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PNAIC 2014
CADERNO DE APRESENTAÇÃO
PARA REFLETIR
• Quais são as memórias que logo vêm a tona quando
você pensa no ensino de matemática que vivenciou ao
longo de sua vida acadêmica?
ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA
• É entendida como um instrumento para a leitura do
mundo, uma perspectiva que supera a simples
decodificação dos números e a resolução das quatro
operações básicas.
PRESSUPOSTO MAIS AMPLO QUE GOVERNATODO O
MATERIAL DE ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA
• A Educação Matemática é uma área de pesquisa,
sempre enraizada nas práticas de sala de aula, tanto
assim que nos possibilitou constituir um grupo de pessoas
de todo o Brasil, disposto a trabalhar para a construção
deste material que, indiretamente, chegará a praticamente
todas as crianças brasileiras de seis a oito anos de idade;
uma imensa responsabilidade!
OBJETIVOS DO MATERIAL
• Ampliar as reflexões das práticas e das experiências de
cada um dos professores, auxiliando-nos na tarefa de
conquistar a Alfabetização Matemática, na perspectiva do
letramento, de todas as crianças brasileiras.
• Baseando-se na discussão sobre os Direitos de
Aprendizagem em Matemática para o Ciclo de
Alfabetização, os cadernos em questão destacam dois
pressupostos fundamentais:
• O papel do lúdico e do brincar
• A necessidade de aproximação ao universo da criança, respeitando
seus modos de pensar e sua lógica no processo da construção dos
conhecimentos.
A PRÁTICA DA REFLEXIVIDADE
PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO CONTINUADA
• Pautada na ação prática/teoria/prática, operacionalizada
na análise de práticas de salas de aulas, aliadas à reflexão
teórica e reelaboração das práticas.
A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE
PROFISSIONAL
PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO CONTINUADA
• Efetivada em momentos de
reflexão sobre as memórias
do professor enquanto sujeito
de um processo mais amplo,
procurando auxiliá-lo a
perceber-se em constante
processo de formação.
A SOCIALIZAÇÃO
PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO CONTINUADA
• Operacionalizada na criação e
fortalecimento de grupos de
estudo durante as formações
que, espera-se, transcenda o
momento presencial, diminuindo
o isolamento profissional,
intrínseco à profissão de
professor, que, em geral,
mantém contato com pais,
alunos e diretores, mas não com
seus pares.
O ENGAJAMENTO
PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO CONTINUADA
• Privilegiar o gosto em continuar a aprender é uma das
metas primordiais da formação continuada e certamente
faz parte da melhoria de atuação em qualquer profissão.
ENGAJAMENTO?! O QUE É ISSO?!
Engajamento
Ato ou efeito de engajar ou engajar-se. /
Ato pelo qual um cidadão declara
querer servir nas forças armadas
durante tempo determinado. /
Participação em batalha: o engajamento
das reservas. / Participação, posição
em face das questões políticas e
sociais.
http://www.dicionariodoaurelio.com
A COLABORAÇÃO
PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO CONTINUADA
• Para além da socialização, trata-se de um elemento
fundamental no processo de formação. Através da
colaboração, busca-se a formação de uma rede que visa
ao aprendizado coletivo, por meio do qual os professores
exercitem a participação, o respeito, a solidariedade, a
apropriação e o pertencimento.
ESTRUTURA DE FUNCIONAMENTO
DA FORMAÇÃO CONTINUADA
OPERACIONALIZAÇÃO DA FORMAÇÃO
UFG
• FORMADOR
SME
• ORIENTADOR
DE ESTUDO
ESCOLA
• PROFESSOR
ALFABETIZADOR
QUATRO EIXOS DEATUAÇÃO DAS
AÇÕES DO PACTO
1. Formação continuada presencial para professores
alfabetizadores.
2. Materiais didáticos, obras literárias, obras de apoio
pedagógico, jogos e tecnologias educacionais.
3. Avaliações sistemáticas.
4. Gestão, Controle social e mobilização.
CADERNOS DE ALFABETIZAÇÃO
MATEMÁTICA
OPERACIONALIZAÇÃO DA FORMAÇÃO
MATERIAL
• Os cadernos de ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA já
estão disponíveis no site do PNAIC/MEC:
http://pacto.mec.gov.br/2012-09-19-19-09-11
OPERACIONALIZAÇÃO DA FORMAÇÃO
O curso de Alfabetização Matemática está organizado em oito
unidades, totalizando 80 horas, além do seminário de
encerramento de 8 horas.
