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Estudo de Usuários




            Ana • Cláudio • Iandara • Janicy • Nádia • Serafim
      Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado
                                       UFMG • PPGCI • 2/2011
Estudos de Usuários

                                       Estudos de Usuários - Definições

“O conjunto de estudos que trata de analisar, qualitativa e
quantititativamente, os hábitos de informação dos usuários”
sob as diversas abordagens teórico metodológicas1.
“Investigações que se fazem para saber o que os indivíduos
precisam em termos de informação, ou então para saber se
as necessidades de informação por parte dos usuários de
uma biblioteca ou de um centro de informação estão sendo
satisfeitas de maneira adequada” .
                                2




1   SANZ CASADO, E. Manual de estudios de usuarios. Madrid: Pirâmide, 1994.
2   FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Estudos de usuários. Brasília: IBICT, 1994.
Estudos de Usuários

      Origens
Estudos de Usuários

                                        Abordagem Tradicional
Abordagem tradicional ou paradigma clássico - estudos
direcionados sob a ótica do SISTEMA de informação.
   •	 como as bibliotecas e os centros de informação são utilizados;
   •	 usuário é apenas informante;
   •	 não verifica os fatores que ocasionam o encontro usuário/sistemas de
      informação;
   •	 não considera tarefas de interpretação, formulação e aprendizagem
      envolvidas no processo de busca da informação;
   •	 voltados às organizações e sistemas de informação.
Estudos de Usuários

                                Abordagem Alternativa
Também conhecida como “abordagem centrada no usuário”,
é vista como novos estudos de comportamento de usuários
caracterizados por:
       1) observar o ser humano como sendo construtivo e ativo;
       2) considerar o indivíduo como sendo orientado
       situacionalmente;
       3) visualizar holisticamente as experiências do indivíduo;
       4) focalizar os aspectos cognitivos envolvidos;
       5) analisar sistematicamente a individualidade das pessoas;
       6) empregar maior orientação qualitativa. (DERVIN &
       NILAN, 1986)
Estudos de Usuários

                            Abordagens Alternativas
“A abordagem alternativa ao posicionar informação como
algo construído pelo ser humano está visualizando o indivíduo
em constante processo de construção, livre para criar o que
quiser junto aos sistemas ou às situações. Essa abordagem se
preocupa em entender como pessoas chegam à compreensão das
coisas, pesquisando por dimensões passíveis de generalizações
dessa tomada de consciência (ou de compreensão), e ainda
em identificar o processo de uso da informação em situações
particulares.”
FERREIRA, Sueli Mara S. P. Estudos de necessidades de
informação: dos paradigmas tradicionais à abordagem Sense-
Making 2002, p. 11
Estudos de Usuários

                        Abordagens Alternativas
No que se refere às necessidades e o comportamento de
busca e uso da informação, vários estudos emergiram
nas últimas décadas. As revisões do Annual Review
of Information Science Technology, a partir de 1966,
sobre “necessidades e usos da informação” mostram a
preocupação com os diferentes aspectos dessa temática.
Alguns estudos vêm marcando uma forte tendência
na utilização de abordagens qualitativas. Vejamos as
principais abordagens:
Estudos de Usuários

                          Abordagens Alternativas
Wilson (1981) - Modelo baseado nas seguintes
proposições: as necessidades de informação não têm sua
gênese nas necessidades básicas do sujeito, (fisiológicas,
cognitivas e afetivas), logo não é uma necessidade
primária, mas sim, secundária; e, diante da busca de
informação para satisfazer sua necessidade, o sujeito
pode deparar-se com barreiras individuais, pessoais,
interpessoais e ambientais.
Estudos de Usuários

Abordagens Alternativas
Estudos de Usuários

                        Abordagens Alternativas
Dervin (1977) - Conjunto de premissas conceituais e
teóricas para analisar como pessoas constroem sentido
nos seus mundos e como elas usam a informação
e outros recursos nesse processo. Procura lacunas
cognitivas e de sentido expressas em forma de questões
que podem ser codificadas e generalizadas a partir de
dados diretamente úteis para a prática da comunicação
e informação.
Estudos de Usuários

Abordagens Alternativas
Estudos de Usuários

                                                              Abordagem Social
      CI                                  Estudos de usuários em CI
                 Modelo social de estudos de usuários:
Paradigma
                 •	 Frohmann (2008): “regimes de informação”
social:
                 •	 Rendón Rojas (2005): abordagem realista-dialética da informação
Capurro
                 •	 Hjorland (2002): “análise de domínio”; “comunidades de discurso”
                                   Base: epistemologia social

•	 Usuários: não como sujeitos em interação isolada com a informação, mas como uma relação que
   se estabelece num contexto mais amplo de interações, com suas dimensões políticas, econômicas
   e culturais. (Araújo, 2007, 2010)
•	 Significados dados pelos usuários às informações que buscam/utilizam
•	 Conceitos de “valor” e “imaginação” para o entendimento da informação
•	 Construção coletiva de critérios e sentidos da informação (dimensão coletiva e intersubjetiva de
   construção dos significados da informação) – (Hjorland, 2002)

•	 Usuários e informação: perspectiva dinâmica, ativa, interativa (os sujeitos não são “vazios” de
   conhecimento/informação, nem a informação é um “pacote fechado”)
Estudos de Usuários

                                           Abordagem Social

Aporte de três correntes teóricas das ciências sociais (Araújo,
2010):
  •	Interacionismo simbólico (Blumer, 1980): os significados dados
    aos objetos são significados construídos nas interações;
  •	Etnometodologia	(Coulon,	1985):	compreensão	dos	
    mecanismos que os sujeitos utilizam no cotidiano para “dar
    sentido às coisas do mundo e agir sobre elas”;
  •	Antropologia	Semiótica	(Geertz,	1978):	análise	da	ação	
    humana tendo por base os significados que os sujeitos
    atribuem às ações que desempenham.
Estudo de Usuários
           Subáreas
Informação e Saúde




                                                Serafim
Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado
                                 UFMG • PPGCI • 2/2011
Informação e Saúde
       Informação e Saúde como Área/Subárea de Estudo

•	 NAS	ÁREAS	“GERAIS”	DA	MEDICINA	OU	ÁREAS	
   “ESPECÍFICAS”:	Ex.	Informática	Médica;	Projetos	
   interinstitucionais	(GESITI/Hospitalar)
•	 NA	SAÚDE	COLETIVA:	GTs,	enfoques,	autores	de	referência	
   (Moraes,	Branco)		interlocução	com	autores	da	CI:	
   Borko,	Dervin,	Frohmann,	Otten,	Saracevic,	Shera,	Wilson
•	 NA	CIÊNCIA	DA	INFORMAÇÃO:	
Histórico:	vários	âmbitos;	vários	focos	(ex.:	SIS)
Informação e Saúde
      No Rumo de Referenciais Teóricos Mais Ampliados e Abrindo
                          Caminho para Abordagem de Usuários
• Abordagens no campo da política; da informação, saúde e sociedade:	(Autores	de	
  referência	na	interface	CI/Saúde:	Marteleto,	R.)
•	Marteleto,	2007.	Informação, saúde, transdisciplinaridade e a construção de uma
  epistemologia social. (Artigo	em	sessão	de	debate	da	principal	revista	de	SC)
•	Abordagens	dos	trinômios	“educação-tecnologia inf-saúde” ou “trabalho-
  tecnologia inf-saúde” (Autores	de	referência:	Ciol;	Beraquet;	Crivellari;	Cunha;	
  Vianna)
• Focos:	formação	do	profissional	da	CI	para	atuar	na	Saúde	(de	um	lugar	tradicional	
  no	“ciclo	informacional”	(geração-organização-disseminação	e	uso)	para	uma	
  intensificação	do	seu	lugar	de	mediador	garantindo	“comunicação	entre	os	atores	do	
  fluxo	informacional”	(Beraquet;	Ciol,	2006,	2009)
•	Influência	das	novas	TIC	na	identidade	e	socialidade	–	análise	das	relações	entre	
  fluxos	de	informação	e	fluxos	de	relações	(das	pessoas	nos	ambientes	de	trabalho	e	
  informação)		abordagem	de	percepção	do	trabalhador	na	esfera	das	TIC	(Vianna	e	
  Crivellari,	2009)
Informação e Saúde
      Atualidade: GT11-ANCIB (2011): “Informação e Saúde”

Política do GT11 (Enancib, 2011):

•	 studos	das	teorias,	métodos,	estruturas	e	processos	informacionais,	
 E
 em	diferentes	contextos	da	saúde;

