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Símbolo das Nações Unidas para a
          diabetes mellitus




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1. Visão Geral

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1.1 O que é Diabetes?
    O Diabetes é uma síndrome metabólica de origem
 múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da
 incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus
 efeitos. A insulina é produzida pelo pâncreas e é
 responsável pela manutenção do metabolismo da
 glicose. A falta desse hormônio provoca déficit na
 metabolização da glicose e, consequentemente, diabetes.
 Caracteriza-se por altas taxas de açúcar no sangue
 (hiperglicemia) de forma permanente.


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1.1 O que é Diabetes?
    Isto é, um distúrbio metabólico causado pela falta
 relativa ou absoluta de insulina no organismo. Essa
 insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e tem a
 função de facilitar a absorção da glicose pelo organismo.
 Por isso, quando ela é produzida em quantidade
 insuficiente ou atua de forma inadequada, a glicose deixa
 de ser absorvida pelas células e acumula-se no sangue.




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1.1 O que é Diabetes?
    A Diabetes é uma doença crônica, ou seja, uma
 doença que não tem cura. Mas assim como qualquer
 doença crônica existe um controle. O paciente Diabético
 pode conviver muito bem com a doença se fizer um
 tratamento adequado.
    A taxa normal de glicose no organismo deve variar
 entre 70 a 100mg por 100mL de sangue.




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1.2 Tipos
   Tipo 1: Causado pela destruição das células produtoras
 de insulina, em decorrência de defeito do sistema
 imunológico em que os anticorpos atacam as células que
 produzem esse hormônio. Ocorre em cerca de 5 a 10%
 dos pacientes com diabetes.
   Tipo 2: Resulta da resistência à insulina e de
 deficiência na secreção de insulina. Ocorre em cerca de
 90% dos pacientes com diabetes.



11:30                                                       7
Infecções Virais
      Infecções virais podem
    desencadear respostas
    auto-imunes           que
    resultam no Diabetes
    Mellitus tipo 1




11:30                           8
1.2 Tipos
   O segundo tipo, a maior incidência é por fatores
 hereditários e acomete mais os indivíduos na fase adulta,
 normalmente está associada a obesidade e a idosos.
 Porém, neste caso, a produção de insulina é normal, mas
 os tecidos do corpo se tornam resistentes à sua ação, o
 que acaba impedindo a absorção da glicose pelo
 organismo e gerando o aumento da taxa de açúcar na
 corrente sanguínea.



11:30                                                    9
Diabetes Gestacional
   É a diminuição da tolerância à glicose, diagnosticada
 pela primeira vez na gestação, podendo - ou não -
 persistir após o parto. Sua causa exata ainda não é
 conhecida.




11:30                                                  10
Diabetes
        gestacional
       O     aumento     da
    produção de hormônios,
    principalmente       do
    lactogênio placentário,
    pode prejudicar a ação
    da insulina materna.




11:30                         11
Outros tipos
    São decorrentes de defeitos genéticos associados a
 outras doenças ou ao uso de medicamentos. Podem ser:
 defeitos genéticos da função da célula beta (β); defeitos
 genéticos na ação da insulina; doenças do pâncreas
 exócrino (pancreatite, neoplasia, hemocromatose,
 fibrose cística etc.); defeitos induzidos por drogas ou
 produtos       químicos       (diuréticos,   corticoides,
 betabloqueadores, contraceptivos etc.).



11:30                                                    12
Resumo Tipos de Diabetes
    A Diabetes tipo 1 é aquela que a pessoa descobre a doença nos
 primeiros anos de vida. É necessário aplicar a insulina como tratamento
 medicamentoso.
    A Diabetes tipo 2 é desenvolvida ao longo da vida devido fatores
 genéticos e hábito de vida como a alimentação inadequada.
    A Diabetes gestacional é desenvolvida durante a gestação e muitas
 vezes após o parto ela deixa de existir. A gestante que teve Diabetes
 Gestacional tem uma chance maior de desenvolver a Diabetes tipo 2 ao
 longo da vida.
    Encontramos também a pré-Diabetes. São aquelas pessoas que estão
 apresentando uma resistência ao funcionamento da insulina, hormônio
 que coloca o açúcar no sangue para ser utilizado, mas que ainda não
 foram diagnosticadas com a doença.