OPERACIONALIZAÇÃO DA FORMAÇÃO
AS ESTRATÉGIAS FORMATIVAS NO
PACTO
Os Cadernos de formação são constituídos pelas seguintes seções:
• Iniciando a conversa ideias gerais do caderno
• Aprofundando o tema conjunto de textos que conduz a reflexões variadas
sobre o assunto
• Compartilhando sugestões de atividades para serem realizadas durante o
encontro de formação
• Para saber mais série de indicações para que o professor se aprofunde no
tema
• Sugestões de atividades para os encontros em grupos possibilidades de
trabalho para os encontros de formação
• Atividades para casa e escola reflexão sobre a realidade de sala de aula,
pautada por discussões teóricas e pesquisas na área da Educação
Matemática.
OPERACIONALIZAÇÃO DA FORMAÇÃO
O DIÁLOGO COMAS OUTRAS ÁREAS DO
SABER E COMAS PRÁTICAS SOCIAIS
• Entender a Alfabetização Matemática na perspectiva do
letramento impõe o constante diálogo com outras áreas do
conhecimento e, principalmente, com as práticas sociais, sejam
elas do mundo da criança, como os jogos e brincadeiras, sejam
elas do mundo adulto e de perspectivas diferenciadas, como
aquelas das diversas comunidades que formam o campo
brasileiro.
CADERNOS DE REFERÊNCIA
OBJETIVOS DO CADERNO SOBRE
EDUCAÇÃO INCLUSIVA
• ampliar conhecimentos sobre aspectos legais referentes à
Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva;
• aprofundar conhecimentos sobre encaminhamentos
destinados aos alunos que fazem parte do público alvo da
Educação Especial;
• ampliar conhecimentos sobre espaços de aprendizagem
dos alunos com necessidades educacionais especiais no
contexto da inclusão escolar, ou seja, o trabalho da escola
articulado com o atendimento educacional especializado –
AEE;
• compreender a importância de um trabalho considerando
as diferenças dos alunos com ações voltadas a promover o
acesso, a participação e a aprendizagem desses alunos;
• encaminhar práticas pedagógicas de Alfabetização
Matemática para alunos com necessidades específicas.
OBJETIVOS DO CADERNO SOBRE
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DO CAMPO
• apresentar um histórico da educação
brasileira no campo;
• ampliar conhecimentos sobre aspectos
legais referentes à Educação do Campo;
• aprofundar conhecimentos sobre a relação
entre Educação do Campo e a Educação
Matemática;
• apresentar diferentes práticas sociais da
realidade campesina como disparadoras do
trabalho com a Alfabetização Matemática.
CADERNOS DE REFERÊNCIA
• Esses Cadernos possuem uma estrutura ligeiramente
diferente, não possuindo a seção “Sugestões de
atividades para os encontros em grupos” e “Atividades
para casa e escola”.
• Embora contido no conjunto de cadernos de formação em
Matemática, observa-se que ambos os cadernos não
tratam exclusiva e prioritariamente sobre Alfabetização
matemática. Cabe a esses dois cadernos tratar daquilo
que é mais geral, situando algumas particularidades que
fugiriam ao escopo dos cadernos de formação.
CADERNO DE JOGOS E ENCARTE
CADERNO DE JOGOS E ENCARTE
• No caderno de Jogos na Alfabetização
Matemática são apresentados vários jogos
divididos conforme os eixos dos Direitos de
Aprendizagem: Números e Operações,
Pensamento Algébrico, Geometria, Grandezas e
Medidas, Educação Estatística.
• Cada jogo é apresentado em várias seções:
• Aprendizagens• : seção em que são
apresentados os conceitos matemáticos
possíveis de serem trabalhados com o jogo;
• Materiais• : seção em que se indica o material
necessário para a efetivação do jogo;
• Número de Jogadores• : seção em que se
indica o número de participantes;
• Regras• : seção em que é indicado o modo de
jogar;
• Problematizando• : seção em que são
apresentadas possibilidades de
problematizações que podem ser realizadas
antes, durante ou depois do jogo.
A CRIANÇA E A
MATEMÁTICA ESCOLAR
Carlos Roberto Vianna
Emerson Rolkouski
A criança e a Matemática Escolar
• A Matemática escolar sempre se restringiu aos números e às
quatro operações elementares.
