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A FELICIDADE É COLETIVA *
Marcia Tiburi - Filósofa, professora e escritora.
A FILOSOFIA nasceu na Grécia, na busca pelo princípio de todas as coisas ou pelo significado
mais fundamental da existência. Na seqüência a ÉTICA apareceu quando os filósofos começaram a se
ocupar da questão da vida humana. Ethos, raiz da palavra ética, era o termo usado pelos gregos para
definir o modo como as pessoas viviam e conviviam. Hoje em dia usamos a palavra “comportamento”
com o mesmo objetivo, para explicar como agimos junto com os outros, como seres que interagem e
coabitam. A questão da ética define, portanto, sempre o modo da relação que se tem com o outro.
Aristóteles foi o primeiro filósofo importante que refletiu sobre a ÉTICA. Para o autor do clássico
Ética a Nicômaco, o maior problema da ética era a FELICIDADE. ÉTICA era a forma de vida que
levava à FELICIDADE. A busca da FELICIDADE dava o sentido da vida humana em sua dimensão
pessoal e coletiva. A polis, de onde vem a palavra política, dependia da ética. E se falar em ética era
falar em felicidade, a felicidade como parte da ética tinha um cunho político. Isso é o que nós
perdemos de vista em nossos dias.
A ÉTICA E A VIRTUDE
Naquele tempo, justamente por ser “sabedoria prática”, sabedoria aplicada à ação, a ética dependia de
uma teoria da virtude, ou seja, de uma sabedoria que explicasse como o ser humano poderia fazer-se
excelente, o que para os gregos significava ser civilizado, bom, belo, rico, culto, corajoso e livre, e,
sobretudo, filósofo. Por que ser filósofo? Porque o filósofo era aquele que buscava a sabedoria,
procurava as respostas melhores, e, principalmente, se esforçava por propor as perguntas certas para as
questões da vida. O filósofo era o pensador livre e responsável, apto a buscar o sentido passado e
presente das coisas e o rumo futuro de sua própria vida como ser pensante diante da sociedade onde
vivia.
A FELICIDADE representava na obra de Aristóteles muito mais do que apenas uma sensação
própria a um indivíduo voltado para a alegria ou os prazeres. Não queria dizer bem-estar pessoal, nem
qualidade de vida, não queria dizer apenas ter saúde ou bens, nem realização profissional, nem estar em
paz consigo mesmo e com os que vivem ao seu redor, traços do que tratamos como felicidade que – para
além da mera satisfação com mercadorias e bens - podem ser compreendidos e desejados por todos nós.
Antes a felicidade era a máxima virtude. Um modo de ser humano, sem almejar ser divino, nem
deixar-se ser mero animal.
Não podemos, é óbvio, pensar que a FELICIDADE tal como a concebia Aristóteles nos serve hoje.
A FELICIDADE só pode ser pensada com base na sua evolução histórica. Havia, porém, aquele aspecto
da felicidade que não levamos em conta em nossos dias e que precisa ser recuperado. É preciso lembrar
que a felicidade era, em Aristóteles, um ideal ético da vida. A vida ética era a vida justa, boa,
corretamente vivida por um cidadão, alguém que sabia de seu papel na sociedade, que ao pensar em si
levava em conta o todo: família, amigos, sociedade, natureza.
Aristóteles chamava a FELICIDADE de eudaimonia. Palavra que continha o termo daimon, espécie
de espírito interior, guardião da intimidade, do valor pessoal de cada um. Este ideal de FELICIDADE
era diferente do que apareceu depois com Epicuro, o filósofo da escola do Jardim, que tratou a felicidade
como hedonismo. Hedoné era a palavra grega para significar o prazer. Não o mero prazer da carne, mas
também o do espírito. Para Aristóteles, porém, a felicidade tinha uma relação maior com a justiça. Para
ambos, a felicidade dependia de uma realização espiritual, mas também material que excluía miséria e
violência.
1) (ENEM - 2013) A felicidade é, portanto, a melhor, a mais nobre coisa do mundo, e esses atributos
não devem estar separados como na inscrição existente em Delfos “das coisas, a mais nobre é a mais
justa, e a melhor é a saúde; porém a mais doce é ter o que amamos”. Todos estes atributos estão
presentes nas mais excelentes atividades, e entre essas a melhor, nós a identificamos como felicidade.
ARISTOTELES. A Política. São Paulo: Cia das Letras, 2010.
Ao reconhecer na felicidade a reunião dos mais excelentes atributos, Aristóteles a identifica como:
A) busca por bens materiais e títulos de nobreza.
B) plenitude espiritual e ascensão pessoal.
C) finalidade das ações e condutas humanas.
D) conhecimento de verdades imutáveis (que não mudam) e perfeitas.
E) expressão do sucesso individual e reconhecimento público.
