O documento discute a responsabilidade das forças armadas no combate ao comunismo no Brasil e critica decisões do STF sobre a prisão em segunda instância. A vitória de Bolsonaro é apresentada como uma revolução, desafiando a mídia e promovendo uma nova forma de governança. As redes sociais são destacadas como um fator crítico para a mudança do controle midiático e a promoção de uma democracia autêntica.