EMPRESAS
Captação com
pequenas, médias e
grandes (sem edital)
www.slideshare.net/micfre12/
SERVIÇOS
CRIANDO
PALESTRAS
ASSESSORIA
TEMAS DA APRESENTAÇÃO
Fontes de Recursos
Tipos de investidores
Estratégias
ISP
Mkt de causas
NFP
Eventos
O Pitch de 5 e 15
minutos
O corpo fala
Follow up
indicadores
EXERCÍCIO
A chuteira e a caneleira
custam juntas R$110.
A chuteira custa R$ 100 a
mais que a caneleira.
Valor da chuteira?
Valor da caneleira?
INTUIÇÃO
Feeling / Intuição
Exercício
A + B = 110
A – B = 100
A = 110 – B
A = 100 +B
100 + B = 110 – B
2B = 110 – 100
B = 10 /2
= 5
NÃO DEPENDA DA INTUIÇÃONÃO DEPENDA DA INTUIÇÃO
Para Daniel Kahneman,
“Nobel de Economia”,
é um grande risco
tomar decisões usando
a área preguiçosa e
irracional do cérebro.
A mente éA mente é
comandadacomandada
por 2 sistemaspor 2 sistemas
(rápido e devagar)(rápido e devagar)..
FONTES DE FINANCIAMENTO /
RECURSOS
Fontes de Financiamento
Doadas para a Caritas que mantém um
supermercado em Casilino onde os/as sem teto
Fontes
institucionais
(ODAs)
Iniciativa
privada
Empresas e
institutos
empresariais
Pessoas
Fundações
Organizações
religiosas
Igreja
Cooperação e
Agencias
nacionais e
internacionais
Associações
Governo Federal,
Estadual,
Municipal e
internacional
Fundações
empresariais, familiares,
mistas, comunitárias e
independentes
PRINCIPAIS FONTES DE RECURSOS / FINANCIAMENTO
PRINCIPAIS FONTES DE RECURSOS /
FINANCIAMENTO / ESTRATÉGIAS
Projetos de
Geração de Renda
Venda Fundo patrimonial
Prestação de serviços
MRC
EVENTOS
PROJETOS
PARCERIAS
Alugueis
Negócio com
impacto social
Iniciativa privada
Organizações
Religiosas
Fundações Nac. e
Internacionais
Fontes Institucionais
Governos
ESSENCIALESSENCIAL
Diversificação das fontes de recursosDiversificação das fontes de recursos
 Legitimidade socialLegitimidade social
 Diminuição do riscoDiminuição do risco
 Sustentabilidade financeira de longoSustentabilidade financeira de longo
prazoprazo
FONTES DEFONTES DE
RECURSOSRECURSOS
ESTRATÉGIAS
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
Fase do Direcionamento
ESTRATÉGIA
Malba Tahan, Os Cegos E O Elefante
Encontramos pessoas que, à semelhança dos cegos de Jericó,
adiantam informações erradas e falsas sobre coisas que não
conhecem, na convicção de que estão com a verdade.
Primeiro o todo e depois as partes
Morais da história:
Em terra de cego, quem tem um olho anda vendo coisas.
Quando algo é tido como verdade, o que é diferente parece mentira.
Problemas comuns unem.
ESTRATÉGIA
Mintzberg; Ahlstrand; Lampel (2000 p.13) compara a estratégia
a um elefante analisado por cegos:
Somando as partes, certamente não teremos
um elefante. Um elefante é mais que isto.
Contudo, para compreender o todo também
precisamos compreender as partes.
Estratégia é a arte de explorar condições e
caminhos favoráveis com o fim de alcançar
objetivos.
Segundo o dicionário Aurélio:
Mintzberg (1996) a sintetiza como sendo uma forma de
pensar no futuro, integrada no processo decisório, com
base em um procedimento formalizado e articulador de
resultados.
ESTRATÉGIA
AS ESTRATÉGIAS PARA MOBILIZAÇÃO DE
RECURSOS PARA AS OSCS
Quatro principais estratégias, para acessar
as fontes já comentadas. Podem ser mistas,
ou seja, combinadas entre si, gerando então
uma nova estratégia:
Editais
Captação de produtos
Voluntariado
GRP
Cada uma destas estratégias pode ter estratégias
secundárias, táticas e ferramentas específicas.
Estratégia principal Estratégia secundária
cultura, Idoso, criança e adolescente, esporte, saúde
OSCIP, UPF, CEBAS
ProAC e outros estaduais e municipais
Financiamento coletivo (crowdfunding) Websites / redes
Prêmios Inscrição
Venda de serviços
Licenciamento
MRC- Marketing relacionado a causas
Eventos
Fundos patrimoniais
Aluguéis
Legados
Doação em dobro (Matchfund)
Com vinculo à organização ou a
seus gestores
Sem vínculo
Catástrofes
Bazar
Leilão
2015 Michel Freller, Danilo Tiisel, Ader Assis www.criando.net / www.socialprofit.com.br / www.adreelang.com.br
Pesquisa / Nota fiscal (paulista)
Diretoria / voluntários
Captação de
produtos
Rede
bens apreendidos
solicitação
Regulamentos específicos e estatuto
Emoção e emergência redes sociais, anúncios, SMS, vídeos
Voluntariado
(supporter)
Grandes e médios doadores
(major donors)
tirar da zona
de conforto /
entorno (da
organização)
rede, visitas pessoais, desenvolvimento de conselhos,
email e pesquisa, cotas, incentivos fiscais, tijolo,
contar histórias, selo
Campanha capital
Pequenos doadores
Doação regular, recorrente (membership -
adote)
cara a cara, email, mala direta, clique e agende, telemarketing, redes
sociais, jogos, torpedo - SMS, contar histórias, tijolo, voluntariado,
embaixadores da causa, vídeos, direct response - TV, comunicação
permanente, P2P
Apadrinhamento (programa de afiliação)
Solicitação - doação única
Parcerias
Prestadores de serviços
visitas, pesquisa, contratos
Anúncios Contrato
Filmes de 2 min
Pesquisa
Geração de
Renda Própria
(GRP)
Venda de produtos
Micro doação - arredondar, NFP
Divulgação, anúncios, cartão de crédito
Loja própria
Bazar / brinde / Rifa
Pesquisar e formatar
Criar personagem
Rede, pesquisa e reunião
Gestão de marcas e parcerias (Branding)
Patrocíno/ cotas - Definir tema, pessoa
famosa (embaixador), patroness - Show/
jantar / palestra / etc.
Gestão e governança
Tática Ferramentas
Edital (Grants)
Sem incentivo Pesquisa, gestão coletiva SICONV, convênios, pesquisa, websites, emenda parlamentar
escrever o
projeto /
pesquisa e
visitas
Incentivos Fiscais Federais,
Estaduais e Municipais
Formatar o projeto
Funcionários das empresas parceiras
Relação: Fonte x Estratégia x Tática
Estratégia
principal
Estratégia
secundária
Semincentivo
SICONV,convênios,pesquisa,websites,emenda
parlamentar
cultura,Idoso,criançaeadolescente,esporte,saúde
ProACeoutrosestaduaisemunicipais
Financiamento
coletivo
Websites/filmede2min
Prêmios Inscrição
Tática Ferramentas
Edital(Grants)
Pesquisa,gestãocoletiva
escrevero
projeto/
pesquisae
visitas
IncentivosFiscais
Federais,Estaduais
eMunicipais
Formataroprojeto
Funcionáriosdasempresasparceiras
Rededecontatos
Pesquisa
Relação: Fonte x Estratégia x Tática
Estratégia
principal
Estratégia
secundária
Venda deserviços
Licenciamento
MRC- Marketing
relacionado a causas
Eventos
Fundos patrimoniais
Aluguéis
Patrocíno/ cotas - Definir tema,
pessoa famosa (embaixador),
patroness - Show/ jantar / palestra /
Gestão egovernança Regulamentos específicos e estatuto
Anúncios Contrato
Geraçãode
Renda Própria
(GRP)
Venda deprodutos
Micro doação - arredondar, NFP
Divulgação, anúncios, cartão de crédito
Loja própria
Bazar / brinde/ Rifa
Pesquisar eformatar
Criar personagem
Rede, pesquisa e reunião
Gestão demarcas eparcerias
(Branding)
Tática Ferramentas
Relação: Fonte x Estratégia x Tática
Estratégia principal Estratégia secundária
legados
doação em dobro
(Matchfund)
Com vinculo à
organização ou a
seus gestores
sem vínculo
Catástrofes
Parcerias
Prestadores de serviços
visitas, pesquisa, contratosPesquisa / Nota fiscal (paulista)
Diretoria / voluntários
Emoção e emergência redes sociais, anúncios, SMS, vídeos
Voluntariado
(supporter)
Grandes e médios
doadores (major
donors)
tirar da
zona de
conforto
/
entorno
(da
organiza
ção)
rede, visitas pessoais,
desenvolvimento de conselhos,
email e pesquisa, cotas, incentivos
fiscais, tijolo, contar histórias, selo
Campanha
capital
Pequenos
doadores
Doação regular, recorrente
(membership - adote)
cara a cara, email, mala direta,
clique e agende, telemarketing,
redes sociais, jogos, torpedo - SMS,
contar histórias, tijolo,
voluntariado, embaixadores da
causa, vídeos, direct response - TV,
comunicação permanente, P2P
Apadrinhamento (programa de
afiliação)
Solicitação - doação única
Tática Ferramentas
Relação: Fonte x Estratégia x Tática
Estratégia
principal
Estratégia
secundária
Bazar
Leilão
2015MichelFreller,DaniloTiisel,AderAssis www.criando.net/www.socialprofit.com.br / www.adreelang.com.br
Captaçãode
produtos
Rede/Coleta
bensapreendidos
solicitação/anunciar
Tática Ferramentas
Fundações
RESUMO DAS FONTES, ESTRATÉGIAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS E
FERRAMENTAS
Em roxo e azul as fontes; em vermelho, estratégias principais; em verde, estratégias secundárias para GRP e em azul claro, ferramentas e táticas
Fontes
institucionais
Agências e
cooperação
nacionais e
Internacionais
Associações
Governo
federal,
estadual,
municipal,
internacional
Fundações
empresariais,
familiares,
mistas,
comunitárias e
independentes
Organizações
Religiosas
Igreja
Iniciativa
Privada
Empresas e
Institutos
empresariais
Pessoas
Editais Voluntariado
Geração de
Renda
própria
Captação de
Bens e
Produtos
Eventos MRC
Venda de
produtos
Vendas de
Serviços
Fundo
Patrimonial
Patrocíno/
cotas -
Definir tema,
pessoa
famosa
(embaixador)
,
Gestão de
marcas e
parcerias
(branding)
Criar
Personagem
Micro doação
- arredondar,
NFP, loja
própria,
bazar, brinde,
rifa
Pesquisar e
formatar
Gestão e
governança
Licenciamento
patroness -
Show/
jantar /
palestra /
bingo, etc
Aluguel
Anúncios
MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS DE EMPRESAS
MARKETING
ENTORNO
MATERIAL
INSTITUTOS
EMPRESARIAIS
RH
SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS
PESSOAS
www.educadoressemfronteiras.org.br
Desafios
Acesso difícil a quem
decide
Desafios
Acesso difícil a quem
decide
EmpresasEmpresas
ESCRITÓRIOS
ESPECIALIZADOS
?!?!?!?!?!?!??!?!?