• “Muitas décadas se passaram, no entanto, muitas
dessas práticas sobrevivem nas escolas... DEVERIA
SER DIFERENTE? POR QUÊ? EM QUÊ?” (p. 19)
• No Ciclo de Alfabetização, trabalhamos com crianças de 6 a
8 anos. Vale lembrar, trabalhamos com crianças e
CRIANÇAS PENSAM COMO CRIANÇAS. Não precisamos
ter pressa para forçar algumas atitudes que somente serão
plenamente dominadas mais tarde.
A criança e a Matemática Escolar
A criança e a Matemática Escolar
Observamos que quando pedimos para que a criança faça Sentença Matemática,
depois o Cálculo e depois a Resposta, estamos introduzindo uma forma de
organização artificial e desnecessária.
Ao delimitarmos espaços físicos e solicitarmos um único tipo de registro,
mais prejudicamos do que ajudamos, pois contribuímos para que a criança
perca a possibilidade de registrar e dialogar sobre sua própria maneira de
pensar.
A criança e a Matemática Escolar
O QUE PRECISA SER VALORIZADO NA
RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS?
• Registros
Esses desenhos exibem formas de pensar das crianças na resolução de
problemas; mais do que respeitadas, essas formas de pensar e registrar
precisam ser incentivadas.
• Uso do corpo
A história da matemática nos mostra a importância dos dedos para contar, das
mãos e dos pés para medir. Sempre na ansiedade de fazer mais rápido e de
uma maneira que julgam “mais adulta”, alguns professores acabam
dificultando e tornando mais árdua uma aprendizagem que poderia ser
prazerosa.
• Oralidade
Na pressa de que as crianças façam “contas escritas”, muitas vezes esquece-
se de trabalhar e valorizar a discussão e exposição oral sobre procedimentos
de resolução de problemas.
A criança e a Matemática Escolar
COMO FAZER COM QUE MEUS ALUNOS
QUEIRAM APRENDER?
• Mostrar aos alunos o motivo pelo qual eles necessitam
aprender sobre os números, por meio de ações, não só
pela exposição oral desses motivos.
A criança e a Matemática Escolar
• Se nós, adultos, nos recusamos a aprender coisas que não sejam
necessárias, POR QUE AS CRIANÇAS DEVERIAM PENSAR DE
FORMA DIFERENTE? Dessa maneira, é interessante criarmos
situações de uso legítimo daquilo que pretendemos ensinar.
A criança e a Matemática Escolar
• É importante salientar que não há necessidade de atividades sofisticadas e
que demandem um excessivo tempo do professor para seu planejamento e
execução. Atividades simples possuem grande potencial pedagógico
desde que contribuam para aproximar situações do cotidiano a
situações da sala de aula.
A criança e a Matemática Escolar
ALFABETIZAÇÃO
MATEMÁTICA
Maria da Conceição Ferreira Reis Fonseca
• Os números, suas representações e a necessidade de operar com
quantidades estão presentes em muitas práticas cotidianas e, como
temos insistido aqui, compõem o nosso modo de ver o mundo, de
descrevê-lo, de analisá-lo e de agir nele e sobre ele. Por isso,
impregnam grande parte das nossas práticas de leitura e de escrita
e, assim, afim de promovermos uma alfabetização no sentido
amplo, é necessário incluir o trabalho com o conceito, o registro e
as operações com números naturais – sempre em situações de uso
– entre as nossas responsabilidades como alfabetizadores.
• A Alfabetização Matemática que se propõe refere-se ao trabalho
pedagógico que contempla as relações com o espaço e as formas,
processos de medição, registro e uso das medidas, bem como
estratégias de produção, reunião, organização, registro, divulgação,
leitura e análise de informações, mobilizando procedimentos de
identificação e isolamento de atributos, comparação, classificação e
ordenação.
Alfabetização Matemática
• Seja explorando as situações já vivenciadas pelas crianças
fora da escola, seja promovendo novas vivências em prol da
Alfabetização Matemática, além da compreensão das ideias
matemáticas e da composição de um repertório rico e
diversificado de estratégias didáticas, e mesmo além do
empenho e da criatividade pessoal do alfabetizador, será
necessário cultivar sempre a disposição para escutar as
crianças.
