SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 30
Baixar para ler offline
MÓDULO 02:
BARROCO
PROFESSORA ESP. PAULA MEYER
CONTEXTO HISTÓRICO
TROVADORISM
O
IGREJA FORTALECIDA;
TEOCENTRISMO;
SOCIEDADE
ESTAMENTAL.
HUMANISMO
SÉCULO XIV - XV
CONHECIMENTO;
ANTROPOCENTRISMO;
CLASSE SOCIAL
(COMÉRCIO)
REFORMA
PROTESTANTE
SÉCULO XVI
CONTRA- REFORMA
SANTA INQUISIÇÃO
MISSÕES JESUÍTICAS
BARROCO
SÉCULO XVII – SÉCULO
XVIII
- HOMEM DIVIDIDO
ENTRE O CÉU E A
TERRA;
- MOMENTO DE
ANGÚSTIA;
IDADE MÉDIA
SÉCULO X – SÉCULO
XV
IDADE MODERNA
SÉCULO XV – SÉCULO
XVIII
BARROCO
 Grego: “Baros” = pesado
 Período artístico-histórico que entrou em vigência
após a Contrarreforma;
 Foi a manifestação artística representante dos
conflitos espirituais e culturais que se apossavam
dos indivíduos de então;
 Vai de encontro com os padrões renascentistas;
 Carpe Diem (lembrando da morte).
SÉCULO XVII – SÉCULO
XVIII
RENASCIMENTO x BARROCO
MICHELANGELO
ITÁLIA (1475 – 1564)
BERNINI
ITÁLIA (1598 – 1680)
DAVI
5 METROS
1 METRO E 70 CM
COLOCANDO EM PRÁTICA!!!!
RENASCIMENTO OU BARROCO??
Madona com Menino, de Filippo
Lippi
Madona de Loreto, de
Caravaggio
ARTE BARROCA
ARTE BARROCA CARAVAGGIO
ITÁLIA (1571 – 1610)
Judite e Holofernes (1598-15
ARTE BARROCA PETER
RUBENS
ALEMANHA (1577 – 1640)
O rapto das filhas de Leucipo (1
ARTE BARROCA VELÁZQUEZ
ESPANHA (1599 – 1660
As Meninas (1656)
ARTE BARROCA VERMEER
HOLANDA (1632 – 1675)
O Astrônomo (1668)
ESCULTURA
BERNINI
ITÁLIA (1598 – 1680)
ALEIJADINHO
BRASIL (1730 – 1814)
ARQUITETURA
VALORIZAÇÃO DE
ARCOS DE VARIADAS
FORMAS
DIFERENTES TIPOS
DE CÚPULAS
ELEMENTOS
PRECISOS (OURO)
ABUNDÂNCIA DE
ELEMENTOS
DECORATIVOS
ARQUITETURA
DIFERENTES TIPOS
DE CÚPULAS
ELEMENTOS
PRECISOS (OURO)
ABUNDÂNCIA DE
ELEMENTOS
DECORATIVOS
VALORIZAÇÃO DE
ARCOS DE VARIADAS
FORMAS
ARQUITETURA
CATEDRAL METROPOLITANA, QUITO.
EQUADOR
ELEMENTOS
PRECIOSOS (OURO)
LITERATURA
PRINCIPAIS TEMAS:
 Sentido de transitoriedade da vida;
 Sentimento desolador de amor vivido;
 Dramatização da existência;
 Insatisfação e solidão.
ESTILOS DE EXPRESSÃO
CULTISMO (FORMA)
POESIA
CONCEPTISMO (CONTEÚDO)
PROSA
Conhecer = entrar em contato por meio
dos sentidos
Conhecer = analisar até chegar em
conceitos
Figuras de linguagem (metáfora) Argumento (através da lógica)
Utilização de palavras cultas e
neologismos (origem latina)
Sofisma (dissimular a verdade) +
Silogismo (premissas) / (Aristóteles) /
convencer
ANTÍTESE: carne x espírito / céu x terra / Deus x diabo / fugaz x eterno
CULTISMO OU
CONCEPTISMO?
GREGÓRIO DE MATOS
 Conhecido como “boca do inferno”;
 Pai era nobre português e fez Gregório estudar Direito;
 PERSONALIDADE REBELDE (perseguido pela
Inquisição) ;
 Realizou mais de 700 textos de poemas (líricos,
satíricos, eróticos, filosóficos e religiosos).
BRASIL, 1636 - 1696
POESIA LÍRICA-AMOROSA
Anjo no nome, Angélica na cara,
Isso é ser flor, e Anjo juntamente,
Ser Angélica flor, e Anjo florente,
Em quem, senão em vós se uniformara?
Quem veria uma flor, que a não cortara
De verde pé, de rama florescente?
E quem um Anjo vira tão luzente,
Que por seu Deus, o não idolatrara?
Se como Anjo sois dos meus altares,
Fôreis o meu custódio, e minha guarda,
Livrara eu de diabólicos azares.
Mas vejo, que tão bela, e tão galharda,
Posto que os Anjos nunca dão pesares,
Sois Anjo, que me tenta, e não me guarda.
• Marcada pelos dualismos: carne
x espírito / amor x pecado;
• Amor = fonte do prazer e
sofrimento;
• Mulher = personificação do
pecado (leva o homem à
perdição).
POESIA LÍRICA-RELIGIOSA
• Busca uma humanização por meio
da religião;
• Sente culpa por pecar e busca a
salvação;
• Pecado x Perdão;
• Se comporta como advogado
(defesa).
PEQUEI, SENHOR....
Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado,
de vossa alta clemência me despido;
porque quanto mais tenho delinqüido,
vos tenho a perdoar mais empenhado.
Se basta a vos irar tanto um pecado,
a abrandar-vos sobeja um só gemido:
que a mesma culpa, que vos há ofendido,
vos tem para o perdão lisonjeado.
Se uma orelha perdida e já cobrada,
glória tal e prazer tão repentino
vos deu, como afirmais na sacra história,
eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada,
cobrai-a; e não queirais, pastor divino,
perder na vossa ovelha a vossa glória.
POESIA LÍRICA-FILOSÓFICA
• Consciência perturbada por
fatores como a visão de mundo
corrupto;
• Vida transitória;
• Aproveitar cada momento da vida.
É a vaidade, Fábio, nesta vida,
Rosa, que da manhã lisonjeada,
Púrpuras mil, com ambição dourada,
Airosa rompe, arrasta presumida.
É planta, que de abril favorecida,
Por mares de soberba desatada,
Florida galeota empavesada,
Sulca ufana, navega destemida.
É nau enfim, que em breve ligeireza,
Com presunção de Fênix generosa,
Galhardias apresta, alentos preza:
Mas ser planta, ser rosa, nau vistosa
De que importa, se aguarda sem defesa
Penha a nau, ferro a planta, tarde a rosa?
POESIA LÍRICA-SATÍRICA
EPÍLOGOS
Que falta nesta cidade?... Verdade.
Que mais por sua desonra?... Honra.
Falta mais que se lhe ponha?... Vergonha.
O demo a viver se exponha,
Por mais que a fama a exalta,
Numa cidade onde falta
Verdade, honra, vergonha.
Quem a pôs neste rocrócio?... Negócio.
Quem causa tal perdição?... Ambição.
E no meio desta loucura?... Usura.
Notável desaventura
De um povo néscio e sandeu,
Que não sabe que perdeu
Negócio, ambição, usura.
Quais são seus doces objetos?... Pretos.
Tem outros bens mais maciços?... Mestiços.
Quais destes lhe são mais gratos?... Mulatos.
[…]
• Vocabulário agressivo;
• Criticidade (reflexão)
• Produziu sátiras irreverentes,
ocasionando perseguições e sua
expulsão.
PADRE ANTÔNIO VIEIRA
 Viveu na Contrarreforma Católica (missões jesuíticas);
 Facilidade na oratória (desde o seminário);
 Escrevia seu sermão (trazia conceptismo);
 Era extremamente patriota;
 Defendeu os cristãos-novos (judeus) e entrentou a
Inquisição;
 Realizou mais de 200 sermões.
PORTUGAL, 1608 - 1697
PADRE ANTÔNIO VIEIRA
 Viveu na Contra-Reforma Católica (missões jesuíticas);
 Facilidade na oratória (desde o seminário);
 Escrevia seu sermão (trazia conceptismo);
 Era extremamente patriota;
 Defendeu os cristãos-novos (judeus) e entrentou a
Inquisição;
 Realizou mais de 200 sermões.
PORTUGAL, 1608 - 1697
PADRE ANTÔNIO VIEIRA
PORTUGAL, 1608 - 1697
ESTRUTURA ESPECÍFICA SERMÕES
(CONCEPTISTA)
EXÓRDIO /
INTRÓITO
INVOCAÇÃO
DESENVOLVIMENT
O
PERORAÇÃO
APRESENTAVA O TEMA
CHAMAVA O NOME DE ALGUM
SANTO (ABENÇOAVA)
CONFIRMAVA OS
ARGUMENTOS
TERMINAVA DE MANEIRA
ANIMADA
PADRE ANTÔNIO VIEIRA
PORTUGAL, 1608 - 1697
SERMÃO DA SEXAGÉSIMA (1655)
 Critica os padrões que pregavam de maneira vazia;
 A falta de naturalidade é a falta de analogia com a
Palavra de Deus;
 É construído em 10 partes;
 “Pregar é semear”.
BARROCO NO BRASIL
SÉCULOS: XVII - XVIII
CONSIDERADO O
PRIMEIRO AUTOR
BARROCO
BRASILEIRO
94 ESTROFES DE
OITAVAS HEROICAS.
1601
1730 – 1814
- Realizou suas obras no
período do Arcadismo!
PARA VISUALIZAR…
PARA RELACIONAR...
OBRIGADA!!!
REFERÊNCIAS...
ETZEL, Eduardo. O Barroco no Brasil. São Paulo: Melhoramentos,
1974.
MARAVALL, José Antonio. A Cultura do Barroco. Barcelona: Ariel, 1997
PAIVA, J. M. . Colonização e Catequese. São Paulo: Arké, 2006.
MIRANDA, Ana. Boca do Inferno. São Paulo: Companhia das Letras. 2
ed.
DIMAS, Antônio. Literatura Comentada. São Paulo: Nova Cultural,
1988.
APOSTILA PLURALL / 2024.

