CLIPPING – 05/11/2014 
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Procafé: modos de fazer micro-terraços em cafezais de montanha 
Fundação Procafé 
05/11/2014 
J.B. Matiello, Eng. Agr. Fundação Procafé, M.L. Carvalho, Eng. Agr. Fazenda Reunidas LeS, Hugo 
Siqueira, Eng. Agr. Senar-FAERJ, e C.A. Krohling, Eng. Agr. Consultor 
A cafeicultura de montanha no Brasil abrange uma área de cerca de 700 mil ha de cafezais, com 
produção anual de 13-15 milhões de sacas. Pela topografia inclinada das áreas, ela apresenta 
limitações à mecanização convencional, o que eleva os custos de produção do café nessa região, 
pela necessidade de uso de mão de obra, escassa e cara, nos tratos e na colheita das lavouras. 
O micro-terraceamento, nas ruas dos cafezais, tem surgido como uma boa alternativa para facilitar os 
tratos nas montanhas, formando um caminho mais plano nas ruas, como se fosse uma estrada 
estreita entre 2 linhas de cafeeiros, por ali podendo transitar tratores estreitos com equipamentos 
para os tratos. 
A prática de micro-terracear, apesar de ser introduzida só recentemente, tem despertado grande 
interesse nos cafeicultores, pela facilidade que oferece. Por isso, sua adoção vem crescendo e, 
paralelamente, vem sendo aperfeiçoada, no sentido de torná-la mais econômica. 
Atualmente já se tem disponíveis 5 sistemas ou modos de construir os micro-terraços em cafezais. 
1-O método inicial utiliza tratores traçados, operando de marcha-ré, com lâmina traseira, 
a]Apresenta a desvantagem de custo elevado e de risco operacional, estimando-se um rendimento de 
30-40h de serviço por ha, ou o equivalente a cerca de R$ 3.000,00 a 4.000,00 por ha. 
2-Experiências também com máquina tipo BobCat de esteira, com concha escavadeira e lâmina 
dianteira, para acerto do terraço. Neste caso, pode ser aberto cerca de 1,5 m por minuto ou o 
equivalente a cerca de 35-40h por ha, ao custo de cerca de R$ 3.500-5.000,00 por ha. 
3-Trabalho com pequenos tratores de esteira, com lâmina dianteira, especialmente tratores estreitos 
importados, estes fazendo um ha em 15-20h, ou cerca de R$ 2.000-2.700,00 por ha. 
4- Viabilidade de uso de tração animal na abertura dos micro-terraços, sistema mais econômico e 
acessível a pequenos produtores, trabalhando com arado no revolvimento da terra e pequena lâmina, 
adaptada, para retirar a terra e plainar o terraço. O rendimento observado é de 4 dias de trabalho por 
ha, com custo aproximado de R$ 600,00 por ha. 
5-Abertura manual de micro-terraços, com trabalhadores munidos de enxadão e enxadas. Em 
experiência realizada em 8 ha, foram gastos 25h ou cerca de R$ 1.300,00 por ha. 
Na evolução do micro-terraceamento destacamos o emprego de tratores de esteira, mais estreitos, na 
abertura, o que dá bom rendimento ao trabalho, existindo, já, empresas prestadoras deste serviço, a 
viabilidade do terraceamento com tração animal, em pequenas propriedades, ainda, o uso de trator 
andando nos terraços, operando colhedeiras de galhos esqueletados e o desenvolvimento de 
equipamentos colhedores para tratores pequenos. Pode-se usar, também, o terraceamento em linhas 
duplas ou a cada 3-4 ruas. 
Para um bom trabalho, possibilitando a abertura de terraços com 1,30-150 m de largura, indica-se 
usar espaçamentos nas ruas das lavouras na base de 2,5-3,0 m, com o serviço sendo facilitado após 
podas. 
Conselho Nacional do Café – CNC 
SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) 
Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 
E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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Compradores de diversas regiões arrematam cafés da Alta Mogiana 
CaféPoint 
05/11/2014 
Thais Fernandes 
O II Espaço em Jaguara de Cafés Especiais recebeu, no último dia 23 de outubro, o 
setor cafeeiro da região da Alta Mogiana. Como resultado do encontro entre produtores 
e compradores, os cafés classificados com mais de 82 pontos na escala da BSCA 
receberam lances superiores àqueles praticados no mercado. 