2) Para Aristóteles, em Ética a Nicômaco, "felicidade [...] é uma atividade virtuosa da alma, de certa
espécie".
Assinale a alternativa que NÃO condiz com a referida definição aristotélica de felicidade:
A) Felicidade só é possível mediante uma capacidade racional, própria do homem.
B) Ter felicidade é obter coisas nobres e boas da vida que só são alcançadas pelos que agem retamente.
C) Felicidade é uma fantasia que o homem cria para si.
D) Nenhum outro animal atinge a felicidade a não ser o homem, pois os demais não podem participar de
tal atividade.
E) A finalidade das ações humanas, o Bem do homem, é a felicidade.
3) Em relação à definição de Bem apresentada por Aristóteles, no Livro I da Ética a Nicômaco,
considere as seguintes alternativas:
I. O Bem é algo que está em todas as coisas, sendo identificada nos objetos, mas não entre os homens.
II. O Bem é aquilo a que todas as coisas tendem, ou seja, o bem é definido em função de um fim.
III. O Bem é o meio para termos uma ciência eficiente e útil, tal como a arte médica será eficiente se
tivermos o bem como meio de sua prática.
IV. O Bem é algo abstrato, de difícil acesso à compreensão humana.
De acordo com tais afirmações, podemos dizer que:
A) Apenas a alternativa II está correta.
B) As alternativas II e III estão corretas.
C) Todas as alternativas estão corretas.
D) As alternativas III e IV estão corretas.
E) Apenas a alternativa III está correta.
4) Felicidade é o tema do Livro I da "Ética a Nicômaco", de Aristóteles. Segundo o filósofo, a
felicidade é um bem supremo para o qual todas as ações dos homens tendem; a felicidade é a causa
final do ser humano. Porém, ela é atingida quando está de acordo com a atividade racional que o
conduzirá para a prática da virtude. Para Aristóteles, a virtude consiste na:
(A) prática do amor.
(B) relação de amizade.
(C) vontade obsessiva.
(D) sensação de prazer.
(E) justa medida de equilíbrio.
5) A felicidade, para Aristóteles, não corresponde à busca de riquezas, de honrarias, pois estas são
apenas "meios". É, antes, fruto da busca do bem perfeito, desejado por si mesmo e não como meio,
que torna o ser humano "auto suficiente". A palavra "felicidade" como meio para alcançar o Fim
que desejamos por si mesmo é traduzida na filosofia aristotélica por:
(A) Eudaimonia.
(B) Experdise.
(C) Eugenia.
(D) Maiêutica.

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Aula 3 a felicidade é coletiva - texto e atividade - Prof. Noe Assunção

  • 1. A FELICIDADE É COLETIVA * Marcia Tiburi - Filósofa, professora e escritora. A FILOSOFIA nasceu na Grécia, na busca pelo princípio de todas as coisas ou pelo significado mais fundamental da existência. Na seqüência a ÉTICA apareceu quando os filósofos começaram a se ocupar da questão da vida humana. Ethos, raiz da palavra ética, era o termo usado pelos gregos para definir o modo como as pessoas viviam e conviviam. Hoje em dia usamos a palavra “comportamento” com o mesmo objetivo, para explicar como agimos junto com os outros, como seres que interagem e coabitam. A questão da ética define, portanto, sempre o modo da relação que se tem com o outro. Aristóteles foi o primeiro filósofo importante que refletiu sobre a ÉTICA. Para o autor do clássico Ética a Nicômaco, o maior problema da ética era a FELICIDADE. ÉTICA era a forma de vida que levava à FELICIDADE. A busca da FELICIDADE dava o sentido da vida humana em sua dimensão pessoal e coletiva. A polis, de onde vem a palavra política, dependia da ética. E se falar em ética era falar em felicidade, a felicidade como parte da ética tinha um cunho político. Isso é o que nós perdemos de vista em nossos dias. A ÉTICA E A VIRTUDE Naquele tempo, justamente por ser “sabedoria prática”, sabedoria aplicada à ação, a ética dependia de uma teoria da virtude, ou seja, de uma sabedoria que explicasse como o ser humano poderia fazer-se excelente, o que para os gregos significava ser civilizado, bom, belo, rico, culto, corajoso e livre, e, sobretudo, filósofo. Por que ser filósofo? Porque o filósofo era aquele que buscava a sabedoria, procurava as respostas melhores, e, principalmente, se esforçava por propor as perguntas certas para as questões da vida. O filósofo era o pensador livre e responsável, apto a buscar o sentido passado e presente das coisas e o rumo futuro de sua própria vida como ser pensante diante da sociedade onde vivia. A FELICIDADE representava na obra de Aristóteles muito mais do que apenas uma sensação própria a um indivíduo voltado para a alegria ou os prazeres. Não queria dizer bem-estar pessoal, nem qualidade de vida, não queria dizer apenas ter saúde ou bens, nem realização profissional, nem estar