SlideShare uma empresa Scribd logo
Serviço Nacional de Ensino Rural – SENAR
Programa Nacional – PRONATEC
Curso de Avicultura
ANATOMO-FISIOLOGIA DA
REPRODUÇÃO DE AVES
DOMÉSTICAS
Instrutor: Lázaro de Souza Aguiar
Aula: Alana C. Vinhote da Silva
Mojuí, Amazônia, Pará
Outubro, 2013 Fonte: feijo.com
Metas
1. O trato reprodutivo;
2. A função de cada estrutura;
3. A formação do ovo.
Fonte: feijo.com
CONCEITO DE REPRODUÇÃO
CONSIDERAÇÕES DA REPRODUÇÃO DE AVES
- Sexuada;
- Ovovivípara;
- Monogamia (Aves selvagens);
- Poligamia (Aves domésticas);
DIVERSIDADE
SINGULARIDADE:
Ciclo ovulatório
X
CONSIDERAÇÕES SOBRE O SISTEMA
REPRODUTIVO DE MACHOS
Morfologia macroscópica do trato reprodutivo
 Localização: intracavitária;
 Inexistência de um pênis
verdadeiro;
 Composição:
Testículos
Epidídimos
Canais deferentes
Órgão copulador
Fonte:mundoeducacao.com.br
Função de cada estrutura
REPRODUÇÃO DE MACHOS
Testículos
 Órgão duplo e simétrico com formato
de feijão;
 Coloração amarelada nos jovens e
branco puro nos adultos;
 Está aderido à parede dorsal do corpo;
 Espermatogênese dispensa a
termorregulação;
 Produz estrogênio, testosterona e
outros androgênios.
Testosterona
• crescimento e manutenção dos órgãos sexuais;
• comportamento de corte;
• desenvolvimento de cristas, esporão e barbela;
• influência nas penas, no canto e na composição sanguínea.
Fonte:mundoeducacao.com.br
Função de cada estrutura
REPRODUÇÃO DE MACHOS
Epidídimo
 Muito curto e não possui importância
para maturação dos espermatozóides;
 Maturação ocorre em + ou - 24 horas.
Ducto deferente
 Longo e sinuoso;
 Termina em duas aberturas ou papilas
na cloaca para ejeção do sêmen.
Fonte:mundoeducacao.com.br
Função de cada estrutura
REPRODUÇÃO DE MACHOS
Órgão Copulatório
 Localizado na extremidade caudal da cloaca onde se
encontra escondido por uma prega ventral no ânus em
animais fora da excitação;
 O aparelho copulatório consiste de:
1 par de papilas dos ductos deferentes
1 par de corpos vasculares
1 par de pregas linfáticas
1 corpo fálico
 O falo de muitas aves é pequeno, logo não serve como
órgão penetrante, já em outras aves (ex:patos e gansos) é
grande e penetra na fêmea durante o ato sexual;
 O corpo fálico mediano do galo mede cerca de 1 a 3mm
e no pato mede cerca de 5cm.
Função de cada estrutura
REPRODUÇÃO DE MACHOS
Órgão Copulatório
Intumescência
 A intumescência termo apropriado para se referir a
“ereção ” dos animais que não dispõem de um pênis
verdadeiro;
 É principalmente linfática.
REPRODUÇÃO DE MACHOS
Sêmen
 Pequeno volume (0,5 a 1,0 mL) e alta concentração (3,5
milhões/mm3);
 O volume é pequeno devido à inexistência de glândulas
bulbouretrais, próstata ou glândulas vesiculares;
 O líquido seminal tem origem nas células de Sertoli,
epidídimo e possivelmente nas pregas linfáticas da cloaca.
Concentração espermática por mm3 em algumas espécies
REPRODUÇÃO DE MACHOS
Fonte: Moraes 2010.
REPRODUÇÃO DE MACHOS
Espermatozóides
 São menores que os dos mamíferos;
 Possuem cabeças longas e filamentosas;
 Não possuem gota citoplasmática.