11:30                                                                  13
2. Sintomas

11:30                 14
2.1 Sintomas de Diabetes
 Principais sintomas do diabetes tipo 1:
  Vontade de urinar diversas vezes
  Fome frequente
  Sede constante
  Perda de peso
  Fraqueza
  Fadiga
  Nervosismo
  Mudanças de humor
  Náuseas e vômito
11:30                                      15
Sintomas de Diabetes




11:30                          16
Sede
    Aumento da sede é um dos
    sintomas de hiperglicemia.




11:30                            17
2.1 Sintomas de Diabetes
 Principais sintomas do diabetes tipo 2:
  Infecções frequentes
  Alteração visual (visão embaçada)
  Dificuldade na cicatrização de feridas
  Formigamento nos pés e furúnculos.




11:30                                       18
Diagnóstico
       O diagnóstico do
    diabetes normalmente é
    feito com base na
    verificação          das
    alterações da glicose no
    sangue em jejum e após
    ingestão de grandes
    doses de açúcar em dois
    dias diferentes.




11:30                          19
Diagnóstico
    Para realizar o teste confirmatório do Diabetes o
 paciente deve permanecer em jejum 8h (é permitido
 beber água) antes da primeira coleta de sangue. Em
 seguida deve-se ingerir 75g de glicose anidra (ou 82,5g de
 glicose monoidratada), dissolvidas em 250-300ml de
 água, em no máximo 5 minutos. Uma nova coleta de
 sangue é feita 2 horas após a ingestão de glicose. Durante
 a espera o paciente não pode fumar e deve permanecer
 em repouso.


11:30                                                     20
3. Tratamento e Cuidados


11:30                         21
3.1 Tratamento de Diabetes
   O tratamento correto do diabetes significa manter
 uma vida saudável, evitando diversas complicações que
 surgem em consequência do mau controle da glicemia.




11:30                                                22
Alimentação para Diabéticos
  Retirar totalmente o açúcar, mel, açúcar mascavo, açúcar
   cristal, açúcar orgânico e todas as preparações que vão esses
   ingredientes (doces e sobremesas)
  Não misturar e nem repetir os carboidratos na mesma
   refeição. Ex: arroz, batata, mandioca, mandioquinha,
   macarrão, pão, aveia, granola.
  Prefira o carboidrato integral. Ex: pão integral, macarrão
   integral, aveia, granola. A fibra presente nesse alimento
   ajuda a liberar o açúcar no sangue aos poucos e controlar a
   sobra de açúcar no sangue.


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Alimentação
       Carnes, ovos e laticínios
    devem ser consumidos com
    moderação, pois possuem
    proteínas que, em excesso,
    também alteram a glicemia
    e sobrecarregam os rins,
    além de possuírem muita
    gorduras      saturadas    e
    colesterol ruim.




11:30                              24
Alimentação para Diabéticos
  Consumir em torno de 3 frutas por dia, mas deve ser
   fracionado, ou seja, uma de cada vez a cada 3 horas. De
   preferência, consuma a casca junto.
  Não tomar suco de frutas concentrados. Somente 1 fruta
   por copo.
  Os vegetais são importantíssimos na alimentação. As folhas
   podem ser consumidas à vontade. Em relação aos legumes
   cuidado com a beterraba. Nunca tome suco de beterraba.
   Consuma a beterraba junto com a refeição em pequena
   quantidade (em torno de 2 fatias finas ou 1 colher de sopa
   da beterraba ralada junto do almoço e jantar).

11:30                                                       25
Alimentação
    Deve-se         consultar
    um nutricionista para
    organizar a dieta melhor
    recomendada para seu
    caso.




11:30                           26
Alimentação para Diabéticos
  É preciso entender a diferença entre light e diet. Uma
   alimento classificado como light diz que esse alimento tem
   redução de pelo menos 25 % de um dos componentes. O
   diet significa que o alimento tem ausência total de um
   nutriente. No caso dos Diabéticos o termo correto é o
   diet, por ter ausência total de açúcar. Se for comprar algum
   alimento light precisa conferir nos ingredientes descritos
   no rótulo, se na composição tem açúcar ou não.
  Os doces diet são boas opções para saciar a vontade de
   doces. Mas cuidado com a quantidade. Muitas vezes esses
   alimentos são mais gordurosos do que as versões normais.

