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Relatório Brundtland – Noruega – 1987 -Relatório Brundtland – Noruega – 1987 -
com a proposta de desenvolvimentocom a proposta de desenvolvimento
sustentável:sustentável:
“ as ações presentes não devem comprometer a capacidade das
gerações futuras e satisfazer suas necessidades, com base em
que o valor total dos bens disponíveis, tanto os produzidos pelo
homem como aqueles encontrados na natureza devem
permanecer constantes de uma geração para outra”.
O relatório enfatiza ainda que: “ a pobreza é evitável, devendo
haver, para tanto, um desenvolvimento sustentável capaz de
atender as necessidades básicas e de oferecer a oportunidade
uma vida melhor para as pessoas”.
A Segunda Conferência das Nações Unidas para o meioA Segunda Conferência das Nações Unidas para o meio
ambiente, popularmente chamada de ECO – 92, aconteceuambiente, popularmente chamada de ECO – 92, aconteceu
no Rio de Janeiro em junho de 1992. Com a presença de 178no Rio de Janeiro em junho de 1992. Com a presença de 178
países, sendo que a maioria deles eram chefes de governo.países, sendo que a maioria deles eram chefes de governo.
E o seu objetivo era conciliar o desenvolvimento com aE o seu objetivo era conciliar o desenvolvimento com a
conservação dos ecossistemasconservação dos ecossistemas
Eco 92
 Objetivos principais dessa conferência:
 Examinar a situação ambiental mundial, desde 1972, e suas
relações com o estilo de desenvolvimento vigente;
 Estabelecer mecanismos de transferência de tecnologias não-
poluentes aos países subdesenvolvidos;
 Examinar estratégias nacionais e internacionais para
incorporação de critérios ambientais ao processo de
desenvolvimento;
 Estabelecer um sistema de cooperação internacional para prever
ameaças ambientais e prestar socorro em casos emergenciais;
 Reavaliar o sistema de organismos da ONU, eventualmente
criando novas instituições para implementar as decisões da
conferência.
 A Conferência da ONU propiciou um debate em torno da necessidade de
uma urgente mudança de comportamento visando a preservação da vida
na Terra.
 "Cúpula da Terra" (Earth Summit), contou com a presença de 172 países
(apenas seis membros das Nações Unidas não estiveram presentes) e
1.400 organizações-não-governamentais.
 Foram assinados 05 documentos:
 Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.
 Agenda 21.
 Princípios para a Administração Sustentável das Florestas.
 Convenção da Biodiversidade .
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 Carta contendo 27 princípios :
 Princípio 1: Os seres humanos têm direito a uma vida saudável e
produtiva em harmonia com a natureza;
 Princípio 2: Direito dos estados de explorarem seus próprios
recursos naturais e dever de controlar atividades de forma a não
prejudicar o território de outros;
 Princípio 3: O desenvolvimento deve ser promovido de forma a
garantir as necessidades das presentes e futuras gerações;
 Princípio 4: A proteção ambiental deve ser considerada parte
integral do processo de desenvolvimento;
 Princípio 5: A erradicação da pobreza é requisito indispensável
para promoção do desenvolvimento sustentável;
 Princípio 6: Deve ser dada prioridade à situação especial de
países em desenvolvimento e aos mais pobres;
 Princípio 7: Os Estados devem cooperar na conservação, proteção
e recuperação da integridade e saúde do ecossistema Terra.
 Princípio 8: Os Estados devem reduzir e eliminar padrões de
consumo e produção considerados insustentáveis.
 Princípio 9: Os Estados devem cooperar no desenvolvimento e
intercâmbio de conhecimento científico e tecnológico;
 Princípio 10: A participação pública no processo decisório
ambiental deve ser promovida e o acesso à informação facilitado;
 Princípio 11: Os países devem promover a adoção de leis
ambientais;
 Princípio 12: As políticas econômicas com fins de proteção ambiental não
devem servir para discriminar ou restringir o comércio internacional.