• É essa escuta que nos permitirá conhecer suas curiosidades,
seus interesses e suas necessidades, proporcionando-lhes
oportunidades de envolvimento significativo com os números,
os problemas e as operações, com as relações espaciais e a
exploração das formas, com os procedimentos e os aparelhos
de medir e com os registros de medidas e seus usos, com as
tabelas, os diagramas, os mapas, os roteiros, os gráficos e
outros elementos relevantes.
Alfabetização Matemática
OS SABERES DAS CRIANÇAS
COMO PONTO DE PARTIDA
PARA O TRABALHO
PEDAGÓGICO
Antônio José Lopes
• Aprende-se matemática no dia a dia, observando as coisas ao redor e
colocando-as em relação. Aprende-se matemática também nas relações
sociais.
• O dia a dia dos alunos é rico de situações de natureza matemática, com
grande potencial de provocar o pensamento e o raciocínio.
• Aproveitar as curiosidades dos alunos e explorar situações e contextos
problematizáveis é uma das tarefas da didática da matemática, partindo
da sua cultura e das histórias de vida, das experiências e conhecimentos
prévios das crianças.
Os saberes das crianças como ponto de partida para o trabalho pedagógico
• É importante ter como foco a necessidade de discutir e explorar
situações-problema em contextos significativos para os alunos a fim
de levá-los a aprender conceitos e procedimentos matemáticos,
produzindo significados compatíveis com o que se espera do
desenvolvimento de alunos da mesma faixa etária.
• Nesse processo, o erro faz parte do processo de aprendizagem:
mais que corrigido, ele deve ser problematizado mediante
estratégias e metodologias adequadas, em um ambiente que
valorize as interações.
Os saberes das crianças como ponto de partida para o trabalho pedagógico
DIREITOS E OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E
DESENVOLVIMENTO:A MATEMÁTICA COMO
INSTRUMENTO DE FORMAÇÃO E PROMOÇÃO
HUMANA
Rosinalda Aurora de Melo Teles
• A definição de Direitos de Aprendizagem para o Ciclo de
Alfabetização insere-se em num movimento mais amplo, que inclui
várias ações do governo brasileiro no âmbito das políticas públicas
para educação do governo brasileiro.
• A definição de direitos e objetivos de aprendizagem também insere-
se em num movimento que compreende a educação escolar como
uma ferramenta para mudança social.
POR QUE É NECESSÁRIO DEFINIR DIREITOS DE APRENDIZAGEM
PARA O CICLO DE ALFABETIZAÇÃO?
• Retomando o princípio do direito de aprender, como direito
prioritário, a definição dos Direitos de Aprendizagem é respaldada
na história do movimento curricular brasileiro no que se refere à
alfabetização. Não é uma proposta de currículo, mas um marco na
busca de articulação entre as práticas e as necessidades
colocadas pelo cotidiano da escola
Direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: a matemática como instrumento de formação e promoção humana
• Neste material assumimos a perspectiva da Educação
Matemática que tem como eixo central a resolução de
situações-problema e o desenvolvimento do pensamento
lógico. Buscamos contribuir para que a definição de direitos e
objetivos de aprendizagem da Matemática tenha um
rebatimento positivo na prática de ensino de matemática no
Ciclo de Alfabetização.
• O documento apresenta cinco direitos básicos de
aprendizagem em matemática, a partir dos quais lista
objetivos de aprendizagem organizados em cinco eixos
estruturantes, que correspondem aos campos de conteúdos
da Matemática abordados no Ciclo de Alfabetização.
Direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: a matemática como instrumento de formação e promoção humana
Direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: a matemática como instrumento de formação e promoção humana
Em Matemática, a criança tem o direito a aprender a:
EIXOS ESTRUTURANTES
A organização por eixos conduz a distribuição dos temas nos
Cadernos de Formação dos professores do PNAIC de
Matemática:
• Números e Operações;
• Pensamento Algébrico;
• Espaço e Forma/Geometria;
• Grandezas e Medidas;
• Tratamento da Informação/Estatística e Probabilidade.
Direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: a matemática como instrumento de formação e promoção humana
PARA REFLETIR...
• Se o aluno não aprende, quem infringiu ou violou
a lei que regulamenta esse direito?
• O professor, que não ensinou corretamente?
