Você está preparado
para uma crise?
E a sua organização?
Quando será a melhor hora
para pensar nisso?
O QUE É UMA CRISE?
Para Raigada é uma troca repentina
entre duas situações, determinada
por um acontecimento súbito,
pondo em risco a imagem e a
relação habitual da organização
com seus públicos.
GRAVIDADE DA CRISE
Dependerá de como ela será
percebida pelo público e como a
organização reagirá diante dela.
“A melhor prevenção para uma crise é possuir
uma imagem positiva.” (Villafañe)
•Novo perfil dos funcionários;
•Democratização dos conceitos de
cidadania;
•Intervenção organizada na
sociedade (ONG’s);
GRANDES MUDANÇAS:
•Consumidor mais consciente e
exigente / organismos de defesa;
Atendimento individualizado;
•A tecnologia estimulou a
mobilidade de classes, criando a
intercomunicação ou a integração
entre elas.
GRANDES MUDANÇAS:
FASES
Em relação ao desenvolvimento da crise,
CARRASCOSA, citado por VILLAFAÑE, aponta
três fases gerais tomando como critério
pertinente os efeitos do conflito:
Fase aguda;
Fase crônica;
Fase de recuperação.
SEGUNDO A ORIGEM
Podem originar-se nas:
• Relações sociais e políticas;
• Relações com o entorno humano;
• Relações de comunicação;
• Relações mercadológicas;
• Eventos ou avanços tecnológicos;
• Eventos ambientais - naturais ;
• Eventos administrativos ou de processo ;
• Ações humanas predatórias.
TIPOLOGIAS DA CRISE
• Atitude de silêncio;
• Atitude de negação;
• Atitude de contra-ataque;
• Atitude de confissão (Fearn-Banks).
• Atitude de transferência de
responsabilidade
• Atitude de discrição controlada
(Piñuel).
RECURSOS E ATITUDES
Imagem a ser transmitida
conforme a atitude
• Vítima;
• Pró-ativa;
• Socialmente responsável;
• Displicente;
• Intransigente;
• Negligente;
• Mediadora etc.
RECURSOS E ATITUDES
ANTECIPAR-SE À CRISE
Segundo a revista Fortune, entre
as 500 maiores empresas
americanas, metade declaram
não dispor de nenhum plano de
crise.
PLANO PREVENTIVO
Deve conter, segundo Villafañe:
• Dossiê de informações;
• Antecedentes de crises;
• Casos simulados com soluções;
• Contatos pessoais dos dirigentes;
• Nome de jornalistas especializados;
• Inventário de veículos de comunicação
interna.
COMITÊ OPERACIONAL DE EMERGÊNCIA
PLANO DE COMUNICAÇÃO
DE CRISES
 Deve integrar-se à estratégia global da
empresa;
 Deve conter as ações que serão praticadas
e a aplicação de medidas de urgência;
 Deve ser dotado de estratégias adequadas;
 Não deve ser rígido.
1 - IDENTIFICAR PROCESSOS DE
COMUNICAÇÃO
• Identificar públicos prioritários;
• Analisar comportamento da imprensa;
• Pré-formatar mensagens;
• Elaborar programa argumentativo;
• Definir ações e reações;
• Definir imagens e atitudes a serem assumidas para cada uma
das fases de uma crise.
PLANO DE COMUNICAÇÃO
DE CRISES
2 - COMITÊ OPERACIONAL DE ADMINSTRAÇÃO
CRISES - Definir:
• Membros (das várias áreas da empresa) ;
• Papéis dos membros;
• Procedimentos e treinamento dos porta-
vozes;
• Contratação de pessoal externo;
• Estratégias e detalhes;
• Grupo interno de assessores;
• Painel de registros;
• Local de operação do Comitê.
PLANO DE COMUNICAÇÃO
DE CRISES
DEFINIÇÃO DE PORTA-VOZES
• Devem estar preparados para enfrentar
jornalistas e outros públicos. A imagem da
empresa dependerá muito deles.
