Conservação de Soloe Plantio DiretoPalestra Inaugural, 9 de Setembro de 2008Grupo de Estudos em Solos AgrícolasCentro Fede...
Conservação de solo• Objetivo : Manter, ou melhorar, a produtividadedo solo em quanto minimiza impactos negativosao meio a...
Isto foi a produção de soja no Brasil há 30anos1º PD em MSPlantioConvencional –um desastreFonte : T.J.Owens 1978
Crime ecológico - porque?1. Desmatamento de montanha com mata2. Erosão desastroso para recuperação de pastoBioma Mata Atlâ...
Production of Beef or Termites?Mais de 50 milhões de pasto drgradadoentre Cerrado e Amazônia
Terraços são necessários porque ainfiltração da chuva é menor que aprecipitaçãoFiliado à FEBRAPDPNão esqueça o manejo do s...
Lençol Freático nãorecarregado
PERDAS EM REVOLVER O SOLOPERDAS EM REVOLVER O SOLO• QUEIMA de MATÉRIA ORGÂNICA;• DESTRUIÇÃO de CANAIS e MACROPOROS= MENOS ...
QUAIS OS PROBLEMASQUAIS OS PROBLEMASAGRONÔMICOS com PD?AGRONÔMICOS com PD?• GERAÇÃO INADEQUADA DE BIOMASSA• USO DE GRADE n...
Sistema de exploração agropecuárioque envolve diversificação de espécies,via rotação de culturas,as quais são estabelecida...
Solução de problemas: pragas,doenças e plantas daninhasIntegração agricultura e pecuáriaDiversificação de rendaMenor custo...
Controle da erosãoEstruturação do soloCiclagem de nutrientesControle de plantas daninhasAmenização da temperatura do soloC...
REESTRUTURAÇÃO DO SOLOREESTRUTURAREESTRUTURAÇÇÃO DO SOLOÃO DO SOLOAgricultura de conservaAgricultura de conservaççãoãoDive...
REESTRUTURAÇÃO DOCONSTRUCAO DE UMAPOROSIDADE BIOLÓGICA(BIOPOROS)REESTRUTURAREESTRUTURAÇÇÃO DOÃO DOCONSTRUCAO DE UMACONSTRU...
REESTRUTURAÇÃO DO SOLODE UMA ESTRUTURAMAÇIÇA, ACIMA, PARA UMAESTRUTURA POROSA,ABAIXOREESTRUTURAREESTRUTURAÇÇÃO DO SOLOÃO D...
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COMPACTAÇÃOMelhoria estrutural do soloMelhoria estrutural do soloprprááticas mecânicasticas mecânicasescolhidas em termos ...
prprááticas biolticas biolóógicasgicasuso de culturas favoráveis à aliviação doprocesso de degradação estruturalrotação de...
Filiado à FEBRAPDPROTAÇÃO DE CULTURASPALHA/ BIOMASSAQUEIMADAS ELIMINADASDESENVOLVIMENTO RADICULARFERTILIDADE DO SOLOATIVID...
PLANTIO DIRETO NÃOPLANTIO DIRETO NÃO ÉÉRECEITA DE BOLO:RECEITA DE BOLO:CADA UM TEM QUE APLICAR OS PRINCÍPIOSCada fazenda t...
Soja/Trigo PD, solo raso, arenoso,declive de 25%, plantio morroabaixo E SEM EROSÃOFiliado à FEBRAPDPFaz. Palmyra, de Nonô ...
FALEM VOCÊS QUAIS SÃO ASFUNÇÕES DE PALHA EM PD?
PD e a Umidade do SoloPD e a Umidade do Solo
Efeitos de PDEfeitos de PDTemperatura do soloTemperatura do solo
FUNFUNÇÇÕES DA PALHAÕES DA PALHA• Diminuir o impacto da chuva, protegendo o solo contracompactação e degradação de grumos;...
Os problemas da botina (guilhotina)Perda de cobertura E CARBONOMaior demanda de potênciaFiliado à FEBRAPDP
Perda de cobertura com botina e soloexcessivamente molhado
Filiado à FEBRAPDPPERDAS EM REVOLVER O SOLOPERDAS EM REVOLVER O SOLO• QUEIMA de MATÉRIA ORGÂNICA• DESTRUIÇÃO de CANAIS e M...