•	nformação,	saúde	e	sociedade;
 I

•	 olíticas	de	informação	em	saúde;
 P

•	mpacto	da	informação,	tecnologias	e	inovação	em	saúde;
 I

•	nformação	nas	organizações	de	saúde;
 I

•	 ormação	e	capacitação	em	informação	em	saúde.
 F
Informação e Saúde
     Focos dos Trabalhos dos Trabalhos– GT11-Enancib, 2011
•	 istema	de	informação	da	atenção	básica:	relações	de	poder,	
 S
 centralização	e	vigilância;
•	 ompetência	em	informação	de	alunos	de	saúde	pública;
 C
•	 nteroperabilidade	semântica	no	sistema	de	registros	médicos	
 I
 eletrônicos;
•	 evisão	de	literatura	em	CI	e	na	medicina:	perspectiva	do	método	para	
 R
 o	bibliotecário	clínico;
•	 ma	política	de	informação-comunicação	na	gestão	de	um	portal	da	
 U
 saúde;
•	 arâmetros	de	efetividade	para	a	BVS;
 P
•	 	contribuição	da	teoria	da	representação	social	para	compreensão	da	
 A
 mediação	e	apropriação	da	informação	sobre	dengue;
•	 cesso	à	informação	em	saúde:	por	uma	agenda	política.
 A
Informação e Saúde
                                  Informação e “Usuários de Informação” no
                                  Trabalho em Saúde: Âmbitos de Correlação
	   Araújo	(2010):	tipos	de	práticas	informacionais	demonstrativas	de	como	os	usuários/
    pacientes	agem	a	partir	de	seus	contatos/consultas	com	médicos
	   Modelo	social	na	compreensão	dos	trabalhadores	da	saúde	como	usuários	de	informação	no	
    trabalho	em	saúde.
Três	conceitos/categorias	de	interesse:
Trabalho em
                                  Informação                               Usuários
   saúde
                Contexto de estudo:
                Impacto	da	informação,	tecnologias	e	
                                                         Referencial:	modelo	social	de	
                inovação	em	saúde
Bases	gerais:	                                           estudos	de	usuários
                •	 Informação	nas	organizações	de	saúde	
Marx, Zarifian,
                    (categoria	“trabalho”)
Mehry                                                    Os trabalhadores da saúde
                                                         como usuários das tecnologias
                Referencial:	modelo	social
(Incorporação	                                           e processos informacionais	
tecnológica)                                             (compreensão	de	“sujeitos”	no	
                Objeto:
                                                         proc.trab.e	informação)
                Incorporação	de	tecnologias	
                informacionais	e	sua	apropriação
Aquisição e Busca de Conhecimento




                                         Iandara Reis de Oliveira
       Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado
                                        UFMG • PPGCI • 2/2011
Aquisição e Busca de Conhecimento

                                           Carol Kuhlthau



Information Search Process
KUHLTHAU, C. C. Seeking meaning: a process approach to
library and information services. 2nd ed. Westport, Conn.:
Libraries Unlimited, 2004. 247 p.
Aquisição e Busca de Conhecimento

           Questões iniciais de pesquisa (motivação)

•	Por que os estudantes, ao receberem do professor uma tarefa que envolvia
  busca de informação, ficavam confusos e desorientados, expressando
  frequentemente desagrado e contrariedade com a tarefa, com a biblioteca e
  com eles próprios?

•	Por que se mostravam hesitantes para começar?

•	Porque ficavam confusos a respeito da tarefa?

•	Porque demonstravam falta de confiança na sua habilidade, baixa motivação e
  pouco interesse?

•	Por que, depois de receberem instruções claras sobre como encontrar
  informações, e de receberem ajuda para usar as fontes enquanto desenvolviam
  suas tarefas os estudantes experimentavam sentimentos negativos,
  especialmente no início da tarefa?
Aquisição e Busca de Conhecimento
Aquisição e Busca de Conhecimento
Usabilidade




                            Ana Luisa de Vasconcelos Terto
Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado
                                  UFMG • PPGCI • 2/2011
Usabilidade

                                                  Origem e Histórico
 A partir de 1970, a ergonomia passa a contribuir também para o
desenvolvimento de sistemas interativos, criando metodologias para identificar
problemas relativos ao contexto de uso dos sistemas. Esse conjunto de métodos
e técnicas estruturadas passou a ser denominado Engenharia da Usabilidade ou,
simplesmente, Usabilidade.
                                                                (SANTOS, 2007)
A origem da Engenharia da Usabilidade remete a Card, Noran e Newell (modelo
do Processador Humano 1983) e a Norman (Teoria da ação de 1989) que
produziram conhecimento sobre modelos cognitivos humanos.
A usabilidade tem suas raízes na Ciência Cognitiva, e este termo começou a ser
usado na década de 80 como substituto da expressão “user-friendly” (amigável).
A expressão era considerada muito subjetiva, visto que uma máquina não deve
ser amigável, apenas não deve interferir nas tarefas dos usuários. Além disso,
diferentes usuários possuem diferentes necessidades, assim, uma máquina /
sistema pode ser amigável para alguns usuários e não para outros.
                                                                      (DIAS, 2003)
Usabilidade

                                                               Definições
•	Com o intuito de evitar que o termo usabilidade também se desgastasse, assim
  como aconteceu com a expressão “user-friendly”, vários autores tentaram
  defini-lo, porém utilizando diferentes abordagens:
•	Definições orientadas ao produto  associadas às características
  ergonômicas do produto;
•	Definições orientadas ao usuário  relacionadas ao esforço mental ou atitude
  do usuário frente ao produto;
•	Definições baseadas no desempenho do usuário associadas à forma
  de interação do usuário com ênfase na facilidade de uso e na aceitação do
  produto;
•	Definições orientadas ao contexto de uso  relacionadas às tarefas
  específicas realizadas por usuários específicos do produto, em determinado
  ambiente de trabalho.
                                                               (DIAS, 2003, p.25)
Usabilidade

                                                   Conceito/Normas
 A norma ISO/IEC 9126, de 1991, foi a primeira a definir o termo usabilidade.



Usabilidade é “um conjunto de atributos de software relacionado ao esforço
necessário para seu uso e para o julgamento individual de tal uso por
determinado conjunto de usuários.” (DIAS, 2003, p. 25)
Usabilidade
Usabilidade
Usabilidade
Usabilidade

                                                 Atributos da Usabilidade
•	Facilidade de aprendizado – o sistema deve ser fácil de aprender de tal forma que o usuário
  consiga rapidamente explorá-lo e realizar suas tarefas com ele.
•	Eficiência de uso – o sistema deve ser eficiente a tal ponto de permitir que o usuário, tendo
  aprendido a interagir com ele, atinja níveis altos de produtividade na realização de suas tarefas.
•	Facilidade de memorização – após um certo período sem utilizá-lo, o usuário não freqüente
  é capaz de retornar ao sistema e realizar suas tarefas sem a necessidade de reaprender como
  interagir com ele.
•	Baixa taxa de erros – em um sistema com baixa taxa de erros, o usuário é capaz de realizar
  tarefas sem maiores transtornos, recuperando erros, caso ocorram.
•	Satisfação subjetiva – o usuário considera agradável a interação com o sistema e se sente
  subjetivamente satisfeito com ele.
•	Consistência – tarefas similares requerem seqüências de ações similares, assim como ações
  iguais devem acarretar efeitos iguais. Padronização de terminologia, layout gráfico, conjunto de
  cores e fontes.
•	Flexibilidade – refere-se à variedade de formas com que o usuário e o sistema trocam
  informações.
Usabilidade

                                                                              Avaliação

•	 A avaliação da usabilidade de um sistema interativo deve verificar o desempenho
 (eficácia e eficiência) da interação homem-computador e obter indícios do nível    de
 satisfação do usuário, identificando problemas de usabilidade durante a realização
 de tarefas específicas em seu contexto de uso. Pode ser realizada em qualquer fase do
 desenvolvimento de sistemas interativos (inicial, intermediária ou final).

•	Um problema de usabilidade de um sistema interativo pode ser definido como
  qualquer característica, observada em determinada situação, que possa retardar, prejudicar
  ou inviabilizar a realização de uma tarefa, aborrecendo, constrangendo ou traumatizando o
  usuário.
•	Classificação dos problemas de usabilidade:
   - Nível (conseqüência): ruído, obstáculo, barreira
   - Usuário: geral, inicial, avançado, especial.
   - Tarefa: secundário, principal.
Usabilidade

                                                                 Análise de Contexto
  Ao avaliar a usabilidade de um sistema ou produto, é importante que as condições do teste sejam
  representativas do seu real contexto de uso. Para isso, antes da avaliação de usabilidade, realiza-se um
  levantamento de informações a respeito dos usuários (potenciais ou reais) do sistemas, das tarefas que
  com ele realizam e do ambiente onde ocorre a interação entre usuário e sistemas.

• Usuários: dados pessoais (faixa etária, sexo, limitações físicas e mentais, habilidades intelectuais,
  motivações, atitude em relação à tecnologia) e habilidades técnicas (nível de escolaridade, experiência
  com o sistema, experiência com computadores, experiência com interfaces gráficas, experiência
  profissional, experiência específica na tarefa).
• Tarefas: detalhamento, objetivo, freqüência e duração, importância em relação aos objetivos institucionais
  e a outras tarefas, dependência de outras tarefas, riscos associados a erros, flexibilidade.
• Ambiente: organizacional (objetivos organizacionais, quantidade de horas de trabalho, funções
  profissionais, estrutura gerencial, flexibilidade do trabalho, atividades individuais ou em equipe, política
  de uso de computadores), físico (condições atmosféricas e climáticas, espaço físico e mobiliário,
  condições auditivas e visuais, localização da estação de trabalho, segurança do trabalho) e equipamentos
  (configuração de hardware, configuração de software e materiais necessários).
• Sistemas: quantidade de usuários, tipos diferentes de usuários, tamanho do sistema (quantidade de
  módulos ou páginas), nível de participação dos usuários no projeto do sistema, última avaliação e plano de
  remodelagem ou alterações significativas no sistema.
Usabilidade

                      Métodos de Avaliação de Usabilidade
•	Ferramentas auxiliares de projeto de sistemas centrado no usuário.
•	Objetivos:
        - Identificar e diagnosticar problemas de usabilidade;
        - Verificar a eficiência e a eficácia da interação usuário-computador durante a realização
        de tarefas;
        - Determinar, de forma subjetiva, o grau de satisfação dos usuários com o sistema;
        - Podem redefinir o projeto de um sistema para atender às necessidades dos usuários;
        - Avaliar um projeto de sistema em comparação a outra;
        - Fazer parte do teste de aceitação de um sistema.