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• O Estado, que não proveu as condições
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• A quais crianças se destinam esses Direitos de
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Direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: a matemática como instrumento de formação e promoção humana
EIXOS ESTRUTURANTES E OBJETIVOS DOS
DIREITOS DE APRENDIZAGEM PARAA
ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA NA
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Caderno de Apresentação - PNAIC Matemática

  • 1. PNAIC 2014 CADERNO DE APRESENTAÇÃO
  • 2. PARA REFLETIR • Quais são as memórias que logo vêm a tona quando você pensa no ensino de matemática que vivenciou ao longo de sua vida acadêmica?
  • 3. ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA • É entendida como um instrumento para a leitura do mundo, uma perspectiva que supera a simples decodificação dos números e a resolução das quatro operações básicas.
  • 4. PRESSUPOSTO MAIS AMPLO QUE GOVERNATODO O MATERIAL DE ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA • A Educação Matemática é uma área de pesquisa, sempre enraizada nas práticas de sala de aula, tanto assim que nos possibilitou constituir um grupo de pessoas de todo o Brasil, disposto a trabalhar para a construção deste material que, indiretamente, chegará a praticamente todas as crianças brasileiras de seis a oito anos de idade; uma imensa responsabilidade!
  • 5. OBJETIVOS DO MATERIAL • Ampliar as reflexões das práticas e das experiências de cada um dos professores, auxiliando-nos na tarefa de conquistar a Alfabetização Matemática, na perspectiva do letramento, de todas as crianças brasileiras. • Baseando-se na discussão sobre os Direitos de Aprendizagem em Matemática para o Ciclo de Alfabetização, os cadernos em questão destacam dois pressupostos fundamentais: • O papel do lúdico e do brincar • A necessidade de aproximação ao universo da criança, respeitando seus modos de pensar e sua lógica no processo da construção dos conhecimentos.
  • 6. A PRÁTICA DA REFLEXIVIDADE PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO CONTINUADA • Pautada na ação prática/teoria/prática, operacionalizada na análise de práticas de salas de aulas, aliadas à reflexão teórica e reelaboração das práticas.
  • 7. A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO CONTINUADA • Efetivada em momentos de reflexão sobre as memórias do professor enquanto sujeito de um processo mais amplo, procurando auxiliá-lo a perceber-se em constante processo de formação.
  • 8. A SOCIALIZAÇÃO PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO CONTINUADA • Operacionalizada na criação e fortalecimento de grupos de estudo durante as formações que, espera-se, transcenda o momento presencial, diminuindo o isolamento profissional, intrínseco à profissão de professor, que, em geral, mantém contato com pais, alunos e diretores, mas não com seus pares.
  • 9. O ENGAJAMENTO PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO CONTINUADA • Privilegiar o gosto em continuar a aprender é uma das metas primordiais da formação continuada e certamente faz parte da melhoria de atuação em qualquer profissão.
  • 10. ENGAJAMENTO?! O QUE É ISSO?! Engajamento Ato ou efeito de engajar ou engajar-se. / Ato pelo qual um cidadão declara querer servir nas forças armadas durante tempo determinado. / Participação em batalha: o engajamento das reservas. / Participação, posição em face das questões políticas e sociais. http://www.dicionariodoaurelio.com
  • 11. A COLABORAÇÃO PRINCÍPIOS DA FORMAÇÃO CONTINUADA • Para além da socialização, trata-se de um elemento fundamental no processo de formação. Através da colaboração, busca-se a formação de uma rede que visa ao aprendizado coletivo, por meio do qual os professores exercitem a participação, o respeito, a solidariedade, a apropriação e o pertencimento.
  • 12. ESTRUTURA DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO CONTINUADA OPERACIONALIZAÇÃO DA FORMAÇÃO UFG • FORMADOR SME • ORIENTADOR DE ESTUDO ESCOLA • PROFESSOR ALFABETIZADOR
  • 13. QUATRO EIXOS DEATUAÇÃO DAS AÇÕES DO PACTO 1. Formação continuada presencial para professores alfabetizadores. 2. Materiais didáticos, obras literárias, obras de apoio pedagógico, jogos e tecnologias educacionais. 3. Avaliações sistemáticas. 4. Gestão, Controle social e mobilização.