• Devem ser escolhidos entre os membros do
alto escalão da empresa, de maneira a
estabelecer formalmente a sua
representatividade.
• Devem ser municiados permanentemente
com informações sobre o andamento dos
acontecimentos.
• Devem passar por um Media Training.
PLANO DE COMUNICAÇÃO
DE CRISES
SEGMENTAÇÃO DOS PÚBLICOS
Estabelecendo os públicos por tendências
(E. Bruce Harrison)
Teoria do Posicionamento - 1 a 9.
1 2 3 4 5 6 7 8 9
O alvo da ação devem ser o públicos do universo
3 - 4 e 6 - 7.
.
PLANO DE COMUNICAÇÃO
DE CRISES
3 - AÇÕES VOLTADAS PARA DIFERENTES PÚBLICOS
• Público interno/organizacional
• Público institucional
• Público mercadológico
PLANO DE COMUNICAÇÃO
DE CRISES
Central de Operações e informações
• Deverá canalizar todo o fluxo de informações de
dentro para fora e de fora para dentro da
empresa;
• Deverá ficar responsável pela manipulação do
banco de dados e pelo envio das informações
aos públicos-alvo;
• Todos os funcionários da empresa deverão estar
devidamente orientados para encaminhar
qualquer contato externo à central de operações.
PLANO DE COMUNICAÇÃO
DE CRISES
• Extrair e aplicar ensinamentos;
• Combater tendência do silêncio;
• Devolver confiança ao pessoal;
• Expressar gratidão às equipes;
• Evitar triunfalismo;
• Ter um plano para a continuidade do
processo de administração de crises.
REGRAS PARA O PÓS-CRISE
PLANO DE COMUNICAÇÃO
DE CRISES
Uma empresa dotada de uma cultura
voltada para a Comunicação
ressente-se menos nos momentos
adversos e mais rapidamente sai de
uma crise.
CONCLUSÕES
Walter Nori

Crise

  • 1.
    Você está preparado parauma crise? E a sua organização? Quando será a melhor hora para pensar nisso?
  • 2.
    O QUE ÉUMA CRISE? Para Raigada é uma troca repentina entre duas situações, determinada por um acontecimento súbito, pondo em risco a imagem e a relação habitual da organização com seus públicos.
  • 3.
    GRAVIDADE DA CRISE Dependeráde como ela será percebida pelo público e como a organização reagirá diante dela. “A melhor prevenção para uma crise é possuir uma imagem positiva.” (Villafañe)
  • 4.
    •Novo perfil dosfuncionários; •Democratização dos conceitos de cidadania; •Intervenção organizada na sociedade (ONG’s); GRANDES MUDANÇAS:
  • 5.
    •Consumidor mais conscientee exigente / organismos de defesa; Atendimento individualizado; •A tecnologia estimulou a mobilidade de classes, criando a intercomunicação ou a integração entre elas. GRANDES MUDANÇAS:
  • 6.
    FASES Em relação aodesenvolvimento da crise, CARRASCOSA, citado por VILLAFAÑE, aponta três fases gerais tomando como critério pertinente os efeitos do conflito: Fase aguda; Fase crônica; Fase de recuperação.
  • 7.
    SEGUNDO A ORIGEM Podemoriginar-se nas: • Relações sociais e políticas; • Relações com o entorno humano; • Relações de comunicação; • Relações mercadológicas; • Eventos ou avanços tecnológicos; • Eventos ambientais - naturais ; • Eventos administrativos ou de processo ; • Ações humanas predatórias. TIPOLOGIAS DA CRISE
  • 8.
    • Atitude desilêncio; • Atitude de negação; • Atitude de contra-ataque; • Atitude de confissão (Fearn-Banks). • Atitude de transferência de responsabilidade • Atitude de discrição controlada (Piñuel). RECURSOS E ATITUDES
  • 9.
