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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
      CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
      DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA




      CULTURA DO MELÃO
                                      Cucumis melo L.


                 YKESAKY TERSON DANTAS FERNANDES




                AREIA-PB
                  2012
INTRODUÇÃO

                          Reino: Plantae;

                          Divisão: Magnoliophita;
CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA




                          Classe: Magnoliopsida;

                          Ordem: Curcubitales;

                          Família: Curcubitaceae;

                          Gênero: Cucumis;

                          Espécie: Cucumis melo.


                                                           20:19
INTRODUÇÃO
                   A área plantada com melão no mundo 1,3 milhões
                   de ha
                   Produtividade da ordem de 21 t/ha
PRODUÇÃO MUNDIAL




                   Produção de 26,9 milhões de toneladas de frutos/ano

                   A China é o maior produtor com 51% da produção

                    O Brasil é o maior produtor da América do Sul com
                   495 mil toneladas/ano correspondendo a 20% da
                   produção total e rendimento médio de 23 t/ha e uma
                   área de 21,5 mil ha
                                                    Fonte: FAO (2009) IBGE (2009).
            20:19
INTRODUÇÃO
                    O Nordeste responde com 95% da produção nacional, sendo
                    responsável por 100% das exportações brasileira, destacando-se
                    os estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Bahia e Pernambuco

                    Da produção brasileira, 40% são exportados, no período de
PRODUÇÃO NACIONAL




                    agosto a março




             20:19
INTRODUÇÃO




20:19
Amarelo: Pertence ao
               grupo dos inodoros e é
              também conhecido como
             melão espanhol. Tem casca
              amarela e polpa variando
VARIEDADES




                 de branca a creme.



             Cantaloupe: Pertence ao
               grupo dos aromáticos.
                 Apresenta a casca
              rendilhada com formato
              esférico e polpa salmão.


       20:19
Charentais: Pertence ao
               grupo dos aromáticos,
              possui casca lisa, verde-
                  clara e reticulada
                 (costelada), forma
              arredondada e às vezes
VARIEDADES




             achatada, e polpa salmão.



             Gália: Pertence ao grupo
                   dos aromáticos, é
               arredondado, com casca
              verde no início e amarela
             quando o fruto está maduro.


       20:19
Orange: Pertence ao
               grupo dos aromáticos, é
             redondo, de casca lisa e cor
              creme, com polpa laranja-
                   escura ou creme-
                  esverdeada. Exige
VARIEDADES




                 manuseio cuidadoso.
             Pele de sapo: Pertence ao
                  grupo dos inodoros.
                Recebeu este nome pela
                coloração de sua casca:
               verde-clara com manchas
               verde-escuras, levemente
             enrugada e dura, com polpa
                   creme esverdeada.

       20:19
20:19
FATORES QUE INFLUENCIAM NA PRODUÇÃO E QUALIDADE
        Temperatura - faixa ótima de 25ºC a 35 C abaixo de
        12ºC, o crescimento é paralisado acima de 40ºC, é prejudicial
        a cultura.

        Luminosidade - faixa de 2.000 a 3.000 horas/ano

        Umidade relativa - ótima situa-se na faixa de 65% a 75%
CLIMA




        Umidade do solo - pouco exigente em umidade do solo

        Temperaturas elevadas, alta luminosidade, baixa umidade
        relativa do ar e umidade do solo adequada proporcionam as
        condições climáticas necessárias para a boa produtividade e
        qualidade de frutos


   20:19
O melão pode ser cultivado o ano todo, evitando-se a época
                   de frio e chuvas intensas que provoca, além das perdas na
                   produtividade e qualidade, maior aparecimento de doenças
ÉPOCA DE PLANTIO




                   foliares e de frutos.

                   Além dos fatores climáticos, é importante considerar a
                   variação de preços do melão no mercado interno (a relação
                   entre a oferta e procura do produto), bem como observar as
                   janelas de exportação, ou seja, a entressafra no mercado
                   mundial, que acontece entre setembro a janeiro.




