Vicência Maio vicenciamaio.420@esag.edu.pt
Escola Secundária André de Gouveia
julho 2013
Vicência Maio, 2013 2
Relevância social e
educativa
da colaboração apoiada
na tecnologia
Contexto e
oportunidade
adoção generalizada (?) do
Moodle por parte das
escolas portuguesas.
Potencialidades
colaborativas
Affordances associadas
aos fundamentos
pedagógicos do Moodle
Formação
como suporte à inovação das práticas
de utilização do Moodle nas escolas
Colaboração: relevância social e educativa
 Elemento essencial de uma matriz social e
educativa capaz de gerir a complexidade, a
interdependência e a mutabilidade a diversas
escalas.
– Aprender a colaborar e colaborar para
aprender são dois aspetos indissociáveis.
– Só colaborando em educação se pode
educar para a colaboração.
 As tecnologias, quando contextualizadas, podem
constituir um forte aliado das escolas e dos
professores.
3
 Metas Curriculares TIC 7.º e 8.º anos (MEC,
2012)
 Projecto curricular das Metas de Aprendizagem
(ME, 2010).
 The e-skills Manifesto (EUN, 2010 )
 21 st Century Skills and Competences for new
millennium learners in OECD countries (OCDE,
2009)
4
e-colaboração - uma dimensão que urge valorizar
Vicência Maio, 2013
Colaboração
presencial e
comunicação
F2F na sala
de aula
Sala de
aula+
trabalho
através da
rede.
Colaboração
através da
rede, entre
grupos de
turmas
diferentes
Comunicação
e interacção
predomi-
nantemente
através da
tecnologia
5
e – c o l a b o r a ç ã o
- +
Comunicação
e interação
totalmente
através da
rede
Vicência Maio, 2013
Aprendizagem colaborativa apoiada pela tecnologia
Colaboração: um vasto território concetual
Comunidade
Contribuição
Coordenação
Comunicação
Cooperação
(e) Colaboração
(Figueiredo, 2008; Jesus, 2010)
Aprendizagem colaborativa
 Interdependência positiva ["sink or swim together”]
i) necessidade de partilhar informação, significados,
concepções e chegar a conclusões;
ii) necessidade de divisão de trabalho assente
na complementaridade de papéis;
iii) necessidade explícita de pensar em conjunto.
 Responsabilidade individual e de grupo [accountability]
 Valorização do processo
 Horizontalidade das interações
7Vicência Maio, 2013
Modular,
Object-Oriented,
Dynamic
Learning
Environment
Uma metáfora …
Vicência Maio, 2013 8
como uma plataforma
que traz um grande conjunto de peças de 4 cores
(funções básicas)
O
Adaptadode:http://human.edublogs.org
Armazenar
Comunicar
Colaborar
Avaliar
Vicência Maio, 2013 9
Nesta plataforma podemos ter diferentes
bases [cursos/disciplinas]
Nas quais colocamos as nossas peças
[atividades, recursos , módulos, blocos, etc.]
e … construímos ambientes de aprendizagem
Vicência Maio, 2013 10
Podcast
ELGG
Mahoodle
MCCC
Polls
Jogos
Widgets
Google Apps
Individual Learning Plan
Video conference
WIRIS
HotPotatoes
E … podemos ter muitas outras peças compatíveis
Centenas de … plugins, blocos, filtros módulos compatíveis!
Vicência Maio, 2013
11
12
Para que te quero !?
Vicência Maio, 2013
United States 14,067
Spain 7,318
Brazil 6,293
United Kingdom 4,454
Mexico 3,630
Germany 3,294
Colombia 2,617
Portugal 2,330
Italy 2,008
Australia 2,002
Vicência Maio, 2013
13
Sites registados 84,578
Países 236
Utilizadores 71,495,157
Professores 1,295,118
Fonte: https://moodle.org/ (acedido a 15/06/2013)
O Moodle na escola e a escola no Moodle
 O Moodle está presente na maioria das escolas portuguesas mas
com densidade de atividades relativamente baixa, em particular de
atividades de natureza colaborativa.
