Conhecimento e bondade
Platão.
 No grego antigo, várias palavras traduziam distintos
aspectos da felicidade. A principal delas
era eudaimonia, derivada dos termos eu ("bem-
disposto") e daimon ("poder divino"). Trata-se da
felicidade entendida como um bem
ou poder concebido pelos deuses.
 No entendimento de Platão, o mundo material -
aquele que percebemos pelos cinco sentidos é
enganoso. Nele tudo é instável e por meio dele não
pode haver felicidade. Por isso, para esse filósofo, o
caminho da felicidade é o do abandono das ilusões
dos sentidos em direção ao mundo das ideias, até
alcançar o conhecimento supremo da realidade,
correspondente à ideia do bem.
 Para Aristóteles a felicidade não está ligada aos
prazeres ou as riquezas, mas a atividade prática da
razão. Em sua opinião, a capacidade de pensar é o que
há de melhor no ser humano, uma vez que a razão é
nosso melhor guia e dirigente natural. Se o que
caracteriza o homem é o pensar, então esta e sua maior
virtude e, portanto, reside nela à felicidade humana.
A felicidade – Epicuro.
 Para Epicuro a felicidade é o prazer, para ele tudo no
mundo é matéria e conforme seus pensamentos tudo
para o ser humano é sensação, inclusive a felicidade
assim ser feliz é sentir prazer. Com base nisto Epicuro
diz que todos seres buscam pelo prazer e fogem da dor.
Estratégias para ser feliz.
 1. eliminação de certas crenças: segundo Epicuro
uma das principais causas de infelicidade são
preocupações religiosas e superstições refere-se ao
medo que nos impõe certas cresças e religiões.
 2. eliminação ou modernização dos desejos:
Epicuro recomenda que as pessoas analisassem todos
seus desejos e ficassem apenas com os naturais e
necessários, para ele contentar-se com o pouco seria o
segredo do prazer e da felicidade.
 3. prudência racional: segundo Epicuro para seguir o
caminho da felicidade é preciso escolher os prazeres de
forma racional.
Vida feliz com prazer – Epicuro.
 Para Epicuro a felicidade são critérios condutores dos
seres para ele somente entendendo as necessidades
reais do homem, ele poderá buscar sua verdadeira
felicidade.
Necessidades dos seres humanos
Para Epicuro:
 Necessidades naturais e essenciais: são nossas
necessidades básicas filosóficas e sociais
 Exemplo: somo, fome, amor etc.
 Necessidades naturais e não essenciais: Epicuro diz que
essas precisam ser buscadas com moderação.
 Exemplo: nossa necessidade natural não pode estar ligada
a um simples desejo levado por orgulho, vaidade, gula e
bebedeiras.
 Necessidades não naturais e não essenciais: essas
segundo epicuro nunca devem ser buscadas porque essas
necessidades não são naturais e nem essenciais.
 Exemplo: gloria, sucesso, riqueza etc.
 Nasceu em Eléia, atual Vélia na Itália por volta do ano
de 489 a.C, foi um grande filosofo considerado o
criador da dialética por Aristóteles, era discípulo de
Parmênides e defensor árduo de seu pensamento
Zenão fundador da dialética que seria como a arte de
provar ou refutar a verdade de um argumento, ele
mesmo inventou seus paradoxos.
 Permitindo a ele refutar suas teses apresentadas como
meras opiniões, um dos seus exemplos de um paradoxo
é a corrida entre Aquiles que é um herói mais veloz da
mitologia grega e uma tartaruga, poucos se sabem de
sua vida, mas muitos o cogitaram que Zenão teria feito
40 paradoxos contra a divisibilidade, movimento e a
multiplicidade, Parmênides teria o adotado como
filho, mas seu pai verdadeiro chamava-se teleutágoras.
 Em seu pensamento, as seguintes características são
por ele atribuídas a deus: Zenão diz que o conceito de
deus é a eternidade, dize-nos que “É impossível que
algo surja; pois teria que surgir ou do igual ou do
desigual, que, portanto Deus é eterno”
 Zenão atribui á divindade é a unidade “Se deus é o mais
poderoso de tudo, então lhe é próprio que seja um.” Por fim
Zenão teria participado de um acordo para derrubar um
soberano de um estado. Mas acabou sendo capturado e
torturado ate a sua morte, torturado para que lhe
entregasse seus comparsas, Zenão ainda culpou os amigos
de próprio soberano chamando-os de “a peste do estado”.
Lendas dizem que Zenão quando estava sendo interrogado,
arrancou a sua própria língua com os dentes e cuspiu na
cara do soberano, mostrando assim que de sua boca nada
sairia, a não ser o seu sangue e a sua carne, Zenão morreu
por sua bravura foi um exemplo de filosofo escreveu prosas,
o diálogo de cunho dialético, com sua morte teria erguido
os cidadãos contra o soberano, conquistando a liberdade.
Frases dos Filósofos:
 ‘’Quem comete uma injustiça é sempre mais infeliz que
o injustiçado.’’ Platão
 Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não
entregue a sua alegria, a sua paz, a sua vida nas mãos
de ninguém, absolutamente ninguém. Aristóteles
 A justiça é a vingança do homem em sociedade, como
a vingança é a justiça do homem em estado selvagem.
Epicuro.
 O que se move sempre está no mesmo lugar agora.
Zenão de Eleia
 Componentes: Valeska de Azevedo, Mayara Alana,
Maicon Xarão
 Turma- 15 tarde
 Professor- Alexandre Misturini

Felicidade

  • 3.
