3º MSI Matutino
Sociologia
Docente: Edinéia.
Discentes: Ana, Anelle,
Bruno,Nathalia Bigai
e Pedro Garbim.
Protocolo de Kyoto.
 O Protocolo de Kyoto foi implantado de
forma efetiva em 1997, na cidade japonesa
de Kyoto, nome que deu origem ao
protocolo.
 O documento cria diretrizes gerais para
amenizar o problema ambientais dos
impactos ecológicos dos modelos de
desenvolvimento industrial e de consumo
vigentes.
Protocolo de Kyoto.
 A principal diretriz é a redução das emissões
de gás carbônico em 5,2% pelos países
desenvolvidos até 2012.
 Na reunião, 84 países se dispuseram a aderir
ao protocolo e o assinaram.
 Dessa forma se comprometeram a implantar
medidas com intuito de diminuir a emissão
de gases.
Protocolo de Kyoto.
 O Protocolo de Kyoto não apenas discute e
implanta medidas de redução de gases.
 Mas também incentiva e estabelece
medidas com intuito de substituir produtos
oriundos do petróleo por outros que
provocam menos impacto.
Protocolo de Kyoto.
 As metas de redução de gases não são homogêneas a
todos os países, colocando níveis diferenciados de
redução para os 38 países que mais emitem gases.
 O protocolo prevê ainda a diminuição da emissão de
gases dos países que compõe a União Européia em
8%, já os Estados Unidos em 7% e Japão em 6%.
 Países em franco desenvolvimento como Brasil,
México, Argentina, Índia e principalmente a China,
não receberam metas de redução, pelo menos
momentaneamente.
Protocolo de Kyoto.
 Estados Unidos, se desligou em 2001 do
protocolo, alegando que a redução iria
comprometer o desenvolvimento econômico
do país.
Protocolo de Kyoto.
 Com a entrada em vigor do Protocolo de
Kyoto, cresceu a possibilidade do carbono se
tornar moeda de troca.
 O mercado de créditos de carbono pode
aumentar muito, pois países que assinaram
o Protocolo podem comprar e vender.
Protocolo de Kyoto.
 Na verdade o comércio de carbono já existe
há algum tempo, a bolsa de Chicago, por
exemplo, já negociava os créditos de carbono
ao valor de 1,8 dólares por tonelada.
 Já os programas com consentimento do
Protocolo de Kyoto conseguem
comercializar carbono com valores de 5 a 6
dólares a tonelada.
Conferência de Copenhague
 A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças
Climáticas de 2009, também chamada Conferência de
Copenhague.
 Foi realizada entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009,
em Copenhague, Dinamarca.
Conferência de Copenhague
 A conferencia de Copenhague organizada pelas Nações
Unidas, reuniu os líderes mundiais para discutir como
reagir às mudanças climáticas:
 Aquecimento Global
 E a redução de gases que provocam o aquecimento
global .
Conferência de Copenhague
 A Conferência de Copenhague entra para a história
como a reunião que deixou evidente a incapacidade
dos principais líderes mundiais, de encontrar uma
solução, para os problemas de aquecimento global.
Conferência de Catar
 Plataforma de Durban O Protocolo de Kyoto expira em
31 de dezembro de 2012.
 porém Durban fixa para 2013 a data de início do
segundo período de compromissos, evitando um vazio
na luta contra a mudança climática, mas deixando para
reuniões posteriores sua data de finalização - 2017 ou
2020.
Conferência de Catar
 Em Doha (Catar), onde participam da 18ª Conferência
das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-
18).
 O objetivo é definir novos compromissos além do
Protocolo de Kyoto (que expira em 31 de dezembro), no
sentido de que haja uma redução significativas das
emissões dos gases de efeito estufa .
Conferência de Catar
 Canadá, Japão e Rússia, que já haviam antecipado sua
intenção de não renovar Kyoto, ficam de fora do
segundo período de compromissos.
 O aumento de metas de redução de emissões que
devem ser realizadas pelos países desenvolvidos será
postergado para 21 de junho de 2012 e será avaliado na
COP-18 do Catar.
Conferência de Catar
 O Encontro do Catar foi um fiasco.
 Que resultou na extensão do Protocolo de Kyoto, que
o mantém ativo como o único plano que gera
obrigações legais com o objetivo de enfrentar o
aquecimento global, embora valha apenas para nações
desenvolvidas cuja fatia nas emissões mundiais de
gases do efeito estufa seja menor do que 15%.
Conferência de Cancun.
 A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças
Climáticas de 2010 ou Cimeira de Cancun, organizada
pelas Nações Unidas, realizou-se entre 29 de
Novembro de 2010 e 10 de Dezembro de 2010,
em Cancun, México.
Conferência de Cancun.
 Os 194 países que participam da COP-16 fecharam um
acordo modesto que, entre outras medidas, prevê:
 A criação de um "Fundo Verde", a partir de 2020, para
ajudar os países emergentes a implementarem
medidas de combate das mudanças climáticas
Conferência de Cancun.
 Um mecanismo de proteção das florestas tropicais
 “Fortes reduções" das emissões de CO2 e
 Garantias de que não haverá um espaço entre o
primeiro e o segundo períodos do Protocolo de Kioto.
 Entretanto, fica adiada por mais um ano a criação de
um mecanismo legal para forçar países como Estados
Unidos e China a reduzirem suas emissões de gases
causadores do efeito estufa.

