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Seminário: 
“Escutando os sentimentos” 
Definindo os rumos da alma e do coração! 
Leonardo Pereira
Que eu faça um mendigo sentar-se à minha mesa, 
que eu perdoe aquele que me ofende e me esforce 
por amar, inclusive o meu inimigo, em nome de 
Cristo, tudo isto, naturalmente, não deixa de ser 
uma grande virtude. O que eu faço ao menor dos 
meus irmãos é ao próprio Cristo que faço.
Mas o que acontecerá, se descubro, porventura, 
que o menor, o mais miserável de todos, o mais 
pobre dos mendigos, o mais insolente dos meus 
caluniadores, o meu inimigo, reside dentro de mim, 
sou eu mesmo, e precisa da esmola da minha 
bondade, e que eu mesmo sou o inimigo que é 
necessário amar?” 
Carl Gustave Jung (The Collected Works of CG 
Jung) – volume XI, par. 520
Você tem 
escutado seus 
sentimentos?
Como fazer para escutar os 
sentimentos?
CONHECIMENTO DE SI MESMO – L.E - 919. 
Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem 
de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do 
mal?
“Um sábio da antiguidade vo-lo disse: 
Conhece-te a ti mesmo.”
a) — Conhecemos 
toda a sabedoria desta 
máxima, porém a 
dificuldade está 
precisamente em cada 
um conhecer--se a si 
mesmo. Qual o meio 
de consegui-lo? 
“Fazei o que eu fazia, 
quando vivi na Terra 
(...).
Auto avaliação!
Muitas faltas que cometemos nos 
passam despercebidas. 
Se, efetivamente, seguindo o conselho 
de Santo Agostinho, interrogássemos 
mais amiúde a nossa consciência, 
veríamos quantas vezes falimos sem 
que o suspeitemos, unicamente por não 
perscrutarmos a natureza e o móvel dos 
nossos atos 
atos.
A forma interrogativa tem alguma coisa de 
mais preciso do que qualquer máxima, que 
muitas vezes deixamos de aplicar a nós 
mesmos. 
Aquela exige respostas categóricas, por um 
sim ou um não, que não abrem lugar para 
qualquer alternativa e que não outros tantos 
argumentos pessoais. 
E, pela soma que derem as respostas, 
poderemos computar a soma de bem ou de 
mal que existe em nós.
PERGUNTAS PARA 
O AUTO-CONHECIMENTO!
Quem sou eu?
Qual é a minha 
missão, qual o sentido 
da minha vida?
Quais são as minhas 
crenças, em quê que 
acredito?
Quais são os meus valores?
Quais são as minhas 
qualidades?
Quais são as minhas 
capacidades?
Quais são os 
meus defeitos?
Quais são os meus 
medos, as minhas 
limitações?
Quais são os meus 
comportamentos?
Quais são as minhas 
escolhas?
Quais são as minhas 
prioridades na vida?
Consciência : 
“Apenas, Deus, em sua 
misericórdia infinita, vos pôs no 
fundo do coração uma 
sentinela vigilante, que se 
chama consciência. Escutai-a, 
que somente bons conselhos 
ela vos dará.” 
O Evangelho Segundo o Espiritismo – capítulo XIII – item 10
Escutar os sentimentos é cuidar de 
si, amar a si mesmo. 
É uma mudança de atitude consigo. 
O ato de existir ocorre nos 
sentimentos. 
Quem pensa corretamente 
sobrevive; quem sente 
nobremente existe. (Ermance Dufaux)
1. Individuação : 
Jung definiu 
individuação como 
um processo por 
meio do qual uma 
pessoa se torna 
consciente de sua 
individualidade.
1. Individuação : 
Na individuação o critério 
certo /errado é substituído 
por algumas perguntas: 
Convém ou não? 
Quero ou não quero? 
Serve ou não serve? 
Necessito ou não necessito? 
Questões cujas respostas 
vêm do coração.
2. Individualidade : 
Individualidade pode ser definida 
como o conjunto de atributos que 
constituem a originalidade, a 
unicidade de uma criatura, e que a 
distinguem de outras tantas; é o 
somatório das características 
inerentes à alma humana. 
Toda criatura que se individualizou 
tornou-se um ser homogêneo, pois 
não mais procura comparar-se com 
os outros, admite a sua 
singularidade.
Refletindo sobre conceitos: 
Na individuação encontramos a necessidade, 
enquanto no individualismo temos a 
prevalência do interesse pessoal. 
Na individuação temos a alma; no 
individualismo, a personalidade. 
Na individuação temos a consciência; no 
individualismo, o ego. 
Na individuação existem descoberta e 
criatividade; no individualismo, a imitação e a 
disputa.
Na individuação temos o preparo e o 
amadurecimento; no 
individualismo, a precipitação. 
Na individuação experimentamos a realização 
pessoal; no individualismo, a insaciedade. 
A individuação é fruto do amor; o 
individualismo é a leira do egoísmo. 
Na individuação floresce o crescimento 
espiritual; o individualismo é a sementeira do 
egoísmo.
O que buscamos? 
