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Sistemas da Arquitetura da Informação

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  1. 1. Sistemas de AI ©2012 Cláudio Diniz Alves e Janicy Rocha
  2. 2. Os três círculos da Arquitetura de Informação Objetivos do negócio, capital, políticas, cultura, tecnologia, recursos e limitações Contexto Conteúdo Usuários Audiência, tarefas, Documento/tipos de dados, necessidades, comportamento conteúdo, volume, estrutura na busca de informação, existente experiência
  3. 3. ROSENFELD e MORVILLE dividem a arquitetura de informação de um website em quatro grandes sistemas interdependentes, cada um composto por regras próprias e aplicações. Juntos eles reúnem todos os elementos de interação do usuário com o ambiente informacional do website e servem de modelo para organizar o trabalho do arquiteto.
  4. 4. Organização ©2012 Cláudio Diniz Alves e Janicy Rocha
  5. 5. Define o agrupamento e a categorização de todo o conteúdo informacional (REIS, 2007). Determina como é apresentada a organização e a categorização do conteúdo (AGNER, 2007).
  6. 6. Quais são os desafios da ORGANIZAÇÃO em websites?
  7. 7. Ambiguidade: A classificação das informações baseia- se na linguagem e esta é naturalmente ambígua. Escolher um rótulo (nome) que represente bem uma categoria é difícil, assim como definir que elementos pertencem ou não a ela. • O que é UD? O que tem dentro de UD? • Liquidificador está em “Eletrodomésticos”, “Eletroportáteis” ou “UD”? • iPod está em “Eletrônicos”, “Eletroportáteis”, “MP3 & iPod” ou “Informática”? • Aparelho de DVD está em “DVDs” ou “Eletrônicos” ?
  8. 8. Heterogeneidade: A Web é um grande caldeirão que mistura textos estáticos, dinâmicos, imagens, vídeos, áudio e aplicações interativas, em diferentes formatos e tipos de arquivos. Além disso, apresenta acesso a documentos e a suas partes específicas, com diferentes graus de granularidade. Tudo isso faz com que seja inadequado impor uma única forma de organizar o conteúdo.
  9. 9. Perspectivas diferentes: A organização da informação é afetada pela perspectiva de seu criador, por sua cultura e visão de mundo. Nos websites de empresas isto é claro quando refletem as divisões internas e os organogramas. Cada categorizador traz sua experiência de vida e prejulgamentos e cada forma diferente de organizar o conteúdo gera nova compreensão e nova informação. Organizar a informação com base em como a audiência enxerga o conteúdo é a forma correta, pois torna o website mais intuitivo e fácil de usar.
  10. 10. Políticas internas: Políticas existem dentro de toda organização e podem prejudicar a usabilidade da Arquitetura. O modo de organizar e rotular a informação tem grande influência no modo como são percebidos os diferentes departamentos e produtos da empresa. Cabe ao arquiteto estar ciente desses processos internos e lembrar aos seus colegas de focalizar a Arquitetura de Informação na perspectiva do usuário.
  11. 11. estética: Além de possuir uma organização compreensível, um website precisa ser agradável, precisa ser bonito. Seus usuários precisam se sentir bem ao utilizá-lo. Um design atrativo aumenta a usabilidade aparente da interface porque faz com que seus usuários pensem de forma criativa e busquem novos modelos mentais quando se deparam com erros. Um design pouco atrativo provoca o efeito inverso, limita a criatividade da mente humana ao se deparar com um erro.
  12. 12. ESQUEMAS DE ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO Alfabeto Indicado para grandes conjuntos de Informação e exato público muito diversificado. Ex: Dicionários, Divide a informação Enciclopédias, Listas Telefônicas em categorias Tempo bem definidas Indicado para mostrar a ordem cronológica de e mutuamente eventos. Ex: Livros de História, Guias de TV, exclusivas com Arquivo de notícias regras claras para Localização incluir novos itens. Compara informações vindas de diferentes locais. Indicado quando Ex: Previsão do tempo, pesquisa política, atlas de o usuário sabe anatomia exatamente o que SeqUência está procurando. Organiza itens por ordem de grandeza. Indicado para conferir valor ou peso a informação. Ex: Lista de preços, Top musics
  13. 13. ESQUEMAS DE ORGANIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO Assunto ambíguo Divide a informação em diferentes tipos, diferentes Divide a Informação modelos ou diferentes perguntas a serem respondidas em categorias Ex: Páginas Amarelas, Editorias do jornal, Supermercado subjetivas. Baseia- Tarefa se na ambiguidade Organiza a informação em conjuntos de ações. Usado muito em software transacionais. Raramente utilizado inerente da língua sozinho na Web. e na subjetividade Ex.: Menu aplicativos Windows (Editar, Exibir, Formatar) humana. Não público-alvo possui regras Indicado quando se deseja customizar o conteúdo para claras de como cada público-alvo. Ex.:Lojas de departamento incluir novos itens. metáfora Indicado quando o Utilizado para orientar o usuário em algo novo usuário não sabe baseado em algo familiar. Normalmente limita muito a exatamente o que organização. Ex.:Desktop de um computador está procurando. híbrido Reúne 2 ou mais esquemas anteriores. Normalmente causa confusão ao usuário.
