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Embriologia
Prof Carlos Priante
AULA 4
A embriologia é a parte da Biologia que estuda o
desenvolvimento dos embriões animais.
Este desenvolvimento envolve diversos aspectos:
• multiplicação de células, através de mitoses
sucessivas (clivagens); Zigoto: 0,0000003g;
Feto (9 meses): + 3 Kg.
• diferenciação ou especialização celular, com
modificações no tamanho e forma das células que
compõem os tecidos.
Formação do embrião
  Fecundação;
 Segmentação ou Clivagem;
 Blastulação;
 Gastrulação;
 Neurulação.
Embriologia geral
Embriologia geral
Embriologia geral
Embriologia geral
Embriologia geral
Segmentação ou Clivagem
 A partir da primeira divisão mitótica, inicia-se o
desenvolvimento embrionário;
 Formação de blastômeros;
 Formação da mórula (bola maciça de células)
HOLOBLÁSTICA ou TOTAL
DESIGUAL : Ocorre em
ovos heterolécitos e, devido
à desigual distribuição do
vitelo, produz blastômeros
de tamanhos diferentes
(anfíbios).
IGUAL: É próprio dos
oligolécitos, onde a
distribuição uniforme de
vitelo permite a divisão
em blastômeros de
mesmo tamanho
(mamíferos)
DISCOIDAL
É típico dos ovos
telolécitos e atinge
apenas a região da
célula sem vitelo (aves
e répteis).
SUPERFICIAL
Ocorre em ovos
centrolécitos, as células
ficam na superfície do ovo
(artrópodes).
MEROBLÁSTICA ou PARCIAL
Tipos de Óvulos e Segmentação
Desigual
FASES DA SEGMENTAÇÃOFASES DA SEGMENTAÇÃO
MÓRULA
Forma maciça de células dada após sucessivas divisões
celulares.
BLÁSTULA
Forma globosa com uma única camada de células
(blastoderma), delimitando uma cavidade completamente
fechada preenchida com líquido (blastocele).
Embriologia geral
 GASTRULAÇÃO
Processo de formação da gástrula. Caracteriza-se pela presença de
duas camas celulares; pode ocorrer por embolia - formação da
gástrula por invaginação de um dos pólos da blástula ou por
epibolia - formação da gástrula nos vertebrados a partir do
recurvamento do disco embrionário.
Embriologia geral
 Quanto ao blastóporo:
 Protostômios: animais em que o blastóporo da origem a
boca (molscos, anelídeos, artrópodes etc)
 Deuterostômios: animais em que o blastóporo da origem
ao ânus (cordados e equinodermos)
 Quanto aos folhetos embrionários:
 Diblásticos: apresentam somente ectoderma e
endoderma (Cnidários).
 Triblásticos: apresentam ectoderma, endoderma e
mesoderma (Platelmintos, Nemátodas, moluscos,
anelídeos, artrópodes, equinodermos e cordados).
NEURULAÇÃO
Fase do desenvolvimento embrionário dos animais cordados,
imediatamente posterior à gástrula, durante o qual se forma o
tubo neural. É o estágio em que se intensifica a diferenciação
celular.
ORGANOGÊNESE
Fase em que há formação dos órgãos do animal; estágio em
que as células que compõem os respectivos tecidos se
apresentarão especializadas.