•	Métodos de inspeção, métodos        de teste com usuários e métodos baseados em
  modelos.
Usabilidade

                  Métodos de Avaliação de Usabilidade
•	 Métodos de inspeção – também conhecidos como métodos analíticos ou de
 prognóstico, caracterizam-se pela não participação direta dos usuários do
 sistema na avaliação. Ex.: inspeção de usabilidade formal, percurso pluralístico,
 inspeção de componentes, inspeção de consistência, percurso cognitivo,
 inspeção baseada em padrões, inspeção baseada em guias de recomendações e
 guias de estilos, avaliação heurística (Nielsen).
• Métodos de teste com usuários – caracterizam-se pela participação direta
  dos usuários do sistema na avaliação. Esses métodos podem ser prospectivos,
  como questionários e entrevistas, ou empíricos, ao adotar técnicas de
  observação ou monitoramento do uso do sistema em situações reais.
•	Métodos baseados em modelos – também chamados de métodos de
  modelagem analítica, têm como objetivo prever a usabilidade de um sistema a
  partir de modelos ou representações de sua interface e/ou de seus usuários.
  Ex.: Família GOMS – Goals, Operators, Methods and Selection rules.
Usabilidade

                   Métodos de Avaliação de Usabilidade
•	Métodos de teste com usuários – caracterizam-se pela participação direta dos
  usuários do sistema na avaliação. Esses métodos podem ser prospectivos, como
  questionários e entrevistas, ou empíricos, ao adotar técnicas de observação ou
  monitoramento do uso do sistema em situações reais.
Métodos prospectivos
•	 Entrevistas e questionários
            - Grupo focal
            - Questionários específicos para medir a satisfação dos usuários
Métodos empíricos
•	 Testes empíricos de usabilidade
            - Verbalização ou protocolo verbal
            - Co-descoberta
            - Método de medida de desempenho
Usabilidade
Vantagens e Desvantagens de Alguns Métodos de Avaliação
Usabilidade
Vantagens e Desvantagens de Alguns Métodos de Avaliação
Usabilidade

                           Escolha dos Métodos de Avaliação
Para a escolha dos métodos de avaliação mais adequados, deve-se considerar o objetivo da
avaliação e os seguintes critérios:

•	Procedimento de coleta de dados adotado pelo método – subjetivo ou objetivo (quando não
  depende dos valores individuais e subjetivos de cada pessoa);
•	Tipos de dados usados pelo método – empíricos (quando coletados no mundo real) ou analíticos
  (quando derivados de modelos);
•	Fontes de dados consideradas pelo método – observação de fenômenos, opiniões dos usuários e
  avaliadores, ou ainda outras fontes, como entrevistas e questionários;
•	Local típico de coleta de dados – campo ou laboratório;
•	Medidas de usabilidade contempladas pelo método – adaptação ao contexto de uso,
  desempenho (eficácia e eficiência), nível de satisfação, problemas de usabilidade e
  conformidade com os padrões e recomendações;
•	Fases do processo de desenvolvimento do sistema em que a aplicação do método é considerada
  adequada – fase conceitual, projeto ou desenvolvimento de protótipo, implementação ou
  produto em uso.
Usabilidade

                    Escolha dos Métodos de Avaliação
•	 ituação do sistema compatível com o método – especificação,
 S
 protótipo ou produto;
•	 uporte técnico necessário para a aplicação do método – contratação
 S
 prévia de ferramentas ou serviços;
•	 usto do método por tipo de avaliação – homens/dia necessários
 C
 para a realização da avaliação com o método, considerando sua
 complexidade: baixa, para detectar problemas em um único projeto;
 média, para comparar até três projetos diferentes; ou alta, para
 avaliações sucessivas durante as fases de um projeto;
•	 ustos adicionais do método – necessidade de envolvimento de
 C
 usuários, custos de material e de treinamento (em homens/dia);
•	 edidas de confiabilidade do método – nível de confiabilidade do
 M
 método observado em estudos anteriores.
Usabilidade

                                                                               Referências
CHOO, C. W. Como ficamos sabendo – um modelo de uso da informação. In: _________, A organi-
zação do conhecimento: como as organizações usam a informação para criar significado, construir
conhecimento e tomar decisões. São Paulo: Editora Senac, 2003. cap. 2, p. 63-120.

CYBIS, Walter de Abreu; BETIOL, Adriana Holtz; FAUST, Richard. Usabilidade: conhecimentos, métodos
e aplicações. São Paulo: Novatec, 2007. 344 p.

DIAS, Cláudia. Usabilidade na web : criando portais mais acessíveis. Rio de Janeiro: Alta Books, 2003.
Cap. 2 e 3.

FERREIRA, S. M. S. P.; PITHAN, D. N. Estudo de usuários e de usabilidade na Biblioteca INFOHAB: rela-
to de uma experiência. In: SIMPOSIO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECAS DIGITAIS, 3, 28 nov. - 02 dez.
2005, São Paulo. Anais do 3º Simpósio Internacional de Bibliotecas Digitais. São Paulo: Universidade
de São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 2005.

LE COADIC, Y.F. A ciência da informação. 2.ed. rev. e atual. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.

NIELSEN, J.; LORANGER, H. Usabilidade na Web: projetando Websites com Qualidade. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007.
Usabilidade

                                                                              Referências
NIELSEN, J. Usability 101: Introduction to Usability. Disponível em:
< http://www.useit.com/alertbox/20030825.html>. Acesso em: 21 nov. 2011.

NIELSEN, J. Usability Engineering. Chestnut Hill, MA, Academic Press, 1993.

OLIVEIRA, Carla Cristina Vieira de. A interação dos usuários da UFMG com o catálogo online do sis-
tema pergamum. 203f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Escola de Ciência da In-
formação, Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2008.

OLIVEIRA NETTO, A. A. de. IHC: interação humano computador: modelagem e gerência de interfaces
com o usuário. Florianópolis: Visual Books, 2004.

SANTOS, Rodrigo Costa. Desenvolvimento de uma metodologia para avaliação de usabilidade de sis-
temas utilizando a lógica Fuzzy baseado na ISO. Dissertação de Mestrado Profissionalizante, Rio de
Janeiro, set, 2007. Disponível em: <www.ibmecrj.br/sub/RJ/files/dissert_mestrado/ADM_rodrigosan-
tos_jan.pdf>. Acesso em: 21 de nov. 2011.

SIRIHAL DUARTE, Adriana Bogliolo. Usuários da informação (Graduação). Disponível em: <http://
bogliolo.eci.ufmg.br/ufmg2.htm#Material>. Acesso em: 15 mai. 2010.
Estudos de Usuários Tetraplégicos




                                             Cláudio Diniz Alves
       Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado
                                        UFMG • PPGCI • 2/2011
Estudos de Usuários Tetraplégicos

                                                          Terminologia - Deficientes
Pessoa com necessidades especiais
                                                          Pessoa portadora de deficiência
Termo correto: “pessoa com deficiência” (Resolução nº 1, de 15 de outubro de 2010, do
Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência [CONADE]).

Damian, Galvão Filho e Rezende (2007, p.161): “a maior parte do movimento
brasileiro da área da deficiência, por sua vez, prefere a denominação “pessoa
com deficiência”, por ser julgada mais respeitosa e considerar a deficiência como
uma característica que apenas se acrescenta à pessoa, e não a diminui”.
Lanna Júnior (2010, p. 222) escreveu: Ser “pessoa com deficiência” é, antes
de tudo, ser pessoa humana. É também uma tentativa de diminuir o estigma
causado pela deficiência”.
1 DAMIAN, H; GALVÃO FILHO, T. A.; REZENDE, A. L. A. Inclusão Digital e Social de Pessoas com Deficiência: Textos de Referência
para Monitores de Telecentros. Brasília: UNESCO, 2007.
2 LANNA JÚNIOR, M. C. M. (Comp.). História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil. Brasília: Secretaria de
Direitos Humanos. Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, 2010. 473p.
Estudos de Usuários Tetraplégicos

                                                      Acessibilidade - Definições

“O conjunto de estudos que trata de analisar, qualitativa e
quantititativamente, os hábitos de informação dos usuários”
sob as diversas abordagens teórico metodológicas1.
“Investigações que se fazem para saber o que os indivíduos
precisam em termos de informação, ou então para saber se
as necessidades de informação por parte dos usuários de
uma biblioteca ou de um centro de informação estão sendo
satisfeitas de maneira adequada” .
                                2




1   SANZ CASADO, E. Manual de estudios de usuarios. Madrid: Pirâmide, 1994.
2   FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Estudos de usuários. Brasília: IBICT, 1994.
Estudos de Usuários Tetraplégicos

                                               E-acessibilidade
•	 ossui um intuito similar ao da acessibilidade aplicada a outros
 p
 contextos;

•	 em como propósito possibilitar um acesso democrático a websites,
 t
 ferramentas, aplicativos e serviços baseados na grande rede mundial
 de computadores;

•	 bjetiva a percepção, compreensão, navegação e interação de
 O
 pessoas com deficiência (permanentes ou temporárias) com o
 conteúdo oferecido pelos sites;

•	 issão de remover barreiras que dificultam ou impossibilitam o
 m
 acesso e a compreensão da informação em ambientes web.
Estudos de Usuários Tetraplégicos

                                                                         Tetraplegia
“Quando a lesão atingir a medula cervical haverá
comprometimento dos membros superiores (MMSS), tronco
e membros inferiores (MMII), ocasionando a tetraplegia” .
                                                       1


Tetraplegia é definida pelo dicionário Houaiss como
“paralisia que atinge simultaneamente os quatro membros;
quadriplegia, quadroplegia”.