    Conhecimento e bondade Platão. No grego antigo, várias palavras traduziam distintos aspectos da felicidade. A principal delas era eudaimonia, derivada dos termos eu ("bem- disposto") e daimon ("poder divino"). Trata-se da felicidade entendida como um bem ou poder concebido pelos deuses.
  • 4.
     No entendimentode Platão, o mundo material - aquele que percebemos pelos cinco sentidos é enganoso. Nele tudo é instável e por meio dele não pode haver felicidade. Por isso, para esse filósofo, o caminho da felicidade é o do abandono das ilusões dos sentidos em direção ao mundo das ideias, até alcançar o conhecimento supremo da realidade, correspondente à ideia do bem.
  • 6.
     Para Aristótelesa felicidade não está ligada aos prazeres ou as riquezas, mas a atividade prática da razão. Em sua opinião, a capacidade de pensar é o que há de melhor no ser humano, uma vez que a razão é nosso melhor guia e dirigente natural. Se o que caracteriza o homem é o pensar, então esta e sua maior virtude e, portanto, reside nela à felicidade humana.
  • 8.
    A felicidade –Epicuro.  Para Epicuro a felicidade é o prazer, para ele tudo no mundo é matéria e conforme seus pensamentos tudo para o ser humano é sensação, inclusive a felicidade assim ser feliz é sentir prazer. Com base nisto Epicuro diz que todos seres buscam pelo prazer e fogem da dor.
  • 9.
    Estratégias para serfeliz.  1. eliminação de certas crenças: segundo Epicuro uma das principais causas de infelicidade são preocupações religiosas e superstições refere-se ao medo que nos impõe certas cresças e religiões.  2. eliminação ou modernização dos desejos: Epicuro recomenda que as pessoas analisassem todos seus desejos e ficassem apenas com os naturais e necessários, para ele contentar-se com o pouco seria o segredo do prazer e da felicidade.  3. prudência racional: segundo Epicuro para seguir o caminho da felicidade é preciso escolher os prazeres de forma racional.
  • 10.
    Vida feliz comprazer – Epicuro.  Para Epicuro a felicidade são critérios condutores dos seres para ele somente entendendo as necessidades reais do homem, ele poderá buscar sua verdadeira felicidade.
  • 11.
    Necessidades dos sereshumanos Para Epicuro:  Necessidades naturais e essenciais: são nossas necessidades básicas filosóficas e sociais  Exemplo: somo, fome, amor etc.  Necessidades naturais e não essenciais: Epicuro diz que essas precisam ser buscadas com moderação.  Exemplo: nossa necessidade natural não pode estar ligada a um simples desejo levado por orgulho, vaidade, gula e bebedeiras.  Necessidades não naturais e não essenciais: essas segundo epicuro nunca devem ser buscadas porque essas necessidades não são naturais e nem essenciais.  Exemplo: gloria, sucesso, riqueza etc.
  • 13.
     Nasceu emEléia, atual Vélia na Itália por volta do ano de 489 a.C, foi um grande filosofo considerado o criador da dialética por Aristóteles, era discípulo de Parmênides e defensor árduo de seu pensamento Zenão fundador da dialética que seria como a arte de provar ou refutar a verdade de um argumento, ele mesmo inventou seus paradoxos.
  • 14.
     Permitindo aele refutar suas teses apresentadas como meras opiniões, um dos seus exemplos de um paradoxo é a corrida entre Aquiles que é um herói mais veloz da mitologia grega e uma tartaruga, poucos se sabem de sua vida, mas muitos o cogitaram que Zenão teria feito 40 paradoxos contra a divisibilidade, movimento e a multiplicidade, Parmênides teria o adotado como filho, mas seu pai verdadeiro chamava-se teleutágoras.
  • 15.
     Em seupensamento, as seguintes características são por ele atribuídas a deus: Zenão diz que o conceito de deus é a eternidade, dize-nos que “É impossível que algo surja; pois teria que surgir ou do igual ou do desigual, que, portanto Deus é eterno”
  • 16.
     Zenão atribuiá divindade é a unidade “Se deus é o mais poderoso de tudo, então lhe é próprio que seja um.” Por fim Zenão teria participado de um acordo para derrubar um soberano de um estado. Mas acabou sendo capturado e torturado ate a sua morte, torturado para que lhe entregasse seus comparsas, Zenão ainda culpou os amigos de próprio soberano chamando-os de “a peste do estado”. Lendas dizem que Zenão quando estava sendo interrogado, arrancou a sua própria língua com os dentes e cuspiu na cara do soberano, mostrando assim que de sua boca nada sairia, a não ser o seu sangue e a sua carne, Zenão morreu por sua bravura foi um exemplo de filosofo escreveu prosas, o diálogo de cunho dialético, com sua morte teria erguido os cidadãos contra o soberano, conquistando a liberdade.
  • 17.
    Frases dos Filósofos: ‘’Quem comete uma injustiça é sempre mais infeliz que o injustiçado.’’ Platão  Ninguém é dono da sua felicidade, por isso não entregue a sua alegria, a sua paz, a sua vida nas mãos de ninguém, absolutamente ninguém. Aristóteles
  • 18.
     A justiçaé a vingança do homem em sociedade, como a vingança é a justiça do homem em estado selvagem. Epicuro.  O que se move sempre está no mesmo lugar agora. Zenão de Eleia
  • 19.
     Componentes: Valeskade Azevedo, Mayara Alana, Maicon Xarão  Turma- 15 tarde  Professor- Alexandre Misturini