Filiado à FEBRAPDPPERDA DE MATPERDA DE MATÉÉRIA ORGÂNICARIA ORGÂNICA
Solos & Perda de águaPD vs PC765,623,3Perdas porerosão(ton/ha/ano)69,242,4137,6Perda deágua(mm/anoPorcentagemda ReduçãoPla...
Correção química - GessagemCorreção química - GessagemAdubaAdubaçção e a correão e a correçção quão quíímica do solomica d...
J.C. Sá, UFPG
Perdas de N por volatilizaçãoP.L. de Freitas, Embrapa Solos
Expectativa de rendimento t ha-1<3 3-6 6-9 >9Teor matéria orgânica (%)<2,5 2,5-5 >5,5 <2,5 2,5-5 >5,5 <2,5 2,5-5 >5,5 <2,5...
Integração Lavoura Pecuária Dc/Plantio DiretoA revolution inenvironmentalmanagement fortropical farmingwith substantialben...
Produtividade da soja em diferentessistemas de sucessão300029002800260024002500260027002800290030003100briz / soja milho /...
Produtividade do pasto após a colheitada soja44561480271210800500100015002000250030003500400045005000briz (80 dias) briz (...
Faz. Dom Bosco, Cristalina-GOAnálise financeiro-físico de 4 Modelos1,931,961,490,70Taxa de lotação UA/ha (ano 10)342230932...
ILPD e Abate AceleradoEmissao de metano pornovilhos a pasto050100150071421283542Idade, mêsCH4,kg/animalCH4-39m CH4-26m
Sistemas Agrosilvipastoris
Faz. Várgem e Bicasdo Macel CaixetaFiliado à FEBRAPDPCálculo do Potencial de Mitigação de DesmateAplicando os sistema ILP ...
Como embasar políticas deconservação em terras privadas?Degradar para produzir não procedePrecisa limitar a degradação a u...
O DESAFIOProduzir sem degradarO quê é um sistema que não degrada?Como valorar impactos ambientais desistemas de produção?C...
Precisamos incentivar a próxima geração detecnologias sustentáveis avançadasHoje o Órganico e o PD praticados estão longe ...
DESMATAMENTOEVITADO• Pagamentos para :– Vegetação nativa emreservas– Vegetação nativa fora dereservas– Intensificação (IUT...
A Pegada Ecológica1,92,3MUNDO0,84,3Japão4,99,6USA2,02,8Africa do Sul1,99,6Russia5,52,8Chile1,94,8Alemanha0,81,6China10,22,...
OO AgricultorAgricultor dede PlantioPlantioDiretoDireto e oe o FuturoFuturo dodo BrasilBrasil• Competitividade global sem ...
RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADEAMBIENTALAMBIENTALOO Produtor vê a natureza comoaliadaEliminação dos impactos da erosão ex...
POTENCIAL DE CONTAMINAPOTENCIAL DE CONTAMINAÇÇÃO DAÃO DA ÁÁGUA DO SOLO DE ALGUNSGUA DO SOLO DE ALGUNSHERBICIDAS USADOS NOS...
PLANTIO DIRETO E A SOCIEDADEPLANTIO DIRETO E A SOCIEDADE20,5017,4014,5013,0011,3042,847,3952,7481,168,7205101520251992 199...
Quem Paga para Limpar?• Os industriais tem acesso a créditos de carbonopara tornar seus processos limpos (Protocolo deKyot...
Isto é OK?(só na novela das 9)A urbanizaçãoexcessiva submetepessoas a condiçõessub-humanasE polui a água
Serviços AmbientaisÒticas DiferentesQueima de biomassa Ex: (cana, custoindireto)Extração de madeiraEmissão de metano (futu...
Alguns LembretesMatéria Orgânica e Humus• Estrutura Física e Infiltração;• MO como liga na agregação;• MO como alimento da...
Erosão e as velhas noções de conservaçãode solos - modelo americano, PC combarreiras física às enxurradas, 1930,• Brasil 2...
Atividade biológicaPatógenos no solo - Trichoderma, Brachiaria,Estado nutricionalManejo sustentável do solo = PDPalha sufi...