            20:19
Sucesso ou fracasso da produtividade;

                  Histórico da área;
ÁREA DE PLANTIO




                  Condições e características favoráveis;




           20:19
Limpeza do terreno;

                     Preparo do solo;
PREPARO DO TERRENO




                     Análise do solo;




              20:19
Calagem ou gessagem;
                            Feita 30 dias antes do plantio de acordo com a análise de solo
PREPARO DO TERRENO




              20:19
Aração;
PREPARO DO TERRENO




                      Quando existirem problemas
                      de compactação, ou em solos
                      muito argilosos, deve-se
                      realizar a sub-solagem antes
                      da aração, com profundidade
                      de cerca de 40 cm.




              20:19
Gradagem;
                               A gradagem do solo visa incorporar o calcário aplicado, bem
                     como destorroar e nivelar o solo para facilitar e melhorar as suas
PREPARO DO TERRENO



                     características para o plantio.




              20:19
Sulcamento;
                              Os sulcos devem ser abertos com o uso do sulcador, numa
                      profundidade de cerca de 20 cm e no espaçamento desejado.
PREPARO DO TERRENO




              20:19
Camalhão de plantio;
PREPARO DO TERRENO




              20:19
Atualmente, com a introdução dos sistemas de certificação de
                    frutas, é recomendada a utilização de compostos orgânicos
                    certificados.
ADUBAÇÃO ORGÂNICA




             20:19
É feito uma aplicação de 5 a 10 toneladas por hectare
ADUBAÇÃO ORGÂNICA




             20:19
ADUBAÇÃO MINERAL




                    N 40 kg.ha-1 em fundação e 90 kg.ha-1 aos 20 e 40 dias
                    P de acordo com análise do solo em fundação e 40 dias
            20:19   K todo em fundação de acordo com análise do solo
ADUBAÇÃO MINERAL




20:19
A fertirrigação é o processo de aplicação de fertilizantes na planta
                por meio da água da irrigação, e se adapta muito bem ao método
                de gotejamento.


                   N é aplicado
FERTIRRIGAÇÃO




                   até os 42 dias




                 K é aplicado
                 até os 55 dias
          20:19
 Tanque diferencial de pressão
FERTIRRIGAÇÃO




                  Venturi 



          20:19
Sulcos;
                                É realizada na superfície do solo por meio de pequenos
                        canais paralelos às linhas de plantio.
SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO




                20:19
Gotejamento;

                        Vantagens:
SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO




                        Economia de água e mão de obra;
                        Alta eficiência e a utilização da fertirrigação.

                        Desvantagens:

                        Alto custo de instalação;
                        Possíveis problemas de            entupimento      dos
                        gotejadores.



                20:19
SISTEMA DE IRRIGAÇÃO




20:19
SISTEMA DE IRRIGAÇÃO




20:19
O sistema deve ser
                       testado para que não
                          haja vazamento,
                           diminuindo o
SISTEMA DE IRRIGAÇÃO




                       desperdício de água e
                              energia.




               20:19
Evitar o crescimento
                    de ervas daninhas;
                    Diminuir a perda de
                    água (evaporação);
                    Evitar o contato do
COBERTURA DO SOLO




                    fruto com a terra.




     20:19
Via semente;
PLANTIO




     20:19
Via semente;
PLANTIO




     20:19
PLANTIO   Via mudas;




          Obs:
          •Mudas certificadas
          •Transporte nas horas frias
          •Prateleiras separadas


     20:19
Via mudas;
PLANTIO




     20:19
Permanece até o
                            início da floração
                          feminina (cerca de 30
                           dias após o plantio),
UTILIZAÇÃO DE MANTA TNT




                            coincidindo com o
                          início da polinização.




                  20:19
TRATOS CULTURAIS    PLANTAS DANINHAS




            20:19
TRATOS CULTURAIS




20:19
Cerca de 3 colmeias por
FAVORECIMENTO DA POLINIZAÇÃO


                                                              hectare;




                               Ocorre      aproximadamente
                               30% de aumento na produção,
                               uma vez que as abelhas são o
                               principal   polinizador   da
                               cultura do melão.