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a Barroco (Contexto Histórico, Arte, Literatura)

Semelhante a Barroco (Contexto Histórico, Arte, Literatura) (20)

A ARTE BARROCA
A ARTE BARROCAA ARTE BARROCA
A ARTE BARROCA
 
Literatura.ppt
Literatura.pptLiteratura.ppt
Literatura.ppt
 
Material de apoio trabalho de sala literatura
Material de apoio trabalho de sala literaturaMaterial de apoio trabalho de sala literatura
Material de apoio trabalho de sala literatura
 
Aula barroco 1ano
Aula barroco 1anoAula barroco 1ano
Aula barroco 1ano
 
Barroco e-arcadismo-no-brasil
Barroco e-arcadismo-no-brasilBarroco e-arcadismo-no-brasil
Barroco e-arcadismo-no-brasil
 
Barroco e Arcadismo no Brasil
Barroco e Arcadismo no BrasilBarroco e Arcadismo no Brasil
Barroco e Arcadismo no Brasil
 
en-literatura.blogspot.com
en-literatura.blogspot.comen-literatura.blogspot.com
en-literatura.blogspot.com
 
Escolas Literárias - Barroco - Seiscentismo
Escolas Literárias - Barroco - SeiscentismoEscolas Literárias - Barroco - Seiscentismo
Escolas Literárias - Barroco - Seiscentismo
 
Barroco
BarrocoBarroco
Barroco
 
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIASLITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
LITERATURA: ESCOLAS LITERÁRIAS
 
O barroco no brasil
O barroco no brasilO barroco no brasil
O barroco no brasil
 
Literatura Brasileira Histórico
Literatura Brasileira HistóricoLiteratura Brasileira Histórico
Literatura Brasileira Histórico
 
Barroco aula
Barroco aulaBarroco aula
Barroco aula
 
Humanismo
HumanismoHumanismo
Humanismo
 
Literatura Brasileira Historico
Literatura Brasileira  HistoricoLiteratura Brasileira  Historico
Literatura Brasileira Historico
 
Sermão de santo antónio aos peixes
Sermão de santo antónio aos peixesSermão de santo antónio aos peixes
Sermão de santo antónio aos peixes
 
Literatura portuguesa barroco
Literatura portuguesa barrocoLiteratura portuguesa barroco
Literatura portuguesa barroco
 
Linguística textual - Intertextualidade
Linguística textual - IntertextualidadeLinguística textual - Intertextualidade
Linguística textual - Intertextualidade
 