Aspectos morais da conservaçãoHerançaManter serviços ambientais para a humanidadeCo-responsabilidade dos consumidoresPolít...
Beneficios e Desvantagens doArrendamento em ILPD•Perda de área de pasto de invernoSem pastoreio de restevas precisa alugar...
O agricultor brasileiro faz muito maisO agricultor brasileiro faz muito maispara o meio ambiente do que o povo sabepara o ...
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Palestra inaugural do Grupo de Estudos em Solos Agrícolas (GESA), do Instituto Federal Minas Gerais - Campus Bambuí, ministrada por John N. Landers (APDC - Associação de Plantio Direto no Cerrado).

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Conservação do solo e plantio direto

  1. 1. Conservação de Soloe Plantio DiretoPalestra Inaugural, 9 de Setembro de 2008Grupo de Estudos em Solos AgrícolasCentro Federal de Educação Tecnológica de Bambuí-MGJohn N. Landers, OBEDiretorAssociação de Plantio Direto no CerradoPrêmio Heidelberg de Mérito Ambiental, 2005Filiado à FEBRAPDP
  2. 2. Conservação de solo• Objetivo : Manter, ou melhorar, a produtividadedo solo em quanto minimiza impactos negativosao meio ambiente;• Visão : Solo como um ser vivo e meio desustentação física e química de culturas.• Fulcro : A Capacidade produtiva = a Saúde dosolo = Lucro do produtor• Manejo : Plantio Direto na Palha (PDP)Filiado à FEBRAPDP
  3. 3. Isto foi a produção de soja no Brasil há 30anos1º PD em MSPlantioConvencional –um desastreFonte : T.J.Owens 1978
  4. 4. Crime ecológico - porque?1. Desmatamento de montanha com mata2. Erosão desastroso para recuperação de pastoBioma Mata Atlântica HOJE– 93% perdida
  5. 5. Production of Beef or Termites?Mais de 50 milhões de pasto drgradadoentre Cerrado e Amazônia
  6. 6. Terraços são necessários porque ainfiltração da chuva é menor que aprecipitaçãoFiliado à FEBRAPDPNão esqueça o manejo do solo entre terraços!!!!
  7. 7. Lençol Freático nãorecarregado
  8. 8. PERDAS EM REVOLVER O SOLOPERDAS EM REVOLVER O SOLO• QUEIMA de MATÉRIA ORGÂNICA;• DESTRUIÇÃO de CANAIS e MACROPOROS= MENOS INFILTRAÇÃO;• EROSÃO X 10;• SUSCETIBILIDADE ao VERÂNICO;• ESTERILIZAÇÃO da BIOLOGIA do SOLO(CORÓS, MINHOCAS e INIMIGOS NATURAIS);• ELEVAÇÃO à SUPERFÍCIE de SEMENTES de INÇOS;• CUSTO ADICIONAL de PREPARO;• ATRASO no PLANTIO;• ATRASO na ADOÇÃO de PD= MAIOR INVESTIMENTO em MÁQUINAS;• 10. MAIOR CONSUMO D’ÁGUA na IRRIGAÇÃO(mais 15 a 20 %).