                      20:19
Mosca minadora (Liriomyza spp ): as larvas fazem galerias em formatos zig-
                    zag, podendo causar destruição total da folha.
PRINCIPAIS PRAGAS




                     Foto: Rui Sales (Ufersa)              Foto: Senar
             20:19
Mosca branca (Bemisia tabaci biotipo B ): provoca a redução do tamanho e
                     peso dos frutos, produtividade, alteração da aparência, redução do ºBrix e
                     excreção de substância açucaradas “mela”, que propiciam o surgimento da
                     fumagina (fungo). São vetores (condutores) do vírus causador do amarelão.
PRINCIPAIS PRAGAS




                    Fotos: HENRIQUE MOREIRA




             20:19
Pulgão (Aphis gossypii ): provocam encarquilhamento e deformação nas
                    plantas jovens, brotações e folhas novas. Podem atuar como vetores de
                    doenças.
PRINCIPAIS PRAGAS




                       Fotos: HENRIQUE MOREIRA




             20:19
Broca das cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata):

                    No primeiro tipo (nitidalis), as lagartas atacam flores e frutos, podendo
                    provocar abertura de galerias na polpa dos frutos.


                                              Diafhania nitidalis
PRINCIPAIS PRAGAS




                     Fotos: HENRIQUE MOREIRA


             20:19
Broca das cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata):

                    No segundo tipo (hyalinata), as lagartas atacam preferencialmente as folhas,
                    chegando a causar desfolha total da planta.


                                               Diafhania hyalinata
PRINCIPAIS PRAGAS




                     Fotos: HENRIQUE MOREIRA



             20:19
Mosca das frutas (Anastrepha grandis): A casca do fruto é perfurado pela
                    fêmea para a colocação de seus ovos. Posteriormente as larvas se desenvolvem
                    no interior do fruto, tornando-o inviável para o consumo e industrialização.
PRINCIPAIS PRAGAS




                    Foto: HENRIQUE MOREIRA            Foto: Embrapa




             20:19
Oídio (Sphaerotheca fuliginea)
                                                               Os sintomas surgem como manchas-claras
                                                               que aumentam de tamanho e depois são
                                                               recobertas por um mofo branco. À medida
                                                               que o mofo vai tomando a folha, estas vão
                                                               amarelecendo e secando, os ramos
                                                               definham e os frutos sofrem ligeira
PRINCIPAIS DOENÇAS




                                                               deformação. Estes sintomas, geralmente,
                                                               desenvolvem-se primariamente nas folhas
                                                               sombreadas e mais velhas.




                     Míldio (Pseudoperonospora cubensis):
                     inicia-se pelas folhas mais velhas, com
                     manchas de tecido encharcado de cor
                     branca, podendo nesta fase, algumas
                     vezes, serem confundidos com sintomas
                     iniciais de oídio.


              20:19                                                 Fotos: HENRIQUE MOREIRA
Cancro da haste (Didymella bryoniae):
                                                                As plantas atacadas apresentam exsudação
                                                                (líquido que sai da planta) de uma goma
                                                                escura no colo da planta, e quando esta é
                                                                circundante, leva a murcha e em seguida,
PRINCIPAIS DOENÇAS




                                                                à morte da planta. Ataca principalmente o
                                                                colo da planta.




                     Murchas de fusarium (Fusarium sp.):
                     Pode ocorrer em qualquer estágio do
                     desenvolvimento da planta. Pode causar o
                     tombamento e morte, que ocorre quando o
                     ataque é no colo da mesma ainda jovem.
                     Em plantas adultas, o sintoma é o
                     amarelecimento das folhas mais velhas
                     seguido de murcha dos ramos em
                     crescimento.
              20:19                                                        Fotos: Rui Sales (Ufersa)
Cancro seco (Macrophomina phaseolina):
                                                                Ataca principalmente a zona do colo (região
                                                                entre a raiz e o início do caule) da planta e
                                                                partes baixas da mesma, provocando o
                                                                amarelecimento das folhas, que podem
                                                                chegar a apresentar manchas de tecido morto
                                                                nas margens. As folhas atacadas secam por
PRINCIPAIS DOENÇAS




                                                                completo, ficando aderidas ao talo. Pode-se
                                                                encontrar sintomas de murchamento.