Barroco!1 1
Barroco!1 1Barroco!1 1
Barroco!1 1
 
Aula barroco
Aula barrocoAula barroco
Aula barroco
 

Mais de Paula Meyer Piagentini

Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
Jogo de Revisão Primeira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Primeira  Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Primeira  Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Primeira Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
Jogo Literário: Do Trovadorismo ao Romantismo
Jogo Literário: Do Trovadorismo ao RomantismoJogo Literário: Do Trovadorismo ao Romantismo
Jogo Literário: Do Trovadorismo ao RomantismoPaula Meyer Piagentini
 
Arcadismo (Contexto Histórico, Arte, Literatura)
Arcadismo (Contexto Histórico, Arte, Literatura)Arcadismo (Contexto Histórico, Arte, Literatura)
Arcadismo (Contexto Histórico, Arte, Literatura)Paula Meyer Piagentini
 
Trovadorismo, Humanismo, Classicismo e Quinhentismo
Trovadorismo, Humanismo, Classicismo e QuinhentismoTrovadorismo, Humanismo, Classicismo e Quinhentismo
Trovadorismo, Humanismo, Classicismo e QuinhentismoPaula Meyer Piagentini
 
Escritores pertencentes ao Pré-Modernismo no Brasil
Escritores pertencentes ao Pré-Modernismo no BrasilEscritores pertencentes ao Pré-Modernismo no Brasil
Escritores pertencentes ao Pré-Modernismo no BrasilPaula Meyer Piagentini
 
Tabela Escolas Literárias Segunda Metade do século XIX
Tabela Escolas Literárias Segunda Metade do século XIXTabela Escolas Literárias Segunda Metade do século XIX
Tabela Escolas Literárias Segunda Metade do século XIXPaula Meyer Piagentini
 
Escolas Literárias (Segunda Metade do século XIX)
Escolas Literárias (Segunda Metade do século XIX)Escolas Literárias (Segunda Metade do século XIX)
Escolas Literárias (Segunda Metade do século XIX)Paula Meyer Piagentini
 
Mapa Mental (Humanismo e Classicismo) / Ensino Médio
Mapa Mental (Humanismo e Classicismo) / Ensino MédioMapa Mental (Humanismo e Classicismo) / Ensino Médio
Mapa Mental (Humanismo e Classicismo) / Ensino MédioPaula Meyer Piagentini
 
Mapa Conceitual Trovadorismo / Literatura Ensino Médio
Mapa Conceitual Trovadorismo / Literatura Ensino MédioMapa Conceitual Trovadorismo / Literatura Ensino Médio
Mapa Conceitual Trovadorismo / Literatura Ensino MédioPaula Meyer Piagentini
 
Atividade de Interpretação (Projeto Poesia)
Atividade de Interpretação (Projeto Poesia)Atividade de Interpretação (Projeto Poesia)
Atividade de Interpretação (Projeto Poesia)Paula Meyer Piagentini
 

Mais de Paula Meyer Piagentini (20)

Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
 
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Terceira Série (Primeiro Trimestre)
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
 
Jogo de Revisão Primeira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Primeira  Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Primeira  Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Primeira Série (Primeiro Trimestre)
 
Jogo Literário: Do Trovadorismo ao Romantismo
Jogo Literário: Do Trovadorismo ao RomantismoJogo Literário: Do Trovadorismo ao Romantismo
Jogo Literário: Do Trovadorismo ao Romantismo
 
Arcadismo (Contexto Histórico, Arte, Literatura)
Arcadismo (Contexto Histórico, Arte, Literatura)Arcadismo (Contexto Histórico, Arte, Literatura)
Arcadismo (Contexto Histórico, Arte, Literatura)
 
Trovadorismo, Humanismo, Classicismo e Quinhentismo
Trovadorismo, Humanismo, Classicismo e QuinhentismoTrovadorismo, Humanismo, Classicismo e Quinhentismo
Trovadorismo, Humanismo, Classicismo e Quinhentismo
 
Escritores pertencentes ao Pré-Modernismo no Brasil
Escritores pertencentes ao Pré-Modernismo no BrasilEscritores pertencentes ao Pré-Modernismo no Brasil
Escritores pertencentes ao Pré-Modernismo no Brasil
 
Tabela Escolas Literárias Segunda Metade do século XIX
Tabela Escolas Literárias Segunda Metade do século XIXTabela Escolas Literárias Segunda Metade do século XIX
Tabela Escolas Literárias Segunda Metade do século XIX
 
