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CLIPPING – 09/10/2017
Acesse: www.cncafe.com.br
Cooxupé vai recuperar 290 hectares de Áreas de Preservação Permanente em Guaxupé
Ascom Cooxupé
09/10/2017
A Cooperativa Regional de
Cafeicultores em Guaxupé
fará a recuperação de 290
hectares de Áreas de
Preservação Permanente
(APPs), dentro de uma área
equivalente a 406 campos de
futebol, no município
guaxupeano, onde fica sua
sede. O trabalho integra o
projeto pioneiro Minas D’água,
criado pela própria Cooxupé
para promover a restauração
das APPs localizadas na
cabeceira da Bacia do Rio
Guaxupé (que abastece os 50
mil habitantes da cidade), por
meio da revitalização de nascentes e matas ciliares nas propriedades rurais da área. A
apresentação do projeto aconteceu na matriz da Cooxupé, no dia 28 de setembro.
Junto com as empresas parceiras – Mother Parkers, Coffee America e Balcoffee – a Cooxupé
doará para os produtores rurais mudas para plantio nas APP’s, além de auxiliá-los na
transferência de tecnologias e fornecimento de materiais como mourões de cerca e arames
farpados, além de conhecimentos sobre metodologias para a restauração dessas áreas. Com
investimento previsto de 1 milhão de dólares, o projeto envolverá nesta primeira etapa 95
produtores rurais. O trabalho de recuperação será em três bacias situadas nos bairros Japy,
Nova Floresta e Consulta, concentrando no total 484 nascentes. Somente no Japy, por
exemplo, estão concentradas 336. “É um projeto inovador para Guaxupé. Com ele,
pretendemos garantir a melhoria e a quantidade da água do município, um recurso
imprescindível para a qualidade de vida de toda comunidade”, destaca o presidente da
cooperativa, Carlos Paulino.
Além de colaborar com a preservação do recurso hídrico que abastece a cidade de Guaxupé, a
Cooxupé e as empresas parceiras estão colaborando para que os produtores estejam dentro
da legalidade do Código Florestal. “Parabenizamos a cooperativa por esta iniciativa que levará
a conscientização de forma voluntária aos produtores”, comentou o promotor de Meio Ambiente
de Guaxupé, Claudio Marins, se referindo ao CAR – Cadastro Ambiental Rural que impõe aos
produtores a preservação de APP’s.
O vice-prefeito de Guaxupé, Heber Hamilton Quintella, enalteceu o compromisso social da
Cooxupé com a cidade e apresentou o trabalho que vem sendo feito para as melhorias do
Parque Municipal da Mogiana do município. “80% do trabalho já está efetivado”, disse.
Luiz Ricardo Zavagli, engenheiro agrônomo e colaborador do Instituto Estadual de Florestas
(Muzambinho), destacou a parceria do IEF com o Minas D’água. “A água é o bem que mais
tem valor no mundo e temos que trabalhar em cima disso para a conservação desse recurso
tão importante para nós e para as gerações futuras”, afirmou.
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Acarpa realizou o 25º Seminário do Café Região do Cerrado Mineiro
Ascom Acarpa
09/10/2017
Foram três dias de intensa
movimentação no Parque de
Exposições Brumado dos Pavões –
Arena Cerrado com um público de
aproximadamente 2 mil pessoas
diariamente visitando, participando
de palestras e cursos e realizando
bons negócios. Mais uma vez, o
tradicional Seminário do Café
Região do Cerrado Mineiro foi um
sucesso. O evento teve o patrocínio
da Expocaccer, SicoobCoopacredi
e Floema e contou com apoio da
Federação dos Cafeicultores do
Cerrado, Epamig, Sebrae, Emater,
Appcer, Senai/Fiemg.
O Seminário do Café é um dos mais
tradicionais eventos do agronegócio café no Brasil, realizado na origem produtora há 25 anos.
Neste ambiente, são debatidos os problemas e soluções de interesse dos cafeicultores, seja na
área técnica, econômica, pesquisa ou tecnologia, envolvendo produtores de Patrocínio e da
Região do Cerrado Mineiro, primeira denominação de origem para cafés do Brasil.
Nesta edição de 2017, os visitantes puderam participar de painéis temáticos, palestras
técnicas, workshops, cursos, provas de cafés, conheceram o portfólio de máquinas e
implementos, interagiram e realizaram negócios com os principais fornecedores do segmento e
com a grande novidade que foi a mudança no horário, das 11 às 19 horas.
PAINEL AGRICULTURA FAMILIAR
O Painel Agricultura Familiar Appcer / Emater / CMDRS foi realizado sob o tema “Gestão Rural:
Uso Eficiente dos Recursos Financeiros e Ambientais pelo produtor”, tendo como palestrantes
Marcílio Ribeiro Borges – Consultor Financeiro SEBRAE e Marcos Guedes de Souza – Gestor
Ambiental da Appcer. O foco das palestras foi a importância da sustentabilidade da
propriedade mesclando o zelo com a saúde do produtor, zelo com os equipamentos e zelo com
o solo, o que trará benefícios para todos, inclusive para o bolso.
Pedro Rodrigues dos Santos – Coordenador da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, falou
sobre o processo de licenciamento ambiental, que hoje é realizado em Patrocínio, trazendo
mais agilidade e comodidade para os produtores que precisavam se deslocar a Uberlândia e
aguardar até dois anos pela liberação. De acordo com Santos, as licenças são liberadas
atualmente num prazo de 90 a 120 dias pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente.