Medidas para controle de problemas ambientais entre países ou globais
devem, sempre que possível, ser baseadas em consenso entre os países;
 Princípio 13: Deve-se promover a adoção de leis e tratados internacionais
visando a responsabilização e compensação por danos causados ao meio
ambiente;
 Princípio 14: Os países devem cooperar no sentido de desestimular a
transferência de atividades ou substâncias altamente nocivas ao meio
ambiente e à saúde humana de um país a outro;
 Princípio 15: O princípio da precaução deverá ser aplicado amplamente
pelos Estados, de acordo com suas próprias condições, de forma a
proteger o meio ambiente;
 Princípio 16: As autoridades locais devem promover a internalização de
custos ambientais e o uso de instrumentos econômicos, levando em
consideração que o poluidor deve arcar com os custos da poluição;
 Princípio 17: Estudos de Impacto Ambiental como instrumentos
que devem ser utilizados para atividades que possam causar
impacto adverso ao meio ambiente e serem submetidos a uma
decisão por autoridade local competente;
 Princípio 18: Os Estados devem notificar imediatamente outros
Estados sobre desastres naturais ou outras emergências que
possam causar dano ao seu ambiente;
 Princípio 19: Os Estados devem notificar previamente ou em
tempo outros Estados que possam ser potencialmente afetados
por atividades com significativo impacto ambiental entre países;
 Princípio 20: As mulheres têm um papel vital no gerenciamento e
desenvolvimento ambiental. Sua participação integral é essencial
para se atingir o desenvolvimento sustentável;
 Princípio 21: A criatividade, idealismo e coragem dos jovens do
mundo deve ser mobilizada para se formar uma parceria global
de forma a se atingir o desenvolvimento sustentável e assegurar
um mundo melhor para todos;
 Princípio 22: As populações indígenas e outras comunidades locais têm
um papel vital no gerenciamento e desenvolvimento ambiental em
função de seus conhecimentos e práticas tradicionais. Os Estados devem
reconhecer e assegurar seus direitos;
 Princípio 23: Os recursos naturais e ambientais de populações sob
opressão, dominação e ocupação devem ser protegidos;
 Princípio 24: Os Estados devem respeitar o Direito Internacional e
proteger o meio ambiente em tempos de conflitos armados;
 Princípio 25: A Paz, o Desenvolvimento e a Proteção Ambiental são
interdependentes e indivisíveis.
 Princípio 26: Os Estados deverão resolver suas disputas de cunho
ambiental de forma pacífica e através dos meios apropriados de acordo
com a Carta das Nações Unidas;
 Princípio 27: Os Estados e as pessoas devem cooperar de boa fé e num
espírito de parceria para o cumprimento dos princípios constantes dessa
Declaração e para o desenvolvimento do Direito Internacional no campo
do desenvolvimento sustentável.
 Acordo é resultado de um amadurecimento do debate da
comunidade internacional a respeito da compatibilizarão entre
desenvolvimento econômico e proteção ambiental, e
conseqüentemente, sobre a continuidade e sustentabilidade da
vida no Planeta Terra.
 É um plano de ação a ser implementado pelos governos,
agências de desenvolvimento, organizações da ONU e grupos
setoriais independentes em cada área, onde a atividade humana
afeta o meio ambiente.
 A execução deste programa deverá levar em conta as diferentes
situações e condições dos países e regiões e a plena observância
de todos os princípios contidos na Declaração do Rio Sobre Meio
Ambiente e Desenvolvimento.
 Trata-se de uma pauta de ações a longo prazo, estabelecendo os
temas, projetos, objetivos, metas, planos e mecanismos de
execução para diferentes temas da Conferência.
 São quatro seções que se subdividem em capítulos
temáticos:
 Dimensões Econômicas e Sociais: trata das relações
entre meio ambiente e pobreza, saúde, comércio,
dívida externa, consumo e população;
 Conservação e Administração de Recursos: trata das
maneiras de gerenciar recursos físicos para garantir o
desenvolvimento sustentável;
 Fortalecimento dos Grupos Sociais: trata das formas de
apoio a grupos sociais organizados e minoritários que
colaboram para a sustentabilidade;
 Meios de Implementação: trata dos financiamentos e
papel das atividades governamentais
 Declaração de princípios visando um consenso global
sobre o manejo, conservação e desenvolvimento
sustentável de todos os tipos de florestas.