!?!!?!?!?!?!?
Elo 3
Aplauso Cultura
J. Leiva Cultura e Esporte
Dearo
Patrolink
1. Que empresas já doam para a sua organização atualmente?
2. Que empresas, na sua área, têm alguma ligação com a sua missão?
3. Que empresas doam para organizações semelhantes à sua?
4. Qual dos seus conselheiros ou diretores tem ligação com alguma
empresa?
5. Quem, vocês conhecem, em qualquer das empresas potencialmente
doadoras?
6. Que empresas locais vocês poderiam convidar para participar do seu
conselho?
Perguntas importantes que a sua organização deve responder:
Fontes – Empresas, como acessar?
• Doação financeira tradicional ou cota manutenção
• Estimulando o voluntariado
• Dias de trabalho dos seus empregados
• Editais/ Projetos – com ou sem incentivo fiscal
• Doando equipamento ou serviços pró-bono
• Cessão de espaço físico
• Parcerias
• Marketing de causas
• ISP X Marketing
Fontes – Empresas, de que forma?
FILANTROPIA
Ação social externa de
uma organização, tendo
como beneficiária principal
a comunidade e/ou outras
organizações
INVESTIMENTO SOCIAL
PRIVADO
Repasse voluntário de
recursos privados de
forma planejada,
monitorada e sistemática
para projetos sociais,
ambientais e culturais de
interesse público
X
DISTINÇÃO IMPORTANTE PARA O
CAPTADOR DE RECURSOS
Realizado por empresas,
fundações e “institutos” de origem
empresarial ou instituídos por
indivíduos ou famílias
Deveraim ter natureza distinta do
marketing,
PROSPECÇÃO DE INVESTIDORES
Investimento Social Privado
ISPs ESCOLHEM UM FOCO DE
ATUAÇÃO
Evitam colaborar com projetos
de forma casuística e pontual
A falta de foco dificulta a
avaliação dos resultados e
diminui o impacto
PROSPECÇÃO DE
INVESTIDORES
Investimento Social Privado
ISPs AVALIAM A
SUSTENTABILIDADE DA
INICIATIVA
Equilíbrio e continuidade
Definir orçamento e a
periodicidade do investimento
social
Garantir a gestão adequada
dos recursos
PROSPECÇÃO DE
INVESTIDORES
Investimento Social Privado
GRANDES DOADORES
1.000.000,00
Número de Valor Total neste Total
doações Mínimo da Nível Acumulado
Necessárias min max Doação
1 3 5 100.000 100.000 100.000
3 6 10 80.000 240.000 340.000
3 6 10 40.000 120.000 460.000
5 12 20 25.000 125.000 585.000
10 30 50 15.000 150.000 735.000
20 60 100 5.000 100.000 835.000
30 90 150 3.500 105.000 940.000
40 120 200 1.500 60.000 1.000.000
TOTAL 112 327 545 1.000.000
ou Pirâmide de Doação para US$
Padrões de Amostra de Investimentos
Número a
prospectar
Fonte: © Farr Healey Consulting, LLCFonte: © Farr Healey Consulting, LLC
— Entre as primeiras dez a doze grandes doações - 40% a 60% da metaEntre as primeiras dez a doze grandes doações - 40% a 60% da meta
— Solicitações “em massa” – a partir de obtida a metade da necessidade financeiraSolicitações “em massa” – a partir de obtida a metade da necessidade financeira
Padrões de amostra de investimentos ou
Pirâmide de doação para US$ 1 milhão
NFP
ESTRATÉGIA SOFISTICADA
NFP
• Jurídico
• Marketing / Marca
• Voluntariado
• Rede de relacionamento
ESTRATÉGIA SOFISTICADA
Antes de começar
Quem pode? Nós podemos?
O que precisamos saber?
Qual a nossa rede?
Nossa marca é conhecida na nossa região?
Temos parceiros no mercado de consumo?
organizações de
assistência social e
da área da saúde e
proteção de animais
Antes de começar
• Receber notas e cupons fiscais sem a identificação do
consumidor
• Cadastrá-las no sistema da Nota Fiscal Paulista por
meio de seus “usuários cadastradores”;
• Receber a doação de documentos fiscais cadastrados
por consumidores a favor da entidade social;
• Participar dos Sorteios realizados pelo programa.
Antes de começar
Quem pode? Nós podemos?
O que precisamos saber?
Qual a nossa rede?
Nossa marca é conhecida na nossa região?
Temos parceiros no mercado de consumo?
INCENTIVOS FISCAIS FEDERAIS
Principais Modalidades
PLANEJAMENTO
GERAÇÃO DE RENDA - TIPOS
Prioridade Beneficiários/as:
artesãos/ãs, comunidade carente, em
risco social
Prioridade Instituição / Beneficiário/a:
beneficiário/a produz e pode também se
beneficiar financeiramente
Prioridade é a diversificação das
fontes: compõe a renda da instituição.
Produtos são fabricados por terceiros e
/ ou por beneficiários/as.
Tipos
GERAÇÃO DE RENDA
IMPORTANTE
A venda de produtos e
serviços não pode extrapolar
a condição de atividade meio
Associados/as /
Mantenedores/as
Frequentadores/as
Entorno (empresas e
pessoas físicas)
VENDA DE SERVIÇOS
Para
65
Consultorias e
Assessorias
Cursos
Web designer
Guias de
ecoturismo
Educação e
Saúde
VENDA DE SERVIÇOS
Através de:
Bazar
Doces e salgados /
Buffet
Produtos institucionais
Artezanato
Leilões
VENDA DE PRODUTOS
67
VENDA DE PRODUTOS
Na própria organização
Internet (próprio site ou coletivo)
www.airu.com.br
www.solidarium.com.br
www.elo7.com.br
Parcerias / Loja própria
http://www.adere.org.br
Lojas do mercado
‾ Supermercado
‾ Shopping center (especializadas ou não)
‾ Feiras de artesanato
Locais de Venda
PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA
RESUMO DOS IMPOSTOS E DA INCIDÊNCIA SOBRE AS OSCS
INSS (cota patronal)
Não (em média 28,8%
sobre a folha)
idem isentas zero
IMUNES sem CEBAS IMUNES com CEBAS (1) TRIBUTOS ISENTAS
Não em SP – outros
Estados verificar
solicitar reconhecimento de imunidade ou
isenção de acordo com cada estado
ICMS (produtos
fabricados)
Sim (2) IR Sim (por lei) (3)
Sim (2) CSLL Sim (por lei) (3)
Solicitar reconhecimento de imunidade e % de
acordo com o produto
IPI Não existe isenção
1% sobre a falha de pagamentos PIS (4) 1% sobre a folha
COFINS (produtos
não próprios) (6)
3% sobre a receita
7,6% sobre a
diferença entre
receitas e despesa (5)
não há em SP
solicitar reconhecimento
de imunidade
isento até 2.500 UFESPs
(R$ 46.100,00)
ITCMD
Solicito isenção (7)
isento até 2.500 UFESPs
(R$ 46.100,00)
solicitar reconhecimento de imunidade e possuir Utilidade Pública
Estadual e inscrito na secretaria de assistência social
IPVA não há em SP
solicitar reconhecimento de imunidade ISS
não há em SP para OSC,
somente por tipo de
serviço (ex: cultura) (8)
solicitar reconhecimento de imunidade IPTU (9) só templos e cultura
RESUMO DOS IMPOSTOS E DA INCIDÊNCIA SOBRE AS OSCS
Fonte: elaboração própria com dados das leis
(1) Imunes sem Cebas são imunes a IR e CSLL e se equivalem às isentas com relação aos outros tributos
(2) Artigo 150, inciso VI, c da Constituição Federal para organizações de assistência social, educação e saúde
(3) Art. 15, da Lei 9.532, c.c. Art. 174 do Decreto nº 3.000/99. Não é exigido processo administrativo anterior.
(4) Art. 13, IV, da MP n° 2.158-35/2001 e art. 8º, II da Lei nº 9.715/98)
(5) Art. 14, X, c.c. artigo 13, I, ambos da Medida Provisória MP 2.158-35/01. Lei nº 10.833.
