Cidade, Ordenamento e
       Ambiente
 Cidade Emergente
A cidade emergente está em constante transformação, ou seja,
há novas formas e estilos de vida.
 Cidade Emergente
   Características
      Dispersa
      Fragmentada
      Heterogénea
 Cidade Emergente
     Crescimento


O    crescimento    da     cidade    é
impulsionado pelo crescimento       da
população, ou seja, pela ambição    de
melhor qualidade de vida, aumento   da
mobilidade e modernização.




             Mas…
 Cidade Emergente
     Espaço não planeado


Estes factores fazem com que o desenvolvimento das cidades seja
um espaço disperso.
 Cidade Emergente
     Sóla-Morales
As cidades atuais têm origem em ações ocasionais. Apresentam
partes com diferentes tamanhos, densidade e graus de
promiscuidade.

“espetáculo urbanístico, e uma lição que nos ensina a ver as formas da cidade com
mais afeto, e também com maior capacidade de reconhecer as suas atuais diferenças”

                                      Ou seja…



São estas características que acabam por dar forma a uma
cidade.
 Cidade Emergente
   Indovina
Refere-se a esta realidade como a cidade difusa, uma
"única grande cidade com espaço rural/agrícola nela
incorporado“.
 Cidade Emergente
    Sóla-Morales e Indovina
Referem que o atual crescimento urbano está associado ao:



• desenvolvimento socioeconómico;
• aumento da mobilidade;
• exigências de produção e novos objetivos sociais (procura de
  melhor qualidade de vida).
 Cidade Emergente
     Rueda
A cidade atual baseia-se na ambição de tornar as
cidades mais competitivas em vez de equilibra-las.

“Um campo de jogo de monopólio gigante onde parece haver pressa de
comprar todas as peças de urbanização“
 Cidade Emergente
   Rueda

  “Antes se plantavam vegetais, e agora 'plantam-se'
                       casas”.
 Cidade Emergente
     Pavia

Refere também que o atual estado das cidades tem origem na procura da
modernização. E afirma ainda que se vive um retorno ao laissez-faire.



O que ele quer dizer é que quando é construído algo, pensa-se apenas
naquela peça, e não no meio onde vai ser inserida a peça.
E acaba por denominar a isto uma “arquitetura sem lugar”, originando assim
a cidade fragmentada.
 Cidade Emergente
        Yves Chalas

  Cidade Móvel      Em que a mobilidade se tornou num factor
                    fundamental.
     Cidade         Surge “novas centralidades ligadas ao consumo”.
   Policêntrica
Cidade-Território
   e Cidade-        “Abrange a natureza, abrange o campo”.
    Natureza

  Cidade Vazia      Existem “vazios urbanos”. Aumentam a imagem
                    de fragmentação.

   Cidade das
Escolhas Pessoais   Onde cada “habitante constrói a sua própria rede
                    de sociabilidade
 Cidade Emergente
       Carvalho

Cidade Campestre   Onde prevalece uma mistura cidade/campo.


Cidade Contínua    Corresponde á cidade antiga ou centro histórico.

                   Constituída pela rede viária e pelos “fragmentos
  Cidade Viária
                   de cidade que lhe são laterais”.
 Problemas Ambientais, Sociais e Económicos

Os problemas que se levantam na cidade industrial,
transformaram-se na cidade que conhecemos hoje. E são eles:

•   A higiene;
•   Reduzida qualidade de vida;
•   Mobilidade;
•   Organização do espaço;
•   Utilização do solo.
 Problemas Ambientais, Sociais e Económicos
A má organização da cidade atual acarreta problemas ao nível:

• Ambiental;
• Social;
• Económico.
 Problemas Ambientais, Sociais e Económicos
Estes problemas são mais visíveis em países com rápido
crescimento económico como Portugal, Irlanda, Leste da
Alemanha e a região de Madrid.
 Problemas Ambientais
Como já referi, estes problemas refletem-se a nível Ambiental.