PREMIAÇÃO CONCURSO QUALIDADE DE CAFÉ APPCER
A APPCER – Associação dos Pequenos Produtores do Cerrado realizou a premiação do
Concurso de Qualidade de Café Fairtrade (Comércio Justo). Foram 28 amostras inscritas, com
avaliação sensorial e auditoria pela Savassi Certificação. Veja o resultado:
1º lugar – Edieni de Silveira Silva – Fazenda Nossa Senhora da Abadia
2º lugar – Cleber Antônio Rossini – Fazenda Chapadão de Ferro
3º lugar – Ernestino da Cunha – Fazenda Serra Negra
4º lugar – Oscar Antônio da Silva – Fazenda Lago Azul
5º lugar – Adriano Rogério da Silva – Fazenda Santo Antônio
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PALESTRA RENOVAÇÃO DO CAFEEIRO
A última palestra da programação teve como tema “Decisões estratégicas na renovação do
parque cafeeiro”, apresentada por Gabriel Nunes – Nunes Coffee; Nelson Rivelini – Fazenda
San Martim; e Gladyston Rodrigues de Carvalho – Pesquisador da Epamig. Caio Lazarini -
Consultor Educampo Expocaccer SEBRAE/MG, foi o moderador.
Os palestrantes mostraram estudos e técnicas realizados em propriedades e no Campo
Experimental da Epamig de Patrocínio e os resultados obtidos na renovação da lavoura de café
com o uso programado de podas utilizando as tecnologias disponíveis.
O engenheiro Agrônomo, Guilherme Ribeiro Santos – Petrotec – apresentou a palestra
“Potencializar o controle de broca”.
EVENTOS SIMULTÂNEOS
Eventos simultâneos promovidos pela Expocaccer, Cafeteria Dulcerrado, Estação Senai/Fiemg
e MC Miaki Coffee também movimentaram o 25º Seminário do Café Região do Cerrado
Mineiro. Na SALA EXPERIÊNCIA, aconteceu o Workshop de harmonização: Café & Queijos
e, na ESTAÇÃO SENAI/FIEMG, o curso Injeção eletrônica nos motores de máquinas agrícolas.
SORTEIO DE PRÊMIOS
Como aconteceu em todos os dias da feira, foi realizado o sorteio de prêmios aos produtores
que realizaram negócios. A seguir, a relação de prêmios e os ganhadores: Vinícius Ribeiro
Santos – balanceamento e alinhamento (Pneus Boa Vista); Débora Nunes B. Silva –
alinhamento e balanceamento (Pneus Boa Vista); Hernany Augusto Nunes – pulverizador (Park
Máquinas Agrícolas); Osvaldo Alberto – serviços de agricultura de precisão para 20 ha com
georreferenciamento (Nativa Agronegócio); Hérica Aparecida Vieira – tratamento foliar para 5
hectares (Kafa - Agrigento) ; Victor A. Queiroz – tratamento para 5 hectares foliar e 5 hectares
de solo (Floema); José Astrogildo de Oliveira – Moto de mover café (SicoobCoopacredi).
ENCERRAMENTO
Finalizando mais uma edição do Seminário do Café, o Presidente da Acarpa, Fred Elias,
agradeceu a presença de todos destacando a importância do evento para Patrocínio e região.
Também fizeram uso da palavra com agradecimentos aos produtores, parceiros e expositores
o Vice-Presidente da Acarpa, Marcelo Queiroz; o Presidente do SicoobCoopacredi, Célio
Machado de Castro; o Presidente da Expocaccer, Ricardo Bartholo, e o Diretor-Proprietário da
Floema, Alex Fabiany Mendes.
Café: para produtores de Minas Gerais, chuva não pode parar
Canal Rural
09/10/2017
A volta da chuva animou os
produtores de café do sul de
Minas Gerais. Mas, para que o
cafezal se recupere do longo
período seco e tenha uma boa
produção, será preciso receber
ainda mais água. Caso contrário, o
desenvolvimento dos grãos pode
ficar abaixo do esperado.
O plantio do produtor rural Urbano
Lopes Neto, de Guaxupé, ficou
sem ver uma gota d’água por
cerca de 60 dias. No fim de
setembro, entretanto, a lavoura
recebeu 60 milímetros de chuva. E
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já fez surgir a primeira florada (foto: Fabiano Bastos/Arquivo Pessoal).
Lopes afirma que as precipitações nesta época são sempre bem-vindas. “Mas, para aquela
lavoura que está desfolhada e que sentiu o stress hídrico, essa chuva não significa quase nada
para a produção no ano que vem. Vai ajudar a planta a se recuperar e vegetar novamente, mas
para a safra de 2019", diz.
A sorte do produtor é que a colheita deste ano foi muito boa. Seus 160 mil pés de café
renderam cerca de 3.000 sacas. Na próxima temporada, no entanto, Lopes acredita que não
vai conseguir produzir nem 60% disso.
O cafeicultor acredita que será preciso manejar muito bem a lavoura, passando o ano com uma
carga baixa nos pés. “Fazer ela ficar bonita novamente e esperar que os preços venham a nos
ajudar neste momento em que estamos atravessando uma fase que quase não cobre custo de
produção".
Em todo sul mineiro, só se salvam os poucos cafezais que possuem sistema de irrigação. A
maioria das lavouras está em processo de recuperação hídrica. De acordo com o coordenador
de desenvolvimento da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé),
Eduardo Rene da Cruz, da florada até a colheita, ainda pode acontecer muita coisa. “Até o
chumbinho virar fruto, vamos ter em torno de oito meses. Nesse período, nós dependemos
muito do clima. Se faltar chuva a partir de agora, vamos ter problema de produção no próximo
ano”, diz ele.
Pluviômetros instalados no sul de Minas Gerais para medir a quantidade de chuva que caiu na
região indicam que a média do mês de setembro foi de 40 milímetros – mas o ideal seriam 70
milímetros. O problema vem se repetindo desde o início do ano, afetando a armazenagem de
água no solo, que hoje está e, apenas 20%.
Segundo o coordenador de geoprocessamento da Cooxupé, Eder Ribeiro do Santos, essa
condição promove um stress acentuado na planta. “Ela passou por esse período de
temperatura alta, o que faz com que se prepare para suportar a condição adversa”, diz.
Se encontra um índice de água no solo abaixo de 50%, o cafeeiro enfrenta dificuldades e não
se desenvolve. Para haver uma boa safra, agora tudo vai depender do índice de enfolhamento.