Neurulação
 NEURULAÇÃO – INICIA-SE COM A DIFERENCIAÇÃO DO TECIDO
NERVOSO A PARTIR DA ECTODERMA
PLACA NEURAL
SULCO NEURAL
GOTEIRA NEURAL
TUBO
NEURAL
SNC
Embriologia geral
Embriologia geral
Embriologia geral
Organogênese
DESTINO DOS FOLHETOS EMBRIONÁRIOSDESTINO DOS FOLHETOS EMBRIONÁRIOS
Visão geral
Fases do desenvolvimento
Zigoto: ovócito + espermatozóide (fertilização)
Clivagem ou segmentação: divisões mitóticas do zigoto →
blastômeros
Mórula: agregação de 12 ou + blastômeros (3 a 4 dias após
fertilização)
Blastocisto: formação de cavidade cística (blastocística) no
interior da mórula (trofoblasto; embrioblasto)
Implantação: fixação do blastocisto no endométrio (6 ao 12 dia
pós-fertilização)
Gastrulação: transformação blastocisto → gástrula → disco
embrionário trilaminar → três camadas germinativas = ectoderma,
mesoderma e endoderma (3a. semana)
Neurulação: formação do tubo neural→primórdio do sistema
nervoso central (encéfalo e medula espinhal)
Histogênese e organogênese
Crescimento e diferenciação
ANEXOS EMBRIONÁRIOS
FORMADOS DOS FOLHETOS EMBRIONÁRIO FAVORECEM
DESENVOLVIMENTO DO EMBRIÃO DE VERTEBRADOS:
A) SACO VITELÍNICO;
B) ÂMNIO;
C) ALANTÓIDE;
D) CÓRION;
E) PLACENTA;
F) CORDÃO UMBILICAL;
SACO VITELÍNICO
 1º ANEXO EMBRIONÁRIO;
 ARMAZENA NUTRIENTES;
 DESENVOLVIDO NOS PEIXES, RÉPTEIS E AVES;
 ATROFIADO NOS MAMÍFEROS
ÂMNIO
FINA MEMBRANA QUE DELIMITA
UMA BOLSA REPLETA DE
LÍQUIDO AMNIÓTICO;
 EVITA O DESSECAMENTO
DO EMBRIÃO;
 PROTEÇÃO CONTRA
CHOQUES MECÂNICOS;
EX: ANIMAIS AMNIÓTICOS – RÉPTEIS, AVES E MAMÍFEROS.
ALANTÓIDE
 MEMBRANA LIGADA A PARTE
POSTERIOR DO INTESTINO DO EMBRIÃO;
 ARMAZENAMENTO DE EXCRETAS;
 TROCAS GASOSAS;
ALANTÓIDE
 ABSORÇÃO DE CÁLCIO DA CASCA;
 DESENVOLVIDO NAS AVES E RÉPTEIS;
 ATROFIADO NOS MAMÍFEROS.
CÓRION
MEMBRANA FINA QUE ENVOLVE
OS ANEXOS EMBRIONÁRIOS;
 JUNTA-SE COM O ALANTÓIDE
PARA FORMAR O ALANTOCÓRION;
 NOS MAMÍFEROS FORMA AS
VILOSIDADES CORIÔNICAS;
CORDÃO UMBILICAL
 EXCLUSIVO DOS
MAMÍFEROS;
 LIGA O FETO E A PLACENTA MATERNA;
 APRESENTA DUAS ARTÉRIAS E UMA ÚNICA VEIA;
CORDÃO UMBILICAL
 GARANTE A NUTRIÇÃO E RESPIRAÇÃO;
 FORMADO PELO ALANTÓIDE E
PELA SACO VITELÍNICA;
PLACENTA
 EXCLUSIVA DOS MAMÍFEROS;
 POR TER ORIGEM MISTA,
NÃO É CONSIDERADA COMO
ANEXO EMBRIONÁRIO PARA
ALGUNS AUTORES;
 TROCA DE COMPOSTOS;
PLACENTA
 PRODUÇÃO DE HORMÔNIOS;
 NUTRIÇÃO, PROTEÇÃO E
RESPIRAÇÃO.