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Alimentação para Diabéticos
  Não abuse das quantidades de adoçante. A recomendação é
   de 3 a 5 gotas por copo ou 1 sachê por copo. Dê preferência
   para os adoçantes naturais (steviosídeo ou sucralose).
  O mais importante de tudo é a aceitação da doença. Do
   momento que o Diabético aceita que o açúcar não poderá
   mais ser consumido, ele ficará aberto a começar a gostar das
   versões diet. A resistência no tratamento é o que mais
   dificulta. É lógico que o sabor do diet não é igual ao
   alimento normal, mas é possível consumir alimentos diets
   que são gostosos também.


11:30                                                         28
Açúcar
       Ao contrário dos
    outros tipos de açúcares,
    o betaglucano, retirado
    do capim natal rosa,
    pode      diminuir      a
    quantidade de glicose da
    corrente sangüínea.




11:30                           29
4. CONVIVENDO
        (PROGNÓSTICO)


11:30                   30
4.1 Complicações Possíveis
 O prolongamento da hiperglicemia (altas taxas de açúcar
 no sangue) pode causar sérios danos à saúde:
  Retinopatia diabética: lesões que aparecem na retina
   do olho, podendo causar pequenos sangramentos e,
   como consequência, a perda da acuidade visual.
  Nefropatia diabética: alterações nos vasos sanguíneos
   dos rins que fazem com que ocorra uma perda de
   proteína pela urina. O órgão pode reduzir a sua função
   lentamente, mas de forma progressiva até a sua
   paralisação total.

11:30                                                   31
4.1 Complicações Possíveis
  Neuropatia diabética: os nervos ficam incapazes de
        emitir e receber as mensagens do cérebro, provocando
        sintomas, como formigamento, dormência ou
        queimação das pernas, pés e mãos.
        Dores locais e desequilíbrio.
        Enfraquecimento muscular.
        Traumatismo dos pêlos.
        Pressão baixa.
        Distúrbios digestivos.

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4.1 Complicações Possíveis
  Excesso de transpiração e impotência.
  Pé diabético: ocorre quando uma área machucada ou
 infeccionada nos pés desenvolve uma úlcera (ferida). Seu
 aparecimento pode ocorrer quando a circulação
 sanguínea é deficiente e os níveis de glicemia são mal
 controlados. Qualquer ferimento nos pés deve ser
 tratado rapidamente para evitar complicações que
 podem levar à amputação do membro afetado.



11:30                                                   33
Pé diabético
      Caso não limpe, cuide
    bem e esteja atento para
    ferimentos nos pés, os
    danos podem levar a
    necessidade de amputação.




11:30                           34
4.1 Complicações Possíveis
  Infarto do miocárdio e acidente vascular: ocorrem
 quando       os    grandes      vasos   sanguíneos    são
 afetados, levando à obstrução (arteriosclerose) de órgãos
 vitais como o coração e o cérebro. O bom controle da
 glicose, a atividade física e os medicamentos que possam
 combater a pressão alta, o aumento do colesterol e a
 suspensão do tabagismo são medidas imprescindíveis de
 segurança. A incidência desse problema é de duas a
 quatro vezes maior em pessoas com diabetes.


11:30                                                    35
Arteriosclerose




11:30                     36
4.1 Complicações Possíveis
  Infecções: o excesso de glicose pode causar danos ao
 sistema imunológico, aumentando o risco da pessoa com
 diabetes contrair algum tipo de infecção. Isso ocorre
 porque os glóbulos brancos (responsáveis pelo combate a
 vírus, bactérias etc.) ficam menos eficazes com a
 hiperglicemia. O alto índice de açúcar no sangue é
 propício para que fungos e bactérias se proliferem em
 áreas como boca e gengiva, pulmões, pele, pés, genitais e
 local de incisão cirúrgica.


11:30                                                    37
4.2 Convivendo/ Prognóstico
 Pacientes com diabetes devem ser orientados a:
  Realizar exame diário dos pés para evitar o
   aparecimento de lesões.
  Manter uma alimentação saudável.
  Utilizar os medicamentos prescritos.
  Praticar atividades físicas.
  Manter um bom controle da glicemia, seguindo
   corretamente as orientações médicas.


