Modelo de CCPF x Gestão em Saúde
          Setor Privado
Transição Demográfica e Epidemiológica
    Taxa de natalidade de 43 /1000 hab em 1960 para 18,6/1000 hab em 2010

    Taxa de fecundidade de 6 filhos/mulher em 1960 para 1,8 em 2010




    Expectativa de vida, de 55,9 em 1960 para 73,5 em 2010;
    Envelhecimento da população – % de idosos (acima de 65 anos) de 5% em 1960,
       para 7,4% em 2010;
    Predominância das doenças crônico-degenerativas não transmissíveis, coexistindo
       ainda com as doenças infecto-contagiosas
Humanização da Assistência
 Mudança de paradigma do cuidado centrado na assistência médica para o foco
  multiprofissional e multidisciplinar;

 Novas modelagens assistenciais baseadas na integralidade do cuidado, linhas de
  cuidado;

 Processos assistenciais pautados na responsabilização, na vinculação e no cuidado;

 Projeto terapêutico individualizado, compartilhados com o paciente e familiares –
  discutir o diagnóstico e as propostas terapêuticas;

 Avanço e agregação de tecnologia na área de saúde, mudança de procedimentos,
  redução dos períodos de internação;

 Ampliação/liberação de horários de visitas;

 Permanência dos familiares/cuidadores nas internações, incluindo unidades fechadas –
  UTI infantil /Adulto
Legislação
Estatuto da Criança e do Adolescente- (Lei no
18.069, 13/07/1990)
 Art. 12. Os estabelecimentos de atendimento à
saúde deverão proporcionar condições para a
permanência em tempo integral de um dos pais
ou responsável, nos casos de internação de
criança ou adolescente.


Estatuto do Idoso – (Lei no 10.741, de 1º /10/2003)
Art. 16. Ao idoso internado ou em observação é assegurado o
direito a acompanhante, devendo o órgão de saúde proporcionar
as condições adequadas para a sua permanência em tempo
integral, segundo o critério médico.
Parágrafo único. Caberá ao profissional de saúde responsável pelo
tratamento conceder autorização para o acompanhamento do
idoso ou, no caso de impossibilidade, justificá-la por escrito.
Art. 17. Ao idoso que esteja no domínio de suas faculdades
mentais é assegurado o direito de optar pelo tratamento de
saúde que lhe for reputado mais favorável.
Sistema de Saúde Público x Privado
Público
      Concebido como um sistema hierarquizado, baseado em níveis de atenção,
        segundo complexidade;
      Pressupõe mecanismos de referência e contra-referência entre estes diferentes
        níveis;
      Serviços com maior participação da família no cuidado, por exemplo, Estratégia de
        Saúde da Família, Atenção Domiciliar, Internação Domiciliar .



Privado
      Hospitalocêntrico, sistema interno, voltado para as áreas da Instituição e para a
        prestação de serviços;
      Participação familiar depende do serviço/área – cuidados paliativos, reabilitação,
        home –care, alojamento conjunto, mãe canguru e outros;
      Relação com operadoras/planos de saúde;
Implantação da rede de Cuidados Continuados
Projeto ligado ao PROADI-SUS, aprovado pelo MS para execução de 2012-2014

• Objetivo:
         Estudar a efetividade de uma política pública voltada à atenção à saúde de
pessoas com dependência funcional, por meio de projetos piloto de redes de cuidados
continuados em diferentes regiões do país.

6.Novo modelo contempla:
    • Desenvolvimento de linhas de cuidados específicas para Cuidados Continuados
    segundo modelo de funcionamento em rede;
    • Reorientação de parte dos serviços de alguns hospitais, especialmente os de pequeno
    porte da rede filantrópica, desenvolvendo unidades e estruturas específicas;
    • Adequação dos perfis de conhecimentos, habilidades e capacitação dos profissionais
    envolvidos;
    • Estabelecimento de mecanismos de financiamento e contratação específicos e
    adequados;
    • Desenvolvimento de um modelo baseado na eficiência e qualidade;
    • Sistema de coordenação e articulação regional de recursos de saúde que garanta a
    complementaridade entre os diferentes níveis e tipologias de serviços prestados e a
    adequada referencia e mobilidade dos doentes.
Implantação da rede de Cuidados Continuados
•   Implantação:
    3 regiões: Mato Grosso do Sul, Paraná e Piauí.

• Assistência proposta e modelagens:
    •    Assistência: Convalescença e Média Permanência
    •    Unidades pequenas, integradas, atuando em rede e envolvendo:
        Hospital, UBS, Equipes de Atenção e Internação Domiciliar; PSF

    • Parcerias:
        Ministério da Saúde, Confederação das Misericórdias do Brasil (CMB),
        Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde dos estados participantes,
        CEALAG.
MUITO OBRIGADO!



