AS FORÇAS ARMADAS TÊM O DEVER SAGRADO DE IMPEDIR,
A QUALQUER CUSTO, A IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL.
BELO HORIZONTE, 20 DE NOVEMBRO DE 2019 - ANO XXV - Nº 270
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E-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br
PF
STF
STF - Supremo Tribunal Federal PÁGINAS 3, 12, 24 E 25
INTERVENÇÃO MILITAR, JÁ!
PÁGINAS 14 E 15
PÁGINA 5
PÁGINA 12
PÁGINA 4
Maria Lucia Victor Barbosa
Ernesto Caruso
Aileda de Mattos Oliveira
Ex-alunos de 1969. À esquerda, o general Alvarenga,Comandante da ESA,
tendo ao seu lado o coronel Soriano (empunhando a Bandeira Nacional) e
à retaguarda, de camisa branca, o antigo monitor, capitão Carvalho
ESCOLA DE SARGENTOS DAS ARMAS
JUBILEU DE OURO
DA TURMA DE SARGENTOS DE 1969
PÁGINA 13
DIA DA BANDEIRA
19 de novembro
Foi nomeado ministro da mais alta instância judiciária
do país (Supremo Tribunal Federal), para o que é exigido,
entre outras coisas, NOTÁVEL SABER JURÍDICO.
NOMEADO POR LULA.
MAIS UM FENÔMENO BRASILEIRO
Um Bacharel em Direito que
Não tem doutorado
Não tem mestrado
Não tem sequer pós graduação
Foi reprovado em dois concursos
para juiz estadual
Foi advogado do PT nas
campanhas eleitorais de
1998, 2002 e 2006
OMinistro Luiz Fux afirmou em seu voto que o STF não está legi-
timado a rediscutir prisão em segunda instância.
Isso porque o Código de Processo Civil determina no artigo 926 que
“Os tribunais devem uniformizar sua jurisprudência e mantê-la
ESTÁVEL, íntegra e coerente.”
A prisão em segunda instância foi definida em 2016 e desde então
NADA ocorreu que justifique mudança, ao contrário, foi fundamental
contra a corrupção.
O STF, assim como todos os tribu-
nais, está obrigado a cumprir o Código
de Processo.
Sociedade,demaisPoderesdaRepú-
blicaeForçasArmadasestãoassistindoao
anunciado retorno da Farra da Impunida-
de, mediante JULGAMENTO ILEGAL.
Precisamos divulgar o grave alerta
do Ministro Fux!
JULGAMENTO NO STFSTFSTFSTFSTF É ILEGAL
MANIFESTANTES DEFENDEM PRISÃO APÓS
2ª INSTÂNCIA NA PRAÇA DA LIBERDADE
Mais uma vez, esponta-
neamente, os verda-
deiros brasileiros foram para
as ruas e praças, no sábado
dia 9 e no domingo dia 17, a
fimdeprotestarcontraoSTF
e o sinistro Dias Toffoli, por
ter soltado o maior ladrão,
corrupto e traidor da Pátria
AmadaBrasil–LuladaSilva.
A Praça da Liberdade,
como sempre, lotada e colo-
rida de verde e amarelo! PÁGINA 3
AVITÓRIADA
IMPUNIDADE
PRESIDENTE BOLSONARO,
OCUPE TODOS OS ESPAÇOS!
NÃO FOI GOLPE!
Graça Salgueiro
PÁGINA 11
STF: UM ESPANTO!
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Dias Toffoli
8Nº 270 - Novembro/2019 22
* A. C. Portinari
Greggio
* Economista
POUCOS PERCEBEM, MAS VIVEMOS
UMA REVOLUÇÃO SEM VOLTA
Em artigos anteriores, dissemos e repe-
timos que a eleição de Bolsonaro foi
mais do que virada eleitoral, foi revolu-
ção. Mas o termo revolução tem sido tão
abusado que, no nosso caso, precisa de
esclarecimento. Revoluções são fenôme-
nos profundos e irreversíveis que mudam
o curso da História, enquanto viradas eleito-
rais podem ser efêmeras, como já obser-
vamos nos casos de Jânio Quadros e de
Fernando Collor. Por que, então, insistimos
em que a vitória de Bolsonaro foi revolu-
ção? É o que tentaremos explicar e provar
em seguida.
Aprendendo com o inimigo: o ca-
marada Lênin, no panfleto O colapso da
II Internacional, publicado em 1915, en-
sinava (e nós traduzimos livremente): “É
óbvio que a revolução é impossível sem
que ocorra uma situação revolucioná-
ria; mas nem toda a situação revolucio-
nária conduz à revolução. Há três sinto-
mas de situação revolucionária. (1) Os
métodos de governo das classes domi-
nantes perdem sua eficácia. (2) Aumenta
o desconforto e o sofrimento da popula-
ção. (3) Em consequência, a indignação
cresce e a consciência política do povo se
aguça e se manifesta na forma de ativida-
des revolucionárias que a classe domi-
nante não consegue impedir.” Mas, avi-
sava Lênin, as duas últimas condições –
a revolta da população e sua consciência
política – só funcionariam se a primeira
se cumprisse.
As circunstâncias da eleição de
Bolsonaro correspondem aos três sinto-
mas de Lênin, portanto são uma revolu-
ção. As classes dominantes – os políticos,
os traidores, a mídia, a cúpula da Igreja
Católica, as ongues, a intelectualha, as
máfias sindicais, as empresas envolvidas
nos esquemas de corrupção – empenha-
ram-se como nunca em impedir a vitória
de Bolsonaro. Fraudaram pesquisas, es-
palharam falsas notícias, tentaram assas-
siná-lo, manipularam as urnas eletrôni-
cas. Mas nada funcionou. Pela primeira
vez na História moderna, não consegui-
ram controlaraopiniãopública.Aprimeira
condição prescrita por Lênin se cumpria: os
métodos de governo das classes dominan-
tes haviam perdido sua eficácia. Em con-
sequência, a revolta e a consciência da po-
pulação se manifestaram em ação política
– o voto – nas eleições.
Mas Lênin falava apenas em sin-
tomas de situação revolucionária, os
quais não são suficientes para caracteri-
zar uma revolução. Revoluções são vi-
radas políticas permanentes, que mu-
dam definitivamente... o quê?
Segundo os comunistas, as revolu-
ções mudam as classes no poder e o modo
de produção. As suas revoluções, por
exemplo, tiram definitivamente a burgue-
sia e seus aliados do poder e põem no seu
lugar a classe trabalhadora, representa-
da pelo Partido Comunista, o qual se en-
carrega de substituir o modo de produção
capitalista pelo modo socialista de produ-
ção. Para os comunistas, a mudança do modo
de produção é a essência da revolução, é o
que caracteriza e define a revolução.
Os comunistas estão errados. Nas re-
voluções, não é o modo de produção que
muda, até porque só há dois modos de
produção: o mercado, que funciona, ou o
socialismo, que não funciona. Na verda-
de, o que muda nas revoluções é a classe
dominante e o modo de governar, o estilo
de governo, o regime, ou, na linguagem
dos cientistas políticos, a governança.
Dentro dessas premissas, a pergunta:
a vitória de Bolsonaro mudou o modo de
governar o Brasil? Parece que sim. Ela rom-
peu com o presidencialismo de coalizão,
O mundo mudou, mas a Globo ainda não entendeu que não pode reverter a História
o estranho sistema inventado pela consti-
tuição de 1988, no qual a governança era
negociada pelo Executivo com cargos e pro-
pinas para deputados e senadores. Os dois
principais vícios desse sistema, a incompe-
tência e a roubalheira, foram suspensos
sine die. Os atuais dirigentes são, quase to-
dos, competentes e probos. Mudou, portan-
to, o modo de governar o Brasil. Mas lem-
brem-se: ali atrás dissemos que a autêntica
revolução é “fenômeno profundo e irre-
versível que muda o curso da História”. O
modo de governar mudou. Mas será que
essa virada é irreversível? Será que as clas-
ses derrotadas terão meios para reverter o
processo e restaurar o antigo sistema?
Para esclarecer essa questão, te-
mos de entender como funciona o esque-
ma de poder derrotado por Bolsonaro. O
regime instituído pela constituição de 1988
se intitula “democracia” porque, diferen-
te das ditaduras, não se impõe pela força.
Legitima-se pelo voto popular e se impõe
pela persuasão. Em países como o Brasil,
regimes desse tipo dependem de consen-
timento obtido por meio do controle da
opinião pública; e o principal instrumento
de controle da opinião pública é a mídia.
As democracias modernas não têm nada
que ver com o clássico modelo da demo-
cracia de Atenas nos séculos 5 e 4 AC,
nem com a res publica da Constituição
dos Estados Unidos, baseadas no con-
senso de vontades de cidadãos livres e
conscientes. Longe disso, as democraci-
as modernas são fajutas porque se basei-
am no controle da opinião pública pela
mídia. São, portanto, modelos modernos
de governança que somente o poder da
mídia pode sustentar.
A vitória de Bolsonaro, portanto,
foi a derrota da mídia. Mais do que isso,
ela marcou o fim de quase dois séculos em
que o poder da mídia predominou como o
principal sustentáculo do poder político.
Como veremos adiante, o fim do poder da
mídia abre, pela primeira vez em séculos,
o caminho para autênticas democracias,
sem manipulações da opinião pública.
Como se trata de questão de extre-
ma importância, vamos estudar o predo-
mínio da mídia desde suas origens, a fim
de entender sua queda. Como vimos, a de-
mocracia de Atenas funcionava porque
não existia mídia, nem sistema represen-
tativo. As deliberações eram tomadas dire-
tamente pelo povo em assembleias – enten-
dendo-se como povo apenas os cidadãos
qualificados, cuja maioria pertencia à classe
média. Todos tinham o direito de falar. Havia
livre intercomunicação entre os presentes,
os quais não eram meros ouvintes passivos
de discursos alheios.
A democracia ateniense teve vida
curta. A regra, na História da humanidade,
sempre tinha sido de regimes autoritários
e povos obedientes. O principal instru-
mento de controle da mente do povo era a
religião. Mas a partir do século 17 o es-
pírito científico e a razão passaram a pre-
dominar nas classes cultas. O surgimento
da imprensa criou novos meios de disse-
minação de ideias. A vida intelectual pas-
sou a girar em torno da literatura, do tea-
tro e dos jornais. O antigo modelo de do-
mínio mudou, estabeleceram-se socieda-
des mais livres.
Assim foi até o final do século 19.
Até então, os jornais não passavam de
folhetos produzidos em prensas pareci-
das com a de Gutenberg. O papel era ca-
ríssimo. Sua circulação não ultrapassava
os arredores das cidades. Mas eram mui-
tos, eram livres, tinham ideias diferentes
e debatiam furiosamente temas políticos
e sociais. A mídia correspondia às paixões e
às opiniões do público.
Na segunda metade do século 19 apa-
receram as impressoras rotativas, as fá-
bricas de papel de polpa de madeira, o te-
légrafo, os linotipos, os cabos submari-
nos, as agências de notícias e as redes fer-
roviárias. A conjugação desses elemen-
tos permitiu o surgimento de jornais diári-
os de grande circulação, distribuídos em
vastos territórios, com noticiário de todo
o mundo. Diferentes dos antigos panfle-
tos, eram indústrias com milhares de em-
pregados e grandes investimentos em má-
quinas e equipamentos. As novas empre-
sas jornalísticas contratavam os melho-
res repórteres, correspondentes e articu-
listas. Surgia a grande mídia, associada a
grupos capitalistas, a qual rapidamente
sobrepujou os pequenos órgãos de im-
prensa. Os jornais, que eram os principais
meios de propagação e debate de ideias,
logo se tornaram o principal instrumento
de controle e manipulação da opinião
pública. O avanço da tecnologia foi a cau-
sa dessa transformação.
Dizia-se no século 19 que os jor-
nais eram o “quarto poder”, ou “quarto
Estado”, porque autenticamente repre-
sentavam a voz do povo. Mas isso aca-
bou. A grande mídia só representava a
vontade dos donos das cadeias de jor-
nais. Longe de ser a voz do povo, era só-
cia das oligarquias. Seu poder de manipu-
lação aumentou quando surgiram o cine-
ma e o rádio, e chegou ao máximo com
o surgimento da televisão. As grandes
cadeias de jornais se apropriaram des-
ses novos meios de comunicação.
Assim surgiu o poder da mídia, que
não é simples poder político ou econômi-
co. É claro que os políticos governam.
Mas a política mudou. Antigamente eles
se entendiam diretamente com seus elei-
tores em comícios e manifestações. Hoje
o acesso ao eleitorado se faz pela tele-
visão. E só é possível se o político tiver
imagem previamente aprovada pela mídia.
Ela tem o poder de promover ou de liqui-
dar qualquer carreira política. Quando o
político chega a aparecer no cenário na-
cional, é porque foi previamente filtrado
pela mídia. Se não, nem chegaria a existir
para o público. Portanto, os políticos estão
subordinados à mídia como a criatura se
subordina ao criador.
O poder supremo é a mídia. Logo,
não pode ser vista como negócio qual-
quer. Embora seja prestadora de servi-
ços, vai muito além de vender distração
ou notícias: tem o poder de formar cons-
ciências, de condicionar atitudes e opini-
ões, de orientar preferências políticas, de
mudar padrões morais. Esse poder é tre-
mendo porque substitui nossa consciên-
cia pela consciência dos manipuladores.
Dependemos deles para enxergar o mun-
do ao nosso redor. Qual a capacidade
dum indivíduo isolado de observar a rea-
lidade e tirar conclusões ou formar opi-
niões por conta própria? Na verdade, só
conhecemos em primeira mão os fatos
ocorridos na nossa casa, no nosso empre-
go ou na nossa vizinhança. Todo o resto
– tudo o que acontece no mundo além des-
ses limites – nos é informado pelo jornal,
pela revista semanal, pelo rádio ou pela
televisão. Isso significa que a parte mais
importante da realidade ao nosso redor
não é captada por nós, mas nos é apresen-
tada, já pronta e manipulada, pelos donos
da mídia.
Qual a chave, o segredo do tremen-
do poder da mídia? Voltemos ao caso da
democracia de Atenas. Ela funcionava
porque o povo se reunia num mesmo local
e todos falavam com todos. Por isso, as
opiniões e os fatos eram examinados, cri-
ticados, desmentidos ou confirmados.
Não é o caso da grande mídia. Ela trans-
mite suas mensagens a milhões de pesso-
as dispersas e isoladas que não se comu-
nicam entre si. Se for notícia falsa e al-
guém souber, como desmentir? Impossí-
vel. Cada indivíduo só se comunica com
seus vizinhos. Só a mídia fala, enquanto
milhões de indivíduos isolados assistem.
Esse é o forte da grande mídia: o monopó-
lio do discurso.
Assim foi por mais de século e meio.
Na década de 1980 surgiu a Internet. A
grande mídia se apropriou dos portais e
provedores. Apareceram os e-mails e chats.
O público começou a se intercomunicar. Em
2007 – doze anos atrás, apareceram os
smartphones, ou celulares inteligentes. Na
mesma ocasião, surgiram as plataformas tipo
Facebook ou Whatsapp. Estava deflagrada
a maior revolução do século 21: a expansão
das redes sociais. Sem querer, e sem que a
oligarquia percebesse, criaram-se as mes-
mas condições da democracia ateniense:
o povo passou a se reunir na mesma rede
onde todos falam com todos. As opiniões e
os fatos são examinados, criticados, des-
mentidos ou confirmados pelo público,
que assim passou a formar sua própria
opinião, independente da grande mídia.
Hoje, cerca de 77 milhões de brasi-
leiros frequentam as redes sociais. Elas
não apenas quebraram o monopólio. Fo-
ram além. O público tomou conhecimento
da torpe manipulação, da associação en-
tre a grande mídia e os políticos, da depra-
vação moral da oligarquia. As campanhas
para impingir falsas ideologias, tais como
a do “gênero”, a ligação da oligarquia com
o crime, a corrupção dos costumes, tudo
isso foi exposto. A grande mídia foi desa-
creditada, e suas tentativas de manipular
o processo político malograram.
Após mais de 150 anos de crescente
domínio da política, a grande mídia é
superada pelo mesmo avanço tecnológico
que lhe deu a supremacia no século 19. A
irreversível revolução, portanto, não foi a
vitória de Bolsonaro. Foram as redes soci-
ais, que abrem a perspectiva de nova e
autêntica democracia, muito diferente do
fajutíssimo “Estado democrático de Di-
reito” da constituição de 1988.
Nº 270 - Novembro/2019 33
Com um misto de revolta e asco, assistimos ao ato final do STF,
que decidiu revogar a prisão decorrente da 2ª Instância.
É doloroso constatar como um pequeno grupo de indivíduos, com
alta responsabilidade perante a população, cause tanto mal ao
buscar, com determinação, soluções que prejudiquem o País, tão
necessitado agora de ânimo após os desastrosos governos de
Lula e Dilma, empenhados estes unicamente na destruição da so-
ciedade em nome da maligna ideologia comunista.
Felizmente, temos na direção da Nação um conjunto de pessoas sérias,
honestas, capacitadas, patriotas e totalmente comprometidas com o bem do
Brasil.
A vida constitui-se de vitórias e derrotas, e apresenta obstáculos de vulto
a serem transpostos.
Cabe a nós levantar a cabeça e enfrentá-los com fé e coragem, unidos pe-
lo ideal de auxiliar a conduzir a Pátria a caminhos esperançosos, na qual viva-
mos com felicidade e orgulho de sermos brasileiros.
E vamos conseguir tal propósito, tendo em mente que o sucesso desta cru-
zada depende do esforço de todos nós.
A GRANDE AÇÃO A EMPREENDER-
MOS NO MOMENTO, COM PERSIS-
TÊNCIA, É PRESSIONAR O CON-
GRESSO A APROVAR A “PEC DA 2ª
INSTÂNCIA”, QUE MANTERÁ A CI-
TADA PRISÃO.
As lembranças do ser humano se dis-
solvem rapidamente – quem se lembra
que neste ano, o Brasil seria transforma-
do por Lula em uma Venezuela e que em
nossa bandeira seria fixado o odioso símbolo da foice e do martelo?
Felizmente, nossa caminhada, apesar de difícil, está sendo feita sob o
acompanhamento de gente de bem, que com muito valor quer nos guiar para um
futuro seguro e livre do perigo.
Peço, pois, que confiem na competência e no exemplo de nosso Presiden-
te, que esforça-se em atingir os grandes objetivos em benefício do povo sob a
proteção de Deus, Ser Supremo sempre presente em suas palavras.
Reynaldo De Biasi Silva Rocha – Coronel Reformado do Exército
Presidente do Grupo Inconfidência
GRUPO INCONFIDÊNCIA
25 Anos de Lutas na Defesa do Brasil 14 Nov 2019
O ATO VIL DO STF E A POSTURA
DO GOVERNO E DO CIDADÃO
Há dois dias que faço buscas e pesqui-
sas em todos os tribunais do sul,
sudeste e centro-oeste, buscando ações
em que Gilmar Mendes houvesse atuado
como advogado... e, para minha surpresa,
ele jamais advogou... isso me intrigou e
fui fazer buscas sobre algum concurso
público para o MP ou juiz de direito... ele
também nunca prestou... ele e Tóffolli fo-
ram enfiados no STF na mesma condi-
ção... de forma ilegal... e pior, descobri que
a sabatina de Gilmar Mendes no senado,
depois de ser nomeado para o STF por
FHC, estava marcada para o dia 8 de maio
de 2002, mas naquele exato dia a OAB
entrou com um impeditivo justamente
porque Gilmar Mendes jamais havia ad-
vogado... a sabatina foi adiada e o então
senador Suplicy pediu vistas do proces-
so da OAB e mandou investigar... na se-
mana seguinte, aproveitando a ausência
deste senador, 16 outros senadores fize-
GILMAR MENDESGILMAR MENDESGILMAR MENDESGILMAR MENDESGILMAR MENDES
Hélio Dias sobre *Gilmar Mendes*
ram uma "sabatina" rápida e aprovaram a
nomeação de Gilmar Mendes... só para se
ter ideia, Gilmar já teve uns 5 ou 6 pedidos
de impeachment desde 2004 para cá... até
o MPF já entrou com impeachment e não
conseguiu... Gilmar já libertou bandidos
de alta periculosidade para o país, como
Daniel Dantas... quando FHC nomeou
Gilmar para o STF, o grande jurista Dal-
mo de Abreu Dallari, professor da Facu-
ldade de Direito da Universidade de São
Paulo, afirmou, em artigo de opinião pu-
blicado na Folha de S. Paulo, que tal in-
dicação representava um sério risco pa-
ra a proteção dos direitos no Brasil, o com-
bate à corrupção e a própria normalidade
constitucional. Segundo ele, Gilmar Men-
des estaria longe de preencher os requisi-
tos necessários para ser membro da mais
alta corte do país.... daí se tira a ideia de
quem é Fernando Henrique Cardoso &
Gilmar Mendes..."
BARROSO DIZ QUE GILMAR É “HORRÍVEL”
STF, GILMAR E TOFFOLI
SÃO ALVOS DE PROTESTOS
impeachment já!
Manifestantes se reuniram em várias capitais e cidades
pedindo o impeachment de ministros do STF
Foram realizadas manifestações espontâneas pela população brasileira logo
após a decisão do STF de liberar os corruptos Lula, José Dirceu, Eduardo
Azeredo e outros podendo alcançar milhares de bandidos. A primeira manifesta-
ção ocorreu no dia 09/11 (sábado) e na semana seguinte no dia 17/11 (domingo).
Vejamos abaixo algumas fotos desses movimentos
Av. Paulista
Belo Horizonte
8Nº 270 - Novembro/2019 4
* Maria Lucia
Victor Barbosa
*Professora, escritora, socióloga, autora entre outros livros de "O Voto da Pobreza e a Pobreza do
Voto – a Ética da Malandragem", Editora Zahar e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido",
Editora Saraiva. - mlucia@sercomtel.com.br - www.maluvibar.blogspot.com.br
4
* Rodolpho
Heggendorn
Donner
* Coronel - Psicólogo
FAKE INTERPRETATIONS
Interpretações de textos constitucionais não podem ser decididas por um único voto de minerva.
Nada menos do que aceitar farsa como verdade. Isso não é fazer justiça.
Só Deus sabe quan-
ta tolice e indese-
jáveis consequências
acontecem por culpa do verbo Interpre-
tar. A psicanálise freudiana tem por
método a interpretação analítica de so-
nhos, atos falhos e próprios diálogos
verbais com o paciente. No Supremo
Tribunal Federal decisões são tomadas
por análises processuais e interpreta-
ções de textos da Constituição Federal.
Tanto na psicanálise freudiana quanto
no STF, ações transitam da necessária
precisão interpretativa às mais cruéis
idiotices. Principalmente quando, em
ambos, acontecem rígidas submissões
ipsis verbis a doutrinas terapêuticas e
a textos constitucionais.
Decisões jurídicas capengas acon-
tecem principalmente quando tomadas
sob múltiplas divergências de interpre-
tações. Tal como aconteceu agora con-
tra a prisão após condenação em se-
gunda instância. Em absoluto, não se
pode dizer que justiça foi feita. Muito
menos afirmar que o texto constitucio-
nal diz isso ou aquilo, quando sob opi-
niões contrárias de cinco votos a favor,
cinco contra e um voto de desempate.
Além do mais, anulando juris-
prudências anteriores. Interpre-
tações de textos constitucio-
nais não podem ser decididas
por um único voto de mi-
nerva. Nada menos do que
aceitar farsa como verda-
de. Isso não é fazer justi-
ça.
Justas e verdadeira-
mente indiscutíveis seriam
decisões tomadas por
votos de maioria
absoluta de três
quartos dos mi-
nistros,enãopor
maioria simples,
contagem usa-
da para decidir
jogos de fute-
bol por pênal-
tis. Com 12 membros —um além dos 11
atuais — decisões só seriam conside-
radas por conta exata de três quartos,
nove votos. Aí, sim, indiscutível maio-
ria absoluta. Divergências interpreta-
tivas aquém desse placar de nove vo-
tos exigiriam revisão do texto constitu-
cional através de Proposta de Emenda
Constitucional a ser votada no
Congresso. Nada menos fa-
zer-se o que seja o correto.
Cabe somente ao Congres-
so aprovar alterações no tex-
to constitucional, fazendo
valer a razão, e não pela opi-
nião a mais de
um único voto.
Deu pe-
na ver o deba-
te que decidiu
contra a pri-
são em segunda
instância, princi-
palmente pelo ri-
dículo pressu-
posto de sabe-
doria contida em
palavras recor-
rentes, contra e
a favor de direitos constitucionais. Não
houve divergências de opinião apenas
entre os 11 ministros. Discursos infin-
dáveis —um deles em mais de duas ho-
ras de devaneios jurídicos, memórias e
histórico pessoal — trouxeram ao ple-
nário opiniões de dezenas, talvez cen-
tenas, de juristas, antigos colegas, pro-
fessores, ex-ministros, ilustrando ou re-
forçando interpretações pessoais. Nada
menos do que oferecendo subsídios ao
impasse constitucional a ser decidido
por pouco mais do que pontos e vír-
gulas em opiniões interpretativas de on-
ze juristas presentes e dezenas, talvez
centenas, de notáveis personalidades
jurídicas ausentes. Trazidas emocional-
mente ao plenário, quase entre lágrimas
de saudade e risos marotos. Triste jus-
tiça!
Não, não mesmo, não se fez jus-
tiça. Lógica e decentemente, o melhor
teria sido deixar a decisão para o Con-
gresso — a quem cabe legislar, e que já
tem PEC a ser votada. Mais ainda, quan-
do por três vezes anteriores, a questão
constitucional foi decidida em favor da
prisão após segunda instância.
Tal como na mitologia grega, emi-
tiram trôpega decisão resultante das in-
terpretações dos seis supremos herme-
neutas. Traduziram a gostos próprios e
vergonhosos interesses políticos os di-
zeres ipsis verbis do divino Zeus cons-
titucional. Ignoraram dramas e sofri-
mentos consequentes ao pé do Olimpo.
Adecisão do STF,
em 8 de novem-
bro, transcorreu com
pose, pompa e longos discursos como é
habitual. O resultado foi o de seis minis-
tros contra a prisão em segunda instân-
cia e cinco a favor. Uma vitória frágil
por apenas um voto.
Durante um bom tempo o STF acei-
tou a prisão em segunda instância defen-
dida, inclusive, pelos ministros Gilmar
Mendes, Rosa Weber e Dias Toffoli, os
quais voltaram atrás. Tal reviravolta au-
mentou a sensação de insegurança jurídi-
ca, pois não se sabe o que vale e o que não
vale nas decisões do STF, que em um
momento pende para um lado e em outro
modifica o que foi acordado.
O resultado beneficiou de imedia-
to o presidiário, que se encontrava re-
colhido por seus crimes na cobertura
da Superintendência da Polícia Federal
em Curitiba. Ele foi o primeiro a ser ra-
pidamente solto, como antecipadamen-
te havia anunciado a cúpula de seus cor-
religionários.
Segundo o tão citado art. 283 do
Código de Processo Penal (CPP), ”nin-
guém poderá ser preso senão em fla-
grante delito ou por ordem escrita e
fundamentada da autoridade judiciá-
ria competente, em decorrência de sen-
tença condenatória transitada em jul-
gado ou no curso da investigação ou
do processo, em virtude de prisão tem-
porária ou prisão preventiva”.
Em que situações se estabelece a
prisão preventiva? ”Como garantia da
ordem pública, da ordem econômica,
por conveniência da instrução crimi-
nal, ou para assegurar a aplicação da
A VITÓRIA DA IMPUNIDADE
Durante um bom tempo o STF aceitou a prisão em segunda instância defendida, inclusive, pelos ministros Gilmar Mendes, Rosa
Weber e Dias Toffoli, os quais voltaram atrás. Tal reviravolta aumentou a sensação de insegurança jurídica, pois não se sabe o que
vale e o que não vale nas decisões do STF, que em um momento pende para um lado e em outro modifica o que foi acordado.
lei penal” (art. 312 da CPP).
Isso significa que a prisão transita-
da em julgado pode ser aplicada ou não,
dependendo de quantos advogados fa-
mosos e caros o criminoso possui. Nesse
caso ele pode matar, estripar, estuprar,
roubar, enfim, cometer os crimes que lhe
aprouver e não será preso,
porque a Justiça brasileira
tarda e falta, e até o processo
chegar ao Supremo ou o ban-
dido estará morto ou seu cri-
meoucrimesprescritos. Para
as “pessoas comuns”, sem
recursos financeiros, vale a
prisão preventiva
De todo modo, vai ser
difícil ser preso no Brasil
graças a Lei de Abuso de
Autoridade, com a qual o
Congresso presenteou os
facínoras e puniu os ho-
nestos, os corretos, os que
cumprem com seus deve-
res. Segundo essa anoma-
lia, uma simples condução
coercitiva sem intimação prévia do in-
vestigado ou de uma testemunha, pode
enquadrar um juiz e as penas vão de 3
meses a 4 anos de prisão. Na verdade,
criminosos terão carta branca e a auto-
ridade que ousar prendê-los ou mesmo
algemá-los é que será presa. A lei já fez
efeito e autoridades já deixaram de pren-
der por medo de serem punidas.
O presidente do STF, ao chegar
ao término da votação sobre a prisão
em segunda instância, jogou a batata
quente para o Congresso, em que pese
a Suprema Corte ultimamente ter tam-
bém legislado. Mas, se a Constituição é
abstrata, qual é a definição exata de
trânsito em julgado? Se mudar a Cons-
tituição é complicado ou não pode ser
feito no caso das Leis Pétreas, não po-
deriam os legisladores fazer uma lei com-
plementar alterando o Código Penal, de-
finindo o que é trânsito em julgado para
que a partir de uma sentença penal con-
denatória possa a prisão ser efetuada na
primeira ou na segunda instância?
A dificuldade dessa possível so-
lução reside no fato de que muitos in-
tegrantes do Congresso, notadamente
do PT e do chamado Centrão, têm pro-
blemas com a Justiça, incluindo a Lava
Jato e não vão votar contra si mesmos.
No momento eles têm foro privilegiado,
mas posteriormente podem não ser
reeleitos e até presos.
Lula já devia estar em prisão domi-
ciliar, mas avisou que não aceita isso e
nem usaria tornozeleira. Agora solto pela
decisão do STF, saiu dizendo que vai ser
mais de esquerda e reiterou seus ataques
raivosos, pesados, cheios de ódio aos que
considera seus inimigos: a Polícia Fede-
ral, o Ministério Público, a Receita Fede-
ral, o arqui-inimigo Sérgio Moro e o mega
adversário, presidente Jair Bolsonaro.
O chefão petista não recuperou
seus direitos políticos como disse Had-
dad. Continua condenado na primeira
instância, no TRF-4, no STF, no caso
do Tríplex de Guarujá. Foi condenado
em primeira instância com relação ao
sítio de Atibaia, o Instituto Lula e o
apartamento de São Bernardo. Pesam
ainda sobre ele os processos de tráfico
de influência na compra dos Gripen da
FAB, do “quadrilhão” do PT na Petro-
brás, das propinas da Odebrecht. Por is-
so ele se diz o homem mais inocente do
mundo, um injustiçado preso político.
Só falta agora se realizar o desejo de
Lula da Silva através do STF: Moro ser
considerado um juiz parcial no caso do
tríplex, com base na ação criminosa de
Hackers comandados pelo jornalista do
site Intercept. Então, ele recupera seus
direitos políticos. Contudo, se isso ocor-
rer, desmoralizando ainda mais o Supre-
mo perante a sociedade, não está garan-
tida a eleição do ex-presidiário. Portanto,
não será prudente ele sair por aí em cara-
vana. A última foi um desastre político e
pode ser pior agora porque a repulsa ao
PT permanece e pode até ter aumentado.
Nº 270 - Novembro/2019 5
*Aileda
de Mattos Oliveira
*Professora Universitária, ESG/2010, Doutora em Língua Portuguesa, ADESG 2008,
Acadêmica Fundadora da Academia Brasiliera de Defesa e Membro do CEBRES e
Acadêmica AHIMTB - ailedamo@gmail.com
*Aristóteles
Drummond
* Jornalista - Vice- Presidente da ACM/RJ
aristotelesdrummond@mls.com.br
www.aristotelesdrummond.com.br
5
Por mais que o pre-
sidente Bolsona-
ro e membros da alta
cúpula do Governo da
República reiterem seu apoio e reco-
nhecimento ao movimento cívico-mili-
tar de 31 de março, percebe-se certa e
lamentável timidez em medidas práticas
de reparação a mais de 30 anos de cam-
panhas caluniosas contra militares.
Há mais de seis meses venho cla-
mando, inclusive através de artigo nes-
ta nossa trincheira democrática que é
este jornal, pela restituição do nome do
Almirante Rademaker a um pavilhão do
Colégio Pedro II, onde o ilustre brasi-
leiro estudou, arrancado por ódio à Re-
volução pela administração do edu-
candário, no governo Dilma. Já levei o
pleito por escrito, e entregue pessoal-
mente, ao Palácio do Planalto. Medida
simples, justa e de conforto moral aos
que conheceram e admiraram a vida do
ilustre brasileiro que foi ministro da Ma-
ABANDONO DOS HOMENS DE 64
O governo passa, a política muda e o momento de expor a verdade e a justiça é agora.
rinha e vice-presidente da República, e
de conduta impecável.
Nesta mesma ocasião, dia 19 de
junho para ser mais preciso e para con-
sulta às audiências concedidas naque-
le dia, encaminhei também, para apreci-
ação do presidente da República, a su-
gestão de se dar o
nome de Ministro
Mário Andreazza ao
trecho da BR-163,
que será entregue
no final do ano pelo
presidente, acaban-
do com históricas
interrupções no pe-
ríodo das chuvas da
estrada que escoa a
maior parte da safra
de nossa soja. E mais: que, ao recuperar
o projeto hidroelétrico de Cotingo, anun-
ciado pelo próprio Bolsonaro, seja dado
o nome de Ministro César Cals, que muito
lutou para tornar realidade essa usina
de baixo custo em Roraima, inviabilizado
por exigências indígenas. Lembranças
para se reconhecer os serviços presta-
dos por estes dois notáveis brasileiros,
militares de formação e que muito fize-
ram pelo Brasil.
Também causa tristeza o silêncio
em torno das obras rea-
lizadas naqueles anos,
especialmente nos go-
vernos Castello Branco,
Costa e Silva, Médici e
JoãoFigueiredo,marcan-
tes na passagem do Bra-
sil da 46ª posição na Eco-
nomia mundial para a oi-
tava. As novas gerações
têm o direito – e a neces-
sidade – de serem infor-
madas sobre o que foi feito, assim como
se deveria estimular de alguma forma a
distribuição em escolas militares, sin-
dicatos e formadores de opinião do li-
vro do Coronel Brilhante Ustra, A Ver-
dade Sufocada, e a edição do ORVIL,
de José Conegundes e Licio Maciel.
São duas publicações de valor históri-
co e de colocação da verdade no perío-
do que os comunistas denominaram de
“anos de chumbo”.
Eles continuam martelando con-
tra os militares, os brasileiros que sal-
varam o Brasil em 64 e que, hoje, se
voltam contra a reação popular à volta
nos anos PT, do binômio subversão-
corrupção, que foi a eleição do presi-
dente Bolsonaro.
O governo passa, a política muda
e o momento de expor a verdade e a
justiça é agora. Que o colocado sirva de
meditação aos que lutaram e lutam por
um Brasil livre de novas ameaças a sua
liberdade e dignidade. E se reconheça
os patriotas que merecem ser exalta-
dos!
Chegou o momento de separar, em definitivo, a parte patriota da parte traidora, isto é,
a parte saudável da Nação da parte degradada.
Os governantes que
não tiveram pro-
bidade administrativa,
como os Presidentes anteriores, não se
importaram em fazer dos Palácios do
Estado Brasileiro, espaços para propa-
ganda partidária e vermelha. Automati-
camente, tornaram-se, de imediato, do-
nos do patrimônio nacional para rapiná-
lo, como traidores da Pátria que são.
Tudo mais, era insignificante para ele,
governante, ou para ela, “governanta”,
palavra que, coincidentemente, já traz,
na sua forma, a espécie de que faz parte.
Por isso, orgulhosamente, fazia ques-
tão de ser assim chamada.
Presidente Bolsonaro, você assu-
miu compromissos com o País e com
seus eleitores e, naturalmente, por blo-
queios éticos, não deseja fazer do Pla-
nalto seu palanque. Mas, é necessário
que faça. Chegou o momento de sepa-
rar, em definitivo, a parte patriota da parte
traidora, isto é, a parte saudável da Na-
ção da parte degradada. Esta última ex-
tinguirá por si mesma, desde que consi-
dere indispensável usar a sua voz como
antídoto, a fim de eliminar as pragas
ideológicas que a infestam.
Transforme os locais de suas visi-
tas, em parlatórios. Sua voz precisa che-
gar aos pontos mais afastados do País.
Que seja ouvido, inclusive e, principal-
mente, pelos indígenas. Faça a integração
deles na sociedade. Seja prático, Presi-
dente! Repita o número de obras já reali-
zadas ou em realização; o número de qui-
lômetros das ferrovias ou rodovias que
estão em franco trabalho de execução e os
resultados da Economia e do agronegócio.
É preciso repetir sempre! Precisa usar a
estratégia do adversário: a repetição. A
diferença é que o outro lado nada fazia,
mas tudo roubava. Usava a mentira à ma-
neira de estandarte ideológico, mas você
usa a verdade, que pode ser constatada.
Eu, pelo menos, pensei que hou-
vesse convocação das emissoras de rá-
dio e de televisão para informar, em rede
PRESIDENTE BOLSONARO, OCUPE TODOS OS ESPAÇOS!
nacional, o resultado das visitas realiza-
das aos países da Ásia e da Arábia. Isso
é importante, Presidente. Muito impor-
tante. Vídeos no youtube, blogs, ou em
quaisquer outros meios das redes soci-
ais, a parte mais simples da população
não tem condições de ver e de acessar.
Nem todos manejam a internet.
Todas as emissoras, sem exceção,
iriam divulgar um fato inédito: o único
presidente, pós-governo militar, que
arregaçou as mangas e trabalha em
favor do Brasil, buscando lá fora
os meios de investimento no País,
sem propinas, sem roubos, sem par-
cerias obscuras. Isso é um escânda-
lo para os sectários do Rato, que se
contorcem de inveja.
É necessário que esqueça, de
vez, omitindo o seu nome, aquela
rede-esgoto, porque, mesmo pon-
do-a no fundo do mais escatológico
buraco, somente a citação de seu
nome nas réplicas indignadas, é uma for-
ma de falar nela, e seus pseudojornalistas
insistirão em irritá-lo. Quanto tempo foi
perdido no vídeo em que você lavou a
alma, e a nossa também, mas, é justa-
mente isso o que a fraudulenta emisso-
ra deseja: que perca seu tempo de traba-
lho em desmentir o que divulga sem
nenhum pudor. Nada tem ela a perder,
porque nada mais tem. Só aguarda a
hora de pôr na tela o sinal colorido, tão
parecido com o do LGBT, para informar
que findou o seu prazo de validade.
Quanto ao STF, casa de meretrí-
cio de alguns membros togados, o ro-
dar da bolsinha foi substituído pelo
rodar da toga, pesada da sujeira moral,
imundície provinda do mesmo antro
onde vive o Rato e seus idólatras. Essa
casa desarticulada, abriga aves de rapi-
na à espera de que o Brasil caia, sem
forças, para usufruírem ainda mais dos
nutrientes do seu erário.
Aguardemos, pois esse fosso de
prostituição das leis cairá por si mes-
mo. Alguns de seus membros já exala o
mau cheiro da decomposição acelerada
da decência, dos costumes, puseram a
instituição ao rés do chão na escala ci-
vilizatória.
Sobre o Congresso, a Câmara redu-
ziu-se a um centro de conchavos atrás da
orelha, presidido pelo balofo chileno,
cujas bochechas são recheadas da saliva
corruptiva com que alicia as suas vítimas
para o prazeroso escambo político.
O chefão, recém-saído da prisão,
graças a seus irmãos em chicana, já co-
meçou a expelir os ácidos estomacais
para provocá-lo, Presidente. Mas não
lhe dê resposta. Deixe-o falar, sozinho.
Sua resposta será, certamente, retorcida
e condenada até mesmo pelos que o
apoiam, porque o brasileiro é pessoa de
momento, hesitante e sem convicção.
Não reverbere a fala engrolada do ébrio;
é justamente o que ele deseja.
Portanto, Presidente Bolsonaro,
lembre-sesempredequeéochefemáximo
desta desfigurada Nação. Lembre-se de
que é o Comandante em Chefe das For-
ças Armadas as quais, neste momento
pelo qual passamos, de desrespeito to-
tal à Constituição, dão mostra, à parte
sadia da população, de estarem seden-
tárias. É urgente que os senhores Gene-
rais saiam daquela comprida mesa do Alto
Comando e se movimentem, com o mapa
do Brasil na mão, para socorrer a Nação
precisada do atendimento deles, que ju-
raram servi-la, dando a própria vida.
Todojuramentoéincondicional,por
que então as condições impostas de que,
para agirem, terá que haver mais de um
milhão de pessoas nas ruas? Que jura-
mento é esse que impõe condições? Jurar
é uma ação pessoal, de foro íntimo, inde-
pendentemente da posição do povo e do
que ele pensa. O que está em jogo é a
integridade da Nação e foi a ela que fize-
ram o juramento e não ao povo, sempre
dividido em desordeiros oportunistas,
massa manipulada e ativos brasileiros
conscientes. É à Pátria que devem o cum-
primento da palavra empenhada. Do con-
trário, tenho o direito de pensar que esse
decantado ato ante à Bandeira Brasileira
não passa de um atrativo a mais na sole-
nidade de final de Curso na AMAN.
O perigo não apenas provém dos
seguidores do Psicopata, habituados à
baderna nas ruas, mas já está instalado no
STF, que age como governo paralelo, fon-
te de desequilíbrio social, instituição ne-
gativa dentro do Estado e, por isso mes-
mo, deve ser alvo da Inteligência Militar.
Ocupe todos os espaços, Presiden-
te, todos, sem exceção. Há sempre um
‘aliado’ querendo tomar o seu lugar. Não
se descuide e siga, corajosamente, por-
que destruir o Brasil é a obsessão da parte
sombria da Nação que agrega institui-
ções decaídas como o STF, como o Con-
gresso, ambos desejando transformá-lo
em colônia, vendê-lo, sem se importarem
com ideologias, por ser o Dinheiro o se-
nhor dessa escória ateia.
Lamentável, mas lamentável mes-
mo, a fase de desmoralização moral por
que passa o nosso País, conduzido a esse
estado pelas instituições velhacas, con-
traditoriamente, muito bem pagas, para
protegê-lo.
Que Deus proteja esta Nação! Cer-
tamente, ela não existe em vão!
Um país roubado pelo seu Congresso,
difamado pela sua imprensa e
condenado pelo seu STF.
Eles continuam
martelando contra os
militares, os brasileiros que
salvaram o Brasil em 64 e
que, hoje, se voltam contra
a reação popular à volta
nos anos PT, do binômio
subversão-corrupção, que
foi a eleição do presidente
Bolsonaro.
8Nº 270 - Novembro/2019 6
Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres
6
Visite o Museu da FEB
Aberto ao público de 2ª a 6ª feira de 09:30 às 16:30 h.
Sábado / Domingo de 09:30 às 13:00 h.
Belo Horizonte - Rua Tupis, 723 - Centro
Agendamos visitas e palestras somente no Museu. Tel. (31) 3224-9891
Juiz de Fora - Rua Howian, 40 - Centro
São João Del Rei - Área do Círculo Militar - Centro
PRESTIGIE NOSSOS VETERANOS COM A SUA VISITA
www.anvfeb.com.br
“Conspira contra sua própria grandeza, o povo que não cultiva seus feitos heróicos”
FEB - FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA
*Marcos Moretzsohn
Renault Coelho
* Presidente da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira –
Regional BH - Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil - Sócio Correspondente
do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil - Pesquisador Associado ao CEPHiMEx
Foto oficial do XXXI ENVFEB
Os veteranos presdentes
Veteranos e familiares
O Cel PM Carlos Bezerra Cavalcante fala sobre
a Batalha dos Guararapes
Veterano Anselmo Alves
XXXI ENCONTRO NACIONAL DOS VETERANOS
DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA
Com o apoio da 10ª Bri-
gada de Infantaria Mo-
torizada, do 7º Grupo de Arti-
lharia de Campanha, do CPOR
e do Colégio Militar de Re-
cife, o XXXI ENVFEB – En-
contro Nacional dos Vete-
ranos da FEB, foi realizado
na capital pernambucana,
de 16 a 19 de outubro.
Veteranos da II Guer-
ra Mundial, familiares, mem-
bros das regionais da ANV-
FEB, estudiosos e aficiona-
dos com a história escrita
com a bravura e o sacrifício
dos pracinhas brasileiros na
luta contra o nazi-fascismo,
lá estiveram para mais uma
edição do Encontro.
De um total aproxima-
do de 120 participantes vin-
dos de todas as regiões do
país, quatorze bravos vete-
ranos marcaram presença:
Alberto de Lima Passos, An-
selmo Alves, Arnoldo Lana,
Bráulio dos Santos Pinto,
Elmo Diniz, Gastão Veloso
de Melo, Geraldo Paes leme
Amaral, Gilberto Teixeira de
Araújo, Luiz Alves de Souza, Oudinot Wil-
ladino, Paulo Luiz da Silva, Pedro Rossi,
Rigoberto de Souza e Severino Gomes de
Souza.
A entrega das credenciais para os
inscritos aconteceu na quarta-feira, dia
16. A Cerimônia Oficial de Abertura do En-
contro foi realizada no auditório do Co-
légio Militar de Recife, na manhã da quin-
ta-feira, dia 17. Na sequência, um oficial
integrante da DPHCEx apresentou ao
público presente a programação aprova-
da para as Comemorações do Jubileu
dos 75 Anos das Vitórias da FEB que de-
verão acontecer na Itália, de 20 a 28 de
abril do próximo ano. Outras quatro pales-
tras com temas relacionados à FEB ainda
foram ministradas por estudiosos e espe-
cialistas. O almoço foi oferecido pela 10ª
Brigada de Infantaria Motorizada – Briga-
da Francisco Barreto de Menezes. No dia
seguinte, sexta-feira, dia 18, o 7º GAC –
Regimento Olinda recebeu os veteranos e
demais convidados para a Solenidade Mi-
litar. Na oportunidade foram entregues
medalhas e condecorações e a tropa des-
filou em homenagem ao General de Bri-
gada Alexandre Oliveira Cantanhede La-
go. (Comandante da 10ª BIMtz) e aos
veteranos da FEB. Ao término da Sole-
nidade foi oferecido um coque-
tel e todos partiram para visi-
tação agendada no Museu Mi-
litar do Forte de São João Ba-
tista do BRUM. Ainda no mes-
mo dia, os presidentes das re-
gionais das ANVFEBs se reu-
niram para deliberar sobre as
ações futuras da entidade. A reu-
nião foi conduzida pelo anfi-
trião do evento, Sr. Rigoberto
Jr., Vice-Presidente da ANVFEB-
PE. Três regionais apresenta-
ram propostas para a realização
do próximo Encontro anual:
Campinas, Curitiba e São Luiz.
O assunto foi levado à votação
e ficou decidido que a regional
da ANVFEB de Curitiba, presi-
dida pela Profª Carmen Rigoni,
ficará responsável pela organi-
zação e realização do XXXII
ENVFEB, em outubro de 2020.
Os representantes de cada re-
gional tiveram oportunidade de
expor os problemas que vêm
enfrentando na atualidade. A
situação em que se encontra a
Casa da FEB do Rio de Janeiro,
sede nacional da ANVFEB, tor-
nou-se motivo de preocupação
para todos os presen-
tes.
Na manhã do
sábado, dia 19, os
participantes foram
levados ao Parque
Histórico Nacional dos Guararapes, em
Jaboatão dos Guararapes, local tombado
pelo Patrimônio Histórico Nacional - ber-
ço da formação da nossa nacionalidade e
onde surgiu o sentimento de pátria do
nosso povo. Conheceram a maquete da
batalha contra os holandeses, vencida
por nós brasileiros, em 19 de abril de 1648,
ouviram uma explanação do Cel. PM Carlos
Bezerra Cavalcante sobre os fatos ali acon-
tecidos, visitaram o mirante existente no
local e a Igreja de Nossa Senhora dos
Prazeres. O almoço aconteceu em restau-
rante localizado na margem de um canal
marítimo de onde partiram dois catamarãs
em que foi embarcada toda a comitiva
para um rápido passeio.
Na noite deste mesmo dia, um jan-
tar de congraçamento/enceramento foi
servido na sede do CPOR de Recife. O
comandante da 10ª BIMtz compareceu
para se despedir dos veteranos e dos
demais integrantes da delegação. Fo-
ram feitos os agradecimentos de praxe
e encerrada a programação.
Nº 270 - Novembro/2019 7
P T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I S
QUE PARTIDO É ESSE?
PT - O PARTIDO MAIS CORRUPTO E MENTIROSO DA HISTÓRIA UNIVERSAL
7
Segundo Marcos Valério, a aproximação do
partido com a organização criminosa começou
nos anos 2000
Em sua edição passada, VEJA revelou o conteúdo de
um depoimento sigiloso prestado por Marcos Valério
em que ele cita Lula como mandante do assassinato do
prefeito Celso Daniel. O ex-operador financeiro do PT tam-
bém confirmou que o empresário Ronan Maria Pinto chan-
tageara o partido e recebera 6 milhões de reais para man-
ter em segredo o envolvimento do ex-presidente. A novi-
dade provocou a reabertura do inquérito e reforça a tese
de que o prefeito não foi vítima de um crime comum, como
concluiu a polícia. De acordo
com Valério, Celso Daniel foi
morto depois de produzir um
dossiê no qual relatava à dire-
ção do partido os múltiplos
esquemas de corrupção que
funcionavam na prefeitura de
Santo André e arrecadavam
propina de empresas de ôni-
bus, de limpeza, de casas de
bingo e até de perueiros. O
dinheiro obtido financiava
as campanhas eleitorais do
PT e bancava as despesas pes-
soais de seus dirigentes.
No depoimento, Marcos
Valério contou que muitos
desses detalhes lhe foram narrados pelo ex-deputado Pro-
fessor Luizinho num encontro que os dois tiveram, em
2004, para acertar a melhor forma de comprar o silên-
cio do chantagista, que ameaçava tornar público o en-
volvimento de Lula e de outros petistas no crime. “O Pro-
fessor Luizinho disse que a arrecadação de propina na
prefeitura era feita com a aquiescência da direção do
PT”, afirmou Valério. Os negócios envolveriam, incl-
usive, uma parceria entre os petistas e o PCC, o grupo
criminoso que atua dentro dos presídios. Segundo o ope-
rador, a aproximação do PT com o PCC começou nos
anos 2000, quando o crime organizado passou a finan-
ciar algumas campanhas políticas do partido. Celso
Daniel sabia da parceria, mas desconhecia a dimensão que
O PT, O PCC E A MORTE DE CELSO DANIEL
ela havia atingido. “Pelo que o professor (Luizinho) me
falou, esse dossiê tinha o propósito de acabar com a
roubalheira”, disse Valério.
Celso Daniel foi sequestrado, torturado e morto
em 2002 por assaltantes ligados ao PCC. Não seria
coincidência, de acordo com o operador. O Professor
Luizinho suspeitava que o prefeito tivesse sido mor-
to por homens que estariam atrás do tal dossiê. Valério
reproduziu o que teria ouvido do deputado: “‘Uma coi-
sa, Marcos, é você ser assalta-
do, outra coisa, Marcos, é você
ser assaltado e torturado’. Signi-
fica que eles estavam atrás de
alguma coisa, na minha opinião,
do dossiê”. A VEJA, o Profes-
sor Luizinho disse que nunca dis-
cutiu esse assunto com Mar-
cos Valério. Ao reabrir as inves-
tigações do caso, o MP vai apu-
rar se o crime teve motivação po-
lítica.
Durante o primeiro gover-
no Lula, Valério operou um cai-
xa usado para recolher propina,
subornar políticos e pagar des-
pesas do partido e de seus diri-
gentes, incluindo os gastos pessoais do então presi-
dente. Condenado a quarenta anos de prisão no caso do
mensalão, atualmente cumpre pena em regime semia-
berto. Entre outubro de 2018 e fevereiro deste ano, ele
prestou vinte horas de depoimento, sendo três delas
exclusivamente sobre o crime de Santo André. O ope-
rador disse estar convicto das ligações entre o PT e
o PCC. Teve certeza disso em 2008, quando ameaçou re-
velar essa conexão e foi espancado dentro de um pre-
sídio em São Paulo onde estavam presas várias lideran-
ças da organização. Apanhou tanto que perdeu os den-
tes. “Preciso de mais para mostrar o envolvimento do
PCC com o partido?”, indagou Valério.
Publicado em VEJA de 6 de novembro de 2019, edição nº 2659
BLOG DO ORLANDO TAMBOSI
Liberal cáustico e anti-ideológico, combatendo o lulopetismo desde 2005.
O ratão está solto! Cuidado!
Quando um rato escapa da ratoeira por
causa da mola frouxa, não deixa de ser
sujo, muito menos de ser rato.
É APENAS UM RATO LIVRE.
INCITAÇÃO À VIOLÊNCIA
Havia um burro amarrado a uma árvore, ai veio o de-
mônio e o soltou.
O burro entrou na horta dos camponeses vizi-
nhos e começou a comer tudo.
A mulher do camponês dono da horta, quando
viu aquilo, pegou o rifle e disparou.
O dono do burro ouviu o disparo, saiu, viu o burro
morto, ficou enraivecido, também pegou seu rifle e ati-
rou contra a mulher do camponês.
Ao voltar para casa, o camponês encontrou a mu-
lher morta e matou o dono do burro.
Os filhos do dono do burro, ao ver o pai morto,
queimaram a fazenda do camponês.
O camponês, em represália, os matou.
Aí perguntaram ao demônio o que ele havia feito
e ele respondeu:
– “Não fiz nada, só soltei o burro”.
Conclusão: Se você quiser destruir um país,
SOLTE O BURRO
QUANDO UM ANALFABETO CONSEGUE
MANIPULAR MAGISTRADOS É SINAL DE QUE
O PAÍS VIROU UM CURRAL...
OS JUMENTOS TOMARAM O PODER!
O BURRO E A BURRICE
Lula solto, mas criminoso, condenado,
inelegível e sem a narrativa de “preso político”
Que moral tem para continuar berrando?
ORA , ESTE CHEFE DA OCRIM, QUE ASSALTOU O PAIS, FAZ INCITAÇÃO À
VIOLÊNCIA E DIZ QUE A OPOSIÇÃO, NAO TEM QUE SÓ SE DEFENDER, TEM
QUE ATACAR TAMBÉM E PROTESTAR DIA APÓS DIA NAS RUAS CONTRA O
GOVERNO, IGUAL O QUE ACONTECE NO CHILE.
ENTÃO, ESTE PRESIDIÁRIO, PODE FAZER O QUE QUER E MANIPULAR A
POPULAÇÃO CONTRA O GOVERNO?
E então Pilatos perguntou para a multidão.
- Quem eu liberto?
O povo clamava:
A Barrabás, o ladrão!
E assim que por mais de 2000 anos o povo
continua escolhendo os LADRÕES.
E A HISTÓRIA SE REPETE...