                     Mancha aquosa (Acidovorax avenae
                     subsp. citrulli):

                     Inicialmente ocorre o surgimento de
                     pequenas manchas verde claras oleosas
                     com cerca de 1 mm de diâmetro, nas
                     folhas, que crescem tornando-se aquosas.
                     Nos frutos estas manchas podem se juntar
                     e tornar-se de tamanho considerável.
                                                                          Fotos: Rui Sales (Ufersa)
              20:19
Murcha      de    rhizoctonia     (Rhizoctonia
                                                                 solani ):
                                                                 Os sintomas desta doença iniciam-se com
                                                                 uma clorose (branqueamento) e posterior
                                                                 necrose das folhas da base. Segue-se com um
                                                                 rápido murchamento podendo chegar à morte
PRINCIPAIS DOENÇAS




                                                                 da planta.




                     Murchas      de      monosporascus
                     (Monosporascus cannonballus ):
                     A raiz é atacada por este fungo, causando
                     necrose e apodrecimento, começando pela
                     principal passando pelas secundárias e
                     chegando à murcha de toda a planta. Estes
                     sintomas ocorrem geralmente antes da
                     colheita.

                                                                             Fotos: Sami Jorge Michereff
              20:19
Nematóide (Meloidogyne ssp ):
                                                           As raízes apresentam numerosos tumores ou
                                                           galhas, resultantes da ação dos nematóides,
                                                           que podem matar as plantas jovens,
                                                           provocando falhas nos sulcos onde houve
PRINCIPAIS DOENÇAS




                                                           semeadura ou plantio.


                     Foto: Henrrique Moreira

                     Viroses: As viroses têm como
                     sintomas, em geral, um amarelecimento
                     entre as nervuras das folhas mais novas
                     e, com o desenvolvimento da doença
                     este pode se acentuar e contrastar com
                     as áreas verdes da folha, semelhante a
                     um mosaico.

                                                                    Foto: images.google.com
              20:19
Controle químico: controle com utilização de agrotóxicos.
                      Pode ser realizado de forma mecanizada ou manual, utilizando-
                      se pulverizador costal, motorizado ou tracionado.
MÉTODOS DE CONTROLE




                       Utilize somente produtos registrados
                       e autorizados pelo MAPA.


               20:19
Controle Físico: Controle por meio de barreiras naturais e artificiais.
                      Várias técnicas podem ser utilizadas.
MÉTODOS DE CONTROLE




                          Geralmente feita de mata nativa, com a finalidade de diminuir a
                          velocidade do vento, impedindo a disseminação das pragas.


               20:19
MÉTODOS DE CONTROLE




20:19
Controle alternativo e biológico: é a utilização de agentes naturais no
                      controle das pragas. Pode ser realizado com fungos antagônicos, inimigos
                      naturais, inseticidas/fungicidas naturais, culturas-armadilhas, entre outros.
MÉTODOS DE CONTROLE




               20:19
OUTROS MANEJOS




                   Viragem      Forramento




                   Raleamento   Cobrir os frutos
           20:19
COLORAÇÃO DA CASCA
                     Orange – Deve        Charentais - Deve
                     estar com uma cor    ter suturas bem
                     uniforme tendendo    definidas        e
                     para o amarelo;      coloração verde;
PONTO DE COLHEITA




                     Amarelo – Ele        Cantaloupe – O
                     pode ser colhido     rendilhamento
                     na cor amarela       deve          está
                     pálida;              uniforme;



                     Gália - A cor deve
                     estar     tendendo   Pele de Sapo -
                     para o amarelo e o   Deve estar com a
                     escriturado deve     cor verde intensa;
                     ser homogêneo;


             20:19                                     20:19
PONTO DE COLHEITA    SÓLIDOS SOLÚVEIS




                                  Tipo de melão   ºBrix
                                    Amarelo       10 a 12
                                   Cantaloupe       10
                                        Gália     12 a 14
                                  Pelo de Sapo      11
                                    Orange        10 a 13
                                   Charentais       13

             20:19
PONTO DE COLHEITA                    FIRMEZA DE POLPA




                     Tipo de melão Firmeza da polpa (N)
                       Amarelo              35
                      Cantaloupe            30
                        Gália             25 a 30
                     Pelo de Sapo           32
                       Orange               30
                      Charentais            30
             20:19
COLHEITA




20:19
COLHEITA




      20:19   20:19
PÓS COLHEITA




20:19
PÓS-COLHEITA




20:19
PÓS-COLHEITA




20:19
CLASSIFICAÇÃO


                          A classificação é feita de acordo
                          com o tamanho do fruto,
                          correspondendo ao número de
                          melões que uma caixa comporta.
PÓS-COLHEITA




                          Do 4 ao 14.




