O documento defende a importância das forças armadas na proteção contra o comunismo no Brasil e anuncia uma solenidade cívico-militar em homenagem à contrarrevolução de 1964. Também aborda críticas à ideia de 'educação bancária' de Paulo Freire e discute o papel dos bancos na economia, enfatizando sua função multiplicadora de recursos. Além disso, menciona a vigilância sobre transações financeiras como parte de uma agenda de controle global.