  14. 14. Rotulação ©2012 Cláudio Diniz Alves e Janicy Rocha
  15. 15. Quais são as principais dificuldades em categorizar e rotular?
  16. 16. Estabelece as formas de representação, de apresentação, da informação definindo signos para cada elemento informativo. (REIS, 2007). Define signos verbais (terminologia) e visuais (icônicos) para cada elemento informativo e cada elemento de suporte à navegação do usuário (AGNER, 2007).
  17. 17. Devido à riqueza da língua, caracterizada pelas diferentes interpretações que cada palavra tem e pelas diversas palavras que podem traduzir o mesmo conceito, construir o sistema de rotulação é provavelmente a tarefa mais difícil em um projeto de AI. Funilaria (SP), Lanternagem (MG/RJ) Meio-fio (MG/RJ), guia (SP), fio de pedra (CE), berma (Portugal) Mandioca, aipim, macaxeira, tapioca. Mexerica, bergamota, vergamota, tangerina.
  18. 18. Um rótulo ou termo (em inglês utiliza-se a palavra label) é um símbolo linguístico utilizado para representar um conceito. O objetivo de um rótulo é comunicar o conceito eficientemente, ou seja, comunicar o conceito sem ocupar muito espaço na página e sem demandar muito esforço cognitivo do usuário para compreendê-lo. Nos websites os rótulos são empregados nos títulos de páginas, nas opções do sistema de navegação, nos links contextualizados dentro das páginas e nos meta-dados utilizados na indexação das páginas para o sistema de busca.
  19. 19. DESAFIOS DA ROTULAÇÃO 1. Falar a linguagem do usuário Gírias, expressões idiomáticas, regionalismos, estrangeirismos, linguagem técnica, linguagem da cultura da empresa, jargões: imersão no dia-a-dia do usuário 2. Ausência de feedback Web não possui: gestos, linguagem corporal e entonação de voz. O pouco feedback que o arquiteto recebe provém da medição do acesso às páginas (page views), e-mails de dúvidas, sugestões e reclamações, e da análise do log do mecanismo de busca. E nenhum destes feedbacks ocorre em tempo real. Testes: antes, durante e depois para fazer correções.
  20. 20. 3. Ambiguidades Smartphone: eletrônico, eletroportátil, celular, computador de bolso, câmera fotográfica ou player, GPS? Criar categorias exclusivas. Duplicar links (coloca-se links para o mesmo conteúdo dentro de todas as categorias que geram dúvidas). Criar sub-sites focados em poucos públicos-alvos e em poucos assuntos é uma maneira de resolver isso. Problemas como homonímia e ambiguidades reduzem-se muito quando se estreita a abrangência do assunto.
  21. 21. 4. Manter a consistência • Estilo: consistência no uso de caixa-alta e caixa-baixa e da pontuação. • Apresentação: consistência na aplicação de fontes, cores, tamanhos de letra e espaços em branco. • Sintaxe: uniformidade na sintaxe dos rótulos (grau, número, gênero, tempo verbal, etc.). • Granularidade: equalização na especificação de cada rótulo evitando misturar, no mesmo nível, rótulos com significado abrangente (ex: Restaurantes) com rótulos com significado estreito (Ex: Cantinas italianas). • Completude: cobrir completamente o escopo definido dos rótulos. Por exemplo, se uma loja de roupas possui as categorias “calças”, “gravatas” e “sapatos” sente-se a falta da categoria “camisas”, se uma interface possui os comandos “frente”, “trás” e “direita” sente-se a falta do comando “esquerda”. • Audiência: manter a consistência dos rótulos no vocabulário da audiência, sem misturar rótulos de públicos diferentes. Por exemplo, não misturar termos científicos com populares. Caso o website tenha mais de uma audiência, deve-se considerar a criação de sistemas de rótulos diferentes para cada uma.