O coordenador de geoprocessamento afirma que haverá quebra na safra, mas ele não deverá
ocorrer de forma uniforme em todo o sul mineiro. “Mas é importante que o produtor conheça as
características da sua área, o solo onde se encontra, a altitude de sua propriedade, o índice de
enfolhamento, para, a partir daí, tirar conclusões da sua própria propriedade. Hoje ainda é
muito difícil falar o tamanho da quebra", diz Santos.
Link original: http://www.canalrural.com.br/noticias/cafe-forte/cafe-para-produtores-minas-
gerais-chuva-nao-pode-parar-69252
Chuva recente garante umidade no solo em áreas de café no Brasil, diz Rural Clima
Thomson Reuters
09/10/2017
Por José Roberto Gomes
Reuters - As chuvas no fim de semana possibilitaram a manutenção, “mesmo que parcial”, dos
níveis de umidade no solo nas regiões cafeeiras de Paraná, São Paulo e Minas Gerais,
reduzindo os temores quanto ao desenvolvimento da próxima safra, disse a Rural Clima nesta
segunda-feira.
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Conforme o Agriculture Weather Dashboard, do terminal Eikon da Thomson Reuters, as
precipitações no chamado Norte Pioneiro do Paraná somaram 30,8 milímetros (mm) nos
últimos sete dias, enquanto no sul de Minas Gerais e na Zona da Mata mineira, 15,2 mm e 13,7
mm, respectivamente.
A umidade de agora ocorre após um setembro de forte estiagem, que fez o setor de café no
Brasil retirar as apostas de uma “supersafra” em 2018.
Segundo o agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antonio dos Santos, no entanto, as
chuvas recentes garantem “condições razoáveis ao desenvolvimento tanto da planta quanto
dos frutos, recém surgidos”.
“Apenas a região do Cerrado Mineiro é que ainda continua apresentando índices baixos de
umidade do solo, mas até agora não há relatos de perdas no potencial produtivo das lavouras
de café”, acrescentou.
Refletindo isso, o contrato do café arábica com vencimento em julho de 2018 na ICE, que
representa a nova safra no Brasil, caiu quase 7 por cento desde o pico de 1,50 centavo de
dólar por libra-peso registrado em 15 de setembro.
Nesta segunda-feira a Bolsa de Nova York está fechada em razão do feriado de Columbus
Day.
Organização Internacional do Café debate plano para cinco anos
Agência SAFRAS
09/10/2017
Edição: Lessandro Carvalho
"Eu herdei um processo de revisão estratégica e, na semana passada,
finalmente colocamos os grandes objetivos da revisão e traduzimos isso
em um plano de cinco anos", disse o diretor executivo da Organização
Internacional do Café (OIC), José Sette, na Conferência Global de
Sustentabilidade do Café em Genebra, Suíça. As informações partem da
Dow Jones.
Sette delineou os três principais objetivos da OIC, como a melhoria dos dados e sua divulgação
global, proporcionando um fórum mais amplo para o discurso entre os setores público e privado
e incentivando esses setores a se unirem aos projetos de desenvolvimento para o café.
A OIC abrange 98% da produção de café do mundo.
OIC: exportação mundial de café diminui 8,4% ante agosto de 2016
Agência Estado
09/10/2017
A exportação mundial de café registrou queda de
8,4% em agosto passado, em comparação com o
mesmo mês de 2016. Foram embarcadas 9,872
milhões de sacas de 60 kg em comparação com
10,775 milhões de sacas em agosto do ano passado.
A informação é da Organização Internacional do Café (OIC), divulgada hoje.
Do total embarcado em agosto, 6,335 milhões de sacas foram de café arábica (menos 5,4%
ante 2016, quando foram exportadas 6,694 milhões de sacas). A exportação de robusta em
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agosto foi de 3,537 milhões de sacas (queda de 13,3%), pois em agosto de 2016 foram
embarcadas 4,081 milhões de sacas.
A exportação mundial nos 11 primeiros meses do ano agrícola 2016/17 (outubro a agosto)
registrou crescimento de 5,8% em comparação com o mesmo período anterior, de 107,050
milhões para 113,281 milhões de sacas. Desse total, 71,697 milhões de sacas foram de
arábica (mais 9,0%) e 41,584 milhões de sacas de robusta (mais 0,8%).
IAC: três novas cultivares de café têm ganhos de produtividade de 35% a 70%
Assessoria de Imprensa – IAC
09/10/2017
Por Carla Gomes e Mônica Galdino
Três novas cultivares de café desenvolvidas pelo Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, —
a IAC Catuaí SH3, IAC Obatã 4739 e IAC 125 RN, que estão sendo adotadas pelo setor de
produção, têm produtividades que variam de 35% a 70% superiores às das cultivares Catuaí
Vermelho e Amarelo, que até então representam cerca de 90% dos cafezais brasileiros. Esses
novos materiais também têm característica de resistência/tolerância à ferrugem-da-folha — a
principal doença do cafeeiro, causadora de perdas de até 50% na produtividade, segundo Júlio
César Mistro, pesquisador do IAC, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de
São Paulo.
A IAC Catuaí SH3, IAC Obatã 4739 e IAC 125 RN estão entrando no lugar de outros materiais
já lançados pelo Instituto, como o IAC Mundo Novo e IAC Catuaí que, apesar de ocuparem
quase a totalidade dos cafezais nacionais, são suscetíveis à ferrugem. De acordo com
produtores, a despesa para controlar a ferrugem gira em torno de 8% do custo total da
produção, por hectare.
Os experimentos foram realizados nos Estados de São Paulo e Minas Gerais. A cultivar IAC
Catuaí SH3 produziu 39 sacas, por hectare, em Mococa, interior paulista, enquanto que o
Catuaí Amarelo IAC 62 produziu 29 sacas, por hectare. “Isso representa um acréscimo de
34%”, diz o pesquisador. Em Franca, também no interior paulista, a produtividade foi 40%
superior, atingindo 57 sacas, por hectare, contra 40 sacas do Catuaí Vermelho IAC 99. “Nessas
mesmas condições, o Catuaí SH3 não apresentou nenhum sintoma do ataque de ferrugem e
os Catuais foram severamente atacados”, relata o pesquisador.