           Luiz Maria Ramos Filho
       Luiz.ramos@samaritano.org.br
              Fone: 3821-5557
Superintendência de Responsabilidade Social

Dr. luis maria ccpf

  • 1.
    Modelo de CCPFx Gestão em Saúde Setor Privado
  • 2.
    Transição Demográfica eEpidemiológica Taxa de natalidade de 43 /1000 hab em 1960 para 18,6/1000 hab em 2010 Taxa de fecundidade de 6 filhos/mulher em 1960 para 1,8 em 2010 Expectativa de vida, de 55,9 em 1960 para 73,5 em 2010; Envelhecimento da população – % de idosos (acima de 65 anos) de 5% em 1960, para 7,4% em 2010; Predominância das doenças crônico-degenerativas não transmissíveis, coexistindo ainda com as doenças infecto-contagiosas
  • 3.
    Humanização da Assistência Mudança de paradigma do cuidado centrado na assistência médica para o foco multiprofissional e multidisciplinar;  Novas modelagens assistenciais baseadas na integralidade do cuidado, linhas de cuidado;  Processos assistenciais pautados na responsabilização, na vinculação e no cuidado;  Projeto terapêutico individualizado, compartilhados com o paciente e familiares – discutir o diagnóstico e as propostas terapêuticas;  Avanço e agregação de tecnologia na área de saúde, mudança de procedimentos, redução dos períodos de internação;  Ampliação/liberação de horários de visitas;  Permanência dos familiares/cuidadores nas internações, incluindo unidades fechadas – UTI infantil /Adulto
  • 4.
    Legislação Estatuto da Criançae do Adolescente- (Lei no 18.069, 13/07/1990) Art. 12. Os estabelecimentos de atendimento à saúde deverão proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente. Estatuto do Idoso – (Lei no 10.741, de 1º /10/2003) Art. 16. Ao idoso internado ou em observação é assegurado o direito a acompanhante, devendo o órgão de saúde proporcionar as condições adequadas para a sua permanência em tempo integral, segundo o critério médico. Parágrafo único. Caberá ao profissional de saúde responsável pelo tratamento conceder autorização para o acompanhamento do idoso ou, no caso de impossibilidade, justificá-la por escrito. Art. 17. Ao idoso que esteja no domínio de suas faculdades mentais é assegurado o direito de optar pelo tratamento de saúde que lhe for reputado mais favorável.
  • 5.
    Sistema de SaúdePúblico x Privado Público  Concebido como um sistema hierarquizado, baseado em níveis de atenção, segundo complexidade;  Pressupõe mecanismos de referência e contra-referência entre estes diferentes níveis;  Serviços com maior participação da família no cuidado, por exemplo, Estratégia de Saúde da Família, Atenção Domiciliar, Internação Domiciliar . Privado  Hospitalocêntrico, sistema interno, voltado para as áreas da Instituição e para a prestação de serviços;  Participação familiar depende do serviço/área – cuidados paliativos, reabilitação, home –care, alojamento conjunto, mãe canguru e outros;  Relação com operadoras/planos de saúde;
  • 6.
    Implantação da redede Cuidados Continuados Projeto ligado ao PROADI-SUS, aprovado pelo MS para execução de 2012-2014 • Objetivo: Estudar a efetividade de uma política pública voltada à atenção à saúde de pessoas com dependência funcional, por meio de projetos piloto de redes de cuidados continuados em diferentes regiões do país. 6.Novo modelo contempla: • Desenvolvimento de linhas de cuidados específicas para Cuidados Continuados segundo modelo de funcionamento em rede; • Reorientação de parte dos serviços de alguns hospitais, especialmente os de pequeno porte da rede filantrópica, desenvolvendo unidades e estruturas específicas; • Adequação dos perfis de conhecimentos, habilidades e capacitação dos profissionais envolvidos; • Estabelecimento de mecanismos de financiamento e contratação específicos e adequados; • Desenvolvimento de um modelo baseado na eficiência e qualidade; • Sistema de coordenação e articulação regional de recursos de saúde que garanta a complementaridade entre os diferentes níveis e tipologias de serviços prestados e a adequada referencia e mobilidade dos doentes.
  • 7.
    Implantação da redede Cuidados Continuados • Implantação: 3 regiões: Mato Grosso do Sul, Paraná e Piauí. • Assistência proposta e modelagens: • Assistência: Convalescença e Média Permanência • Unidades pequenas, integradas, atuando em rede e envolvendo: Hospital, UBS, Equipes de Atenção e Internação Domiciliar; PSF • Parcerias: Ministério da Saúde, Confederação das Misericórdias do Brasil (CMB), Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde dos estados participantes, CEALAG.
  • 8.
    MUITO OBRIGADO! Luiz Maria Ramos Filho Luiz.ramos@samaritano.org.br Fone: 3821-5557 Superintendência de Responsabilidade Social