         20:19
PÓS-COLHEITA




20:19
ARMAZENAMENTO




20:19
20:19
ARMAZENAMENTO




                Tipo de melão   Temperatura
                  Amarelo        ambiente
                 Cantaloupe       3º a 4º
                   Gália          7º a 8º
                Pelo de Sapo     ambiente
                  Orange            7º
                 Charentais        3 a 4º
      20:19
OBRIGADO!
   ykesaky@agronomo.eng.br
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS – É proibida a reprodução
total ou parcial, de qualquer forma ou qualquer meio, salvo com
autorização, por escrito ou eletrônica, do autor. A violação dos direitos
do autor (Lei No. 9.610/98) é crime estabelecido pelo Artigo 184 do
Código Penal Brasileiro.
REFERÊNCIAS




Cultivo de melão: manejo, colheita, pós-colheita e comercialização /
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - SENAR – Brasília:
SENAR, 2007. 104 p. : il.; 21 cm (Coleção SENAR, ISSN 1676-367x;
131).
OBRIGADO!
   ykesaky@agronomo.eng.br

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Cultivo do melão ykesaky terson

  • 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA CULTURA DO MELÃO Cucumis melo L. YKESAKY TERSON DANTAS FERNANDES AREIA-PB 2012
  • 2. INTRODUÇÃO  Reino: Plantae;  Divisão: Magnoliophita; CLASSIFICAÇÃO BOTÂNICA  Classe: Magnoliopsida;  Ordem: Curcubitales;  Família: Curcubitaceae;  Gênero: Cucumis;  Espécie: Cucumis melo. 20:19
  • 3. INTRODUÇÃO A área plantada com melão no mundo 1,3 milhões de ha Produtividade da ordem de 21 t/ha PRODUÇÃO MUNDIAL Produção de 26,9 milhões de toneladas de frutos/ano A China é o maior produtor com 51% da produção  O Brasil é o maior produtor da América do Sul com 495 mil toneladas/ano correspondendo a 20% da produção total e rendimento médio de 23 t/ha e uma área de 21,5 mil ha Fonte: FAO (2009) IBGE (2009). 20:19
  • 4. INTRODUÇÃO O Nordeste responde com 95% da produção nacional, sendo responsável por 100% das exportações brasileira, destacando-se os estados do Rio Grande do Norte, Ceará, Bahia e Pernambuco Da produção brasileira, 40% são exportados, no período de PRODUÇÃO NACIONAL agosto a março 20:19
  • 6. Amarelo: Pertence ao grupo dos inodoros e é também conhecido como melão espanhol. Tem casca amarela e polpa variando VARIEDADES de branca a creme. Cantaloupe: Pertence ao grupo dos aromáticos. Apresenta a casca rendilhada com formato esférico e polpa salmão. 20:19
  • 7. Charentais: Pertence ao grupo dos aromáticos, possui casca lisa, verde- clara e reticulada (costelada), forma arredondada e às vezes VARIEDADES achatada, e polpa salmão. Gália: Pertence ao grupo dos aromáticos, é arredondado, com casca verde no início e amarela quando o fruto está maduro. 20:19
  • 8. Orange: Pertence ao grupo dos aromáticos, é redondo, de casca lisa e cor creme, com polpa laranja- escura ou creme- esverdeada. Exige VARIEDADES manuseio cuidadoso. Pele de sapo: Pertence ao grupo dos inodoros. Recebeu este nome pela coloração de sua casca: verde-clara com manchas verde-escuras, levemente enrugada e dura, com polpa creme esverdeada. 20:19
  • 10. FATORES QUE INFLUENCIAM NA PRODUÇÃO E QUALIDADE Temperatura - faixa ótima de 25ºC a 35 C abaixo de 12ºC, o crescimento é paralisado acima de 40ºC, é prejudicial a cultura. Luminosidade - faixa de 2.000 a 3.000 horas/ano Umidade relativa - ótima situa-se na faixa de 65% a 75% CLIMA Umidade do solo - pouco exigente em umidade do solo Temperaturas elevadas, alta luminosidade, baixa umidade relativa do ar e umidade do solo adequada proporcionam as condições climáticas necessárias para a boa produtividade e qualidade de frutos 20:19