PLACENTA
ANEXOS EMBRIONÁRIOS
SACO
VITELÍNI
CO
ÂMNIO CÓRION ALANTÓI
DE
PLACEN
TA
PEIXES X
ANFÍBIOS X
RÉPTEIS X X X X
AVES X X X X
MAMÍFER
OS
X X X X X
AÇÃO DOS HORMÔNIOS
Desenvolvimento fetal 1º mês
Desenvolvimento fetal 2º mês
Desenvolvimento fetal 3º mês
Desenvolvimento fetal 4º mês
Desenvolvimento fetal 5º mês
Embriologia geral
Desenvolvimento fetal 6º mês
Desenvolvimento fetal 7º mês
Desenvolvimento feta 8º mês
FECUNDAÇÃO
Folículo e ovócito crescem lentamente, o
primeiro um pouco mais depressa. Quando
alcança o dobro de seu volume primitivo, o
ovócito começa a apresentar uma membrana
espessa e elástica, chamada zona pelúcida. O
folículo que circunda o ovócito cresce
também e se aproxima da superfície do
ovário, já então com o nome de folículo de
Graaf. E o ovócito dentro dele passa a
chamar-se óvulo.
Durante o período imediatamente anterior à
liberação do óvulo, ocorre uma lenta
aproximação mútua do pavilhão da trompa e
do ovário.
Segundo parece, os dois órgãos tentam
encurtar a distância espacial a ser percorrida
pelo óvulo, no trajeto ovário-trompa.
Simultaneamente, a trompa começa a exercer
movimentos que a percorrem toda, em
ondulações rítmicas, no sentido pavilhão-
útero.
Mas o fator mais importante na captação e
movimentação do óvulo provém dos
movimentos ondulatórios dos cílios que
forram o interior da trompa.
Daí resulta a movimentação dos líqüidos
abdominais, numa corrente dirigida para a
cavidade uterina.
A trompa atua como um exaustor e tenta
aspirar o óvulo, que não é dotado de
movimento próprio.
Finalmente, atraídos por uma substância
química que o óvulo libera, poucos destes
espermatozóides chegam até ele, pois
durante o trajeto, alguns morrem por serem
mais fracos, outros perdem-se e muitos
outros são mortos pelas células assassinas
do sistemas imunológico da mãe, cuja função
é destruir qualquer corpo estranho existente
em seu organismo.
Trabalhando em conjunto, os
espermatozóides (alguns já dentro da zona
pelúcida) começam a secretar uma enzima,
cujo o efeito é romper a membrana protetora
do óvulo, que se configura imenso: 85 mil
vezes maior que eles.
Após um árduo trabalho, apenas um
espermatozóide penetra o óvulo e neste exato
momento, uma contra-ordem elétrica se
produz na membrana situada por baixo da
zona pelúcida, que se fecha, impedindo a
entrada de qualquer outro.
No momento do encontro, os dois
núcleos fundem-se e é produzido o
amálgama cromossômico. O óvulo
deixa de ser o que era e passa a se
chamar "ovo" ou "célula-ovo" e o
núcleo do espermatozóide deixa de
existir. Podemos dizer que neste
instante, nasce um novo ser.
A CAMINHO DO ÚTERO
Aproximadamente vinte horas depois da
fusão, ocorre a primeira divisão celular
e a partir daí, a cada doze ou quinze
horas, ocorre uma nova divisão. As
células vão se dividindo
exponencialmente: serão quatro, depois
oito, dezesseis, trinta e duas e assim
por diante.
Este estágio é conhecido pelo nome de
mórula.
Enquanto ocorre essa divisão, o ovo caminha
em direção ao útero guiado pelos cílios da
trompa.
Este tempo de percurso dentro da trompa é
muito crítico, pois o novo ser, também está
exposto aos ataques do sistema imunológico
da mãe.
Dias após a fusão, o ovo, com as células
ainda em multiplicação, faz sua descida ao
útero e começa a procurar um lugar para se
fixar.
Nessa altura, um hormônio ovariano, a
progesterona, já terá preparado o endométrio
para alimentar o ovo, mediante suprimento
adicional de glicogênio e outras substâncias
nutritivas
NIDAÇÃO -
O ovo agora se chama blastocisto (blasto =
que vai gerar algo; cisto = cavidade).
Mais tarde, a parede do blastocisto, chamada
trofoblasto, irá dar origem à placenta.
A massa polar de células dará origem ao
embrião.