 Insignificante existência de áreas MOODLE desenhadas para facilitar
ou alargar a relação da escola com a comunidade traduz uma
incipiente abertura da plataforma ao exterior.
 Acesso a visitantes é prática pouco regular.
 Predomínio da dimensão técnica em documentos orientadores
elaborados nas escolas para apoiar a utilização do MOODLE .
 Menor importância relativa atribuída aos fundamentos
pedagógicos (construtivismo social) do MOODLE.
Um retrato: elementos para reflexão …
Vicência Maio, 2013 15
16
“What is specific to virtual environments
compared to any information space
is that it is populated”
[Dillenbourg, 2000]
Vicência Maio, 2013
- ambiente virtual de aprendizagem
(mais ou menos) povoado?
17Vicência Maio, 2013
Como se faz o povoamento destes espaços
virtuais de aprendizagem que são as plataformas
Moodle das escolas?
processo de povoamentos sucessivos com ritmo e extensão variável …
Povoamento de um espaço virtual
Presença efetiva num dado espaço com o qual se
estabelecem e se aprofundam formas de interação,
exploração, produção e consumo de recursos,
envolvendo diferentes tipos de atividades que
concorrem para o desenvolvimento da comunidade
que o ocupa, o explora e o transforma num lugar
social.
18
Vicência Maio, 2013
Administradores
FASE I
FASE II
FASE III
FASE IV
lideranças e
parcerias
política da Escola
administradores/
Prof/Coord. TIC
instalação/
configuração da
plataforma
novos atores/
novos papéis
alunos
recursos
professores
áreas Moodle
novos papéis para
alunos e professores
professores
áreas Moodle
alunos
recursos
atividades
(individuais)
atividades
(colaborativas)
professores
recursos
áreas Moodle
alunos
novos papéis, novos
contextos e novos
atores
M
O
O
D
L
E
na escola
ESCOLA
no
M
o
o
d
l
e
Do Moodle na Escola à Escola no Moodle
um processo de povoamentos sucessivos ?
“repositório” “extensão da sala
de aula”
“palco de comunidades
de aprendizagem”
atores exteriores
à escola
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Fatores críticos
lideranças
projeto educativo
plano TIC
formação
papéis
“Sim, a minha escola tem MOODLE e … depois ?”
e-colaboração
?
Vicência Maio, 2013 21
colaboração
Moodle
Convergência teórica (potencial)
22
Convergência prática (efetiva) ?
Vicência Maio, 2013
- Fundamentos
Construtivismo social e Construcionismo
[Dougiamas & Taylor, 2003]
 Aprendizagem como uma atividade social.
 Foco na aprendizagem que acontece enquanto construímos
ativamente artefactos para que outros os explorem e utilizem.
 Plataforma com o foco nas atividades de aprendizagem e não
nos conteúdos.
 Atividades e os recursos constituem aspetos centrais na gestão
e na dinamização de espaços de aprendizagem no Moodle.
 Transposta a ideia de mudança fundamental: a transformação
de uma arquitetura de transmissão para uma arquitetura de
participação.
23
- Que escolhas temos ?
 Entre um paradigma centrado nos recursos e um
paradigma baseado em atividades colaborativas.
 Entre uma abordagem centrada na transmissão e a
uma abordagem que valoriza a construção.
 Entre o Moodle como repositório e o Moodle como
um lugar de construção partilhada de aprendizagens
- um lugar social.
 …
24Vicência Maio, 2013
- funcionalidades e ferramentas
colaborativas
 Grupos (separados ou visíveis)
 Comunicação escrita síncrona (chat,
videoconferência) e assíncrona (fórum de discussão,
mensagem…)
 Produção e partilha (glossário, fórum…)
 Construção colaborativa (wiki …)
 ...