O lote do produtor Elvio Jorge, de Pedregulho, alcançou o melhor preço, sendo vendido 
ao Moka Club, de Curitiba (PR), por R$ 803. Já o produtor Ulisses Ferreira, teve seu lote arrematado 
pelo Café Cajubá de Uberlândia (MG), por R$ 790. “A comercialização de cafés foi um sucesso. 
Participaram do leilão, comprando diversos lotes, além da Moka Clube e Café Cajubá, a Bourbon 
Cafés Especiais, de Poços de Caldas (MG), Wolff Café, de Boa Vista (MG), dentre outras”, comentou 
o diretor do evento, Ivan Sebastião Barbosa Afonso. 
Na ocasião, os produtores também acompanharam apresentações de Maurício 
Miarelli (foto: Sivanilto Cruz), coordenador do Conselho Nacional do Café (CNC) 
e presidente da Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cocapec), e 
Carlos Brando, da P&A Marketing. Os temas abordados pelos especialistas 
foram, respectivamente, o Projeto de cafés especiais para a Cocapec e o atual 
mercado de cafés. Sobre o âmbito nacional, Miarelli acrescentou: “Nós temos 
várias cafeiculturas, isso nos faz grandes fornecedores para atender a todos os 
gostos”, realçou ele, que considera importante que os cooperados identifiquem 
seus lotes fornecendo mais informações sobre eles, para a comercialização de 
cafés com maior valor agregado. 
O consultor Carlos Brando apontou, entre diversas análises, a expectativa de 
que para os próximos anos cresça o consumo mundial de cafés, buscando excelência em paladares, 
através de monodoses e cápsulas. Finalizando o evento, o Sebrae coordenou um Encontro de 
Relacionamento e Negócios, onde diversos produtores tiveram contato comercial com os 
compradores presentes, iniciando uma oportunidade de conhecimento e negócios. 
Para conferir os laudos das amostras avaliadas no II Espaço em Jaguara de Cafés Especiais com o 
resultado sensorial de cada café, acesse o site do evento. 
Durante o evento, foi discutida, ainda, instalação de fábrica de cápsulas da multinacional Nestlé no 
Brasil. Acompanhe na nossa reportagem. 
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Volta das chuvas ao Sudeste e Centro-Oeste favorece plantio de grãos 
Valor Econômico 
05/11/2014 
As chuvas que ocorrem em grande parte do Sudeste e Centro-Oeste do país deverão persistir ao 
longo desta e da próxima semana, o que tende a beneficiar a semeadura da safra de verão, indicam 
previsões da Somar Meteorologia. 
De acordo com Marco Antonio dos Santos, agrometeorologista da Somar, há condições favoráveis 
para o plantio de culturas como soja, milho e feijão, nos Estados de São Paulo, Paraná, Minas 
Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Mato Grosso. “Além dos grãos, essas chuvas também 
beneficiarão lavouras como café, cana-de-açúcar e laranja, elevando os níveis de água no solo e 
provocando a indução de novas floradas no café e na laranja”, disse Santos. 
Apenas no Sul do país o tempo aberto persistirá ao longo da semana. Assim, os produtores gaúchos 
e catarinenses terão condições favoráveis para a colheita de trigo, além do plantio de soja, milho e 
feijão. Para o plantio de arroz, contudo, os solos ainda continuam alagados, dificultando a entrada 
das plantadeiras nos campos, prevê a Somar. 
Já na região do Mapitoba (confluência dos Estados de Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia), as 
chuvas previstas para os próximos 10 dias virão apenas na forma de pancadas isoladas. Diante 
dessa irregularidade, Santos sugere cautela no plantio. “A regularização definitiva das chuvas só 
deverá ocorrer no final de novembro e início de dezembro”, afirmou. 
Café: comercialização da safra 2014 chega a 73% no Paraná 
Agência Safras 
05/11/2014 
Fábio Rübenich 
O Departamento de Economia Rural (Deral), órgão da Secretaria de Agricultura e 
Abastecimento do Estado do Paraná, acompanha a comercialização da safra 2014 
de café. Segundo levantamento semanal do Deral, o índice de produção de café já 
comercializada no estado alcança 73 por cento até 03 de novembro, contra 70 por 
cento na semana anterior, 27 de outubro. 