Escolas Literárias (Segunda Metade do século XIX)
Escolas Literárias (Segunda Metade do século XIX)Escolas Literárias (Segunda Metade do século XIX)
Escolas Literárias (Segunda Metade do século XIX)
 
Mapa Mental (Humanismo e Classicismo) / Ensino Médio
Mapa Mental (Humanismo e Classicismo) / Ensino MédioMapa Mental (Humanismo e Classicismo) / Ensino Médio
Mapa Mental (Humanismo e Classicismo) / Ensino Médio
 
Mapa Conceitual Trovadorismo / Literatura Ensino Médio
Mapa Conceitual Trovadorismo / Literatura Ensino MédioMapa Conceitual Trovadorismo / Literatura Ensino Médio
Mapa Conceitual Trovadorismo / Literatura Ensino Médio
 
Interpretação Textual (Sétimo Ano)
Interpretação Textual (Sétimo Ano)Interpretação Textual (Sétimo Ano)
Interpretação Textual (Sétimo Ano)
 
Síndromes
Síndromes Síndromes
Síndromes
 
Dia Internacional das Mulheres
Dia Internacional das MulheresDia Internacional das Mulheres
Dia Internacional das Mulheres
 
Atividade de Interpretação (Projeto Poesia)
Atividade de Interpretação (Projeto Poesia)Atividade de Interpretação (Projeto Poesia)
Atividade de Interpretação (Projeto Poesia)
 
Projeto Poesia
Projeto PoesiaProjeto Poesia
Projeto Poesia
 
Projeto Interdisciplinar
Projeto Interdisciplinar Projeto Interdisciplinar
Projeto Interdisciplinar
 
Orientação de Estudos
Orientação de EstudosOrientação de Estudos
Orientação de Estudos
 

Último

Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfpaulafernandes540558
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdfDemetrio Ccesa Rayme
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxAntonioVieira539017
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfmarialuciadasilva17
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfdio7ff
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASEdinardo Aguiar
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveaulasgege
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.HildegardeAngel
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdfProfGleide
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresaulasgege
 
PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024
PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024
PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024SamiraMiresVieiradeM
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas BrasileirosMary Alvarenga
 
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxalessandraoliveira324
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxkarinasantiago54
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileirosMary Alvarenga
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...Martin M Flynn
 

Último (20)

Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdfSlides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
Slides criatividade 01042024 finalpdf Portugues.pdf
 
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
Geometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdfGeometria  5to Educacion Primaria EDU  Ccesa007.pdf
Geometria 5to Educacion Primaria EDU Ccesa007.pdf
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
 
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNASQUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
QUIZ DE MATEMATICA SHOW DO MILHÃO PREPARAÇÃO ÇPARA AVALIAÇÕES EXTERNAS
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdfPLANEJAMENTO anual do  3ANO fundamental 1 MG.pdf
PLANEJAMENTO anual do 3ANO fundamental 1 MG.pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autoresSociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
Sociologia Contemporânea - Uma Abordagem dos principais autores
 
PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024
PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024
PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
 
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
 

Barroco (Contexto Histórico, Arte, Literatura)