25Vicência Maio, 2013
Equívocos ou armadilhas
 Dar por adquirido que a interação tem
automaticamente e lugar apenas porque um
ambiente a torna tecnologicamente possível.
 Colocar os alunos em grupo bastaria para
garantir a colaboração.
Vicência Maio, 2013 26
Formação de professores
ciclos de formação – integração (prática)
Refletir e partilhar a partir das práticas para mudar as práticas
Pilares
Propósitos
Aplicação em contexto - Modelo
F@R (Costa &Viseu, 2008)
Formação em contexto
Responder a necessidades e expetativas de professores
Conceptualização - reflexão
Meta colaboração
Desenho de estratégias/ planeamento
27
isomorfismo
Vicência Maio, 2013
Formação de professores
ciclos de formação – integração (prática)
Refletir e partilhar a partir das práticas para mudar as práticas
28Vicência Maio, 2013
Vicência Maio, 2013 29
 Crescente consciência da natureza da aprendizagem
colaborativa ao nível das suas potencialidades mas também da
sua complexidade.
 Valorização progressivamente mais explícita da componente
social na aprendizagem colaborativa.
 Reconhecimento da necessidade de planear /desenhar as
atividades educativas na plataforma de modo a estimular a
participação nos grupos e o envolvimento dos
alunos/formandos.
 Nas representações relativas ao papel da plataforma o
horizonte de possibilidades tende a alargar-se.
O que mudou e em que sentido ?
30Vicência Maio, 2013
 Maior diversidade de atividades e maior investimento em
ferramentas e funcionalidades colaborativas.
 Maior enfoque em estratégias de motivação e envolvimento dos
alunos, promovendo atividades de interação social através da
plataforma.
 Maior diversidade de recursos.
 Criação e a configuração de grupos.
O que mudou e em que sentido ?
Repositório
de recursos
Extensão de atividades
da sala de aula
amplificação transformação
transformação (“ilhas”):
novas atividades e papéis
31Vicência Maio, 2013
Em síntese
Para além da presença ou ausência da tecnologia
(plataforma, neste caso) na escola importam as
transformações que ocorrem associadas aos
contextos e às práticas de utilização e nas quais se
inscrevem múltiplos, e por vezes contraditórios,
empreendimentos levados a cabo por atores com
diferentes papéis em múltiplas atividades.
Vicência Maio, 2013 32
33
aprender a colaborar e
colaborar para aprender
(através do Moodle mas
não só …) é preciso !
Vicência Maio, 2013
34
Comunicação, Colaboração, Comunidade ...
iMoot, 2013
Vicência Maio, 2013
Jigsaw
um exemplo de implementação no Moodle
13
Fase I – Envolvimento e motivação dos participantes
Numa fase inicial, as atividades na plataforma Moodle deverão ter uma forte componente
de socialização e facilitar o acolhimento/familiarização com a plataforma.
Apresentação – “conhece e dá-te a conhecer …” (edição de perfil)
Socialização (“quebra-gelo”) - participação num fórum de
natureza social ou, eventualmente (dependendo das características
da turma), um pouco orientado já para o tema/problema a
investigar mas bastante aberto para despertar a curiosidade ou dar
algumas pistas, com base em desafios lançados na plataforma pelos
professores.
Vicência Maio, 2013 35
Jigsaw
um exemplo de implementação no Moodle
13
Fase II – Exploração, organização e produção
[implementação do Jigsaw ]
Organização (e criação/configuração na plataforma) dos grupos
Jigsaw de base.
 Organização e publicação de recursos na plataforma.
 Criação e configuração do fórum geral de apoio e inter-ajuda.
 Abertura de um glossário
Criação /configuração dos grupos de peritos na plataforma
Criação e configuração do fórum e do chat de grupo
 Criação de um Wiki de grupo (separados - visíveis)
Vicência Maio, 2013 36
Jigsaw
um exemplo de implementação no Moodle
13
Grupos Jigsaw de base
Grupos de “peritos”
Regresso aos respetivos
grupos Jigsaw de base
Glossário - Fórum Geral
Glossário - Fórum de
grupo - Chat de grupo
Glossário - Fórum - wiki
Vicência Maio, 2013 37
Vicência Maio, 2013 38
Obrigada!

