O documento discute se o "Penso, logo existo" de Descartes é produto de uma intuição ou dedução. Afirma que Descartes via como uma intuição intelectual, não implicando premissas prévias, ao contrário do que sugeria Gassendi, que via como uma dedução silogística. O documento analisa os argumentos de Descartes e uma possível objeção de que poderia ser deduzido a partir do "princípio de substância".