Assim, os problemas Ambientais assentam no elevado consumo de recursos naturais,
energéticos e materiais; na ocupação de áreas protegidas e naturais e do ambiente
rural salientando-se…

                                      …
                                                                 …
 Problemas Ambientais
•    O maior consumo de terreno/solo com alteração do seu uso e perda das suas
     propriedades;
•    Diminuição da biodiversidade;
•    Destruição de sistemas ribeirinhos, corredores ecológicos e fragmentação das
     zonas naturais;
•    Perturbação dos ecossistemas naturais, através da poluição atmosférica e sonora;
•    Maior consumo de energia;
•    Maior consumo de água, levando à erosão do solo;
•    Aumento da produção de resíduos urbanos que acabam por contaminar o solo, o
     ar e a água.
 Problemas Ambientais, Sociais e Económicos
Os problemas ambientais geram ainda outros problemas económicos e
sociais. Pois existe uma diminuição de qualidade de vida e de saúde,
através da poluição atmosférica e sonora.
É como uma bola de neve!
 Problemas Sociais
• Aumento dos níveis de separação social:
-“com base na renda, etnia, raça, religião, também os separa segundo a função”
Rueda
• Reflete-se também no estilo de vida:
-uma vez que a deslocação de algum emprego e de “pessoas para fora dos centros
criou uma abandonada classe baixa cujos rendimentos não suportam um estilo de
vida baseado no carro”;
                    Mas também acontece o contrário…
-as periferias são ocupadas pelas classes baixas, encontrando-se o centro reservado às
mais altas.
• Pessoas com menos mobilidade:
-os idosos e os mais jovens, que habitam nas zonas periféricas, podem ver reduzida a
sua interação social devido às pobres redes de transportes públicos.
 Problemas Económicos
 A nível económico, os problemas assentam:
 • nos custos da construção de infraestruturas;
 • na sua manutenção;
 • na oferta de serviços.

 O deslocamento das pessoas (que optam por viver nas periferias) conduz:
 • a maiores custos devido à necessidade de novas infraestruturas viárias e
    novas redes de transporte;
 • ao aumento dos movimentos pendulares para e do centro, dos quais resulta
    um maior congestionamento.
 Problemas Ambientais, Sociais e Económicos
Todos estes problemas conduzem assim a uma desqualificação
ambiental e ecológica, da paisagem, do ambiente urbano e da
qualidade de vida.
 Problemas Físico-Estruturais
A cidade emergente, como já abordamos, com base em vários
autores, caracteriza-se pela sua dispersão e fragmentação.

Então começam a haver problemas…
 Problemas Físico-Estruturais
     Não aceitar das periferias
O primeiro problema reflete no não aceitar as periferias como
sendo constituintes da cidade.




Então temos que o principal problema fisicoestrutural da cidade emergente:
• A indefinição dos seus limites;
• A falta de forma;
• A desarticulação das suas partes.
 Problemas Físico-Estruturais
     Desorganização
Outro problema prende-se com as intervenções que se vão
desenvolvendo de forma fragmentária e sem coordenação.
 Problemas Físico-Estruturais
     Zonamento monofuncional
O zonamento monofuncional consiste noutro problema.
Os “bairros transformam-se exclusivamente em zona residencial”
(Rueda) deixando de ser um espaço social e convertendo-se num
espaço de exclusão.
Isto conduz à crescente dispersão urbana.
 Problemas Físico-Estruturais
     Rede viária
O que nos leva a outro problema, é a vasta rede de
infraestruturas viárias.
Esta constitui um problema devido ao mau aproveitamento das
vias já existentes.




                                    E assim se começa a ter uma bola
                                    de estradas…
 Problemas Físico-Estruturais
       Superfícies comerciais
 A localização aleatória e mal planeada de grandes superfícies
 comerciais é outro problema.
 Pois não há uma organização do espaço público.



Os centros comerciais estão
presentes em 49 dos 308 concelhos
do país, o que significa que, nos
concelhos onde estão presentes,
existe uma média de dois por
concelho.
 Problemas Físico-Estruturais
   Espaços verdes

Outro problema prende-se com os espaços verdes existentes, no que
refere:
• Ao número insuficiente ou má distribuição;
• À falta de qualidade destes;
• O desrespeito pelas linhas de água e leitos de cheia, pois são
   corredores ecológicos de grande importância;
• Espaços agrícolas que muitas vezes são abandonados e
   negligenciados;
• São insuficientes os espaços que promovem igualmente o encontro,
   lazer e bem-estar da população.