 O fato deste tratado ter se transformado apenas numa
declaração de princípios, ele reflete as dificuldades
que surgiram no período de negociação do texto.
Apesar de controvertido, este foi o primeiro tratado a
tratar da questão florestal de maneira universal.
 Visa a implantação da proteção ambiental de forma
integral e integrada.Todas as funções das florestas
estão descritas no texto e são sugeridas medidas para
a manutenção de tais funções.
 Assinada no Rio de Janeiro, em 1992, por 156 Estados e
uma organização de integração econômica regional.
 Os objetivos da convenção estão expressos em seu
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 “Os objetivos dessa Convenção, a serem observados
de acordo com as disposições aqui expressas, são a
conservação da biodiversidade, o uso sustentável de
seus componentes e a divisão equitativa e justa dos
benefícios gerados com a utilização de recursos
genéticos, através do acesso apropriado a referidos
recursos, e através da transferência apropriada das
tecnologias relevantes, levando-se em consideração
todos os direitos sobre tais recursos e sobre as
tecnologias, e através de financiamento adequado.”
 Assinada em 1992, no Rio de Janeiro, por 154 Estados e uma
organização de integração econômica regional.
 Seus fundamentos encontra-se a preocupação de que as
atividades humanas têm causado uma concentração na atmosfera
de gases de efeito estufa, que resultará num aquecimento da
superfície da Terra e da atmosfera, o que poderá afetar
adversamente ecossistemas naturais e a humanidade.
 Seus objetivos são:
 Estabilizar a concentração de gases efeito estufa na atmosfera
num nível que possa evitar uma interferência perigosa com o
sistema climático;
 Assegurar que a produção alimentar não seja ameaçada;
 Possibilitar que o desenvolvimento econômico se dê de forma
sustentável.
(1997 Kyoto, Japão)(1997 Kyoto, Japão)
A conferência em Kyoto no Japão, em 97, que deu
origem ao protocolo de mesmo nome, no qual a
maioria das nações concordou em reduzir as
emissões de gases que ameaçam a camada de
ozônio.
 Diante da efetivação do Protocolo deDiante da efetivação do Protocolo de
Kyoto, metas de redução de gasesKyoto, metas de redução de gases
foram implantadas, algo em torno deforam implantadas, algo em torno de
5,2% entre os anos de 2008 e 20125,2% entre os anos de 2008 e 2012.. 
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causa do declínio econômico nas ex- repúblicas
soviéticas e mascarou um aumento de 8% nas emissões
entre os países ricos.
Segundo a organização, apenas quatro países da União
Européia têm chance de atingir as metas.
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das negociações sobre o protocolo em 2001, alegando
que a sua implementação prejudicaria a economia do
país. O governo Bush considera o tratado "fatalmente
fracassado". Um dos argumentos é que não há exigência
sobre os países em desenvolvimento para reduzirem as
suas emissões
 Dez anos depois da ECO – 92, aconteceu a Rio
+ 10 , no período de 26 de agosto a 4 de
setembro de 2002, em Johannesburgo, na África
do Sul.
 Dessa conferência participaram 189 países. E
esta deixou muita gente insatisfeita, pois não
estabeleceu metas claras sobre o que
precisava ser feito, e, quando isto foi feito, não
dava prazos. Foram discutidos 5 tópicos: água,
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 Rio + 20 é o nome da Conferência das
Nações Unidas sobre Desenvolvimento
Sustentável, que ocorreu na cidade do
Rio de Janeiro de 13 a 22 de junho de
2012. Participaram líderes dos 193 países
que fazem parte da ONU.
 Objetivo
 O principal objetivo da Rio+20 foi
renovar e reafirmar a participação dos
líderes dos países com relação ao
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Terra. Foi, portanto, uma segunda etapa
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Conferências ambientais

  • 1.
