu-
tado pelo PDT do DF, José Silvio dos Santos,
este concitando a que militantes assassinem
seus adversários. Sem dúvida, a PR, e os de-
mais, não respeitam a Democracia e o Estado
Direito, ferindo a Constituição quanto à que-
bra da Paz social, criminosa e impunemente.
Por outro lado, Ela coopta, segundo o publi-
cado, votos por dinheiro e car-
gos, usando de seu criador e da
falta de caráter e dos métodos
imorais que o caracterizam. Des-
de da década de 80, Lula foi o
organizador e responsável por
projeto de poder e de enriqueci-
mentoilícito,iniciadocomodes-
vio de dinheiro público do Fun-
do de Amparo do Trabalhador
(FAT), através de seu então re-
presentanteDelúbioSoares, (de-
núncia do seu coordenador de campanha,
César Benjamin), ação sofisticada e con-
tinuada com o Mensalâo, Petrolão e tudo mais
apontado pela operação Lava Jato.
A saída da Dilma pelo impeachment,
levará à PR Michel Temer e o PMDB sem o
devido apoio popular, sem o respaldo do vo-
to, com acusações da Lava-jato e a mancha de
aliado do PT desde o primeiro governo Lula.
Co-responsável pela situação vigente. Será
que a maioria da população, enojada do que
sofre e assiste revoltada, atualmente, gostaria
de similar continuidade, baseada pretensa e
cinicamente, fruto de interesses de grupos e
partidários, em falso idealismo político e na
preservação de uma constituição que privile-
giadireitosenãodeveres,comomesmotipode
“moscas”?Não será o caminho paulatino para
uma convulsão social? Tal continuidade, será
inócua para o País, pois sem a reforma de
mentalidade e de reformas estruturais profun-
das de que necessitamos em todas as áreas.
Um refundar do País. Essa é a realidade polí-
tica com que nos defrontamos.
Somente as FFAA seriam capazes de,
após a necessária e urgente saída de Dilma,
pois a Nação não suporta mais sangrar, de
empossar uma junta civil de notáveis para
que, afastados todos os atuais políticos, As-
sembléia Constituinte, devidamente convo-
cada, elaboraria nova Constituição, privilegi-
ando as reformas necessárias, seguida, após
um ano, de eleições gerais e do surgimento de
um novo Brasil.
Faz-se necessário
convocar uma
Assembleia
Constituinte para
elaborar nova
Constituição, com
a finalidade de
salvar o Brasil.
2
Nº 226 - Abril/2016 3
No início da década de 1960, o Brasil
vivia grave crise política, iniciada
com a renúncia de Jânio Quadros à Pre-
sidência da República, em agosto de
1961.
A crise sucessória, causada pela
resistência, principalmente por parte dos
Ministros Militares, à posse do Vice-
Presidente João Goulart, dadas suas co-
nhecidas tendências esquerdizantes, le-
vou o país a uma série de impasses de
ordem política, inclusive a uma curta e
frustrada experiência parlamentarista,
regime que supostamente limitaria os
poderes de Jango. Todavia, por pres-
são precisamente dos grandes segmen-
tos esquerdistas controlados pelo Presi-
dente, realizou-se,
em 1963, um plebis-
cito nitidamente
controlado pela má-
quina governamen-
tal, que decretou a
volta ao presidenci-
alismo. Cabe ressal-
tar que a maioria dos
eleitores ignorava a
diferença entre par-
lamentarismo e pre-
sidencialismo, e, muito provavelmente,
continua a desconhecê-la.
Presidente dotado de amplos po-
deres, conforme a tradição republicana
brasileira, Jango adotou políticas cada
vez mais próximas dos ideais comunistas
– hoje eufemisticamente chamadas de
socialistas –, estimulou ou consentiu no
aparelhamento dos órgãos do Governo e
do Estado por sindicalistas e políticos
corruptos e levou a economia nacional a
uma de suas mais graves crises, com
inflação acima de 90%, desvalorização
vertiginosa da moeda, desemprego alar-
mante e crise social descontrolada.
Seguiram-se episódios descon-
certantes, como o apoio escancarado a
organizações ditas revolucionárias, de-
monstrado no famoso comício na Central
do Brasil, e o estímulo à quebra de hierar-
quia nas Forças Armadas.
A sociedade, consternada com a
gravidade da situação, saiu às ruas, nas
MarchasdaFamíliacomDeuspelaLiber-
dade, clamando pela intervenção das
Forças Armadas, para fazer retornar o
Brasil à normalidade democrática. E es-
MEMÓRIA
O MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE 1964
31 de março de 2016
“A História não se repete. Conhecê-la, porém, permite entender o que
aconteceu no passado e perceber o que acontece no presente”.
Gen Sergio Augusto de Avellar Coutinho
tas, desde sua criação, no Brasil impe-
rial, sempre se pautaram pela firme de-
terminação de que, na ocorrência de
conflitos entre o Estado e o Governo,
invariavelmente formarão ao lado do
primeiro. Assim fizeram em 1964, pre-
servando o Estado brasileiro, contra
um governo que bus-
cava conspurcá-lo.
Nos vinte e um
anos subsequentes,
cinco governos mili-
tares se sucederam,
enfrentando,deinício,
as guerrilhas urbanas
e rurais que assolaram
o Brasil, treinadas, ar-
madas e financiadas
por governos estran-
geiros. Todas foram derrotadas. Seus se-
guidores foram anistiados e recebidos de
volta pela mesma Pátria que tentaram
destruir. Hoje, alguns ocupando cargos
públicos de destaque, enganam a popu-
lação, ao repetir com certo orgulho que
“pegaram em armas contra a ditadura”,
quando, na realidade, lutavam para im-
plantar no Brasil a tão almejada por eles
“ditadura do proletariado”.
A par dos grandes óbices à Ordem
e ao Progresso causados, anos a fio, por
esses inimigos da democra-
cia, os governos militares
conseguiram promover um
desenvolvimento econômi-
co-social jamais igualado
por quaisquer outros gover-
nos desde 1889. Até hoje a
sociedade brasileira se be-
neficia das inúmeras realiza-
ções, implementadas entre
1964 e 1985, em todos os se-
tores de atividade humana.
Passados 52 anos, não
é difícil perceber, nos dias
atuais, alguma semelhança
entre os dois momentos da vida nacional.
Destaque-se, especialmente, a corrupção
em elevada escala e cujo custo, hoje, vem
sendo medido em bilhões de reais, a pon-
to de conduzir a uma situação embaraço-
sa a maior empresa do país, fazendo-a cair
vertiginosamente no “ranking” das mai-
ores companhias petrolí-
feras do mundo.
Por outro lado, há
que se destacar importan-
tes diferenças em tais épo-
cas, como no modo de atu-
ação dos que defendiam –
e ainda defendem – um
modelo de Estado anacrô-
nico, derrotado e pratica-
mente desaparecido no
mundo. Sim, eles existem
e ainda sonham em ver implantadas no
Brasil suas ideologias. Mas, agora, sem
espaço para aventuras guerrilheiras ur-
banas e rurais, dedicam-se com afinco
aaplicaros princípios de Antônio Grams-
ci, infiltrando-se em todas as instânci-
as associativas da sociedade na busca
do poder. Incentiva-os o relativo su-
cesso do bolivarianismo em determina-
dos países do hemisfério e adotam como
norte o ideário resultante do Foro de
São Paulo, espécie de V Internacional
fundada em julho de 1990, apenas oito
meses após a queda do Muro de Berlim,
quando o mundo civilizado decretou o
fim da Guerra Fria e lançou o comunismo
ao lixo da História.
Destaque-se também que, hoje, vi-
ve o Brasil uma situação de normalidade
democrática, traduzida pelo livre funcio-
namento das instituições republicanas,
notadamente o Judiciário, o Ministério
Público e a Polícia Federal.
Porém,mesmoassim,anaçãopade-
ce por conta de três perversas crises: a
econômica que maltrata a população com
crescente inflação e redução do empre-
go; a política, produzida por um governo
fraco, inerte, sem respaldo popular, com
uma base parlamentar desfigurada e en-
volvido com escândalos de toda a sorte;
e a moral, causada pela corrupção sem
precedentes a conspirar contra a demo-
cracia e os valores éticos nacionais.
Mesmo assim, ao saudar os 52
anos do Movimento Democrático de
1964, os Clubes Naval, Militar e de
Aeronáutica, esperançosos, entendem
que o grave momento que vivemos,
será vencido e que um futuro luminoso
nos aguarda.
Para tal, reafirmam to-
da sua confiança em nossas
gloriosas Forças Armadas,
guardiãs da democracia e da
liberdade que se mantêm em
permanente vigília contra
eventuais rupturas da ordem
constitucional; e na popula-
ção brasileira que, com sensa-
tezepacificamente,muitobem
saberá distinguir os verdadei-
ros estadistas dos falsos pro-
fetas, messias de ocasião,
tão comuns em turbulentos
dias como os que vivemos.
V Alte Paulo F. Soriano Dobbin
Presidente do Clube Naval
SALVE 31 DE MARÇO DE 1964! VIVA O BRASIL!
Gen Div Gilberto R. Pimentel
Presidente do Clube Militar
Maj Brig-do-Ar Marcus Vinícius P. Costa
Presidente do Clube de Aeronáutica
Itaipú - A maior hidrelétrica do mundo
SÃO PAULO PAROU PARA
DEFENDER O REGIME
Marcha da
Família com
Deus, pela
Liberdade.
Mais de 500
mil paulistanos
vão às ruas para pedir a intervenção das Forças Armadas em
defesa da Constituição e dos princípios democráticos.
Publicado na Folha de S.Paulo, sexta-feira, 20 de março de 1964
Comício da Central do Brasil - 13/03/1964
3
8Nº 226 - Abril/2016 4
* Maria Lucia
Victor Barbosa
* Socióloga e articulista.
mlucia@sercomtel.com.br
www.maluvibar.blogspot.com.br
* Ipojuca
Pontes
* Cineasta, escritor,
ex-Secretário de Cultura e Jornalista
Cineastas do degenerado cinema cabo-
clo lançaram manifesto contra o im-
peachment de Dilma Rousseff, figura que a
maioria do povo brasileiro quer ver, por frau-
dulenta, pelas costas. (Detalhe: em recente
pesquisa de opinião, cerca de 90% da popu-
lação, entre pobres e ricos, revela não querer
mais a “guerrilheira” de Lula no posto presi-
dencial, arrebatado, segundo investigações da
Lava-Jato, por força de eleições logradas com
a grana roubada da Petrobras).
Depois de aderir à farsa tramada no
bunker do Instituto Lula, a velha corporação
do cinema, viciada há décadas
em mamar nas tetas dos cofres
públicos (em especial, nas ma-
mas túrgidas da Petrobras,
BNDES,BancodoBrasile con-
gêneres), saiu da toca e passou
a repetir o estribilho insidioso
de que o impeachment de Dil-
ma é “golpe contra a democra-
cia”.ComodiriaosaudosoPau-
lo Francis, “essa ‘canaille’ não toma vergonha
e nunca se dá ao respeito!”
O dito manifesto, lançado as vésperas
do impeachment de Dilma, é encabeçado pelo
notório Luiz Carlos Barreto, figura ostensiva
que a revista “Piaui” classifica como um su-
jeito “metade Al Capone”, alusão as suas
estripulias mafiosas. Barreto, ninguém discu-
te, é tipo temerário. Antigo praça da tropa de
choque do Batalhão Naval, cedo aprendeu a
distribuir socos e pontapés em quem ousa atra-
vessar seus caminhos. (Uma simples consulta
aos arquivos ilustrados de “O Globo”, jornal
em que goza de prestígio de popstar, permi-
tirá a visualização de sua truculência sangui-
nária contra vítimas indefesas). Embora hoje
se diga membro do Partido Comunista, puxou
o saco dos milicos durante todo período da
permissiva Ditadura Militar, da qual mordeu
muitos milhõe$, via Embrafil-
me, para produzir fitas descar-
táveis a partir de orçamentos
milionários, em que se remu-
nerava antes mesmo de qual-
quer renda de bilheteria – uma
prática, de resto, usual entre
os caciques que navegam nas
águas turvas do intervencio-
nismo estatal no cinema.
Salvo na Era Collor, por
breve período, Barreto tomou
(com atrevimento, método e
disciplina) a grana corrupta da
Embrafilme no governo dos militares, de Zé
Sarney, de Itamar e do vasilinoso FHC. Mas
foi no desgoverno socialista de Lula e Dilma
que o dito “Metade Al Capone” deu o salto de
qualidade: amparado pelo aval licencioso do
Palácio Planalto junto às empreiteiras, decla-
radas corruptas, forjou o pior e mais caro fil-
me brasileiro de todos os tempos, “Lula, o
MANIFESTO DOS CINEASTAS
A TARA DO CINEMA DE LULISTA
Como diria o saudoso Paulo Francis, “essa ‘canaille’
não toma vergonha e nunca se dá ao respeito!”
Filho do Brasil”, uma malograda peça de má
propaganda a serviço do deletério culto à per-
sonalidade.
(O desvelo lulopetista de Barreto é inex-
cedível. Com a quebra do sigilo bancário de Zé
Dirceu, preso e acusado pela Lava-Jato de
receber propina do esquema daninho da Pe-
trobras, descobriu-se que o cacique cinema-
novista recebeu nada menos de R$ 238,155 do
ex-Chefe da Casa Civil de Lula para fazer uma
minissérie na qual JD, espião da DGI cu-
bana, aparece como personagem principal,
numa produção que devia ser rodada agora
em 2016).
O primeiro passo de Lê-
nin (assaltante de banco e as-
sassino que morreu sifilíti-
co), depois da Revolução Bol-
chevique de 1917, foi estabele-
cer, através da censura e do pa-
trocínio do Estado, o completo
controle da produção cultural
com o objetivo de destruir o
pensamento ocidental (“burzhooi”, dizia) ali-
cerçado no profetismo judaico-cristão, no
direito romano e na filosofia grega. De fato,
toda a política cultural vermelha nasceu dessa
distorção leninista, a saber: o djnovismo to-
talitário, a arte engajada, o gramscismo de-
mente, a destrutiva Escola de Frankfurt, a
Revolução Cultural do pedófilo Mao – por aí.
Sem esquecer o recado que o ditador Fidel deu
em congresso da militância comunista sobre o
fomento da produção cultural: “Companhei-
ros, dentro da Revolução, tudo; fora da revo-
lução, nada”, ou seja, fome e cadeia. (Nelson
Pereira dos Santos, mentor do cinema novo e
arauto do intervencionismo estatal nas artes,
seguia literalmente o “Protocolo de Setem-
bro”, maniqueísmo teórico da Era Stalinista
bolada por Djanov e depois adotada pelos PCs
em escala global).
Em resumo, o Manifesto
dos Cineastas é a resposta malan-
dra da “classe” para garantir os
bilhões de reais repassados pelo
lulopetismo que embala a produ-
ção de filmes chinfrins, como, por
exemplo, os de Cacá Diegues.
Acredite, leitor: o que interessa a
essa gente é continuar mamando
nas tetas da Viúva, sob o comando
da maior e mais nefasta quadrilha
organizada jamais vista em todo
mundo. Povo e democracia venti-
lados na peça cínica entram só
para perpetuar o fáustico mensalão.
PS – O eventual Temer não precisa se
preocupar. Deposta Dilma e preso Lula, logo
receberá o apoio da “rapaziada” em troca,
naturalmente, de mais grana a ser sugada
das tetas da Mãe Gentil.
... o que interessa a
essa gente é continuar
mamando nas tetas da
Viúva, sob o comando
da maior e mais
nefasta quadrilha
organizada jamais
vista em todo mundo.
Oexorcismo é uma cerimônia religiosa
na qual se esconjura o demônio ou
espíritos maus. Utilizada pela Igreja Cató-
lica e muitas outras religiões já apareceu
em forma de ficção em filmes que revolve-
ram crenças e medos antigos.
O primeiro destes filmes, "O Exorcis-
mo", teve enorme sucesso. Na história mor-
reram três padres que tentaram livrar uma
adolescente do obsessor medonho que a
atormentava e a transformava numa figura
hedionda. As pessoas que assistiram o
enredo, mesmo sem crença nos ardis do
demônio, quedaram horrorizadas.
Mais recente, o filme
"O Ritual" não foi menos
aterrorizante. Conta que um
jovem padre foi enviado ao
Vaticano para aprender o ri-
tual do exorcismo. Mas ele
não crê no demônio e sua fé
em Deus é vacilante. Toda-
via, o sacerdote assistiu au-
las de um vaticanista, o qual
ensinou que, ao final da ce-
rimônia o condutor deve
obrigar o demônio a dizer seu
nome para que a vítima seja libertada.
Dito isso façamos uma analogia, isto
é, "um ponto de semelhança entre coisas di-
ferentes" e, simbolicamente conclamemos
o exorcismo político do PT (Partido dos Tra-
balhadores ou Partido das Trevas).
Para melhor embasar essa analogia
nada como citar um dos mais conceituados
e brilhantes sociólogos, o alemão Max We-
ber, que em um dos trechos de "A Ciência
como Vocação" afirmará:
"Cuidado, o diabo é velho; envelhe-
cei também para compreendê-lo. Isso não
significa a idade, no sentido da certidão
de nascimento. Significa que se desejar-
mos haver-nos com esse diabo teremos de
não fugir à sua frente, como gostam de
fazer tantas pessoas hoje. Em primeiro
lugar, temos de perceber-lhe os processos,
para compreender seu poder e suas limi-
tações".
Como processo o PT foi fundado nu-
ma propositada ilusão e se transformou nu-
ma farsa danosa ao país. Iludiu incautos
com a promessa mentirosa de ser o úni-
co partidoético,paradepoisinstitucionalizar
a corrupção. Atribui-se uma ideologia de
esquerda devidamente adaptada aos desíg-
nios de poder de seus dirigentes, através da
qual destilou o ódio entre ricos e pobres, ne-
gros e brancos. Simulou democracia para
chegar ao totalitarismo que é sua essência.
O EXORCISMOEsse PPPPPartido das TTTTTrevas se metamorfoseou na seita dos
adoradores da "serpente do mal" ou jararaca, uma falsa
divindade que se sentiu acima da lei e do comum dos mortais.
Embriagado com tanto poder a jararaca estava longe das
condições psíquicas para manejá-lo, não passando de um tosco
Mussolini de Terceiro Mundo, um reles farsante a quem
chamaram de estadista, atribuindo-lhe virtudes que nunca teve.
O fundamento de sua força foi a mentira e
como o diabo inverteu os sinais confundin-
do a noção entre certo e errado. Glorificou a
criminalidade.Justificouaimoralidade.Intro-
duziu o abominável "politicamente correto".
Estimulou a ganância de seus adeptos e os se-
duziu com a vaidade dos cargos. Uniu-se à
escória política do País. Simulou o que não
era. O ódio, o rancor, a intriga, violência fo-
ram suas armas para destroçar os adversários
transformados em inimigos.
Esse Partido das Trevas se metamor-
foseou na seita dos adoradores da "serpen-
te do mal" ou jararaca, uma falsa divindade
que se sentiu acima da lei e
do comum dos mortais. Em-
briagado com tanto poder a
jararaca estava longe das
condições psíquicas para
manejá-lo, não passando de
um tosco Mussolini de Ter-
ceiro Mundo, um reles far-
sante a quem chamaram de
estadista, atribuindo-lhe vir-
tudes que nunca teve.
A seita não nasceu do
proletariado, como querem
fazer crer, mas do peleguismo sindical, do
carnaval esquerdista das academias, dos
artistas embevecidos consigo mesmos, de
parte do clero da Teologia da Libertação
essa esdrúxula mistura de Jesus Cristo com
Karl Marx.
Voltando a Max Weber na mesma
obra não se pode deixar de citar o seguin-
te trecho:
"Se tentarmos construir intelectual-
mente novas religiões sem uma profecia
nova e autêntica, então, num sentido ín-
timo, resultará alguma coisa semelhan-
te, mas com efeitos ainda piores". "E a pro-
fecia acadêmica finalmente, criará seitas
fanáticas, mas nunca uma comunidade au-
têntica".
O ritual político do PT começou. As
legiões alcunhadas de "pão com mortade-
la" prometem cuspir fogo e enxofre na defe-
sa da jararaca de ovos de ouro. A criatura,
cujo fracasso é muito mais do seu criador
do que dela, de novo está fazendo o dia-
bo. E só há um jeito do exorcismo chegar
ao seu termo: Lula terá que dizer seu nome
e partir para sempre: Lulanás!
Sem ele o Partido das Trevas chega-
rá ao fim e o Brasil, aos poucos, se libertará
do mal que a seita de fanáticos e aprovei-
tadores produziu.
O PT iludiu
incautos com a
promessa
mentirosa de ser
o único partido
ético, para depois
institucionalizar
a corrupção.
4
Nº 226 - Abril/2016 5
*Aileda
de Mattos Oliveira
*Professora Universitária, ESG/2010
Doutora em Língua Portuguesa, ADESG 2008
Vice-presidente da Academia Brasileira de Defesa.
ailedamo@gmail.com
“Sociedade igua-
litária”! Eufemismo de
“cativeiro socialista”.
Semente raquítica que a
dupla canalha, Dilma e Lula, semeou no
campo dos indolentes para explorá-los em
benefício próprio.
Prisioneiros da ignorância, vivem da
aberrante devoção aos crápulas que ridicu-
larizam as instituições nacionais.
“Condutas criminosas à sombra do
poder jamais serão toleradas” (O Globo,
18/3/2016, capa) diz a Justiça, logo após
transformada em marquise, para dar sombra
ao canalha, alguns metros do STF, insta-
lado no Hotel Royal Tulip para a compra de
venais. Quem lhe paga as diárias?
É assim na Brasiliacity. Guerrilheira
desequilibrada, trapaceiro ágil na agiota-
gem política, saídos dos livros de Cesa-
re Lombroso [1], fazem o que querem neste
país desgovernado. Sem discernimento, a
Máquina Repetidora de “Golpe” vai a No-
vaYork.Esquecequepara americanos, “tem-
po é dinheiro”, e não
vão perdê-lo ouvin-
do uma bandoleira
choramingas, a me-
nos que assine mais
uma venda do Brasil.
História de gi-
bis antigos? Poderia
ser, caso não vivês-
semos no tempo da
jagunçada; caso não
tivéssemos a interi-
na Chiavon na Casa
Civil, minando o que
resta de Brasil, sob as ordens do indiciado
em processos, sem instrução, dominando
letrados, ministros empertigados, chama-
dos de “covardes”.
Os caricatos poderes da República,
achincalhados por um desclassificado, não
se sentem ofendidos, por quê? Porque jun-
to à microparcela de políticos de bem, núme-
VERMES!
ro considerável de estranhos às cores naci-
onais dependem de jantares, não importam
os temperos, desde que haja em cada prato
uma barganha bem fornida.
O cinismo petulante nos sorrisos de
alguns manequins togados é uma afronta
ao país, atrelados à vontade de quem os in-
dicou.
Cérebros estrumados, cada uma das
duas abjetas criaturas, em seu respectivo
laboratório de destruição moral, interliga-se
à outra, pela via de ininterruptas ações dis-
solutas. São malignos artífices do apocalipse
petista, fenômeno inconcebível no desmonte
da harmonia institucional brasileira, que se
está permitindo acontecer.
No “aparelho” do Planalto, a “Estela”
revive o passado ao lado de
membros do bando macabro
que ameaça Congresso, ci-
dadãos e patrimônios, sem
limites, por saberem que a
impunidade os protege. Nada
acontece!
Estimula a implosão
do país para, do alto de seus
complexos, vir a pedir a de-
cretação do “Estado de De-
fesa”, a fim de coibir cida-
dãos de se defenderem de
suas milícias. A denúncia do
Senador Caiado pôs a perder
mais um golpe da traiçoeira
matrona, curvada sob o peso
de seus crimes.
Enquanto isso, o Malazartes da pro-
pina, indiciado em processos de corrup-
ção, ativo explorador do meretrício polí-
tico da gigantesca casa de tolerância em
que transformou o país, afirma que “Sem
essa, de unidade nacional!”, não haven-
do qualquer ação
para impugná-lo, vi-
sando à assepsia
moral. É único no
ofício a que se dis-
põe, é único no ma-
labarismo da safa-
deza, ao qual se ali-
am os destituídos de
hombridade.
Não, isso não
é historieta de gibis,
mas uma história
realque,lamentavel-
mente, terá que ser narrada entre as cívicas
e heroicas personagens de um Brasil idea-
lista e patriótico.
[1] Psiquiatra italiano e antropólogo
criminal, século XIX.
“Sociedade igualitária”! Eufemismo de “cativeiro socialista”.
Semente raquítica que a dupla canalha, Dilma e Lula, semeou no
campo dos indolentes para explorá-los em benefício próprio.
Sempre curvada ao peso de seus crimes e a
ditadores de sua laia. Sugestiva foto.
Hotel luxuoso que abriga bunker de Lula pertence à
FUNCEF, o Fundo de Pensão da Caixa Econômica Federal,
quebrado pelo PT
LANÇAMENTOS DE LIVROSLANÇAMENTOS DE LIVROSLANÇAMENTOS DE LIVROSLANÇAMENTOS DE LIVROSLANÇAMENTOS DE LIVROS
Na noite de 18 de fevereiro, foi lançado em São Paulo, na Livraria Martins Fontes
da Avenida Paulista, o livro Golpe de 1964, de autoria dos professores Itamar
Flávio da Silveira e Suelem Carvalho, da Universidade Estadual de Maringá.
Nosso representante em São Paulo, Coro-
nel Manoel Soriano Neto, compareceu acom-
panhada de sua esposa, tendo sido recebido
pelos autores com a maior atenção.
Também lançado em Maringá (02 / mar-
ço) e em Curitiba (08 março) nas Livrarias Curitiba, onde nossos representantes,
Capitão Adriano Pires Ribas e Coronel Osmar José de Barros Ribeiro, respecti-
vamente, se fizeram presentes.
O livro pode ser adquirido por R$ 39,90 pelo site: www.peixotoneto.com.br e nas
Livrarias Curitiba de Curitiba (Shopping Estação - Av. Sete de Setembro, 2775) e de
Maringá (Maringá Park - Av. São Paulo, 120).
Cumprimentamos os autores por divulgar
O QUE OS LIVROS DE HISTÓRIA NÃO CONTARAM.
O autor Professor Itamar e o Capitão Adriano
Oescritor J. Cláuver lançou com
grande sucesso na noite de 29
de março, no Círculo Militar, seu 6º
livro, mais um de contos e crônicas.
O autor promete surpreender e des-
pertar a curiosidade de seus leito-
res através da obra “Contos e crô-
nicas de quartel e de outros luga-
res”. O livro reúne histórias milita-
res inéditas, narradas da carreira
do autor e de seus colegas do Exér-
cito; Há ainda relatos civis, urba-
nos e rurais, com um toque de sau-
dosismo e bom-humor. O livro e os
demais títulos do autor podem ser
adquiridos em: jclauver.wordpress.com/category/livros.
J. CLÁUVER LANÇA SEU 6º LIVRO NO
CÍRCULO MILITAR DE BELO HORIZONTE
O autor, J. Cláuver e o Cel Ney Guimarães,
presidente do Círculo Militar
5
Acredite, se quiser! Isto foi dito por Lula que ainda se comparou a Jesus Cristo.
Completamente ignorante em História do Brasil, e provavelmente sob o efeito de
algum “calmante” do qual costuma fazer uso em situações de crise existencial. Mais
uma missão impossível: escrever este editorial, tantas são as bandalhas cometidas
diariamente. Mas não podemos deixar de dizer somente algumas palavras para prestar
informações e dar satisfações aos nossos leitores, mesmo com esta edição de 28
páginas e mais a Extra encartada com 16 e que, apesar disso, não nos permitem apre-
sentar tudo que desejaríamos. Ficaram faltando comentários sobre o sinistro da
defesa; “o salário, oh” – 5,5% de correção em agosto; sobre as dificuldades de um
3º Sargento recebendo líquidos R$ 3 mil mensais, e dos cabos e soldados menos do
que um salário mínimo (com a palavra os Comandantes das 3 Forças); sobre a atuação
ilegal e criminosa dos MST, MTST, UNE, PSOL, PCdoB e CUT em manifestações de
enfrentamento que possam ocorrer a partir do próximo 11 maio, provocando possíveis
quebra-quebras de graves repercussões internas e internacionais, tudo em decorrên-
cia da futura perda dos seus salários faraônicos e das verbas federais; e não menos
preocupante a real possibilidade das sabotagens que poderão realizar nos arquivos
e computadores dos ministérios para impedir eventuais investigações administrati-
vas nos Bancos e Programas Oficiais e na farra dos Cartões Corporativos.
Deixamos também de comentar a maior tragédia ambiental jamais acontecida no
planeta cometida pela Samarco/Vale ocorrida há 6 meses, sem qualquer punição aos
responsáveis, talvez por estar ela nas mãos do PT, conforme afirmamos anteriormente;
e ainda não menos inquietante sobre o Foro de São Paulo/UNASUL.
E para finalizar, como pode o Senado ter como presidente Renan Calheiros e a
Câmara de Deputados, Eduardo Cunha? E porque razão tantas agressões ao Deputado
Bolsonaro? E o Governador de Minas nomear sua mulher como Secretária de Estado
para livrá-la da Operação Acrônico? É demais, não? Bom proveito e até breve!
TIRADENTES FOI CRUCIFICADO!!
A 19 de abril,
Dia do Exército,
emBrasília,oprofessor
universitário da UFRGS,
escritor,articulistados
jornais Estado de São
Paulo, O Globo e Zero
Hora,DenisLerrer
Rosenfield, foi
condecorado com a
medalha da Ordem do
Mérito Militar pelo
General de Exército,
Sergio Etchegoyen,
Chefe do Estado-Maior
do Exército.
RECONHECIMENTO
Impeachment
Amilitância fiel está que apóia a Dilma, ela
é reavivada não só com um sanduba de
mortadela, uma tubaína e mais R$ 30,00, mas
agora como a situação é crítica também com
condução grátis para ir a Brasília de ônibus
desfilar e mais R$ 300,00...!!!
Interessante
é que a CUT está à
frente destas ativi-
dades, e como cen-
tral sindical, rece-
be todo ano um dia
de trabalho de cada trabalhador dos sindicatos a ela filiada,
o que significa que quem paga estas manifestações são os
trabalhadores, mesmo os que não concordam com tais
“convescotes”... (Ou será que existe alguma verbazinha
extra do governo federal para ajuda de custo...???).
MILITÂNCIAFIEL...
E os responsáveis (Prefeitura/Construtora) pela obra serão
julgados culpados pela morte das duas vítimas?
NR: Quando esse ladrão e corruPTo será indiciado,
julgado, condenado e preso?
8Nº 226 - Abril/2016 6
AIMPRENSANOTICIOU
QUE PARTIDO É ESSE?
P T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I S
PT - O PARTIDO MAIS CORRUPTO E MENTIROSO DA HISTÓRIA UNIVERSAL
Nº 226 - Abril/2016
7
TRIATLO PETISTA
Dilma PEDALA no governo,
Lula CORRE da polícia
e o STF NADA.
Você sabe quem é Marlene Araújo?
Não, né? Ela é “relações institucionais” do Sesi
em São Bernardo do Campo. Trabalha pouco e ganha
R$ 13.500,00 mensais. (Foi nomeada com o nome de
solteira. Seu nome de casada é Marlene Araújo Lula
da Silva. Casada com Sandro Luís Lula da Silva,
filho de Lula. Anda num Hyundai Tucson.
Márcia Regina Cunha, mulher de João Paulo
Cunha (condenado no Mensalão) é ‘gerente de mar-
keting’ do Sesi desde 2003, salário de R$ 22.000,00. É
lotada em Brasília mas mora em São Paulo.
Rogério Aurélio Pimentel, assessor de Lula
no sítio de Atibaia, também tem cargo no Sesi, onde
ganha R$ 10.000,00 desde 2011.
O advogado Douglas Martins de Souza é con-
sultor jurídico do Sesi em Brasília, R$ 36.000,00
mensais. Filiado ao PT desde 2000, foi secretário
adjunto da Secretaria de Igualdade Racial no gover-
no Lula.
Osvaldo Bargas, vice de Jair Meneghelli na
CUT, recebe salário de R$ 33.000,00.
AsindicalistaSandraCabral,amigadeDelúbio
Soares, ganha R$ 36.000,00 mensais.
Jair Meneghelli, ex-presidente da CUT, é presi-
dente do Sesi, salário de R$ 60.000,00 mensais, mais
vantagens e benefícios, inclusive apartamento de gra-
ça. Desloca-se em Brasília num Ford Fusion preto
2016; em São Paulo, num Toyota Corolla 2016.
Entenderam agora por que eles enlouquecem
quando se fala em impeachment de Dilma e/ou prender
Lulla?
(*) São todas informações publicadas na revista Época.
UNIVERSIDADE DE COIMBRA
Estudantes de Coimbra, exigindo a cassação do título
“honoris causa”, concedido a tempos atrás a Lula,
que estendeu suas falcatruas a ativos portugueses
(Portugal Telecom).
MAMATAS DOS
PETISTAS NO SESI*
QUEM NOS DEFENDERÁ DELES?
"Vamos ocupar os seus gabinetes e
também as propriedades deles, se
derrubarem a presidente Dilma."
AristídesdosSantos/CONTAG
"Iremos para a rua
entrincheirados com armas
na mão" se derrubarem a
presidente Dilma".
Vagner Freitas / CUT
"Um bom paredão, uma boa
espingarda, uma boa bala, uma
boa pá e uma boa cova".
Mauro Iasi / PCB
"Não haverá paz. Este país vai ser
incendiado por greves, por
ocupações, mobilizações,
travamentos."
Guilherme Boulos / MTST
Atacada pelo MST, uma fazenda em Marabá (PA) teve todos os
seus animais mortos barbaramente, incluindo as fêmeas que
estavam em gestação.
Fotos publicadas por Rodrigo Tavares Alves já receberam
milhares de compartilhamentos e foram "curtidas" nas redes sociais.
Para as fotos, click no link abaixo. Aqui o texto da postagem:
"Boa noite pessoal. Essas fotos foram tiradas na Fazenda Ce-
dro, na região de Marabá, invadida pelo movimento MST. Os animais
de alto valor gené-
tico, as vacas esta-
vam prenhes, um
verdadeiro massa-
cre! E agora eu
gostaria de saber
cadê as autorida-
des. Será que vão
tomar alguma ati-
tude ou o PT vai
abafar tudo como
sempre? Compar-
tilhem ao máxi-
mo possível até
chegar a alguém
que possa fazer alguma coisa",
http://www.radioclubecidadefm.com.br/2015/12/fazenda-atacada-pelo-mst-tem-todos-
os.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook
INFORMATIVORURAL
"Exército do Stédile"
- Barbaridade, ódio e impunidade -
Publicado na Revista Catolicismo nº 784 de abril de 2016
Em julho de 2005, um assessor do
então deputado estadual José Nobre
Guimarães (PT/CE) foi preso no
aeroporto em São Paulo pela Polícia
Federal, com US$ 100 mil e R$ 200
mil escondidos na cueca e na mala.
O nobre deputado é irmão de José
Genuíno (PT/SP) e foi eleito
deputado federal. Essa cueca do
PT permanecerá pendurada até o
casoserinvestigadoeoscorruPTos
julgados, condenados e presos.
Hoje é o líder do PT na CâmaraHoje é o líder do PT na CâmaraHoje é o líder do PT na CâmaraHoje é o líder do PT na CâmaraHoje é o líder do PT na Câmara
de Deputados. Não podia ser outro!de Deputados. Não podia ser outro!de Deputados. Não podia ser outro!de Deputados. Não podia ser outro!de Deputados. Não podia ser outro!CERTAMENTE AS FORÇAS ARMADAS E AS POLÍCIAS MILITARES
8Nº 226 - Abril/2016 8
TIRADENTES
Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o
Tiradentes, Protomártir da Indepen-
dência e Patrono
de todas as Polí-
cias Civis e Mili-
tares do Brasil.
Ele foi batizado
no dia 12 de no-
vembro de 1746,
e como foi tam-
bém o Arauto da
Liberdade,istoé,
o inconfidente
que mais propa-
gou a soberania
do Brasil. Os es-
tados de Minas
Gerais e Rio de
Janeiro declara-
ram em Lei que
todo dia 12 de
novembro seja
considerado o Dia da Liberdade. A data
exata de seu nascimento não é conhecida.
Muitos brasileiros morreram pela nossa
independência, mas ele foi o primeiro a doar
seu sangue pela criação de uma pátria.
*Adalberto Guimarães Menezes
* Coronel, Historiador, membro do IHG/MG
Faleceu a 24 de abril, em Recife-PE, de
causas naturais aos 96 anos de idade,
o último brasileiro a voar em combate na
Itália na Segunda Guerra Mundial, Major
John William Buyers.
Nascido de pais americanos em Juiz
de Fora-MG, John passou toda a infância
e adolescência no interior de Minas Gerais.
Sua família mudou-se para os EUA pouco
antes do começo da Segunda Guerra Mun-
dial e, após o ataque a Pearl Harbor, foi a
vez dele se voluntariar para a USAAF. Pou-
co após a entrada do Brasil na guerra, em
agosto de 1942, Buyers foi enviado para
a Base Aérea de Natal, onde travou con-
tato com o Major Nero Moura, futuro co-
mandante da Aviação de Caça brasileira
na Itália.
Com a criação do 1º Grupo de Avi-
ação de Caça em dezembro de 1943, Moura
solicitou que Buyers, que falava inglês e
português fluente e com quem já tinha
uma boa amizade, fosse o oficial de liga-
ção da unidade com o comando em Wa-
shington. Buyers acompanhou o grupo bra-
sileiro durante todo o percurso de treina-
mento na Flórida, Panamá e Nova Iorque,
e embarcou juntamente com eles para a
Itália em setembro de 1944.
No teatro de operações, ele foi ins-
trumental em manter as boas relações e
comunicações entre os pilotos brasileiros e
seus colegas norte-americanos, e conse-
guiu para o grupo um bombardeiro B-25
Mitchell que foi usado como aeronave de
transporte até o fim da campanha.
MORRE UM HERÓI
Com o acúmulo da perda
de pilotos em combate e a es-
cassez de novos recompleta-
mentos enviados do Brasil, John
Buyers voluntariou-se para
voar missões nos comandos
dos P-47 ao lado de seus com-
patriotas brasileiros. Até o fim
da campanha, ele havia voa-
do 21 missões de combate nas
aeronaves do Senta a Pua, de
forma totalmente voluntária,
para ajudar o depletado grupo
a cumprir as missões atribuídas.
Após a guerra, passou para a reserva
como Major e retornou ao Brasil, onde es-
tabeleceu família. Foi feito pelos veteranos
do Senta a Pua o 1º Jambock Honorário.
Com sua morte, fecha-se o capítulo
dos pilotos brasileiros que combateram
na Itália na Segunda Guerra Mundial. Ele
deixa esposa, filhos e muitos netos.
A 26 de setembro de 2015, Buyers,
o último piloto do 1º Grupo de Caça, o
famoso “Senta Pua!”, foi homenageado pelo
presidente da ANVFEB/BH, Engenheiro
Marcos Renault, na sede da Associação
com uma sala que recebeu o seu nome
e respectivo acervo recentemente doado ao
Museu da FEB de Belo Horizonte. São cen-
tenas de fotografias, documentos, meda-
lhas e objetos de uso pessoal utilizados pe-
lo grande herói durante a Segunda Guerra
Mundial.
MAJOR JOHN WILLIAM BUYERS
Randolfo Diniz Neto, Marcos Renault,
Major Buyers e Vitor Santos
P-47 Thunderbolt "D4" da
Força Aérea Brasileira
Ruínas da Fazenda do Pombal, onde Tiradentes nasceu,
torrão situado a pequenas distâncias das cidades de
São João del Rey, Tiradentes e Ritápolis
O patriotismo do brasileiro Jaime Tomaz
de Aquino, fe-lo erigir em sua fazenda,
no estado do Ceará, estátuas em tamanho
natural de várias personalidades da nossa
história inclusive uma de Tiradentes
Tiradentes foi o personagem mais
importante da Inconfidência Mineira e, é
preciso ficar bem claro que esse movimento
foi o primeiro cuja finalidade principal era
lutar pela soberania do Brasil. Ele jamais
denunciou nenhum dos companheiros e
era por todos eles considerado, não o che-
fe, mas o conjurado com mais qualidades e
virtudes dentre todos eles.
REFERÊNCIAS A TIRADENTES
“Ei-lo, o gigante da praça,
O Cristo da multidão!
É Tiradentes quem passa...
Deixem passar o Titão”. (Castro Alves)
“Esse rapaz é um herói e não se importa em
morrer em ação, contanto que ela se faça”.
(Padre Rolim – Inconfidente)
“Joaquim José da Silva Xavier, o
Tiradentes, é hoje, para todo o Brasil, uma
figura mística, um herói, um mártir e uma
referência tutelar. É, pois, essencial que
Portugal o assuma como um herói igual-
mente seu, num sincero acto de contrição
e de reabilitação histórica”. (Mário Soares
- 1º Ministro e Presidente de
Portugal)
“O Alferes Joaquim José
da Silva Xavier é um ho-
mem animoso, e se houves-
se muitos como ele, o Bra-
sil seria uma República
florente”.(CônegoLuisVieira
– Inconfidente)
“Mas em Minas não há
gente. Os americanos in-
gleses foram bem sucedi-
dos porque tiveram três
homens com capacidade
para tal campanha. Aqui
temos apenas um, que é o
alferes do corpo militar
da cavalaria mineira, Joaquim José da
Silva Xavier, propagandista da idéia
na Capitania e fora dela”. (Padre Manoel
Rodrigues da Costa - Inconfidente)
“O alferes Joaquim José da Silva Xavier
disse também que queria para si a ação
maior e de maior risco.” (Padre Toledo –
Inconfidente)
PALAVRAS DE TIRADENTES
“Foi percorrendo as montanhas de
Minas, conhecendo as suas riquezas, que
passei a desejar a sua liberdade e resolvi
me dedicar por inteiro a esse trabalho”.
“A nova República que se estabeleces-
se deveria ter bandeira ... um triângulo,
significando as três pessoas da Santíssima
Trindade.” (a bandeira de Minas Gerais
é a que foi imaginada por Tiradentes).
“Parece que não há mais homens nes-
tas Minas, somente uns vis comodistas. Se
eu não encontrar quem me ajude, hei de
armar uma meada tal que em dez, vinte ou
cem anos se não há de desembaraçar.”
○ ○ ○
○ ○ ○
○ ○ ○
○ ○ ○
○ ○ ○
8
Nº 226 - Abril/2016 9
* É jornalista independente, estudiosa do Foro de São Paulo e do regime castro-comunista e
de seus avanços na América Latina, especialmente em Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil.
É articulista, revisora e tradutora do Mídia Sem Máscara e proprietária do blog Notalatina.
*Graça Salgueiro
No dia 25 de abril pp., a
presidência pro tem-
pore do MERCOSUL, na
pessoa do chanceler uru-
guaioRodolfoNinNovoa,realizouumeven-
to no prédio da instituição para comemorar
os 25 anos do Tratado de Assunção que es-
truturaria a criação do bloco inicialmente
formado por Argentina, Brasil, Paraguai e
Uruguai. Estiveram presentes os chancele-
res e vice-chanceleres dos países mem-
bros, além dos deputados que compõem o
Parlasul - Parlamento do MERCOSUL -, in-
cluindo a Venezuela que foi adicionada ao
bloco ilegalmente, quando da suspensão
do Paraguai em 2012.
Por abrigar a presidência pro tempore
e estar comemorando uma data importante
o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez,
também participou. Na ocasião foi lança-
do um selo comemorativo dos 25 anos
mas o clima não foi nada festivo, tendo
ocorrido um bate-boca entre os deputa-
dos brasileiros e o presidente do Parlasul,
deputado e ex-chanceler argentino o kir-
chnerista Jorge Taiana, que publicou no
domingo anterior no site oficial do Par-
lasul uma nota onde afirma que o Brasil
passa por uma “situação escandalosa”.
Disse Taiana: “Isto é um golpe parlamen-
tar, é uma utilização forçada da lei do
impeachment”, acrescentando que “seto-
res conservadores, de direita, do mun-
do financeiro e da mídia teriam como
objetivo central impedir que o ex-pre-
*Aristóteles
Drummond
* Jornalista - Vice- Presidente da ACM/RJ
aristotelesdrummond@mls.com.br -
www.aristotelesdrummond.com.br
Os oficiais da reserva,
que não sofrem res-
trições no RDE, deveriam
pautar um amplo manifes-
to com assinatura a serem colhidas em todo
o país. Para isso, contam com os cadastros
das Forças Armadas e dos respectivos clu-
bes, lembrando as responsabilidades dos
militares na história do Brasil.
Não se pode limitar a presença militar
ao ano de 64 e muito menos se aceitar o debate
restrito à luta travada pelas Forças Armadas e
auxiliares,inclusiveaspolíciasestaduaiscomo
terrorismo,oquese denominou de “luta arma-
da”. Sessenta e quatro foi um movimento
cívico-militaredeflagradoconcomitantemen-
te pelos comandantes de área e os governado-
res dos principais estados brasileiros.
Mas vêm de longe os serviços pres-
tados pelos militares na unidade nacional,
na paz interna e, principalmente, no pro-
gresso econômico e social, desde os primór-
dios do Império. O currículo escolar tem
sido desvirtuado por motivos ideológicos
e as novas gerações acabam por desconhe-
cer o papel dos militares na construção da
nacionalidade. Até os hinos e o culto à ban-
O MANIFESTO QUE FALTAO MANIFESTO QUE FALTAO MANIFESTO QUE FALTAO MANIFESTO QUE FALTAO MANIFESTO QUE FALTA
Agora, com os governos do PT, estamos chegando à situação de 64, com intranquilidade nas cidades e no campo.
A lista de problemas é grande. Ameaças de organizações de cunho nitidamente revolucionários, desmandos nos governos e crise
sem precedentes na política, na economia e seus reflexos cada dia mais preocupantes no social.
Rodolfo Nin Novoa e María Solange Díaz durante a
apresentação do selo comemorativo dos 25 anos do Tratado
de Assunção que criou o MERCOSUL
AO COMEMORAR 25 ANOS, O MERCOSUL MOSTRA A QUEM SERVE
sidente Lula voltasse à Presidência do
Brasil em 2018”.
Quando os parlamentares brasileiros
chegaram ao local do evento, um auditório
com capacidade para 400 pessoas, desco-
briram que lhes foram reservados os assen-
tos da última fila, atrás mesmo de pessoas
de escalão inferior aos parla-
mentares. Então, o deputado
Arthur Oliveira Maia do PSDB-
BA, foi até a frente do auditório
e sem usar microfone disse que
aquilo era uma retaliação de
Taiana, após escrever uma “nota
irresponsável” sobre a situação
do Brasil, e todos decidiram se
retirar, menos, evidentemente,
Jean Wyllys (PSOL), Benedita
da Silva (PT), Ságuas Moraes
(PT) e o ex-deputado pelo PT-
PR e atual “alto representante-
geral do MERCOSUL”, Doutor
Rosinha.
Ao ouvir o anúncio, o pre-
sidente Tabaré Vázquez que
estava sentado na primeira fila, decidiu
apoiá-los e foi sentar-se junto a eles mas de
nada adiantou, pois os parlamentares bra-
sileiros se retiraram assim mesmo. Depois,
pelo Twitter, Jean Wyllys classificou de “ar-
rogante e indecorosa” a atitude daqueles
que se retiraram. Enquanto isso, os de-
putados venezuelanos opositores gritavam
palavras de ordem e levantavam cartazes
onde se lia “Liberdade para os presos-
políticos venezuelanos”, “Na Venezuela
não há alimentos nem remédios” e “Não
ao fechamento da Assembléia Nacional”.
Não se falou em detalhes da situação
política do Brasil mas, de forma generaliza-
da, Nin Novoa disse que “a situação insti-
tucional brasileira merece particular e
especial atenção” e que “a justiça, a lega-
lidade e a legitimidade devem estar acima
de posicionamentos políticos”.
Doutor Rosinha defendeu com unhas
e dentes a aproximação do MERCOSUL
com a Rússia, alegando para tal que o Brasil
faz parte do BRICS e que essa relação é “ex-
tremamente importante para construir
novas relações comerciais, para construir
outro modelo de economia mundial e para
criar multi-polaridade”.
Mas a cereja do bolo, entretanto, fi-
cou por conta da Srª Rousseff, quando de-
clarou desde Nova York que pretendia in-
vocar a Cláusula Democrática do MER-
COSUL, tal e como ela fez no Paraguai em
2012, por causa da deposição legal e cons-
titucional do ex-presidente Fernando Lugo.
Se a cláusula for aceita, o Brasil ficará sus-
penso da organização mas será necessário
o aval de todos os países-membros. Até
agora, a Venezuela foi o único país a se mos-
trar favorável à medida.
Isso demonstra que dona Rousseff
não está, como nunca esteve, preocupada
com seu país, que seria o único prejudicado,
mas em punir aqueles que são favoráveis à
sua deposição. Tal como no caso de Lugo,
que foi tramado secretamente por ela com
o ex-presidente José Mujica do Uruguai,
a portas fechadas no Palácio do Planalto,
o que está em jogo não é a democracia, o
respeito à Constituição ou às leis do Bra-
sil mas salvar o poder adquirido pelo Fo-
ro de São Paulo ao longo desses 26 anos.
Aqui como lá, as instituições democráti-
cas não passam de nomes vazios, onde só
têm significado e importância se eles conti-
nuarem comandando.