A FELICIDADE
“Tereis, contudo, razão, se afirmardes que 
a felicidade se acha destinada ao homem 
nesse mundo, desde que ele a procure, 
não nos gozos materiais, sim no bem.” 
O Evangelho Segundo o Espiritismo – capítulo XI – item 13
O CAMINHO 
“E aqui está o segundo que é 
semelhante ao primeiro: amarás o 
teu próximo, como a ti mesmo.” 
O Evangelho Segundo o Espiritismo – capítulo XV – item 4
Quando não nos 
amamos, queremos 
agradar mais aos outros 
que a nós, mendigamos 
o amor alheio, já que 
nos julgamos 
insuficientes ou 
incapazes de nos querer 
bem. 
O auto amor
Identidade 
Se nós não nos aceitamos, 
magoamos a nós mesmos, 
por isso o auto amor é 
também auto perdão. 
Perdoar é ter uma atitude 
de compaixão que nos 
distancie dos julgamentos 
e críticas severas e 
inflexíveis.
Medicamento 
O remédio será aprender a 
amar a vida que temos, o que 
somos, o que detemos e viver 
um dia após o outro, 
cultivando na intimidade a 
certeza de que o percurso que 
fizemos deve ser visto como o 
melhor e mais proveitoso às 
necessidades que carregamos.
Limites 
Ninguém consegue 
ultrapassar seus limites 
pessoais de uma para outra 
hora. A palavra limite quer 
dizer o “ponto máximo”. 
Em termos espirituais, só 
daremos conta daquilo que 
podemos. Nem mais nem 
menos.
Frustação e sofrimento 
O martírio representa alguém querendo dar além do 
que consegue, idealizando caminhos, cobrando de si 
o impossível. 
Uma postura de inaceitação de sua condição íntima, 
gerando insatisfações e desequilíbrios.
Identidadecósmica 
Quando não amamos a nós mesmos, 
vivemos à mercê da influência dos 
palpites e reprimendas.
Identidadecósmica 
A aprovação alheia é mais 
importante que a aprovação 
interior.
Identidadecósmica 
Nessa situação escasseiam estima e 
confiança a si próprio, que 
impossibilitam a expressão da 
condição particular.
O auto amor 
Amar-se não significa laborar por privilégios e 
vantagens pessoais, mas o modo como 
convivemos conosco. Resume-se, basicamente, 
como tratamos a 
nós próprios.
O auto amor 
A relação que estabelecemos como 
nosso mundo íntimo. Sobretudo, o 
respeito que exercemos àquilo que 
sentimos.
O auto amor 
A autoestima surge quando 
temos atitude cristã com 
nossos sentimentos.
“Sou o grande médico das almas e venho 
trazer-vos o remédio que vos há de curar. 
Os fracos, os sofredores e os enfermos 
são os meus filhos prediletos”. 
O Espírito de Verdade. (Bordéus, 1861.) 
O Evangelho Segundo o Espiritismo – capítulo 
VI – item 7.
Uma leitura para o coração! 
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Doente ? 
• Sabe quais as 
doenças mais graves 
para nos ?
Uma leitura para o coração! 
• Conhece os 
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seu beneficio e/ou 
de sua saúde 
física/espiritual?
A Doutrina Espírita é a medicação recuperativa das 
nossas vidas. 
Sua “substância ativa” é o Evangelho. 
Sua “bula” é estritamente individual. Para cada 
um haverá uma dosagem e forma de aplicação.
Doenças da alma : 
Estudando a arrogância
Comparemos o egoísmo 
como sendo o vírus e a 
arrogância a doença, 
seus efeitos nocivos e 
destruidores.
O egoísmo é o sentimento básico. 
Arrogância é a atitude íntima derivada 
desse alicerce de sensações nascidas 
no coração ocupado, exclusivamente, 
com seu ego. Uma compulsiva 
necessidade de ser o primeiro, o 
melhor, manifestada através de um 
cortejo de pensamentos, emoções, 
sensações e condutas que determinam 
o raio espiritual no qual a criatura 
transita.
Façamos um pequeno gráfico 
Escreva a palavra arrogância e a 
circule. 
Agora faça quatro traços nos 
pontos cardeais e escreva: rigidez, 
competição, imprudência, 
prepotência. 
Novamente faça um círculo em 
torno desses pontos e escreva: 
estado orgulhoso de ser. 
Feche um novo círculo.
rigidez 
Arrogância 
competição 
imprudência 
prepotência 
Estado Orgulhoso de ser
observações: 
A rigidez é a raiz das condutas 
autoritárias e da teimosia que, 
frequentemente, deságuam nos 
comportamentos de intolerância. 
Sob ação da rebeldia, patrocina o 
desrespeito ao Livre-arbítrio 
alheio e alimentam 
constantemente o melindre por a 
vida não ser como ele gostaria 
que fosse.
observações: 
A competição não existe sem a 
comparação e o impulso de 
disputa. Quando tomado pela 
paixão, a força motriz de 
semelhante ação é o sentimento 
de inveja. Na mira da rebeldia, 
causa o menosprezo e a 
indiferença que tenta empanar o 
brilho de outrem. A competição é 
o alimento do sentimento de 
superioridade.
observações: 
A prepotência é um efeito natural 
da perspicácia que pode insuflar a 
megalomania, a presunção. Juntos 
formam o piso da vaidade. 