Faro moodle13 6julho_vicmaio

  • 1.
    Vicência Maio vicenciamaio.420@esag.edu.pt EscolaSecundária André de Gouveia julho 2013
  • 2.
    Vicência Maio, 20132 Relevância social e educativa da colaboração apoiada na tecnologia Contexto e oportunidade adoção generalizada (?) do Moodle por parte das escolas portuguesas. Potencialidades colaborativas Affordances associadas aos fundamentos pedagógicos do Moodle Formação como suporte à inovação das práticas de utilização do Moodle nas escolas
  • 3.
    Colaboração: relevância sociale educativa  Elemento essencial de uma matriz social e educativa capaz de gerir a complexidade, a interdependência e a mutabilidade a diversas escalas. – Aprender a colaborar e colaborar para aprender são dois aspetos indissociáveis. – Só colaborando em educação se pode educar para a colaboração.  As tecnologias, quando contextualizadas, podem constituir um forte aliado das escolas e dos professores. 3
  • 4.
     Metas CurricularesTIC 7.º e 8.º anos (MEC, 2012)  Projecto curricular das Metas de Aprendizagem (ME, 2010).  The e-skills Manifesto (EUN, 2010 )  21 st Century Skills and Competences for new millennium learners in OECD countries (OCDE, 2009) 4 e-colaboração - uma dimensão que urge valorizar Vicência Maio, 2013
  • 5.
    Colaboração presencial e comunicação F2F nasala de aula Sala de aula+ trabalho através da rede. Colaboração através da rede, entre grupos de turmas diferentes Comunicação e interacção predomi- nantemente através da tecnologia 5 e – c o l a b o r a ç ã o - + Comunicação e interação totalmente através da rede Vicência Maio, 2013 Aprendizagem colaborativa apoiada pela tecnologia
  • 6.
    Colaboração: um vastoterritório concetual Comunidade Contribuição Coordenação Comunicação Cooperação (e) Colaboração (Figueiredo, 2008; Jesus, 2010)
  • 7.
    Aprendizagem colaborativa  Interdependênciapositiva ["sink or swim together”] i) necessidade de partilhar informação, significados, concepções e chegar a conclusões; ii) necessidade de divisão de trabalho assente na complementaridade de papéis; iii) necessidade explícita de pensar em conjunto.  Responsabilidade individual e de grupo [accountability]  Valorização do processo  Horizontalidade das interações 7Vicência Maio, 2013
  • 8.
  • 9.
    como uma plataforma quetraz um grande conjunto de peças de 4 cores (funções básicas) O Adaptadode:http://human.edublogs.org Armazenar Comunicar Colaborar Avaliar Vicência Maio, 2013 9
  • 10.
    Nesta plataforma podemoster diferentes bases [cursos/disciplinas] Nas quais colocamos as nossas peças [atividades, recursos , módulos, blocos, etc.] e … construímos ambientes de aprendizagem Vicência Maio, 2013 10
  • 11.
    Podcast ELGG Mahoodle MCCC Polls Jogos Widgets Google Apps Individual LearningPlan Video conference WIRIS HotPotatoes E … podemos ter muitas outras peças compatíveis Centenas de … plugins, blocos, filtros módulos compatíveis! Vicência Maio, 2013 11
  • 12.
    12 Para que tequero !? Vicência Maio, 2013
  • 13.
    United States 14,067 Spain7,318 Brazil 6,293 United Kingdom 4,454 Mexico 3,630 Germany 3,294 Colombia 2,617 Portugal 2,330 Italy 2,008 Australia 2,002 Vicência Maio, 2013 13 Sites registados 84,578 Países 236 Utilizadores 71,495,157 Professores 1,295,118 Fonte: https://moodle.org/ (acedido a 15/06/2013)
  • 14.