A cultivar IAC 125 RN produziu 66 sacas, por hectare, em Patrocínio, Minas Gerais, e 60
sacas, por hectare, em Patos de Minas, outro município mineiro, onde o Catuaí Vermelho IAC
144 produziu 40 sacas, por hectare. Nos dois locais foi usada irrigação. “Em Mococa, a
produtividade do IAC 125 RN teve um ganho de 60% na produtividade, com 59 sacas por
hectare, enquanto o Catuaí Vermelho ficou em 36 sacas”, diz. Mistro.
A cultivar IAC Obatã 4739 superou o Catuaí Amarelo 62 em 40% — foram 83 sacas contra 59,
por hectare, na cidade paulista de Gália. “Em Ribeirão Corrente, a produtividade foi 12%
superior ao Catuaí Amarelo 62, foram 45 sacas, por hectare, versus 40 sacas; já em Franca
superou em 35%, a variação foi de 50 sacas, por hectare, para 36 sacas”, diz o pesquisador.
Na cidade mineira de Patrocínio, em condição irrigada, foi registrado o maior ganho na
produtividade, batendo os 70% na variação de 55 sacas, por hectare, para 32.
A apresentação desses novos materiais foi feita em dias de campo e em visitas de produtores
nessas fazendas onde estão plantadas as cultivares. Segundo o pesquisador, há previsão de
expansão das áreas de cultivo. “Elas estão sendo muito bem aceitas, porém o manejo
agronômico, incluindo adubação, espaçamento, poda e outros, deve ser diferenciado em
relação às cultivares mais tradicionais, tais como Catuai e Mundo Novo”, afirma. As sementes
estarão disponíveis em 2018.
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A IAC Catuaí SH3 possui menor exigência hídrica. Com esse perfil, pode ser cultivada em
regiões mais quentes ou onde tem havido veranicos mais frequentes nos últimos anos.
Devido à resistência à ferrugem, essas três cultivares podem ser adotadas por produtores de
orgânicos, em Franca. Esse nicho de mercado proporciona o aumento na renda dos
agricultores. “O valor da saca do café em plantio convencional é de R$ 440,00, enquanto que
no sistema orgânico chega até R$ 1.500,00 a saca”.
Segundo o pesquisador, as cultivares possuem excelente vigor, o que acarreta boa
produtividade. Elas têm também boa ramificação. Quanto à maturação, ela é tardia para o
Obatã, média a tardia para o IAC Catuaí SH3 e precoce para o IAC 125 RN. “A maturação mais
longa tende a beneficiar a qualidade da bebida”, explica Mistro.
As três cultivares têm porte baixo, característica valorizada por pequenos produtores e também
por aqueles que têm lavouras mecanizadas. “Atualmente, há uma preferência dos produtores
agrícolas por cultivares de porte baixo por facilitar a colheita”, diz.
As pesquisas do Instituto na área de café têm o intuito de desenvolver cultivares resistentes às
pragas, ferrugens e nematoides, aliadas à excelência na qualidade física e química de grãos e
bebidas. “Essas são novas opções geradas pela pesquisa paulista, que abrem possibilidades
de agregação de valor à produção agrícola, como recomenda o governador Geraldo Alckmin”,
diz o secretário de Agricultura, Arnaldo Jardim.
Vietnã: estudo ajuda a reduzir desperdício de água em irrigação de lavouras de café
Agência Estado
09/10/2017
O setor de café do Vietnã está reduzindo o desperdício de água na irrigação de suas lavouras,
disse Michael Opitz, diretor da ONG Hanns R. Neumann, durante a Conferência Global de
Sustentabilidade do Café, em Genebra.
A redução do uso de água no maior produtor mundial de café robusta ocorre após a fundação
ter realizado, em parceria com a Nestlé, um estudo sobre irrigação das lavouras da variedade.
Segundo Opitz, o estudo descobriu que o volume de água poderia ser reduzido em até 60%.
"Os indícios foram fortes o suficiente para influenciar a política, e a prática agora está nos
padrões oficiais e faz parte do processo de agricultores", disse.
O projeto está passando pela avaliação intermediária e os primeiros sinais são animadores,
afirmou. Fonte: Dow Jones Newswires.
Produção de café da Colômbia cresce 19% em setembro, diz FNC
CaféPoint
09/10/2017
Em setembro, a produção de café na Colômbia, maior produtor mundial de
arábica lavado, foi de 1,228 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 19% em
relação ao 1,034 milhão de sacas produzidas no mesmo período de 2016.
No acumulado do ano (janeiro a setembro), a produção ficou em torno de 10,3
milhões de sacas, 4% a mais que as cerca de 9,9 milhões de sacas produzidas
na mesma época do ano anterior.
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Nos últimos 12 meses, que coincidem também com o ano cafeeiro (outubro de 2016 a
setembro de 2017), a colheita superou 14,6 milhões de sacas, 4% a mais que as pouco mais
de 14 milhões de sacas produzidas no mesmo período do ano anterior.
Vale a pena destacar que, somado aos bons níveis de produção, o café recebido pela
Federação Nacional de cafeicultores (FNC) nos depósitos da Almacafé, registou uma melhor
qualidade e, consequentemente, um menor rendimento na debulha. Além disso, evidenciou-se
a nível nacional menos casos de broca.
Exportações crescem 12% em setembro
Em setembro, as exportações de café colombiano foram de 1,136 milhão de sacas, 12% a mais
que as 1,012 milhão de sacas exportadas em setembro de 2016. No acumulado do ano (janeiro
a setembro), as exportações superaram 9,5 milhões de sacas, 8% a mais que as 8,8 milhões
de sacas exportadas nos primeiros nove meses de 2016.