  • 2. A primeira Conferência Mundial sobre oA primeira Conferência Mundial sobre o Meio Ambiente aconteceu em 1972 emMeio Ambiente aconteceu em 1972 em Estocolmo, na Suécia. Ela foi o primeiroEstocolmo, na Suécia. Ela foi o primeiro movimento ecológico de carátermovimento ecológico de caráter internacional.internacional.
  • 3.  Chamou a atenção para o fato de que a ação humana estava causando séria degradação da natureza e criando riscos para o bem estar e para a própria sobrevivência da humanidade.  Marcada por uma visão antropocêntrica de mundo,  Desconsiderou o fato da espécie humana ser parte da grande cadeia ecológica que rege a vida na Terra.
  • 4.  Marcada pelo confronto entre as perspectivas dos países desenvolvidos e dos países em desenvolvimento.  Países desenvolvidos preocupados com os efeitos da devastação ambiental sobre a Terra, propôs um programa internacional voltado para a Conservação dos recursos naturais e genéticos do planeta, pregando que medidas preventivas teriam que ser encontradas imediatamente, para que se evitasse um grande desastre
  • 5.  Os países em desenvolvimento argumentavam que se encontravam assolados pela miséria, com problemas de moradia, saneamento básico, atacados por doenças infecciosas..  Questionavam a legitimidade das recomendações dos países ricos (já haviam se industrializado com o uso predatório de recursos naturais) .
  • 6.  A Conferência contou com representantes de 113 países, 250 organizações-não-governamentais e dos organismos da ONU.  A Conferência produziu:  Declaração sobre o Meio Ambiente Humano, uma declaração de princípios de comportamento e responsabilidade que deveriam governar as decisões concernentes a questões ambientais.  Plano de Ação que convocava todos os países, a cooperarem na busca de soluções para uma série de problemas ambientais.
  • 7. Relatório Brundtland – Noruega – 1987 -Relatório Brundtland – Noruega – 1987 - com a proposta de desenvolvimentocom a proposta de desenvolvimento sustentável:sustentável: “ as ações presentes não devem comprometer a capacidade das gerações futuras e satisfazer suas necessidades, com base em que o valor total dos bens disponíveis, tanto os produzidos pelo homem como aqueles encontrados na natureza devem permanecer constantes de uma geração para outra”. O relatório enfatiza ainda que: “ a pobreza é evitável, devendo haver, para tanto, um desenvolvimento sustentável capaz de atender as necessidades básicas e de oferecer a oportunidade uma vida melhor para as pessoas”.
  • 8. A Segunda Conferência das Nações Unidas para o meioA Segunda Conferência das Nações Unidas para o meio ambiente, popularmente chamada de ECO – 92, aconteceuambiente, popularmente chamada de ECO – 92, aconteceu no Rio de Janeiro em junho de 1992. Com a presença de 178no Rio de Janeiro em junho de 1992. Com a presença de 178 países, sendo que a maioria deles eram chefes de governo.países, sendo que a maioria deles eram chefes de governo. E o seu objetivo era conciliar o desenvolvimento com aE o seu objetivo era conciliar o desenvolvimento com a conservação dos ecossistemasconservação dos ecossistemas Eco 92
  • 9.  Objetivos principais dessa conferência:  Examinar a situação ambiental mundial, desde 1972, e suas relações com o estilo de desenvolvimento vigente;  Estabelecer mecanismos de transferência de tecnologias não- poluentes aos países subdesenvolvidos;  Examinar estratégias nacionais e internacionais para incorporação de critérios ambientais ao processo de desenvolvimento;  Estabelecer um sistema de cooperação internacional para prever ameaças ambientais e prestar socorro em casos emergenciais;  Reavaliar o sistema de organismos da ONU, eventualmente criando novas instituições para implementar as decisões da conferência.