  • 11. O melão pode ser cultivado o ano todo, evitando-se a época de frio e chuvas intensas que provoca, além das perdas na produtividade e qualidade, maior aparecimento de doenças ÉPOCA DE PLANTIO foliares e de frutos. Além dos fatores climáticos, é importante considerar a variação de preços do melão no mercado interno (a relação entre a oferta e procura do produto), bem como observar as janelas de exportação, ou seja, a entressafra no mercado mundial, que acontece entre setembro a janeiro. 20:19
  • 12. Sucesso ou fracasso da produtividade; Histórico da área; ÁREA DE PLANTIO Condições e características favoráveis; 20:19
  • 13. Limpeza do terreno; Preparo do solo; PREPARO DO TERRENO Análise do solo; 20:19
  • 14. Calagem ou gessagem; Feita 30 dias antes do plantio de acordo com a análise de solo PREPARO DO TERRENO 20:19
  • 15. Aração; PREPARO DO TERRENO Quando existirem problemas de compactação, ou em solos muito argilosos, deve-se realizar a sub-solagem antes da aração, com profundidade de cerca de 40 cm. 20:19
  • 16. Gradagem; A gradagem do solo visa incorporar o calcário aplicado, bem como destorroar e nivelar o solo para facilitar e melhorar as suas PREPARO DO TERRENO características para o plantio. 20:19
  • 17. Sulcamento; Os sulcos devem ser abertos com o uso do sulcador, numa profundidade de cerca de 20 cm e no espaçamento desejado. PREPARO DO TERRENO 20:19
  • 19. Atualmente, com a introdução dos sistemas de certificação de frutas, é recomendada a utilização de compostos orgânicos certificados. ADUBAÇÃO ORGÂNICA 20:19
  • 20. É feito uma aplicação de 5 a 10 toneladas por hectare ADUBAÇÃO ORGÂNICA 20:19
  • 21. ADUBAÇÃO MINERAL N 40 kg.ha-1 em fundação e 90 kg.ha-1 aos 20 e 40 dias P de acordo com análise do solo em fundação e 40 dias 20:19 K todo em fundação de acordo com análise do solo
  • 23. A fertirrigação é o processo de aplicação de fertilizantes na planta por meio da água da irrigação, e se adapta muito bem ao método de gotejamento. N é aplicado FERTIRRIGAÇÃO até os 42 dias K é aplicado até os 55 dias 20:19
  • 24.  Tanque diferencial de pressão FERTIRRIGAÇÃO Venturi  20:19
  • 25. Sulcos; É realizada na superfície do solo por meio de pequenos canais paralelos às linhas de plantio. SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO 20:19
  • 26. Gotejamento; Vantagens: SISTEMAS DE IRRIGAÇÃO Economia de água e mão de obra; Alta eficiência e a utilização da fertirrigação. Desvantagens: Alto custo de instalação; Possíveis problemas de entupimento dos gotejadores. 20:19
  • 29. O sistema deve ser testado para que não haja vazamento, diminuindo o SISTEMA DE IRRIGAÇÃO desperdício de água e energia. 20:19
  • 30. Evitar o crescimento de ervas daninhas; Diminuir a perda de água (evaporação); Evitar o contato do COBERTURA DO SOLO fruto com a terra. 20:19
  • 33. PLANTIO Via mudas; Obs: •Mudas certificadas •Transporte nas horas frias •Prateleiras separadas 20:19
  • 35. Permanece até o início da floração feminina (cerca de 30 dias após o plantio), UTILIZAÇÃO DE MANTA TNT coincidindo com o início da polinização. 20:19
  • 36. TRATOS CULTURAIS PLANTAS DANINHAS 20:19
  • 38. Cerca de 3 colmeias por FAVORECIMENTO DA POLINIZAÇÃO hectare; Ocorre aproximadamente 30% de aumento na produção, uma vez que as abelhas são o principal polinizador da cultura do melão. 20:19
  • 39. Mosca minadora (Liriomyza spp ): as larvas fazem galerias em formatos zig- zag, podendo causar destruição total da folha. PRINCIPAIS PRAGAS Foto: Rui Sales (Ufersa) Foto: Senar 20:19