1 CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: Fundamentação e Prática. Rio de Janeiro: Gua-
nabara Koogan, 2007. 532p.
Estudos de Usuários Tetraplégicos

                                Usuários Tetraplégicos

A violência urbana tem aumentado a frequência de lesões
medulares, resultado de acidentes de trânsito e ferimentos
de causados por armas de fogo.
Vitimas de lesões medulares, como os tetraplégicos,
precisam adaptar-se a uma nova realidade (em decorrência
da gravidade e da irreversibilidade do trauma), e para isto
necessitam de um programa de reabilitação longo. Sua
qualidade de vida pode ser comprometida em consequência
das sequelas físicas e emocionais, bem como pela
dificuldade para retorno à vida familiar e social.
Estudos de Usuários Tetraplégicos

                         Usuários Tetraplégicos - Questões
Os websites exercem algum papel na vida dos tetraplégicos? Se sim, por quê usam e
para quê? Onde? Quando?
Os websites e seus conteúdos informacionais exercem impacto na vida e na
reabilitação das pessoas com tetraplegia?
Que impactos informacionais os websites exercem no cotidiano e na reabilitação dos
tetraplégicos?
Qual é a realidade dos usuários tetraplégicos quanto ao uso de websites como fonte
de dados e informações?
Que comportamentos, sentimentos, opiniões, sugestões, necessidades e outras
observações das pessoas com deficiência podem fornecer material para a Ciência
da Informação e para a Arquitetura de Informação, de modo que estas desenvolvam
soluções para aprimorar os produtos e serviços de informação disponíveis na web?
O estudo de e-usuários tetraplégicos pode ajudar no desenvolvimento de websites
mais acessíveis? Em caso positivo, como o estudo de usuários tetraplégicos pode
ajudar a desenvolver melhores serviços de acesso à informação em websites?
Estudos de Usuários Tetraplégicos

                  Tecnologias Assistivas - Tetraplegia

•	 Mouse	controlado	pelo	movimento	ocular:	para	pessoas	
   que conseguem movimentar os olhos e fixá-los em pontos
   do monitor. Existem monitores especiais com sensores que
   captam o movimento dos olhos, substituindo a função do
   mouse tradicional. Há também o sistema de Eletro-Oculografia
   (EOG), que detecta movimento ocular por meio da atividade
   elétrica produzida pelo movimento que é captado por eletrodos
   instalados perto dos olhos;
•	 Mouse	controlado	pelo	movimento	da	cabeça:	funciona	por	
   meio de webcam. O cursor é arrastado por meio de movimentos
   realizados com a cabeça. O clique é ativa por gestos, tais como o
   piscar de olhos.
Estudos de Usuários Tetraplégicos

                 Tecnologias Assistivas - Tetraplegia
•	 Acionadores	de	sopro	ou	sucção:	canudo	ou	tubo	em	contato	
   com a boca que reconhece comandos por sopro ou sucção.
•	 Softwares	de	reconhecimento	de	voz:	aplicativos	que	
   possibilitam a produção de textos e comandos para o
   computador através do reconhecimento da fala.
Estudos de Usuários Tetraplégicos
Estudos de Usuários Tetraplégicos

              Realidade: Usuário (Web) Tetraplégico
•	 ua qualidade de vida pode ser comprometida em consequência
 S
 das sequelas físicas e emocionais, bem como pela dificuldade para
 retorno à vida familiar e social. O uso da internet e de websites é
 uma ajuda relevante para suprir suas necessidades de informação,
 comunicação e socialização durante e após a fase de reabilitação.
•	 grande maioria dos websites produzidos possuem graves
 A
 problemas de usabilidade e de acessibilidade.
•	 importante lembrar que apenas o uso de normas, avaliadores de
 É
 acessibilidade e tecnologias assistivas não garante que um site seja
 realmente acessível.
•	 estudo de usuários e os testes de usabilidade/acessibilidade são
 O
 vitais para garantir o êxito da acessibilidade em websites.
Estudos de Usuários com Deficiência Visual




                                    Janicy Aparecida Pereira Rocha
        Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado
                                          UFMG • PPGCI • 2/2011
Estudos de Usuários com Deficiência Visual
      Iniciativas Internacionais para a Acessibilidade Web

1994 - Criação do World Wide Web Consortium (W3C)
1997 -  Primeiras iniciativas em prol da acessibilidade Web,
       desenvolvidos por Austrália, Canadá e Estados Unidos
1999 - Criação da Web Accessibility Initiative (WAI), pelo
       W3C, com a missão de desenvolver estratégias para
       tornar a Web acessível
1999 - Publicação das Diretrizes para a Acessibilidade do
       Conteúdo da Web (WCAG 1.0) pela WAI
2008 - Publicação da WCAG 2.0
Estudos de Usuários com Deficiência Visual
         Iniciativas Brasileiras para a Acessibilidade Web

2004 - Decreto 5296/04: determina a acessibilidade
      para pessoas com deficiência visual em websites
      governamentais
2005 - Publicação do Modelo de Acessibilidade do Governo
       Eletrônico (e-MAG) – Versões 1 e 2
2007 - Portaria n.º 3: determina a adoção do e-MAG nos
       websites e portais da Administração Pública Federal
       Direta, Indireta, Autárquica e Fundacional
2011 – Publicação do e-MAG – Versão 3.0
Estudos de Usuários com Deficiência Visual
                                             Deficiência Visual


•	 “Considerando o melhor olho com a melhor correção
 óptica, a cegueira corresponde à acuidade visual igual ou
 menor que 0,05 e a baixa visão corresponde à acuidade
 visual entre 0,3 e 0,05” (DECRETO 5296/04).
•	 “O daltonismo é um distúrbio da percepção visual,
 caracterizado pela incapacidade de distinção de algumas
 cores” (URBANO, 1978).
•	 Do total de 14,5% da população brasileira com alguma
 deficiência, 48,1% apresenta deficiência visual. (IBGE,
 2000)
Estudos de Usuários com Deficiência Visual
              A Importância da Acessibilidade para Pessoas com
                                             Deficiência Visual

•	 Característica predominantemente visual dos conteúdos
 Web;
•	 Pemite o correto funcionamento das tecnologias
 assistivas;
•	 Reduz a dependência de ajudantes para a realização de
 atividades como leitura de livros e jornais;
•	 Forma alternativa de eliminação de barreiras geográficas e
 arquitetônicas.
Estudos de Usuários com Deficiência Visual
        Tecnologias Assistivas para Pessoas com Deficiência Visual

• Display Braille: dispositivo tátil que apresenta, em Braille, o
 conteúdo exibido na tela do computador.

• Impressora Braille: imprime textos em Braille.

• Thermoform: reproduz conteúdos gráficos em alto-relevo.

• Monitores especiais: possuem tamanho maior que monitores
 convencionais e exibe o conteúdo ampliado.

• Leitor de telas: software que lê o conteúdo exibido na tela do
 computador e o transforma em áudio. Exemplos: DosVox, Jaws,
 NVDA, Virtual Vision, Orca.
Estudos de Usuários com Deficiência Visual

      Técnicas de avaliação de acessibilidade Web
•	 alidação automática por ferramentas que analisam a adequação
 V
 das páginas às diretrizes;

•	 valiação manual por especialistas, mediante o uso de checklists ou
 A
 guidelines;

•	 valiação por usuários com deficiência, que necessitem dos recursos
 A
 de acessibilidade;

•	 oleta de opinião;
 C

•	 bservação de usuários.
 O
Estudos de Usuários com Deficiência Visual

                                                                              Referências
BACH, Catharine Ferreira. Avaliação de acessibilidade na Web: estudo comparativo entre métodos de
avaliação com a participação de deficientes visuais. 2009. 200f. Dissertação (Mestrado) - Universi-
dade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em Informática.
BRASIL. Decreto nº 5.296 de 02 de Dezembro de 2004. Estabelece normas gerais e critérios básicos
para promoção de acessibilidade e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília: Sena-
do Federal, 03 dez. 2004. Disponível em: <http://www.trt02.gov.br/geral/tribunal2/Legis/ Decre-
to/5296_04.html. Acesso em: 06 nov. 2011.
E-GOV. Programa de Governo Eletrônico Brasileiro. Disponível em: <http://www.governo eletronico.
gov.br/>Acesso em: 06 nov. 2011.
FREIRE, André Pimenta. Acessibilidade no Desenvolvimento de Sistemas Web: um estudo sobre o
cenário brasileiro. 2008. 154f. Dissertação (Mestrado) - Universidade de São Paulo, Instituto de Ciên-
cias Matemáticas e de Computação. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível
em: <http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/default_censo_2000.shtm>. Acesso em: 10
nov. 2011.
URBANO, Lúcia C. Ventura. Discromatopsia: método de exames. Arquivo Brasileiro de Oftalmologia.
1978.
W3C. World Wide Web Consortium. Disponível em: <http://www.w3.org/>. Acesso em: 12 nov. 2011.
Comportamento de Busca da Informação




                                           Nádia Ameno Ribeiro
       Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado
                                        UFMG • PPGCI • 2/2011
Comportamento de Busca da Informação
Comportamento de Busca da Informação

            Comportamento de Busca - Origens

•	É	um	tópico	de	pesquisa	já	há	algum	tempo	
  nas	áreas	de	Biblioteconomia	e	Ciência	da	
  Informação;
•	Em	1948	–	Conferência	sobre	Informação	
  Científica	da	Royal	Society	já	era	possível	
  identificar	artigos	sobre	o	comportamento	de	
  busca	(embora	sem	o	emprego	explícito	dessa	
  expressão).
Comportamento de Busca da Informação