Nos últimos 12 meses, as exportações superaram 13,5 milhões de sacas, 10% a mais que as
12,3 milhões de sacas exportadas no mesmo período anterior.
As informações são da FNC/ Tradução Juliana Santin

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  • 1. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck CLIPPING – 09/10/2017 Acesse: www.cncafe.com.br Cooxupé vai recuperar 290 hectares de Áreas de Preservação Permanente em Guaxupé Ascom Cooxupé 09/10/2017 A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé fará a recuperação de 290 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs), dentro de uma área equivalente a 406 campos de futebol, no município guaxupeano, onde fica sua sede. O trabalho integra o projeto pioneiro Minas D’água, criado pela própria Cooxupé para promover a restauração das APPs localizadas na cabeceira da Bacia do Rio Guaxupé (que abastece os 50 mil habitantes da cidade), por meio da revitalização de nascentes e matas ciliares nas propriedades rurais da área. A apresentação do projeto aconteceu na matriz da Cooxupé, no dia 28 de setembro. Junto com as empresas parceiras – Mother Parkers, Coffee America e Balcoffee – a Cooxupé doará para os produtores rurais mudas para plantio nas APP’s, além de auxiliá-los na transferência de tecnologias e fornecimento de materiais como mourões de cerca e arames farpados, além de conhecimentos sobre metodologias para a restauração dessas áreas. Com investimento previsto de 1 milhão de dólares, o projeto envolverá nesta primeira etapa 95 produtores rurais. O trabalho de recuperação será em três bacias situadas nos bairros Japy, Nova Floresta e Consulta, concentrando no total 484 nascentes. Somente no Japy, por exemplo, estão concentradas 336. “É um projeto inovador para Guaxupé. Com ele, pretendemos garantir a melhoria e a quantidade da água do município, um recurso imprescindível para a qualidade de vida de toda comunidade”, destaca o presidente da cooperativa, Carlos Paulino. Além de colaborar com a preservação do recurso hídrico que abastece a cidade de Guaxupé, a Cooxupé e as empresas parceiras estão colaborando para que os produtores estejam dentro da legalidade do Código Florestal. “Parabenizamos a cooperativa por esta iniciativa que levará a conscientização de forma voluntária aos produtores”, comentou o promotor de Meio Ambiente de Guaxupé, Claudio Marins, se referindo ao CAR – Cadastro Ambiental Rural que impõe aos produtores a preservação de APP’s. O vice-prefeito de Guaxupé, Heber Hamilton Quintella, enalteceu o compromisso social da Cooxupé com a cidade e apresentou o trabalho que vem sendo feito para as melhorias do Parque Municipal da Mogiana do município. “80% do trabalho já está efetivado”, disse. Luiz Ricardo Zavagli, engenheiro agrônomo e colaborador do Instituto Estadual de Florestas (Muzambinho), destacou a parceria do IEF com o Minas D’água. “A água é o bem que mais tem valor no mundo e temos que trabalhar em cima disso para a conservação desse recurso tão importante para nós e para as gerações futuras”, afirmou.
  • 2. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Acarpa realizou o 25º Seminário do Café Região do Cerrado Mineiro Ascom Acarpa 09/10/2017 Foram três dias de intensa movimentação no Parque de Exposições Brumado dos Pavões – Arena Cerrado com um público de aproximadamente 2 mil pessoas diariamente visitando, participando de palestras e cursos e realizando bons negócios. Mais uma vez, o tradicional Seminário do Café Região do Cerrado Mineiro foi um sucesso. O evento teve o patrocínio da Expocaccer, SicoobCoopacredi e Floema e contou com apoio da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Epamig, Sebrae, Emater, Appcer, Senai/Fiemg. O Seminário do Café é um dos mais tradicionais eventos do agronegócio café no Brasil, realizado na origem produtora há 25 anos. Neste ambiente, são debatidos os problemas e soluções de interesse dos cafeicultores, seja na área técnica, econômica, pesquisa ou tecnologia, envolvendo produtores de Patrocínio e da Região do Cerrado Mineiro, primeira denominação de origem para cafés do Brasil. Nesta edição de 2017, os visitantes puderam participar de painéis temáticos, palestras técnicas, workshops, cursos, provas de cafés, conheceram o portfólio de máquinas e implementos, interagiram e realizaram negócios com os principais fornecedores do segmento e com a grande novidade que foi a mudança no horário, das 11 às 19 horas. PAINEL AGRICULTURA FAMILIAR O Painel Agricultura Familiar Appcer / Emater / CMDRS foi realizado sob o tema “Gestão Rural: Uso Eficiente dos Recursos Financeiros e Ambientais pelo produtor”, tendo como palestrantes Marcílio Ribeiro Borges – Consultor Financeiro SEBRAE e Marcos Guedes de Souza – Gestor Ambiental da Appcer. O foco das palestras foi a importância da sustentabilidade da propriedade mesclando o zelo com a saúde do produtor, zelo com os equipamentos e zelo com o solo, o que trará benefícios para todos, inclusive para o bolso. Pedro Rodrigues dos Santos – Coordenador da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, falou sobre o processo de licenciamento ambiental, que hoje é realizado em Patrocínio, trazendo mais agilidade e comodidade para os produtores que precisavam se deslocar a Uberlândia e aguardar até dois anos pela liberação. De acordo com Santos, as licenças são liberadas atualmente num prazo de 90 a 120 dias pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente. PREMIAÇÃO CONCURSO QUALIDADE DE CAFÉ APPCER A APPCER – Associação dos Pequenos Produtores do Cerrado realizou a premiação do Concurso de Qualidade de Café Fairtrade (Comércio Justo). Foram 28 amostras inscritas, com avaliação sensorial e auditoria pela Savassi Certificação. Veja o resultado: 1º lugar – Edieni de Silveira Silva – Fazenda Nossa Senhora da Abadia 2º lugar – Cleber Antônio Rossini – Fazenda Chapadão de Ferro 3º lugar – Ernestino da Cunha – Fazenda Serra Negra 4º lugar – Oscar Antônio da Silva – Fazenda Lago Azul 5º lugar – Adriano Rogério da Silva – Fazenda Santo Antônio