11:30                                         38
É possível monitorar o controle de glicemia em
      casa, por meio do teste de “ponta de dedo”




11:30                                                39
Exercício Físico
       Exercícios     físicos
    ajudam na prevenção de
    complicações tanto do
    tipo 1 quando do tipo 2
    de diabetes ao manter
    sobre controle os níveis
    de glicemia.




11:30                           40
Obrigado!




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Diabetes mellitus

  • 1. 11:30 1
  • 2. Símbolo das Nações Unidas para a diabetes mellitus 11:30 2
  • 4. 1.1 O que é Diabetes? O Diabetes é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos. A insulina é produzida pelo pâncreas e é responsável pela manutenção do metabolismo da glicose. A falta desse hormônio provoca déficit na metabolização da glicose e, consequentemente, diabetes. Caracteriza-se por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente. 11:30 4
  • 5. 1.1 O que é Diabetes? Isto é, um distúrbio metabólico causado pela falta relativa ou absoluta de insulina no organismo. Essa insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e tem a função de facilitar a absorção da glicose pelo organismo. Por isso, quando ela é produzida em quantidade insuficiente ou atua de forma inadequada, a glicose deixa de ser absorvida pelas células e acumula-se no sangue. 11:30 5
  • 6. 1.1 O que é Diabetes? A Diabetes é uma doença crônica, ou seja, uma doença que não tem cura. Mas assim como qualquer doença crônica existe um controle. O paciente Diabético pode conviver muito bem com a doença se fizer um tratamento adequado. A taxa normal de glicose no organismo deve variar entre 70 a 100mg por 100mL de sangue. 11:30 6
  • 7. 1.2 Tipos Tipo 1: Causado pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem esse hormônio. Ocorre em cerca de 5 a 10% dos pacientes com diabetes. Tipo 2: Resulta da resistência à insulina e de deficiência na secreção de insulina. Ocorre em cerca de 90% dos pacientes com diabetes. 11:30 7
  • 8. Infecções Virais Infecções virais podem desencadear respostas auto-imunes que resultam no Diabetes Mellitus tipo 1 11:30 8
  • 9. 1.2 Tipos O segundo tipo, a maior incidência é por fatores hereditários e acomete mais os indivíduos na fase adulta, normalmente está associada a obesidade e a idosos. Porém, neste caso, a produção de insulina é normal, mas os tecidos do corpo se tornam resistentes à sua ação, o que acaba impedindo a absorção da glicose pelo organismo e gerando o aumento da taxa de açúcar na corrente sanguínea. 11:30 9
  • 10. Diabetes Gestacional É a diminuição da tolerância à glicose, diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo - ou não - persistir após o parto. Sua causa exata ainda não é conhecida. 11:30 10
  • 11. Diabetes gestacional O aumento da produção de hormônios, principalmente do lactogênio placentário, pode prejudicar a ação da insulina materna. 11:30 11
  • 12. Outros tipos São decorrentes de defeitos genéticos associados a outras doenças ou ao uso de medicamentos. Podem ser: defeitos genéticos da função da célula beta (β); defeitos genéticos na ação da insulina; doenças do pâncreas exócrino (pancreatite, neoplasia, hemocromatose, fibrose cística etc.); defeitos induzidos por drogas ou produtos químicos (diuréticos, corticoides, betabloqueadores, contraceptivos etc.). 11:30 12
  • 13. Resumo Tipos de Diabetes A Diabetes tipo 1 é aquela que a pessoa descobre a doença nos primeiros anos de vida. É necessário aplicar a insulina como tratamento medicamentoso. A Diabetes tipo 2 é desenvolvida ao longo da vida devido fatores genéticos e hábito de vida como a alimentação inadequada. A Diabetes gestacional é desenvolvida durante a gestação e muitas vezes após o parto ela deixa de existir. A gestante que teve Diabetes Gestacional tem uma chance maior de desenvolver a Diabetes tipo 2 ao longo da vida. Encontramos também a pré-Diabetes. São aquelas pessoas que estão apresentando uma resistência ao funcionamento da insulina, hormônio que coloca o açúcar no sangue para ser utilizado, mas que ainda não foram diagnosticadas com a doença. 11:30 13