Quando o blastocisto finalmente faz contato
com o endométrio, as células do trofoblasto
atacam vigorosamente as células
endometriais e as vão destruindo
O blastocisto prossegue perfurando o
endométrio, cava nele um verdadeiro ninho
(de onde o nome nidação para o processo).
O rompimento dos vasos forma lagunas de
sangue que alimentam o blastocisto.
O endométrio começa a transformar-se, num
processo que se irradia circularmente do
ponto em que o trofoblasto ataca, em geral a
região mais alta do útero, mas nem sempre.
Após a fixação do blastocisto, começa a
formar-se o embrião, que toma esse nome
três semanas depois da fusão.
O endométrio recobre o blastocisto e forma
em torno dele uma cápsula de tecido
modificado.
A modificação do endométrio chama-se
reação decidual, porque o tecido endometrial
se transforma em decídua ("que desce", ou
cai), a ser expulsa no parto.
O endométrio transforma-se em três tipos de
decídua: a parietal que é a que continua a
revestir internamente o útero nas partes ainda
não atingidas pela cápsula onde se aloja o
embrião; a decídua capsular, que envolve a
cápsula; e a decídua basal (de base), que fica
por baixo dela. O trofoblasto primitivo regride
na decídua capsular e forma uma camada lisa
por baixo dela, o cório careca.
Junto à decídua basal, o trofoblasto se
transforma em cório frondoso, de onde
se originará a parte fetal da placenta.
A decídua basal, par baixo do cório
frondoso, dará origem à parte materna
da placenta.
Acontece às vezes de o óvulo fecundado
acomodar-se na mucosa da trompa, e não na
do útero.
Ou mesmo, em casos raríssimos, em alças
intestinais e outras mucosas.
São casos patológicos (gravidez ectópica),
em geral muito graves, por ameaçarem a vida
da mãe.
Fases do desenvolvimento
 Zigoto: ovócito + espermatozóide (fertilização)
 Clivagem ou segmentação: divisões mitóticas do zigoto →
blastômeros
 Mórula: agregação de 12 ou + blastômeros (3 a 4 dias
após fertilização)
 Blastocisto: formação de cavidade cística (blastocística)
no interior da mórula (trofoblasto; embrioblasto)
 Implantação: fixação do blastocisto no endométrio (6 ao
12 dia pós-fertilização)
 Gastrulação: transformação blastocisto → gástrula →
disco embrionário trilaminar → três camadas
germinativas = ectoderma, mesoderma e endoderma
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 Neurulação: formação do tubo neural→primórdio do
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Embriologia geral

  • 2. A embriologia é a parte da Biologia que estuda o desenvolvimento dos embriões animais. Este desenvolvimento envolve diversos aspectos: • multiplicação de células, através de mitoses sucessivas (clivagens); Zigoto: 0,0000003g; Feto (9 meses): + 3 Kg. • diferenciação ou especialização celular, com modificações no tamanho e forma das células que compõem os tecidos.
  • 3. Formação do embrião   Fecundação;  Segmentação ou Clivagem;  Blastulação;  Gastrulação;  Neurulação.
  • 9. Segmentação ou Clivagem  A partir da primeira divisão mitótica, inicia-se o desenvolvimento embrionário;  Formação de blastômeros;  Formação da mórula (bola maciça de células)
  • 10. HOLOBLÁSTICA ou TOTAL DESIGUAL : Ocorre em ovos heterolécitos e, devido à desigual distribuição do vitelo, produz blastômeros de tamanhos diferentes (anfíbios). IGUAL: É próprio dos oligolécitos, onde a distribuição uniforme de vitelo permite a divisão em blastômeros de mesmo tamanho (mamíferos)
  • 11. DISCOIDAL É típico dos ovos telolécitos e atinge apenas a região da célula sem vitelo (aves e répteis). SUPERFICIAL Ocorre em ovos centrolécitos, as células ficam na superfície do ovo (artrópodes). MEROBLÁSTICA ou PARCIAL
  • 12. Tipos de Óvulos e Segmentação Desigual
  • 13. FASES DA SEGMENTAÇÃOFASES DA SEGMENTAÇÃO MÓRULA Forma maciça de células dada após sucessivas divisões celulares. BLÁSTULA Forma globosa com uma única camada de células (blastoderma), delimitando uma cavidade completamente fechada preenchida com líquido (blastocele).