8Nº 270 - Novembro/2019 88
Durante a transmissão, pela TV, da
possibilidade, pelo STF, de rever-
ter a condenação em segunda instân-
cia, recebi chamadas telefônicas de ami-
gos e de familiares, perguntando-me,
como se fosse oráculo, talvez pela ida-
de e por ser mineiro desconfiado, se os
“ bandidos”, comandados por Gilmar
Mendes (aliás, assim classificado, em
diversos artigos e largamente nos mei-
os virtuais) iriam possibilitar a soltura
do Lula e de comparsas, líderes políti-
cos e empresários corruptos, depois do
trabalho heróico, glorioso, hercúleo e
longo da Lava Jato. Políticos e empre-
sários, os quais, segundo o “ Decano”,
sob a liderança do ex-Presidente da Re-
pública, constituíram quadrilha organi-
zada, que se apoderou do governo e o
faliu, Roubaram e destruiram o que pu-
deram, gerando grave crise. Não são ape-
nas ladrões, mas assassinos, pois, con-
tribuíram para a morte de muitos caren-
tes, velhos e crianças. E como assassi-
nos devem ser tratados e não como apa-
niguados do STF. São responsáveis
por corrupção sistêmica, entranhada
nos três poderes aparelhados pelo PT e
espraiada para vários outros países.
Tudo muito bem investigado e compro-
vado.
Respondi que, pelo posicionamen-
to de um determinado grupo do STF,
entre eles os nomeados ministros por
Lula, como Lewandowski e, principal-
mente, Gilmar Mendes, inimigo número
um da Lava Jato, defensores da soltura
de criminosos, entre eles Lula, espera-
va o pior: a queda da prisão em segunda
instância. A agravar que, acintosamen-
te, formam um grupo de contumazes
afrontadores da opinião pública, por-
tando-se como deuses intocáveis. Acre-
ditava, pois, na mudança, embora re-
cente a jurisprudência ( 2016), gerando
inaceitável insegurança jurídica, envol-
vendo, de imediato, cerca de 5000 con-
denados, já presos, após condenados
em segunda instância, isto é, após de-
terminada a respectiva sentença“, con-
À BEIRA DO ABISMO
denação assim considerada transitada
em julgado”.
Durante o julgamento em tela, o
“transitado em julgado”, que neutraliza
os aspectos negativos apontados pe-
los que se levantam contra tal prisão,
foi praticamente desconhecido. Signi-
fica que após a decisão do juiz, desem-
bargador ou ministro, dependendo do
grau de jurisdição, esta é definitiva,
não podendo mais ser modificada por
qualquer recurso. A não ser que se trate
de ações jurídicas continuativas, não
havendo, entretanto, modificações ou-
tras para o condenado. Isso dificulta a
corrupção das postergações, que levam
às prescrições, para os que podem pa-
gar advogados e bancas milionárias,
como aquelas que abrigam parentes de
alguns dos ministros do STF. Seria in-
teressante que se investigasse a ori-
gem do dinheiro pago a tais advogados
e bancas.
Gilmar Mendes, que havia votado
favoravelmente à tal prisão em 2016,
justificou a mudança do seu voto, des-
moralizando o Poder Judiciário, detra-
tando juízes de primeira e segunda ins-
tâncias, dizendo-os incapazes e os tri-
bunais desorganizados, desacreditados
pelo ineficiente e inconfiável trabalho
que realizam. Também, denegriu o tra-
balho das procuradorias e dos procura-
dores e os trabalhos de investigação rea-
lizados pela Polícia. Não deixou de criti-
car a Lava Jato, enquadrando-a nas críti-
cas acima..
Perguntaram-me, também, se na
votação final, o Presidente do STF, Dias
Toffoli, daria um voto de minerva favo-
rável a não prisão em segunda instân-
cia, com a conseqüente anulação das
prisões já realizadas, o que poderia atin-
gir cerca de 5000 condenados, já pre-
sos. Disse-lhes que, a ressaltar, Toffoli,
ex advogado de Lula e do PT, é amigo e
protegido do ex-presidente Lu-
la. Não se colocou, jamais, im-
pedido em qualquer decisão
que dissesse respeito a Lula.
Foi nomeado para o STF por
Lula, contrariando as condi-
ções requeridas para ser um mi-
nistro do referido Tribunal, se-
gundo a Imprensa. Como publi-
cado, foi lá colocado para de-
fender os interesses do Lula e
demais acusados e condenados
petralhas. Isso foi, ontem, com-
provado pela pobre justificativa
que deu ao voto de Minerva, fa-
vorável à anulação da prisão e à
consequente liberdade de Lula.
Escudou-se em estatísti-
cas, em números que podem ser
manipulados a critério de quem os uti-
liza. Como se desculpasse do voto e
resultado do julgamento perante a opi-
nião pública, afirmou que, ali, naquela
momento, como Juiz, votava interpre-
tanto a lei fria da Constituição. Porém,
já havia enviado ao Congresso, não co-
mo Presidente do STF, mas como sim-
ples pessoa, documento em que suge-
re, àquele Poder, tratar do assunto, le-
vando em conta o sentimento popular,
o que seria próprio para aquela Casa.
Talvez estivesse seguro de que tal re-
sultado, embora
fosse o melhor para
aquele a quem de-
vesse obediência,
não fosse o adequado à Nacão.
Em seguida, perguntaram: o que
faria agora o Presidente Bolsonaro, com-
batente número um da corrupção, dian-
te da inesperada decisão de um incon-
seqüente STF e das conseqüências ne-
gativas que poderiam advir? Respondi
que Bolsonaro, embora tenha o sério
objetivo de mudar o País, tenta o fazer,
enfrentando oposição dura e generaliza-
da, nunca vista neste País. Além do es-
casso tempo, está refém de uma Consti-
tuição, que não privilegia o Poder do
Presidente, e dos não confiáveis presi-
dentes da Câmara e do Senado. Vem per-
dendo apoio popular em função de pro-
blemas que poderiam ser evitados, exter-
nos e internos, incluso os dos seus filhos.
Em função da ação da defesa de
Lula, perguntaram-me, também, o que
fariam os chefes militares, em defesa da
Nação, para obstar possível retrocesso
jurídico e a afronta à população com a
liberdade de Lula, acompanhada, pos-
sivelmente, de convulsão social, já pro-
metida por lideranças atuais do PT,
apoiadas pelo Grupo de Puebla, o novo
Foro de São Paulo, e que já agride o Chi-
le, o Perú, o Equador , Argentina, Boli-
via, Venezuela e Colombia, podendo,
ainda, se propagar para outros países
latino americanos, como já anunciam as
recompostas Farcs colombianas. Os dis-
cursos iniciais, e ofensivos às autori-
dades, já realizados por Lula, dão tênue
idéia do que será a oposição liderada
por tal verme.
Assim, respondi aos indagadores:
Saiam para as ruas aos milhões, dispos-
tos ao enfrentamento, e arrastem as FFAA,
que jamais faltaram à Nação nas horas
difíceis e, principalmente, quando a Na-
ção está a beira do abismo.
Saiam para as ruas aos milhões, dispostos ao enfrentamento, e arrastem as FFAA, que jamais faltaram
à Nação nas horas difíceis e, principalmente, quando a Nação esteve à beira do abismo
*Marco Antonio
Felício da Silva
*General de Brigada - Cientista Político, ex-Oficial de Ligação ao Comando e Armas
Combinadas do Exército Norte Americano, ex-Assessor do Gabinete do Ministro do Exército,
Analista de Inteligência - E-mail: marco.felicio@yahoo.com
OS PROCESSOS EM QUE LULA É RÉUOS PROCESSOS EM QUE LULA É RÉUOS PROCESSOS EM QUE LULA É RÉUOS PROCESSOS EM QUE LULA É RÉUOS PROCESSOS EM QUE LULA É RÉU
Denúncia aceita em
junho pela Justiça
Federal de Brasília
acusa Lula de receber
propina da Odebrecht
junto com os ex-
ministros Antonio Palocci
e Paulo Bernardo. O MPF
afirma que R$ 64
milhões teriam sido
colocados à disposição.
A contrapartida
envolveria favores
políticos à empreiteira
junto ao governo
federal.
TRÍPLEX DO
GUARUJÁ
SÍTIO DE
ATIBAIA
INSTITUTO
LULA
TRÁFICO DE
INFLUÊNCIA
‘QUADRILHÃO
DO PT’
PROPINA DA
ODEBRECHT
A Justiça Federal do
Paraná e o STJ
condenaram Lula pela
acusação de receber
um apartamento no
Guarujá (SP) em troca
de beneficiar a OAS
em contratos da
Petrobras. A pena é de
8 anos e 10 meses e já
foi cumprida o
suficiente para
garantir progressão ao
semiaberto. Um
recurso ainda aguarda
de decisão do STJ.
Também no Paraná,
Lula foi condenado a
12 anos e 11 meses por
aceitar reformas num
sítio em Atibaia (SP),
para por Odebrecht e
OAS. O TRF-4 define
este mês se o caso
volta às alegações
finais, uma vez que,
contrariando
entendimento recente
da Corte, delatados
foram ouvidos junto
com delatores antes
da sentença.
Segundo o MPF, Lula
teria aceitado um
terreno para seu
instituto em São Paulo
e um apartamento em
São Bernardo do Campo
como pagamento de
propina da Odebrecht.
Por decisão do STF,
como deve ocorrer no
caso do sítio, a Justiça
Federal do Paraná
refez as alegações
finais antes da
sentença, ainda não
proferida.
Em Curitiba, Brasília e
São Paulo, Lula
responde a processos
por supostamente ter
utilizado de sua
influência para obter
privilégios. Os caos,
ainda em primeira
instância, envolvem
contratos da
Odebrecht, a compra
de caças da Força Aérea
Brasileira (FAB),
favorecimentos a
montadoras e negócios
na Guiné Equatorial.
Na 10ª Vara Federal de
Curitiba, Lula é réu
sob a acusação de
integrar esquema de
desvios da Petrobras e
mais estatais. Outros
integrantes da cúpula
do PT também foram
denunciados. Em
outubro, o MPF pediu
a absolvição dos réus
diante da ausência
de “elementos
configuradores da
dita organização
criminosa”.
Publicado no
O GLOBO - 09/11
Nº 270 - Novembro/2019 99
* Luís Mauro
Ferreira Gomes
No nosso último artigo, “Fogo Ami-
go”, tratamos de pessoas que, embo-
ra não sejam de esquerda e frequentem
círculos integrados por conservadores,
sempre foram críticos do Presidente Bol-
sonaro, enquanto candidato, sendo clara
suas preferências por outras candidaturas,
que variavam de pequenos partidos de
direita ao dissimulado PSDB, versão “inte-
lectualoide” do PT, que se apresenta co-
mo de centro-direita, para enganar os me-
nos atentos.
Pretendíamos continuar na linha
do fogo amigo e começamos a escrever
sobre políticos que se elegeram nave-
gando na corrente do bolsonarismo, mas,
insatisfeitos por não se poderem apro-
veitar dos métodos da velha política, pa-
ra tirar vantagens pessoais, em detri-
mento da coisa pública, revelando abso-
luta miopia política, tentam o suicídio,
atacando o Presidente, com uma fúria que
nem a oposição mais radical ousara, até
então.
Fatos supervenientes obrigaram-
nos a mudar nosso foco. Começamos a
escrever sobre a crise no Chile, sobre a
crise na Bolívia, mas tivemos de aban-
donar tudo, para tratar do fato políticos
que superou todos os outros, a decisão do
STF sobre prisão após condenação em se-
gunda instância, ainda que, a nosso ver,
possivelmente esteja relacionada, senão
com todos, pelo menos com muitos de-
les.
A posição dos dez ministros que
levaram a votação ao empate já era conhe-
cida e não nos trouxe nenhuma surpresa,
nem mesmo o voto de Carmen Lúcia. Ela
já havia declarado como votaria, se o as-
sunto voltasse a ser discutido, in abstrac-
to, no Supremo Tribunal Federal. Assim,
vamos limitar-nos a comentar o voto do
Presidente da Corte, que se havia decla-
rado favorável ao cumprimento da pena
após condenação por colegiado, mas vi-
nha dando sinais de que mudara seu en-
tendimento.
Ouvimos, com muita atenção o re-
ferido voto e percebemos que sua argu-
mentação, em certos momentos, mos-
trava-se favorável à proposta do relator,
para, em outros, abraçar a tese divergen-
te. Embora, sempre nos parecesse que
terminaria por decidir-se pela primeira,
suas considerações serviriam tanto para
uma como para a outra. Bastaria, para is-
so, mudar o voto propriamente dito, na
conclusão.
O resultado, todos vimos, ele optou
por somente ser decretada a prisão do réu
depois do trânsito em julgado da senten-
ça condenatória.
Mas o voto não se resumiu a isso.
Nele, disse, ainda, que não via nenhum
impedimento constitucional para a pri-
são depois da condenação em segunda
instância, já que o que consta do inciso
LVII, do atrigo 5º, da Constituição da
República Federativa do Brasil, de 1988
: “Ninguém será considerado culpado
até o trânsito em julgado de sentença
penal condenatória”, não se refere a
prisão, mas a não ser considerado cul-
pado.
O que o teria levado a votar como
votou seria a redação dada pela lei nº
12.403, de 2011 ao caput do Artigo 283, do
Código de Processo Penal, onde consta
que “ninguém poderá ser preso senão em
flagrante delito ou por ordem escrita e fun-
damentada da autoridade judiciária com-
petente, em decorrência de sentença con-
denatória transitada em julgado ou, no
curso da investigação ou do processo, em
virtude de prisão temporária ou prisão
PRISÃO DEPOIS DO TRÂNSITO EM JULGADO
E ASSUNTOS RELACIONADOS
preventiva.
O Ministro Dias Toffoli tornou mui-
to claro que seu voto se restringia ao que
fora pedido: se o texto constitucional
acolhia a redação dada pela citada lei nº
12.403, de 2011 ao caput Artigo 283 do
CPP.
Assim sendo, afirmou ter sido a
vontade do legislador, ao alterar a reda-
ção do referido artigo, que vedou o cum-
primento da pena a partir da condena-
ção em segunda instância, e que, da
mesma forma, o legislador poderia re-
tirar essa proibição, bastando, para
tanto, que o Congresso Nacional apro-
vasse nova lei, dando redação adequa-
da ao artigo 283 do Código de Processo
Penal.
De tudo isso depreende-se que,
ao contrário do que está sendo, insis-
tentemente, divulgado, o STF não decla-
rou inconstitucional a prisão após con-
denação em segunda instância, mas, ao
contrário, declarou-a constitucional, em-
bora proibida por lei, cabendo ao legis-
lador mantê-la ou modificá-la, confor-
me a sua vontade, com simples mudan-
ça de lei, sem a necessidade de emenda
constitucional.
Concluído o voto do Ministro Dias
Toffoli, ficamos com a convicção de que
ele queria libertar o Presidiário Luiz Inácio
da Silva e encontrou o álibi perfeito. Nin-
guém poderia criticar seu voto, por estar
tecnicamente irrepreensível.
Se, não obstante, ele tivesse tido
um mínimo de preocupação com a esta-
bilidade nosso País, não o teria lançado
no mar de incertezas que ameaçará a clau-
dicante democracia brasileira. Bastava
que, em vez de se ater à constituciona-
lidade e a legalidade pedido, conside-
rasse, também, a conveniência de se man-
ter execução da pena depois da conde-
nação em segunda instância e as graves
consequências de se postergar a decre-
tação da prisão para depois do trânsito
em julgado da sentença condenatória.
Esquecer a constitucionalidade das
causas para julgar-lhes o mérito é o que
mais têm feito os ministros da Suprema
Corte, incluído ele mesmo.
Todos os argumentos para essa de-
cisão estão contidos no voto que se pres-
taria para qualquer das duas conclu-
sões, como já dito. Sua excelência, no en-
tanto, procurou sair-se bem, jogando a
responsabilidade de reduzir as conse-
quências do supremo desatino para o Con-
gresso, na esperança de que, por ter gran-
de número de seus membros envolvidos
com a prática de crimes, não tivesse dis-
posição para votar nenhuma lei que difi-
cultasse a impunidade e pudesse vir a
atingi-los.
Todos sabemos que o Congresso
somente vota leis que contrariem seus in-
teresses pessoais, quando há grande cla-
mor popular. Resta-nos esperar que o po-
vo volte para as ruas, maciçamente, em
protesto contra a impunidade, exigindo
que o Congresso torne legal a prisão após
a condenação em segunda instâncias. In-
felizmente, as manifestações do último
dia 9 novembro revelou-se insuficiente.
No início deste artigo, dissemos que
a decisão do STF sobre execução da pena
somente depois do trânsito em julgado da
sentença condenatória, possivelmente,
esteja relacionada, com alguns fatos po-
líticos recentes.
A experiência nos mostra que, difi-
cilmente, ocorrem muitas coincidências
sucessivas por acaso. Geralmente, há uma
motivação comum a condicioná-las. Cabe-
nos tentar identificar a relação que existe
entre elas.
Vejamos alguns fatos políticos re-
lacionados entre si:
• Em entrevista do dito jornalista
Glenn Greenwald, que, provavelmente,
para disfarçar sua simpatia pelo entrevis-
tado, fez perguntas, aparentemente em-
baraçosas, o presidiário Luiz Inácio da Silva
pediu que o entrevistador investigasse
aportes de dinheiro para a Lava-Jato, inclu-
sive, dos Estados Unidos, envolvendo o
Juiz Sérgio Moro e o Procurador Deltan
Dallagnol. Greenwald disse que “poderia
prometer que essas questões já estavam
sendo investigadas”;
• Na mesma entrevista, Luiz Inácio
previu que Cristina Kirchner venceria as
eleições na Argentina e “vaticinou”
que Bolsonaro reperderá para um can-
didato da esquerda, em 2022.
• Pouco tempo depois, alguns apren-
dizes de hacker invadiram as contas do
Telegram de juízes e procuradores e, em
uma história muito malcontada, fornece-
ram as gravações a Greenwald que as vaza
para imprensa e as usa para desacreditar,
justamente, o Juiz Sérgio Moro e o Procu-
rador Deltan Dallagnol. Em benefício de
quem? Ora, de Luiz Inácio, é claro!
• Na sequência, o Presidente do STF
pauta o julgamento de três ações que
visam a vedar a execução da pena após a
condenação em segunda instância, mas
cujo objetivo “explicitamente oculto” é
soltar Luiz Inácio.
• Como o Foro de São Paulo estives-
se muito desgastado, e os esquerdistas
tivessem pouca força no Brasil, criaram o
Grupo de Puebla, no México, pais que
lhes é simpático, com a mesma finalidade
os mesmos agentes subversivos.
• No Brasil, as forças de esquerda
perderam a capacidade de mobilizar o po-
vo, mas ainda a mantêm em alguns pa-
íses latino-americanos. Na Argentina,
de fato, Cristina Kirchner foi eleita vice-
presidente e, no Chile, iniciou-se um grande
movimento de massas para desestabi-
lizar o Governo de direita chileno, movi-
mento que se tem tornado cada vez
mais intenso e que está mantendo o Pre-
sidente Sebastián Piñera acuado e refém
de suas vontades.
• O Senador petista Rui Costa pos-
tou no Twitter comentário sobre as mani-
festações violentas no Chile e acrescen-
tou que “a paciência do povo com a direi-
ta ultraliberal, fascista e entreguista está
acabando em diversos lugares do mun-
do” e que “Jair Bolsonaro está com os
dias contados. É questão de tempo. A
hora do Brasil vai chegar. Anotem aí”. Rui
Costa não estava vaticinando, como não
o estava Luiz Inácio. Eles estavam sim-
plesmente, antecipando o que pretendi-
am fazer. Nós é que, ingenuamente, fingi-
mos não acreditar.
• O STF decide, depois de empate
por cinco a cinco, que a prisão somente
pode ser decretada depois de a senten-
ça condenatória ter transitado em jul-
gado, com o voto de seu Presidente, Mi-
nistro Dias Toffoli, que comentamos
no início deste artigo.
• Como consequência, Luiz Inácio,
José Dirceu e outros criminosos menores
já foram soltos e muitos outros ainda o
serão. Mas Eduardo Cunha continuará
preso, não por seus crimes, mas por ter
cometido o pecado mortal de dar segui-
mento ao Impeachment da Presidente
Dilma Vana Roussef.
• Lula livre começa suas atividades
no sentido de reorganizar a militância de
esquerda, que se encontra completamen-
te desarticulada no Brasil, para, em cum-
primento, agora, da cartilha do Grupo de
Puebla, conseguir fazer aqui o que fizeram
no Chile.
A nosso ver nenhum desses fatos
políticos aconteceu isoladamente. To-
dos eles fazem parte de um planejamen-
to macabro para convulsionar o Brasil
e permitir que a esquerda tome o poder
e imponha sua ditadura, com a destrui-
ção de todas as forças que se lhe opo-
nham.
Precisamos ficar atentos. É impres-
cindível que renunciemos a nossos inte-
resses pessoais e façamos o que é melhor
para o Brasil.
Neste momento, é apoiarmos o Go-
verno do Presidente Bolsonaro, o único
político de relevância nacional que, ver-
dadeiramente, se opõe à comunização
do Brasil.
Ao contrário do que dizem, o comu-
nismo não acabou. Ele mudou de roupa-
gem, mas continua muito ativo, principal-
mente, na América Latina.
Se quisermos sobreviver, teremos
de identificar e neutralizar todas as mano-
bras da ideologia de esquerda, antes que
produzam efeito.
O autor é Coronel-Aviador, Presidente da Academia Brasileira de Defesa, Vice-Presidente do
Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos e Membro Efetivo do Instituto de Geografia e
História Militar do Brasil e do Conselho Deliberativo do Clube Militar.
Concluído o voto do Ministro Dias Toffoli, ficamos com a convicção de que ele queria libertar o Presidiário Luiz Inácio
da Silva e encontrou o álibi perfeito. Ninguém poderia criticar seu voto, por estar tecnicamente irrepreensível.
8Nº 270 - Novembro/2019 10
Cel Osmar José
de Barros Ribeiro
* Coronel, Historiador Militar e Advogado msorianoneto@hotmail.com
(continua)
* Manoel Soriano Neto
“Árdua é a missão de desenvolver e defender a
Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos
antepassados em conquistá-la e mantê-la.”
General Rodrigo Octávio / 1º Comandante Militar da Amazônia (1968/1970)
AMAZÔNIA – O GRANDE DESAFIO
FIZEMOS
ONTEM!
FAREMOS
SEMPRE!
Foi-se, de há mui-
to, o tempo em
que os ministros do Supremo Tribunal
Federal (STF) eram cuidadosamente es-
colhidos pelos presidentes da Repúbli-
ca em termos de experiência, cultura e
honradez além de, no dizer daqueles
que com eles privaram, serem cultores
intransigentes do Direito e da Justiça.
Passaram-se os anos, sucederam-
se os presidentes e o padrão moral da
política e dos políticos caiu de forma
vertical, até chegarmos ao ponto em
nos encontramos hoje. Assim, não é de
admirar que o mesmo tenha acontecido
aos ministros do STF. Afinal, como es-
tranhar o nível de boa parte deles, se tal
parcela foi indicada
por autoridades que ho-
je estão às voltas com
a própria Justiça, haja
vista terem transfor-
mado a Presidência da
República em labora-
tório da corrupção e em
valhacouto de bandi-
dos de colarinho bran-
co, enquanto era ludi-
briada a grande massa de despossuídos
com promessas mirabolantes e mentiro-
sas?
De que forma acreditar na isenção
de juízes que devem a sua nomeação a
relações de parentesco e a amizades
familiares, ou na imparcialidade de quem
não se pejou de violentar a Constitui-
ção, quando do julgamento de Dilma
Roussef, evitando cassar seus direitos
políticos? Mas as coisas não param por
aí e vamos encontrar, na presidência do
Tribunal, um cidadão por duas vezes
reprovado em concurso para juiz esta-
dual e que, tendo militado por longo
tempo junto aos corifeus petistas a eles,
obviamente, deve sua indicação para o
STF.
Hoje, assistimos aos lances finais
de uma campanha desenvolvida de co-
mum acordo, entre a esquerda e os ve-
lhos caciques políticos do chamado
Centrão, que nunca assimilaram a der-
rota sofrida quando da última eleição
presidencial. Se a vitória do atual Presi-
dente veio no bojo da insatisfação po-
pular com as revelações da Operação
OS SORRISOS VIRÃO DEPOIS
Não cabe, ao Supremo Tribunal Federal,
sem mandato outorgado pelos brasileiros,
interpretar a Lei ao seu talante.
Lava Jato, era mister que, de uma forma
ou de outra, esta fosse paralisada e
seus efeitos minimizados.
Como fazê-lo? Foram, desde o iní-
cio, abertas duas grandes frentes. A
primeira, capitaneada pelo PT, voltada
para a libertação do ex-presidente Lula
e outra, veiculada nos meios de comu-
nicação, influenciada por políticos que
não conseguiram emplacar o chamado
governo de coalizão. Ambas, ao fim e
ao cabo, desaguaram no Supremo Tri-
bunal Federal que, inexplicavelmente,
legisla contra um Executivo que se re-
cusa a ser chantageado pelos podero-
sos de ontem e, contra o Brasil, ao
ameaçar libertar um ex-presidente cor-
rupto e corruptor, mun-
dialmente reconhecido
como tal.
Está em curso, no
STF, o julgamento da
prisão após a segunda
instância. Pelo andar da
carruagem, caberá ao
seu presidente o Voto
de Minerva. Na verda-
de, trata-se de uma ação
voltada para libertar o ex-presidente
Lula e, da decisão que vier a ser tomada,
resultará a liberdade (ou não) de outros
quase cinco mil criminosos.
Em nossa Pátria, a sabedoria po-
pular assinala que somente vão para a
cadeia os pretos, os pobres e as pros-
titutas (os conhecidos 3Ps). Embora o
evidente exagero, não pairam dúvidas
quanto ao fato de que os criminosos
capazes de contratar advogados que
privem da intimidade dos ministros do
STF, sempre ganham o benefício da pres-
crição dos seus erros. Exemplos, temos
em quantidade.
Faz-se mister que os patriotas mos-
trem a todos, de uma vez por todas, não
ser mais possível tratar-nos como gado
sendo levado para o matadouro. Não
cabe, ao Supremo Tribunal Federal, sem
mandato outorgado pelos brasileiros,
interpretar a Lei ao seu talante. Talvez
nos esperem tempos difíceis. Todos sa-
bemos que um nascimento não se dá
com sorrisos e sim com dor e choro.
Os sorrisos virão depois.
ojbarrosr@gmail.com
Anteriormente, abordamos o Sínodo
da Amazônia e prosseguimos no es-
tudo da defesa da região amazônica, por
meio da ‘estratégia da resistência’.
O citado Sínodo encerrou-se em 27
de outubro, quando foi dado a público um
documento com algumas importantes con-
siderações e propostas. Entre elas, a orde-
nação de homens casados, na área do bio-
ma amazônico; a criação do “pecado eco-
lógico”, sem que ainda se saiba bem o que
isso quer dizer; o respeito à religiosidade,
história e culturas dos aborígines, eis que
a Igreja deve ser intercultural; e a criação
de um “observatório pastoral socioam-
biental”. Não houve consenso quanto à
instituição de um diaconato para mulhe-
res, mas foi preconizada a ampliação da
presença feminina em misteres religiosos.
O Papa Francisco, na missa de
encerramento do Conclave,
condenou, com veemência, “a
violência e o saque que conti-
nuam machucando a maior flo-
resta tropical do mundo”.
Outrossim, comentamos
aspectos julgados de relevân-
cia acerca da “Estratégia da Re-
sistência”. Gostaríamos, por
muito apropriados, de repro-
duzir alguns conceitos exara-
dos pelo saudoso general Ze-
nildo, em entrevista para a re-
vista ‘Verde Oliva’, de mai/jun
1998. Alertou-nos aquele emé-
rito Chefe: “Amadureci tam-
bém a noção de que esse Exér-
cito, atento às prioridades da
sociedade a que serve, não po-
de ser mais poderoso do que a
Nação. Países que falharam em
entender esse ensinamento aca-
baram por nos proporcionar
trágicas lições”... E mais adi-
ante: “A Estratégia da Resis-
tência é a maneira autóctone de conduzir
o combate na selva tropical. Será na even-
tualidade de ocorrer um conflito naquela
região, a estratégia do fraco contra o for-
te, visando seu desgaste físico e psicoló-
gico, atingindo-o no seu ponto mais vul-
nerável: a vontade de lutar”. A partir de
1995, tal estratégia de dissuasão foi im-
plantada no Comando Militar da Amazô-
nia; e, de lá para cá, vem sendo aperfeiço-
ada (agora também pelo Comando Militar
do Norte). Em 2004, oficiais brasileiros es-
tagiaram no Vietnã, haurindo indispensá-
veis conhecimentos. As ações de guerri-
lha - vide “A Arte da Guerra”, obra escrita
por Sun Tzu, há 2500 anos -, e desenca-
deadas, com maestria, pelo general Vo
Giap, comandante do Exército Popular do
Vietnã, falecido em 2013, passaram a ser
estudadas mais amiúde (a Biblioteca do
Exército - Bibliex - editou, em 2002, o livro
“Vitória a Qualquer Custo – A biografia
do general Vo Nguyen Giap”, escrito pelo
coronel Cecil B. Currey, do Exército dos
EUA).
Após Napoleão Bonaparte, os no-
vos estrategistas militares Von Clau-
sewitz, ainda no século XIX, e, no século
XX, Liddell Hart (‘estratégia de ação in-
direta’; sendo cognominado de “O Clau-
sewitz do Século XX”) e André Beaufre
(‘estratégia da dissuasão’), modeladores
da Ciência e da Arte da Guerra, foram no-
táveis para a consolidação de nossa com-
entada estratégia. Impende ainda lembrar,
dentre outras, das seguintes obras co-
nexas ao assunto: “Os Centuriões” de
Jean Lartéguy; “Guerras Insurrecionais
e Revolucionárias, da Antiguidade a Nos-
sos Dias”, de Gabriel Bonnet, e “Guerra
Revolucionária”, de Hermes de Araújo Li-
ma. A Bibliex, afortunadamente, publicou
livros de todos os citados neste texto.
Em derradeiro, afirme-se que é in-
concebível relativizar-se o conceito de So-
berania, máxime em relação à brasileira
Amazônia. No próximo artigo, teceremos
comentários a respeito de um nosso En-
saio, de título “Soberania, “Soberania Li-
mitada”, “Dever de Ingerência”, “Inter-
venção Humanitária”, publicado em “A
Defesa Nacional”, jul/set de 1993.
Quando Deus criou o mundo, uma esfera pesando bilhões de toneladas, girando
velozmente em torno de uma estrela em fusão atômica para lhe fornecer calor e
luz, em uma órbita perfeita em torno desse turbilhão de fogo, tudo em equilíbrio
matemático, o Criador ficou espantando com a perfeição de
Sua criatura. Uma natureza exuberante habitada por seres
vivos vivendo em harmonia dentro das normas estabelecidas
por Ele. Achou pouco. Vou fazer desse brinquedo um paraíso
celestial, aí criou o homem dando-lhe a razão e o livre arbítrio
para ser o dono e governar a sua Criação, e foi cuidar de ou-
tros afazeres siderais.
O homem ficou solto, dono do pedaço, e transformou-se no
animal mais perverso do Reino da Criação. Tratou de viver em
bandos espalhados por toda parte. Inventou a guerra, criou
nações, subjugou os seus semelhantes, maltratou os animais e,
não satisfeito, poluiu o planeta, destruiu a natureza, que tanto o
alimentava, e investiu a sua inteligência e o seu livre arbítrio,
criando com as suas mãos o mundo moderno, com as suas benesses e os seus
desalentos. Hoje, o mundo vive uma guerra de todos os matizes, desde os desafios
raciais, políticos, culturais, ideológicos e demais distúrbios próprios da loucura
Cel José Batista
Pinheiro
(Rio de Janeiro, 08.11.2019)
BRASIL. UM PARAÍSO DE MALFEITORES
universal que afeta o bem estar de todos os povos.
Nesse contexto, o nosso Brasil aparece como uma exceção.
Não gostamos de guerra, somos os maiores produtores de alimen-
tos do mundo, os esportes coletivos aliviam
as nossas tensões, principalmente o futebol,
onde o Flamengo dirigido por um português é
o clube mais querido de todos. Embora cometamos alguns
pecadilhos, quando desmatamos as nossas florestas, ateamos
fogos em áreas de conservação ambiental e surrupiamos o
erário, pouco importa em sermos taxados de malfeitores. Agora,
vem a parte mais importante de tudo isso. Aqui no Brasil, fomos
alçados à categoria de Paraíso de Malfeitores. Os distúrbios
criminais são tratados com a leniência da nossa constituição
cidadã. Acabamos de saber que o nosso Egrégio Supremo
Tribunal Federal (STF) acaba de abolir qualquer possibilidade
de apenar aos infratores da lei, ficando a impunidade como um
privilégio de criminosos de quaisquer espécies, que não vão mais para a cadeia, nem
multados com pecúnia, basta ser rico e pagar regiamente aos nossos competentes
advogados criminais, que estão rindo à toa.
(XXV)
Vamos encontrar, na
presidência do Tribunal,
um cidadão por duas vezes
reprovado em concurso
para juiz estadual e que,
tendo militado por longo
tempo junto aos corifeus
petistas a eles, obviamente,
deve sua indicação
para o STF.
O nosso Egrégio Supremo Tribunal
Federal (STF) acaba de abolir
qualquer possibilidade de apenar
aos infratores da lei, ficando a
impunidade como um privilégio de
criminosos de quaisquer espécies,
que não vão mais para a cadeia,
nem multados com pecúnia,
basta ser rico e pagar regiamente
aos nossos competentes
advogados criminais.
Nº 270 - Novembro/2019 11
*Graça Salgueiro
* É jornalista independente, estudiosa do Foro de São Paulo e do regime castro-comunista e
de seus avanços na América Latina, especialmente em Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil.
É articulista, revisora e tradutora do Mídia Sem Máscara e proprietária do blog Notalatina.
Aesquerda tem o péssimo hábito de
rotular tudo o que é legal e consti-
tucional de golpe, inversamente aos
inúmeros atos que eles têm praticado
em seus países. Assim foi com as depo-
sições legais de Fernando Lugo no
Paraguai, Manuel Zelaya em Honduras
e Dilma Rousseff no Brasil. O mais re-
cente veio da Bolívia, onde Evo Morales
se viu forçado a renunciar.
De todos esses casos, o mais aber-
rante é o do cocalero boliviano que agora
posa não só de vítima mas de mártir do
preconceito. Vamos fazer uma retros-
pectiva para exemplificar melhor. Evo
assume o primeiro mandato, eleito de-
mocraticamente, em 2006. Em setembro
de 2008, uma série de episódios violen-
tos que resultaram em vários mortos,
feridos e presos inocentes que perma-
necem até hoje encarcerados, nas loca-
lidades de Cobija e El Porvenir, em
Pando, o principal responsável pelo que
ficou conhecido como o “massacre de
Pando” foi Evo Morales que, apesar das
evidências gritantes de sua responsa-
bilidade foi inocentado pela UNASUL e
CIDH e nunca pagou por esses crimes.
Em2009,emumadecisãocoordena-
da pelo Foro de São Paulo já realizada pela
Venezuela, Honduras e Equador, a Bolí-
via decide fazer uma nova Constituição
onde o objetivo era se perpetuar indefini-
damente no poder. Na Bolívia definiu-se
que o presidente só poderia exercer dois
mandatos. Encerrada a Assembléia Naci-
onal Constituinte, marcou-se novas elei-
ções e Evo começou seu segundo manda-
to, de 2010 a 2014. Entretanto, a justiça
comprada pelo cocalero lhe permitiu con-
correr pela terceira vez, como se fosse a
segunda, alegando que o primeiro manda-
to não valia porque era de “outro estado”.
Em 2015 começa o terceiro mandato
e em 21 de fevereiro de 2016 ele chama a
um referendum para novamente modificar
a Constituição de modo a que lhe permi-
tisse finalmente a re-eleição indefinida,
mas perde rotundamente. Não satisfeito,
ele recorre fraudulentamente ao Pacto de
San José, alegando que “limitar os man-
datos ia contra os direitos humanos” e
se candidata com a anuência da Comissão
de Direitos Humanos da ONU.
Em 20 de outubro de 2019 realizam-
se as eleições e com 87% das urnas apu-
radas Morales está na frente mas não o
bastante para ganhar no primeiro turno.
Imediatamente ocorre um apagão, param
NÃO FOI GOLPE!
Morales com a bandeira do México durante o vôo
de fuga para aquele país
Foto: Marcelo Ebrard, via Twitter, via Reuters
Pixação em muro na Bolívia, debochando do ditador agora deposto,
pois sua conta no Twitter é “Evo ES pueblo”
Foto: AFP
O Pequeno Notável
Exército da Bolívia, o menor e menos equipado da América Latina.
FUZILOU CHE GUEVARA, PRENDEU CESARI BATTISTI,
PÔS EVO MORALES PRA CORRER!
o escrutínio e 30 horas depois
retomam, onde Morales cresce
exponencialmente e ganha no
primeiro turno. Cabe aqui lem-
brar que esse é um método já
fartamente utilizado, primeiro
na Venezuela com Hugo Chá-
vez por mais de uma vez e de-
pois por Nicolás Maduro, e em
2014 aqui no Brasil com a Srª
Rousseff. Quem não lembra do
apagão, onde ela perdia e de-
pois que a energia voltou ela
passou com larga folga para o
primeiro lugar?
Diante dessa fraude gri-
tante, o povo foi às ruas pro-
testar e exigir que se realizas-
se um segundo turno. Mora-
les não aceitou e insistiu na
vitória fraudulenta, na repres-
são e numa violência bem ca-
racterística do seu espírito
criminoso, deixando um sal-
do de 5 mortos, centenas de
feridos e uma enormidade de
presos. Começam a aparecer caixas chei-
as de atas que foram escondidas em
residências e a prova de que toda a base
de dados foi comprometida, inclusive
confirmado por uma empresa particular
que já havia feito uma auditoria.
Diante da pressão do povo que não
arredava o pé das ruas, ele decidiu pedir
uma auditoria com técnicos da OEA, cujo
resultado demonstra claramente que sim,
houve fraude por parte do governo. O
povo exige a renúncia de Morales e ele
repele com grupos de choque, muitos
vindos da Venezuela e provavelmente
também de Cuba, como foi confirmado
dias depois pela Polícia.
A Polícia recusa-se a agredir a po-
pulação e até os setores mais leais ao
cocalero, como a central operária e gru-
pos indígenas, pedem sua renúncia.
Vendo-se encurralado diante de provas
tão rotundas e da resistência de um po-
vo que se recusa a ser lesado mais uma
vez, Morales convoca novas eleições,
mas, diante da fraude, a lei determina
prisão para todos os membros do Tri-
bunal Eleitoral e inabilitação do candi-
dato, fato que não ocorreu.
Morales exigiu aos militares que re-
primisse o povo, mas por lei, para que isso
aconteça é necessário a assinatura do
presidente e de todo o seu gabinete, coisa
que ninguém quis acatar. No sábado à
noite a Polícia ficou amotinada e declarou
nas ruas seu apoio ao povo enquanto
pediam a renúncia do ditador.
Ao ver que já não contava com
nenhumapoioMoralesfogeparaChapare,
lugar onde se cultiva coca não apta ao
consumo humano e apresenta sua re-
núncia, que foi recomendada pelo Co-
mandante das Forças Armadas, general
Williams Kaliman. Ato contínuo tam-
bém renunciam seu vice, Álvaro García
Linera, os presidentes da Câmara e do
Senado, o ministro da Defesa, Javier
Eduardo Zavaleta López, e o Coman-
dante Nacional da Polícia, Yuri Cal-
derón. A ex-presidente do Tribunal Su-
premo Eleitoral, María Eugenia Cho-
que, foi presa enquanto tentava fugir,
disfarçada de homem.
Com o presidente deposto e toda
a linha sucessória também, quem cons-
titucionalmente poderia assumir a pre-
sidência da República? Restou à sena-
dora opositora do partido Unidad De-
mócrata e segunda vice-presidente do
Senado, Jeanine Áñez, ocupar a presi-
dência interinamen-
te, até que se convo-
quem novas eleições.
O mundo livre e civilizado aplau-
diu a saída de Morales do poder, entre-
tanto me pareceu injusto com o povo
boliviano que esse criminoso saísse do
país impune. Encurralado e com medo,
ele pediu asilo político no México, do
comparsa no Foro de São Paulo, Manu-
el López Obrador, que mandou um
jatinho da Força Aérea Mexicana ir
buscá-lo em La Paz, custeado com os
impostos de um povo que sequer foi
consultado se queria o criminoso boli-
viano em seu país. O presidente eleito
da Argentina quis dar guarida ao cama-
rada, denunciando que ele foi vítima de
um golpe mas Mauricio Macri não per-
mitiu, inclusive não liberou o espaço
aéreo argentino para que ele pudesse
fugir para o México. Equador e Peru
também não liberaram seus espaços aé-
reos para a fuga do tirano.
Enquanto escrevo esse artigo
assisto pela CNN em Espanhol a che-
gada dele no aeroporto mexicano, que
desce junto com García Linera. Obrador
estava lá para recebê-lo e disse que
aceitou o pedido “por questões huma-
nitárias”. Logo após descer da nave,
Morales fez um breve discurso se di-
zendo “injustiçado, perseguido” e que
“seu único pecado foi ter nascido ín-
dio”. Ainda agradeceu ao Brasil por ter
liberado o espaço aéreo para a sua fuga.
Na Bolívia continuam as manifestações,
agora das “viúvas” de Evo que, em ne-
nhum momento lembrou de pedir a seus
“súditos” que aceitassem os fatos e man-
tivessem a calma e a paz.
Em 2002 Chávez também renun-
ciou mas ficou apenas 3 dias na ilha
Margarita, voltando depois triunfal para
só sair do poder morto. Rogo a Deus
que isso não ocorra na Bolívia porque
aquele bravo povo não merece! Só nos
resta agora torcer para que, com a mes-
ma coragem que apeou do poder um
tirano sanguinário, os bolivianos o le-
vem à Corte de Haia para ser julgado por
seus incontáveis crimes.
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
O mundo livre e civilizado aplaudiu a saída de Morales do poder, entretanto me pareceu
injusto com o povo boliviano que esse criminoso saísse do país impune.
8Nº 270 - Novembro/2019 12
* Ernesto Caruso
STF: UM ESPANTO!
Escárnio, trote, vaia, menosprezo, desdém, depreciação, desapreço, caçoada, zombaria
https://www.youtube.com/watch?v=FIOgC3J5sIQ
30 ANOS DA QUEDA DO MURO DE BERLIM
Abaixo uma lista sobre aspectos ligados ao evento e as homenagens às vítimas dos comunistas, no MUSEU VÍTIMAS DOS COMUNISTAS.
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/vitimas-dos-comunistas-nas-tentativas-de-fuga-da-alemanha-comunista
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/europa-exige-justicia-para-victimas-del-comunismo
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/muro-de-berlim
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/memorial-de-jan-palach-e-jan-zajic-praca-venceslau-praga
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/monumento-a-ryszard-siwiec-praga
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/monumento-a-imre-nagy-budapeste-hungria-
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/dia-da-fita-preta-%E2%80%93-23-de-agosto
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/monumento-as-vitimas-do-comunismo-%E2%80%93-praga-%E2%80%93-tchecoslovaquia-
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/2007-memorial-das-vitimas-do-comunismo
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/homenagem-as-vitimas-do-holodomor-ucrania
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/torcida-da-polonia-exibe-bandeira-gigante-contra-comunismo
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/-cardemio-jayme-dolce-as-vitimas-das-vitimas
http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/depoimentos/jorge-amado-repudia-o-comunismo
Em várias das reportagens sobre o
assunto, falou-se muito sobre a
queda do Muro de Berlim, mas com
muito pouca narrativa sobre as barbari-
dades sofridas pelos alemães sob o re-
gime comunista e as desgraças que mar-
xistas, stalinistas e adeptos semearam
pelo mundo.
Na foto ao lado, o Presidente ale-
mão Frank-Walter Steinmeier, o Presi-
dente húngaro Janos Ader, o Presiden-
te polaco Andrzej Duda, a Presidente
eslovaca Zuzana Caputova e o Presi-
dente checo Milos Zeman no Muro de
Berlim a 9 de Novembro de 2019.
Alemanha celebra 30 anos da que-
da do Muro de Berlim - "Durante a ceri-
mônia, Steinmeier e os presidentes das
quatro nações da Europa Oriental colo-
caram rosas em uma pequena brecha
nos restos do muro no memorial.
Em agosto de 1989, guardas hún-
garos da fronteira pela primeira vez
permitiram que pessoas da Alemanha
Oriental travessassem livremente para
a Áustria, abrindo caminho para a que-
da do Muro de Berlim três meses depois
e, com ele, o fim da Cortina de Ferro.
Steinmeier disse, no entanto, que o
evento histórico não marcou o "fim
da história", como afirmou o histo-
ria-dor norte-americano Francis Fu-
kuyama. A luta dos sistemas políti-
cos continua e o futuro é mais incerto
do que nunca, acrescentou. "A demo-
cracia liberal está sendo desafiada e
questionada", afirmou Steinmeier, pe-
dindo à Alemanha e seus aliados euro-
peus que continuem lutando por uma
Europa pacífica e unida."
O julgamento no STF, neste outubro
rosa, das Ações Declaratórias de
Constitucionalidade é a ponta do iceberg
diante do impacto na sociedade do que
pode ocorrer devido ao mais novo remen-
do na jurisprudência.
Concordes com a prisão em segunda
instância manifestaram-se os ministros Ale-
xandre de Moraes, Edson Fachin, Roberto
Barroso e Luís Fux. Contrariamente, até
a sessão do dia 24/10/19, posicionaram-
se os ministros Marco Aurélio, relator,
Rosa Weber e Ricardo Lewandowski.
Alguns aspectos do voto do minis-
tro Lewandowski requerem acurada ob-
servação.
De início diz o ministro, “Antes de
proferir meu voto, recordo que ao ser
empossado no cargo de Ministro do
Supremo Tribunal Federal... assumi o
solene compromisso de cumprir a Cons-
tituição e as leis da República, sem con-
cessões a opinião pública ou publica-
da e nem a grupos de pressão. E desse
compromisso jamais me desviei...”.
O compromisso está previsto no
Art. 15 do Regimento Interno, § 1º, “No
ato da posse, o Ministro prestará compro-
misso de bem cumprir os deveres do car-
go, de conformidade com a Constituição
e as leis da República.”. Só isso.
No entanto, apesar da firmeza do
intróito ao voto, a nação brasileira as-
sistiu o fatiamento do Art. 52 da Cons-
tituição, cujo parágrafo único diz “limi-
tando-se à condenação... à perda do
cargo, com inabilitação... para o exer-
cício de função pública.”.
Mas, para Lewandowski, que pre-
sidia o Congresso na sessão do im-
peachment de Dilma Roussef, a Consti-
tuição foi respeitada a despeito da opi-
nião pública, pressões e pareceres de
renomados juristas.
A reforçar a infidelidade, além da
cristalina expressão ”... perda do cargo,
com inabilitação... para o exercício de
função pública”, ou seja, por adição/co-
nexão, um elemento com o outro, basta ler
o Roteiro para a sessão de julgamento,
nos itens resumidos:
- “26. Antes da votação, o presiden-
te formulará o quesito que deverá ser ob-
jeto de julgamento...: cometeu a acusada,
a senhora presidente da república... os
crimes de responsabilidade... que lhe são
imputados e deve ser condenada à perda
do seu cargo, ficando, em consequência,
inabilitada para o exercício de qualquer
função pública...? - 27. Os Senadores que
entenderem que a acusada deve ser con-
denada à perda do cargo e à consequente
inabilitação, pelos crimes... responde-
rão...”.
A recordar lições do idioma, a pre-
posição “com”, tipo de relação conside-
rada conexão, a ligar palavras em proces-
so de subordinação (regência) o primeiro,
antecedente, regente, o segundo, conse-
quente, regido.
Precavendo-se quanto ao futuro e
para assegurar a liberdade dos que têm
em mente, dá uma aula sobre a rigidez das
Constituições, a admitir as modificações,
por legisladores ou pelos juízes, mediante
interpretação, mas ressalta: “ela jamais
poderá vulnerar os valores fundamentais
sobre os quais se sustenta”.
Chega onde deseja, ao abordar as
cláusulas pétreas, definidas na Consti-
tuição Federal, Art. 60, § 4º, “os direitos
e garantias individuais”. Daí, aborda o
tópico da “presunção de inocência, com
toda a certeza, a mais importante das sal-
vaguardas do cidadão”, farol que funda-
menta o seu voto e como ação preliminar,
dá o recado ao Congresso Nacional, onde
já tramita emenda a barrar ou esmaecer a
impunidade.
Acaricia. Chama os colegas de com-
preensíveis, mas ingênuos por acredita-
rem que assim melhor contribuirão para
combater a corrupção, e, a seguir, ad-
moestá-los: “Nem sempre, contudo, em-
prestam a mesma ênfase a outros pro-
blemas igualmente graves, como o inad-
missível crescimento da exclusão social...
desemprego... sucateamento da saúde
pública e... esfacelamento da educação
estatal, para citar apenas alguns exem-
plos...”.
O voto da ministra Rosa Weber não
surpreendeu. Textos conflitantes, das po-
sições assumidas, “prendendo ou sol-
tando” em função da colegialidade, para
sintetizar na discordância do que prati-
cava em vários processos que relata, pa-
ra, conclusivamente acompanhar o voto
do relator das ADC.
Vejamos: “... Voltou a prevalecer,
desde então, 17.02.2016, neste Supremo...
a tese de que não comprometida a presun-
ção de inocência pela execução antecipa-
da da pena... E minha postura... foi a de
acatar o entendimento sedimentado pelo
Plenário... decidir em conformidade com a
jurisprudência do STF... e em respeito ao
princípio da colegialidade - meio de atri-
buir autoridade e institucionalidade às
decisões desta Casa...”
Prossegue: ... em pro-
cessos da minha Relatoria
lavrei no mínimo dezoito acórdãos... e
proferi sessenta e seis decisões monocrá-
ticas, aplicando a jurisprudência preva-
lecente de que não obstaculizada pelo
art. 5º, LVII, da CF a execução antecipa-
da da pena. A eles há que acrescer meus
votos, idênticos, nos processos da re-
latoria dos demais Ministros do cole-
giado.”
Não se pode olvidar daquela con-
versa interceptada em que Lula fala a
Jacques Wagner, “Se homem não tem
saco, quem sabe uma mulher corajosa
possa fazer o que os homens não fize-
ram.”. Citando a ministra Rosa.
Do ministro Barroso, a demonstrar
a insegurança jurídica reinante naquele
nirvana: “Desde a promulgação da Cons-
tituição de 1988 até 2009 – na verdade
desde 1941 – sempre se entendeu possí-
vel a execução após a condenação em 2º
grau... Aliás, nesse intervalo de 2009 até
hoje, já houve quem tivesse sido a favor,
contra, a favor e, agora, contra.”
Ufa! De enlouquecer.
Que o ministro Dias Toffoli honre o
que asseverou na entrevista à jornalista
Luíza Muzzi (O Tempo), ao que parece
com muita convicção.
Não honrou.
O ultraje de toga à Nação Brasilei-
ra ao vivo e a cores ocorreu no dia 7 de
novembro de 2019 na Corte dita supre-
ma. As palavras do ministro Dias Toffoli
que condenaram Luís Estevão, aborda-
das na entrevista acima citada, servem
agora para livrar outros corruptos do
mesmo jaez:
- Repórter: “Como o senhor enxer-
gou a reação do meio jurídico quanto à
posição do Supremo sobre a prisão em
segunda instância?
- “Eu sempre tive comigo que não
era necessário aguardar o recurso espe-
cial junto ao Superior de Justiça, nem o
recurso extraordinário junto Supremo
Tribunal Federal... mais de 26 recur-
sos... se eu não tivesse tomado uma atitu-
de drástica... ele estaria solto... último
dia para a prescrição... artifício... inú-
meros e inúmeros recursos...
Convicção de circunstância. Outros
“luíses” tiveram ou terão mais sorte...
O mundo da decência caiu...
Ernesto Caruso
NR: No ano seguinte à queda do Muro de Berlim, em 1990, Lula e Hugo Chávez criaram o Foro de São Paulo, com a finalidade de recuperar
na América Latina o que foi perdido no Leste Europeu e até hoje, continuam tentando agora com o nome de Grupo de Puebla
Nº 270 - Novembro/2019 13
No dia 30 de outubro, na Escola de Sargentos das Armas (ESA), em Três Corações
(MG), comandada pelo General de Brigada Flávio Alvarenga Filho, ocorreu
o Encontro da Turma de Formação de Sargentos - "Turma Marechal Mascarenhas
de Moraes" - alusivo ao cinquentenário de sua formatura.
A memorável reunião teve início no auditório da Escola, onde os antigos
militares assistiram a um vídeo, especi-
almente preparado, na recordação do
longínquo ano de 1969, seguido das
palavras de recepção do general co-
mandante. Após isso, foi celebrado um
culto ecumênico pelos capelães milita-
res. Na sequência, o orador da Turma,
1° tenente Sebastião Domingos da Sil-
va Ramos, proferiu um discurso, que a
todos emocionou, relembrando os sau-
dosos tempos dos alunos de meio sécu-
lo atrás... Também muito emocionante
foi a inauguração da placa do Jubileu de
JUBILEU DE OURO DA TURMA DO CFS DA ESA, DE 1969
Ex-alunos e seus familiares. À esquerda, o capitão Carvalho (antigo monitor),
a capitão Araceli, das Relações Públicas da ESA, e o coronel Soriano
Os veteraníssimos militares esianos em frente ao tradicional portão
de entrada da Escola. Quanta saudade...
Desfilam os ex-alunos de 1969, à frente o coronel Soriano, antigo instrutor de
Infantaria, ao som do dobrado "Fibra de Heróis"
Ouro. E tudo culminou com o indescritível desfile da veteraníssima tropa, na entrada
para o rancho, à retaguarda dos alunos do presente ano. Em passo ordinário, cadência
firme e vibrante, todos adentraram o refeitório, ao comando, à frente da tropa, do
coronel Soriano (antigo instrutor), indo até ao seu final, sob a assistência do Corpo
de Alunos. O coronel puxou três 'hip hurra' - à ESA, ao Exército e ao Brasil - e comandou
o 'fora de forma', quando todos se con-
fraternizaramcomosjovensfuturossar-
gentos, percorrendo as diversas me-
sas. O general, então, saudou os ve-
lhos Soldados e determinou que os
alunos cantassem a Canção da Esco-
la, finda a qual pediu uma salva de
palmas para os encanecidos compa-
nheiros de outros tempos (os alunos
quase que não paravam mais de aplau-
dir!). Tudo foi uma verdadeira imersão
na saudade... Viva o altaneiro, glorioso
e invicto Exército de Caxias!!
* Luiz Felipe
Schittini
Seria de bom alvitre, que ela fosse transmitida nos bancos escolares.
Durante o regime militar, de 1964 à 1985, foi aprovada em 28 de
agosto de 1979, pelo Congresso Nacional por 206 votos contra 201,
a Lei nº 6683, conhecida como a LEI DA ANISTIA, o que resultou
na volta de brasileiros refugiados e exilados do país. Eram adeptos da implantação do
regime comunista à força no Brasil e, que foram rechaçados por um movimento cívico
- militar e religioso, no dia 31 de março de 1964.
Os anistiados começaram a realizar uma “mega lavagem cerebral” nas salas de aulas,
a partir de 1980 até o ano de 2018, tecendo comentários inverídicos acerca do regime militar.
Foram 38 anos de intensa deterioração do que realmente aconteceu durante o regime.
Desde 1935, ano da eclosão da Intentona Comunista principalmente nos estados
do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Pernambuco, que adeptos desse regime auto-
ritário, ateu, contra a propriedade privada e a liberdade de expressão, tentam im-
plantar à força no Brasil, sendo apoiados na época pela União das Repúblicas So-
cialistas Soviéticas (URSS) e a China.