    Imagem a sertransmitida conforme a atitude • Vítima; • Pró-ativa; • Socialmente responsável; • Displicente; • Intransigente; • Negligente; • Mediadora etc. RECURSOS E ATITUDES
  • 10.
    ANTECIPAR-SE À CRISE Segundoa revista Fortune, entre as 500 maiores empresas americanas, metade declaram não dispor de nenhum plano de crise.
  • 11.
    PLANO PREVENTIVO Deve conter,segundo Villafañe: • Dossiê de informações; • Antecedentes de crises; • Casos simulados com soluções; • Contatos pessoais dos dirigentes; • Nome de jornalistas especializados; • Inventário de veículos de comunicação interna. COMITÊ OPERACIONAL DE EMERGÊNCIA
  • 12.
    PLANO DE COMUNICAÇÃO DECRISES  Deve integrar-se à estratégia global da empresa;  Deve conter as ações que serão praticadas e a aplicação de medidas de urgência;  Deve ser dotado de estratégias adequadas;  Não deve ser rígido.
  • 13.
    1 - IDENTIFICARPROCESSOS DE COMUNICAÇÃO • Identificar públicos prioritários; • Analisar comportamento da imprensa; • Pré-formatar mensagens; • Elaborar programa argumentativo; • Definir ações e reações; • Definir imagens e atitudes a serem assumidas para cada uma das fases de uma crise. PLANO DE COMUNICAÇÃO DE CRISES
  • 14.
    2 - COMITÊOPERACIONAL DE ADMINSTRAÇÃO CRISES - Definir: • Membros (das várias áreas da empresa) ; • Papéis dos membros; • Procedimentos e treinamento dos porta- vozes; • Contratação de pessoal externo; • Estratégias e detalhes; • Grupo interno de assessores; • Painel de registros; • Local de operação do Comitê. PLANO DE COMUNICAÇÃO DE CRISES
  • 15.
    DEFINIÇÃO DE PORTA-VOZES •Devem estar preparados para enfrentar jornalistas e outros públicos. A imagem da empresa dependerá muito deles. • Devem ser escolhidos entre os membros do alto escalão da empresa, de maneira a estabelecer formalmente a sua representatividade. • Devem ser municiados permanentemente com informações sobre o andamento dos acontecimentos. • Devem passar por um Media Training. PLANO DE COMUNICAÇÃO DE CRISES
  • 16.
    SEGMENTAÇÃO DOS PÚBLICOS Estabelecendoos públicos por tendências (E. Bruce Harrison) Teoria do Posicionamento - 1 a 9. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 O alvo da ação devem ser o públicos do universo 3 - 4 e 6 - 7. . PLANO DE COMUNICAÇÃO DE CRISES
  • 17.
    3 - AÇÕESVOLTADAS PARA DIFERENTES PÚBLICOS • Público interno/organizacional • Público institucional • Público mercadológico PLANO DE COMUNICAÇÃO DE CRISES
  • 18.
    Central de Operaçõese informações • Deverá canalizar todo o fluxo de informações de dentro para fora e de fora para dentro da empresa; • Deverá ficar responsável pela manipulação do banco de dados e pelo envio das informações aos públicos-alvo; • Todos os funcionários da empresa deverão estar devidamente orientados para encaminhar qualquer contato externo à central de operações. PLANO DE COMUNICAÇÃO DE CRISES
  • 19.
    • Extrair eaplicar ensinamentos; • Combater tendência do silêncio; • Devolver confiança ao pessoal; • Expressar gratidão às equipes; • Evitar triunfalismo; • Ter um plano para a continuidade do processo de administração de crises. REGRAS PARA O PÓS-CRISE PLANO DE COMUNICAÇÃO DE CRISES
  • 20.
    Uma empresa dotadade uma cultura voltada para a Comunicação ressente-se menos nos momentos adversos e mais rapidamente sai de uma crise. CONCLUSÕES Walter Nori