  • 15.  GASTRULAÇÃO Processo de formação da gástrula. Caracteriza-se pela presença de duas camas celulares; pode ocorrer por embolia - formação da gástrula por invaginação de um dos pólos da blástula ou por epibolia - formação da gástrula nos vertebrados a partir do recurvamento do disco embrionário.
  • 17.  Quanto ao blastóporo:  Protostômios: animais em que o blastóporo da origem a boca (molscos, anelídeos, artrópodes etc)  Deuterostômios: animais em que o blastóporo da origem ao ânus (cordados e equinodermos)
  • 18.  Quanto aos folhetos embrionários:  Diblásticos: apresentam somente ectoderma e endoderma (Cnidários).  Triblásticos: apresentam ectoderma, endoderma e mesoderma (Platelmintos, Nemátodas, moluscos, anelídeos, artrópodes, equinodermos e cordados).
  • 19. NEURULAÇÃO Fase do desenvolvimento embrionário dos animais cordados, imediatamente posterior à gástrula, durante o qual se forma o tubo neural. É o estágio em que se intensifica a diferenciação celular. ORGANOGÊNESE Fase em que há formação dos órgãos do animal; estágio em que as células que compõem os respectivos tecidos se apresentarão especializadas.
  • 20. Neurulação  NEURULAÇÃO – INICIA-SE COM A DIFERENCIAÇÃO DO TECIDO NERVOSO A PARTIR DA ECTODERMA PLACA NEURAL SULCO NEURAL GOTEIRA NEURAL TUBO NEURAL SNC
  • 25. DESTINO DOS FOLHETOS EMBRIONÁRIOSDESTINO DOS FOLHETOS EMBRIONÁRIOS
  • 27. Fases do desenvolvimento Zigoto: ovócito + espermatozóide (fertilização) Clivagem ou segmentação: divisões mitóticas do zigoto → blastômeros Mórula: agregação de 12 ou + blastômeros (3 a 4 dias após fertilização) Blastocisto: formação de cavidade cística (blastocística) no interior da mórula (trofoblasto; embrioblasto) Implantação: fixação do blastocisto no endométrio (6 ao 12 dia pós-fertilização) Gastrulação: transformação blastocisto → gástrula → disco embrionário trilaminar → três camadas germinativas = ectoderma, mesoderma e endoderma (3a. semana) Neurulação: formação do tubo neural→primórdio do sistema nervoso central (encéfalo e medula espinhal) Histogênese e organogênese Crescimento e diferenciação
  • 28. ANEXOS EMBRIONÁRIOS FORMADOS DOS FOLHETOS EMBRIONÁRIO FAVORECEM DESENVOLVIMENTO DO EMBRIÃO DE VERTEBRADOS: A) SACO VITELÍNICO; B) ÂMNIO; C) ALANTÓIDE; D) CÓRION; E) PLACENTA; F) CORDÃO UMBILICAL;
  • 29. SACO VITELÍNICO  1º ANEXO EMBRIONÁRIO;  ARMAZENA NUTRIENTES;  DESENVOLVIDO NOS PEIXES, RÉPTEIS E AVES;  ATROFIADO NOS MAMÍFEROS
  • 30. ÂMNIO FINA MEMBRANA QUE DELIMITA UMA BOLSA REPLETA DE LÍQUIDO AMNIÓTICO;  EVITA O DESSECAMENTO DO EMBRIÃO;  PROTEÇÃO CONTRA CHOQUES MECÂNICOS; EX: ANIMAIS AMNIÓTICOS – RÉPTEIS, AVES E MAMÍFEROS.