Em 1960 voltaram novamente às suas reais intenções. Vamos citar as principais
organizações marxistas e leninistas que atuaram contra o regime militar:
- PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL- Em 1964 uma delegação foi à China
recebendo de Mao Tsé Tung, dirigente chinês, o conselho: “Guerrilha, acima de tudo”.
- AÇÃO POPULAR - Grupo de esquerda da Igreja Católica.
- PARTIDO OPERÁRIO REVOLUCIONÁRIO TROTSKISTA
- GRUPO DOS ONZE - Criado pelo Governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola,
cunhado do ex-presidente João Goulart.
- ORGANIZAÇÃO REVOLUCIONÁRIA MARXISTA- POLÍTICA OPERÁRIA.
- MOVIMENTO NACIONAL REVOLUCIONÁRIO -
Criado por Leonel Brizola para a formação de guerrilheiros,
com o apoio de Fidel Castro, de Cuba. O treinamento se ini-
ciava em Pando, no Uruguai, na propriedade de Isidoro Gu-
tierrez, ex-vereador de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul e
amicíssimo de Brizola.
- AÇÃO LIBERTADORA NACIONAL (ALN) - Criada
em 1968 para ser o embrião do Exército Revolucionário, a
força armada do povo, capaz de destruir as Forças Armadas
e expulsar o capitalismo. Foi uma das mais violentas organi-
zações terroristas e tinha como chefe Carlos Marighela.
- MOVIMENTO DE LIBERTAÇÃO POPULAR - Grupo
dissidente da ALN, fundado por José Dirceu.
-MOVIMENTOREVOLUCIONÁRIO8DEOUTUBRO
- Surgiu de divergências no Partido Comunista Brasileiro, tendo como base a Univer-
sidade Federal Fluminense.
- DISSIDÊNCIA GUANABARA - Em janeiro de 1969 comprou armas e iniciou
o treinamento de guerrilheiros, na cidade de Jequié, na Bahia.
- VANGUARDA POPULAR REVOLUCIONÁRIA - Comandada por Carlos
Lamarca e atuava no Vale da Ribeira, a 200km, do sul da cidade de São Paulo.
-VANGUARDAARMADAREVOLUCIONÁRIAPALMARES-Criadaem1969com
A VERDADEIRA VERDADE
a fusão da VPR e Comando da
Libertação Popular.
Dentre as suas principais
ações destacamos: o assassi-
nato do marinheiro inglês David
Cuthberg e do Delegado de Po-
lícia Octávio Gonçalves de Mo-
reira Júnior.
Roubo de US$ 2.500.000 da
casa de Ana Capriglione Benchi-
mol, em Santa Teresa, bairro da
cidade do Rio de Janeiro.
Durante a posse de Dilma Roussef como Chefe da Casa Civil do governo Lula,
José Dirceu a chamou de “camarada de armas”. Dilma ajudou muito na infra-estrutura
de assaltos a bancos e planejou o maior golpe da luta armada - o roubo do cofre de
Adhemar de Barros, na época governador de São Paulo.
Como chamar de “ditadura” um regime em que os 5 presidentes foram eleitos
indiretamente pelo Congresso Nacional (deputados federais e senadores da repúbli-
ca); que havia eleições para parlamentares e que a partir de 1980, para governadores
dos Estados.
Urge que a verdadeira verdade seja devidamente mostrada nos bancos escolares. E
que os jovens tomem conhecimento e tirem as suas devidas conclusões!
Acima há dois jornais (O GLOBO e a FOLHA DE SÃO PAULO) que noticiaram o que
aconteceu exatamente há 50 anos e, que na atualidade procuram passar inverdades para
o povo brasileiro.
E para finalizar, Presidente Bolsonaro, o Sr. dá provas concretas
de que está realizando um excelente governo, com reformas que visam
diminuir o déficit público, melhorar a educação e a saúde pública, além
de reduzir as desigualdades sociais. Estas últimas evitam o surgimento
de um “populista” mal intencionado e corrupto ao extremo, que está fa-
zendo de tudo para ser solto e voltar ao poder. Falo de Lula que é mito-
maníaco (tem compulsão em mentir), cleptomaníaco (impulsão em
roubar e se apropriar indevidamente da “res pública” ou coisa públi-
ca), corrupto e se faz sempre de vítima, quando é acusado.
O PT e os seus partidos e entidades têm uma grande inveja do seu
Governo. A inveja é um atestado do complexo de inferioridade que uma
pessoa tem em relação à outra. Tenha bastante cuidado com a estra-
tégia utilizada pela esquerda: dividir para enfraquecer e depois con-
quistar. Esse ensinamento é de SUN TZU (general e filósofo chinês- 545 AC), JÚLIO
CÉZAR (imperador romano - 70 AC) e MAQUIAVEL (filósofo, historiador e fundador
do pensamento e da ciência política moderna. É autor do clássico O PRÍNCIPE - 1522).
E não se esqueça de que “o futuro pertence aos enérgicos que esperam e agem
com firmeza e nunca aos tímidos, indecisos e irresolutos”.
* TEN CEL PMERJ
Instrutor de Deontologia, Chefia Militar, Gestão do EM e Trabalho de Comando das Academia de Polícia
Militar D.João VI e Escola Superior da PMERJ no período de 2000 à 2012. E-mail: fschittini@gmail.com
Desde 1935, ano da eclosão da Intentona Comunista principalmente nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Pernambuco,
que adeptos desse regime autoritário, ateu, contra a propriedade privada e a liberdade de expressão, tentam implantar à força no Brasil,
sendo apoiados na época pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e a China
8Nº 270 - Novembro/2019 14
INTERVENÇÃO
A solução para salva
Potencial, nós temos e precisamos e
necessitamos usá-lo! Para isso, de-
vemos nos unir cada vez mais, ter humil-
dade e o espírito de corpo, tão propalado
quando estamos na Ativa. Para conse-
guirmos uma definitiva intervenção mi-
litar, só depende de nós mesmos. E co-
mo conseguí-la? Através do voto cor-
porativo. Nada mais fácil, desde que te-
nhamos união, humildade, responsabili-
dade, patriotismo e vergonha na cara!
Os integrantes
do Exército têm condi-
ções de eleger um se-
nador em cada um dos
26 estados e no Distri-
to Federal; 2 deputa-
dos federais e “n” de-
putados estaduais. A
Marinha e a Aeronáu-
tica, juntas, talvez. As
26 Polícias e Bombei-
ros Militares e a Briga-
da Militar, fácil, o mes-
mo do Exército.
Como? Iniciando desde já esse tra-
balho e testando-o nas eleições munici-
pais de 2020 em todos os municípios
que possuam aquartelamentos.
Na última eleição nos faltou um co-
ordenador em nível nacional, como tam-
bém estaduais e diversos outros munici-
pais, mesmo com a vitória acachapante do
Bolsonaro, que está sendo boicotado no
Senado (Armamento) e na Câmara de De-
putados (Centrão e Rodrigo Mala).
Vejamos o ocorrido em Minas Ge-
rais nas últimas eleições para deputado
federal – tivemos como candidatos dois
oficiais generais, um coronel, uma senho-
ra em Juiz de Fora, todos no PSL, alcan-
çando juntos mais de 50 mil votos e nin-
guém foi eleito. Faltou UNIÃO !
No Exército, entre Ativa, Reserva,
Reformados, Pensionistas e funcioná-
rios civis devemos ter aproximadamen-
te450mileleitores(mul-
tiplicado por 4 familia-
res ou mais).
Éumpotencialque
nenhuma outra institui-
ção possui!! E ainda po-
demos considerar os ca-
detes da AMAN, alunos
da EsPCEX, dos CPOR/
NPOR, da EsSA e da
EASA, dos Colégios Mi-
litares e da Fundação
Osório, como também as
Delegacias de Serviço
Militar e os Tiros de Guerra. Quantos se-
rão com seus familiares?
O pessoal que presta o Serviço Mi-
litar como cabos e soldados, não pode ser
esquecido, mesmo recebendo um soldo
inferior ao salário mínimo! Trabalho es-
cravo!?! E o que dizer de um 3º sargento
ter um “salário” inferior ao do soldado da
PMMG? ou um general 4 estrelas menor
do que um coronel dessa mesma PM? E
ainda, um “piloto” ascensorista de eleva-
dor do Senado, receber mais do que um
piloto da Força Aérea ou de um coman-
dante de navio? Infelizmente essa é a
verdade! Mas não vem ao caso, somente
como lembrança.
Vejamos agora mais as seguintes
possibilidades para atingir a Interven-
ção Militar.
Utilizar os 3 clubes militares: Mari-
nha, Exército e de Aeronáutica, com sóci-
os e familiares espalhados por todo este
vasto país; todos os Círculos militares
que possuem muito mais sócios civis do
que militares e seus dependentes; os clu-
bes de Subtenentes e Sargentos existen-
tes no mesmo espaço; as Associações de
Cabos e Soldados espalhadas pelo país;
as Adesgs instaladas em todos estados,
às vezes duas ou três; associações de
Pais e Mestres dos Colégios Militares;
Casa da FEB no Rio e ANVFEB, mais de
duas em alguns estados; Associações
de Militares da Reserva e semelhantes;
como lembrança, nossos assinantes da
AMOR – Associação de Militares e
Oficiais da Reserva sediada em Ribei-
rão Preto e da AMIGA em Guaratinguetá
e diversas outras semelhantes no Bra-
sil afora; somente em BH, a Abemifa –
Associação Beneficente dos Militares
das Forças Armadas; a AREB – Asso-
ciação dos Reservistas do Exército Bra-
sileiro; a Adesg, ANVFEB, Colégio Mi-
litar, CPOR, Círculo Militar, AOR – As-
sociação dos Oficiais da Reserva, Clube
de Subtenentes e Sargentos e as duas Vi-
las Militares, onde mensalmente são dis-
tribuídos os nossos jornais e ainda a
representação da FHE/POUPEX, etc.
Devemos contar também com o
apoio do coronel Claudio Moreira Bento,
fundador e presidente de FAHIMTB e da
AHIMTB em Resende, que se relaciona
muito bem com os IHG – Institutos de
História e Geografia, além de suas repre-
sentações nos estados, destacando-se a
do Rio Grande do Sul, sob a direção do
coronel historiador Luiz Ernani Cami-
nha Georgis e os contatos permanentes
com as organizações militares.
Poderemos contar também com
todas as turmas formadas na AMAN,
que se reúnem anualmente, destacando
AMAN - Academia Militar das Agulhas Negras
CPOR / Colégio Milita
Colégio Militar do
Rio de Janeiro
ESA - Escola de Sargentos das Armas
a Turma Avaí de janeiro de 1956, coor-
denada pelo coronel Edu Campelo de
Castro Lucas, de Porto Alegre, que edita
mensalmente “O Avaiano”.
E as turmas da EsSA – Escola de
Sargentos das Armas em Três Corações e
da EASA – Escola de Aperfeiçoamento
de Sargentos das Armas, em Cruz Alta,
que também se reúnem anualmente há
Ao que nos parece, o Intervenção Militar, já alcançou um resultado
superior ao que imaginávamos. Na “reunião” realizada no Clube Militar a 08 de
julho foi bastante comentada favoravelmente, sendo aprovada como uma das
linhas de ação para as eleições de 2022. Dependemos somente de União, mas
se for igual a esta acontecida no dia 08, estamos condenados a sofrer novamen-
te as mazelas do Foro de São Paulo, MST, CUT, PT, PSOL...
Nos foram lembradas mais outras instituições que poderão participar dessa
“intervençãomilitar”:AssociaçãoCulturalMuseuMilitarBrasileiro localizadaem
Panambi/RS, onde são encontradas as maio-
res coleções de Viaturas Militares do Brasil
e até uma aeronave Boeing, 737-300 onde
funciona uma sala de cinema, museu e biblio-
teca. O objetivo maior dessa Associação é
preservar a memória da História Militar das
Forças Armadas Brasileiras.
A visitação ao Museu é permanente,
destacando-se as Escolas que ali compare-
cem.
Ainda relembrado, o CEBRES – Cen-
tro Brasileiro de Estudos Estratégicos,
sediado no centro do Rio de Janeiro, onde
são realizadas importantes palestras e reu-
niões, geralmente sob a responsabilidade
do pessoal da Reserva da FAB – Força Aérea
Brasileira.
Também lembrada a Brigada Para-
naense de Viaturas Militares Antigas, se-
diada em Curitiba que deve ter milhares de adeptos.
E para finalizar, a ideia apresentada de contatos com a Maçonaria e
Centros Espíritas.
A sorte está lançada e o sucesso só depende da união da família militar.
Publicado no Inconfidência nº 266, julho/2019
Nº 270 - Novembro/2019 15
O MILITAR, JÁ!
ar o Brasil está aqui!
Carlos Claudio Miguez
Editor do Inconfidência
ar de Belo Horizonte
Monumento ao
Expedicionário
Escola Preparatória
de Cadetes
muito, muito tempo, devendo ser um re-
forço bastante importante aos nossos
ideais. Outras Associações também po-
derão participar da Intervenção Militar
como as dos Paraquedistas que se reú-
nem bimestralmente no Clube Militar/La-
goa sob a coordenação do cel Amilcar
Borges Gonçalves e a AsEFEx – Associ-
ação dos Ex-alunos e dos Amigos da
Escola de Educação Física do Exército,
presidida pelo cel Noaldo Alves Silva,
que certamente tomará parte conosco e
nos apoiará, além da SOAMAR (Socie-
dade de Amigos da Marinha) e da ABORE
(Associação Brasileira de Oficiais da
Reserva do Exército) e outras.
Fizemos contato com o cel Av.
Luís Mauro Ferreira Gomes, fundador e
presidente da Academia Brasileira de
Defesa, quando fomos muito bem rece-
bidos e para finalizar a 1ª parte, solici-
tamos ao cel historiador e nosso articu-
lista Manoel Soriano Neto uma abertu-
ra junto à tradicional, centenária e pa-
triótica LIGA DA DEFESA NACIONAL.
Como não poderiam deixar de ser
lembrados os contatos com instituições
civis – clubes de serviço Rotary e Lions,
entidades de Classe, Maçonaria, repre-
sentações eclesiásticas e protestantes e
por civis, principalmente professoras que
frequentam nossas reuniões, recebem
nossos jornais e os distribuem em suas
escolas ( já distribuimos tempos passa-
doso INCONFIDÊNCIApara 1.450 esco-
las estaduais em MG) e os voluntários
que vestem a nossa camisa “Luto pelo
Brasil” e aquelas com o rosto do Bolso-
naro e do Ustra. Em BH, mantemos um
ótimo relacionamento com a Faculdade
Sabará e com o Círculo Monárquico.
Feita a apresentação da Interven-
ção Militar, gostaríamos de saber quem
poderia coordenar e dirigir esse movi-
mento que será a salvação do Brasil, pois
ocuparíamos o Senado com ampla maioria
(mais de 41 senadores) e a teríamos tam-
bém na Câmara de Deputados conve-
niados com partidos de confiança.
Julgamos que ficaria muito bem nas
mãos dos generais Mourão, Heleno, San-
tos Cruz ou alguns outros indicados pelo
Presidente Bolsonaro, pois esta Interven-
ção serviria também para a sua reeleição.
Aguardamos o retorno de nossos leitores
sobre esse assunto e com apresentação
de novas ideias. E não venham dizer que
essa Intervenção Militar não pode ser
divulgada nas organizações militares.
Isso não é fazer política e sim tentar
salvar o Brasil. Diariamente entram nos
quartéis jornais, revistas, ouvem rádio
e assistem televisão, geralmente com
notícias expedidas pela mídia venal e
vendida criticando o atual governo e a
‘ditadura militar’ que salvou o Brasil em
1.964 ! Isso pode....
Gostaríamos de acrescentar que
todo este texto foi escrito de afogadilho,
durante o feriado (dia Santo de Corpus
Christi) de 20 de junho, sem qualquer
outra interferência de quem quer que seja,
pois ainda é preciso digitá-lo, fazer a revi-
são e diagramá-lo até 2ª feira, dia 24, pois
estamos antecipando a publicação desta
edição para o dia 25, 3ª feira, a fim de que
tenhamos tempo suficiente para preparar
a nossa reunião anual a ser realizada a 8
de julho, 2ª feira, no Clube Militar/La-
goa, a partir das 14.30h, quando tam-
bém debateremos essa “Intervenção
Militar”, com a sua presença, prezado
leitor. Gostaríamos de ter conosco um
desses Generais citados anteriormente.
Aguardamos comentários e críti-
cas sobre essa Intervenção Militar, que
não temos dúvida nenhuma, salvará de-
finitivamente a nossa Pátria Amada Bra-
sil. No próximo número, maiores deta-
lhes, pois com a pressa devemos ter es-
quecido outras organizações e deixa-
mos de citar nomes que já se engajaram
neste processo.
Já imaginaram tomar conta do Se-
nado e ter maioria na Câmara de Deputa-
dos, afastando o corrupto Renan Calhei-
ros e outros senadores (do Armamento),
comotambémoRodrigoMalaeoCentrão?
Finalizando, quero deixar bem cla-
ro que não sou, nem serei candidato a
qualquer cargo eletivo. Faço isso pelos
meus filhos e netos e pelo Exército há 25
anos e agora espero ser correspondido
e deixar de sofrer o fogo amigo.
Desde já, agradeço a atenção
que possa merecer
ALEA JACTA EST!
Esta página continuará a ser publicada até que alguém do atual governo
assuma a direção/liderança a fim de que se possa atingir o objetivo principal:
dominar o Senado (bem mais fácil) e ter ampla maioria na Câmara de Deputados.
Só depende de nós mesmos!
Como é do conhecimento de nossos leitores, assinantes e associados, as duas
pessoas mais prestigiadas em nosso Inconfidência durante um quarto de século,
foram o capitão Jair Bolsonaro e o general Mourão e jamais poderíamos ima-
ginar que se tornariam o presidente e o vice-presidente desta República. Mesmo
assim, passados 7 meses de governo, apesar de temos enviado nosso jornal para
ambos tentando contato, ainda não recebemos qualquer retorno. Julgamos que o
general Mourão poderia e deveria assumir o “Comando” desse processo que sal-
vará nossa Terra Amada Brasil!
Caro amigo Miguez
Parabéns pelo artigo “Intervenção Militar, Já”. Li e reli o trabalho e achei sensacio-
nal. Isto que, como dizes, foi escrito de afogadilho. Mas bah tche, está perfeito.
Nada a acrescentar ou excluir. A ideia é brilhante, porém de difícil execução. Tu mesmo
reconheces que, na última eleição, nos faltou um coordenador. Este será o grande
problema. Precisamos de um líder a nível nacional, que depois indicaria seus represen-
tantes estaduais, municipais... Acho que, caso aceitasse, o Gen Mourão seria a pessoa
certa, devido a sua liderança no meio militar. Mas o melhor mesmo, como preconizas,
seria alguém indicado pelo Cap Bolsonaro. Tem que partir desse escalão pois, caso con-
trario teremos problemas de inveja, interesse em se eleger, etc. Talvez que como Ar-
tilheiros tu consigas ter acesso aos teus irmãos de arma (Bolsonaro e Mourão) e não
só apresentar-lhes a ideia mas, acima de tudo, conseguir que assumam o comando ou
indiquem alguém de peso para cumprir a missão. Pretendo publicar um resumo do
artigo (tenho grande limitação de espaço) e indicar a leitura do Inconfidência de Junho
para meus leitores. Mando O Avaiano para o Presidente e para o Vice Presidente, mas
só o Gen Mourão acusa o recebimento e me cumprimenta. O Bolsonaro nunca me res-
pondeu, acho mesmo que algum assessor recebe o jornaleco e o deleta, pois anterior-
mente, quando ainda candidato, lhe mandei meu livro (Turma Avaí) e ele me agradeceu
através de longa, agradável e elogiosa mensagem. Por falar no meu livro, acho que co-
meti a indelicadeza de não ter enviado um exemplar para ti. Esquecimento. Falha ter-
rível. Espero que me perdoe e aceite o que estou remetendo. Peço que acuse o rece-
bimento. Abraços
INTERVENÇÃO MILITAR, JÁ!
Cel Cav Edu Campelo de Castro Lucas
Com um pouquinho de inteligência e humildade, seria de bom alvitre que a
"INTERVENÇÃO MILITAR, JÁ", fosse arquitetada enquanto seu governo
ainda se sustenta com altivez. Somente as FFAA têm condições de passar o
Brasil a limpo e colocá-lo na rota de primeiro mundo.
AO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO
Administrador Cremilton Silva
Publicado no Inconfidência nº 265 de 27 de junho/2019
Publicado no Inconfidência nº 266, julho/2019
Publicado no Inconfidência nº 266, julho/2019
8Nº 270 - Novembro/2019 16
JORNAL INCONFIDÊNCIA
3ª Parte
Assuntos Gerais e Administrativos
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A. VIA POSTAL - Recortar (ou xerocar) e preencher o cupom abaixo, anexando
cheque bancário nominal e cruzado, no valor de R$ 150,00, em favor do Jornal
Inconfidência e remetê-los para para Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia –
CEP 30360-690 – Belo Horizonte – MG - Não enviar dinheiro.
B. VIA BANCÁRIA - Depositar ou transferir para o Banco do Brasil o valor de R$150,00
– agência 0643-2 - c/c 128.172-0 e por e-mail, enviar o quadro preenchido e o
comprovante do pagamento para jornal@jornalinconfidencia.com.br, e ainda o
cupom citado e o xerox do pagamento para Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia
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26/09/18 130313 R$ 500,00 João Álvaro de ????
07/01/19 046203 R$ 150,00 Jair B. Furtado - Fortaleza/CE
10/01/19 600104 R$ 150,00 Belo Horizonte/MG
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03/05/19 500532 R$ 150,00 Lorena/SP
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30/08/19 005165 R$ 150,00 Ivan Sérgio / Salvador/BA
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14/11/19 949054 R$ 200,00 ??????????
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O CRUZEIRO
EXTRA
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se desejar receber via postal, um
Edições Históricas da Revolução de 1964
MANCHETE
exemplar destas revistas, envie mais R$ 20,00,
por cada uma delas.
NOVEMBRO (até o dia 20)
As entidades:Academia Parnaibana de Letras – APAL, Sociedade Amigos da
Marinha – SOAMAR/PI, Lojas Maçônicas de Parnaíba, Curso de Direito – UESPI/
Parnaíba, Curso de Direito – UNINASSAU/Parnaíba, Instituto de Ensino Superior
Vale do Parnaíba – IESVAP, Fundação Dr. Raul Furtado Bacellar, Rotary Club de
Parnaíba, Rotary Club Igaraçu, Rotary Club Litoral e Lions Club de Parnaíba (PI) têm
a honra de CONVIDAR V.Exa/V.Sa. e família para o lançamento do livro PLURALISMO
E DEMOCRACIA de autoria do ilustre parnaibano, Desembargador José James
Gomes Pereira (Tribunal de Justiça do Piauí e próximo presidente do Tribunal
Regional Eleitoral do Piauí) em parceria com suas filhas, advogadas Lia Rachel e
Lea Beatriz em solenidade no auditório do novo prédio do SENAC/FECOMÉRCIO, na
BR-343, bairro Floriópolis, proximidade da UNINASSAU em Parnaíba (PI).
Haverá coquetel e musicalidade ambiente.
Convite
○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
Cel PMMG Adilson Antonio J. Bracarense - Uberaba/MG, Gen Div Agenor Francisco Homem de
Carvalho - Rio de Janeiro/RJ, Cap. Altair Alves Costa - Sobradinho/DF, Cel Álvaro Bruno Pereira Garcia
- Santa Maria/RS, Econ Antonio Carlos Portinari Greggio - Brasília/DF, Cel Amilton da Costa Ramos -
Rio de Janeiro/RJ, Cel Antonio Augusto Brasil Carús - Uruguaiana/RS, Cel Armando Vargas Moraes -
Porto Alegre/RS, Gen Bda Arlenio Souza da Costa - Porto Alegre/RS, AMIGA - Associação dos Militares
Inativos de Guaratinguetá/SP, Cel Athos Marques de Amorim - Resende/RJ, Juiz Décio de Carvalho
Mitre - Belo Horizonte/MG, Adv Edgar Vivacqua Granata - Porto Alegre/RS, Engº Edison Renault - Belo
Horizonte/MG, Cel Médico Francisco Ozéas Carvalho Coelho - Varginha/MG, Gen Ex Geise Ferrari - Rio
de Janeiro/RJ, Aposentado João Antonio Pereira Junior- Curitiba/PR, Gen Bda Jorge Alberto Duardes
Boabaid - Santa Maria/RS, Cel José Batista Pinheiro - Rio de Janeiro/RJ, Cel Roberto Otto Popien -
Porto Alegre/RS, Tcel FAB Sérgio Pedro D’Angelo - Belo Horizonte/MG, Cel PMSP Theseo Darcy Bueno
de Toledo - São Paulo/SP, Gen Bda Ubirajara da Silva Valença - Rio de Janeiro/RJ, Cel Wilson Tatton
Ramos - Juiz de Fora/MG e mais cinco depósitos não identificados.
Cel PMMG Adilson Antonio J. Bracarense, Cap Altair Alves Costa, Econ Antonio Carlos Portinari Greggio, Cel
Amilton da Costa Ramos, Gen Bda Arlenio Souza da Costa, Cel Athos Marques de Amorim, Juiz Décio de
Carvalho Mitre, Cel Med Francisco Ozéas Carvalho Coelho, Gen Bda Jorge Alberto D. Boabaid, Cel José
Batista Pinheiro, Cel Roberto Otto Popien, Gen Bda Ubirajara da Silva Valença.
Prezados assinantes/associados
Levamos ao seu conhecimento que das edições nº 270 de 20 de
novembro e nº 271 de 27 de novembro, serão enviados dois
exemplares de cada uma, a fim de que a edição histórica chegue a
destino antes do evento e um deles seja encaminhado a um parente,
amigo ou de preferência a um professor (a) com o pedido de que o
divulguem e também façam uma assinatura do Inconfidência.
CMG Aldo Langbeck Canabarro - Rio de Janeiro/RJ, Tcel Amadeu Deiro Gonzalez - Bagé/RJ, Pensio-
nista Angela Maria Santos Duarte - Pouso Alegre/MG, Pecuarista Clodomiro Gonzalez Antunes - Bagé/
RJ, Analista Judiciário Dante Ignacchitti - Cabo Frio/RJ, SO Aer Nilton Mendes de Lima - Betim/MG,
Maj Brigadeiro do Ar Venancio Grossi - Rio de Janeiro/RJ e mais 1 militar.
SE VOCÊ NÃO DIVULGAR, A MÍDIA VENAL
E VENDIDA NÃO FARÁ ISSO POR VOCÊ
Data: 29/11 (sexta-feira) - Hora: 19 horas - Local: SENAC/FECOMÉRCIO
No Youtube todas as Bandas de Música e seus marcantes repertórios. Uma realização
pioneira de arte, cultura, civismo e patriotismo do radialista Zair Cansado.com
JORNALISTA ZAIR AUGUSTO CANÇADO
RiodeJaneiro/RJ
Coronel, a senadora Simone Tabet, de Mato Grosso do Sul, presidente da Comissão
Constituição e Justiça, e mais senadores,estão fazendo força para derrubar
a manobra libertadora do Lula. Dentro de uma semana a coisa vai esquentar mais
no Senado.e o cachaceiro já em campanha com sua turma chefiada pela Gleisi do
Paraná, pelo Brasil. O quadro está muito grave, não resta dúvida. Abs.
Nº 270 - Novembro/2019 17
BOLSONARO, O TOSCO
SARNEY: Resultado de imagem para foto de sarneyImagem relaci-
onada um intelectual. Membro da ABL. Escritor e poeta. O
multimilionário "dono" do Maranhão. Deixou o país quebra-
do, após sucessivos e mal sucedidos planos econômicos, e
com uma inflação que, só no último mês do seu mandato
(ampliado para 5 anos, sabe-se lá como) foi superior a 80%.
Num mês!
COLLOR: Resultado de imagem para foto de
collorImagem relacionada nascido em berço de ouro. Bom
orador, teve educação de 1o. Mundo. Foi impichado por
corrupção. Indiciado em vários processos, teve bens apre-
endidos. Não está preso graças à leniência do STF.
FHC: Resultado de imagem para FOTOS DE fhcImagem relacionada
Outro intelectual. Professor catedrático da USP. Professor visitante da
Sorbonne. Ao cabo de seu segundo mandato (conseguido
sabe-se lá como!) entregou a inflação sob controle, mas
com o Brasil no FMI. Passou a faixa para Lula, seu velho
companheiro de palanque e de ideias socializantes.
LULA: Resultado de imagem para imagens de
cobras gigantes Um farsante, semianalfabeto, comia os plurais com a
mesma gula com que devorava dinheiro e amantes, como nunca antes na
história deste país. Levou 8 anos enganando, trapaceando, roubando. Está
preso, condenado em 2a. Instância, em vias de ser condenado também no
TRF-4 num outro processo. E com uma outra condenação na 13a. Vara
de Curitiba. É réu em mais um monte, no Rio e em Brasília.
DILMA: Resultado de imagem para FOTOS DE ANTA A econo-
mista que não sabia nada de economia, a anta que não consegue construir
uma frase com sujeito, verbo e predicado nos seus devidos lugares. Com
a "expertise" de quebrar uma loja de 1,99, foi bem mais longe: quebrou um
país inteiro. Foi impichada. E acaba de ter prisão preventiva requerida,
mas ainda não deferida pela Justiça.
TEMER: Resultado de imagem para FOTOS DO CONDE DRÁ-
CULA A finesse em pessoa. Nunca elevou a voz. Nunca disse uma frase
que não fosse rebuscada, com direito a mesóclises empoadas e gongóricas.
Chefiou por décadas o MDB, um partido que saqueou o país também por
décadas - e não por mera coincidência. Está em prisão domiciliar, acusado
de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Aí Bolsonaro, menino pobre, estudante de Colégio Militar
e Capitão reformado, sucede a essa súcia de letrados e iletrados,
espertos e corruptos, carreiristas e punguistas (e até ex-terroris-
ta!), quebra todas as regras sujas de se fazer política e é trucidado
por ser tosco com as palavras? Por não ser politicamente correto?
Por falar o que pensa, sem rodeios? Por cora-
josamente dar nome aos bois? Por enfrentar
sem medo a mídia que o massacrou na campa-
nha? E que continua massacrando um presiden-
te legitimamente eleito?
Como deputado, estava no Congresso
quando todos esses presidentes exerceram o
poder roubando, ou aliciando partidos e deputados com ministérios, cargos e até dinheiro vivo,
o Mensalão que o diga. O Petrolão também.
Mas ele nunca se deixou contaminar. Era uma voz isolada no Plenário e nas Comissões,
e desprezado pelos colegas de tantas legislaturas, que nunca davam as assinaturas necessárias
para que seus projetos andassem na Casa.
Ou então seus projetos eram engavetados pelos presidentes da Câmara - e muitos deles
foram processados e/ou foram ou estão presos, como Ibsen Pinheiro, Severino Cavalcanti, João
Paulo Cunha, Michel Temer, Eduardo Cunha. Ele sobreviveu incólume àquele antro!
Bolsonaro é uma total e absoluta exceção à regra de como se faz política no Brasil. Um
alienígena completo. Que se elegeu sem partido importante, sem dinheiro, sem a mídia, sem
as corporações, sem nada além de seu discurso conservador, que reverberou nas redes sociais
por quem viu nele - com toda a razão - um político que iria fazer diferente de quem o antecedeu.
E ele está fazendo.
Tem a sutileza de um rinoceronte? Sim. Tem a coragem dos loucos? Também sim. Tem
os cacoetes das raposas da política? Definitivamente não. E ainda bem que não, dados os
exemplos acima.
Ele não é, nem nunca foi um Rolls Royce. Está mais pra um tanque de guerra, daqueles
que passam por qualquer terreno para abrir caminho para a infantaria, que vem atrás. E a
infantaria somos nós.
Para Bolsonaro, todo mato é caminho. E ele vai (vamos) chegar lá. Não interessa se o
homem é um tosco, ante o quanto é verdadeiro. E comprovadamente honesto.
O resto é choro de corruptos, mimimi de contrariados e o coro de mal informados pela
mídia, que não engole o fato que um presidente se elegeu à sua revelia.
Enão é que é verdade? O cara atropela as palavras, engole outras, passa por
cima de algumas regras gramaticais, solta palavrões.
Mas vamos dar uma olhadinha nos seus antecessores, que ainda estão vivos:
Alberto Saraiva
Se qualquer pessoa disser que os “SEIS
DO STF” são feios, muito provavel-
mente será processado. Eduardo Bol-
sonaro, deputado, com imunidade par-
lamentar que lhe concede o direito de
emitir livremente opinião sobre quais-
quer assuntos, desde que não ofensiva
à moral e aos bons costumes, referiu-se
“en passant” à possibilidade de aplica-
ção do AI-5 como forma de conter as
graves ameaças de subversão da ordem
que pairam sobre o País. Foi o que bas-
tou para que o mundo viesse abaixo,
sendo levantada a hipótese até mesmo
de ser-lhe imposta a pena de cassação
do mandato!
Enquanto isso, o “demolidor do
futuro de Garanhuns’’, recém solto da
cadeia por decisão da maioria do STF,
em comício no Sindicato dos Metalúr-
gicos de São Bernardo, transmitido ao
vivo e em cores, com toda a publicida-
de, pelas emissoras de televisão e meios
de comunicação outros, chamou o Mi-
nistro Moro de “canalha”, os membros
do Ministério Público da Operação Lava
Jato, Dallagnol à frente, de “quadri-
lha”, o Presidente Bolsonaro de “Presi-
dente dos Milicianos”, além de incenti-
var seus seguidores a “passarem ao ata-
que” e a “seguirem o exemplo do que
hoje ocorre no Chile” em nossa terra! E
“no pasó nada”, como se diz na língua
dos hermanos Castro, de Chê Guevara,
de Hugo Chávez, de Nicolás Maduro e
de Evo Morales, ídolos da esquerda ra-
dical na América Latina e no Brasil, tu-
do sendo encarado até agora como se
dentro da mais perfeita normalidade...
Os frutos plantados pelos ideali-
zadores e condutores do processo da
Constituição de 1988, predominantemen-
te de esquerda, estão sendo colhidos
nestes dias. Ao longo do período des-
de então, direitos tiveram primazia so-
bre deveres, estimularam-se as divisões
na sociedade, os ódios e as lutas de clas-
se, ganharam corpo e ampla difusão os
conceitos gramscianos de quem com-
bate o comunismo é “fascista”, quem se
DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS NA GUERRA
REVOLUCIONÁRIA QUE SE TRAVA NO BRASILVice Almirante Sergio Tasso Vásquez de Aquino
opõe à corrupção generalizada e pretende
que os corruptos vermelhos e de todos
os matizes sejam processados e presos
é “antidemocrático”, enquanto “demo-
cráticos e heróis da liberdade” são os
que lutaram, de armas na mão, guerri-
lheiros e terroristas, para impor a tirania
vermelha em nossa terra.
Os desafios a serem vencidos,
para a implantação definitiva da Demo-
cracia e da Paz Social no Brasil, partem
dos partidos e agrupamentos da esquer-
da radical de toda natureza, da infiltra-
ção planejada e programada de reito-
res, diretores, professores de orienta-
ção vermelha nas escolas de todos os
níveis, e de caudatários da
mesma perversa ideologia
nas direções, redações, cor-
pos de reportagem e de co-
mentaristas dos órgãos de
comunicação de massa, te-
levisivos, radiofônicos, jor-
nais, revistas e periódicos.
Agravando sobremaneira
a situação, tem-se a postu-
ra anti Operação Lava Jato,
que pela vez primeira em
nossa História levou os cri-
minosos ricos e poderosos
à beira dos tribunais e à
prisão, de grande parte dos
membros das Duas Casas
do Congresso Federal, en-
volvidos em investiga-
ções, inquéritos e proces-
sos, daí a aprovação a to-
que de caixa da Lei do Abuso de Auto-
ridade, tendendo a absolver culpados e
a punir os agentes responsáveis funcio-
nalmente pela defesa da ética e da mora-
lidade no âmbito de todas as operações
a cargo do Estado e no seu relacionamen-
to com empresas e outros entes do di-
reito privado e países e organizações es-
trangeiras.
A recentíssima decisão da maio-
ria de 6x5 do STF, que foi elevada à
condição de impor sua vontade à Na-
ção, contrariando o que vigia até 2009
e a própria decisão do mesmo tribunal,
prolatada em 2016 e seguida em suces-
sivos julgamentos naquela corte desde
então, no sentido de mandar soltar os
presos já condenados em segunda ins-
tância, para que ficassem em liberdade
até o julgamento final da quarta instân-
cia, depois de esgotados todos os recur-
sos possíveis, apresentados por advoga-
dos muito caros, é mais um fator retar-
dador e eventualmente prescritor da von-
tade da maioria expressiva da Nação, e do
conceito democrático basilar de que “to-
dos são iguais perante a Lei”.
Não há como não se ficar preocu-
pado quanto ao futuro. E agora? Será
tudo absorvido passivamente? Tenta-
rão os agentes do caos incendiar o País,
“como ocorre no Chile”? Que rumos es-
tão reservados ao Brasil, ao seu Povo e
às suas Instituições?
AS PESSOAS PATRIOTAS E DE BEM TÊM DE SER FORTES, FIRMES,
PERSEVERAR NO BOM COMBATE EM DEFESA DA PÁTRIA, COM CORAGEM,
BRAVURA E DETERMINAÇÃO!
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Turma aspiranTe méga15 de fevereiro de 1955 65 anos 15 de fevereiro de 2020
Informações na próxima edição
8Nº 270 - Novembro/2019 18
A ESQUERDA NO SEU LABIRINTO
O Estado de S. Paulo, 6 de novembro de 2019
Até onde os fatos que se vêm suce-
dendo vertiginosamente no Brasil
são ou serão acontecimentos, só o tem-
po dirá. Boa parte deles desaparecerá
na névoa da desinformação que serve
para confundir a opinião pública, pres-
tando-se a propósitos inconfessáveis.
O presidente da República con-
cluiu, com absoluto sucesso, longa e
diversificada viagem ao Extremo Orien-
te e ao Oriente Médio, mas o que se
tornou manchete, eclipsando qualquer
ganho para o comércio exterior brasilei-
ro, foi a tentativa de vinculá-lo a um
crime.
E se não bastasse esse ensaio ca-
nhestro de difamação, rapidamente trans-
mutado em polêmica diversionária so-
bre gravações, emergiu ruidosamente o
trecho de uma entrevista de seu filho
que serviu de pretexto para manifesta-
ções em defesa da democracia movidas
a oportunismo e má-fé.
Muito pior do que eventuais lacu-
nas de conhecimento de quem não vi-
veu os anos 60 e 70 é a desfaçatez dos
que tinham perfeita compreensão do
que faziam à época servindo a uma ide-
ologia assassina e que seguem hoje
mentindo para encobrir os seus enga-
nos.
A esquerda no Brasil, para lá de
imaginativa, inventou o confronto de
um lado só. Feroz em atacar um ato
autoritário, o AI5, decretado em dezem-
bro de 1968, ela omite o totalitarismo
patrocinado do exterior que movia os
atentados terroristas que ceifavam vi-
das brasileiras.
No que insiste até hoje, fazendo
desaparecer os motivos que levaram à
reação da sociedade que escolheu nas
urnas, em outubro de 2018, Jair Bolso-
naro como seu presidente. E, como sem-
pre, fugindo de sua responsabilidade
pelo mal que causou com a violência, a
agressão e a corrupção praticadas con-
ANTONIO HAMILTON MARTINS MOURÃO VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA
tra a sociedade, cujo ordenamento ja-
mais suportou.
É tempo de a esquerda fazer uma
verdadeira autocrítica de seus proce-
deres políticos no Brasil. Autoritária na
prática e totalitária no pensamento, co-
mo nos julgamentos da extinta União
Soviética, ela condena de antemão seus
adversários, façam o que fizerem.
Se os militares, da ativa ou da re-
serva, falassem alguma coisa sobre o
AI-5, a esquerda os acusaria de se ma-
nifestarem indevidamente sobre assun-
tos políticos. Mas é rápida em criticá-
los por não falarem, incapaz de enten-
der que o seu silêncio é a prova do de-
sejo de pacificação da sociedade a que
servem.
Essa incompreensão do sentido
de pacificação tem custado caro ao País,
que tem uma tradição de anistia e da
qual não deveria des-
toar a de 1979. A es-
querda no Brasil,
contaminada pela
vertente revolucio-
nária da luta armada,
conseguiu a proeza
que Raymond Aron
atribuiu ao impasse
nuclear da guerra fria:
inverter a fórmula de
Clausewitz, fazendo
da política a conti-
nuação da guerra por
outros meios.
É o que ela faz até hoje, passados
40 anos da aprovação da Lei da Anistia,
buscando invalidá-la pela negação de
seu princípio elementar: o esquecimen-
to. Algo que, dado o intervalo de tempo
aplicado a outros conflitos internos,
como a Farroupilha, equivaleria a per-
seguir quem dela tomou parte às véspe-
ras da Proclamação da República, um
absurdo completo.
A grande razão do fracasso histó-
rico da esquerda foi o seu diagnóstico
da realidade. Eficaz na exploração das
contradições, sua verdadeira vocação,
ela se entregou de tal forma à manipu-
lação dos fatos que perdeu a capacida-
de de interpretá-los, obcecada com as
condições objetivas para a conquista
do poder.
Esse é o grande problema de quem
se move orientado primordialmente pela
ideologia. Ela deixa de ser um fator de
motivação, consequente às afinidades
de grupos, para ser uma lente através
da qual toda imagem da realidade é dis-
torcida, ou até descartada, se não se en-
caixa no grau dos óculos pelos quais se
enxerga o mundo.
Cada um pode tachar de infame o
que quiser. Mas ninguém pode dizer
que não o seja instituir um regime cog-
nominado de presidencialismo de coa-
lizão degenerado
em corrupção insti-
tucionalizada. A
esquerda vê infâmia
em palavras dos ou-
tros, mas não a en-
xerga nos próprios
atos, como no men-
salão e no petrolão.
Depois de dé-
cadas no poder no
Brasil, a esquerda
não entende o can-
saço da população
com a sua proble-
matização de tudo o que não resolveu,
desde a economia até a segurança, pas-
sando pela saúde, pela educação e pela
infraestrutura, arrasadas pela incompe-
tência e má gestão. Com isso ela nem se-
quer apreende a realidade do País, onde
ingressam cada vez mais investimen-
tos, as reformas estruturantes avançam, a
economia melhora e os índices de vio-
lência despencam.
É inútil, portanto, esperar que
essa esquerda entenda que o Parlamen-
to, onde ela está democraticamente re-
presentada, nunca foi tão livre para de-
liberar sobre o interesse da sociedade,
liberto da pior das ditaduras, a da cor-
rupção. Ou magnânima o bastante para
reconhecer que, depois de muito tem-
po, o País tem um presidente da Repú-
blica que não está envolvido em con-
chavos de corrupção ou cooptação de
parlamentares com dinheiro público.
Uma democracia não prescinde de
um amplo e diversificado arco ideológi-
co onde estejam representadas todas
as preferências, tendências e percep-
ções da sociedade, incluindo a clássica
divisão entre o que se convencionou cha-
mar de direita e esquerda. Uma esquerda
democrática e responsável, defensora dos
mais fracos e desassistidos, é uma condi-
ção da democracia.
Mas, a considerar o que faz e fala
a esquerda no Brasil, parece restar-lhe
pouco. A apologia da corrupção, ao ne-
gar a condenação de Lula em todas as
instâncias. A intriga, procurando divi-
dir a sociedade, o governo e o Estado.
A falsificação, apresentando-se como
centro ou liberal que nunca foi. E a
confusão, tentando, aqui e no exterior,
misturar o governo democraticamente
eleito com os períodos de exceção ante-
riormente vividos no País.
Assim, atuando em desfavor da
democracia no Brasil, a esquerda conti-
nuará onde está.
Perdida em seu labirinto.
* Procurador aposentado e
ex-integrante da Lava Jato
em Curitiba/PR
*
Depois de décadas no poder
no Brasil, a esquerda não
entende o cansaço da
população com a sua
problematização de tudo o
que não resolveu, desde a
economia até a segurança,
passando pela saúde, pela
educação e pela
infraestrutura, arrasadas pela
incompetência e má gestão.
Nº 270 - Novembro/2019 19
*Rogério Medeiros
Garcia de Lima
Agradeço a Deus por ser bem nasci-
do, na histórica cidade de São João
del-Rei.
Na cidade berço, fui criado por meus
esplêndidos pais: a saudosa professora
Laís Medeiros Garcia de Lima e o médico
pediatra Euclydes Garcia de Lima Filho.
Nela tive e tenho, desde a infância,
amigos fiéis.
Aprendi com professoras e profes-
sores excepcionais, no Colégio Nossa
das Dores e Colégio São João (Salesiano),
da cidade natal; na Escola Preparatória de
Cadetes do Ar, em Barbacena-MG; e nas
Faculdades de Direito das Universida-
des Federais do Rio de Janeiro e de Minas
Gerais.
Destaco o inesquecível professor
Paulo Neves de Carvalho, minha imorre-
doura referência. Também são-joanense,
ele me despertou o pendor pelo Direito Ad-
ministrativo. Tive o privilégio de ser seu
aluno, no curso de graduação em Direito,
e orientando, no Doutorado da vetusta
Casa de Afonso Pena.
Não olvido os incentivos para a
carreira jurídica, que recebi dos conter-
râneos e amigos Tancredo de Almeida
Neves, Francisco Oswaldo Neves Dor-
nelles, Aristides Junqueira Alvarenga e
Carlos Mário da Silva Velloso – este últi-
mo nascido na vizinha Entre Rios de Mi-
nas e adotado pelos frades franciscanos
do Ginásio Santo Antônio.
Este ano, completei trinta anos na
carreira da magistratura.
Trilhar o caminho do bem e colocar
o interesse geral acima do interesse indi-
vidual é dever que se impõe não apenas
aos cidadãos, mas também aos gover-
nantes, legisladores e juízes.
A Magistratura é “a mais eminente
das profissões, a que um homem se pode
entregar neste mundo” (Rui Barbosa,
Oração dos Moços. Rio de Janeiro: Orga-
nizações Simões, 1951).
O juiz tem de ser culto, operoso, jus-
NÃO FUGIREI À LUTA!to e probo, porque – sentenciava o pa-
raibano José Américo de Almeida – “o
mau juiz é o pior dos homens” (José Amé-
rico de Almeida, A bagaceira, Rio de Ja-
neiro: José Olympio, 43ª ed., 2008).
Na era contemporânea, sigo a tem-
perança do filósofo italiano Norberto Bob-
bio (O tempo da memória: De senectude
e outros escritos autobiográficos. Rio de
Janeiro: Campus, trad. Daniela Beccac-
cia Versiani, 1997; trecho do prefácio
de Celso Lafer):
“Democracia, paz e
direitos humanos, em suas
interconexões, constituem
assim a meta ideal da con-
vergência, na reflexão de
Bobbio, da filosofia do di-
reito e da filosofia políti-
ca. São estes, com efeito, os
seus campos acadêmicos
por excelência, e a sua con-
vergência traduz a preo-
cupação recorrente de li-
dar com as duas faces de
uma mesma moeda, necessárias para a
boa organização da sociedade: o direi-
to e o poder, pois onde o direito é im-
potente, a sociedade corre o risco de pre-
cipitar-se na anarquia, e onde o poder
não é controlado pelo direito, a socie-
dade incorre no risco oposto do despo-
tismo”.
Sempre busquei me aproximar das
pessoas de bem, dos bons mestres e mes-
tras e dos que, como eu, guardam a fé em
seus corações.
Aprecio passagem marcante da
vida de Ricardo Luis Lorenzetti, presi-
dente da Corte Suprema da Argentina.
É um dos maiores juristas do mundo atual.
Veio de berço modesto, na cidade de Ra-
faela, província de Santa Fé. O pai era re-
presentante comercial e viajava para
vender peças de automóveis. A mãe era
professora primária na pequena cidade.
Enquanto cursava Direito na Universidad
del Litoral, na capital Santa Fé, Ricardo
trabalhava no Tribunal de Rafaela, costu-
rando autos de processos. Ele recorda:
“Um juiz (...) disse-me algo que me
iluminou: ‘Opte pelo mais difícil’. (...)
“Esta história revela a importân-
cia de correr certos riscos quando temos
de tomar decisões importantes. A litera-
tura nos dá o exemplo de Drogo, um per-
sonagem do romance ‘O deserto dos Tár-
taros’, porque Dino Buzzati, que passou
a vida no forte, aguar-
dando um momento de gló-
ria que nunca veio. Ao
longo dos anos eu apren-
di também que devemos
lutar por nossas con-
vicções e não esperar os
favores aleatórios, mes-
mo que isso signifique
um esforço além do que
tínhamos previsto. (...)
“Com o decorrer do
tempo entendi que se
pode ganhar dinheiro e
perdê-lo, ter um bom emprego e ser
demitido, mas o que sempre salva é a
ligação com as pessoas de boa fé”
(Ricardo Luis Lorenzetti, A arte de fa-
zer justiça: a intimidade dos casos mais
difíceis da Corte Suprema da Argenti-
na. São Paulo: Editora Revista dos Tri-
bunais, trad. María Laura Delaloye,
2015, p. 16-17).
Assim percorri a minha trajetória.
Sempre sonhei com um Brasil mais justo.
Nunca desanimei.
A minha utopia sempre foi a subor-
dinação da ética à política, apregoada por
Platão e Aristóteles:
“Nessa subordinação da ética à
política, incidiu clara e determinada-
mente a doutrina platônica que ampla-
mente ilustramos, a qual, como sabe-
mos, dava forma paradigmática à con-
cepção tipicamente helênica, que en-
tendia o homem unicamente como ci-
dadão e punha a Ci-
dade completamen-
te acima da família e
do homem individu-
al: o indivíduo exis-
tia em função da Ci-
dade e não a Cidade
em função do indiví-
duo. Diz expressa-
mente Aristóteles:
Se, de fato, idêntico é o bem para
o indivíduo e para a cidade, parece mais
importante e mais perfeito escolher e
defender o bem da cidade; é certo que
o bem é desejável mesmo quando diz
respeito só a uma pessoa, porém é mais
belo e mais divino quando se refere a
um povo e às cidades’” (Giovanni Reale,
História da Filosofia Antiga. São Pau-
lo: Edições Loyola, trad. Henrique Cláu-
dio de Lima Vaz e Marcelo Perine, 1994,
p. 405).
No entanto, contemplo hoje o pa-
norama do meu país e me bate um terrí-
vel desalento. Contemplo a derrocada
da Justiça brasileira e penso se não é che-
gada a hora de parar.
Não, não posso parar.
Brasil: verás que um filho teu não
foge à luta!
Há muitas pessoas de bem em nos-
sa Pátria e haveremos ainda de triunfar.
Vou em frente.
Lutarei até o fim.
Recordo a profissão de fé de Fió-
dor Dostoiévski, no clássico romance
Os Irmãos Karamázovi:
“Crê até o fim, mesmo que todos
os homens se hajam desviado e tenhas
ficado fiel sozinho; leva então tua ofe-
renda e louva a Deus, por teres sido o
único a manter a fé”.
Contemplo a
derrocada da Justiça
brasileira e penso se
não é chegada a hora
de parar.
Não, não posso parar.
Brasil: verás que
um filho teu não
foge à luta!
*Desembargador do Tribunal de Justiça
de Minas Gerais, Doutor em Direito
Administrativo pela Universidade Federal de
Minas Gerais, professor universitário,
Presidente do Tribunal Regional Eleitoral
de Minas Gerais
"A abominação de ritos idolátricos pene-
trou no santuário de Deus” (Mons. Viganó, a res-
peito do Sínodo).
A situação, para um católico e mesmo para
qualquer brasileiro preocupado com os rumos
da Amazônia, não é fácil.
O culto à Pachamama ("mãe terra"), noticiado
em muitos jornais, é um dos aspectos do que foi o
Sínodo da Amazônia. Mas não é o único.
Para esclarecer a opinião
pública, o Instituto Plinio Corrêa
de Oliveira preparou alguns vídeos
e artigos.
Neles, você encontrará uma
análise pormenorizada de todos
esses fatos e uma explicação de
como um fiel católico deve se
portar.
Se você, como eu, considerar que esses ví-
deos são úteis, peço que compartilhe entre seus
conhecidos para que eles também tomem co-
nhecimento do que está se passando e saibam co-
mo se defender, tanto do ponto de vista dos fa-
tos, como do ponto de vista doutrinário.
Afinal, é lícito a um católico resistir a essas
inovações na Fé?
José Antônio Ureta, um especialista na ma-
téria, explica que sim. Não apenas lícito, como,
em alguns casos, necessário.
O Canal do IPCO no Youtube já publicou
mais de 50 vídeos sobre o Sínodo da Amazônia,
além desses que indico nos próximos parágrafos,
e que explicam o que ocorreu em Roma e como
devemos reagir.
Relação dos Últimos Vídeos:
1) Comunicado do IPCO denuncia a gravidade
do documento final do Sínodo da Amazônia (https:
//youtu.be/kiTK_EJ4Egg)
2) Resultado Sínodo da Amazônia: Abandono
de Deus e da Missão da Igreja em uma Nova Religião
pagã (https://youtu.be/1N_bDfrw8ls)
3) Analise de um escândalo: Sínodo da Amazô-
nia ou Sínodo de uma Nova Teologia da Libertação?
(https://youtu.be/GJc8WN7Gibg)
SÍNODO DA AMAZÔNIA
Abandono de Deus e da Missão da Igreja em uma Nova Religião pagã
São Paulo, 13 de novembro de 2019
O Sínodo da Amazônia terminou. E o resultado foi desastroso.
4) Qual Postura um Católico deve ter diante do
Sínodo da Amazônia: o Direito de Resistir e a In-
falibilidade Papal
Envio essa relação de vídeos, preocupado por
algumas repercussões que recebemos, de pessoas que
não sabiam como se posicionar.
Pessoas que estavam escandalizadas com o que
viram acontecer no Sínodo, como o caso da Pacha-
mama, que é comentado nos vídeos.
E não foram apenas os
Católicos que ficaram des-
concertados.
Muitos brasileiros, mes-
mo não sendo Católicos,
escreviam preocupados
com a Amazônia, com uma
possível interferência em
nossa soberania.
E, sobretudo, muitos se perguntavam como
era possível que Bispos da Santa Igreja estives-
sem mais preocupados em salvar a natureza do
que em salvar as almas!
Disse Nosso Senhor Jesus Cristo sobre quem
escandalizasse a um pequenino: "Melhor lhe seria
que se lhe atasse em volta do pescoço uma pedra
de moinho e que fosse lançado ao mar, do que
levar para o mal a um só destes pequeninos.
Tomai cuidado de vós mesmos” (Lc. 17, 2).
Quantos fiéis não se escandalizaram com esse
Sínodo?
Mas, ao mesmo tempo em que são grandes
as provações, também são grandes as Graças que
Deus nos dá para enfrentar essas situações.
Saber que algo está errado e conhecer sua ex-
plicação é um primeiro passo. E um passo ne-
cessário e importante.
Para isso, , convido você a ver esses vídeos e a
compartilhá-los entre seus conhecidos.
Nós precisamos criar uma articulação de pesso-
as verdadeiramente preocupadas com o futuro.
Mobilizados, podemos muito!
Com um cordial abraço, despeço-me.
In Jesu et Maria
Acondição de heresiarca do Jorge Bergoglio
– apoiado, na prática, por Joseph Ratzinger
– se afirmou principalmente na convocação do
pouco representativo e muito conspiratório Sí-
nodo da Amazônia.