  • 40. Mosca branca (Bemisia tabaci biotipo B ): provoca a redução do tamanho e peso dos frutos, produtividade, alteração da aparência, redução do ºBrix e excreção de substância açucaradas “mela”, que propiciam o surgimento da fumagina (fungo). São vetores (condutores) do vírus causador do amarelão. PRINCIPAIS PRAGAS Fotos: HENRIQUE MOREIRA 20:19
  • 41. Pulgão (Aphis gossypii ): provocam encarquilhamento e deformação nas plantas jovens, brotações e folhas novas. Podem atuar como vetores de doenças. PRINCIPAIS PRAGAS Fotos: HENRIQUE MOREIRA 20:19
  • 42. Broca das cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata): No primeiro tipo (nitidalis), as lagartas atacam flores e frutos, podendo provocar abertura de galerias na polpa dos frutos. Diafhania nitidalis PRINCIPAIS PRAGAS Fotos: HENRIQUE MOREIRA 20:19
  • 43. Broca das cucurbitáceas (Diaphania nitidalis e Diaphania hyalinata): No segundo tipo (hyalinata), as lagartas atacam preferencialmente as folhas, chegando a causar desfolha total da planta. Diafhania hyalinata PRINCIPAIS PRAGAS Fotos: HENRIQUE MOREIRA 20:19
  • 44. Mosca das frutas (Anastrepha grandis): A casca do fruto é perfurado pela fêmea para a colocação de seus ovos. Posteriormente as larvas se desenvolvem no interior do fruto, tornando-o inviável para o consumo e industrialização. PRINCIPAIS PRAGAS Foto: HENRIQUE MOREIRA Foto: Embrapa 20:19
  • 45. Oídio (Sphaerotheca fuliginea) Os sintomas surgem como manchas-claras que aumentam de tamanho e depois são recobertas por um mofo branco. À medida que o mofo vai tomando a folha, estas vão amarelecendo e secando, os ramos definham e os frutos sofrem ligeira PRINCIPAIS DOENÇAS deformação. Estes sintomas, geralmente, desenvolvem-se primariamente nas folhas sombreadas e mais velhas. Míldio (Pseudoperonospora cubensis): inicia-se pelas folhas mais velhas, com manchas de tecido encharcado de cor branca, podendo nesta fase, algumas vezes, serem confundidos com sintomas iniciais de oídio. 20:19 Fotos: HENRIQUE MOREIRA
  • 46. Cancro da haste (Didymella bryoniae): As plantas atacadas apresentam exsudação (líquido que sai da planta) de uma goma escura no colo da planta, e quando esta é circundante, leva a murcha e em seguida, PRINCIPAIS DOENÇAS à morte da planta. Ataca principalmente o colo da planta. Murchas de fusarium (Fusarium sp.): Pode ocorrer em qualquer estágio do desenvolvimento da planta. Pode causar o tombamento e morte, que ocorre quando o ataque é no colo da mesma ainda jovem. Em plantas adultas, o sintoma é o amarelecimento das folhas mais velhas seguido de murcha dos ramos em crescimento. 20:19 Fotos: Rui Sales (Ufersa)
  • 47. Cancro seco (Macrophomina phaseolina): Ataca principalmente a zona do colo (região entre a raiz e o início do caule) da planta e partes baixas da mesma, provocando o amarelecimento das folhas, que podem chegar a apresentar manchas de tecido morto nas margens. As folhas atacadas secam por PRINCIPAIS DOENÇAS completo, ficando aderidas ao talo. Pode-se encontrar sintomas de murchamento. Mancha aquosa (Acidovorax avenae subsp. citrulli): Inicialmente ocorre o surgimento de pequenas manchas verde claras oleosas com cerca de 1 mm de diâmetro, nas folhas, que crescem tornando-se aquosas. Nos frutos estas manchas podem se juntar e tornar-se de tamanho considerável. Fotos: Rui Sales (Ufersa) 20:19