  22. 22. 5. Padronização (não reinventar a roda) • Main, Main Page, Home, Home-Page, Página Inicial. • Search, Find, Busca, Buscar. • Sitemap, Contents, Table of Contents, Index, Mapa do Site. • Contact, Contact Us, Contact Webmaster, Feedback, Contate-nos, Fale Conosco, Entre em contato. • Help, FAQ, Frequently Asked Questions, Ajuda, Dúvidas, Tire suas Dúvidas. • News, What’s New, Notícias, Últimas Notícias. • About, About us, About < company name >, Who We Are, Quem Somos, Sobre a <empresa>.
  23. 23. 6. Ícones como rótulos Mais complexa que rótulos textuais porque eles constituem uma linguagem muito mais limitada que os textos. Ícones são usados tipicamente nos sistemas de navegação ou em sistemas de organização pequenos porque a lista de opções é reduzida. Ícones são facilmente reconhecidos pelos seres humanos, porém são menos precisos e claros. O ícone é ambíguo enquanto o usuário não aprende seu significado, mas uma vez aprendido, ele não o esquece facilmente e seu reconhecimento é mais rápido. Por isso os ícones são indicados para usuários frequentes (ex.: intranets ou extranets).
  24. 24. Navegação ©2012 Cláudio Diniz Alves e Janicy Rocha
  25. 25. Especifica as maneiras de navegar, de se mover pelo espaço informacional e hipertextual (REIS, 2007). Especifica formas de o usuário se mover através do espaço informacional (AGNER, 2007).
  26. 26. Grandes navegações portuguesas e espanholas. Foi uma época marcada pela coragem dos homens e pelo espírito de aventura. Só isso bastou? Que tecnologias ajudaram no sucesso de Cabral, Colombo, Magalhães, Drake etc.?
  27. 27. As grandes navegações só foram possíveis graças ao aperfeiçoamento das técnicas de navegação e de diversos instrumentos de orientação náutica: • bússola, • astrolábio • basestilha • quadrante • cartas náuticas
  28. 28. Dessa forma, o sistema de navegação de um website tem duas funções básicas: - indicar ao usuário a sua localização - mostrar o caminho correto que precisa seguir para chegar ao seu destino. Existem perguntas fundamentais que o sistema precisa responder a todo instante para o usuário:
  29. 29. • “Onde estou?” | “Onde estive?” • “Aonde posso ir?” • “Como posso voltar para onde eu estava?” • “Estou no lugar certo?”, • “Ele [o website] tem o que estou procurando?” • “Ele [o website] tem alguma coisa melhor?”
  30. 30. 10 princípios básicos para uma navegação de qualidade
  31. 31. 1. Fácil de aprender: O sistema de navegação precisa ser fácil de aprender porque se os usuários perderem muito tempo para entender como utilizá-lo, eles irão abandonar o site. 2. Ser consistente: Os usuários, após compreenderem como o sistema de navegação funciona, passam a confiar nele. Um sistema consistente permite que o usuário tenha previsibilidade sobre como será a resposta do sistema antes de executar a ação.
  32. 32. 3. Prover feedback: O usuário espera que o sistema reaja a cada ação que executar sobre a sua interface porque é através dessas reações que o usuário consegue avaliar se o sistema executou a ação com sucesso. Por isso o sistema de navegação precisa sempre dar feedback mostrando-lhe sua posição espacial. 4. Presente de diferentes formas conforme o contexto: Para decidir seus movimentos o usuário precisa ver as possíveis rotas. Ser contextualizado é apresentar para o usuário as rotas que lhe interessam conforme o ponto em que se encontra no sistema.
  33. 33. 5. Oferecer alternativas: Usuários diferentes possuem diferentes estratégias de navegação. O sistema de navegação precisa ser capaz de atender a esses diferentes comportamentos. 6. Economizar ações e tempo de utilização: Navegações longas causam frustração no usuário. Por isso, o sistema de navegação precisa sempre manter as rotas curtas e oferecer atalhos, especialmente para usuários experientes.
  34. 34. 7. Apresentar mensagens visuais claras e no momento adequado: O sistema de navegação precisa ter um visual claro e que guie o usuário em detrimento da estética. 8. Possuir rótulos compreensíveis: O sistema de navegação precisa usar rótulos claros, sem ambiguidade, na linguagem do usuário e consistentes com as informações apresentadas.