  • 3. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck PALESTRA RENOVAÇÃO DO CAFEEIRO A última palestra da programação teve como tema “Decisões estratégicas na renovação do parque cafeeiro”, apresentada por Gabriel Nunes – Nunes Coffee; Nelson Rivelini – Fazenda San Martim; e Gladyston Rodrigues de Carvalho – Pesquisador da Epamig. Caio Lazarini - Consultor Educampo Expocaccer SEBRAE/MG, foi o moderador. Os palestrantes mostraram estudos e técnicas realizados em propriedades e no Campo Experimental da Epamig de Patrocínio e os resultados obtidos na renovação da lavoura de café com o uso programado de podas utilizando as tecnologias disponíveis. O engenheiro Agrônomo, Guilherme Ribeiro Santos – Petrotec – apresentou a palestra “Potencializar o controle de broca”. EVENTOS SIMULTÂNEOS Eventos simultâneos promovidos pela Expocaccer, Cafeteria Dulcerrado, Estação Senai/Fiemg e MC Miaki Coffee também movimentaram o 25º Seminário do Café Região do Cerrado Mineiro. Na SALA EXPERIÊNCIA, aconteceu o Workshop de harmonização: Café & Queijos e, na ESTAÇÃO SENAI/FIEMG, o curso Injeção eletrônica nos motores de máquinas agrícolas. SORTEIO DE PRÊMIOS Como aconteceu em todos os dias da feira, foi realizado o sorteio de prêmios aos produtores que realizaram negócios. A seguir, a relação de prêmios e os ganhadores: Vinícius Ribeiro Santos – balanceamento e alinhamento (Pneus Boa Vista); Débora Nunes B. Silva – alinhamento e balanceamento (Pneus Boa Vista); Hernany Augusto Nunes – pulverizador (Park Máquinas Agrícolas); Osvaldo Alberto – serviços de agricultura de precisão para 20 ha com georreferenciamento (Nativa Agronegócio); Hérica Aparecida Vieira – tratamento foliar para 5 hectares (Kafa - Agrigento) ; Victor A. Queiroz – tratamento para 5 hectares foliar e 5 hectares de solo (Floema); José Astrogildo de Oliveira – Moto de mover café (SicoobCoopacredi). ENCERRAMENTO Finalizando mais uma edição do Seminário do Café, o Presidente da Acarpa, Fred Elias, agradeceu a presença de todos destacando a importância do evento para Patrocínio e região. Também fizeram uso da palavra com agradecimentos aos produtores, parceiros e expositores o Vice-Presidente da Acarpa, Marcelo Queiroz; o Presidente do SicoobCoopacredi, Célio Machado de Castro; o Presidente da Expocaccer, Ricardo Bartholo, e o Diretor-Proprietário da Floema, Alex Fabiany Mendes. Café: para produtores de Minas Gerais, chuva não pode parar Canal Rural 09/10/2017 A volta da chuva animou os produtores de café do sul de Minas Gerais. Mas, para que o cafezal se recupere do longo período seco e tenha uma boa produção, será preciso receber ainda mais água. Caso contrário, o desenvolvimento dos grãos pode ficar abaixo do esperado. O plantio do produtor rural Urbano Lopes Neto, de Guaxupé, ficou sem ver uma gota d’água por cerca de 60 dias. No fim de setembro, entretanto, a lavoura recebeu 60 milímetros de chuva. E
  • 4. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck já fez surgir a primeira florada (foto: Fabiano Bastos/Arquivo Pessoal). Lopes afirma que as precipitações nesta época são sempre bem-vindas. “Mas, para aquela lavoura que está desfolhada e que sentiu o stress hídrico, essa chuva não significa quase nada para a produção no ano que vem. Vai ajudar a planta a se recuperar e vegetar novamente, mas para a safra de 2019", diz. A sorte do produtor é que a colheita deste ano foi muito boa. Seus 160 mil pés de café renderam cerca de 3.000 sacas. Na próxima temporada, no entanto, Lopes acredita que não vai conseguir produzir nem 60% disso. O cafeicultor acredita que será preciso manejar muito bem a lavoura, passando o ano com uma carga baixa nos pés. “Fazer ela ficar bonita novamente e esperar que os preços venham a nos ajudar neste momento em que estamos atravessando uma fase que quase não cobre custo de produção". Em todo sul mineiro, só se salvam os poucos cafezais que possuem sistema de irrigação. A maioria das lavouras está em processo de recuperação hídrica. De acordo com o coordenador de desenvolvimento da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), Eduardo Rene da Cruz, da florada até a colheita, ainda pode acontecer muita coisa. “Até o chumbinho virar fruto, vamos ter em torno de oito meses. Nesse período, nós dependemos muito do clima. Se faltar chuva a partir de agora, vamos ter problema de produção no próximo ano”, diz ele. Pluviômetros instalados no sul de Minas Gerais para medir a quantidade de chuva que caiu na região indicam que a média do mês de setembro foi de 40 milímetros – mas o ideal seriam 70 milímetros. O problema vem se repetindo desde o início do ano, afetando a armazenagem de água no solo, que hoje está e, apenas 20%. Segundo o coordenador de geoprocessamento da Cooxupé, Eder Ribeiro do Santos, essa condição promove um stress acentuado na planta. “Ela passou por esse período de temperatura alta, o que faz com que se prepare para suportar a condição adversa”, diz. Se encontra um índice de água no solo abaixo de 50%, o cafeeiro enfrenta dificuldades e não se desenvolve. Para haver uma boa safra, agora tudo vai depender do índice de enfolhamento. O coordenador de geoprocessamento afirma que haverá quebra na safra, mas ele não deverá ocorrer de forma uniforme em todo o sul mineiro. “Mas é importante que o produtor conheça as características da sua área, o solo onde se encontra, a altitude de sua propriedade, o índice de enfolhamento, para, a partir daí, tirar conclusões da sua própria propriedade. Hoje ainda é muito difícil falar o tamanho da quebra", diz Santos. Link original: http://www.canalrural.com.br/noticias/cafe-forte/cafe-para-produtores-minas- gerais-chuva-nao-pode-parar-69252 Chuva recente garante umidade no solo em áreas de café no Brasil, diz Rural Clima Thomson Reuters 09/10/2017 Por José Roberto Gomes Reuters - As chuvas no fim de semana possibilitaram a manutenção, “mesmo que parcial”, dos níveis de umidade no solo nas regiões cafeeiras de Paraná, São Paulo e Minas Gerais, reduzindo os temores quanto ao desenvolvimento da próxima safra, disse a Rural Clima nesta segunda-feira.