A rebeldia, nesse passo, conduz a 
uma desmedida necessidade de 
fixar-se em certezas que adornam 
posturas de infalibilidade.
observações: 
Interessante observar que 
uma das propriedades 
psicológicas doentias mais 
presentes na estrutura 
rebelde da arrogância é a 
incapacidade para percebê-la. 
O efeito mais habitual de sua 
ação na mente humana. Basta 
destacar que dificilmente 
aceitamos ser adjetivados de 
arrogantes.
observações: 
O reflexo mais saliente do ato 
de arrogar é a disputa pela 
apropriação da Verdade. 
Nossa necessidade compulsiva 
de estarmos sempre com a 
razão expressa a ação egoísta 
pela posse da Verdade, isto é, 
daquilo que chancelamos 
como sendo a Verdade.
Análises : 
A arrogância voltada para o 
passado, quando há uma 
fixação em mágoas decorrentes 
da inaceitação de ocorrências 
que na sua excessiva 
autovalorização, o arrogante 
acredita não merecê-las.
Análises : 
O outro tipo é a arrogância 
dirigida ao futuro, quando a 
criatura vive de ideais, no 
mundo das ideias, acreditando-se 
mais capaz e valorosa que 
realmente o é. 
Passível de realizar grandes e 
importantes missões, tais 
“deslocamentos da mente” são 
formas de evadir de algo difícil 
de aceitar no presente.
Análises : 
De alguma maneira, constituem 
mecanismos protetores, 
todavia, quando se prolongam 
demasiadamente, podem gerar 
enfermidades psíquicas. 
A depressão é resultado da 
arrogância voltada ao passado. 
E a psicose em relação ao 
futuro.
Relacionemos outros efeitos dessa doença: 
• 1. Perda do autodomínio. 
• 2. Apego a convicções pessoais. 
• 3. Gosto por julgar e rotular a 
conduta alheia. 
• 4. Necessidade de exercício do 
poder. 
• 5. Rejeição a críticas ou 
questionamentos.
• 6. Negação de sentimentos. 
• 7. Ter resposta para tudo. 
• 8. Desprezo aos esforços alheios. 
• 9. Imponência nas expressões 
corporais. 
• 10. Personalismo.
• 11. Autossuficiência nas decisões. 
• 12. Bloqueio na habilidade na 
empatia. 
• 13. Incapacita para a alteridade. 
• 14. Turva o afeto. 
• 15. Acredita que pode mais do que 
realmente é capaz.
• 16. Buscar mais do que necessita. 
• 17. Querer ir além de seus limites. 
• 18. Exigir mais do que consegue. 
• 19. Sentir que somos especiais 
pelo bem que fazemos. 
• 20. Supor que temos a capacidade 
de dizer o que é certo e errado 
para os outros.
• 21. Sentir-se com direitos e 
qualidades em função do tempo de 
doutrina e da folha de serviços. 
• 22. Acreditar que temos a melhor 
percepção sobre as responsabilidades 
que nos são entregues em nome do 
Cristo. 
• 23. Julgar-se apto a conhecer o que se 
passa no íntimo de nosso próximo. 
• 24. Desprezar o valor alheio.
Doenças da alma 
• Arrogância – Intolerância, 
inveja, poder, vaidade. 
• Intolerância – autoritarismo e 
teimosia. 
• Inveja – impulso de disputa e 
comparação. 
• Poder – perfeccionismo e 
ansiedade. 
• Vaidade – Megalomania e 
presunção.
Com mudar? 
Em verdade, em verdade te digo: quem não 
nascer de novo não poderá ver o Reino de 
Deus. 
Evangelho de João, 3,3-21 
!
Responsabilidade: 
Somos os únicos responsáveis pelos 
nossos sentimentos.
Consciência – O sentimento é o 
espelho da vida profunda do ser e 
expressa os recados da consciência.
Ética para conosco: 
Somos tratados como nos tratamos. 
Como sermos merecedores de amor do 
outro, se não recebemos nem o nosso 
próprio?
Juízo de valor: 
Não existem sentimentos certos ou 
errados.
Domínio de si: 
Educar sentimentos é tomar 
posse de nós próprios.
Aceitação: 
Aceitar nossas imperfeições é ter 
uma relação pacífica conosco 
mesmos. Culpar-se não ajuda.
Renovação do sistema de crenças: 
Superar os preconceitos, julgamentos e 
crenças desenvolvidas com 
base na opinião alheia desde a infância.
Assertividade: 
Escutar o que o coração nos pede 
e agir de acordo com esse 
pedido.
Nossos sentimentos são a porta que 
se abre para esse mundo glorioso que 
se encontra “oculto”, desconhecido.
Identificação das intenções: 
Aprender a reconhecer o que queremos. 
Quase sempre somos treinados a saber o 
que não quereremos.