  9. 9. QUAIS OS PROBLEMASQUAIS OS PROBLEMASAGRONÔMICOS com PD?AGRONÔMICOS com PD?• GERAÇÃO INADEQUADA DE BIOMASSA• USO DE GRADE niveladora PARA INCORPORARCOBERTURA• MULTIPLICAÇÃO DE ERVAS PERSISTENTES• AUMENTO DE ALGUMAS PRAGAS• DIMINUIÇÃO DE OUTRAS• REGULAGEM /CONFIGURAÇÃO DEPLANTADEIRAS EM PALHAS E UMIDADESVARIADAS• CUPINS E FORMIGAS controles conhecidos• LESMAS EM PD IRRIGADO• TATUS sem controle legal
  10. 10. Sistema de exploração agropecuárioque envolve diversificação de espécies,via rotação de culturas,as quais são estabelecidas mediante amobilização de solo, exclusivamente nalinha de semeadura,mantendo-se os resíduos culturais nasuperfície do solo.SISTEMA PLANTIO DIRETOSISTEMA PLANTIO DIRETOSISTEMA PLANTIO DIRETOJ.E. Denardin, Embrapa Solos
  11. 11. Solução de problemas: pragas,doenças e plantas daninhasIntegração agricultura e pecuáriaDiversificação de rendaMenor custo de produçãoMenor impacto ambientalSolução de problemas: pragas,doenças e plantas daninhasIntegração agricultura e pecuáriaDiversificação de rendaMenor custo de produçãoMenor impacto ambientalROTAÇÃO DE CULTURASROTAÇÃO DE CULTURASJ.E. Denardin, Embrapa Solos
  12. 12. Controle da erosãoEstruturação do soloCiclagem de nutrientesControle de plantas daninhasAmenização da temperatura do soloControle da erosãoEstruturação do soloCiclagem de nutrientesControle de plantas daninhasAmenização da temperatura do soloMANUTENÇÃO DA PALHA NASUPERFÍCIE DO SOLOMANUTENÇÃO DA PALHA NASUPERFÍCIE DO SOLOJ.E. Denardin, Embrapa Solos
  13. 13. REESTRUTURAÇÃO DO SOLOREESTRUTURAREESTRUTURAÇÇÃO DO SOLOÃO DO SOLOAgricultura de conservaAgricultura de conservaççãoãoDiversificaDiversificaçção deão deespespééciesciesQualidade de biomassaQualidade de biomassaDensidade de raDensidade de raíízeszesAtividade biolAtividade biolóógicagicaJ.E. Denardin, Embrapa Solos
  14. 14. REESTRUTURAÇÃO DOCONSTRUCAO DE UMAPOROSIDADE BIOLÓGICA(BIOPOROS)REESTRUTURAREESTRUTURAÇÇÃO DOÃO DOCONSTRUCAO DE UMACONSTRUCAO DE UMAPOROSIDADE BIOLPOROSIDADE BIOLÓÓGICAGICA(BIOPOROS)(BIOPOROS)J.E. Denardin, Embrapa Solos
  15. 15. REESTRUTURAÇÃO DO SOLODE UMA ESTRUTURAMAÇIÇA, ACIMA, PARA UMAESTRUTURA POROSA,ABAIXOREESTRUTURAREESTRUTURAÇÇÃO DO SOLOÃO DO SOLODE UMA ESTRUTURADE UMA ESTRUTURAMAMAÇÇIIÇÇA, ACIMA, PARA UMAA, ACIMA, PARA UMAESTRUTURA POROSA,ESTRUTURA POROSA,ABAIXOABAIXOJ.E. Denardin, Embrapa Solos
  16. 16. ?COMPACTAÇÃOAVALIAAVALIAÇÇÃOÃO2. CRESCIMENTO DE RAÍZES
  17. 17. COMPACTAÇÃOAVALIAAVALIAÇÇÃOÃO3. INFILTRAÇÃO DE ÁGUA NO SOLOP.L. de Freitas, Embrapa Solos
  18. 18. COMPACTAÇÃOAVALIAAVALIAÇÇÃOÃO0 5 10 15 20VegetaçãoNaturalPlantio Direto5 anosPlantio Direto3 anosSist.ConvencionalCapacidade de Infiltração (mm.min-1)3. INFILTRAÇÃO DE ÁGUA NO SOLOP.L. de Freitas, Embrapa Solos
  19. 19. COMPACTAÇÃOMelhoria estrutural do soloMelhoria estrutural do soloprprááticas mecânicasticas mecânicasescolhidas em termos do impacto que podecausar, eficiência, economicidade epotencial de recuperação do solofacões rompedores nas semeadoras,escarificadores / subsoladores, e,grades pesadas / arados.P.L. de Freitas, Embrapa Solos
  20. 20. prprááticas biolticas biolóógicasgicasuso de culturas favoráveis à aliviação doprocesso de degradação estruturalrotação de culturasuso de culturas de cobertura do soloCOMPACTAÇÃOMelhoria estrutural do soloMelhoria estrutural do soloP.L. de Freitas, Embrapa Solos
  21. 21. Filiado à FEBRAPDPROTAÇÃO DE CULTURASPALHA/ BIOMASSAQUEIMADAS ELIMINADASDESENVOLVIMENTO RADICULARFERTILIDADE DO SOLOATIVIDADE BIOLÓGICAMATÉRIA ORGÂNICA
  22. 22. PLANTIO DIRETO NÃOPLANTIO DIRETO NÃO ÉÉRECEITA DE BOLO:RECEITA DE BOLO:CADA UM TEM QUE APLICAR OS PRINCÍPIOSCada fazenda tem suaspeculiaridades de solo,clima e organizaçãoPlantio Direto é umaREVOLUÇÃO DOPENSAMENTOFiliado à FEBRAPDP
  23. 23. Soja/Trigo PD, solo raso, arenoso,declive de 25%, plantio morroabaixo E SEM EROSÃOFiliado à FEBRAPDPFaz. Palmyra, de Nonô Pereira
  24. 24. FALEM VOCÊS QUAIS SÃO ASFUNÇÕES DE PALHA EM PD?