  • 31. ALANTÓIDE  MEMBRANA LIGADA A PARTE POSTERIOR DO INTESTINO DO EMBRIÃO;  ARMAZENAMENTO DE EXCRETAS;  TROCAS GASOSAS;
  • 32. ALANTÓIDE  ABSORÇÃO DE CÁLCIO DA CASCA;  DESENVOLVIDO NAS AVES E RÉPTEIS;  ATROFIADO NOS MAMÍFEROS.
  • 33. CÓRION MEMBRANA FINA QUE ENVOLVE OS ANEXOS EMBRIONÁRIOS;  JUNTA-SE COM O ALANTÓIDE PARA FORMAR O ALANTOCÓRION;  NOS MAMÍFEROS FORMA AS VILOSIDADES CORIÔNICAS;
  • 34. CORDÃO UMBILICAL  EXCLUSIVO DOS MAMÍFEROS;  LIGA O FETO E A PLACENTA MATERNA;  APRESENTA DUAS ARTÉRIAS E UMA ÚNICA VEIA;
  • 35. CORDÃO UMBILICAL  GARANTE A NUTRIÇÃO E RESPIRAÇÃO;  FORMADO PELO ALANTÓIDE E PELA SACO VITELÍNICA;
  • 36. PLACENTA  EXCLUSIVA DOS MAMÍFEROS;  POR TER ORIGEM MISTA, NÃO É CONSIDERADA COMO ANEXO EMBRIONÁRIO PARA ALGUNS AUTORES;  TROCA DE COMPOSTOS;
  • 37. PLACENTA  PRODUÇÃO DE HORMÔNIOS;  NUTRIÇÃO, PROTEÇÃO E RESPIRAÇÃO.
  • 39. ANEXOS EMBRIONÁRIOS SACO VITELÍNI CO ÂMNIO CÓRION ALANTÓI DE PLACEN TA PEIXES X ANFÍBIOS X RÉPTEIS X X X X AVES X X X X MAMÍFER OS X X X X X
  • 50. FECUNDAÇÃO Folículo e ovócito crescem lentamente, o primeiro um pouco mais depressa. Quando alcança o dobro de seu volume primitivo, o ovócito começa a apresentar uma membrana espessa e elástica, chamada zona pelúcida. O folículo que circunda o ovócito cresce também e se aproxima da superfície do ovário, já então com o nome de folículo de Graaf. E o ovócito dentro dele passa a chamar-se óvulo.
  • 51. Durante o período imediatamente anterior à liberação do óvulo, ocorre uma lenta aproximação mútua do pavilhão da trompa e do ovário. Segundo parece, os dois órgãos tentam encurtar a distância espacial a ser percorrida pelo óvulo, no trajeto ovário-trompa. Simultaneamente, a trompa começa a exercer movimentos que a percorrem toda, em ondulações rítmicas, no sentido pavilhão- útero.
  • 52. Mas o fator mais importante na captação e movimentação do óvulo provém dos movimentos ondulatórios dos cílios que forram o interior da trompa. Daí resulta a movimentação dos líqüidos abdominais, numa corrente dirigida para a cavidade uterina. A trompa atua como um exaustor e tenta aspirar o óvulo, que não é dotado de movimento próprio.
  • 53. Finalmente, atraídos por uma substância química que o óvulo libera, poucos destes espermatozóides chegam até ele, pois durante o trajeto, alguns morrem por serem mais fracos, outros perdem-se e muitos outros são mortos pelas células assassinas do sistemas imunológico da mãe, cuja função é destruir qualquer corpo estranho existente em seu organismo.
  • 54. Trabalhando em conjunto, os espermatozóides (alguns já dentro da zona pelúcida) começam a secretar uma enzima, cujo o efeito é romper a membrana protetora do óvulo, que se configura imenso: 85 mil vezes maior que eles. Após um árduo trabalho, apenas um espermatozóide penetra o óvulo e neste exato momento, uma contra-ordem elétrica se produz na membrana situada por baixo da zona pelúcida, que se fecha, impedindo a entrada de qualquer outro.