  • 10.  A Conferência da ONU propiciou um debate em torno da necessidade de uma urgente mudança de comportamento visando a preservação da vida na Terra.  "Cúpula da Terra" (Earth Summit), contou com a presença de 172 países (apenas seis membros das Nações Unidas não estiveram presentes) e 1.400 organizações-não-governamentais.  Foram assinados 05 documentos:  Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.  Agenda 21.  Princípios para a Administração Sustentável das Florestas.  Convenção da Biodiversidade .  Convenção sobre Mudança do Clima
  • 11.  Carta contendo 27 princípios :  Princípio 1: Os seres humanos têm direito a uma vida saudável e produtiva em harmonia com a natureza;  Princípio 2: Direito dos estados de explorarem seus próprios recursos naturais e dever de controlar atividades de forma a não prejudicar o território de outros;  Princípio 3: O desenvolvimento deve ser promovido de forma a garantir as necessidades das presentes e futuras gerações;  Princípio 4: A proteção ambiental deve ser considerada parte integral do processo de desenvolvimento;  Princípio 5: A erradicação da pobreza é requisito indispensável para promoção do desenvolvimento sustentável;  Princípio 6: Deve ser dada prioridade à situação especial de países em desenvolvimento e aos mais pobres;
  • 12.  Princípio 7: Os Estados devem cooperar na conservação, proteção e recuperação da integridade e saúde do ecossistema Terra.  Princípio 8: Os Estados devem reduzir e eliminar padrões de consumo e produção considerados insustentáveis.  Princípio 9: Os Estados devem cooperar no desenvolvimento e intercâmbio de conhecimento científico e tecnológico;  Princípio 10: A participação pública no processo decisório ambiental deve ser promovida e o acesso à informação facilitado;  Princípio 11: Os países devem promover a adoção de leis ambientais;
  • 13.  Princípio 12: As políticas econômicas com fins de proteção ambiental não devem servir para discriminar ou restringir o comércio internacional. Medidas para controle de problemas ambientais entre países ou globais devem, sempre que possível, ser baseadas em consenso entre os países;  Princípio 13: Deve-se promover a adoção de leis e tratados internacionais visando a responsabilização e compensação por danos causados ao meio ambiente;  Princípio 14: Os países devem cooperar no sentido de desestimular a transferência de atividades ou substâncias altamente nocivas ao meio ambiente e à saúde humana de um país a outro;  Princípio 15: O princípio da precaução deverá ser aplicado amplamente pelos Estados, de acordo com suas próprias condições, de forma a proteger o meio ambiente;  Princípio 16: As autoridades locais devem promover a internalização de custos ambientais e o uso de instrumentos econômicos, levando em consideração que o poluidor deve arcar com os custos da poluição;
  • 14.  Princípio 17: Estudos de Impacto Ambiental como instrumentos que devem ser utilizados para atividades que possam causar impacto adverso ao meio ambiente e serem submetidos a uma decisão por autoridade local competente;  Princípio 18: Os Estados devem notificar imediatamente outros Estados sobre desastres naturais ou outras emergências que possam causar dano ao seu ambiente;  Princípio 19: Os Estados devem notificar previamente ou em tempo outros Estados que possam ser potencialmente afetados por atividades com significativo impacto ambiental entre países;  Princípio 20: As mulheres têm um papel vital no gerenciamento e desenvolvimento ambiental. Sua participação integral é essencial para se atingir o desenvolvimento sustentável;  Princípio 21: A criatividade, idealismo e coragem dos jovens do mundo deve ser mobilizada para se formar uma parceria global de forma a se atingir o desenvolvimento sustentável e assegurar um mundo melhor para todos;
  • 15.  Princípio 22: As populações indígenas e outras comunidades locais têm um papel vital no gerenciamento e desenvolvimento ambiental em função de seus conhecimentos e práticas tradicionais. Os Estados devem reconhecer e assegurar seus direitos;  Princípio 23: Os recursos naturais e ambientais de populações sob opressão, dominação e ocupação devem ser protegidos;  Princípio 24: Os Estados devem respeitar o Direito Internacional e proteger o meio ambiente em tempos de conflitos armados;  Princípio 25: A Paz, o Desenvolvimento e a Proteção Ambiental são interdependentes e indivisíveis.  Princípio 26: Os Estados deverão resolver suas disputas de cunho ambiental de forma pacífica e através dos meios apropriados de acordo com a Carta das Nações Unidas;  Princípio 27: Os Estados e as pessoas devem cooperar de boa fé e num espírito de parceria para o cumprimento dos princípios constantes dessa Declaração e para o desenvolvimento do Direito Internacional no campo do desenvolvimento sustentável.