  25. 25. PD e a Umidade do SoloPD e a Umidade do Solo
  26. 26. Efeitos de PDEfeitos de PDTemperatura do soloTemperatura do solo
  27. 27. FUNFUNÇÇÕES DA PALHAÕES DA PALHA• Diminuir o impacto da chuva, protegendo o solo contracompactação e degradação de grumos;• Aumentar a capacidade de infiltração da água no solo,minimizando os escorrimentos superficiais e amenizandoas enchentes;• Aumentar a matéria orgânica no perfil do solo, melhorandoa CTC e a estrutura física do solo;• Manter a umidade do solo e reduzir a evaporação ( efeitomulch)• Ajudar no controle de plantas invasoras, seja porsupressão, seja por alelopatia;• Estabilizar a temperatura do solo, favorecendo osprocessos biológicos e a vida do solo;• Reduzir as perdas de solo e água pela erosão;• Agir como reciclador de nutrientes, assegurando a altaatividade biológica.
  28. 28. Os problemas da botina (guilhotina)Perda de cobertura E CARBONOMaior demanda de potênciaFiliado à FEBRAPDP
  29. 29. Perda de cobertura com botina e soloexcessivamente molhado
  30. 30. Filiado à FEBRAPDPPERDAS EM REVOLVER O SOLOPERDAS EM REVOLVER O SOLO• QUEIMA de MATÉRIA ORGÂNICA• DESTRUIÇÃO de CANAIS e MACROPOROS= MENOS INFILTRAÇÃO• EROSÃO X 10• SUSCETIBILIDADE ao VERÂNICO• ESTERILIZAÇÃO da BIOLOGIA do SOLO(CORÓS, MINHOCAS e INIMIGOS NATURAIS)• ELEVAÇÃO à SUPERFÍCIE de SEMENTES de INÇOS• CUSTO ADICIONAL de PREPARO• ATRASOS E REPLANTIOS• ATRASO na ADOÇÃO de PD= MAIOR INVESTIMENTO em MÁQUINAS• MAIOR CONSUMO D’ÁGUA na IRRIGAÇÃO(mais 15 a 20 %)
  31. 31. Filiado à FEBRAPDPPERDA DE MATPERDA DE MATÉÉRIA ORGÂNICARIA ORGÂNICA
  32. 32. Solos & Perda de águaPD vs PC765,623,3Perdas porerosão(ton/ha/ano)69,242,4137,6Perda deágua(mm/anoPorcentagemda ReduçãoPlantioDiretoPlantioConvencionalCategoriaFonte : De Maria et al. (2000)
  33. 33. Correção química - GessagemCorreção química - GessagemAdubaAdubaçção e a correão e a correçção quão quíímica do solomica do soloA lanço, com o calcário, em áreas comSat`n Al > 20% outeor de Ca < 0,5 cmolc/dm3.RecomendaRecomendaçção (kg/ão (kg/haha) = 50 x teor argila (%)) = 50 x teor argila (%)(Sousa, 1998).P.L. de Freitas, Embrapa Solos
  34. 34. J.C. Sá, UFPG
  35. 35. Perdas de N por volatilizaçãoP.L. de Freitas, Embrapa Solos
  36. 36. Expectativa de rendimento t ha-1<3 3-6 6-9 >9Teor matéria orgânica (%)<2,5 2,5-5 >5,5 <2,5 2,5-5 >5,5 <2,5 2,5-5 >5,5 <2,5 2,5-5 >5,5LeguminosaB. produç. 40 30 20 80 70 50 120 90 70 160 140 100M. prod 20 0 0 60 50 <40 100 60 40 140 120 90A. prod. 0 0 0 50 40 <30 90 50 30 120 100 80GramíneaB. prod. 80 60 <40 110 90 <65 160 100 70 180 160 120M. prod 80 60 <40 120 100 80 160 110 80 180 160 120A. prod. 80 60 <40 140 100 80 170 130 90 200 180 140Pousio 80 60 <40 130 90 <65 160 120 80 180 160 120RecomendaRecomendaçção de adubaão de adubaçção N em SPD (milho)ão N em SPD (milho)A Importância da M.O. & cultura precedente
