O documento descreve o período do Humanismo em Portugal nos séculos XV-XVII. O desenvolvimento da imprensa permitiu uma maior divulgação do conhecimento e do livro, fazendo com que o homem passasse a se ver como agente racional. A arte da época foi marcada pela convivência de elementos espirituais e terrenos. Crônicas históricas e peças de teatro, como as de Gil Vicente, caracterizaram este período de transição.