  • 15. MATERIAL • Os cadernos de ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA já estão disponíveis no site do PNAIC/MEC: http://pacto.mec.gov.br/2012-09-19-19-09-11 OPERACIONALIZAÇÃO DA FORMAÇÃO
  • 16. O curso de Alfabetização Matemática está organizado em oito unidades, totalizando 80 horas, além do seminário de encerramento de 8 horas. OPERACIONALIZAÇÃO DA FORMAÇÃO
  • 17. AS ESTRATÉGIAS FORMATIVAS NO PACTO Os Cadernos de formação são constituídos pelas seguintes seções: • Iniciando a conversa ideias gerais do caderno • Aprofundando o tema conjunto de textos que conduz a reflexões variadas sobre o assunto • Compartilhando sugestões de atividades para serem realizadas durante o encontro de formação • Para saber mais série de indicações para que o professor se aprofunde no tema • Sugestões de atividades para os encontros em grupos possibilidades de trabalho para os encontros de formação • Atividades para casa e escola reflexão sobre a realidade de sala de aula, pautada por discussões teóricas e pesquisas na área da Educação Matemática. OPERACIONALIZAÇÃO DA FORMAÇÃO
  • 18. O DIÁLOGO COMAS OUTRAS ÁREAS DO SABER E COMAS PRÁTICAS SOCIAIS • Entender a Alfabetização Matemática na perspectiva do letramento impõe o constante diálogo com outras áreas do conhecimento e, principalmente, com as práticas sociais, sejam elas do mundo da criança, como os jogos e brincadeiras, sejam elas do mundo adulto e de perspectivas diferenciadas, como aquelas das diversas comunidades que formam o campo brasileiro.
  • 20. OBJETIVOS DO CADERNO SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA • ampliar conhecimentos sobre aspectos legais referentes à Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva; • aprofundar conhecimentos sobre encaminhamentos destinados aos alunos que fazem parte do público alvo da Educação Especial; • ampliar conhecimentos sobre espaços de aprendizagem dos alunos com necessidades educacionais especiais no contexto da inclusão escolar, ou seja, o trabalho da escola articulado com o atendimento educacional especializado – AEE; • compreender a importância de um trabalho considerando as diferenças dos alunos com ações voltadas a promover o acesso, a participação e a aprendizagem desses alunos; • encaminhar práticas pedagógicas de Alfabetização Matemática para alunos com necessidades específicas.
  • 21. OBJETIVOS DO CADERNO SOBRE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA DO CAMPO • apresentar um histórico da educação brasileira no campo; • ampliar conhecimentos sobre aspectos legais referentes à Educação do Campo; • aprofundar conhecimentos sobre a relação entre Educação do Campo e a Educação Matemática; • apresentar diferentes práticas sociais da realidade campesina como disparadoras do trabalho com a Alfabetização Matemática.
  • 22. CADERNOS DE REFERÊNCIA • Esses Cadernos possuem uma estrutura ligeiramente diferente, não possuindo a seção “Sugestões de atividades para os encontros em grupos” e “Atividades para casa e escola”. • Embora contido no conjunto de cadernos de formação em Matemática, observa-se que ambos os cadernos não tratam exclusiva e prioritariamente sobre Alfabetização matemática. Cabe a esses dois cadernos tratar daquilo que é mais geral, situando algumas particularidades que fugiriam ao escopo dos cadernos de formação.
  • 23. CADERNO DE JOGOS E ENCARTE
  • 24. CADERNO DE JOGOS E ENCARTE • No caderno de Jogos na Alfabetização Matemática são apresentados vários jogos divididos conforme os eixos dos Direitos de Aprendizagem: Números e Operações, Pensamento Algébrico, Geometria, Grandezas e Medidas, Educação Estatística. • Cada jogo é apresentado em várias seções: • Aprendizagens• : seção em que são apresentados os conceitos matemáticos possíveis de serem trabalhados com o jogo; • Materiais• : seção em que se indica o material necessário para a efetivação do jogo; • Número de Jogadores• : seção em que se indica o número de participantes; • Regras• : seção em que é indicado o modo de jogar; • Problematizando• : seção em que são apresentadas possibilidades de problematizações que podem ser realizadas antes, durante ou depois do jogo.