  • 5. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Conforme o Agriculture Weather Dashboard, do terminal Eikon da Thomson Reuters, as precipitações no chamado Norte Pioneiro do Paraná somaram 30,8 milímetros (mm) nos últimos sete dias, enquanto no sul de Minas Gerais e na Zona da Mata mineira, 15,2 mm e 13,7 mm, respectivamente. A umidade de agora ocorre após um setembro de forte estiagem, que fez o setor de café no Brasil retirar as apostas de uma “supersafra” em 2018. Segundo o agrometeorologista da Rural Clima, Marco Antonio dos Santos, no entanto, as chuvas recentes garantem “condições razoáveis ao desenvolvimento tanto da planta quanto dos frutos, recém surgidos”. “Apenas a região do Cerrado Mineiro é que ainda continua apresentando índices baixos de umidade do solo, mas até agora não há relatos de perdas no potencial produtivo das lavouras de café”, acrescentou. Refletindo isso, o contrato do café arábica com vencimento em julho de 2018 na ICE, que representa a nova safra no Brasil, caiu quase 7 por cento desde o pico de 1,50 centavo de dólar por libra-peso registrado em 15 de setembro. Nesta segunda-feira a Bolsa de Nova York está fechada em razão do feriado de Columbus Day. Organização Internacional do Café debate plano para cinco anos Agência SAFRAS 09/10/2017 Edição: Lessandro Carvalho "Eu herdei um processo de revisão estratégica e, na semana passada, finalmente colocamos os grandes objetivos da revisão e traduzimos isso em um plano de cinco anos", disse o diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC), José Sette, na Conferência Global de Sustentabilidade do Café em Genebra, Suíça. As informações partem da Dow Jones. Sette delineou os três principais objetivos da OIC, como a melhoria dos dados e sua divulgação global, proporcionando um fórum mais amplo para o discurso entre os setores público e privado e incentivando esses setores a se unirem aos projetos de desenvolvimento para o café. A OIC abrange 98% da produção de café do mundo. OIC: exportação mundial de café diminui 8,4% ante agosto de 2016 Agência Estado 09/10/2017 A exportação mundial de café registrou queda de 8,4% em agosto passado, em comparação com o mesmo mês de 2016. Foram embarcadas 9,872 milhões de sacas de 60 kg em comparação com 10,775 milhões de sacas em agosto do ano passado. A informação é da Organização Internacional do Café (OIC), divulgada hoje. Do total embarcado em agosto, 6,335 milhões de sacas foram de café arábica (menos 5,4% ante 2016, quando foram exportadas 6,694 milhões de sacas). A exportação de robusta em
  • 6. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck agosto foi de 3,537 milhões de sacas (queda de 13,3%), pois em agosto de 2016 foram embarcadas 4,081 milhões de sacas. A exportação mundial nos 11 primeiros meses do ano agrícola 2016/17 (outubro a agosto) registrou crescimento de 5,8% em comparação com o mesmo período anterior, de 107,050 milhões para 113,281 milhões de sacas. Desse total, 71,697 milhões de sacas foram de arábica (mais 9,0%) e 41,584 milhões de sacas de robusta (mais 0,8%). IAC: três novas cultivares de café têm ganhos de produtividade de 35% a 70% Assessoria de Imprensa – IAC 09/10/2017 Por Carla Gomes e Mônica Galdino Três novas cultivares de café desenvolvidas pelo Instituto Agronômico (IAC), de Campinas, — a IAC Catuaí SH3, IAC Obatã 4739 e IAC 125 RN, que estão sendo adotadas pelo setor de produção, têm produtividades que variam de 35% a 70% superiores às das cultivares Catuaí Vermelho e Amarelo, que até então representam cerca de 90% dos cafezais brasileiros. Esses novos materiais também têm característica de resistência/tolerância à ferrugem-da-folha — a principal doença do cafeeiro, causadora de perdas de até 50% na produtividade, segundo Júlio César Mistro, pesquisador do IAC, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. A IAC Catuaí SH3, IAC Obatã 4739 e IAC 125 RN estão entrando no lugar de outros materiais já lançados pelo Instituto, como o IAC Mundo Novo e IAC Catuaí que, apesar de ocuparem quase a totalidade dos cafezais nacionais, são suscetíveis à ferrugem. De acordo com produtores, a despesa para controlar a ferrugem gira em torno de 8% do custo total da produção, por hectare. Os experimentos foram realizados nos Estados de São Paulo e Minas Gerais. A cultivar IAC Catuaí SH3 produziu 39 sacas, por hectare, em Mococa, interior paulista, enquanto que o Catuaí Amarelo IAC 62 produziu 29 sacas, por hectare. “Isso representa um acréscimo de 34%”, diz o pesquisador. Em Franca, também no interior paulista, a produtividade foi 40% superior, atingindo 57 sacas, por hectare, contra 40 sacas do Catuaí Vermelho IAC 99. “Nessas mesmas condições, o Catuaí SH3 não apresentou nenhum sintoma do ataque de ferrugem e os Catuais foram severamente atacados”, relata o pesquisador. A cultivar IAC 125 RN produziu 66 sacas, por hectare, em Patrocínio, Minas Gerais, e 60 sacas, por hectare, em Patos de Minas, outro município mineiro, onde o Catuaí Vermelho IAC 144 produziu 40 sacas, por hectare. Nos dois locais foi usada irrigação. “Em Mococa, a produtividade do IAC 125 RN teve um ganho de 60% na produtividade, com 59 sacas por hectare, enquanto o Catuaí Vermelho ficou em 36 sacas”, diz. Mistro. A cultivar IAC Obatã 4739 superou o Catuaí Amarelo 62 em 40% — foram 83 sacas contra 59, por hectare, na cidade paulista de Gália. “Em Ribeirão Corrente, a produtividade foi 12% superior ao Catuaí Amarelo 62, foram 45 sacas, por hectare, versus 40 sacas; já em Franca superou em 35%, a variação foi de 50 sacas, por hectare, para 36 sacas”, diz o pesquisador. Na cidade mineira de Patrocínio, em condição irrigada, foi registrado o maior ganho na produtividade, batendo os 70% na variação de 55 sacas, por hectare, para 32. A apresentação desses novos materiais foi feita em dias de campo e em visitas de produtores nessas fazendas onde estão plantadas as cultivares. Segundo o pesquisador, há previsão de expansão das áreas de cultivo. “Elas estão sendo muito bem aceitas, porém o manejo agronômico, incluindo adubação, espaçamento, poda e outros, deve ser diferenciado em relação às cultivares mais tradicionais, tais como Catuai e Mundo Novo”, afirma. As sementes estarão disponíveis em 2018.