Objetivo: fundar a pós-conciliar igreja panteís-
ta, ecológica, socialista, tribal, universal e com
máscara vaticanense.
* * *
Expresso com maior ou menor clareza no
demencial documento “Instrumento de Traba-
lho”, orientador da referida assembleia. De ou-
tro lado, também na caudalosa e insana literatu-
ra de decisivos ideólogos, organizadores e diri-
gentes.
Expressão, com algo velado e até contradi-
tório, confirmada largamente pela palavra escri-
ta oficial do Sínodo.
Propomos lhe explicitar propriamente as
intenções profundas, o espírito inspirador e os
efeitos gravíssimos.
ESFERA ECLESIAL
• Ruptura com as Sagradas Escrituras, a
Tradição Apostólica e o Magistério Infalível da
Igreja.
• Cosmo divinizado e negação do Deus Cria-
dor Uno e Trino ou Trino e Uno.
• Conversão ecológica, não a cristã e mariana.
• Assimilação litúrgica dos deuses, feiticei-
ros e rituais pagãos.
• Legitimação, de algum modo, do infanticídio.
• Aversão ao “clericalista” e “colonialista”
Evangelho do tradicional e magnífico apostolado
missionário de outrora.
• Ordenação sacerdotal de índios casados e
abertura ao sacerdócio feminino indígena.
ESFERA CIVIL
• Revivência da paradisíaca concepção de J.
J. Rousseau face às sociedades elementarmente
primitivas.
• Renúncia ao direito individual à proprieda-
NÃO À GRANDE APOSTASIA DA CÁTEDRA
DE SÃO PEDRO E TRAIDORA DO BRASIL
*Professor Rogério Cezar Pereira Gomes
de, ao patronato e às desigualdades sociais e eco-
nômicas.
• Fim da egoísta civilização capitalista oci-
dental e dos opressores Estados Contemporâne-
os importados da Europa.
• Descrição inflada, dramatizada e demagó-
gica da Amazônia.
• Seus desastres ambientais, ecológicos e
sociológicos são efeitos inevitáveis do progres-
so e desenvolvimento predatórios, genocidas e
ecocidas.
• A solução dos padres sinodais é o deliran-
te pensar, querer, sentir e viver tribais, densa-
mente coletivistas, em conexão com as miste-
riosas forças místicas do universo.
• Nesse sentido, pressionar sistematicamen-
te o Estado Brasileiro.
• Recorrer, entre outras opções, aos
“movimentos sociais” de índole reconhecida-
mente marxista.
• Em consequência, fraturamento da unidade
nacional.
• Internacionalização da Amazônia.
• Desestabilização crônica da América do Sul.
• Ditaduras comunistas patrocinadas por
Moscou e Pequim.
Essa revolução religiosa e temporal em marcha
é capaz de esfacelar a vigente Estrutura Eclesiástica
e, ao mesmo tempo, o nosso querido Brasil.
Em contraponto à grande apostasia “bergo-
gliana” da Igreja Docente, registro a promessa fa-
timista de 13/07/1917:
“O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia,
que se converterá”.
O novo São Pio X converterá a imperialista e
anticristã superpotência militar eslava. Daí uma
profunda e positiva mudança no curso da Histó-
ria.
Assim sendo, minha resposta é não ao Jorge
Mário Bergoglio, ainda sentado na Cátedra de
São Pedro.
*Rogério, 70, é da escola de espiritualidade,
pensamento e ação de Plínio Corrêa de Oliveira.
8Nº 270 - Novembro/2019 20
CEL SÉRGIO FREITAS
Vale uma análise ...
"Após declarações sobre AI-5,
Eduardo Bolsonaro pede desculpas" José
Dirceu pediu desculpas quando falou em
tomar o poder que não pelas vias demo-
cráticas? Guilherme Boulos pediu des-
culpas quando falou em "incendiar o
país"? Humberto Costa pediu desculpas
por falar em derrubar a Direita "Ultra-
liberal, Fascista e entreguista" nas ruas
através da violência, da desordem e do
caos, como acontece no Chile? Não, a
Esquerda nunca pede desculpas. E nós
nunca aprendemos que a cada justifica-
tiva e a cada pedido de desculpas é
como se assumíssemos uma culpa que
não temos. Até quando vamos aceitar
este cenário onde eles podem tudo e
nós não podemos nada? (03/11)
ADM.CREMILTON SILVA
Cristina/MG
Lembrete para Macron
Tendo em vista os graves incêndi-
os que vem castigando a Costa Oeste dos
EUA, estou aguardando ansiosamente o
pronunciamento do presidente francês
Mácron convocando a UE para discutir a
internacionalização da Califórnia.
Sinto falta também de um Sínodo da
Califórnia promovido pela igreja. E a pre-
sença de uma equipe do Greenpeace, co-
mandada pela garota Greta ajudando a
apagar o fogo!
E aí, alguém tem notícia dessa gale-
ra? (05/11)
SUBTEN ANTONIO CARLOS
MESQUITA DO AMARAL
Santa Maria/RS
Votação exclusiva pelo STF
Já faz um ano que a Suprema Corte
se reúne em julgamentos de interesse pre-
ferencial nominal, em detrimento de pro-
cessos com mais de cinco, dez anos, pró
análise de alterações na jurisprudência
com a finalidade de encontrarem mais uma
brecha no “jeitinho brasileiro” para bene-
ficiar o condenado como endereço re-
sidencial, a prisão na PF de Curitiba, o que
acabou ocorrendo. Os cinco votos pró
justiça foram jurídicos, já os seis contrá-
rios se definem como ideológicos comu-
nistas a favor da caterva corrupta, crimi-
nosa e assassina. (15/11)
CONSULTOR AERONAVAL
MARIANO PAREDES*
Maceió/AL
Eu aviso: todos com o
Presidente Bolsonaro!
Todos com o Presidente Bolsonaro!
Brasil está em perigo!
Militares e correligionários do PSL!
A Rede Globo e toda mídia “chapa
branca”, são agentes do diálogo intera-
mericano.
Que leu os meus artigos da série
“EU AVISO...” neste e-mail, sabe que sou
um especialista neste tema e repito: atacar
o Presidente Bolsonaro é atacar as Forças
CAIXA POSTAL
MARIA HELENA R. OLIVEIRA
São Paulo/SP
Prisão em segunda instância
O STF NÃO É UMA VERGONHA
porque AINDA fazem parte dele MINIS-
TROS lúcidos, competentes imbuídos de
praticaraVERDADEIRA HONRADAJUS-
TIÇA.
Da orgulho saber que, olhando pa-
ra o Brasil Patrioticamente, estão Pesso-
as como Alexandre de Moraes, Edson
Fachin, Roberto Barroso, Luiz Fux, Car-
men Lucia, que respeitam a esperança do
povo já exaurida por tanta corrupção e
desmandos a que está submetido nosso
País pelas ações de corruptos e inescru-
pulosos bandidos. Uma clara visão dos
que estão julgando sob a Luz do Bem ou
a escuridão das Trevas. A Luta é grande.
Uma batalha do bem contra o mal, que
poderá ser perdida, sim, para aqueles que
venderam suas almas, e ... soltando todos os
demônios. Ai só nos restará uma esperança,
a última que morre, que será a possível
salvação que poderá vir do Senado e
Congresso. (08/11)
HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES
Vila Velha/ES
Trabalho e tornozeleira
Lula, o inocente e condenado em
três instâncias, tempos atrás declarou
ser “um preguiçoso que não gosta de
ler nem de estudar”. Recusa sair do spa
da Polícia Federal de Curitiba para a
progressão de pena em regime semia-
berto. Sua pretensão é só sair se inocen-
tado. É fácil explicar o motivo da recu-
sa: no semiaberto ele terá que trabalhar
e usar tornozeleira.
* * *
Dia da impunidade
O STF, em sua eloquente erudição
oficializou o dia 7 de novembro como o
“Dia da Impunidade”. Sugiro ao Congres-
so, que assistiu de camarote e em home-
nagem aos malfeitores de colarinho bran-
co e consonância com o STF, promulgá-
lo como feriado nacional.
CELAER LÚCIO WANDECK
Rio de Janeiro/RJ
A carga que a Globo paga pra
ver poderá custar caro
Sr. jornalista Ali Kamel
O senhor sabe, muito mais do que
qualquer de seus ouvintes, que, por mais
que se tente desmenti-la, a mentira, uma
vez divulgada, deixa rastros de veraci-
dade.
Haja vista que a simples vizinhança
entre um suspeito de crime e outro mora-
dor do mesmo condomínio não passa de
mero acaso, principalmente quando o
outro é Presidente da República, o cuida-
do deve ser redobrado e culminado com a
decisão de nada ser publicado.
Se uma simplória rádio comunitá-
ria cometer um descuido dessa nature-
za, ele pode ser levado à conta da inex-
periência, mas quando se trata da Glo-
bo é inexcusável.
Se, sabendo disso, mas em nome do
que denominam jornalismo de qualidade
optam por pagar para ver e passam da
conta, pressente-se que a carga será ele-
vada e poderá ser cobrada nas esferas
criminal e cível. (04/11)
CAPMAREGUERRA
PAULO MARCOS G. LUSTOZA
Rio de Janeiro/RJ
Crime sem castigo
O Brasil é signatário da Convenção
das Nações Unidas sobre o Direito do
Mar que estabelece normas a respeito da
gestão dos recursos marinhos e do con-
trole de poluição e definiu que o Allto-
mar são zonas marítimas que não se en-
contram sob a jurisdição de nenhum Es-
tado. Caso o petroleiro que tenha poluído
PROFESSORA UNIVERSITÁRIA AILEDA DE MATTOS OLIVEIRA
Rio de Janeiro/RJ
Ação da P F.
Dólares para Caracas...
Caminhão que estava indo para Venezuela, em um “golpe de sorte”, foi
interceptado pela PRF, numa blitz. Depois de algumas perguntas para o motorista,
como para onde ia vazio, este se mostrou muito nervoso. Foram encontrados
centenas de milhares de dólares. O motorista confessou que foi contratado para
levar o caminhão até Caracas, à sede do governo, pelo escritório _Instituto Lula,
em São Paulo_. Nosso dinheiro sendo desovado, pois o cerco está fechando.
Imaginem quanto dinheiro saiu do Brasil de todas as formas ilícitas?
Quando vamos nos livrar deste maldito PT, que durante 30 anos roubou
nosso país? (07/11)
as nossas águas territorias estivesse
navegando nessa zona, fora da platafor-
ma continental, não haverá como o go-
verno brasileiro aplicar multa ou punir
os responsáveis, poderá apenas apre-
sentar o caso ao Tribunal Internacio-
nal de Direito do Mar (Hamburgo) que
decidirá a controvérsia, que parece ser
inédita. (01/11)
* * *
Punição ao navio poluidor
O Brasil é signatário da Convenção
das Nações Unidas sobre o Direito do
Mar que estabelece normas a respeito da
gestão dos recursos marinhos e do con-
trole de poluição e definiu que o Allto-
mar são zonas marítimas que não se
encontram sob a jurisdição de nenhum
Estado. Caso o petroleiro que tenha po-
luído as nossas águas territorias esti-
vesse navegando nessa zona, fora da
plataforma continental, não haverá co-
mo o governo brasileiro aplicar multa
ou punir os responsáveis, poderá ape-
nas apresentar o caso ao Tribunal Inter-
nacional de Direito do Mar (Hambur-
go) que decidirá a controvérsia, que pa-
rece ser inédita. (05/11)
SÉRGIO MOREIRA
Rede Globo, Campanha Cívica,
desligue a TV comunista
Globolixo, 30 10 2019
O comunismo, sistema de gover-
no de ideologia escravizante do povo,
já causou mal incontável e incalculável
ao Brasil e ao mundo.
DESLIGUE A TV COMUNISTA
GLOBOLIXO em sinal de respeito ao Pre-
sidente da República e para preservar a
família, a moral e os bons costumes em
nosso País. (30/10)
GENERAL DE BRIGADA
CÉSAR NICODEMUS SOUZA
Curitiba/PR
9 de novembro de 2019 -
Brasil, gosto amargo na boca
"No Brasil, o Diabo não veste Prada
- veste TOGA" (no "INCONFIDÊNCIA"
nº 269)
As charges do "Inconfidência" de
0ut 2019 - cheias de premonição - falam
por si só do Brasil que acordou com gosto
amargo na boca neste dia 9 de novembro
de 2019. (Vide Anexos)
Uma tristeza tentar rir em um mo-
mento de dentes rangendo, não?
Envergonhados abraços,
César Souza
Em tempo: Mas você duvidava que
alguém que foi pau-mandado de Zé Dir-
ceu iria fazer de tudo (até o imoral!)
para tirar o chefinho da cadeia? E ele é
bem mais perigoso do que o outro pa-
trão - o Lula.
Os ditadores "Supremos"- no di-
zer do Sr GilmarTalvez seja por esta
razão que há quem diga que só um
drástico ato cirúrgico
(...) poderá socorrer os brasileiros.
(09/11)
Armadas e ao Estado Nacional Brasileiro.
Aos coreligionários com mandatos,
por favor, não sejam Joaquins Silvérios
dos Reis, fauna daninha que pulula na
politicalha criminosa do Brasil!
* Membro do Grupo Guararapes e
filiado ao PSL/AL.
PROFª. IZABEL AVALLONE
São Paulo/SP
Quando o crime compensa
Votos constrangedores e votos po-
líticos mostraram ao Brasil que o crime
compensa. Compensa, quando se é rico e
se pode pagar poderosíssimos advoga-
dos, que garantem a impunidade, usan-
do chicanas e mudando a lei sob os olha-
res de um congresso adormecido, ador-
mecido, por conveniência, é claro. Onde
estão os parlamentares que foram elei-
tos para proteger os brasileiros que
pagam essa farra? Na casa da mãe Joana,
prevalece o surrado ditado “meu pirão
primeiro”, o resto é resto. A camarilha
só pensa no próximo mandato e abre mão
de seu papel legislador, deixando a quem
não tem votos, decidir quem a lei deve
proteger. O STF enterrou a esperança
daqueles que clamam por justiça. Brasil,
um país de tolos, governado por “exper-
tos”. (08/11)
* * *
O mundo não acabou
O editorial Estadão “ O mundo não
acabou” diz no seu último parágrafo que
é hora de baixar a poeira. Ora essa, a
poeira já está baixa desde quando se cons-
tata que o que impede o início da execu-
ção após a decisão de segunda instância
tem sua origem na lei e, por isso, já deveria
ter sido alterada evitando-se um mal mai-
or. A Casa da representação do povo tem
interesse em mudar uma vírgula, já que
nessa casa está uma grande maioria que
seria atingida pela lei, se mudada fosse?
Será a pressão das ruas mais uma vez que
convocará seus representantes a evitar
o caos? Como pode a casa legislativa
(minúscula mesmo), deixar o país com
essa imensa sensação de impunidade,
insegurança jurídica e violência? Te-
mos de assumir que quem não é esquer-
dista é acomodado. Somos uma socie-
dade que reclama do sofá, poucos são
os que vão às ruas pedir mudanças para
o país. Mas se a convocação fosse para
sambar, os espaços nas ruas seriam in-
suficientes. (09/11)
TANIA TAVARES
São Paulo/SP
Jeitinho? (PEC) 410/18
Aos cuidados do Diretor(a) de Redação
Sr. Rodrigo Maia, queremos a vota-
ção da Proposta de Emenda à Constitui-
ção (PEC) 410/18 que deixa claro na Cons-
tituição a prisão em 2ª instância, e não a
sugestão e intromissão oportunista do
sr. Toffoli, de mudança no Código Penal,
que sabemos não dificultará a prescrição
de casos de réus condenados! (30/10)
FUNC. PUB. ÁLVARO GALVÃO
São Paulo/SP
Trabalho como agente penitenci-
ário em São Paulo no período noturno...
na hora que noticiaram na TV que Dias
Toffoli derrubou a prisão em segunda
instância, os detentos da cadeia inteira
comemoraram e começaram a gritar que
estavam voltando pra suas cidades... arre-
piou, mesmo eu que já possuo quase duas
décadas de carceragem, arrepiou ouvir
tantos vagabundos comemorarem sua li-
berdade... berravam palavras como... o
BRASIL É NOSSO, AQUI É O CRIME, É
TUDO NOSSO e etc... Uma tristeza imen-
sa baixou no plantão... nos olhamos, atur-
didos, sem mencionar palavra alguma...
só lamentamos pelas futuras vítimas. Que
Deus nos ajude!
Nº 270 - Novembro/2019 21
IZABEL ZANDER
Petrópolis/RJ
O STF não surpreendeu, apenas
confirmou o que já se sabia: sua divisão
entre aqueles que obedecem à Constitui-
ção quando assim lhes convém e aqueles
que a interpretam contextualizando-a aos
casos em análise. O Supremo prestou
um desserviço ao povo brasileiro e jo-
gou uma pá de cal na esperança de con-
tinuarmos com o combate à corrupção,
à impunidade e aos privilégios daque-
les que com dinheiro, muitas vezes sujo,
abusam dos recursos que a lei lhes con-
cede para fugir de merecida condena-
ção. Não é à toa que grande parte dos
ministros do Supremo se acha sujeita
ao escárnio popular.
ELIO ANTÔNIO F. DOS SANTOS
Rio de Janeiro/RJ
Depois de vários dias para discu-
tir o tema, o STF aprovou de forma
confusa a derrubada da prisão em se-
gunda instância, que havia sido apro-
vada pelos mesmos ministros em 2016.
Em seu voto, Dias Toffoli lembrou emo-
cionado que já se passaram seis anos da
boate Kiss, citando que a impunidade era
um mal que devia ser abolido pela legisla-
ção criminal que reina no país. Eis que, de
repente, ele deriva totalmente na direção
de abolir a prisão em segunda instância.
Ao final, para ficar com a alma mais
tranquila, jogou para o Congresso a tarefa
de alterar a Constituição. Mais uma
vergonha do nosso Judiciário.
ALOÍSIO DE ARAÚJO PRINCE
Belo Horizonte/MG
O voto do ministro Dias Toffoli
que decidiu pela impunidade dos crimi-
nosos de colarinho branco foi de uma
hipocrisia revoltante. Como Pilatos, ele
quis lavar as mãos, jogando a respon-
sabilidade para deputados e senado-
res, pois bem sabe que lá nada aconte-
cerá para acabar com essa impunidade.
Felizes estão também seus amigos ad-
vogados que se locupletam com dinhei-
ro roubado do Erário por seus clientes
poderosos. Foi para isso que votaram
também Celso de Melo, Marco Aurélio,
Gilmar Mendes, Lewandowski e Rosa
Weber. Passarão à História como os
ministros que decidiram pela impuni-
dade dos poderosos.
DAVID LACERDA
Rio de Janeiro/RJ
Como confiar num Supremo que
muda a sua jurisprudência de acordo
com seus interesses?
Pobre país.
PULMÃO DO MUNDO?
Que tamanha hipocrisia das mineradoras de vários países desenvolvidos do
mundo apoiadas pelos seus governos esquerdistas e até de brasileiros traidores
da pátria tentando rapar traiçoeiramente os minérios da Amazônia pertencentes
ao Brasil com alegações de preservação do meio ambiente. Porque então não
reflorestam os seus territórios pelados e explorados? Até índio louro apareceu em
Roraima exatamente em locais de grandes jazidas! O papa Francisco com o seu
sínodo esteve por lá mas não quiseram esticar a visita até ao sofrido povo ve-
nezuelano, muito menos em Cuba, na Bolívia e na Coréia do Norte. Porque será?
Vocês podem ser espertos, mas os brasileiros não são tão trouxas como pensam
e a eleição do presidente Bolsonaro mudou esse panorama de colonização que
tanto agradava os exploradores do povo brasileiro. (08/11)
ACORDEM BRASILEIROS
Acordem brasileiros acomodados antes que a venezuelização e cubanização
chega ao Brasil! Saiam do sofá e vamos exigir manifestando a moralização deste
país, do STF, Senado e Câmara Federal carunchados e carcomidos pela corrupção.
Vamos às ruas enquanto há tempo. Não podemos deixar os comunistas levarem
o que é nosso. Eles que vão trabalhar. (08/11)
CAI O DITADOR BOLIVIANO
Cuba, Venezuela e Coréia do Norte que se preparem para receber o pedido
de asilo político do ex-ditador boliviano, Evo Morales, que tão logo foi consta-
tado fraudes na eleição boliviana pela OEA, os protestos tomaram conta do país,
encurralado e com tanta pressão não houve outra saída senão a renúncia e
procurar asilo político nesses países amigos. Boa viagem, Evo, e não erra o
caminho. (11/11)
VOTO ELETRÔNICO:
Se a última eleição na Bolívia tivesse sido com as famigeradas urnas ele-
trônicas, como no Brasil, de que maneira poderia haver uma conferência dos votos
e constatar tamanha fraude praticadas contra a democracia? Presidente Bolsonaro,
urnas eletrônicas são armadilhas dos fraudadores, exigimos o voto impresso para
possibilitar conferência a quem sentir prejudicado ou enganado. Veja o exemplo
na Bolívia. (14/11)
EXEMPLO BOLIVIANO
Por incrível que nos possa parecer, o povo boliviano está dando um
verdadeiro exemplo de ação democrática e patriotismo aos brasileiros. Ao con-
trário do que acontece no Brasil, os bolivianos foram às ruas e não arredaram pé
enquanto suas autoridades políticas e judiciais não cumprissem as leis democrá-
ticas, anulasse a eleição fraudulenta do esquerdista Evo Morales, com a sua
renúncia, de toda a sua equipe e com marcação de nova eleição cumprindo a
regulamentação constitucional vigente.
CARTAS RECEBIDAS DURANTE O MÊS DE
NOVEMBRO DOS NOSSOS ASSINANTES:
APOSENTADO BENONE AUGUSTO DE PAIVA
São Paulo/SP
PROFESSORA MARA MONTEZUMA ASSAF
São Paulo/SP
montezuma.scriba@gmail.com
benonepaiva@gmail.com
ÀS RUAS!
Tal como o traidor Joaquim Silvério dos Reis, fazendeiro e proprietário de minas
que, diante da possibilidade de ter suas dívidas perdoadas pela Coroa resolveu delatar
os inconfidentes, deixando como mártir da Inconfidência Tiradentes, assim também
nos dias de hoje juízes pouco idôneos do STF, mirando seus próprios interesses
pessoais , financeiros e/ou políticos, venderam a toga , deixando como mártir
principal Sergio Moro e a Lava Jato, e mais toda uma nação ultrajada e atônita diante
da ousadia e do poder dos corruptos. Soltam-se milhares de criminosos, capitaneados
pelo capo que inspirou o teor desta sentença ultrajante: Lularápio da Silva. E nós
vamos amanhã, dia 09/11 às ruas deste país, com chuva ou sol, gritar nossa
indignação. É o que nos resta diante da perspectiva de domínio do Foro de São
Paulo em toda a América Latina. Resiliência e coragem não nos faltam! (08/11)
DAVI COM GOLIAS CONTRA O POVO
O Davi Alcolumbre que supostamente venceu o Renan Golias na disputa pela
presidência do Senado, parece ter mirado sua funda contra os desejos do povo e se
aliado ao antigo adversário que , como muitos políticos no Congresso, não quer nem
ouvir falar de prisão após o julgamento em 2a instância, enrolados que estão com
processos na justiça. Para apenas postergar a discussão sobre o candente tema, ele
propõe uma Constituinte exclusiva , o que vai ser o mesmo que pretender reconstruir
uma casa quando apenas um cômodo precisa de reforma. Isto se chama empurrar com
a barriga, ganhar tempo, enrolation...! Davi, o povo não é mais gado tangido, se
virarmos a boiada contra vocês, vai ser um estrago e tanto! Isto é uma ameaça?
Não...quem somos nós, povo , para meter medo em vocês...Ameaças foram aquelas
cuspidas pela boca de Lula assim que que foi solto graças à decisão indecente tomada
pelo STF! E ninguém da mídia ou da política sequer se arrepiou...né? (13/11)
SEGUNDA INSTÂNCIA
Mensagens: cartas@oglobo.com.br (09/11)
UNANIMIDADE NO BRASIL
Brasileiros lotam as ruas em protesto contra decisão do STF
ELIANA QUINTELLA LINHARES
Rio de Janeiro/RJ
Não consegui dormir, de vergo-
nha e revolta, depois que vi que o Su-
premo Tribunal Federal liberou geral. O
Brasil foi proclamado o paraíso dos
corruptos. Senhores, podem matar e
roubar à vontade que, se vocês tiverem
dinheiro, o STF os protegerá.
GILBERTO BORDALLO
Rio de Janeiro/RJ
Seis excelências do STF derruba-
ram prisão em segunda instância, colo-
cando-se contra o pensamento da soci-
edade. Lula teria dito que sairá “mais à
esquerda” do que entrou. Essa decisão
da Suprema Corte possivelmente abre
caminhos para dias turbulentos no am-
biente político.
O que virá preocupa-nos.
LUÍS F. AMARAL
Laguna/SC
Ao mesmo tempo em que os mi-
nistros do Supremo derrubavam o fim
da prisão após condenação em segun-
da instância, eles carimbavam o passa-
porte para passar à História não como
honrados paladinos da Justiça, mas co-
mo defensores da bandidagem que orbi-
ta o país. Que convivam com essa triste
sina.
EDGARDO J. DAEMON PRADO
Rio de Janeiro/RJ
O refrão da música diz “quem não
a conhece não pode mais ver pra crer,
quem jamais a esquece não pode reco-
nhecer”. Isso lembra o ministro Gilmar
Mendes, que em seu livro defende a
prisão após condenação em segunda
instância e agora vota contra ela. Por
que, ministro? Parece o FH, que o in-
diciou para o SFT, que mandou esque-
cerem o que havia escrito.
RICARDO PONTE
Rio de Janeiro/RJ
A decisão do STF, estabelecendo
a impunidade no Brasil, criou outras
súmulas vinculantes. Criou a pena de
morte e estabeleceu a prisão de inocen-
tes sem julgamento. A pena de morte
será executada pelos partidos e políti-
cos corruptos que desviam dinheiro
público, deixando à míngua os hospitais,
que funcionam como verdadeiras casas
funerárias para a população carente. A
prisão sem julgamento é ordenada pela
bandidagem, que também inclui políticos,
obrigando a população honesta a ficar
atrás das grades de suas residências.
Parabéns ao sexteto do STF.STF - VERGONHA NACIONAL!
8Nº 270 - Novembro/2019 22
Este livro poderá
ser adquirido
por R$ 30,00
(postagem inclusa)
nos seguintes endereços:
De autoria do Prof. Rogério Cezar Pereira Gomes, é fruto de vinte anos
de pesquisa sobre as consequências negativas do Concílio Vaticano
II sobre a Igreja e a sociedade temporal. Em especial, o autor aponta o papel
da Virgem Maria, nesse contexto sob a denominação de Nossa Senhora
de Fátima, em período marcado por crises sociais, econômicas e religiosas
no mundo. O conteúdo tem como base o pensamento defendido por Plínio
Corrêa de Oliveira, fundador da TFP – Tradição, Família e Propriedade –
a quem conheceu pessoalmente e do qual é um modesto discípulo.
O autor nasceu em Ouro Preto, em 01 de agosto de 1949, é professor aposentado e tem uma
visão bastante crítica quanto ao tema abordado. O livro possui 408 páginas, edição de luxo, pode
ser adquirido sob encomenda por solicitação Narte - editora e gráfica. Tel.: 3551-0861 e e-mail
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Na terça-feira dia 29 de outubro
de 2019, a TV Globo noticiou no
Jornal Nacional uma apuração polici-
al mantida em "SEGREDO DE JUS-
TIÇA", de que um dos pro-
váveis assassinos da
vereadora Marielle
Franco e de seu mo-
torista Anderson,
no dia 14 de março
de 2018, teria com-
parecido nesse dia,
no Condomínio, on-
de reside o Presiden-
te Jair Bolsonaro. E que
ao chegar na entrada, te-
ria comunicado que iria na
casa do seu Jair. Só que seu Jair na
época era deputado federal, e nesse
dia estava em Brasília. Depois foi com-
provado através de câmeras de segu-
rança, que a pessoa ao entrar foi dire-
to para a casa de outrem, atualmente
preso com ele, por suspeito envolvi-
mento com o duplo homicídio acima
relatado.
Trata-se de uma grande falácia
que a TV Globo noticiou, com o seu
intuito permanente de "destruir a ima-
gem do Presidente da República" ob-
jetivando desestabilizar o Governo e
"instalar" o caos político, econômico
e social.
Na quarta-feira dia 30 de outu-
bro de 2019, o Presidente Jair Bolso-
naro afirmou que se tratava de uma
GRANDE CANALHICE, perpetrada
pela emissora de TV con-
tra a sua pessoa, com o
intuito de gerar dúvi-
das na população,
sobre quem estaria
por trás desse du-
plo homicídio. A
TV Globo noticiou
essa afirmativa do
Presidente, por ques-
tões jurídicas do direi-
to de resposta.
Logo após o editor -
chefe do Jornal Nacional William Bon-
ner com a maior "cara de pau" ale-gou
que a emissora tinha obrigação de
noticiar tal fato no dia anterior. É uma
lástima que Bonner assim proceda
demonstrando FALTA DE CARÁ-
TER, DESONESTIDADE JORNA-
LÍSTICA, MITOMANIA (impulsão
por mentir sempre que possível) e MA-
QUIAVELISMO EM GRANDE PAR-
TE DA SUA DOENTIA PERSONA-
LIDADE.
Sugiro que a TV GLOBO ganhe
o famoso prêmio mundial GRAMY,
como a TV mais mentirosa do Mun-
do.
Muito fácil. Basta cobrar
dos deputados esta-
duais da legislatura dos anos
2000 os 200 milhões de reais
(corrigidos). O processo con-
tinua parado. Por quê? Por
concordar com o assalto ao
erário praticado por TODOS
aqueles deputados?
É uma vergonha!!!
O GOVERNADOR ROMEU ZEMA:
"Meu sonho é colocar o salário do
funcionalismo em dia” "(O TEMPO-19/11)"
Nº 270 - Novembro/2019 23
BOLETIM DAS BAIAS
- Como funciona o PT.
- Como funcionam as OGNS.
- Como funciona a França.
- Como funcionam as reservas indígenas.
- Como funciona o PSL.
- Como funcionam os corruptos e traidores da Pátria.
- Como funciona o STF
- Como incendiaram a Amazônia
- Como funcionam os presídios.
- Como funcionam as favelas.
- Como funciona o congresso.
- Como funcionava a Petrobrás.
- Como funcionava o BNDES.
- Como as nossas praias são poluídas com petróleo
Venezuelano e o que eles são capazes de fazer por poder.
- Como funciona a igreja católica.
- Como vive a Venezuela.
- Como funcionava o Mais Médicos Cubanos.
- Como funcionava o MST.
- Como funcionam as manifestações esquerdistas.
- Como funcionava a globo.
- Como funcionava a imprensa.
- E agora, está mostrando aos brasileiros que ele não
pode pedir o artigo 142. Porque mudaram a constituição
do Brasil. Mas, que o poder emana do povo.
- Ele é tão doido que está mostrando todo o funciona-
mento do Brasil e que está sendo revirado e dado conhe-
cimento a todos os brasileiros.... Realmente esse doido,
está além das nossas expectativas!!!!!! O Brasil a cada dia
mais transparente!!!! Avante Bolsonaro!!!!!
Olavo de Carvalho
BOLSONARO É DOIDO....
FEZ A GENTE VER:
POBRE RIO DE JANEIRO
A quadrilha que roubou muito durante a
Copa do Mundo de Futebol e nas Olimpíadas
Chapó Guzmán a la izquierda, Pablo Escobar a la
derecha.... Y en el centro: adivinen quién????
EVO MORALES. ... Ahora saben lo que pasa em
Latinoamérica con la Revolución Ciudadana?
Todos eran gobiernos Narcotraficantes.
NR: Será verdad?
TRINCA
CORREÇÃO DA FAIXA DO LULLA,
USADA NO DIA QUE ELE FOI SOLTO
PELO STF "OLEO DE RÍCINO"
MORO CORRIGIU A FAIXA DO MOLUSCO, QUANDO SAIU
DA CADEIA, NÃO LIVRE, CONTINUANDO CONDENADO,
FOI PARA O ANTRO APELIDADO DE, SINDICADO
DOS METALURGICOS.
MESMO CUSTANDO A IMAGEM DE UM
MORTADELA LARANJA, FOI RESTABELECIDO O
VERDADEIRO SENTIDO DA FRASE.
Atenção Brasil
#GilmarMendesVaiCair
Gilmar tentando salvar o Lula
Moro foi à Suíça e a mídia
meteu o pau.
Suíça devolveu agora UM
BILHÃO E CEM MILHÕES dos
corruptos ao Brasil.
Na mídia, nada!
A Verdade Sufocada está vindo à
tona. O guerrilheiro Carlos Clemente,
da Ação Libertadora Nacional,
confessou que matou em SP/1971
o pai comunista do atual Presidente
da OAB por traição ao grupo
guerrilheiro que ele pertencia.
#BolsonaroTemRazão
8Nº 270 - Novembro/2019 24
STF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
VERGONHA NACIONAL!VERGONHA NACIONAL!VERGONHA NACIONAL!VERGONHA NACIONAL!VERGONHA NACIONAL!
E O STF QUANDO SERÁ PRESCRITO?
Nº 270 - Novembro/2019 25
Ahistória é fantástica. A mulher é
a proprietária de um poderoso
escritório de advocacia em Brasília.
Sua ascensão foi meteórica e hoje seu
escritório tem certamente em seu port-
fólio clientes fortes, grandes constru-
toras, algumas com envolvimento no
Petrolão, casos da Queiróz Galvão e
da Andrade Gutierrez.
Roberta Maria Rangel, a pode-
rosa causídica, é desde 2013, espo-
sa do Ministro José
Antonio Dias Toffo-
li, Presidente do Su-
premo Tribunal Fe-
deral (STF).
A relação con-
jugal do casal tonou-
se tão afinada quan-
to à relação finan-
ceira.
Todos os me-
ses, transferências
de altas somas em
dinheirosãofeitasda
conta da esposa para o marido.
Roberta faz mensalmente depó-
sitos na conta do marido José. Valo-
res altíssimos.
A ajuda certamente advém do
fato do ministro ter despesas que su-
peram em muito o seu salário na mais
alta corte do país.
Só a pensão que Tofolli paga pa-
ra a sua ex-mulher, Mônica Ortega,
com quem se casou pela primeira vez,
atinge a bagatela de R$ 50 mil reais,
valor que, por si só, já é maior que o
seu próprio salário.
Todavia, o que realmente cau-
sa calafrios, é o fato de que em 2015
a área técnica do banco constatou in-
dícios de lavagem de dinheiro nas tran-
sações bancárias envolvendo o mi-
nistro e a advogada.
A orientação em casos como es-
se é imediata comunicação ao Conse-
lho de Controle de Atividades Finan-
ceiras, o Coaf, o órgão de inteligência
STF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
“Só não há jeito, mesmo, para quem
já está na sala de espera da vida, aguar-
dando a chamada para o último voo. Para
estes, paciência. (Poderiam contar, no
papel, com o Senado — o único instru-
mento capaz de encurtar a espera, já que
só ele tem o poder de decretar o im-
peachment de ministros do STF”.
Um dos grandes amigos do Brasil e
dos brasileiros de hoje é o calendário. Só
ele, e mais nenhum outro instrumento à
disposição da República, pode resolver
um problema que jamais deveria ter se trans-
formado em problema, pois sua função é
justamente resolver problemas — o Su-
premo Tribunal Federal. O STF deu um ca-
valo de pau nos seus deveres e, com isso,
conseguiu promover a si próprio à condi-
ção de calamidade pública, como essas que
são trazidas por enchentes, vendavais ou
terremotos de primeira li-
nha. Aberrações malignas
da natureza, como todo
mundo sabe, podem ser re-
solvidas pela ação do Cor-
po de Bombeiros e demais
serviços de salvamento.
Mas o STF é outro bicho.
Ali a chuva não para de
cair, o vento não para de
soprar e a terra não para de
tremer — não enquanto os
indivíduos que fabricam
essas desgraças continu-
arem em ação. Eles são os onze minis-
tros que formam a nossa “corte supre-
ma”, e não podem ser demitidos nunca
de seus cargos, nem que matem, fritem
e comam a própria mãe no plenário. Só
há uma maneira da população se livrar
legalmente deles: esperar que comple-
tem 75 anos de idade. Aí, em compensa-
ção, não podem ser salvos nem por seus
próprios decretos. Têm de ir embora, no
ato, e não podem voltar nunca mais. Gló-
ria a Deus.
Demora? Demora, sem dúvida, e mui-
ta coisa realmente ruim pode acontecer
enquanto o tempo não passa, mas há duas
considerações básicas a se fazer antes de
abandonar a alma ao desespero a cada vez
que se reúne a apavorante “Segunda Tur-
ma” do STF — o símbolo, hoje, da maioria
de ministros que transformou o Supremo,
possivelmente, no pior tribunal superior
em funcionamento em todo o mundo
civilizado e em toda a nossa história. A
primeira consideração é que não se
pode eliminar o STF sem um golpe de
Estado, e isso não é uma opção válida
dos pontos de vista político, moral ou
prático. A segunda é que o calendário
não para. Anda na base das 24 horas a
cada dia e dos 365 dias a cada ano, é ver-
dade, mas não há força neste mundo ca-
paz de impedir que ele continue a andar.
Levará embora para sempre, um dia, Gilmar
Mendes, Antônio Toffoli, Ricardo Lewan-
AORGANIZAÇÃOCRIMINOSAQUE
COMANDA O BRASIL ROUBANDO
Engº. Geraldo Castro Filho
do Ministério da Fazenda que regis-
tra as operações num banco de da-
dos e, a depender do caso, encami-
nha os indícios para as autoridades
competentes, como a polícia ou o Mi-
nistério Público.
O caso de Toffoli foi esqueci-
do em alguma gaveta de algum dire-
tor da instituição financeira.
Presentemente, Roberta Rangel
passou a ser alvo de investigação da
Receita Federal, por
suspeitas de irregu-
laridades tributári-
as. A mesma ope-
ração também atin-
giuoMinistroGilmar
Mendes e sua espo-
sa Guiomar, outra
advogada podero-
sa.
Paralelamen-
te, o Presidente do
STF tenta firmar
um pacto com par-
lamentares no sentido de impedir
que a Receita Federal promova in-
vestigação de ministros do STF e de
parlamentares, conforme denúncia
feita pelo jurista Modesto Carvalho-
sa:
“Causa profundo espanto e re-
volta na cidadania brasileira a condu-
ta do Ministro Dias Toffoli, Presiden-
te do STF, que tem procurado deputa-
dos para a aprovação de uma lei que
coíba atividades de investigação pro-
movidas pela Receita Federal, com
respeito às fraudes que tem sido co-
metidas por contribuintes.
Tudo em decorrência do vaza-
mento de informações relativas a um
outroMinistrodamesmaCasa,Gilmar
Mendes.
Esse cerceamento das ativida-
des da Receita é um escândalo, mos-
tra a que ponto chegou a falta de de-
coro e não pode, em definitivo, ser per-
mitido.”
https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/13525/a-poderosa-mulher-que-faz-depositos-mensais-para-um-ministro-do-stf
VAMOS DIVULGAR EM TODOS OS GRUPOS!!!!
O PIOR SUPREMO DE TODA A HISTÓRIAGeneral de Brigada César Nicodemus de Souza
Tem integrante do STF cujo único atributo para lá chegar foi ter
sido advogado do PT; outro fez negócio imobiliário com a mãe de
gente influente; outro era primo do Presidente de então; e por ai
vai – ou foi... Que tristeza ter de contar só com o tempo para as
coisas melhorarem “por mera gravidade”... (04/11)
DE J.R. GUZZO
dowski. Antes deles, já em novembro do
ano que vem e em julho de 2021, irão para
casa Celso Mello e Marco Aurélio — será
a maior contribuição que terão dado ao
país desde sua entrada no serviço públi-
co, como acontecerá no caso dos colegas
citados acima. E assim, um por um, todos
irão embora — os bons, os ruins e os hor-
ríveis.
Faz diferença, é claro. Só os dois
que irão para a rua a curto prazo já ajudam
a mudar o equilíbrio aritmético entre o
pouco de bom e o muitíssimo de ruim que
existe hoje no tribunal. Como é pratica-
mente impossível que sejam nomeados
dois ministros piores do que eles, o re-
sultado é uma soma no polo positivo e uma
subtração no polo negativo — o que vai
acabar influindo na formação da maioria
nas votações em plenário e nas “turmas”.
Com mais algum tempo,
em maio de 2023, o Brasil
se livra de Lewandowski.
A menos que o presidente
da época seja Lula, ou coi-
sa parecida, o ministro a
ser nomeado para seu lu-
gar tende a ser o seu exato
contrário — e o STF, en-
fim, estará com uma cara
bem diferente da que tem
hoje. O fato, em suma, é
que o calendário não per-
doa. O ministro Gilmar
Mendes pode, por exemplo, proibir que o
filho do presidente da República seja in-
vestigado criminalmente, ou que provas
ilegais, obtidas através da prática de crime,
sejam válidas numa corte de justiça. Mas
não pode obrigar ninguém a fazer aniversá-
rio por ele. Gilmar e os seus colegas podem
rasgar a Constituição todos os dias, mas
não podem fugir da velhice.
O Brasil que vem aí à frente, por es-
se único fato, será um país melhor. Se
você tem menos de 25 ou 30 anos de ida-
de, pode ter certeza de que vai viver numa
sociedade com outro conceito do que é
justiça. Não estará sujeito, como aconte-
ce hoje, à ditadura de um STF que inventa
leis, censura órgãos de imprensa e assi-
na despachos em favor de seus próprios
membros. Se tiver mais do que isso, ainda
pode pegar um bom período longe do
pesadelo de insegurança, desordem e
injustiça que existe hoje. Só não há jeito,
mesmo, para quem já está na sala de
espera da vida, aguardando a chamada
para o último voo. Para estes, paciên-
cia. (Poderiam contar, no papel, com o
Senado — o único instrumento capaz
de encurtar a espera, já que só ele tem
o poder de decretar o impeachment de
ministros do STF. Mas isso não vai
acontecer nunca; o Senado brasileiro
é algo geneticamente programado para
fazer o mal). Para a maioria, a vitória virá
com a passagem do tempo.
Paralelamente, o
Presidente do STF tenta
firmar um pacto com
parlamentares no sentido
de impedir que a Receita
Federal promova
investigação de ministros
do STF e de
parlamentares, conforme
denúncia feita pelo jurista
Modesto Carvalhosa
O STF deu um cavalo
de pau nos seus deveres
e, com isso, conseguiu
promover a si próprio à
condição de calamidade
pública, como essas
que são trazidas por
enchentes, vendavais
ou terremotos de
primeira linha.
Chega de covardia! Temos de fazer este Apedeuta Ladrão calar-se - co-
mo também o subversivo cubano que atende pelo nome de Zé Dir-
ceu...- ou engaiolá-los por incitamento à desordem e à baderna (Lei de
Segurança Nacional!!!). Desta vez tem de ser rápido! SEM A COVAR-
DIA RELEMBRADA ABAIXO! Antes que tomem corpo suas pregações
e ações preparatória .
Se é necessário, lembremos que os Chefes Militares Bolivianos to-
maram a frente da desordem interna (responsabilidade de qualquer Força
Armada), ANTES DO ESTABELECIMENTO DO CAOS TOTAL! Não
podemos deixar ruir as poucas, mas sólidas, conquistas de um primeiro go-
verno sem corrupção ou compadrio em tantos e tantos anos! E vamos pen-
sando como levar o Congresso ao “impeachment” (branco ou verde-
oliva...) de metade deste STF.
Brasil, acima de tudo!
SÓ PARA MILITARESGen Bda César Augusto Nicodemus de Souza
Nós fomos covardes. Está na hora da serena reação !
8Nº 270 - Novembro/2019 26
Resultado de imagem para imagens da
bandeira do brasilNão podemos es-
quecer, na data de hoje, 19 de novembro,
o nome de Olavo Brás Martins dos Guima-
rães Bilac. Ele é o autor da letra do Hino à
Bandeira do Brasil, ficando a cargo de
Francisco Braga, musicá-la. Este poema
foi apresentado, pe-
la primeira vez em
9 de novembro de
1906.Argumenta-se
que a razão de ter
sido escolhido o dia
19 de novembro,
para homenageá-la,
deve-se ao fato de
ser, no dia 15, o da
Proclamação da Re-
pública. Portanto,
seria mais lógico
que o Dia da Bandeira fosse posterior,
por ter sido uma consequência da mu-
dança de regime.
Na “Obra Reunida” do autor, esse
Hino está inserido em “Poesias Infantis”.
É fácil de explicar: todas as noções de
civismo deveriam iniciar-se com as pri-
meiras letras, quando a criança assimila
com facilidade os ensinamentos, acredita
no que recebe, e passa a reverenciar as
datas e os símbolos nacionais. Torna-se,
para ela, um hábito salutar e patriótico.
Há muito tempo (e bota-se tempo
nisso), na Praça da Bandeira, aqui, no Rio
de Janeiro, nesta data, costumava acon-
tecer o ato de cremação das bandeiras, já
DIA DA BANDEIRADIA DA BANDEIRADIA DA BANDEIRADIA DA BANDEIRADIA DA BANDEIRA
“Um povo não é povo enquanto não sabe ler.” (Olavo Bilac)
Professora Universitária Aileda de Mattos Oliveira
em péssimo estado, pelo uso ou pelo
vento, quando hasteada externamente.
Reuniam-se crianças e adolescentes de
várias escolas públicas que conduziam a
cremação e substituíam a bandeira no
mastro da praça, já apresentando desgas-
te, por outra novinha, que era desdobrada
como manda o re-
gulamento.
Essa soleni-
dade não mais exis-
te nesta cidade de-
cadente, violenta,
sem governo. Não
há interesse em se
recuperar os belos
atos que os própri-
os governos, de ou-
tros tempos, manti-
nham. Atualmente,
os governantes não se interessam pelas
atividades cívicas, apenas, em galgar no-
vas etapas na sua vida política.
Tudo perdeu o encanto. Já vi ban-
deiras, em tiras, hasteadas; no mastro, dia
e noite; desbotadas; com a frase “Ordem
e Progresso”, invertida. Tudo vale numa
cidade sem educação.
Mas, saudemos nós a Bandeira Bra-
sileira, símbolo de liberdade e de sobe-
rania. Saudemos, também, o poeta, es-
critor e conferencista, fundador da Liga
da Defesa Nacional, Olavo Bilac.
Continuemosaseraelitecívicadeste
País que merecia uma maior atenção de
seu povo, em grande parte, ingrato.
A Conservadora, a Tradicionalista, a Radical, mas,
fervorosamente, Brasileira.
Na expectativa de
que tenha algu-
ma utilidade nas ma-
térias da próxima Edi-
ção do Jornal, estou
enviando publica-
ções dos notórios “O
Estado de São Paulo”
e “Folha de São Pau-
lo”, a respeito da pre-
paração/organização
e realização do even-
to aqui em São Paulo.
Peço notar a foto
estampada no “esta-
dão”, que oferece me-
lhor visualização do
público presente. Ape-
sar da pouca divulga-
ção e atrapalhada pe-
la prova do Enem a
manifestação foi um
sucesso.
Gostaria de des-
tacar o excelente tra-
balho da rádio Jovem Pan, com o competente repórter Marcelo Matos fazendo
relatos precisos e com ótimas entrevistas com pessoas que conheciam muito bem
as pautas em foco, do outro lado, os magníficos comentaristas da Jovem Pan, que
por sinal realizou grande campanha pela reforma da Previdência, informo ainda
que a rádio relatou manifestações em 13 cidades do estado. O povo com sede de
justiça vai fazer muita pressão.
Grato pela atenção, saudações
Na Avenida Paulista manifestantes protestaram contra
decisão do STF (FSP - 10/11)
JOÃO ALFREDO CASTELO BRANCO
SÃO PAULO / SP
Manifestação em 09.11.2019
Os comentários, artigos e cartas sobre o STF tomaram conta desta edição, co-
mo também as críticas e pedidos de “impeachment” dos sinistros Dias Toffoli
e Gilmar Mendes. Julgamos que temos várias soluções para resolver essa vergo-
nhosa situação nacional, a saber:
1. Intervenção militar, já!
2. O Senado processar os sinistros do STF, pedindo o impeachment de Dias
Toffoli, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski , Celso de Mello
e Rosa Weber.
3. Invasão do STF, tal qual ocorreu anteriormente no Congresso Nacional.
4. Intervenção militar, já! Pelo voto em 2022. Ler a página central desta edição
e começar a tomar as devidas providências.
5. Tornar sem efeito a soltura dos maiores corruptos, ladrões e traidores a saber:
Lula, José Dirceu, Azeredo (ex-governador de Minas, cumpria pena de 20 anos) e
outros.
6. O que o STF tem com a hidrelétrica de Itaipú?
A saber: viagem do sinistro Ricardo Lewandowski com a esposa para a Europa
(Lisboa, Madri, Londres e outras cidades) a 29 de junho e retornando ao Brasil em 21
de julho! Todas as passagens foram bancadas com recursos de Itaipú.
Até o atual presidente do STF, Dias Toffoli recebeu passagens executivas,
deixando Brasília em 30 de junho com destino a Portugal e só retornando a 21 de julho.
Marco Aurélio Mello fez o mesmo com seu filho Eduardo, auditor do STF Des-
portivo em 2017 – Deixaram o Brasil rumo a Portugal no dia 30 de junho e só retornaram
em 10 de julho.
• A edição de 2019 do chamado “fórum do Gilmar” foi colada com a Semana Santa,
feriado no qual tanto o Supremo quanto o STJ emendaram do dia 17, uma sexta-feira,
até 21 de abril, um domingo.
• O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes,
por sua vez, foi outro que aproveitou o evento do colega Gilmar em
Lisboa para passar o feriado da Semana Santa na Europa com a
mulher.
• Também com passagens pagas por Itaipu, os dois foram para
a capital portuguesa em 14 de abril, oito dias antes do início do
fórum, e retornaram no dia 22, depois de o ministro proferir uma
palestra no primeiro dia do evento sobre “reformas na Justiça”.
• Gilmar, o anfitrião, também via-
jou às expensas de Itaipu. Ficou em
Lisboa de 19 a 28 de abril.
PALESTRAS REMUNERADAS
• A companhia também foi res-
ponsável pelo pagamento, via FGV,
de um cachê de 20 mil reais ao mi-
nistro do STF Luiz Fux por sua par-
ticipação no seminário “A Reforma
da Previdência”, realizado no cen-
tro cultural da fundação, no Rio, em
março deste ano.
• Itaipu foi informada de que o
pedido para que a pesquisa fosse
realizada partiu do presidente do STF, Dias Toffoli.
• O pagamento foi feito em maio deste ano.
LUXO DE GRAÇA
• Trata-se do pagamento de 211 mil reais feito em 10 de janeiro
deste ano por Itaipu referentes a reservas em um hotel em Nova
York para quinze pessoas, em sua maioria autoridades da cúpula
do Judiciário brasileiro, como o presidente do STF e seu colega Gil-
mar Mendes.
• No período que consta dos documentos apresentados na
prestação de contas da GV, Gilmar e Dias Toffoli estavam no
Brasil.
• Só as passagens de ida e volta de Toffoli que a fundação ane-
xou à prestação de contas somam 27 mil reais.
O AFILHADO GENEROSO
• Sua boa vontade nos convênios com entidades jurídicas o
aproximou, primeiro, de Gilmar Mendes, dono do IDP.
• Depois, ele ficou próximo também de Dias Toffoli. Os dois
ministros, Gilmar principalmente, acabaram transformando-o nu-
ma espécie de afilhado político em Brasília.
• De 2015 para cá, só no STF foram protocoladas 14 ações que
têm Itaipu como parte.
Entendeu agora porque o poder judiciário ama o Lula e odeia Bol-
sonaro e por isso envida todos os esforços para inviabilizar seu governo?
Porque não querem o fim da farra com dinheiro público.
O STF é hoje o único câncer que o Brasil precisa extirpar para
sobreviver.
Todos aqueles ministros bandidos deveriam ser julgado por um Tribunal Militar.
SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL
Ex-presidente Lula, solto após decisão da própria Corte,
foi outra vez lembrado
Insatisfação. Manifestantes se reuniram em várias capitais
pedindo o impeachment de ministros do STF
GILMAR E TOFFOLI
SÃO ALVOS DE PROTESTOS
NR: DÁ NOJODÁ NOJODÁ NOJODÁ NOJODÁ NOJO! Nada disso jamais foi divulgado pela mídia venal
e vendida. Esses “sinistros” deveriam devolver o que foi recebido
ilegalmente, em dobro e responder a um processo de impeachment.
Organizadores:
VEM PRA RUA – NAS RUAS – MBL E OS GRUPOS MENORES.
Nº 270 - Novembro/2019 27
RITÁPOLIS. A origem da Fazenda
do Pombal remonta ao ano de 1718,
quando os bandeirantes a usavam como
ponto de parada em suas incursões pe-
los sertões de Minas. Naquela época,
ela era conhecida como “Parada de São
Sebastião”. Quando Tiradentes nasceu,
em 1746, a propriedade possuía uma
área de 900 alqueires, produzia açúcar e
Antes e depois
Propriedade passou por transformações
Memória. Imóvel (foto) veio depois de Tiradentes, mas maquetes
mostram como era a propriedade
ouro e dispunha de 35 escravos em sua
sede.
A casa, que desapareceu, tinha
dois andares: a parte superior era usada
como residência; e a inferior, como de-
pósito de ferramentas, oficina de ferrei-
ro, senzala e engenho de produção de
açúcar.
Quando completou 11 anos, órfão
de pai e mãe, Tiradentes deixou a fazen-
da e foi morar com seu padrinho, em São
José del Rei, hoje Tiradentes.
A fazenda, então, foi desmembrada
e deu origem a mais três propriedades.
Em 1948, foi adquirida pelo Minis-
tério da Agricultura, já com a área redu-
zida a 89,5 hectares.
De 1945 a 1950, a Fazenda do Pom-
bal passou por outra mudança drástica:
o terreno foi terraplenado em toda área
onde um dia fora construída a casa de
“senhores” para a instalação de um pos-
to fixo agropecuário, com plantação de
peral, mangueiral, criação bovina e
suína. Hoje restam apenas alguns ali-
cerces cobertos de vegetação.
‘Tetraneto’ de Tiradentes, o te-
nente-coronel reformado Adalberto Gui-
marães Menezes, 92, vê a história se
perder. “Era pior. Antigamente, as pes-
soas iam com carro de boi para tirar as
pedras das ruínas, as pessoas de São
João (del Rei) não sabem que lá foi onde
ele nasceu, não entendiam o valor”,
pontuou. (LF)
Família. Adalberto Menezes não buscou ser reconhecido oficialmente, mas
garante ser parente do mártir
‘Tetraneto’ tenta preservar a história
Analista do ICMBio diz que prioridade
é proteger o meio ambiente
Para manutenção da Floresta Nacional de Ri-
tápolis, onde fica a Fazenda do Pombal, há convênios
firmados com as prefeituras de Ritápolis e de Ti-
radentes, além da Universidade Federal de São João
del-Rei.
Segundo o analista ambiental do ICMBio e che-
fe da unidade, Marco Túlio Simões, os recursos são
suficientes. “Temos prioridades, trabalhamos em ati-
vidades de proteção ao meio ambiente e educação
ambiental”, destacou.