  • 25. A CRIANÇA E A MATEMÁTICA ESCOLAR Carlos Roberto Vianna Emerson Rolkouski
  • 26. A criança e a Matemática Escolar
  • 27. • A Matemática escolar sempre se restringiu aos números e às quatro operações elementares. • “Muitas décadas se passaram, no entanto, muitas dessas práticas sobrevivem nas escolas... DEVERIA SER DIFERENTE? POR QUÊ? EM QUÊ?” (p. 19) • No Ciclo de Alfabetização, trabalhamos com crianças de 6 a 8 anos. Vale lembrar, trabalhamos com crianças e CRIANÇAS PENSAM COMO CRIANÇAS. Não precisamos ter pressa para forçar algumas atitudes que somente serão plenamente dominadas mais tarde. A criança e a Matemática Escolar
  • 28. A criança e a Matemática Escolar Observamos que quando pedimos para que a criança faça Sentença Matemática, depois o Cálculo e depois a Resposta, estamos introduzindo uma forma de organização artificial e desnecessária. Ao delimitarmos espaços físicos e solicitarmos um único tipo de registro, mais prejudicamos do que ajudamos, pois contribuímos para que a criança perca a possibilidade de registrar e dialogar sobre sua própria maneira de pensar.
  • 29. A criança e a Matemática Escolar
  • 30. O QUE PRECISA SER VALORIZADO NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS? • Registros Esses desenhos exibem formas de pensar das crianças na resolução de problemas; mais do que respeitadas, essas formas de pensar e registrar precisam ser incentivadas. • Uso do corpo A história da matemática nos mostra a importância dos dedos para contar, das mãos e dos pés para medir. Sempre na ansiedade de fazer mais rápido e de uma maneira que julgam “mais adulta”, alguns professores acabam dificultando e tornando mais árdua uma aprendizagem que poderia ser prazerosa. • Oralidade Na pressa de que as crianças façam “contas escritas”, muitas vezes esquece- se de trabalhar e valorizar a discussão e exposição oral sobre procedimentos de resolução de problemas. A criança e a Matemática Escolar
  • 31. COMO FAZER COM QUE MEUS ALUNOS QUEIRAM APRENDER? • Mostrar aos alunos o motivo pelo qual eles necessitam aprender sobre os números, por meio de ações, não só pela exposição oral desses motivos. A criança e a Matemática Escolar
  • 32. • Se nós, adultos, nos recusamos a aprender coisas que não sejam necessárias, POR QUE AS CRIANÇAS DEVERIAM PENSAR DE FORMA DIFERENTE? Dessa maneira, é interessante criarmos situações de uso legítimo daquilo que pretendemos ensinar. A criança e a Matemática Escolar
  • 33. • É importante salientar que não há necessidade de atividades sofisticadas e que demandem um excessivo tempo do professor para seu planejamento e execução. Atividades simples possuem grande potencial pedagógico desde que contribuam para aproximar situações do cotidiano a situações da sala de aula. A criança e a Matemática Escolar
  • 35. • Os números, suas representações e a necessidade de operar com quantidades estão presentes em muitas práticas cotidianas e, como temos insistido aqui, compõem o nosso modo de ver o mundo, de descrevê-lo, de analisá-lo e de agir nele e sobre ele. Por isso, impregnam grande parte das nossas práticas de leitura e de escrita e, assim, afim de promovermos uma alfabetização no sentido amplo, é necessário incluir o trabalho com o conceito, o registro e as operações com números naturais – sempre em situações de uso – entre as nossas responsabilidades como alfabetizadores. • A Alfabetização Matemática que se propõe refere-se ao trabalho pedagógico que contempla as relações com o espaço e as formas, processos de medição, registro e uso das medidas, bem como estratégias de produção, reunião, organização, registro, divulgação, leitura e análise de informações, mobilizando procedimentos de identificação e isolamento de atributos, comparação, classificação e ordenação. Alfabetização Matemática
  • 36. • Seja explorando as situações já vivenciadas pelas crianças fora da escola, seja promovendo novas vivências em prol da Alfabetização Matemática, além da compreensão das ideias matemáticas e da composição de um repertório rico e diversificado de estratégias didáticas, e mesmo além do empenho e da criatividade pessoal do alfabetizador, será necessário cultivar sempre a disposição para escutar as crianças. • É essa escuta que nos permitirá conhecer suas curiosidades, seus interesses e suas necessidades, proporcionando-lhes oportunidades de envolvimento significativo com os números, os problemas e as operações, com as relações espaciais e a exploração das formas, com os procedimentos e os aparelhos de medir e com os registros de medidas e seus usos, com as tabelas, os diagramas, os mapas, os roteiros, os gráficos e outros elementos relevantes. Alfabetização Matemática