           Se tivessemos um máximo aproveitamento de
           espaços verdes, seria assim…
 Problemas Físico-Estruturais
   Espaços verdes

Os espaços verdes urbanos de qualidade, as áreas agrícolas,
florestais e os sistemas ribeirinhos, são de grande importância
para o ecossistema urbano, uma vez que possuem funções
ecológicas, sociais e económicas de relevância, e quando
estruturados e valorizados, contribuem para o aumento da
qualidade de vida.
 Problemas Físico-Estruturais
É portanto necessário criar um novo tipo de relações entre a
Natureza e o Urbano.




A tarefa é: Unir o conceito de urbanismo com o de natureza.
 Problemas a Resolver e Orientações
Salientam-se como problemas físico-estruturais a solucionar:
1. A indefinição dos limites da cidade;
2. A desarticulação das partes de cidade que conduzem à falta de forma e
     falta de identidade ;
3. O zonamento monofuncional, característico de muitas partes da cidade,
     nomeadamente zonas residenciais, que acabam por não apresentarem
     condições de vida social;
4. O ciclo vicioso relacionado com a crescente construção de infraestruturas
     viárias;
5. O reduzido número de espaços verdes com qualidade, uma vez que a
     qualidade de vida se encontra notoriamente associada à qualidade
     ambiental;
6. Desarticulação, descontinuidade dos espaços verdes na cidade,
     desrespeito e desaproveitamento das suas potencialidades.
 Problemas a Resolver e Orientações
Para a resolução destes problemas há que assumir a realidade da
cidade atual, nas suas partes e no seu todo.
Torna-se assim necessário assumir a cidade como ela o é,
dispersa, mas definir os seus limites, começando a trabalhar nas
falhas e potencialidades que ela apresenta.
As intervenções necessárias serão aquelas que resolvem as
falhas e reforcem as potencialidades desta estrutura, com o
objetivo de minimizar todos os problemas referidos.
A aluna:
Débora Neves nº6 11ºG