O Ministério do Meio Ambiente e o Iphan não
se manifestaram. (LF)
‘Verba é suficiente’,
diz chefe
Militar reformado sugeriu criar
Parque Nacional onde Tiradentes nasceu
LETÍCIA FONTES
Afamília de Adalberto Gui-
marãesMenezes,92,foire-
conhecida como parente de Ti-
radentes. Duas primas do te-
nente-coronel reformado rece-
beram o título de tetranetas do
inconfidente. Menezes não quis
ir atrás do reconhecimento e da
burocracia, mas garante que
também é tetraneto. A linhagem
pode garantir uma pensão vita-
lícia de cerca de dois salários mínimos mensais paga pelo governo.
Apesar de não ter se interessado pelo título, o militar dedica
a vida a estudar a história do seu antepassado. Visitante frequente
da Fazenda do Pombal, onde Tiradentes nasceu, em Ritápolis, na
região Central, Menezes chegou até a apresentar um projeto para
transformar o lugar em um parque nacional dedicado ao mártir, mas
as autoridades, segundo ele, não se interessaram pela ideia. “Eu
mesmo não sei muitas histórias da família, era importante ter um
local assim para a história não se perder”, avaliou o “tetraneto” de
Tiradentes.
LIÇÃO. A professora Vânia Vilela de Ávila mora em São João
del Rei há pouco mais de três décadas. Por vários anos, a docente,
que dá aula para o quinto ano do ensino fundamental, levou alunos
à fazenda. “É a oportunidade de ver in loco o que estudamos em
sala de aula. A educação tem passado por transformações, temos
que envolver os alunos, e nada melhor do que mostrar a história.
A gente ama aquilo que conhece”, disse.
Mas, nos últimos anos, a propriedade ficou fechada por alguns
meses, e Vânia perdeu o hábito. “É uma pena o local estar esquecido,
turistas vêm à cidade e nem sabem da fazenda”, afirmou a professora.
Aos 92 anos, Adalberto Menezes
busca saber mais sobre seu antepassado
NR: O Cel Menezes é historiador,
membro do Instituto Histórico e Ge-
ográfico de Minas Gerais, conferen-
cista e profundo conhecedor da His-
tória do Brasil e de Minas Gerais.
Diretor Cultural do Círculo Militar
de BH onde apresenta exposições nas
datas festivas. Faz muito, muito tem-
po que tenta criar o Parque Histórico
Tiradentes e já está passando da hora
desse sonho se realizar e para isso,
aguarda as devidas providências do
Governo do Estado e da Polícia Mi-
litar de Minas Gerais. Autor de di-
versos livros sobre Tiradentes, como
o acima publicado recentemente em
julho de 2019 e distribuído gratuita-
mente aos historiadores e aos inte-
ressados na História de Minas Ge-
rais.
Domingo, 17 de novembro de 2019
8Nº 270 - Novembro/2019 28
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Ilustrações: Internet
É IMPOSSÍVEL ESCREVER
CORRUPTO SEM PT
NÃO VOTO EM
Em julho de 2005, um assessor do então deputado estadual
José Nobre Guimarães (PT/CE) foi preso no aeroporto em
São Paulo pela Polícia Federal, com US$ 100 mil e R$ 200
mil escondidos na cueca e na mala.
O nobre deputado é irmão de José Genuíno (PT/SP) e foi
eleito deputado federal. Essa cueca do PT permanecerá
pendurada até o caso ser investigado e os corruPTos
julgados, condenados e presos.
Hoje é o líder do PT na Câmara de Deputados!
Não podia ser outro!
Lula ficou preso
1 ano, 7 meses
e 1 dia.
Até nisso o
ladrão e corrupto
é 171.
Quando qualquer político de esquerda
disser que vai acabar com a pobreza,
tenha a certeza que ele refere-se à
dele própria
Lula foi uma
espécie de Robin
Hood com
Alzheimer,
roubava dos
ricos mas
esquecia de dar
aos pobres!
Alguém sabe se o
Abdelmassih e o
João de Deus
voltarão a
atender na
semana que vem?
Foi mais fácil o Lula mudar a lei
do que provar sua inocência...
7 DE NOVEMBRO
O dia em que um
6X5 causou mais
vergonha que o
7X1.

Jornal Inconfidência 270

  • 1.
    AS FORÇAS ARMADASTÊM O DEVER SAGRADO DE IMPEDIR, A QUALQUER CUSTO, A IMPLANTAÇÃO DO COMUNISMO NO BRASIL. BELO HORIZONTE, 20 DE NOVEMBRO DE 2019 - ANO XXV - Nº 270 Site: www.jornalinconfidencia.com.br E-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br PF STF STF - Supremo Tribunal Federal PÁGINAS 3, 12, 24 E 25 INTERVENÇÃO MILITAR, JÁ! PÁGINAS 14 E 15 PÁGINA 5 PÁGINA 12 PÁGINA 4 Maria Lucia Victor Barbosa Ernesto Caruso Aileda de Mattos Oliveira Ex-alunos de 1969. À esquerda, o general Alvarenga,Comandante da ESA, tendo ao seu lado o coronel Soriano (empunhando a Bandeira Nacional) e à retaguarda, de camisa branca, o antigo monitor, capitão Carvalho ESCOLA DE SARGENTOS DAS ARMAS JUBILEU DE OURO DA TURMA DE SARGENTOS DE 1969 PÁGINA 13 DIA DA BANDEIRA 19 de novembro Foi nomeado ministro da mais alta instância judiciária do país (Supremo Tribunal Federal), para o que é exigido, entre outras coisas, NOTÁVEL SABER JURÍDICO. NOMEADO POR LULA. MAIS UM FENÔMENO BRASILEIRO Um Bacharel em Direito que Não tem doutorado Não tem mestrado Não tem sequer pós graduação Foi reprovado em dois concursos para juiz estadual Foi advogado do PT nas campanhas eleitorais de 1998, 2002 e 2006 OMinistro Luiz Fux afirmou em seu voto que o STF não está legi- timado a rediscutir prisão em segunda instância. Isso porque o Código de Processo Civil determina no artigo 926 que “Os tribunais devem uniformizar sua jurisprudência e mantê-la ESTÁVEL, íntegra e coerente.” A prisão em segunda instância foi definida em 2016 e desde então NADA ocorreu que justifique mudança, ao contrário, foi fundamental contra a corrupção. O STF, assim como todos os tribu- nais, está obrigado a cumprir o Código de Processo. Sociedade,demaisPoderesdaRepú- blicaeForçasArmadasestãoassistindoao anunciado retorno da Farra da Impunida- de, mediante JULGAMENTO ILEGAL. Precisamos divulgar o grave alerta do Ministro Fux! JULGAMENTO NO STFSTFSTFSTFSTF É ILEGAL MANIFESTANTES DEFENDEM PRISÃO APÓS 2ª INSTÂNCIA NA PRAÇA DA LIBERDADE Mais uma vez, esponta- neamente, os verda- deiros brasileiros foram para as ruas e praças, no sábado dia 9 e no domingo dia 17, a fimdeprotestarcontraoSTF e o sinistro Dias Toffoli, por ter soltado o maior ladrão, corrupto e traidor da Pátria AmadaBrasil–LuladaSilva. A Praça da Liberdade, como sempre, lotada e colo- rida de verde e amarelo! PÁGINA 3 AVITÓRIADA IMPUNIDADE PRESIDENTE BOLSONARO, OCUPE TODOS OS ESPAÇOS! NÃO FOI GOLPE! Graça Salgueiro PÁGINA 11 STF: UM ESPANTO! PÁGINA 26 Dias Toffoli
  • 2.
    8Nº 270 -Novembro/2019 22 * A. C. Portinari Greggio * Economista POUCOS PERCEBEM, MAS VIVEMOS UMA REVOLUÇÃO SEM VOLTA Em artigos anteriores, dissemos e repe- timos que a eleição de Bolsonaro foi mais do que virada eleitoral, foi revolu- ção. Mas o termo revolução tem sido tão abusado que, no nosso caso, precisa de esclarecimento. Revoluções são fenôme- nos profundos e irreversíveis que mudam o curso da História, enquanto viradas eleito- rais podem ser efêmeras, como já obser- vamos nos casos de Jânio Quadros e de Fernando Collor. Por que, então, insistimos em que a vitória de Bolsonaro foi revolu- ção? É o que tentaremos explicar e provar em seguida. Aprendendo com o inimigo: o ca- marada Lênin, no panfleto O colapso da II Internacional, publicado em 1915, en- sinava (e nós traduzimos livremente): “É óbvio que a revolução é impossível sem que ocorra uma situação revolucioná- ria; mas nem toda a situação revolucio- nária conduz à revolução. Há três sinto- mas de situação revolucionária. (1) Os métodos de governo das classes domi- nantes perdem sua eficácia. (2) Aumenta o desconforto e o sofrimento da popula- ção. (3) Em consequência, a indignação cresce e a consciência política do povo se aguça e se manifesta na forma de ativida- des revolucionárias que a classe domi- nante não consegue impedir.” Mas, avi- sava Lênin, as duas últimas condições – a revolta da população e sua consciência política – só funcionariam se a primeira se cumprisse. As circunstâncias da eleição de Bolsonaro correspondem aos três sinto- mas de Lênin, portanto são uma revolu- ção. As classes dominantes – os políticos, os traidores, a mídia, a cúpula da Igreja Católica, as ongues, a intelectualha, as máfias sindicais, as empresas envolvidas nos esquemas de corrupção – empenha- ram-se como nunca em impedir a vitória de Bolsonaro. Fraudaram pesquisas, es- palharam falsas notícias, tentaram assas- siná-lo, manipularam as urnas eletrôni- cas. Mas nada funcionou. Pela primeira vez na História moderna, não consegui- ram controlaraopiniãopública.Aprimeira condição prescrita por Lênin se cumpria: os métodos de governo das classes dominan- tes haviam perdido sua eficácia. Em con- sequência, a revolta e a consciência da po- pulação se manifestaram em ação política – o voto – nas eleições. Mas Lênin falava apenas em sin- tomas de situação revolucionária, os quais não são suficientes para caracteri- zar uma revolução. Revoluções são vi- radas políticas permanentes, que mu- dam definitivamente... o quê? Segundo os comunistas, as revolu- ções mudam as classes no poder e o modo de produção. As suas revoluções, por exemplo, tiram definitivamente a burgue- sia e seus aliados do poder e põem no seu lugar a classe trabalhadora, representa- da pelo Partido Comunista, o qual se en- carrega de substituir o modo de produção capitalista pelo modo socialista de produ- ção. Para os comunistas, a mudança do modo de produção é a essência da revolução, é o que caracteriza e define a revolução. Os comunistas estão errados. Nas re- voluções, não é o modo de produção que muda, até porque só há dois modos de produção: o mercado, que funciona, ou o socialismo, que não funciona. Na verda- de, o que muda nas revoluções é a classe dominante e o modo de governar, o estilo de governo, o regime, ou, na linguagem dos cientistas políticos, a governança. Dentro dessas premissas, a pergunta: a vitória de Bolsonaro mudou o modo de governar o Brasil? Parece que sim. Ela rom- peu com o presidencialismo de coalizão, O mundo mudou, mas a Globo ainda não entendeu que não pode reverter a História o estranho sistema inventado pela consti- tuição de 1988, no qual a governança era negociada pelo Executivo com cargos e pro- pinas para deputados e senadores. Os dois principais vícios desse sistema, a incompe- tência e a roubalheira, foram suspensos sine die. Os atuais dirigentes são, quase to- dos, competentes e probos. Mudou, portan- to, o modo de governar o Brasil. Mas lem- brem-se: ali atrás dissemos que a autêntica revolução é “fenômeno profundo e irre- versível que muda o curso da História”. O modo de governar mudou. Mas será que essa virada é irreversível? Será que as clas- ses derrotadas terão meios para reverter o processo e restaurar o antigo sistema? Para esclarecer essa questão, te- mos de entender como funciona o esque- ma de poder derrotado por Bolsonaro. O regime instituído pela constituição de 1988 se intitula “democracia” porque, diferen- te das ditaduras, não se impõe pela força. Legitima-se pelo voto popular e se impõe pela persuasão. Em países como o Brasil, regimes desse tipo dependem de consen- timento obtido por meio do controle da opinião pública; e o principal instrumento de controle da opinião pública é a mídia. As democracias modernas não têm nada que ver com o clássico modelo da demo- cracia de Atenas nos séculos 5 e 4 AC, nem com a res publica da Constituição dos Estados Unidos, baseadas no con- senso de vontades de cidadãos livres e conscientes. Longe disso, as democraci- as modernas são fajutas porque se basei- am no controle da opinião pública pela mídia. São, portanto, modelos modernos de governança que somente o poder da mídia pode sustentar. A vitória de Bolsonaro, portanto, foi a derrota da mídia. Mais do que isso, ela marcou o fim de quase dois séculos em que o poder da mídia predominou como o principal sustentáculo do poder político. Como veremos adiante, o fim do poder da mídia abre, pela primeira vez em séculos, o caminho para autênticas democracias, sem manipulações da opinião pública. Como se trata de questão de extre- ma importância, vamos estudar o predo- mínio da mídia desde suas origens, a fim de entender sua queda. Como vimos, a de- mocracia de Atenas funcionava porque não existia mídia, nem sistema represen- tativo. As deliberações eram tomadas dire- tamente pelo povo em assembleias – enten- dendo-se como povo apenas os cidadãos qualificados, cuja maioria pertencia à classe média. Todos tinham o direito de falar. Havia livre intercomunicação entre os presentes, os quais não eram meros ouvintes passivos de discursos alheios. A democracia ateniense teve vida curta. A regra, na História da humanidade, sempre tinha sido de regimes autoritários e povos obedientes. O principal instru- mento de controle da mente do povo era a religião. Mas a partir do século 17 o es- pírito científico e a razão passaram a pre- dominar nas classes cultas. O surgimento da imprensa criou novos meios de disse- minação de ideias. A vida intelectual pas- sou a girar em torno da literatura, do tea- tro e dos jornais. O antigo modelo de do- mínio mudou, estabeleceram-se socieda- des mais livres. Assim foi até o final do século 19. Até então, os jornais não passavam de folhetos produzidos em prensas pareci- das com a de Gutenberg. O papel era ca- ríssimo. Sua circulação não ultrapassava os arredores das cidades. Mas eram mui- tos, eram livres, tinham ideias diferentes e debatiam furiosamente temas políticos e sociais. A mídia correspondia às paixões e às opiniões do público. Na segunda metade do século 19 apa- receram as impressoras rotativas, as fá- bricas de papel de polpa de madeira, o te- légrafo, os linotipos, os cabos submari- nos, as agências de notícias e as redes fer- roviárias. A conjugação desses elemen- tos permitiu o surgimento de jornais diári- os de grande circulação, distribuídos em vastos territórios, com noticiário de todo o mundo. Diferentes dos antigos panfle- tos, eram indústrias com milhares de em- pregados e grandes investimentos em má- quinas e equipamentos. As novas empre- sas jornalísticas contratavam os melho- res repórteres, correspondentes e articu- listas. Surgia a grande mídia, associada a grupos capitalistas, a qual rapidamente sobrepujou os pequenos órgãos de im- prensa. Os jornais, que eram os principais meios de propagação e debate de ideias, logo se tornaram o principal instrumento de controle e manipulação da opinião pública. O avanço da tecnologia foi a cau- sa dessa transformação. Dizia-se no século 19 que os jor- nais eram o “quarto poder”, ou “quarto Estado”, porque autenticamente repre- sentavam a voz do povo. Mas isso aca- bou. A grande mídia só representava a vontade dos donos das cadeias de jor- nais. Longe de ser a voz do povo, era só- cia das oligarquias. Seu poder de manipu- lação aumentou quando surgiram o cine- ma e o rádio, e chegou ao máximo com o surgimento da televisão. As grandes cadeias de jornais se apropriaram des- ses novos meios de comunicação. Assim surgiu o poder da mídia, que não é simples poder político ou econômi- co. É claro que os políticos governam. Mas a política mudou. Antigamente eles se entendiam diretamente com seus elei- tores em comícios e manifestações. Hoje o acesso ao eleitorado se faz pela tele- visão. E só é possível se o político tiver imagem previamente aprovada pela mídia. Ela tem o poder de promover ou de liqui- dar qualquer carreira política. Quando o político chega a aparecer no cenário na- cional, é porque foi previamente filtrado pela mídia. Se não, nem chegaria a existir para o público. Portanto, os políticos estão subordinados à mídia como a criatura se subordina ao criador. O poder supremo é a mídia. Logo, não pode ser vista como negócio qual- quer. Embora seja prestadora de servi- ços, vai muito além de vender distração ou notícias: tem o poder de formar cons- ciências, de condicionar atitudes e opini- ões, de orientar preferências políticas, de mudar padrões morais. Esse poder é tre- mendo porque substitui nossa consciên- cia pela consciência dos manipuladores. Dependemos deles para enxergar o mun- do ao nosso redor. Qual a capacidade dum indivíduo isolado de observar a rea- lidade e tirar conclusões ou formar opi- niões por conta própria? Na verdade, só conhecemos em primeira mão os fatos ocorridos na nossa casa, no nosso empre- go ou na nossa vizinhança. Todo o resto – tudo o que acontece no mundo além des- ses limites – nos é informado pelo jornal, pela revista semanal, pelo rádio ou pela televisão. Isso significa que a parte mais importante da realidade ao nosso redor não é captada por nós, mas nos é apresen- tada, já pronta e manipulada, pelos donos da mídia. Qual a chave, o segredo do tremen- do poder da mídia? Voltemos ao caso da democracia de Atenas. Ela funcionava porque o povo se reunia num mesmo local e todos falavam com todos. Por isso, as opiniões e os fatos eram examinados, cri- ticados, desmentidos ou confirmados. Não é o caso da grande mídia. Ela trans- mite suas mensagens a milhões de pesso- as dispersas e isoladas que não se comu- nicam entre si. Se for notícia falsa e al- guém souber, como desmentir? Impossí- vel. Cada indivíduo só se comunica com seus vizinhos. Só a mídia fala, enquanto milhões de indivíduos isolados assistem. Esse é o forte da grande mídia: o monopó- lio do discurso. Assim foi por mais de século e meio. Na década de 1980 surgiu a Internet. A grande mídia se apropriou dos portais e provedores. Apareceram os e-mails e chats. O público começou a se intercomunicar. Em 2007 – doze anos atrás, apareceram os smartphones, ou celulares inteligentes. Na mesma ocasião, surgiram as plataformas tipo Facebook ou Whatsapp. Estava deflagrada a maior revolução do século 21: a expansão das redes sociais. Sem querer, e sem que a oligarquia percebesse, criaram-se as mes- mas condições da democracia ateniense: o povo passou a se reunir na mesma rede onde todos falam com todos. As opiniões e os fatos são examinados, criticados, des- mentidos ou confirmados pelo público, que assim passou a formar sua própria opinião, independente da grande mídia. Hoje, cerca de 77 milhões de brasi- leiros frequentam as redes sociais. Elas não apenas quebraram o monopólio. Fo- ram além. O público tomou conhecimento da torpe manipulação, da associação en- tre a grande mídia e os políticos, da depra- vação moral da oligarquia. As campanhas para impingir falsas ideologias, tais como a do “gênero”, a ligação da oligarquia com o crime, a corrupção dos costumes, tudo isso foi exposto. A grande mídia foi desa- creditada, e suas tentativas de manipular o processo político malograram. Após mais de 150 anos de crescente domínio da política, a grande mídia é superada pelo mesmo avanço tecnológico que lhe deu a supremacia no século 19. A irreversível revolução, portanto, não foi a vitória de Bolsonaro. Foram as redes soci- ais, que abrem a perspectiva de nova e autêntica democracia, muito diferente do fajutíssimo “Estado democrático de Di- reito” da constituição de 1988.
  • 3.
    Nº 270 -Novembro/2019 33 Com um misto de revolta e asco, assistimos ao ato final do STF, que decidiu revogar a prisão decorrente da 2ª Instância. É doloroso constatar como um pequeno grupo de indivíduos, com alta responsabilidade perante a população, cause tanto mal ao buscar, com determinação, soluções que prejudiquem o País, tão necessitado agora de ânimo após os desastrosos governos de Lula e Dilma, empenhados estes unicamente na destruição da so- ciedade em nome da maligna ideologia comunista. Felizmente, temos na direção da Nação um conjunto de pessoas sérias, honestas, capacitadas, patriotas e totalmente comprometidas com o bem do Brasil. A vida constitui-se de vitórias e derrotas, e apresenta obstáculos de vulto a serem transpostos. Cabe a nós levantar a cabeça e enfrentá-los com fé e coragem, unidos pe- lo ideal de auxiliar a conduzir a Pátria a caminhos esperançosos, na qual viva- mos com felicidade e orgulho de sermos brasileiros. E vamos conseguir tal propósito, tendo em mente que o sucesso desta cru- zada depende do esforço de todos nós. A GRANDE AÇÃO A EMPREENDER- MOS NO MOMENTO, COM PERSIS- TÊNCIA, É PRESSIONAR O CON- GRESSO A APROVAR A “PEC DA 2ª INSTÂNCIA”, QUE MANTERÁ A CI- TADA PRISÃO. As lembranças do ser humano se dis- solvem rapidamente – quem se lembra que neste ano, o Brasil seria transforma- do por Lula em uma Venezuela e que em nossa bandeira seria fixado o odioso símbolo da foice e do martelo? Felizmente, nossa caminhada, apesar de difícil, está sendo feita sob o acompanhamento de gente de bem, que com muito valor quer nos guiar para um futuro seguro e livre do perigo. Peço, pois, que confiem na competência e no exemplo de nosso Presiden- te, que esforça-se em atingir os grandes objetivos em benefício do povo sob a proteção de Deus, Ser Supremo sempre presente em suas palavras. Reynaldo De Biasi Silva Rocha – Coronel Reformado do Exército Presidente do Grupo Inconfidência GRUPO INCONFIDÊNCIA 25 Anos de Lutas na Defesa do Brasil 14 Nov 2019 O ATO VIL DO STF E A POSTURA DO GOVERNO E DO CIDADÃO Há dois dias que faço buscas e pesqui- sas em todos os tribunais do sul, sudeste e centro-oeste, buscando ações em que Gilmar Mendes houvesse atuado como advogado... e, para minha surpresa, ele jamais advogou... isso me intrigou e fui fazer buscas sobre algum concurso público para o MP ou juiz de direito... ele também nunca prestou... ele e Tóffolli fo- ram enfiados no STF na mesma condi- ção... de forma ilegal... e pior, descobri que a sabatina de Gilmar Mendes no senado, depois de ser nomeado para o STF por FHC, estava marcada para o dia 8 de maio de 2002, mas naquele exato dia a OAB entrou com um impeditivo justamente porque Gilmar Mendes jamais havia ad- vogado... a sabatina foi adiada e o então senador Suplicy pediu vistas do proces- so da OAB e mandou investigar... na se- mana seguinte, aproveitando a ausência deste senador, 16 outros senadores fize- GILMAR MENDESGILMAR MENDESGILMAR MENDESGILMAR MENDESGILMAR MENDES Hélio Dias sobre *Gilmar Mendes* ram uma "sabatina" rápida e aprovaram a nomeação de Gilmar Mendes... só para se ter ideia, Gilmar já teve uns 5 ou 6 pedidos de impeachment desde 2004 para cá... até o MPF já entrou com impeachment e não conseguiu... Gilmar já libertou bandidos de alta periculosidade para o país, como Daniel Dantas... quando FHC nomeou Gilmar para o STF, o grande jurista Dal- mo de Abreu Dallari, professor da Facu- ldade de Direito da Universidade de São Paulo, afirmou, em artigo de opinião pu- blicado na Folha de S. Paulo, que tal in- dicação representava um sério risco pa- ra a proteção dos direitos no Brasil, o com- bate à corrupção e a própria normalidade constitucional. Segundo ele, Gilmar Men- des estaria longe de preencher os requisi- tos necessários para ser membro da mais alta corte do país.... daí se tira a ideia de quem é Fernando Henrique Cardoso & Gilmar Mendes..." BARROSO DIZ QUE GILMAR É “HORRÍVEL” STF, GILMAR E TOFFOLI SÃO ALVOS DE PROTESTOS impeachment já! Manifestantes se reuniram em várias capitais e cidades pedindo o impeachment de ministros do STF Foram realizadas manifestações espontâneas pela população brasileira logo após a decisão do STF de liberar os corruptos Lula, José Dirceu, Eduardo Azeredo e outros podendo alcançar milhares de bandidos. A primeira manifesta- ção ocorreu no dia 09/11 (sábado) e na semana seguinte no dia 17/11 (domingo). Vejamos abaixo algumas fotos desses movimentos Av. Paulista Belo Horizonte
  • 4.
    8Nº 270 -Novembro/2019 4 * Maria Lucia Victor Barbosa *Professora, escritora, socióloga, autora entre outros livros de "O Voto da Pobreza e a Pobreza do Voto – a Ética da Malandragem", Editora Zahar e "América Latina – Em busca do Paraíso Perdido", Editora Saraiva. - mlucia@sercomtel.com.br - www.maluvibar.blogspot.com.br 4 * Rodolpho Heggendorn Donner * Coronel - Psicólogo FAKE INTERPRETATIONS Interpretações de textos constitucionais não podem ser decididas por um único voto de minerva. Nada menos do que aceitar farsa como verdade. Isso não é fazer justiça. Só Deus sabe quan- ta tolice e indese- jáveis consequências acontecem por culpa do verbo Interpre- tar. A psicanálise freudiana tem por método a interpretação analítica de so- nhos, atos falhos e próprios diálogos verbais com o paciente. No Supremo Tribunal Federal decisões são tomadas por análises processuais e interpreta- ções de textos da Constituição Federal. Tanto na psicanálise freudiana quanto no STF, ações transitam da necessária precisão interpretativa às mais cruéis idiotices. Principalmente quando, em ambos, acontecem rígidas submissões ipsis verbis a doutrinas terapêuticas e a textos constitucionais. Decisões jurídicas capengas acon- tecem principalmente quando tomadas sob múltiplas divergências de interpre- tações. Tal como aconteceu agora con- tra a prisão após condenação em se- gunda instância. Em absoluto, não se pode dizer que justiça foi feita. Muito menos afirmar que o texto constitucio- nal diz isso ou aquilo, quando sob opi- niões contrárias de cinco votos a favor, cinco contra e um voto de desempate. Além do mais, anulando juris- prudências anteriores. Interpre- tações de textos constitucio- nais não podem ser decididas por um único voto de mi- nerva. Nada menos do que aceitar farsa como verda- de. Isso não é fazer justi- ça. Justas e verdadeira- mente indiscutíveis seriam decisões tomadas por votos de maioria absoluta de três quartos dos mi- nistros,enãopor maioria simples, contagem usa- da para decidir jogos de fute- bol por pênal- tis. Com 12 membros —um além dos 11 atuais — decisões só seriam conside- radas por conta exata de três quartos, nove votos. Aí, sim, indiscutível maio- ria absoluta. Divergências interpreta- tivas aquém desse placar de nove vo- tos exigiriam revisão do texto constitu- cional através de Proposta de Emenda Constitucional a ser votada no Congresso. Nada menos fa- zer-se o que seja o correto. Cabe somente ao Congres- so aprovar alterações no tex- to constitucional, fazendo valer a razão, e não pela opi- nião a mais de um único voto. Deu pe- na ver o deba- te que decidiu contra a pri- são em segunda instância, princi- palmente pelo ri- dículo pressu- posto de sabe- doria contida em palavras recor- rentes, contra e a favor de direitos constitucionais. Não houve divergências de opinião apenas entre os 11 ministros. Discursos infin- dáveis —um deles em mais de duas ho- ras de devaneios jurídicos, memórias e histórico pessoal — trouxeram ao ple- nário opiniões de dezenas, talvez cen- tenas, de juristas, antigos colegas, pro- fessores, ex-ministros, ilustrando ou re- forçando interpretações pessoais. Nada menos do que oferecendo subsídios ao impasse constitucional a ser decidido por pouco mais do que pontos e vír- gulas em opiniões interpretativas de on- ze juristas presentes e dezenas, talvez centenas, de notáveis personalidades jurídicas ausentes. Trazidas emocional- mente ao plenário, quase entre lágrimas de saudade e risos marotos. Triste jus- tiça! Não, não mesmo, não se fez jus- tiça. Lógica e decentemente, o melhor teria sido deixar a decisão para o Con- gresso — a quem cabe legislar, e que já tem PEC a ser votada. Mais ainda, quan- do por três vezes anteriores, a questão constitucional foi decidida em favor da prisão após segunda instância. Tal como na mitologia grega, emi- tiram trôpega decisão resultante das in- terpretações dos seis supremos herme- neutas. Traduziram a gostos próprios e vergonhosos interesses políticos os di- zeres ipsis verbis do divino Zeus cons- titucional. Ignoraram dramas e sofri- mentos consequentes ao pé do Olimpo. Adecisão do STF, em 8 de novem- bro, transcorreu com pose, pompa e longos discursos como é habitual. O resultado foi o de seis minis- tros contra a prisão em segunda instân- cia e cinco a favor. Uma vitória frágil por apenas um voto. Durante um bom tempo o STF acei- tou a prisão em segunda instância defen- dida, inclusive, pelos ministros Gilmar Mendes, Rosa Weber e Dias Toffoli, os quais voltaram atrás. Tal reviravolta au- mentou a sensação de insegurança jurídi- ca, pois não se sabe o que vale e o que não vale nas decisões do STF, que em um momento pende para um lado e em outro modifica o que foi acordado. O resultado beneficiou de imedia- to o presidiário, que se encontrava re- colhido por seus crimes na cobertura da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Ele foi o primeiro a ser ra- pidamente solto, como antecipadamen- te havia anunciado a cúpula de seus cor- religionários. Segundo o tão citado art. 283 do Código de Processo Penal (CPP), ”nin- guém poderá ser preso senão em fla- grante delito ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciá- ria competente, em decorrência de sen- tença condenatória transitada em jul- gado ou no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão tem- porária ou prisão preventiva”. Em que situações se estabelece a prisão preventiva? ”Como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução crimi- nal, ou para assegurar a aplicação da A VITÓRIA DA IMPUNIDADE Durante um bom tempo o STF aceitou a prisão em segunda instância defendida, inclusive, pelos ministros Gilmar Mendes, Rosa Weber e Dias Toffoli, os quais voltaram atrás. Tal reviravolta aumentou a sensação de insegurança jurídica, pois não se sabe o que vale e o que não vale nas decisões do STF, que em um momento pende para um lado e em outro modifica o que foi acordado. lei penal” (art. 312 da CPP). Isso significa que a prisão transita- da em julgado pode ser aplicada ou não, dependendo de quantos advogados fa- mosos e caros o criminoso possui. Nesse caso ele pode matar, estripar, estuprar, roubar, enfim, cometer os crimes que lhe aprouver e não será preso, porque a Justiça brasileira tarda e falta, e até o processo chegar ao Supremo ou o ban- dido estará morto ou seu cri- meoucrimesprescritos. Para as “pessoas comuns”, sem recursos financeiros, vale a prisão preventiva De todo modo, vai ser difícil ser preso no Brasil graças a Lei de Abuso de Autoridade, com a qual o Congresso presenteou os facínoras e puniu os ho- nestos, os corretos, os que cumprem com seus deve- res. Segundo essa anoma- lia, uma simples condução coercitiva sem intimação prévia do in- vestigado ou de uma testemunha, pode enquadrar um juiz e as penas vão de 3 meses a 4 anos de prisão. Na verdade, criminosos terão carta branca e a auto- ridade que ousar prendê-los ou mesmo algemá-los é que será presa. A lei já fez efeito e autoridades já deixaram de pren- der por medo de serem punidas. O presidente do STF, ao chegar ao término da votação sobre a prisão em segunda instância, jogou a batata quente para o Congresso, em que pese a Suprema Corte ultimamente ter tam- bém legislado. Mas, se a Constituição é abstrata, qual é a definição exata de trânsito em julgado? Se mudar a Cons- tituição é complicado ou não pode ser feito no caso das Leis Pétreas, não po- deriam os legisladores fazer uma lei com- plementar alterando o Código Penal, de- finindo o que é trânsito em julgado para que a partir de uma sentença penal con- denatória possa a prisão ser efetuada na primeira ou na segunda instância? A dificuldade dessa possível so- lução reside no fato de que muitos in- tegrantes do Congresso, notadamente do PT e do chamado Centrão, têm pro- blemas com a Justiça, incluindo a Lava Jato e não vão votar contra si mesmos. No momento eles têm foro privilegiado, mas posteriormente podem não ser reeleitos e até presos. Lula já devia estar em prisão domi- ciliar, mas avisou que não aceita isso e nem usaria tornozeleira. Agora solto pela decisão do STF, saiu dizendo que vai ser mais de esquerda e reiterou seus ataques raivosos, pesados, cheios de ódio aos que considera seus inimigos: a Polícia Fede- ral, o Ministério Público, a Receita Fede- ral, o arqui-inimigo Sérgio Moro e o mega adversário, presidente Jair Bolsonaro. O chefão petista não recuperou seus direitos políticos como disse Had- dad. Continua condenado na primeira instância, no TRF-4, no STF, no caso do Tríplex de Guarujá. Foi condenado em primeira instância com relação ao sítio de Atibaia, o Instituto Lula e o apartamento de São Bernardo. Pesam ainda sobre ele os processos de tráfico de influência na compra dos Gripen da FAB, do “quadrilhão” do PT na Petro- brás, das propinas da Odebrecht. Por is- so ele se diz o homem mais inocente do mundo, um injustiçado preso político. Só falta agora se realizar o desejo de Lula da Silva através do STF: Moro ser considerado um juiz parcial no caso do tríplex, com base na ação criminosa de Hackers comandados pelo jornalista do site Intercept. Então, ele recupera seus direitos políticos. Contudo, se isso ocor- rer, desmoralizando ainda mais o Supre- mo perante a sociedade, não está garan- tida a eleição do ex-presidiário. Portanto, não será prudente ele sair por aí em cara- vana. A última foi um desastre político e pode ser pior agora porque a repulsa ao PT permanece e pode até ter aumentado.
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    Nº 270 -Novembro/2019 5 *Aileda de Mattos Oliveira *Professora Universitária, ESG/2010, Doutora em Língua Portuguesa, ADESG 2008, Acadêmica Fundadora da Academia Brasiliera de Defesa e Membro do CEBRES e Acadêmica AHIMTB - ailedamo@gmail.com *Aristóteles Drummond * Jornalista - Vice- Presidente da ACM/RJ aristotelesdrummond@mls.com.br www.aristotelesdrummond.com.br 5 Por mais que o pre- sidente Bolsona- ro e membros da alta cúpula do Governo da República reiterem seu apoio e reco- nhecimento ao movimento cívico-mili- tar de 31 de março, percebe-se certa e lamentável timidez em medidas práticas de reparação a mais de 30 anos de cam- panhas caluniosas contra militares. Há mais de seis meses venho cla- mando, inclusive através de artigo nes- ta nossa trincheira democrática que é este jornal, pela restituição do nome do Almirante Rademaker a um pavilhão do Colégio Pedro II, onde o ilustre brasi- leiro estudou, arrancado por ódio à Re- volução pela administração do edu- candário, no governo Dilma. Já levei o pleito por escrito, e entregue pessoal- mente, ao Palácio do Planalto. Medida simples, justa e de conforto moral aos que conheceram e admiraram a vida do ilustre brasileiro que foi ministro da Ma- ABANDONO DOS HOMENS DE 64 O governo passa, a política muda e o momento de expor a verdade e a justiça é agora. rinha e vice-presidente da República, e de conduta impecável. Nesta mesma ocasião, dia 19 de junho para ser mais preciso e para con- sulta às audiências concedidas naque- le dia, encaminhei também, para apreci- ação do presidente da República, a su- gestão de se dar o nome de Ministro Mário Andreazza ao trecho da BR-163, que será entregue no final do ano pelo presidente, acaban- do com históricas interrupções no pe- ríodo das chuvas da estrada que escoa a maior parte da safra de nossa soja. E mais: que, ao recuperar o projeto hidroelétrico de Cotingo, anun- ciado pelo próprio Bolsonaro, seja dado o nome de Ministro César Cals, que muito lutou para tornar realidade essa usina de baixo custo em Roraima, inviabilizado por exigências indígenas. Lembranças para se reconhecer os serviços presta- dos por estes dois notáveis brasileiros, militares de formação e que muito fize- ram pelo Brasil. Também causa tristeza o silêncio em torno das obras rea- lizadas naqueles anos, especialmente nos go- vernos Castello Branco, Costa e Silva, Médici e JoãoFigueiredo,marcan- tes na passagem do Bra- sil da 46ª posição na Eco- nomia mundial para a oi- tava. As novas gerações têm o direito – e a neces- sidade – de serem infor- madas sobre o que foi feito, assim como se deveria estimular de alguma forma a distribuição em escolas militares, sin- dicatos e formadores de opinião do li- vro do Coronel Brilhante Ustra, A Ver- dade Sufocada, e a edição do ORVIL, de José Conegundes e Licio Maciel. São duas publicações de valor históri- co e de colocação da verdade no perío- do que os comunistas denominaram de “anos de chumbo”. Eles continuam martelando con- tra os militares, os brasileiros que sal- varam o Brasil em 64 e que, hoje, se voltam contra a reação popular à volta nos anos PT, do binômio subversão- corrupção, que foi a eleição do presi- dente Bolsonaro. O governo passa, a política muda e o momento de expor a verdade e a justiça é agora. Que o colocado sirva de meditação aos que lutaram e lutam por um Brasil livre de novas ameaças a sua liberdade e dignidade. E se reconheça os patriotas que merecem ser exalta- dos! Chegou o momento de separar, em definitivo, a parte patriota da parte traidora, isto é, a parte saudável da Nação da parte degradada. Os governantes que não tiveram pro- bidade administrativa, como os Presidentes anteriores, não se importaram em fazer dos Palácios do Estado Brasileiro, espaços para propa- ganda partidária e vermelha. Automati- camente, tornaram-se, de imediato, do- nos do patrimônio nacional para rapiná- lo, como traidores da Pátria que são. Tudo mais, era insignificante para ele, governante, ou para ela, “governanta”, palavra que, coincidentemente, já traz, na sua forma, a espécie de que faz parte. Por isso, orgulhosamente, fazia ques- tão de ser assim chamada. Presidente Bolsonaro, você assu- miu compromissos com o País e com seus eleitores e, naturalmente, por blo- queios éticos, não deseja fazer do Pla- nalto seu palanque. Mas, é necessário que faça. Chegou o momento de sepa- rar, em definitivo, a parte patriota da parte traidora, isto é, a parte saudável da Na- ção da parte degradada. Esta última ex- tinguirá por si mesma, desde que consi- dere indispensável usar a sua voz como antídoto, a fim de eliminar as pragas ideológicas que a infestam. Transforme os locais de suas visi- tas, em parlatórios. Sua voz precisa che- gar aos pontos mais afastados do País. Que seja ouvido, inclusive e, principal- mente, pelos indígenas. Faça a integração deles na sociedade. Seja prático, Presi- dente! Repita o número de obras já reali- zadas ou em realização; o número de qui- lômetros das ferrovias ou rodovias que estão em franco trabalho de execução e os resultados da Economia e do agronegócio. É preciso repetir sempre! Precisa usar a estratégia do adversário: a repetição. A diferença é que o outro lado nada fazia, mas tudo roubava. Usava a mentira à ma- neira de estandarte ideológico, mas você usa a verdade, que pode ser constatada. Eu, pelo menos, pensei que hou- vesse convocação das emissoras de rá- dio e de televisão para informar, em rede PRESIDENTE BOLSONARO, OCUPE TODOS OS ESPAÇOS! nacional, o resultado das visitas realiza- das aos países da Ásia e da Arábia. Isso é importante, Presidente. Muito impor- tante. Vídeos no youtube, blogs, ou em quaisquer outros meios das redes soci- ais, a parte mais simples da população não tem condições de ver e de acessar. Nem todos manejam a internet. Todas as emissoras, sem exceção, iriam divulgar um fato inédito: o único presidente, pós-governo militar, que arregaçou as mangas e trabalha em favor do Brasil, buscando lá fora os meios de investimento no País, sem propinas, sem roubos, sem par- cerias obscuras. Isso é um escânda- lo para os sectários do Rato, que se contorcem de inveja. É necessário que esqueça, de vez, omitindo o seu nome, aquela rede-esgoto, porque, mesmo pon- do-a no fundo do mais escatológico buraco, somente a citação de seu nome nas réplicas indignadas, é uma for- ma de falar nela, e seus pseudojornalistas insistirão em irritá-lo. Quanto tempo foi perdido no vídeo em que você lavou a alma, e a nossa também, mas, é justa- mente isso o que a fraudulenta emisso- ra deseja: que perca seu tempo de traba- lho em desmentir o que divulga sem nenhum pudor. Nada tem ela a perder, porque nada mais tem. Só aguarda a hora de pôr na tela o sinal colorido, tão parecido com o do LGBT, para informar que findou o seu prazo de validade. Quanto ao STF, casa de meretrí- cio de alguns membros togados, o ro- dar da bolsinha foi substituído pelo rodar da toga, pesada da sujeira moral, imundície provinda do mesmo antro onde vive o Rato e seus idólatras. Essa casa desarticulada, abriga aves de rapi- na à espera de que o Brasil caia, sem forças, para usufruírem ainda mais dos nutrientes do seu erário. Aguardemos, pois esse fosso de prostituição das leis cairá por si mes- mo. Alguns de seus membros já exala o mau cheiro da decomposição acelerada da decência, dos costumes, puseram a instituição ao rés do chão na escala ci- vilizatória. Sobre o Congresso, a Câmara redu- ziu-se a um centro de conchavos atrás da orelha, presidido pelo balofo chileno, cujas bochechas são recheadas da saliva corruptiva com que alicia as suas vítimas para o prazeroso escambo político. O chefão, recém-saído da prisão, graças a seus irmãos em chicana, já co- meçou a expelir os ácidos estomacais para provocá-lo, Presidente. Mas não lhe dê resposta. Deixe-o falar, sozinho. Sua resposta será, certamente, retorcida e condenada até mesmo pelos que o apoiam, porque o brasileiro é pessoa de momento, hesitante e sem convicção. Não reverbere a fala engrolada do ébrio; é justamente o que ele deseja. Portanto, Presidente Bolsonaro, lembre-sesempredequeéochefemáximo desta desfigurada Nação. Lembre-se de que é o Comandante em Chefe das For- ças Armadas as quais, neste momento pelo qual passamos, de desrespeito to- tal à Constituição, dão mostra, à parte sadia da população, de estarem seden- tárias. É urgente que os senhores Gene- rais saiam daquela comprida mesa do Alto Comando e se movimentem, com o mapa do Brasil na mão, para socorrer a Nação precisada do atendimento deles, que ju- raram servi-la, dando a própria vida. Todojuramentoéincondicional,por que então as condições impostas de que, para agirem, terá que haver mais de um milhão de pessoas nas ruas? Que jura- mento é esse que impõe condições? Jurar é uma ação pessoal, de foro íntimo, inde- pendentemente da posição do povo e do que ele pensa. O que está em jogo é a integridade da Nação e foi a ela que fize- ram o juramento e não ao povo, sempre dividido em desordeiros oportunistas, massa manipulada e ativos brasileiros conscientes. É à Pátria que devem o cum- primento da palavra empenhada. Do con- trário, tenho o direito de pensar que esse decantado ato ante à Bandeira Brasileira não passa de um atrativo a mais na sole- nidade de final de Curso na AMAN. O perigo não apenas provém dos seguidores do Psicopata, habituados à baderna nas ruas, mas já está instalado no STF, que age como governo paralelo, fon- te de desequilíbrio social, instituição ne- gativa dentro do Estado e, por isso mes- mo, deve ser alvo da Inteligência Militar. Ocupe todos os espaços, Presiden- te, todos, sem exceção. Há sempre um ‘aliado’ querendo tomar o seu lugar. Não se descuide e siga, corajosamente, por- que destruir o Brasil é a obsessão da parte sombria da Nação que agrega institui- ções decaídas como o STF, como o Con- gresso, ambos desejando transformá-lo em colônia, vendê-lo, sem se importarem com ideologias, por ser o Dinheiro o se- nhor dessa escória ateia. Lamentável, mas lamentável mes- mo, a fase de desmoralização moral por que passa o nosso País, conduzido a esse estado pelas instituições velhacas, con- traditoriamente, muito bem pagas, para protegê-lo. Que Deus proteja esta Nação! Cer- tamente, ela não existe em vão! Um país roubado pelo seu Congresso, difamado pela sua imprensa e condenado pelo seu STF. Eles continuam martelando contra os militares, os brasileiros que salvaram o Brasil em 64 e que, hoje, se voltam contra a reação popular à volta nos anos PT, do binômio subversão-corrupção, que foi a eleição do presidente Bolsonaro.
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    8Nº 270 -Novembro/2019 6 Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres 6 Visite o Museu da FEB Aberto ao público de 2ª a 6ª feira de 09:30 às 16:30 h. Sábado / Domingo de 09:30 às 13:00 h. Belo Horizonte - Rua Tupis, 723 - Centro Agendamos visitas e palestras somente no Museu. Tel. (31) 3224-9891 Juiz de Fora - Rua Howian, 40 - Centro São João Del Rei - Área do Círculo Militar - Centro PRESTIGIE NOSSOS VETERANOS COM A SUA VISITA www.anvfeb.com.br “Conspira contra sua própria grandeza, o povo que não cultiva seus feitos heróicos” FEB - FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA *Marcos Moretzsohn Renault Coelho * Presidente da Associação Nacional dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira – Regional BH - Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil - Sócio Correspondente do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil - Pesquisador Associado ao CEPHiMEx Foto oficial do XXXI ENVFEB Os veteranos presdentes Veteranos e familiares O Cel PM Carlos Bezerra Cavalcante fala sobre a Batalha dos Guararapes Veterano Anselmo Alves XXXI ENCONTRO NACIONAL DOS VETERANOS DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA Com o apoio da 10ª Bri- gada de Infantaria Mo- torizada, do 7º Grupo de Arti- lharia de Campanha, do CPOR e do Colégio Militar de Re- cife, o XXXI ENVFEB – En- contro Nacional dos Vete- ranos da FEB, foi realizado na capital pernambucana, de 16 a 19 de outubro. Veteranos da II Guer- ra Mundial, familiares, mem- bros das regionais da ANV- FEB, estudiosos e aficiona- dos com a história escrita com a bravura e o sacrifício dos pracinhas brasileiros na luta contra o nazi-fascismo, lá estiveram para mais uma edição do Encontro. De um total aproxima- do de 120 participantes vin- dos de todas as regiões do país, quatorze bravos vete- ranos marcaram presença: Alberto de Lima Passos, An- selmo Alves, Arnoldo Lana, Bráulio dos Santos Pinto, Elmo Diniz, Gastão Veloso de Melo, Geraldo Paes leme Amaral, Gilberto Teixeira de Araújo, Luiz Alves de Souza, Oudinot Wil- ladino, Paulo Luiz da Silva, Pedro Rossi, Rigoberto de Souza e Severino Gomes de Souza. A entrega das credenciais para os inscritos aconteceu na quarta-feira, dia 16. A Cerimônia Oficial de Abertura do En- contro foi realizada no auditório do Co- légio Militar de Recife, na manhã da quin- ta-feira, dia 17. Na sequência, um oficial integrante da DPHCEx apresentou ao público presente a programação aprova- da para as Comemorações do Jubileu dos 75 Anos das Vitórias da FEB que de- verão acontecer na Itália, de 20 a 28 de abril do próximo ano. Outras quatro pales- tras com temas relacionados à FEB ainda foram ministradas por estudiosos e espe- cialistas. O almoço foi oferecido pela 10ª Brigada de Infantaria Motorizada – Briga- da Francisco Barreto de Menezes. No dia seguinte, sexta-feira, dia 18, o 7º GAC – Regimento Olinda recebeu os veteranos e demais convidados para a Solenidade Mi- litar. Na oportunidade foram entregues medalhas e condecorações e a tropa des- filou em homenagem ao General de Bri- gada Alexandre Oliveira Cantanhede La- go. (Comandante da 10ª BIMtz) e aos veteranos da FEB. Ao término da Sole- nidade foi oferecido um coque- tel e todos partiram para visi- tação agendada no Museu Mi- litar do Forte de São João Ba- tista do BRUM. Ainda no mes- mo dia, os presidentes das re- gionais das ANVFEBs se reu- niram para deliberar sobre as ações futuras da entidade. A reu- nião foi conduzida pelo anfi- trião do evento, Sr. Rigoberto Jr., Vice-Presidente da ANVFEB- PE. Três regionais apresenta- ram propostas para a realização do próximo Encontro anual: Campinas, Curitiba e São Luiz. O assunto foi levado à votação e ficou decidido que a regional da ANVFEB de Curitiba, presi- dida pela Profª Carmen Rigoni, ficará responsável pela organi- zação e realização do XXXII ENVFEB, em outubro de 2020. Os representantes de cada re- gional tiveram oportunidade de expor os problemas que vêm enfrentando na atualidade. A situação em que se encontra a Casa da FEB do Rio de Janeiro, sede nacional da ANVFEB, tor- nou-se motivo de preocupação para todos os presen- tes. Na manhã do sábado, dia 19, os participantes foram levados ao Parque Histórico Nacional dos Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes, local tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional - ber- ço da formação da nossa nacionalidade e onde surgiu o sentimento de pátria do nosso povo. Conheceram a maquete da batalha contra os holandeses, vencida por nós brasileiros, em 19 de abril de 1648, ouviram uma explanação do Cel. PM Carlos Bezerra Cavalcante sobre os fatos ali acon- tecidos, visitaram o mirante existente no local e a Igreja de Nossa Senhora dos Prazeres. O almoço aconteceu em restau- rante localizado na margem de um canal marítimo de onde partiram dois catamarãs em que foi embarcada toda a comitiva para um rápido passeio. Na noite deste mesmo dia, um jan- tar de congraçamento/enceramento foi servido na sede do CPOR de Recife. O comandante da 10ª BIMtz compareceu para se despedir dos veteranos e dos demais integrantes da delegação. Fo- ram feitos os agradecimentos de praxe e encerrada a programação.
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    Nº 270 -Novembro/2019 7 P T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I SP T N U N C A M A I S QUE PARTIDO É ESSE? PT - O PARTIDO MAIS CORRUPTO E MENTIROSO DA HISTÓRIA UNIVERSAL 7 Segundo Marcos Valério, a aproximação do partido com a organização criminosa começou nos anos 2000 Em sua edição passada, VEJA revelou o conteúdo de um depoimento sigiloso prestado por Marcos Valério em que ele cita Lula como mandante do assassinato do prefeito Celso Daniel. O ex-operador financeiro do PT tam- bém confirmou que o empresário Ronan Maria Pinto chan- tageara o partido e recebera 6 milhões de reais para man- ter em segredo o envolvimento do ex-presidente. A novi- dade provocou a reabertura do inquérito e reforça a tese de que o prefeito não foi vítima de um crime comum, como concluiu a polícia. De acordo com Valério, Celso Daniel foi morto depois de produzir um dossiê no qual relatava à dire- ção do partido os múltiplos esquemas de corrupção que funcionavam na prefeitura de Santo André e arrecadavam propina de empresas de ôni- bus, de limpeza, de casas de bingo e até de perueiros. O dinheiro obtido financiava as campanhas eleitorais do PT e bancava as despesas pes- soais de seus dirigentes. No depoimento, Marcos Valério contou que muitos desses detalhes lhe foram narrados pelo ex-deputado Pro- fessor Luizinho num encontro que os dois tiveram, em 2004, para acertar a melhor forma de comprar o silên- cio do chantagista, que ameaçava tornar público o en- volvimento de Lula e de outros petistas no crime. “O Pro- fessor Luizinho disse que a arrecadação de propina na prefeitura era feita com a aquiescência da direção do PT”, afirmou Valério. Os negócios envolveriam, incl- usive, uma parceria entre os petistas e o PCC, o grupo criminoso que atua dentro dos presídios. Segundo o ope- rador, a aproximação do PT com o PCC começou nos anos 2000, quando o crime organizado passou a finan- ciar algumas campanhas políticas do partido. Celso Daniel sabia da parceria, mas desconhecia a dimensão que O PT, O PCC E A MORTE DE CELSO DANIEL ela havia atingido. “Pelo que o professor (Luizinho) me falou, esse dossiê tinha o propósito de acabar com a roubalheira”, disse Valério. Celso Daniel foi sequestrado, torturado e morto em 2002 por assaltantes ligados ao PCC. Não seria coincidência, de acordo com o operador. O Professor Luizinho suspeitava que o prefeito tivesse sido mor- to por homens que estariam atrás do tal dossiê. Valério reproduziu o que teria ouvido do deputado: “‘Uma coi- sa, Marcos, é você ser assalta- do, outra coisa, Marcos, é você ser assaltado e torturado’. Signi- fica que eles estavam atrás de alguma coisa, na minha opinião, do dossiê”. A VEJA, o Profes- sor Luizinho disse que nunca dis- cutiu esse assunto com Mar- cos Valério. Ao reabrir as inves- tigações do caso, o MP vai apu- rar se o crime teve motivação po- lítica. Durante o primeiro gover- no Lula, Valério operou um cai- xa usado para recolher propina, subornar políticos e pagar des- pesas do partido e de seus diri- gentes, incluindo os gastos pessoais do então presi- dente. Condenado a quarenta anos de prisão no caso do mensalão, atualmente cumpre pena em regime semia- berto. Entre outubro de 2018 e fevereiro deste ano, ele prestou vinte horas de depoimento, sendo três delas exclusivamente sobre o crime de Santo André. O ope- rador disse estar convicto das ligações entre o PT e o PCC. Teve certeza disso em 2008, quando ameaçou re- velar essa conexão e foi espancado dentro de um pre- sídio em São Paulo onde estavam presas várias lideran- ças da organização. Apanhou tanto que perdeu os den- tes. “Preciso de mais para mostrar o envolvimento do PCC com o partido?”, indagou Valério. Publicado em VEJA de 6 de novembro de 2019, edição nº 2659 BLOG DO ORLANDO TAMBOSI Liberal cáustico e anti-ideológico, combatendo o lulopetismo desde 2005. O ratão está solto! Cuidado! Quando um rato escapa da ratoeira por causa da mola frouxa, não deixa de ser sujo, muito menos de ser rato. É APENAS UM RATO LIVRE. INCITAÇÃO À VIOLÊNCIA Havia um burro amarrado a uma árvore, ai veio o de- mônio e o soltou. O burro entrou na horta dos camponeses vizi- nhos e começou a comer tudo. A mulher do camponês dono da horta, quando viu aquilo, pegou o rifle e disparou. O dono do burro ouviu o disparo, saiu, viu o burro morto, ficou enraivecido, também pegou seu rifle e ati- rou contra a mulher do camponês. Ao voltar para casa, o camponês encontrou a mu- lher morta e matou o dono do burro. Os filhos do dono do burro, ao ver o pai morto, queimaram a fazenda do camponês. O camponês, em represália, os matou. Aí perguntaram ao demônio o que ele havia feito e ele respondeu: – “Não fiz nada, só soltei o burro”. Conclusão: Se você quiser destruir um país, SOLTE O BURRO QUANDO UM ANALFABETO CONSEGUE MANIPULAR MAGISTRADOS É SINAL DE QUE O PAÍS VIROU UM CURRAL... OS JUMENTOS TOMARAM O PODER! O BURRO E A BURRICE Lula solto, mas criminoso, condenado, inelegível e sem a narrativa de “preso político” Que moral tem para continuar berrando? ORA , ESTE CHEFE DA OCRIM, QUE ASSALTOU O PAIS, FAZ INCITAÇÃO À VIOLÊNCIA E DIZ QUE A OPOSIÇÃO, NAO TEM QUE SÓ SE DEFENDER, TEM QUE ATACAR TAMBÉM E PROTESTAR DIA APÓS DIA NAS RUAS CONTRA O GOVERNO, IGUAL O QUE ACONTECE NO CHILE. ENTÃO, ESTE PRESIDIÁRIO, PODE FAZER O QUE QUER E MANIPULAR A POPULAÇÃO CONTRA O GOVERNO? E então Pilatos perguntou para a multidão. - Quem eu liberto? O povo clamava: A Barrabás, o ladrão! E assim que por mais de 2000 anos o povo continua escolhendo os LADRÕES. E A HISTÓRIA SE REPETE...