    O Moodle naescola e a escola no Moodle
  • 15.
     O Moodleestá presente na maioria das escolas portuguesas mas com densidade de atividades relativamente baixa, em particular de atividades de natureza colaborativa.  Insignificante existência de áreas MOODLE desenhadas para facilitar ou alargar a relação da escola com a comunidade traduz uma incipiente abertura da plataforma ao exterior.  Acesso a visitantes é prática pouco regular.  Predomínio da dimensão técnica em documentos orientadores elaborados nas escolas para apoiar a utilização do MOODLE .  Menor importância relativa atribuída aos fundamentos pedagógicos (construtivismo social) do MOODLE. Um retrato: elementos para reflexão … Vicência Maio, 2013 15
  • 16.
    16 “What is specificto virtual environments compared to any information space is that it is populated” [Dillenbourg, 2000] Vicência Maio, 2013
  • 17.
    - ambiente virtualde aprendizagem (mais ou menos) povoado? 17Vicência Maio, 2013 Como se faz o povoamento destes espaços virtuais de aprendizagem que são as plataformas Moodle das escolas? processo de povoamentos sucessivos com ritmo e extensão variável …
  • 18.
    Povoamento de umespaço virtual Presença efetiva num dado espaço com o qual se estabelecem e se aprofundam formas de interação, exploração, produção e consumo de recursos, envolvendo diferentes tipos de atividades que concorrem para o desenvolvimento da comunidade que o ocupa, o explora e o transforma num lugar social. 18 Vicência Maio, 2013
  • 19.
    Administradores FASE I FASE II FASEIII FASE IV lideranças e parcerias política da Escola administradores/ Prof/Coord. TIC instalação/ configuração da plataforma novos atores/ novos papéis alunos recursos professores áreas Moodle novos papéis para alunos e professores professores áreas Moodle alunos recursos atividades (individuais) atividades (colaborativas) professores recursos áreas Moodle alunos novos papéis, novos contextos e novos atores M O O D L E na escola ESCOLA no M o o d l e Do Moodle na Escola à Escola no Moodle um processo de povoamentos sucessivos ? “repositório” “extensão da sala de aula” “palco de comunidades de aprendizagem” atores exteriores à escola 19
  • 20.
    Fatores críticos lideranças projeto educativo planoTIC formação papéis “Sim, a minha escola tem MOODLE e … depois ?”
  • 21.
  • 22.
  • 23.
    - Fundamentos Construtivismo sociale Construcionismo [Dougiamas & Taylor, 2003]  Aprendizagem como uma atividade social.  Foco na aprendizagem que acontece enquanto construímos ativamente artefactos para que outros os explorem e utilizem.  Plataforma com o foco nas atividades de aprendizagem e não nos conteúdos.  Atividades e os recursos constituem aspetos centrais na gestão e na dinamização de espaços de aprendizagem no Moodle.  Transposta a ideia de mudança fundamental: a transformação de uma arquitetura de transmissão para uma arquitetura de participação. 23
  • 24.
    - Que escolhastemos ?  Entre um paradigma centrado nos recursos e um paradigma baseado em atividades colaborativas.  Entre uma abordagem centrada na transmissão e a uma abordagem que valoriza a construção.  Entre o Moodle como repositório e o Moodle como um lugar de construção partilhada de aprendizagens - um lugar social.  … 24Vicência Maio, 2013
  • 25.
    - funcionalidades eferramentas colaborativas  Grupos (separados ou visíveis)  Comunicação escrita síncrona (chat, videoconferência) e assíncrona (fórum de discussão, mensagem…)  Produção e partilha (glossário, fórum…)  Construção colaborativa (wiki …)  ... 25Vicência Maio, 2013
  • 26.
    Equívocos ou armadilhas Dar por adquirido que a interação tem automaticamente e lugar apenas porque um ambiente a torna tecnologicamente possível.  Colocar os alunos em grupo bastaria para garantir a colaboração. Vicência Maio, 2013 26
  • 27.