(6) Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal (IN-SRF) nº 247, de 21.11.2002, abaixo transcrita:
"Art.47, § 2º. Consideram-se receitas derivadas das atividades próprias somente aquelas decorrentes de contribuições, doações,
anuidades ou mensalidades fixadas por lei, assembleia ou estatuto, recebidas de associados ou mantenedores, sem caráter contra-
prestacional direto, destinadas ao seu custeio e ao desenvolvimento dos seus objetivos sociais".
(7) No Estado de São Paulo existe a possibilidade de isenção do ITCMD para organizações que comprovadamente atuem nas áreas
cultural, ambiental ou de direitos humanos. A isenção depende de procedimento administrativo junto à Fazenda Estadual. Decreto
Lei nº 46.655/2002, art. 6°, c.c. RESOLUÇÃO CONJUNTA SF/SC - 001, de 23-4-2002, artigo 3º
(8) Conforme o art. 1º, do Decreto Lei nº 48.865/2007, o Município de São Paulo possibilita a isenção do tributo, o que deverá ser
verificado conforme cada caso
9) O Município de São Paulo proporciona a isenção para templos e organizações culturais mediante prévio procedimento
administrativo perante a Secretaria de Finanças do Município. Art. 19, I, III - a , V do Decreto nº 50.500, de 16 de março de 2009
IMUNES com CEBAS (1)
Sim (2)
Sim (por lei) (3)
PIS (4)
7,6% sobre a diferença entre receitas e despesa (5)
COFINS (produtos não próprios) (6)
Solicitar isenção (7) e (8)
Só templos e cultura (9)
MRC - Definição Idis
Marketing Relacionado a Causas
é uma parceria comercial entre
empresas e organizações da sociedade civil/
causas
que utiliza o poder das suas marcas
em benefício mútuo.
Produtos - oportunidades
MRC: Onde tudo começou
• 1984 Jerry Welsh da
American Express
inventou o cause-
related marketing
para gerar receitas
para uma associação
(ONG) através do
aumento da vendas:
O projeto de restauro
da estatua da
liberdade
• AmEx doou 1¢ cada vez que se utilzasse o seu
cartão.
• A campanha alcançou $1.7M para o restauro da
estátua da liberdade
• O uso do cartão da American Express cresceu 28%
no primeiro mês e a solicitação de novos cartões,
45%.
MRC: Onde tudo começou
O que é MRC para as empresas? (vantagens)
Câncer de Mama
Causas
Causas difíceis
HIV
http://www.red.org
Capitaneada por Bono Vox do grupo musical U2 esta
organização vende produtos com a cor vermelha para mobilizar
recursos para OSCs que atuem na prevenção e cura do HIV /
Aids. Este produtos são iguais em qualidade e preço ao mesmo
produto com a cor normal, porém nestes produtos vermelhos
uma parte do valor da venda ira para a organização RED.
A compra ocorre
pelo site
www.red.org
•157 aeronaves /100 destinos Europa e África / + de 40 milhões de passageiros ano.
Causas
Água
O caso da água - Easyjet: A companhia aérea europeia de
baixo custo vendeu, por muitos anos, em suas 150 aeronaves a
40 milhões de passageiros/ano, uma garrafa de água por dois
euros, dos quais cinco centavos foram doados para o projeto
pumpaid, que visava construir cisternas na África. Quando se
consegue associar a causa ao produto o resultado é uma
grande sinergia.
Oportunidades
Causas
Fome
Ações – Cartão de Crédito
Desde 2008 + de R$ 11 Milhões
Ações – Revista
Ações – Revista
Oportunidades
Oportunidades
Oportunidades
Oportunidades
Oportunidades
Ações – WEB
Ações – Restaurantes
Ações – Restaurantes
Comunicação – Etiqueta/ Tag
Comunicação – Etiqueta/ Tag
Comunicação – Informações claras
Caso – Instituto Se Toque
A importância da marca
Case – Instituto Se Toque
Camila Klein
Case – Instituto Se Toque
Santander
Case – Instituto Se Toque
Santander
Case – Instituto Se Toque
Flores online
Case – Instituto Se Toque
Valisere
• RELAÇÃO DE TROCA
• EMPRESAS COMO FONTES DE RECURSOS (PRODUTOS)
• DOADORES POTENCIAIS – VIZINHANÇA
• DOAÇÃO FAZ BEM PARA QUEM DOA – COMPRAR O PRODUTO COM MRC
TAMBÉM
• ASSOCIAÇÃO DE MARCAS COM CAUSAS
• DIVULGAÇÃO – IMPORTANTE! E OPORTUNIDADE
• DOCUMENTO MÃE - VENDA DO PROJETO
Conceitos
GANHA A EMPRESA QUE INVESTE
GANHA A ORGANIZAÇÃO
GANHA A POPULAÇÃO BENEFICIADA PELA CAUSA
Ganha, Ganha, Ganha
 Definir Potenciais Parceiros/as - Planejamento
 Pesquisa Prévia – Alinhamento de Valores
 1º CONTATO
 Agendamento Reunião – Cara a Cara
 Agilidade No Pós Reunião
 Monitoramento
 Negociação/Formalização – Contrato
 Começar Com Pequenas Ações
Pontos Importantes
 Pressa em fechar a parceria
 Não ter o foco correto na negociação
 Não ficar algo esclarecido e claro entre as partes
 Não aproveitar a parceria para uma ação de comunicação e MKT
 “Carimbar” os recursos
O que não deve ser feito
IDIS
Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social
www.idis.org.br/
GUIA PRÁTICO DE
MARKETING RELACIONADO A CAUSAS
Sugestão de Leitura
Marketing de causas
Parceria com
empresas
Patrocinio
Apoio a projeto da
ORG
Prestação de
serviço
Construção
conjunta
MRC
Compre 1
e doe 1
Arredon
damento
Doe um
R$ 1
Doe 1 e ganhe 1
Cupon de
desconto
Nota
fiscasl
paulista
Ponto de venda
Prateleira /
gôndola
Doe / apoie e ganhe
um lugar melhor na
gôndola
Parceria com a empresa e mais
um stakeholder (consumidor,
funcionário ou fornecedor)
Projeto próprio da
empresa ou fundação
empresarial
Ações – Compre 1 e doamos 1
Eventos: estratégias, visibilidade e
captação de
recursos
Fonte de recursos
Divulgação da causa
Divulgação da organização, sua
missão e projetos
Reconhecimento e
agradecimento aos doadores e
voluntários
Diferentes funções
EVENTOS
Alguns Signature Events...
Corrida
Seminário
Baile
Jantar
Bingo
Gincana
Feira
 Show
 Happy hour
 Teatro
 Debate
 Almoço
 Bazar
 Leilão
 Leilão virtual
http://www.alsa.org
http://g1.globo.com/fa
ntastico/noticia/2014/
08/desafio-do-balde-
do-gelo-arrecada-mais-
de-us-62-milhoes-nos-
eua.html
http://www.game-fundraising.com/
Análise de Viabilidade
Caso - APAE
PLANO DE NEGÓCIOS
Potencial
16,92%
Investimento
necessário
8,82%
Facilidade
22,81%
Tempo de maturação
5,32%
Valor total
46,13%
DECISION MAKING SOFTWARE
www.makeitrational.com
DECISION MAKING SOFTWARE*
*makeitrational
Mantenedores
Eventos
Sistema de ensino
Crowdfunding
Caderno
Emenda parlamentar
Isenções
Cursos
Grandes incentivos
Siconv
Edital interncional
MRC
Edital nacional
Incentivos
Legenda
Facilidade
Investimento necessário
Potencial
Tempo de maturação
Valor total
DECISION MAKING SOFTWARE
University
Consulting
Venture Fund
Market Place
Avaliar se as Organizações estão prontas
Planejamento
PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA
http://www.nesst.org/
I. Objetivo do Trabalho
II. Direcionamento Institucional
III. Histórico Institucional
IV. Áreas de Atuação e Público Alvo
V. Cenário
VI. Justificativa
VII. Atuação e Produtos
VIII. Instrumentos Institucionais de Avaliação
IX. Organograma
X. Aspectos financeiros / cenários
PN – conteúdo resumido
PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA
PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
Dados cadastrais básicos
Dados do investimento social (quais são as
áreas de interesse, quais são as organizações
que apóia ou já apoiou no passado, qual o
valor que doa anualmente, o que doa
(dinheiro, produtos, mão de obra), etc
Faturamento, número de funcionários,
lucro no ano anterior, etc.
Dados do relacionamento com a fonte de
recursos
PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
Coleta de informações relevantes
PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
Coleta de Informações Relevantes
PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
Coleta de Informações Relevantes
PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
Coleta de Informações Relevantes
Dicas
A Prospecção bem feita
• Facilita o trabalho de
captação
• Direciona as atividades
da equipe
• Gera contatos com
maior probabilidade de
sucesso
PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
PROSPECÇÃO DE INVESTIDORES /
DOADORES EM POTENCIAL
A Ferramenta VIC
Ferramenta fácil de usar para
identificar oportunidades e
potencial de doação para
uma entidade
V = Vínculo
Qual o vínculo existente com a fonte de recursos? Quem seria a
melhor pessoa da organização para fazer o contato?
I = Interesse
Nossa missão ou projeto é o foco de alguma fonte de recursos?
Qual o histórico do investimento social da fonte? Existe alguém
na fonte de recursos interessado na causa ou no projeto?
C = Capacidade
Qual é o valor do investimento social que a fonte de recursos é
capaz de fazer?
PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
A Ferramenta VIC
Empresa
Nome do
principal
executivo
Nome do
contato
Vínculo
com a
organizaç
ão
Interesse
na causa
Capacida
de de
doar
Total
VIC
1 ABN Amro Real 4 5 5 14
2 BASF
Wagner Brunini -
RH
4 5 5 14
3 Fundação Itaú Social 4 5 5 14
4 Carrefour 3 5 5 13
5 Citigroup
Alexandre ferro -
RH
4 4 5 13
6 Fundação Bradesco 3 5 5 13
7 Fundação Otacílio Coser Coimex 3 5 5 13
A FERRAMENTA VIC
Empresa
Valores
doados em
mil em 2006
Quem
pedirá a
visita
Quem
visitará
Nome da
secretári
a
Hobby
Fone /
email
1 ABN Amro Real Amaury
2 BASF Clovis / Amaury
3 Fundação Itaú Social Clovis
4 Carrefour Michel
5 Citigroup Amury
6 Fundação Bradesco Amaury
7 Fundação Otacílio Coser Coimex Amaury
A FERRAMENTA VIC
Onde armazenar
informações?
– Pastas ou fichas;
Palm Top, Excel,
Fluxo CRM,
Conecthics, salesforce,
e-tapestry
Importante: atualização
constante
Criação do banco de dados
PROSPECÇÃO
DE EDITAIS
Dicas
A internet pode ser uma ótima fonte de informações, mas:
— Não deve ser a única
— Cuidado com a produtividade
— Veja relevância das informações: a seleção deve ser
rigorosa
Dicas
A internet pode ser uma ótima fonte de informações, mas:
— Não deve ser a única
— Cuidado com a produtividade
— Veja relevância das informações: a seleção deve ser
rigorosa
PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIALPROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
COMUNICAÇÃO DE SUPORTE
À CAPTAÇÃO DE RECURSOS
Justifique “por quê”, “para quê” e “por quem” a campanha será
realizada
Diga como o projeto transformará vidas
Storytelling
ARGUMENTAÇÃO PARA
CAPTAÇÃO DE RECURSOS
Elaboradas a partir do plano de
captação
Para pessoas físicas ou jurídicas
Cuidado com a estética
Sucintas, mas com dados
convincentes
Várias mídias (impressa, cd,
e-mail, vídeo, pen drive, PDF, etc.)
COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO
“Kit de Captação”
Informações que podem ser
facilmente compreendidas e criam
identificação entre o investidor
/ doador e a causa, organização
ou campanha
Simulações de incentivos
Plano de reciprocidade
Termo de doação / patrocínio
COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO
“Kit de Captação”
COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO
Apresentações - Roteiro
Características BENEFÍCIOS /
RESULTADOS
COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO
Apresentações - Roteiro
Características
BENEFÍCIOS /
RESULTADOS
COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO
Apresentações - Roteiro
RESULTADOS
COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO
Apresentações - Roteiro
1) Resultados
2) Missão e quem somos ??????
3) Metodologia = como fazemos – diagrama, fotos,
contar história (caso concreto de um beneficiário
4) Dados - x crianças,
5) Justificativas, cenário, diferencial (convide para
visitar se for o caso)
5) Benefícios, contrapartidas
6) Como apoiar
7) Contato – site, tel, nome = pode estar em um
cartão em separado
 Normalmente com PowerPoint , Prezi,
emaze ou Flash
 Idéia de profissionalismo
 Diversos recursos de ilustração e animação
(não exagerar nos efeitos)
COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO
Apresentações Audiovisuais
COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO
Apresentações Audiovisuais
 Texto legível e pequeno, com cores agradáveis
 Pode incluir um vídeo de 2 minutos
 Utilizar como “deixa” principalmente nas
apresentações institucionais e para captação de
recursos (tempo normalmente é curto)
CONSEGUINDO O
ENCONTRO
APRESENTAÇÕES
Cara a cara:
 15 minutos
 O PITCH de 5
 Elevator speech
 Frase de efeito
http://www.youtube.co
m/watch?v=ylprbcJ_FRs
http://www.youtube.c
om/watch?
v=OW2FsCqVtpA
http://www.youtube.co
m/watch?
v=7rdcRW3jGlg
Para marcar reuniões
– Enviar cartas ou e-mails ?
– Telefonar ?
– Com quem falar ?
– Telefonar e enviar e-mail ?
CONSEGUINDO O ENCONTRO
Método AIDA (Tom Ahern)
• Atenção
• Interesse
• Desejo
• Ação
CONSEGUINDO O ENCONTRO
Elabore um email teaser (resumo com desejo de
saber mais) e endereço na Internet
CONSEGUINDO O ENCONTRO
Elabore um email teaser (resumo com desejo de
saber mais) e endereço na Internet
CONSEGUINDO O ENCONTRO
Elabore um email teaser (resumo com desejo de saber
mais) e endereço na Internet
CONSEGUINDO O ENCONTRO
Devemos estar preparados para diversas perguntas
e objeções e já ter as respostas prontas
–Por que está pedindo para mim ?
–Não tenho recursos
–Neste momento não tenho condições
–Minha situação econômica está difícil
–Me ligue no final do ano
–Etc...
CONSEGUINDO O ENCONTRO
O que conhecemos do possível investidor /
doador ?
O que faz a esposa, filhos ?
Aparece em revistas ?
Por que ele deveria apoiar a nossa instituição ?
O que (quanto) vamos solicitar ?
Quem fará o contato ?
Quem irá ao encontro e qual o papel de cada um?
Utilizar uma ficha, planilha com dados (VIC)
PLANEJANDO A REUNIÃO
 O número de participantes mais efetivo é
 Defina os papéis de cada um
PLANEJANDO A REUNIÃO
2
PLANEJANDO A REUNIÃO
Diretores e conselheiros podem contar
melhor a história da organização e têm
credibilidade
PLANEJANDO A REUNIÃO
Um expert que poderá
apresentar o projeto e esclarecer
dúvidas
Uma pessoa de vínculo que
poderá estabelecer um clima de
confiança, apresentar o expert e
pedir o donativo
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
Dicas
Tomar cuidado com o tempo, evitando
falar demais
Utilize recursos audiovisuais (como guia)
 Filmes (máximo 2 minutos)
 Apresentação em Power Point
 Pedir indicações e escutar bastante o
possível doador / investidor
 Entregue um material impresso e o CD
da apresentação
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
 Abertura
 A exposição
 Esclarecendo dúvidas
 A solicitação
 As objeções
 Compromissos
A
Reunião
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
1. Abertura
Duração 5 minutos
– Não é uma reunião social,
mostre respeito ao tempo.
– Momento das primeiras
impressões
Realizam-se as apresentações
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
1. Abertura (cont.)
Procure estabelecer um clima de
confiança e um ambiente amável
(quebra de gelo)
– Dialogue sobre temas comuns
do cotidiano, da família, do
negócio, etc.
Agradeça pelo tempo e pela
disposição
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
2. A exposição
Quem somos
Descreva a instituição de maneira
clara e concreta. Por que ela deve
existir ? (teoria dos fatos e cenário)
Fale dos métodos e programas.
Como fazemos ? Ênfase em algum
ponto especial do investidor ou seja
breve neste quesito
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
2. A exposição (cont.)
Descreva o projeto ou programa para o qual vamos solicitar
os recursos
O que se pretende obter. Quais os resultados esperados.
Quanto custa este projeto
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
3. Esclarecendo as dúvidas
Busque o entendimento e a
compreensão do programa ou projeto
(transparência) em todos os seus
aspectos
Se necessário faça perguntas
abertas:
– O que achou do nosso projeto ?
– Existe algum detalhe que
gostaria que aprofundemos ?
– Têm alguma sugestão ?
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
3. Esclarecendo as dúvidas
(cont.)
O objetivo nesta fase é
buscar a aceitação por parte
do doador / investidor para
nossos projetos e programas
CONVIDE PARA
VISITAR A NOSSA
ORGANIZÇÃO
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
4. A solicitação
Solicite uma quantidade específica
(demonstra que você conhece a pessoa
e / ou a empresa)
Utilize frases como:
– Para que este projeto seja uma
realidade necessitamos de seu apoio de:
diga o valor em R$
– Temos pensado que você poderia
participar deste projeto com um aporte
entre “tanto e tanto”
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
DEPOIS DE DIZER
O VALOR
PERMANEÇA EM
SILÊNCIO
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
A solicitação
5. As objeções
Não neste momento
Não nestes valores
Não desta maneira
Não para você
Não para este projeto
Não para construção
Não para o dia-a-dia
Tenho que falar com os Diretores
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
6. Compromissos e follow-up
Negocie (se for o caso)
Clareie os valores e benefícios
oferecidos
Apresente alternativas
Resuma a reunião
Estabeleça os próximos passos e
contatos
Agradeça o tempo, as sugestões e o
“apoio”
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
Na prática
OS PAPÉIS E A PRÁTICA
Não quantificar
Falar demais e não escutar
Falar da organização e de seus
métodos em lugar de falar dos
motivos da campanha e e
resultados esperados
Não apresentar outras
alternativas
ERROS MAIS COMUNS AO SOLICITAR RECURSOS
Não saber o suficiente sobre o
investidor antes de reunir-se
Continuar falando sobre a
organização depois de
solicitar os recursos
Não enviar pessoas
treinadas e entrosadas
para solicitar os recursos
ERROS MAIS COMUNS AO SOLICITAR RECURSOS
Charles Darwin publicou em 1872 um
trabalho de enorme influência
"A expressão das emoções no homem e nos
animais"
O CORPO FALA
A linguagem silenciosa da comunicação não-
verbal
Na conversa frente a frente, o impacto é:
35% Verbal (palavras)
65% Não-Verbal (gestos e movimentos)
A maioria dos pesquisadores concorda que:
O canal verbal é usado para transmitir
informações
O canal não-verbal é usado para negociar
atitudes entre as pessoas e como substituto
de mensagem verbal.