Foto: Pablo Vignali
deira foram afastados pelos formados na
escola leninista da pátria única.
Até a Independência, devemos e muito
aos militares. Sem tirar o mérito da Imperatriz
Leopoldina e de D. Pedro I. Na
verdade, a luta travada na Bahia
com as forças leais à Coroa Por-
tuguesa,comandadaspelobravo
GeneralMadeira,foramaté1825
ecustaramquasecincomilvidas.
A paz e a liberdade entre
nóssempreforamgarantidaspela
intervenção militar, embora, até
64, sem a plena ocupação do po-
der. Mas 30 e 37 tiveram o aval militar, assim
comoaredemocratizaçãoem45,comaentregado
poderaopresidentedoSTF.Apenasem64sefez
necessáriaapermanênciadeumregimeautoritá-
rio, referendado sempre pelo Congresso Nacio-
nal,emfunçãodopaísterchegadoapontocrítico
de desgaste ético, moral, social e institucional.
A Revolução promoveu no primeiro go-
verno, com Castelo Branco, o saneamento das
finanças e a modernização do Estado – com a
criação do Banco Central, FGTS, Banco Nacio-
nal da Habitação, Embratur, CVM e a implanta-
ção da Eletrobrás, entre outras entidades. De-
pois, foram feitas as grandes obras com Costa e
SilvaeMédici.CoubeaJoãoFigueiredoaanistia,
aprimeiraeleiçãodiretaparagovernadores,sem
descuidar de uma gestão eficiente em meio à
grandecrisemundialein-
flaçãonacional.Devemos
ainda a Figueiredo obras
do porte de Tucuruí, a
inauguração de Angra I,
a maioria das turbinas
de Itaipu, grandes inves-
timentos em habitação e
saneamento básico. E os
ministros da Educação
reconhecidos como os melhores da história –
General Ruben Ludwig e professora Ester Fi-
gueiredo Ferraz –, conforme atesta o insus-
peito senador Cristovam Buarque. Foi Figuei-
redo também que garantiu a eleição pelo Co-
légio Eleitoral de um candidato da oposição.
Logo, esta história de ditadura é tática das
derrotadas esquerdas.
Agora, com os governos do PT, estamos
chegando à situação de 64, com intranquilidade
nas cidades e no campo. A lista de problemas é
grande.Ameaçasdeorganizaçõesdecunhoniti-
damenterevolucionários,desmandosnosgover-
nos e crise sem precedentes na política, na
economia e seus reflexos cada dia mais preo-
cupantes no social.
Cabe lembrar ao Brasil a ponderação
dos militares da Reserva, que interpretam o
pensamento dos que estão na Ativa, de que só
mesmo uma intervenção militar para pôr fim
a crise, restabelecer a dignidade no exercício
do poder, garantir a punição aos envolvidos
em malfeitos. Além da convocação dos agen-
tes econômicos para a recuperação nacional,
com a entrega no curto prazo a um civil, em
lista de brasileiros, independente de filiação
partidária, com condições de conduzir um
processo de transição até as eleições de 2018.
Não seria golpe nem Revolução, muito
menos quebra da normalidade. Seria apenas a
intervenção do bom senso para evitar que o país
encontreocaospolítico,econômicoesocial,com
sofrimento dos menos favorecidos. E para que
a continuidade da crise custe um maior tempo
na recuperação econômica e do conceito inter-
nacional abalado por tantos escândalos e a
queda na rentabilidade das empresas.
O que está em jogo não é a democracia, o respeito à Constituição ou às leis do Brasil,
mas salvar o poder adquirido pelo Foro de São Paulo ao longo desses 26 anos.
Cabe lembrar ao Brasil a
ponderação dos militares
da Reserva, que
interpretam o
pensamento dos que
estão na Ativa.
9
8Nº 226 - Abril/2016 10
* Manoel Soriano Neto
“Árdua é a missão de desenvolver e defender a
Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos
antepassados em conquistá-la e mantê-la.”
A AMAZÔNIA E A HIDRELETRICIDADE
* Coronel, Historiador Militar e Advogado
msorianoneto@hotmail.com
(continua)
General Rodrigo Octávio / 1º Comandante Militar da Amazônia (1968/1970)
(XXVI)
Cel Osmar José
de Barros Ribeiro
Em outubro passado, o sistema Ma-
capá (AP) foi interligado à rede naci-
onal, o que resultou no aumento de 4,3%
naenergiaelétricadaregiãoamazônica.O
Operador Nacional do Sistema Elétrico
(ONS) informou que a demanda energé-
tica, no mês de fevereiro, em todo o País,
aumentou 2% em relação ao mesmo mês
do ano passado. Isso foi alardeado como
uma reativação, apesar de bem diminuta,
da economia brasileira. Entretanto, trata-
se de mais uma propaganda enganosa.
Tal aumento foi anômalo e se deveu à in-
terligação do sistema Macapá e a uma
série de outros fatores. Essa alta do con-
sumo ocorreu, igualmente, por causa do
forte calor que fez aumentar o uso de
aparelhos de ar condiciona-
do, de chuveiros elétricos,
etc; do carnaval - quando o
gasto de energia elétrica au-
menta substancialmente -,
além de o referido mês pos-
suirmaisumdia,pois2016é
ano bissexto. Ademais, as
copiosas chuvas que caí-
ram na região Sudeste afeta-
ram o volume dos reservató-
rios de abastecimento dos
grandes centros e propor-
cionaram certo relaxamento
no uso de água e de ener-
gia. Tudo isso influenciou no consumo
energético, máxime nas regiões Sudeste
(a de mais significativa atividade econô-
mica) e Centro-Oeste, que concentram a
maior população brasileira. Nas demais
regiões, houve queda da demanda de
eletricidade, em comparação a 2015. O
certo é que, nos últimos doze meses, a
procura de energia, como um todo, caiu
cerca de 3%, em nosso País, evidencian-
do a gravidade da retração econômica
que vivenciamos e que se prolongará por
longo tempo, desgraçadamente.
No Plano Plurianual 2016-2019, a
inclusão de fontes renováveis de ener-
gia, com exceção da hidráulica (de onde
provêm cerca de 70% de nossa energia
elétrica), não foi considerada na devida
conta, conforme havia sido avençado, no
ano passado (na Conferência do Clima),
em vista do efeito estufa. Tal falta de vi-
são de futuro, não privilegiou o cresci-
mento tão necessário de nosso potencial
eólico e fotovoltaico (energia solar) pre-
visto no citado Plano, por veto incompre-
ensível da presidente da República. A
propósito, o projeto piloto de uma usina
flutuante de energia solar no lago da
hidrelétrica de Balbina (AM) é muito im-
portante e já se pensa em igual projeto na
de Sobradinho (BA). Acrescente-se que
o Plano Plurianual contempla a constru-
ção de centrais nucleares (que vêm sen-
do abandonadas por países como a Ale-
manha, Bélgica, Suíça e Japão), e aponta
como desvantagens das opções eólica e
solar, a intermitência dos ventos e das
radiações do sol, o que muito limitaria a
implementação dessas fontes. Aduza-se
que a energia do petróleo está sendo aos
poucos abandonada, mundialmente, o
que pode comprometer ou mesmo invia-
bilizar o pré-sal ...
Mas enquanto a economia não se
recuperar, eis que foi impiedosamente
destroçada pela deletéria governança
lulodilmista, não poderemos sonhar com
dias melhores.
Algo mais, por derradeiro: o Brasil
encontra-se nitidamente dividido entre
os verdadeiros patriotas e os apoiadores
da dupla Lula-Dilma, que urdem as mais
repugnantes tramoias para sustentá-los
no poder. Ele - “a viva alma mais honesta”
do País -, se considera a única pessoa
que pode “incendiar o Brasil”, como
declarou em uma de suas infames liga-
ções telefônicas. É preciso pagar pra
ver, sendo certo que as manifestações
de 13 de março, superaram numerica-
mente em treze vezes, as do dia 18, pa-
trocinadas, com dinheiro público, pela
corja de corruPTos que nos assola.
Este artigo já estava escrito, quan-
do a Câmara votou a favor do impedi-
mento da presidANTA!! Hosanas!!!
Até há pouco tempo, o êxito das ações
empreendidas pelo Foro de São Pau-
lo, no sentido de transformar a América
do Sul num continente vermelho, parecia
incontestável. Afinal, a Venezuela, o Bra-
sil, a Argentina, a Bolívia, o Paraguai e o
Equador estavam nas mãos de gente ple-
namente confiável e obediente aos dita-
mes da sua cúpula.
Porém, como diz um antigo ditado
popular, "o homem põe e Deus dispõe".
O primeiro a cair foi Lugo, o bispo gara-
nhão, presidente do Paraguai, cujo impe-
dimento pelo Congresso custou ao país
a suspensão do Mercosul, numa clara ma-
nobraparapermitiroin-
gresso da Venezuela,
levada a cabo pelo Bra-
sil e Argentina, com o
apoio do Uruguai .
A Argentina viu a
derrota do kirchneris-
mo em novembro pas-
sado. Semanas depois,
foi a vez das eleições na
Venezuelarepresentan-
do, com a conquista de
dois terços do Congres-
sopelaoposição,oprin-
cípio do fim do boliva-
rianismo no poder. Mais
recentemente, os boli-
vianos recusaram-se a
aceitar a continuidade
de Evo Morales após
2019. No Equador, Ra-
fael Correa já anunciou
que não tentará a reeleição em 2017.
No Brasil, uma crise política e eco-
nômica, agravada por denúncias de
corrupção, leva a um melancólico final o
governo petista, após quase 13 anos no
poder. Não obstante, o Foro de São Paulo
recusa-se a ver a morte da galinha dos
ovos de ouro e busca, além de apoio in-
terno, respaldo externo.
Evo Morales, propôs uma reunião
de emergência da União das Nações Sul-
americanas (Unasul) para defender a pre-
sidente Dilma Rousseff e o ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva pois, segundo
ele, está sendo gestado no Brasil "um gol-
pe do Congresso", maquinado por "gru-
pos oligárquicos dos Estados Unidos"
para evitar que Lula seja candidato nas
próximas eleições presidenciais.
Por seu turno, o ministro das Rela-
A BAIXA DA MARÉ VERMELHA
Até há pouco tempo, o êxito das ações empreendidas pelo
Foro de São Paulo, no sentido de transformar a América do
Sul num continente vermelho, parecia incontestável. Afinal,
a Venezuela, o Brasil, a Argentina, a Bolívia, o Paraguai e
o Equador estavam nas mãos de gente plenamente confiável
e obediente aos ditames da sua cúpula.
ções Exteriores do Uruguai, Rodolfo Nin
Novoa, afirmou que está circulando, em
todos os Países da Unasul, documento
fazendo um chamado e um pedido para
que seja respeitada a ordem institucional
no Brasil.
O equatoriano Rafael Correa disse
que a América do Sul está sendo amea-
çada por tentativas de desestabilização
dos governos progressistas da região e
que a América Latina "abraça Lula" que
teve seus direitos violados por uma "con-
dução coercitiva".
Dilma Roussef, após sua ida a Nova
Iorque para participar na ONU de evento
comemorativo da assi-
natura do Tratado sobre
meioambiente,ementre-
vista a jornais estrangei-
ros,declarouintençãode
recorrer à Unasul e ao
Mercosul contra o que
chama de "golpe insti-
tucional" para afastá-la
do governo.
Na verdade, esta-
mos às vésperas de sé-
riosproblemas,maisin-
ternos que externos, ha-
ja vista que o Partido
dos Trabalhadores tor-
nou-se, pela vontade de
Lula, instrumento da
estratégia do Foro de
São Paulo para restau-
rar o comunismo na
América Latina. Com
esse objetivo foram criados, artificial-
mente, conflitos ideológicos "nós con-
tra eles", "brancos versus negros", "ri-
cos contra pobres", "norte/nordeste con-
tra sul", tudo no melhor estilo da luta
de classes.
Contudo, a maré vermelha está se
desfazendo. As recentes derrotas da es-
querda são devidas, além da realidade
econômica, ao fato de que seus líderes
tenham aderido à corrupção, sem con-
siderar a crescente intolerância popu-
lar a ela. Cresce, a cada dia, a probabi-
lidade de Lula ser preso e Dilma Rous-
seff ser, definitivamente, afastada da
presidência da República.
Tudo considerado, o que de me-
lhor aconteceu no Brasil, vem sendo o
clamor por honestidade no trato dos ne-
gócios públicos.
Foro de São Paulo
Criado em 1990 em São
Paulo por Lula e Fidel
Castro, com a finalidade de
recuperar na América
Latina o que foi perdido
no leste europeu.
Nº 226 - Abril/2016 11
*General de Exército
Rômulo Bini Pereira Notícias constan-
tes veiculadas
nas colunas políticas de mídia, com re-
percussões significativas nas redes so-
ciais,asseguramqueoatualgoverno aven-
tou a hipótese de decretar as medidas
constantes do Título V da Constituição
(Da Defesa do Estado e das Instituições
Democráticas). Elas seriam decretadas
em razão do agravamento das posições
políticas e ideológicas que se avultam
atualmente no cenário nacional, e que
poderiam redundar em confrontos físi-
cos entre a corrente que está a favor do
impeachmentdapresidenteDilmaeaque
está contra.
A situação econômica crítica do
país e os visíveis conflitos e desacordos
entre as Instituições maiores aumentam
a ebulição dos debates políticos. Reno-
mados analistas já assinalam que vive-
mos em uma “crise de insensatez”. Uma
afirmativa real e não fantasiosa e que
contamina os valores e as atitudes do
cenário político nacional.
Qualquer que seja o resultado do
processo de impeachment da presidente
que ora ocorre no Congresso, o país atra-
vessará um período de confrontos no
qual as nossas Instituições, provavel-
mente, não serão capazes de conduzi-los
ou solucioná-los. Deverão se socorrer
dos artigos 136 e 137 do Título V que es-
tabelecem as normas para a decretação
de medidas a adotar em face de iminente
instabilidade institucional, o Estado de
Defesa ou o Estado de Sítio.
Caso se concretize o impeachment,
indubitavelmente haverá reação por par-
te dos atuais governantes. A própria pre-
sidente, esquecendo-se de que é a maior
autoridade de um país de dimensões
DO ESTADO DE DEFESA E DO ESTADO DE SÍTIO
* Foi Chefe do Estado-Maior do Ministério da Defesa,
Comandante da 4ª DE e do 11º BI - Regimento Tiradentes
continentais com 200 milhões de habitan-
tes,voltouaagircomoverdadeiramilitante
partidáriaemcomíciosemplenosalãonobre
doPaláciodoPlanalto.Diantedeumaclaque
de juristas, intelectuais de esquerda, mem-
bros do PT e escudeiros do PC do B,
bradou o já inócuo bordão “Não vai ter
golpe!”. Não deveria tê-lo feito, pois os
juízes da mais alta corte do país, o Supre-
moTribunalFederal,—os“acovardados”,
segundo Lula —, legitimam a abertura
desse processo. Ela não só se insurge
contra tais opiniões, mas também contra as
decisões de Dr. Sérgio Moro, juiz primeira
instância. Um conflito direto entre os dois
Poderes, fato raro na história nacional e
que joga por terra a máxima respeitada
pela sociedade brasileira, a de que “deci-
são judicial não se discute, cumpre-se!”.
Essas posições radicais, autoritárias
e antidemocráticas bem demonstram o que
seria do país se essa ex-guerrilheira, ainda
considerada heroína por setores das es-
querdas radicais brasileiras, assumisse o
poder nos idos de 1970. Não teríamos um
regimedemocrático como apregoam seus
correligionários, mas sim um regime se-
melhante ao sanguinário regime cubano
da época, onde “el paredón” tornou-se o
mais abominável símbolo da revolução
cubana. Fidel Cas-
tro, ícone maior das
esquerdas latino-
americanas, acabou
dedaraomundoum
exemplo de fanatis-
mo ideológico pu-
blicando um artigo
no jornal oficial do
Partido Comunista
Cubano (Granma),
no qual desaprova a
visita do presidente americano à para-
disíaca ilha de Cuba. A aprovação dos
cubanos à visita não foi levada em conta.
Caso semelhante ocorre aqui, quando a
presidente,movidaporseufanatismoide-
ológico, bem claro em suas últimas decla-
rações e com a aprovação de seus segui-
dores, e não querendo ver a enorme desa-
provação que o povo brasileiro lhe dá,
conduz a nação para o abismo.
Nas gravações reveladas pela Ope-
ração LavaJato,oex-presidenteLula,líder
e mentor da presidente, expressou-se de
modo chulo nos diálogos, abusando de
termos obscenos, para ofender a outros
poderes, demonstrando apego incomensu-
rável ao poder e também não querendo ver
o mar de lama em que se afogou o seu
partido. Para reforçar o tema deste artigo, é
preocupante o efeito de seus discursos a
sindicalistas e membros de movimentos
ditos sociais e organizações estudantis,
porque o que diz aumenta a agressividade
que lhes é peculiar. “Guerra” é um termo
constante de suas falas, acirrando mais
ainda com isso o confronto ideológico cri-
ado pelo Foro de São Paulo, o “nós contra
eles”, uma conspiração das elites brasilei-
ras contra o atual governo dos pobres. O
ódio crescente que se observa é o prenún-
cio de tempos escu-
rosedeconflitosen-
tre irmãos, de pro-
porçõesmaioresque
já viveu a nação no
passado. Ao agir
dessa forma, optou
por usar bravatas
exaltadas que só
poderãolevaropaís
a perigosas con-
vulsões internas.
Nesse contexto, se forem adotadas
as normas do Estado de Defesa ou de
Sítio, as Forças Armadas serão empenha-
das. Os militares da ativa e da reserva,
bem como a maioria dos cidadãos brasi-
leiros de bem, não mais aceitam o “jogo
político” praticado e que está destruindo
a maioria das Instituições. Também não
mais confiam em falsos paladinos que
habitam o noticiário e posam como gran-
des orientadores da sociedade brasileira,
mas que, na verdade, só a contaminam.
O Conselho da República e o Con-
selho de Defesa Nacional, assessores
diretos da Presidência da República na
adoção dessas medidas, são autoridades
do governo e dificilmente decidirão de
modo contrário aos seus interesses. Se
assim acontecer, o interesse nacional será
secundário. Então, como agirá o militar,
de qualquer nível hierárquico, no cumpri-
mento de missões oriundas e determina-
das por esses preceitos constitucionais
se as considerar ilegais e consubstancia-
das a velados interesses de um “jogo po-
lítico”? Como aceitaria cumprir um ato
que julga ilegal dentro de uma missão
legal?
A nação brasileira encontra-se em
um patamar crítico de sua história e não
se antevê uma solução que possa trazer
uma paz civilizada e democrática ao seu
povo. As Forças Armadas, a instituição
de maior conceito junto à sociedade, não
poderão ser denegridas em função des-
sas “crises de insensatez”. Seus coman-
dantes deverão estar atentos, pois o sol-
dado brasileiro, conforme reza o seu jura-
mento, é o guardião da honra, da integri-
dade e das instituições do Brasil!
Qualquer que seja o resultado do processo de impeachment da presidente que ora ocorre no Congresso, o país
atravessará um período de confrontos no qual as nossas Instituições, provavelmente, não serão capazes de conduzi-los
ou solucioná-los. Deverão se socorrer dos artigos 136 e 137 do Título V que estabelecem as normas para a decretação
de medidas a adotar em face de iminente instabilidade institucional, o Estado de Defesa ou o Estado de Sítio.
“O seu artigo deve ser útil e didático,
não só para os nossos políticos e nossas
Forças Armadas mas, principalmente,
para a sociedade brasileira.
Mensagens e ensinamentos ali
expressos são de enorme valor para o
momento crítico por que passa a
Nação brasileira.”
GERALDO LUIS M. L. SAMUEL
NR: Entre as inúmeras mensagens
recebidas, destacamos esta que a
todas sintetiza:
COMANDANTE DO EXÉRCITO ALERTA SOBRE MANIPULAÇÃO DE SUAS PALAVRAS
“Fiz uma palestra na UNICEUB em Brasília, que está disponibilizada na internet. Durante o
debate, no contexto de uma pergunta, eu disse que o Brasil precisa recuperar a coesão interna, perdida
por termos cometido o erro de haver deixado a linha de fratura da guerra fria passar por dentro da
nossa sociedade, fazendo com que nos dividíssemos. A consequência é que hoje ninguém pensa no país
e que a questão nacional nunca está presente nas discussões e no que se projeta para o futuro. Em
relação a isso, a rede Brasil de notícias (do governo) editou uma matéria dizendo que eu havia criticado
a Revolução de 64. Logicamente, está repercutindo e causando compreensível indignação entre
alguns companheiros da reserva. Como nos conhecemos todos, seria desnecessário, entre nós, de 73,
fazer esse esclarecimento. Peço contudo que me ajudem a neutralizar essa divulgação, principalmente
nesse momento em que nos consolidamos como balizadores dos processos em andamento”.
OComandante do Exér
cito, General Eduar-
doVillas-Bôas,envioumen-
sagem a colegas da turma
1973 da Academia Militar
das Agulhas Negras, es-
clarecendo sobre a detur-
pação cometida pelo noti-
ciário da Rede Brasil de
Notícias - canal oficial do
governo federal, em recente palestra ministrada por ele
na capital federal, quando foi publicada a mentira de que
criticara a Revolução de 31 de março de 1964, a saber:
NR: Julgamos que esta manifestação do Comandante do Exército deveria ser publicada pelo CCOMSEx,
para conhecimento de todas as organizações militares das Forças Armadas.
8Nº 226 - Abril/2016 12
* TEN CEL PMERJ
* Luiz Felipe
Schittini
O GRANDE RESPONSÁVEL
As graves crises
social, política,
econômica, moral e
ética, pelas quais o Brasil atravessa, redun-
dando numa total falta de credibilidade jun-
to a investidores estrangeiros e nacionais,
tem um grande responsável: o ex-presiden-
te Lula. Chamá-lo de Ex constitui um grave
erro, pois ele se mantém na presidência há
catorze anos ininterruptos. A sua sucesso-
ra, Dilma Roussef, sempre foi uma subser-
viente dos seus desejos megalomaníacos.
Lula parece-nos apresentar graves
desvios de caráter, dentre eles:
1) - A compulsão pela mentira, ou
seja, uma pessoa MITOMANÍACA.
Diz a todo momento que “pobre só
anda de avião graças a
ele”. Trata-se de uma
mentiradescarada. Se-
jamos justos: a melho-
ria de vida da popula-
ção foi devida à im-
plantação do PLANO
REAL pelo falecido
presidenteItamarFran-
co, que conseguiu frear a inflação de 80%
ao mês e também por medidas implanta-
das pelo ex-presidente Fernando Hen-
rique Cardoso ao criar a Lei de Respon-
sabilidade Fiscal, que travou as gastan-
ças desordenadas dos governos Federal,
Estadual e Municipais.
No início do Plano Real houve uma
grande valorização do dinheiro brasileiro e
umrealvaliaumdólar. Atualmente o dólar
está valendo quase quatro reais.
Lula nega veemente quaisquer irre-
gularidades e contratos com empreiteiras,
empresários, dirigentes da Petrobrás, po-
líticos e agentes públicos presos na Ope-
ração LAVA JATO.
Não podemos esquecer que em
2010, Lula então Presidente da Repúbli-
ca, juntamente com José Dirceu foi a Por-
tugal. Lá eles “convenceram” o então pri-
meiro ministro José Sócrates, para que a
Portugal Telecomunicações comprasse
23% das ações da empresa de telefonia
brasileira OI, por 3 BILHÕES e 700 MI-
LHÕES de euros, o equivalente a 14 BI-
LHÕES E 800 MILHÕES de REAIS.
O Ministério Público de Portugal,
através da Operação Marquês, desconfiou
dessa altíssima transação e constatou um
“mar de lama e corrupção” nesse negócio.
Atualmente,oex-primeiroministroSócrates
e vários parlamentares lusitanos, envolvi-
dos nessa maracutaia, encontram-se pre-
sos. EoqueaconteceucomLula?Atéopre-
sente momento, nada. Não foi por acaso
que a OI instalou uma antena de celular
exclusiva para Lula e seus familiares, ao
lado do sítio em Atibaia – SP.
As graves crises social, política, econômica, moral e ética pelas
quais o Brasil atravessa, redundando numa total falta de
credibilidade junto a investidores estrangeiros e nacionais, tem
um grande responsável: o ex-presidente Lula.
Lula nega veementemente a propri-
edade do sítio de Atibaia e do apartamen-
to triplex da praia de Guarujá.
2) - Ávido por ambição demasiada
e tem orgulho desmedido, sendo uma pes-
soa MEGALOMANÍACA.
OsonhodeLulaéserumlídermundial
como Nelson Mandela, receber o prêmio
NobeldaPaze,também,serSecretárioGeral
da ONU. Para que isso ocorra, tem que ser
conhecido internacionalmente. Por essa ra-
zão, fez de tudo para que a Copa do Mundo
de Futebol de 2014 e as Olimpíadas de 2016
ocorressem no Brasil. O nosso país tem
prioridades mais urgentes no tocante a
moradias, saneamento básico, infra-es-
trutura (portos, hidrovias, rodovias, fer-
rovias, etc.), melho-
rias na educação, saú-
de, segurança públi-
ca, geração de em-
pregos e construção
de creches, dentre ou-
tros. Mas Lula sabia
que através das obras
para esses eventos es-
portivos, estava a maior corrupção jamais
vista no planeta, enriquecendo empresá-
rios, políticos, dirigentes corruptos e par-
tidos políticos.
3)-Compulsãoemfurtarobjetos,uma
pessoa CLEPTOMANÍACA.
LulaentrounoPaláciodoPlanaltoem
2002, trazendo os seus pertences em um
caminhão de mudanças e saiu em 2010,
levando onze caminhões de mudanças. Re-
centemente estão sendo detectados obje-
tos pertencentes ao acervo da Presidência
da República, escondidos em containers de
Lula e em cofres do Banco do Brasil, sob a
sua responsabilidade. Quando um presi-
dentevaiaoexteriorerecebeumpresentede
outro mandatário, esse “mimo” não é dele e
sim da nação brasileira, fazendo parte do
acervo da Presidência da República.
Atéopresentemomento,Lulaéacusa-
do de ter cometido os seguintes crimes ti-
pificados no Código Penal Brasileiro: PE-
CULATO (Art. 312); CONCUSSÃO (Art.
316);CORRUPÇÃOPASSIVA(Art.317);
INCITAÇÃOAOCRIME(Art.286);QUA-
DRILHAouBANDO(Art.288);INJÚRIA
(Art. 140) e TRÁFICO DE INFLUÊNCIA
(Art. 332). Qualquer cidadão diante desses
fatos gravíssimos já estaria processado e
condenado. Esperamos que dentre em bre-
veoJuizSérgioMoroconduzaLulaparaum
estabelecimento prisional.
Nunca na história desse país houve
um ex-presidente acusado de tantos crimes!
É esse o grande líder do PT? Se a
resposta for positiva, chegamos à conclu-
são que PT significa PARTIDO DE TRA-
PACEIROS.
Jamais na história deste país,
um ex-presidente foi acusado de
tantos crimes!
PT significa
PARTIDO DE TRAPACEIROS.
○ ○ ○
* Ernesto Caruso
*Coronel QEMA, Administrador,
Membro da AHMTB
Oincendiário Nero Lula da Silva disse
que é o único capaz de incendiar o
país, mas não o faria porque tem família.
Se tentasse fazer, como ameaçou, empre-
gando o “exército” do Stédile, MST, etc,
enfrentaria as Forças Armadas que já de-
monstraram durante o regime militar com-
petência suficiente para neutralizá-los a
despeito do apoio logístico de entes com-
unistas do exterior, das ações insanas do
terrorismo indiscriminado, das guerrilhas
urbana e rural.
Por outro lado, Lula está no bico do
corvo com toga, quer do STF, da “repú-
blica” do Paraná (juiz Sérgio Moro), quer
do procurador geral da República (Ro-
drigo Janot, o ingrato). Estará mais pró-
ximo da prisão ou do asilo político, como
já aventado na mídia.
A fanfarronice de Evo Morales e Ni-
colas Maduro não amedronta ninguém, nem
vai importar a beligerância tipo Síria para o
continente, envolvendo Bolívia, Venezuela
e Brasil em guerra. Poder militar sem expres-
são e a situação econômica e financeira
precária até para alimentar o cidadão desses
países. O ex-presidente Lugo do Paraguai
que não se sustentou nem no seu “trono”
cá esteve para prestar solidariedade ao lu-
lopetismo.
Com o impedimento da “presidenta”
Dilma ganha a nação brasileira, particular-
mente no campo da investigação para se
apurar verdadeiramente o vulto do roubo,
com muito mais facilidade de acesso aos
cofres públicos, obter provas, julgar e pren-
der os responsáveis. Pensar nas obras fei-
tas no exterior, nas entranhas do programa
mais médicos cubanos, no BNDES, outros
bancos oficiais e estatais, já compensa tal
afastamento da turma petista ocupante de
cargos na administração pública, direta e
indireta, com apuração dos mal feitos.
Sob nova direção e muita gente in-
DEPOIS DO IMPEACHMENT?
TEMER O QUÊ? TEMER QUEM?
vestigada se aumenta a probabilidade de
novas condenações e afastamento dos
corruptos dos cargos públicos. Do Legis-
lativo, do Executivo e também do Judici-
ário. Uma só vassourada não limpa a casa
suja.
Que se pense no Brasil maior com a
máquina administrativa necessária e sufici-
ente, em especial no que concerne ao exage-
rado número de parlamentares nos níveis
federal, estadual e municipal. Que o exercí-
cio de cargos eletivos conte apenas como
tempo de serviço para aposentadoria. Extin-
guir o absurdo do presidente, governador,
etc, por quatro anos de mandato receber
proventos pelo resto da vida.
Com a saída constitucional da “pre-
sidenta” é o vice que assume sem trauma,
como ocorreu no impedimento do Collor
em 1992. Michel Temer é o suces-
sor e pronto, independente do re-
cado do Lula em comício: “Com-
panheiro Temer, quer ser presi-
dente, se candidate.” Mensagem
que não mandou para o vice Ita-
mar Franco, quando encabeçou e
se empenhou profundamente no
impeachment do Collor.
A preocupação com o pre-
sidente da Câmara, Eduardo Cu-
nha, e com o presidente do Sena-
do, Renan Calheiros é pertinente,
no entanto a situação de cada um
vai ser resolvida no STF, acusa-
dos que são ou nas respectivas casas le-
gislativas.
Câmara e Senado sob outras pre-
sidências, espera-se sem máculas, resta uma
penada de mestre ao empossado presi-
dente Michel Temer, renunciar em prol de
novas eleições, antes mesmo da ameaça
que lhe pesa junto ao TSE, por força da
candidatura na chapa com Dilma Roussef.
A temer o STF no pós impeachment.
A repetida mensagem dos acólitos do go-
verno Dilma, mormente junto à Comissão
Especial da Câmara, de que será golpe se
considerada a denúncia feita, em conso-
nância com pronunciamentos de alguns mi-
nistros da Suprema Corte no mesmo viés de
atender “fielmente” a Constituição e caber
como última instância recurso já bastante
propagado e que por certo o governo afas-
tado empreenderá.
Se isto ocorrer será o grande golpe na
democracia e Lula vai bater no peito e dizer
“o STF não está mais acovardado”.
O incendiário Nero Lula da Silva disse que é o único capaz de
incendiar o país, mas não o faria porque tem família. Se
tentasse fazer, como ameaçou, empregando o "exército" do
Stédile, MST, etc, enfrentaria as Forças Armadas que já demonstraram
durante o regime militar competência suficiente para neutralizá-los a despeito
do apoio logístico de entes comunistas do exterior, das ações insanas do
terrorismo indiscriminado, das guerrilhas urbana e rural.
Nº 226 - Abril/2016 13
1
BORGES,Stella.FH:PSDBprecisarepudiarBolsonaro.OGlobo,RiodeJaneiro,22abr2016.País,p.06.
2
FERNANDES,Letícia,MARIZ,Renata.OAB-RJvaipedircassaçãodeBolsonaropordeclaraçãopolêmica.OGlobo,
RiodeJaneiro,20abr2016.País,p.10.
Já disseram que o PSDB é o PT
de gravata. Seria o Senhor
Fernando Henrique Cardoso o
Lula de gravata?
Em 1964, o povo foi às ruas, e as
ForçasArmadas,honestamente,
sensibilizadas pelo clamor
social,prontamente,depuseram
um governo corrupto e
subversivoerecolocaramoPaís
nos trilhos, poupando grande
sacrifício e sofrimento aos
brasileiros.
CLUBE DE AERONÁUTICA
* Luís Mauro
Ferreira Gomes
* Coronel-Aviador, Presidente da Academia Brasileira de Defesa, Vice-Presidente do Clube
de Aeronáutica e do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos e Membro Efetivo do
Instituto de Geografia e História Militar do Brasil.
ENTRE 1964 E 2016, O QUE MUDOU?
IMPORTANTE
1
Parece que mesmo advogados, suposta
mente dotados de algum saber jurídico,
ignoram – pelo menos quando não se trata
de comunistas ou de outros esquerdistas
assemelhados – que, no Brasil, por manda-
mento constitucional, entre outras coisas,
“os Deputados e os Senado-
res são invioláveis, civil e pe-
nalmente, por quaisquer de
suas opiniões, palavras e
votos”.
Quando dissemos “com
espanto”, por certo, simples-
mente usamos uma figura de
retórica, pois não poderíamos
esperar outra coisa de insti-
tuiçõescomoaOAB-RJ,cujos
sectarismo, parcialidade e fal-
ta de compromisso com a ver-
dade são tradicionalmente
conhecidos e nada mudaram com a saída do
atrabiliário senhor Wadih Damous de sua
presidência.
Por outro lado, o ex-presidente
Fernando Henrique Cardoso perdeu mais
uma oportunidade de ficar calado, ao referir-
se ao voto do Deputado Jair Bolsonaro na
sessão de julgamento da admissibilidade
do impeachment da presidente Dilma Rous-
seff. Na ocasião, o Deputado enalteceu,
entre outras pessoas e Instituições, o Coro-
nel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o que
serviu de pretexto para os comentários fu-
riosos. Disse o ex-presidente, em nota di-
vulgada em uma rede social, que “é inacei-
tável que tantos anos após a Constituição
de 1988 ainda haja alguém com a ousadia de
defender a tortura e, pior, elogiar conhecido
torturador. O PSDB precisa repudiar com
clareza essas afirmações, que representam
uma ofensa aos cidadãos do país e, muito
especialmente, aos que sofreram torturas”2
.
Justamente, ele que é um dos grandes res-
ponsáveis pela tragédia que vivemos. Em
seu governo, foram lançadas as bases, de-
pois aproveitadas pelos governos petistas,
2
Lemos com espanto a notícia de que Conselho Seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil
e a Procuradoria Geral da República pensam em cassar o mandato do Deputado Jair Bolsonaro pelo
que disse ao proferir um voto no plenário da Câmara dos Deputados1
.
felizmente em seus últimos estertores, para
nos levar ao caos político, econômico e
social, em seu caminho para a implantação
de uma bolorenta ditadura de esquerda no
País.
Mais uma vez, ajudou os petistas ao
sepultar a ideia de im-
peachment do então pre-
sidenteLuisInácio,quan-
do, no auge do mensalão,
optou por “deixá-lo san-
grar até as eleições de
2006”, com o mal disfar-
çado objetivo de eleger
José Serra.
Naatualcrise,mais
uma vez procurou dar
uma “mãozinha” ao PT,
manifestando-se siste-
maticamente contra o
Impeachment da Presidente Dilma Rousseff,
aparentemente, sem se incomodar com o
constrangimento causado ao Senador
Aécio Neves, que o defendia, quem sabe,
para, mais uma vez, favorecer o Senador
José Serra. Somente, quando tudo indicava
ser o impeachment irreversível, mudou de
posição e passou a defendê-lo também.
Já disseram que o PSDB é o PT de
gravata. Seria o Senhor Fernando Henrique
Cardoso o Lula de gravata?
O que tais entidades e o ex-presidente
Fernando Henrique Cardoso deveriam ter
repudiado era as homenagens feitas por ou-
tros deputados a Carlos Marighella, Carlos
Lamarca, Luiz Carlos Prestes e a outros
terroristas, na mesma sessão da Câmara, já
referida.
Aliás, o Deputado Bolsonaro não fez
apologia à tortura. Simplesmente reagiu à
apologia que alguns deputados, estes sim,
fizeram ao terrorismo. Agiu como represen-
tante de grande número de cidadãos brasi-
leiros, honestos e patriotas, que não rou-
bam, não desviam dinheiro, não recebem
“pixulecos”, e não vão pedir socorro a orga-
nismos internacio-
nais para resolver os
nossos problemas
internos, mas são
capazes de percebe-
ram que o Coronel
Carlos Alberto Bri-
lhante Ustra é ino-
cente dos crimes
que, caluniosamen-
te, lhe imputam, ten-
do-se tornado mais
uma vítima, talvez a
maisemblemática,da
vingança covarde
dos derrotados de
1964, sob o olhar
passivo de muitos que o deveriam defender,
mas se omitem.
Eles são covardes, mas parece que a
nossa prudência tem sido maior do que a
covardia deles.
Não obstante, dessa crise política po-
demos tirar uma conclusão óbvia: de 1964
para cá, apenas mudaram alguns atores e a
velocidade dos acontecimentos. O enredo
é semelhante.
Em 1964, o povo foi às ruas, e as For-
ças Armadas, honestamente, sensibiliza-
das pelo clamor social, prontamente, depu-
seram um governo corrupto e subversivo e
recolocaram o País nos trilhos, poupando
grande sacrifício e sofrimento aos brasilei-
ros.
Em 2016, o povo voltou às ruas, mas
os militares, hostilizados, injustiçados, agre-
didos e acuados pelos mesmos grupos que
atuavam destrutivamente há meio século,
preferiram permanecer como observadores
atentos, deixando para os políticos da opo-
sição (alguns deles estavam no governo
por conveniência) a tarefa de impor or-
dem ao caos, e estes, sensíveis ao clamor
social, cada um por sua motivação, estão
em vias de depor um governo corrupto e
subversivo, pelo processo de impeachment,
depois de muitas idas e vindas desespe-
radoras.
Isso mostra que as Forças Armadas
estavam certas em 1964, por terem feito, en-
tão, o que agora, em idênticas condições, há
mais de um ano, desta vez os políticos, pro-
curam novamente fazer.
Se, porém, a Nação prefere o caminho
sofrido dessa “via crucis”, que seja assim,
mas que se não atirem pedras nos militares
por terem feito, com muito maior rapidez e
eficiência, o que “as Instituições” estão
tentando fazer, por outras vias, com grande
sacrifício e enorme risco para a Nação
Chega de hipocrisia!
E ainda
cuspiu no
Deputado
Bolsonaro
E continua
matando
LULA QUER
EXÉRCITO DO
MST NAS RUAS
JEAN VESTE
CHE GUEVARA
(QUE MATAVA
E TORTURAVA
OPOSITORES E
GAYS).
DILMA E
FIDEL (QUE
MATOU
MILHARES
NA
REVOLUÇÃO
CUBANA).
"...em memória do Coronel
Carlos Alberto Brilhante Ustra"
E mais
CUT, UNE,
MST, MTST,
PSOL,
PCdoB,
Bolivarianos
8Nº 226 - Abril/2016 14
DIADOEXÉRCITO DEZENOVE DE ABRIL DE 1648DEZENOVE DE ABRIL DE 1648DEZENOVE DE ABRIL DE 1648DEZENOVE DE ABRIL DE 1648DEZENOVE DE ABRIL DE 1648
Arraial do Bom Jesus, Recife/Pernambuco
anos já passados dos heróicos embates dos Montes Guararapes, em terras
pernambucanas. Potências mundiais da época procuravam o domínio da nossa
importante riqueza açucareira. Forças holandesas ocupavam desde 1630, grande
extensão territorial no nordeste brasileiro. Um grupo de homens da terra decidiu
romper com a exploração. Apesar de equipados de forma primitiva, com arcos, fle-
chas, tacapes, espadas e bacamartes, carregavam no peito a mais eficaz de todas
as armas: o amor pátrio ferido.
Nos Montes Guararapes a
bravura, a inteligência e os ardís
dos patriotas venceram as pesa-
das couraças e armas modernas do
invasor, atraído a armadilhas fa-
tais. Foi uma jornada plena de sim-
bolismo. Índios, brancos, negros e
mestiços se uniam pela primeira vez
na defesa da nacionalidade e da Pá-
tria, e a palavra Pátria era aplicada
para referir-se ao Brasil.
Prodígio de criatividade, ousadia e
bravura, a 1ª Batalha dos Guararapes é
maisdoqueummemorávelfeito.Équan-
do são assentadas as raízes da Naciona-
lidade Brasileira, miscigenada pela integração
das três raças, representadas pelos brancos
João Fernandes Vieira e Vidal de Negreiros,
pelo negro Henrique Dias e pelo filho da terra,
o índio Felipe Camarão, impulsionados pelo
mesmo ideal, unidos por uma aspiração comum, um desejo coletivo, um interesse único,
fazendo surgir uma nação em armas. Um Exército em ação. O Exército Brasileiro!
Desde então o nosso Exército marcha irmanado à Nação, agindo sempre conforme
seus anseios, participando dos momentos mais importantes da História do Brasil, garan-
tindo os poderes constituídos, a lei e a ordem, e tornando-se, com isso, fator de equilíbrio
e tranqüilidade para a comunidade brasileira. Foi assim que este País se manteve unido e
indivisível, pelos feitos de seu Exército, na Revolução Farroupilha, na Cisplatina, na guerra
contra o Paraguai, graças ao seu Patrono, o Duque de Caxias e nas lutas da Independência
no 1º e 2º Reinados.
Repudiou, combateu e venceu
doutrinas contrárias à democracia por
três vezes: em novembro de 1935 na
Intentona Comunista, em 31 de março
de 1964 e no primeiro lustro dos anos
70, combatendo a guerrilha urbana e
rural. Integrou, com honra e destaque
as forças aliadas na 2ª Grande Guerra
e em diversas missões de paz em vá-
rias regiões do mundo. E no limiar des-
te século, continua atento para impe-
dir, a qualquer custo, a instalação de
um governo "socialista" apoiado pelo
FSP - Fórum de São Paulo, em nosso
país.
Também está presente em Mi-
nas, na construção da história e na
formação da nacionalidade brasileira,
desde os tempos das “Minas de Ou-
ro”. Na expedição de 1711, quando o
Capitão-General Antônio Albuquer-
que Coelho de Carvalho marchou a
partir de Vila Rica, com 6 mil homens,
para expulsar os franceses do Rio de
Janeiro; na Revolta de Vila Rica de
Felipe Camarão
Duque de Caxias
A Marcha da Família com Deus pela Liberdade
ORDEM DO DIA DO INCONFIDÊNCIA
Desde os idos de 2004, publicamos a Ordem do Dia do Inconfidência alusiva ao
DiadoExército.Iniciamos adivulgá-lanoInconfidêncianº67de30deabrilde2004eafomos
aperfeiçoando e ilustrando até chegar a esta. Desde então, temos recebido inúmeros cumprimentos
elogiando-a, propondo-nos que deveria ser publicada pelo CCOMSEX e adotada definitivamente
pelo Exército, por estar ali o resumo da verdadeira História Militar e do Brasil. No entanto, jamais
nosdispusemosafazê-lo,poisnãoentendemosquenoscaberiaessainiciativa.Noanopassado,logo
após o general Villas Bôas haver assumido o Comando do Exército, o então general comandante da
4ª Região Militar, solicitou a este Editor que ao comandante do EB fosse concedido um tempo
de atuação e nada comentasse que pudesse afetar o seu Comando. Disse a ele que nosso jornal só
escreve verdades, nada mais do que verdades, devidamente comprovadas. Já fomos ameaçados
por três vezes de sermos processados – por um senador, uma deputada e uma entidade de
classe, mas infelizmente nenhum deles se concretizou. Uma pena!
ApóstomarconhecimentodaOrdemdoDia,doDiadoExército,em2015, aceitamo-laapesar
de não concordarmos com sua narrativa, mas este ano, com todo respeito, e repetindo as várias
manifestaçõesrecebidasdecompanheiros,daReservaedaAtiva,nãopodemosficarsilentes!Não
hácomoapagaraúnicaeverdadeiraHistóriaPátria.AtraiçãoeaagressãoperpetradascontraoBrasil
e suas Forças Armadas, em novembro de 1935, pelo partido comunista internacional, fazem parte
danossaHistóriaenãopodem,em hipótesealguma,seremolvidadas!Comotambém,oMovimento
Cívico-Militarde31demarçode1964eaguerrilhadoAraguaia,promovidapeloPCdoB,episódios
vencidos com o sacrifício e a competência dos integrantes de nossas Forças Armadas. A Ordem do
Dia do Exército deste ano procura recordá-los, porém de uma forma um tanto quanto genérica, ao
salientar ... "é feito democrático que combateu os totalitarismos do século XX". Por que não
enunciá-los por inteiro? São fatos que ocorreram e estão registrados nas páginas dos nossos
arquivoscastrensesejornaisdasépocasemqueaconteceram:Intentona,31demarço,guerrilhasrural
e urbana, atentados, terrorismo, Foro de São Paulo! Pensamos que não o fazendo, poderemos leva-
los ao esquecimento pelas novas gerações, atitude que não nos engrandece! "Esse é o Exército
Brasileiro que nos dias de hoje não se deixa abater pelas dificuldades materiais impostas pelas
restrições orçamentárias e salários defasados, que não condizem com a nobreza da pro-
fissão".Sim,masháquantotempoistovemacontecendo?Semdúvidadesdemuitoantesdacriação
doMinistériodaDefesa,em1999,comtodososindíciosqueindicamumavontadesibilina detentar
desmotivar e diminuir o potencial reativo das nossas Forças Armadas. Afinal, são elas o último
baluarte em defesa da democracia de que dispõe o nosso Brasil, obstáculo que vem impedindo
que o socialismo venha a se implantar em solo pátrio desde 1935 e que insiste em não desistir, haja
vista 1964, seus desdobramentos, e agora a insidiosa atuação do Foro de São Paulo.
1720; na Revolta Liberal de 1842, com a
ação pacificadora de Caxias na batalha
de Santa Luzia; na participação minei-
ra na heróica Retirada da Laguna em
1867; na 2ª Guerra Mundial com o 11º
Regimento de Infantaria, Regimen-
to Tiradentes, de São João Del Rei;
e no Movimento Democrático de
1964, atendendo aos anseios da
mídia, da população mineira e da
sociedade brasileira.
Temos certeza de que os ver-
dadeiros brasileiros se orgulham
da instituição mais antiga, mais pre-
sente e com a maior credibilidade no
território nacional:
O EXÉRCITO BRASILEIRO!!!
Honras fúnebres aos mortos da Intentona Comunista de 1935
COMENTÁRIO SOBRE A ORDEM DO DIA
DO COMANDANTE DO EXÉRCITO
368
Nº 226 - Abril/2016 15
No mês em que comemoramos o Dia
do Exército - dia 19 de Abril - o
Inconfidência tem o orgulho de apresen-
tar aos brasileiros este movimento sinfô-
nico, de autoria do compositor mineiro
Cláudio Moller de Freitas, que teve como
inspiração a cena retratada no quadro “A
Batalha dos Guararapes”, do famoso pin-
tor brasileiro Victor Meirelles, obra que é
acervo permanente do Museu de Belas
Artes do Rio de Janeiro. A composição
intitulada “Três Quadros de Victor
Meirelles”, foi estreada em 15 de novem-
bro de 2014, no Theatro Municipal do Rio
de Janeiro, pela Orquestra Sinfônica Bra-
sileira, sob a batuta do Maestro Roberto
Minczuk, e é complementada pelos movi-
mentos “Passagem de Humaitá” e “Moe-
ma”.Ocompositor,maisumavez,demons-
tra seu compromisso com o resgate da
História e da Cultura Brasileira, dedica-
ção latente e constante na sua obra sin-
fônica,comovista,porexemplo,nopoema
sinfônico “Gonzaga ou A Re-
voluçãodeMinas”,sobretexto
de Antônio de Castro Alves.
Trata-se de uma peça
de pequena duração no seu
tempo de execução, porém
muito expressiva na sua con-
cepção, uma vez que procura
reproduzir sob a forma sono-
ra, a atmosfera rude e dramá-
tica daquele combate travado
naquela parte do território na-
A BATALHA DOS GUARARAPES
Movimento Sinfônico
* Cláudio de Freitas
VICTOR MEIRELLES: Batalha dos Guararapes, 1879 - Óleo sobre tela, 494,5 x 923 cm
Rio de Janeiro, Museu Nacional de Belas Artes
Cláudio de Freitas e os músicos da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais
NOSSO COMENTÁRIO
Esta matéria surgiu de uma idéia enviada pelo nosso colaborador Cel
Carlos de Souza Scheliga que, circunstancialmente, esteve presente no Theatro
Municipal do Rio de Janeiro, no dia 15 de novembro de 2014, quando o Movimento
Sinfônico “ A Batalha dos Guararapes” foi executado pela primeira vez, no
contexto da grande obra musical intitulada “Três Quadros de Victor Meirelles”,
peça sinfônica que procura reproduzir , através de acordes sonoros, três episódios
de nossa História Militar e Literária, retratados pela genealidade do consagrado
pintor brasileiro. Sensibilizado pelo significado histórico que esse Movimento
Sinfônico poderia acrescentar às comemorações que anualmente nosso Exército
já realiza no dia 19 de Abril, no quadro das celebrações do Dia do Exército, ele
nos sugeriu divulgá-lo pelo Inconfidência, de modo torná-lo amplamente conhe-
cido pelo nosso público militar e civil, em razão das dimensões histórica e
patriótica que sua execução poderá trazer para a memória cívica nacional e para
o acervo musical da nossa Instituição. Assim, é com imenso prazer que registramos
nossos agradecimentos ao Cel Scheliga pela iniciativa e, principalmente, ao
compositor Cláudio de Freitas, pelas prestimosas colaborações prestadas ao
nosso jornal e ao Exército Brasileiro!