                Fim

Cidade, ordenamento e ambiente

  • 1.
  • 2.
     Cidade Emergente Acidade emergente está em constante transformação, ou seja, há novas formas e estilos de vida.
  • 3.
     Cidade Emergente Características Dispersa Fragmentada Heterogénea
  • 4.
     Cidade Emergente Crescimento O crescimento da cidade é impulsionado pelo crescimento da população, ou seja, pela ambição de melhor qualidade de vida, aumento da mobilidade e modernização. Mas…
  • 5.
     Cidade Emergente Espaço não planeado Estes factores fazem com que o desenvolvimento das cidades seja um espaço disperso.
  • 6.
     Cidade Emergente Sóla-Morales As cidades atuais têm origem em ações ocasionais. Apresentam partes com diferentes tamanhos, densidade e graus de promiscuidade. “espetáculo urbanístico, e uma lição que nos ensina a ver as formas da cidade com mais afeto, e também com maior capacidade de reconhecer as suas atuais diferenças” Ou seja… São estas características que acabam por dar forma a uma cidade.
  • 7.
     Cidade Emergente Indovina Refere-se a esta realidade como a cidade difusa, uma "única grande cidade com espaço rural/agrícola nela incorporado“.
  • 8.
     Cidade Emergente Sóla-Morales e Indovina Referem que o atual crescimento urbano está associado ao: • desenvolvimento socioeconómico; • aumento da mobilidade; • exigências de produção e novos objetivos sociais (procura de melhor qualidade de vida).
  • 9.
     Cidade Emergente Rueda A cidade atual baseia-se na ambição de tornar as cidades mais competitivas em vez de equilibra-las. “Um campo de jogo de monopólio gigante onde parece haver pressa de comprar todas as peças de urbanização“
  • 10.
     Cidade Emergente Rueda “Antes se plantavam vegetais, e agora 'plantam-se' casas”.
  • 11.
     Cidade Emergente Pavia Refere também que o atual estado das cidades tem origem na procura da modernização. E afirma ainda que se vive um retorno ao laissez-faire. O que ele quer dizer é que quando é construído algo, pensa-se apenas naquela peça, e não no meio onde vai ser inserida a peça. E acaba por denominar a isto uma “arquitetura sem lugar”, originando assim a cidade fragmentada.
  • 12.
     Cidade Emergente Yves Chalas Cidade Móvel Em que a mobilidade se tornou num factor fundamental. Cidade Surge “novas centralidades ligadas ao consumo”. Policêntrica Cidade-Território e Cidade- “Abrange a natureza, abrange o campo”. Natureza Cidade Vazia Existem “vazios urbanos”. Aumentam a imagem de fragmentação. Cidade das Escolhas Pessoais Onde cada “habitante constrói a sua própria rede de sociabilidade
  • 13.
     Cidade Emergente Carvalho Cidade Campestre Onde prevalece uma mistura cidade/campo. Cidade Contínua Corresponde á cidade antiga ou centro histórico. Constituída pela rede viária e pelos “fragmentos Cidade Viária de cidade que lhe são laterais”.
  • 14.
     Problemas Ambientais,Sociais e Económicos Os problemas que se levantam na cidade industrial, transformaram-se na cidade que conhecemos hoje. E são eles: • A higiene; • Reduzida qualidade de vida; • Mobilidade; • Organização do espaço; • Utilização do solo.
  • 15.
     Problemas Ambientais,Sociais e Económicos A má organização da cidade atual acarreta problemas ao nível: • Ambiental; • Social; • Económico.
  • 16.
     Problemas Ambientais,Sociais e Económicos Estes problemas são mais visíveis em países com rápido crescimento económico como Portugal, Irlanda, Leste da Alemanha e a região de Madrid.
  • 17.
     Problemas Ambientais Comojá referi, estes problemas refletem-se a nível Ambiental. Assim, os problemas Ambientais assentam no elevado consumo de recursos naturais, energéticos e materiais; na ocupação de áreas protegidas e naturais e do ambiente rural salientando-se… … …
  • 18.
     Problemas Ambientais • O maior consumo de terreno/solo com alteração do seu uso e perda das suas propriedades; • Diminuição da biodiversidade; • Destruição de sistemas ribeirinhos, corredores ecológicos e fragmentação das zonas naturais; • Perturbação dos ecossistemas naturais, através da poluição atmosférica e sonora; • Maior consumo de energia; • Maior consumo de água, levando à erosão do solo; • Aumento da produção de resíduos urbanos que acabam por contaminar o solo, o ar e a água.
  • 19.
     Problemas Ambientais,Sociais e Económicos Os problemas ambientais geram ainda outros problemas económicos e sociais. Pois existe uma diminuição de qualidade de vida e de saúde, através da poluição atmosférica e sonora. É como uma bola de neve!
  • 20.
     Problemas Sociais •Aumento dos níveis de separação social: -“com base na renda, etnia, raça, religião, também os separa segundo a função” Rueda • Reflete-se também no estilo de vida: -uma vez que a deslocação de algum emprego e de “pessoas para fora dos centros criou uma abandonada classe baixa cujos rendimentos não suportam um estilo de vida baseado no carro”; Mas também acontece o contrário… -as periferias são ocupadas pelas classes baixas, encontrando-se o centro reservado às mais altas. • Pessoas com menos mobilidade: -os idosos e os mais jovens, que habitam nas zonas periféricas, podem ver reduzida a sua interação social devido às pobres redes de transportes públicos.