O CORPO FALA
MONITORAMENTO
193
Objetivos específicos Metas Indicadores Meios de verificação
Objetivo geral :
final
Cumprimos o prometido?
Atendemos as expectativas ?
Exercício
final
O que eu
vou levar?
O que vou
iniciar
amanhã?
MENSAGEM FINAL
"Para navegar contra a
corrente, são necessárias
condições raras: espírito de
aventura, coragem,
perseverança e paixão."
(Nise da Silveira)
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michel@criando.net
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TodaToda
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Empresas 0715 sha

  • 1.
    EMPRESAS Captação com pequenas, médiase grandes (sem edital) www.slideshare.net/micfre12/
  • 2.
  • 3.
    TEMAS DA APRESENTAÇÃO Fontesde Recursos Tipos de investidores Estratégias ISP Mkt de causas NFP Eventos O Pitch de 5 e 15 minutos O corpo fala Follow up indicadores
  • 4.
    EXERCÍCIO A chuteira ea caneleira custam juntas R$110. A chuteira custa R$ 100 a mais que a caneleira. Valor da chuteira? Valor da caneleira? INTUIÇÃO
  • 5.
    Feeling / Intuição Exercício A+ B = 110 A – B = 100 A = 110 – B A = 100 +B 100 + B = 110 – B 2B = 110 – 100 B = 10 /2 = 5
  • 6.
    NÃO DEPENDA DAINTUIÇÃONÃO DEPENDA DA INTUIÇÃO Para Daniel Kahneman, “Nobel de Economia”, é um grande risco tomar decisões usando a área preguiçosa e irracional do cérebro. A mente éA mente é comandadacomandada por 2 sistemaspor 2 sistemas (rápido e devagar)(rápido e devagar)..
  • 7.
  • 8.
    Fontes de Financiamento Doadaspara a Caritas que mantém um supermercado em Casilino onde os/as sem teto
  • 9.
    Fontes institucionais (ODAs) Iniciativa privada Empresas e institutos empresariais Pessoas Fundações Organizações religiosas Igreja Cooperação e Agencias nacionaise internacionais Associações Governo Federal, Estadual, Municipal e internacional Fundações empresariais, familiares, mistas, comunitárias e independentes PRINCIPAIS FONTES DE RECURSOS / FINANCIAMENTO
  • 10.
    PRINCIPAIS FONTES DERECURSOS / FINANCIAMENTO / ESTRATÉGIAS Projetos de Geração de Renda Venda Fundo patrimonial Prestação de serviços MRC EVENTOS PROJETOS PARCERIAS Alugueis Negócio com impacto social Iniciativa privada Organizações Religiosas Fundações Nac. e Internacionais Fontes Institucionais Governos
  • 11.
    ESSENCIALESSENCIAL Diversificação das fontesde recursosDiversificação das fontes de recursos  Legitimidade socialLegitimidade social  Diminuição do riscoDiminuição do risco  Sustentabilidade financeira de longoSustentabilidade financeira de longo prazoprazo FONTES DEFONTES DE RECURSOSRECURSOS
  • 12.
  • 13.
    PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Fase doDirecionamento ESTRATÉGIA
  • 14.
    Malba Tahan, OsCegos E O Elefante Encontramos pessoas que, à semelhança dos cegos de Jericó, adiantam informações erradas e falsas sobre coisas que não conhecem, na convicção de que estão com a verdade. Primeiro o todo e depois as partes Morais da história: Em terra de cego, quem tem um olho anda vendo coisas. Quando algo é tido como verdade, o que é diferente parece mentira. Problemas comuns unem.
  • 15.
    ESTRATÉGIA Mintzberg; Ahlstrand; Lampel(2000 p.13) compara a estratégia a um elefante analisado por cegos: Somando as partes, certamente não teremos um elefante. Um elefante é mais que isto. Contudo, para compreender o todo também precisamos compreender as partes.
  • 16.
    Estratégia é aarte de explorar condições e caminhos favoráveis com o fim de alcançar objetivos. Segundo o dicionário Aurélio: Mintzberg (1996) a sintetiza como sendo uma forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados. ESTRATÉGIA
  • 18.
    AS ESTRATÉGIAS PARAMOBILIZAÇÃO DE RECURSOS PARA AS OSCS Quatro principais estratégias, para acessar as fontes já comentadas. Podem ser mistas, ou seja, combinadas entre si, gerando então uma nova estratégia: Editais Captação de produtos Voluntariado GRP Cada uma destas estratégias pode ter estratégias secundárias, táticas e ferramentas específicas.
  • 19.
    Estratégia principal Estratégiasecundária cultura, Idoso, criança e adolescente, esporte, saúde OSCIP, UPF, CEBAS ProAC e outros estaduais e municipais Financiamento coletivo (crowdfunding) Websites / redes Prêmios Inscrição Venda de serviços Licenciamento MRC- Marketing relacionado a causas Eventos Fundos patrimoniais Aluguéis Legados Doação em dobro (Matchfund) Com vinculo à organização ou a seus gestores Sem vínculo Catástrofes Bazar Leilão 2015 Michel Freller, Danilo Tiisel, Ader Assis www.criando.net / www.socialprofit.com.br / www.adreelang.com.br Pesquisa / Nota fiscal (paulista) Diretoria / voluntários Captação de produtos Rede bens apreendidos solicitação Regulamentos específicos e estatuto Emoção e emergência redes sociais, anúncios, SMS, vídeos Voluntariado (supporter) Grandes e médios doadores (major donors) tirar da zona de conforto / entorno (da organização) rede, visitas pessoais, desenvolvimento de conselhos, email e pesquisa, cotas, incentivos fiscais, tijolo, contar histórias, selo Campanha capital Pequenos doadores Doação regular, recorrente (membership - adote) cara a cara, email, mala direta, clique e agende, telemarketing, redes sociais, jogos, torpedo - SMS, contar histórias, tijolo, voluntariado, embaixadores da causa, vídeos, direct response - TV, comunicação permanente, P2P Apadrinhamento (programa de afiliação) Solicitação - doação única Parcerias Prestadores de serviços visitas, pesquisa, contratos Anúncios Contrato Filmes de 2 min Pesquisa Geração de Renda Própria (GRP) Venda de produtos Micro doação - arredondar, NFP Divulgação, anúncios, cartão de crédito Loja própria Bazar / brinde / Rifa Pesquisar e formatar Criar personagem Rede, pesquisa e reunião Gestão de marcas e parcerias (Branding) Patrocíno/ cotas - Definir tema, pessoa famosa (embaixador), patroness - Show/ jantar / palestra / etc. Gestão e governança Tática Ferramentas Edital (Grants) Sem incentivo Pesquisa, gestão coletiva SICONV, convênios, pesquisa, websites, emenda parlamentar escrever o projeto / pesquisa e visitas Incentivos Fiscais Federais, Estaduais e Municipais Formatar o projeto Funcionários das empresas parceiras
  • 20.
    Relação: Fonte xEstratégia x Tática Estratégia principal Estratégia secundária Semincentivo SICONV,convênios,pesquisa,websites,emenda parlamentar cultura,Idoso,criançaeadolescente,esporte,saúde ProACeoutrosestaduaisemunicipais Financiamento coletivo Websites/filmede2min Prêmios Inscrição Tática Ferramentas Edital(Grants) Pesquisa,gestãocoletiva escrevero projeto/ pesquisae visitas IncentivosFiscais Federais,Estaduais eMunicipais Formataroprojeto Funcionáriosdasempresasparceiras Rededecontatos Pesquisa
  • 21.
    Relação: Fonte xEstratégia x Tática Estratégia principal Estratégia secundária Venda deserviços Licenciamento MRC- Marketing relacionado a causas Eventos Fundos patrimoniais Aluguéis Patrocíno/ cotas - Definir tema, pessoa famosa (embaixador), patroness - Show/ jantar / palestra / Gestão egovernança Regulamentos específicos e estatuto Anúncios Contrato Geraçãode Renda Própria (GRP) Venda deprodutos Micro doação - arredondar, NFP Divulgação, anúncios, cartão de crédito Loja própria Bazar / brinde/ Rifa Pesquisar eformatar Criar personagem Rede, pesquisa e reunião Gestão demarcas eparcerias (Branding) Tática Ferramentas
  • 22.
    Relação: Fonte xEstratégia x Tática Estratégia principal Estratégia secundária legados doação em dobro (Matchfund) Com vinculo à organização ou a seus gestores sem vínculo Catástrofes Parcerias Prestadores de serviços visitas, pesquisa, contratosPesquisa / Nota fiscal (paulista) Diretoria / voluntários Emoção e emergência redes sociais, anúncios, SMS, vídeos Voluntariado (supporter) Grandes e médios doadores (major donors) tirar da zona de conforto / entorno (da organiza ção) rede, visitas pessoais, desenvolvimento de conselhos, email e pesquisa, cotas, incentivos fiscais, tijolo, contar histórias, selo Campanha capital Pequenos doadores Doação regular, recorrente (membership - adote) cara a cara, email, mala direta, clique e agende, telemarketing, redes sociais, jogos, torpedo - SMS, contar histórias, tijolo, voluntariado, embaixadores da causa, vídeos, direct response - TV, comunicação permanente, P2P Apadrinhamento (programa de afiliação) Solicitação - doação única Tática Ferramentas
  • 23.
    Relação: Fonte xEstratégia x Tática Estratégia principal Estratégia secundária Bazar Leilão 2015MichelFreller,DaniloTiisel,AderAssis www.criando.net/www.socialprofit.com.br / www.adreelang.com.br Captaçãode produtos Rede/Coleta bensapreendidos solicitação/anunciar Tática Ferramentas
  • 24.