* B.M. (The Harid Conservatory); M.A.
(ECA-USP) - Contemporary Classical Music
Composer - Bassoon Instructor at
esmu.uemg.br - Listen to me at
soundcloud.com/claudio-de-freitas
cional, em 1648, contra os holandeses, e
queveioaseconstituirnaprimeiramanifes-
tação cívica de nossa gente (índios, bran-
cos,negrosemestiços),emdefesadasobe-
rania do nosso território, um fato histórico
que se constituiu na verdadeira raiz do
surgimento do nosso Exército Brasileiro.
Ao tomar a decisão de difundi-la ao
nosso público leitor, por meio da Internet
(site do Grupo Inconfidência), o Inconfi-
dência, além de prestar uma homenagem
ao nosso Exército, procura também pres-
tigiar a obra de um patriota brasileiro que
se sensibilizou com o esforço dispendido
por aqueles heróis anônimos que se en-
volveram naquele episódio memorável
que ocorreu há 368 anos atrás.
É importante esclarecer que a obra
que ouvirão não tem a linha melódica dos
grandes compositores clássicos dos sécu-
los XVIII e XIX. A sonoridade que ela
apresenta é rústica, e, até certo ponto, in-
compreensível para os ouvintes, uma vez
que procura reproduzir, através
de uma vigorosa orquestração, a
dramaticidadedaqueleentrevero
sangrento onde predominaram
as lutas corpo a corpo e a cavalo,
com um armamento primitivo e
altamente letal. Para senti-la na
sua verdadeira dimensão, basta
fechar os olhos e procurar deslo-
car-se no tempo e inserir-se na-
quela epopeia que nos garantiu
a sobrevivência como nação.
É uma peça
que poderia (de-
veria?) ser incluí-
da no repertório
da Banda Sinfôni-
cadoExércitopara
ser executada por
ocasião das comemorações do Dia do
Exército,emoutrascerimôniasmilitarese
até mesmo em concertos públicos duran-
te a Semana da Pátria. O próprio compo-
sitor, cidadão brasileiro orgulhoso de sua
História e Instituições, já demonstrou
seu interesse em adaptar sua obra para
estes fins, numa versão da composição
para a Banda Sinfônica do Exército.
Tal fato enobreceria nosso Solda-
do e nos faria lembrar aquele episódio
épico da nossa gente.
(Paraouvi-la,acesseolink:
https://soundcloud.com/
claudio-de-freitas/batalha-dos-guararapes)
BERÇO DA NACIONALIDADE E DO EXÉRCITO BRASILEIROBERÇO DA NACIONALIDADE E DO EXÉRCITO BRASILEIRO
Victor Meirelles
8Nº 226 - Abril/2016 16
EDIÇÃO HISTÓRICA DO
52º ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO
Como fazemos anualmente desde março de
2004, editamos pela 12ª vez esta Edição
Histórica.
Foram impressos somente 8 mil exem-
plares (5 mil em papel jornal pelo Grupo
Inconfidência e 3 mil em papel AP por este
Editor) com 32 páginas, sendo 4 a cores e
endereçados às principais Escolas do Exér-
cito, aos nossos associados, assinantes e a
TODAS as organizações militares, desde os
Tiros de Guerra e Pelotões de Fronteira até
o Alto Comando. Tudo começou nos idos
de 2000, quando no número 29 de abril,
foram publicadas algumas notícias sobre
esse movimento patriótico. Até que, por
ocasião da comemoração do 40º aniversário
da Revolução de 31 de março de 1964, edi-
tamos a 1ª Edição Histórica (nº 66 de 31 de
março de 2004) com 28 páginas, alcançando
um sucesso jamais esperado.
E prosseguimos... . Bons tempos aque-
les quando tínhamos o apoio financeiro da
FHE/Poupex proporcionado pelo seu então
presidente, o general-de-Exército Clovis
Jacy Burmann, já falecido.
Quando editávamos 20/25 mil exem-
plares que eram retirados da gráfica, sob
nossa supervisão, pelo então DEP, hoje
DECEX, transportados para o Rio de Janei-
ro e distribuídos para as escolas de forma-
ção, especialização, aperfeiçoamento e de
Altos Estudos, e ainda, para todos os Colé-
gios Militares e CPOR/NPOR.
Este ano, o presidente do Grupo In-
confidência, coronel Reynaldo De Biasi fez
a seguinte distribuição: AMAN - (Resende/
RJ)1850 exemplares; EsSA -(Três Co-
rações/MG) 730; Escola Preparatória
deCadetes(Campinas/SP)560;EsAO-
(Rio) 540; ECEME(Rio) - 400; EsASA
- Escola de Aperfeiçoamento de Sar-
gentos (Cruz Alta/RS) - 300; EsFCEx -
Escola de Formação Complementar
(Salvador/BA) - 210; CPOR/CMBH
(Belo Horizonte) - 160; e Fundação
Osório(RiodeJaneiro)-70,totalizando
4.770 jornais, ficando outras escolas,
ColégiosMilitareseCPOR/NPORsem
os receber, mas podendo acessá-lo
pela internet em nossos sites;
www.grupoinconfidencia.com.br e
www.jornalinconfidencia.com.br e
ainda para as OM de Belo Horizonte,
1º Esquadrão de Cavalaria Leve, Co-
mando Militar do Sul, Comando Mili-
tar da Amazônia, Círculo Monárquico,
Clube de Aeronáutica, Lions Club,
Divisão Encouraçada/Santa Maria,
GBOEx, Casa da FEB, Deputado Jair
Bolsonaro, Círculo Militar/BH, Clube de
Subtenentes e Sargentos do Exército/
BH, ASMIR/Três Corações, Polícia Mili-
tar de Minas Gerais, Tribunal de Justiça
de Minas Gerais, DECEx, AMIGA, Adesg/
MG, Faculdades e Escolas de Belo Hori-
zonte, representantes em Curitiba,
Uruguaiana, Ouro Preto e Brasília.
Julgamos, que os custos das nossas
três edições históricas anuais: 31 de março,
Duque de Caxias e Intentona Comunista,
poderiam ser assumidos após a saída de
Dilma, do governo, pelo Comando do Exér-
cito/DECEX de acordo com opiniões e
mensagens recebidas e ainda por não
visarmos qualquer lucro, somente divul-
gar a verdadeira História Militar e do
Brasil.
DILMA ROUSSEF COMETE CRIME DE
RESPONSABILIDADE NO EXTERIOR
Lamentavelmente Dil-
ma comete crime de
responsabilidade, previs-
to no Art 85 da Constitui-
ção Federal, principal-
mente no tocante à Segu-
rança interna do país.
A. UNASUL é o
braço armado do FORO
DE SÃO PAULO (grupo
criado por Fidel e Lula
paraimplantarocomunis-
mo na América Latina).
Engloba Forças Arma-
das, Paramilitares, Mi-
lícias, Coletivos, Movi-
mento dos Sem Terra,
Sem Teto, FARCs e Grupos Sociais simpatizantes, dentre outros . Envolve di-
versos países dentre eles: Cuba, Venezuela, Nicarágua, El Salvador, Honduras,
Equador, Peru, Bolívia, Uruguai e Argentina.
TCU PARALISA REFORMA AGRÁRIA APÓS
IDENTIFICAR 578 MIL BENEFICIÁRIOS
IRREGULARES NO PROGRAMA DO INCRA!
Enquanto trabalhadores rurais passam
muito tempo esperando por um lote, em-
presários, autoridades públicas e até
gente morta receberam áreas do governo,
sem gastar um tostão.
Esse é o tipo de gente que está
sendo levada, ao Palácio do Planalto,
para aplaudir Dilma Rousseff.
E, ameaçar inva-
dir propriedades priva-
das e gabinetes de De-
putados, caso o
impeachment seja apro-
vado.
O MST ameaça
instaurar o terror, para
não perder os seus "pri-
vilégios roubados", para
apoiar o desgoverno da
psicopata e incompeten-
te presidente Dilma.
Milhares de beneficiários têm car-
gos públicos, o que é proibido por lei.
Foramencontradosainda61milempresá-
rios contemplados pelo Incra e 1.017 po-
líticos que, criminosamente receberam
lotes do Programa, cujo nomes não foram
ainda divulgados.
Claro que essa
gente – que
nem sabe como
se planta feijão
ou mandioca –
não quer perder
os privilégios
das falcatruas
da farsa de
reforma agrária,
modelo Dilma!
Extratos: Jornal Zero Hora, de 07 de abril - Laurolves/Agência RBS/Folhapress
Nº 226 - Abril/2016 17
1) Estabelecimento da ordem e da
autoridade; 2) criação de 13 milhões de em-
pregos; Petrobrás aumentou de 75 para 750
mil barris diários; Crescimento do PIB de
14%; Construção de 4 Portos e Recupera-
ção de outros 20; Cri-
ação da Eletrobrás –
Implantação do Pro-
grama Nuclear; Cria-
ção da Nuclebrás e
subsidiárias; Criação
da Embratel e Tele-
brás; Construção das
Usinas Angra I e II;
Desenvolvimento da
Indústria Aeronáuti-
ca e Naval – em 1971
o Brasil foi o 2º. Mai-
or construtor de navios do mundo; Frota
Mercante de 12 para 4 milhões de TDW;
Implantação do Proálcool, em 1976 e já em
1982, 95% dos automóveis no país rodavam
a álcool; Construção das maiores Hidrelétri-
cas do mundo: Tucurui, Ilha Solteira, Jupiá
e Itaipú, Paulo Afonso, Itubiana; São Simão;
Foz da Areia, Itá; Maribondo; Salto Santia-
go; Furnas; Machadinho; Salto Ozório; Boa
Esperança;realizouextraordinárioincremen-
to das exportações que cresceram de 1 e
meio bilhões de dólares para 37 bilhões;
Rede de Rodovias asfaltadas passou de
para 45 mil de quilômetros; Redução da in-
flação galopante com correção monetária,
sem controle de preços e sem massacre ao
funcionalismo; Fomento e financiamento
daPesquisa:CNPQ,FINEPE,eCAPES;Au-
mento dos Cursos de Mestrado e Doutora-
do; INPS, IAPAS, LBA, FUNABEM; Cria-
çãodoFUNRURAL;APREVIDENCIAAOS
HOMENS DO CAMPO; Criação do Progra-
ma de Merenda Escolar e Alimentação do
Trabalhador – Criação do FGTS, PIS, PA-
SEPE; Criação da Embrapa (70 milhões de
toneladas de grãos); Duplicação da Rodo-
via Juiz de Fora e da Via Dutra; Criação da
IBTU; Implementação dos Metrôs de São
Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Reci-
fe e Fortaleza; Criação da INFRARO; Cria-
A REVOLUÇÃO DE
31 DE MARÇO DE 1964* Anchieta Mendes
É bom relembrar, neste 31 de Março de 2016, o que ele significou para o Brasil.
Os leitores mais idosos, que viveram o período dos governos militares são
concitados a estabelecer comparação diante do descalabro, da crise institucional e
moral que se alastra pelo país.Vamos ao trabalho dos Militares.
O QUE ELES FIZERAM?
ção da Polícia e da Justiça Federal; Promul-
gação do Estatuto da Terra, com o início da
Reforma Agrária Pacífica; Códigos Tributá-
rio e de Mineração; Criação do IBDF; Zona
Franca de Manaus; Conselho de Poluição
Ambiental; Estatuto
do Magistério Supe-
rior; INDA –Institu-
to de Desenvolvi-
mento Agrário; Cria-
ção do Banco Cen-
tral; BNH –Banco de
Habitação; Constru-
ção de 4 milhões de
moradias; Regula-
mentação do 13º. Sa-
lário;ReformaAdmi-
nistrativa, Agrária,
Bancária, Habitacional, Política e Universi-
tária; Crescimento de Rede Ferroviária de
3 para 11 mil quilômetros; Matrículas do
Ensino Superior de 100.000 em 1964 para
1 milhão e trezentos milhões em 1981;
Estabelecimentos de Assistência Médi-
co-Hospitalar de 6 para 28 mil; Crédito
Educativo, Projeto Rondon, Mobral,
Construção da Ponte Rio/Niterói, Rodo-
via Rio/Santos (BR 101).
(www.youtube.com/watch)
A Revolução cometeu equívocos, cer-
tamente. Nem tanto, como apontam os seus
críticos mordazes. Entrementes, o mais im-
portante da sua preocupação foi o estabe-
lecimento da ordem, da disciplina, da se-
riedade, da ética, da Segurança, da Educa-
ção decente e da Saúde respeitada.
E nenhum General ficou rico. Pelo
contrário. Todos deixaram apenas à na-
ção o belo exemplo, inclusive aos políti-
cos sem ética que destroem a Pátria e se
apelidam, infelizmente, como pais dos
pobres e donos da VERDADE.
Publicado no Diário do Povo / Maceió de 27/03
* Juiz Aposentado, Escritor e Membro do
IHGGP e da APAL
jamol@globo.com
UM ROTEIRO ELETRIZANTE
Ahistória do PT dá pra escrever um roteiro policial eletrizante! Tem de tudo! Começa
com o pessoal dos sequestros (vide Gabeira e outros), dos assaltos a bancos, depois
pega-se um sindicalista e fundam um partido, e quando chegam ao poder municipal começa
um enredo de intenso suspense com as empresas de coleta de lixo; Tem chantagem, tem
mortes e assassinatos misteriosos (além de Celso Daniel, 8 testemunhas morreram mis-
teriosamente), tem auto-exílio (o irmão de Celso Daniel saiu do país com medo de ser as-
sassinado). Tem compra de apoios, contas secretas no exterior, “namoradas” em viagens
clandestinas no avião presidencial, tem julgamentos pela TV, tem fugas espetaculares para
o exterior com passaporte de irmão morto (Pizzolato), tem apartamentos tríplex ganhos de
empreiteiras, tem cômodos secretos que se abrem só por controle remoto em apartamentos
de diretores de grandes estatais (Paulo Duque), lotados de documentos “confidenciais”
e obras de arte recebidas como pagamento de propina, tem campanhas de presidente finan-
ciadas com dinheiro vindo de contas secretas na Suíça, tem viagens em jatinhos pagos por
empreiteiras, tem lobby de ex-presidente, tem ameaças feitas a empresários presos, tem
mensagens de celular sendo descriptografadas. Tem também silêncios comprados, silên-
cios amedrontados, acobertamento e proteção de “testemunhas”. E tem mulheres à beira
de um ataque de nervos!
E na cena final, no clímax, a resposta à pergunta que permeia todo o filme e não
queria calar: quando seria publicamente desmascarado aquele que todos já conheci-
am, aquele que se tornou o capo di tutti capi, o Pai da facção?
Cel Léo Cinelli
Porto Alegre, 22 de abril de 2016
SENHOR JORNALISTA DAVID COIMBRA
Diariamente, começo a leitura de ZERO HORA por sua coluna. Afirmo-lhe que,
na maioria das vezes, concordo com suas ponderadas e lúcidas posições políticas.
Julgo-o um convicto defensor do regime democrático, postura que, com certeza, con-
solidou depois da experiência de viver no país que, sem ser perfeito, serviu e serve ainda
de modelo para o mundo civilizado. Essa mesma postura, sempre foi e continuará sendo
a posição do EXÉRCITO BRASILEIRO e dos seus integrantes.
Confesso-lhe, entretanto, que fiquei surpreso e indignado com a violência de suas
palavras, na coluna publicada, na edição de 21 de abril, narrando, com uma “CERTEZA,
no mínimo DISCUTÍVEL”, procedimentos atribuídos ao falecido Coronel CARLOS
ALBERTO BRILHANTE USTRA que, durante três anos e meio e em período conturbado
da nacionalidade, recebeu a difícil tarefa de chefiar o DOI/CODI do II° Exército. O bom
soldado não escolhe ou regateia missões, principalmente quando elas tem por objeto
a defesa do país de graves e inaceitáveis ameaças.
No mencionado artigo, condenando o Deputado JAIR BOLSONARO, o senhor
não trata, em nenhum momento, da dolorosa e permanente TORTURA em que vivem,
até hoje, os pais do jovem Soldado MÁRIO KOZEL, sentinela do Comando do IIº
Exército; da esposa e dos filhos do Capitão americano CHANDLER e dos familiares do
Tenente PM ALBERTO MENDES (para ficar só nesses três casos); todos foram, co-
vardemente assassinados, por indivíduos fanatizados por uma ideologia que, em todo
o planeta, foi responsável pela tortura e o massacre de mais de cem milhões de pessoas.
Que motivos levaram-no a essa lastimável e parcial omissão?
O senhor tem ideia do que é combater terroristas fanatizados, capazes de realizar
operações de guerra de consequências imprevisíveis? Imagina, por acaso, a incerteza
que assalta o combatente quando recebe a missão de enfrentar bandidos e facínoras,
para os quais os fins justificavam os desprezíveis meios que utilizavam?
Se o prezado jornalista desfruta, hoje, da indispensável e necessária liberdade de
poder escrever seus artigos, muito deve àqueles soldados que expuseram suas vidas
e a de seus familiares em momento grave da nacionalidade, em defesa de um futuro me-
lhor para todos os brasileiros.
Infelizmente, o plano utópico dos seus sonhos, onde manifesta livremen-
te opiniões diárias, seguramente em ambiente confortável e refrigerado, é bem diferente
do plano da REALIDADE, onde aqueles corajosos soldados, entre eles o CORONEL
USTRA, enfrentavam as duras circunstâncias de uma guerra suja e sem quartel.
Encerro minha missiva - esperando que reflita sobre o lastimável texto com que
“brindou” os assinantes de Zero Hora - enviando-lhe, uma Carta da lavra do meu colega
General R/1 LUIZ EDUARDO ROCHA PAIVA, que sintetiza o apreço, a consideração,
o respeito e, com certeza, a opinião unânime de todos os camaradas que tiveram a ventura
e a honra de conviver com o saudoso CORONEL BRILHANTE USTRA.
Atenciosamente
General CARLOS AUGUSTO FERNANDES DOS SANTOS
Solicitamos a todos aqueles que estão recebendo o
INCONFIDÊNCIA como cortesia, que concretizem a assinatura.
Caso negativo, seremos obrigados a cancelar a postagem, tendo em
vista a precária situação financeira do jornal.
CORTESIAS
Mais uma vez estamos enviando dois exemplares da mesma edição a fim de
que um deles seja encaminhado a um parente, um amigo, um (a) professor (a),
com o pedido para que também façam uma assinatura do INCONFIDÊNCIA.
Ultimamente, temos recebido pouquíssimas novas assinaturas (mais de
90% são renovações) talvez porque muitos leitores recebam o jornal eletrôni-
co, sem assiná-lo, o que não podemos controlar/evitar.
Junto com este número 226, a Edição Extra nº 224 A, expedida eletroni-
camente a 28 de março, agora impressa, em consideração àqueles assinantes
que não possuem internet.
PREZADOS ASSINANTESPREZADOS ASSINANTESPREZADOS ASSINANTESPREZADOS ASSINANTESPREZADOS ASSINANTES
Usina Nuclear de Angra 1 e 2
OPINIÃO DO LEITOR
VAMOS ENTÃO COMPARAR
O ONTEM E O HOJE!
8Nº 226 - Abril/2016 18
52º ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO DEM
niciando o ciclo de palestras de 2016, na noite de 31 de mar-
ço, no Círculo Militar de Belo Horizonte, uma apresentação
de depoimentos de militares e civis, que participaram ou que
estiveram de alguma maneira ligados à Revolução de 31 de
Março de 1964, que salvou o Brasil do Comunismo.
Presentes,oGenExRômuloBiniPereira,GenDivAmaurySá
Freire de Lima, Gen Bda Dickens Ferraz, Cel Ney Guimarães-
Presidente do Círculo Militar de Belo Horizonte, Cel Ary Vieira
Costa-representando o Lions Clube de Minas Gerais, Cel
Reynaldo De Biasi Silva Rocha (foto) e Cel Carlos Claudio Miguez-respectivamente
Presidente do Grupo Inconfidência e Editor do Jornal Inconfidência, Sra. Maria da
Conceição Oliveira Campos, Assessora de Direito Público-representando o Círculo
Monárquico de Minas Gerais, Cel Maurício Lucio Teixeira-representando o Presi-
dente da Associação dos Oficiais da Reserva de Belo Horizonte, Engº Marcos
Moretzsohn Renault Coelho-Presidente da ANVFEB/Seção Belo Horizonte, Cap
Carlos Roberto Duarte-Presidente da ABEMIFA, Cel Rossi Vieira-Presidente da
Associação dos Ex-Combatentes do Brasil/Seção Belo Horizonte, Professor Inácio
Loiola Pereira Campos-Delegado da ADESG/MG, Engº Carlos Pina-Presidente da
AREB/Seção Belo Horizonte e Suboficial José Fonseca Pinheiro-Presidente da
Associação Beneficente dos Militares Inativos e Graduados da Aeronáutica., entre
outras diversas autoridades.
Dando início à solenidade, foi cantado o Hino Nacional, com grande entusiasmo.
Em seguida, os depoentes foram convidados a expressar sua participação na
Revolução que enaltecíamos.
GENERAL DE EXÉRCITO RÔMULO BINI PEREIRA
"Na manhã de 31 março partimos de Juiz de Fora, com
determinação e coragem, para as margens do rio Paraibuna,
na divisa de Minas Gerais com o estado do Rio de Janeiro.
Era o início deste evento histórico no qual civis e militares,
irmanados, participaram com a mesma chama de patriotis-
mo, de amor à liberdade e na defesa da sociedade brasileira,
ameaçada por doutrinas e ideologias espúrias."
2º Tenente do 10º RI na ocasião, evidenciou os antece-
dentes do fato, simbolizados pelas ações do Movimento Comunista em curso de 1962
a 1964, mostrando o risco em que vivíamos na época, e a atitude corajosa das tropas
mineiras sob o comando do valoroso Gen Div Olímpio Mourão Filho, Cmt 4ª RM/4ªDI,
ao lançar-se em 31 de Março com ousadia numa ação de total incerteza, mas que foi
decisiva para a vitória. Descreveu o acontecido na Ponte do Rio Paraibuna, situado
na Rodovia União-Indústria, no limite entre Minas Gerais e Rio de Janeiro, com as
dificuldades de coordenação iniciais, mas que foram superadas pela coesão da tropa,
ávida em cumprir a missão.
MONSENHOR PEDRO CAMILO TELLES
Em 20 de agosto de 1964 viajei para Chicago, Estados
Unidos, com bolsa da Fundação Fullbright para curso de litera-
tura americana na Loyola University. Em março daquele ano
lecionava Exegese Bíblica no seminário maior São José, em Ma-
riana, onde nos anos anteriores lecionaram o padre Lage e o Pa-
dre Josaphat, depois frei Carlos Josaphat, O.P. (dominicano, fun-
dador do jornal Brasil Urgente).Os referidos professores tinha
sido afastados do seminário no ano anterior, a pedido do arce-
bispo Dom Helvécio Gomes de Oliveira. Nos primeiros dias de
março me encontrei com o antigo professor, Padre Lage, em Belo
Horizonte, o qual me disse: “Terra, está hora de pegar em armas!” De 1964 até agosto
de 1965 estive em Chicago e, no semestre seguinte, até fevereiro de 1966 estagiei em
Roma e em Bonn, Alemanha (cursos específicos de exegese bíblica). Em março de 1966
reassumi minha cadeira no Seminário maior em Mariana. Encontrei o corpo discente
muito agitado, comportamento diferente do esperado,fato que ocasionou o fechamen-
to do Seminário no dia nove de setembro daquele ano e substituição de quase todo
o corpo docente, os padres Lazaristas, em número de 14. Como professor catedrático
e membro do Cabido tinha estabilidade, mas, espontaneamente solicitei transferência
para o Instituto de Filosofia e Teologia da PUC, onde já vinha lecionando nos anos
anteriores.
Foi Capelão Militar da Guarnição de Belo Horizonte durante 35 anos.
ADVOGADO ELIAS SAADE
Provavelmente, o honroso convite para as comemorações do
aniversário da revolução de 1964, originou-se de modesto parecer ju-
rídico que assinei sobre os efeito da “Lei de Anistia” , tão deturpada
por muitos juristas. Na época, ainda residia no antigo Estado da Gua-
nabara, governado pelo inesquecível Carlos Lacerda, muito lembra-
do pela ferrenha oposição ao presidente João Goulart, quando em
verdade sua administração modernizou a antiga capital, mesmo com
a odiosa perseguição que sofria do governo federal. E, o registro que
hoje faço, tem como serventia mostrar um testemunho ocular de fatos
ocultados pelos livros e professores de história,que se utilizam de um
maniqueísmo tupiniquim, em que os comunistas eram heróis, e os que os combatiam seriam
bandidos. Aliás, recentemente no caderno de cultura do jornal “ O Globo” , havia uma “re-
senha” de um livro de uma professora da UFRJ, afirmando que não houve uma “Intentona
Comunista”, e sim uma “Intentona militar”.Voltando ao tema de meu testemunho, afirmo
que o Estado da Guanabara vivia um autêntico “Estado de Sítio”, em que a perseguição do
governo federal, direta e indiretamente, infernizava o dia a dia dos cariocas. Um patético
exemplo, foi a da proibição pelo governador Brizola de o Rio Grande do Sul, como maior
produtor de arroz e feijão “exportar” aqueles alimentos básicos para o Estado da Guanabara,
em razão de que, todas as semanas as famílias se deslocavam para o antigo Estado do Rio
de Janeiro, ou até mesmo São Paulo, para adquirir aqueles produtos.A CTB(Cia Telefônica
Brasileira), quase não instalava linhas telefônicas ,e as greves pipocavam por todos os
lados. Estudava na Praça da República, perto da Central do Brasil, local em que ocorreu o
tristemente famoso “Comício,” (por ironia, ao lado do prédio do antigo “ Ministério da
Guerra”), ao qual assisti, e fui para casa com a nítida sensação de que João Goulart” em
poucos dias iria implantar uma ditadura comunista .Aliás, o ex-presidente Fernando
Henrique Cardoso, em depoimento a um jornal paulista, afirmou que participou daquele
“comício”, e voltando de trem para São Paulo, ao lado de seu mentor intelectual Florestan
Fernandes, estava muito entusiasmado, quando ouviu dele a seguinte frase: “passamos
da conta !”, Quando afirmo, que estava próximo um “golpe” , é porque um parente que servia
na Marinha, assustado com o ambiente, pediu uma “licença”, com a certeza de que os ma-
rinheiros iriam invadir o Palácio Guanabara e prender Carlos Lacerda. Ou seja, a Revolução
de 1964, impediu a implantação de uma ditadura comunista.
CORONEL ARY VIEIRA COSTA
Em 31 de março de 1964 eu era Cadete do Curso de Cavalaria da
AMAN. Portanto, fui testemunha viva de fatos importantes na vida
de nosso país. O Comandante da AMAN era o então Gen de Bda Emí-
lio Garrastasu Médici. A situação política do país era caótica. As FFAA
estavam divididas quanto a decisão de retirar do governo, o presi-
dente João Goulart.
A principal conspiração contra o governo, partiu de Minas Ge-
rais nas pessoas do governador Magalhães Pinto e do General Mou-
rão Filho, Cmt da 4ª RM.
As tropas de São Paulo e Minas Gerais marcharam contra as tropas do Rio de Janeiro
que estava favorável ao governo. Em todos os momentos críticos, sempre surge um herói
e nesse momento crucial de nossa história, surgiu o grande estrategista militar, o Gen Mé-
dici, com a decisão sábia e corajosa de manejar os Cadetes como peça de manobra.
O local previsto para o encontro dessa tropas era a região de Barra Mansa.
Seria uma grande carnificina, onde o nome do Exército Brasileiro seria manchado de
sangue, com funestas consequências para as gerações futuras.
O General Médici ordenou o deslocamento dos Cadetes a comando do oficiais ins-
trutores, armados com o mais moderno armamento e equipamento da época, para tomar po-
sição de combate na região de Barra Mansa,
com as armas apontadas para o Rio de Janeiro.
Tanto os Oficiais e Praças do I Ex (Rio de Ja-
neiro) quanto os do IIEx (São Paulo) e da 4ª RM
(Minas Gerais) tinham filhos Cadetes. Que pai
atira para matar o seu próprio filho? Nenhum!
Nesse momento, o Gen Âncora, Comandante
das tropas do Rio de Janeiro, estendeu a
bandeira branca e se rendeu.
A seguir, o Gen Médici recebeu em seu
gabinete,oGenÂncora(CmtIEx)eoGenKruel
(Cmt II Ex) e os três decidiram em poucos mi-
nutos acabar com o governo de João Goulart,
e livrar o país do comunismo, iniciando um pe-
ríodo de paz e tranquilidade, onde o país atin-
giu níveis de crescimento invejáveis e que o
povo se sentiu seguro e protegido.
Flagrante da histórica reunião entre o
General Kruel e o General Moraes Âncora,
último ministro da Guerra de Jango
I
Nº 226 - Abril/2016 19
MOCRÁTICA DE 31 DE MARÇO DE 1964
CEL PMMG RUBENS JOSÉ FERREIRA
Era o Sub-Chefe da 2ª Seção de Informações da Polícia Mi-
litar (PM2) e posteriormente Chefe, tornou evidente a total uni-
ão dos integrantes da Cooporação sob o comando do Governa-
dor Magalhães Pinto, que colocou à disposição do Exército re-
volucionário todo o efetivo dos policiais-militares, proporcionan-
do um apoio expressivo às colunas do Gen Mourão, em particu-
lar àquela que se dirigiu a Brasilia. Colocou em revelo a atuação
da PM2 nas operações de informação e contra-informação, im-
pedindo com pulso firme a ação subversiva dos fieis ao comunis-
mo janguista. Lembrou que o 10º Batalhão de Polícia Militar, se-
diado em Montes Claros/MG, comandado pelo Cel Georgino foi a primeira tropa a che-
gar a Brasília/DF, ocupando o Teatro Municipal que ainda estava em obras, onde
acantonou e foi cantado o Hino Nacional.
Encerrando, o Cel Miguez concitou a todos a manterem-se firmes na luta que hoje
empreendemos contra o governo marxista de Dilma, pediu uma salva de palmas para as duas
únicas senhoras ali presentes: a psicóloga Valéria Monção, filha de veterano da FEB e a
professora universitária Maria da Conceição Campos, relembrou e confirmou as palavras
do advogado Elias pois em 1962 servia no Rio, quando aconteciam greves constantes, in-
flação em alta, saques a supermercados, desabastecimento pro-
posital para prejudicar o governo de Carlos Lacerda. Em 1964,
era capitão no 4º Grupo de Artilharia 75 Cav, em Uruguaiana/RS,
local onde surgiu o primeiro apoio ao Movimento iniciado em
Minas, e de reação a Jango/Brizola, que seriam presos a 4 de abril
no aeroporto, ao chegarem àquela cidade para um comício de
desagravo do PTB. Por iniciativa do Cel. Luiz Serff Sellmann,
chefe do Estado- Maior da 2ª Divisão de Cavalaria e do coman-
dante do Grupo, tenente-coronel VET/FEB Amerino Raposo Fi-
lho, a ação seria desenvolvida por um grupo de civis armados,
com a cobertura da Guarda de Honra do 8º RC, comandada pelo
capitão Cav. Tolentino Job Barbieri que, após o desembarque
de ambos, os levaria para uma estância já devidamente prepa-
rada. Em seguida, a 2ª DC lançaria um manifesto à Nação. Fi-
nalizando colocou à disposição dos presentes exemplares do
Jornal Inconfidência, as revistas históricas O Cruzeiro e Man-
chete e o Livro “ Médici, a Verdadeira História, encerrando-se
a sessão com uma série de fotografias.
JORNALISTA PAULO HENRIQUE CHAVES
Fazendo história
Os acontecimentos políticos que se arrastavam desde o
suicídio de Vargas (1954) ganharam enorme impulso nos primei-
ros anos de 1960. A Guerra Fria era o eixo da política internaci-
onal – comunismo X anticomunismo. Cuba acabava de cair
sob o tacão vermelho, constituindo-se em cabeça-de-ponte pa-
ra a conquista da América Latina, onde o Brasil era presa co-
biçada pelo comunismo internacional.
Coube-me escolher entre fazer história ou passar à som-
bra dela. Ainda secundarista (1961), assisti a uma conferência
pública de Plínio Corrêa de Oliveira sobre Reforma Agrária.
Nunca me esqueci do conferencista nem do tema. Abracei a
proposta dele: a defesa da tradição, da família e da propriedade
diante da Religião e da Pátria ameaçadas. Decidi fazer história e fui para as ruas.
Participei de numerosas campanhas, especialmente contra a esquerda católica e a rea-
lização do congresso da CUTAL; ia à imprensa e às rádios, coletava assinaturas nas ruas,
estava em todas as manifestações anticomunistas. Dois mil livros de autores nacionais e
estrangeiros registraram essas lutas e atestam que ajudamos a criar o clima psicológico para
a deposição do governo de João Goulart.
Desembargador
José Alcides Pereira,
os secretários de Estado
Roberto Rezende,
Aureliano Chaves,
Lúcio de Souza Cruz,
o comandante Geral
da Polícia Militar,
Cel José Geraldo
Foto: Acervo Jornal Estado de Minas
20 de março de 1964
MINAS ESTÁ UNIDA CONTRA O GOLPE
PRONUNCIAMENTO DO GOVERNADOR MAGALHÃES PINTO
CORONEL NEY GUIMARÃES
1º Tenente do 1º/4º RO 105 em 1964, citou eventos sucedidos
anteriormente à Revolução e em sua Unidade, destacando a atitude
do Presidente João Goulart, comunista, em Juiz de Fora, ao virar-
se de costas no palanque para passagem da tropa que desfilava em
sua homenagem, e a presença do General Mourão em seu quartel
convocando os Oficiais, Subtenentes e Sargentos para a eclosão
do movimento, que teve como resposta uma total adesão. Realçou
a adaptação de conduta a uma possível realização de tiro sobre a
tropa opositora em presença à nossa frente, sob a grande pedra ne-
gra do Paraibuna, o que felizmente não aconteceu.
NR: Agradecmos ao Comandante do 12º BI, Tenente Coronel Laurence, pelo
apoio ao evento, cedendo o Sargento Mateus Augusto de Oliveira Paiva, e os Cabos
Christian Pereira Caetano e Paulo Vyktor Gomes Teixeira para a instalação do equi-
pamento de som e a apresentação computadorizada de documentos de interesse
dos palestrantes.
Saques aos supermercados em Duque de Caxias - 1962
A "Marcha da Família
com Deus pela
Liberdade"
na Av. Rio Branco
8Nº 226 - Abril/2016 20
CAIXA POSTAL
CORONEL CARLOS DE SOUZA SCHELIGA
Rio de Janeiro/RJ
Luta interna?
“”Se fazem isso contra mim, o que não farão contra o povo?”(sic). Foram estas
as palavras da presidente Dilma hoje em Brasilia em evento no interior do Palácio do
Planalto. ao conclamar o povo à luta em defesa da democracia. E mais, “querem tirar
o governo para golpear direitos do cidadão”(sic). Afinal, o que deseja a presiden-
te, que se instale no país uma luta entre irmãos? Um confronto que todos sabem como
começa, mas que ninguém sabe como poderá terminar ? Diante desse cenário, existiriam
dúvidas sobre quem caberia a responsabilidade pelo desencadear dos entreveros ? Pela
primeira morte ? Será que não há ninguém de bom senso no PT capaz de desvia-lo do
rumo mórbido para o qual estão tentando nos conduzir ?”
Furto em Atibaia
É óbvio que não podemos concordar com o furto praticado no sitio do ex-pre-
sidente, em Atibaia. Deplorável sob todos os sentidos. Mas a verdade é que se com-
pararmos a extensão do ocorrido ( perda de vinhos e charutos), com as dimensões dra-
máticas dos prejuízos que vêm sendo impostos aos fazendeiros do nosso país, pra-
ticados pelo MST, com a concordância de Lula, como a invasão de dezenas de fazendas,
destruição de plantações e dos patrimônios incendiados, chegamos a conclusão que
os petistas não têm muito do que reclamar. Apenas começam a experimentar, em sua
própria pele, em doses infinitamente menores, é bem verdade, do próprio veneno
que instilam em nosso país, há mais de 14 anos, no meio dos camponeses desse
movimento comandados por Stedille. Não estaria no princípio da homeopatia “si-
milia, similibus curantur” a mensagem perfeita para essa experiência pela qual Lula
acaba de passar?.”
○ ○ ○
Pergunta ao Coronel
MoroemOuroPretoesoucasadocom
aneta do Major Aristóteles Guima-
rães(ex-combatentenaItália,jáfalecido).
Sou Economista e, análisando a situação
econômica do Brasil, neste momento tão
difícil em que estamos vivendo, fico apa-
vorado, pois o atual governo, que nunca
teve projeto de governo e sim projeto de
poder, arrasou a nossa economia de tal
forma que levaremos muito tempo para
reconstruí-la. Arrasou de várias formas:
assaltando os cofres e empresas públi-
cas para financiar suas espúrias campa-
nhas políticas, e, também implementando
planos macroeconômicos que só deram
pre-juizos à nação.
O jornal INCONFIDÊNCIA chega
sempre à residência onde morava o Major
Aristóteles e todos os seus descenden-
tes o lêem com atenção e apreço. Gosto
muito das matérias ali escritas e da forma
destemida com que alguns colunistas
delineiam suas ideias.
Quero dizer-lhe que uma informa-
ção que vem em todas edições do IN-
CONFIDÊNCIAequemedeixamuitofeliz
é: AS FORÇAS ARMADAS TEM O DE-
VERSAGRADODEIMPEDIRATODO
* Geraldo C. Gomes
CUSTO,AIMPLANTAÇÃODOCOMU-
NISMONOBRASIL.
É sabido, no entanto, que a inten-
ção destes petralhas não é outra senão
implantar paulatinamente o comunismo
em nossa nação, seguindo a cartilha do
Gramscismo.
GostariadeperguntaraoCoronel:
para que me sinta mais tranquilo com rela-
ção a esta questão, o seguinte:
Há dentro das Forças Armadas pes-
soas imbuídas de forte determinação no
sentido de atuar, se preciso for, para to-
maropoderdestacorja,parafazeroBrasil
voltar aos caminhos da decência?
Tenho visto nos últimos dias tan-
tas invasões promovidas pelo MST e
similares.
Tenho visto também militantes do
PT prometendo sair para a luta armada e
isto é realmente muito preocupante.
A ideia de ver o nosso país sendo
levado para o sistema comunista me deixa
angustiado. A minha ousadia em fazer ao
Senhor a pergunta acima é porque preci-
so de uma resposta para aliviar a minha
constante tensão.
Agradeço a sua atenção.
TCEL PM LUIZ FELIPE SCHITTINI
Rio de Janeiro/RJ
Desigualdades
Em 2012,aPFgrampeouotelefonedo
contraventor do jogo de bicho Carlinhos
Cachoeira. O então senador Demóstenes
Torres, detentor de foro privilegiado, ao li-
gar para Carlinhos, teve sua conversa gra-
vada. Na época, o ministro da Justiça, José
Eduardo Cardozo, afirmou que o foro privi-
legiado não servia para acobertar atos ilíci-
tos e que os grampos eram legais. Isso cus-
tou ao senador sua cassação e perda dos
direitos políticos. Agora, o mesmo Cardozo
afirma que a gravação da conversa de Dilma,
que tem foro privilegiado, com Lula, que
teve o grampo autorizado pela Justiça, é um
golpe. Por acaso o foro especial de Dilma é
diferente do de um senador da República?
A Advocacia-Geral da União (AGU) tem
como princípio constitucional defender os
direitos do Estado e não de pessoas. (20/04)
NOSSA RESPOSTA:
NÃO BASTA ELOGIAR, ASSINE ESTE JORNAL.
Confie sempre em nossas Forças Armadas. Elas jamais
decepcionaram o Brasil. Quando necessário, se manifestarão.
APOSENTADOBENONE
AUGUSTOPAIVA
São Paulo/SP
Renan Calheiros
O senador Renan Calheiros carrega
em sua bagagem uma capivara enorme de di-
versos processos que vem se alongando e
se arrastando há vários anos tudo com a in-
finita complacência e benevolência do STF
(Superior Tribunal Federal) cuidadosamen-
te lhe proporcionando o forum privilegiado,
engavetado e fora do alcance do juiz Sérgio
Moro para ganhar o devido tempo de esque-
cimento do povo brasileiro, já que ele é um
dos cúmplices das trapalhadas do PT na ad-
ministração pública e estar gentilmente ofe-
recendo o seu voto contra o impeachment
da presidente Dilma Rousseff, ao contrário
do que acontece com o deputado Eduardo
Cunha, presidente da Câmara, bravamente
lutando contra as mazelas da governante
petista que corre o risco de ser cassada por
improbidade administrativa. Assim age o
governo petista: Para o Renan contraventor
tudo e ao Eduardo Cunha, pau nele! Que jus-
tiça rasteira é essa! (09/04)
PROFª.MARAMONTEZUMAASSAF
São Paulo/SP
Apague a luz e feche a porta!
Os chavões que os petistas repetem
já estão desacreditados. Impeachment de
Dilma não é golpe porque ela não é uma cria-
tura inimputável, sobre quem não se pode
cobrar responsabilidade pelos seus atos.
Ou é? A situação caótica do país é a prova
maior de sua culpa! E a arenga presidencial
de que os “vazamentos” são seletivos e que
servem apenas para preparar o ambiente
para o “golpe”, também não corresponde à
verdade. Dilma alega que o dinheiro que en-
cheu os cofres de campanha do PT e PMDB
é o mesmo que foi doado aos outros parti-
dos.Ah,masnãofoimesmo!OPTeoPMDB
tinham muitas obras para mercadejar com as
empreiteiras através de licitações falsas, e a
Petrobras estava tomada pela administra-
ção petista, pronta a abrir as torneiras. Os
outros partidos tinham o que à oferecer às
empreiteiras? Apenas a possibilidade remo-
ta de talvez ganhar as eleições e poder
servir-lhes no futuro. Dilma, nós não somos
os mesmos brasileiros de 15 anos atrás...
mude seu discurso, depois apague a luz e
feche a porta! (07/04)
RADIALISTAZAIRCANÇADO
Rio de Janeiro/RJ
Rui Barbosa estava certo!
Nos meus 80 anos de idade, conhe-
cendo como conheci numerosas fases po-
líticas, assistindo a acontecimentos os mais
graves de vários governantes, confesso
que os dias atuais em matéria de descalabros,
bateram o recorde. E quem está dirigindo es-
ta nação? Os que continuam fazendo dos
militares “Bodes Expiatórios”, os terroris-
tas de ontem, encastelados nos “Partidos de
Esquerda”, que hoje são os principais be-
neficiários deste mar de lama financeiro em
que se afunda o Brasil. Comunismo é en-
sinado nas universidades aos desavisa-
dos jovens, que nem tinham nascido quan-
do as Forças Armadas enfrentaram os se-
qüestradores, as bombas atiradas contra
os quartéis. E hoje, usam os “inocentes
úteis” das escolas, escondendo os ver-
dadeiros fundamentos da revolução de
1964, que nos salvou do caos. Mas pin-
tam o caótico Governo João Goulart como
um paraíso. Quem não conhece o comu-
nismo, que o compre. Rui Barbosa estava
certíssimo quando o definiu em poucas
palavras como altamente desagregador e
anti-social. (15/04)
CELJOSÉÁVILADAROCHA
São Paulo/SP
Presidente do Brasil
contra o Brasil
Uma Chefe de Estado que denigre
o seu País e suas Instituições pedindo san-
ções contra eles, para países estrangeiros e
à Instituições Internacionais em benefí-
cio próprio para salvar sua “pele” é uma
verdadeira Lesa Pátria. As suas ações im-
patrióticas e deletérias contra o seu País
já instigou “castigos”e interferências in-
devidas sobre Assuntos Internos do Bra-
sil: de Felipe Gonzáles; Secretário Geral
da OEA; Alto Comissário de Direitos Hu-
manos; Secretário Geral da UNASUL;
Presidentes Bolivarianos da Venezuela e
da Bolívia; Presidente do Equador; Raul
Castro; Ministra do Exterior de uma País do
MERCOSUL ameaçando o Brasil de sus-
pensão caso Dilma seja condenada....e ou-
tros danos no conceito internacional do
País.EAGORA!OQUEDIZEMOSSENA-
DORES INDECISOS? (20/04)
Nº 226 - Abril/2016 21
A AMAZÔNIA É NOSSA!A AMAZÔNIA É NOSSA!A AMAZÔNIA É NOSSA!A AMAZÔNIA É NOSSA!A AMAZÔNIA É NOSSA!
GENERAL DE EXÉRCITO GUILHERME CALS THEOPHILO GASPAR DE OLIVEIRA PASSA O
COMANDO MILITAR DA AMAZÔNIA, DE FUZIL E MOCHILA – UM EXEMPLO BELO E DE VALOR
COMANDO MILITAR DA AMAZÔNIA
OGeneral de Exército Theophilo, determinou que as
passagens de comando de seus generais subordi-
nados fossem realizadas de fuzil e mochila. E assim acon-
teceu nas passagens de comando das 1ª, 2ª e 16ª Briga-
das de Infantaria de Selva, respectivamente em Boa
Vista/RR, São Gabriel da Cachoeira/AM e Tefé/AM, nos
dias 26, 27 e 28 de janeiro do corrente ano.
E dando o exemplo, como não poderia ser diferente,
durante a sua própria passagem de comando, em 15 de abril,
o General Theophilo fez questão de, ele mesmo, puxar a
oração do Guerreiro de Selva, empunhando o fuzil, e ainda,
omaisemblemático,realizaroatodepassagemdocomando
do CMA, também com o fuzil (além da mochila, é claro).
E o leitor poderia estar se perguntando: por que o
General incorporou essa simbologia de passagem de
comando estando de fuzil e mochila?
Bem, tentando responder, diria que:
A Política Nacional de Defesa (PND) aborda sobre
a Amazônia, dizendo:
“A Amazônia brasileira ... é foco da atenção in-
ternacional.”
“A vivificação das fronteiras, a proteção do meio
ambiente e o uso sustentável dos recursos naturais são as-
pectos essenciais para o desenvolvimento e a integração
da região.”
“ ... presença do Estado, e em particular das Forças
Armadas, ... é condição relevante para o desenvolvimento
sustentável da Amazônia.”
“Para contrapor-se às ameaças à Amazônia, é im-
prescindível ... o fortalecimento da presença militar, a
efetiva ação do Estado no desen-
volvimento sustentável (social,
econômico e ambiental) e a ... co-
operação com os países vizinhos,
visando à defesa ...”
A Estratégia Nacional de
Defesa(END)tambémdeixaclaro
em seu texto:
“Priorizar a região amazô-
nica.”
“A defesa da Amazônia exi-
ge avanço de projeto de desenvol-
vimento sustentável e passa pelo
trinômio monitoramento/contro-
le, mobilidade e presença.”
“O Brasil ... repudiará, pela
prática de atos de desenvolvimen-
to e de defesa, qualquer tentativa
de tutela sobre as suas decisões a
respeito de preservação, de desenvolvimento e de defesa
da Amazônia.”
“O desenvolvimento sustentável da região amazô-
nica passará a ser visto, também, como instrumento da
defesa nacional.”
ADiretrizGeraldoComandantedoExércitoenfatiza:
“A Amazônia continua a ser a área estratégica prio-
ritária para a Força.”
OdocumentodenominadoPROCESSODETRANS-
FORMAÇÃODOEXÉRCITO,quevemnorteandoasações
visando atender ao preconizado na END, destaca que:
“O Brasil, do ponto de vista da defesa, para dispor
da liberdade de ação necessária à condição de ator glo-
bal, tem pela frente três tarefas históricas, todas de caráter
geopolítico.”
“A primeira está em ajudar a concluir a ocupação
e a integração à nação brasileira de praticamente a me-
tade do território nacional correspondente à nossa Ama-
zônia.”
“Num mundo em que, no ano 2030, a população terá
aumentado em dois bilhões de habitantes e estará consu-
mindo o dobro de recursos naturais, o Brasil não pode per-
mitir que se fortaleça o conceito de relativização da sobe-
rania dessa incomensurável fonte de recursos – a Amazô-
nia -, como ocorre no imaginário de parte considerável da
opinião pública internacional.”
A SELVA NOS UNE! TUDO PELA AMAZÔNIA! SELVA!
É senso comum entre milita-
res o seguinte pensamento:
“Defender a Amazônia é muito
mais do que estabelecer unidades mili-
tares estrategicamente posicionadas,
comefetivostreinadosepreparadospara
atuar no terreno e com o uso de novas
tecnologias. Defender a Amazônia é tudo
isso e também criar e interrelacionar es-
tratégias que promovam o desenvolvi-
mento regional. Não há defesa sem de-
senvolvimento, tampouco desenvolvi-
mento sem defesa.”
A frase do Gen Ex Theophilo, con-
sagrada em seu período de experiênci-
as na Amazônia, resume bem o pensa-
mento desse grande líder militar:
“Servir na Amazônia é um privi-
légio. Lutar pelo seu desenvolvimento
sustentável, uma obrigação.
O que eu fiz pela Amazônia?”