O Deral indica que foram colhidas apenas 29.982 toneladas (499,7 mil sacas de 60 quilos) de café 
em 2014, com queda de 70 por cento em comparação à safra anterior, em uma área de 33.608 
hectares (recuo de 48 por cento). 
A produtividade dos cafezais foi de 892 quilos de café por hectare cultivado, 42 por cento a menos 
que em 2013 (1.531 quilos por hectare). As geadas do ano passado e ainda a estiagem do último 
verão reduziram a produtividade dos cafezais paranaenses, também com muitas lavouras sendo 
podadas e erradicadas. 
Ficafé movimenta Norte Pioneiro do Paraná 
CaféPoint 
05/11/2014 
Thais Fernandes 
O Norte Pioneiro do Paraná recebe, na primeira semana de novembro, 
programação dedicada ao setor cafeeiro. A Feira Internacional de Cafés 
Especiais do Norte Pioneiro do Paraná inicia sua programação com a 3ª edição 
do Simpósio de Difusão Tecnológica do Norte Pioneiro do Paraná. 
Durante o Simpósio, temas como Adubação e Nutrição da Cultura Cafeeira, 
Secagem e Processamento de Cafés Cereja Descascado e Colheita 
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Mecanizada Seletiva de Café serão explanados por especialistas de entidades como Sebrae e 
Universidade Federal de Lavras (Ufla). 
Além das palestras, debates também alimentarão o evento, que segue com a revelação dos 
vencedores do II Concurso de Qualidade Sabores do Norte Pioneiro do Paraná e Rodada de 
Negócios de lotes de cafés especiais. O CaféPoint estará presente no evento e traz mais informações 
e destaques do setor, em tempo real, via Facebook. 
Serviço: Feira internacional de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná 
Quando: 5 a 7 de novembro 
Onde: Jacarezinho, PR 
Mais informações: http://www.acenpp.com.br/ficafe/2014/ 
UTZ amplia certificação de café no Brasil 
Valor Econômico 
05/11/2014 
Carine Ferreira 
A UTZ Certified, programa e selo para o cultivo sustentável de café, cacau e 
chá, avança no Brasil. A área certificada com café, que em 2002 era de 1 mil 
hectares, deve chegar a 120 mil hectares este ano. A expansão é resultado de 
implementação de gestão da própria certificadora, com sede na Holanda, além 
do reconhecimento do mercado, diz Eduardo Sampaio, representante da UTZ 
no Brasil. 
O Brasil é o maior fornecedor de volume de café certificado para a UTZ, que também comercializa 
esses produtos. Em seguida, aparecem Vietnã, Honduras e Colômbia. 
Globalmente, a UTZ comercializa cerca de 4 milhões de sacas certificadas dentre um universo de 11 
milhões a 12 milhões de sacas produzidas com o selo da certificadora. A diferença verificada na 
venda está em parte que fica no mercado interno e outra parcela que pode também ter selo de outras 
certificadoras. 
No caso do Brasil, são produzidas anualmente com o selo UTZ cerca de 3,8 milhões de sacas. 
Desse volume, entre 1,2 milhão e 1,4 milhão são exportadas, principalmente para empresas de 
grande porte da Europa, Estados Unidos e Ásia. 
Em cacau, o processo de certificação começou no ano passado e já são 4 mil hectares com o selo 
UTZ, no sul da Bahia, região que concentra a produção nacional da amêndoa, conforme Sampaio. 
A certificação UTZ tem foco na qualidade, gestão e rentabilidade das culturas. Cada uma das frentes 
implementadas tem métricas de mensuração e avaliação. Para se obter o selo UTZ, há um protocolo 
com 175 pontos de controle, que vão desde o manejo do solo, da água, podas, fertilização, 
treinamento de produtores, até a diferenciação dos custos de produção por talhão, explica o 
representante da UTZ. 
Ao abandonar talhão que não é produtivo, o produtor pode exercer a produtividade plena de outros 
talhões, reitera Sampaio. 