    Fundações RESUMO DAS FONTES,ESTRATÉGIAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS E FERRAMENTAS Em roxo e azul as fontes; em vermelho, estratégias principais; em verde, estratégias secundárias para GRP e em azul claro, ferramentas e táticas Fontes institucionais Agências e cooperação nacionais e Internacionais Associações Governo federal, estadual, municipal, internacional Fundações empresariais, familiares, mistas, comunitárias e independentes Organizações Religiosas Igreja Iniciativa Privada Empresas e Institutos empresariais Pessoas Editais Voluntariado Geração de Renda própria Captação de Bens e Produtos Eventos MRC Venda de produtos Vendas de Serviços Fundo Patrimonial Patrocíno/ cotas - Definir tema, pessoa famosa (embaixador) , Gestão de marcas e parcerias (branding) Criar Personagem Micro doação - arredondar, NFP, loja própria, bazar, brinde, rifa Pesquisar e formatar Gestão e governança Licenciamento patroness - Show/ jantar / palestra / bingo, etc Aluguel Anúncios
  • 25.
    MOBILIZAÇÃO DE RECURSOSDE EMPRESAS MARKETING ENTORNO MATERIAL INSTITUTOS EMPRESARIAIS RH SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS PESSOAS
  • 26.
  • 27.
    Desafios Acesso difícil aquem decide Desafios Acesso difícil a quem decide EmpresasEmpresas ESCRITÓRIOS ESPECIALIZADOS ?!?!?!?!?!?!??!?!? !?!!?!?!?!?!? Elo 3 Aplauso Cultura J. Leiva Cultura e Esporte Dearo Patrolink
  • 28.
    1. Que empresasjá doam para a sua organização atualmente? 2. Que empresas, na sua área, têm alguma ligação com a sua missão? 3. Que empresas doam para organizações semelhantes à sua? 4. Qual dos seus conselheiros ou diretores tem ligação com alguma empresa? 5. Quem, vocês conhecem, em qualquer das empresas potencialmente doadoras? 6. Que empresas locais vocês poderiam convidar para participar do seu conselho? Perguntas importantes que a sua organização deve responder: Fontes – Empresas, como acessar?
  • 29.
    • Doação financeiratradicional ou cota manutenção • Estimulando o voluntariado • Dias de trabalho dos seus empregados • Editais/ Projetos – com ou sem incentivo fiscal • Doando equipamento ou serviços pró-bono • Cessão de espaço físico • Parcerias • Marketing de causas • ISP X Marketing Fontes – Empresas, de que forma?
  • 30.
    FILANTROPIA Ação social externade uma organização, tendo como beneficiária principal a comunidade e/ou outras organizações INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO Repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público X DISTINÇÃO IMPORTANTE PARA O CAPTADOR DE RECURSOS
  • 31.
    Realizado por empresas, fundaçõese “institutos” de origem empresarial ou instituídos por indivíduos ou famílias Deveraim ter natureza distinta do marketing, PROSPECÇÃO DE INVESTIDORES Investimento Social Privado
  • 32.
    ISPs ESCOLHEM UMFOCO DE ATUAÇÃO Evitam colaborar com projetos de forma casuística e pontual A falta de foco dificulta a avaliação dos resultados e diminui o impacto PROSPECÇÃO DE INVESTIDORES Investimento Social Privado
  • 33.
    ISPs AVALIAM A SUSTENTABILIDADEDA INICIATIVA Equilíbrio e continuidade Definir orçamento e a periodicidade do investimento social Garantir a gestão adequada dos recursos PROSPECÇÃO DE INVESTIDORES Investimento Social Privado
  • 36.
    GRANDES DOADORES 1.000.000,00 Número deValor Total neste Total doações Mínimo da Nível Acumulado Necessárias min max Doação 1 3 5 100.000 100.000 100.000 3 6 10 80.000 240.000 340.000 3 6 10 40.000 120.000 460.000 5 12 20 25.000 125.000 585.000 10 30 50 15.000 150.000 735.000 20 60 100 5.000 100.000 835.000 30 90 150 3.500 105.000 940.000 40 120 200 1.500 60.000 1.000.000 TOTAL 112 327 545 1.000.000 ou Pirâmide de Doação para US$ Padrões de Amostra de Investimentos Número a prospectar Fonte: © Farr Healey Consulting, LLCFonte: © Farr Healey Consulting, LLC — Entre as primeiras dez a doze grandes doações - 40% a 60% da metaEntre as primeiras dez a doze grandes doações - 40% a 60% da meta — Solicitações “em massa” – a partir de obtida a metade da necessidade financeiraSolicitações “em massa” – a partir de obtida a metade da necessidade financeira Padrões de amostra de investimentos ou Pirâmide de doação para US$ 1 milhão
  • 38.
  • 39.
    NFP • Jurídico • Marketing/ Marca • Voluntariado • Rede de relacionamento ESTRATÉGIA SOFISTICADA
  • 40.
    Antes de começar Quempode? Nós podemos? O que precisamos saber? Qual a nossa rede? Nossa marca é conhecida na nossa região? Temos parceiros no mercado de consumo? organizações de assistência social e da área da saúde e proteção de animais
  • 41.
    Antes de começar •Receber notas e cupons fiscais sem a identificação do consumidor • Cadastrá-las no sistema da Nota Fiscal Paulista por meio de seus “usuários cadastradores”; • Receber a doação de documentos fiscais cadastrados por consumidores a favor da entidade social; • Participar dos Sorteios realizados pelo programa.
  • 42.
    Antes de começar Quempode? Nós podemos? O que precisamos saber? Qual a nossa rede? Nossa marca é conhecida na nossa região? Temos parceiros no mercado de consumo?
  • 46.
  • 57.
  • 61.
  • 62.
    Prioridade Beneficiários/as: artesãos/ãs, comunidadecarente, em risco social Prioridade Instituição / Beneficiário/a: beneficiário/a produz e pode também se beneficiar financeiramente Prioridade é a diversificação das fontes: compõe a renda da instituição. Produtos são fabricados por terceiros e / ou por beneficiários/as. Tipos GERAÇÃO DE RENDA
  • 63.
    IMPORTANTE A venda deprodutos e serviços não pode extrapolar a condição de atividade meio
  • 64.
  • 65.
    65 Consultorias e Assessorias Cursos Web designer Guiasde ecoturismo Educação e Saúde VENDA DE SERVIÇOS Através de:
  • 66.
    Bazar Doces e salgados/ Buffet Produtos institucionais Artezanato Leilões VENDA DE PRODUTOS
  • 67.
  • 68.
    Na própria organização Internet(próprio site ou coletivo) www.airu.com.br www.solidarium.com.br www.elo7.com.br Parcerias / Loja própria http://www.adere.org.br Lojas do mercado ‾ Supermercado ‾ Shopping center (especializadas ou não) ‾ Feiras de artesanato Locais de Venda PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA
  • 69.
    RESUMO DOS IMPOSTOSE DA INCIDÊNCIA SOBRE AS OSCS INSS (cota patronal) Não (em média 28,8% sobre a folha) idem isentas zero IMUNES sem CEBAS IMUNES com CEBAS (1) TRIBUTOS ISENTAS Não em SP – outros Estados verificar solicitar reconhecimento de imunidade ou isenção de acordo com cada estado ICMS (produtos fabricados) Sim (2) IR Sim (por lei) (3) Sim (2) CSLL Sim (por lei) (3) Solicitar reconhecimento de imunidade e % de acordo com o produto IPI Não existe isenção 1% sobre a falha de pagamentos PIS (4) 1% sobre a folha COFINS (produtos não próprios) (6) 3% sobre a receita 7,6% sobre a diferença entre receitas e despesa (5) não há em SP solicitar reconhecimento de imunidade isento até 2.500 UFESPs (R$ 46.100,00) ITCMD Solicito isenção (7) isento até 2.500 UFESPs (R$ 46.100,00) solicitar reconhecimento de imunidade e possuir Utilidade Pública Estadual e inscrito na secretaria de assistência social IPVA não há em SP solicitar reconhecimento de imunidade ISS não há em SP para OSC, somente por tipo de serviço (ex: cultura) (8) solicitar reconhecimento de imunidade IPTU (9) só templos e cultura
  • 70.
    RESUMO DOS IMPOSTOSE DA INCIDÊNCIA SOBRE AS OSCS Fonte: elaboração própria com dados das leis (1) Imunes sem Cebas são imunes a IR e CSLL e se equivalem às isentas com relação aos outros tributos (2) Artigo 150, inciso VI, c da Constituição Federal para organizações de assistência social, educação e saúde (3) Art. 15, da Lei 9.532, c.c. Art. 174 do Decreto nº 3.000/99. Não é exigido processo administrativo anterior. (4) Art. 13, IV, da MP n° 2.158-35/2001 e art. 8º, II da Lei nº 9.715/98) (5) Art. 14, X, c.c. artigo 13, I, ambos da Medida Provisória MP 2.158-35/01. Lei nº 10.833. (6) Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal (IN-SRF) nº 247, de 21.11.2002, abaixo transcrita: "Art.47, § 2º. Consideram-se receitas derivadas das atividades próprias somente aquelas decorrentes de contribuições, doações, anuidades ou mensalidades fixadas por lei, assembleia ou estatuto, recebidas de associados ou mantenedores, sem caráter contra- prestacional direto, destinadas ao seu custeio e ao desenvolvimento dos seus objetivos sociais". (7) No Estado de São Paulo existe a possibilidade de isenção do ITCMD para organizações que comprovadamente atuem nas áreas cultural, ambiental ou de direitos humanos. A isenção depende de procedimento administrativo junto à Fazenda Estadual. Decreto Lei nº 46.655/2002, art. 6°, c.c. RESOLUÇÃO CONJUNTA SF/SC - 001, de 23-4-2002, artigo 3º (8) Conforme o art. 1º, do Decreto Lei nº 48.865/2007, o Município de São Paulo possibilita a isenção do tributo, o que deverá ser verificado conforme cada caso 9) O Município de São Paulo proporciona a isenção para templos e organizações culturais mediante prévio procedimento administrativo perante a Secretaria de Finanças do Município. Art. 19, I, III - a , V do Decreto nº 50.500, de 16 de março de 2009 IMUNES com CEBAS (1) Sim (2) Sim (por lei) (3) PIS (4) 7,6% sobre a diferença entre receitas e despesa (5) COFINS (produtos não próprios) (6) Solicitar isenção (7) e (8) Só templos e cultura (9)
  • 71.