  • 15. 2.1 Sintomas de Diabetes Principais sintomas do diabetes tipo 1:  Vontade de urinar diversas vezes  Fome frequente  Sede constante  Perda de peso  Fraqueza  Fadiga  Nervosismo  Mudanças de humor  Náuseas e vômito 11:30 15
  • 17. Sede Aumento da sede é um dos sintomas de hiperglicemia. 11:30 17
  • 18. 2.1 Sintomas de Diabetes Principais sintomas do diabetes tipo 2:  Infecções frequentes  Alteração visual (visão embaçada)  Dificuldade na cicatrização de feridas  Formigamento nos pés e furúnculos. 11:30 18
  • 19. Diagnóstico O diagnóstico do diabetes normalmente é feito com base na verificação das alterações da glicose no sangue em jejum e após ingestão de grandes doses de açúcar em dois dias diferentes. 11:30 19
  • 20. Diagnóstico Para realizar o teste confirmatório do Diabetes o paciente deve permanecer em jejum 8h (é permitido beber água) antes da primeira coleta de sangue. Em seguida deve-se ingerir 75g de glicose anidra (ou 82,5g de glicose monoidratada), dissolvidas em 250-300ml de água, em no máximo 5 minutos. Uma nova coleta de sangue é feita 2 horas após a ingestão de glicose. Durante a espera o paciente não pode fumar e deve permanecer em repouso. 11:30 20
  • 21. 3. Tratamento e Cuidados 11:30 21
  • 22. 3.1 Tratamento de Diabetes O tratamento correto do diabetes significa manter uma vida saudável, evitando diversas complicações que surgem em consequência do mau controle da glicemia. 11:30 22
  • 23. Alimentação para Diabéticos  Retirar totalmente o açúcar, mel, açúcar mascavo, açúcar cristal, açúcar orgânico e todas as preparações que vão esses ingredientes (doces e sobremesas)  Não misturar e nem repetir os carboidratos na mesma refeição. Ex: arroz, batata, mandioca, mandioquinha, macarrão, pão, aveia, granola.  Prefira o carboidrato integral. Ex: pão integral, macarrão integral, aveia, granola. A fibra presente nesse alimento ajuda a liberar o açúcar no sangue aos poucos e controlar a sobra de açúcar no sangue. 11:30 23
  • 24. Alimentação Carnes, ovos e laticínios devem ser consumidos com moderação, pois possuem proteínas que, em excesso, também alteram a glicemia e sobrecarregam os rins, além de possuírem muita gorduras saturadas e colesterol ruim. 11:30 24
  • 25. Alimentação para Diabéticos  Consumir em torno de 3 frutas por dia, mas deve ser fracionado, ou seja, uma de cada vez a cada 3 horas. De preferência, consuma a casca junto.  Não tomar suco de frutas concentrados. Somente 1 fruta por copo.  Os vegetais são importantíssimos na alimentação. As folhas podem ser consumidas à vontade. Em relação aos legumes cuidado com a beterraba. Nunca tome suco de beterraba. Consuma a beterraba junto com a refeição em pequena quantidade (em torno de 2 fatias finas ou 1 colher de sopa da beterraba ralada junto do almoço e jantar). 11:30 25
  • 26. Alimentação Deve-se consultar um nutricionista para organizar a dieta melhor recomendada para seu caso. 11:30 26
  • 27. Alimentação para Diabéticos  É preciso entender a diferença entre light e diet. Uma alimento classificado como light diz que esse alimento tem redução de pelo menos 25 % de um dos componentes. O diet significa que o alimento tem ausência total de um nutriente. No caso dos Diabéticos o termo correto é o diet, por ter ausência total de açúcar. Se for comprar algum alimento light precisa conferir nos ingredientes descritos no rótulo, se na composição tem açúcar ou não.  Os doces diet são boas opções para saciar a vontade de doces. Mas cuidado com a quantidade. Muitas vezes esses alimentos são mais gordurosos do que as versões normais. 11:30 27