  • 48. Murcha de rhizoctonia (Rhizoctonia solani ): Os sintomas desta doença iniciam-se com uma clorose (branqueamento) e posterior necrose das folhas da base. Segue-se com um rápido murchamento podendo chegar à morte PRINCIPAIS DOENÇAS da planta. Murchas de monosporascus (Monosporascus cannonballus ): A raiz é atacada por este fungo, causando necrose e apodrecimento, começando pela principal passando pelas secundárias e chegando à murcha de toda a planta. Estes sintomas ocorrem geralmente antes da colheita. Fotos: Sami Jorge Michereff 20:19
  • 49. Nematóide (Meloidogyne ssp ): As raízes apresentam numerosos tumores ou galhas, resultantes da ação dos nematóides, que podem matar as plantas jovens, provocando falhas nos sulcos onde houve PRINCIPAIS DOENÇAS semeadura ou plantio. Foto: Henrrique Moreira Viroses: As viroses têm como sintomas, em geral, um amarelecimento entre as nervuras das folhas mais novas e, com o desenvolvimento da doença este pode se acentuar e contrastar com as áreas verdes da folha, semelhante a um mosaico. Foto: images.google.com 20:19
  • 50. Controle químico: controle com utilização de agrotóxicos. Pode ser realizado de forma mecanizada ou manual, utilizando- se pulverizador costal, motorizado ou tracionado. MÉTODOS DE CONTROLE Utilize somente produtos registrados e autorizados pelo MAPA. 20:19
  • 51. Controle Físico: Controle por meio de barreiras naturais e artificiais. Várias técnicas podem ser utilizadas. MÉTODOS DE CONTROLE Geralmente feita de mata nativa, com a finalidade de diminuir a velocidade do vento, impedindo a disseminação das pragas. 20:19
  • 53. Controle alternativo e biológico: é a utilização de agentes naturais no controle das pragas. Pode ser realizado com fungos antagônicos, inimigos naturais, inseticidas/fungicidas naturais, culturas-armadilhas, entre outros. MÉTODOS DE CONTROLE 20:19
  • 54. OUTROS MANEJOS Viragem Forramento Raleamento Cobrir os frutos 20:19
  • 55. COLORAÇÃO DA CASCA Orange – Deve Charentais - Deve estar com uma cor ter suturas bem uniforme tendendo definidas e para o amarelo; coloração verde; PONTO DE COLHEITA Amarelo – Ele Cantaloupe – O pode ser colhido rendilhamento na cor amarela deve está pálida; uniforme; Gália - A cor deve estar tendendo Pele de Sapo - para o amarelo e o Deve estar com a escriturado deve cor verde intensa; ser homogêneo; 20:19 20:19
  • 56. PONTO DE COLHEITA SÓLIDOS SOLÚVEIS Tipo de melão ºBrix Amarelo 10 a 12 Cantaloupe 10 Gália 12 a 14 Pelo de Sapo 11 Orange 10 a 13 Charentais 13 20:19
  • 57. PONTO DE COLHEITA FIRMEZA DE POLPA Tipo de melão Firmeza da polpa (N) Amarelo 35 Cantaloupe 30 Gália 25 a 30 Pelo de Sapo 32 Orange 30 Charentais 30 20:19
  • 59. COLHEITA 20:19 20:19
  • 63. CLASSIFICAÇÃO A classificação é feita de acordo com o tamanho do fruto, correspondendo ao número de melões que uma caixa comporta. PÓS-COLHEITA Do 4 ao 14. 20:19
  • 66. ARMAZENAMENTO Tipo de melão Temperatura Amarelo ambiente Cantaloupe 3º a 4º Gália 7º a 8º Pelo de Sapo ambiente Orange 7º Charentais 3 a 4º 20:19
  • 67. OBRIGADO! ykesaky@agronomo.eng.br
  • 68. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS – É proibida a reprodução total ou parcial, de qualquer forma ou qualquer meio, salvo com autorização, por escrito ou eletrônica, do autor. A violação dos direitos do autor (Lei No. 9.610/98) é crime estabelecido pelo Artigo 184 do Código Penal Brasileiro.
  • 69. REFERÊNCIAS Cultivo de melão: manejo, colheita, pós-colheita e comercialização / Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - SENAR – Brasília: SENAR, 2007. 104 p. : il.; 21 cm (Coleção SENAR, ISSN 1676-367x; 131).
  • 70. OBRIGADO! ykesaky@agronomo.eng.br