Outros fatores de influência sob a reprodução
REPRODUÇÃO DE MACHOS
Maturidade Sexual
 Atingida entre 5 a 9 meses de idade;
 Próximo a atingir a maturidade sexual, os frangos
apresentam plasma de aspecto branco ou leitoso;
 No verão, um galo adulto pode realizar até 40 cópulas
num período de 24 horas.
Outros fatores de influência sob a reprodução
REPRODUÇÃO DE MACHOS
Fotoperíodo
 A atividade sexual de muitas aves é sincronizada com a
estação do ano ótima para a garantia de sobrevivência da
prole;
 Observou-se que a estimulação é extra-retiniana, ou
seja, não ocorre através da visão como se imaginava.
 As codornas japonesas sem olhos têm os ovários
aumentados pela maior incidência de luz, mas deixam de
responder aos períodos curtos, indicando que ao
contrário, os olhos são mais importantes para a regressão
gonadal no fotoperíodo curto.
 A recepção pode ser feita por receptores fotossensíveis
no hipotálamo;
 Quanto mais luz, maior é a atividade sexual;
CONSIDERAÇÕES SOBRE O SISTEMA
REPRODUTIVO DE FÊMEAS
Morfologia macroscópica do trato reprodutivo
 Formado pelo ovário e oviduto que se encontram
desenvolvidos somente no lado esquerdo.
Bahr e Johnson (1991)
 A regressão do oviduto direito é determinada pelo AMH
(hormônio anti-Mulleriano) secretado pelo ovário;
 A maior riqueza de receptores para estrogênio no lado
esquerdo suprime o efeito do AMH e permite o seu
desenvolvimento.
Diferente dos mamíferos, deve-se considerar como oviduto da ave a
parte do sistema genital que se estende desde o ovário até a cloaca.
OVIDUTO = INFUNDÍBULO, MAGNO, ISTMO, ÚTERO e
VAGINA.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Fonte:mundoeducacao.com.br
OVIDUTO = INFUNDÍBULO, MAGNO, ISTMO, ÚTERO e VAGINA.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Fonte: wikipedia.org
OVIDUTO = INFUNDÍBULO, MAGNO, ISTMO, ÚTERO e VAGINA.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Fonte: uff.br
Ovário
 No ovário ocorre a formação da gema através da
incorporação ao citoplasma do ovócito de matéria prima, tais
como: sais minerais, proteínas e lipídios. Estes últimos são
oriundos do metabolismo hepático, e incorporados ao ovócito
através das células da granulosa.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Ovário
Folículos ovarianos
 Sofrem influências do FSH e se desenvolvem produzindo
estrogênio, progesterona e androgênio;
 A camada da granulosa é a fonte primária de produção de
progesterona e pequena quantidade de androgênio, enquanto a
teca produz androgênios e estradiol-17Beta.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Fonte: wisc.edu Fonte: wisc.edu
Ovário
Ovogônia
 Podem sofrer mitoses até 3 ou 4 dias após o nascimento e
depois entram na primeira fase da meiose se transformando
em ovócito;
Ovócito
 O citoplasma torna-se rico em um vitelo amarelo (gema).
 O seu material nuclear é chamado de vesícula germinativa
quando localizado no centro da gema e de disco
germinativo após sofrer a migração para a superfície quando
então se aplaina;
 Os ovócitos das aves são os maiores do reino animal.
Chega a 20 g na galinha (cerca de 40mm de diâmetro).
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Ovário
Ovulação
 Normalmente a ovulação ocorre por rompimento do
estigma (local menos vascularizado) sem qualquer
sangramento.
Fecundação
 É normal a ocorrência de polispermia com entrada
de 2 ou 3 espermatozóides que formam pró-núcleos
masculinos.
 Um deles se unirá com o pró-núcleo feminino e
iniciará o desenvolvimento embrionário, e os demais
sofrem a degeneração.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Infundíbulo
 Apresenta uma mucosa pouco pregueada de epitélio
simples, cilíndrico e caliciforme;
 É aglandular, exceto nas regiões posteriores, onde há
transição gradual para o magno;
 Consiste de uma estrutura tubular de 4 a 10cm , de
parede fina, com região cônica, seguindo-se por outra
tubular com pregas em espiral suave, sendo percorrido
pelo ovo em formação em cerca de 15 minutos .