  • 28. Alimentação para Diabéticos  Não abuse das quantidades de adoçante. A recomendação é de 3 a 5 gotas por copo ou 1 sachê por copo. Dê preferência para os adoçantes naturais (steviosídeo ou sucralose).  O mais importante de tudo é a aceitação da doença. Do momento que o Diabético aceita que o açúcar não poderá mais ser consumido, ele ficará aberto a começar a gostar das versões diet. A resistência no tratamento é o que mais dificulta. É lógico que o sabor do diet não é igual ao alimento normal, mas é possível consumir alimentos diets que são gostosos também. 11:30 28
  • 29. Açúcar Ao contrário dos outros tipos de açúcares, o betaglucano, retirado do capim natal rosa, pode diminuir a quantidade de glicose da corrente sangüínea. 11:30 29
  • 30. 4. CONVIVENDO (PROGNÓSTICO) 11:30 30
  • 31. 4.1 Complicações Possíveis O prolongamento da hiperglicemia (altas taxas de açúcar no sangue) pode causar sérios danos à saúde:  Retinopatia diabética: lesões que aparecem na retina do olho, podendo causar pequenos sangramentos e, como consequência, a perda da acuidade visual.  Nefropatia diabética: alterações nos vasos sanguíneos dos rins que fazem com que ocorra uma perda de proteína pela urina. O órgão pode reduzir a sua função lentamente, mas de forma progressiva até a sua paralisação total. 11:30 31
  • 32. 4.1 Complicações Possíveis  Neuropatia diabética: os nervos ficam incapazes de emitir e receber as mensagens do cérebro, provocando sintomas, como formigamento, dormência ou queimação das pernas, pés e mãos.  Dores locais e desequilíbrio.  Enfraquecimento muscular.  Traumatismo dos pêlos.  Pressão baixa.  Distúrbios digestivos. 11:30 32
  • 33. 4.1 Complicações Possíveis  Excesso de transpiração e impotência.  Pé diabético: ocorre quando uma área machucada ou infeccionada nos pés desenvolve uma úlcera (ferida). Seu aparecimento pode ocorrer quando a circulação sanguínea é deficiente e os níveis de glicemia são mal controlados. Qualquer ferimento nos pés deve ser tratado rapidamente para evitar complicações que podem levar à amputação do membro afetado. 11:30 33
  • 34. Pé diabético Caso não limpe, cuide bem e esteja atento para ferimentos nos pés, os danos podem levar a necessidade de amputação. 11:30 34
  • 35. 4.1 Complicações Possíveis  Infarto do miocárdio e acidente vascular: ocorrem quando os grandes vasos sanguíneos são afetados, levando à obstrução (arteriosclerose) de órgãos vitais como o coração e o cérebro. O bom controle da glicose, a atividade física e os medicamentos que possam combater a pressão alta, o aumento do colesterol e a suspensão do tabagismo são medidas imprescindíveis de segurança. A incidência desse problema é de duas a quatro vezes maior em pessoas com diabetes. 11:30 35
  • 37. 4.1 Complicações Possíveis  Infecções: o excesso de glicose pode causar danos ao sistema imunológico, aumentando o risco da pessoa com diabetes contrair algum tipo de infecção. Isso ocorre porque os glóbulos brancos (responsáveis pelo combate a vírus, bactérias etc.) ficam menos eficazes com a hiperglicemia. O alto índice de açúcar no sangue é propício para que fungos e bactérias se proliferem em áreas como boca e gengiva, pulmões, pele, pés, genitais e local de incisão cirúrgica. 11:30 37
  • 38. 4.2 Convivendo/ Prognóstico Pacientes com diabetes devem ser orientados a:  Realizar exame diário dos pés para evitar o aparecimento de lesões.  Manter uma alimentação saudável.  Utilizar os medicamentos prescritos.  Praticar atividades físicas.  Manter um bom controle da glicemia, seguindo corretamente as orientações médicas. 11:30 38
  • 39. É possível monitorar o controle de glicemia em casa, por meio do teste de “ponta de dedo” 11:30 39
  • 40. Exercício Físico Exercícios físicos ajudam na prevenção de complicações tanto do tipo 1 quando do tipo 2 de diabetes ao manter sobre controle os níveis de glicemia. 11:30 40