Em síntese, poderia afirmar que o Gen Theophilo
estava de fuzil, tanto na passagem de comando de seus
generaissubordinadoscomotambémnasuaprópriapas-
sagemdecomando, porque ele é um LÍDER MILITAR,
OPERACIONAL, que comandou uma área complica-
díssima, onde muitas vezes a presença do Exército era
a ÚNICA presença do Estado brasileiro. Ele estava de
fuzil, assim como os sentinelas que estão guarnecendo
nossas fronteiras, diuturnamente, nos mais distantes
e isolados pontos da Amazônia Ocidental, mostrando a
bandeirabrasileiranoombroeocamufladodoExército,
e assim, garantindo a nossa soberania.
Após seis anos na Amazônia, General Theophilo Gaspar
deixa o cargo do Comando Militar da Amazônia
A passagem de Comando para o
General de Exército Geraldo Antônio Miotto
ESTAMOS PERDENDO POUCO A POUCO
A SOBERANIA DO NOSSO PAÍS !!
“Para mim, isso já é uma guerra.
Não é mais um delito, é uma guerra”
O General Theophilo durante seu Comando apre-
sentou palestras sobre a Amazônia, na Câmara de Depu-
tados, no Parlamento Amazônico, no Alto Comando do
Exército, em faculdades da região e constantemente para
o público interno. Semanalmente participava do progra-
ma "Café com a Imprensa", quando suas palestras eram
divulgadas para a mídia apresentando os problemas vivi-
dos pelas Forças Armadas na região Amazônica.
SELVA!
Publicado no Inconfidência, nº 244 de fevereiro/2016
JUIZ SÉRGIO MORO É HOMENAGEADO
PELA REVISTA TIME, NOS EUA
JUIZ DO BRASIL É CHAMADO DE ‘SUPERMORO’JUIZ DO BRASIL É CHAMADO DE ‘SUPERMORO’JUIZ DO BRASIL É CHAMADO DE ‘SUPERMORO’JUIZ DO BRASIL É CHAMADO DE ‘SUPERMORO’JUIZ DO BRASIL É CHAMADO DE ‘SUPERMORO’
PELA REVISTPELA REVISTPELA REVISTPELA REVISTPELA REVISTAAAAA AMERICANAMERICANAMERICANAMERICANAMERICANAAAAA
Ojuiz federal Sérgio Moro recebeu na
noite do dia 26 de abril, homenagem da
‘Time’, prestigiada revista norte-america-
na, que o elegeu entre as cem personalida-
des “mais influentes do mundo”, em evento
realizado em Nova York.
Ao chegar à cerimônia de homena-
gem, o juiz da Lava Jato declarou ao Jornal
Nacional, da Rede Globo, que ter seu
nome na seleção “honra muito a institui-
ção, o trabalho institucional”. Ele afirmou
que ‘é reconhecimento também que o Bra-
sil toma passos importantes na prevenção
e no combate à corrupção. Nessa perspec-
tiva acho muito positivo’. Moro é o único
brasileiro citado na relação deste ano, di-
vulgada no último dia 21.
Ele está na categoria “Líderes”, ao la-
do de nomes como Barack Obama, François
Hollande, Angela Merkel, Vladimir Putin e
Kim Jong Un. Segundo o texto que descreve
o juiz paranaense, no Brasil ele é chamado
de “SuperMoro” e tem o nome cantado nas
ruas “como se fosse uma estrela de fute-
bol”. “Mas Sérgio Moro é apenas um juiz,
embora um que trabalhe num escândalo de
corrupção tão grande que poderia derrubar
uma presidente - e talvez mudar uma cultura
de corrupção que há muito tem prejudicado
o progresso de seu país”, diz a “Time”.
Recentemente, a revista “Fortune”,
também dos EUA, apontou Moro como o
“13º líder mais influente para transformar o
mundo”.
ConsciênciaPatriótica
QUE PAÍS É ESSE?
ONDE O JUIZ PRENDE
OS BANDIDOS E OS
AMIGOS DOS
BANDIDOS QUEREM
PRENDER O JUIZ!
Inaldo Mendes é (JLD) Jornalista Livre e Democrático
Esses são os defensores da corrupção e da rapinagem do erário
OMinistério Público em São
Paulo descobriu que, no edi-
fício Solaris, onde está o triplex su-
postamente de Lula, tem um verda-
deiro festival de proprietários do
PT. A famosa Rosemary Noronha
temumesuafilhaMireilleeoirmão
Eduardo tem outros dois. Carlos
Gabas, ex-ministro (é aquele que
levavaDilmaparapasseardemoto)
e o ex-segurança de Lula, Freud
Godoy, também têm. Outro ex-as-
sessor do ex-presidente, Rogério
Aurélio Pimentel, que cuidou da
reforma do sítio, é o proprietário de
mais um e a CUT tem quatro. E a
cunhada de João Vaccari Neto, Ma-
rice, tem três, além de Ana Maria Ernica, ex-diretora da cooperativa,um.Asrevelações
são do veterano colunista Giba Um.
http://www.bemparana.com.br/tupan/triplex-do-sexo-amiga-de-lula-tambem-tem-apartamento-no-solaris/
TRIPLEX DO SEXO
'Amiga' de Lula também tem apartamento no Solaris
Lula está com a
família em seu sítio
emAtibaia no
interior de São
Paulo, onde passará
o final de ano
Ex-presidente Lula descansa com a família em Atibaia
antes de retomar tratamento contra o câncer
IOTTI
Sérgio Moro e sua esposa Rosangela
8Nº 226 - Abril/2016 22
ANIVERSÁRIO DO 12º BI
No dia 15 de abril, o 12º Batalhão de
Infantaria completou seu 97º Ani-
versário de Criação. Na oportunidade, foi
agraciado com o título de “Soldado Ilus-
tre do 12º BI”, o Tenente-Coronel da Po-
lícia Militar de Minas Gerais Schubert
Siqueira Campos, Comandante do Gru-
pamento de Ações Táticas (GATE) da
PMMG, antigo integrante do Batalhão,
passando a ter seu retrato e sua biografia
expostos na Sala de Honra da Unidade.
Também foi homenageada a senhora
Maria da Conceição Assis Campos, es-
posa do General Campos e coautora da
Canção do Batalhão, nos anos 1957 e
1958. A solenidade foi presidida pelo
GeneraldeExército ValdésioGuilherme
de Figueiredo, antigo integrante do Alto
Comando do Exército, e contou com as
presençasdoGeneraldeExércitoRômulo
Bini Pereira, do General de Divisão
Amaury Sá Freire de Lima, do Coronel
João Vicente Barreto Ferreira, Chefe
do Estado-Maior da 4ª Região Militar,
do Comandante do 12º Batalhão de In-
fantaria, Tenente Coronel Laurence
Alexandre Xavier Moreira, além de au-
toridades civis e militares de Belo Ho-
rizonte. Ao final da solenidade, anti-
gos integrantes do “Doze de Ouro” des-
filaram em comemoração à data, entre
eles os antigos Comandantes do 12º BI,
Coronéis Reynaldo de Biasi Silva Ro-
cha, Luiz Carlos Meiniel Vaz, Renato
César do Nascimento Santana e
Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, fa-
zendo jus à frase:
“Ontem e hoje, o mesmo Exército!”
Dia 08 de abril de 2016, no
Hotel Monte Real Resort,
na cidade de Águas de Lin-
dóia -SP, o Gen Ex R/1 Au-
gusto Heleno Ribeiro Perei-
ra, Diretor de Comunicação e
Educação Corporativa do Comitê Olímpico
do Brasil, proferiu uma brilhante palestra
para 500 convencionais da 17ª Conven-
ção Distrital, do Distrito LC/4 de Lions In-
ternacional, com o tema: "As Olímpiadas
no Brasil em 2016". Presentes diretores
internacionais, autoridades leonísticas,
autoridades civis, convencionais e con-
vidados aplaudiram de pé o palestrante
Gen Heleno.
A governadora do Distrito LC/4 DG
Carmem Lúcia Redoan e a Cal Lane Lour-
des de Souza Costa - Assessora Geral da 17ª
Convenção externaram profundo agradeci-
mento ao Gen Heleno por proporcionar a tão
seleta platéia, uma visão clara e objetiva de
PALESTRA DO GENERAL HELENO
como está sendo preparada as Olimpíadas
no Brasil no presente ano.
O Gen Heleno ressaltou a eficiente
e imprescindível atuação das Forças Ar-
madas na preparação dos atletas, para que
nosso país atinja os objetivos traçados e
saia desse evento bem mais valorizado e
respeitado.
Cal Lane Lourdes de Souza Costa - Assessora
Geral da 17ª Convenção do Distrito LC/4.
Mesmo que os homens se esqueçam,
mesmo que a nação se omita, nin-
guém apaga do tempo os fatos funda-
mentais e simbólicos da vida de um país,
ocorridos na sua inexorável passagem:
são as efemérides, muitas delas man-
chadas do sangue dos que passa-
ramàHistória, como Heróis.
O dia 19 de abril de 1648
dá início à fertilização da se-
mente do Exército Brasileiro,
com a estrondosa vitória dos
luso-brasileiros sobre os holan-
deses invasores, nos campos
dos Guararapes, pois já lutavam
pela “nossa pátria”, como afirma-
ram, três anos antes, no documento-
compromisso de defender a Colônia
“contra qualquer inimigo”, os coman-
dantes dos terços, de diferentes etnias.
Unidade étnica em defesa da unida-
DIADO EXÉRCITO
368 ANOS! *Aileda de Mattos Oliveira
deterritorial, primeiro mandamento da
manutenção da soberania.
Este é o momento do retorno ao
Dia Primordial de uma Corporação que
não se pode separar do próprio Bra-
sil. Cresceram juntos. Insepará-
veis terão que ficar.
Congratulamo-nos com a
Instituição, com todo o contin-
gente, independente de paten-
te, que não se deixou e não se
deixará hipnotizar por cantos
estranhos de falsos uirapurus
que, pousados em todos os ga-
lhos,infelizmente,seduzemosme-
nos fortes.
Que a fibra de heróis permane-
ça! Não seja, apenas, um verso de uma
bela Canção!
(Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente
da Academia Brasileira de Defesa)NR: Na ocasião foram distribuídos 300 exemplares do Inconfidência de diversas edições.
Nº 226 - Abril/2016 23
8Nº 226 - Abril/2016 24
UMGENERALPARASERLEMBRADO
E UMA GUERRA PARA NÃO SER ESQUECIDA
Carlos Alberto dos Santos Cruz é um militar brasileiro. E um cidadão que o resto do
mundo conhece ( e reconhece) melhor que o seu próprio país.
No comando da missão de paz na República Democrática do Congo (MONUSCO)
em 2013, estiveram sob sua coordenação cerca de 23,7 mil militares de 20 países. Pela
primeira vez desde a Guerra da Coréia (1950-53), a ONU (Organização das Nações Uni-
das) autorizou o uso de força militar para fazer cumprir suas resoluções.
Sob Cruz, deu-se o fim do confronto com o Movimento 23 de Março (M23), o maior
grupo guerrilheiro do país africano, que acabou por encerrar a luta armada nos fins de 2013.
Pouco conhecido no Brasil fora dos meios militares, a missão bem sucedida de
Santos Cruz foi descoberta pela rede de televisão árabe Al Jazeera e revelada ao resto
do mundo em documentário de 25 minutos.
Profundamente humanitário em sua visão de mundo , é dele uma das frases que talvez
mais defina a natureza do trabalho conduzido por civis e militares a serviço da ONU:
“A GENTE NUNCA SE ACOSTUMA COM O SOFRIMENTO HUMANO”
(Fontes: Portal G1, Revista Istoé e Rede Al Jazeera), via www.robinsonfarinazzo.com.br
“Eu procuro fazer as coisas de forma simples, focar no que precisa ser feito. Se começar a focar
na dificuldade, ficar raciocinando na complexidade do problema, acaba perdendo tempo…
Há um planejamento, e temos que colocar em prática. eu dou o ritmo, de forma mais rápida,
ou menos. mas temos que andar pra frente, a coisa tem que ter dinamismo”.
General de Divisão Santos Cruz
Por iniciativa do Reitor da Faculdade de
Sabará e ex-presidente do Circulo Mo-
nárquico/MG, professor Mário de Lima
Guerra, foi expedido pela internet um convi-
te aos admiradores e participantes do mo-
vimento Cívico-Militar de 31 de março de
1964, que defendem a preservação da me-
mória desse fato histórico, para um almoço
de confraternização, por adesão, realizado
às 13 horas de 31 de março, no restaurante
Chopp da Fábrica, em Belo Horizonte.
Compareceram representantes do
Círculo Monárquico, Grupo Inconfidência
e da AOR-EB, Associação dos Oficiais da
Reserva, quando foram relembradas diver-
sos acontecimentos ocorridos na ocasião.
Entre os participantes, destacamos entre
outros, a presença da professora universitá-
ria Maria da Conceição de Oliveira Campos,
dos coronéis Carlos Claudio Miguez, Mau-
ALMOÇO REMEMORATIVO
31 de março – 52 anos
rício Lucio Teixeira e Luiz Carlos Loureiro,
do capitão Pereira, dos monarquistas Cândi-
do Moreira, Alexandre Pinto Coelho, David
Castellani, José Luiz Magalhães, Rodrigo
Laender, Caio Belotti, Milton T. Oliveira e do
jornalista Paulo Henrique Chaves.
Na ocasião, foram distribuídas as
edições nº 224 e 225 do Jornal Inconfidên-
cia, esta a edição Histórica de 31 de março,
muito elogiada pelos participantes, que tam-
bém foram convidados para a palestra que
seria realizada a noite no Círculo Militar.
Ao final, o professor Mário de Lima
Guerra agradeceu a presença de todos, lem-
brando que a data não pode ser esquecida,
nem deturpada e sim, sempre relembrada e
comemorada. Nossos cumprimentos e agra-
decimentos ao professor Mário Guerra, pela
sua vitoriosa e rememorativa lembrança. A
luta continua....
Turma
aspirante mega
No dia 2 de abril, sábado, a
Turma reuniu-se pela 9ª
vez, no Clube Militar da Lagoa,
emumalmoçodeconfraterniza-
ção. Realizada no Rio de Janei-
ro, e não mais na AMAN, em
Resende, atendendo à propos-
ta apresentada na reunião dos
60 anos pelo Castro Neves, em
virtude da dificuldade de des-
locamentos e provecta idade de
todos os seus componentes.
Anteriormente, a reunião era
realizada de 5 em 5 anos, e na
última de 2015, a presença foi
pequena, motivo pelo qual pas-
sará a ser anual e no Rio de Janeiro.
E agora compareceram 32, sendo 27 residentes no Rio/Niterói, 3 de São Paulo
e 2 de Minas, muitos acompanhados de suas esposas e familiares. São eles:
Infantaria: Albuquerque, Lee, Maia, Musso, Pimenta e Sarahyba.
Cavalaria: Athos e José Luiz
Artilharia: Agenor, Amaral, Ávila, Bahia, Castro Neves, Daniotti, Donner, Gil-
berto, Godoy, Gurjão, Landeiro, Lauro, Miguez, Ney Bruno, Paula Valle, Pellegrino,
Romito, Sodré, Spangenberg e Szechir.
Engenharia: Altair, Ney Corrêa, Pirró e Priess.
Ainda participaram da reunião, o general de Exército José Enaldo Rodrugues de
Siqueira e o Coronel Dartanham Amorim, irmão do Cavalariano Athos, ao qual deve-
se a organização e o sucesso desta reunião, que contou com o apoio do Amaral, Gurjão,
Landeiro e Pimenta. À eles, os remanescentes da Turma Aspirante Mega agradecem
pela oportunidade de nos reunirmos mais uma vez, relembrando “causos” passados,
contando histórias acontecidas no desempenho de atividades castrenses e debaten-
do a atual situação de nosso país, demonstrando a revolta que todos sentem.
O Miguez distribuiu a Edição Histórica do Inconfidência sobre o Movimento
Cívico Militar de 31 de março de 1964, o Gurjão saudou o Athos por mais uma vez ter
reunido a MEGA, tendo este a seguir, finalizado o inesquecível evento sorteando
lembranças alusivas à Academia, agradecendo a presença de todos e já convidando
para a reunião de 2017.
A seguir, fotografias, abraços e despedidas.
Até a próxima...
15 de fevereiro de 1955 61 anos 15 de fevereiro de 2016
Os Generais Sarahyba, José Luiz e Lee,
também presente o General Agenor
Nº 226 - Abril/2016 25
MANIFESTO DE OFICIAIS DA RESERVA DE SÃO PAULO
ALUSIVO À CONTRARREVOLUÇÃO DE 1964
Retransmito, com muita emoção e ufania, o MANIFESTO abaixo, de autoria de Oficiais
da Reserva de 2ª Classe (R/2), formados pelo Curso de Infantaria, da Turma Santos
Dumont, de 1973, do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo (CPOR/SP
- Centro Solar dos Andradas), alusivo à Contrarrevolução de 31 de Março de 1964.
Orgulho-me, de maneira incomum, de haver sido o Capitão Comandante de Companhia
e Instrutor desta plêiade de hoje sexagenários - homens muito bem sucedidos na vida e de
diversas profissões -, que honram São Paulo e o Brasil, e subscreveram o citado documento,
prenhe de patriotismo e de amor ao glorioso Exército Brasileiro; outrossim, posso afiançar,
tal manifestação representa também o pensamento dos que já se foram e encontram-se velando
por nós, junto ao Altíssimo, na Vanguarda Celestial!!
Palmas, muitas palmas, meus caríssimos ex-comandados! Como eu sempre repetia,
vocês são QT (qualquer terreno) e QS (qualquer situação); e, por isso, com certeza, saberão
acorrer aos quartéis de Infantaria, ao brado de “Pátria em Perigo!!”
“É no Combate que o Infante é Forte!
Vence o perigo, Despreza a morte!!” (da canção “Esbelto Infante”)
“Ex toto corde”, o mais amigo dos abraços deste velho Infante que
muitíssimo os admira e quer bem, Soriano.
MANIFESTOMANIFESTOMANIFESTOMANIFESTOMANIFESTO
Os Oficiais da Reserva de Infantaria 1973 , da Turma Santos Dumont, do CPOR/SP
vêm a público, com acendrado patriotismo e ufania, enaltecer as Forças Armadas do Brasil
- em especial o altaneiro, glorioso e invicto Exército de Caxias -, perenemente fiéis aos
princípios ocidentais, cristãos e democráticos e maiores garantes da Soberania Nacional,
pela comemoração de mais um aniversário da histórica Contrarrevolução de 31 de março
de 1964. Este Movimento Cívico-Militar livrou o nosso País das garras de uma solerte
ideologia materialista, internacionalista e ateia.
Estaremos sempre de atalaia na defesa e guarda de nossa Pátria amada!!
O então capitão Soriano à frente dos alunos da Infantaria do CPOR/SP, em 1973
BRASILBRASILBRASILBRASILBRASIL AAAAACIMA DECIMA DECIMA DECIMA DECIMA DE TUDO!!!TUDO!!!TUDO!!!TUDO!!!TUDO!!!
São Paulo, 31 de março de 2016.
Subscrevem este Manifesto, os seguintes 2º Tenentes R/2: Duarte, Manfrini, Palhuca,
Tieghi, Moretti, Munhoz, Teruo, Fagioli, Reple, Junior, Guidotti, Iwata, Bentini, Gala-
fassi, Ventura, Araújo, Franz, Amaral, Castelucci, Brito, Neto, Walgdon, Neves,
Matos, Massao, Gomes, Gomar, Cabrera, Franco, Veríssimo, Carli, Chacur, Cas-
sará, Amancio, Braga, Mollon, Thenyson, Simas, Pizani, Rizzo, Cukier, Maluf, Mes-
quita, Ventura, Peres e Pimentel.
Publicado no Pampulha - BH - 16/04
CORAÇÃO VALENTE?
Em resposta ao editorial da “Folha de S. Paulo” que defendeu a sua renúncia, jun-
tamente com a de Michel Temer – mais uma vez a senhora respondeu com ares de
“coração valente” que jamais irá renunciar. Presidente, certa vez, escrevi uma coluna
dizendo que a senhora só venceu as eleições devido à força da máquina de ilusões da
propaganda petista, e que seus votos pertenceram à desinformação, ao analfabetis-
mo, ao oportunismo, ao clientelismo, aos ávidos por benesses no poder e à utopia dos
bem-intencionados, mas funcionalmente equivocados. Repito o que disse, mas acres-
cento um adjetivo, que não deveria lhe caber, a senhora está sendo, acima de tudo,
covarde. Valente seu coração seria se optasse pela renúncia, demonstrando um grande
respeito e humildade pelo país.
NA CAPA DE O TEMPO do último
domingo, lia-se a manchete: “Quatro em-
presas fecham as portas por hora em Mi-
nas”. Senhora presidente, a senhora já não
governa há muito, então pare com essa
conversa mole de “golpe”. Não somos mais
uma nação de idiotas, influenciada por idi-
otas que se julgam nutridos por um alto grau
de“intelligentsia”,masincapazesdeentender
a realidade dos fatos. Renuncie, senhora pre-
sidente, sua luta de baixo nível acabou, a
ditadura da propina foi esfacelada, o inter-
vencionismo populista ideológico pregado
por seu partido foi vencido pela cruel rea-
lidade dos números. É hora de despertar a
autocrítica, de reconhecer os erros, de parar
de dar atenção aos desmiolados sanguessu-
gas que a cercam, e deixar que o país siga o
rumo da liberdade. Renuncie, presidente,
seja valente de verdade.
OS MAIS ESCLARECIDOS e os cha-
mados “coxinhas” não estão defendendo parti-
dos políticos, aliás, há uma máxima nos movi-
mentos de rua que demonstra bem isso: “Podem
prender o Aécio, quem tem bandido de estima-
ção são vocês”. Se os protestos de rua estão
focados no PT é porque, além de desavergonha-
damente corrupto e absolutamente incompe-
tente, é o partido que está no poder. Senhora
presidente, esse seu teatrinho de vítima das
elites pode nos levar a um desastre ainda maior,
pois está crescendo o número de grupos de de-
siludidos que são contra todas as instituições
oficiais, sejam elas políticas ou econômicas.
Isso é gravíssimo, senhora presidente, então,
seja valente, renuncie por um Brasil melhor, não
ponha nossa democracia em risco, entenda que
não existe mais espaço para um establishment
estatista que, há muito, já foi derrotado pela
ineficiência.
Renuncie, senhora presidente, sua luta acabou,
a ditadura da propina foi esfacelada
Coronel Manoel Soriano Neto
BRIGADEIROAYUPE É O NOVO
COMANDANTEDOCIAAR
OCentro de Instrução e Adaptação
da Aeronáutica (CIAAR) realizou
no dia 08 de abril, a Cerimônia Militar
de Passagem de Comando da Unidade.
À frente do CIAAR desde abril de 2014,
o Brigadeiro do Ar Robson Grandelle
transmitiu o cargo de comandante ao
Brigadeiro do Ar Ivan Moysés Ayupe
que, antes, exercia a função de Chefe do
Centro de Inteligência da Aeronáutica.
A cerimônia foi presidida pelo Te-
nente-Brigadeiro-do-Ar Antonio Carlos
Moretti Bermudez, Diretor-Geral do
Departamento de Ensino da Aeronáuti-
ca e Comandante-Geral do Pessoal.
Presentes à solenidade, o general de Exército Rômulo Bini Pereira; o general de Divisão
Walmir Scheneider Filho, comandante da 4ª Região Militar, o coronel Ney Guimarães, pre-
sidente do Círculo Militar de Belo Horizonte, o coronel aviador Augusto Cesar Abreu dos
Santos, diretor do PAMA/Lagoa Santa e a deputada federal Jô Moraes, do PCdo B - Partido
Comunista do Brasil, convidada (?) pelo comando do CIAAer.
Não conhecerão esses brigadeiros a verdadeira História Militar e do Brasil? Não saberão
eles que o Patrono da Força Aérea Brasileira, Brigadeiro Eduardo Gomes, por ocasião da
Intentona Comunista ocorrida em novembro de 1935, quando comandante do 1º Regimento de
Aviação, mesmo ferido pelos companhei-
ros de farda traidores logo no início do ata-
que comunista ao Campo dos Afonsos, sou-
be desassombradamente e sem esmoreci-
mento, enfrentá-los liderando uma magnífi-
ca reação, repelindo-os e dando exemplo aos
seus comandados pela sua bravura em defe-
sa da Pátria?
Simplesmente lamentável esse con-
vite. Fazemos votos e recomendamos que
não mais se repita. Nem que seja do sinistro
comunista da Defesa!
Esquecer, também é trair!
A deputada Jô Morais entre o
General Scheneider e o Brigadeiro Bermudez
8Nº 226 - Abril/2016 26
No dia 19 de abril, o Exército Brasileiro co-
memorou 368 anos de sua existência, e
nesta data o Comandante da 4ª Região Militar
General de Divisão Walmir Almada Schneider
Filho realizou diversos eventos junto ao povo
mineiro.Nodia16deabril,ocorreuaaberturada
Semana do Exército, no Minas Shopping, com
uma apresentação da banda de música, além de
exposição de material de emprego militar.
Entreosdias11e15deabril,foirealizada
aCampanhadeDoaçãodeSanguenoHemocentro
de Belo Horizonte, com a participação de mili-
tares voluntários das Organizações Militares da
Guarnição de Belo Horizonte, das 8h30 às 14h.
Paramarcarestadata,foirealizada,no12º
BatalhãodeInfantaria,asolenidadecomemora-
tiva do Dia do Exército. Durante a cerimônia,
militaresepersonalidadescivisforamagraciados
com a Ordem do Mérito Militar, mais alta con-
decoração do Exército Brasileiro, por terem se
destacadoemaçõeseserviçosrelevantesaoPaís
eàForçaTerrestre,alémdaleituradaOrdemdo
COMEMORAÇÃO DO DIA DO EXÉRCITO
BELOHORIZONTE/MG
Palavras da deputada por ocasião do impeachment
Ovoto dado pela deputada federal Jô Moraes, às 21h50m19s deste domingo (17)
foi o 95º contrário ao impeachment da Presidente Dilma Rousseff na sessão
deliberativa da Câmara dos Deputados.
Em homenagem àqueles que deram a vida para que a democracia floresces-
se neste País. Para que os filhos das famílias brasileiras não vivam o que eu vivi
na Ditadura, eu digo NÃO a esta vergonhosa fraude jurídica; a esta farsa po-
lítica de Michel Temer e Eduardo Cunha. E lembro aqui as palavras de Tancredo
Neves: ‘O primeiro compromisso de Minas é com a liberdade!’ A luta apenas
começou. Eu digo não a esta fraude”. E ainda é convidada?...
QUEM TERÁ CONVIDADO A DEPUTADA COMUNISTA QUE JÁ FOI
VAIADA NO QUARTEL DO 12 BI POR OCASIÃO DA ENTREGA DA
MEDALHA DO PACIFICADOR NO DIA DO SOLDADO EM 2010?
Dia. Ao término da solenidade, os militares da
reservaativadaguarniçãodesfilaramàfrentedo
palanque com entusiasmo e alegria.
Estiverampresentesasseguinteautorida-
des:SrCarlosMagnodeMouraSoares-Prefeito
de Contagem; Dr Ulysses da Silva Costa Filho -
Procurador da Justiça Militar; Dra Luziene
Medeiros Barbosa Lima - Desembargadora
Substituta do Tribunal de Justiça de Minas Ge-
rais; os Generais de Exército Valdésio Gui-
lherme de Figueire-
doeRômuloBiniPe-
reira, General de
Divisão Amaury Sá
FreiredeLimaeoGe-
neraldeBrigadaLuiz
Antonio Mendes Ri-
beiroeadeputadafe-
deral Jô Moraes do
PCdoB - Partido Co-
munista do Brasil.
CRUZALTA/RS
Na Semana comemorativa
doDiadoExército,aEASA
montou no centro da Cidade de
Cruz Alta, um estande com al-
guns livros da BIBLIEx exis-
tentes na Biblioteca da Escola,
objetivando estimular a leitura
na sociedade cruzaltense por
intermédiodeprimorosasobras
daBibliotecadoExército.Além
disso, foram distribuídas inú-
meras revistas Recrutinhas para as crianças.
Como resultado do Projeto Nossa Bandeira, que a EASA vem desenvolvendo
em parceria com inúmeras escolas públicas e privadas da Região de Cruz Alta, onde
os valores cívico e patriótico (como o canto do Hino Nacional e hasteamento do Pa-
vilhão Nacional, entre outros) são levados aos estudantes, diversas escolas decidi-
ram prestar uma significativa homenagem ao Exército Brasileiro, demonstrando
enorme carinho a apreço, como se pode ver abaixo, na semana que a Instituição
comemora 368 anos de existência.
EASA - Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas
Escolas de Cruz Alta prestam homenagem ao Exército Brasileiro
O Coronel João Vicente Barreto Ferreira,
Chefe do Estado Maior, sendo agraciado pelo
General Schneider com as medalhas Militar
com passador de ouro - 30 anos e da Ordem
do Mérito Militar - Grau Cavaleiro
Agradeço toda a aten-
çãoqueosmilitaresdaEASA
dispensaram para nossos
professoresealunos.Foiuma
tarde que será inesquecível
para essas crianças.
Parabenizo o Coman-
dante Cel. Umberto Ramos
pela brilhante palestra da
tarde de hoje.
Professora Analice
Agradecemos o con-
vite para a palestra de hoje.
Uma aula muito interessan-
te sobre história do Brasil e
Exército. Nos faz pensar no
compromisso que também
temos com nossos jovens/
alunos que ingressam no
Exército... o que levam da
escola... confesso que saí
preocupada!
Professora Mara
Nº 226 - Abril/2016 27
JORNAL INCONFIDÊNCIA
3ª Parte
Assuntos Gerais e Administrativos
Estas revistas podem serem encontradas nos seguintes locais:
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Março/2016
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Makoto Kayano -Makoto Kayano -Makoto Kayano -Makoto Kayano -Makoto Kayano - São Paulo/SP, Cel Manoel Magno Lisbôa -Cel Manoel Magno Lisbôa -Cel Manoel Magno Lisbôa -Cel Manoel Magno Lisbôa -Cel Manoel Magno Lisbôa - Belo Horizonte/MG, Profª Mara Montezuma AssafProfª Mara Montezuma AssafProfª Mara Montezuma AssafProfª Mara Montezuma AssafProfª Mara Montezuma Assaf
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do Amorim Dâmaso -do Amorim Dâmaso -do Amorim Dâmaso -do Amorim Dâmaso -do Amorim Dâmaso - Boca da Mata/AL, Adv Nelcy Nazzari -Adv Nelcy Nazzari -Adv Nelcy Nazzari -Adv Nelcy Nazzari -Adv Nelcy Nazzari - São Paulo/SP, Cel Paulo Affonso A. AlbuquerqueCel Paulo Affonso A. AlbuquerqueCel Paulo Affonso A. AlbuquerqueCel Paulo Affonso A. AlbuquerqueCel Paulo Affonso A. Albuquerque
----- Rio de Janeiro/RJ, Cel Renato Brilhante Ustra -Cel Renato Brilhante Ustra -Cel Renato Brilhante Ustra -Cel Renato Brilhante Ustra -Cel Renato Brilhante Ustra - Brasília/DF, Magistrado Roberto Ladeira -Magistrado Roberto Ladeira -Magistrado Roberto Ladeira -Magistrado Roberto Ladeira -Magistrado Roberto Ladeira - Belo Horizonte/MG,
Cel Sylvio Júlio Homem de Carvalho -Cel Sylvio Júlio Homem de Carvalho -Cel Sylvio Júlio Homem de Carvalho -Cel Sylvio Júlio Homem de Carvalho -Cel Sylvio Júlio Homem de Carvalho - Juiz de Fora/MG, Delegado Wilson Stefanelli -Delegado Wilson Stefanelli -Delegado Wilson Stefanelli -Delegado Wilson Stefanelli -Delegado Wilson Stefanelli - São Paulo/SP + 01 Civil
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Abril/2016
Cel Amilcar Borges Gonçalves -Cel Amilcar Borges Gonçalves -Cel Amilcar Borges Gonçalves -Cel Amilcar Borges Gonçalves -Cel Amilcar Borges Gonçalves - Rio de Janeiro/RJ, Cel Antonio Furtado Cunha -Cel Antonio Furtado Cunha -Cel Antonio Furtado Cunha -Cel Antonio Furtado Cunha -Cel Antonio Furtado Cunha - Fortaleza/CE, Gen Div Armando PatrícioGen Div Armando PatrícioGen Div Armando PatrícioGen Div Armando PatrícioGen Div Armando Patrício
----- Rio de Janeiro/RJ, Apos. Caetano Jacob -Apos. Caetano Jacob -Apos. Caetano Jacob -Apos. Caetano Jacob -Apos. Caetano Jacob - Brodowski/SP, Apos. Carlos Roberto de Faria -Apos. Carlos Roberto de Faria -Apos. Carlos Roberto de Faria -Apos. Carlos Roberto de Faria -Apos. Carlos Roberto de Faria - Vila Velha/ES, Gen Bda CesarGen Bda CesarGen Bda CesarGen Bda CesarGen Bda Cesar
Augusto Nicodemus de Souza -Augusto Nicodemus de Souza -Augusto Nicodemus de Souza -Augusto Nicodemus de Souza -Augusto Nicodemus de Souza - Curitiba/PR, Cel Frederico Guido Bieri -Cel Frederico Guido Bieri -Cel Frederico Guido Bieri -Cel Frederico Guido Bieri -Cel Frederico Guido Bieri - Santa Maria/RS, Apos. Gastão Pucci PulicanoApos. Gastão Pucci PulicanoApos. Gastão Pucci PulicanoApos. Gastão Pucci PulicanoApos. Gastão Pucci Pulicano
----- Franca/SP, Engº Geraldo de Castro Filho -Engº Geraldo de Castro Filho -Engº Geraldo de Castro Filho -Engº Geraldo de Castro Filho -Engº Geraldo de Castro Filho - Lagoa Santa/MG, Consultor Harry Conrado Schüler -Consultor Harry Conrado Schüler -Consultor Harry Conrado Schüler -Consultor Harry Conrado Schüler -Consultor Harry Conrado Schüler - Guarapari/ES, Cel JoãoCel JoãoCel JoãoCel JoãoCel João
Severo Rocha Brasil -Severo Rocha Brasil -Severo Rocha Brasil -Severo Rocha Brasil -Severo Rocha Brasil - Santa Maria/RS, Cel PMSP Joel Avoletta -Cel PMSP Joel Avoletta -Cel PMSP Joel Avoletta -Cel PMSP Joel Avoletta -Cel PMSP Joel Avoletta - São Paulo/SP, SO Aer José Fonseca Pinheiro -SO Aer José Fonseca Pinheiro -SO Aer José Fonseca Pinheiro -SO Aer José Fonseca Pinheiro -SO Aer José Fonseca Pinheiro - Belo
Horizonte/MG, Gen Div José Mario Facioli -Gen Div José Mario Facioli -Gen Div José Mario Facioli -Gen Div José Mario Facioli -Gen Div José Mario Facioli - Batatais/SP, Cel José Pereira Guimarães -Cel José Pereira Guimarães -Cel José Pereira Guimarães -Cel José Pereira Guimarães -Cel José Pereira Guimarães - Porto Alegre/RS, Ten José SátiroTen José SátiroTen José SátiroTen José SátiroTen José Sátiro
Maciel -Maciel -Maciel -Maciel -Maciel - Três Corações/MG, Ten Juarez Mateus de Freitas -Ten Juarez Mateus de Freitas -Ten Juarez Mateus de Freitas -Ten Juarez Mateus de Freitas -Ten Juarez Mateus de Freitas - Ponte Nova-MG, Adv Julio Cesar Rios Midon -Adv Julio Cesar Rios Midon -Adv Julio Cesar Rios Midon -Adv Julio Cesar Rios Midon -Adv Julio Cesar Rios Midon - Campo Grande/
MS, Cel Lauro Fortuna Campos -Cel Lauro Fortuna Campos -Cel Lauro Fortuna Campos -Cel Lauro Fortuna Campos -Cel Lauro Fortuna Campos - Rio de Janeiro/RJ, Cel BMRS Lauro Prestes Neto -Cel BMRS Lauro Prestes Neto -Cel BMRS Lauro Prestes Neto -Cel BMRS Lauro Prestes Neto -Cel BMRS Lauro Prestes Neto - Triunfo/RS, Cel Méd Miguel J.V.Cel Méd Miguel J.V.Cel Méd Miguel J.V.Cel Méd Miguel J.V.Cel Méd Miguel J.V.
Alves -Alves -Alves -Alves -Alves - Belém/PA, Nicanor Eustáquio Pinto Armando -Nicanor Eustáquio Pinto Armando -Nicanor Eustáquio Pinto Armando -Nicanor Eustáquio Pinto Armando -Nicanor Eustáquio Pinto Armando - Belo Horizonte/MG, Cel Noaldo Alves Silva -Cel Noaldo Alves Silva -Cel Noaldo Alves Silva -Cel Noaldo Alves Silva -Cel Noaldo Alves Silva - Rio de Janeiro/RJ,
Engº Omar de Oliveira Lomeu -Engº Omar de Oliveira Lomeu -Engº Omar de Oliveira Lomeu -Engº Omar de Oliveira Lomeu -Engº Omar de Oliveira Lomeu - Curitiba/PR, Gestor Reinaldo Teixeira Lima -Gestor Reinaldo Teixeira Lima -Gestor Reinaldo Teixeira Lima -Gestor Reinaldo Teixeira Lima -Gestor Reinaldo Teixeira Lima - São Paulo/SP, Engº Ricardo Bieri -Engº Ricardo Bieri -Engº Ricardo Bieri -Engº Ricardo Bieri -Engº Ricardo Bieri - Santa
Maria/RS, Cel Rodolpho Heggendorn Donner -Cel Rodolpho Heggendorn Donner -Cel Rodolpho Heggendorn Donner -Cel Rodolpho Heggendorn Donner -Cel Rodolpho Heggendorn Donner - Rio de Janeiro/RJ + 03 Civis e 05 não identificados.
Colaboração espontânea
Cel Adalberto Guimarães Menezes e Econ. Antonio Carlos Portinari GreggioCel Adalberto Guimarães Menezes e Econ. Antonio Carlos Portinari GreggioCel Adalberto Guimarães Menezes e Econ. Antonio Carlos Portinari GreggioCel Adalberto Guimarães Menezes e Econ. Antonio Carlos Portinari GreggioCel Adalberto Guimarães Menezes e Econ. Antonio Carlos Portinari Greggio
Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores.
Permitida a reprodução desde que citada a fonte.
EXPEDIENTE
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Pode ser aberto pela ECT
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GOVERNADOR FERNANDO PIMENTEL
É INDICIADO POR 5 CRIMES
Operação Acrônimo
Com aval do STJ, Polícia Federal incrimina petista por corrupção passiva,
organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e falsidade ideoló-
gica eleitoral. Governador foi intimado pela PF, mas não apareceu para se defender.
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NEGA HABEAS CORPUS
E MANTÉM INDICIAMENTO DO PETISTA FERNANDO
PIMENTEL POR CORRUPÇÃO
Indiciamento é um ato formal
em que a autoridade declara
que existem indícios
suficientes de ocorrência de
crime; governador petista foi
indiciado pela Polícia Federal
por suspeita de corrupção
passiva, tráfico de influência,
organização criminosa e
lavagem de dinheiro
O cerco está se fechando
também em Minas:
PF prende Bené, operador de
Fernando Pimentel
em esquema de corrupção
A prisão preventiva se dá no âmbito da
Operação Acrônimo, que investiga fraudes
eleitorais e desvios de recursos públicos recebidos
pelo governador petista
Com as portas do Palácio da
Liberdade abertas, cerca de duas
mil pessoas que seguiram pela
Marcha pela Democracia foram
recebidas pelo governo do Estado
GOVERNADOR RECEBE
REPRESENTANTES DA
FRENTE BRASIL POPULAR
DE MINAS GERAIS
MULHER DE PIMENTEL
VIRA SECRETÁRIA
GOVERNO DE MINAS. Carolina Oliveira
ocupará pasta de Trabalho e
Desenvolvimento Social do Estado
Investigada na Operação Acrônimo, com a
decisão tomada por seu marido, a presidente do
Servas terá direito a foro privilegiado
Fernando Pimentel,Fernando Pimentel,Fernando Pimentel,Fernando Pimentel,Fernando Pimentel, quando prefeito de Belo Horizonte, empregou
na Prefeitura o irmão de Dilma, Igor Rousseff e o seu ex-marido Cláudio
Galeno, como assessores especiais, sem concurso e com altos salários.
Onde está a oposição que não denuncia(ou) essa imoralidade?
MEDALHA DA INCONFIDÊNCIA
AAssociação dos Militares Estaduais Mineiros (Ámem-
MG), por meio de seu presidente, Tenente Coronel PM
Norberto Rômulo Russo, entrou a 25 de abril com uma ação
popular pedindo a suspensão e anulação dos efeitos da Meda-
lha da Inconfidência entregue pelo governador Fernando
Pimentel (PT) ao líder do Movimento dos Trabalhadores Sem-
Terra (MST), João Pedro Stédile, no ano passado.
E neste ano entregou a mesma Medalha à deputada Jô Moraes do PCdoB e ao
tupamaroJoséMujica,atuantemembrodoForodeSãoPaulo,quefezodiscursooficialda
tradicional solenidade mineira. Para onde vamos? Guerra civil?.
MENSALÃO TUCANO
Por muito menos, o ex-presidente do PSDB e ex-governador Eduardo Azeredo foi condenado a 20
anos e 10 meses de prisão por peculato e lavagem de dinheiro no escândalo do mensalão tucano, por
ter desviado R$ 3,5 milhões de estatais mineiras. O atual governador Fernando Pimentel está envolvido
em diversas falcatruas, muito maiores que as cometidas por Azeredo, que ainda não está preso. Quando
serão colegas de presídio? Aguardemos o resultado da Operação Acrônico...
Pimentel,quandoMinistro,re-
cebeudaFiemgR$1milhão,em2011,
paraapresentarpalestraseconsultorias
emsuasregionaisejamaisasconcreti-
zou.QuandoaFiemgvaisemanifestar
sobre esse assunto? Terá sido um
pixuleco por algum interesse pessoal
da presidência da Federação?
PETISTA ADMITE USO DOS CORREIOS NA
CAMPANHA DE DILMA E PIMENTEL
Em reunião com dirigentes da estatal em Minas, deputado
estadual Durval Ângelo parabeniza ação dos funcionários pelo
desempenho dos candidatos do PT no estado
"Se hoje nós temos uma capilaridade na campanha do Pimentel e da
Dilma em toda Minas Gerais, isso é graças a essa equipe dos correios"
TURMA DO HOMEM FORTE DE PIMENTEL TINHA
ATÉ CONTRATO COM A LOBISTA ERENICE GUERRA
A Polícia Federal descobre um esquema milionário operado por
Bené - Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, amigo do governador
de Minas Gerais. O Ministério Público acusa a mulher de
Pimentel de conivência com os desvios
Esperando por Pimentel,
Carolina e Bené
Nº 226 - Abril/2016
28

Jornal Inconfidência nº 226 de 30 de abril/2016‏

  • 1.
    BELO HORIZONTE, 30DE ABRIL DE 2016 - ANO XXI - Nº 226 AS FORÇAS ARMADAS TÊM O DEVER SAGRADO DE IMPEDIR, A QUALQUER CUSTO, A IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL. Site: www.jornalinconfidencia.com.br E-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br 52º ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO DE 31 DE MARÇO DE 1964 Exmo Senhor Vice-Presidente Michel Temer Diante da possibilidade de V. Ex.ª vir a ocupar a Presidência da República, pela via constitucional do impedimento da Presidente Dilma Rousseff, o Jornal Inconfidência, respeitosamente, traz à sua esclarecida reflexão, um tema da maior relevância. Nós, concordes com a vossa declarada diretriz de fazer um governo de uni- ão nacional, de modo a recuperarmos a imagem de uma nação democrática una, coesa, trabalhadora e respeitada, sugerimos que V. Ex.ª, com a sensibilidade e o equilíbrio que o caracterizam, pense, seriamente, em recolocar à mesa das reu- niões ministeriais, o simbolismo histórico contido nos uniformes das nossas Forças Armadas. Infelizmente, desde a criação do Ministério da Defesa, em 1999, eles, e suas tradições, têm estado ausentes das reuniões ministeriais, onde e quando foram e são discutidas e tomadas importantes decisões, muitas dela, inclusive, perti- nentes ao emprego das Forças Armadas, instituições que desfrutam da maior credibilidade e confiabilidade no país. Imbuídos com esse estado de espírito é que submetemos à vossa elevada consideração a sugestão de nomear, a partir de agora, para o cargo de Ministro da Defesa , um Oficial General de uma das nossas Forças . Dessa forma a Pátria e seu Poder Militar, através da figura desse Ministro, voltariam a estar presentes diante dos olhos dos demais e da sociedade brasileira, nos momentos das grandes deliberações governamentais. A unidade nacional voltaria a ficar bem visível, reconhecida e engrandecida. “O que os olhos não veem, os corações não sentem”. MINISTÉRIO DA DEFESA O IMPEACHMENT E AS MANIFESTAÇÕES DEMOCRÁTICAS A BATALHA DOS GUARARAPES PÁGINA 4 O EXORCISMO PÁGINA 14 VERMES! A TARA DO CINEMADELULISTA PÁGINA 5 PÁGINA 4 Na noite de 31 de março, no Círculo Militar, o advogado Elias Saade, os coronéis Ney Guimarães, Miguez, De Biasi, Ary e PMMG Rubens, o monsenhor Terra, o jornalista Paulo Henrique e o general Bini (ausente na foto), em apresentação in- dividual prestaram seus depoimentos relatando o que vivenciaram naquela históri- ca data de 31 de março de 1964. LEIA NA PÁGINA 22 Fora Lula! Fora Dilma! Fora PT! 367 x 137 73% 27% SIM NÃO Resultado da votação na Câmara de Deputados Mais de 20 mil manifestantes lotaram a Praça da Liberdade no domingo, 17 de abril Foto: Arquivo EM
  • 2.