“Nunca houve tanto 
amor sobre a Terra”!
“Nunca a humanidade mendigou tanta atenção e 
afeto. Uma crise de autodesvalor, sem precedentes, 
assola multidões. 
O sentimento de indignidade é o piso emocional 
das feridas seculares que causam a sensação de 
inferioridade, abandono e falência. Não se sentindo 
amadas, almas sem conta não conseguem superar 
os dramas da rejeição e os tormentos da solidão. 
Optam pela falência não assumida. Uma existência 
sem sentido, vazia de significados, sem metas; a 
caminho da derrocada moral e espiritual..”
O bem e mal sofrer 
e o sentido da vida 
Quais são os meus comportamentos?
Nessa investigação da alma 
encontraremos indicativas seguras 
no entendimento das mais ocultas 
raízes de nossos conflitos. 
Percorreremos caminhos mentais 
até então incognoscíveis. 
Igualmente, descobriremos valores 
adormecidos que solicitam nossa 
criatividade para desenvolvê-los a 
contento. 
Jung
Alfabeto do sentir 
Entretanto, somente daremos 
importância às mensagens da 
sombra quando nos relacionarmos 
amigavelmente com ela. 
O processo de ouvir a voz do 
inconsciente através dos 
sentimentos passa por algumas 
etapas na alfabetização do sentir: 
contento.
Imprescindível o auto respeito. O 
que sentimos é indiscutível, 
individual, é a nossa forma de viver 
a vida. 
Com isso não devemos admitir que 
os apelos do coração devam ser 
seguidos como brotam. 
Muito menos supô-los a expressão 
da Verdade. Apenas tenhamos 
respeito por nós sem reprimendas e 
condenações, procurando 
compreender os recados do 
coração.
Havendo respeito, instaura-se o 
clima da serenidade, da ausência de 
conflitos e batalhas interiores. 
Somente serenos vamos conseguir 
uma comunicação sem 
interferências. 
É o silêncio interior. 
O fio que nos leva ao intercâmbio 
produtivo. 
contento.
Aprender a linguagem dos 
sentimentos exige meditação, 
atenção. 
Separar a “imagem programada” 
pela educação social da “imagem 
idealizada” é um trabalho lento. 
Diferenciar o que pensam que sou 
daquilo que penso que sou é o 
caminho para se chegar ao que sou 
verdadeiramente. 
contento.
Na medida que se dilata esse 
exercício, a intuição vai aclarando a 
capacidade de perceber e sentir o 
que nos convém. 
Teremos a sensação do melhor 
caminho, das melhoras escolhas, do 
que queremos. 
É o início da identificação com o 
projeto singular do Criador a nosso 
respeito. 
contento.
“Quando um homem descobre que seu destino lhe 
reservou um sofrimento, tem que ver neste 
sofrimento também uma tarefa sua, única e 
original.
“Mesmo diante do sofrimento, a pessoa 
precisa conquistar a consciência de que ela é 
única e exclusiva em todo o cosmo dentro 
desse destino sofrido.
“A primeira condição para se 
estabelecer um sentido à vida é o 
exercício da singularidade. 
Descobrir seus próprios 
caminhos, lutar por seus sonhos, 
celebrar sua diversidade 
aceitando suas particularidades, 
participar da vida como se é, 
sentir o gosto de se desligar de 
uma vida centrada no ideal e 
realizar-se no real.
“A segunda condição para 
se estabelecer um sentido 
à vida é a percepção de si 
mesmo e do mundo. 
“O homem pode suavizar 
ou aumentar o amargor 
de suas provas, conforme 
o modo por que encare a 
vida terrena.” O modo de 
encarar ou perceber a vida 
terrena é a leitura pessoal 
de ser no mundo.
“A terceira condição para se 
estabelecer um sentido à 
vida é a descoberta da 
impermanência. 
A felicidade resulta da 
habilidade de consolidar 
esse sentido a partir do 
“olhar de impermanência”. 
O enfoque de 
transitoriedade e do 
desprendimento.
“O quarto ponto essencial 
na construção do sentido é 
desenvolver a habilidade 
de superar o sofrimento. 
O prazer de viver surge 
quando, efetivamente 
entendemos as razões de 
nossas dores e como superá-las. 
Sofrer e não saber o que 
fazer para sair dessa “roda 
de dores”: nisso consiste o 
carma, a “roda da vida”.
Quando desenvolvemos a arte 
de abrir o cadeado de nossas 
mazelas, soltamo-nos para 
novas vivências. 
Desprendemos das velhas 
amarras mentais, os complexos 
afetivos, dos condicionamentos. 
Quando aprendemos a lidar 
com nossos valores, a vida se 
plenifica. 
A dor existe para incitar a 
inteligência na descoberta de 
soluções em nós mesmos.
"Eu sou o caminho, a verdade e a 
vida; ninguém vem ao Pai, senão 
por mim.“ João 14:6
Ação no bem – Integração em projetos 
solidários. A aquisição de valor pessoal e 
convivência com a dor alheia trazem 
gratidão, estima pelas vivências 
pessoais.