  37. 37. Integração Lavoura Pecuária Dc/Plantio DiretoA revolution inenvironmentalmanagement fortropical farmingwith substantialbenefits for societyand the farmerPhoto ; Luiz Adriano M. Cordeiro, CAT Unaí-MGUma revolução nagestão ambientalda agriculturatropicalCom substanciaisbenefícios para asociedade e oprodutor rural
  38. 38. Produtividade da soja em diferentessistemas de sucessão300029002800260024002500260027002800290030003100briz / soja milho / soja dec / soja soja / soja(a)(ab)(ab)(b)kg/ha250 kg/ha de 0 - 25 - 25FT - LíderFundação MS
  39. 39. Produtividade do pasto após a colheitada soja44561480271210800500100015002000250030003500400045005000briz (80 dias) briz (3 anos) dec (80 dias) dec (3 anos)Kg de MS/haAvaliado no período de 22/03 a 14/06/96 Fundação MS
  40. 40. Faz. Dom Bosco, Cristalina-GOAnálise financeiro-físico de 4 Modelos1,931,961,490,70Taxa de lotação UA/ha (ano 10)3422309326461659Cabeças totais ano 101200120012001200Pastagem ano 10 (ha)40000Culturas irrigadas ano 10 (ha)800120012001200Área de culturas Seq. ano 10(ha)0,0800800800Area em reservas (ha)3200320032003200Área total (ha)25220212852Lucro líquido anual (R$/ha)2,452,1201,792,621461.082-799,490NPV (R$ ´000)22.23%20.80%12.99%3.57%!RR (%) - US$ 12/sc soja2,713,2661,213,9381,213,9381,234,287Investimento Yrs 1-4 (R$ ´000)ROTAÇÃO3ROTAÇÃO2ROTAÇÃO1Antes/ CTParâmetros
  41. 41. ILPD e Abate AceleradoEmissao de metano pornovilhos a pasto050100150071421283542Idade, mêsCH4,kg/animalCH4-39m CH4-26m
  42. 42. Sistemas Agrosilvipastoris
  43. 43. Faz. Várgem e Bicasdo Macel CaixetaFiliado à FEBRAPDPCálculo do Potencial de Mitigação de DesmateAplicando os sistema ILP a Pastagens Degradadas1. Lotação média do Cerrado 0,7 U.A./ha2. Lotação atual da fazenda 1,76 UA/ha3. Taxa de absorção de bovinos 1,06 :14. Taxa de absorção de culturas anuais 1 :15. TAXA de MITIGAÇÂO 2,06:1Para cada hectare degradada convertida empasto ILP, pode deixar de desmatar 2,06ha.??????
  44. 44. Como embasar políticas deconservação em terras privadas?Degradar para produzir não procedePrecisa limitar a degradação a um limitetolerável (ideal é zero)Precisa medir os impactos da produção aosrecursos naturaisSão necessárias avaliações comparativasdos impactos de sistemas alternativas
  45. 45. O DESAFIOProduzir sem degradarO quê é um sistema que não degrada?Como valorar impactos ambientais desistemas de produção?Como remunerar as práticasconservacionistas?Quem vai pagar e como?