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    8Nº 270 -Novembro/2019 88 Durante a transmissão, pela TV, da possibilidade, pelo STF, de rever- ter a condenação em segunda instân- cia, recebi chamadas telefônicas de ami- gos e de familiares, perguntando-me, como se fosse oráculo, talvez pela ida- de e por ser mineiro desconfiado, se os “ bandidos”, comandados por Gilmar Mendes (aliás, assim classificado, em diversos artigos e largamente nos mei- os virtuais) iriam possibilitar a soltura do Lula e de comparsas, líderes políti- cos e empresários corruptos, depois do trabalho heróico, glorioso, hercúleo e longo da Lava Jato. Políticos e empre- sários, os quais, segundo o “ Decano”, sob a liderança do ex-Presidente da Re- pública, constituíram quadrilha organi- zada, que se apoderou do governo e o faliu, Roubaram e destruiram o que pu- deram, gerando grave crise. Não são ape- nas ladrões, mas assassinos, pois, con- tribuíram para a morte de muitos caren- tes, velhos e crianças. E como assassi- nos devem ser tratados e não como apa- niguados do STF. São responsáveis por corrupção sistêmica, entranhada nos três poderes aparelhados pelo PT e espraiada para vários outros países. Tudo muito bem investigado e compro- vado. Respondi que, pelo posicionamen- to de um determinado grupo do STF, entre eles os nomeados ministros por Lula, como Lewandowski e, principal- mente, Gilmar Mendes, inimigo número um da Lava Jato, defensores da soltura de criminosos, entre eles Lula, espera- va o pior: a queda da prisão em segunda instância. A agravar que, acintosamen- te, formam um grupo de contumazes afrontadores da opinião pública, por- tando-se como deuses intocáveis. Acre- ditava, pois, na mudança, embora re- cente a jurisprudência ( 2016), gerando inaceitável insegurança jurídica, envol- vendo, de imediato, cerca de 5000 con- denados, já presos, após condenados em segunda instância, isto é, após de- terminada a respectiva sentença“, con- À BEIRA DO ABISMO denação assim considerada transitada em julgado”. Durante o julgamento em tela, o “transitado em julgado”, que neutraliza os aspectos negativos apontados pe- los que se levantam contra tal prisão, foi praticamente desconhecido. Signi- fica que após a decisão do juiz, desem- bargador ou ministro, dependendo do grau de jurisdição, esta é definitiva, não podendo mais ser modificada por qualquer recurso. A não ser que se trate de ações jurídicas continuativas, não havendo, entretanto, modificações ou- tras para o condenado. Isso dificulta a corrupção das postergações, que levam às prescrições, para os que podem pa- gar advogados e bancas milionárias, como aquelas que abrigam parentes de alguns dos ministros do STF. Seria in- teressante que se investigasse a ori- gem do dinheiro pago a tais advogados e bancas. Gilmar Mendes, que havia votado favoravelmente à tal prisão em 2016, justificou a mudança do seu voto, des- moralizando o Poder Judiciário, detra- tando juízes de primeira e segunda ins- tâncias, dizendo-os incapazes e os tri- bunais desorganizados, desacreditados pelo ineficiente e inconfiável trabalho que realizam. Também, denegriu o tra- balho das procuradorias e dos procura- dores e os trabalhos de investigação rea- lizados pela Polícia. Não deixou de criti- car a Lava Jato, enquadrando-a nas críti- cas acima.. Perguntaram-me, também, se na votação final, o Presidente do STF, Dias Toffoli, daria um voto de minerva favo- rável a não prisão em segunda instân- cia, com a conseqüente anulação das prisões já realizadas, o que poderia atin- gir cerca de 5000 condenados, já pre- sos. Disse-lhes que, a ressaltar, Toffoli, ex advogado de Lula e do PT, é amigo e protegido do ex-presidente Lu- la. Não se colocou, jamais, im- pedido em qualquer decisão que dissesse respeito a Lula. Foi nomeado para o STF por Lula, contrariando as condi- ções requeridas para ser um mi- nistro do referido Tribunal, se- gundo a Imprensa. Como publi- cado, foi lá colocado para de- fender os interesses do Lula e demais acusados e condenados petralhas. Isso foi, ontem, com- provado pela pobre justificativa que deu ao voto de Minerva, fa- vorável à anulação da prisão e à consequente liberdade de Lula. Escudou-se em estatísti- cas, em números que podem ser manipulados a critério de quem os uti- liza. Como se desculpasse do voto e resultado do julgamento perante a opi- nião pública, afirmou que, ali, naquela momento, como Juiz, votava interpre- tanto a lei fria da Constituição. Porém, já havia enviado ao Congresso, não co- mo Presidente do STF, mas como sim- ples pessoa, documento em que suge- re, àquele Poder, tratar do assunto, le- vando em conta o sentimento popular, o que seria próprio para aquela Casa. Talvez estivesse seguro de que tal re- sultado, embora fosse o melhor para aquele a quem de- vesse obediência, não fosse o adequado à Nacão. Em seguida, perguntaram: o que faria agora o Presidente Bolsonaro, com- batente número um da corrupção, dian- te da inesperada decisão de um incon- seqüente STF e das conseqüências ne- gativas que poderiam advir? Respondi que Bolsonaro, embora tenha o sério objetivo de mudar o País, tenta o fazer, enfrentando oposição dura e generaliza- da, nunca vista neste País. Além do es- casso tempo, está refém de uma Consti- tuição, que não privilegia o Poder do Presidente, e dos não confiáveis presi- dentes da Câmara e do Senado. Vem per- dendo apoio popular em função de pro- blemas que poderiam ser evitados, exter- nos e internos, incluso os dos seus filhos. Em função da ação da defesa de Lula, perguntaram-me, também, o que fariam os chefes militares, em defesa da Nação, para obstar possível retrocesso jurídico e a afronta à população com a liberdade de Lula, acompanhada, pos- sivelmente, de convulsão social, já pro- metida por lideranças atuais do PT, apoiadas pelo Grupo de Puebla, o novo Foro de São Paulo, e que já agride o Chi- le, o Perú, o Equador , Argentina, Boli- via, Venezuela e Colombia, podendo, ainda, se propagar para outros países latino americanos, como já anunciam as recompostas Farcs colombianas. Os dis- cursos iniciais, e ofensivos às autori- dades, já realizados por Lula, dão tênue idéia do que será a oposição liderada por tal verme. Assim, respondi aos indagadores: Saiam para as ruas aos milhões, dispos- tos ao enfrentamento, e arrastem as FFAA, que jamais faltaram à Nação nas horas difíceis e, principalmente, quando a Na- ção está a beira do abismo. Saiam para as ruas aos milhões, dispostos ao enfrentamento, e arrastem as FFAA, que jamais faltaram à Nação nas horas difíceis e, principalmente, quando a Nação esteve à beira do abismo *Marco Antonio Felício da Silva *General de Brigada - Cientista Político, ex-Oficial de Ligação ao Comando e Armas Combinadas do Exército Norte Americano, ex-Assessor do Gabinete do Ministro do Exército, Analista de Inteligência - E-mail: marco.felicio@yahoo.com OS PROCESSOS EM QUE LULA É RÉUOS PROCESSOS EM QUE LULA É RÉUOS PROCESSOS EM QUE LULA É RÉUOS PROCESSOS EM QUE LULA É RÉUOS PROCESSOS EM QUE LULA É RÉU Denúncia aceita em junho pela Justiça Federal de Brasília acusa Lula de receber propina da Odebrecht junto com os ex- ministros Antonio Palocci e Paulo Bernardo. O MPF afirma que R$ 64 milhões teriam sido colocados à disposição. A contrapartida envolveria favores políticos à empreiteira junto ao governo federal. TRÍPLEX DO GUARUJÁ SÍTIO DE ATIBAIA INSTITUTO LULA TRÁFICO DE INFLUÊNCIA ‘QUADRILHÃO DO PT’ PROPINA DA ODEBRECHT A Justiça Federal do Paraná e o STJ condenaram Lula pela acusação de receber um apartamento no Guarujá (SP) em troca de beneficiar a OAS em contratos da Petrobras. A pena é de 8 anos e 10 meses e já foi cumprida o suficiente para garantir progressão ao semiaberto. Um recurso ainda aguarda de decisão do STJ. Também no Paraná, Lula foi condenado a 12 anos e 11 meses por aceitar reformas num sítio em Atibaia (SP), para por Odebrecht e OAS. O TRF-4 define este mês se o caso volta às alegações finais, uma vez que, contrariando entendimento recente da Corte, delatados foram ouvidos junto com delatores antes da sentença. Segundo o MPF, Lula teria aceitado um terreno para seu instituto em São Paulo e um apartamento em São Bernardo do Campo como pagamento de propina da Odebrecht. Por decisão do STF, como deve ocorrer no caso do sítio, a Justiça Federal do Paraná refez as alegações finais antes da sentença, ainda não proferida. Em Curitiba, Brasília e São Paulo, Lula responde a processos por supostamente ter utilizado de sua influência para obter privilégios. Os caos, ainda em primeira instância, envolvem contratos da Odebrecht, a compra de caças da Força Aérea Brasileira (FAB), favorecimentos a montadoras e negócios na Guiné Equatorial. Na 10ª Vara Federal de Curitiba, Lula é réu sob a acusação de integrar esquema de desvios da Petrobras e mais estatais. Outros integrantes da cúpula do PT também foram denunciados. Em outubro, o MPF pediu a absolvição dos réus diante da ausência de “elementos configuradores da dita organização criminosa”. Publicado no O GLOBO - 09/11
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    Nº 270 -Novembro/2019 99 * Luís Mauro Ferreira Gomes No nosso último artigo, “Fogo Ami- go”, tratamos de pessoas que, embo- ra não sejam de esquerda e frequentem círculos integrados por conservadores, sempre foram críticos do Presidente Bol- sonaro, enquanto candidato, sendo clara suas preferências por outras candidaturas, que variavam de pequenos partidos de direita ao dissimulado PSDB, versão “inte- lectualoide” do PT, que se apresenta co- mo de centro-direita, para enganar os me- nos atentos. Pretendíamos continuar na linha do fogo amigo e começamos a escrever sobre políticos que se elegeram nave- gando na corrente do bolsonarismo, mas, insatisfeitos por não se poderem apro- veitar dos métodos da velha política, pa- ra tirar vantagens pessoais, em detri- mento da coisa pública, revelando abso- luta miopia política, tentam o suicídio, atacando o Presidente, com uma fúria que nem a oposição mais radical ousara, até então. Fatos supervenientes obrigaram- nos a mudar nosso foco. Começamos a escrever sobre a crise no Chile, sobre a crise na Bolívia, mas tivemos de aban- donar tudo, para tratar do fato políticos que superou todos os outros, a decisão do STF sobre prisão após condenação em se- gunda instância, ainda que, a nosso ver, possivelmente esteja relacionada, senão com todos, pelo menos com muitos de- les. A posição dos dez ministros que levaram a votação ao empate já era conhe- cida e não nos trouxe nenhuma surpresa, nem mesmo o voto de Carmen Lúcia. Ela já havia declarado como votaria, se o as- sunto voltasse a ser discutido, in abstrac- to, no Supremo Tribunal Federal. Assim, vamos limitar-nos a comentar o voto do Presidente da Corte, que se havia decla- rado favorável ao cumprimento da pena após condenação por colegiado, mas vi- nha dando sinais de que mudara seu en- tendimento. Ouvimos, com muita atenção o re- ferido voto e percebemos que sua argu- mentação, em certos momentos, mos- trava-se favorável à proposta do relator, para, em outros, abraçar a tese divergen- te. Embora, sempre nos parecesse que terminaria por decidir-se pela primeira, suas considerações serviriam tanto para uma como para a outra. Bastaria, para is- so, mudar o voto propriamente dito, na conclusão. O resultado, todos vimos, ele optou por somente ser decretada a prisão do réu depois do trânsito em julgado da senten- ça condenatória. Mas o voto não se resumiu a isso. Nele, disse, ainda, que não via nenhum impedimento constitucional para a pri- são depois da condenação em segunda instância, já que o que consta do inciso LVII, do atrigo 5º, da Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988 : “Ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória”, não se refere a prisão, mas a não ser considerado cul- pado. O que o teria levado a votar como votou seria a redação dada pela lei nº 12.403, de 2011 ao caput do Artigo 283, do Código de Processo Penal, onde consta que “ninguém poderá ser preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fun- damentada da autoridade judiciária com- petente, em decorrência de sentença con- denatória transitada em julgado ou, no curso da investigação ou do processo, em virtude de prisão temporária ou prisão PRISÃO DEPOIS DO TRÂNSITO EM JULGADO E ASSUNTOS RELACIONADOS preventiva. O Ministro Dias Toffoli tornou mui- to claro que seu voto se restringia ao que fora pedido: se o texto constitucional acolhia a redação dada pela citada lei nº 12.403, de 2011 ao caput Artigo 283 do CPP. Assim sendo, afirmou ter sido a vontade do legislador, ao alterar a reda- ção do referido artigo, que vedou o cum- primento da pena a partir da condena- ção em segunda instância, e que, da mesma forma, o legislador poderia re- tirar essa proibição, bastando, para tanto, que o Congresso Nacional apro- vasse nova lei, dando redação adequa- da ao artigo 283 do Código de Processo Penal. De tudo isso depreende-se que, ao contrário do que está sendo, insis- tentemente, divulgado, o STF não decla- rou inconstitucional a prisão após con- denação em segunda instância, mas, ao contrário, declarou-a constitucional, em- bora proibida por lei, cabendo ao legis- lador mantê-la ou modificá-la, confor- me a sua vontade, com simples mudan- ça de lei, sem a necessidade de emenda constitucional. Concluído o voto do Ministro Dias Toffoli, ficamos com a convicção de que ele queria libertar o Presidiário Luiz Inácio da Silva e encontrou o álibi perfeito. Nin- guém poderia criticar seu voto, por estar tecnicamente irrepreensível. Se, não obstante, ele tivesse tido um mínimo de preocupação com a esta- bilidade nosso País, não o teria lançado no mar de incertezas que ameaçará a clau- dicante democracia brasileira. Bastava que, em vez de se ater à constituciona- lidade e a legalidade pedido, conside- rasse, também, a conveniência de se man- ter execução da pena depois da conde- nação em segunda instância e as graves consequências de se postergar a decre- tação da prisão para depois do trânsito em julgado da sentença condenatória. Esquecer a constitucionalidade das causas para julgar-lhes o mérito é o que mais têm feito os ministros da Suprema Corte, incluído ele mesmo. Todos os argumentos para essa de- cisão estão contidos no voto que se pres- taria para qualquer das duas conclu- sões, como já dito. Sua excelência, no en- tanto, procurou sair-se bem, jogando a responsabilidade de reduzir as conse- quências do supremo desatino para o Con- gresso, na esperança de que, por ter gran- de número de seus membros envolvidos com a prática de crimes, não tivesse dis- posição para votar nenhuma lei que difi- cultasse a impunidade e pudesse vir a atingi-los. Todos sabemos que o Congresso somente vota leis que contrariem seus in- teresses pessoais, quando há grande cla- mor popular. Resta-nos esperar que o po- vo volte para as ruas, maciçamente, em protesto contra a impunidade, exigindo que o Congresso torne legal a prisão após a condenação em segunda instâncias. In- felizmente, as manifestações do último dia 9 novembro revelou-se insuficiente. No início deste artigo, dissemos que a decisão do STF sobre execução da pena somente depois do trânsito em julgado da sentença condenatória, possivelmente, esteja relacionada, com alguns fatos po- líticos recentes. A experiência nos mostra que, difi- cilmente, ocorrem muitas coincidências sucessivas por acaso. Geralmente, há uma motivação comum a condicioná-las. Cabe- nos tentar identificar a relação que existe entre elas. Vejamos alguns fatos políticos re- lacionados entre si: • Em entrevista do dito jornalista Glenn Greenwald, que, provavelmente, para disfarçar sua simpatia pelo entrevis- tado, fez perguntas, aparentemente em- baraçosas, o presidiário Luiz Inácio da Silva pediu que o entrevistador investigasse aportes de dinheiro para a Lava-Jato, inclu- sive, dos Estados Unidos, envolvendo o Juiz Sérgio Moro e o Procurador Deltan Dallagnol. Greenwald disse que “poderia prometer que essas questões já estavam sendo investigadas”; • Na mesma entrevista, Luiz Inácio previu que Cristina Kirchner venceria as eleições na Argentina e “vaticinou” que Bolsonaro reperderá para um can- didato da esquerda, em 2022. • Pouco tempo depois, alguns apren- dizes de hacker invadiram as contas do Telegram de juízes e procuradores e, em uma história muito malcontada, fornece- ram as gravações a Greenwald que as vaza para imprensa e as usa para desacreditar, justamente, o Juiz Sérgio Moro e o Procu- rador Deltan Dallagnol. Em benefício de quem? Ora, de Luiz Inácio, é claro! • Na sequência, o Presidente do STF pauta o julgamento de três ações que visam a vedar a execução da pena após a condenação em segunda instância, mas cujo objetivo “explicitamente oculto” é soltar Luiz Inácio. • Como o Foro de São Paulo estives- se muito desgastado, e os esquerdistas tivessem pouca força no Brasil, criaram o Grupo de Puebla, no México, pais que lhes é simpático, com a mesma finalidade os mesmos agentes subversivos. • No Brasil, as forças de esquerda perderam a capacidade de mobilizar o po- vo, mas ainda a mantêm em alguns pa- íses latino-americanos. Na Argentina, de fato, Cristina Kirchner foi eleita vice- presidente e, no Chile, iniciou-se um grande movimento de massas para desestabi- lizar o Governo de direita chileno, movi- mento que se tem tornado cada vez mais intenso e que está mantendo o Pre- sidente Sebastián Piñera acuado e refém de suas vontades. • O Senador petista Rui Costa pos- tou no Twitter comentário sobre as mani- festações violentas no Chile e acrescen- tou que “a paciência do povo com a direi- ta ultraliberal, fascista e entreguista está acabando em diversos lugares do mun- do” e que “Jair Bolsonaro está com os dias contados. É questão de tempo. A hora do Brasil vai chegar. Anotem aí”. Rui Costa não estava vaticinando, como não o estava Luiz Inácio. Eles estavam sim- plesmente, antecipando o que pretendi- am fazer. Nós é que, ingenuamente, fingi- mos não acreditar. • O STF decide, depois de empate por cinco a cinco, que a prisão somente pode ser decretada depois de a senten- ça condenatória ter transitado em jul- gado, com o voto de seu Presidente, Mi- nistro Dias Toffoli, que comentamos no início deste artigo. • Como consequência, Luiz Inácio, José Dirceu e outros criminosos menores já foram soltos e muitos outros ainda o serão. Mas Eduardo Cunha continuará preso, não por seus crimes, mas por ter cometido o pecado mortal de dar segui- mento ao Impeachment da Presidente Dilma Vana Roussef. • Lula livre começa suas atividades no sentido de reorganizar a militância de esquerda, que se encontra completamen- te desarticulada no Brasil, para, em cum- primento, agora, da cartilha do Grupo de Puebla, conseguir fazer aqui o que fizeram no Chile. A nosso ver nenhum desses fatos políticos aconteceu isoladamente. To- dos eles fazem parte de um planejamen- to macabro para convulsionar o Brasil e permitir que a esquerda tome o poder e imponha sua ditadura, com a destrui- ção de todas as forças que se lhe opo- nham. Precisamos ficar atentos. É impres- cindível que renunciemos a nossos inte- resses pessoais e façamos o que é melhor para o Brasil. Neste momento, é apoiarmos o Go- verno do Presidente Bolsonaro, o único político de relevância nacional que, ver- dadeiramente, se opõe à comunização do Brasil. Ao contrário do que dizem, o comu- nismo não acabou. Ele mudou de roupa- gem, mas continua muito ativo, principal- mente, na América Latina. Se quisermos sobreviver, teremos de identificar e neutralizar todas as mano- bras da ideologia de esquerda, antes que produzam efeito. O autor é Coronel-Aviador, Presidente da Academia Brasileira de Defesa, Vice-Presidente do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos e Membro Efetivo do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil e do Conselho Deliberativo do Clube Militar. Concluído o voto do Ministro Dias Toffoli, ficamos com a convicção de que ele queria libertar o Presidiário Luiz Inácio da Silva e encontrou o álibi perfeito. Ninguém poderia criticar seu voto, por estar tecnicamente irrepreensível.
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    8Nº 270 -Novembro/2019 10 Cel Osmar José de Barros Ribeiro * Coronel, Historiador Militar e Advogado msorianoneto@hotmail.com (continua) * Manoel Soriano Neto “Árdua é a missão de desenvolver e defender a Amazônia. Muito mais difícil, porém, foi a de nossos antepassados em conquistá-la e mantê-la.” General Rodrigo Octávio / 1º Comandante Militar da Amazônia (1968/1970) AMAZÔNIA – O GRANDE DESAFIO FIZEMOS ONTEM! FAREMOS SEMPRE! Foi-se, de há mui- to, o tempo em que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) eram cuidadosamente es- colhidos pelos presidentes da Repúbli- ca em termos de experiência, cultura e honradez além de, no dizer daqueles que com eles privaram, serem cultores intransigentes do Direito e da Justiça. Passaram-se os anos, sucederam- se os presidentes e o padrão moral da política e dos políticos caiu de forma vertical, até chegarmos ao ponto em nos encontramos hoje. Assim, não é de admirar que o mesmo tenha acontecido aos ministros do STF. Afinal, como es- tranhar o nível de boa parte deles, se tal parcela foi indicada por autoridades que ho- je estão às voltas com a própria Justiça, haja vista terem transfor- mado a Presidência da República em labora- tório da corrupção e em valhacouto de bandi- dos de colarinho bran- co, enquanto era ludi- briada a grande massa de despossuídos com promessas mirabolantes e mentiro- sas? De que forma acreditar na isenção de juízes que devem a sua nomeação a relações de parentesco e a amizades familiares, ou na imparcialidade de quem não se pejou de violentar a Constitui- ção, quando do julgamento de Dilma Roussef, evitando cassar seus direitos políticos? Mas as coisas não param por aí e vamos encontrar, na presidência do Tribunal, um cidadão por duas vezes reprovado em concurso para juiz esta- dual e que, tendo militado por longo tempo junto aos corifeus petistas a eles, obviamente, deve sua indicação para o STF. Hoje, assistimos aos lances finais de uma campanha desenvolvida de co- mum acordo, entre a esquerda e os ve- lhos caciques políticos do chamado Centrão, que nunca assimilaram a der- rota sofrida quando da última eleição presidencial. Se a vitória do atual Presi- dente veio no bojo da insatisfação po- pular com as revelações da Operação OS SORRISOS VIRÃO DEPOIS Não cabe, ao Supremo Tribunal Federal, sem mandato outorgado pelos brasileiros, interpretar a Lei ao seu talante. Lava Jato, era mister que, de uma forma ou de outra, esta fosse paralisada e seus efeitos minimizados. Como fazê-lo? Foram, desde o iní- cio, abertas duas grandes frentes. A primeira, capitaneada pelo PT, voltada para a libertação do ex-presidente Lula e outra, veiculada nos meios de comu- nicação, influenciada por políticos que não conseguiram emplacar o chamado governo de coalizão. Ambas, ao fim e ao cabo, desaguaram no Supremo Tri- bunal Federal que, inexplicavelmente, legisla contra um Executivo que se re- cusa a ser chantageado pelos podero- sos de ontem e, contra o Brasil, ao ameaçar libertar um ex-presidente cor- rupto e corruptor, mun- dialmente reconhecido como tal. Está em curso, no STF, o julgamento da prisão após a segunda instância. Pelo andar da carruagem, caberá ao seu presidente o Voto de Minerva. Na verda- de, trata-se de uma ação voltada para libertar o ex-presidente Lula e, da decisão que vier a ser tomada, resultará a liberdade (ou não) de outros quase cinco mil criminosos. Em nossa Pátria, a sabedoria po- pular assinala que somente vão para a cadeia os pretos, os pobres e as pros- titutas (os conhecidos 3Ps). Embora o evidente exagero, não pairam dúvidas quanto ao fato de que os criminosos capazes de contratar advogados que privem da intimidade dos ministros do STF, sempre ganham o benefício da pres- crição dos seus erros. Exemplos, temos em quantidade. Faz-se mister que os patriotas mos- trem a todos, de uma vez por todas, não ser mais possível tratar-nos como gado sendo levado para o matadouro. Não cabe, ao Supremo Tribunal Federal, sem mandato outorgado pelos brasileiros, interpretar a Lei ao seu talante. Talvez nos esperem tempos difíceis. Todos sa- bemos que um nascimento não se dá com sorrisos e sim com dor e choro. Os sorrisos virão depois. ojbarrosr@gmail.com Anteriormente, abordamos o Sínodo da Amazônia e prosseguimos no es- tudo da defesa da região amazônica, por meio da ‘estratégia da resistência’. O citado Sínodo encerrou-se em 27 de outubro, quando foi dado a público um documento com algumas importantes con- siderações e propostas. Entre elas, a orde- nação de homens casados, na área do bio- ma amazônico; a criação do “pecado eco- lógico”, sem que ainda se saiba bem o que isso quer dizer; o respeito à religiosidade, história e culturas dos aborígines, eis que a Igreja deve ser intercultural; e a criação de um “observatório pastoral socioam- biental”. Não houve consenso quanto à instituição de um diaconato para mulhe- res, mas foi preconizada a ampliação da presença feminina em misteres religiosos. O Papa Francisco, na missa de encerramento do Conclave, condenou, com veemência, “a violência e o saque que conti- nuam machucando a maior flo- resta tropical do mundo”. Outrossim, comentamos aspectos julgados de relevân- cia acerca da “Estratégia da Re- sistência”. Gostaríamos, por muito apropriados, de repro- duzir alguns conceitos exara- dos pelo saudoso general Ze- nildo, em entrevista para a re- vista ‘Verde Oliva’, de mai/jun 1998. Alertou-nos aquele emé- rito Chefe: “Amadureci tam- bém a noção de que esse Exér- cito, atento às prioridades da sociedade a que serve, não po- de ser mais poderoso do que a Nação. Países que falharam em entender esse ensinamento aca- baram por nos proporcionar trágicas lições”... E mais adi- ante: “A Estratégia da Resis- tência é a maneira autóctone de conduzir o combate na selva tropical. Será na even- tualidade de ocorrer um conflito naquela região, a estratégia do fraco contra o for- te, visando seu desgaste físico e psicoló- gico, atingindo-o no seu ponto mais vul- nerável: a vontade de lutar”. A partir de 1995, tal estratégia de dissuasão foi im- plantada no Comando Militar da Amazô- nia; e, de lá para cá, vem sendo aperfeiço- ada (agora também pelo Comando Militar do Norte). Em 2004, oficiais brasileiros es- tagiaram no Vietnã, haurindo indispensá- veis conhecimentos. As ações de guerri- lha - vide “A Arte da Guerra”, obra escrita por Sun Tzu, há 2500 anos -, e desenca- deadas, com maestria, pelo general Vo Giap, comandante do Exército Popular do Vietnã, falecido em 2013, passaram a ser estudadas mais amiúde (a Biblioteca do Exército - Bibliex - editou, em 2002, o livro “Vitória a Qualquer Custo – A biografia do general Vo Nguyen Giap”, escrito pelo coronel Cecil B. Currey, do Exército dos EUA). Após Napoleão Bonaparte, os no- vos estrategistas militares Von Clau- sewitz, ainda no século XIX, e, no século XX, Liddell Hart (‘estratégia de ação in- direta’; sendo cognominado de “O Clau- sewitz do Século XX”) e André Beaufre (‘estratégia da dissuasão’), modeladores da Ciência e da Arte da Guerra, foram no- táveis para a consolidação de nossa com- entada estratégia. Impende ainda lembrar, dentre outras, das seguintes obras co- nexas ao assunto: “Os Centuriões” de Jean Lartéguy; “Guerras Insurrecionais e Revolucionárias, da Antiguidade a Nos- sos Dias”, de Gabriel Bonnet, e “Guerra Revolucionária”, de Hermes de Araújo Li- ma. A Bibliex, afortunadamente, publicou livros de todos os citados neste texto. Em derradeiro, afirme-se que é in- concebível relativizar-se o conceito de So- berania, máxime em relação à brasileira Amazônia. No próximo artigo, teceremos comentários a respeito de um nosso En- saio, de título “Soberania, “Soberania Li- mitada”, “Dever de Ingerência”, “Inter- venção Humanitária”, publicado em “A Defesa Nacional”, jul/set de 1993. Quando Deus criou o mundo, uma esfera pesando bilhões de toneladas, girando velozmente em torno de uma estrela em fusão atômica para lhe fornecer calor e luz, em uma órbita perfeita em torno desse turbilhão de fogo, tudo em equilíbrio matemático, o Criador ficou espantando com a perfeição de Sua criatura. Uma natureza exuberante habitada por seres vivos vivendo em harmonia dentro das normas estabelecidas por Ele. Achou pouco. Vou fazer desse brinquedo um paraíso celestial, aí criou o homem dando-lhe a razão e o livre arbítrio para ser o dono e governar a sua Criação, e foi cuidar de ou- tros afazeres siderais. O homem ficou solto, dono do pedaço, e transformou-se no animal mais perverso do Reino da Criação. Tratou de viver em bandos espalhados por toda parte. Inventou a guerra, criou nações, subjugou os seus semelhantes, maltratou os animais e, não satisfeito, poluiu o planeta, destruiu a natureza, que tanto o alimentava, e investiu a sua inteligência e o seu livre arbítrio, criando com as suas mãos o mundo moderno, com as suas benesses e os seus desalentos. Hoje, o mundo vive uma guerra de todos os matizes, desde os desafios raciais, políticos, culturais, ideológicos e demais distúrbios próprios da loucura Cel José Batista Pinheiro (Rio de Janeiro, 08.11.2019) BRASIL. UM PARAÍSO DE MALFEITORES universal que afeta o bem estar de todos os povos. Nesse contexto, o nosso Brasil aparece como uma exceção. Não gostamos de guerra, somos os maiores produtores de alimen- tos do mundo, os esportes coletivos aliviam as nossas tensões, principalmente o futebol, onde o Flamengo dirigido por um português é o clube mais querido de todos. Embora cometamos alguns pecadilhos, quando desmatamos as nossas florestas, ateamos fogos em áreas de conservação ambiental e surrupiamos o erário, pouco importa em sermos taxados de malfeitores. Agora, vem a parte mais importante de tudo isso. Aqui no Brasil, fomos alçados à categoria de Paraíso de Malfeitores. Os distúrbios criminais são tratados com a leniência da nossa constituição cidadã. Acabamos de saber que o nosso Egrégio Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de abolir qualquer possibilidade de apenar aos infratores da lei, ficando a impunidade como um privilégio de criminosos de quaisquer espécies, que não vão mais para a cadeia, nem multados com pecúnia, basta ser rico e pagar regiamente aos nossos competentes advogados criminais, que estão rindo à toa. (XXV) Vamos encontrar, na presidência do Tribunal, um cidadão por duas vezes reprovado em concurso para juiz estadual e que, tendo militado por longo tempo junto aos corifeus petistas a eles, obviamente, deve sua indicação para o STF. O nosso Egrégio Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de abolir qualquer possibilidade de apenar aos infratores da lei, ficando a impunidade como um privilégio de criminosos de quaisquer espécies, que não vão mais para a cadeia, nem multados com pecúnia, basta ser rico e pagar regiamente aos nossos competentes advogados criminais.
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    Nº 270 -Novembro/2019 11 *Graça Salgueiro * É jornalista independente, estudiosa do Foro de São Paulo e do regime castro-comunista e de seus avanços na América Latina, especialmente em Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil. É articulista, revisora e tradutora do Mídia Sem Máscara e proprietária do blog Notalatina. Aesquerda tem o péssimo hábito de rotular tudo o que é legal e consti- tucional de golpe, inversamente aos inúmeros atos que eles têm praticado em seus países. Assim foi com as depo- sições legais de Fernando Lugo no Paraguai, Manuel Zelaya em Honduras e Dilma Rousseff no Brasil. O mais re- cente veio da Bolívia, onde Evo Morales se viu forçado a renunciar. De todos esses casos, o mais aber- rante é o do cocalero boliviano que agora posa não só de vítima mas de mártir do preconceito. Vamos fazer uma retros- pectiva para exemplificar melhor. Evo assume o primeiro mandato, eleito de- mocraticamente, em 2006. Em setembro de 2008, uma série de episódios violen- tos que resultaram em vários mortos, feridos e presos inocentes que perma- necem até hoje encarcerados, nas loca- lidades de Cobija e El Porvenir, em Pando, o principal responsável pelo que ficou conhecido como o “massacre de Pando” foi Evo Morales que, apesar das evidências gritantes de sua responsa- bilidade foi inocentado pela UNASUL e CIDH e nunca pagou por esses crimes. Em2009,emumadecisãocoordena- da pelo Foro de São Paulo já realizada pela Venezuela, Honduras e Equador, a Bolí- via decide fazer uma nova Constituição onde o objetivo era se perpetuar indefini- damente no poder. Na Bolívia definiu-se que o presidente só poderia exercer dois mandatos. Encerrada a Assembléia Naci- onal Constituinte, marcou-se novas elei- ções e Evo começou seu segundo manda- to, de 2010 a 2014. Entretanto, a justiça comprada pelo cocalero lhe permitiu con- correr pela terceira vez, como se fosse a segunda, alegando que o primeiro manda- to não valia porque era de “outro estado”. Em 2015 começa o terceiro mandato e em 21 de fevereiro de 2016 ele chama a um referendum para novamente modificar a Constituição de modo a que lhe permi- tisse finalmente a re-eleição indefinida, mas perde rotundamente. Não satisfeito, ele recorre fraudulentamente ao Pacto de San José, alegando que “limitar os man- datos ia contra os direitos humanos” e se candidata com a anuência da Comissão de Direitos Humanos da ONU. Em 20 de outubro de 2019 realizam- se as eleições e com 87% das urnas apu- radas Morales está na frente mas não o bastante para ganhar no primeiro turno. Imediatamente ocorre um apagão, param NÃO FOI GOLPE! Morales com a bandeira do México durante o vôo de fuga para aquele país Foto: Marcelo Ebrard, via Twitter, via Reuters Pixação em muro na Bolívia, debochando do ditador agora deposto, pois sua conta no Twitter é “Evo ES pueblo” Foto: AFP O Pequeno Notável Exército da Bolívia, o menor e menos equipado da América Latina. FUZILOU CHE GUEVARA, PRENDEU CESARI BATTISTI, PÔS EVO MORALES PRA CORRER! o escrutínio e 30 horas depois retomam, onde Morales cresce exponencialmente e ganha no primeiro turno. Cabe aqui lem- brar que esse é um método já fartamente utilizado, primeiro na Venezuela com Hugo Chá- vez por mais de uma vez e de- pois por Nicolás Maduro, e em 2014 aqui no Brasil com a Srª Rousseff. Quem não lembra do apagão, onde ela perdia e de- pois que a energia voltou ela passou com larga folga para o primeiro lugar? Diante dessa fraude gri- tante, o povo foi às ruas pro- testar e exigir que se realizas- se um segundo turno. Mora- les não aceitou e insistiu na vitória fraudulenta, na repres- são e numa violência bem ca- racterística do seu espírito criminoso, deixando um sal- do de 5 mortos, centenas de feridos e uma enormidade de presos. Começam a aparecer caixas chei- as de atas que foram escondidas em residências e a prova de que toda a base de dados foi comprometida, inclusive confirmado por uma empresa particular que já havia feito uma auditoria. Diante da pressão do povo que não arredava o pé das ruas, ele decidiu pedir uma auditoria com técnicos da OEA, cujo resultado demonstra claramente que sim, houve fraude por parte do governo. O povo exige a renúncia de Morales e ele repele com grupos de choque, muitos vindos da Venezuela e provavelmente também de Cuba, como foi confirmado dias depois pela Polícia. A Polícia recusa-se a agredir a po- pulação e até os setores mais leais ao cocalero, como a central operária e gru- pos indígenas, pedem sua renúncia. Vendo-se encurralado diante de provas tão rotundas e da resistência de um po- vo que se recusa a ser lesado mais uma vez, Morales convoca novas eleições, mas, diante da fraude, a lei determina prisão para todos os membros do Tri- bunal Eleitoral e inabilitação do candi- dato, fato que não ocorreu. Morales exigiu aos militares que re- primisse o povo, mas por lei, para que isso aconteça é necessário a assinatura do presidente e de todo o seu gabinete, coisa que ninguém quis acatar. No sábado à noite a Polícia ficou amotinada e declarou nas ruas seu apoio ao povo enquanto pediam a renúncia do ditador. Ao ver que já não contava com nenhumapoioMoralesfogeparaChapare, lugar onde se cultiva coca não apta ao consumo humano e apresenta sua re- núncia, que foi recomendada pelo Co- mandante das Forças Armadas, general Williams Kaliman. Ato contínuo tam- bém renunciam seu vice, Álvaro García Linera, os presidentes da Câmara e do Senado, o ministro da Defesa, Javier Eduardo Zavaleta López, e o Coman- dante Nacional da Polícia, Yuri Cal- derón. A ex-presidente do Tribunal Su- premo Eleitoral, María Eugenia Cho- que, foi presa enquanto tentava fugir, disfarçada de homem. Com o presidente deposto e toda a linha sucessória também, quem cons- titucionalmente poderia assumir a pre- sidência da República? Restou à sena- dora opositora do partido Unidad De- mócrata e segunda vice-presidente do Senado, Jeanine Áñez, ocupar a presi- dência interinamen- te, até que se convo- quem novas eleições. O mundo livre e civilizado aplau- diu a saída de Morales do poder, entre- tanto me pareceu injusto com o povo boliviano que esse criminoso saísse do país impune. Encurralado e com medo, ele pediu asilo político no México, do comparsa no Foro de São Paulo, Manu- el López Obrador, que mandou um jatinho da Força Aérea Mexicana ir buscá-lo em La Paz, custeado com os impostos de um povo que sequer foi consultado se queria o criminoso boli- viano em seu país. O presidente eleito da Argentina quis dar guarida ao cama- rada, denunciando que ele foi vítima de um golpe mas Mauricio Macri não per- mitiu, inclusive não liberou o espaço aéreo argentino para que ele pudesse fugir para o México. Equador e Peru também não liberaram seus espaços aé- reos para a fuga do tirano. Enquanto escrevo esse artigo assisto pela CNN em Espanhol a che- gada dele no aeroporto mexicano, que desce junto com García Linera. Obrador estava lá para recebê-lo e disse que aceitou o pedido “por questões huma- nitárias”. Logo após descer da nave, Morales fez um breve discurso se di- zendo “injustiçado, perseguido” e que “seu único pecado foi ter nascido ín- dio”. Ainda agradeceu ao Brasil por ter liberado o espaço aéreo para a sua fuga. Na Bolívia continuam as manifestações, agora das “viúvas” de Evo que, em ne- nhum momento lembrou de pedir a seus “súditos” que aceitassem os fatos e man- tivessem a calma e a paz. Em 2002 Chávez também renun- ciou mas ficou apenas 3 dias na ilha Margarita, voltando depois triunfal para só sair do poder morto. Rogo a Deus que isso não ocorra na Bolívia porque aquele bravo povo não merece! Só nos resta agora torcer para que, com a mes- ma coragem que apeou do poder um tirano sanguinário, os bolivianos o le- vem à Corte de Haia para ser julgado por seus incontáveis crimes. ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ O mundo livre e civilizado aplaudiu a saída de Morales do poder, entretanto me pareceu injusto com o povo boliviano que esse criminoso saísse do país impune.