             Definição – Comportamento de Busca
•	 O	comportamento	de	busca	de	informação	resulta	do	
   reconhecimento	de	alguma	necessidade,	ou	seja,	o	individuo	
   verifica	que	a	informação	que	possuí	não	corresponde	ao	
   que	precisa,	e	então,	age	para	satisfazer	tal		necessidade	
   (WILSON,	1981).
•	 Todas	as	atividades	de	um	individuo	que	sejam	realizadas	
   para	identificar	mensagens	que	satisfaçam	às	necessidades	
   percebidas.	Ou	seja,	busa	de	informação	começa	quando	
   algúem	percebe	que	o	conhecimento	atual	possuído	é	menor	
   que	o	desejado	para	tratar	de	algum	assunto.	(KRIKELAS,	
   1983)
Comportamento de Busca da Informação

Modelo de Wilson - 1999
Comportamento de Busca da Informação

                                         Modelo de Ellis

•	O	professor	David	Ellis,	da	Universidade	de	Wales	
  Aberystwyth,	elaborou	um	modelo	geral	para	o	
  comportamento	de	usuários	durante	a	busca	por	
  informação.	Avaliando	a	maneira	como	cientistas	
  de	diversas	áreas	pesquisavam,	Ellis	elaborou	um	
  modelo	que	contempla	seis	categorias	para	a	busca:	
  Começo; Encadeamento; Navegação, Diferenciação;
  Monitoração; Extração.
Comportamento de Busca da Informação

Modelo Comportamental de Busca
     por Informação - David Ellis
Gratos pela sua atenção!

Ana • Cláudio • Iandara • Janicy • Nádia • Serafim

          Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado
                                           UFMG • PPGCI • 2/2011

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Estudo de Usuários - Conceitos e Aplicações

