A comunicação total surgiu para questionar a eficácia do oralismo, permitindo o uso de sinais e outros métodos de comunicação. Ela foi desenvolvida nas décadas de 1960 e 1970 para legitimar as línguas de sinais e permitir que crianças surdas adquiram linguagem de forma mais efetiva. No entanto, a comunicação total também apresentava problemas como confusão, esforço excessivo dos alunos e habilidades de escrita abaixo do esperado.