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    8Nº 270 -Novembro/2019 12 * Ernesto Caruso STF: UM ESPANTO! Escárnio, trote, vaia, menosprezo, desdém, depreciação, desapreço, caçoada, zombaria https://www.youtube.com/watch?v=FIOgC3J5sIQ 30 ANOS DA QUEDA DO MURO DE BERLIM Abaixo uma lista sobre aspectos ligados ao evento e as homenagens às vítimas dos comunistas, no MUSEU VÍTIMAS DOS COMUNISTAS. http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/vitimas-dos-comunistas-nas-tentativas-de-fuga-da-alemanha-comunista http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/europa-exige-justicia-para-victimas-del-comunismo http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/muro-de-berlim http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/memorial-de-jan-palach-e-jan-zajic-praca-venceslau-praga http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/monumento-a-ryszard-siwiec-praga http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/monumento-a-imre-nagy-budapeste-hungria- http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/dia-da-fita-preta-%E2%80%93-23-de-agosto http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/monumento-as-vitimas-do-comunismo-%E2%80%93-praga-%E2%80%93-tchecoslovaquia- http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/2007-memorial-das-vitimas-do-comunismo http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/homenagem-as-vitimas-do-holodomor-ucrania http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/torcida-da-polonia-exibe-bandeira-gigante-contra-comunismo http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/saloes/ver/-cardemio-jayme-dolce-as-vitimas-das-vitimas http://museuvitimasdoscomunistas.com.br/depoimentos/jorge-amado-repudia-o-comunismo Em várias das reportagens sobre o assunto, falou-se muito sobre a queda do Muro de Berlim, mas com muito pouca narrativa sobre as barbari- dades sofridas pelos alemães sob o re- gime comunista e as desgraças que mar- xistas, stalinistas e adeptos semearam pelo mundo. Na foto ao lado, o Presidente ale- mão Frank-Walter Steinmeier, o Presi- dente húngaro Janos Ader, o Presiden- te polaco Andrzej Duda, a Presidente eslovaca Zuzana Caputova e o Presi- dente checo Milos Zeman no Muro de Berlim a 9 de Novembro de 2019. Alemanha celebra 30 anos da que- da do Muro de Berlim - "Durante a ceri- mônia, Steinmeier e os presidentes das quatro nações da Europa Oriental colo- caram rosas em uma pequena brecha nos restos do muro no memorial. Em agosto de 1989, guardas hún- garos da fronteira pela primeira vez permitiram que pessoas da Alemanha Oriental travessassem livremente para a Áustria, abrindo caminho para a que- da do Muro de Berlim três meses depois e, com ele, o fim da Cortina de Ferro. Steinmeier disse, no entanto, que o evento histórico não marcou o "fim da história", como afirmou o histo- ria-dor norte-americano Francis Fu- kuyama. A luta dos sistemas políti- cos continua e o futuro é mais incerto do que nunca, acrescentou. "A demo- cracia liberal está sendo desafiada e questionada", afirmou Steinmeier, pe- dindo à Alemanha e seus aliados euro- peus que continuem lutando por uma Europa pacífica e unida." O julgamento no STF, neste outubro rosa, das Ações Declaratórias de Constitucionalidade é a ponta do iceberg diante do impacto na sociedade do que pode ocorrer devido ao mais novo remen- do na jurisprudência. Concordes com a prisão em segunda instância manifestaram-se os ministros Ale- xandre de Moraes, Edson Fachin, Roberto Barroso e Luís Fux. Contrariamente, até a sessão do dia 24/10/19, posicionaram- se os ministros Marco Aurélio, relator, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski. Alguns aspectos do voto do minis- tro Lewandowski requerem acurada ob- servação. De início diz o ministro, “Antes de proferir meu voto, recordo que ao ser empossado no cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal... assumi o solene compromisso de cumprir a Cons- tituição e as leis da República, sem con- cessões a opinião pública ou publica- da e nem a grupos de pressão. E desse compromisso jamais me desviei...”. O compromisso está previsto no Art. 15 do Regimento Interno, § 1º, “No ato da posse, o Ministro prestará compro- misso de bem cumprir os deveres do car- go, de conformidade com a Constituição e as leis da República.”. Só isso. No entanto, apesar da firmeza do intróito ao voto, a nação brasileira as- sistiu o fatiamento do Art. 52 da Cons- tituição, cujo parágrafo único diz “limi- tando-se à condenação... à perda do cargo, com inabilitação... para o exer- cício de função pública.”. Mas, para Lewandowski, que pre- sidia o Congresso na sessão do im- peachment de Dilma Roussef, a Consti- tuição foi respeitada a despeito da opi- nião pública, pressões e pareceres de renomados juristas. A reforçar a infidelidade, além da cristalina expressão ”... perda do cargo, com inabilitação... para o exercício de função pública”, ou seja, por adição/co- nexão, um elemento com o outro, basta ler o Roteiro para a sessão de julgamento, nos itens resumidos: - “26. Antes da votação, o presiden- te formulará o quesito que deverá ser ob- jeto de julgamento...: cometeu a acusada, a senhora presidente da república... os crimes de responsabilidade... que lhe são imputados e deve ser condenada à perda do seu cargo, ficando, em consequência, inabilitada para o exercício de qualquer função pública...? - 27. Os Senadores que entenderem que a acusada deve ser con- denada à perda do cargo e à consequente inabilitação, pelos crimes... responde- rão...”. A recordar lições do idioma, a pre- posição “com”, tipo de relação conside- rada conexão, a ligar palavras em proces- so de subordinação (regência) o primeiro, antecedente, regente, o segundo, conse- quente, regido. Precavendo-se quanto ao futuro e para assegurar a liberdade dos que têm em mente, dá uma aula sobre a rigidez das Constituições, a admitir as modificações, por legisladores ou pelos juízes, mediante interpretação, mas ressalta: “ela jamais poderá vulnerar os valores fundamentais sobre os quais se sustenta”. Chega onde deseja, ao abordar as cláusulas pétreas, definidas na Consti- tuição Federal, Art. 60, § 4º, “os direitos e garantias individuais”. Daí, aborda o tópico da “presunção de inocência, com toda a certeza, a mais importante das sal- vaguardas do cidadão”, farol que funda- menta o seu voto e como ação preliminar, dá o recado ao Congresso Nacional, onde já tramita emenda a barrar ou esmaecer a impunidade. Acaricia. Chama os colegas de com- preensíveis, mas ingênuos por acredita- rem que assim melhor contribuirão para combater a corrupção, e, a seguir, ad- moestá-los: “Nem sempre, contudo, em- prestam a mesma ênfase a outros pro- blemas igualmente graves, como o inad- missível crescimento da exclusão social... desemprego... sucateamento da saúde pública e... esfacelamento da educação estatal, para citar apenas alguns exem- plos...”. O voto da ministra Rosa Weber não surpreendeu. Textos conflitantes, das po- sições assumidas, “prendendo ou sol- tando” em função da colegialidade, para sintetizar na discordância do que prati- cava em vários processos que relata, pa- ra, conclusivamente acompanhar o voto do relator das ADC. Vejamos: “... Voltou a prevalecer, desde então, 17.02.2016, neste Supremo... a tese de que não comprometida a presun- ção de inocência pela execução antecipa- da da pena... E minha postura... foi a de acatar o entendimento sedimentado pelo Plenário... decidir em conformidade com a jurisprudência do STF... e em respeito ao princípio da colegialidade - meio de atri- buir autoridade e institucionalidade às decisões desta Casa...” Prossegue: ... em pro- cessos da minha Relatoria lavrei no mínimo dezoito acórdãos... e proferi sessenta e seis decisões monocrá- ticas, aplicando a jurisprudência preva- lecente de que não obstaculizada pelo art. 5º, LVII, da CF a execução antecipa- da da pena. A eles há que acrescer meus votos, idênticos, nos processos da re- latoria dos demais Ministros do cole- giado.” Não se pode olvidar daquela con- versa interceptada em que Lula fala a Jacques Wagner, “Se homem não tem saco, quem sabe uma mulher corajosa possa fazer o que os homens não fize- ram.”. Citando a ministra Rosa. Do ministro Barroso, a demonstrar a insegurança jurídica reinante naquele nirvana: “Desde a promulgação da Cons- tituição de 1988 até 2009 – na verdade desde 1941 – sempre se entendeu possí- vel a execução após a condenação em 2º grau... Aliás, nesse intervalo de 2009 até hoje, já houve quem tivesse sido a favor, contra, a favor e, agora, contra.” Ufa! De enlouquecer. Que o ministro Dias Toffoli honre o que asseverou na entrevista à jornalista Luíza Muzzi (O Tempo), ao que parece com muita convicção. Não honrou. O ultraje de toga à Nação Brasilei- ra ao vivo e a cores ocorreu no dia 7 de novembro de 2019 na Corte dita supre- ma. As palavras do ministro Dias Toffoli que condenaram Luís Estevão, aborda- das na entrevista acima citada, servem agora para livrar outros corruptos do mesmo jaez: - Repórter: “Como o senhor enxer- gou a reação do meio jurídico quanto à posição do Supremo sobre a prisão em segunda instância? - “Eu sempre tive comigo que não era necessário aguardar o recurso espe- cial junto ao Superior de Justiça, nem o recurso extraordinário junto Supremo Tribunal Federal... mais de 26 recur- sos... se eu não tivesse tomado uma atitu- de drástica... ele estaria solto... último dia para a prescrição... artifício... inú- meros e inúmeros recursos... Convicção de circunstância. Outros “luíses” tiveram ou terão mais sorte... O mundo da decência caiu... Ernesto Caruso NR: No ano seguinte à queda do Muro de Berlim, em 1990, Lula e Hugo Chávez criaram o Foro de São Paulo, com a finalidade de recuperar na América Latina o que foi perdido no Leste Europeu e até hoje, continuam tentando agora com o nome de Grupo de Puebla
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    Nº 270 -Novembro/2019 13 No dia 30 de outubro, na Escola de Sargentos das Armas (ESA), em Três Corações (MG), comandada pelo General de Brigada Flávio Alvarenga Filho, ocorreu o Encontro da Turma de Formação de Sargentos - "Turma Marechal Mascarenhas de Moraes" - alusivo ao cinquentenário de sua formatura. A memorável reunião teve início no auditório da Escola, onde os antigos militares assistiram a um vídeo, especi- almente preparado, na recordação do longínquo ano de 1969, seguido das palavras de recepção do general co- mandante. Após isso, foi celebrado um culto ecumênico pelos capelães milita- res. Na sequência, o orador da Turma, 1° tenente Sebastião Domingos da Sil- va Ramos, proferiu um discurso, que a todos emocionou, relembrando os sau- dosos tempos dos alunos de meio sécu- lo atrás... Também muito emocionante foi a inauguração da placa do Jubileu de JUBILEU DE OURO DA TURMA DO CFS DA ESA, DE 1969 Ex-alunos e seus familiares. À esquerda, o capitão Carvalho (antigo monitor), a capitão Araceli, das Relações Públicas da ESA, e o coronel Soriano Os veteraníssimos militares esianos em frente ao tradicional portão de entrada da Escola. Quanta saudade... Desfilam os ex-alunos de 1969, à frente o coronel Soriano, antigo instrutor de Infantaria, ao som do dobrado "Fibra de Heróis" Ouro. E tudo culminou com o indescritível desfile da veteraníssima tropa, na entrada para o rancho, à retaguarda dos alunos do presente ano. Em passo ordinário, cadência firme e vibrante, todos adentraram o refeitório, ao comando, à frente da tropa, do coronel Soriano (antigo instrutor), indo até ao seu final, sob a assistência do Corpo de Alunos. O coronel puxou três 'hip hurra' - à ESA, ao Exército e ao Brasil - e comandou o 'fora de forma', quando todos se con- fraternizaramcomosjovensfuturossar- gentos, percorrendo as diversas me- sas. O general, então, saudou os ve- lhos Soldados e determinou que os alunos cantassem a Canção da Esco- la, finda a qual pediu uma salva de palmas para os encanecidos compa- nheiros de outros tempos (os alunos quase que não paravam mais de aplau- dir!). Tudo foi uma verdadeira imersão na saudade... Viva o altaneiro, glorioso e invicto Exército de Caxias!! * Luiz Felipe Schittini Seria de bom alvitre, que ela fosse transmitida nos bancos escolares. Durante o regime militar, de 1964 à 1985, foi aprovada em 28 de agosto de 1979, pelo Congresso Nacional por 206 votos contra 201, a Lei nº 6683, conhecida como a LEI DA ANISTIA, o que resultou na volta de brasileiros refugiados e exilados do país. Eram adeptos da implantação do regime comunista à força no Brasil e, que foram rechaçados por um movimento cívico - militar e religioso, no dia 31 de março de 1964. Os anistiados começaram a realizar uma “mega lavagem cerebral” nas salas de aulas, a partir de 1980 até o ano de 2018, tecendo comentários inverídicos acerca do regime militar. Foram 38 anos de intensa deterioração do que realmente aconteceu durante o regime. Desde 1935, ano da eclosão da Intentona Comunista principalmente nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Pernambuco, que adeptos desse regime auto- ritário, ateu, contra a propriedade privada e a liberdade de expressão, tentam im- plantar à força no Brasil, sendo apoiados na época pela União das Repúblicas So- cialistas Soviéticas (URSS) e a China. Em 1960 voltaram novamente às suas reais intenções. Vamos citar as principais organizações marxistas e leninistas que atuaram contra o regime militar: - PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL- Em 1964 uma delegação foi à China recebendo de Mao Tsé Tung, dirigente chinês, o conselho: “Guerrilha, acima de tudo”. - AÇÃO POPULAR - Grupo de esquerda da Igreja Católica. - PARTIDO OPERÁRIO REVOLUCIONÁRIO TROTSKISTA - GRUPO DOS ONZE - Criado pelo Governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, cunhado do ex-presidente João Goulart. - ORGANIZAÇÃO REVOLUCIONÁRIA MARXISTA- POLÍTICA OPERÁRIA. - MOVIMENTO NACIONAL REVOLUCIONÁRIO - Criado por Leonel Brizola para a formação de guerrilheiros, com o apoio de Fidel Castro, de Cuba. O treinamento se ini- ciava em Pando, no Uruguai, na propriedade de Isidoro Gu- tierrez, ex-vereador de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul e amicíssimo de Brizola. - AÇÃO LIBERTADORA NACIONAL (ALN) - Criada em 1968 para ser o embrião do Exército Revolucionário, a força armada do povo, capaz de destruir as Forças Armadas e expulsar o capitalismo. Foi uma das mais violentas organi- zações terroristas e tinha como chefe Carlos Marighela. - MOVIMENTO DE LIBERTAÇÃO POPULAR - Grupo dissidente da ALN, fundado por José Dirceu. -MOVIMENTOREVOLUCIONÁRIO8DEOUTUBRO - Surgiu de divergências no Partido Comunista Brasileiro, tendo como base a Univer- sidade Federal Fluminense. - DISSIDÊNCIA GUANABARA - Em janeiro de 1969 comprou armas e iniciou o treinamento de guerrilheiros, na cidade de Jequié, na Bahia. - VANGUARDA POPULAR REVOLUCIONÁRIA - Comandada por Carlos Lamarca e atuava no Vale da Ribeira, a 200km, do sul da cidade de São Paulo. -VANGUARDAARMADAREVOLUCIONÁRIAPALMARES-Criadaem1969com A VERDADEIRA VERDADE a fusão da VPR e Comando da Libertação Popular. Dentre as suas principais ações destacamos: o assassi- nato do marinheiro inglês David Cuthberg e do Delegado de Po- lícia Octávio Gonçalves de Mo- reira Júnior. Roubo de US$ 2.500.000 da casa de Ana Capriglione Benchi- mol, em Santa Teresa, bairro da cidade do Rio de Janeiro. Durante a posse de Dilma Roussef como Chefe da Casa Civil do governo Lula, José Dirceu a chamou de “camarada de armas”. Dilma ajudou muito na infra-estrutura de assaltos a bancos e planejou o maior golpe da luta armada - o roubo do cofre de Adhemar de Barros, na época governador de São Paulo. Como chamar de “ditadura” um regime em que os 5 presidentes foram eleitos indiretamente pelo Congresso Nacional (deputados federais e senadores da repúbli- ca); que havia eleições para parlamentares e que a partir de 1980, para governadores dos Estados. Urge que a verdadeira verdade seja devidamente mostrada nos bancos escolares. E que os jovens tomem conhecimento e tirem as suas devidas conclusões! Acima há dois jornais (O GLOBO e a FOLHA DE SÃO PAULO) que noticiaram o que aconteceu exatamente há 50 anos e, que na atualidade procuram passar inverdades para o povo brasileiro. E para finalizar, Presidente Bolsonaro, o Sr. dá provas concretas de que está realizando um excelente governo, com reformas que visam diminuir o déficit público, melhorar a educação e a saúde pública, além de reduzir as desigualdades sociais. Estas últimas evitam o surgimento de um “populista” mal intencionado e corrupto ao extremo, que está fa- zendo de tudo para ser solto e voltar ao poder. Falo de Lula que é mito- maníaco (tem compulsão em mentir), cleptomaníaco (impulsão em roubar e se apropriar indevidamente da “res pública” ou coisa públi- ca), corrupto e se faz sempre de vítima, quando é acusado. O PT e os seus partidos e entidades têm uma grande inveja do seu Governo. A inveja é um atestado do complexo de inferioridade que uma pessoa tem em relação à outra. Tenha bastante cuidado com a estra- tégia utilizada pela esquerda: dividir para enfraquecer e depois con- quistar. Esse ensinamento é de SUN TZU (general e filósofo chinês- 545 AC), JÚLIO CÉZAR (imperador romano - 70 AC) e MAQUIAVEL (filósofo, historiador e fundador do pensamento e da ciência política moderna. É autor do clássico O PRÍNCIPE - 1522). E não se esqueça de que “o futuro pertence aos enérgicos que esperam e agem com firmeza e nunca aos tímidos, indecisos e irresolutos”. * TEN CEL PMERJ Instrutor de Deontologia, Chefia Militar, Gestão do EM e Trabalho de Comando das Academia de Polícia Militar D.João VI e Escola Superior da PMERJ no período de 2000 à 2012. E-mail: fschittini@gmail.com Desde 1935, ano da eclosão da Intentona Comunista principalmente nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Pernambuco, que adeptos desse regime autoritário, ateu, contra a propriedade privada e a liberdade de expressão, tentam implantar à força no Brasil, sendo apoiados na época pela União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS) e a China
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    8Nº 270 -Novembro/2019 14 INTERVENÇÃO A solução para salva Potencial, nós temos e precisamos e necessitamos usá-lo! Para isso, de- vemos nos unir cada vez mais, ter humil- dade e o espírito de corpo, tão propalado quando estamos na Ativa. Para conse- guirmos uma definitiva intervenção mi- litar, só depende de nós mesmos. E co- mo conseguí-la? Através do voto cor- porativo. Nada mais fácil, desde que te- nhamos união, humildade, responsabili- dade, patriotismo e vergonha na cara! Os integrantes do Exército têm condi- ções de eleger um se- nador em cada um dos 26 estados e no Distri- to Federal; 2 deputa- dos federais e “n” de- putados estaduais. A Marinha e a Aeronáu- tica, juntas, talvez. As 26 Polícias e Bombei- ros Militares e a Briga- da Militar, fácil, o mes- mo do Exército. Como? Iniciando desde já esse tra- balho e testando-o nas eleições munici- pais de 2020 em todos os municípios que possuam aquartelamentos. Na última eleição nos faltou um co- ordenador em nível nacional, como tam- bém estaduais e diversos outros munici- pais, mesmo com a vitória acachapante do Bolsonaro, que está sendo boicotado no Senado (Armamento) e na Câmara de De- putados (Centrão e Rodrigo Mala). Vejamos o ocorrido em Minas Ge- rais nas últimas eleições para deputado federal – tivemos como candidatos dois oficiais generais, um coronel, uma senho- ra em Juiz de Fora, todos no PSL, alcan- çando juntos mais de 50 mil votos e nin- guém foi eleito. Faltou UNIÃO ! No Exército, entre Ativa, Reserva, Reformados, Pensionistas e funcioná- rios civis devemos ter aproximadamen- te450mileleitores(mul- tiplicado por 4 familia- res ou mais). Éumpotencialque nenhuma outra institui- ção possui!! E ainda po- demos considerar os ca- detes da AMAN, alunos da EsPCEX, dos CPOR/ NPOR, da EsSA e da EASA, dos Colégios Mi- litares e da Fundação Osório, como também as Delegacias de Serviço Militar e os Tiros de Guerra. Quantos se- rão com seus familiares? O pessoal que presta o Serviço Mi- litar como cabos e soldados, não pode ser esquecido, mesmo recebendo um soldo inferior ao salário mínimo! Trabalho es- cravo!?! E o que dizer de um 3º sargento ter um “salário” inferior ao do soldado da PMMG? ou um general 4 estrelas menor do que um coronel dessa mesma PM? E ainda, um “piloto” ascensorista de eleva- dor do Senado, receber mais do que um piloto da Força Aérea ou de um coman- dante de navio? Infelizmente essa é a verdade! Mas não vem ao caso, somente como lembrança. Vejamos agora mais as seguintes possibilidades para atingir a Interven- ção Militar. Utilizar os 3 clubes militares: Mari- nha, Exército e de Aeronáutica, com sóci- os e familiares espalhados por todo este vasto país; todos os Círculos militares que possuem muito mais sócios civis do que militares e seus dependentes; os clu- bes de Subtenentes e Sargentos existen- tes no mesmo espaço; as Associações de Cabos e Soldados espalhadas pelo país; as Adesgs instaladas em todos estados, às vezes duas ou três; associações de Pais e Mestres dos Colégios Militares; Casa da FEB no Rio e ANVFEB, mais de duas em alguns estados; Associações de Militares da Reserva e semelhantes; como lembrança, nossos assinantes da AMOR – Associação de Militares e Oficiais da Reserva sediada em Ribei- rão Preto e da AMIGA em Guaratinguetá e diversas outras semelhantes no Bra- sil afora; somente em BH, a Abemifa – Associação Beneficente dos Militares das Forças Armadas; a AREB – Asso- ciação dos Reservistas do Exército Bra- sileiro; a Adesg, ANVFEB, Colégio Mi- litar, CPOR, Círculo Militar, AOR – As- sociação dos Oficiais da Reserva, Clube de Subtenentes e Sargentos e as duas Vi- las Militares, onde mensalmente são dis- tribuídos os nossos jornais e ainda a representação da FHE/POUPEX, etc. Devemos contar também com o apoio do coronel Claudio Moreira Bento, fundador e presidente de FAHIMTB e da AHIMTB em Resende, que se relaciona muito bem com os IHG – Institutos de História e Geografia, além de suas repre- sentações nos estados, destacando-se a do Rio Grande do Sul, sob a direção do coronel historiador Luiz Ernani Cami- nha Georgis e os contatos permanentes com as organizações militares. Poderemos contar também com todas as turmas formadas na AMAN, que se reúnem anualmente, destacando AMAN - Academia Militar das Agulhas Negras CPOR / Colégio Milita Colégio Militar do Rio de Janeiro ESA - Escola de Sargentos das Armas a Turma Avaí de janeiro de 1956, coor- denada pelo coronel Edu Campelo de Castro Lucas, de Porto Alegre, que edita mensalmente “O Avaiano”. E as turmas da EsSA – Escola de Sargentos das Armas em Três Corações e da EASA – Escola de Aperfeiçoamento de Sargentos das Armas, em Cruz Alta, que também se reúnem anualmente há Ao que nos parece, o Intervenção Militar, já alcançou um resultado superior ao que imaginávamos. Na “reunião” realizada no Clube Militar a 08 de julho foi bastante comentada favoravelmente, sendo aprovada como uma das linhas de ação para as eleições de 2022. Dependemos somente de União, mas se for igual a esta acontecida no dia 08, estamos condenados a sofrer novamen- te as mazelas do Foro de São Paulo, MST, CUT, PT, PSOL... Nos foram lembradas mais outras instituições que poderão participar dessa “intervençãomilitar”:AssociaçãoCulturalMuseuMilitarBrasileiro localizadaem Panambi/RS, onde são encontradas as maio- res coleções de Viaturas Militares do Brasil e até uma aeronave Boeing, 737-300 onde funciona uma sala de cinema, museu e biblio- teca. O objetivo maior dessa Associação é preservar a memória da História Militar das Forças Armadas Brasileiras. A visitação ao Museu é permanente, destacando-se as Escolas que ali compare- cem. Ainda relembrado, o CEBRES – Cen- tro Brasileiro de Estudos Estratégicos, sediado no centro do Rio de Janeiro, onde são realizadas importantes palestras e reu- niões, geralmente sob a responsabilidade do pessoal da Reserva da FAB – Força Aérea Brasileira. Também lembrada a Brigada Para- naense de Viaturas Militares Antigas, se- diada em Curitiba que deve ter milhares de adeptos. E para finalizar, a ideia apresentada de contatos com a Maçonaria e Centros Espíritas. A sorte está lançada e o sucesso só depende da união da família militar. Publicado no Inconfidência nº 266, julho/2019
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    Nº 270 -Novembro/2019 15 O MILITAR, JÁ! ar o Brasil está aqui! Carlos Claudio Miguez Editor do Inconfidência ar de Belo Horizonte Monumento ao Expedicionário Escola Preparatória de Cadetes muito, muito tempo, devendo ser um re- forço bastante importante aos nossos ideais. Outras Associações também po- derão participar da Intervenção Militar como as dos Paraquedistas que se reú- nem bimestralmente no Clube Militar/La- goa sob a coordenação do cel Amilcar Borges Gonçalves e a AsEFEx – Associ- ação dos Ex-alunos e dos Amigos da Escola de Educação Física do Exército, presidida pelo cel Noaldo Alves Silva, que certamente tomará parte conosco e nos apoiará, além da SOAMAR (Socie- dade de Amigos da Marinha) e da ABORE (Associação Brasileira de Oficiais da Reserva do Exército) e outras. Fizemos contato com o cel Av. Luís Mauro Ferreira Gomes, fundador e presidente da Academia Brasileira de Defesa, quando fomos muito bem rece- bidos e para finalizar a 1ª parte, solici- tamos ao cel historiador e nosso articu- lista Manoel Soriano Neto uma abertu- ra junto à tradicional, centenária e pa- triótica LIGA DA DEFESA NACIONAL. Como não poderiam deixar de ser lembrados os contatos com instituições civis – clubes de serviço Rotary e Lions, entidades de Classe, Maçonaria, repre- sentações eclesiásticas e protestantes e por civis, principalmente professoras que frequentam nossas reuniões, recebem nossos jornais e os distribuem em suas escolas ( já distribuimos tempos passa- doso INCONFIDÊNCIApara 1.450 esco- las estaduais em MG) e os voluntários que vestem a nossa camisa “Luto pelo Brasil” e aquelas com o rosto do Bolso- naro e do Ustra. Em BH, mantemos um ótimo relacionamento com a Faculdade Sabará e com o Círculo Monárquico. Feita a apresentação da Interven- ção Militar, gostaríamos de saber quem poderia coordenar e dirigir esse movi- mento que será a salvação do Brasil, pois ocuparíamos o Senado com ampla maioria (mais de 41 senadores) e a teríamos tam- bém na Câmara de Deputados conve- niados com partidos de confiança. Julgamos que ficaria muito bem nas mãos dos generais Mourão, Heleno, San- tos Cruz ou alguns outros indicados pelo Presidente Bolsonaro, pois esta Interven- ção serviria também para a sua reeleição. Aguardamos o retorno de nossos leitores sobre esse assunto e com apresentação de novas ideias. E não venham dizer que essa Intervenção Militar não pode ser divulgada nas organizações militares. Isso não é fazer política e sim tentar salvar o Brasil. Diariamente entram nos quartéis jornais, revistas, ouvem rádio e assistem televisão, geralmente com notícias expedidas pela mídia venal e vendida criticando o atual governo e a ‘ditadura militar’ que salvou o Brasil em 1.964 ! Isso pode.... Gostaríamos de acrescentar que todo este texto foi escrito de afogadilho, durante o feriado (dia Santo de Corpus Christi) de 20 de junho, sem qualquer outra interferência de quem quer que seja, pois ainda é preciso digitá-lo, fazer a revi- são e diagramá-lo até 2ª feira, dia 24, pois estamos antecipando a publicação desta edição para o dia 25, 3ª feira, a fim de que tenhamos tempo suficiente para preparar a nossa reunião anual a ser realizada a 8 de julho, 2ª feira, no Clube Militar/La- goa, a partir das 14.30h, quando tam- bém debateremos essa “Intervenção Militar”, com a sua presença, prezado leitor. Gostaríamos de ter conosco um desses Generais citados anteriormente. Aguardamos comentários e críti- cas sobre essa Intervenção Militar, que não temos dúvida nenhuma, salvará de- finitivamente a nossa Pátria Amada Bra- sil. No próximo número, maiores deta- lhes, pois com a pressa devemos ter es- quecido outras organizações e deixa- mos de citar nomes que já se engajaram neste processo. Já imaginaram tomar conta do Se- nado e ter maioria na Câmara de Deputa- dos, afastando o corrupto Renan Calhei- ros e outros senadores (do Armamento), comotambémoRodrigoMalaeoCentrão? Finalizando, quero deixar bem cla- ro que não sou, nem serei candidato a qualquer cargo eletivo. Faço isso pelos meus filhos e netos e pelo Exército há 25 anos e agora espero ser correspondido e deixar de sofrer o fogo amigo. Desde já, agradeço a atenção que possa merecer ALEA JACTA EST! Esta página continuará a ser publicada até que alguém do atual governo assuma a direção/liderança a fim de que se possa atingir o objetivo principal: dominar o Senado (bem mais fácil) e ter ampla maioria na Câmara de Deputados. Só depende de nós mesmos! Como é do conhecimento de nossos leitores, assinantes e associados, as duas pessoas mais prestigiadas em nosso Inconfidência durante um quarto de século, foram o capitão Jair Bolsonaro e o general Mourão e jamais poderíamos ima- ginar que se tornariam o presidente e o vice-presidente desta República. Mesmo assim, passados 7 meses de governo, apesar de temos enviado nosso jornal para ambos tentando contato, ainda não recebemos qualquer retorno. Julgamos que o general Mourão poderia e deveria assumir o “Comando” desse processo que sal- vará nossa Terra Amada Brasil! Caro amigo Miguez Parabéns pelo artigo “Intervenção Militar, Já”. Li e reli o trabalho e achei sensacio- nal. Isto que, como dizes, foi escrito de afogadilho. Mas bah tche, está perfeito. Nada a acrescentar ou excluir. A ideia é brilhante, porém de difícil execução. Tu mesmo reconheces que, na última eleição, nos faltou um coordenador. Este será o grande problema. Precisamos de um líder a nível nacional, que depois indicaria seus represen- tantes estaduais, municipais... Acho que, caso aceitasse, o Gen Mourão seria a pessoa certa, devido a sua liderança no meio militar. Mas o melhor mesmo, como preconizas, seria alguém indicado pelo Cap Bolsonaro. Tem que partir desse escalão pois, caso con- trario teremos problemas de inveja, interesse em se eleger, etc. Talvez que como Ar- tilheiros tu consigas ter acesso aos teus irmãos de arma (Bolsonaro e Mourão) e não só apresentar-lhes a ideia mas, acima de tudo, conseguir que assumam o comando ou indiquem alguém de peso para cumprir a missão. Pretendo publicar um resumo do artigo (tenho grande limitação de espaço) e indicar a leitura do Inconfidência de Junho para meus leitores. Mando O Avaiano para o Presidente e para o Vice Presidente, mas só o Gen Mourão acusa o recebimento e me cumprimenta. O Bolsonaro nunca me res- pondeu, acho mesmo que algum assessor recebe o jornaleco e o deleta, pois anterior- mente, quando ainda candidato, lhe mandei meu livro (Turma Avaí) e ele me agradeceu através de longa, agradável e elogiosa mensagem. Por falar no meu livro, acho que co- meti a indelicadeza de não ter enviado um exemplar para ti. Esquecimento. Falha ter- rível. Espero que me perdoe e aceite o que estou remetendo. Peço que acuse o rece- bimento. Abraços INTERVENÇÃO MILITAR, JÁ! Cel Cav Edu Campelo de Castro Lucas Com um pouquinho de inteligência e humildade, seria de bom alvitre que a "INTERVENÇÃO MILITAR, JÁ", fosse arquitetada enquanto seu governo ainda se sustenta com altivez. Somente as FFAA têm condições de passar o Brasil a limpo e colocá-lo na rota de primeiro mundo. AO PRESIDENTE JAIR BOLSONARO Administrador Cremilton Silva Publicado no Inconfidência nº 265 de 27 de junho/2019 Publicado no Inconfidência nº 266, julho/2019 Publicado no Inconfidência nº 266, julho/2019
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    8Nº 270 -Novembro/2019 16 JORNAL INCONFIDÊNCIA 3ª Parte Assuntos Gerais e Administrativos Assinatura anual A. VIA POSTAL - Recortar (ou xerocar) e preencher o cupom abaixo, anexando cheque bancário nominal e cruzado, no valor de R$ 150,00, em favor do Jornal Inconfidência e remetê-los para para Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia – CEP 30360-690 – Belo Horizonte – MG - Não enviar dinheiro. B. VIA BANCÁRIA - Depositar ou transferir para o Banco do Brasil o valor de R$150,00 – agência 0643-2 - c/c 128.172-0 e por e-mail, enviar o quadro preenchido e o comprovante do pagamento para jornal@jornalinconfidencia.com.br, e ainda o cupom citado e o xerox do pagamento para Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia - CEP 30360-690 - Belo Horizonte - MG. C. Valores superiores serão muito bem recebidos. D. Informações - e-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br. Fone: (31) 3344-1500 E. Renovação da Assinatura – a cargo do interessado (idem providências acima). ATENÇÃO: Verifique no canto inferior direito da etiqueta de endereçamento postal, o mês/ano do vencimento. E RENOVE!!!E RENOVE!!!E RENOVE!!!E RENOVE!!!E RENOVE!!! PROFISSÃO/POSTO/ GRADUAÇÃO: NOMECOMPLETO: ENDEREÇO: BAIRRO: CEP: CIDADE: UF: E-MAIL: TEL: Autorizo a publicação do meu nome SIM NÃO ASSINAASSINAASSINAASSINAASSINATURAS RECEBIDASTURAS RECEBIDASTURAS RECEBIDASTURAS RECEBIDASTURAS RECEBIDAS 30/05/18 601894 R$ 300,00 Rubens Alexandre B. Luciola / RJ 26/09/18 130313 R$ 500,00 João Álvaro de ???? 07/01/19 046203 R$ 150,00 Jair B. Furtado - Fortaleza/CE 10/01/19 600104 R$ 150,00 Belo Horizonte/MG 12/03/19 103745 R$ 150,00 João Pessoa/PB 03/05/19 500532 R$ 150,00 Lorena/SP 21/05/19 019906 R$ 20,00 Leonardo Barcelos 27/05/19 111332 R$ 150,00 Pampulha/BH 30/08/19 005165 R$ 150,00 Ivan Sérgio / Salvador/BA 13/11/19 700272 R$ 450,00 ?????????? 14/11/19 949054 R$ 200,00 ?????????? 14/11/19 500343 R$ 150,00 ?????????? Data Nº Doc. Banco Brasil Valor Local do Depósito/Identificação DEPÓSITOS NÃO IDENTIFICADOS OU SEM ENDEREÇO OUTUBRO (19 a 31) Lembramos que a data (mês/ano) de vencimento da assinatura é encontrada no canto inferior direito da etiqueta de endereçamento postal. CNPJ: 11.843.412/0001-00 EXPEDIÇÃO DE JORNAIS Este jornal impresso é enviado pelo correio para todos os nossos assinantes/ associados e ainda para diversos outros destinatários. Por e-mail somen- te para aqueles que já nos informaram o seu endereço eletrônico. Outros assinantes que não o estão recebendo pela internet e possuem e-mails, basta informá-los a fim de serem encaminhados. CONSTRIBUIÇÕES ESPONTÂNEAS Estas revistas podem serem encontradas nos seguintes locais: 1 - Martins Livreiro - Rua Riachuelo, 1291 Centro - Porto Alegre/RS 2 - jornal@jornalinconfidencia.com.br Av. Barão Homem de Melo, nº 4.500 Conj. 1501 - Bairro Estoril Cep: 30450-250 - Belo Horizonte/MG Telefone (PABX): 31 2516-6380 À DISPOSIÇÃO DE NOSSOS LEITORES O CRUZEIRO EXTRA Ao fazer ou renovar a sua assinatura, se desejar receber via postal, um Edições Históricas da Revolução de 1964 MANCHETE exemplar destas revistas, envie mais R$ 20,00, por cada uma delas. NOVEMBRO (até o dia 20) As entidades:Academia Parnaibana de Letras – APAL, Sociedade Amigos da Marinha – SOAMAR/PI, Lojas Maçônicas de Parnaíba, Curso de Direito – UESPI/ Parnaíba, Curso de Direito – UNINASSAU/Parnaíba, Instituto de Ensino Superior Vale do Parnaíba – IESVAP, Fundação Dr. Raul Furtado Bacellar, Rotary Club de Parnaíba, Rotary Club Igaraçu, Rotary Club Litoral e Lions Club de Parnaíba (PI) têm a honra de CONVIDAR V.Exa/V.Sa. e família para o lançamento do livro PLURALISMO E DEMOCRACIA de autoria do ilustre parnaibano, Desembargador José James Gomes Pereira (Tribunal de Justiça do Piauí e próximo presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí) em parceria com suas filhas, advogadas Lia Rachel e Lea Beatriz em solenidade no auditório do novo prédio do SENAC/FECOMÉRCIO, na BR-343, bairro Floriópolis, proximidade da UNINASSAU em Parnaíba (PI). Haverá coquetel e musicalidade ambiente. Convite ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Cel PMMG Adilson Antonio J. Bracarense - Uberaba/MG, Gen Div Agenor Francisco Homem de Carvalho - Rio de Janeiro/RJ, Cap. Altair Alves Costa - Sobradinho/DF, Cel Álvaro Bruno Pereira Garcia - Santa Maria/RS, Econ Antonio Carlos Portinari Greggio - Brasília/DF, Cel Amilton da Costa Ramos - Rio de Janeiro/RJ, Cel Antonio Augusto Brasil Carús - Uruguaiana/RS, Cel Armando Vargas Moraes - Porto Alegre/RS, Gen Bda Arlenio Souza da Costa - Porto Alegre/RS, AMIGA - Associação dos Militares Inativos de Guaratinguetá/SP, Cel Athos Marques de Amorim - Resende/RJ, Juiz Décio de Carvalho Mitre - Belo Horizonte/MG, Adv Edgar Vivacqua Granata - Porto Alegre/RS, Engº Edison Renault - Belo Horizonte/MG, Cel Médico Francisco Ozéas Carvalho Coelho - Varginha/MG, Gen Ex Geise Ferrari - Rio de Janeiro/RJ, Aposentado João Antonio Pereira Junior- Curitiba/PR, Gen Bda Jorge Alberto Duardes Boabaid - Santa Maria/RS, Cel José Batista Pinheiro - Rio de Janeiro/RJ, Cel Roberto Otto Popien - Porto Alegre/RS, Tcel FAB Sérgio Pedro D’Angelo - Belo Horizonte/MG, Cel PMSP Theseo Darcy Bueno de Toledo - São Paulo/SP, Gen Bda Ubirajara da Silva Valença - Rio de Janeiro/RJ, Cel Wilson Tatton Ramos - Juiz de Fora/MG e mais cinco depósitos não identificados. Cel PMMG Adilson Antonio J. Bracarense, Cap Altair Alves Costa, Econ Antonio Carlos Portinari Greggio, Cel Amilton da Costa Ramos, Gen Bda Arlenio Souza da Costa, Cel Athos Marques de Amorim, Juiz Décio de Carvalho Mitre, Cel Med Francisco Ozéas Carvalho Coelho, Gen Bda Jorge Alberto D. Boabaid, Cel José Batista Pinheiro, Cel Roberto Otto Popien, Gen Bda Ubirajara da Silva Valença. Prezados assinantes/associados Levamos ao seu conhecimento que das edições nº 270 de 20 de novembro e nº 271 de 27 de novembro, serão enviados dois exemplares de cada uma, a fim de que a edição histórica chegue a destino antes do evento e um deles seja encaminhado a um parente, amigo ou de preferência a um professor (a) com o pedido de que o divulguem e também façam uma assinatura do Inconfidência. CMG Aldo Langbeck Canabarro - Rio de Janeiro/RJ, Tcel Amadeu Deiro Gonzalez - Bagé/RJ, Pensio- nista Angela Maria Santos Duarte - Pouso Alegre/MG, Pecuarista Clodomiro Gonzalez Antunes - Bagé/ RJ, Analista Judiciário Dante Ignacchitti - Cabo Frio/RJ, SO Aer Nilton Mendes de Lima - Betim/MG, Maj Brigadeiro do Ar Venancio Grossi - Rio de Janeiro/RJ e mais 1 militar. SE VOCÊ NÃO DIVULGAR, A MÍDIA VENAL E VENDIDA NÃO FARÁ ISSO POR VOCÊ Data: 29/11 (sexta-feira) - Hora: 19 horas - Local: SENAC/FECOMÉRCIO No Youtube todas as Bandas de Música e seus marcantes repertórios. Uma realização pioneira de arte, cultura, civismo e patriotismo do radialista Zair Cansado.com JORNALISTA ZAIR AUGUSTO CANÇADO RiodeJaneiro/RJ Coronel, a senadora Simone Tabet, de Mato Grosso do Sul, presidente da Comissão Constituição e Justiça, e mais senadores,estão fazendo força para derrubar a manobra libertadora do Lula. Dentro de uma semana a coisa vai esquentar mais no Senado.e o cachaceiro já em campanha com sua turma chefiada pela Gleisi do Paraná, pelo Brasil. O quadro está muito grave, não resta dúvida. Abs.
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    Nº 270 -Novembro/2019 17 BOLSONARO, O TOSCO SARNEY: Resultado de imagem para foto de sarneyImagem relaci- onada um intelectual. Membro da ABL. Escritor e poeta. O multimilionário "dono" do Maranhão. Deixou o país quebra- do, após sucessivos e mal sucedidos planos econômicos, e com uma inflação que, só no último mês do seu mandato (ampliado para 5 anos, sabe-se lá como) foi superior a 80%. Num mês! COLLOR: Resultado de imagem para foto de collorImagem relacionada nascido em berço de ouro. Bom orador, teve educação de 1o. Mundo. Foi impichado por corrupção. Indiciado em vários processos, teve bens apre- endidos. Não está preso graças à leniência do STF. FHC: Resultado de imagem para FOTOS DE fhcImagem relacionada Outro intelectual. Professor catedrático da USP. Professor visitante da Sorbonne. Ao cabo de seu segundo mandato (conseguido sabe-se lá como!) entregou a inflação sob controle, mas com o Brasil no FMI. Passou a faixa para Lula, seu velho companheiro de palanque e de ideias socializantes. LULA: Resultado de imagem para imagens de cobras gigantes Um farsante, semianalfabeto, comia os plurais com a mesma gula com que devorava dinheiro e amantes, como nunca antes na história deste país. Levou 8 anos enganando, trapaceando, roubando. Está preso, condenado em 2a. Instância, em vias de ser condenado também no TRF-4 num outro processo. E com uma outra condenação na 13a. Vara de Curitiba. É réu em mais um monte, no Rio e em Brasília. DILMA: Resultado de imagem para FOTOS DE ANTA A econo- mista que não sabia nada de economia, a anta que não consegue construir uma frase com sujeito, verbo e predicado nos seus devidos lugares. Com a "expertise" de quebrar uma loja de 1,99, foi bem mais longe: quebrou um país inteiro. Foi impichada. E acaba de ter prisão preventiva requerida, mas ainda não deferida pela Justiça. TEMER: Resultado de imagem para FOTOS DO CONDE DRÁ- CULA A finesse em pessoa. Nunca elevou a voz. Nunca disse uma frase que não fosse rebuscada, com direito a mesóclises empoadas e gongóricas. Chefiou por décadas o MDB, um partido que saqueou o país também por décadas - e não por mera coincidência. Está em prisão domiciliar, acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Aí Bolsonaro, menino pobre, estudante de Colégio Militar e Capitão reformado, sucede a essa súcia de letrados e iletrados, espertos e corruptos, carreiristas e punguistas (e até ex-terroris- ta!), quebra todas as regras sujas de se fazer política e é trucidado por ser tosco com as palavras? Por não ser politicamente correto? Por falar o que pensa, sem rodeios? Por cora- josamente dar nome aos bois? Por enfrentar sem medo a mídia que o massacrou na campa- nha? E que continua massacrando um presiden- te legitimamente eleito? Como deputado, estava no Congresso quando todos esses presidentes exerceram o poder roubando, ou aliciando partidos e deputados com ministérios, cargos e até dinheiro vivo, o Mensalão que o diga. O Petrolão também. Mas ele nunca se deixou contaminar. Era uma voz isolada no Plenário e nas Comissões, e desprezado pelos colegas de tantas legislaturas, que nunca davam as assinaturas necessárias para que seus projetos andassem na Casa. Ou então seus projetos eram engavetados pelos presidentes da Câmara - e muitos deles foram processados e/ou foram ou estão presos, como Ibsen Pinheiro, Severino Cavalcanti, João Paulo Cunha, Michel Temer, Eduardo Cunha. Ele sobreviveu incólume àquele antro! Bolsonaro é uma total e absoluta exceção à regra de como se faz política no Brasil. Um alienígena completo. Que se elegeu sem partido importante, sem dinheiro, sem a mídia, sem as corporações, sem nada além de seu discurso conservador, que reverberou nas redes sociais por quem viu nele - com toda a razão - um político que iria fazer diferente de quem o antecedeu. E ele está fazendo. Tem a sutileza de um rinoceronte? Sim. Tem a coragem dos loucos? Também sim. Tem os cacoetes das raposas da política? Definitivamente não. E ainda bem que não, dados os exemplos acima. Ele não é, nem nunca foi um Rolls Royce. Está mais pra um tanque de guerra, daqueles que passam por qualquer terreno para abrir caminho para a infantaria, que vem atrás. E a infantaria somos nós. Para Bolsonaro, todo mato é caminho. E ele vai (vamos) chegar lá. Não interessa se o homem é um tosco, ante o quanto é verdadeiro. E comprovadamente honesto. O resto é choro de corruptos, mimimi de contrariados e o coro de mal informados pela mídia, que não engole o fato que um presidente se elegeu à sua revelia. Enão é que é verdade? O cara atropela as palavras, engole outras, passa por cima de algumas regras gramaticais, solta palavrões. Mas vamos dar uma olhadinha nos seus antecessores, que ainda estão vivos: Alberto Saraiva Se qualquer pessoa disser que os “SEIS DO STF” são feios, muito provavel- mente será processado. Eduardo Bol- sonaro, deputado, com imunidade par- lamentar que lhe concede o direito de emitir livremente opinião sobre quais- quer assuntos, desde que não ofensiva à moral e aos bons costumes, referiu-se “en passant” à possibilidade de aplica- ção do AI-5 como forma de conter as graves ameaças de subversão da ordem que pairam sobre o País. Foi o que bas- tou para que o mundo viesse abaixo, sendo levantada a hipótese até mesmo de ser-lhe imposta a pena de cassação do mandato! Enquanto isso, o “demolidor do futuro de Garanhuns’’, recém solto da cadeia por decisão da maioria do STF, em comício no Sindicato dos Metalúr- gicos de São Bernardo, transmitido ao vivo e em cores, com toda a publicida- de, pelas emissoras de televisão e meios de comunicação outros, chamou o Mi- nistro Moro de “canalha”, os membros do Ministério Público da Operação Lava Jato, Dallagnol à frente, de “quadri- lha”, o Presidente Bolsonaro de “Presi- dente dos Milicianos”, além de incenti- var seus seguidores a “passarem ao ata- que” e a “seguirem o exemplo do que hoje ocorre no Chile” em nossa terra! E “no pasó nada”, como se diz na língua dos hermanos Castro, de Chê Guevara, de Hugo Chávez, de Nicolás Maduro e de Evo Morales, ídolos da esquerda ra- dical na América Latina e no Brasil, tu- do sendo encarado até agora como se dentro da mais perfeita normalidade... Os frutos plantados pelos ideali- zadores e condutores do processo da Constituição de 1988, predominantemen- te de esquerda, estão sendo colhidos nestes dias. Ao longo do período des- de então, direitos tiveram primazia so- bre deveres, estimularam-se as divisões na sociedade, os ódios e as lutas de clas- se, ganharam corpo e ampla difusão os conceitos gramscianos de quem com- bate o comunismo é “fascista”, quem se DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS NA GUERRA REVOLUCIONÁRIA QUE SE TRAVA NO BRASILVice Almirante Sergio Tasso Vásquez de Aquino opõe à corrupção generalizada e pretende que os corruptos vermelhos e de todos os matizes sejam processados e presos é “antidemocrático”, enquanto “demo- cráticos e heróis da liberdade” são os que lutaram, de armas na mão, guerri- lheiros e terroristas, para impor a tirania vermelha em nossa terra. Os desafios a serem vencidos, para a implantação definitiva da Demo- cracia e da Paz Social no Brasil, partem dos partidos e agrupamentos da esquer- da radical de toda natureza, da infiltra- ção planejada e programada de reito- res, diretores, professores de orienta- ção vermelha nas escolas de todos os níveis, e de caudatários da mesma perversa ideologia nas direções, redações, cor- pos de reportagem e de co- mentaristas dos órgãos de comunicação de massa, te- levisivos, radiofônicos, jor- nais, revistas e periódicos. Agravando sobremaneira a situação, tem-se a postu- ra anti Operação Lava Jato, que pela vez primeira em nossa História levou os cri- minosos ricos e poderosos à beira dos tribunais e à prisão, de grande parte dos membros das Duas Casas do Congresso Federal, en- volvidos em investiga- ções, inquéritos e proces- sos, daí a aprovação a to- que de caixa da Lei do Abuso de Auto- ridade, tendendo a absolver culpados e a punir os agentes responsáveis funcio- nalmente pela defesa da ética e da mora- lidade no âmbito de todas as operações a cargo do Estado e no seu relacionamen- to com empresas e outros entes do di- reito privado e países e organizações es- trangeiras. A recentíssima decisão da maio- ria de 6x5 do STF, que foi elevada à condição de impor sua vontade à Na- ção, contrariando o que vigia até 2009 e a própria decisão do mesmo tribunal, prolatada em 2016 e seguida em suces- sivos julgamentos naquela corte desde então, no sentido de mandar soltar os presos já condenados em segunda ins- tância, para que ficassem em liberdade até o julgamento final da quarta instân- cia, depois de esgotados todos os recur- sos possíveis, apresentados por advoga- dos muito caros, é mais um fator retar- dador e eventualmente prescritor da von- tade da maioria expressiva da Nação, e do conceito democrático basilar de que “to- dos são iguais perante a Lei”. Não há como não se ficar preocu- pado quanto ao futuro. E agora? Será tudo absorvido passivamente? Tenta- rão os agentes do caos incendiar o País, “como ocorre no Chile”? Que rumos es- tão reservados ao Brasil, ao seu Povo e às suas Instituições? AS PESSOAS PATRIOTAS E DE BEM TÊM DE SER FORTES, FIRMES, PERSEVERAR NO BOM COMBATE EM DEFESA DA PÁTRIA, COM CORAGEM, BRAVURA E DETERMINAÇÃO! ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Turma aspiranTe méga15 de fevereiro de 1955 65 anos 15 de fevereiro de 2020 Informações na próxima edição
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    8Nº 270 -Novembro/2019 18 A ESQUERDA NO SEU LABIRINTO O Estado de S. Paulo, 6 de novembro de 2019 Até onde os fatos que se vêm suce- dendo vertiginosamente no Brasil são ou serão acontecimentos, só o tem- po dirá. Boa parte deles desaparecerá na névoa da desinformação que serve para confundir a opinião pública, pres- tando-se a propósitos inconfessáveis. O presidente da República con- cluiu, com absoluto sucesso, longa e diversificada viagem ao Extremo Orien- te e ao Oriente Médio, mas o que se tornou manchete, eclipsando qualquer ganho para o comércio exterior brasilei- ro, foi a tentativa de vinculá-lo a um crime. E se não bastasse esse ensaio ca- nhestro de difamação, rapidamente trans- mutado em polêmica diversionária so- bre gravações, emergiu ruidosamente o trecho de uma entrevista de seu filho que serviu de pretexto para manifesta- ções em defesa da democracia movidas a oportunismo e má-fé. Muito pior do que eventuais lacu- nas de conhecimento de quem não vi- veu os anos 60 e 70 é a desfaçatez dos que tinham perfeita compreensão do que faziam à época servindo a uma ide- ologia assassina e que seguem hoje mentindo para encobrir os seus enga- nos. A esquerda no Brasil, para lá de imaginativa, inventou o confronto de um lado só. Feroz em atacar um ato autoritário, o AI5, decretado em dezem- bro de 1968, ela omite o totalitarismo patrocinado do exterior que movia os atentados terroristas que ceifavam vi- das brasileiras. No que insiste até hoje, fazendo desaparecer os motivos que levaram à reação da sociedade que escolheu nas urnas, em outubro de 2018, Jair Bolso- naro como seu presidente. E, como sem- pre, fugindo de sua responsabilidade pelo mal que causou com a violência, a agressão e a corrupção praticadas con- ANTONIO HAMILTON MARTINS MOURÃO VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA tra a sociedade, cujo ordenamento ja- mais suportou. É tempo de a esquerda fazer uma verdadeira autocrítica de seus proce- deres políticos no Brasil. Autoritária na prática e totalitária no pensamento, co- mo nos julgamentos da extinta União Soviética, ela condena de antemão seus adversários, façam o que fizerem. Se os militares, da ativa ou da re- serva, falassem alguma coisa sobre o AI-5, a esquerda os acusaria de se ma- nifestarem indevidamente sobre assun- tos políticos. Mas é rápida em criticá- los por não falarem, incapaz de enten- der que o seu silêncio é a prova do de- sejo de pacificação da sociedade a que servem. Essa incompreensão do sentido de pacificação tem custado caro ao País, que tem uma tradição de anistia e da qual não deveria des- toar a de 1979. A es- querda no Brasil, contaminada pela vertente revolucio- nária da luta armada, conseguiu a proeza que Raymond Aron atribuiu ao impasse nuclear da guerra fria: inverter a fórmula de Clausewitz, fazendo da política a conti- nuação da guerra por outros meios. É o que ela faz até hoje, passados 40 anos da aprovação da Lei da Anistia, buscando invalidá-la pela negação de seu princípio elementar: o esquecimen- to. Algo que, dado o intervalo de tempo aplicado a outros conflitos internos, como a Farroupilha, equivaleria a per- seguir quem dela tomou parte às véspe- ras da Proclamação da República, um absurdo completo. A grande razão do fracasso histó- rico da esquerda foi o seu diagnóstico da realidade. Eficaz na exploração das contradições, sua verdadeira vocação, ela se entregou de tal forma à manipu- lação dos fatos que perdeu a capacida- de de interpretá-los, obcecada com as condições objetivas para a conquista do poder. Esse é o grande problema de quem se move orientado primordialmente pela ideologia. Ela deixa de ser um fator de motivação, consequente às afinidades de grupos, para ser uma lente através da qual toda imagem da realidade é dis- torcida, ou até descartada, se não se en- caixa no grau dos óculos pelos quais se enxerga o mundo. Cada um pode tachar de infame o que quiser. Mas ninguém pode dizer que não o seja instituir um regime cog- nominado de presidencialismo de coa- lizão degenerado em corrupção insti- tucionalizada. A esquerda vê infâmia em palavras dos ou- tros, mas não a en- xerga nos próprios atos, como no men- salão e no petrolão. Depois de dé- cadas no poder no Brasil, a esquerda não entende o can- saço da população com a sua proble- matização de tudo o que não resolveu, desde a economia até a segurança, pas- sando pela saúde, pela educação e pela infraestrutura, arrasadas pela incompe- tência e má gestão. Com isso ela nem se- quer apreende a realidade do País, onde ingressam cada vez mais investimen- tos, as reformas estruturantes avançam, a economia melhora e os índices de vio- lência despencam. É inútil, portanto, esperar que essa esquerda entenda que o Parlamen- to, onde ela está democraticamente re- presentada, nunca foi tão livre para de- liberar sobre o interesse da sociedade, liberto da pior das ditaduras, a da cor- rupção. Ou magnânima o bastante para reconhecer que, depois de muito tem- po, o País tem um presidente da Repú- blica que não está envolvido em con- chavos de corrupção ou cooptação de parlamentares com dinheiro público. Uma democracia não prescinde de um amplo e diversificado arco ideológi- co onde estejam representadas todas as preferências, tendências e percep- ções da sociedade, incluindo a clássica divisão entre o que se convencionou cha- mar de direita e esquerda. Uma esquerda democrática e responsável, defensora dos mais fracos e desassistidos, é uma condi- ção da democracia. Mas, a considerar o que faz e fala a esquerda no Brasil, parece restar-lhe pouco. A apologia da corrupção, ao ne- gar a condenação de Lula em todas as instâncias. A intriga, procurando divi- dir a sociedade, o governo e o Estado. A falsificação, apresentando-se como centro ou liberal que nunca foi. E a confusão, tentando, aqui e no exterior, misturar o governo democraticamente eleito com os períodos de exceção ante- riormente vividos no País. Assim, atuando em desfavor da democracia no Brasil, a esquerda conti- nuará onde está. Perdida em seu labirinto. * Procurador aposentado e ex-integrante da Lava Jato em Curitiba/PR * Depois de décadas no poder no Brasil, a esquerda não entende o cansaço da população com a sua problematização de tudo o que não resolveu, desde a economia até a segurança, passando pela saúde, pela educação e pela infraestrutura, arrasadas pela incompetência e má gestão.
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    Nº 270 -Novembro/2019 19 *Rogério Medeiros Garcia de Lima Agradeço a Deus por ser bem nasci- do, na histórica cidade de São João del-Rei. Na cidade berço, fui criado por meus esplêndidos pais: a saudosa professora Laís Medeiros Garcia de Lima e o médico pediatra Euclydes Garcia de Lima Filho. Nela tive e tenho, desde a infância, amigos fiéis. Aprendi com professoras e profes- sores excepcionais, no Colégio Nossa das Dores e Colégio São João (Salesiano), da cidade natal; na Escola Preparatória de Cadetes do Ar, em Barbacena-MG; e nas Faculdades de Direito das Universida- des Federais do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Destaco o inesquecível professor Paulo Neves de Carvalho, minha imorre- doura referência. Também são-joanense, ele me despertou o pendor pelo Direito Ad- ministrativo. Tive o privilégio de ser seu aluno, no curso de graduação em Direito, e orientando, no Doutorado da vetusta Casa de Afonso Pena. Não olvido os incentivos para a carreira jurídica, que recebi dos conter- râneos e amigos Tancredo de Almeida Neves, Francisco Oswaldo Neves Dor- nelles, Aristides Junqueira Alvarenga e Carlos Mário da Silva Velloso – este últi- mo nascido na vizinha Entre Rios de Mi- nas e adotado pelos frades franciscanos do Ginásio Santo Antônio. Este ano, completei trinta anos na carreira da magistratura. Trilhar o caminho do bem e colocar o interesse geral acima do interesse indi- vidual é dever que se impõe não apenas aos cidadãos, mas também aos gover- nantes, legisladores e juízes. A Magistratura é “a mais eminente das profissões, a que um homem se pode entregar neste mundo” (Rui Barbosa, Oração dos Moços. Rio de Janeiro: Orga- nizações Simões, 1951). O juiz tem de ser culto, operoso, jus- NÃO FUGIREI À LUTA!to e probo, porque – sentenciava o pa- raibano José Américo de Almeida – “o mau juiz é o pior dos homens” (José Amé- rico de Almeida, A bagaceira, Rio de Ja- neiro: José Olympio, 43ª ed., 2008). Na era contemporânea, sigo a tem- perança do filósofo italiano Norberto Bob- bio (O tempo da memória: De senectude e outros escritos autobiográficos. Rio de Janeiro: Campus, trad. Daniela Beccac- cia Versiani, 1997; trecho do prefácio de Celso Lafer): “Democracia, paz e direitos humanos, em suas interconexões, constituem assim a meta ideal da con- vergência, na reflexão de Bobbio, da filosofia do di- reito e da filosofia políti- ca. São estes, com efeito, os seus campos acadêmicos por excelência, e a sua con- vergência traduz a preo- cupação recorrente de li- dar com as duas faces de uma mesma moeda, necessárias para a boa organização da sociedade: o direi- to e o poder, pois onde o direito é im- potente, a sociedade corre o risco de pre- cipitar-se na anarquia, e onde o poder não é controlado pelo direito, a socie- dade incorre no risco oposto do despo- tismo”. Sempre busquei me aproximar das pessoas de bem, dos bons mestres e mes- tras e dos que, como eu, guardam a fé em seus corações. Aprecio passagem marcante da vida de Ricardo Luis Lorenzetti, presi- dente da Corte Suprema da Argentina. É um dos maiores juristas do mundo atual. Veio de berço modesto, na cidade de Ra- faela, província de Santa Fé. O pai era re- presentante comercial e viajava para vender peças de automóveis. A mãe era professora primária na pequena cidade. Enquanto cursava Direito na Universidad del Litoral, na capital Santa Fé, Ricardo trabalhava no Tribunal de Rafaela, costu- rando autos de processos. Ele recorda: “Um juiz (...) disse-me algo que me iluminou: ‘Opte pelo mais difícil’. (...) “Esta história revela a importân- cia de correr certos riscos quando temos de tomar decisões importantes. A litera- tura nos dá o exemplo de Drogo, um per- sonagem do romance ‘O deserto dos Tár- taros’, porque Dino Buzzati, que passou a vida no forte, aguar- dando um momento de gló- ria que nunca veio. Ao longo dos anos eu apren- di também que devemos lutar por nossas con- vicções e não esperar os favores aleatórios, mes- mo que isso signifique um esforço além do que tínhamos previsto. (...) “Com o decorrer do tempo entendi que se pode ganhar dinheiro e perdê-lo, ter um bom emprego e ser demitido, mas o que sempre salva é a ligação com as pessoas de boa fé” (Ricardo Luis Lorenzetti, A arte de fa- zer justiça: a intimidade dos casos mais difíceis da Corte Suprema da Argenti- na. São Paulo: Editora Revista dos Tri- bunais, trad. María Laura Delaloye, 2015, p. 16-17). Assim percorri a minha trajetória. Sempre sonhei com um Brasil mais justo. Nunca desanimei. A minha utopia sempre foi a subor- dinação da ética à política, apregoada por Platão e Aristóteles: “Nessa subordinação da ética à política, incidiu clara e determinada- mente a doutrina platônica que ampla- mente ilustramos, a qual, como sabe- mos, dava forma paradigmática à con- cepção tipicamente helênica, que en- tendia o homem unicamente como ci- dadão e punha a Ci- dade completamen- te acima da família e do homem individu- al: o indivíduo exis- tia em função da Ci- dade e não a Cidade em função do indiví- duo. Diz expressa- mente Aristóteles: Se, de fato, idêntico é o bem para o indivíduo e para a cidade, parece mais importante e mais perfeito escolher e defender o bem da cidade; é certo que o bem é desejável mesmo quando diz respeito só a uma pessoa, porém é mais belo e mais divino quando se refere a um povo e às cidades’” (Giovanni Reale, História da Filosofia Antiga. São Pau- lo: Edições Loyola, trad. Henrique Cláu- dio de Lima Vaz e Marcelo Perine, 1994, p. 405). No entanto, contemplo hoje o pa- norama do meu país e me bate um terrí- vel desalento. Contemplo a derrocada da Justiça brasileira e penso se não é che- gada a hora de parar. Não, não posso parar. Brasil: verás que um filho teu não foge à luta! Há muitas pessoas de bem em nos- sa Pátria e haveremos ainda de triunfar. Vou em frente. Lutarei até o fim. Recordo a profissão de fé de Fió- dor Dostoiévski, no clássico romance Os Irmãos Karamázovi: “Crê até o fim, mesmo que todos os homens se hajam desviado e tenhas ficado fiel sozinho; leva então tua ofe- renda e louva a Deus, por teres sido o único a manter a fé”. Contemplo a derrocada da Justiça brasileira e penso se não é chegada a hora de parar. Não, não posso parar. Brasil: verás que um filho teu não foge à luta! *Desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Doutor em Direito Administrativo pela Universidade Federal de Minas Gerais, professor universitário, Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais "A abominação de ritos idolátricos pene- trou no santuário de Deus” (Mons. Viganó, a res- peito do Sínodo). A situação, para um católico e mesmo para qualquer brasileiro preocupado com os rumos da Amazônia, não é fácil. O culto à Pachamama ("mãe terra"), noticiado em muitos jornais, é um dos aspectos do que foi o Sínodo da Amazônia. Mas não é o único. Para esclarecer a opinião pública, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira preparou alguns vídeos e artigos. Neles, você encontrará uma análise pormenorizada de todos esses fatos e uma explicação de como um fiel católico deve se portar. Se você, como eu, considerar que esses ví- deos são úteis, peço que compartilhe entre seus conhecidos para que eles também tomem co- nhecimento do que está se passando e saibam co- mo se defender, tanto do ponto de vista dos fa- tos, como do ponto de vista doutrinário. Afinal, é lícito a um católico resistir a essas inovações na Fé? José Antônio Ureta, um especialista na ma- téria, explica que sim. Não apenas lícito, como, em alguns casos, necessário. O Canal do IPCO no Youtube já publicou mais de 50 vídeos sobre o Sínodo da Amazônia, além desses que indico nos próximos parágrafos, e que explicam o que ocorreu em Roma e como devemos reagir. Relação dos Últimos Vídeos: 1) Comunicado do IPCO denuncia a gravidade do documento final do Sínodo da Amazônia (https: //youtu.be/kiTK_EJ4Egg) 2) Resultado Sínodo da Amazônia: Abandono de Deus e da Missão da Igreja em uma Nova Religião pagã (https://youtu.be/1N_bDfrw8ls) 3) Analise de um escândalo: Sínodo da Amazô- nia ou Sínodo de uma Nova Teologia da Libertação? (https://youtu.be/GJc8WN7Gibg) SÍNODO DA AMAZÔNIA Abandono de Deus e da Missão da Igreja em uma Nova Religião pagã São Paulo, 13 de novembro de 2019 O Sínodo da Amazônia terminou. E o resultado foi desastroso. 4) Qual Postura um Católico deve ter diante do Sínodo da Amazônia: o Direito de Resistir e a In- falibilidade Papal Envio essa relação de vídeos, preocupado por algumas repercussões que recebemos, de pessoas que não sabiam como se posicionar. Pessoas que estavam escandalizadas com o que viram acontecer no Sínodo, como o caso da Pacha- mama, que é comentado nos vídeos. E não foram apenas os Católicos que ficaram des- concertados. Muitos brasileiros, mes- mo não sendo Católicos, escreviam preocupados com a Amazônia, com uma possível interferência em nossa soberania. E, sobretudo, muitos se perguntavam como era possível que Bispos da Santa Igreja estives- sem mais preocupados em salvar a natureza do que em salvar as almas! Disse Nosso Senhor Jesus Cristo sobre quem escandalizasse a um pequenino: "Melhor lhe seria que se lhe atasse em volta do pescoço uma pedra de moinho e que fosse lançado ao mar, do que levar para o mal a um só destes pequeninos. Tomai cuidado de vós mesmos” (Lc. 17, 2). Quantos fiéis não se escandalizaram com esse Sínodo? Mas, ao mesmo tempo em que são grandes as provações, também são grandes as Graças que Deus nos dá para enfrentar essas situações. Saber que algo está errado e conhecer sua ex- plicação é um primeiro passo. E um passo ne- cessário e importante. Para isso, , convido você a ver esses vídeos e a compartilhá-los entre seus conhecidos. Nós precisamos criar uma articulação de pesso- as verdadeiramente preocupadas com o futuro. Mobilizados, podemos muito! Com um cordial abraço, despeço-me. In Jesu et Maria Acondição de heresiarca do Jorge Bergoglio – apoiado, na prática, por Joseph Ratzinger – se afirmou principalmente na convocação do pouco representativo e muito conspiratório Sí- nodo da Amazônia. Objetivo: fundar a pós-conciliar igreja panteís- ta, ecológica, socialista, tribal, universal e com máscara vaticanense. * * * Expresso com maior ou menor clareza no demencial documento “Instrumento de Traba- lho”, orientador da referida assembleia. De ou- tro lado, também na caudalosa e insana literatu- ra de decisivos ideólogos, organizadores e diri- gentes. Expressão, com algo velado e até contradi- tório, confirmada largamente pela palavra escri- ta oficial do Sínodo. Propomos lhe explicitar propriamente as intenções profundas, o espírito inspirador e os efeitos gravíssimos. ESFERA ECLESIAL • Ruptura com as Sagradas Escrituras, a Tradição Apostólica e o Magistério Infalível da Igreja. • Cosmo divinizado e negação do Deus Cria- dor Uno e Trino ou Trino e Uno. • Conversão ecológica, não a cristã e mariana. • Assimilação litúrgica dos deuses, feiticei- ros e rituais pagãos. • Legitimação, de algum modo, do infanticídio. • Aversão ao “clericalista” e “colonialista” Evangelho do tradicional e magnífico apostolado missionário de outrora. • Ordenação sacerdotal de índios casados e abertura ao sacerdócio feminino indígena. ESFERA CIVIL • Revivência da paradisíaca concepção de J. J. Rousseau face às sociedades elementarmente primitivas. • Renúncia ao direito individual à proprieda- NÃO À GRANDE APOSTASIA DA CÁTEDRA DE SÃO PEDRO E TRAIDORA DO BRASIL *Professor Rogério Cezar Pereira Gomes de, ao patronato e às desigualdades sociais e eco- nômicas. • Fim da egoísta civilização capitalista oci- dental e dos opressores Estados Contemporâne- os importados da Europa. • Descrição inflada, dramatizada e demagó- gica da Amazônia. • Seus desastres ambientais, ecológicos e sociológicos são efeitos inevitáveis do progres- so e desenvolvimento predatórios, genocidas e ecocidas. • A solução dos padres sinodais é o deliran- te pensar, querer, sentir e viver tribais, densa- mente coletivistas, em conexão com as miste- riosas forças místicas do universo. • Nesse sentido, pressionar sistematicamen- te o Estado Brasileiro. • Recorrer, entre outras opções, aos “movimentos sociais” de índole reconhecida- mente marxista. • Em consequência, fraturamento da unidade nacional. • Internacionalização da Amazônia. • Desestabilização crônica da América do Sul. • Ditaduras comunistas patrocinadas por Moscou e Pequim. Essa revolução religiosa e temporal em marcha é capaz de esfacelar a vigente Estrutura Eclesiástica e, ao mesmo tempo, o nosso querido Brasil. Em contraponto à grande apostasia “bergo- gliana” da Igreja Docente, registro a promessa fa- timista de 13/07/1917: “O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá”. O novo São Pio X converterá a imperialista e anticristã superpotência militar eslava. Daí uma profunda e positiva mudança no curso da Histó- ria. Assim sendo, minha resposta é não ao Jorge Mário Bergoglio, ainda sentado na Cátedra de São Pedro. *Rogério, 70, é da escola de espiritualidade, pensamento e ação de Plínio Corrêa de Oliveira.