  • 1. Estudo de Usuários Ana • Cláudio • Iandara • Janicy • Nádia • Serafim Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado UFMG • PPGCI • 2/2011
  • 2. Estudos de Usuários Estudos de Usuários - Definições “O conjunto de estudos que trata de analisar, qualitativa e quantititativamente, os hábitos de informação dos usuários” sob as diversas abordagens teórico metodológicas1. “Investigações que se fazem para saber o que os indivíduos precisam em termos de informação, ou então para saber se as necessidades de informação por parte dos usuários de uma biblioteca ou de um centro de informação estão sendo satisfeitas de maneira adequada” . 2 1 SANZ CASADO, E. Manual de estudios de usuarios. Madrid: Pirâmide, 1994. 2 FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Estudos de usuários. Brasília: IBICT, 1994.
  • 4. Estudos de Usuários Abordagem Tradicional Abordagem tradicional ou paradigma clássico - estudos direcionados sob a ótica do SISTEMA de informação. • como as bibliotecas e os centros de informação são utilizados; • usuário é apenas informante; • não verifica os fatores que ocasionam o encontro usuário/sistemas de informação; • não considera tarefas de interpretação, formulação e aprendizagem envolvidas no processo de busca da informação; • voltados às organizações e sistemas de informação.
  • 5. Estudos de Usuários Abordagem Alternativa Também conhecida como “abordagem centrada no usuário”, é vista como novos estudos de comportamento de usuários caracterizados por: 1) observar o ser humano como sendo construtivo e ativo; 2) considerar o indivíduo como sendo orientado situacionalmente; 3) visualizar holisticamente as experiências do indivíduo; 4) focalizar os aspectos cognitivos envolvidos; 5) analisar sistematicamente a individualidade das pessoas; 6) empregar maior orientação qualitativa. (DERVIN & NILAN, 1986)
  • 6. Estudos de Usuários Abordagens Alternativas “A abordagem alternativa ao posicionar informação como algo construído pelo ser humano está visualizando o indivíduo em constante processo de construção, livre para criar o que quiser junto aos sistemas ou às situações. Essa abordagem se preocupa em entender como pessoas chegam à compreensão das coisas, pesquisando por dimensões passíveis de generalizações dessa tomada de consciência (ou de compreensão), e ainda em identificar o processo de uso da informação em situações particulares.” FERREIRA, Sueli Mara S. P. Estudos de necessidades de informação: dos paradigmas tradicionais à abordagem Sense- Making 2002, p. 11
  • 7. Estudos de Usuários Abordagens Alternativas No que se refere às necessidades e o comportamento de busca e uso da informação, vários estudos emergiram nas últimas décadas. As revisões do Annual Review of Information Science Technology, a partir de 1966, sobre “necessidades e usos da informação” mostram a preocupação com os diferentes aspectos dessa temática. Alguns estudos vêm marcando uma forte tendência na utilização de abordagens qualitativas. Vejamos as principais abordagens:
  • 8. Estudos de Usuários Abordagens Alternativas Wilson (1981) - Modelo baseado nas seguintes proposições: as necessidades de informação não têm sua gênese nas necessidades básicas do sujeito, (fisiológicas, cognitivas e afetivas), logo não é uma necessidade primária, mas sim, secundária; e, diante da busca de informação para satisfazer sua necessidade, o sujeito pode deparar-se com barreiras individuais, pessoais, interpessoais e ambientais.
  • 10. Estudos de Usuários Abordagens Alternativas Dervin (1977) - Conjunto de premissas conceituais e teóricas para analisar como pessoas constroem sentido nos seus mundos e como elas usam a informação e outros recursos nesse processo. Procura lacunas cognitivas e de sentido expressas em forma de questões que podem ser codificadas e generalizadas a partir de dados diretamente úteis para a prática da comunicação e informação.
  • 12. Estudos de Usuários Abordagem Social CI Estudos de usuários em CI Modelo social de estudos de usuários: Paradigma • Frohmann (2008): “regimes de informação” social: • Rendón Rojas (2005): abordagem realista-dialética da informação Capurro • Hjorland (2002): “análise de domínio”; “comunidades de discurso” Base: epistemologia social • Usuários: não como sujeitos em interação isolada com a informação, mas como uma relação que se estabelece num contexto mais amplo de interações, com suas dimensões políticas, econômicas e culturais. (Araújo, 2007, 2010) • Significados dados pelos usuários às informações que buscam/utilizam • Conceitos de “valor” e “imaginação” para o entendimento da informação • Construção coletiva de critérios e sentidos da informação (dimensão coletiva e intersubjetiva de construção dos significados da informação) – (Hjorland, 2002) • Usuários e informação: perspectiva dinâmica, ativa, interativa (os sujeitos não são “vazios” de conhecimento/informação, nem a informação é um “pacote fechado”)
  • 13. Estudos de Usuários Abordagem Social Aporte de três correntes teóricas das ciências sociais (Araújo, 2010): • Interacionismo simbólico (Blumer, 1980): os significados dados aos objetos são significados construídos nas interações; • Etnometodologia (Coulon, 1985): compreensão dos mecanismos que os sujeitos utilizam no cotidiano para “dar sentido às coisas do mundo e agir sobre elas”; • Antropologia Semiótica (Geertz, 1978): análise da ação humana tendo por base os significados que os sujeitos atribuem às ações que desempenham.
  • 14. Estudo de Usuários Subáreas
  • 15. Informação e Saúde Serafim Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado UFMG • PPGCI • 2/2011
  • 16. Informação e Saúde Informação e Saúde como Área/Subárea de Estudo • NAS ÁREAS “GERAIS” DA MEDICINA OU ÁREAS “ESPECÍFICAS”: Ex. Informática Médica; Projetos interinstitucionais (GESITI/Hospitalar) • NA SAÚDE COLETIVA: GTs, enfoques, autores de referência (Moraes, Branco)  interlocução com autores da CI: Borko, Dervin, Frohmann, Otten, Saracevic, Shera, Wilson • NA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: Histórico: vários âmbitos; vários focos (ex.: SIS)
  • 17. Informação e Saúde No Rumo de Referenciais Teóricos Mais Ampliados e Abrindo Caminho para Abordagem de Usuários • Abordagens no campo da política; da informação, saúde e sociedade: (Autores de referência na interface CI/Saúde: Marteleto, R.) • Marteleto, 2007. Informação, saúde, transdisciplinaridade e a construção de uma epistemologia social. (Artigo em sessão de debate da principal revista de SC) • Abordagens dos trinômios “educação-tecnologia inf-saúde” ou “trabalho- tecnologia inf-saúde” (Autores de referência: Ciol; Beraquet; Crivellari; Cunha; Vianna) • Focos: formação do profissional da CI para atuar na Saúde (de um lugar tradicional no “ciclo informacional” (geração-organização-disseminação e uso) para uma intensificação do seu lugar de mediador garantindo “comunicação entre os atores do fluxo informacional” (Beraquet; Ciol, 2006, 2009) • Influência das novas TIC na identidade e socialidade – análise das relações entre fluxos de informação e fluxos de relações (das pessoas nos ambientes de trabalho e informação)  abordagem de percepção do trabalhador na esfera das TIC (Vianna e Crivellari, 2009)
  • 18. Informação e Saúde Atualidade: GT11-ANCIB (2011): “Informação e Saúde” Política do GT11 (Enancib, 2011): • studos das teorias, métodos, estruturas e processos informacionais, E em diferentes contextos da saúde; • nformação, saúde e sociedade; I • olíticas de informação em saúde; P • mpacto da informação, tecnologias e inovação em saúde; I • nformação nas organizações de saúde; I • ormação e capacitação em informação em saúde. F
  • 19. Informação e Saúde Focos dos Trabalhos dos Trabalhos– GT11-Enancib, 2011 • istema de informação da atenção básica: relações de poder, S centralização e vigilância; • ompetência em informação de alunos de saúde pública; C • nteroperabilidade semântica no sistema de registros médicos I eletrônicos; • evisão de literatura em CI e na medicina: perspectiva do método para R o bibliotecário clínico; • ma política de informação-comunicação na gestão de um portal da U saúde; • arâmetros de efetividade para a BVS; P • contribuição da teoria da representação social para compreensão da A mediação e apropriação da informação sobre dengue; • cesso à informação em saúde: por uma agenda política. A
  • 20. Informação e Saúde Informação e “Usuários de Informação” no Trabalho em Saúde: Âmbitos de Correlação Araújo (2010): tipos de práticas informacionais demonstrativas de como os usuários/ pacientes agem a partir de seus contatos/consultas com médicos Modelo social na compreensão dos trabalhadores da saúde como usuários de informação no trabalho em saúde. Três conceitos/categorias de interesse: Trabalho em Informação Usuários saúde Contexto de estudo: Impacto da informação, tecnologias e Referencial: modelo social de inovação em saúde Bases gerais: estudos de usuários • Informação nas organizações de saúde Marx, Zarifian, (categoria “trabalho”) Mehry Os trabalhadores da saúde como usuários das tecnologias Referencial: modelo social (Incorporação e processos informacionais tecnológica) (compreensão de “sujeitos” no Objeto: proc.trab.e informação) Incorporação de tecnologias informacionais e sua apropriação
  • 21. Aquisição e Busca de Conhecimento Iandara Reis de Oliveira Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado UFMG • PPGCI • 2/2011
  • 22. Aquisição e Busca de Conhecimento Carol Kuhlthau Information Search Process KUHLTHAU, C. C. Seeking meaning: a process approach to library and information services. 2nd ed. Westport, Conn.: Libraries Unlimited, 2004. 247 p.
  • 23. Aquisição e Busca de Conhecimento Questões iniciais de pesquisa (motivação) • Por que os estudantes, ao receberem do professor uma tarefa que envolvia busca de informação, ficavam confusos e desorientados, expressando frequentemente desagrado e contrariedade com a tarefa, com a biblioteca e com eles próprios? • Por que se mostravam hesitantes para começar? • Porque ficavam confusos a respeito da tarefa? • Porque demonstravam falta de confiança na sua habilidade, baixa motivação e pouco interesse? • Por que, depois de receberem instruções claras sobre como encontrar informações, e de receberem ajuda para usar as fontes enquanto desenvolviam suas tarefas os estudantes experimentavam sentimentos negativos, especialmente no início da tarefa?
  • 24. Aquisição e Busca de Conhecimento
  • 25. Aquisição e Busca de Conhecimento
  • 26. Usabilidade Ana Luisa de Vasconcelos Terto Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado UFMG • PPGCI • 2/2011
  • 27. Usabilidade Origem e Histórico A partir de 1970, a ergonomia passa a contribuir também para o desenvolvimento de sistemas interativos, criando metodologias para identificar problemas relativos ao contexto de uso dos sistemas. Esse conjunto de métodos e técnicas estruturadas passou a ser denominado Engenharia da Usabilidade ou, simplesmente, Usabilidade. (SANTOS, 2007) A origem da Engenharia da Usabilidade remete a Card, Noran e Newell (modelo do Processador Humano 1983) e a Norman (Teoria da ação de 1989) que produziram conhecimento sobre modelos cognitivos humanos. A usabilidade tem suas raízes na Ciência Cognitiva, e este termo começou a ser usado na década de 80 como substituto da expressão “user-friendly” (amigável). A expressão era considerada muito subjetiva, visto que uma máquina não deve ser amigável, apenas não deve interferir nas tarefas dos usuários. Além disso, diferentes usuários possuem diferentes necessidades, assim, uma máquina / sistema pode ser amigável para alguns usuários e não para outros. (DIAS, 2003)