 É o ponto onde o espermatozóide penetra o ovo, pois
após essa fase, a formação da albumina impede a
fecundação.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Infundíbulo
FUNÇÕES
 Captar o ovócito;
 Servir de sede para a fecundação;
 Lubrificar a mucosa para a passagem do ovo;
 Formar a camada calazífera ou calazas (proteínas
mucinas retorcidas que mantêm a gema no centro do ovo).
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Fonte: wisc.edu
Magno
 Também chamada de glândula albuminífera;
 A mucosa é muito pregueada e provida de epitélio
estratificado;
 Consiste de estrutura tubular, de parede mais espessa,
com 20 a 48cm de comprimento (é a parte mais longa);
 É rico em glândulas tubulares dentro das pregas
longitudinais da mucosa;
 O ovo em formação percorre o magno em cerca de 3
horas.
FUNÇÕES
 Formação da base do Albume (+/- 16g)
 Adição de Mucina
 Adição da maior parte do Na + , Ca ++ e Mg.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Istmo
 Secreta as membranas fibrosa e queratinosa que
compõem a membrana testácea encontrada aderida à
casca do ovo (membrana testácea);
 Adiciona proteínas ao albume e uma pequena quantidade
de água;
 Apresenta luz estreita e mucosa com pregas menores
com menor número de glândulas;
 Tem comprimento de 4 a 12 cm, parede muito grossa,
com pregas longitudinais e diâmetro reduzido;
 O ovo em formação percorre o istmo em cerca de 1 hora
e 15 minutos.
FUNÇÕES
 Formação da Membrana Testácea (membrana da casca do
ovo constituída por ovo-queratina);
 Adição de proteínas ao albume;
 Adição de uma pequena quantidade de água.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
A membrana testácea está
composta de 2 folhetos
que cobrem a clara e
separadas no pólo maior
do ovo formando uma
câmara aérea.
Útero (Glândula da Casca)
 Apresenta parede mais fina que a do istmo, mas
apresenta-se com forte musculatura, pregas longitudinais e
transversais e glândulas tubulosas;
 Tem 4 a 12 cm de comprimento, porém, é uma região
expandida em forma de saco;
 O ovo em formação permanece cerca de 20 horas neste
compartimento.
FUNÇÕES
- Adição de grande quantidade de água (chega a dobrar de
peso);
- Adição de vitaminas da maior parte do K +;
- Formação de uma matriz orgânica seguida de deposição
de íons Ca ++ formando a casca;
- Secreção de porfirinas que dão cor ao ovo;
- Formação da cutícula do ovo.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Vagina
 Tem comprimento de 4 a 12 cm;
 Apresenta pregas longitudinais onde se deposita a maior
parte dos espermatozóides após a cópula;
 É separada do útero pelo esfíncter uterovaginal;
 Abriga as glândulas tubulares.
FUNÇÕES
 Transporte do ovo para o meio externo;
 Retenção dos espermatozóides para futuras fecundações;
 Os espermatozóides permanecem viáveis na galinha
por 10 a 14 dias e na perua por cerca de 50 dias;
 O ovo neste nível está praticamente formado e percorre
este segmento em poucos segundos.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Vagina
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Fonte: wisc.edu
Cloaca
 É um extremo dilatável e o ovo apenas estabelece
contato com as paredes, pois a vagina se prolapsa no
momento da postura evitando o contato do ovo com as
dejeções;
 Este segmento não contribui em nada para a formação do
ovo.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
Fonte: wisc.edu
OVIPOSIÇÃO OU POSTURA
 Aproximadamente de 24 a 26 horas após a
ovulação, o ovo já está formado no oviduto e a
postura ocorre por contrações da parede do útero;
 A literatura tem demonstrado que essas contrações
são determinadas pelas Prostaglandinas e hormônios
hipotalâmicos tais como a arginina-vasotocina;
 Também se observa que injeções de arginina-
vasopressina e ocitocina desencadeiam contrações
uterinas e postura subseqüente.