  35. 35. 9. Estar em sintonia com o propósito do website: A abordagem do sistema de navegação depende muito dos objetivos do website e das experiências do usuário, assim o design do sistema de navegação deve auxiliar o usuário a seguir esses objetivos. 10. Suportar os objetivos e comportamentos do usuário: O sistema de navegação precisa auxiliar os usuários a executarem suas tarefas da forma que estão acostumados a fazê-las.
  36. 36. NAVEGAÇÃO POR HIPERLINKS: SEJA FLEXÍVEL Hipertexto: cada página pode ter links apontando para quantas e quais outras páginas se desejar. Não existem limites para a quantidade de links que uma página de hipertexto pode ter. Ferramenta extremamente flexível, que lhe dá a liberdade de montar as estruturas de organização e os sistemas de navegação que desejar. Porém, uma quantidade excessiva de links confunde o usuário. O usuário, ao se deparar com uma nova página, percorre os olhos por todos os links existentes tentando encontrar o que melhor atende sua intenção. Se uma quantidade excessiva de links é apresentada, o esforço cognitivo para encontrar o link correto é maior, aumentando a probabilidade de confusão.
  37. 37. NAVEGAÇÃO SOCIAL É o valor derivado da observação da navegação de outros usuários. A ideia consiste em apresentar para um usuário o que outros usuários com os mesmos interesses encontraram ao navegar pelo website. Ex.: Amazon. Cada página que detalha um produto possui uma lista de links chamada “Customers who bought this also bought” (“Clientes que compraram isto também compraram”) na qual são apresentados produtos que interessaram a outros usuários na mesma situação. Estima-se que cerca de 10% dos pedidos feitos a Amazon vem dessas sugestões de links.
  38. 38. ELEMENTOS DA NAVEGAÇÃO Logotipo: Tem a função de identificar o website e mostrar a sua posição em relação à Web como um todo. Como se pode entrar em um website por qualquer página, é importante que todas as páginas contenham o logotipo para que o usuário identifique em que website se encontra. Normalmente quando se clica no logotipo volta-se à homepage.
  39. 39. ELEMENTOS DA NAVEGAÇÃO Barra de navegação global: Barra com uma sequência de links para as áreas chaves do website, as grandes categorias do sistema de organização.
  40. 40. ELEMENTOS DA NAVEGAÇÃO Menu local: Sua função é estabelecer uma navegação local, mostrando links para páginas que estão próximas na estrutura do website à página que está sendo visitada, como páginas irmãs, filhas e pais.
  41. 41. ELEMENTOS DA NAVEGAÇÃO Bread Crumb: É uma lista de elementos (links) separados por algum caractere (normalmente > , : ou | ) ou gráfico (normalmente uma seta para a direita). Tem a intenção de informar o usuário onde ele se encontra na estrutura do website e prover links para os níveis hierárquicos imediatamente superiores.
  42. 42. ELEMENTOS DA NAVEGAÇÃO Cross Content: É uma lista de links relacionados ao conteúdo da página atual. Podem oferecer um nível maior de profundidade ou atalhos para grandes movimentos laterais.
  43. 43. ELEMENTOS DA NAVEGAÇÃO Mapa do site (Sitemap): Tem a função de apresentar toda a estrutura analítica do website e permitir acesso direto a qualquer página.
  44. 44. ELEMENTOS DA NAVEGAÇÃO Índice remissivo: São listas de palavras chaves, em ordem alfabética, relacionadas ao conteúdo do website. Assemelham-se aos índices remissivos dispostos no final dos livros.
  45. 45. ELEMENTOS DA NAVEGAÇÃO Nuvem de tags: é uma representação visual de tags geradas pelos usuários. Essas tags são tipicamente mostradas em ordem alfabética e a frequencia é mostrada pelo tamanho da fonte e/ou cor. O conceito de Nuvem de Tags é muito útil por ajudar o usuário a encontrar palavras-chave e a navegar em um site/blog. .
  46. 46. Busca ©2012 Cláudio Diniz Alves e Janicy Rocha
  47. 47. Determina as perguntas que o usuário pode fazer e o conjunto de respostas que irá obter ao executar uma query (consulta) no banco de dados (AGNER, 2007). Determina as perguntas que o usuário pode fazer e o conjunto de respostas que irá obter (REIS, 2007).
  48. 48.  A busca da informação não é feita em um único passo, a não ser a busca por um item conhecido.  O usuário busca uma informação, aprende com o resultado e refina sua busca.  Normalmente é difícil ao usuário encontrar tudo que necessita numa única vez porque ele não conhece o suficiente sobre o tópico para fazer a pergunta certa.  Quando estão buscando uma informação, os usuários alternam entre a navegação nos menus e a ferramenta de busca.