  46. 46. Precisamos incentivar a próxima geração detecnologias sustentáveis avançadasHoje o Órganico e o PD praticados estão longe doideal :1. Geração inadequada de biomassa in situ2. Falta de geração de N incremental no sistema3. Excessivo emprego de defensivos por falta derotação (PD)4. Dependência de dejetos animais contamináveis(Org.)5. Oxidação de MO pelo preparo convencional (Org.)ou uso intermitente de grade (uma siscadinha só noPD)6. Lenta adoção de ILPD por pecuaristas7. Sistemas agrosilvipastoris
  47. 47. DESMATAMENTOEVITADO• Pagamentos para :– Vegetação nativa emreservas– Vegetação nativa fora dereservas– Intensificação (IUT)– Reflorestamento (todotamanho de produtor)FUTUROS DEMADEIRA/CARVÂO• Pagamentos para :– Investimento emreflorestamento (exclusivopara pequenos)• Aval do Governo Federal• FUNDO DE PESQUISA• Sómente pesquisa emfazenda• Administrado pela CNPq?Um Fundo para ConservaçãoEntidade mista com controle privado
  48. 48. A Pegada Ecológica1,92,3MUNDO0,84,3Japão4,99,6USA2,02,8Africa do Sul1,99,6Russia5,52,8Chile1,94,8Alemanha0,81,6China10,22,2Brasil(ha total/cápita)Bio-capacidadePegadaPaísFonte :WWF
  49. 49. OO AgricultorAgricultor dede PlantioPlantioDiretoDireto e oe o FuturoFuturo dodo BrasilBrasil• Competitividade global sem subsídios• Responsabilidade ambiental• Mais comida e mais barata• Maiores vazões na época seca• Vidas estendidas de hidrelétricas• Menos gases de estufa• Menos manutenção de stradasVIADesenvolvimento tecnológico• Rede de ONG’s de agricultoresFiliado à FEBRAPDP
  50. 50. RESPONSABILIDADERESPONSABILIDADEAMBIENTALAMBIENTALOO Produtor vê a natureza comoaliadaEliminação dos impactos da erosão exfazendaIncremento da fauna terrestre e aquáticaTratamento responsável de estercoDevolução de embalagens usadasMenos insumos/ton produzidaBiodiversidade no campoRespeito às reservasFiliado à FEBRAPDP
  51. 51. POTENCIAL DE CONTAMINAPOTENCIAL DE CONTAMINAÇÇÃO DAÃO DA ÁÁGUA DO SOLO DE ALGUNSGUA DO SOLO DE ALGUNSHERBICIDAS USADOS NOS SISTEMAS PLANTIO DIRETO E PREPAROHERBICIDAS USADOS NOS SISTEMAS PLANTIO DIRETO E PREPAROCONVENCIONAL, DE ACORDO COM O GUSCONVENCIONAL, DE ACORDO COM O GUS –– GROUNDWATER UBIQUITYGROUNDWATER UBIQUITYSCORE.SCORE.Alto3,33582130NicosulfuronAlto3,5201118200MetolachlorMuito alto4,443710060FomesafenFaixa de transição2,577390480DiuronFaixa de transição2,699010202,4-D dma saltFaixa de transição1,972714190CyanazineAlto3,137840110ChlorimuronAlto3,556360100AtrazineFaixa de transição2,520921124AlachlorBaixíssimo-6,00001.0001.000.000ParaquatBaixo1,69027100GluphosinateBaixíssimo-0,63574724.000GlyphosatePotencial decontaminação daágua do soloGUS**T ½ (dias)*Koc (mL/g)*Herbicida* Valores médios extraídos do Herbicide Handbook (WSSA, 7ª Edição, 1994).** Calculado pela fórmula GUS = logT½ x (4 – logKoc); valores abaixo de 1,8 indicam baixo potencial decontaminação da água do solo e valores acima de 2,8 indicam alto potencial.