Cuidando bem de nós próprios, somos, 
simultaneamente, levados a estender ao 
próximo o tratamento que aplicamos a nós, 
independente de sermos amados, passamos a 
experimentar mais alegria em amar.
Crises são indícios oportunos para exames e 
diagnósticos mais apurados sobre nossas 
dores. Saber que estamos enfermos não 
basta. É preciso sentir. Nossa cura virá do 
coração. 
• Recordemos a frase confortadora do 
Espírito Verdade: Os fracos, os sofredores e 
os enfermos são os meus filhos prediletos. 
• Agora vá e escuta os recados do teu 
coração e Deus te abençoe com paz íntima.
A ética de amor a si deve estar 
afinada com o amor ao 
próximo.
Escutando sentimentos! ( seminário).

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Escutando sentimentos! ( seminário).

  • 1. Seminário: “Escutando os sentimentos” Definindo os rumos da alma e do coração! Leonardo Pereira
  • 2. Que eu faça um mendigo sentar-se à minha mesa, que eu perdoe aquele que me ofende e me esforce por amar, inclusive o meu inimigo, em nome de Cristo, tudo isto, naturalmente, não deixa de ser uma grande virtude. O que eu faço ao menor dos meus irmãos é ao próprio Cristo que faço.
  • 3. Mas o que acontecerá, se descubro, porventura, que o menor, o mais miserável de todos, o mais pobre dos mendigos, o mais insolente dos meus caluniadores, o meu inimigo, reside dentro de mim, sou eu mesmo, e precisa da esmola da minha bondade, e que eu mesmo sou o inimigo que é necessário amar?” Carl Gustave Jung (The Collected Works of CG Jung) – volume XI, par. 520
  • 4. Você tem escutado seus sentimentos?
  • 5. Como fazer para escutar os sentimentos?
  • 6. CONHECIMENTO DE SI MESMO – L.E - 919. Qual o meio prático mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração do mal?
  • 7. “Um sábio da antiguidade vo-lo disse: Conhece-te a ti mesmo.”
  • 8. a) — Conhecemos toda a sabedoria desta máxima, porém a dificuldade está precisamente em cada um conhecer--se a si mesmo. Qual o meio de consegui-lo? “Fazei o que eu fazia, quando vivi na Terra (...).
  • 10. Muitas faltas que cometemos nos passam despercebidas. Se, efetivamente, seguindo o conselho de Santo Agostinho, interrogássemos mais amiúde a nossa consciência, veríamos quantas vezes falimos sem que o suspeitemos, unicamente por não perscrutarmos a natureza e o móvel dos nossos atos atos.
  • 11. A forma interrogativa tem alguma coisa de mais preciso do que qualquer máxima, que muitas vezes deixamos de aplicar a nós mesmos. Aquela exige respostas categóricas, por um sim ou um não, que não abrem lugar para qualquer alternativa e que não outros tantos argumentos pessoais. E, pela soma que derem as respostas, poderemos computar a soma de bem ou de mal que existe em nós.
  • 12. PERGUNTAS PARA O AUTO-CONHECIMENTO!
  • 14. Qual é a minha missão, qual o sentido da minha vida?
  • 15. Quais são as minhas crenças, em quê que acredito?
  • 16. Quais são os meus valores?
  • 17. Quais são as minhas qualidades?
  • 18. Quais são as minhas capacidades?
  • 19. Quais são os meus defeitos?
  • 20. Quais são os meus medos, as minhas limitações?
  • 21. Quais são os meus comportamentos?
  • 22. Quais são as minhas escolhas?
  • 23. Quais são as minhas prioridades na vida?
  • 24.
  • 25. Consciência : “Apenas, Deus, em sua misericórdia infinita, vos pôs no fundo do coração uma sentinela vigilante, que se chama consciência. Escutai-a, que somente bons conselhos ela vos dará.” O Evangelho Segundo o Espiritismo – capítulo XIII – item 10
  • 26. Escutar os sentimentos é cuidar de si, amar a si mesmo. É uma mudança de atitude consigo. O ato de existir ocorre nos sentimentos. Quem pensa corretamente sobrevive; quem sente nobremente existe. (Ermance Dufaux)
  • 27. 1. Individuação : Jung definiu individuação como um processo por meio do qual uma pessoa se torna consciente de sua individualidade.
  • 28. 1. Individuação : Na individuação o critério certo /errado é substituído por algumas perguntas: Convém ou não? Quero ou não quero? Serve ou não serve? Necessito ou não necessito? Questões cujas respostas vêm do coração.
  • 29. 2. Individualidade : Individualidade pode ser definida como o conjunto de atributos que constituem a originalidade, a unicidade de uma criatura, e que a distinguem de outras tantas; é o somatório das características inerentes à alma humana. Toda criatura que se individualizou tornou-se um ser homogêneo, pois não mais procura comparar-se com os outros, admite a sua singularidade.