    MRC - DefiniçãoIdis Marketing Relacionado a Causas é uma parceria comercial entre empresas e organizações da sociedade civil/ causas que utiliza o poder das suas marcas em benefício mútuo.
  • 72.
  • 73.
    MRC: Onde tudocomeçou • 1984 Jerry Welsh da American Express inventou o cause- related marketing para gerar receitas para uma associação (ONG) através do aumento da vendas: O projeto de restauro da estatua da liberdade
  • 74.
    • AmEx doou1¢ cada vez que se utilzasse o seu cartão. • A campanha alcançou $1.7M para o restauro da estátua da liberdade • O uso do cartão da American Express cresceu 28% no primeiro mês e a solicitação de novos cartões, 45%. MRC: Onde tudo começou
  • 75.
    O que éMRC para as empresas? (vantagens)
  • 76.
  • 77.
  • 78.
    Capitaneada por BonoVox do grupo musical U2 esta organização vende produtos com a cor vermelha para mobilizar recursos para OSCs que atuem na prevenção e cura do HIV / Aids. Este produtos são iguais em qualidade e preço ao mesmo produto com a cor normal, porém nestes produtos vermelhos uma parte do valor da venda ira para a organização RED. A compra ocorre pelo site www.red.org
  • 79.
    •157 aeronaves /100destinos Europa e África / + de 40 milhões de passageiros ano. Causas Água
  • 80.
    O caso daágua - Easyjet: A companhia aérea europeia de baixo custo vendeu, por muitos anos, em suas 150 aeronaves a 40 milhões de passageiros/ano, uma garrafa de água por dois euros, dos quais cinco centavos foram doados para o projeto pumpaid, que visava construir cisternas na África. Quando se consegue associar a causa ao produto o resultado é uma grande sinergia.
  • 81.
  • 82.
  • 83.
  • 84.
    Desde 2008 +de R$ 11 Milhões Ações – Revista
  • 85.
  • 86.
  • 87.
  • 88.
  • 89.
  • 90.
  • 92.
  • 93.
  • 94.
  • 95.
  • 96.
  • 97.
  • 98.
    Caso – InstitutoSe Toque A importância da marca
  • 99.
    Case – InstitutoSe Toque Camila Klein
  • 100.
    Case – InstitutoSe Toque Santander
  • 101.
    Case – InstitutoSe Toque Santander
  • 102.
    Case – InstitutoSe Toque Flores online
  • 103.
    Case – InstitutoSe Toque Valisere
  • 104.
    • RELAÇÃO DETROCA • EMPRESAS COMO FONTES DE RECURSOS (PRODUTOS) • DOADORES POTENCIAIS – VIZINHANÇA • DOAÇÃO FAZ BEM PARA QUEM DOA – COMPRAR O PRODUTO COM MRC TAMBÉM • ASSOCIAÇÃO DE MARCAS COM CAUSAS • DIVULGAÇÃO – IMPORTANTE! E OPORTUNIDADE • DOCUMENTO MÃE - VENDA DO PROJETO Conceitos
  • 105.
    GANHA A EMPRESAQUE INVESTE GANHA A ORGANIZAÇÃO GANHA A POPULAÇÃO BENEFICIADA PELA CAUSA Ganha, Ganha, Ganha
  • 106.
     Definir PotenciaisParceiros/as - Planejamento  Pesquisa Prévia – Alinhamento de Valores  1º CONTATO  Agendamento Reunião – Cara a Cara  Agilidade No Pós Reunião  Monitoramento  Negociação/Formalização – Contrato  Começar Com Pequenas Ações Pontos Importantes
  • 107.
     Pressa emfechar a parceria  Não ter o foco correto na negociação  Não ficar algo esclarecido e claro entre as partes  Não aproveitar a parceria para uma ação de comunicação e MKT  “Carimbar” os recursos O que não deve ser feito
  • 108.
    IDIS Instituto para oDesenvolvimento do Investimento Social www.idis.org.br/ GUIA PRÁTICO DE MARKETING RELACIONADO A CAUSAS Sugestão de Leitura
  • 109.
    Marketing de causas Parceriacom empresas Patrocinio Apoio a projeto da ORG Prestação de serviço Construção conjunta MRC Compre 1 e doe 1 Arredon damento Doe um R$ 1 Doe 1 e ganhe 1 Cupon de desconto Nota fiscasl paulista Ponto de venda Prateleira / gôndola Doe / apoie e ganhe um lugar melhor na gôndola Parceria com a empresa e mais um stakeholder (consumidor, funcionário ou fornecedor) Projeto próprio da empresa ou fundação empresarial
  • 118.
    Ações – Compre1 e doamos 1
  • 120.
    Eventos: estratégias, visibilidadee captação de recursos
  • 121.
    Fonte de recursos Divulgaçãoda causa Divulgação da organização, sua missão e projetos Reconhecimento e agradecimento aos doadores e voluntários Diferentes funções EVENTOS
  • 122.
  • 123.
    Corrida Seminário Baile Jantar Bingo Gincana Feira  Show  Happyhour  Teatro  Debate  Almoço  Bazar  Leilão  Leilão virtual
  • 124.
  • 125.
  • 129.
  • 130.
  • 133.
  • 134.
  • 135.
    Mantenedores Eventos Sistema de ensino Crowdfunding Caderno Emendaparlamentar Isenções Cursos Grandes incentivos Siconv Edital interncional MRC Edital nacional Incentivos Legenda Facilidade Investimento necessário Potencial Tempo de maturação Valor total DECISION MAKING SOFTWARE
  • 136.
    University Consulting Venture Fund Market Place Avaliarse as Organizações estão prontas Planejamento PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA http://www.nesst.org/
  • 137.
    I. Objetivo doTrabalho II. Direcionamento Institucional III. Histórico Institucional IV. Áreas de Atuação e Público Alvo V. Cenário VI. Justificativa VII. Atuação e Produtos VIII. Instrumentos Institucionais de Avaliação IX. Organograma X. Aspectos financeiros / cenários PN – conteúdo resumido PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA
  • 138.
  • 139.
    Dados cadastrais básicos Dadosdo investimento social (quais são as áreas de interesse, quais são as organizações que apóia ou já apoiou no passado, qual o valor que doa anualmente, o que doa (dinheiro, produtos, mão de obra), etc Faturamento, número de funcionários, lucro no ano anterior, etc. Dados do relacionamento com a fonte de recursos PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL Coleta de informações relevantes
  • 140.
    PROSPECÇÃO DE DOADORESEM POTENCIAL Coleta de Informações Relevantes
  • 141.
    PROSPECÇÃO DE DOADORESEM POTENCIAL Coleta de Informações Relevantes
  • 142.
    PROSPECÇÃO DE DOADORESEM POTENCIAL Coleta de Informações Relevantes
  • 143.
    Dicas A Prospecção bemfeita • Facilita o trabalho de captação • Direciona as atividades da equipe • Gera contatos com maior probabilidade de sucesso PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
  • 144.
    PROSPECÇÃO DE INVESTIDORES/ DOADORES EM POTENCIAL A Ferramenta VIC Ferramenta fácil de usar para identificar oportunidades e potencial de doação para uma entidade
  • 145.
    V = Vínculo Qualo vínculo existente com a fonte de recursos? Quem seria a melhor pessoa da organização para fazer o contato? I = Interesse Nossa missão ou projeto é o foco de alguma fonte de recursos? Qual o histórico do investimento social da fonte? Existe alguém na fonte de recursos interessado na causa ou no projeto? C = Capacidade Qual é o valor do investimento social que a fonte de recursos é capaz de fazer? PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL A Ferramenta VIC
  • 146.
    Empresa Nome do principal executivo Nome do contato Vínculo coma organizaç ão Interesse na causa Capacida de de doar Total VIC 1 ABN Amro Real 4 5 5 14 2 BASF Wagner Brunini - RH 4 5 5 14 3 Fundação Itaú Social 4 5 5 14 4 Carrefour 3 5 5 13 5 Citigroup Alexandre ferro - RH 4 4 5 13 6 Fundação Bradesco 3 5 5 13 7 Fundação Otacílio Coser Coimex 3 5 5 13 A FERRAMENTA VIC
  • 147.
    Empresa Valores doados em mil em2006 Quem pedirá a visita Quem visitará Nome da secretári a Hobby Fone / email 1 ABN Amro Real Amaury 2 BASF Clovis / Amaury 3 Fundação Itaú Social Clovis 4 Carrefour Michel 5 Citigroup Amury 6 Fundação Bradesco Amaury 7 Fundação Otacílio Coser Coimex Amaury A FERRAMENTA VIC
  • 148.
    Onde armazenar informações? – Pastasou fichas; Palm Top, Excel, Fluxo CRM, Conecthics, salesforce, e-tapestry Importante: atualização constante Criação do banco de dados PROSPECÇÃO DE EDITAIS
  • 149.