    8Nº 226 -Abril/2016 2 *MarcoAntonio FelíciodaSilva * A. C. Portinari Greggio *General de Brigada - Cientista Político, ex-Oficial de Ligação ao Comando e Armas Combinadas do Exército Norte Americano, ex-Assessor do Gabinete do Ministro do Exército, Analista de Inteligência - E-mail: marco.felicio@yahoo.com* Economista Em fevereiro de 2014 publiquei no IN- CONFIDÊNCIA um ar- tigo intitulado “Por que vou votar no PT nas próximas eleições”. Não votei, é claro. Mas vejam o que eu previa: “E se o petê ganhar? A vitória o obri- gará a roer o osso, e impedirá que os adver- sários se encarreguem de salvar da falên- cia o rendoso negócio da “democracia”. Porque, meus amigos, o problema não é o petê ou o não-petê. O problema é a “demo- cracia” de 1988. Enquanto esse regime per- manecer, teremos, a cada virada eleitoral, novas teratologias políticas. Quem imagi- na que o petê é o pior possível, não conhece a capacidade do eleitorado estúpido e irres- ponsável de produzir aber- rações ainda mais grotes- cas do que as que já temos aguentado”. “Se o petê ganhar, o sistema político brasileiro caminhará para situação sem saída institucional, a qual exigirá solução revo- lucionária, tal como ocor- reu em 1964”. Pois é. O petê ganhou e teve de roer o osso. Infeliz- mente,porém,Dilmacaiuan- tes do tempo. Se continuas- se, o vácuo aumentaria e a Direita ganharia mais e mais espaço no cenário. Agora, descartado o petê, as coisas serão mais difíceis. O novo adversário é mais inteligente: não agita ban- deiras vermelhas, não está ligado ao crime e ao narcotráfico, nem assalta sistematica- mente os cofres públicos em nome duma “causa”. Em resumo: sem o petê, faltará o espantalho que pretendia “integrar” o Bra- sil numa federação de cucarachas liderados pelos irmãos Castro. No lugar do petê, as- sumirá outro grupo de interesses que tam- bém vem tramando “integrar” o Brasil nu- ma ordem mundial controlada pela oligar- quia apátrida que há décadas domina o Oci- dente. Ambos têm a mesma estratégia: li- quidar a Nação Brasileira. Grande parte da população que saía às ruas vai se desmobilizar. Além de per- der o rumo, a Direita corre o risco de ser manipulada. Caindo do cavalo, o petê vai partir para a agitação. E a Direita, obceca- da com o “comunismo”, talvez saia para enfrentá-lo em defesa da “democracia”. Diante dessas perspectivas, qual a saída? Que fazer, daqui para a frente? Em Política, segundo Carl Schmitt, o essencial é identificar amigos e inimigos, até por- que política consiste nisso mesmo, em ava- liar, decidir e agir em função dessa dis- tinção (die Unterscheidung von Freund und Feind). Parece fácil, não? Mas em Política, REPETINDO A PERGUNTA: E AGORA, QUE O PETÊ ACABOU? A queda do petê vai deixar a oposição sem assunto e sem rumo definido distinguir entre nós e eles é a mais difícil das artes. Não se trata de identificar amigos e inimigos pessoais, nem amigos e inimi- gos da patota, do partido ou da ideologia, como fazia o falecido petê. Isso não é po- lítica, é politicagem. A Política é a ciência e a arte do Es- tadista. E o estadista só cuida de identi- ficar amigos e inimigos da Nação. Esse deve ser o critério político fundamental da Direita. Vejamos, então, quem são os ami- gos e os inimigos da Nação Brasileira. Os amigos são as pessoas e entida- des que se incluem na Direita. Mas que é a Direita? Como identificá-la? Há dois modos: pelo que a Direita defende, ou pelo que é contra. A Direita é contra a vadiagem, o crime, a ignorância, o parasi- tismo, a desordem, a frouxi- dão, a depravação, a imundí- cie. Ama a ordem, a seguran- ça, a disciplina, a competên- cia,alimpeza.Masédispersa, perplexa e confusa. Não por- que lhe falte inteligência. Ao contrário: a Direita compre- ende a classe dos que estu- dam, trabalham, produzem e pagam impostos. De fato, ela encarna a Nação Brasileira. Sua confusão se deve ao fato de viver em ambiente saturado de propaganda hostil, nas escolas, nas universidades, na política, na mídia, nas ar- tes, em todos os domínios de expressão e comunicação. É claro: esses setores são dominados pelos seus inimigos. E o inimigo? O principal inimigo é a oligarquia internacional interessada em dissolver todas as nações num só sis- tema de governo mundial. Sei que, ao dizer isso, corro o risco de enveredar por teorias conspiratórias, miste- riosas cabalas cujas manipulações explicam tudo o que ocorre pelo mundo. O leitor tal- vez preferisse que falássemos de pessoas e forças presentes no tabuleiro da política. Mas vejam: não estamos tratando de tática, estamos definindo estratégia, para que a oposição de Direita identifique a última ins- tância do inimigo. Sem esse conhecimento, não há como fazer política. A oligarquia internacional é real e visível, seus agentes são familiares. A maioria age de boa fé, achando que pres- ta serviços à Humanidade. Sua agenda não é anunciada, mas nem por isso é se- creta: resume-se na liquidação das na- ções por dentro e pelas bases, sem que as vítimas reajam ou sequer percebam o processo. Resta saber porque existe, como se organiza e como atua. Fica para o próximo INCONFIDÊNCIA. Carl Schmitt (1888-1985), constitucionalista alemão, autor de "O Conceito do Político" Vivemos sob atual desgoverno, e não é de hoje, crise econômica, política, social , ética e moral, sem paralalelo em nossa Histó- ria. Em meio a corrupção desenfreada que permeia os poderes da República, as manche- tes diárias dos jornais mostram um Estado de Direito ilegítimo e, consequentemente, de- mocracia fragilizada. Freios e contra pesos inexistem. A ilegalidade e a impunidade cam- peiam, não há harmonia entre os poderes e a instabilidade sócio–política é crescente na direção do caos social. A judicialização da Política como a politização da Justiça se mos- tram, em tentativas e ações, freqüentes, tra- duzindo interferências inaceitáveis, como a tentativa de obstrução de investigações, pela própria Presidente da República (PR), ao nomear como ministro, concedendo-lhe foro especial, ex-presidente (ex-PR) investigado na Justiça Comum por crimes variados. Os poderes se tornam ilegítimos na medida em que seus integrantes se mos- tram desacreditados e desmora- lizados perante a população, cumprindo a Constituição de acordo com interesses de grupos ou de partidos, postergando os interesses nacionais. No Execu- tivo, uma inepta Presidente da República (PR), sem condições de governar, emprocessodeimpeachment,admissibilidade já aprovada, com mais de 80% de rejeição popular. No Legislativo, inúmeros deputa- dos e senadores, de partidos variados, acusa- dos de crimes diversos, incluindo os presi- dentes da Câmara e do Senado, talvez os coordenadores da transição pós impedimen- to. Outros já denunciados e alguns poucos já condenados e presos. No Judiciário, em suas várias instàncias, corrupção e leniência não são ignoradas. Sobre o TSE, TSJ e STF paira a desconfiança em juizes que não escondem suas respectivas preferências partidárias, al- guns nomeados e dignos de benesses da PR e do ex-PR. Entretanto, tal situação, não impe- de a existência de pontos fora da curva como o juiz Sérgio Moro e Equipe realizando belo trabalho, embora as tentativas de obstrução e desmoralização do que faz. A Democracia, baseada em princípios, devendo ser o Império da Lei, se torna ilegí- tima na medida em que a Constituição é des- respeitada frequentemente, perpretando-se ilegalidades em seu nome, estas corroboradas pela impunidade, o que ocorre não só nos po- deres da Republica, porém, em variadas áreas deatuaçãogovernamentaleprivadas,levando a insegurança à Nação e dela subtraindo a soberania da qual é a única detentora. Exemplo dos piores, entre outros, tem sido dado pela PR ao fazer dos salões do pa- lácio do Planalto palanque político para ata- car o que é constitucional e que chama de ESTADO DE DIREITO E DEMOCRACIA ILEGÍTIMOS “A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam” golpe, o processo de im- peachmentaoqualésub- metida. Fratura o tecido social, pregando o ódio, incitando à luta fratricida os movimen- tos sociais, coordenados pelo PT, em sua própria defesa, coonestando as ameaças de violência armada, urbana e rural, anunciadas publicamenteeemPalácio,pelo presidenteda Cut e pelo líder dos trabalhadores rurais e, ainda, pelo presidente do MST bem como pe- lo ex-candidato do PCB, Mauro Iasi e o depu- tado pelo PDT do DF, José Silvio dos Santos, este concitando a que militantes assassinem seus adversários. Sem dúvida, a PR, e os de- mais, não respeitam a Democracia e o Estado Direito, ferindo a Constituição quanto à que- bra da Paz social, criminosa e impunemente. Por outro lado, Ela coopta, segundo o publi- cado, votos por dinheiro e car- gos, usando de seu criador e da falta de caráter e dos métodos imorais que o caracterizam. Des- de da década de 80, Lula foi o organizador e responsável por projeto de poder e de enriqueci- mentoilícito,iniciadocomodes- vio de dinheiro público do Fun- do de Amparo do Trabalhador (FAT), através de seu então re- presentanteDelúbioSoares, (de- núncia do seu coordenador de campanha, César Benjamin), ação sofisticada e con- tinuada com o Mensalâo, Petrolão e tudo mais apontado pela operação Lava Jato. A saída da Dilma pelo impeachment, levará à PR Michel Temer e o PMDB sem o devido apoio popular, sem o respaldo do vo- to, com acusações da Lava-jato e a mancha de aliado do PT desde o primeiro governo Lula. Co-responsável pela situação vigente. Será que a maioria da população, enojada do que sofre e assiste revoltada, atualmente, gostaria de similar continuidade, baseada pretensa e cinicamente, fruto de interesses de grupos e partidários, em falso idealismo político e na preservação de uma constituição que privile- giadireitosenãodeveres,comomesmotipode “moscas”?Não será o caminho paulatino para uma convulsão social? Tal continuidade, será inócua para o País, pois sem a reforma de mentalidade e de reformas estruturais profun- das de que necessitamos em todas as áreas. Um refundar do País. Essa é a realidade polí- tica com que nos defrontamos. Somente as FFAA seriam capazes de, após a necessária e urgente saída de Dilma, pois a Nação não suporta mais sangrar, de empossar uma junta civil de notáveis para que, afastados todos os atuais políticos, As- sembléia Constituinte, devidamente convo- cada, elaboraria nova Constituição, privilegi- ando as reformas necessárias, seguida, após um ano, de eleições gerais e do surgimento de um novo Brasil. Faz-se necessário convocar uma Assembleia Constituinte para elaborar nova Constituição, com a finalidade de salvar o Brasil. 2
  • 3.
    Nº 226 -Abril/2016 3 No início da década de 1960, o Brasil vivia grave crise política, iniciada com a renúncia de Jânio Quadros à Pre- sidência da República, em agosto de 1961. A crise sucessória, causada pela resistência, principalmente por parte dos Ministros Militares, à posse do Vice- Presidente João Goulart, dadas suas co- nhecidas tendências esquerdizantes, le- vou o país a uma série de impasses de ordem política, inclusive a uma curta e frustrada experiência parlamentarista, regime que supostamente limitaria os poderes de Jango. Todavia, por pres- são precisamente dos grandes segmen- tos esquerdistas controlados pelo Presi- dente, realizou-se, em 1963, um plebis- cito nitidamente controlado pela má- quina governamen- tal, que decretou a volta ao presidenci- alismo. Cabe ressal- tar que a maioria dos eleitores ignorava a diferença entre par- lamentarismo e pre- sidencialismo, e, muito provavelmente, continua a desconhecê-la. Presidente dotado de amplos po- deres, conforme a tradição republicana brasileira, Jango adotou políticas cada vez mais próximas dos ideais comunistas – hoje eufemisticamente chamadas de socialistas –, estimulou ou consentiu no aparelhamento dos órgãos do Governo e do Estado por sindicalistas e políticos corruptos e levou a economia nacional a uma de suas mais graves crises, com inflação acima de 90%, desvalorização vertiginosa da moeda, desemprego alar- mante e crise social descontrolada. Seguiram-se episódios descon- certantes, como o apoio escancarado a organizações ditas revolucionárias, de- monstrado no famoso comício na Central do Brasil, e o estímulo à quebra de hierar- quia nas Forças Armadas. A sociedade, consternada com a gravidade da situação, saiu às ruas, nas MarchasdaFamíliacomDeuspelaLiber- dade, clamando pela intervenção das Forças Armadas, para fazer retornar o Brasil à normalidade democrática. E es- MEMÓRIA O MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE 1964 31 de março de 2016 “A História não se repete. Conhecê-la, porém, permite entender o que aconteceu no passado e perceber o que acontece no presente”. Gen Sergio Augusto de Avellar Coutinho tas, desde sua criação, no Brasil impe- rial, sempre se pautaram pela firme de- terminação de que, na ocorrência de conflitos entre o Estado e o Governo, invariavelmente formarão ao lado do primeiro. Assim fizeram em 1964, pre- servando o Estado brasileiro, contra um governo que bus- cava conspurcá-lo. Nos vinte e um anos subsequentes, cinco governos mili- tares se sucederam, enfrentando,deinício, as guerrilhas urbanas e rurais que assolaram o Brasil, treinadas, ar- madas e financiadas por governos estran- geiros. Todas foram derrotadas. Seus se- guidores foram anistiados e recebidos de volta pela mesma Pátria que tentaram destruir. Hoje, alguns ocupando cargos públicos de destaque, enganam a popu- lação, ao repetir com certo orgulho que “pegaram em armas contra a ditadura”, quando, na realidade, lutavam para im- plantar no Brasil a tão almejada por eles “ditadura do proletariado”. A par dos grandes óbices à Ordem e ao Progresso causados, anos a fio, por esses inimigos da democra- cia, os governos militares conseguiram promover um desenvolvimento econômi- co-social jamais igualado por quaisquer outros gover- nos desde 1889. Até hoje a sociedade brasileira se be- neficia das inúmeras realiza- ções, implementadas entre 1964 e 1985, em todos os se- tores de atividade humana. Passados 52 anos, não é difícil perceber, nos dias atuais, alguma semelhança entre os dois momentos da vida nacional. Destaque-se, especialmente, a corrupção em elevada escala e cujo custo, hoje, vem sendo medido em bilhões de reais, a pon- to de conduzir a uma situação embaraço- sa a maior empresa do país, fazendo-a cair vertiginosamente no “ranking” das mai- ores companhias petrolí- feras do mundo. Por outro lado, há que se destacar importan- tes diferenças em tais épo- cas, como no modo de atu- ação dos que defendiam – e ainda defendem – um modelo de Estado anacrô- nico, derrotado e pratica- mente desaparecido no mundo. Sim, eles existem e ainda sonham em ver implantadas no Brasil suas ideologias. Mas, agora, sem espaço para aventuras guerrilheiras ur- banas e rurais, dedicam-se com afinco aaplicaros princípios de Antônio Grams- ci, infiltrando-se em todas as instânci- as associativas da sociedade na busca do poder. Incentiva-os o relativo su- cesso do bolivarianismo em determina- dos países do hemisfério e adotam como norte o ideário resultante do Foro de São Paulo, espécie de V Internacional fundada em julho de 1990, apenas oito meses após a queda do Muro de Berlim, quando o mundo civilizado decretou o fim da Guerra Fria e lançou o comunismo ao lixo da História. Destaque-se também que, hoje, vi- ve o Brasil uma situação de normalidade democrática, traduzida pelo livre funcio- namento das instituições republicanas, notadamente o Judiciário, o Ministério Público e a Polícia Federal. Porém,mesmoassim,anaçãopade- ce por conta de três perversas crises: a econômica que maltrata a população com crescente inflação e redução do empre- go; a política, produzida por um governo fraco, inerte, sem respaldo popular, com uma base parlamentar desfigurada e en- volvido com escândalos de toda a sorte; e a moral, causada pela corrupção sem precedentes a conspirar contra a demo- cracia e os valores éticos nacionais. Mesmo assim, ao saudar os 52 anos do Movimento Democrático de 1964, os Clubes Naval, Militar e de Aeronáutica, esperançosos, entendem que o grave momento que vivemos, será vencido e que um futuro luminoso nos aguarda. Para tal, reafirmam to- da sua confiança em nossas gloriosas Forças Armadas, guardiãs da democracia e da liberdade que se mantêm em permanente vigília contra eventuais rupturas da ordem constitucional; e na popula- ção brasileira que, com sensa- tezepacificamente,muitobem saberá distinguir os verdadei- ros estadistas dos falsos pro- fetas, messias de ocasião, tão comuns em turbulentos dias como os que vivemos. V Alte Paulo F. Soriano Dobbin Presidente do Clube Naval SALVE 31 DE MARÇO DE 1964! VIVA O BRASIL! Gen Div Gilberto R. Pimentel Presidente do Clube Militar Maj Brig-do-Ar Marcus Vinícius P. Costa Presidente do Clube de Aeronáutica Itaipú - A maior hidrelétrica do mundo SÃO PAULO PAROU PARA DEFENDER O REGIME Marcha da Família com Deus, pela Liberdade. Mais de 500 mil paulistanos vão às ruas para pedir a intervenção das Forças Armadas em defesa da Constituição e dos princípios democráticos. Publicado na Folha de S.Paulo, sexta-feira, 20 de março de 1964 Comício da Central do Brasil - 13/03/1964 3
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    8Nº 226 -Abril/2016 4 * Maria Lucia Victor Barbosa * Socióloga e articulista. mlucia@sercomtel.com.br www.maluvibar.blogspot.com.br * Ipojuca Pontes * Cineasta, escritor, ex-Secretário de Cultura e Jornalista Cineastas do degenerado cinema cabo- clo lançaram manifesto contra o im- peachment de Dilma Rousseff, figura que a maioria do povo brasileiro quer ver, por frau- dulenta, pelas costas. (Detalhe: em recente pesquisa de opinião, cerca de 90% da popu- lação, entre pobres e ricos, revela não querer mais a “guerrilheira” de Lula no posto presi- dencial, arrebatado, segundo investigações da Lava-Jato, por força de eleições logradas com a grana roubada da Petrobras). Depois de aderir à farsa tramada no bunker do Instituto Lula, a velha corporação do cinema, viciada há décadas em mamar nas tetas dos cofres públicos (em especial, nas ma- mas túrgidas da Petrobras, BNDES,BancodoBrasile con- gêneres), saiu da toca e passou a repetir o estribilho insidioso de que o impeachment de Dil- ma é “golpe contra a democra- cia”.ComodiriaosaudosoPau- lo Francis, “essa ‘canaille’ não toma vergonha e nunca se dá ao respeito!” O dito manifesto, lançado as vésperas do impeachment de Dilma, é encabeçado pelo notório Luiz Carlos Barreto, figura ostensiva que a revista “Piaui” classifica como um su- jeito “metade Al Capone”, alusão as suas estripulias mafiosas. Barreto, ninguém discu- te, é tipo temerário. Antigo praça da tropa de choque do Batalhão Naval, cedo aprendeu a distribuir socos e pontapés em quem ousa atra- vessar seus caminhos. (Uma simples consulta aos arquivos ilustrados de “O Globo”, jornal em que goza de prestígio de popstar, permi- tirá a visualização de sua truculência sangui- nária contra vítimas indefesas). Embora hoje se diga membro do Partido Comunista, puxou o saco dos milicos durante todo período da permissiva Ditadura Militar, da qual mordeu muitos milhõe$, via Embrafil- me, para produzir fitas descar- táveis a partir de orçamentos milionários, em que se remu- nerava antes mesmo de qual- quer renda de bilheteria – uma prática, de resto, usual entre os caciques que navegam nas águas turvas do intervencio- nismo estatal no cinema. Salvo na Era Collor, por breve período, Barreto tomou (com atrevimento, método e disciplina) a grana corrupta da Embrafilme no governo dos militares, de Zé Sarney, de Itamar e do vasilinoso FHC. Mas foi no desgoverno socialista de Lula e Dilma que o dito “Metade Al Capone” deu o salto de qualidade: amparado pelo aval licencioso do Palácio Planalto junto às empreiteiras, decla- radas corruptas, forjou o pior e mais caro fil- me brasileiro de todos os tempos, “Lula, o MANIFESTO DOS CINEASTAS A TARA DO CINEMA DE LULISTA Como diria o saudoso Paulo Francis, “essa ‘canaille’ não toma vergonha e nunca se dá ao respeito!” Filho do Brasil”, uma malograda peça de má propaganda a serviço do deletério culto à per- sonalidade. (O desvelo lulopetista de Barreto é inex- cedível. Com a quebra do sigilo bancário de Zé Dirceu, preso e acusado pela Lava-Jato de receber propina do esquema daninho da Pe- trobras, descobriu-se que o cacique cinema- novista recebeu nada menos de R$ 238,155 do ex-Chefe da Casa Civil de Lula para fazer uma minissérie na qual JD, espião da DGI cu- bana, aparece como personagem principal, numa produção que devia ser rodada agora em 2016). O primeiro passo de Lê- nin (assaltante de banco e as- sassino que morreu sifilíti- co), depois da Revolução Bol- chevique de 1917, foi estabele- cer, através da censura e do pa- trocínio do Estado, o completo controle da produção cultural com o objetivo de destruir o pensamento ocidental (“burzhooi”, dizia) ali- cerçado no profetismo judaico-cristão, no direito romano e na filosofia grega. De fato, toda a política cultural vermelha nasceu dessa distorção leninista, a saber: o djnovismo to- talitário, a arte engajada, o gramscismo de- mente, a destrutiva Escola de Frankfurt, a Revolução Cultural do pedófilo Mao – por aí. Sem esquecer o recado que o ditador Fidel deu em congresso da militância comunista sobre o fomento da produção cultural: “Companhei- ros, dentro da Revolução, tudo; fora da revo- lução, nada”, ou seja, fome e cadeia. (Nelson Pereira dos Santos, mentor do cinema novo e arauto do intervencionismo estatal nas artes, seguia literalmente o “Protocolo de Setem- bro”, maniqueísmo teórico da Era Stalinista bolada por Djanov e depois adotada pelos PCs em escala global). Em resumo, o Manifesto dos Cineastas é a resposta malan- dra da “classe” para garantir os bilhões de reais repassados pelo lulopetismo que embala a produ- ção de filmes chinfrins, como, por exemplo, os de Cacá Diegues. Acredite, leitor: o que interessa a essa gente é continuar mamando nas tetas da Viúva, sob o comando da maior e mais nefasta quadrilha organizada jamais vista em todo mundo. Povo e democracia venti- lados na peça cínica entram só para perpetuar o fáustico mensalão. PS – O eventual Temer não precisa se preocupar. Deposta Dilma e preso Lula, logo receberá o apoio da “rapaziada” em troca, naturalmente, de mais grana a ser sugada das tetas da Mãe Gentil. ... o que interessa a essa gente é continuar mamando nas tetas da Viúva, sob o comando da maior e mais nefasta quadrilha organizada jamais vista em todo mundo. Oexorcismo é uma cerimônia religiosa na qual se esconjura o demônio ou espíritos maus. Utilizada pela Igreja Cató- lica e muitas outras religiões já apareceu em forma de ficção em filmes que revolve- ram crenças e medos antigos. O primeiro destes filmes, "O Exorcis- mo", teve enorme sucesso. Na história mor- reram três padres que tentaram livrar uma adolescente do obsessor medonho que a atormentava e a transformava numa figura hedionda. As pessoas que assistiram o enredo, mesmo sem crença nos ardis do demônio, quedaram horrorizadas. Mais recente, o filme "O Ritual" não foi menos aterrorizante. Conta que um jovem padre foi enviado ao Vaticano para aprender o ri- tual do exorcismo. Mas ele não crê no demônio e sua fé em Deus é vacilante. Toda- via, o sacerdote assistiu au- las de um vaticanista, o qual ensinou que, ao final da ce- rimônia o condutor deve obrigar o demônio a dizer seu nome para que a vítima seja libertada. Dito isso façamos uma analogia, isto é, "um ponto de semelhança entre coisas di- ferentes" e, simbolicamente conclamemos o exorcismo político do PT (Partido dos Tra- balhadores ou Partido das Trevas). Para melhor embasar essa analogia nada como citar um dos mais conceituados e brilhantes sociólogos, o alemão Max We- ber, que em um dos trechos de "A Ciência como Vocação" afirmará: "Cuidado, o diabo é velho; envelhe- cei também para compreendê-lo. Isso não significa a idade, no sentido da certidão de nascimento. Significa que se desejar- mos haver-nos com esse diabo teremos de não fugir à sua frente, como gostam de fazer tantas pessoas hoje. Em primeiro lugar, temos de perceber-lhe os processos, para compreender seu poder e suas limi- tações". Como processo o PT foi fundado nu- ma propositada ilusão e se transformou nu- ma farsa danosa ao país. Iludiu incautos com a promessa mentirosa de ser o úni- co partidoético,paradepoisinstitucionalizar a corrupção. Atribui-se uma ideologia de esquerda devidamente adaptada aos desíg- nios de poder de seus dirigentes, através da qual destilou o ódio entre ricos e pobres, ne- gros e brancos. Simulou democracia para chegar ao totalitarismo que é sua essência. O EXORCISMOEsse PPPPPartido das TTTTTrevas se metamorfoseou na seita dos adoradores da "serpente do mal" ou jararaca, uma falsa divindade que se sentiu acima da lei e do comum dos mortais. Embriagado com tanto poder a jararaca estava longe das condições psíquicas para manejá-lo, não passando de um tosco Mussolini de Terceiro Mundo, um reles farsante a quem chamaram de estadista, atribuindo-lhe virtudes que nunca teve. O fundamento de sua força foi a mentira e como o diabo inverteu os sinais confundin- do a noção entre certo e errado. Glorificou a criminalidade.Justificouaimoralidade.Intro- duziu o abominável "politicamente correto". Estimulou a ganância de seus adeptos e os se- duziu com a vaidade dos cargos. Uniu-se à escória política do País. Simulou o que não era. O ódio, o rancor, a intriga, violência fo- ram suas armas para destroçar os adversários transformados em inimigos. Esse Partido das Trevas se metamor- foseou na seita dos adoradores da "serpen- te do mal" ou jararaca, uma falsa divindade que se sentiu acima da lei e do comum dos mortais. Em- briagado com tanto poder a jararaca estava longe das condições psíquicas para manejá-lo, não passando de um tosco Mussolini de Ter- ceiro Mundo, um reles far- sante a quem chamaram de estadista, atribuindo-lhe vir- tudes que nunca teve. A seita não nasceu do proletariado, como querem fazer crer, mas do peleguismo sindical, do carnaval esquerdista das academias, dos artistas embevecidos consigo mesmos, de parte do clero da Teologia da Libertação essa esdrúxula mistura de Jesus Cristo com Karl Marx. Voltando a Max Weber na mesma obra não se pode deixar de citar o seguin- te trecho: "Se tentarmos construir intelectual- mente novas religiões sem uma profecia nova e autêntica, então, num sentido ín- timo, resultará alguma coisa semelhan- te, mas com efeitos ainda piores". "E a pro- fecia acadêmica finalmente, criará seitas fanáticas, mas nunca uma comunidade au- têntica". O ritual político do PT começou. As legiões alcunhadas de "pão com mortade- la" prometem cuspir fogo e enxofre na defe- sa da jararaca de ovos de ouro. A criatura, cujo fracasso é muito mais do seu criador do que dela, de novo está fazendo o dia- bo. E só há um jeito do exorcismo chegar ao seu termo: Lula terá que dizer seu nome e partir para sempre: Lulanás! Sem ele o Partido das Trevas chega- rá ao fim e o Brasil, aos poucos, se libertará do mal que a seita de fanáticos e aprovei- tadores produziu. O PT iludiu incautos com a promessa mentirosa de ser o único partido ético, para depois institucionalizar a corrupção. 4
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    Nº 226 -Abril/2016 5 *Aileda de Mattos Oliveira *Professora Universitária, ESG/2010 Doutora em Língua Portuguesa, ADESG 2008 Vice-presidente da Academia Brasileira de Defesa. ailedamo@gmail.com “Sociedade igua- litária”! Eufemismo de “cativeiro socialista”. Semente raquítica que a dupla canalha, Dilma e Lula, semeou no campo dos indolentes para explorá-los em benefício próprio. Prisioneiros da ignorância, vivem da aberrante devoção aos crápulas que ridicu- larizam as instituições nacionais. “Condutas criminosas à sombra do poder jamais serão toleradas” (O Globo, 18/3/2016, capa) diz a Justiça, logo após transformada em marquise, para dar sombra ao canalha, alguns metros do STF, insta- lado no Hotel Royal Tulip para a compra de venais. Quem lhe paga as diárias? É assim na Brasiliacity. Guerrilheira desequilibrada, trapaceiro ágil na agiota- gem política, saídos dos livros de Cesa- re Lombroso [1], fazem o que querem neste país desgovernado. Sem discernimento, a Máquina Repetidora de “Golpe” vai a No- vaYork.Esquecequepara americanos, “tem- po é dinheiro”, e não vão perdê-lo ouvin- do uma bandoleira choramingas, a me- nos que assine mais uma venda do Brasil. História de gi- bis antigos? Poderia ser, caso não vivês- semos no tempo da jagunçada; caso não tivéssemos a interi- na Chiavon na Casa Civil, minando o que resta de Brasil, sob as ordens do indiciado em processos, sem instrução, dominando letrados, ministros empertigados, chama- dos de “covardes”. Os caricatos poderes da República, achincalhados por um desclassificado, não se sentem ofendidos, por quê? Porque jun- to à microparcela de políticos de bem, núme- VERMES! ro considerável de estranhos às cores naci- onais dependem de jantares, não importam os temperos, desde que haja em cada prato uma barganha bem fornida. O cinismo petulante nos sorrisos de alguns manequins togados é uma afronta ao país, atrelados à vontade de quem os in- dicou. Cérebros estrumados, cada uma das duas abjetas criaturas, em seu respectivo laboratório de destruição moral, interliga-se à outra, pela via de ininterruptas ações dis- solutas. São malignos artífices do apocalipse petista, fenômeno inconcebível no desmonte da harmonia institucional brasileira, que se está permitindo acontecer. No “aparelho” do Planalto, a “Estela” revive o passado ao lado de membros do bando macabro que ameaça Congresso, ci- dadãos e patrimônios, sem limites, por saberem que a impunidade os protege. Nada acontece! Estimula a implosão do país para, do alto de seus complexos, vir a pedir a de- cretação do “Estado de De- fesa”, a fim de coibir cida- dãos de se defenderem de suas milícias. A denúncia do Senador Caiado pôs a perder mais um golpe da traiçoeira matrona, curvada sob o peso de seus crimes. Enquanto isso, o Malazartes da pro- pina, indiciado em processos de corrup- ção, ativo explorador do meretrício polí- tico da gigantesca casa de tolerância em que transformou o país, afirma que “Sem essa, de unidade nacional!”, não haven- do qualquer ação para impugná-lo, vi- sando à assepsia moral. É único no ofício a que se dis- põe, é único no ma- labarismo da safa- deza, ao qual se ali- am os destituídos de hombridade. Não, isso não é historieta de gibis, mas uma história realque,lamentavel- mente, terá que ser narrada entre as cívicas e heroicas personagens de um Brasil idea- lista e patriótico. [1] Psiquiatra italiano e antropólogo criminal, século XIX. “Sociedade igualitária”! Eufemismo de “cativeiro socialista”. Semente raquítica que a dupla canalha, Dilma e Lula, semeou no campo dos indolentes para explorá-los em benefício próprio. Sempre curvada ao peso de seus crimes e a ditadores de sua laia. Sugestiva foto. Hotel luxuoso que abriga bunker de Lula pertence à FUNCEF, o Fundo de Pensão da Caixa Econômica Federal, quebrado pelo PT LANÇAMENTOS DE LIVROSLANÇAMENTOS DE LIVROSLANÇAMENTOS DE LIVROSLANÇAMENTOS DE LIVROSLANÇAMENTOS DE LIVROS Na noite de 18 de fevereiro, foi lançado em São Paulo, na Livraria Martins Fontes da Avenida Paulista, o livro Golpe de 1964, de autoria dos professores Itamar Flávio da Silveira e Suelem Carvalho, da Universidade Estadual de Maringá. Nosso representante em São Paulo, Coro- nel Manoel Soriano Neto, compareceu acom- panhada de sua esposa, tendo sido recebido pelos autores com a maior atenção. Também lançado em Maringá (02 / mar- ço) e em Curitiba (08 março) nas Livrarias Curitiba, onde nossos representantes, Capitão Adriano Pires Ribas e Coronel Osmar José de Barros Ribeiro, respecti- vamente, se fizeram presentes. O livro pode ser adquirido por R$ 39,90 pelo site: www.peixotoneto.com.br e nas Livrarias Curitiba de Curitiba (Shopping Estação - Av. Sete de Setembro, 2775) e de Maringá (Maringá Park - Av. São Paulo, 120). Cumprimentamos os autores por divulgar O QUE OS LIVROS DE HISTÓRIA NÃO CONTARAM. O autor Professor Itamar e o Capitão Adriano Oescritor J. Cláuver lançou com grande sucesso na noite de 29 de março, no Círculo Militar, seu 6º livro, mais um de contos e crônicas. O autor promete surpreender e des- pertar a curiosidade de seus leito- res através da obra “Contos e crô- nicas de quartel e de outros luga- res”. O livro reúne histórias milita- res inéditas, narradas da carreira do autor e de seus colegas do Exér- cito; Há ainda relatos civis, urba- nos e rurais, com um toque de sau- dosismo e bom-humor. O livro e os demais títulos do autor podem ser adquiridos em: jclauver.wordpress.com/category/livros. J. CLÁUVER LANÇA SEU 6º LIVRO NO CÍRCULO MILITAR DE BELO HORIZONTE O autor, J. Cláuver e o Cel Ney Guimarães, presidente do Círculo Militar 5
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    Acredite, se quiser!Isto foi dito por Lula que ainda se comparou a Jesus Cristo. Completamente ignorante em História do Brasil, e provavelmente sob o efeito de algum “calmante” do qual costuma fazer uso em situações de crise existencial. Mais uma missão impossível: escrever este editorial, tantas são as bandalhas cometidas diariamente. Mas não podemos deixar de dizer somente algumas palavras para prestar informações e dar satisfações aos nossos leitores, mesmo com esta edição de 28 páginas e mais a Extra encartada com 16 e que, apesar disso, não nos permitem apre- sentar tudo que desejaríamos. Ficaram faltando comentários sobre o sinistro da defesa; “o salário, oh” – 5,5% de correção em agosto; sobre as dificuldades de um 3º Sargento recebendo líquidos R$ 3 mil mensais, e dos cabos e soldados menos do que um salário mínimo (com a palavra os Comandantes das 3 Forças); sobre a atuação ilegal e criminosa dos MST, MTST, UNE, PSOL, PCdoB e CUT em manifestações de enfrentamento que possam ocorrer a partir do próximo 11 maio, provocando possíveis quebra-quebras de graves repercussões internas e internacionais, tudo em decorrên- cia da futura perda dos seus salários faraônicos e das verbas federais; e não menos preocupante a real possibilidade das sabotagens que poderão realizar nos arquivos e computadores dos ministérios para impedir eventuais investigações administrati- vas nos Bancos e Programas Oficiais e na farra dos Cartões Corporativos. Deixamos também de comentar a maior tragédia ambiental jamais acontecida no planeta cometida pela Samarco/Vale ocorrida há 6 meses, sem qualquer punição aos responsáveis, talvez por estar ela nas mãos do PT, conforme afirmamos anteriormente; e ainda não menos inquietante sobre o Foro de São Paulo/UNASUL. E para finalizar, como pode o Senado ter como presidente Renan Calheiros e a Câmara de Deputados, Eduardo Cunha? E porque razão tantas agressões ao Deputado Bolsonaro? E o Governador de Minas nomear sua mulher como Secretária de Estado para livrá-la da Operação Acrônico? É demais, não? Bom proveito e até breve! TIRADENTES FOI CRUCIFICADO!! A 19 de abril, Dia do Exército, emBrasília,oprofessor universitário da UFRGS, escritor,articulistados jornais Estado de São Paulo, O Globo e Zero Hora,DenisLerrer Rosenfield, foi condecorado com a medalha da Ordem do Mérito Militar pelo General de Exército, Sergio Etchegoyen, Chefe do Estado-Maior do Exército. RECONHECIMENTO Impeachment Amilitância fiel está que apóia a Dilma, ela é reavivada não só com um sanduba de mortadela, uma tubaína e mais R$ 30,00, mas agora como a situação é crítica também com condução grátis para ir a Brasília de ônibus desfilar e mais R$ 300,00...!!! Interessante é que a CUT está à frente destas ativi- dades, e como cen- tral sindical, rece- be todo ano um dia de trabalho de cada trabalhador dos sindicatos a ela filiada, o que significa que quem paga estas manifestações são os trabalhadores, mesmo os que não concordam com tais “convescotes”... (Ou será que existe alguma verbazinha extra do governo federal para ajuda de custo...???). MILITÂNCIAFIEL... E os responsáveis (Prefeitura/Construtora) pela obra serão julgados culpados pela morte das duas vítimas? NR: Quando esse ladrão e corruPTo será indiciado, julgado, condenado e preso? 8Nº 226 - Abril/2016 6 AIMPRENSANOTICIOU
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    QUE PARTIDO ÉESSE? P T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I S PT - O PARTIDO MAIS CORRUPTO E MENTIROSO DA HISTÓRIA UNIVERSAL Nº 226 - Abril/2016 7 TRIATLO PETISTA Dilma PEDALA no governo, Lula CORRE da polícia e o STF NADA. Você sabe quem é Marlene Araújo? Não, né? Ela é “relações institucionais” do Sesi em São Bernardo do Campo. Trabalha pouco e ganha R$ 13.500,00 mensais. (Foi nomeada com o nome de solteira. Seu nome de casada é Marlene Araújo Lula da Silva. Casada com Sandro Luís Lula da Silva, filho de Lula. Anda num Hyundai Tucson. Márcia Regina Cunha, mulher de João Paulo Cunha (condenado no Mensalão) é ‘gerente de mar- keting’ do Sesi desde 2003, salário de R$ 22.000,00. É lotada em Brasília mas mora em São Paulo. Rogério Aurélio Pimentel, assessor de Lula no sítio de Atibaia, também tem cargo no Sesi, onde ganha R$ 10.000,00 desde 2011. O advogado Douglas Martins de Souza é con- sultor jurídico do Sesi em Brasília, R$ 36.000,00 mensais. Filiado ao PT desde 2000, foi secretário adjunto da Secretaria de Igualdade Racial no gover- no Lula. Osvaldo Bargas, vice de Jair Meneghelli na CUT, recebe salário de R$ 33.000,00. AsindicalistaSandraCabral,amigadeDelúbio Soares, ganha R$ 36.000,00 mensais. Jair Meneghelli, ex-presidente da CUT, é presi- dente do Sesi, salário de R$ 60.000,00 mensais, mais vantagens e benefícios, inclusive apartamento de gra- ça. Desloca-se em Brasília num Ford Fusion preto 2016; em São Paulo, num Toyota Corolla 2016. Entenderam agora por que eles enlouquecem quando se fala em impeachment de Dilma e/ou prender Lulla? (*) São todas informações publicadas na revista Época. UNIVERSIDADE DE COIMBRA Estudantes de Coimbra, exigindo a cassação do título “honoris causa”, concedido a tempos atrás a Lula, que estendeu suas falcatruas a ativos portugueses (Portugal Telecom). MAMATAS DOS PETISTAS NO SESI* QUEM NOS DEFENDERÁ DELES? "Vamos ocupar os seus gabinetes e também as propriedades deles, se derrubarem a presidente Dilma." AristídesdosSantos/CONTAG "Iremos para a rua entrincheirados com armas na mão" se derrubarem a presidente Dilma". Vagner Freitas / CUT "Um bom paredão, uma boa espingarda, uma boa bala, uma boa pá e uma boa cova". Mauro Iasi / PCB "Não haverá paz. Este país vai ser incendiado por greves, por ocupações, mobilizações, travamentos." Guilherme Boulos / MTST Atacada pelo MST, uma fazenda em Marabá (PA) teve todos os seus animais mortos barbaramente, incluindo as fêmeas que estavam em gestação. Fotos publicadas por Rodrigo Tavares Alves já receberam milhares de compartilhamentos e foram "curtidas" nas redes sociais. Para as fotos, click no link abaixo. Aqui o texto da postagem: "Boa noite pessoal. Essas fotos foram tiradas na Fazenda Ce- dro, na região de Marabá, invadida pelo movimento MST. Os animais de alto valor gené- tico, as vacas esta- vam prenhes, um verdadeiro massa- cre! E agora eu gostaria de saber cadê as autorida- des. Será que vão tomar alguma ati- tude ou o PT vai abafar tudo como sempre? Compar- tilhem ao máxi- mo possível até chegar a alguém que possa fazer alguma coisa", http://www.radioclubecidadefm.com.br/2015/12/fazenda-atacada-pelo-mst-tem-todos- os.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=facebook INFORMATIVORURAL "Exército do Stédile" - Barbaridade, ódio e impunidade - Publicado na Revista Catolicismo nº 784 de abril de 2016 Em julho de 2005, um assessor do então deputado estadual José Nobre Guimarães (PT/CE) foi preso no aeroporto em São Paulo pela Polícia Federal, com US$ 100 mil e R$ 200 mil escondidos na cueca e na mala. O nobre deputado é irmão de José Genuíno (PT/SP) e foi eleito deputado federal. Essa cueca do PT permanecerá pendurada até o casoserinvestigadoeoscorruPTos julgados, condenados e presos. Hoje é o líder do PT na CâmaraHoje é o líder do PT na CâmaraHoje é o líder do PT na CâmaraHoje é o líder do PT na CâmaraHoje é o líder do PT na Câmara de Deputados. Não podia ser outro!de Deputados. Não podia ser outro!de Deputados. Não podia ser outro!de Deputados. Não podia ser outro!de Deputados. Não podia ser outro!CERTAMENTE AS FORÇAS ARMADAS E AS POLÍCIAS MILITARES
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    8Nº 226 -Abril/2016 8 TIRADENTES Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, Protomártir da Indepen- dência e Patrono de todas as Polí- cias Civis e Mili- tares do Brasil. Ele foi batizado no dia 12 de no- vembro de 1746, e como foi tam- bém o Arauto da Liberdade,istoé, o inconfidente que mais propa- gou a soberania do Brasil. Os es- tados de Minas Gerais e Rio de Janeiro declara- ram em Lei que todo dia 12 de novembro seja considerado o Dia da Liberdade. A data exata de seu nascimento não é conhecida. Muitos brasileiros morreram pela nossa independência, mas ele foi o primeiro a doar seu sangue pela criação de uma pátria. *Adalberto Guimarães Menezes * Coronel, Historiador, membro do IHG/MG Faleceu a 24 de abril, em Recife-PE, de causas naturais aos 96 anos de idade, o último brasileiro a voar em combate na Itália na Segunda Guerra Mundial, Major John William Buyers. Nascido de pais americanos em Juiz de Fora-MG, John passou toda a infância e adolescência no interior de Minas Gerais. Sua família mudou-se para os EUA pouco antes do começo da Segunda Guerra Mun- dial e, após o ataque a Pearl Harbor, foi a vez dele se voluntariar para a USAAF. Pou- co após a entrada do Brasil na guerra, em agosto de 1942, Buyers foi enviado para a Base Aérea de Natal, onde travou con- tato com o Major Nero Moura, futuro co- mandante da Aviação de Caça brasileira na Itália. Com a criação do 1º Grupo de Avi- ação de Caça em dezembro de 1943, Moura solicitou que Buyers, que falava inglês e português fluente e com quem já tinha uma boa amizade, fosse o oficial de liga- ção da unidade com o comando em Wa- shington. Buyers acompanhou o grupo bra- sileiro durante todo o percurso de treina- mento na Flórida, Panamá e Nova Iorque, e embarcou juntamente com eles para a Itália em setembro de 1944. No teatro de operações, ele foi ins- trumental em manter as boas relações e comunicações entre os pilotos brasileiros e seus colegas norte-americanos, e conse- guiu para o grupo um bombardeiro B-25 Mitchell que foi usado como aeronave de transporte até o fim da campanha. MORRE UM HERÓI Com o acúmulo da perda de pilotos em combate e a es- cassez de novos recompleta- mentos enviados do Brasil, John Buyers voluntariou-se para voar missões nos comandos dos P-47 ao lado de seus com- patriotas brasileiros. Até o fim da campanha, ele havia voa- do 21 missões de combate nas aeronaves do Senta a Pua, de forma totalmente voluntária, para ajudar o depletado grupo a cumprir as missões atribuídas. Após a guerra, passou para a reserva como Major e retornou ao Brasil, onde es- tabeleceu família. Foi feito pelos veteranos do Senta a Pua o 1º Jambock Honorário. Com sua morte, fecha-se o capítulo dos pilotos brasileiros que combateram na Itália na Segunda Guerra Mundial. Ele deixa esposa, filhos e muitos netos. A 26 de setembro de 2015, Buyers, o último piloto do 1º Grupo de Caça, o famoso “Senta Pua!”, foi homenageado pelo presidente da ANVFEB/BH, Engenheiro Marcos Renault, na sede da Associação com uma sala que recebeu o seu nome e respectivo acervo recentemente doado ao Museu da FEB de Belo Horizonte. São cen- tenas de fotografias, documentos, meda- lhas e objetos de uso pessoal utilizados pe- lo grande herói durante a Segunda Guerra Mundial. MAJOR JOHN WILLIAM BUYERS Randolfo Diniz Neto, Marcos Renault, Major Buyers e Vitor Santos P-47 Thunderbolt "D4" da Força Aérea Brasileira Ruínas da Fazenda do Pombal, onde Tiradentes nasceu, torrão situado a pequenas distâncias das cidades de São João del Rey, Tiradentes e Ritápolis O patriotismo do brasileiro Jaime Tomaz de Aquino, fe-lo erigir em sua fazenda, no estado do Ceará, estátuas em tamanho natural de várias personalidades da nossa história inclusive uma de Tiradentes Tiradentes foi o personagem mais importante da Inconfidência Mineira e, é preciso ficar bem claro que esse movimento foi o primeiro cuja finalidade principal era lutar pela soberania do Brasil. Ele jamais denunciou nenhum dos companheiros e era por todos eles considerado, não o che- fe, mas o conjurado com mais qualidades e virtudes dentre todos eles. REFERÊNCIAS A TIRADENTES “Ei-lo, o gigante da praça, O Cristo da multidão! É Tiradentes quem passa... Deixem passar o Titão”. (Castro Alves) “Esse rapaz é um herói e não se importa em morrer em ação, contanto que ela se faça”. (Padre Rolim – Inconfidente) “Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, é hoje, para todo o Brasil, uma figura mística, um herói, um mártir e uma referência tutelar. É, pois, essencial que Portugal o assuma como um herói igual- mente seu, num sincero acto de contrição e de reabilitação histórica”. (Mário Soares - 1º Ministro e Presidente de Portugal) “O Alferes Joaquim José da Silva Xavier é um ho- mem animoso, e se houves- se muitos como ele, o Bra- sil seria uma República florente”.(CônegoLuisVieira – Inconfidente) “Mas em Minas não há gente. Os americanos in- gleses foram bem sucedi- dos porque tiveram três homens com capacidade para tal campanha. Aqui temos apenas um, que é o alferes do corpo militar da cavalaria mineira, Joaquim José da Silva Xavier, propagandista da idéia na Capitania e fora dela”. (Padre Manoel Rodrigues da Costa - Inconfidente) “O alferes Joaquim José da Silva Xavier disse também que queria para si a ação maior e de maior risco.” (Padre Toledo – Inconfidente) PALAVRAS DE TIRADENTES “Foi percorrendo as montanhas de Minas, conhecendo as suas riquezas, que passei a desejar a sua liberdade e resolvi me dedicar por inteiro a esse trabalho”. “A nova República que se estabeleces- se deveria ter bandeira ... um triângulo, significando as três pessoas da Santíssima Trindade.” (a bandeira de Minas Gerais é a que foi imaginada por Tiradentes). “Parece que não há mais homens nes- tas Minas, somente uns vis comodistas. Se eu não encontrar quem me ajude, hei de armar uma meada tal que em dez, vinte ou cem anos se não há de desembaraçar.” ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ 8
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    Nº 226 -Abril/2016 9 * É jornalista independente, estudiosa do Foro de São Paulo e do regime castro-comunista e de seus avanços na América Latina, especialmente em Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil. É articulista, revisora e tradutora do Mídia Sem Máscara e proprietária do blog Notalatina. *Graça Salgueiro No dia 25 de abril pp., a presidência pro tem- pore do MERCOSUL, na pessoa do chanceler uru- guaioRodolfoNinNovoa,realizouumeven- to no prédio da instituição para comemorar os 25 anos do Tratado de Assunção que es- truturaria a criação do bloco inicialmente formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Estiveram presentes os chancele- res e vice-chanceleres dos países mem- bros, além dos deputados que compõem o Parlasul - Parlamento do MERCOSUL -, in- cluindo a Venezuela que foi adicionada ao bloco ilegalmente, quando da suspensão do Paraguai em 2012. Por abrigar a presidência pro tempore e estar comemorando uma data importante o presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, também participou. Na ocasião foi lança- do um selo comemorativo dos 25 anos mas o clima não foi nada festivo, tendo ocorrido um bate-boca entre os deputa- dos brasileiros e o presidente do Parlasul, deputado e ex-chanceler argentino o kir- chnerista Jorge Taiana, que publicou no domingo anterior no site oficial do Par- lasul uma nota onde afirma que o Brasil passa por uma “situação escandalosa”. Disse Taiana: “Isto é um golpe parlamen- tar, é uma utilização forçada da lei do impeachment”, acrescentando que “seto- res conservadores, de direita, do mun- do financeiro e da mídia teriam como objetivo central impedir que o ex-pre- *Aristóteles Drummond * Jornalista - Vice- Presidente da ACM/RJ aristotelesdrummond@mls.com.br - www.aristotelesdrummond.com.br Os oficiais da reserva, que não sofrem res- trições no RDE, deveriam pautar um amplo manifes- to com assinatura a serem colhidas em todo o país. Para isso, contam com os cadastros das Forças Armadas e dos respectivos clu- bes, lembrando as responsabilidades dos militares na história do Brasil. Não se pode limitar a presença militar ao ano de 64 e muito menos se aceitar o debate restrito à luta travada pelas Forças Armadas e auxiliares,inclusiveaspolíciasestaduaiscomo terrorismo,oquese denominou de “luta arma- da”. Sessenta e quatro foi um movimento cívico-militaredeflagradoconcomitantemen- te pelos comandantes de área e os governado- res dos principais estados brasileiros. Mas vêm de longe os serviços pres- tados pelos militares na unidade nacional, na paz interna e, principalmente, no pro- gresso econômico e social, desde os primór- dios do Império. O currículo escolar tem sido desvirtuado por motivos ideológicos e as novas gerações acabam por desconhe- cer o papel dos militares na construção da nacionalidade. Até os hinos e o culto à ban- O MANIFESTO QUE FALTAO MANIFESTO QUE FALTAO MANIFESTO QUE FALTAO MANIFESTO QUE FALTAO MANIFESTO QUE FALTA Agora, com os governos do PT, estamos chegando à situação de 64, com intranquilidade nas cidades e no campo. A lista de problemas é grande. Ameaças de organizações de cunho nitidamente revolucionários, desmandos nos governos e crise sem precedentes na política, na economia e seus reflexos cada dia mais preocupantes no social. Rodolfo Nin Novoa e María Solange Díaz durante a apresentação do selo comemorativo dos 25 anos do Tratado de Assunção que criou o MERCOSUL AO COMEMORAR 25 ANOS, O MERCOSUL MOSTRA A QUEM SERVE sidente Lula voltasse à Presidência do Brasil em 2018”. Quando os parlamentares brasileiros chegaram ao local do evento, um auditório com capacidade para 400 pessoas, desco- briram que lhes foram reservados os assen- tos da última fila, atrás mesmo de pessoas de escalão inferior aos parla- mentares. Então, o deputado Arthur Oliveira Maia do PSDB- BA, foi até a frente do auditório e sem usar microfone disse que aquilo era uma retaliação de Taiana, após escrever uma “nota irresponsável” sobre a situação do Brasil, e todos decidiram se retirar, menos, evidentemente, Jean Wyllys (PSOL), Benedita da Silva (PT), Ságuas Moraes (PT) e o ex-deputado pelo PT- PR e atual “alto representante- geral do MERCOSUL”, Doutor Rosinha. Ao ouvir o anúncio, o pre- sidente Tabaré Vázquez que estava sentado na primeira fila, decidiu apoiá-los e foi sentar-se junto a eles mas de nada adiantou, pois os parlamentares bra- sileiros se retiraram assim mesmo. Depois, pelo Twitter, Jean Wyllys classificou de “ar- rogante e indecorosa” a atitude daqueles que se retiraram. Enquanto isso, os de- putados venezuelanos opositores gritavam palavras de ordem e levantavam cartazes onde se lia “Liberdade para os presos- políticos venezuelanos”, “Na Venezuela não há alimentos nem remédios” e “Não ao fechamento da Assembléia Nacional”. Não se falou em detalhes da situação política do Brasil mas, de forma generaliza- da, Nin Novoa disse que “a situação insti- tucional brasileira merece particular e especial atenção” e que “a justiça, a lega- lidade e a legitimidade devem estar acima de posicionamentos políticos”. Doutor Rosinha defendeu com unhas e dentes a aproximação do MERCOSUL com a Rússia, alegando para tal que o Brasil faz parte do BRICS e que essa relação é “ex- tremamente importante para construir novas relações comerciais, para construir outro modelo de economia mundial e para criar multi-polaridade”. Mas a cereja do bolo, entretanto, fi- cou por conta da Srª Rousseff, quando de- clarou desde Nova York que pretendia in- vocar a Cláusula Democrática do MER- COSUL, tal e como ela fez no Paraguai em 2012, por causa da deposição legal e cons- titucional do ex-presidente Fernando Lugo. Se a cláusula for aceita, o Brasil ficará sus- penso da organização mas será necessário o aval de todos os países-membros. Até agora, a Venezuela foi o único país a se mos- trar favorável à medida. Isso demonstra que dona Rousseff não está, como nunca esteve, preocupada com seu país, que seria o único prejudicado, mas em punir aqueles que são favoráveis à sua deposição. Tal como no caso de Lugo, que foi tramado secretamente por ela com o ex-presidente José Mujica do Uruguai, a portas fechadas no Palácio do Planalto, o que está em jogo não é a democracia, o respeito à Constituição ou às leis do Bra- sil mas salvar o poder adquirido pelo Fo- ro de São Paulo ao longo desses 26 anos. Aqui como lá, as instituições democráti- cas não passam de nomes vazios, onde só têm significado e importância se eles conti- nuarem comandando. Foto: Pablo Vignali deira foram afastados pelos formados na escola leninista da pátria única. Até a Independência, devemos e muito aos militares. Sem tirar o mérito da Imperatriz Leopoldina e de D. Pedro I. Na verdade, a luta travada na Bahia com as forças leais à Coroa Por- tuguesa,comandadaspelobravo GeneralMadeira,foramaté1825 ecustaramquasecincomilvidas. A paz e a liberdade entre nóssempreforamgarantidaspela intervenção militar, embora, até 64, sem a plena ocupação do po- der. Mas 30 e 37 tiveram o aval militar, assim comoaredemocratizaçãoem45,comaentregado poderaopresidentedoSTF.Apenasem64sefez necessáriaapermanênciadeumregimeautoritá- rio, referendado sempre pelo Congresso Nacio- nal,emfunçãodopaísterchegadoapontocrítico de desgaste ético, moral, social e institucional. A Revolução promoveu no primeiro go- verno, com Castelo Branco, o saneamento das finanças e a modernização do Estado – com a criação do Banco Central, FGTS, Banco Nacio- nal da Habitação, Embratur, CVM e a implanta- ção da Eletrobrás, entre outras entidades. De- pois, foram feitas as grandes obras com Costa e SilvaeMédici.CoubeaJoãoFigueiredoaanistia, aprimeiraeleiçãodiretaparagovernadores,sem descuidar de uma gestão eficiente em meio à grandecrisemundialein- flaçãonacional.Devemos ainda a Figueiredo obras do porte de Tucuruí, a inauguração de Angra I, a maioria das turbinas de Itaipu, grandes inves- timentos em habitação e saneamento básico. E os ministros da Educação reconhecidos como os melhores da história – General Ruben Ludwig e professora Ester Fi- gueiredo Ferraz –, conforme atesta o insus- peito senador Cristovam Buarque. Foi Figuei- redo também que garantiu a eleição pelo Co- légio Eleitoral de um candidato da oposição. Logo, esta história de ditadura é tática das derrotadas esquerdas. Agora, com os governos do PT, estamos chegando à situação de 64, com intranquilidade nas cidades e no campo. A lista de problemas é grande.Ameaçasdeorganizaçõesdecunhoniti- damenterevolucionários,desmandosnosgover- nos e crise sem precedentes na política, na economia e seus reflexos cada dia mais preo- cupantes no social. Cabe lembrar ao Brasil a ponderação dos militares da Reserva, que interpretam o pensamento dos que estão na Ativa, de que só mesmo uma intervenção militar para pôr fim a crise, restabelecer a dignidade no exercício do poder, garantir a punição aos envolvidos em malfeitos. Além da convocação dos agen- tes econômicos para a recuperação nacional, com a entrega no curto prazo a um civil, em lista de brasileiros, independente de filiação partidária, com condições de conduzir um processo de transição até as eleições de 2018. Não seria golpe nem Revolução, muito menos quebra da normalidade. Seria apenas a intervenção do bom senso para evitar que o país encontreocaospolítico,econômicoesocial,com sofrimento dos menos favorecidos. E para que a continuidade da crise custe um maior tempo na recuperação econômica e do conceito inter- nacional abalado por tantos escândalos e a queda na rentabilidade das empresas. O que está em jogo não é a democracia, o respeito à Constituição ou às leis do Brasil, mas salvar o poder adquirido pelo Foro de São Paulo ao longo desses 26 anos. Cabe lembrar ao Brasil a ponderação dos militares da Reserva, que interpretam o pensamento dos que estão na Ativa. 9
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    8Nº 226 -Abril/2016 10 * Manoel Soriano Neto “Árdua é a missão de desenvolver e defender a Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos antepassados em conquistá-la e mantê-la.” A AMAZÔNIA E A HIDRELETRICIDADE * Coronel, Historiador Militar e Advogado msorianoneto@hotmail.com (continua) General Rodrigo Octávio / 1º Comandante Militar da Amazônia (1968/1970) (XXVI) Cel Osmar José de Barros Ribeiro Em outubro passado, o sistema Ma- capá (AP) foi interligado à rede naci- onal, o que resultou no aumento de 4,3% naenergiaelétricadaregiãoamazônica.O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que a demanda energé- tica, no mês de fevereiro, em todo o País, aumentou 2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Isso foi alardeado como uma reativação, apesar de bem diminuta, da economia brasileira. Entretanto, trata- se de mais uma propaganda enganosa. Tal aumento foi anômalo e se deveu à in- terligação do sistema Macapá e a uma série de outros fatores. Essa alta do con- sumo ocorreu, igualmente, por causa do forte calor que fez aumentar o uso de aparelhos de ar condiciona- do, de chuveiros elétricos, etc; do carnaval - quando o gasto de energia elétrica au- menta substancialmente -, além de o referido mês pos- suirmaisumdia,pois2016é ano bissexto. Ademais, as copiosas chuvas que caí- ram na região Sudeste afeta- ram o volume dos reservató- rios de abastecimento dos grandes centros e propor- cionaram certo relaxamento no uso de água e de ener- gia. Tudo isso influenciou no consumo energético, máxime nas regiões Sudeste (a de mais significativa atividade econô- mica) e Centro-Oeste, que concentram a maior população brasileira. Nas demais regiões, houve queda da demanda de eletricidade, em comparação a 2015. O certo é que, nos últimos doze meses, a procura de energia, como um todo, caiu cerca de 3%, em nosso País, evidencian- do a gravidade da retração econômica que vivenciamos e que se prolongará por longo tempo, desgraçadamente. No Plano Plurianual 2016-2019, a inclusão de fontes renováveis de ener- gia, com exceção da hidráulica (de onde provêm cerca de 70% de nossa energia elétrica), não foi considerada na devida conta, conforme havia sido avençado, no ano passado (na Conferência do Clima), em vista do efeito estufa. Tal falta de vi- são de futuro, não privilegiou o cresci- mento tão necessário de nosso potencial eólico e fotovoltaico (energia solar) pre- visto no citado Plano, por veto incompre- ensível da presidente da República. A propósito, o projeto piloto de uma usina flutuante de energia solar no lago da hidrelétrica de Balbina (AM) é muito im- portante e já se pensa em igual projeto na de Sobradinho (BA). Acrescente-se que o Plano Plurianual contempla a constru- ção de centrais nucleares (que vêm sen- do abandonadas por países como a Ale- manha, Bélgica, Suíça e Japão), e aponta como desvantagens das opções eólica e solar, a intermitência dos ventos e das radiações do sol, o que muito limitaria a implementação dessas fontes. Aduza-se que a energia do petróleo está sendo aos poucos abandonada, mundialmente, o que pode comprometer ou mesmo invia- bilizar o pré-sal ... Mas enquanto a economia não se recuperar, eis que foi impiedosamente destroçada pela deletéria governança lulodilmista, não poderemos sonhar com dias melhores. Algo mais, por derradeiro: o Brasil encontra-se nitidamente dividido entre os verdadeiros patriotas e os apoiadores da dupla Lula-Dilma, que urdem as mais repugnantes tramoias para sustentá-los no poder. Ele - “a viva alma mais honesta” do País -, se considera a única pessoa que pode “incendiar o Brasil”, como declarou em uma de suas infames liga- ções telefônicas. É preciso pagar pra ver, sendo certo que as manifestações de 13 de março, superaram numerica- mente em treze vezes, as do dia 18, pa- trocinadas, com dinheiro público, pela corja de corruPTos que nos assola. Este artigo já estava escrito, quan- do a Câmara votou a favor do impedi- mento da presidANTA!! Hosanas!!! Até há pouco tempo, o êxito das ações empreendidas pelo Foro de São Pau- lo, no sentido de transformar a América do Sul num continente vermelho, parecia incontestável. Afinal, a Venezuela, o Bra- sil, a Argentina, a Bolívia, o Paraguai e o Equador estavam nas mãos de gente ple- namente confiável e obediente aos dita- mes da sua cúpula. Porém, como diz um antigo ditado popular, "o homem põe e Deus dispõe". O primeiro a cair foi Lugo, o bispo gara- nhão, presidente do Paraguai, cujo impe- dimento pelo Congresso custou ao país a suspensão do Mercosul, numa clara ma- nobraparapermitiroin- gresso da Venezuela, levada a cabo pelo Bra- sil e Argentina, com o apoio do Uruguai . A Argentina viu a derrota do kirchneris- mo em novembro pas- sado. Semanas depois, foi a vez das eleições na Venezuelarepresentan- do, com a conquista de dois terços do Congres- sopelaoposição,oprin- cípio do fim do boliva- rianismo no poder. Mais recentemente, os boli- vianos recusaram-se a aceitar a continuidade de Evo Morales após 2019. No Equador, Ra- fael Correa já anunciou que não tentará a reeleição em 2017. No Brasil, uma crise política e eco- nômica, agravada por denúncias de corrupção, leva a um melancólico final o governo petista, após quase 13 anos no poder. Não obstante, o Foro de São Paulo recusa-se a ver a morte da galinha dos ovos de ouro e busca, além de apoio in- terno, respaldo externo. Evo Morales, propôs uma reunião de emergência da União das Nações Sul- americanas (Unasul) para defender a pre- sidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pois, segundo ele, está sendo gestado no Brasil "um gol- pe do Congresso", maquinado por "gru- pos oligárquicos dos Estados Unidos" para evitar que Lula seja candidato nas próximas eleições presidenciais. Por seu turno, o ministro das Rela- A BAIXA DA MARÉ VERMELHA Até há pouco tempo, o êxito das ações empreendidas pelo Foro de São Paulo, no sentido de transformar a América do Sul num continente vermelho, parecia incontestável. Afinal, a Venezuela, o Brasil, a Argentina, a Bolívia, o Paraguai e o Equador estavam nas mãos de gente plenamente confiável e obediente aos ditames da sua cúpula. ções Exteriores do Uruguai, Rodolfo Nin Novoa, afirmou que está circulando, em todos os Países da Unasul, documento fazendo um chamado e um pedido para que seja respeitada a ordem institucional no Brasil. O equatoriano Rafael Correa disse que a América do Sul está sendo amea- çada por tentativas de desestabilização dos governos progressistas da região e que a América Latina "abraça Lula" que teve seus direitos violados por uma "con- dução coercitiva". Dilma Roussef, após sua ida a Nova Iorque para participar na ONU de evento comemorativo da assi- natura do Tratado sobre meioambiente,ementre- vista a jornais estrangei- ros,declarouintençãode recorrer à Unasul e ao Mercosul contra o que chama de "golpe insti- tucional" para afastá-la do governo. Na verdade, esta- mos às vésperas de sé- riosproblemas,maisin- ternos que externos, ha- ja vista que o Partido dos Trabalhadores tor- nou-se, pela vontade de Lula, instrumento da estratégia do Foro de São Paulo para restau- rar o comunismo na América Latina. Com esse objetivo foram criados, artificial- mente, conflitos ideológicos "nós con- tra eles", "brancos versus negros", "ri- cos contra pobres", "norte/nordeste con- tra sul", tudo no melhor estilo da luta de classes. Contudo, a maré vermelha está se desfazendo. As recentes derrotas da es- querda são devidas, além da realidade econômica, ao fato de que seus líderes tenham aderido à corrupção, sem con- siderar a crescente intolerância popu- lar a ela. Cresce, a cada dia, a probabi- lidade de Lula ser preso e Dilma Rous- seff ser, definitivamente, afastada da presidência da República. Tudo considerado, o que de me- lhor aconteceu no Brasil, vem sendo o clamor por honestidade no trato dos ne- gócios públicos. Foro de São Paulo Criado em 1990 em São Paulo por Lula e Fidel Castro, com a finalidade de recuperar na América Latina o que foi perdido no leste europeu.