  • 21.
     Problemas Económicos A nível económico, os problemas assentam: • nos custos da construção de infraestruturas; • na sua manutenção; • na oferta de serviços. O deslocamento das pessoas (que optam por viver nas periferias) conduz: • a maiores custos devido à necessidade de novas infraestruturas viárias e novas redes de transporte; • ao aumento dos movimentos pendulares para e do centro, dos quais resulta um maior congestionamento.
  • 22.
     Problemas Ambientais,Sociais e Económicos Todos estes problemas conduzem assim a uma desqualificação ambiental e ecológica, da paisagem, do ambiente urbano e da qualidade de vida.
  • 23.
     Problemas Físico-Estruturais Acidade emergente, como já abordamos, com base em vários autores, caracteriza-se pela sua dispersão e fragmentação. Então começam a haver problemas…
  • 24.
     Problemas Físico-Estruturais Não aceitar das periferias O primeiro problema reflete no não aceitar as periferias como sendo constituintes da cidade. Então temos que o principal problema fisicoestrutural da cidade emergente: • A indefinição dos seus limites; • A falta de forma; • A desarticulação das suas partes.
  • 25.
     Problemas Físico-Estruturais Desorganização Outro problema prende-se com as intervenções que se vão desenvolvendo de forma fragmentária e sem coordenação.
  • 26.
     Problemas Físico-Estruturais Zonamento monofuncional O zonamento monofuncional consiste noutro problema. Os “bairros transformam-se exclusivamente em zona residencial” (Rueda) deixando de ser um espaço social e convertendo-se num espaço de exclusão. Isto conduz à crescente dispersão urbana.
  • 27.
     Problemas Físico-Estruturais Rede viária O que nos leva a outro problema, é a vasta rede de infraestruturas viárias. Esta constitui um problema devido ao mau aproveitamento das vias já existentes. E assim se começa a ter uma bola de estradas…
  • 28.
     Problemas Físico-Estruturais Superfícies comerciais A localização aleatória e mal planeada de grandes superfícies comerciais é outro problema. Pois não há uma organização do espaço público. Os centros comerciais estão presentes em 49 dos 308 concelhos do país, o que significa que, nos concelhos onde estão presentes, existe uma média de dois por concelho.
  • 29.
     Problemas Físico-Estruturais Espaços verdes Outro problema prende-se com os espaços verdes existentes, no que refere: • Ao número insuficiente ou má distribuição; • À falta de qualidade destes; • O desrespeito pelas linhas de água e leitos de cheia, pois são corredores ecológicos de grande importância; • Espaços agrícolas que muitas vezes são abandonados e negligenciados; • São insuficientes os espaços que promovem igualmente o encontro, lazer e bem-estar da população. Se tivessemos um máximo aproveitamento de espaços verdes, seria assim…
  • 30.
     Problemas Físico-Estruturais Espaços verdes Os espaços verdes urbanos de qualidade, as áreas agrícolas, florestais e os sistemas ribeirinhos, são de grande importância para o ecossistema urbano, uma vez que possuem funções ecológicas, sociais e económicas de relevância, e quando estruturados e valorizados, contribuem para o aumento da qualidade de vida.
  • 31.
     Problemas Físico-Estruturais Éportanto necessário criar um novo tipo de relações entre a Natureza e o Urbano. A tarefa é: Unir o conceito de urbanismo com o de natureza.
  • 32.
     Problemas aResolver e Orientações Salientam-se como problemas físico-estruturais a solucionar: 1. A indefinição dos limites da cidade; 2. A desarticulação das partes de cidade que conduzem à falta de forma e falta de identidade ; 3. O zonamento monofuncional, característico de muitas partes da cidade, nomeadamente zonas residenciais, que acabam por não apresentarem condições de vida social; 4. O ciclo vicioso relacionado com a crescente construção de infraestruturas viárias; 5. O reduzido número de espaços verdes com qualidade, uma vez que a qualidade de vida se encontra notoriamente associada à qualidade ambiental; 6. Desarticulação, descontinuidade dos espaços verdes na cidade, desrespeito e desaproveitamento das suas potencialidades.
  • 33.
     Problemas aResolver e Orientações Para a resolução destes problemas há que assumir a realidade da cidade atual, nas suas partes e no seu todo. Torna-se assim necessário assumir a cidade como ela o é, dispersa, mas definir os seus limites, começando a trabalhar nas falhas e potencialidades que ela apresenta. As intervenções necessárias serão aquelas que resolvem as falhas e reforcem as potencialidades desta estrutura, com o objetivo de minimizar todos os problemas referidos.
  • 34.
    A aluna: Débora Nevesnº6 11ºG Fim