Como resultado de uma produção seguindo a “filosofia” da UTZ, em uma propriedade de 10 hectares, 
o preço de venda do café pode ser R$ 40 superior à cotação do produto convencional, considerando 
o valor da saca entre R$ 350 e R$ 400, exemplifica Sampaio. Entretanto, os valores variam muito. 
“Para um pequeno produtor, R$ 15 mil a mais de [receita] por ano é bem vindo”, diz ele. 
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Entretanto, não existe um “prêmio” fixo. Ele varia muito, de R$ 5 a R$ 25 por saca, mas existem 
casos de acréscimo de R$ 100 por saca, comenta Sampaio. Além disso, com a gestão eficiente, o 
cafeicultor pode baixar o seu custo de produção e seus cafés podem atingir outros mercados. 
Entre alguns memorandos de entendimento que a UTZ firmou no Brasil está com o programa 
Caminho Sustentia, com a multinacional de agroquímicos e sementes Syngenta. 
Iniciado em 2013, foi realizado o primeiro ciclo desse projeto, que envolve a certificação coletiva de 
propriedades para a produção de cafés de alta qualidade, atrelada à exportação dos produtos. 
Na primeira etapa, estava previsto inicialmente o envolvimento de 800 pequenos agricultores, mas 
foram certificadas 143 unidades produtivas, representando 120 produtores e oito cooperativas. As 
unidades certificadas pelo programa abrangem uma área de 3.491 hectares e produção de 103.781 
sacas. 
Foi mantida a meta, estabelecida no início do programa, de 10 mil produtores certificados em cinco 
anos, afirma Giuliano Tozzi, diretor de especialidades da Syngenta no Brasil. 
As propriedades certificadas no primeiro ciclo e em fase adiantada no processo de auditoria estão no 
Sul e Cerrado Mineiro, Paraná e Espírito Santo, segundo Juan Gimenes, gerente de novos negócios 
da Syngenta Nucoffee. 
Para Tozzi, o programa conseguiu demonstrar que houve uma criação de valor na produção 
certificada de café. “O valor de um café não está somente no sabor de uma xícara. Está na 
sustentabilidade, na origem”. 
Os cafés produzidos dentro do programa são exportados para os clientes do Nucoffee – este 
programa mais amplo abrange desde troca de defensivos por sacas de café, consultoria para a 
produção de grãos de qualidade superior, rastreabilidade e comercialização do produto para o 
mercado externo de diferentes regiões. 
Leia mais em: http://www.valor.com.br/agro/3767904/utz-amplia-certificacao-de-cafe-no-brasil# 
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    CLIPPING – 05/11/2014 Acesse: www.cncafe.com.br Procafé: modos de fazer micro-terraços em cafezais de montanha Fundação Procafé 05/11/2014 J.B. Matiello, Eng. Agr. Fundação Procafé, M.L. Carvalho, Eng. Agr. Fazenda Reunidas LeS, Hugo Siqueira, Eng. Agr. Senar-FAERJ, e C.A. Krohling, Eng. Agr. Consultor A cafeicultura de montanha no Brasil abrange uma área de cerca de 700 mil ha de cafezais, com produção anual de 13-15 milhões de sacas. Pela topografia inclinada das áreas, ela apresenta limitações à mecanização convencional, o que eleva os custos de produção do café nessa região, pela necessidade de uso de mão de obra, escassa e cara, nos tratos e na colheita das lavouras. O micro-terraceamento, nas ruas dos cafezais, tem surgido como uma boa alternativa para facilitar os tratos nas montanhas, formando um caminho mais plano nas ruas, como se fosse uma estrada estreita entre 2 linhas de cafeeiros, por ali podendo transitar tratores estreitos com equipamentos para os tratos. A prática de micro-terracear, apesar de ser introduzida só recentemente, tem despertado grande interesse nos cafeicultores, pela facilidade que oferece. Por isso, sua adoção vem crescendo e, paralelamente, vem sendo aperfeiçoada, no sentido de torná-la mais econômica. Atualmente já se tem disponíveis 5 sistemas ou modos de construir os micro-terraços em cafezais. 