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    Nº 226 -Abril/2016 11 *General de Exército Rômulo Bini Pereira Notícias constan- tes veiculadas nas colunas políticas de mídia, com re- percussões significativas nas redes so- ciais,asseguramqueoatualgoverno aven- tou a hipótese de decretar as medidas constantes do Título V da Constituição (Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas). Elas seriam decretadas em razão do agravamento das posições políticas e ideológicas que se avultam atualmente no cenário nacional, e que poderiam redundar em confrontos físi- cos entre a corrente que está a favor do impeachmentdapresidenteDilmaeaque está contra. A situação econômica crítica do país e os visíveis conflitos e desacordos entre as Instituições maiores aumentam a ebulição dos debates políticos. Reno- mados analistas já assinalam que vive- mos em uma “crise de insensatez”. Uma afirmativa real e não fantasiosa e que contamina os valores e as atitudes do cenário político nacional. Qualquer que seja o resultado do processo de impeachment da presidente que ora ocorre no Congresso, o país atra- vessará um período de confrontos no qual as nossas Instituições, provavel- mente, não serão capazes de conduzi-los ou solucioná-los. Deverão se socorrer dos artigos 136 e 137 do Título V que es- tabelecem as normas para a decretação de medidas a adotar em face de iminente instabilidade institucional, o Estado de Defesa ou o Estado de Sítio. Caso se concretize o impeachment, indubitavelmente haverá reação por par- te dos atuais governantes. A própria pre- sidente, esquecendo-se de que é a maior autoridade de um país de dimensões DO ESTADO DE DEFESA E DO ESTADO DE SÍTIO * Foi Chefe do Estado-Maior do Ministério da Defesa, Comandante da 4ª DE e do 11º BI - Regimento Tiradentes continentais com 200 milhões de habitan- tes,voltouaagircomoverdadeiramilitante partidáriaemcomíciosemplenosalãonobre doPaláciodoPlanalto.Diantedeumaclaque de juristas, intelectuais de esquerda, mem- bros do PT e escudeiros do PC do B, bradou o já inócuo bordão “Não vai ter golpe!”. Não deveria tê-lo feito, pois os juízes da mais alta corte do país, o Supre- moTribunalFederal,—os“acovardados”, segundo Lula —, legitimam a abertura desse processo. Ela não só se insurge contra tais opiniões, mas também contra as decisões de Dr. Sérgio Moro, juiz primeira instância. Um conflito direto entre os dois Poderes, fato raro na história nacional e que joga por terra a máxima respeitada pela sociedade brasileira, a de que “deci- são judicial não se discute, cumpre-se!”. Essas posições radicais, autoritárias e antidemocráticas bem demonstram o que seria do país se essa ex-guerrilheira, ainda considerada heroína por setores das es- querdas radicais brasileiras, assumisse o poder nos idos de 1970. Não teríamos um regimedemocrático como apregoam seus correligionários, mas sim um regime se- melhante ao sanguinário regime cubano da época, onde “el paredón” tornou-se o mais abominável símbolo da revolução cubana. Fidel Cas- tro, ícone maior das esquerdas latino- americanas, acabou dedaraomundoum exemplo de fanatis- mo ideológico pu- blicando um artigo no jornal oficial do Partido Comunista Cubano (Granma), no qual desaprova a visita do presidente americano à para- disíaca ilha de Cuba. A aprovação dos cubanos à visita não foi levada em conta. Caso semelhante ocorre aqui, quando a presidente,movidaporseufanatismoide- ológico, bem claro em suas últimas decla- rações e com a aprovação de seus segui- dores, e não querendo ver a enorme desa- provação que o povo brasileiro lhe dá, conduz a nação para o abismo. Nas gravações reveladas pela Ope- ração LavaJato,oex-presidenteLula,líder e mentor da presidente, expressou-se de modo chulo nos diálogos, abusando de termos obscenos, para ofender a outros poderes, demonstrando apego incomensu- rável ao poder e também não querendo ver o mar de lama em que se afogou o seu partido. Para reforçar o tema deste artigo, é preocupante o efeito de seus discursos a sindicalistas e membros de movimentos ditos sociais e organizações estudantis, porque o que diz aumenta a agressividade que lhes é peculiar. “Guerra” é um termo constante de suas falas, acirrando mais ainda com isso o confronto ideológico cri- ado pelo Foro de São Paulo, o “nós contra eles”, uma conspiração das elites brasilei- ras contra o atual governo dos pobres. O ódio crescente que se observa é o prenún- cio de tempos escu- rosedeconflitosen- tre irmãos, de pro- porçõesmaioresque já viveu a nação no passado. Ao agir dessa forma, optou por usar bravatas exaltadas que só poderãolevaropaís a perigosas con- vulsões internas. Nesse contexto, se forem adotadas as normas do Estado de Defesa ou de Sítio, as Forças Armadas serão empenha- das. Os militares da ativa e da reserva, bem como a maioria dos cidadãos brasi- leiros de bem, não mais aceitam o “jogo político” praticado e que está destruindo a maioria das Instituições. Também não mais confiam em falsos paladinos que habitam o noticiário e posam como gran- des orientadores da sociedade brasileira, mas que, na verdade, só a contaminam. O Conselho da República e o Con- selho de Defesa Nacional, assessores diretos da Presidência da República na adoção dessas medidas, são autoridades do governo e dificilmente decidirão de modo contrário aos seus interesses. Se assim acontecer, o interesse nacional será secundário. Então, como agirá o militar, de qualquer nível hierárquico, no cumpri- mento de missões oriundas e determina- das por esses preceitos constitucionais se as considerar ilegais e consubstancia- das a velados interesses de um “jogo po- lítico”? Como aceitaria cumprir um ato que julga ilegal dentro de uma missão legal? A nação brasileira encontra-se em um patamar crítico de sua história e não se antevê uma solução que possa trazer uma paz civilizada e democrática ao seu povo. As Forças Armadas, a instituição de maior conceito junto à sociedade, não poderão ser denegridas em função des- sas “crises de insensatez”. Seus coman- dantes deverão estar atentos, pois o sol- dado brasileiro, conforme reza o seu jura- mento, é o guardião da honra, da integri- dade e das instituições do Brasil! Qualquer que seja o resultado do processo de impeachment da presidente que ora ocorre no Congresso, o país atravessará um período de confrontos no qual as nossas Instituições, provavelmente, não serão capazes de conduzi-los ou solucioná-los. Deverão se socorrer dos artigos 136 e 137 do Título V que estabelecem as normas para a decretação de medidas a adotar em face de iminente instabilidade institucional, o Estado de Defesa ou o Estado de Sítio. “O seu artigo deve ser útil e didático, não só para os nossos políticos e nossas Forças Armadas mas, principalmente, para a sociedade brasileira. Mensagens e ensinamentos ali expressos são de enorme valor para o momento crítico por que passa a Nação brasileira.” GERALDO LUIS M. L. SAMUEL NR: Entre as inúmeras mensagens recebidas, destacamos esta que a todas sintetiza: COMANDANTE DO EXÉRCITO ALERTA SOBRE MANIPULAÇÃO DE SUAS PALAVRAS “Fiz uma palestra na UNICEUB em Brasília, que está disponibilizada na internet. Durante o debate, no contexto de uma pergunta, eu disse que o Brasil precisa recuperar a coesão interna, perdida por termos cometido o erro de haver deixado a linha de fratura da guerra fria passar por dentro da nossa sociedade, fazendo com que nos dividíssemos. A consequência é que hoje ninguém pensa no país e que a questão nacional nunca está presente nas discussões e no que se projeta para o futuro. Em relação a isso, a rede Brasil de notícias (do governo) editou uma matéria dizendo que eu havia criticado a Revolução de 64. Logicamente, está repercutindo e causando compreensível indignação entre alguns companheiros da reserva. Como nos conhecemos todos, seria desnecessário, entre nós, de 73, fazer esse esclarecimento. Peço contudo que me ajudem a neutralizar essa divulgação, principalmente nesse momento em que nos consolidamos como balizadores dos processos em andamento”. OComandante do Exér cito, General Eduar- doVillas-Bôas,envioumen- sagem a colegas da turma 1973 da Academia Militar das Agulhas Negras, es- clarecendo sobre a detur- pação cometida pelo noti- ciário da Rede Brasil de Notícias - canal oficial do governo federal, em recente palestra ministrada por ele na capital federal, quando foi publicada a mentira de que criticara a Revolução de 31 de março de 1964, a saber: NR: Julgamos que esta manifestação do Comandante do Exército deveria ser publicada pelo CCOMSEx, para conhecimento de todas as organizações militares das Forças Armadas.
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    8Nº 226 -Abril/2016 12 * TEN CEL PMERJ * Luiz Felipe Schittini O GRANDE RESPONSÁVEL As graves crises social, política, econômica, moral e ética, pelas quais o Brasil atravessa, redun- dando numa total falta de credibilidade jun- to a investidores estrangeiros e nacionais, tem um grande responsável: o ex-presiden- te Lula. Chamá-lo de Ex constitui um grave erro, pois ele se mantém na presidência há catorze anos ininterruptos. A sua sucesso- ra, Dilma Roussef, sempre foi uma subser- viente dos seus desejos megalomaníacos. Lula parece-nos apresentar graves desvios de caráter, dentre eles: 1) - A compulsão pela mentira, ou seja, uma pessoa MITOMANÍACA. Diz a todo momento que “pobre só anda de avião graças a ele”. Trata-se de uma mentiradescarada. Se- jamos justos: a melho- ria de vida da popula- ção foi devida à im- plantação do PLANO REAL pelo falecido presidenteItamarFran- co, que conseguiu frear a inflação de 80% ao mês e também por medidas implanta- das pelo ex-presidente Fernando Hen- rique Cardoso ao criar a Lei de Respon- sabilidade Fiscal, que travou as gastan- ças desordenadas dos governos Federal, Estadual e Municipais. No início do Plano Real houve uma grande valorização do dinheiro brasileiro e umrealvaliaumdólar. Atualmente o dólar está valendo quase quatro reais. Lula nega veemente quaisquer irre- gularidades e contratos com empreiteiras, empresários, dirigentes da Petrobrás, po- líticos e agentes públicos presos na Ope- ração LAVA JATO. Não podemos esquecer que em 2010, Lula então Presidente da Repúbli- ca, juntamente com José Dirceu foi a Por- tugal. Lá eles “convenceram” o então pri- meiro ministro José Sócrates, para que a Portugal Telecomunicações comprasse 23% das ações da empresa de telefonia brasileira OI, por 3 BILHÕES e 700 MI- LHÕES de euros, o equivalente a 14 BI- LHÕES E 800 MILHÕES de REAIS. O Ministério Público de Portugal, através da Operação Marquês, desconfiou dessa altíssima transação e constatou um “mar de lama e corrupção” nesse negócio. Atualmente,oex-primeiroministroSócrates e vários parlamentares lusitanos, envolvi- dos nessa maracutaia, encontram-se pre- sos. EoqueaconteceucomLula?Atéopre- sente momento, nada. Não foi por acaso que a OI instalou uma antena de celular exclusiva para Lula e seus familiares, ao lado do sítio em Atibaia – SP. As graves crises social, política, econômica, moral e ética pelas quais o Brasil atravessa, redundando numa total falta de credibilidade junto a investidores estrangeiros e nacionais, tem um grande responsável: o ex-presidente Lula. Lula nega veementemente a propri- edade do sítio de Atibaia e do apartamen- to triplex da praia de Guarujá. 2) - Ávido por ambição demasiada e tem orgulho desmedido, sendo uma pes- soa MEGALOMANÍACA. OsonhodeLulaéserumlídermundial como Nelson Mandela, receber o prêmio NobeldaPaze,também,serSecretárioGeral da ONU. Para que isso ocorra, tem que ser conhecido internacionalmente. Por essa ra- zão, fez de tudo para que a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e as Olimpíadas de 2016 ocorressem no Brasil. O nosso país tem prioridades mais urgentes no tocante a moradias, saneamento básico, infra-es- trutura (portos, hidrovias, rodovias, fer- rovias, etc.), melho- rias na educação, saú- de, segurança públi- ca, geração de em- pregos e construção de creches, dentre ou- tros. Mas Lula sabia que através das obras para esses eventos es- portivos, estava a maior corrupção jamais vista no planeta, enriquecendo empresá- rios, políticos, dirigentes corruptos e par- tidos políticos. 3)-Compulsãoemfurtarobjetos,uma pessoa CLEPTOMANÍACA. LulaentrounoPaláciodoPlanaltoem 2002, trazendo os seus pertences em um caminhão de mudanças e saiu em 2010, levando onze caminhões de mudanças. Re- centemente estão sendo detectados obje- tos pertencentes ao acervo da Presidência da República, escondidos em containers de Lula e em cofres do Banco do Brasil, sob a sua responsabilidade. Quando um presi- dentevaiaoexteriorerecebeumpresentede outro mandatário, esse “mimo” não é dele e sim da nação brasileira, fazendo parte do acervo da Presidência da República. Atéopresentemomento,Lulaéacusa- do de ter cometido os seguintes crimes ti- pificados no Código Penal Brasileiro: PE- CULATO (Art. 312); CONCUSSÃO (Art. 316);CORRUPÇÃOPASSIVA(Art.317); INCITAÇÃOAOCRIME(Art.286);QUA- DRILHAouBANDO(Art.288);INJÚRIA (Art. 140) e TRÁFICO DE INFLUÊNCIA (Art. 332). Qualquer cidadão diante desses fatos gravíssimos já estaria processado e condenado. Esperamos que dentre em bre- veoJuizSérgioMoroconduzaLulaparaum estabelecimento prisional. Nunca na história desse país houve um ex-presidente acusado de tantos crimes! É esse o grande líder do PT? Se a resposta for positiva, chegamos à conclu- são que PT significa PARTIDO DE TRA- PACEIROS. Jamais na história deste país, um ex-presidente foi acusado de tantos crimes! PT significa PARTIDO DE TRAPACEIROS. ○ ○ ○ * Ernesto Caruso *Coronel QEMA, Administrador, Membro da AHMTB Oincendiário Nero Lula da Silva disse que é o único capaz de incendiar o país, mas não o faria porque tem família. Se tentasse fazer, como ameaçou, empre- gando o “exército” do Stédile, MST, etc, enfrentaria as Forças Armadas que já de- monstraram durante o regime militar com- petência suficiente para neutralizá-los a despeito do apoio logístico de entes com- unistas do exterior, das ações insanas do terrorismo indiscriminado, das guerrilhas urbana e rural. Por outro lado, Lula está no bico do corvo com toga, quer do STF, da “repú- blica” do Paraná (juiz Sérgio Moro), quer do procurador geral da República (Ro- drigo Janot, o ingrato). Estará mais pró- ximo da prisão ou do asilo político, como já aventado na mídia. A fanfarronice de Evo Morales e Ni- colas Maduro não amedronta ninguém, nem vai importar a beligerância tipo Síria para o continente, envolvendo Bolívia, Venezuela e Brasil em guerra. Poder militar sem expres- são e a situação econômica e financeira precária até para alimentar o cidadão desses países. O ex-presidente Lugo do Paraguai que não se sustentou nem no seu “trono” cá esteve para prestar solidariedade ao lu- lopetismo. Com o impedimento da “presidenta” Dilma ganha a nação brasileira, particular- mente no campo da investigação para se apurar verdadeiramente o vulto do roubo, com muito mais facilidade de acesso aos cofres públicos, obter provas, julgar e pren- der os responsáveis. Pensar nas obras fei- tas no exterior, nas entranhas do programa mais médicos cubanos, no BNDES, outros bancos oficiais e estatais, já compensa tal afastamento da turma petista ocupante de cargos na administração pública, direta e indireta, com apuração dos mal feitos. Sob nova direção e muita gente in- DEPOIS DO IMPEACHMENT? TEMER O QUÊ? TEMER QUEM? vestigada se aumenta a probabilidade de novas condenações e afastamento dos corruptos dos cargos públicos. Do Legis- lativo, do Executivo e também do Judici- ário. Uma só vassourada não limpa a casa suja. Que se pense no Brasil maior com a máquina administrativa necessária e sufici- ente, em especial no que concerne ao exage- rado número de parlamentares nos níveis federal, estadual e municipal. Que o exercí- cio de cargos eletivos conte apenas como tempo de serviço para aposentadoria. Extin- guir o absurdo do presidente, governador, etc, por quatro anos de mandato receber proventos pelo resto da vida. Com a saída constitucional da “pre- sidenta” é o vice que assume sem trauma, como ocorreu no impedimento do Collor em 1992. Michel Temer é o suces- sor e pronto, independente do re- cado do Lula em comício: “Com- panheiro Temer, quer ser presi- dente, se candidate.” Mensagem que não mandou para o vice Ita- mar Franco, quando encabeçou e se empenhou profundamente no impeachment do Collor. A preocupação com o pre- sidente da Câmara, Eduardo Cu- nha, e com o presidente do Sena- do, Renan Calheiros é pertinente, no entanto a situação de cada um vai ser resolvida no STF, acusa- dos que são ou nas respectivas casas le- gislativas. Câmara e Senado sob outras pre- sidências, espera-se sem máculas, resta uma penada de mestre ao empossado presi- dente Michel Temer, renunciar em prol de novas eleições, antes mesmo da ameaça que lhe pesa junto ao TSE, por força da candidatura na chapa com Dilma Roussef. A temer o STF no pós impeachment. A repetida mensagem dos acólitos do go- verno Dilma, mormente junto à Comissão Especial da Câmara, de que será golpe se considerada a denúncia feita, em conso- nância com pronunciamentos de alguns mi- nistros da Suprema Corte no mesmo viés de atender “fielmente” a Constituição e caber como última instância recurso já bastante propagado e que por certo o governo afas- tado empreenderá. Se isto ocorrer será o grande golpe na democracia e Lula vai bater no peito e dizer “o STF não está mais acovardado”. O incendiário Nero Lula da Silva disse que é o único capaz de incendiar o país, mas não o faria porque tem família. Se tentasse fazer, como ameaçou, empregando o "exército" do Stédile, MST, etc, enfrentaria as Forças Armadas que já demonstraram durante o regime militar competência suficiente para neutralizá-los a despeito do apoio logístico de entes comunistas do exterior, das ações insanas do terrorismo indiscriminado, das guerrilhas urbana e rural.
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    Nº 226 -Abril/2016 13 1 BORGES,Stella.FH:PSDBprecisarepudiarBolsonaro.OGlobo,RiodeJaneiro,22abr2016.País,p.06. 2 FERNANDES,Letícia,MARIZ,Renata.OAB-RJvaipedircassaçãodeBolsonaropordeclaraçãopolêmica.OGlobo, RiodeJaneiro,20abr2016.País,p.10. Já disseram que o PSDB é o PT de gravata. Seria o Senhor Fernando Henrique Cardoso o Lula de gravata? Em 1964, o povo foi às ruas, e as ForçasArmadas,honestamente, sensibilizadas pelo clamor social,prontamente,depuseram um governo corrupto e subversivoerecolocaramoPaís nos trilhos, poupando grande sacrifício e sofrimento aos brasileiros. CLUBE DE AERONÁUTICA * Luís Mauro Ferreira Gomes * Coronel-Aviador, Presidente da Academia Brasileira de Defesa, Vice-Presidente do Clube de Aeronáutica e do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos e Membro Efetivo do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil. ENTRE 1964 E 2016, O QUE MUDOU? IMPORTANTE 1 Parece que mesmo advogados, suposta mente dotados de algum saber jurídico, ignoram – pelo menos quando não se trata de comunistas ou de outros esquerdistas assemelhados – que, no Brasil, por manda- mento constitucional, entre outras coisas, “os Deputados e os Senado- res são invioláveis, civil e pe- nalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”. Quando dissemos “com espanto”, por certo, simples- mente usamos uma figura de retórica, pois não poderíamos esperar outra coisa de insti- tuiçõescomoaOAB-RJ,cujos sectarismo, parcialidade e fal- ta de compromisso com a ver- dade são tradicionalmente conhecidos e nada mudaram com a saída do atrabiliário senhor Wadih Damous de sua presidência. Por outro lado, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso perdeu mais uma oportunidade de ficar calado, ao referir- se ao voto do Deputado Jair Bolsonaro na sessão de julgamento da admissibilidade do impeachment da presidente Dilma Rous- seff. Na ocasião, o Deputado enalteceu, entre outras pessoas e Instituições, o Coro- nel Carlos Alberto Brilhante Ustra, o que serviu de pretexto para os comentários fu- riosos. Disse o ex-presidente, em nota di- vulgada em uma rede social, que “é inacei- tável que tantos anos após a Constituição de 1988 ainda haja alguém com a ousadia de defender a tortura e, pior, elogiar conhecido torturador. O PSDB precisa repudiar com clareza essas afirmações, que representam uma ofensa aos cidadãos do país e, muito especialmente, aos que sofreram torturas”2 . Justamente, ele que é um dos grandes res- ponsáveis pela tragédia que vivemos. Em seu governo, foram lançadas as bases, de- pois aproveitadas pelos governos petistas, 2 Lemos com espanto a notícia de que Conselho Seccional do Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil e a Procuradoria Geral da República pensam em cassar o mandato do Deputado Jair Bolsonaro pelo que disse ao proferir um voto no plenário da Câmara dos Deputados1 . felizmente em seus últimos estertores, para nos levar ao caos político, econômico e social, em seu caminho para a implantação de uma bolorenta ditadura de esquerda no País. Mais uma vez, ajudou os petistas ao sepultar a ideia de im- peachment do então pre- sidenteLuisInácio,quan- do, no auge do mensalão, optou por “deixá-lo san- grar até as eleições de 2006”, com o mal disfar- çado objetivo de eleger José Serra. Naatualcrise,mais uma vez procurou dar uma “mãozinha” ao PT, manifestando-se siste- maticamente contra o Impeachment da Presidente Dilma Rousseff, aparentemente, sem se incomodar com o constrangimento causado ao Senador Aécio Neves, que o defendia, quem sabe, para, mais uma vez, favorecer o Senador José Serra. Somente, quando tudo indicava ser o impeachment irreversível, mudou de posição e passou a defendê-lo também. Já disseram que o PSDB é o PT de gravata. Seria o Senhor Fernando Henrique Cardoso o Lula de gravata? O que tais entidades e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso deveriam ter repudiado era as homenagens feitas por ou- tros deputados a Carlos Marighella, Carlos Lamarca, Luiz Carlos Prestes e a outros terroristas, na mesma sessão da Câmara, já referida. Aliás, o Deputado Bolsonaro não fez apologia à tortura. Simplesmente reagiu à apologia que alguns deputados, estes sim, fizeram ao terrorismo. Agiu como represen- tante de grande número de cidadãos brasi- leiros, honestos e patriotas, que não rou- bam, não desviam dinheiro, não recebem “pixulecos”, e não vão pedir socorro a orga- nismos internacio- nais para resolver os nossos problemas internos, mas são capazes de percebe- ram que o Coronel Carlos Alberto Bri- lhante Ustra é ino- cente dos crimes que, caluniosamen- te, lhe imputam, ten- do-se tornado mais uma vítima, talvez a maisemblemática,da vingança covarde dos derrotados de 1964, sob o olhar passivo de muitos que o deveriam defender, mas se omitem. Eles são covardes, mas parece que a nossa prudência tem sido maior do que a covardia deles. Não obstante, dessa crise política po- demos tirar uma conclusão óbvia: de 1964 para cá, apenas mudaram alguns atores e a velocidade dos acontecimentos. O enredo é semelhante. Em 1964, o povo foi às ruas, e as For- ças Armadas, honestamente, sensibiliza- das pelo clamor social, prontamente, depu- seram um governo corrupto e subversivo e recolocaram o País nos trilhos, poupando grande sacrifício e sofrimento aos brasilei- ros. Em 2016, o povo voltou às ruas, mas os militares, hostilizados, injustiçados, agre- didos e acuados pelos mesmos grupos que atuavam destrutivamente há meio século, preferiram permanecer como observadores atentos, deixando para os políticos da opo- sição (alguns deles estavam no governo por conveniência) a tarefa de impor or- dem ao caos, e estes, sensíveis ao clamor social, cada um por sua motivação, estão em vias de depor um governo corrupto e subversivo, pelo processo de impeachment, depois de muitas idas e vindas desespe- radoras. Isso mostra que as Forças Armadas estavam certas em 1964, por terem feito, en- tão, o que agora, em idênticas condições, há mais de um ano, desta vez os políticos, pro- curam novamente fazer. Se, porém, a Nação prefere o caminho sofrido dessa “via crucis”, que seja assim, mas que se não atirem pedras nos militares por terem feito, com muito maior rapidez e eficiência, o que “as Instituições” estão tentando fazer, por outras vias, com grande sacrifício e enorme risco para a Nação Chega de hipocrisia! E ainda cuspiu no Deputado Bolsonaro E continua matando LULA QUER EXÉRCITO DO MST NAS RUAS JEAN VESTE CHE GUEVARA (QUE MATAVA E TORTURAVA OPOSITORES E GAYS). DILMA E FIDEL (QUE MATOU MILHARES NA REVOLUÇÃO CUBANA). "...em memória do Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra" E mais CUT, UNE, MST, MTST, PSOL, PCdoB, Bolivarianos
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    8Nº 226 -Abril/2016 14 DIADOEXÉRCITO DEZENOVE DE ABRIL DE 1648DEZENOVE DE ABRIL DE 1648DEZENOVE DE ABRIL DE 1648DEZENOVE DE ABRIL DE 1648DEZENOVE DE ABRIL DE 1648 Arraial do Bom Jesus, Recife/Pernambuco anos já passados dos heróicos embates dos Montes Guararapes, em terras pernambucanas. Potências mundiais da época procuravam o domínio da nossa importante riqueza açucareira. Forças holandesas ocupavam desde 1630, grande extensão territorial no nordeste brasileiro. Um grupo de homens da terra decidiu romper com a exploração. Apesar de equipados de forma primitiva, com arcos, fle- chas, tacapes, espadas e bacamartes, carregavam no peito a mais eficaz de todas as armas: o amor pátrio ferido. Nos Montes Guararapes a bravura, a inteligência e os ardís dos patriotas venceram as pesa- das couraças e armas modernas do invasor, atraído a armadilhas fa- tais. Foi uma jornada plena de sim- bolismo. Índios, brancos, negros e mestiços se uniam pela primeira vez na defesa da nacionalidade e da Pá- tria, e a palavra Pátria era aplicada para referir-se ao Brasil. Prodígio de criatividade, ousadia e bravura, a 1ª Batalha dos Guararapes é maisdoqueummemorávelfeito.Équan- do são assentadas as raízes da Naciona- lidade Brasileira, miscigenada pela integração das três raças, representadas pelos brancos João Fernandes Vieira e Vidal de Negreiros, pelo negro Henrique Dias e pelo filho da terra, o índio Felipe Camarão, impulsionados pelo mesmo ideal, unidos por uma aspiração comum, um desejo coletivo, um interesse único, fazendo surgir uma nação em armas. Um Exército em ação. O Exército Brasileiro! Desde então o nosso Exército marcha irmanado à Nação, agindo sempre conforme seus anseios, participando dos momentos mais importantes da História do Brasil, garan- tindo os poderes constituídos, a lei e a ordem, e tornando-se, com isso, fator de equilíbrio e tranqüilidade para a comunidade brasileira. Foi assim que este País se manteve unido e indivisível, pelos feitos de seu Exército, na Revolução Farroupilha, na Cisplatina, na guerra contra o Paraguai, graças ao seu Patrono, o Duque de Caxias e nas lutas da Independência no 1º e 2º Reinados. Repudiou, combateu e venceu doutrinas contrárias à democracia por três vezes: em novembro de 1935 na Intentona Comunista, em 31 de março de 1964 e no primeiro lustro dos anos 70, combatendo a guerrilha urbana e rural. Integrou, com honra e destaque as forças aliadas na 2ª Grande Guerra e em diversas missões de paz em vá- rias regiões do mundo. E no limiar des- te século, continua atento para impe- dir, a qualquer custo, a instalação de um governo "socialista" apoiado pelo FSP - Fórum de São Paulo, em nosso país. Também está presente em Mi- nas, na construção da história e na formação da nacionalidade brasileira, desde os tempos das “Minas de Ou- ro”. Na expedição de 1711, quando o Capitão-General Antônio Albuquer- que Coelho de Carvalho marchou a partir de Vila Rica, com 6 mil homens, para expulsar os franceses do Rio de Janeiro; na Revolta de Vila Rica de Felipe Camarão Duque de Caxias A Marcha da Família com Deus pela Liberdade ORDEM DO DIA DO INCONFIDÊNCIA Desde os idos de 2004, publicamos a Ordem do Dia do Inconfidência alusiva ao DiadoExército.Iniciamos adivulgá-lanoInconfidêncianº67de30deabrilde2004eafomos aperfeiçoando e ilustrando até chegar a esta. Desde então, temos recebido inúmeros cumprimentos elogiando-a, propondo-nos que deveria ser publicada pelo CCOMSEX e adotada definitivamente pelo Exército, por estar ali o resumo da verdadeira História Militar e do Brasil. No entanto, jamais nosdispusemosafazê-lo,poisnãoentendemosquenoscaberiaessainiciativa.Noanopassado,logo após o general Villas Bôas haver assumido o Comando do Exército, o então general comandante da 4ª Região Militar, solicitou a este Editor que ao comandante do EB fosse concedido um tempo de atuação e nada comentasse que pudesse afetar o seu Comando. Disse a ele que nosso jornal só escreve verdades, nada mais do que verdades, devidamente comprovadas. Já fomos ameaçados por três vezes de sermos processados – por um senador, uma deputada e uma entidade de classe, mas infelizmente nenhum deles se concretizou. Uma pena! ApóstomarconhecimentodaOrdemdoDia,doDiadoExército,em2015, aceitamo-laapesar de não concordarmos com sua narrativa, mas este ano, com todo respeito, e repetindo as várias manifestaçõesrecebidasdecompanheiros,daReservaedaAtiva,nãopodemosficarsilentes!Não hácomoapagaraúnicaeverdadeiraHistóriaPátria.AtraiçãoeaagressãoperpetradascontraoBrasil e suas Forças Armadas, em novembro de 1935, pelo partido comunista internacional, fazem parte danossaHistóriaenãopodem,em hipótesealguma,seremolvidadas!Comotambém,oMovimento Cívico-Militarde31demarçode1964eaguerrilhadoAraguaia,promovidapeloPCdoB,episódios vencidos com o sacrifício e a competência dos integrantes de nossas Forças Armadas. A Ordem do Dia do Exército deste ano procura recordá-los, porém de uma forma um tanto quanto genérica, ao salientar ... "é feito democrático que combateu os totalitarismos do século XX". Por que não enunciá-los por inteiro? São fatos que ocorreram e estão registrados nas páginas dos nossos arquivoscastrensesejornaisdasépocasemqueaconteceram:Intentona,31demarço,guerrilhasrural e urbana, atentados, terrorismo, Foro de São Paulo! Pensamos que não o fazendo, poderemos leva- los ao esquecimento pelas novas gerações, atitude que não nos engrandece! "Esse é o Exército Brasileiro que nos dias de hoje não se deixa abater pelas dificuldades materiais impostas pelas restrições orçamentárias e salários defasados, que não condizem com a nobreza da pro- fissão".Sim,masháquantotempoistovemacontecendo?Semdúvidadesdemuitoantesdacriação doMinistériodaDefesa,em1999,comtodososindíciosqueindicamumavontadesibilina detentar desmotivar e diminuir o potencial reativo das nossas Forças Armadas. Afinal, são elas o último baluarte em defesa da democracia de que dispõe o nosso Brasil, obstáculo que vem impedindo que o socialismo venha a se implantar em solo pátrio desde 1935 e que insiste em não desistir, haja vista 1964, seus desdobramentos, e agora a insidiosa atuação do Foro de São Paulo. 1720; na Revolta Liberal de 1842, com a ação pacificadora de Caxias na batalha de Santa Luzia; na participação minei- ra na heróica Retirada da Laguna em 1867; na 2ª Guerra Mundial com o 11º Regimento de Infantaria, Regimen- to Tiradentes, de São João Del Rei; e no Movimento Democrático de 1964, atendendo aos anseios da mídia, da população mineira e da sociedade brasileira. Temos certeza de que os ver- dadeiros brasileiros se orgulham da instituição mais antiga, mais pre- sente e com a maior credibilidade no território nacional: O EXÉRCITO BRASILEIRO!!! Honras fúnebres aos mortos da Intentona Comunista de 1935 COMENTÁRIO SOBRE A ORDEM DO DIA DO COMANDANTE DO EXÉRCITO 368
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    Nº 226 -Abril/2016 15 No mês em que comemoramos o Dia do Exército - dia 19 de Abril - o Inconfidência tem o orgulho de apresen- tar aos brasileiros este movimento sinfô- nico, de autoria do compositor mineiro Cláudio Moller de Freitas, que teve como inspiração a cena retratada no quadro “A Batalha dos Guararapes”, do famoso pin- tor brasileiro Victor Meirelles, obra que é acervo permanente do Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro. A composição intitulada “Três Quadros de Victor Meirelles”, foi estreada em 15 de novem- bro de 2014, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, pela Orquestra Sinfônica Bra- sileira, sob a batuta do Maestro Roberto Minczuk, e é complementada pelos movi- mentos “Passagem de Humaitá” e “Moe- ma”.Ocompositor,maisumavez,demons- tra seu compromisso com o resgate da História e da Cultura Brasileira, dedica- ção latente e constante na sua obra sin- fônica,comovista,porexemplo,nopoema sinfônico “Gonzaga ou A Re- voluçãodeMinas”,sobretexto de Antônio de Castro Alves. Trata-se de uma peça de pequena duração no seu tempo de execução, porém muito expressiva na sua con- cepção, uma vez que procura reproduzir sob a forma sono- ra, a atmosfera rude e dramá- tica daquele combate travado naquela parte do território na- A BATALHA DOS GUARARAPES Movimento Sinfônico * Cláudio de Freitas VICTOR MEIRELLES: Batalha dos Guararapes, 1879 - Óleo sobre tela, 494,5 x 923 cm Rio de Janeiro, Museu Nacional de Belas Artes Cláudio de Freitas e os músicos da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais NOSSO COMENTÁRIO Esta matéria surgiu de uma idéia enviada pelo nosso colaborador Cel Carlos de Souza Scheliga que, circunstancialmente, esteve presente no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no dia 15 de novembro de 2014, quando o Movimento Sinfônico “ A Batalha dos Guararapes” foi executado pela primeira vez, no contexto da grande obra musical intitulada “Três Quadros de Victor Meirelles”, peça sinfônica que procura reproduzir , através de acordes sonoros, três episódios de nossa História Militar e Literária, retratados pela genealidade do consagrado pintor brasileiro. Sensibilizado pelo significado histórico que esse Movimento Sinfônico poderia acrescentar às comemorações que anualmente nosso Exército já realiza no dia 19 de Abril, no quadro das celebrações do Dia do Exército, ele nos sugeriu divulgá-lo pelo Inconfidência, de modo torná-lo amplamente conhe- cido pelo nosso público militar e civil, em razão das dimensões histórica e patriótica que sua execução poderá trazer para a memória cívica nacional e para o acervo musical da nossa Instituição. Assim, é com imenso prazer que registramos nossos agradecimentos ao Cel Scheliga pela iniciativa e, principalmente, ao compositor Cláudio de Freitas, pelas prestimosas colaborações prestadas ao nosso jornal e ao Exército Brasileiro! * B.M. (The Harid Conservatory); M.A. (ECA-USP) - Contemporary Classical Music Composer - Bassoon Instructor at esmu.uemg.br - Listen to me at soundcloud.com/claudio-de-freitas cional, em 1648, contra os holandeses, e queveioaseconstituirnaprimeiramanifes- tação cívica de nossa gente (índios, bran- cos,negrosemestiços),emdefesadasobe- rania do nosso território, um fato histórico que se constituiu na verdadeira raiz do surgimento do nosso Exército Brasileiro. Ao tomar a decisão de difundi-la ao nosso público leitor, por meio da Internet (site do Grupo Inconfidência), o Inconfi- dência, além de prestar uma homenagem ao nosso Exército, procura também pres- tigiar a obra de um patriota brasileiro que se sensibilizou com o esforço dispendido por aqueles heróis anônimos que se en- volveram naquele episódio memorável que ocorreu há 368 anos atrás. É importante esclarecer que a obra que ouvirão não tem a linha melódica dos grandes compositores clássicos dos sécu- los XVIII e XIX. A sonoridade que ela apresenta é rústica, e, até certo ponto, in- compreensível para os ouvintes, uma vez que procura reproduzir, através de uma vigorosa orquestração, a dramaticidadedaqueleentrevero sangrento onde predominaram as lutas corpo a corpo e a cavalo, com um armamento primitivo e altamente letal. Para senti-la na sua verdadeira dimensão, basta fechar os olhos e procurar deslo- car-se no tempo e inserir-se na- quela epopeia que nos garantiu a sobrevivência como nação. É uma peça que poderia (de- veria?) ser incluí- da no repertório da Banda Sinfôni- cadoExércitopara ser executada por ocasião das comemorações do Dia do Exército,emoutrascerimôniasmilitarese até mesmo em concertos públicos duran- te a Semana da Pátria. O próprio compo- sitor, cidadão brasileiro orgulhoso de sua História e Instituições, já demonstrou seu interesse em adaptar sua obra para estes fins, numa versão da composição para a Banda Sinfônica do Exército. Tal fato enobreceria nosso Solda- do e nos faria lembrar aquele episódio épico da nossa gente. (Paraouvi-la,acesseolink: https://soundcloud.com/ claudio-de-freitas/batalha-dos-guararapes) BERÇO DA NACIONALIDADE E DO EXÉRCITO BRASILEIROBERÇO DA NACIONALIDADE E DO EXÉRCITO BRASILEIRO Victor Meirelles
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    8Nº 226 -Abril/2016 16 EDIÇÃO HISTÓRICA DO 52º ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO Como fazemos anualmente desde março de 2004, editamos pela 12ª vez esta Edição Histórica. Foram impressos somente 8 mil exem- plares (5 mil em papel jornal pelo Grupo Inconfidência e 3 mil em papel AP por este Editor) com 32 páginas, sendo 4 a cores e endereçados às principais Escolas do Exér- cito, aos nossos associados, assinantes e a TODAS as organizações militares, desde os Tiros de Guerra e Pelotões de Fronteira até o Alto Comando. Tudo começou nos idos de 2000, quando no número 29 de abril, foram publicadas algumas notícias sobre esse movimento patriótico. Até que, por ocasião da comemoração do 40º aniversário da Revolução de 31 de março de 1964, edi- tamos a 1ª Edição Histórica (nº 66 de 31 de março de 2004) com 28 páginas, alcançando um sucesso jamais esperado. E prosseguimos... . Bons tempos aque- les quando tínhamos o apoio financeiro da FHE/Poupex proporcionado pelo seu então presidente, o general-de-Exército Clovis Jacy Burmann, já falecido. Quando editávamos 20/25 mil exem- plares que eram retirados da gráfica, sob nossa supervisão, pelo então DEP, hoje DECEX, transportados para o Rio de Janei- ro e distribuídos para as escolas de forma- ção, especialização, aperfeiçoamento e de Altos Estudos, e ainda, para todos os Colé- gios Militares e CPOR/NPOR. Este ano, o presidente do Grupo In- confidência, coronel Reynaldo De Biasi fez a seguinte distribuição: AMAN - (Resende/ RJ)1850 exemplares; EsSA -(Três Co- rações/MG) 730; Escola Preparatória deCadetes(Campinas/SP)560;EsAO- (Rio) 540; ECEME(Rio) - 400; EsASA - Escola de Aperfeiçoamento de Sar- gentos (Cruz Alta/RS) - 300; EsFCEx - Escola de Formação Complementar (Salvador/BA) - 210; CPOR/CMBH (Belo Horizonte) - 160; e Fundação Osório(RiodeJaneiro)-70,totalizando 4.770 jornais, ficando outras escolas, ColégiosMilitareseCPOR/NPORsem os receber, mas podendo acessá-lo pela internet em nossos sites; www.grupoinconfidencia.com.br e www.jornalinconfidencia.com.br e ainda para as OM de Belo Horizonte, 1º Esquadrão de Cavalaria Leve, Co- mando Militar do Sul, Comando Mili- tar da Amazônia, Círculo Monárquico, Clube de Aeronáutica, Lions Club, Divisão Encouraçada/Santa Maria, GBOEx, Casa da FEB, Deputado Jair Bolsonaro, Círculo Militar/BH, Clube de Subtenentes e Sargentos do Exército/ BH, ASMIR/Três Corações, Polícia Mili- tar de Minas Gerais, Tribunal de Justiça de Minas Gerais, DECEx, AMIGA, Adesg/ MG, Faculdades e Escolas de Belo Hori- zonte, representantes em Curitiba, Uruguaiana, Ouro Preto e Brasília. Julgamos, que os custos das nossas três edições históricas anuais: 31 de março, Duque de Caxias e Intentona Comunista, poderiam ser assumidos após a saída de Dilma, do governo, pelo Comando do Exér- cito/DECEX de acordo com opiniões e mensagens recebidas e ainda por não visarmos qualquer lucro, somente divul- gar a verdadeira História Militar e do Brasil. DILMA ROUSSEF COMETE CRIME DE RESPONSABILIDADE NO EXTERIOR Lamentavelmente Dil- ma comete crime de responsabilidade, previs- to no Art 85 da Constitui- ção Federal, principal- mente no tocante à Segu- rança interna do país. A. UNASUL é o braço armado do FORO DE SÃO PAULO (grupo criado por Fidel e Lula paraimplantarocomunis- mo na América Latina). Engloba Forças Arma- das, Paramilitares, Mi- lícias, Coletivos, Movi- mento dos Sem Terra, Sem Teto, FARCs e Grupos Sociais simpatizantes, dentre outros . Envolve di- versos países dentre eles: Cuba, Venezuela, Nicarágua, El Salvador, Honduras, Equador, Peru, Bolívia, Uruguai e Argentina. TCU PARALISA REFORMA AGRÁRIA APÓS IDENTIFICAR 578 MIL BENEFICIÁRIOS IRREGULARES NO PROGRAMA DO INCRA! Enquanto trabalhadores rurais passam muito tempo esperando por um lote, em- presários, autoridades públicas e até gente morta receberam áreas do governo, sem gastar um tostão. Esse é o tipo de gente que está sendo levada, ao Palácio do Planalto, para aplaudir Dilma Rousseff. E, ameaçar inva- dir propriedades priva- das e gabinetes de De- putados, caso o impeachment seja apro- vado. O MST ameaça instaurar o terror, para não perder os seus "pri- vilégios roubados", para apoiar o desgoverno da psicopata e incompeten- te presidente Dilma. Milhares de beneficiários têm car- gos públicos, o que é proibido por lei. Foramencontradosainda61milempresá- rios contemplados pelo Incra e 1.017 po- líticos que, criminosamente receberam lotes do Programa, cujo nomes não foram ainda divulgados. Claro que essa gente – que nem sabe como se planta feijão ou mandioca – não quer perder os privilégios das falcatruas da farsa de reforma agrária, modelo Dilma! Extratos: Jornal Zero Hora, de 07 de abril - Laurolves/Agência RBS/Folhapress