  • 30. Refletindo sobre conceitos: Na individuação encontramos a necessidade, enquanto no individualismo temos a prevalência do interesse pessoal. Na individuação temos a alma; no individualismo, a personalidade. Na individuação temos a consciência; no individualismo, o ego. Na individuação existem descoberta e criatividade; no individualismo, a imitação e a disputa.
  • 31. Na individuação temos o preparo e o amadurecimento; no individualismo, a precipitação. Na individuação experimentamos a realização pessoal; no individualismo, a insaciedade. A individuação é fruto do amor; o individualismo é a leira do egoísmo. Na individuação floresce o crescimento espiritual; o individualismo é a sementeira do egoísmo.
  • 32. O que buscamos? A FELICIDADE
  • 33. “Tereis, contudo, razão, se afirmardes que a felicidade se acha destinada ao homem nesse mundo, desde que ele a procure, não nos gozos materiais, sim no bem.” O Evangelho Segundo o Espiritismo – capítulo XI – item 13
  • 34. O CAMINHO “E aqui está o segundo que é semelhante ao primeiro: amarás o teu próximo, como a ti mesmo.” O Evangelho Segundo o Espiritismo – capítulo XV – item 4
  • 35. Quando não nos amamos, queremos agradar mais aos outros que a nós, mendigamos o amor alheio, já que nos julgamos insuficientes ou incapazes de nos querer bem. O auto amor
  • 36. Identidade Se nós não nos aceitamos, magoamos a nós mesmos, por isso o auto amor é também auto perdão. Perdoar é ter uma atitude de compaixão que nos distancie dos julgamentos e críticas severas e inflexíveis.
  • 37. Medicamento O remédio será aprender a amar a vida que temos, o que somos, o que detemos e viver um dia após o outro, cultivando na intimidade a certeza de que o percurso que fizemos deve ser visto como o melhor e mais proveitoso às necessidades que carregamos.
  • 38. Limites Ninguém consegue ultrapassar seus limites pessoais de uma para outra hora. A palavra limite quer dizer o “ponto máximo”. Em termos espirituais, só daremos conta daquilo que podemos. Nem mais nem menos.
  • 39. Frustação e sofrimento O martírio representa alguém querendo dar além do que consegue, idealizando caminhos, cobrando de si o impossível. Uma postura de inaceitação de sua condição íntima, gerando insatisfações e desequilíbrios.
  • 40. Identidadecósmica Quando não amamos a nós mesmos, vivemos à mercê da influência dos palpites e reprimendas.
  • 41. Identidadecósmica A aprovação alheia é mais importante que a aprovação interior.
  • 42. Identidadecósmica Nessa situação escasseiam estima e confiança a si próprio, que impossibilitam a expressão da condição particular.
  • 43. O auto amor Amar-se não significa laborar por privilégios e vantagens pessoais, mas o modo como convivemos conosco. Resume-se, basicamente, como tratamos a nós próprios.
  • 44. O auto amor A relação que estabelecemos como nosso mundo íntimo. Sobretudo, o respeito que exercemos àquilo que sentimos.
  • 45. O auto amor A autoestima surge quando temos atitude cristã com nossos sentimentos.
  • 46. “Sou o grande médico das almas e venho trazer-vos o remédio que vos há de curar. Os fracos, os sofredores e os enfermos são os meus filhos prediletos”. O Espírito de Verdade. (Bordéus, 1861.) O Evangelho Segundo o Espiritismo – capítulo VI – item 7.
  • 47. Uma leitura para o coração! • Você se considera Doente ? • Sabe quais as doenças mais graves para nos ?
  • 48. Uma leitura para o coração! • Conhece os tratamentos indicados por Jesus? • O que tem feito em seu beneficio e/ou de sua saúde física/espiritual?
  • 49. A Doutrina Espírita é a medicação recuperativa das nossas vidas. Sua “substância ativa” é o Evangelho. Sua “bula” é estritamente individual. Para cada um haverá uma dosagem e forma de aplicação.
  • 50. Doenças da alma : Estudando a arrogância
  • 51. Comparemos o egoísmo como sendo o vírus e a arrogância a doença, seus efeitos nocivos e destruidores.
  • 52. O egoísmo é o sentimento básico. Arrogância é a atitude íntima derivada desse alicerce de sensações nascidas no coração ocupado, exclusivamente, com seu ego. Uma compulsiva necessidade de ser o primeiro, o melhor, manifestada através de um cortejo de pensamentos, emoções, sensações e condutas que determinam o raio espiritual no qual a criatura transita.
  • 53. Façamos um pequeno gráfico Escreva a palavra arrogância e a circule. Agora faça quatro traços nos pontos cardeais e escreva: rigidez, competição, imprudência, prepotência. Novamente faça um círculo em torno desses pontos e escreva: estado orgulhoso de ser. Feche um novo círculo.
  • 54. rigidez Arrogância competição imprudência prepotência Estado Orgulhoso de ser
  • 55. observações: A rigidez é a raiz das condutas autoritárias e da teimosia que, frequentemente, deságuam nos comportamentos de intolerância. Sob ação da rebeldia, patrocina o desrespeito ao Livre-arbítrio alheio e alimentam constantemente o melindre por a vida não ser como ele gostaria que fosse.