  49. 49. QUANDO IMPLEMENTAR?  Websites com grande volume de informação (Quantidade de páginas X tamanho de cada página) porque seus sistemas de navegação são muito complexos e com vários níveis.  Websites com muita informação para consulta (Ex: bibliotecas virtuais)  Websites com conteúdo muito dinâmico e com grande histórico (Ex: jornal) para substituir o sistema de navegação.  Websites corporativos formados por vários subsites descentralizados.
  50. 50. QUANDO NÃO IMPLEMENTAR?  Quando o website tiver pouco volume de conteúdo. Um hotsite com 4 páginas não precisa de um sistema de busca.  Para compensar um sistema de navegação ruim. Lembre-se: os usuários utilizam os dois sistemas de forma integrada.  Websites com muitas transações e pouca informação para consulta (Ex: Internet Banking).  Quando não houver expertise para configurar a ferramenta de busca. Essas ferramentas são relativamente fáceis de implementar, mas difíceis de configurar para funcionarem de forma efetiva. São comuns os websites com sistemas de busca com interfaces incompreensíveis e resultados estranhos. Assim deve-se dedicar tempo para configurar essas ferramentas apropriadamente.
  51. 51. OS TIPOS DE BUSCA PODEM VARIAR  Busca de passagens aéreas: o usuário indica se o vôo os locais de origem e destino, as datas de partida e retorno, se a viagem é de ida e volta e a quantidade de passageiros.  Busca de veículos: o usuário indica se deseja um carro novo ou usado, a marca, o modelo, faixa de preço, ano e a localização (Estado).  Busca de livros: o usuário escolhe se quer fazer uma busca por palavras chaves no título, autor, editora, ISBN ou tags dos livros.  Busca de produtos: o usuário informa as palavras chaves e em que sessão da loja deseja fazer a busca.  Busca de conteúdo: o usuário informa o tipo de conteúdo que deseja (páginas web, imagens, vídeo, etc.) e as palavras chaves.
  52. 52. FAÇA UMA CAIXA DE BUSCA GRANDE A maioria dos mecanismos de busca apresenta resultados mais precisos e relevantes quando são digitadas mais palavras e caixas de busca grande estimulam o usuário a digitar mais palavras ao fazer uma busca porque: • Permitem que o usuário consiga visualizar todo o texto digitado. • O tamanho da caixa induz o tamanho máximo do texto que pode ser digitado.
  53. 53. FACILITE A DIGITAÇÃO DE PALAVRAS-CHAVE Utilize campos de opções (drop list, radio buttom, checkbox) ou com a auto sugestão de palavras chaves porque isso evita erros de digitação e ortografia. No caso da auto sugestão de palavras chaves, elas podem ser baseadas: • nos itens mais procurados. • no histórico de busca do usuário.
  54. 54. A PÁGINA DE RESULTADOS • Os usuários fazem múltiplas interações quando utilizam o mecanismo de busca. Por isso a Página de Resultados é projetada para atender a duas funções básicas: 1. Apresentar os itens encontrados na busca. 2. Facilitar para que o usuário faça uma nova busca.
  55. 55. Caixa de busca com os parâmetros editáveis: funciona como feedback, informando Quantidade de itens o que foi buscado e facilita a encontrados: indica quantos realização de uma nova busca itens atendem a busca realizada. bastando apenas editar os campos ou digitar mais alguma palavra-chave. Links patrocinados destacados: são apresentados separados do resultado para não afetar a credibilidade do mecanismo de busca. Resultados de busca com fácil acesso: mostra todos os resultados encontrados com acesso fácil à informação. Opções para refinar a busca: apresenta formas que ajudam o usuário a refinar a sua busca. Paginação: caso a quantidade Repete a caixa de busca no de itens encontrados seja muito rodapé: para que o usuário grande o usuário pode navegar não tenha que voltar ao topo entre as páginas de resultados. da página para fazer uma nova busca.
  56. 56. FACILITAR O ACESSO À INFORMAÇÃO Facilite o acesso a informação. Mostre na página de resultados a informação que o usuário mais deseja, faça com que ele tenha uma acesso rápido e fácil à informação.