em paz consigo mesmo e com os que vivem ao seu redor, traços do que tratamos como felicidade que – para além da mera satisfação com mercadorias e bens - podem ser compreendidos e desejados por todos nós. Antes a felicidade era a máxima virtude. Um modo de ser humano, sem almejar ser divino, nem deixar-se ser mero animal. Não podemos, é óbvio, pensar que a FELICIDADE tal como a concebia Aristóteles nos serve hoje. A FELICIDADE só pode ser pensada com base na sua evolução histórica. Havia, porém, aquele aspecto da felicidade que não levamos em conta em nossos dias e que precisa ser recuperado. É preciso lembrar que a felicidade era, em Aristóteles, um ideal ético da vida. A vida ética era a vida justa, boa, corretamente vivida por um cidadão, alguém que sabia de seu papel na sociedade, que ao pensar em si levava em conta o todo: família, amigos, sociedade, natureza. Aristóteles chamava a FELICIDADE de eudaimonia. Palavra que continha o termo daimon, espécie de espírito interior, guardião da intimidade, do valor pessoal de cada um. Este ideal de FELICIDADE era diferente do que apareceu depois com Epicuro, o filósofo da escola do Jardim, que tratou a felicidade como hedonismo. Hedoné era a palavra grega para significar o prazer. Não o mero prazer da carne, mas também o do espírito. Para Aristóteles, porém, a felicidade tinha uma relação maior com a justiça. Para ambos, a felicidade dependia de uma realização espiritual, mas também material que excluía miséria e violência.
  • 2. 1) (ENEM - 2013) A felicidade é, portanto, a melhor, a mais nobre coisa do mundo, e esses atributos não devem estar separados como na inscrição existente em Delfos “das coisas, a mais nobre é a mais justa, e a melhor é a saúde; porém a mais doce é ter o que amamos”. Todos estes atributos estão presentes nas mais excelentes atividades, e entre essas a melhor, nós a identificamos como felicidade. ARISTOTELES. A Política. São Paulo: Cia das Letras, 2010. Ao reconhecer na felicidade a reunião dos mais excelentes atributos, Aristóteles a identifica como: A) busca por bens materiais e títulos de nobreza. B) plenitude espiritual e ascensão pessoal. C) finalidade das ações e condutas humanas. D) conhecimento de verdades imutáveis (que não mudam) e perfeitas. E) expressão do sucesso individual e reconhecimento público. 2) Para Aristóteles, em Ética a Nicômaco, "felicidade [...] é uma atividade virtuosa da alma, de certa espécie". Assinale a alternativa que NÃO condiz com a referida definição aristotélica de felicidade: A) Felicidade só é possível mediante uma capacidade racional, própria do homem. B) Ter felicidade é obter coisas nobres e boas da vida que só são alcançadas pelos que agem retamente. C) Felicidade é uma fantasia que o homem cria para si. D) Nenhum outro animal atinge a felicidade a não ser o homem, pois os demais não podem participar de tal atividade. E) A finalidade das ações humanas, o Bem do homem, é a felicidade. 3) Em relação à definição de Bem apresentada por Aristóteles, no Livro I da Ética a Nicômaco, considere as seguintes alternativas: I. O Bem é algo que está em todas as coisas, sendo identificada nos objetos, mas não entre os homens. II. O Bem é aquilo a que todas as coisas tendem, ou seja, o bem é definido em função de um fim. III. O Bem é o meio para termos uma ciência eficiente e útil, tal como a arte médica será eficiente se tivermos o bem como meio de sua prática. IV. O Bem é algo abstrato, de difícil acesso à compreensão humana. De acordo com tais afirmações, podemos dizer que: A) Apenas a alternativa II está correta. B) As alternativas II e III estão corretas. C) Todas as alternativas estão corretas. D) As alternativas III e IV estão corretas. E) Apenas a alternativa III está correta. 4) Felicidade é o tema do Livro I da "Ética a Nicômaco", de Aristóteles. Segundo o filósofo, a felicidade é um bem supremo para o qual todas as ações dos homens tendem; a felicidade é a causa final do ser humano. Porém, ela é atingida quando está de acordo com a atividade racional que o conduzirá para a prática da virtude. Para Aristóteles, a virtude consiste na: (A) prática do amor. (B) relação de amizade. (C) vontade obsessiva. (D) sensação de prazer. (E) justa medida de equilíbrio. 5) A felicidade, para Aristóteles, não corresponde à busca de riquezas, de honrarias, pois estas são apenas "meios". É, antes, fruto da busca do bem perfeito, desejado por si mesmo e não como meio, que torna o ser humano "auto suficiente". A palavra "felicidade" como meio para alcançar o Fim que desejamos por si mesmo é traduzida na filosofia aristotélica por: (A) Eudaimonia. (B) Experdise. (C) Eugenia. (D) Maiêutica.