  • 56. observações: A competição não existe sem a comparação e o impulso de disputa. Quando tomado pela paixão, a força motriz de semelhante ação é o sentimento de inveja. Na mira da rebeldia, causa o menosprezo e a indiferença que tenta empanar o brilho de outrem. A competição é o alimento do sentimento de superioridade.
  • 57. observações: A prepotência é um efeito natural da perspicácia que pode insuflar a megalomania, a presunção. Juntos formam o piso da vaidade. A rebeldia, nesse passo, conduz a uma desmedida necessidade de fixar-se em certezas que adornam posturas de infalibilidade.
  • 58. observações: Interessante observar que uma das propriedades psicológicas doentias mais presentes na estrutura rebelde da arrogância é a incapacidade para percebê-la. O efeito mais habitual de sua ação na mente humana. Basta destacar que dificilmente aceitamos ser adjetivados de arrogantes.
  • 59. observações: O reflexo mais saliente do ato de arrogar é a disputa pela apropriação da Verdade. Nossa necessidade compulsiva de estarmos sempre com a razão expressa a ação egoísta pela posse da Verdade, isto é, daquilo que chancelamos como sendo a Verdade.
  • 60. Análises : A arrogância voltada para o passado, quando há uma fixação em mágoas decorrentes da inaceitação de ocorrências que na sua excessiva autovalorização, o arrogante acredita não merecê-las.
  • 61. Análises : O outro tipo é a arrogância dirigida ao futuro, quando a criatura vive de ideais, no mundo das ideias, acreditando-se mais capaz e valorosa que realmente o é. Passível de realizar grandes e importantes missões, tais “deslocamentos da mente” são formas de evadir de algo difícil de aceitar no presente.
  • 62. Análises : De alguma maneira, constituem mecanismos protetores, todavia, quando se prolongam demasiadamente, podem gerar enfermidades psíquicas. A depressão é resultado da arrogância voltada ao passado. E a psicose em relação ao futuro.
  • 63. Relacionemos outros efeitos dessa doença: • 1. Perda do autodomínio. • 2. Apego a convicções pessoais. • 3. Gosto por julgar e rotular a conduta alheia. • 4. Necessidade de exercício do poder. • 5. Rejeição a críticas ou questionamentos.
  • 64. • 6. Negação de sentimentos. • 7. Ter resposta para tudo. • 8. Desprezo aos esforços alheios. • 9. Imponência nas expressões corporais. • 10. Personalismo.
  • 65. • 11. Autossuficiência nas decisões. • 12. Bloqueio na habilidade na empatia. • 13. Incapacita para a alteridade. • 14. Turva o afeto. • 15. Acredita que pode mais do que realmente é capaz.
  • 66. • 16. Buscar mais do que necessita. • 17. Querer ir além de seus limites. • 18. Exigir mais do que consegue. • 19. Sentir que somos especiais pelo bem que fazemos. • 20. Supor que temos a capacidade de dizer o que é certo e errado para os outros.
  • 67. • 21. Sentir-se com direitos e qualidades em função do tempo de doutrina e da folha de serviços. • 22. Acreditar que temos a melhor percepção sobre as responsabilidades que nos são entregues em nome do Cristo. • 23. Julgar-se apto a conhecer o que se passa no íntimo de nosso próximo. • 24. Desprezar o valor alheio.
  • 68. Doenças da alma • Arrogância – Intolerância, inveja, poder, vaidade. • Intolerância – autoritarismo e teimosia. • Inveja – impulso de disputa e comparação. • Poder – perfeccionismo e ansiedade. • Vaidade – Megalomania e presunção.
  • 69. Com mudar? Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer de novo não poderá ver o Reino de Deus. Evangelho de João, 3,3-21 !
  • 70. Responsabilidade: Somos os únicos responsáveis pelos nossos sentimentos.
  • 71. Consciência – O sentimento é o espelho da vida profunda do ser e expressa os recados da consciência.
  • 72. Ética para conosco: Somos tratados como nos tratamos. Como sermos merecedores de amor do outro, se não recebemos nem o nosso próprio?
  • 73. Juízo de valor: Não existem sentimentos certos ou errados.
  • 74. Domínio de si: Educar sentimentos é tomar posse de nós próprios.
  • 75. Aceitação: Aceitar nossas imperfeições é ter uma relação pacífica conosco mesmos. Culpar-se não ajuda.
  • 76. Renovação do sistema de crenças: Superar os preconceitos, julgamentos e crenças desenvolvidas com base na opinião alheia desde a infância.
  • 77. Assertividade: Escutar o que o coração nos pede e agir de acordo com esse pedido.
  • 78. Nossos sentimentos são a porta que se abre para esse mundo glorioso que se encontra “oculto”, desconhecido.
  • 79. Identificação das intenções: Aprender a reconhecer o que queremos. Quase sempre somos treinados a saber o que não quereremos.
  • 80. “Nunca houve tanto amor sobre a Terra”!