  • 2. CONTEXTO HISTÓRICO TROVADORISM O IGREJA FORTALECIDA; TEOCENTRISMO; SOCIEDADE ESTAMENTAL. HUMANISMO SÉCULO XIV - XV CONHECIMENTO; ANTROPOCENTRISMO; CLASSE SOCIAL (COMÉRCIO) REFORMA PROTESTANTE SÉCULO XVI CONTRA- REFORMA SANTA INQUISIÇÃO MISSÕES JESUÍTICAS BARROCO SÉCULO XVII – SÉCULO XVIII - HOMEM DIVIDIDO ENTRE O CÉU E A TERRA; - MOMENTO DE ANGÚSTIA; IDADE MÉDIA SÉCULO X – SÉCULO XV IDADE MODERNA SÉCULO XV – SÉCULO XVIII
  • 3. BARROCO  Grego: “Baros” = pesado  Período artístico-histórico que entrou em vigência após a Contrarreforma;  Foi a manifestação artística representante dos conflitos espirituais e culturais que se apossavam dos indivíduos de então;  Vai de encontro com os padrões renascentistas;  Carpe Diem (lembrando da morte). SÉCULO XVII – SÉCULO XVIII
  • 4. RENASCIMENTO x BARROCO MICHELANGELO ITÁLIA (1475 – 1564) BERNINI ITÁLIA (1598 – 1680) DAVI 5 METROS 1 METRO E 70 CM
  • 5. COLOCANDO EM PRÁTICA!!!! RENASCIMENTO OU BARROCO?? Madona com Menino, de Filippo Lippi Madona de Loreto, de Caravaggio
  • 7. ARTE BARROCA CARAVAGGIO ITÁLIA (1571 – 1610) Judite e Holofernes (1598-15
  • 8. ARTE BARROCA PETER RUBENS ALEMANHA (1577 – 1640) O rapto das filhas de Leucipo (1
  • 9. ARTE BARROCA VELÁZQUEZ ESPANHA (1599 – 1660 As Meninas (1656)
  • 10. ARTE BARROCA VERMEER HOLANDA (1632 – 1675) O Astrônomo (1668)
  • 11. ESCULTURA BERNINI ITÁLIA (1598 – 1680) ALEIJADINHO BRASIL (1730 – 1814)
  • 12. ARQUITETURA VALORIZAÇÃO DE ARCOS DE VARIADAS FORMAS DIFERENTES TIPOS DE CÚPULAS ELEMENTOS PRECISOS (OURO) ABUNDÂNCIA DE ELEMENTOS DECORATIVOS
  • 13. ARQUITETURA DIFERENTES TIPOS DE CÚPULAS ELEMENTOS PRECISOS (OURO) ABUNDÂNCIA DE ELEMENTOS DECORATIVOS VALORIZAÇÃO DE ARCOS DE VARIADAS FORMAS
  • 15. LITERATURA PRINCIPAIS TEMAS:  Sentido de transitoriedade da vida;  Sentimento desolador de amor vivido;  Dramatização da existência;  Insatisfação e solidão.
  • 16. ESTILOS DE EXPRESSÃO CULTISMO (FORMA) POESIA CONCEPTISMO (CONTEÚDO) PROSA Conhecer = entrar em contato por meio dos sentidos Conhecer = analisar até chegar em conceitos Figuras de linguagem (metáfora) Argumento (através da lógica) Utilização de palavras cultas e neologismos (origem latina) Sofisma (dissimular a verdade) + Silogismo (premissas) / (Aristóteles) / convencer ANTÍTESE: carne x espírito / céu x terra / Deus x diabo / fugaz x eterno CULTISMO OU CONCEPTISMO?
  • 17. GREGÓRIO DE MATOS  Conhecido como “boca do inferno”;  Pai era nobre português e fez Gregório estudar Direito;  PERSONALIDADE REBELDE (perseguido pela Inquisição) ;  Realizou mais de 700 textos de poemas (líricos, satíricos, eróticos, filosóficos e religiosos). BRASIL, 1636 - 1696
  • 18. POESIA LÍRICA-AMOROSA Anjo no nome, Angélica na cara, Isso é ser flor, e Anjo juntamente, Ser Angélica flor, e Anjo florente, Em quem, senão em vós se uniformara? Quem veria uma flor, que a não cortara De verde pé, de rama florescente? E quem um Anjo vira tão luzente, Que por seu Deus, o não idolatrara? Se como Anjo sois dos meus altares, Fôreis o meu custódio, e minha guarda, Livrara eu de diabólicos azares. Mas vejo, que tão bela, e tão galharda, Posto que os Anjos nunca dão pesares, Sois Anjo, que me tenta, e não me guarda. • Marcada pelos dualismos: carne x espírito / amor x pecado; • Amor = fonte do prazer e sofrimento; • Mulher = personificação do pecado (leva o homem à perdição).