  • 55. No momento do encontro, os dois núcleos fundem-se e é produzido o amálgama cromossômico. O óvulo deixa de ser o que era e passa a se chamar "ovo" ou "célula-ovo" e o núcleo do espermatozóide deixa de existir. Podemos dizer que neste instante, nasce um novo ser.
  • 56. A CAMINHO DO ÚTERO Aproximadamente vinte horas depois da fusão, ocorre a primeira divisão celular e a partir daí, a cada doze ou quinze horas, ocorre uma nova divisão. As células vão se dividindo exponencialmente: serão quatro, depois oito, dezesseis, trinta e duas e assim por diante.
  • 57. Este estágio é conhecido pelo nome de mórula. Enquanto ocorre essa divisão, o ovo caminha em direção ao útero guiado pelos cílios da trompa. Este tempo de percurso dentro da trompa é muito crítico, pois o novo ser, também está exposto aos ataques do sistema imunológico da mãe.
  • 58. Dias após a fusão, o ovo, com as células ainda em multiplicação, faz sua descida ao útero e começa a procurar um lugar para se fixar. Nessa altura, um hormônio ovariano, a progesterona, já terá preparado o endométrio para alimentar o ovo, mediante suprimento adicional de glicogênio e outras substâncias nutritivas NIDAÇÃO -
  • 59. O ovo agora se chama blastocisto (blasto = que vai gerar algo; cisto = cavidade). Mais tarde, a parede do blastocisto, chamada trofoblasto, irá dar origem à placenta. A massa polar de células dará origem ao embrião. Quando o blastocisto finalmente faz contato com o endométrio, as células do trofoblasto atacam vigorosamente as células endometriais e as vão destruindo
  • 60. O blastocisto prossegue perfurando o endométrio, cava nele um verdadeiro ninho (de onde o nome nidação para o processo). O rompimento dos vasos forma lagunas de sangue que alimentam o blastocisto. O endométrio começa a transformar-se, num processo que se irradia circularmente do ponto em que o trofoblasto ataca, em geral a região mais alta do útero, mas nem sempre.
  • 61. Após a fixação do blastocisto, começa a formar-se o embrião, que toma esse nome três semanas depois da fusão. O endométrio recobre o blastocisto e forma em torno dele uma cápsula de tecido modificado. A modificação do endométrio chama-se reação decidual, porque o tecido endometrial se transforma em decídua ("que desce", ou cai), a ser expulsa no parto.
  • 62. O endométrio transforma-se em três tipos de decídua: a parietal que é a que continua a revestir internamente o útero nas partes ainda não atingidas pela cápsula onde se aloja o embrião; a decídua capsular, que envolve a cápsula; e a decídua basal (de base), que fica por baixo dela. O trofoblasto primitivo regride na decídua capsular e forma uma camada lisa por baixo dela, o cório careca.
  • 63. Junto à decídua basal, o trofoblasto se transforma em cório frondoso, de onde se originará a parte fetal da placenta. A decídua basal, par baixo do cório frondoso, dará origem à parte materna da placenta.
  • 64. Acontece às vezes de o óvulo fecundado acomodar-se na mucosa da trompa, e não na do útero. Ou mesmo, em casos raríssimos, em alças intestinais e outras mucosas. São casos patológicos (gravidez ectópica), em geral muito graves, por ameaçarem a vida da mãe.
  • 65. Fases do desenvolvimento  Zigoto: ovócito + espermatozóide (fertilização)  Clivagem ou segmentação: divisões mitóticas do zigoto → blastômeros  Mórula: agregação de 12 ou + blastômeros (3 a 4 dias após fertilização)  Blastocisto: formação de cavidade cística (blastocística) no interior da mórula (trofoblasto; embrioblasto)  Implantação: fixação do blastocisto no endométrio (6 ao 12 dia pós-fertilização)  Gastrulação: transformação blastocisto → gástrula → disco embrionário trilaminar → três camadas germinativas = ectoderma, mesoderma e endoderma (3a. semana)  Neurulação: formação do tubo neural→primórdio do