  57. 57. ORGANIZAÇÃO DOS RESULTADOS DA BUSCA Ordene e agrupe os resultados. A lista de resultados deve estar ordenada e/ou agrupada por algum critério para que o usuário encontre a informação que deseja mais rapidamente. Os critérios de ordenação / agrupamento podem ser:
  58. 58. ORGANIZAÇÃO DOS RESULTADOS DA BUSCA  Cronológico  Alfabeto  Algum campo com valor (preço, tamanho, mais votados)  Relevância, que normalmente levam em consideração os seguintes critérios:
  59. 59. ORGANIZAÇÃO DOS RESULTADOS DA BUSCA – Posição da palavra: dependendo da posição da palavra na página ela tem mais relevância (uma página com a palavra no título tem mais relevância que uma página com a palavra no corpo do texto) – Frequência da palavra: quanto mais vezes a palavra aparece na página maior a sua relevância – Popularidade da página: uma página é mais relevante se tiver mais páginas apontando para ela.
  60. 60. ORGANIZAÇÃO DOS RESULTADOS DA BUSCA Sugestão: permita que o usuário escolha como deseja ordenar / agrupar os resultados.
  61. 61. Indexe o conteúdo correto  Nem todas as páginas de um site devem ser indexadas e nem todo conteúdo de uma página deve ser indexado.
  62. 62. PÁGINA SEM RESULTADOS Avise claramente que a busca não teve sucesso.  Indique que não foram encontrados resultados para os parâmetros digitados.  Solicite ao usuário que revise os parâmetros digitados, principalmente a ortografia das palavras chaves.  Repita na página de resposta os comandos usado na busca para feedback.  Torne simples ao usuário refazer a busca.  Inclua links para a página de ajuda.  Coloque um link para a página de fale conosco para o usuário poder entrar em contato com os administradores do website.
  63. 63. PÁGINA SEM RESULTADOS Crie uma lista de sinônimos. Para tornar o diálogo entre o usuário e o sistema de busca mais humano, analise as palavras chaves que não trouxeram resultados e trate-as porque usuário pode ter utilizado sinônimos ou cometido algum erro de ortografia. Nesses casos crie uma lista de sinônimos para apresentar o termo mais provável.
  64. 64. Analise o log do mecanismo de busca  Uma forma de otimizar o mecanismo de busca é analisar o seu log, ou seja, as palavras que os usuários utilizaram e os resultados apresentados.  Com essa análise é possível identificar quais termos os usuários utilizam, erros de ortografia mais comuns e que quais conteúdos os usuários procuram no website, o que pode indicar oportunidades de negócio.
  65. 65. SEO SEO (Search Engine Optimization – Otimização de Sistemas de Busca) é um conjunto de técnicas usadas para melhorar o posicionamento de um website na listagem de resultados dos websites de busca (Google, Yahoo, Altavista, etc.). Uma vez que os websites de busca são amplamente utilizados pelos internautas, essas técnicas têm a função de aumentar o tráfego para o website com o custo baixo e fazem parte das técnicas do marketing em sites de busca (search engine marketing).
  66. 66. InterdependÊNCIA DOS SISTEMAS O trabalho do arquiteto de informação é entregar especificações detalhadas dos quatro componentes. Ele deve estabelecer as regras e aplicá-las a todos os conteúdos e serviços do website. O arquiteto coordena as discussões entre o cliente, o usuário e a equipe de projeto porque as suas especificações são utilizadas por todos. Ressalva-se, entretanto, de que estes quatro sistemas são difíceis de serem reconhecidos individualmente devido à grande interdependência.
  67. 67. REFERÊNCIAS AGNER, L.; MORAES, A. (Orientador). Arquitetura de Informação e Governo Eletrônico: Diálogo Cidadãos-Estado na World Wide Web – Estudo de Caso e Avaliação Ergonômica de Usabilidade de Interfaces Humano-Computador. Rio de Janeiro, 2007. 354p. Tese (Doutorado em Design) – Departamento de Artes e Design, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. JERKOVIC, J. I. Guerreiro SEO: técnicas essenciais para aumentar a visibilidade na web. São Paulo: Novatec Editora, 2010. 512p. KALBACH, J. Design de Navegação Web: otimizando a experiência do usuário. Tradução de Eduardo Kessler Piveta. Porto Alegre: Bookman, 2009. 430p. REIS, G. A. Centrando a Arquitetura de Informação no usuário. São Paulo: Universidade de São Paulo – USP. Escola de Comunicação e Artes. SP, 2007. Disseração (Mestrado em Ciência da Informação). 250p. ROSENFELD, L.; MORVILLE, P. Information architecture for the World Wide Web. Sebastopol. CA: O’Reilly, 2007. 508p.

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