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    Nº 226 -Abril/2016 17 1) Estabelecimento da ordem e da autoridade; 2) criação de 13 milhões de em- pregos; Petrobrás aumentou de 75 para 750 mil barris diários; Crescimento do PIB de 14%; Construção de 4 Portos e Recupera- ção de outros 20; Cri- ação da Eletrobrás – Implantação do Pro- grama Nuclear; Cria- ção da Nuclebrás e subsidiárias; Criação da Embratel e Tele- brás; Construção das Usinas Angra I e II; Desenvolvimento da Indústria Aeronáuti- ca e Naval – em 1971 o Brasil foi o 2º. Mai- or construtor de navios do mundo; Frota Mercante de 12 para 4 milhões de TDW; Implantação do Proálcool, em 1976 e já em 1982, 95% dos automóveis no país rodavam a álcool; Construção das maiores Hidrelétri- cas do mundo: Tucurui, Ilha Solteira, Jupiá e Itaipú, Paulo Afonso, Itubiana; São Simão; Foz da Areia, Itá; Maribondo; Salto Santia- go; Furnas; Machadinho; Salto Ozório; Boa Esperança;realizouextraordinárioincremen- to das exportações que cresceram de 1 e meio bilhões de dólares para 37 bilhões; Rede de Rodovias asfaltadas passou de para 45 mil de quilômetros; Redução da in- flação galopante com correção monetária, sem controle de preços e sem massacre ao funcionalismo; Fomento e financiamento daPesquisa:CNPQ,FINEPE,eCAPES;Au- mento dos Cursos de Mestrado e Doutora- do; INPS, IAPAS, LBA, FUNABEM; Cria- çãodoFUNRURAL;APREVIDENCIAAOS HOMENS DO CAMPO; Criação do Progra- ma de Merenda Escolar e Alimentação do Trabalhador – Criação do FGTS, PIS, PA- SEPE; Criação da Embrapa (70 milhões de toneladas de grãos); Duplicação da Rodo- via Juiz de Fora e da Via Dutra; Criação da IBTU; Implementação dos Metrôs de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Reci- fe e Fortaleza; Criação da INFRARO; Cria- A REVOLUÇÃO DE 31 DE MARÇO DE 1964* Anchieta Mendes É bom relembrar, neste 31 de Março de 2016, o que ele significou para o Brasil. Os leitores mais idosos, que viveram o período dos governos militares são concitados a estabelecer comparação diante do descalabro, da crise institucional e moral que se alastra pelo país.Vamos ao trabalho dos Militares. O QUE ELES FIZERAM? ção da Polícia e da Justiça Federal; Promul- gação do Estatuto da Terra, com o início da Reforma Agrária Pacífica; Códigos Tributá- rio e de Mineração; Criação do IBDF; Zona Franca de Manaus; Conselho de Poluição Ambiental; Estatuto do Magistério Supe- rior; INDA –Institu- to de Desenvolvi- mento Agrário; Cria- ção do Banco Cen- tral; BNH –Banco de Habitação; Constru- ção de 4 milhões de moradias; Regula- mentação do 13º. Sa- lário;ReformaAdmi- nistrativa, Agrária, Bancária, Habitacional, Política e Universi- tária; Crescimento de Rede Ferroviária de 3 para 11 mil quilômetros; Matrículas do Ensino Superior de 100.000 em 1964 para 1 milhão e trezentos milhões em 1981; Estabelecimentos de Assistência Médi- co-Hospitalar de 6 para 28 mil; Crédito Educativo, Projeto Rondon, Mobral, Construção da Ponte Rio/Niterói, Rodo- via Rio/Santos (BR 101). (www.youtube.com/watch) A Revolução cometeu equívocos, cer- tamente. Nem tanto, como apontam os seus críticos mordazes. Entrementes, o mais im- portante da sua preocupação foi o estabe- lecimento da ordem, da disciplina, da se- riedade, da ética, da Segurança, da Educa- ção decente e da Saúde respeitada. E nenhum General ficou rico. Pelo contrário. Todos deixaram apenas à na- ção o belo exemplo, inclusive aos políti- cos sem ética que destroem a Pátria e se apelidam, infelizmente, como pais dos pobres e donos da VERDADE. Publicado no Diário do Povo / Maceió de 27/03 * Juiz Aposentado, Escritor e Membro do IHGGP e da APAL jamol@globo.com UM ROTEIRO ELETRIZANTE Ahistória do PT dá pra escrever um roteiro policial eletrizante! Tem de tudo! Começa com o pessoal dos sequestros (vide Gabeira e outros), dos assaltos a bancos, depois pega-se um sindicalista e fundam um partido, e quando chegam ao poder municipal começa um enredo de intenso suspense com as empresas de coleta de lixo; Tem chantagem, tem mortes e assassinatos misteriosos (além de Celso Daniel, 8 testemunhas morreram mis- teriosamente), tem auto-exílio (o irmão de Celso Daniel saiu do país com medo de ser as- sassinado). Tem compra de apoios, contas secretas no exterior, “namoradas” em viagens clandestinas no avião presidencial, tem julgamentos pela TV, tem fugas espetaculares para o exterior com passaporte de irmão morto (Pizzolato), tem apartamentos tríplex ganhos de empreiteiras, tem cômodos secretos que se abrem só por controle remoto em apartamentos de diretores de grandes estatais (Paulo Duque), lotados de documentos “confidenciais” e obras de arte recebidas como pagamento de propina, tem campanhas de presidente finan- ciadas com dinheiro vindo de contas secretas na Suíça, tem viagens em jatinhos pagos por empreiteiras, tem lobby de ex-presidente, tem ameaças feitas a empresários presos, tem mensagens de celular sendo descriptografadas. Tem também silêncios comprados, silên- cios amedrontados, acobertamento e proteção de “testemunhas”. E tem mulheres à beira de um ataque de nervos! E na cena final, no clímax, a resposta à pergunta que permeia todo o filme e não queria calar: quando seria publicamente desmascarado aquele que todos já conheci- am, aquele que se tornou o capo di tutti capi, o Pai da facção? Cel Léo Cinelli Porto Alegre, 22 de abril de 2016 SENHOR JORNALISTA DAVID COIMBRA Diariamente, começo a leitura de ZERO HORA por sua coluna. Afirmo-lhe que, na maioria das vezes, concordo com suas ponderadas e lúcidas posições políticas. Julgo-o um convicto defensor do regime democrático, postura que, com certeza, con- solidou depois da experiência de viver no país que, sem ser perfeito, serviu e serve ainda de modelo para o mundo civilizado. Essa mesma postura, sempre foi e continuará sendo a posição do EXÉRCITO BRASILEIRO e dos seus integrantes. Confesso-lhe, entretanto, que fiquei surpreso e indignado com a violência de suas palavras, na coluna publicada, na edição de 21 de abril, narrando, com uma “CERTEZA, no mínimo DISCUTÍVEL”, procedimentos atribuídos ao falecido Coronel CARLOS ALBERTO BRILHANTE USTRA que, durante três anos e meio e em período conturbado da nacionalidade, recebeu a difícil tarefa de chefiar o DOI/CODI do II° Exército. O bom soldado não escolhe ou regateia missões, principalmente quando elas tem por objeto a defesa do país de graves e inaceitáveis ameaças. No mencionado artigo, condenando o Deputado JAIR BOLSONARO, o senhor não trata, em nenhum momento, da dolorosa e permanente TORTURA em que vivem, até hoje, os pais do jovem Soldado MÁRIO KOZEL, sentinela do Comando do IIº Exército; da esposa e dos filhos do Capitão americano CHANDLER e dos familiares do Tenente PM ALBERTO MENDES (para ficar só nesses três casos); todos foram, co- vardemente assassinados, por indivíduos fanatizados por uma ideologia que, em todo o planeta, foi responsável pela tortura e o massacre de mais de cem milhões de pessoas. Que motivos levaram-no a essa lastimável e parcial omissão? O senhor tem ideia do que é combater terroristas fanatizados, capazes de realizar operações de guerra de consequências imprevisíveis? Imagina, por acaso, a incerteza que assalta o combatente quando recebe a missão de enfrentar bandidos e facínoras, para os quais os fins justificavam os desprezíveis meios que utilizavam? Se o prezado jornalista desfruta, hoje, da indispensável e necessária liberdade de poder escrever seus artigos, muito deve àqueles soldados que expuseram suas vidas e a de seus familiares em momento grave da nacionalidade, em defesa de um futuro me- lhor para todos os brasileiros. Infelizmente, o plano utópico dos seus sonhos, onde manifesta livremen- te opiniões diárias, seguramente em ambiente confortável e refrigerado, é bem diferente do plano da REALIDADE, onde aqueles corajosos soldados, entre eles o CORONEL USTRA, enfrentavam as duras circunstâncias de uma guerra suja e sem quartel. Encerro minha missiva - esperando que reflita sobre o lastimável texto com que “brindou” os assinantes de Zero Hora - enviando-lhe, uma Carta da lavra do meu colega General R/1 LUIZ EDUARDO ROCHA PAIVA, que sintetiza o apreço, a consideração, o respeito e, com certeza, a opinião unânime de todos os camaradas que tiveram a ventura e a honra de conviver com o saudoso CORONEL BRILHANTE USTRA. Atenciosamente General CARLOS AUGUSTO FERNANDES DOS SANTOS Solicitamos a todos aqueles que estão recebendo o INCONFIDÊNCIA como cortesia, que concretizem a assinatura. Caso negativo, seremos obrigados a cancelar a postagem, tendo em vista a precária situação financeira do jornal. CORTESIAS Mais uma vez estamos enviando dois exemplares da mesma edição a fim de que um deles seja encaminhado a um parente, um amigo, um (a) professor (a), com o pedido para que também façam uma assinatura do INCONFIDÊNCIA. Ultimamente, temos recebido pouquíssimas novas assinaturas (mais de 90% são renovações) talvez porque muitos leitores recebam o jornal eletrôni- co, sem assiná-lo, o que não podemos controlar/evitar. Junto com este número 226, a Edição Extra nº 224 A, expedida eletroni- camente a 28 de março, agora impressa, em consideração àqueles assinantes que não possuem internet. PREZADOS ASSINANTESPREZADOS ASSINANTESPREZADOS ASSINANTESPREZADOS ASSINANTESPREZADOS ASSINANTES Usina Nuclear de Angra 1 e 2 OPINIÃO DO LEITOR VAMOS ENTÃO COMPARAR O ONTEM E O HOJE!
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    8Nº 226 -Abril/2016 18 52º ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO DEM niciando o ciclo de palestras de 2016, na noite de 31 de mar- ço, no Círculo Militar de Belo Horizonte, uma apresentação de depoimentos de militares e civis, que participaram ou que estiveram de alguma maneira ligados à Revolução de 31 de Março de 1964, que salvou o Brasil do Comunismo. Presentes,oGenExRômuloBiniPereira,GenDivAmaurySá Freire de Lima, Gen Bda Dickens Ferraz, Cel Ney Guimarães- Presidente do Círculo Militar de Belo Horizonte, Cel Ary Vieira Costa-representando o Lions Clube de Minas Gerais, Cel Reynaldo De Biasi Silva Rocha (foto) e Cel Carlos Claudio Miguez-respectivamente Presidente do Grupo Inconfidência e Editor do Jornal Inconfidência, Sra. Maria da Conceição Oliveira Campos, Assessora de Direito Público-representando o Círculo Monárquico de Minas Gerais, Cel Maurício Lucio Teixeira-representando o Presi- dente da Associação dos Oficiais da Reserva de Belo Horizonte, Engº Marcos Moretzsohn Renault Coelho-Presidente da ANVFEB/Seção Belo Horizonte, Cap Carlos Roberto Duarte-Presidente da ABEMIFA, Cel Rossi Vieira-Presidente da Associação dos Ex-Combatentes do Brasil/Seção Belo Horizonte, Professor Inácio Loiola Pereira Campos-Delegado da ADESG/MG, Engº Carlos Pina-Presidente da AREB/Seção Belo Horizonte e Suboficial José Fonseca Pinheiro-Presidente da Associação Beneficente dos Militares Inativos e Graduados da Aeronáutica., entre outras diversas autoridades. Dando início à solenidade, foi cantado o Hino Nacional, com grande entusiasmo. Em seguida, os depoentes foram convidados a expressar sua participação na Revolução que enaltecíamos. GENERAL DE EXÉRCITO RÔMULO BINI PEREIRA "Na manhã de 31 março partimos de Juiz de Fora, com determinação e coragem, para as margens do rio Paraibuna, na divisa de Minas Gerais com o estado do Rio de Janeiro. Era o início deste evento histórico no qual civis e militares, irmanados, participaram com a mesma chama de patriotis- mo, de amor à liberdade e na defesa da sociedade brasileira, ameaçada por doutrinas e ideologias espúrias." 2º Tenente do 10º RI na ocasião, evidenciou os antece- dentes do fato, simbolizados pelas ações do Movimento Comunista em curso de 1962 a 1964, mostrando o risco em que vivíamos na época, e a atitude corajosa das tropas mineiras sob o comando do valoroso Gen Div Olímpio Mourão Filho, Cmt 4ª RM/4ªDI, ao lançar-se em 31 de Março com ousadia numa ação de total incerteza, mas que foi decisiva para a vitória. Descreveu o acontecido na Ponte do Rio Paraibuna, situado na Rodovia União-Indústria, no limite entre Minas Gerais e Rio de Janeiro, com as dificuldades de coordenação iniciais, mas que foram superadas pela coesão da tropa, ávida em cumprir a missão. MONSENHOR PEDRO CAMILO TELLES Em 20 de agosto de 1964 viajei para Chicago, Estados Unidos, com bolsa da Fundação Fullbright para curso de litera- tura americana na Loyola University. Em março daquele ano lecionava Exegese Bíblica no seminário maior São José, em Ma- riana, onde nos anos anteriores lecionaram o padre Lage e o Pa- dre Josaphat, depois frei Carlos Josaphat, O.P. (dominicano, fun- dador do jornal Brasil Urgente).Os referidos professores tinha sido afastados do seminário no ano anterior, a pedido do arce- bispo Dom Helvécio Gomes de Oliveira. Nos primeiros dias de março me encontrei com o antigo professor, Padre Lage, em Belo Horizonte, o qual me disse: “Terra, está hora de pegar em armas!” De 1964 até agosto de 1965 estive em Chicago e, no semestre seguinte, até fevereiro de 1966 estagiei em Roma e em Bonn, Alemanha (cursos específicos de exegese bíblica). Em março de 1966 reassumi minha cadeira no Seminário maior em Mariana. Encontrei o corpo discente muito agitado, comportamento diferente do esperado,fato que ocasionou o fechamen- to do Seminário no dia nove de setembro daquele ano e substituição de quase todo o corpo docente, os padres Lazaristas, em número de 14. Como professor catedrático e membro do Cabido tinha estabilidade, mas, espontaneamente solicitei transferência para o Instituto de Filosofia e Teologia da PUC, onde já vinha lecionando nos anos anteriores. Foi Capelão Militar da Guarnição de Belo Horizonte durante 35 anos. ADVOGADO ELIAS SAADE Provavelmente, o honroso convite para as comemorações do aniversário da revolução de 1964, originou-se de modesto parecer ju- rídico que assinei sobre os efeito da “Lei de Anistia” , tão deturpada por muitos juristas. Na época, ainda residia no antigo Estado da Gua- nabara, governado pelo inesquecível Carlos Lacerda, muito lembra- do pela ferrenha oposição ao presidente João Goulart, quando em verdade sua administração modernizou a antiga capital, mesmo com a odiosa perseguição que sofria do governo federal. E, o registro que hoje faço, tem como serventia mostrar um testemunho ocular de fatos ocultados pelos livros e professores de história,que se utilizam de um maniqueísmo tupiniquim, em que os comunistas eram heróis, e os que os combatiam seriam bandidos. Aliás, recentemente no caderno de cultura do jornal “ O Globo” , havia uma “re- senha” de um livro de uma professora da UFRJ, afirmando que não houve uma “Intentona Comunista”, e sim uma “Intentona militar”.Voltando ao tema de meu testemunho, afirmo que o Estado da Guanabara vivia um autêntico “Estado de Sítio”, em que a perseguição do governo federal, direta e indiretamente, infernizava o dia a dia dos cariocas. Um patético exemplo, foi a da proibição pelo governador Brizola de o Rio Grande do Sul, como maior produtor de arroz e feijão “exportar” aqueles alimentos básicos para o Estado da Guanabara, em razão de que, todas as semanas as famílias se deslocavam para o antigo Estado do Rio de Janeiro, ou até mesmo São Paulo, para adquirir aqueles produtos.A CTB(Cia Telefônica Brasileira), quase não instalava linhas telefônicas ,e as greves pipocavam por todos os lados. Estudava na Praça da República, perto da Central do Brasil, local em que ocorreu o tristemente famoso “Comício,” (por ironia, ao lado do prédio do antigo “ Ministério da Guerra”), ao qual assisti, e fui para casa com a nítida sensação de que João Goulart” em poucos dias iria implantar uma ditadura comunista .Aliás, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em depoimento a um jornal paulista, afirmou que participou daquele “comício”, e voltando de trem para São Paulo, ao lado de seu mentor intelectual Florestan Fernandes, estava muito entusiasmado, quando ouviu dele a seguinte frase: “passamos da conta !”, Quando afirmo, que estava próximo um “golpe” , é porque um parente que servia na Marinha, assustado com o ambiente, pediu uma “licença”, com a certeza de que os ma- rinheiros iriam invadir o Palácio Guanabara e prender Carlos Lacerda. Ou seja, a Revolução de 1964, impediu a implantação de uma ditadura comunista. CORONEL ARY VIEIRA COSTA Em 31 de março de 1964 eu era Cadete do Curso de Cavalaria da AMAN. Portanto, fui testemunha viva de fatos importantes na vida de nosso país. O Comandante da AMAN era o então Gen de Bda Emí- lio Garrastasu Médici. A situação política do país era caótica. As FFAA estavam divididas quanto a decisão de retirar do governo, o presi- dente João Goulart. A principal conspiração contra o governo, partiu de Minas Ge- rais nas pessoas do governador Magalhães Pinto e do General Mou- rão Filho, Cmt da 4ª RM. As tropas de São Paulo e Minas Gerais marcharam contra as tropas do Rio de Janeiro que estava favorável ao governo. Em todos os momentos críticos, sempre surge um herói e nesse momento crucial de nossa história, surgiu o grande estrategista militar, o Gen Mé- dici, com a decisão sábia e corajosa de manejar os Cadetes como peça de manobra. O local previsto para o encontro dessa tropas era a região de Barra Mansa. Seria uma grande carnificina, onde o nome do Exército Brasileiro seria manchado de sangue, com funestas consequências para as gerações futuras. O General Médici ordenou o deslocamento dos Cadetes a comando do oficiais ins- trutores, armados com o mais moderno armamento e equipamento da época, para tomar po- sição de combate na região de Barra Mansa, com as armas apontadas para o Rio de Janeiro. Tanto os Oficiais e Praças do I Ex (Rio de Ja- neiro) quanto os do IIEx (São Paulo) e da 4ª RM (Minas Gerais) tinham filhos Cadetes. Que pai atira para matar o seu próprio filho? Nenhum! Nesse momento, o Gen Âncora, Comandante das tropas do Rio de Janeiro, estendeu a bandeira branca e se rendeu. A seguir, o Gen Médici recebeu em seu gabinete,oGenÂncora(CmtIEx)eoGenKruel (Cmt II Ex) e os três decidiram em poucos mi- nutos acabar com o governo de João Goulart, e livrar o país do comunismo, iniciando um pe- ríodo de paz e tranquilidade, onde o país atin- giu níveis de crescimento invejáveis e que o povo se sentiu seguro e protegido. Flagrante da histórica reunião entre o General Kruel e o General Moraes Âncora, último ministro da Guerra de Jango I
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    Nº 226 -Abril/2016 19 MOCRÁTICA DE 31 DE MARÇO DE 1964 CEL PMMG RUBENS JOSÉ FERREIRA Era o Sub-Chefe da 2ª Seção de Informações da Polícia Mi- litar (PM2) e posteriormente Chefe, tornou evidente a total uni- ão dos integrantes da Cooporação sob o comando do Governa- dor Magalhães Pinto, que colocou à disposição do Exército re- volucionário todo o efetivo dos policiais-militares, proporcionan- do um apoio expressivo às colunas do Gen Mourão, em particu- lar àquela que se dirigiu a Brasilia. Colocou em revelo a atuação da PM2 nas operações de informação e contra-informação, im- pedindo com pulso firme a ação subversiva dos fieis ao comunis- mo janguista. Lembrou que o 10º Batalhão de Polícia Militar, se- diado em Montes Claros/MG, comandado pelo Cel Georgino foi a primeira tropa a che- gar a Brasília/DF, ocupando o Teatro Municipal que ainda estava em obras, onde acantonou e foi cantado o Hino Nacional. Encerrando, o Cel Miguez concitou a todos a manterem-se firmes na luta que hoje empreendemos contra o governo marxista de Dilma, pediu uma salva de palmas para as duas únicas senhoras ali presentes: a psicóloga Valéria Monção, filha de veterano da FEB e a professora universitária Maria da Conceição Campos, relembrou e confirmou as palavras do advogado Elias pois em 1962 servia no Rio, quando aconteciam greves constantes, in- flação em alta, saques a supermercados, desabastecimento pro- posital para prejudicar o governo de Carlos Lacerda. Em 1964, era capitão no 4º Grupo de Artilharia 75 Cav, em Uruguaiana/RS, local onde surgiu o primeiro apoio ao Movimento iniciado em Minas, e de reação a Jango/Brizola, que seriam presos a 4 de abril no aeroporto, ao chegarem àquela cidade para um comício de desagravo do PTB. Por iniciativa do Cel. Luiz Serff Sellmann, chefe do Estado- Maior da 2ª Divisão de Cavalaria e do coman- dante do Grupo, tenente-coronel VET/FEB Amerino Raposo Fi- lho, a ação seria desenvolvida por um grupo de civis armados, com a cobertura da Guarda de Honra do 8º RC, comandada pelo capitão Cav. Tolentino Job Barbieri que, após o desembarque de ambos, os levaria para uma estância já devidamente prepa- rada. Em seguida, a 2ª DC lançaria um manifesto à Nação. Fi- nalizando colocou à disposição dos presentes exemplares do Jornal Inconfidência, as revistas históricas O Cruzeiro e Man- chete e o Livro “ Médici, a Verdadeira História, encerrando-se a sessão com uma série de fotografias. JORNALISTA PAULO HENRIQUE CHAVES Fazendo história Os acontecimentos políticos que se arrastavam desde o suicídio de Vargas (1954) ganharam enorme impulso nos primei- ros anos de 1960. A Guerra Fria era o eixo da política internaci- onal – comunismo X anticomunismo. Cuba acabava de cair sob o tacão vermelho, constituindo-se em cabeça-de-ponte pa- ra a conquista da América Latina, onde o Brasil era presa co- biçada pelo comunismo internacional. Coube-me escolher entre fazer história ou passar à som- bra dela. Ainda secundarista (1961), assisti a uma conferência pública de Plínio Corrêa de Oliveira sobre Reforma Agrária. Nunca me esqueci do conferencista nem do tema. Abracei a proposta dele: a defesa da tradição, da família e da propriedade diante da Religião e da Pátria ameaçadas. Decidi fazer história e fui para as ruas. Participei de numerosas campanhas, especialmente contra a esquerda católica e a rea- lização do congresso da CUTAL; ia à imprensa e às rádios, coletava assinaturas nas ruas, estava em todas as manifestações anticomunistas. Dois mil livros de autores nacionais e estrangeiros registraram essas lutas e atestam que ajudamos a criar o clima psicológico para a deposição do governo de João Goulart. Desembargador José Alcides Pereira, os secretários de Estado Roberto Rezende, Aureliano Chaves, Lúcio de Souza Cruz, o comandante Geral da Polícia Militar, Cel José Geraldo Foto: Acervo Jornal Estado de Minas 20 de março de 1964 MINAS ESTÁ UNIDA CONTRA O GOLPE PRONUNCIAMENTO DO GOVERNADOR MAGALHÃES PINTO CORONEL NEY GUIMARÃES 1º Tenente do 1º/4º RO 105 em 1964, citou eventos sucedidos anteriormente à Revolução e em sua Unidade, destacando a atitude do Presidente João Goulart, comunista, em Juiz de Fora, ao virar- se de costas no palanque para passagem da tropa que desfilava em sua homenagem, e a presença do General Mourão em seu quartel convocando os Oficiais, Subtenentes e Sargentos para a eclosão do movimento, que teve como resposta uma total adesão. Realçou a adaptação de conduta a uma possível realização de tiro sobre a tropa opositora em presença à nossa frente, sob a grande pedra ne- gra do Paraibuna, o que felizmente não aconteceu. NR: Agradecmos ao Comandante do 12º BI, Tenente Coronel Laurence, pelo apoio ao evento, cedendo o Sargento Mateus Augusto de Oliveira Paiva, e os Cabos Christian Pereira Caetano e Paulo Vyktor Gomes Teixeira para a instalação do equi- pamento de som e a apresentação computadorizada de documentos de interesse dos palestrantes. Saques aos supermercados em Duque de Caxias - 1962 A "Marcha da Família com Deus pela Liberdade" na Av. Rio Branco
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    8Nº 226 -Abril/2016 20 CAIXA POSTAL CORONEL CARLOS DE SOUZA SCHELIGA Rio de Janeiro/RJ Luta interna? “”Se fazem isso contra mim, o que não farão contra o povo?”(sic). Foram estas as palavras da presidente Dilma hoje em Brasilia em evento no interior do Palácio do Planalto. ao conclamar o povo à luta em defesa da democracia. E mais, “querem tirar o governo para golpear direitos do cidadão”(sic). Afinal, o que deseja a presiden- te, que se instale no país uma luta entre irmãos? Um confronto que todos sabem como começa, mas que ninguém sabe como poderá terminar ? Diante desse cenário, existiriam dúvidas sobre quem caberia a responsabilidade pelo desencadear dos entreveros ? Pela primeira morte ? Será que não há ninguém de bom senso no PT capaz de desvia-lo do rumo mórbido para o qual estão tentando nos conduzir ?” Furto em Atibaia É óbvio que não podemos concordar com o furto praticado no sitio do ex-pre- sidente, em Atibaia. Deplorável sob todos os sentidos. Mas a verdade é que se com- pararmos a extensão do ocorrido ( perda de vinhos e charutos), com as dimensões dra- máticas dos prejuízos que vêm sendo impostos aos fazendeiros do nosso país, pra- ticados pelo MST, com a concordância de Lula, como a invasão de dezenas de fazendas, destruição de plantações e dos patrimônios incendiados, chegamos a conclusão que os petistas não têm muito do que reclamar. Apenas começam a experimentar, em sua própria pele, em doses infinitamente menores, é bem verdade, do próprio veneno que instilam em nosso país, há mais de 14 anos, no meio dos camponeses desse movimento comandados por Stedille. Não estaria no princípio da homeopatia “si- milia, similibus curantur” a mensagem perfeita para essa experiência pela qual Lula acaba de passar?.” ○ ○ ○ Pergunta ao Coronel MoroemOuroPretoesoucasadocom aneta do Major Aristóteles Guima- rães(ex-combatentenaItália,jáfalecido). Sou Economista e, análisando a situação econômica do Brasil, neste momento tão difícil em que estamos vivendo, fico apa- vorado, pois o atual governo, que nunca teve projeto de governo e sim projeto de poder, arrasou a nossa economia de tal forma que levaremos muito tempo para reconstruí-la. Arrasou de várias formas: assaltando os cofres e empresas públi- cas para financiar suas espúrias campa- nhas políticas, e, também implementando planos macroeconômicos que só deram pre-juizos à nação. O jornal INCONFIDÊNCIA chega sempre à residência onde morava o Major Aristóteles e todos os seus descenden- tes o lêem com atenção e apreço. Gosto muito das matérias ali escritas e da forma destemida com que alguns colunistas delineiam suas ideias. Quero dizer-lhe que uma informa- ção que vem em todas edições do IN- CONFIDÊNCIAequemedeixamuitofeliz é: AS FORÇAS ARMADAS TEM O DE- VERSAGRADODEIMPEDIRATODO * Geraldo C. Gomes CUSTO,AIMPLANTAÇÃODOCOMU- NISMONOBRASIL. É sabido, no entanto, que a inten- ção destes petralhas não é outra senão implantar paulatinamente o comunismo em nossa nação, seguindo a cartilha do Gramscismo. GostariadeperguntaraoCoronel: para que me sinta mais tranquilo com rela- ção a esta questão, o seguinte: Há dentro das Forças Armadas pes- soas imbuídas de forte determinação no sentido de atuar, se preciso for, para to- maropoderdestacorja,parafazeroBrasil voltar aos caminhos da decência? Tenho visto nos últimos dias tan- tas invasões promovidas pelo MST e similares. Tenho visto também militantes do PT prometendo sair para a luta armada e isto é realmente muito preocupante. A ideia de ver o nosso país sendo levado para o sistema comunista me deixa angustiado. A minha ousadia em fazer ao Senhor a pergunta acima é porque preci- so de uma resposta para aliviar a minha constante tensão. Agradeço a sua atenção. TCEL PM LUIZ FELIPE SCHITTINI Rio de Janeiro/RJ Desigualdades Em 2012,aPFgrampeouotelefonedo contraventor do jogo de bicho Carlinhos Cachoeira. O então senador Demóstenes Torres, detentor de foro privilegiado, ao li- gar para Carlinhos, teve sua conversa gra- vada. Na época, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou que o foro privi- legiado não servia para acobertar atos ilíci- tos e que os grampos eram legais. Isso cus- tou ao senador sua cassação e perda dos direitos políticos. Agora, o mesmo Cardozo afirma que a gravação da conversa de Dilma, que tem foro privilegiado, com Lula, que teve o grampo autorizado pela Justiça, é um golpe. Por acaso o foro especial de Dilma é diferente do de um senador da República? A Advocacia-Geral da União (AGU) tem como princípio constitucional defender os direitos do Estado e não de pessoas. (20/04) NOSSA RESPOSTA: NÃO BASTA ELOGIAR, ASSINE ESTE JORNAL. Confie sempre em nossas Forças Armadas. Elas jamais decepcionaram o Brasil. Quando necessário, se manifestarão. APOSENTADOBENONE AUGUSTOPAIVA São Paulo/SP Renan Calheiros O senador Renan Calheiros carrega em sua bagagem uma capivara enorme de di- versos processos que vem se alongando e se arrastando há vários anos tudo com a in- finita complacência e benevolência do STF (Superior Tribunal Federal) cuidadosamen- te lhe proporcionando o forum privilegiado, engavetado e fora do alcance do juiz Sérgio Moro para ganhar o devido tempo de esque- cimento do povo brasileiro, já que ele é um dos cúmplices das trapalhadas do PT na ad- ministração pública e estar gentilmente ofe- recendo o seu voto contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, ao contrário do que acontece com o deputado Eduardo Cunha, presidente da Câmara, bravamente lutando contra as mazelas da governante petista que corre o risco de ser cassada por improbidade administrativa. Assim age o governo petista: Para o Renan contraventor tudo e ao Eduardo Cunha, pau nele! Que jus- tiça rasteira é essa! (09/04) PROFª.MARAMONTEZUMAASSAF São Paulo/SP Apague a luz e feche a porta! Os chavões que os petistas repetem já estão desacreditados. Impeachment de Dilma não é golpe porque ela não é uma cria- tura inimputável, sobre quem não se pode cobrar responsabilidade pelos seus atos. Ou é? A situação caótica do país é a prova maior de sua culpa! E a arenga presidencial de que os “vazamentos” são seletivos e que servem apenas para preparar o ambiente para o “golpe”, também não corresponde à verdade. Dilma alega que o dinheiro que en- cheu os cofres de campanha do PT e PMDB é o mesmo que foi doado aos outros parti- dos.Ah,masnãofoimesmo!OPTeoPMDB tinham muitas obras para mercadejar com as empreiteiras através de licitações falsas, e a Petrobras estava tomada pela administra- ção petista, pronta a abrir as torneiras. Os outros partidos tinham o que à oferecer às empreiteiras? Apenas a possibilidade remo- ta de talvez ganhar as eleições e poder servir-lhes no futuro. Dilma, nós não somos os mesmos brasileiros de 15 anos atrás... mude seu discurso, depois apague a luz e feche a porta! (07/04) RADIALISTAZAIRCANÇADO Rio de Janeiro/RJ Rui Barbosa estava certo! Nos meus 80 anos de idade, conhe- cendo como conheci numerosas fases po- líticas, assistindo a acontecimentos os mais graves de vários governantes, confesso que os dias atuais em matéria de descalabros, bateram o recorde. E quem está dirigindo es- ta nação? Os que continuam fazendo dos militares “Bodes Expiatórios”, os terroris- tas de ontem, encastelados nos “Partidos de Esquerda”, que hoje são os principais be- neficiários deste mar de lama financeiro em que se afunda o Brasil. Comunismo é en- sinado nas universidades aos desavisa- dos jovens, que nem tinham nascido quan- do as Forças Armadas enfrentaram os se- qüestradores, as bombas atiradas contra os quartéis. E hoje, usam os “inocentes úteis” das escolas, escondendo os ver- dadeiros fundamentos da revolução de 1964, que nos salvou do caos. Mas pin- tam o caótico Governo João Goulart como um paraíso. Quem não conhece o comu- nismo, que o compre. Rui Barbosa estava certíssimo quando o definiu em poucas palavras como altamente desagregador e anti-social. (15/04) CELJOSÉÁVILADAROCHA São Paulo/SP Presidente do Brasil contra o Brasil Uma Chefe de Estado que denigre o seu País e suas Instituições pedindo san- ções contra eles, para países estrangeiros e à Instituições Internacionais em benefí- cio próprio para salvar sua “pele” é uma verdadeira Lesa Pátria. As suas ações im- patrióticas e deletérias contra o seu País já instigou “castigos”e interferências in- devidas sobre Assuntos Internos do Bra- sil: de Felipe Gonzáles; Secretário Geral da OEA; Alto Comissário de Direitos Hu- manos; Secretário Geral da UNASUL; Presidentes Bolivarianos da Venezuela e da Bolívia; Presidente do Equador; Raul Castro; Ministra do Exterior de uma País do MERCOSUL ameaçando o Brasil de sus- pensão caso Dilma seja condenada....e ou- tros danos no conceito internacional do País.EAGORA!OQUEDIZEMOSSENA- DORES INDECISOS? (20/04)
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    Nº 226 -Abril/2016 21 A AMAZÔNIA É NOSSA!A AMAZÔNIA É NOSSA!A AMAZÔNIA É NOSSA!A AMAZÔNIA É NOSSA!A AMAZÔNIA É NOSSA! GENERAL DE EXÉRCITO GUILHERME CALS THEOPHILO GASPAR DE OLIVEIRA PASSA O COMANDO MILITAR DA AMAZÔNIA, DE FUZIL E MOCHILA – UM EXEMPLO BELO E DE VALOR COMANDO MILITAR DA AMAZÔNIA OGeneral de Exército Theophilo, determinou que as passagens de comando de seus generais subordi- nados fossem realizadas de fuzil e mochila. E assim acon- teceu nas passagens de comando das 1ª, 2ª e 16ª Briga- das de Infantaria de Selva, respectivamente em Boa Vista/RR, São Gabriel da Cachoeira/AM e Tefé/AM, nos dias 26, 27 e 28 de janeiro do corrente ano. E dando o exemplo, como não poderia ser diferente, durante a sua própria passagem de comando, em 15 de abril, o General Theophilo fez questão de, ele mesmo, puxar a oração do Guerreiro de Selva, empunhando o fuzil, e ainda, omaisemblemático,realizaroatodepassagemdocomando do CMA, também com o fuzil (além da mochila, é claro). E o leitor poderia estar se perguntando: por que o General incorporou essa simbologia de passagem de comando estando de fuzil e mochila? Bem, tentando responder, diria que: A Política Nacional de Defesa (PND) aborda sobre a Amazônia, dizendo: “A Amazônia brasileira ... é foco da atenção in- ternacional.” “A vivificação das fronteiras, a proteção do meio ambiente e o uso sustentável dos recursos naturais são as- pectos essenciais para o desenvolvimento e a integração da região.” “ ... presença do Estado, e em particular das Forças Armadas, ... é condição relevante para o desenvolvimento sustentável da Amazônia.” “Para contrapor-se às ameaças à Amazônia, é im- prescindível ... o fortalecimento da presença militar, a efetiva ação do Estado no desen- volvimento sustentável (social, econômico e ambiental) e a ... co- operação com os países vizinhos, visando à defesa ...” A Estratégia Nacional de Defesa(END)tambémdeixaclaro em seu texto: “Priorizar a região amazô- nica.” “A defesa da Amazônia exi- ge avanço de projeto de desenvol- vimento sustentável e passa pelo trinômio monitoramento/contro- le, mobilidade e presença.” “O Brasil ... repudiará, pela prática de atos de desenvolvimen- to e de defesa, qualquer tentativa de tutela sobre as suas decisões a respeito de preservação, de desenvolvimento e de defesa da Amazônia.” “O desenvolvimento sustentável da região amazô- nica passará a ser visto, também, como instrumento da defesa nacional.” ADiretrizGeraldoComandantedoExércitoenfatiza: “A Amazônia continua a ser a área estratégica prio- ritária para a Força.” OdocumentodenominadoPROCESSODETRANS- FORMAÇÃODOEXÉRCITO,quevemnorteandoasações visando atender ao preconizado na END, destaca que: “O Brasil, do ponto de vista da defesa, para dispor da liberdade de ação necessária à condição de ator glo- bal, tem pela frente três tarefas históricas, todas de caráter geopolítico.” “A primeira está em ajudar a concluir a ocupação e a integração à nação brasileira de praticamente a me- tade do território nacional correspondente à nossa Ama- zônia.” “Num mundo em que, no ano 2030, a população terá aumentado em dois bilhões de habitantes e estará consu- mindo o dobro de recursos naturais, o Brasil não pode per- mitir que se fortaleça o conceito de relativização da sobe- rania dessa incomensurável fonte de recursos – a Amazô- nia -, como ocorre no imaginário de parte considerável da opinião pública internacional.” A SELVA NOS UNE! TUDO PELA AMAZÔNIA! SELVA! É senso comum entre milita- res o seguinte pensamento: “Defender a Amazônia é muito mais do que estabelecer unidades mili- tares estrategicamente posicionadas, comefetivostreinadosepreparadospara atuar no terreno e com o uso de novas tecnologias. Defender a Amazônia é tudo isso e também criar e interrelacionar es- tratégias que promovam o desenvolvi- mento regional. Não há defesa sem de- senvolvimento, tampouco desenvolvi- mento sem defesa.” A frase do Gen Ex Theophilo, con- sagrada em seu período de experiênci- as na Amazônia, resume bem o pensa- mento desse grande líder militar: “Servir na Amazônia é um privi- légio. Lutar pelo seu desenvolvimento sustentável, uma obrigação. O que eu fiz pela Amazônia?” Em síntese, poderia afirmar que o Gen Theophilo estava de fuzil, tanto na passagem de comando de seus generaissubordinadoscomotambémnasuaprópriapas- sagemdecomando, porque ele é um LÍDER MILITAR, OPERACIONAL, que comandou uma área complica- díssima, onde muitas vezes a presença do Exército era a ÚNICA presença do Estado brasileiro. Ele estava de fuzil, assim como os sentinelas que estão guarnecendo nossas fronteiras, diuturnamente, nos mais distantes e isolados pontos da Amazônia Ocidental, mostrando a bandeirabrasileiranoombroeocamufladodoExército, e assim, garantindo a nossa soberania. Após seis anos na Amazônia, General Theophilo Gaspar deixa o cargo do Comando Militar da Amazônia A passagem de Comando para o General de Exército Geraldo Antônio Miotto ESTAMOS PERDENDO POUCO A POUCO A SOBERANIA DO NOSSO PAÍS !! “Para mim, isso já é uma guerra. Não é mais um delito, é uma guerra” O General Theophilo durante seu Comando apre- sentou palestras sobre a Amazônia, na Câmara de Depu- tados, no Parlamento Amazônico, no Alto Comando do Exército, em faculdades da região e constantemente para o público interno. Semanalmente participava do progra- ma "Café com a Imprensa", quando suas palestras eram divulgadas para a mídia apresentando os problemas vivi- dos pelas Forças Armadas na região Amazônica. SELVA! Publicado no Inconfidência, nº 244 de fevereiro/2016
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    JUIZ SÉRGIO MOROÉ HOMENAGEADO PELA REVISTA TIME, NOS EUA JUIZ DO BRASIL É CHAMADO DE ‘SUPERMORO’JUIZ DO BRASIL É CHAMADO DE ‘SUPERMORO’JUIZ DO BRASIL É CHAMADO DE ‘SUPERMORO’JUIZ DO BRASIL É CHAMADO DE ‘SUPERMORO’JUIZ DO BRASIL É CHAMADO DE ‘SUPERMORO’ PELA REVISTPELA REVISTPELA REVISTPELA REVISTPELA REVISTAAAAA AMERICANAMERICANAMERICANAMERICANAMERICANAAAAA Ojuiz federal Sérgio Moro recebeu na noite do dia 26 de abril, homenagem da ‘Time’, prestigiada revista norte-america- na, que o elegeu entre as cem personalida- des “mais influentes do mundo”, em evento realizado em Nova York. Ao chegar à cerimônia de homena- gem, o juiz da Lava Jato declarou ao Jornal Nacional, da Rede Globo, que ter seu nome na seleção “honra muito a institui- ção, o trabalho institucional”. Ele afirmou que ‘é reconhecimento também que o Bra- sil toma passos importantes na prevenção e no combate à corrupção. Nessa perspec- tiva acho muito positivo’. Moro é o único brasileiro citado na relação deste ano, di- vulgada no último dia 21. Ele está na categoria “Líderes”, ao la- do de nomes como Barack Obama, François Hollande, Angela Merkel, Vladimir Putin e Kim Jong Un. Segundo o texto que descreve o juiz paranaense, no Brasil ele é chamado de “SuperMoro” e tem o nome cantado nas ruas “como se fosse uma estrela de fute- bol”. “Mas Sérgio Moro é apenas um juiz, embora um que trabalhe num escândalo de corrupção tão grande que poderia derrubar uma presidente - e talvez mudar uma cultura de corrupção que há muito tem prejudicado o progresso de seu país”, diz a “Time”. Recentemente, a revista “Fortune”, também dos EUA, apontou Moro como o “13º líder mais influente para transformar o mundo”. ConsciênciaPatriótica QUE PAÍS É ESSE? ONDE O JUIZ PRENDE OS BANDIDOS E OS AMIGOS DOS BANDIDOS QUEREM PRENDER O JUIZ! Inaldo Mendes é (JLD) Jornalista Livre e Democrático Esses são os defensores da corrupção e da rapinagem do erário OMinistério Público em São Paulo descobriu que, no edi- fício Solaris, onde está o triplex su- postamente de Lula, tem um verda- deiro festival de proprietários do PT. A famosa Rosemary Noronha temumesuafilhaMireilleeoirmão Eduardo tem outros dois. Carlos Gabas, ex-ministro (é aquele que levavaDilmaparapasseardemoto) e o ex-segurança de Lula, Freud Godoy, também têm. Outro ex-as- sessor do ex-presidente, Rogério Aurélio Pimentel, que cuidou da reforma do sítio, é o proprietário de mais um e a CUT tem quatro. E a cunhada de João Vaccari Neto, Ma- rice, tem três, além de Ana Maria Ernica, ex-diretora da cooperativa,um.Asrevelações são do veterano colunista Giba Um. http://www.bemparana.com.br/tupan/triplex-do-sexo-amiga-de-lula-tambem-tem-apartamento-no-solaris/ TRIPLEX DO SEXO 'Amiga' de Lula também tem apartamento no Solaris Lula está com a família em seu sítio emAtibaia no interior de São Paulo, onde passará o final de ano Ex-presidente Lula descansa com a família em Atibaia antes de retomar tratamento contra o câncer IOTTI Sérgio Moro e sua esposa Rosangela 8Nº 226 - Abril/2016 22