  • 37. OS SABERES DAS CRIANÇAS COMO PONTO DE PARTIDA PARA O TRABALHO PEDAGÓGICO Antônio José Lopes
  • 38. • Aprende-se matemática no dia a dia, observando as coisas ao redor e colocando-as em relação. Aprende-se matemática também nas relações sociais. • O dia a dia dos alunos é rico de situações de natureza matemática, com grande potencial de provocar o pensamento e o raciocínio. • Aproveitar as curiosidades dos alunos e explorar situações e contextos problematizáveis é uma das tarefas da didática da matemática, partindo da sua cultura e das histórias de vida, das experiências e conhecimentos prévios das crianças. Os saberes das crianças como ponto de partida para o trabalho pedagógico
  • 39. • É importante ter como foco a necessidade de discutir e explorar situações-problema em contextos significativos para os alunos a fim de levá-los a aprender conceitos e procedimentos matemáticos, produzindo significados compatíveis com o que se espera do desenvolvimento de alunos da mesma faixa etária. • Nesse processo, o erro faz parte do processo de aprendizagem: mais que corrigido, ele deve ser problematizado mediante estratégias e metodologias adequadas, em um ambiente que valorize as interações. Os saberes das crianças como ponto de partida para o trabalho pedagógico
  • 40. DIREITOS E OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM E DESENVOLVIMENTO:A MATEMÁTICA COMO INSTRUMENTO DE FORMAÇÃO E PROMOÇÃO HUMANA Rosinalda Aurora de Melo Teles
  • 41. • A definição de Direitos de Aprendizagem para o Ciclo de Alfabetização insere-se em num movimento mais amplo, que inclui várias ações do governo brasileiro no âmbito das políticas públicas para educação do governo brasileiro. • A definição de direitos e objetivos de aprendizagem também insere- se em num movimento que compreende a educação escolar como uma ferramenta para mudança social. POR QUE É NECESSÁRIO DEFINIR DIREITOS DE APRENDIZAGEM PARA O CICLO DE ALFABETIZAÇÃO? • Retomando o princípio do direito de aprender, como direito prioritário, a definição dos Direitos de Aprendizagem é respaldada na história do movimento curricular brasileiro no que se refere à alfabetização. Não é uma proposta de currículo, mas um marco na busca de articulação entre as práticas e as necessidades colocadas pelo cotidiano da escola Direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: a matemática como instrumento de formação e promoção humana
  • 42. • Neste material assumimos a perspectiva da Educação Matemática que tem como eixo central a resolução de situações-problema e o desenvolvimento do pensamento lógico. Buscamos contribuir para que a definição de direitos e objetivos de aprendizagem da Matemática tenha um rebatimento positivo na prática de ensino de matemática no Ciclo de Alfabetização. • O documento apresenta cinco direitos básicos de aprendizagem em matemática, a partir dos quais lista objetivos de aprendizagem organizados em cinco eixos estruturantes, que correspondem aos campos de conteúdos da Matemática abordados no Ciclo de Alfabetização. Direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: a matemática como instrumento de formação e promoção humana
  • 43. Direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: a matemática como instrumento de formação e promoção humana Em Matemática, a criança tem o direito a aprender a:
  • 44. EIXOS ESTRUTURANTES A organização por eixos conduz a distribuição dos temas nos Cadernos de Formação dos professores do PNAIC de Matemática: • Números e Operações; • Pensamento Algébrico; • Espaço e Forma/Geometria; • Grandezas e Medidas; • Tratamento da Informação/Estatística e Probabilidade. Direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: a matemática como instrumento de formação e promoção humana
  • 45. PARA REFLETIR... • Se o aluno não aprende, quem infringiu ou violou a lei que regulamenta esse direito? • O professor, que não ensinou corretamente? • A família, que não acompanhou? • O Estado, que não proveu as condições materiais? • A quais crianças se destinam esses Direitos de Aprendizagem? Direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento: a matemática como instrumento de formação e promoção humana
  • 46. EIXOS ESTRUTURANTES E OBJETIVOS DOS DIREITOS DE APRENDIZAGEM PARAA ALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA NA PERSPECTIVADO LETRAMENTO Atividade em grupo
  • 47. PAPÉIS DO BRINCAR E DO JOGAR NAALFABETIZAÇÃO MATEMÁTICA Cristiano Muniz

Notas do Editor

  1. Propor dramatização em grupos por meio de mímica ou representação por desenhos ou escrita de uma palavra que evidencie o sentimento envolvido na recordação...