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    8Nº 270 -Novembro/2019 20 CEL SÉRGIO FREITAS Vale uma análise ... "Após declarações sobre AI-5, Eduardo Bolsonaro pede desculpas" José Dirceu pediu desculpas quando falou em tomar o poder que não pelas vias demo- cráticas? Guilherme Boulos pediu des- culpas quando falou em "incendiar o país"? Humberto Costa pediu desculpas por falar em derrubar a Direita "Ultra- liberal, Fascista e entreguista" nas ruas através da violência, da desordem e do caos, como acontece no Chile? Não, a Esquerda nunca pede desculpas. E nós nunca aprendemos que a cada justifica- tiva e a cada pedido de desculpas é como se assumíssemos uma culpa que não temos. Até quando vamos aceitar este cenário onde eles podem tudo e nós não podemos nada? (03/11) ADM.CREMILTON SILVA Cristina/MG Lembrete para Macron Tendo em vista os graves incêndi- os que vem castigando a Costa Oeste dos EUA, estou aguardando ansiosamente o pronunciamento do presidente francês Mácron convocando a UE para discutir a internacionalização da Califórnia. Sinto falta também de um Sínodo da Califórnia promovido pela igreja. E a pre- sença de uma equipe do Greenpeace, co- mandada pela garota Greta ajudando a apagar o fogo! E aí, alguém tem notícia dessa gale- ra? (05/11) SUBTEN ANTONIO CARLOS MESQUITA DO AMARAL Santa Maria/RS Votação exclusiva pelo STF Já faz um ano que a Suprema Corte se reúne em julgamentos de interesse pre- ferencial nominal, em detrimento de pro- cessos com mais de cinco, dez anos, pró análise de alterações na jurisprudência com a finalidade de encontrarem mais uma brecha no “jeitinho brasileiro” para bene- ficiar o condenado como endereço re- sidencial, a prisão na PF de Curitiba, o que acabou ocorrendo. Os cinco votos pró justiça foram jurídicos, já os seis contrá- rios se definem como ideológicos comu- nistas a favor da caterva corrupta, crimi- nosa e assassina. (15/11) CONSULTOR AERONAVAL MARIANO PAREDES* Maceió/AL Eu aviso: todos com o Presidente Bolsonaro! Todos com o Presidente Bolsonaro! Brasil está em perigo! Militares e correligionários do PSL! A Rede Globo e toda mídia “chapa branca”, são agentes do diálogo intera- mericano. Que leu os meus artigos da série “EU AVISO...” neste e-mail, sabe que sou um especialista neste tema e repito: atacar o Presidente Bolsonaro é atacar as Forças CAIXA POSTAL MARIA HELENA R. OLIVEIRA São Paulo/SP Prisão em segunda instância O STF NÃO É UMA VERGONHA porque AINDA fazem parte dele MINIS- TROS lúcidos, competentes imbuídos de praticaraVERDADEIRA HONRADAJUS- TIÇA. Da orgulho saber que, olhando pa- ra o Brasil Patrioticamente, estão Pesso- as como Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Roberto Barroso, Luiz Fux, Car- men Lucia, que respeitam a esperança do povo já exaurida por tanta corrupção e desmandos a que está submetido nosso País pelas ações de corruptos e inescru- pulosos bandidos. Uma clara visão dos que estão julgando sob a Luz do Bem ou a escuridão das Trevas. A Luta é grande. Uma batalha do bem contra o mal, que poderá ser perdida, sim, para aqueles que venderam suas almas, e ... soltando todos os demônios. Ai só nos restará uma esperança, a última que morre, que será a possível salvação que poderá vir do Senado e Congresso. (08/11) HUMBERTO SCHUWARTZ SOARES Vila Velha/ES Trabalho e tornozeleira Lula, o inocente e condenado em três instâncias, tempos atrás declarou ser “um preguiçoso que não gosta de ler nem de estudar”. Recusa sair do spa da Polícia Federal de Curitiba para a progressão de pena em regime semia- berto. Sua pretensão é só sair se inocen- tado. É fácil explicar o motivo da recu- sa: no semiaberto ele terá que trabalhar e usar tornozeleira. * * * Dia da impunidade O STF, em sua eloquente erudição oficializou o dia 7 de novembro como o “Dia da Impunidade”. Sugiro ao Congres- so, que assistiu de camarote e em home- nagem aos malfeitores de colarinho bran- co e consonância com o STF, promulgá- lo como feriado nacional. CELAER LÚCIO WANDECK Rio de Janeiro/RJ A carga que a Globo paga pra ver poderá custar caro Sr. jornalista Ali Kamel O senhor sabe, muito mais do que qualquer de seus ouvintes, que, por mais que se tente desmenti-la, a mentira, uma vez divulgada, deixa rastros de veraci- dade. Haja vista que a simples vizinhança entre um suspeito de crime e outro mora- dor do mesmo condomínio não passa de mero acaso, principalmente quando o outro é Presidente da República, o cuida- do deve ser redobrado e culminado com a decisão de nada ser publicado. Se uma simplória rádio comunitá- ria cometer um descuido dessa nature- za, ele pode ser levado à conta da inex- periência, mas quando se trata da Glo- bo é inexcusável. Se, sabendo disso, mas em nome do que denominam jornalismo de qualidade optam por pagar para ver e passam da conta, pressente-se que a carga será ele- vada e poderá ser cobrada nas esferas criminal e cível. (04/11) CAPMAREGUERRA PAULO MARCOS G. LUSTOZA Rio de Janeiro/RJ Crime sem castigo O Brasil é signatário da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar que estabelece normas a respeito da gestão dos recursos marinhos e do con- trole de poluição e definiu que o Allto- mar são zonas marítimas que não se en- contram sob a jurisdição de nenhum Es- tado. Caso o petroleiro que tenha poluído PROFESSORA UNIVERSITÁRIA AILEDA DE MATTOS OLIVEIRA Rio de Janeiro/RJ Ação da P F. Dólares para Caracas... Caminhão que estava indo para Venezuela, em um “golpe de sorte”, foi interceptado pela PRF, numa blitz. Depois de algumas perguntas para o motorista, como para onde ia vazio, este se mostrou muito nervoso. Foram encontrados centenas de milhares de dólares. O motorista confessou que foi contratado para levar o caminhão até Caracas, à sede do governo, pelo escritório _Instituto Lula, em São Paulo_. Nosso dinheiro sendo desovado, pois o cerco está fechando. Imaginem quanto dinheiro saiu do Brasil de todas as formas ilícitas? Quando vamos nos livrar deste maldito PT, que durante 30 anos roubou nosso país? (07/11) as nossas águas territorias estivesse navegando nessa zona, fora da platafor- ma continental, não haverá como o go- verno brasileiro aplicar multa ou punir os responsáveis, poderá apenas apre- sentar o caso ao Tribunal Internacio- nal de Direito do Mar (Hamburgo) que decidirá a controvérsia, que parece ser inédita. (01/11) * * * Punição ao navio poluidor O Brasil é signatário da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar que estabelece normas a respeito da gestão dos recursos marinhos e do con- trole de poluição e definiu que o Allto- mar são zonas marítimas que não se encontram sob a jurisdição de nenhum Estado. Caso o petroleiro que tenha po- luído as nossas águas territorias esti- vesse navegando nessa zona, fora da plataforma continental, não haverá co- mo o governo brasileiro aplicar multa ou punir os responsáveis, poderá ape- nas apresentar o caso ao Tribunal Inter- nacional de Direito do Mar (Hambur- go) que decidirá a controvérsia, que pa- rece ser inédita. (05/11) SÉRGIO MOREIRA Rede Globo, Campanha Cívica, desligue a TV comunista Globolixo, 30 10 2019 O comunismo, sistema de gover- no de ideologia escravizante do povo, já causou mal incontável e incalculável ao Brasil e ao mundo. DESLIGUE A TV COMUNISTA GLOBOLIXO em sinal de respeito ao Pre- sidente da República e para preservar a família, a moral e os bons costumes em nosso País. (30/10) GENERAL DE BRIGADA CÉSAR NICODEMUS SOUZA Curitiba/PR 9 de novembro de 2019 - Brasil, gosto amargo na boca "No Brasil, o Diabo não veste Prada - veste TOGA" (no "INCONFIDÊNCIA" nº 269) As charges do "Inconfidência" de 0ut 2019 - cheias de premonição - falam por si só do Brasil que acordou com gosto amargo na boca neste dia 9 de novembro de 2019. (Vide Anexos) Uma tristeza tentar rir em um mo- mento de dentes rangendo, não? Envergonhados abraços, César Souza Em tempo: Mas você duvidava que alguém que foi pau-mandado de Zé Dir- ceu iria fazer de tudo (até o imoral!) para tirar o chefinho da cadeia? E ele é bem mais perigoso do que o outro pa- trão - o Lula. Os ditadores "Supremos"- no di- zer do Sr GilmarTalvez seja por esta razão que há quem diga que só um drástico ato cirúrgico (...) poderá socorrer os brasileiros. (09/11) Armadas e ao Estado Nacional Brasileiro. Aos coreligionários com mandatos, por favor, não sejam Joaquins Silvérios dos Reis, fauna daninha que pulula na politicalha criminosa do Brasil! * Membro do Grupo Guararapes e filiado ao PSL/AL. PROFª. IZABEL AVALLONE São Paulo/SP Quando o crime compensa Votos constrangedores e votos po- líticos mostraram ao Brasil que o crime compensa. Compensa, quando se é rico e se pode pagar poderosíssimos advoga- dos, que garantem a impunidade, usan- do chicanas e mudando a lei sob os olha- res de um congresso adormecido, ador- mecido, por conveniência, é claro. Onde estão os parlamentares que foram elei- tos para proteger os brasileiros que pagam essa farra? Na casa da mãe Joana, prevalece o surrado ditado “meu pirão primeiro”, o resto é resto. A camarilha só pensa no próximo mandato e abre mão de seu papel legislador, deixando a quem não tem votos, decidir quem a lei deve proteger. O STF enterrou a esperança daqueles que clamam por justiça. Brasil, um país de tolos, governado por “exper- tos”. (08/11) * * * O mundo não acabou O editorial Estadão “ O mundo não acabou” diz no seu último parágrafo que é hora de baixar a poeira. Ora essa, a poeira já está baixa desde quando se cons- tata que o que impede o início da execu- ção após a decisão de segunda instância tem sua origem na lei e, por isso, já deveria ter sido alterada evitando-se um mal mai- or. A Casa da representação do povo tem interesse em mudar uma vírgula, já que nessa casa está uma grande maioria que seria atingida pela lei, se mudada fosse? Será a pressão das ruas mais uma vez que convocará seus representantes a evitar o caos? Como pode a casa legislativa (minúscula mesmo), deixar o país com essa imensa sensação de impunidade, insegurança jurídica e violência? Te- mos de assumir que quem não é esquer- dista é acomodado. Somos uma socie- dade que reclama do sofá, poucos são os que vão às ruas pedir mudanças para o país. Mas se a convocação fosse para sambar, os espaços nas ruas seriam in- suficientes. (09/11) TANIA TAVARES São Paulo/SP Jeitinho? (PEC) 410/18 Aos cuidados do Diretor(a) de Redação Sr. Rodrigo Maia, queremos a vota- ção da Proposta de Emenda à Constitui- ção (PEC) 410/18 que deixa claro na Cons- tituição a prisão em 2ª instância, e não a sugestão e intromissão oportunista do sr. Toffoli, de mudança no Código Penal, que sabemos não dificultará a prescrição de casos de réus condenados! (30/10) FUNC. PUB. ÁLVARO GALVÃO São Paulo/SP Trabalho como agente penitenci- ário em São Paulo no período noturno... na hora que noticiaram na TV que Dias Toffoli derrubou a prisão em segunda instância, os detentos da cadeia inteira comemoraram e começaram a gritar que estavam voltando pra suas cidades... arre- piou, mesmo eu que já possuo quase duas décadas de carceragem, arrepiou ouvir tantos vagabundos comemorarem sua li- berdade... berravam palavras como... o BRASIL É NOSSO, AQUI É O CRIME, É TUDO NOSSO e etc... Uma tristeza imen- sa baixou no plantão... nos olhamos, atur- didos, sem mencionar palavra alguma... só lamentamos pelas futuras vítimas. Que Deus nos ajude!
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    Nº 270 -Novembro/2019 21 IZABEL ZANDER Petrópolis/RJ O STF não surpreendeu, apenas confirmou o que já se sabia: sua divisão entre aqueles que obedecem à Constitui- ção quando assim lhes convém e aqueles que a interpretam contextualizando-a aos casos em análise. O Supremo prestou um desserviço ao povo brasileiro e jo- gou uma pá de cal na esperança de con- tinuarmos com o combate à corrupção, à impunidade e aos privilégios daque- les que com dinheiro, muitas vezes sujo, abusam dos recursos que a lei lhes con- cede para fugir de merecida condena- ção. Não é à toa que grande parte dos ministros do Supremo se acha sujeita ao escárnio popular. ELIO ANTÔNIO F. DOS SANTOS Rio de Janeiro/RJ Depois de vários dias para discu- tir o tema, o STF aprovou de forma confusa a derrubada da prisão em se- gunda instância, que havia sido apro- vada pelos mesmos ministros em 2016. Em seu voto, Dias Toffoli lembrou emo- cionado que já se passaram seis anos da boate Kiss, citando que a impunidade era um mal que devia ser abolido pela legisla- ção criminal que reina no país. Eis que, de repente, ele deriva totalmente na direção de abolir a prisão em segunda instância. Ao final, para ficar com a alma mais tranquila, jogou para o Congresso a tarefa de alterar a Constituição. Mais uma vergonha do nosso Judiciário. ALOÍSIO DE ARAÚJO PRINCE Belo Horizonte/MG O voto do ministro Dias Toffoli que decidiu pela impunidade dos crimi- nosos de colarinho branco foi de uma hipocrisia revoltante. Como Pilatos, ele quis lavar as mãos, jogando a respon- sabilidade para deputados e senado- res, pois bem sabe que lá nada aconte- cerá para acabar com essa impunidade. Felizes estão também seus amigos ad- vogados que se locupletam com dinhei- ro roubado do Erário por seus clientes poderosos. Foi para isso que votaram também Celso de Melo, Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Lewandowski e Rosa Weber. Passarão à História como os ministros que decidiram pela impuni- dade dos poderosos. DAVID LACERDA Rio de Janeiro/RJ Como confiar num Supremo que muda a sua jurisprudência de acordo com seus interesses? Pobre país. PULMÃO DO MUNDO? Que tamanha hipocrisia das mineradoras de vários países desenvolvidos do mundo apoiadas pelos seus governos esquerdistas e até de brasileiros traidores da pátria tentando rapar traiçoeiramente os minérios da Amazônia pertencentes ao Brasil com alegações de preservação do meio ambiente. Porque então não reflorestam os seus territórios pelados e explorados? Até índio louro apareceu em Roraima exatamente em locais de grandes jazidas! O papa Francisco com o seu sínodo esteve por lá mas não quiseram esticar a visita até ao sofrido povo ve- nezuelano, muito menos em Cuba, na Bolívia e na Coréia do Norte. Porque será? Vocês podem ser espertos, mas os brasileiros não são tão trouxas como pensam e a eleição do presidente Bolsonaro mudou esse panorama de colonização que tanto agradava os exploradores do povo brasileiro. (08/11) ACORDEM BRASILEIROS Acordem brasileiros acomodados antes que a venezuelização e cubanização chega ao Brasil! Saiam do sofá e vamos exigir manifestando a moralização deste país, do STF, Senado e Câmara Federal carunchados e carcomidos pela corrupção. Vamos às ruas enquanto há tempo. Não podemos deixar os comunistas levarem o que é nosso. Eles que vão trabalhar. (08/11) CAI O DITADOR BOLIVIANO Cuba, Venezuela e Coréia do Norte que se preparem para receber o pedido de asilo político do ex-ditador boliviano, Evo Morales, que tão logo foi consta- tado fraudes na eleição boliviana pela OEA, os protestos tomaram conta do país, encurralado e com tanta pressão não houve outra saída senão a renúncia e procurar asilo político nesses países amigos. Boa viagem, Evo, e não erra o caminho. (11/11) VOTO ELETRÔNICO: Se a última eleição na Bolívia tivesse sido com as famigeradas urnas ele- trônicas, como no Brasil, de que maneira poderia haver uma conferência dos votos e constatar tamanha fraude praticadas contra a democracia? Presidente Bolsonaro, urnas eletrônicas são armadilhas dos fraudadores, exigimos o voto impresso para possibilitar conferência a quem sentir prejudicado ou enganado. Veja o exemplo na Bolívia. (14/11) EXEMPLO BOLIVIANO Por incrível que nos possa parecer, o povo boliviano está dando um verdadeiro exemplo de ação democrática e patriotismo aos brasileiros. Ao con- trário do que acontece no Brasil, os bolivianos foram às ruas e não arredaram pé enquanto suas autoridades políticas e judiciais não cumprissem as leis democrá- ticas, anulasse a eleição fraudulenta do esquerdista Evo Morales, com a sua renúncia, de toda a sua equipe e com marcação de nova eleição cumprindo a regulamentação constitucional vigente. CARTAS RECEBIDAS DURANTE O MÊS DE NOVEMBRO DOS NOSSOS ASSINANTES: APOSENTADO BENONE AUGUSTO DE PAIVA São Paulo/SP PROFESSORA MARA MONTEZUMA ASSAF São Paulo/SP montezuma.scriba@gmail.com benonepaiva@gmail.com ÀS RUAS! Tal como o traidor Joaquim Silvério dos Reis, fazendeiro e proprietário de minas que, diante da possibilidade de ter suas dívidas perdoadas pela Coroa resolveu delatar os inconfidentes, deixando como mártir da Inconfidência Tiradentes, assim também nos dias de hoje juízes pouco idôneos do STF, mirando seus próprios interesses pessoais , financeiros e/ou políticos, venderam a toga , deixando como mártir principal Sergio Moro e a Lava Jato, e mais toda uma nação ultrajada e atônita diante da ousadia e do poder dos corruptos. Soltam-se milhares de criminosos, capitaneados pelo capo que inspirou o teor desta sentença ultrajante: Lularápio da Silva. E nós vamos amanhã, dia 09/11 às ruas deste país, com chuva ou sol, gritar nossa indignação. É o que nos resta diante da perspectiva de domínio do Foro de São Paulo em toda a América Latina. Resiliência e coragem não nos faltam! (08/11) DAVI COM GOLIAS CONTRA O POVO O Davi Alcolumbre que supostamente venceu o Renan Golias na disputa pela presidência do Senado, parece ter mirado sua funda contra os desejos do povo e se aliado ao antigo adversário que , como muitos políticos no Congresso, não quer nem ouvir falar de prisão após o julgamento em 2a instância, enrolados que estão com processos na justiça. Para apenas postergar a discussão sobre o candente tema, ele propõe uma Constituinte exclusiva , o que vai ser o mesmo que pretender reconstruir uma casa quando apenas um cômodo precisa de reforma. Isto se chama empurrar com a barriga, ganhar tempo, enrolation...! Davi, o povo não é mais gado tangido, se virarmos a boiada contra vocês, vai ser um estrago e tanto! Isto é uma ameaça? Não...quem somos nós, povo , para meter medo em vocês...Ameaças foram aquelas cuspidas pela boca de Lula assim que que foi solto graças à decisão indecente tomada pelo STF! E ninguém da mídia ou da política sequer se arrepiou...né? (13/11) SEGUNDA INSTÂNCIA Mensagens: cartas@oglobo.com.br (09/11) UNANIMIDADE NO BRASIL Brasileiros lotam as ruas em protesto contra decisão do STF ELIANA QUINTELLA LINHARES Rio de Janeiro/RJ Não consegui dormir, de vergo- nha e revolta, depois que vi que o Su- premo Tribunal Federal liberou geral. O Brasil foi proclamado o paraíso dos corruptos. Senhores, podem matar e roubar à vontade que, se vocês tiverem dinheiro, o STF os protegerá. GILBERTO BORDALLO Rio de Janeiro/RJ Seis excelências do STF derruba- ram prisão em segunda instância, colo- cando-se contra o pensamento da soci- edade. Lula teria dito que sairá “mais à esquerda” do que entrou. Essa decisão da Suprema Corte possivelmente abre caminhos para dias turbulentos no am- biente político. O que virá preocupa-nos. LUÍS F. AMARAL Laguna/SC Ao mesmo tempo em que os mi- nistros do Supremo derrubavam o fim da prisão após condenação em segun- da instância, eles carimbavam o passa- porte para passar à História não como honrados paladinos da Justiça, mas co- mo defensores da bandidagem que orbi- ta o país. Que convivam com essa triste sina. EDGARDO J. DAEMON PRADO Rio de Janeiro/RJ O refrão da música diz “quem não a conhece não pode mais ver pra crer, quem jamais a esquece não pode reco- nhecer”. Isso lembra o ministro Gilmar Mendes, que em seu livro defende a prisão após condenação em segunda instância e agora vota contra ela. Por que, ministro? Parece o FH, que o in- diciou para o SFT, que mandou esque- cerem o que havia escrito. RICARDO PONTE Rio de Janeiro/RJ A decisão do STF, estabelecendo a impunidade no Brasil, criou outras súmulas vinculantes. Criou a pena de morte e estabeleceu a prisão de inocen- tes sem julgamento. A pena de morte será executada pelos partidos e políti- cos corruptos que desviam dinheiro público, deixando à míngua os hospitais, que funcionam como verdadeiras casas funerárias para a população carente. A prisão sem julgamento é ordenada pela bandidagem, que também inclui políticos, obrigando a população honesta a ficar atrás das grades de suas residências. Parabéns ao sexteto do STF.STF - VERGONHA NACIONAL!
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    8Nº 270 -Novembro/2019 22 Este livro poderá ser adquirido por R$ 30,00 (postagem inclusa) nos seguintes endereços: De autoria do Prof. Rogério Cezar Pereira Gomes, é fruto de vinte anos de pesquisa sobre as consequências negativas do Concílio Vaticano II sobre a Igreja e a sociedade temporal. Em especial, o autor aponta o papel da Virgem Maria, nesse contexto sob a denominação de Nossa Senhora de Fátima, em período marcado por crises sociais, econômicas e religiosas no mundo. O conteúdo tem como base o pensamento defendido por Plínio Corrêa de Oliveira, fundador da TFP – Tradição, Família e Propriedade – a quem conheceu pessoalmente e do qual é um modesto discípulo. O autor nasceu em Ouro Preto, em 01 de agosto de 1949, é professor aposentado e tem uma visão bastante crítica quanto ao tema abordado. O livro possui 408 páginas, edição de luxo, pode ser adquirido sob encomenda por solicitação Narte - editora e gráfica. Tel.: 3551-0861 e e-mail nartegrafica.papelaria@yahoo.com.br. Valor: a combinar com a livraria. “SOBRE HERESIAS, HETERODOXIAS E UTOPIAS DO CONCÍLIO VATICANO II (1962-1965) E O TRIUNFO FATIMISTA DA IGREJA” jornal@jornalinconfidencia.com.br www.livrariacultura.com.br Porto Alegre: Martins Livreiro Rua Riachuelo, 1291 ivoalmansa@gmail.com A verdadeira História do mandato do Presidente Médici Esta obra de autoria do Cel Histo- riador Luiz Ernani Caminha Giorgis, cobre toda a vida de Caxias, dia a dia, baseada em fontes primárias e em livros de autores consagrados. O livro pode ser adquirido por R$ 25,00, incluídas as despesas de Correio, através do e-mail: lecaminha@gmail.com “0 4º GRUPO DE ARTILHARIA 75 A CAVALO E A CONTRARREVOLUÇÃO DE 31 DE MARÇO DE 1964 NO RIO GRANDE DO SUL”. Para adquiri-lo por R$20,00 (remessa pos- tal inclusa) envie seu pedido para: jornal@jornalinconfidencia.com.br com o comprovante de pagamento (Banco do Brasil - Agência 3489-4 c/c 140.724-4) LIVRARIA INCONFIDÊNCIA Condomínio Ponta Grossa: Localizado na beira da Lagoa de Araruama. Casa com 4 quartos com armários embutidos, sendo 2 suítes com ar condicionado. Wi-Fi, bar, churrasqueira, aquecimento solar nos chuveiros, cisterna com 35 mil litros, segurança permanente, máquina de lavar, 2 tvs HD, ventilador de teto em todos os quartos, cozinha completa Tratar: Cláudia (21) 98193-9680 claudiammteixeira@hotmail.com Este livro, de autoria do General de Exército Virgílio Ribeiro Muxfeldt e do Cel Luiz Ernani Caminha Giorgis narra a História do Exército Brasileiro no período de 1500 a 1822. Pode ser adquirido por R$ 50,00 inclusive frete depositando no Banco do Brasil – agência 7163-3 – conta 106713-3 e encaminhar o comprovante para o e-mail do Cel Luiz E. Caminha Giorgis: lecaminha@gmail.com A DESESTABILIZADORA, MENTIROSA E MAQUIAVÉLICA PTV GLOBO Na terça-feira dia 29 de outubro de 2019, a TV Globo noticiou no Jornal Nacional uma apuração polici- al mantida em "SEGREDO DE JUS- TIÇA", de que um dos pro- váveis assassinos da vereadora Marielle Franco e de seu mo- torista Anderson, no dia 14 de março de 2018, teria com- parecido nesse dia, no Condomínio, on- de reside o Presiden- te Jair Bolsonaro. E que ao chegar na entrada, te- ria comunicado que iria na casa do seu Jair. Só que seu Jair na época era deputado federal, e nesse dia estava em Brasília. Depois foi com- provado através de câmeras de segu- rança, que a pessoa ao entrar foi dire- to para a casa de outrem, atualmente preso com ele, por suspeito envolvi- mento com o duplo homicídio acima relatado. Trata-se de uma grande falácia que a TV Globo noticiou, com o seu intuito permanente de "destruir a ima- gem do Presidente da República" ob- jetivando desestabilizar o Governo e "instalar" o caos político, econômico e social. Na quarta-feira dia 30 de outu- bro de 2019, o Presidente Jair Bolso- naro afirmou que se tratava de uma GRANDE CANALHICE, perpetrada pela emissora de TV con- tra a sua pessoa, com o intuito de gerar dúvi- das na população, sobre quem estaria por trás desse du- plo homicídio. A TV Globo noticiou essa afirmativa do Presidente, por ques- tões jurídicas do direi- to de resposta. Logo após o editor - chefe do Jornal Nacional William Bon- ner com a maior "cara de pau" ale-gou que a emissora tinha obrigação de noticiar tal fato no dia anterior. É uma lástima que Bonner assim proceda demonstrando FALTA DE CARÁ- TER, DESONESTIDADE JORNA- LÍSTICA, MITOMANIA (impulsão por mentir sempre que possível) e MA- QUIAVELISMO EM GRANDE PAR- TE DA SUA DOENTIA PERSONA- LIDADE. Sugiro que a TV GLOBO ganhe o famoso prêmio mundial GRAMY, como a TV mais mentirosa do Mun- do. Muito fácil. Basta cobrar dos deputados esta- duais da legislatura dos anos 2000 os 200 milhões de reais (corrigidos). O processo con- tinua parado. Por quê? Por concordar com o assalto ao erário praticado por TODOS aqueles deputados? É uma vergonha!!! O GOVERNADOR ROMEU ZEMA: "Meu sonho é colocar o salário do funcionalismo em dia” "(O TEMPO-19/11)"
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    Nº 270 -Novembro/2019 23 BOLETIM DAS BAIAS - Como funciona o PT. - Como funcionam as OGNS. - Como funciona a França. - Como funcionam as reservas indígenas. - Como funciona o PSL. - Como funcionam os corruptos e traidores da Pátria. - Como funciona o STF - Como incendiaram a Amazônia - Como funcionam os presídios. - Como funcionam as favelas. - Como funciona o congresso. - Como funcionava a Petrobrás. - Como funcionava o BNDES. - Como as nossas praias são poluídas com petróleo Venezuelano e o que eles são capazes de fazer por poder. - Como funciona a igreja católica. - Como vive a Venezuela. - Como funcionava o Mais Médicos Cubanos. - Como funcionava o MST. - Como funcionam as manifestações esquerdistas. - Como funcionava a globo. - Como funcionava a imprensa. - E agora, está mostrando aos brasileiros que ele não pode pedir o artigo 142. Porque mudaram a constituição do Brasil. Mas, que o poder emana do povo. - Ele é tão doido que está mostrando todo o funciona- mento do Brasil e que está sendo revirado e dado conhe- cimento a todos os brasileiros.... Realmente esse doido, está além das nossas expectativas!!!!!! O Brasil a cada dia mais transparente!!!! Avante Bolsonaro!!!!! Olavo de Carvalho BOLSONARO É DOIDO.... FEZ A GENTE VER: POBRE RIO DE JANEIRO A quadrilha que roubou muito durante a Copa do Mundo de Futebol e nas Olimpíadas Chapó Guzmán a la izquierda, Pablo Escobar a la derecha.... Y en el centro: adivinen quién???? EVO MORALES. ... Ahora saben lo que pasa em Latinoamérica con la Revolución Ciudadana? Todos eran gobiernos Narcotraficantes. NR: Será verdad? TRINCA CORREÇÃO DA FAIXA DO LULLA, USADA NO DIA QUE ELE FOI SOLTO PELO STF "OLEO DE RÍCINO" MORO CORRIGIU A FAIXA DO MOLUSCO, QUANDO SAIU DA CADEIA, NÃO LIVRE, CONTINUANDO CONDENADO, FOI PARA O ANTRO APELIDADO DE, SINDICADO DOS METALURGICOS. MESMO CUSTANDO A IMAGEM DE UM MORTADELA LARANJA, FOI RESTABELECIDO O VERDADEIRO SENTIDO DA FRASE. Atenção Brasil #GilmarMendesVaiCair Gilmar tentando salvar o Lula Moro foi à Suíça e a mídia meteu o pau. Suíça devolveu agora UM BILHÃO E CEM MILHÕES dos corruptos ao Brasil. Na mídia, nada! A Verdade Sufocada está vindo à tona. O guerrilheiro Carlos Clemente, da Ação Libertadora Nacional, confessou que matou em SP/1971 o pai comunista do atual Presidente da OAB por traição ao grupo guerrilheiro que ele pertencia. #BolsonaroTemRazão
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    8Nº 270 -Novembro/2019 24 STF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL VERGONHA NACIONAL!VERGONHA NACIONAL!VERGONHA NACIONAL!VERGONHA NACIONAL!VERGONHA NACIONAL! E O STF QUANDO SERÁ PRESCRITO?
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    Nº 270 -Novembro/2019 25 Ahistória é fantástica. A mulher é a proprietária de um poderoso escritório de advocacia em Brasília. Sua ascensão foi meteórica e hoje seu escritório tem certamente em seu port- fólio clientes fortes, grandes constru- toras, algumas com envolvimento no Petrolão, casos da Queiróz Galvão e da Andrade Gutierrez. Roberta Maria Rangel, a pode- rosa causídica, é desde 2013, espo- sa do Ministro José Antonio Dias Toffo- li, Presidente do Su- premo Tribunal Fe- deral (STF). A relação con- jugal do casal tonou- se tão afinada quan- to à relação finan- ceira. Todos os me- ses, transferências de altas somas em dinheirosãofeitasda conta da esposa para o marido. Roberta faz mensalmente depó- sitos na conta do marido José. Valo- res altíssimos. A ajuda certamente advém do fato do ministro ter despesas que su- peram em muito o seu salário na mais alta corte do país. Só a pensão que Tofolli paga pa- ra a sua ex-mulher, Mônica Ortega, com quem se casou pela primeira vez, atinge a bagatela de R$ 50 mil reais, valor que, por si só, já é maior que o seu próprio salário. Todavia, o que realmente cau- sa calafrios, é o fato de que em 2015 a área técnica do banco constatou in- dícios de lavagem de dinheiro nas tran- sações bancárias envolvendo o mi- nistro e a advogada. A orientação em casos como es- se é imediata comunicação ao Conse- lho de Controle de Atividades Finan- ceiras, o Coaf, o órgão de inteligência STF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERALSTF - SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL “Só não há jeito, mesmo, para quem já está na sala de espera da vida, aguar- dando a chamada para o último voo. Para estes, paciência. (Poderiam contar, no papel, com o Senado — o único instru- mento capaz de encurtar a espera, já que só ele tem o poder de decretar o im- peachment de ministros do STF”. Um dos grandes amigos do Brasil e dos brasileiros de hoje é o calendário. Só ele, e mais nenhum outro instrumento à disposição da República, pode resolver um problema que jamais deveria ter se trans- formado em problema, pois sua função é justamente resolver problemas — o Su- premo Tribunal Federal. O STF deu um ca- valo de pau nos seus deveres e, com isso, conseguiu promover a si próprio à condi- ção de calamidade pública, como essas que são trazidas por enchentes, vendavais ou terremotos de primeira li- nha. Aberrações malignas da natureza, como todo mundo sabe, podem ser re- solvidas pela ação do Cor- po de Bombeiros e demais serviços de salvamento. Mas o STF é outro bicho. Ali a chuva não para de cair, o vento não para de soprar e a terra não para de tremer — não enquanto os indivíduos que fabricam essas desgraças continu- arem em ação. Eles são os onze minis- tros que formam a nossa “corte supre- ma”, e não podem ser demitidos nunca de seus cargos, nem que matem, fritem e comam a própria mãe no plenário. Só há uma maneira da população se livrar legalmente deles: esperar que comple- tem 75 anos de idade. Aí, em compensa- ção, não podem ser salvos nem por seus próprios decretos. Têm de ir embora, no ato, e não podem voltar nunca mais. Gló- ria a Deus. Demora? Demora, sem dúvida, e mui- ta coisa realmente ruim pode acontecer enquanto o tempo não passa, mas há duas considerações básicas a se fazer antes de abandonar a alma ao desespero a cada vez que se reúne a apavorante “Segunda Tur- ma” do STF — o símbolo, hoje, da maioria de ministros que transformou o Supremo, possivelmente, no pior tribunal superior em funcionamento em todo o mundo civilizado e em toda a nossa história. A primeira consideração é que não se pode eliminar o STF sem um golpe de Estado, e isso não é uma opção válida dos pontos de vista político, moral ou prático. A segunda é que o calendário não para. Anda na base das 24 horas a cada dia e dos 365 dias a cada ano, é ver- dade, mas não há força neste mundo ca- paz de impedir que ele continue a andar. Levará embora para sempre, um dia, Gilmar Mendes, Antônio Toffoli, Ricardo Lewan- AORGANIZAÇÃOCRIMINOSAQUE COMANDA O BRASIL ROUBANDO Engº. Geraldo Castro Filho do Ministério da Fazenda que regis- tra as operações num banco de da- dos e, a depender do caso, encami- nha os indícios para as autoridades competentes, como a polícia ou o Mi- nistério Público. O caso de Toffoli foi esqueci- do em alguma gaveta de algum dire- tor da instituição financeira. Presentemente, Roberta Rangel passou a ser alvo de investigação da Receita Federal, por suspeitas de irregu- laridades tributári- as. A mesma ope- ração também atin- giuoMinistroGilmar Mendes e sua espo- sa Guiomar, outra advogada podero- sa. Paralelamen- te, o Presidente do STF tenta firmar um pacto com par- lamentares no sentido de impedir que a Receita Federal promova in- vestigação de ministros do STF e de parlamentares, conforme denúncia feita pelo jurista Modesto Carvalho- sa: “Causa profundo espanto e re- volta na cidadania brasileira a condu- ta do Ministro Dias Toffoli, Presiden- te do STF, que tem procurado deputa- dos para a aprovação de uma lei que coíba atividades de investigação pro- movidas pela Receita Federal, com respeito às fraudes que tem sido co- metidas por contribuintes. Tudo em decorrência do vaza- mento de informações relativas a um outroMinistrodamesmaCasa,Gilmar Mendes. Esse cerceamento das ativida- des da Receita é um escândalo, mos- tra a que ponto chegou a falta de de- coro e não pode, em definitivo, ser per- mitido.” https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/13525/a-poderosa-mulher-que-faz-depositos-mensais-para-um-ministro-do-stf VAMOS DIVULGAR EM TODOS OS GRUPOS!!!! O PIOR SUPREMO DE TODA A HISTÓRIAGeneral de Brigada César Nicodemus de Souza Tem integrante do STF cujo único atributo para lá chegar foi ter sido advogado do PT; outro fez negócio imobiliário com a mãe de gente influente; outro era primo do Presidente de então; e por ai vai – ou foi... Que tristeza ter de contar só com o tempo para as coisas melhorarem “por mera gravidade”... (04/11) DE J.R. GUZZO dowski. Antes deles, já em novembro do ano que vem e em julho de 2021, irão para casa Celso Mello e Marco Aurélio — será a maior contribuição que terão dado ao país desde sua entrada no serviço públi- co, como acontecerá no caso dos colegas citados acima. E assim, um por um, todos irão embora — os bons, os ruins e os hor- ríveis. Faz diferença, é claro. Só os dois que irão para a rua a curto prazo já ajudam a mudar o equilíbrio aritmético entre o pouco de bom e o muitíssimo de ruim que existe hoje no tribunal. Como é pratica- mente impossível que sejam nomeados dois ministros piores do que eles, o re- sultado é uma soma no polo positivo e uma subtração no polo negativo — o que vai acabar influindo na formação da maioria nas votações em plenário e nas “turmas”. Com mais algum tempo, em maio de 2023, o Brasil se livra de Lewandowski. A menos que o presidente da época seja Lula, ou coi- sa parecida, o ministro a ser nomeado para seu lu- gar tende a ser o seu exato contrário — e o STF, en- fim, estará com uma cara bem diferente da que tem hoje. O fato, em suma, é que o calendário não per- doa. O ministro Gilmar Mendes pode, por exemplo, proibir que o filho do presidente da República seja in- vestigado criminalmente, ou que provas ilegais, obtidas através da prática de crime, sejam válidas numa corte de justiça. Mas não pode obrigar ninguém a fazer aniversá- rio por ele. Gilmar e os seus colegas podem rasgar a Constituição todos os dias, mas não podem fugir da velhice. O Brasil que vem aí à frente, por es- se único fato, será um país melhor. Se você tem menos de 25 ou 30 anos de ida- de, pode ter certeza de que vai viver numa sociedade com outro conceito do que é justiça. Não estará sujeito, como aconte- ce hoje, à ditadura de um STF que inventa leis, censura órgãos de imprensa e assi- na despachos em favor de seus próprios membros. Se tiver mais do que isso, ainda pode pegar um bom período longe do pesadelo de insegurança, desordem e injustiça que existe hoje. Só não há jeito, mesmo, para quem já está na sala de espera da vida, aguardando a chamada para o último voo. Para estes, paciên- cia. (Poderiam contar, no papel, com o Senado — o único instrumento capaz de encurtar a espera, já que só ele tem o poder de decretar o impeachment de ministros do STF. Mas isso não vai acontecer nunca; o Senado brasileiro é algo geneticamente programado para fazer o mal). Para a maioria, a vitória virá com a passagem do tempo. Paralelamente, o Presidente do STF tenta firmar um pacto com parlamentares no sentido de impedir que a Receita Federal promova investigação de ministros do STF e de parlamentares, conforme denúncia feita pelo jurista Modesto Carvalhosa O STF deu um cavalo de pau nos seus deveres e, com isso, conseguiu promover a si próprio à condição de calamidade pública, como essas que são trazidas por enchentes, vendavais ou terremotos de primeira linha. Chega de covardia! Temos de fazer este Apedeuta Ladrão calar-se - co- mo também o subversivo cubano que atende pelo nome de Zé Dir- ceu...- ou engaiolá-los por incitamento à desordem e à baderna (Lei de Segurança Nacional!!!). Desta vez tem de ser rápido! SEM A COVAR- DIA RELEMBRADA ABAIXO! Antes que tomem corpo suas pregações e ações preparatória . Se é necessário, lembremos que os Chefes Militares Bolivianos to- maram a frente da desordem interna (responsabilidade de qualquer Força Armada), ANTES DO ESTABELECIMENTO DO CAOS TOTAL! Não podemos deixar ruir as poucas, mas sólidas, conquistas de um primeiro go- verno sem corrupção ou compadrio em tantos e tantos anos! E vamos pen- sando como levar o Congresso ao “impeachment” (branco ou verde- oliva...) de metade deste STF. Brasil, acima de tudo! SÓ PARA MILITARESGen Bda César Augusto Nicodemus de Souza Nós fomos covardes. Está na hora da serena reação !
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    8Nº 270 -Novembro/2019 26 Resultado de imagem para imagens da bandeira do brasilNão podemos es- quecer, na data de hoje, 19 de novembro, o nome de Olavo Brás Martins dos Guima- rães Bilac. Ele é o autor da letra do Hino à Bandeira do Brasil, ficando a cargo de Francisco Braga, musicá-la. Este poema foi apresentado, pe- la primeira vez em 9 de novembro de 1906.Argumenta-se que a razão de ter sido escolhido o dia 19 de novembro, para homenageá-la, deve-se ao fato de ser, no dia 15, o da Proclamação da Re- pública. Portanto, seria mais lógico que o Dia da Bandeira fosse posterior, por ter sido uma consequência da mu- dança de regime. Na “Obra Reunida” do autor, esse Hino está inserido em “Poesias Infantis”. É fácil de explicar: todas as noções de civismo deveriam iniciar-se com as pri- meiras letras, quando a criança assimila com facilidade os ensinamentos, acredita no que recebe, e passa a reverenciar as datas e os símbolos nacionais. Torna-se, para ela, um hábito salutar e patriótico. Há muito tempo (e bota-se tempo nisso), na Praça da Bandeira, aqui, no Rio de Janeiro, nesta data, costumava acon- tecer o ato de cremação das bandeiras, já DIA DA BANDEIRADIA DA BANDEIRADIA DA BANDEIRADIA DA BANDEIRADIA DA BANDEIRA “Um povo não é povo enquanto não sabe ler.” (Olavo Bilac) Professora Universitária Aileda de Mattos Oliveira em péssimo estado, pelo uso ou pelo vento, quando hasteada externamente. Reuniam-se crianças e adolescentes de várias escolas públicas que conduziam a cremação e substituíam a bandeira no mastro da praça, já apresentando desgas- te, por outra novinha, que era desdobrada como manda o re- gulamento. Essa soleni- dade não mais exis- te nesta cidade de- cadente, violenta, sem governo. Não há interesse em se recuperar os belos atos que os própri- os governos, de ou- tros tempos, manti- nham. Atualmente, os governantes não se interessam pelas atividades cívicas, apenas, em galgar no- vas etapas na sua vida política. Tudo perdeu o encanto. Já vi ban- deiras, em tiras, hasteadas; no mastro, dia e noite; desbotadas; com a frase “Ordem e Progresso”, invertida. Tudo vale numa cidade sem educação. Mas, saudemos nós a Bandeira Bra- sileira, símbolo de liberdade e de sobe- rania. Saudemos, também, o poeta, es- critor e conferencista, fundador da Liga da Defesa Nacional, Olavo Bilac. Continuemosaseraelitecívicadeste País que merecia uma maior atenção de seu povo, em grande parte, ingrato. A Conservadora, a Tradicionalista, a Radical, mas, fervorosamente, Brasileira. Na expectativa de que tenha algu- ma utilidade nas ma- térias da próxima Edi- ção do Jornal, estou enviando publica- ções dos notórios “O Estado de São Paulo” e “Folha de São Pau- lo”, a respeito da pre- paração/organização e realização do even- to aqui em São Paulo. Peço notar a foto estampada no “esta- dão”, que oferece me- lhor visualização do público presente. Ape- sar da pouca divulga- ção e atrapalhada pe- la prova do Enem a manifestação foi um sucesso. Gostaria de des- tacar o excelente tra- balho da rádio Jovem Pan, com o competente repórter Marcelo Matos fazendo relatos precisos e com ótimas entrevistas com pessoas que conheciam muito bem as pautas em foco, do outro lado, os magníficos comentaristas da Jovem Pan, que por sinal realizou grande campanha pela reforma da Previdência, informo ainda que a rádio relatou manifestações em 13 cidades do estado. O povo com sede de justiça vai fazer muita pressão. Grato pela atenção, saudações Na Avenida Paulista manifestantes protestaram contra decisão do STF (FSP - 10/11) JOÃO ALFREDO CASTELO BRANCO SÃO PAULO / SP Manifestação em 09.11.2019 Os comentários, artigos e cartas sobre o STF tomaram conta desta edição, co- mo também as críticas e pedidos de “impeachment” dos sinistros Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Julgamos que temos várias soluções para resolver essa vergo- nhosa situação nacional, a saber: 1. Intervenção militar, já! 2. O Senado processar os sinistros do STF, pedindo o impeachment de Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski , Celso de Mello e Rosa Weber. 3. Invasão do STF, tal qual ocorreu anteriormente no Congresso Nacional. 4. Intervenção militar, já! Pelo voto em 2022. Ler a página central desta edição e começar a tomar as devidas providências. 5. Tornar sem efeito a soltura dos maiores corruptos, ladrões e traidores a saber: Lula, José Dirceu, Azeredo (ex-governador de Minas, cumpria pena de 20 anos) e outros. 6. O que o STF tem com a hidrelétrica de Itaipú? A saber: viagem do sinistro Ricardo Lewandowski com a esposa para a Europa (Lisboa, Madri, Londres e outras cidades) a 29 de junho e retornando ao Brasil em 21 de julho! Todas as passagens foram bancadas com recursos de Itaipú. Até o atual presidente do STF, Dias Toffoli recebeu passagens executivas, deixando Brasília em 30 de junho com destino a Portugal e só retornando a 21 de julho. Marco Aurélio Mello fez o mesmo com seu filho Eduardo, auditor do STF Des- portivo em 2017 – Deixaram o Brasil rumo a Portugal no dia 30 de junho e só retornaram em 10 de julho. • A edição de 2019 do chamado “fórum do Gilmar” foi colada com a Semana Santa, feriado no qual tanto o Supremo quanto o STJ emendaram do dia 17, uma sexta-feira, até 21 de abril, um domingo. • O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, por sua vez, foi outro que aproveitou o evento do colega Gilmar em Lisboa para passar o feriado da Semana Santa na Europa com a mulher. • Também com passagens pagas por Itaipu, os dois foram para a capital portuguesa em 14 de abril, oito dias antes do início do fórum, e retornaram no dia 22, depois de o ministro proferir uma palestra no primeiro dia do evento sobre “reformas na Justiça”. • Gilmar, o anfitrião, também via- jou às expensas de Itaipu. Ficou em Lisboa de 19 a 28 de abril. PALESTRAS REMUNERADAS • A companhia também foi res- ponsável pelo pagamento, via FGV, de um cachê de 20 mil reais ao mi- nistro do STF Luiz Fux por sua par- ticipação no seminário “A Reforma da Previdência”, realizado no cen- tro cultural da fundação, no Rio, em março deste ano. • Itaipu foi informada de que o pedido para que a pesquisa fosse realizada partiu do presidente do STF, Dias Toffoli. • O pagamento foi feito em maio deste ano. LUXO DE GRAÇA • Trata-se do pagamento de 211 mil reais feito em 10 de janeiro deste ano por Itaipu referentes a reservas em um hotel em Nova York para quinze pessoas, em sua maioria autoridades da cúpula do Judiciário brasileiro, como o presidente do STF e seu colega Gil- mar Mendes. • No período que consta dos documentos apresentados na prestação de contas da GV, Gilmar e Dias Toffoli estavam no Brasil. • Só as passagens de ida e volta de Toffoli que a fundação ane- xou à prestação de contas somam 27 mil reais. O AFILHADO GENEROSO • Sua boa vontade nos convênios com entidades jurídicas o aproximou, primeiro, de Gilmar Mendes, dono do IDP. • Depois, ele ficou próximo também de Dias Toffoli. Os dois ministros, Gilmar principalmente, acabaram transformando-o nu- ma espécie de afilhado político em Brasília. • De 2015 para cá, só no STF foram protocoladas 14 ações que têm Itaipu como parte. Entendeu agora porque o poder judiciário ama o Lula e odeia Bol- sonaro e por isso envida todos os esforços para inviabilizar seu governo? Porque não querem o fim da farra com dinheiro público. O STF é hoje o único câncer que o Brasil precisa extirpar para sobreviver. Todos aqueles ministros bandidos deveriam ser julgado por um Tribunal Militar. SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL Ex-presidente Lula, solto após decisão da própria Corte, foi outra vez lembrado Insatisfação. Manifestantes se reuniram em várias capitais pedindo o impeachment de ministros do STF GILMAR E TOFFOLI SÃO ALVOS DE PROTESTOS NR: DÁ NOJODÁ NOJODÁ NOJODÁ NOJODÁ NOJO! Nada disso jamais foi divulgado pela mídia venal e vendida. Esses “sinistros” deveriam devolver o que foi recebido ilegalmente, em dobro e responder a um processo de impeachment. Organizadores: VEM PRA RUA – NAS RUAS – MBL E OS GRUPOS MENORES.
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    Nº 270 -Novembro/2019 27 RITÁPOLIS. A origem da Fazenda do Pombal remonta ao ano de 1718, quando os bandeirantes a usavam como ponto de parada em suas incursões pe- los sertões de Minas. Naquela época, ela era conhecida como “Parada de São Sebastião”. Quando Tiradentes nasceu, em 1746, a propriedade possuía uma área de 900 alqueires, produzia açúcar e Antes e depois Propriedade passou por transformações Memória. Imóvel (foto) veio depois de Tiradentes, mas maquetes mostram como era a propriedade ouro e dispunha de 35 escravos em sua sede. A casa, que desapareceu, tinha dois andares: a parte superior era usada como residência; e a inferior, como de- pósito de ferramentas, oficina de ferrei- ro, senzala e engenho de produção de açúcar. Quando completou 11 anos, órfão de pai e mãe, Tiradentes deixou a fazen- da e foi morar com seu padrinho, em São José del Rei, hoje Tiradentes. A fazenda, então, foi desmembrada e deu origem a mais três propriedades. Em 1948, foi adquirida pelo Minis- tério da Agricultura, já com a área redu- zida a 89,5 hectares. De 1945 a 1950, a Fazenda do Pom- bal passou por outra mudança drástica: o terreno foi terraplenado em toda área onde um dia fora construída a casa de “senhores” para a instalação de um pos- to fixo agropecuário, com plantação de peral, mangueiral, criação bovina e suína. Hoje restam apenas alguns ali- cerces cobertos de vegetação. ‘Tetraneto’ de Tiradentes, o te- nente-coronel reformado Adalberto Gui- marães Menezes, 92, vê a história se perder. “Era pior. Antigamente, as pes- soas iam com carro de boi para tirar as pedras das ruínas, as pessoas de São João (del Rei) não sabem que lá foi onde ele nasceu, não entendiam o valor”, pontuou. (LF) Família. Adalberto Menezes não buscou ser reconhecido oficialmente, mas garante ser parente do mártir ‘Tetraneto’ tenta preservar a história Analista do ICMBio diz que prioridade é proteger o meio ambiente Para manutenção da Floresta Nacional de Ri- tápolis, onde fica a Fazenda do Pombal, há convênios firmados com as prefeituras de Ritápolis e de Ti- radentes, além da Universidade Federal de São João del-Rei. Segundo o analista ambiental do ICMBio e che- fe da unidade, Marco Túlio Simões, os recursos são suficientes. “Temos prioridades, trabalhamos em ati- vidades de proteção ao meio ambiente e educação ambiental”, destacou. O Ministério do Meio Ambiente e o Iphan não se manifestaram. (LF) ‘Verba é suficiente’, diz chefe Militar reformado sugeriu criar Parque Nacional onde Tiradentes nasceu LETÍCIA FONTES Afamília de Adalberto Gui- marãesMenezes,92,foire- conhecida como parente de Ti- radentes. Duas primas do te- nente-coronel reformado rece- beram o título de tetranetas do inconfidente. Menezes não quis ir atrás do reconhecimento e da burocracia, mas garante que também é tetraneto. A linhagem pode garantir uma pensão vita- lícia de cerca de dois salários mínimos mensais paga pelo governo. Apesar de não ter se interessado pelo título, o militar dedica a vida a estudar a história do seu antepassado. Visitante frequente da Fazenda do Pombal, onde Tiradentes nasceu, em Ritápolis, na região Central, Menezes chegou até a apresentar um projeto para transformar o lugar em um parque nacional dedicado ao mártir, mas as autoridades, segundo ele, não se interessaram pela ideia. “Eu mesmo não sei muitas histórias da família, era importante ter um local assim para a história não se perder”, avaliou o “tetraneto” de Tiradentes. LIÇÃO. A professora Vânia Vilela de Ávila mora em São João del Rei há pouco mais de três décadas. Por vários anos, a docente, que dá aula para o quinto ano do ensino fundamental, levou alunos à fazenda. “É a oportunidade de ver in loco o que estudamos em sala de aula. A educação tem passado por transformações, temos que envolver os alunos, e nada melhor do que mostrar a história. A gente ama aquilo que conhece”, disse. Mas, nos últimos anos, a propriedade ficou fechada por alguns meses, e Vânia perdeu o hábito. “É uma pena o local estar esquecido, turistas vêm à cidade e nem sabem da fazenda”, afirmou a professora. Aos 92 anos, Adalberto Menezes busca saber mais sobre seu antepassado NR: O Cel Menezes é historiador, membro do Instituto Histórico e Ge- ográfico de Minas Gerais, conferen- cista e profundo conhecedor da His- tória do Brasil e de Minas Gerais. Diretor Cultural do Círculo Militar de BH onde apresenta exposições nas datas festivas. Faz muito, muito tem- po que tenta criar o Parque Histórico Tiradentes e já está passando da hora desse sonho se realizar e para isso, aguarda as devidas providências do Governo do Estado e da Polícia Mi- litar de Minas Gerais. Autor de di- versos livros sobre Tiradentes, como o acima publicado recentemente em julho de 2019 e distribuído gratuita- mente aos historiadores e aos inte- ressados na História de Minas Ge- rais. Domingo, 17 de novembro de 2019
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    8Nº 270 -Novembro/2019 28 Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores. Permitida a reprodução desde que citada a fonte. EXPEDIENTE Editor/Redator: Coronel Carlos Claudio Miguez Jornalista Responsável: 17646/MG Telefone (31) 3344-1500 / 99957-3534 - E-mail: jornal@jornalinconfidencia.com.br Rua Xingu, 497 - Alto Santa Lúcia - CEP 30360-690 - Belo Horizonte - MG Circulação Dirigida Impressão: Sempre Serviços Gráficos Ltda CNPJ: 11.843.412/0001-00 Envelopamento autorizado Pode ser aberto pela ECT www.jornalinconfidencia.com.br Ilustrações: Internet É IMPOSSÍVEL ESCREVER CORRUPTO SEM PT NÃO VOTO EM Em julho de 2005, um assessor do então deputado estadual José Nobre Guimarães (PT/CE) foi preso no aeroporto em São Paulo pela Polícia Federal, com US$ 100 mil e R$ 200 mil escondidos na cueca e na mala. O nobre deputado é irmão de José Genuíno (PT/SP) e foi eleito deputado federal. Essa cueca do PT permanecerá pendurada até o caso ser investigado e os corruPTos julgados, condenados e presos. Hoje é o líder do PT na Câmara de Deputados! Não podia ser outro! Lula ficou preso 1 ano, 7 meses e 1 dia. Até nisso o ladrão e corrupto é 171. Quando qualquer político de esquerda disser que vai acabar com a pobreza, tenha a certeza que ele refere-se à dele própria Lula foi uma espécie de Robin Hood com Alzheimer, roubava dos ricos mas esquecia de dar aos pobres! Alguém sabe se o Abdelmassih e o João de Deus voltarão a atender na semana que vem? Foi mais fácil o Lula mudar a lei do que provar sua inocência... 7 DE NOVEMBRO O dia em que um 6X5 causou mais vergonha que o 7X1.