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    ANIVERSÁRIO DO 12ºBI No dia 15 de abril, o 12º Batalhão de Infantaria completou seu 97º Ani- versário de Criação. Na oportunidade, foi agraciado com o título de “Soldado Ilus- tre do 12º BI”, o Tenente-Coronel da Po- lícia Militar de Minas Gerais Schubert Siqueira Campos, Comandante do Gru- pamento de Ações Táticas (GATE) da PMMG, antigo integrante do Batalhão, passando a ter seu retrato e sua biografia expostos na Sala de Honra da Unidade. Também foi homenageada a senhora Maria da Conceição Assis Campos, es- posa do General Campos e coautora da Canção do Batalhão, nos anos 1957 e 1958. A solenidade foi presidida pelo GeneraldeExército ValdésioGuilherme de Figueiredo, antigo integrante do Alto Comando do Exército, e contou com as presençasdoGeneraldeExércitoRômulo Bini Pereira, do General de Divisão Amaury Sá Freire de Lima, do Coronel João Vicente Barreto Ferreira, Chefe do Estado-Maior da 4ª Região Militar, do Comandante do 12º Batalhão de In- fantaria, Tenente Coronel Laurence Alexandre Xavier Moreira, além de au- toridades civis e militares de Belo Ho- rizonte. Ao final da solenidade, anti- gos integrantes do “Doze de Ouro” des- filaram em comemoração à data, entre eles os antigos Comandantes do 12º BI, Coronéis Reynaldo de Biasi Silva Ro- cha, Luiz Carlos Meiniel Vaz, Renato César do Nascimento Santana e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas, fa- zendo jus à frase: “Ontem e hoje, o mesmo Exército!” Dia 08 de abril de 2016, no Hotel Monte Real Resort, na cidade de Águas de Lin- dóia -SP, o Gen Ex R/1 Au- gusto Heleno Ribeiro Perei- ra, Diretor de Comunicação e Educação Corporativa do Comitê Olímpico do Brasil, proferiu uma brilhante palestra para 500 convencionais da 17ª Conven- ção Distrital, do Distrito LC/4 de Lions In- ternacional, com o tema: "As Olímpiadas no Brasil em 2016". Presentes diretores internacionais, autoridades leonísticas, autoridades civis, convencionais e con- vidados aplaudiram de pé o palestrante Gen Heleno. A governadora do Distrito LC/4 DG Carmem Lúcia Redoan e a Cal Lane Lour- des de Souza Costa - Assessora Geral da 17ª Convenção externaram profundo agradeci- mento ao Gen Heleno por proporcionar a tão seleta platéia, uma visão clara e objetiva de PALESTRA DO GENERAL HELENO como está sendo preparada as Olimpíadas no Brasil no presente ano. O Gen Heleno ressaltou a eficiente e imprescindível atuação das Forças Ar- madas na preparação dos atletas, para que nosso país atinja os objetivos traçados e saia desse evento bem mais valorizado e respeitado. Cal Lane Lourdes de Souza Costa - Assessora Geral da 17ª Convenção do Distrito LC/4. Mesmo que os homens se esqueçam, mesmo que a nação se omita, nin- guém apaga do tempo os fatos funda- mentais e simbólicos da vida de um país, ocorridos na sua inexorável passagem: são as efemérides, muitas delas man- chadas do sangue dos que passa- ramàHistória, como Heróis. O dia 19 de abril de 1648 dá início à fertilização da se- mente do Exército Brasileiro, com a estrondosa vitória dos luso-brasileiros sobre os holan- deses invasores, nos campos dos Guararapes, pois já lutavam pela “nossa pátria”, como afirma- ram, três anos antes, no documento- compromisso de defender a Colônia “contra qualquer inimigo”, os coman- dantes dos terços, de diferentes etnias. Unidade étnica em defesa da unida- DIADO EXÉRCITO 368 ANOS! *Aileda de Mattos Oliveira deterritorial, primeiro mandamento da manutenção da soberania. Este é o momento do retorno ao Dia Primordial de uma Corporação que não se pode separar do próprio Bra- sil. Cresceram juntos. Insepará- veis terão que ficar. Congratulamo-nos com a Instituição, com todo o contin- gente, independente de paten- te, que não se deixou e não se deixará hipnotizar por cantos estranhos de falsos uirapurus que, pousados em todos os ga- lhos,infelizmente,seduzemosme- nos fortes. Que a fibra de heróis permane- ça! Não seja, apenas, um verso de uma bela Canção! (Dr.ª em Língua Portuguesa. Vice-Presidente da Academia Brasileira de Defesa)NR: Na ocasião foram distribuídos 300 exemplares do Inconfidência de diversas edições. Nº 226 - Abril/2016 23
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    8Nº 226 -Abril/2016 24 UMGENERALPARASERLEMBRADO E UMA GUERRA PARA NÃO SER ESQUECIDA Carlos Alberto dos Santos Cruz é um militar brasileiro. E um cidadão que o resto do mundo conhece ( e reconhece) melhor que o seu próprio país. No comando da missão de paz na República Democrática do Congo (MONUSCO) em 2013, estiveram sob sua coordenação cerca de 23,7 mil militares de 20 países. Pela primeira vez desde a Guerra da Coréia (1950-53), a ONU (Organização das Nações Uni- das) autorizou o uso de força militar para fazer cumprir suas resoluções. Sob Cruz, deu-se o fim do confronto com o Movimento 23 de Março (M23), o maior grupo guerrilheiro do país africano, que acabou por encerrar a luta armada nos fins de 2013. Pouco conhecido no Brasil fora dos meios militares, a missão bem sucedida de Santos Cruz foi descoberta pela rede de televisão árabe Al Jazeera e revelada ao resto do mundo em documentário de 25 minutos. Profundamente humanitário em sua visão de mundo , é dele uma das frases que talvez mais defina a natureza do trabalho conduzido por civis e militares a serviço da ONU: “A GENTE NUNCA SE ACOSTUMA COM O SOFRIMENTO HUMANO” (Fontes: Portal G1, Revista Istoé e Rede Al Jazeera), via www.robinsonfarinazzo.com.br “Eu procuro fazer as coisas de forma simples, focar no que precisa ser feito. Se começar a focar na dificuldade, ficar raciocinando na complexidade do problema, acaba perdendo tempo… Há um planejamento, e temos que colocar em prática. eu dou o ritmo, de forma mais rápida, ou menos. mas temos que andar pra frente, a coisa tem que ter dinamismo”. General de Divisão Santos Cruz Por iniciativa do Reitor da Faculdade de Sabará e ex-presidente do Circulo Mo- nárquico/MG, professor Mário de Lima Guerra, foi expedido pela internet um convi- te aos admiradores e participantes do mo- vimento Cívico-Militar de 31 de março de 1964, que defendem a preservação da me- mória desse fato histórico, para um almoço de confraternização, por adesão, realizado às 13 horas de 31 de março, no restaurante Chopp da Fábrica, em Belo Horizonte. Compareceram representantes do Círculo Monárquico, Grupo Inconfidência e da AOR-EB, Associação dos Oficiais da Reserva, quando foram relembradas diver- sos acontecimentos ocorridos na ocasião. Entre os participantes, destacamos entre outros, a presença da professora universitá- ria Maria da Conceição de Oliveira Campos, dos coronéis Carlos Claudio Miguez, Mau- ALMOÇO REMEMORATIVO 31 de março – 52 anos rício Lucio Teixeira e Luiz Carlos Loureiro, do capitão Pereira, dos monarquistas Cândi- do Moreira, Alexandre Pinto Coelho, David Castellani, José Luiz Magalhães, Rodrigo Laender, Caio Belotti, Milton T. Oliveira e do jornalista Paulo Henrique Chaves. Na ocasião, foram distribuídas as edições nº 224 e 225 do Jornal Inconfidên- cia, esta a edição Histórica de 31 de março, muito elogiada pelos participantes, que tam- bém foram convidados para a palestra que seria realizada a noite no Círculo Militar. Ao final, o professor Mário de Lima Guerra agradeceu a presença de todos, lem- brando que a data não pode ser esquecida, nem deturpada e sim, sempre relembrada e comemorada. Nossos cumprimentos e agra- decimentos ao professor Mário Guerra, pela sua vitoriosa e rememorativa lembrança. A luta continua.... Turma aspirante mega No dia 2 de abril, sábado, a Turma reuniu-se pela 9ª vez, no Clube Militar da Lagoa, emumalmoçodeconfraterniza- ção. Realizada no Rio de Janei- ro, e não mais na AMAN, em Resende, atendendo à propos- ta apresentada na reunião dos 60 anos pelo Castro Neves, em virtude da dificuldade de des- locamentos e provecta idade de todos os seus componentes. Anteriormente, a reunião era realizada de 5 em 5 anos, e na última de 2015, a presença foi pequena, motivo pelo qual pas- sará a ser anual e no Rio de Janeiro. E agora compareceram 32, sendo 27 residentes no Rio/Niterói, 3 de São Paulo e 2 de Minas, muitos acompanhados de suas esposas e familiares. São eles: Infantaria: Albuquerque, Lee, Maia, Musso, Pimenta e Sarahyba. Cavalaria: Athos e José Luiz Artilharia: Agenor, Amaral, Ávila, Bahia, Castro Neves, Daniotti, Donner, Gil- berto, Godoy, Gurjão, Landeiro, Lauro, Miguez, Ney Bruno, Paula Valle, Pellegrino, Romito, Sodré, Spangenberg e Szechir. Engenharia: Altair, Ney Corrêa, Pirró e Priess. Ainda participaram da reunião, o general de Exército José Enaldo Rodrugues de Siqueira e o Coronel Dartanham Amorim, irmão do Cavalariano Athos, ao qual deve- se a organização e o sucesso desta reunião, que contou com o apoio do Amaral, Gurjão, Landeiro e Pimenta. À eles, os remanescentes da Turma Aspirante Mega agradecem pela oportunidade de nos reunirmos mais uma vez, relembrando “causos” passados, contando histórias acontecidas no desempenho de atividades castrenses e debaten- do a atual situação de nosso país, demonstrando a revolta que todos sentem. O Miguez distribuiu a Edição Histórica do Inconfidência sobre o Movimento Cívico Militar de 31 de março de 1964, o Gurjão saudou o Athos por mais uma vez ter reunido a MEGA, tendo este a seguir, finalizado o inesquecível evento sorteando lembranças alusivas à Academia, agradecendo a presença de todos e já convidando para a reunião de 2017. A seguir, fotografias, abraços e despedidas. Até a próxima... 15 de fevereiro de 1955 61 anos 15 de fevereiro de 2016 Os Generais Sarahyba, José Luiz e Lee, também presente o General Agenor
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    Nº 226 -Abril/2016 25 MANIFESTO DE OFICIAIS DA RESERVA DE SÃO PAULO ALUSIVO À CONTRARREVOLUÇÃO DE 1964 Retransmito, com muita emoção e ufania, o MANIFESTO abaixo, de autoria de Oficiais da Reserva de 2ª Classe (R/2), formados pelo Curso de Infantaria, da Turma Santos Dumont, de 1973, do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo (CPOR/SP - Centro Solar dos Andradas), alusivo à Contrarrevolução de 31 de Março de 1964. Orgulho-me, de maneira incomum, de haver sido o Capitão Comandante de Companhia e Instrutor desta plêiade de hoje sexagenários - homens muito bem sucedidos na vida e de diversas profissões -, que honram São Paulo e o Brasil, e subscreveram o citado documento, prenhe de patriotismo e de amor ao glorioso Exército Brasileiro; outrossim, posso afiançar, tal manifestação representa também o pensamento dos que já se foram e encontram-se velando por nós, junto ao Altíssimo, na Vanguarda Celestial!! Palmas, muitas palmas, meus caríssimos ex-comandados! Como eu sempre repetia, vocês são QT (qualquer terreno) e QS (qualquer situação); e, por isso, com certeza, saberão acorrer aos quartéis de Infantaria, ao brado de “Pátria em Perigo!!” “É no Combate que o Infante é Forte! Vence o perigo, Despreza a morte!!” (da canção “Esbelto Infante”) “Ex toto corde”, o mais amigo dos abraços deste velho Infante que muitíssimo os admira e quer bem, Soriano. MANIFESTOMANIFESTOMANIFESTOMANIFESTOMANIFESTO Os Oficiais da Reserva de Infantaria 1973 , da Turma Santos Dumont, do CPOR/SP vêm a público, com acendrado patriotismo e ufania, enaltecer as Forças Armadas do Brasil - em especial o altaneiro, glorioso e invicto Exército de Caxias -, perenemente fiéis aos princípios ocidentais, cristãos e democráticos e maiores garantes da Soberania Nacional, pela comemoração de mais um aniversário da histórica Contrarrevolução de 31 de março de 1964. Este Movimento Cívico-Militar livrou o nosso País das garras de uma solerte ideologia materialista, internacionalista e ateia. Estaremos sempre de atalaia na defesa e guarda de nossa Pátria amada!! O então capitão Soriano à frente dos alunos da Infantaria do CPOR/SP, em 1973 BRASILBRASILBRASILBRASILBRASIL AAAAACIMA DECIMA DECIMA DECIMA DECIMA DE TUDO!!!TUDO!!!TUDO!!!TUDO!!!TUDO!!! São Paulo, 31 de março de 2016. Subscrevem este Manifesto, os seguintes 2º Tenentes R/2: Duarte, Manfrini, Palhuca, Tieghi, Moretti, Munhoz, Teruo, Fagioli, Reple, Junior, Guidotti, Iwata, Bentini, Gala- fassi, Ventura, Araújo, Franz, Amaral, Castelucci, Brito, Neto, Walgdon, Neves, Matos, Massao, Gomes, Gomar, Cabrera, Franco, Veríssimo, Carli, Chacur, Cas- sará, Amancio, Braga, Mollon, Thenyson, Simas, Pizani, Rizzo, Cukier, Maluf, Mes- quita, Ventura, Peres e Pimentel. Publicado no Pampulha - BH - 16/04 CORAÇÃO VALENTE? Em resposta ao editorial da “Folha de S. Paulo” que defendeu a sua renúncia, jun- tamente com a de Michel Temer – mais uma vez a senhora respondeu com ares de “coração valente” que jamais irá renunciar. Presidente, certa vez, escrevi uma coluna dizendo que a senhora só venceu as eleições devido à força da máquina de ilusões da propaganda petista, e que seus votos pertenceram à desinformação, ao analfabetis- mo, ao oportunismo, ao clientelismo, aos ávidos por benesses no poder e à utopia dos bem-intencionados, mas funcionalmente equivocados. Repito o que disse, mas acres- cento um adjetivo, que não deveria lhe caber, a senhora está sendo, acima de tudo, covarde. Valente seu coração seria se optasse pela renúncia, demonstrando um grande respeito e humildade pelo país. NA CAPA DE O TEMPO do último domingo, lia-se a manchete: “Quatro em- presas fecham as portas por hora em Mi- nas”. Senhora presidente, a senhora já não governa há muito, então pare com essa conversa mole de “golpe”. Não somos mais uma nação de idiotas, influenciada por idi- otas que se julgam nutridos por um alto grau de“intelligentsia”,masincapazesdeentender a realidade dos fatos. Renuncie, senhora pre- sidente, sua luta de baixo nível acabou, a ditadura da propina foi esfacelada, o inter- vencionismo populista ideológico pregado por seu partido foi vencido pela cruel rea- lidade dos números. É hora de despertar a autocrítica, de reconhecer os erros, de parar de dar atenção aos desmiolados sanguessu- gas que a cercam, e deixar que o país siga o rumo da liberdade. Renuncie, presidente, seja valente de verdade. OS MAIS ESCLARECIDOS e os cha- mados “coxinhas” não estão defendendo parti- dos políticos, aliás, há uma máxima nos movi- mentos de rua que demonstra bem isso: “Podem prender o Aécio, quem tem bandido de estima- ção são vocês”. Se os protestos de rua estão focados no PT é porque, além de desavergonha- damente corrupto e absolutamente incompe- tente, é o partido que está no poder. Senhora presidente, esse seu teatrinho de vítima das elites pode nos levar a um desastre ainda maior, pois está crescendo o número de grupos de de- siludidos que são contra todas as instituições oficiais, sejam elas políticas ou econômicas. Isso é gravíssimo, senhora presidente, então, seja valente, renuncie por um Brasil melhor, não ponha nossa democracia em risco, entenda que não existe mais espaço para um establishment estatista que, há muito, já foi derrotado pela ineficiência. Renuncie, senhora presidente, sua luta acabou, a ditadura da propina foi esfacelada Coronel Manoel Soriano Neto BRIGADEIROAYUPE É O NOVO COMANDANTEDOCIAAR OCentro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR) realizou no dia 08 de abril, a Cerimônia Militar de Passagem de Comando da Unidade. À frente do CIAAR desde abril de 2014, o Brigadeiro do Ar Robson Grandelle transmitiu o cargo de comandante ao Brigadeiro do Ar Ivan Moysés Ayupe que, antes, exercia a função de Chefe do Centro de Inteligência da Aeronáutica. A cerimônia foi presidida pelo Te- nente-Brigadeiro-do-Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez, Diretor-Geral do Departamento de Ensino da Aeronáuti- ca e Comandante-Geral do Pessoal. Presentes à solenidade, o general de Exército Rômulo Bini Pereira; o general de Divisão Walmir Scheneider Filho, comandante da 4ª Região Militar, o coronel Ney Guimarães, pre- sidente do Círculo Militar de Belo Horizonte, o coronel aviador Augusto Cesar Abreu dos Santos, diretor do PAMA/Lagoa Santa e a deputada federal Jô Moraes, do PCdo B - Partido Comunista do Brasil, convidada (?) pelo comando do CIAAer. Não conhecerão esses brigadeiros a verdadeira História Militar e do Brasil? Não saberão eles que o Patrono da Força Aérea Brasileira, Brigadeiro Eduardo Gomes, por ocasião da Intentona Comunista ocorrida em novembro de 1935, quando comandante do 1º Regimento de Aviação, mesmo ferido pelos companhei- ros de farda traidores logo no início do ata- que comunista ao Campo dos Afonsos, sou- be desassombradamente e sem esmoreci- mento, enfrentá-los liderando uma magnífi- ca reação, repelindo-os e dando exemplo aos seus comandados pela sua bravura em defe- sa da Pátria? Simplesmente lamentável esse con- vite. Fazemos votos e recomendamos que não mais se repita. Nem que seja do sinistro comunista da Defesa! Esquecer, também é trair! A deputada Jô Morais entre o General Scheneider e o Brigadeiro Bermudez
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    8Nº 226 -Abril/2016 26 No dia 19 de abril, o Exército Brasileiro co- memorou 368 anos de sua existência, e nesta data o Comandante da 4ª Região Militar General de Divisão Walmir Almada Schneider Filho realizou diversos eventos junto ao povo mineiro.Nodia16deabril,ocorreuaaberturada Semana do Exército, no Minas Shopping, com uma apresentação da banda de música, além de exposição de material de emprego militar. Entreosdias11e15deabril,foirealizada aCampanhadeDoaçãodeSanguenoHemocentro de Belo Horizonte, com a participação de mili- tares voluntários das Organizações Militares da Guarnição de Belo Horizonte, das 8h30 às 14h. Paramarcarestadata,foirealizada,no12º BatalhãodeInfantaria,asolenidadecomemora- tiva do Dia do Exército. Durante a cerimônia, militaresepersonalidadescivisforamagraciados com a Ordem do Mérito Militar, mais alta con- decoração do Exército Brasileiro, por terem se destacadoemaçõeseserviçosrelevantesaoPaís eàForçaTerrestre,alémdaleituradaOrdemdo COMEMORAÇÃO DO DIA DO EXÉRCITO BELOHORIZONTE/MG Palavras da deputada por ocasião do impeachment Ovoto dado pela deputada federal Jô Moraes, às 21h50m19s deste domingo (17) foi o 95º contrário ao impeachment da Presidente Dilma Rousseff na sessão deliberativa da Câmara dos Deputados. Em homenagem àqueles que deram a vida para que a democracia floresces- se neste País. Para que os filhos das famílias brasileiras não vivam o que eu vivi na Ditadura, eu digo NÃO a esta vergonhosa fraude jurídica; a esta farsa po- lítica de Michel Temer e Eduardo Cunha. E lembro aqui as palavras de Tancredo Neves: ‘O primeiro compromisso de Minas é com a liberdade!’ A luta apenas começou. Eu digo não a esta fraude”. E ainda é convidada?... QUEM TERÁ CONVIDADO A DEPUTADA COMUNISTA QUE JÁ FOI VAIADA NO QUARTEL DO 12 BI POR OCASIÃO DA ENTREGA DA MEDALHA DO PACIFICADOR NO DIA DO SOLDADO EM 2010? Dia. Ao término da solenidade, os militares da reservaativadaguarniçãodesfilaramàfrentedo palanque com entusiasmo e alegria. Estiverampresentesasseguinteautorida- des:SrCarlosMagnodeMouraSoares-Prefeito de Contagem; Dr Ulysses da Silva Costa Filho - Procurador da Justiça Militar; Dra Luziene Medeiros Barbosa Lima - Desembargadora Substituta do Tribunal de Justiça de Minas Ge- rais; os Generais de Exército Valdésio Gui- lherme de Figueire- doeRômuloBiniPe- reira, General de Divisão Amaury Sá FreiredeLimaeoGe- neraldeBrigadaLuiz Antonio Mendes Ri- beiroeadeputadafe- deral Jô Moraes do PCdoB - Partido Co- munista do Brasil. CRUZALTA/RS Na Semana comemorativa doDiadoExército,aEASA montou no centro da Cidade de Cruz Alta, um estande com al- guns livros da BIBLIEx exis- tentes na Biblioteca da Escola, objetivando estimular a leitura na sociedade cruzaltense por intermédiodeprimorosasobras daBibliotecadoExército.Além disso, foram distribuídas inú- meras revistas Recrutinhas para as crianças. Como resultado do Projeto Nossa Bandeira, que a EASA vem desenvolvendo em parceria com inúmeras escolas públicas e privadas da Região de Cruz Alta, onde os valores cívico e patriótico (como o canto do Hino Nacional e hasteamento do Pa- vilhão Nacional, entre outros) são levados aos estudantes, diversas escolas decidi- ram prestar uma significativa homenagem ao Exército Brasileiro, demonstrando enorme carinho a apreço, como se pode ver abaixo, na semana que a Instituição comemora 368 anos de existência. EASA - Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas Escolas de Cruz Alta prestam homenagem ao Exército Brasileiro O Coronel João Vicente Barreto Ferreira, Chefe do Estado Maior, sendo agraciado pelo General Schneider com as medalhas Militar com passador de ouro - 30 anos e da Ordem do Mérito Militar - Grau Cavaleiro Agradeço toda a aten- çãoqueosmilitaresdaEASA dispensaram para nossos professoresealunos.Foiuma tarde que será inesquecível para essas crianças. Parabenizo o Coman- dante Cel. Umberto Ramos pela brilhante palestra da tarde de hoje. Professora Analice Agradecemos o con- vite para a palestra de hoje. Uma aula muito interessan- te sobre história do Brasil e Exército. Nos faz pensar no compromisso que também temos com nossos jovens/ alunos que ingressam no Exército... o que levam da escola... confesso que saí preocupada! Professora Mara
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    Nº 226 -Abril/2016 27 JORNAL INCONFIDÊNCIA 3ª Parte Assuntos Gerais e Administrativos Estas revistas podem serem encontradas nos seguintes locais: 11111 - Banca de Jornais na Av. Olegário Maciel, 1741, em frente ao Hotel Platinum, em Belo Horizonte/MG 22222 - Martins Livreiro - Rua Riachuelo, 1291 Centro - Porto Alegre/RS - 33333 - jornal@jornalinconfidencia.com.br Assinatura anual A. VIA POSTAL - Recortar (ou xerocar) e preencher o cupom abaixo, anexando cheque bancário nominal e cruzado ou cheque dos correios, no valor de R$ 150,00, em favor do Jornal Inconfidência e remetê-los para para Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia – CEP 30360-690 – Belo Horizonte – MG - Não enviar dinheiro. B.VIABANCÁRIA-Depositarou transferirparaoBancodoBrasilovalordeR$150,00 – agência 2655-7 - c/c 28172-7 e por e-mail, enviar o quadro preenchido e o comprovante do pagamento para jornal@jornalinconfidencia.com.br, e ainda o cupom citado e o xerox do pagamento para Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia - CEP 30360-690 - Belo Horizonte - MG. C. Valores superiores serão muito bem recebidos. D.Informações-e-mail:jornal@jornalinconfidencia.com.br.Fone:(31)3344-1500 E. Renovação da Assinatura – a cargo do interessado (idem providências acima). ATENÇÃO: Verifique no canto inferior direito da etiqueta de endereçamento postal, o mês/ano do vencimento. E RENOVE!!!E RENOVE!!!E RENOVE!!!E RENOVE!!!E RENOVE!!! PROFISSÃO/POSTO/ GRADUAÇÃO: NOMECOMPLETO: ENDEREÇO: BAIRRO: CEP: CIDADE: UF: E-MAIL: TEL: Autorizo a publicação do meu nome SIM NÃO ASSINATURAS RECEBIDASASSINATURAS RECEBIDASASSINATURAS RECEBIDASASSINATURAS RECEBIDASASSINATURAS RECEBIDAS Março/2016 Visite o Museu da FEBAberto ao público de 2ª a 6ª feira de 13:00 / 17:00 h. Sábado / Domingo de 10:00 / 13:00 h. Belo Horizonte - Av. Francisco Sales, 199 - Floresta Agendamos visitas e palestras somente no Museu. Tel. (31) 3224-9891 Valor do ingresso: R$ 10,00/R$ 5,00 (por pessoa) Av. Barão Homem de Melo, nº 4.500 Conj. 1501 - Bairro Estoril Cep: 30450-250 - Belo Horizonte/MG Telefone (PABX): 31 2516-6380 À DISPOSIÇÃO DE NOSSOS LEITORES Juiz de Fora - Rua Hoyan, 40 - Centro São João Del Rei - Área do Círculo Militar - Centro PRESTIGIE NOSSOS VETERANOS COM A SUA VISITA www.anvfeb.com.br O CRUZEIRO EXTRA Aofazerourenovarasuaassinatura, sedesejarreceberviapostal,um Edições Históricas da Revolução de 1964 MANCHETE exemplar destas revistas, envie mais R$ 20,00, por cada uma delas. 15/01/15 000289 R$ 130,00 Ag. Tamoios/BH/MG 26/01/15 362414 R$ 150,00 Ag. Líbero Badaró/SP 23/02/15 520707 R$ 130,00 Ag. Tamoios/BH/MG 24/02/15 600123 R$ 200,00 Ag. Líbero Badaró/SP 24/06/15 094765 R$ 130,00 Marcos Antônio 24/11/15 100134 R$ 130,00 Belo Horizonte/Barro Preto 11/12/15 300077 R$ 1.000,00 Andaraí/RJ 21/01/16 700271 R$ 150,00 Agência Tamóios/BH 26/01/16 000213 R$ 200,00 Ag. Tamoios/BH 11/02/16 614399 R$ 150,00 Centro - São Paulo/SP 18/02/16 262019 R$ 150,00 Ag. Rio de Janeiro/BH 24/02/16 759106 R$ 150,00 Porto Alegre/Centro 10/03/16 800027 R$ 150,00 Porto Alegre/Rua Uruguai 28/03/16 900127 R$ 150,00 Arcos/MG 01/04/16 007950 R$ 180,00 Mário Dias F. 06/04/16 300020 R$ 200,00 Belo Horizonte 12/04/16 321505 R$ 230,00 Wilson Gonçalves - BH/MG 13/04/16 800187 R$ 200,00 Juiz de Fora 20/04/16 467381 R$ 200,00 Santa Maria/RS Data Nº Doc. Banco Brasil Valor Local do Depósito/Identificação DEPÓSITOS NÃO IDENTIFICADOS OU SEM ENDEREÇO Mensalmente publicamos a listagem com o nome daqueles que depositaram valores corres- pondentes à assinaturas (e contribuições espontâneas) do nosso jornal, no Banco do Brasil. Muitas vezes, esses assinantes deixam de enviar o cupom de assinatura e/ou o com- provante de pagamento, impedindo o seu cadastramento, a publicação do nome (quando au- torizado) e a remessa do jornal. No extrato bancário, só constam os nomes daqueles que fizeram a transferência entre contas (online, agendada ou da poupança), por serem correntistas do Banco do Brasil. Mesmo assim alguns nomes são digitados abreviados ou incompletos, impedindo a sua identificação. Os outros depósitos online (em cheque ou dinheiro) efetuados por quem não é correntista do banco do Brasil, não são identificados no extrato, nem informado o nome do autor. Em conseqüência, apresentamos abaixo, a relação dos depósitos não identificados, a fim de que possam ser cadastrados, se os respectivos depositantes enviarem o cupom e o com- provante de pagamento. Lembramos que a data (mês/ano) de vencimento da assinatura é encontrada no canto inferior direito da etiqueta de endereçamento postal. ASSINATURASEDEPÓSITOSNÃOIDENTIFICADOS Adv Adilson José Joaquim Pereira -Adv Adilson José Joaquim Pereira -Adv Adilson José Joaquim Pereira -Adv Adilson José Joaquim Pereira -Adv Adilson José Joaquim Pereira - São Caetano do Sul/SP, Adv Alcyone Samico -Adv Alcyone Samico -Adv Alcyone Samico -Adv Alcyone Samico -Adv Alcyone Samico - Rio de Janeiro/RJ, AMIGA -AMIGA -AMIGA -AMIGA -AMIGA - Guaratinguetá/SP, Cap Armando Diniz da Costa -Cap Armando Diniz da Costa -Cap Armando Diniz da Costa -Cap Armando Diniz da Costa -Cap Armando Diniz da Costa - Porto Alegre/RS, Cel Armando Vargas Moraes -Cel Armando Vargas Moraes -Cel Armando Vargas Moraes -Cel Armando Vargas Moraes -Cel Armando Vargas Moraes - Porto Alegre/ RS, Cel Benedicto Dalton Ferraz Prates -Cel Benedicto Dalton Ferraz Prates -Cel Benedicto Dalton Ferraz Prates -Cel Benedicto Dalton Ferraz Prates -Cel Benedicto Dalton Ferraz Prates - Três Lagoas/MS, Bancário Carlos A. Silveira -Bancário Carlos A. Silveira -Bancário Carlos A. Silveira -Bancário Carlos A. Silveira -Bancário Carlos A. Silveira - Boa Esperança/MG, Gen Bda Carlos Augusto Fernandes Santos -Gen Bda Carlos Augusto Fernandes Santos -Gen Bda Carlos Augusto Fernandes Santos -Gen Bda Carlos Augusto Fernandes Santos -Gen Bda Carlos Augusto Fernandes Santos - Porto Alegre/RS, Cap Darcy Neves Costa -Cap Darcy Neves Costa -Cap Darcy Neves Costa -Cap Darcy Neves Costa -Cap Darcy Neves Costa - Juiz de Fora/MG, MédicoMédicoMédicoMédicoMédico Dival Gomes da Costa -Dival Gomes da Costa -Dival Gomes da Costa -Dival Gomes da Costa -Dival Gomes da Costa - Brasília/DF, Profº Eliel Gomes da Silva -Profº Eliel Gomes da Silva -Profº Eliel Gomes da Silva -Profº Eliel Gomes da Silva -Profº Eliel Gomes da Silva - Casa Branca/SP, Empres Francisco HumbertoEmpres Francisco HumbertoEmpres Francisco HumbertoEmpres Francisco HumbertoEmpres Francisco Humberto Nigro -Nigro -Nigro -Nigro -Nigro - Araraquara/SP, Cap Garivaldino da Motta Ferraz -Cap Garivaldino da Motta Ferraz -Cap Garivaldino da Motta Ferraz -Cap Garivaldino da Motta Ferraz -Cap Garivaldino da Motta Ferraz - Brasília/DF, Adv Gerson Antonio Fonseca -Adv Gerson Antonio Fonseca -Adv Gerson Antonio Fonseca -Adv Gerson Antonio Fonseca -Adv Gerson Antonio Fonseca - Rio de Janeiro/RJ, Adv Joaquim Mendes Filho -Adv Joaquim Mendes Filho -Adv Joaquim Mendes Filho -Adv Joaquim Mendes Filho -Adv Joaquim Mendes Filho - Matipó/MG, Cel Jorge da Rocha Santos -Cel Jorge da Rocha Santos -Cel Jorge da Rocha Santos -Cel Jorge da Rocha Santos -Cel Jorge da Rocha Santos - Petrópolis/RJ, Cel JorgeCel JorgeCel JorgeCel JorgeCel Jorge Martins Falcão -Martins Falcão -Martins Falcão -Martins Falcão -Martins Falcão - Rio de Janeiro/RJ, Adv José Angelo Bernardi -Adv José Angelo Bernardi -Adv José Angelo Bernardi -Adv José Angelo Bernardi -Adv José Angelo Bernardi - Bragança Paulista/SP, Cel José de AssunçãoCel José de AssunçãoCel José de AssunçãoCel José de AssunçãoCel José de Assunção Marques -Marques -Marques -Marques -Marques - Porto Alegre/RS, José Conceição Silveira -José Conceição Silveira -José Conceição Silveira -José Conceição Silveira -José Conceição Silveira - Curitiba/PR, Corretor José Edgar Wieczorek -Corretor José Edgar Wieczorek -Corretor José Edgar Wieczorek -Corretor José Edgar Wieczorek -Corretor José Edgar Wieczorek - Porto Alegre/ RS, Analista José Nacip Coelho -Analista José Nacip Coelho -Analista José Nacip Coelho -Analista José Nacip Coelho -Analista José Nacip Coelho - Belo Horizonte/MG, Cap Laureci Henrique Sotello Lara -Cap Laureci Henrique Sotello Lara -Cap Laureci Henrique Sotello Lara -Cap Laureci Henrique Sotello Lara -Cap Laureci Henrique Sotello Lara - Porto Alegre/RS, CelCelCelCelCel Makoto Kayano -Makoto Kayano -Makoto Kayano -Makoto Kayano -Makoto Kayano - São Paulo/SP, Cel Manoel Magno Lisbôa -Cel Manoel Magno Lisbôa -Cel Manoel Magno Lisbôa -Cel Manoel Magno Lisbôa -Cel Manoel Magno Lisbôa - Belo Horizonte/MG, Profª Mara Montezuma AssafProfª Mara Montezuma AssafProfª Mara Montezuma AssafProfª Mara Montezuma AssafProfª Mara Montezuma Assaf ----- São Paulo/SP, STen Mariano Cyganczuk -STen Mariano Cyganczuk -STen Mariano Cyganczuk -STen Mariano Cyganczuk -STen Mariano Cyganczuk - Gravataí/RS, Cel Mayrseu Cople Bahia -Cel Mayrseu Cople Bahia -Cel Mayrseu Cople Bahia -Cel Mayrseu Cople Bahia -Cel Mayrseu Cople Bahia - Niterói/RJ, TCel Moacir E.TCel Moacir E.TCel Moacir E.TCel Moacir E.TCel Moacir E. do Amorim Dâmaso -do Amorim Dâmaso -do Amorim Dâmaso -do Amorim Dâmaso -do Amorim Dâmaso - Boca da Mata/AL, Adv Nelcy Nazzari -Adv Nelcy Nazzari -Adv Nelcy Nazzari -Adv Nelcy Nazzari -Adv Nelcy Nazzari - São Paulo/SP, Cel Paulo Affonso A. AlbuquerqueCel Paulo Affonso A. AlbuquerqueCel Paulo Affonso A. AlbuquerqueCel Paulo Affonso A. AlbuquerqueCel Paulo Affonso A. Albuquerque ----- Rio de Janeiro/RJ, Cel Renato Brilhante Ustra -Cel Renato Brilhante Ustra -Cel Renato Brilhante Ustra -Cel Renato Brilhante Ustra -Cel Renato Brilhante Ustra - Brasília/DF, Magistrado Roberto Ladeira -Magistrado Roberto Ladeira -Magistrado Roberto Ladeira -Magistrado Roberto Ladeira -Magistrado Roberto Ladeira - Belo Horizonte/MG, Cel Sylvio Júlio Homem de Carvalho -Cel Sylvio Júlio Homem de Carvalho -Cel Sylvio Júlio Homem de Carvalho -Cel Sylvio Júlio Homem de Carvalho -Cel Sylvio Júlio Homem de Carvalho - Juiz de Fora/MG, Delegado Wilson Stefanelli -Delegado Wilson Stefanelli -Delegado Wilson Stefanelli -Delegado Wilson Stefanelli -Delegado Wilson Stefanelli - São Paulo/SP + 01 Civil e 02 não identificados. Das 36 assinaturas, 33 são renovaçõesDas 36 assinaturas, 33 são renovaçõesDas 36 assinaturas, 33 são renovaçõesDas 36 assinaturas, 33 são renovaçõesDas 36 assinaturas, 33 são renovações!!!!! Abril/2016 Cel Amilcar Borges Gonçalves -Cel Amilcar Borges Gonçalves -Cel Amilcar Borges Gonçalves -Cel Amilcar Borges Gonçalves -Cel Amilcar Borges Gonçalves - Rio de Janeiro/RJ, Cel Antonio Furtado Cunha -Cel Antonio Furtado Cunha -Cel Antonio Furtado Cunha -Cel Antonio Furtado Cunha -Cel Antonio Furtado Cunha - Fortaleza/CE, Gen Div Armando PatrícioGen Div Armando PatrícioGen Div Armando PatrícioGen Div Armando PatrícioGen Div Armando Patrício ----- Rio de Janeiro/RJ, Apos. Caetano Jacob -Apos. Caetano Jacob -Apos. Caetano Jacob -Apos. Caetano Jacob -Apos. Caetano Jacob - Brodowski/SP, Apos. Carlos Roberto de Faria -Apos. Carlos Roberto de Faria -Apos. Carlos Roberto de Faria -Apos. Carlos Roberto de Faria -Apos. Carlos Roberto de Faria - Vila Velha/ES, Gen Bda CesarGen Bda CesarGen Bda CesarGen Bda CesarGen Bda Cesar Augusto Nicodemus de Souza -Augusto Nicodemus de Souza -Augusto Nicodemus de Souza -Augusto Nicodemus de Souza -Augusto Nicodemus de Souza - Curitiba/PR, Cel Frederico Guido Bieri -Cel Frederico Guido Bieri -Cel Frederico Guido Bieri -Cel Frederico Guido Bieri -Cel Frederico Guido Bieri - Santa Maria/RS, Apos. Gastão Pucci PulicanoApos. Gastão Pucci PulicanoApos. Gastão Pucci PulicanoApos. Gastão Pucci PulicanoApos. Gastão Pucci Pulicano ----- Franca/SP, Engº Geraldo de Castro Filho -Engº Geraldo de Castro Filho -Engº Geraldo de Castro Filho -Engº Geraldo de Castro Filho -Engº Geraldo de Castro Filho - Lagoa Santa/MG, Consultor Harry Conrado Schüler -Consultor Harry Conrado Schüler -Consultor Harry Conrado Schüler -Consultor Harry Conrado Schüler -Consultor Harry Conrado Schüler - Guarapari/ES, Cel JoãoCel JoãoCel JoãoCel JoãoCel João Severo Rocha Brasil -Severo Rocha Brasil -Severo Rocha Brasil -Severo Rocha Brasil -Severo Rocha Brasil - Santa Maria/RS, Cel PMSP Joel Avoletta -Cel PMSP Joel Avoletta -Cel PMSP Joel Avoletta -Cel PMSP Joel Avoletta -Cel PMSP Joel Avoletta - São Paulo/SP, SO Aer José Fonseca Pinheiro -SO Aer José Fonseca Pinheiro -SO Aer José Fonseca Pinheiro -SO Aer José Fonseca Pinheiro -SO Aer José Fonseca Pinheiro - Belo Horizonte/MG, Gen Div José Mario Facioli -Gen Div José Mario Facioli -Gen Div José Mario Facioli -Gen Div José Mario Facioli -Gen Div José Mario Facioli - Batatais/SP, Cel José Pereira Guimarães -Cel José Pereira Guimarães -Cel José Pereira Guimarães -Cel José Pereira Guimarães -Cel José Pereira Guimarães - Porto Alegre/RS, Ten José SátiroTen José SátiroTen José SátiroTen José SátiroTen José Sátiro Maciel -Maciel -Maciel -Maciel -Maciel - Três Corações/MG, Ten Juarez Mateus de Freitas -Ten Juarez Mateus de Freitas -Ten Juarez Mateus de Freitas -Ten Juarez Mateus de Freitas -Ten Juarez Mateus de Freitas - Ponte Nova-MG, Adv Julio Cesar Rios Midon -Adv Julio Cesar Rios Midon -Adv Julio Cesar Rios Midon -Adv Julio Cesar Rios Midon -Adv Julio Cesar Rios Midon - Campo Grande/ MS, Cel Lauro Fortuna Campos -Cel Lauro Fortuna Campos -Cel Lauro Fortuna Campos -Cel Lauro Fortuna Campos -Cel Lauro Fortuna Campos - Rio de Janeiro/RJ, Cel BMRS Lauro Prestes Neto -Cel BMRS Lauro Prestes Neto -Cel BMRS Lauro Prestes Neto -Cel BMRS Lauro Prestes Neto -Cel BMRS Lauro Prestes Neto - Triunfo/RS, Cel Méd Miguel J.V.Cel Méd Miguel J.V.Cel Méd Miguel J.V.Cel Méd Miguel J.V.Cel Méd Miguel J.V. Alves -Alves -Alves -Alves -Alves - Belém/PA, Nicanor Eustáquio Pinto Armando -Nicanor Eustáquio Pinto Armando -Nicanor Eustáquio Pinto Armando -Nicanor Eustáquio Pinto Armando -Nicanor Eustáquio Pinto Armando - Belo Horizonte/MG, Cel Noaldo Alves Silva -Cel Noaldo Alves Silva -Cel Noaldo Alves Silva -Cel Noaldo Alves Silva -Cel Noaldo Alves Silva - Rio de Janeiro/RJ, Engº Omar de Oliveira Lomeu -Engº Omar de Oliveira Lomeu -Engº Omar de Oliveira Lomeu -Engº Omar de Oliveira Lomeu -Engº Omar de Oliveira Lomeu - Curitiba/PR, Gestor Reinaldo Teixeira Lima -Gestor Reinaldo Teixeira Lima -Gestor Reinaldo Teixeira Lima -Gestor Reinaldo Teixeira Lima -Gestor Reinaldo Teixeira Lima - São Paulo/SP, Engº Ricardo Bieri -Engº Ricardo Bieri -Engº Ricardo Bieri -Engº Ricardo Bieri -Engº Ricardo Bieri - Santa Maria/RS, Cel Rodolpho Heggendorn Donner -Cel Rodolpho Heggendorn Donner -Cel Rodolpho Heggendorn Donner -Cel Rodolpho Heggendorn Donner -Cel Rodolpho Heggendorn Donner - Rio de Janeiro/RJ + 03 Civis e 05 não identificados. Colaboração espontânea Cel Adalberto Guimarães Menezes e Econ. Antonio Carlos Portinari GreggioCel Adalberto Guimarães Menezes e Econ. Antonio Carlos Portinari GreggioCel Adalberto Guimarães Menezes e Econ. Antonio Carlos Portinari GreggioCel Adalberto Guimarães Menezes e Econ. Antonio Carlos Portinari GreggioCel Adalberto Guimarães Menezes e Econ. Antonio Carlos Portinari Greggio
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    Os artigos assinadossão de inteira responsabilidade de seus autores. Permitida a reprodução desde que citada a fonte. EXPEDIENTE Editor/Redator: Coronel Carlos Claudio Miguez Jornalista Responsável: 17646/MG Telefone (31) 3344-1500 / 99957-3534 - E-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia - CEP 30360-690 - Belo Horizonte - MG Circulação Dirigida Impressão: Sempre Serviços Gráficos Ltda CNPJ:11.843.412/0001-00 Envelopamento autorizado Pode ser aberto pela ECT www.jornalinconfidencia.com.br GOVERNADOR FERNANDO PIMENTEL É INDICIADO POR 5 CRIMES Operação Acrônimo Com aval do STJ, Polícia Federal incrimina petista por corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e falsidade ideoló- gica eleitoral. Governador foi intimado pela PF, mas não apareceu para se defender. SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL NEGA HABEAS CORPUS E MANTÉM INDICIAMENTO DO PETISTA FERNANDO PIMENTEL POR CORRUPÇÃO Indiciamento é um ato formal em que a autoridade declara que existem indícios suficientes de ocorrência de crime; governador petista foi indiciado pela Polícia Federal por suspeita de corrupção passiva, tráfico de influência, organização criminosa e lavagem de dinheiro O cerco está se fechando também em Minas: PF prende Bené, operador de Fernando Pimentel em esquema de corrupção A prisão preventiva se dá no âmbito da Operação Acrônimo, que investiga fraudes eleitorais e desvios de recursos públicos recebidos pelo governador petista Com as portas do Palácio da Liberdade abertas, cerca de duas mil pessoas que seguiram pela Marcha pela Democracia foram recebidas pelo governo do Estado GOVERNADOR RECEBE REPRESENTANTES DA FRENTE BRASIL POPULAR DE MINAS GERAIS MULHER DE PIMENTEL VIRA SECRETÁRIA GOVERNO DE MINAS. Carolina Oliveira ocupará pasta de Trabalho e Desenvolvimento Social do Estado Investigada na Operação Acrônimo, com a decisão tomada por seu marido, a presidente do Servas terá direito a foro privilegiado Fernando Pimentel,Fernando Pimentel,Fernando Pimentel,Fernando Pimentel,Fernando Pimentel, quando prefeito de Belo Horizonte, empregou na Prefeitura o irmão de Dilma, Igor Rousseff e o seu ex-marido Cláudio Galeno, como assessores especiais, sem concurso e com altos salários. Onde está a oposição que não denuncia(ou) essa imoralidade? MEDALHA DA INCONFIDÊNCIA AAssociação dos Militares Estaduais Mineiros (Ámem- MG), por meio de seu presidente, Tenente Coronel PM Norberto Rômulo Russo, entrou a 25 de abril com uma ação popular pedindo a suspensão e anulação dos efeitos da Meda- lha da Inconfidência entregue pelo governador Fernando Pimentel (PT) ao líder do Movimento dos Trabalhadores Sem- Terra (MST), João Pedro Stédile, no ano passado. E neste ano entregou a mesma Medalha à deputada Jô Moraes do PCdoB e ao tupamaroJoséMujica,atuantemembrodoForodeSãoPaulo,quefezodiscursooficialda tradicional solenidade mineira. Para onde vamos? Guerra civil?. MENSALÃO TUCANO Por muito menos, o ex-presidente do PSDB e ex-governador Eduardo Azeredo foi condenado a 20 anos e 10 meses de prisão por peculato e lavagem de dinheiro no escândalo do mensalão tucano, por ter desviado R$ 3,5 milhões de estatais mineiras. O atual governador Fernando Pimentel está envolvido em diversas falcatruas, muito maiores que as cometidas por Azeredo, que ainda não está preso. Quando serão colegas de presídio? Aguardemos o resultado da Operação Acrônico... Pimentel,quandoMinistro,re- cebeudaFiemgR$1milhão,em2011, paraapresentarpalestraseconsultorias emsuasregionaisejamaisasconcreti- zou.QuandoaFiemgvaisemanifestar sobre esse assunto? Terá sido um pixuleco por algum interesse pessoal da presidência da Federação? PETISTA ADMITE USO DOS CORREIOS NA CAMPANHA DE DILMA E PIMENTEL Em reunião com dirigentes da estatal em Minas, deputado estadual Durval Ângelo parabeniza ação dos funcionários pelo desempenho dos candidatos do PT no estado "Se hoje nós temos uma capilaridade na campanha do Pimentel e da Dilma em toda Minas Gerais, isso é graças a essa equipe dos correios" TURMA DO HOMEM FORTE DE PIMENTEL TINHA ATÉ CONTRATO COM A LOBISTA ERENICE GUERRA A Polícia Federal descobre um esquema milionário operado por Bené - Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, amigo do governador de Minas Gerais. O Ministério Público acusa a mulher de Pimentel de conivência com os desvios Esperando por Pimentel, Carolina e Bené Nº 226 - Abril/2016 28