  • 28. Usabilidade Definições • Com o intuito de evitar que o termo usabilidade também se desgastasse, assim como aconteceu com a expressão “user-friendly”, vários autores tentaram defini-lo, porém utilizando diferentes abordagens: • Definições orientadas ao produto  associadas às características ergonômicas do produto; • Definições orientadas ao usuário  relacionadas ao esforço mental ou atitude do usuário frente ao produto; • Definições baseadas no desempenho do usuário associadas à forma de interação do usuário com ênfase na facilidade de uso e na aceitação do produto; • Definições orientadas ao contexto de uso  relacionadas às tarefas específicas realizadas por usuários específicos do produto, em determinado ambiente de trabalho. (DIAS, 2003, p.25)
  • 29. Usabilidade Conceito/Normas  A norma ISO/IEC 9126, de 1991, foi a primeira a definir o termo usabilidade. Usabilidade é “um conjunto de atributos de software relacionado ao esforço necessário para seu uso e para o julgamento individual de tal uso por determinado conjunto de usuários.” (DIAS, 2003, p. 25)
  • 33. Usabilidade Atributos da Usabilidade • Facilidade de aprendizado – o sistema deve ser fácil de aprender de tal forma que o usuário consiga rapidamente explorá-lo e realizar suas tarefas com ele. • Eficiência de uso – o sistema deve ser eficiente a tal ponto de permitir que o usuário, tendo aprendido a interagir com ele, atinja níveis altos de produtividade na realização de suas tarefas. • Facilidade de memorização – após um certo período sem utilizá-lo, o usuário não freqüente é capaz de retornar ao sistema e realizar suas tarefas sem a necessidade de reaprender como interagir com ele. • Baixa taxa de erros – em um sistema com baixa taxa de erros, o usuário é capaz de realizar tarefas sem maiores transtornos, recuperando erros, caso ocorram. • Satisfação subjetiva – o usuário considera agradável a interação com o sistema e se sente subjetivamente satisfeito com ele. • Consistência – tarefas similares requerem seqüências de ações similares, assim como ações iguais devem acarretar efeitos iguais. Padronização de terminologia, layout gráfico, conjunto de cores e fontes. • Flexibilidade – refere-se à variedade de formas com que o usuário e o sistema trocam informações.
  • 34. Usabilidade Avaliação • A avaliação da usabilidade de um sistema interativo deve verificar o desempenho (eficácia e eficiência) da interação homem-computador e obter indícios do nível de satisfação do usuário, identificando problemas de usabilidade durante a realização de tarefas específicas em seu contexto de uso. Pode ser realizada em qualquer fase do desenvolvimento de sistemas interativos (inicial, intermediária ou final). • Um problema de usabilidade de um sistema interativo pode ser definido como qualquer característica, observada em determinada situação, que possa retardar, prejudicar ou inviabilizar a realização de uma tarefa, aborrecendo, constrangendo ou traumatizando o usuário. • Classificação dos problemas de usabilidade: - Nível (conseqüência): ruído, obstáculo, barreira - Usuário: geral, inicial, avançado, especial. - Tarefa: secundário, principal.
  • 35. Usabilidade Análise de Contexto Ao avaliar a usabilidade de um sistema ou produto, é importante que as condições do teste sejam representativas do seu real contexto de uso. Para isso, antes da avaliação de usabilidade, realiza-se um levantamento de informações a respeito dos usuários (potenciais ou reais) do sistemas, das tarefas que com ele realizam e do ambiente onde ocorre a interação entre usuário e sistemas. • Usuários: dados pessoais (faixa etária, sexo, limitações físicas e mentais, habilidades intelectuais, motivações, atitude em relação à tecnologia) e habilidades técnicas (nível de escolaridade, experiência com o sistema, experiência com computadores, experiência com interfaces gráficas, experiência profissional, experiência específica na tarefa). • Tarefas: detalhamento, objetivo, freqüência e duração, importância em relação aos objetivos institucionais e a outras tarefas, dependência de outras tarefas, riscos associados a erros, flexibilidade. • Ambiente: organizacional (objetivos organizacionais, quantidade de horas de trabalho, funções profissionais, estrutura gerencial, flexibilidade do trabalho, atividades individuais ou em equipe, política de uso de computadores), físico (condições atmosféricas e climáticas, espaço físico e mobiliário, condições auditivas e visuais, localização da estação de trabalho, segurança do trabalho) e equipamentos (configuração de hardware, configuração de software e materiais necessários). • Sistemas: quantidade de usuários, tipos diferentes de usuários, tamanho do sistema (quantidade de módulos ou páginas), nível de participação dos usuários no projeto do sistema, última avaliação e plano de remodelagem ou alterações significativas no sistema.
  • 36. Usabilidade Métodos de Avaliação de Usabilidade • Ferramentas auxiliares de projeto de sistemas centrado no usuário. • Objetivos: - Identificar e diagnosticar problemas de usabilidade; - Verificar a eficiência e a eficácia da interação usuário-computador durante a realização de tarefas; - Determinar, de forma subjetiva, o grau de satisfação dos usuários com o sistema; - Podem redefinir o projeto de um sistema para atender às necessidades dos usuários; - Avaliar um projeto de sistema em comparação a outra; - Fazer parte do teste de aceitação de um sistema. • Métodos de inspeção, métodos de teste com usuários e métodos baseados em modelos.
  • 37. Usabilidade Métodos de Avaliação de Usabilidade • Métodos de inspeção – também conhecidos como métodos analíticos ou de prognóstico, caracterizam-se pela não participação direta dos usuários do sistema na avaliação. Ex.: inspeção de usabilidade formal, percurso pluralístico, inspeção de componentes, inspeção de consistência, percurso cognitivo, inspeção baseada em padrões, inspeção baseada em guias de recomendações e guias de estilos, avaliação heurística (Nielsen). • Métodos de teste com usuários – caracterizam-se pela participação direta dos usuários do sistema na avaliação. Esses métodos podem ser prospectivos, como questionários e entrevistas, ou empíricos, ao adotar técnicas de observação ou monitoramento do uso do sistema em situações reais. • Métodos baseados em modelos – também chamados de métodos de modelagem analítica, têm como objetivo prever a usabilidade de um sistema a partir de modelos ou representações de sua interface e/ou de seus usuários. Ex.: Família GOMS – Goals, Operators, Methods and Selection rules.
  • 38. Usabilidade Métodos de Avaliação de Usabilidade • Métodos de teste com usuários – caracterizam-se pela participação direta dos usuários do sistema na avaliação. Esses métodos podem ser prospectivos, como questionários e entrevistas, ou empíricos, ao adotar técnicas de observação ou monitoramento do uso do sistema em situações reais. Métodos prospectivos • Entrevistas e questionários - Grupo focal - Questionários específicos para medir a satisfação dos usuários Métodos empíricos • Testes empíricos de usabilidade - Verbalização ou protocolo verbal - Co-descoberta - Método de medida de desempenho
  • 39. Usabilidade Vantagens e Desvantagens de Alguns Métodos de Avaliação
  • 40. Usabilidade Vantagens e Desvantagens de Alguns Métodos de Avaliação
  • 41. Usabilidade Escolha dos Métodos de Avaliação Para a escolha dos métodos de avaliação mais adequados, deve-se considerar o objetivo da avaliação e os seguintes critérios: • Procedimento de coleta de dados adotado pelo método – subjetivo ou objetivo (quando não depende dos valores individuais e subjetivos de cada pessoa); • Tipos de dados usados pelo método – empíricos (quando coletados no mundo real) ou analíticos (quando derivados de modelos); • Fontes de dados consideradas pelo método – observação de fenômenos, opiniões dos usuários e avaliadores, ou ainda outras fontes, como entrevistas e questionários; • Local típico de coleta de dados – campo ou laboratório; • Medidas de usabilidade contempladas pelo método – adaptação ao contexto de uso, desempenho (eficácia e eficiência), nível de satisfação, problemas de usabilidade e conformidade com os padrões e recomendações; • Fases do processo de desenvolvimento do sistema em que a aplicação do método é considerada adequada – fase conceitual, projeto ou desenvolvimento de protótipo, implementação ou produto em uso.
  • 42. Usabilidade Escolha dos Métodos de Avaliação • ituação do sistema compatível com o método – especificação, S protótipo ou produto; • uporte técnico necessário para a aplicação do método – contratação S prévia de ferramentas ou serviços; • usto do método por tipo de avaliação – homens/dia necessários C para a realização da avaliação com o método, considerando sua complexidade: baixa, para detectar problemas em um único projeto; média, para comparar até três projetos diferentes; ou alta, para avaliações sucessivas durante as fases de um projeto; • ustos adicionais do método – necessidade de envolvimento de C usuários, custos de material e de treinamento (em homens/dia); • edidas de confiabilidade do método – nível de confiabilidade do M método observado em estudos anteriores.
  • 43. Usabilidade Referências CHOO, C. W. Como ficamos sabendo – um modelo de uso da informação. In: _________, A organi- zação do conhecimento: como as organizações usam a informação para criar significado, construir conhecimento e tomar decisões. São Paulo: Editora Senac, 2003. cap. 2, p. 63-120. CYBIS, Walter de Abreu; BETIOL, Adriana Holtz; FAUST, Richard. Usabilidade: conhecimentos, métodos e aplicações. São Paulo: Novatec, 2007. 344 p. DIAS, Cláudia. Usabilidade na web : criando portais mais acessíveis. Rio de Janeiro: Alta Books, 2003. Cap. 2 e 3. FERREIRA, S. M. S. P.; PITHAN, D. N. Estudo de usuários e de usabilidade na Biblioteca INFOHAB: rela- to de uma experiência. In: SIMPOSIO INTERNACIONAL DE BIBLIOTECAS DIGITAIS, 3, 28 nov. - 02 dez. 2005, São Paulo. Anais do 3º Simpósio Internacional de Bibliotecas Digitais. São Paulo: Universidade de São Paulo: Universidade Estadual Paulista, 2005. LE COADIC, Y.F. A ciência da informação. 2.ed. rev. e atual. Brasília: Briquet de Lemos, 2004. NIELSEN, J.; LORANGER, H. Usabilidade na Web: projetando Websites com Qualidade. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007.
  • 44. Usabilidade Referências NIELSEN, J. Usability 101: Introduction to Usability. Disponível em: < http://www.useit.com/alertbox/20030825.html>. Acesso em: 21 nov. 2011. NIELSEN, J. Usability Engineering. Chestnut Hill, MA, Academic Press, 1993. OLIVEIRA, Carla Cristina Vieira de. A interação dos usuários da UFMG com o catálogo online do sis- tema pergamum. 203f. Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação) - Escola de Ciência da In- formação, Universidade Federal de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2008. OLIVEIRA NETTO, A. A. de. IHC: interação humano computador: modelagem e gerência de interfaces com o usuário. Florianópolis: Visual Books, 2004. SANTOS, Rodrigo Costa. Desenvolvimento de uma metodologia para avaliação de usabilidade de sis- temas utilizando a lógica Fuzzy baseado na ISO. Dissertação de Mestrado Profissionalizante, Rio de Janeiro, set, 2007. Disponível em: <www.ibmecrj.br/sub/RJ/files/dissert_mestrado/ADM_rodrigosan- tos_jan.pdf>. Acesso em: 21 de nov. 2011. SIRIHAL DUARTE, Adriana Bogliolo. Usuários da informação (Graduação). Disponível em: <http:// bogliolo.eci.ufmg.br/ufmg2.htm#Material>. Acesso em: 15 mai. 2010.
  • 45. Estudos de Usuários Tetraplégicos Cláudio Diniz Alves Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado UFMG • PPGCI • 2/2011
  • 46. Estudos de Usuários Tetraplégicos Terminologia - Deficientes Pessoa com necessidades especiais Pessoa portadora de deficiência Termo correto: “pessoa com deficiência” (Resolução nº 1, de 15 de outubro de 2010, do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência [CONADE]). Damian, Galvão Filho e Rezende (2007, p.161): “a maior parte do movimento brasileiro da área da deficiência, por sua vez, prefere a denominação “pessoa com deficiência”, por ser julgada mais respeitosa e considerar a deficiência como uma característica que apenas se acrescenta à pessoa, e não a diminui”. Lanna Júnior (2010, p. 222) escreveu: Ser “pessoa com deficiência” é, antes de tudo, ser pessoa humana. É também uma tentativa de diminuir o estigma causado pela deficiência”. 1 DAMIAN, H; GALVÃO FILHO, T. A.; REZENDE, A. L. A. Inclusão Digital e Social de Pessoas com Deficiência: Textos de Referência para Monitores de Telecentros. Brasília: UNESCO, 2007. 2 LANNA JÚNIOR, M. C. M. (Comp.). História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil. Brasília: Secretaria de Direitos Humanos. Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, 2010. 473p.