  52. 52. PLANTIO DIRETO E A SOCIEDADEPLANTIO DIRETO E A SOCIEDADE20,5017,4014,5013,0011,3042,847,3952,7481,168,7205101520251992 1993 1994 1995 1996AnoMilhõesdelitro0102030405060708090Litros/haConsumo de gasolina no Brasil Consumo de diesel por hectarePlantio Direto(diesel litros/ha)SociedadeGasolina litros/ano x 106Eco ‘92Filiado à FEBRAPDP
  53. 53. Quem Paga para Limpar?• Os industriais tem acesso a créditos de carbonopara tornar seus processos limpos (Protocolo deKyoto, Mecanismo de Desenvolvimento Limpo);• Os produtores rurais seqüestram 0,5 ton decarbono/ha PD/ano por conta própria mas nõasão elegíveis para créditos de carbono;• Mas entre 1990 e 2007 os produtoresrebaixaram o custo dos alimentos e sofreramcrise de liquidez, além de fornecer serviçosambientais múltiplos e gratuitos.A EQUAÇÃO NÃO BATE
  54. 54. Isto é OK?(só na novela das 9)A urbanizaçãoexcessiva submetepessoas a condiçõessub-humanasE polui a água
  55. 55. Serviços AmbientaisÒticas DiferentesQueima de biomassa Ex: (cana, custoindireto)Extração de madeiraEmissão de metano (futuro)Extração de melUso consuntivo da águaFrutos, folhas, cascas colhidosSustentavelmente2. Pagável pelos exploradores:Intensificação do Uso da TerraDesmatamento evitadoProdução de água limpa (ANA)Regularidade de chuvas (Et e nuclei de pólen)Seqüestro de carbono (vegetação emcrescimento)Qualidade da paisagemControle de erosão - ex-fazendaSeqüestro de carbono no soloManutenção de Carbono seqüestradoÁgua limpa e farta1. Pagável aos donos da terra:Serviços oferecidos pelo agricultorServiços oferecidos pelos recursosnaturaisAgropecuaristasAmbientalistas
  56. 56. Alguns LembretesMatéria Orgânica e Humus• Estrutura Física e Infiltração;• MO como liga na agregação;• MO como alimento da fauna e flora dosolo;• MO e a capacidade de retenção decátions – CTC;• MO e a capacidade de retenção de água;
  57. 57. Erosão e as velhas noções de conservaçãode solos - modelo americano, PC combarreiras física às enxurradas, 1930,• Brasil 2008, Erosão sumiu! Infiltração altacom PD excede precipitação.• SÓMENTE com palha adequada.• Retirar terraços sómente com estas duaspre-condições.
  58. 58. Atividade biológicaPatógenos no solo - Trichoderma, Brachiaria,Estado nutricionalManejo sustentável do solo = PDPalha suficiente para suas funçõesRotações plurianuais de culturasSem queimaSaúde do Solo
  59. 59. Aspectos morais da conservaçãoHerançaManter serviços ambientais para a humanidadeCo-responsabilidade dos consumidoresPolíticas necessárias :MicrobaciasServiços ambientaisProdutor de águaSeqüestro de carbonoMitigação de metanoConservação dos recursos naturais (reservas, beetlebanks,cercas vivas)QUANTO VALE À SOCIEDADE :Eliminação de assoreamentoRedução de enchentesPRESERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE.Ar limpo, redução do efeito estufa
  60. 60. Beneficios e Desvantagens doArrendamento em ILPD•Perda de área de pasto de invernoSem pastoreio de restevas precisa alugarpasto de inverno.Estranhos na fazendaInvestimento adicional em cercasPerda de arborização no pastoRetomada forçada da área (quebra decontrato)Risco de insolvência do lavourista (alto)Investimento para correção (química efísica) do soloDeslocamento de maquinas e pessoalpara outras áreasMenores produtividades nos primeirosanos de lavouraCusto do arrendamentoPerda de produtividade com pastoreio derestevaAumento de herbicidas com pastoreio deinverno;Presença de árvores espalhadasno pastoDESVANTAGENSIngresso adicional (aluguel da área)Renovação de pasto a baixo custoAumento da lotação nas pastagensrenovadasMelhoria na sanidade do rebanhoPossibilidade de pastoreio na restevaExpansão de área de lavouraUso mais eficiente da maquinaria (Maximde ha por máquinas)Redução da pressão de pragas, doençase ervas daninhas (e nematóides)PECUARISTALAVOURISTA
  61. 61. O agricultor brasileiro faz muito maisO agricultor brasileiro faz muito maispara o meio ambiente do que o povo sabepara o meio ambiente do que o povo sabeFiliado a FEBRAPDP
  62. 62. THE ENDThank You

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