O documento discute o controle biológico de moscas-das-frutas, abordando métodos como o uso de parasitoides nativos e exóticos para manejo de pragas. Destaca a eficiência de parasitoides como Doryctobracon areolatus e Diachasmimorpha longicaudata, além de levantar preocupações sobre a introdução de espécies exóticas e seu impacto sobre as nativas. Conclui enfatizando a importância de manter diversidade de parasitoides para controle efetivo nas diversas fases das moscas-das-frutas.