  • 7. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck A IAC Catuaí SH3 possui menor exigência hídrica. Com esse perfil, pode ser cultivada em regiões mais quentes ou onde tem havido veranicos mais frequentes nos últimos anos. Devido à resistência à ferrugem, essas três cultivares podem ser adotadas por produtores de orgânicos, em Franca. Esse nicho de mercado proporciona o aumento na renda dos agricultores. “O valor da saca do café em plantio convencional é de R$ 440,00, enquanto que no sistema orgânico chega até R$ 1.500,00 a saca”. Segundo o pesquisador, as cultivares possuem excelente vigor, o que acarreta boa produtividade. Elas têm também boa ramificação. Quanto à maturação, ela é tardia para o Obatã, média a tardia para o IAC Catuaí SH3 e precoce para o IAC 125 RN. “A maturação mais longa tende a beneficiar a qualidade da bebida”, explica Mistro. As três cultivares têm porte baixo, característica valorizada por pequenos produtores e também por aqueles que têm lavouras mecanizadas. “Atualmente, há uma preferência dos produtores agrícolas por cultivares de porte baixo por facilitar a colheita”, diz. As pesquisas do Instituto na área de café têm o intuito de desenvolver cultivares resistentes às pragas, ferrugens e nematoides, aliadas à excelência na qualidade física e química de grãos e bebidas. “Essas são novas opções geradas pela pesquisa paulista, que abrem possibilidades de agregação de valor à produção agrícola, como recomenda o governador Geraldo Alckmin”, diz o secretário de Agricultura, Arnaldo Jardim. Vietnã: estudo ajuda a reduzir desperdício de água em irrigação de lavouras de café Agência Estado 09/10/2017 O setor de café do Vietnã está reduzindo o desperdício de água na irrigação de suas lavouras, disse Michael Opitz, diretor da ONG Hanns R. Neumann, durante a Conferência Global de Sustentabilidade do Café, em Genebra. A redução do uso de água no maior produtor mundial de café robusta ocorre após a fundação ter realizado, em parceria com a Nestlé, um estudo sobre irrigação das lavouras da variedade. Segundo Opitz, o estudo descobriu que o volume de água poderia ser reduzido em até 60%. "Os indícios foram fortes o suficiente para influenciar a política, e a prática agora está nos padrões oficiais e faz parte do processo de agricultores", disse. O projeto está passando pela avaliação intermediária e os primeiros sinais são animadores, afirmou. Fonte: Dow Jones Newswires. Produção de café da Colômbia cresce 19% em setembro, diz FNC CaféPoint 09/10/2017 Em setembro, a produção de café na Colômbia, maior produtor mundial de arábica lavado, foi de 1,228 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 19% em relação ao 1,034 milhão de sacas produzidas no mesmo período de 2016. No acumulado do ano (janeiro a setembro), a produção ficou em torno de 10,3 milhões de sacas, 4% a mais que as cerca de 9,9 milhões de sacas produzidas na mesma época do ano anterior.
  • 8. Conselho Nacional do Café – CNC SCN Quadra 01, Bl. “C”, Ed. Brasília Trade Center, 11º andar, sala 1.101 - CEP 70711-902 – Brasília (DF) Assessoria de Comunicação: (61) 3226-2269 / 8114-6632 E-mail: imprensa@cncafe.com.br / www.twitter.com/pauloandreck Nos últimos 12 meses, que coincidem também com o ano cafeeiro (outubro de 2016 a setembro de 2017), a colheita superou 14,6 milhões de sacas, 4% a mais que as pouco mais de 14 milhões de sacas produzidas no mesmo período do ano anterior. Vale a pena destacar que, somado aos bons níveis de produção, o café recebido pela Federação Nacional de cafeicultores (FNC) nos depósitos da Almacafé, registou uma melhor qualidade e, consequentemente, um menor rendimento na debulha. Além disso, evidenciou-se a nível nacional menos casos de broca. Exportações crescem 12% em setembro Em setembro, as exportações de café colombiano foram de 1,136 milhão de sacas, 12% a mais que as 1,012 milhão de sacas exportadas em setembro de 2016. No acumulado do ano (janeiro a setembro), as exportações superaram 9,5 milhões de sacas, 8% a mais que as 8,8 milhões de sacas exportadas nos primeiros nove meses de 2016. Nos últimos 12 meses, as exportações superaram 13,5 milhões de sacas, 10% a mais que as 12,3 milhões de sacas exportadas no mesmo período anterior. As informações são da FNC/ Tradução Juliana Santin