  • 81. “Nunca a humanidade mendigou tanta atenção e afeto. Uma crise de autodesvalor, sem precedentes, assola multidões. O sentimento de indignidade é o piso emocional das feridas seculares que causam a sensação de inferioridade, abandono e falência. Não se sentindo amadas, almas sem conta não conseguem superar os dramas da rejeição e os tormentos da solidão. Optam pela falência não assumida. Uma existência sem sentido, vazia de significados, sem metas; a caminho da derrocada moral e espiritual..”
  • 82. O bem e mal sofrer e o sentido da vida Quais são os meus comportamentos?
  • 83. Nessa investigação da alma encontraremos indicativas seguras no entendimento das mais ocultas raízes de nossos conflitos. Percorreremos caminhos mentais até então incognoscíveis. Igualmente, descobriremos valores adormecidos que solicitam nossa criatividade para desenvolvê-los a contento. Jung
  • 84. Alfabeto do sentir Entretanto, somente daremos importância às mensagens da sombra quando nos relacionarmos amigavelmente com ela. O processo de ouvir a voz do inconsciente através dos sentimentos passa por algumas etapas na alfabetização do sentir: contento.
  • 85. Imprescindível o auto respeito. O que sentimos é indiscutível, individual, é a nossa forma de viver a vida. Com isso não devemos admitir que os apelos do coração devam ser seguidos como brotam. Muito menos supô-los a expressão da Verdade. Apenas tenhamos respeito por nós sem reprimendas e condenações, procurando compreender os recados do coração.
  • 86. Havendo respeito, instaura-se o clima da serenidade, da ausência de conflitos e batalhas interiores. Somente serenos vamos conseguir uma comunicação sem interferências. É o silêncio interior. O fio que nos leva ao intercâmbio produtivo. contento.
  • 87. Aprender a linguagem dos sentimentos exige meditação, atenção. Separar a “imagem programada” pela educação social da “imagem idealizada” é um trabalho lento. Diferenciar o que pensam que sou daquilo que penso que sou é o caminho para se chegar ao que sou verdadeiramente. contento.
  • 88. Na medida que se dilata esse exercício, a intuição vai aclarando a capacidade de perceber e sentir o que nos convém. Teremos a sensação do melhor caminho, das melhoras escolhas, do que queremos. É o início da identificação com o projeto singular do Criador a nosso respeito. contento.
  • 89.
  • 90. “Quando um homem descobre que seu destino lhe reservou um sofrimento, tem que ver neste sofrimento também uma tarefa sua, única e original.
  • 91. “Mesmo diante do sofrimento, a pessoa precisa conquistar a consciência de que ela é única e exclusiva em todo o cosmo dentro desse destino sofrido.
  • 92. “A primeira condição para se estabelecer um sentido à vida é o exercício da singularidade. Descobrir seus próprios caminhos, lutar por seus sonhos, celebrar sua diversidade aceitando suas particularidades, participar da vida como se é, sentir o gosto de se desligar de uma vida centrada no ideal e realizar-se no real.
  • 93. “A segunda condição para se estabelecer um sentido à vida é a percepção de si mesmo e do mundo. “O homem pode suavizar ou aumentar o amargor de suas provas, conforme o modo por que encare a vida terrena.” O modo de encarar ou perceber a vida terrena é a leitura pessoal de ser no mundo.
  • 94. “A terceira condição para se estabelecer um sentido à vida é a descoberta da impermanência. A felicidade resulta da habilidade de consolidar esse sentido a partir do “olhar de impermanência”. O enfoque de transitoriedade e do desprendimento.
  • 95. “O quarto ponto essencial na construção do sentido é desenvolver a habilidade de superar o sofrimento. O prazer de viver surge quando, efetivamente entendemos as razões de nossas dores e como superá-las. Sofrer e não saber o que fazer para sair dessa “roda de dores”: nisso consiste o carma, a “roda da vida”.
  • 96. Quando desenvolvemos a arte de abrir o cadeado de nossas mazelas, soltamo-nos para novas vivências. Desprendemos das velhas amarras mentais, os complexos afetivos, dos condicionamentos. Quando aprendemos a lidar com nossos valores, a vida se plenifica. A dor existe para incitar a inteligência na descoberta de soluções em nós mesmos.
  • 97. "Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.“ João 14:6
  • 98. Ação no bem – Integração em projetos solidários. A aquisição de valor pessoal e convivência com a dor alheia trazem gratidão, estima pelas vivências pessoais.
  • 99. Cuidando bem de nós próprios, somos, simultaneamente, levados a estender ao próximo o tratamento que aplicamos a nós, independente de sermos amados, passamos a experimentar mais alegria em amar.
  • 100. Crises são indícios oportunos para exames e diagnósticos mais apurados sobre nossas dores. Saber que estamos enfermos não basta. É preciso sentir. Nossa cura virá do coração. • Recordemos a frase confortadora do Espírito Verdade: Os fracos, os sofredores e os enfermos são os meus filhos prediletos. • Agora vá e escuta os recados do teu coração e Deus te abençoe com paz íntima.
  • 101. A ética de amor a si deve estar afinada com o amor ao próximo.