  • 19. POESIA LÍRICA-RELIGIOSA • Busca uma humanização por meio da religião; • Sente culpa por pecar e busca a salvação; • Pecado x Perdão; • Se comporta como advogado (defesa). PEQUEI, SENHOR.... Pequei, Senhor, mas não porque hei pecado, de vossa alta clemência me despido; porque quanto mais tenho delinqüido, vos tenho a perdoar mais empenhado. Se basta a vos irar tanto um pecado, a abrandar-vos sobeja um só gemido: que a mesma culpa, que vos há ofendido, vos tem para o perdão lisonjeado. Se uma orelha perdida e já cobrada, glória tal e prazer tão repentino vos deu, como afirmais na sacra história, eu sou, Senhor, a ovelha desgarrada, cobrai-a; e não queirais, pastor divino, perder na vossa ovelha a vossa glória.
  • 20. POESIA LÍRICA-FILOSÓFICA • Consciência perturbada por fatores como a visão de mundo corrupto; • Vida transitória; • Aproveitar cada momento da vida. É a vaidade, Fábio, nesta vida, Rosa, que da manhã lisonjeada, Púrpuras mil, com ambição dourada, Airosa rompe, arrasta presumida. É planta, que de abril favorecida, Por mares de soberba desatada, Florida galeota empavesada, Sulca ufana, navega destemida. É nau enfim, que em breve ligeireza, Com presunção de Fênix generosa, Galhardias apresta, alentos preza: Mas ser planta, ser rosa, nau vistosa De que importa, se aguarda sem defesa Penha a nau, ferro a planta, tarde a rosa?
  • 21. POESIA LÍRICA-SATÍRICA EPÍLOGOS Que falta nesta cidade?... Verdade. Que mais por sua desonra?... Honra. Falta mais que se lhe ponha?... Vergonha. O demo a viver se exponha, Por mais que a fama a exalta, Numa cidade onde falta Verdade, honra, vergonha. Quem a pôs neste rocrócio?... Negócio. Quem causa tal perdição?... Ambição. E no meio desta loucura?... Usura. Notável desaventura De um povo néscio e sandeu, Que não sabe que perdeu Negócio, ambição, usura. Quais são seus doces objetos?... Pretos. Tem outros bens mais maciços?... Mestiços. Quais destes lhe são mais gratos?... Mulatos. […] • Vocabulário agressivo; • Criticidade (reflexão) • Produziu sátiras irreverentes, ocasionando perseguições e sua expulsão.
  • 22. PADRE ANTÔNIO VIEIRA  Viveu na Contrarreforma Católica (missões jesuíticas);  Facilidade na oratória (desde o seminário);  Escrevia seu sermão (trazia conceptismo);  Era extremamente patriota;  Defendeu os cristãos-novos (judeus) e entrentou a Inquisição;  Realizou mais de 200 sermões. PORTUGAL, 1608 - 1697
  • 23. PADRE ANTÔNIO VIEIRA  Viveu na Contra-Reforma Católica (missões jesuíticas);  Facilidade na oratória (desde o seminário);  Escrevia seu sermão (trazia conceptismo);  Era extremamente patriota;  Defendeu os cristãos-novos (judeus) e entrentou a Inquisição;  Realizou mais de 200 sermões. PORTUGAL, 1608 - 1697
  • 24. PADRE ANTÔNIO VIEIRA PORTUGAL, 1608 - 1697 ESTRUTURA ESPECÍFICA SERMÕES (CONCEPTISTA) EXÓRDIO / INTRÓITO INVOCAÇÃO DESENVOLVIMENT O PERORAÇÃO APRESENTAVA O TEMA CHAMAVA O NOME DE ALGUM SANTO (ABENÇOAVA) CONFIRMAVA OS ARGUMENTOS TERMINAVA DE MANEIRA ANIMADA
  • 25. PADRE ANTÔNIO VIEIRA PORTUGAL, 1608 - 1697 SERMÃO DA SEXAGÉSIMA (1655)  Critica os padrões que pregavam de maneira vazia;  A falta de naturalidade é a falta de analogia com a Palavra de Deus;  É construído em 10 partes;  “Pregar é semear”.
  • 26. BARROCO NO BRASIL SÉCULOS: XVII - XVIII CONSIDERADO O PRIMEIRO AUTOR BARROCO BRASILEIRO 94 ESTROFES DE OITAVAS HEROICAS. 1601 1730 – 1814 - Realizou suas obras no período do Arcadismo!
  • 30. REFERÊNCIAS... ETZEL, Eduardo. O Barroco no Brasil. São Paulo: Melhoramentos, 1974. MARAVALL, José Antonio. A Cultura do Barroco. Barcelona: Ariel, 1997 PAIVA, J. M. . Colonização e Catequese. São Paulo: Arké, 2006. MIRANDA, Ana. Boca do Inferno. São Paulo: Companhia das Letras. 2 ed. DIMAS, Antônio. Literatura Comentada. São Paulo: Nova Cultural, 1988. APOSTILA PLURALL / 2024.