  • 16.  Acordo é resultado de um amadurecimento do debate da comunidade internacional a respeito da compatibilizarão entre desenvolvimento econômico e proteção ambiental, e conseqüentemente, sobre a continuidade e sustentabilidade da vida no Planeta Terra.  É um plano de ação a ser implementado pelos governos, agências de desenvolvimento, organizações da ONU e grupos setoriais independentes em cada área, onde a atividade humana afeta o meio ambiente.  A execução deste programa deverá levar em conta as diferentes situações e condições dos países e regiões e a plena observância de todos os princípios contidos na Declaração do Rio Sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.  Trata-se de uma pauta de ações a longo prazo, estabelecendo os temas, projetos, objetivos, metas, planos e mecanismos de execução para diferentes temas da Conferência.
  • 17.  São quatro seções que se subdividem em capítulos temáticos:  Dimensões Econômicas e Sociais: trata das relações entre meio ambiente e pobreza, saúde, comércio, dívida externa, consumo e população;  Conservação e Administração de Recursos: trata das maneiras de gerenciar recursos físicos para garantir o desenvolvimento sustentável;  Fortalecimento dos Grupos Sociais: trata das formas de apoio a grupos sociais organizados e minoritários que colaboram para a sustentabilidade;  Meios de Implementação: trata dos financiamentos e papel das atividades governamentais
  • 18.  Declaração de princípios visando um consenso global sobre o manejo, conservação e desenvolvimento sustentável de todos os tipos de florestas.  O fato deste tratado ter se transformado apenas numa declaração de princípios, ele reflete as dificuldades que surgiram no período de negociação do texto. Apesar de controvertido, este foi o primeiro tratado a tratar da questão florestal de maneira universal.  Visa a implantação da proteção ambiental de forma integral e integrada.Todas as funções das florestas estão descritas no texto e são sugeridas medidas para a manutenção de tais funções.
  • 19.  Assinada no Rio de Janeiro, em 1992, por 156 Estados e uma organização de integração econômica regional.  Os objetivos da convenção estão expressos em seu artigo 1:  “Os objetivos dessa Convenção, a serem observados de acordo com as disposições aqui expressas, são a conservação da biodiversidade, o uso sustentável de seus componentes e a divisão equitativa e justa dos benefícios gerados com a utilização de recursos genéticos, através do acesso apropriado a referidos recursos, e através da transferência apropriada das tecnologias relevantes, levando-se em consideração todos os direitos sobre tais recursos e sobre as tecnologias, e através de financiamento adequado.”
  • 20.  Assinada em 1992, no Rio de Janeiro, por 154 Estados e uma organização de integração econômica regional.  Seus fundamentos encontra-se a preocupação de que as atividades humanas têm causado uma concentração na atmosfera de gases de efeito estufa, que resultará num aquecimento da superfície da Terra e da atmosfera, o que poderá afetar adversamente ecossistemas naturais e a humanidade.  Seus objetivos são:  Estabilizar a concentração de gases efeito estufa na atmosfera num nível que possa evitar uma interferência perigosa com o sistema climático;  Assegurar que a produção alimentar não seja ameaçada;  Possibilitar que o desenvolvimento econômico se dê de forma sustentável.
  • 21. (1997 Kyoto, Japão)(1997 Kyoto, Japão) A conferência em Kyoto no Japão, em 97, que deu origem ao protocolo de mesmo nome, no qual a maioria das nações concordou em reduzir as emissões de gases que ameaçam a camada de ozônio.