1-O método inicial utiliza tratores traçados, operando de marcha-ré, com lâmina traseira, a]Apresenta a desvantagem de custo elevado e de risco operacional, estimando-se um rendimento de 30-40h de serviço por ha, ou o equivalente a cerca de R$ 3.000,00 a 4.000,00 por ha. 2-Experiências também com máquina tipo BobCat de esteira, com concha escavadeira e lâmina dianteira, para acerto do terraço. Neste caso, pode ser aberto cerca de 1,5 m por minuto ou o equivalente a cerca de 35-40h por ha, ao custo de cerca de R$ 3.500-5.000,00 por ha. 3-Trabalho com pequenos tratores de esteira, com lâmina dianteira, especialmente tratores estreitos importados, estes fazendo um ha em 15-20h, ou cerca de R$ 2.000-2.700,00 por ha. 4- Viabilidade de uso de tração animal na abertura dos micro-terraços, sistema mais econômico e acessível a pequenos produtores, trabalhando com arado no revolvimento da terra e pequena lâmina, adaptada, para retirar a terra e plainar o terraço. O rendimento observado é de 4 dias de trabalho por ha, com custo aproximado de R$ 600,00 por ha. 5-Abertura manual de micro-terraços, com trabalhadores munidos de enxadão e enxadas. Em experiência realizada em 8 ha, foram gastos 25h ou cerca de R$ 1.300,00 por ha. Na evolução do micro-terraceamento destacamos o emprego de tratores de esteira, mais estreitos, na abertura, o que dá bom rendimento ao trabalho, existindo, já, empresas prestadoras deste serviço, a viabilidade do terraceamento com tração animal, em pequenas propriedades, ainda, o uso de trator andando nos terraços, operando colhedeiras de galhos esqueletados e o desenvolvimento de equipamentos colhedores para tratores pequenos. Pode-se usar, também, o terraceamento em linhas duplas ou a cada 3-4 ruas. Para um bom trabalho, possibilitando a abertura de terraços com 1,30-150 m de largura, indica-se usar espaçamentos nas ruas das lavouras na base de 2,5-3,0 m, com o serviço sendo facilitado após podas. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Conselho Nacional doCafé – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Compradores de diversasregiões arrematam cafés da Alta Mogiana CaféPoint 05/11/2014 Thais Fernandes O II Espaço em Jaguara de Cafés Especiais recebeu, no último dia 23 de outubro, o setor cafeeiro da região da Alta Mogiana. Como resultado do encontro entre produtores e compradores, os cafés classificados com mais de 82 pontos na escala da BSCA receberam lances superiores àqueles praticados no mercado. O lote do produtor Elvio Jorge, de Pedregulho, alcançou o melhor preço, sendo vendido ao Moka Club, de Curitiba (PR), por R$ 803. Já o produtor Ulisses Ferreira, teve seu lote arrematado pelo Café Cajubá de Uberlândia (MG), por R$ 790. “A comercialização de cafés foi um sucesso. Participaram do leilão, comprando diversos lotes, além da Moka Clube e Café Cajubá, a Bourbon Cafés Especiais, de Poços de Caldas (MG), Wolff Café, de Boa Vista (MG), dentre outras”, comentou o diretor do evento, Ivan Sebastião Barbosa Afonso. Na ocasião, os produtores também acompanharam apresentações de Maurício Miarelli (foto: Sivanilto Cruz), coordenador do Conselho Nacional do Café (CNC) e presidente da Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cocapec), e Carlos Brando, da P&A Marketing. Os temas abordados pelos especialistas foram, respectivamente, o Projeto de cafés especiais para a Cocapec e o atual mercado de cafés. Sobre o âmbito nacional, Miarelli acrescentou: “Nós temos várias cafeiculturas, isso nos faz grandes fornecedores para atender a todos os gostos”, realçou ele, que considera importante que os cooperados identifiquem seus lotes fornecendo mais informações sobre eles, para a comercialização de cafés com maior valor agregado. O consultor Carlos Brando apontou, entre diversas análises, a expectativa de que para os próximos anos cresça o consumo mundial de cafés, buscando excelência em paladares, através de monodoses e cápsulas. Finalizando o evento, o Sebrae coordenou um Encontro de Relacionamento e Negócios, onde diversos produtores tiveram contato comercial com os compradores presentes, iniciando uma oportunidade de conhecimento e negócios. Para conferir os laudos das amostras avaliadas no II Espaço em Jaguara de Cafés Especiais com o resultado sensorial de cada café, acesse o site do evento. Durante o evento, foi discutida, ainda, instalação de fábrica de cápsulas da multinacional Nestlé no Brasil. Acompanhe na nossa reportagem. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Volta das chuvasao Sudeste e Centro-Oeste favorece plantio de grãos Valor Econômico 05/11/2014 As chuvas que ocorrem em grande parte do Sudeste e Centro-Oeste do país deverão persistir ao longo desta e da próxima semana, o que tende a beneficiar a semeadura da safra de verão, indicam previsões da Somar Meteorologia. De acordo com Marco Antonio dos Santos, agrometeorologista da Somar, há condições favoráveis para o plantio de culturas como soja, milho e feijão, nos Estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Goiás e Mato Grosso. “Além dos grãos, essas chuvas também beneficiarão lavouras como café, cana-de-açúcar e laranja, elevando os níveis de água no solo e provocando a indução de novas floradas no café e na laranja”, disse Santos. Apenas no Sul do país o tempo aberto persistirá ao longo da semana. Assim, os produtores gaúchos e catarinenses terão condições favoráveis para a colheita de trigo, além do plantio de soja, milho e feijão. Para o plantio de arroz, contudo, os solos ainda continuam alagados, dificultando a entrada das plantadeiras nos campos, prevê a Somar. Já na região do Mapitoba (confluência dos Estados de Maranhão, Piauí, Tocantins e Bahia), as chuvas previstas para os próximos 10 dias virão apenas na forma de pancadas isoladas. Diante dessa irregularidade, Santos sugere cautela no plantio. “A regularização definitiva das chuvas só deverá ocorrer no final de novembro e início de dezembro”, afirmou. Café: comercialização da safra 2014 chega a 73% no Paraná Agência Safras 05/11/2014 Fábio Rübenich O Departamento de Economia Rural (Deral), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado do Paraná, acompanha a comercialização da safra 2014 de café. Segundo levantamento semanal do Deral, o índice de produção de café já comercializada no estado alcança 73 por cento até 03 de novembro, contra 70 por cento na semana anterior, 27 de outubro. O Deral indica que foram colhidas apenas 29.982 toneladas (499,7 mil sacas de 60 quilos) de café em 2014, com queda de 70 por cento em comparação à safra anterior, em uma área de 33.608 hectares (recuo de 48 por cento). A produtividade dos cafezais foi de 892 quilos de café por hectare cultivado, 42 por cento a menos que em 2013 (1.531 quilos por hectare). As geadas do ano passado e ainda a estiagem do último verão reduziram a produtividade dos cafezais paranaenses, também com muitas lavouras sendo podadas e erradicadas. Ficafé movimenta Norte Pioneiro do Paraná CaféPoint 05/11/2014 Thais Fernandes O Norte Pioneiro do Paraná recebe, na primeira semana de novembro, programação dedicada ao setor cafeeiro. A Feira Internacional de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná inicia sua programação com a 3ª edição do Simpósio de Difusão Tecnológica do Norte Pioneiro do Paraná. Durante o Simpósio, temas como Adubação e Nutrição da Cultura Cafeeira, Secagem e Processamento de Cafés Cereja Descascado e Colheita Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Mecanizada Seletiva deCafé serão explanados por especialistas de entidades como Sebrae e Universidade Federal de Lavras (Ufla). Além das palestras, debates também alimentarão o evento, que segue com a revelação dos vencedores do II Concurso de Qualidade Sabores do Norte Pioneiro do Paraná e Rodada de Negócios de lotes de cafés especiais. O CaféPoint estará presente no evento e traz mais informações e destaques do setor, em tempo real, via Facebook. Serviço: Feira internacional de Cafés Especiais do Norte Pioneiro do Paraná Quando: 5 a 7 de novembro Onde: Jacarezinho, PR Mais informações: http://www.acenpp.com.br/ficafe/2014/ UTZ amplia certificação de café no Brasil Valor Econômico 05/11/2014 Carine Ferreira A UTZ Certified, programa e selo para o cultivo sustentável de café, cacau e chá, avança no Brasil. A área certificada com café, que em 2002 era de 1 mil hectares, deve chegar a 120 mil hectares este ano. A expansão é resultado