Protocolo de kyoto e copenhague

  • 1.
    3º MSI Matutino Sociologia Docente:Edinéia. Discentes: Ana, Anelle, Bruno,Nathalia Bigai e Pedro Garbim.
  • 3.
    Protocolo de Kyoto. O Protocolo de Kyoto foi implantado de forma efetiva em 1997, na cidade japonesa de Kyoto, nome que deu origem ao protocolo.  O documento cria diretrizes gerais para amenizar o problema ambientais dos impactos ecológicos dos modelos de desenvolvimento industrial e de consumo vigentes.
  • 4.
    Protocolo de Kyoto. A principal diretriz é a redução das emissões de gás carbônico em 5,2% pelos países desenvolvidos até 2012.  Na reunião, 84 países se dispuseram a aderir ao protocolo e o assinaram.  Dessa forma se comprometeram a implantar medidas com intuito de diminuir a emissão de gases.
  • 5.
    Protocolo de Kyoto. O Protocolo de Kyoto não apenas discute e implanta medidas de redução de gases.  Mas também incentiva e estabelece medidas com intuito de substituir produtos oriundos do petróleo por outros que provocam menos impacto.
  • 6.
    Protocolo de Kyoto. As metas de redução de gases não são homogêneas a todos os países, colocando níveis diferenciados de redução para os 38 países que mais emitem gases.  O protocolo prevê ainda a diminuição da emissão de gases dos países que compõe a União Européia em 8%, já os Estados Unidos em 7% e Japão em 6%.  Países em franco desenvolvimento como Brasil, México, Argentina, Índia e principalmente a China, não receberam metas de redução, pelo menos momentaneamente.
  • 7.
    Protocolo de Kyoto. Estados Unidos, se desligou em 2001 do protocolo, alegando que a redução iria comprometer o desenvolvimento econômico do país.
  • 8.
    Protocolo de Kyoto. Com a entrada em vigor do Protocolo de Kyoto, cresceu a possibilidade do carbono se tornar moeda de troca.  O mercado de créditos de carbono pode aumentar muito, pois países que assinaram o Protocolo podem comprar e vender.
  • 9.
    Protocolo de Kyoto. Na verdade o comércio de carbono já existe há algum tempo, a bolsa de Chicago, por exemplo, já negociava os créditos de carbono ao valor de 1,8 dólares por tonelada.  Já os programas com consentimento do Protocolo de Kyoto conseguem comercializar carbono com valores de 5 a 6 dólares a tonelada.
  • 11.
    Conferência de Copenhague A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2009, também chamada Conferência de Copenhague.  Foi realizada entre os dias 7 e 18 de dezembro de 2009, em Copenhague, Dinamarca.
  • 12.
    Conferência de Copenhague A conferencia de Copenhague organizada pelas Nações Unidas, reuniu os líderes mundiais para discutir como reagir às mudanças climáticas:  Aquecimento Global  E a redução de gases que provocam o aquecimento global .
  • 13.
    Conferência de Copenhague A Conferência de Copenhague entra para a história como a reunião que deixou evidente a incapacidade dos principais líderes mundiais, de encontrar uma solução, para os problemas de aquecimento global.
  • 15.
    Conferência de Catar Plataforma de Durban O Protocolo de Kyoto expira em 31 de dezembro de 2012.  porém Durban fixa para 2013 a data de início do segundo período de compromissos, evitando um vazio na luta contra a mudança climática, mas deixando para reuniões posteriores sua data de finalização - 2017 ou 2020.
  • 16.
    Conferência de Catar Em Doha (Catar), onde participam da 18ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP- 18).  O objetivo é definir novos compromissos além do Protocolo de Kyoto (que expira em 31 de dezembro), no sentido de que haja uma redução significativas das emissões dos gases de efeito estufa .
  • 17.
    Conferência de Catar Canadá, Japão e Rússia, que já haviam antecipado sua intenção de não renovar Kyoto, ficam de fora do segundo período de compromissos.  O aumento de metas de redução de emissões que devem ser realizadas pelos países desenvolvidos será postergado para 21 de junho de 2012 e será avaliado na COP-18 do Catar.
  • 18.
    Conferência de Catar O Encontro do Catar foi um fiasco.  Que resultou na extensão do Protocolo de Kyoto, que o mantém ativo como o único plano que gera obrigações legais com o objetivo de enfrentar o aquecimento global, embora valha apenas para nações desenvolvidas cuja fatia nas emissões mundiais de gases do efeito estufa seja menor do que 15%.
  • 20.
    Conferência de Cancun. A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2010 ou Cimeira de Cancun, organizada pelas Nações Unidas, realizou-se entre 29 de Novembro de 2010 e 10 de Dezembro de 2010, em Cancun, México.
  • 21.
    Conferência de Cancun. Os 194 países que participam da COP-16 fecharam um acordo modesto que, entre outras medidas, prevê:  A criação de um "Fundo Verde", a partir de 2020, para ajudar os países emergentes a implementarem medidas de combate das mudanças climáticas
  • 22.
    Conferência de Cancun. Um mecanismo de proteção das florestas tropicais  “Fortes reduções" das emissões de CO2 e  Garantias de que não haverá um espaço entre o primeiro e o segundo períodos do Protocolo de Kioto.  Entretanto, fica adiada por mais um ano a criação de um mecanismo legal para forçar países como Estados Unidos e China a reduzirem suas emissões de gases causadores do efeito estufa.