  • 22.  Diante da efetivação do Protocolo deDiante da efetivação do Protocolo de Kyoto, metas de redução de gasesKyoto, metas de redução de gases foram implantadas, algo em torno deforam implantadas, algo em torno de 5,2% entre os anos de 2008 e 20125,2% entre os anos de 2008 e 2012..  (Kyoto, Japão(Kyoto, Japão))
  • 23. • As metas de redução de gases não são homogêneas aAs metas de redução de gases não são homogêneas a todos os países, colocando níveis diferenciados detodos os países, colocando níveis diferenciados de redução para os 38 países que mais emitem gasesredução para os 38 países que mais emitem gases • O protocolo prevê ainda a diminuição da emissão deO protocolo prevê ainda a diminuição da emissão de gases dos países que compõe a União Europeia emgases dos países que compõe a União Europeia em 8%.8%. • Os Estados Unidos em 7% e Japão em 6%.Os Estados Unidos em 7% e Japão em 6%. • Países em franco desenvolvimento como Brasil,Países em franco desenvolvimento como Brasil, México, Argentina, Índia e, principalmente, China, nãoMéxico, Argentina, Índia e, principalmente, China, não receberam metas de redução, pelo menosreceberam metas de redução, pelo menos momentaneamente.momentaneamente.
  • 24. As metas estão sendo atingidas? O total de emissões de dióxido de carbono caiu 3% entre 1990 e 2000. A queda aconteceu principalmente por causa do declínio econômico nas ex- repúblicas soviéticas e mascarou um aumento de 8% nas emissões entre os países ricos. Segundo a organização, apenas quatro países da União Européia têm chance de atingir as metas. Por que os Estados Unidos se retiraram do Protocolo? O presidente americano, George W. Bush, se retirou das negociações sobre o protocolo em 2001, alegando que a sua implementação prejudicaria a economia do país. O governo Bush considera o tratado "fatalmente fracassado". Um dos argumentos é que não há exigência sobre os países em desenvolvimento para reduzirem as suas emissões
  • 25.  Dez anos depois da ECO – 92, aconteceu a Rio + 10 , no período de 26 de agosto a 4 de setembro de 2002, em Johannesburgo, na África do Sul.  Dessa conferência participaram 189 países. E esta deixou muita gente insatisfeita, pois não estabeleceu metas claras sobre o que precisava ser feito, e, quando isto foi feito, não dava prazos. Foram discutidos 5 tópicos: água, saneamento, energia, saúde, agricultura e biodiversidade.
  • 26.  Rio + 20 é o nome da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que ocorreu na cidade do Rio de Janeiro de 13 a 22 de junho de 2012. Participaram líderes dos 193 países que fazem parte da ONU.
  • 27.  Objetivo  O principal objetivo da Rio+20 foi renovar e reafirmar a participação dos líderes dos países com relação ao desenvolvimento sustentável no planeta Terra. Foi, portanto, uma segunda etapa da Cúpula da Terra (ECO-92) que ocorreu há 20 anos na cidade do Rio de Janeiro.
  • 28.  Balanço do que foi feito nos últimos 20 anos em relação ao meio ambiente;    A importância e os processos da Economia Verde;    Ações para garantir o desenvolvimento sustentável do planeta;    Maneiras de eliminar a pobreza;    A governança internacional no campo do desenvolvimento sustentável.
  • 29. Infelizmente o resultado da Rio+20 não foi o esperado.Infelizmente o resultado da Rio+20 não foi o esperado.  Os impasses, principalmente entre os interesses dos paísesOs impasses, principalmente entre os interesses dos países desenvolvidos e em desenvolvimento, acabaram por frustrar asdesenvolvidos e em desenvolvimento, acabaram por frustrar as expectativas para o desenvolvimento sustentável do planeta.expectativas para o desenvolvimento sustentável do planeta. O documento final apresenta várias intensões e joga para osO documento final apresenta várias intensões e joga para os próximos anos a definição de medidas práticas para garantir apróximos anos a definição de medidas práticas para garantir a proteção do meio ambiente.proteção do meio ambiente. Muitos analistas disseram que a crise econômica mundial,Muitos analistas disseram que a crise econômica mundial, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, prejudicou asprincipalmente nos Estados Unidos e na Europa, prejudicou as negociações e tomadas de decisões práticasnegociações e tomadas de decisões práticas..