    Dicas A internet podeser uma ótima fonte de informações, mas: — Não deve ser a única — Cuidado com a produtividade — Veja relevância das informações: a seleção deve ser rigorosa Dicas A internet pode ser uma ótima fonte de informações, mas: — Não deve ser a única — Cuidado com a produtividade — Veja relevância das informações: a seleção deve ser rigorosa PROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIALPROSPECÇÃO DE DOADORES EM POTENCIAL
  • 150.
    COMUNICAÇÃO DE SUPORTE ÀCAPTAÇÃO DE RECURSOS
  • 151.
    Justifique “por quê”,“para quê” e “por quem” a campanha será realizada Diga como o projeto transformará vidas Storytelling ARGUMENTAÇÃO PARA CAPTAÇÃO DE RECURSOS
  • 152.
    Elaboradas a partirdo plano de captação Para pessoas físicas ou jurídicas Cuidado com a estética Sucintas, mas com dados convincentes Várias mídias (impressa, cd, e-mail, vídeo, pen drive, PDF, etc.) COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO “Kit de Captação”
  • 153.
    Informações que podemser facilmente compreendidas e criam identificação entre o investidor / doador e a causa, organização ou campanha Simulações de incentivos Plano de reciprocidade Termo de doação / patrocínio COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO “Kit de Captação”
  • 154.
    COMUNICAÇÃO DE SUPORTEÀ CAPTAÇÃO Apresentações - Roteiro Características BENEFÍCIOS / RESULTADOS
  • 155.
    COMUNICAÇÃO DE SUPORTEÀ CAPTAÇÃO Apresentações - Roteiro Características BENEFÍCIOS / RESULTADOS
  • 156.
    COMUNICAÇÃO DE SUPORTEÀ CAPTAÇÃO Apresentações - Roteiro RESULTADOS
  • 157.
    COMUNICAÇÃO DE SUPORTEÀ CAPTAÇÃO Apresentações - Roteiro 1) Resultados 2) Missão e quem somos ?????? 3) Metodologia = como fazemos – diagrama, fotos, contar história (caso concreto de um beneficiário 4) Dados - x crianças, 5) Justificativas, cenário, diferencial (convide para visitar se for o caso) 5) Benefícios, contrapartidas 6) Como apoiar 7) Contato – site, tel, nome = pode estar em um cartão em separado
  • 158.
     Normalmente comPowerPoint , Prezi, emaze ou Flash  Idéia de profissionalismo  Diversos recursos de ilustração e animação (não exagerar nos efeitos) COMUNICAÇÃO DE SUPORTE À CAPTAÇÃO Apresentações Audiovisuais
  • 159.
    COMUNICAÇÃO DE SUPORTEÀ CAPTAÇÃO Apresentações Audiovisuais  Texto legível e pequeno, com cores agradáveis  Pode incluir um vídeo de 2 minutos  Utilizar como “deixa” principalmente nas apresentações institucionais e para captação de recursos (tempo normalmente é curto)
  • 160.
  • 161.
    APRESENTAÇÕES Cara a cara: 15 minutos  O PITCH de 5  Elevator speech  Frase de efeito http://www.youtube.co m/watch?v=ylprbcJ_FRs http://www.youtube.c om/watch? v=OW2FsCqVtpA http://www.youtube.co m/watch? v=7rdcRW3jGlg
  • 162.
    Para marcar reuniões –Enviar cartas ou e-mails ? – Telefonar ? – Com quem falar ? – Telefonar e enviar e-mail ? CONSEGUINDO O ENCONTRO
  • 163.
    Método AIDA (TomAhern) • Atenção • Interesse • Desejo • Ação CONSEGUINDO O ENCONTRO
  • 164.
    Elabore um emailteaser (resumo com desejo de saber mais) e endereço na Internet CONSEGUINDO O ENCONTRO
  • 165.
    Elabore um emailteaser (resumo com desejo de saber mais) e endereço na Internet CONSEGUINDO O ENCONTRO
  • 166.
    Elabore um emailteaser (resumo com desejo de saber mais) e endereço na Internet CONSEGUINDO O ENCONTRO
  • 167.
    Devemos estar preparadospara diversas perguntas e objeções e já ter as respostas prontas –Por que está pedindo para mim ? –Não tenho recursos –Neste momento não tenho condições –Minha situação econômica está difícil –Me ligue no final do ano –Etc... CONSEGUINDO O ENCONTRO
  • 168.
    O que conhecemosdo possível investidor / doador ? O que faz a esposa, filhos ? Aparece em revistas ? Por que ele deveria apoiar a nossa instituição ? O que (quanto) vamos solicitar ? Quem fará o contato ? Quem irá ao encontro e qual o papel de cada um? Utilizar uma ficha, planilha com dados (VIC) PLANEJANDO A REUNIÃO
  • 169.
     O númerode participantes mais efetivo é  Defina os papéis de cada um PLANEJANDO A REUNIÃO 2
  • 170.
  • 171.
    Diretores e conselheirospodem contar melhor a história da organização e têm credibilidade PLANEJANDO A REUNIÃO Um expert que poderá apresentar o projeto e esclarecer dúvidas Uma pessoa de vínculo que poderá estabelecer um clima de confiança, apresentar o expert e pedir o donativo
  • 172.
    OS PAPÉIS EA PRÁTICA
  • 173.
    Dicas Tomar cuidado como tempo, evitando falar demais Utilize recursos audiovisuais (como guia)  Filmes (máximo 2 minutos)  Apresentação em Power Point  Pedir indicações e escutar bastante o possível doador / investidor  Entregue um material impresso e o CD da apresentação OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  • 174.
     Abertura  Aexposição  Esclarecendo dúvidas  A solicitação  As objeções  Compromissos A Reunião OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  • 175.
    1. Abertura Duração 5minutos – Não é uma reunião social, mostre respeito ao tempo. – Momento das primeiras impressões Realizam-se as apresentações OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  • 176.
    1. Abertura (cont.) Procureestabelecer um clima de confiança e um ambiente amável (quebra de gelo) – Dialogue sobre temas comuns do cotidiano, da família, do negócio, etc. Agradeça pelo tempo e pela disposição OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  • 177.
    2. A exposição Quemsomos Descreva a instituição de maneira clara e concreta. Por que ela deve existir ? (teoria dos fatos e cenário) Fale dos métodos e programas. Como fazemos ? Ênfase em algum ponto especial do investidor ou seja breve neste quesito OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  • 178.
    2. A exposição(cont.) Descreva o projeto ou programa para o qual vamos solicitar os recursos O que se pretende obter. Quais os resultados esperados. Quanto custa este projeto OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  • 179.
    3. Esclarecendo asdúvidas Busque o entendimento e a compreensão do programa ou projeto (transparência) em todos os seus aspectos Se necessário faça perguntas abertas: – O que achou do nosso projeto ? – Existe algum detalhe que gostaria que aprofundemos ? – Têm alguma sugestão ? OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  • 180.
    3. Esclarecendo asdúvidas (cont.) O objetivo nesta fase é buscar a aceitação por parte do doador / investidor para nossos projetos e programas CONVIDE PARA VISITAR A NOSSA ORGANIZÇÃO OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  • 181.
    4. A solicitação Soliciteuma quantidade específica (demonstra que você conhece a pessoa e / ou a empresa) Utilize frases como: – Para que este projeto seja uma realidade necessitamos de seu apoio de: diga o valor em R$ – Temos pensado que você poderia participar deste projeto com um aporte entre “tanto e tanto” OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  • 182.
    DEPOIS DE DIZER OVALOR PERMANEÇA EM SILÊNCIO OS PAPÉIS E A PRÁTICA A solicitação
  • 183.
    5. As objeções Nãoneste momento Não nestes valores Não desta maneira Não para você Não para este projeto Não para construção Não para o dia-a-dia Tenho que falar com os Diretores OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  • 184.
    6. Compromissos efollow-up Negocie (se for o caso) Clareie os valores e benefícios oferecidos Apresente alternativas Resuma a reunião Estabeleça os próximos passos e contatos Agradeça o tempo, as sugestões e o “apoio” OS PAPÉIS E A PRÁTICA
  • 185.
    OS PAPÉIS EA PRÁTICA
  • 186.
  • 187.
    Não quantificar Falar demaise não escutar Falar da organização e de seus métodos em lugar de falar dos motivos da campanha e e resultados esperados Não apresentar outras alternativas ERROS MAIS COMUNS AO SOLICITAR RECURSOS
  • 188.
    Não saber osuficiente sobre o investidor antes de reunir-se Continuar falando sobre a organização depois de solicitar os recursos Não enviar pessoas treinadas e entrosadas para solicitar os recursos ERROS MAIS COMUNS AO SOLICITAR RECURSOS
  • 189.
    Charles Darwin publicouem 1872 um trabalho de enorme influência "A expressão das emoções no homem e nos animais" O CORPO FALA A linguagem silenciosa da comunicação não- verbal
  • 190.
    Na conversa frentea frente, o impacto é: 35% Verbal (palavras) 65% Não-Verbal (gestos e movimentos) A maioria dos pesquisadores concorda que: O canal verbal é usado para transmitir informações O canal não-verbal é usado para negociar atitudes entre as pessoas e como substituto de mensagem verbal. O CORPO FALA
  • 191.
  • 193.
    193 Objetivos específicos MetasIndicadores Meios de verificação Objetivo geral :
  • 194.
  • 195.
    Exercício final O que eu voulevar? O que vou iniciar amanhã?
  • 196.
    MENSAGEM FINAL "Para navegarcontra a corrente, são necessárias condições raras: espírito de aventura, coragem, perseverança e paixão." (Nise da Silveira)
  • 197.
  • 198.
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