de implementação de gestão da própria certificadora, com sede na Holanda, além do reconhecimento do mercado, diz Eduardo Sampaio, representante da UTZ no Brasil. O Brasil é o maior fornecedor de volume de café certificado para a UTZ, que também comercializa esses produtos. Em seguida, aparecem Vietnã, Honduras e Colômbia. Globalmente, a UTZ comercializa cerca de 4 milhões de sacas certificadas dentre um universo de 11 milhões a 12 milhões de sacas produzidas com o selo da certificadora. A diferença verificada na venda está em parte que fica no mercado interno e outra parcela que pode também ter selo de outras certificadoras. No caso do Brasil, são produzidas anualmente com o selo UTZ cerca de 3,8 milhões de sacas. Desse volume, entre 1,2 milhão e 1,4 milhão são exportadas, principalmente para empresas de grande porte da Europa, Estados Unidos e Ásia. Em cacau, o processo de certificação começou no ano passado e já são 4 mil hectares com o selo UTZ, no sul da Bahia, região que concentra a produção nacional da amêndoa, conforme Sampaio. A certificação UTZ tem foco na qualidade, gestão e rentabilidade das culturas. Cada uma das frentes implementadas tem métricas de mensuração e avaliação. Para se obter o selo UTZ, há um protocolo com 175 pontos de controle, que vão desde o manejo do solo, da água, podas, fertilização, treinamento de produtores, até a diferenciação dos custos de produção por talhão, explica o representante da UTZ. Ao abandonar talhão que não é produtivo, o produtor pode exercer a produtividade plena de outros talhões, reitera Sampaio. Como resultado de uma produção seguindo a “filosofia” da UTZ, em uma propriedade de 10 hectares, o preço de venda do café pode ser R$ 40 superior à cotação do produto convencional, considerando o valor da saca entre R$ 350 e R$ 400, exemplifica Sampaio. Entretanto, os valores variam muito. “Para um pequeno produtor, R$ 15 mil a mais de [receita] por ano é bem vindo”, diz ele. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck
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    Entretanto, não existeum “prêmio” fixo. Ele varia muito, de R$ 5 a R$ 25 por saca, mas existem casos de acréscimo de R$ 100 por saca, comenta Sampaio. Além disso, com a gestão eficiente, o cafeicultor pode baixar o seu custo de produção e seus cafés podem atingir outros mercados. Entre alguns memorandos de entendimento que a UTZ firmou no Brasil está com o programa Caminho Sustentia, com a multinacional de agroquímicos e sementes Syngenta. Iniciado em 2013, foi realizado o primeiro ciclo desse projeto, que envolve a certificação coletiva de propriedades para a produção de cafés de alta qualidade, atrelada à exportação dos produtos. Na primeira etapa, estava previsto inicialmente o envolvimento de 800 pequenos agricultores, mas foram certificadas 143 unidades produtivas, representando 120 produtores e oito cooperativas. As unidades certificadas pelo programa abrangem uma área de 3.491 hectares e produção de 103.781 sacas. Foi mantida a meta, estabelecida no início do programa, de 10 mil produtores certificados em cinco anos, afirma Giuliano Tozzi, diretor de especialidades da Syngenta no Brasil. As propriedades certificadas no primeiro ciclo e em fase adiantada no processo de auditoria estão no Sul e Cerrado Mineiro, Paraná e Espírito Santo, segundo Juan Gimenes, gerente de novos negócios da Syngenta Nucoffee. Para Tozzi, o programa conseguiu demonstrar que houve uma criação de valor na produção certificada de café. “O valor de um café não está somente no sabor de uma xícara. Está na sustentabilidade, na origem”. Os cafés produzidos dentro do programa são exportados para os clientes do Nucoffee – este programa mais amplo abrange desde troca de defensivos por sacas de café, consultoria para a produção de grãos de qualidade superior, rastreabilidade e comercialização do produto para o mercado externo de diferentes regiões. Leia mais em: http://www.valor.com.br/agro/3767904/utz-amplia-certificacao-de-cafe-no-brasil# Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck ixzz3IDhXkUla