    Formação de professores ciclosde formação – integração (prática) Refletir e partilhar a partir das práticas para mudar as práticas Pilares Propósitos Aplicação em contexto - Modelo F@R (Costa &Viseu, 2008) Formação em contexto Responder a necessidades e expetativas de professores Conceptualização - reflexão Meta colaboração Desenho de estratégias/ planeamento 27 isomorfismo Vicência Maio, 2013
  • 28.
    Formação de professores ciclosde formação – integração (prática) Refletir e partilhar a partir das práticas para mudar as práticas 28Vicência Maio, 2013
  • 29.
  • 30.
     Crescente consciênciada natureza da aprendizagem colaborativa ao nível das suas potencialidades mas também da sua complexidade.  Valorização progressivamente mais explícita da componente social na aprendizagem colaborativa.  Reconhecimento da necessidade de planear /desenhar as atividades educativas na plataforma de modo a estimular a participação nos grupos e o envolvimento dos alunos/formandos.  Nas representações relativas ao papel da plataforma o horizonte de possibilidades tende a alargar-se. O que mudou e em que sentido ? 30Vicência Maio, 2013
  • 31.
     Maior diversidadede atividades e maior investimento em ferramentas e funcionalidades colaborativas.  Maior enfoque em estratégias de motivação e envolvimento dos alunos, promovendo atividades de interação social através da plataforma.  Maior diversidade de recursos.  Criação e a configuração de grupos. O que mudou e em que sentido ? Repositório de recursos Extensão de atividades da sala de aula amplificação transformação transformação (“ilhas”): novas atividades e papéis 31Vicência Maio, 2013
  • 32.
    Em síntese Para alémda presença ou ausência da tecnologia (plataforma, neste caso) na escola importam as transformações que ocorrem associadas aos contextos e às práticas de utilização e nas quais se inscrevem múltiplos, e por vezes contraditórios, empreendimentos levados a cabo por atores com diferentes papéis em múltiplas atividades. Vicência Maio, 2013 32
  • 33.
    33 aprender a colaborare colaborar para aprender (através do Moodle mas não só …) é preciso ! Vicência Maio, 2013
  • 34.
    34 Comunicação, Colaboração, Comunidade... iMoot, 2013 Vicência Maio, 2013
  • 35.
    Jigsaw um exemplo deimplementação no Moodle 13 Fase I – Envolvimento e motivação dos participantes Numa fase inicial, as atividades na plataforma Moodle deverão ter uma forte componente de socialização e facilitar o acolhimento/familiarização com a plataforma. Apresentação – “conhece e dá-te a conhecer …” (edição de perfil) Socialização (“quebra-gelo”) - participação num fórum de natureza social ou, eventualmente (dependendo das características da turma), um pouco orientado já para o tema/problema a investigar mas bastante aberto para despertar a curiosidade ou dar algumas pistas, com base em desafios lançados na plataforma pelos professores. Vicência Maio, 2013 35
  • 36.
    Jigsaw um exemplo deimplementação no Moodle 13 Fase II – Exploração, organização e produção [implementação do Jigsaw ] Organização (e criação/configuração na plataforma) dos grupos Jigsaw de base.  Organização e publicação de recursos na plataforma.  Criação e configuração do fórum geral de apoio e inter-ajuda.  Abertura de um glossário Criação /configuração dos grupos de peritos na plataforma Criação e configuração do fórum e do chat de grupo  Criação de um Wiki de grupo (separados - visíveis) Vicência Maio, 2013 36
  • 37.
    Jigsaw um exemplo deimplementação no Moodle 13 Grupos Jigsaw de base Grupos de “peritos” Regresso aos respetivos grupos Jigsaw de base Glossário - Fórum Geral Glossário - Fórum de grupo - Chat de grupo Glossário - Fórum - wiki Vicência Maio, 2013 37
  • 38.