  • 47. Estudos de Usuários Tetraplégicos Acessibilidade - Definições “O conjunto de estudos que trata de analisar, qualitativa e quantititativamente, os hábitos de informação dos usuários” sob as diversas abordagens teórico metodológicas1. “Investigações que se fazem para saber o que os indivíduos precisam em termos de informação, ou então para saber se as necessidades de informação por parte dos usuários de uma biblioteca ou de um centro de informação estão sendo satisfeitas de maneira adequada” . 2 1 SANZ CASADO, E. Manual de estudios de usuarios. Madrid: Pirâmide, 1994. 2 FIGUEIREDO, Nice Menezes de. Estudos de usuários. Brasília: IBICT, 1994.
  • 48. Estudos de Usuários Tetraplégicos E-acessibilidade • ossui um intuito similar ao da acessibilidade aplicada a outros p contextos; • em como propósito possibilitar um acesso democrático a websites, t ferramentas, aplicativos e serviços baseados na grande rede mundial de computadores; • bjetiva a percepção, compreensão, navegação e interação de O pessoas com deficiência (permanentes ou temporárias) com o conteúdo oferecido pelos sites; • issão de remover barreiras que dificultam ou impossibilitam o m acesso e a compreensão da informação em ambientes web.
  • 49. Estudos de Usuários Tetraplégicos Tetraplegia “Quando a lesão atingir a medula cervical haverá comprometimento dos membros superiores (MMSS), tronco e membros inferiores (MMII), ocasionando a tetraplegia” . 1 Tetraplegia é definida pelo dicionário Houaiss como “paralisia que atinge simultaneamente os quatro membros; quadriplegia, quadroplegia”. 1 CAVALCANTI, A.; GALVÃO, C. Terapia Ocupacional: Fundamentação e Prática. Rio de Janeiro: Gua- nabara Koogan, 2007. 532p.
  • 50. Estudos de Usuários Tetraplégicos Usuários Tetraplégicos A violência urbana tem aumentado a frequência de lesões medulares, resultado de acidentes de trânsito e ferimentos de causados por armas de fogo. Vitimas de lesões medulares, como os tetraplégicos, precisam adaptar-se a uma nova realidade (em decorrência da gravidade e da irreversibilidade do trauma), e para isto necessitam de um programa de reabilitação longo. Sua qualidade de vida pode ser comprometida em consequência das sequelas físicas e emocionais, bem como pela dificuldade para retorno à vida familiar e social.
  • 51. Estudos de Usuários Tetraplégicos Usuários Tetraplégicos - Questões Os websites exercem algum papel na vida dos tetraplégicos? Se sim, por quê usam e para quê? Onde? Quando? Os websites e seus conteúdos informacionais exercem impacto na vida e na reabilitação das pessoas com tetraplegia? Que impactos informacionais os websites exercem no cotidiano e na reabilitação dos tetraplégicos? Qual é a realidade dos usuários tetraplégicos quanto ao uso de websites como fonte de dados e informações? Que comportamentos, sentimentos, opiniões, sugestões, necessidades e outras observações das pessoas com deficiência podem fornecer material para a Ciência da Informação e para a Arquitetura de Informação, de modo que estas desenvolvam soluções para aprimorar os produtos e serviços de informação disponíveis na web? O estudo de e-usuários tetraplégicos pode ajudar no desenvolvimento de websites mais acessíveis? Em caso positivo, como o estudo de usuários tetraplégicos pode ajudar a desenvolver melhores serviços de acesso à informação em websites?
  • 52. Estudos de Usuários Tetraplégicos Tecnologias Assistivas - Tetraplegia • Mouse controlado pelo movimento ocular: para pessoas que conseguem movimentar os olhos e fixá-los em pontos do monitor. Existem monitores especiais com sensores que captam o movimento dos olhos, substituindo a função do mouse tradicional. Há também o sistema de Eletro-Oculografia (EOG), que detecta movimento ocular por meio da atividade elétrica produzida pelo movimento que é captado por eletrodos instalados perto dos olhos; • Mouse controlado pelo movimento da cabeça: funciona por meio de webcam. O cursor é arrastado por meio de movimentos realizados com a cabeça. O clique é ativa por gestos, tais como o piscar de olhos.
  • 53. Estudos de Usuários Tetraplégicos Tecnologias Assistivas - Tetraplegia • Acionadores de sopro ou sucção: canudo ou tubo em contato com a boca que reconhece comandos por sopro ou sucção. • Softwares de reconhecimento de voz: aplicativos que possibilitam a produção de textos e comandos para o computador através do reconhecimento da fala.
  • 54. Estudos de Usuários Tetraplégicos
  • 55. Estudos de Usuários Tetraplégicos Realidade: Usuário (Web) Tetraplégico • ua qualidade de vida pode ser comprometida em consequência S das sequelas físicas e emocionais, bem como pela dificuldade para retorno à vida familiar e social. O uso da internet e de websites é uma ajuda relevante para suprir suas necessidades de informação, comunicação e socialização durante e após a fase de reabilitação. • grande maioria dos websites produzidos possuem graves A problemas de usabilidade e de acessibilidade. • importante lembrar que apenas o uso de normas, avaliadores de É acessibilidade e tecnologias assistivas não garante que um site seja realmente acessível. • estudo de usuários e os testes de usabilidade/acessibilidade são O vitais para garantir o êxito da acessibilidade em websites.
  • 56. Estudos de Usuários com Deficiência Visual Janicy Aparecida Pereira Rocha Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado UFMG • PPGCI • 2/2011
  • 57. Estudos de Usuários com Deficiência Visual Iniciativas Internacionais para a Acessibilidade Web 1994 - Criação do World Wide Web Consortium (W3C) 1997 - Primeiras iniciativas em prol da acessibilidade Web, desenvolvidos por Austrália, Canadá e Estados Unidos 1999 - Criação da Web Accessibility Initiative (WAI), pelo W3C, com a missão de desenvolver estratégias para tornar a Web acessível 1999 - Publicação das Diretrizes para a Acessibilidade do Conteúdo da Web (WCAG 1.0) pela WAI 2008 - Publicação da WCAG 2.0
  • 58. Estudos de Usuários com Deficiência Visual Iniciativas Brasileiras para a Acessibilidade Web 2004 - Decreto 5296/04: determina a acessibilidade para pessoas com deficiência visual em websites governamentais 2005 - Publicação do Modelo de Acessibilidade do Governo Eletrônico (e-MAG) – Versões 1 e 2 2007 - Portaria n.º 3: determina a adoção do e-MAG nos websites e portais da Administração Pública Federal Direta, Indireta, Autárquica e Fundacional 2011 – Publicação do e-MAG – Versão 3.0
  • 59. Estudos de Usuários com Deficiência Visual Deficiência Visual • “Considerando o melhor olho com a melhor correção óptica, a cegueira corresponde à acuidade visual igual ou menor que 0,05 e a baixa visão corresponde à acuidade visual entre 0,3 e 0,05” (DECRETO 5296/04). • “O daltonismo é um distúrbio da percepção visual, caracterizado pela incapacidade de distinção de algumas cores” (URBANO, 1978). • Do total de 14,5% da população brasileira com alguma deficiência, 48,1% apresenta deficiência visual. (IBGE, 2000)
  • 60. Estudos de Usuários com Deficiência Visual A Importância da Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual • Característica predominantemente visual dos conteúdos Web; • Pemite o correto funcionamento das tecnologias assistivas; • Reduz a dependência de ajudantes para a realização de atividades como leitura de livros e jornais; • Forma alternativa de eliminação de barreiras geográficas e arquitetônicas.
  • 61. Estudos de Usuários com Deficiência Visual Tecnologias Assistivas para Pessoas com Deficiência Visual • Display Braille: dispositivo tátil que apresenta, em Braille, o conteúdo exibido na tela do computador. • Impressora Braille: imprime textos em Braille. • Thermoform: reproduz conteúdos gráficos em alto-relevo. • Monitores especiais: possuem tamanho maior que monitores convencionais e exibe o conteúdo ampliado. • Leitor de telas: software que lê o conteúdo exibido na tela do computador e o transforma em áudio. Exemplos: DosVox, Jaws, NVDA, Virtual Vision, Orca.
  • 62. Estudos de Usuários com Deficiência Visual Técnicas de avaliação de acessibilidade Web • alidação automática por ferramentas que analisam a adequação V das páginas às diretrizes; • valiação manual por especialistas, mediante o uso de checklists ou A guidelines; • valiação por usuários com deficiência, que necessitem dos recursos A de acessibilidade; • oleta de opinião; C • bservação de usuários. O
  • 63. Estudos de Usuários com Deficiência Visual Referências BACH, Catharine Ferreira. Avaliação de acessibilidade na Web: estudo comparativo entre métodos de avaliação com a participação de deficientes visuais. 2009. 200f. Dissertação (Mestrado) - Universi- dade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Programa de Pós-Graduação em Informática. BRASIL. Decreto nº 5.296 de 02 de Dezembro de 2004. Estabelece normas gerais e critérios básicos para promoção de acessibilidade e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília: Sena- do Federal, 03 dez. 2004. Disponível em: <http://www.trt02.gov.br/geral/tribunal2/Legis/ Decre- to/5296_04.html. Acesso em: 06 nov. 2011. E-GOV. Programa de Governo Eletrônico Brasileiro. Disponível em: <http://www.governo eletronico. gov.br/>Acesso em: 06 nov. 2011. FREIRE, André Pimenta. Acessibilidade no Desenvolvimento de Sistemas Web: um estudo sobre o cenário brasileiro. 2008. 154f. Dissertação (Mestrado) - Universidade de São Paulo, Instituto de Ciên- cias Matemáticas e de Computação. IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/default_censo_2000.shtm>. Acesso em: 10 nov. 2011. URBANO, Lúcia C. Ventura. Discromatopsia: método de exames. Arquivo Brasileiro de Oftalmologia. 1978. W3C. World Wide Web Consortium. Disponível em: <http://www.w3.org/>. Acesso em: 12 nov. 2011.
  • 64. Comportamento de Busca da Informação Nádia Ameno Ribeiro Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado UFMG • PPGCI • 2/2011
  • 65. Comportamento de Busca da Informação
  • 66. Comportamento de Busca da Informação Comportamento de Busca - Origens • É um tópico de pesquisa já há algum tempo nas áreas de Biblioteconomia e Ciência da Informação; • Em 1948 – Conferência sobre Informação Científica da Royal Society já era possível identificar artigos sobre o comportamento de busca (embora sem o emprego explícito dessa expressão).
  • 67. Comportamento de Busca da Informação Definição – Comportamento de Busca • O comportamento de busca de informação resulta do reconhecimento de alguma necessidade, ou seja, o individuo verifica que a informação que possuí não corresponde ao que precisa, e então, age para satisfazer tal necessidade (WILSON, 1981). • Todas as atividades de um individuo que sejam realizadas para identificar mensagens que satisfaçam às necessidades percebidas. Ou seja, busa de informação começa quando algúem percebe que o conhecimento atual possuído é menor que o desejado para tratar de algum assunto. (KRIKELAS, 1983)
  • 68. Comportamento de Busca da Informação Modelo de Wilson - 1999
  • 69. Comportamento de Busca da Informação Modelo de Ellis • O professor David Ellis, da Universidade de Wales Aberystwyth, elaborou um modelo geral para o comportamento de usuários durante a busca por informação. Avaliando a maneira como cientistas de diversas áreas pesquisavam, Ellis elaborou um modelo que contempla seis categorias para a busca: Começo; Encadeamento; Navegação, Diferenciação; Monitoração; Extração.
  • 70. Comportamento de Busca da Informação Modelo Comportamental de Busca por Informação - David Ellis
  • 71. Gratos pela sua atenção! Ana • Cláudio • Iandara • Janicy • Nádia • Serafim Fundamentos Teóricos da Informação • Mestrado/Doutorado UFMG • PPGCI • 2/2011