 O que “dispara” a postura quando o ovo está
pronto para ser posto é ainda desconhecido.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
CICLO DE POSTURA
 Número de dias em que a ave realiza a postura em
relação àqueles que não faz;
 Pode ser regular ou irregular;
 Irregular = quando a galinha põe durante alguns dias
seguidos, descansa um intervalo de tempo e volta à
postura.
TAXA DE POSTURA
 Número de ovos produzidos durante um período de
tempo determinado.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
CHOCO
O choco das aves domésticas é caracterizado por
alterações hormonais e comportamentais provavelmente
determinado pela redução da fotossensibilidade
hipotalâmica.
1- Mudanças hormonais
- Aumento da Prolactina (relacionado com o hábito de
deitar sobre os ovos);
- Aumento da Tiroxina (relacionado com crescimento de
novas penas);
- Redução da Progesterona e provavelmente do LH.
2- Mudanças de comportamento
- Cessação da postura e maior permanência no ninho.
3- Mudanças anátomo-fisiológicas
- Regressão do ovário e trato genital
- Diminuição do peso do fígado
- Anorexia
- Hiperemia
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
A produção anual de uma galinha doméstica gira em
torno de 265 ovos de peso 58g. Esta produção
estará na dependência de uma boa alimentação e de
um plano de luz adequado.
A média de produção total de ovos durante toda a
vida é variável, e pode chegar até 500 ovos.
Atualmente o tempo de manutenção de uma ave de
produção em uma criação é de 52 semanas.
REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
FORMAÇÃO DO OVO
Aproximadamente 25 a 26 horas são necessárias entre a
liberação do oócito e a expulsão do ovo completo.
Fonte: uff.br
Ovário
 A gema se forma em 3 fases distintas:
 Fase Embrionária=> até o 14º dia de incubação a ave
já está com o ovário completamente formado e chega
ao nascimento com uma população de oócitos em torno
de 4.000 a 12.000.
 Fase de crescimento lento => após o nascimento e
até 8-10 dias antes da ovulação. As substâncias são
incorporadas de forma lenta à gema.
 Fase de crescimento rápido => De 8-10 dias antes da
ovulação até a ovulação ocorrida. Ocorre aumento da
gema na ordem de 0,5 a 2,8g/dia.
Infundíbulo
 Formação da camada calaza (dois espessamentos da clara
retorcidos no sentido horário, compostas por albumina e deve sua
origem a separação da mucina da capa interna da clara);
 Manter a gema suspensa protegendo das influências
mecânicas.
FORMAÇÃO DO OVO
Magno
 O albume tem cerca de 30 proteínas diferentes;
 Algumas proteínas do albume apresentam atividade
bactericida.
Istmo
 Membrana Testácea;
 + proteínas e água.
Útero
 > adição de água; + vitaminas; formação da casca;
pigmentos; cutícula.
FORMAÇÃO DO OVO
O ovo apresenta a gema em posição central e
uma clara dividida em 4 capas distintas:
Densa Interna => A primeira unida à gema (3%)
Fluida interna => (21%)
Densa Externa => (55%)
Fluida Externa =>(21%)
Fonte: campoamesa.blogspot.com
COMPOSIÇÃO DA CASCA
 94% de carbonato de Cálcio (CaCO3 )
 1,4% de Carbonato de Magnésio (MgCO3 )
 3% de glicoproteinas, mucoproteínas, colágeno e
mucopolissacarídeos.
FORMAÇÃO DO OVO
FORMAÇÃO DO OVO
Segundo Hoffmann & Volker (1969)
1. No útero, inicia-se a formação da casca calcária dentro
de 5-6 horas.
2. Na formação da casca estão envolvidos os estrógenos e
hormônios tireoideanos.
5. O Ca ++ pode ser manejado e remanejado no organismo
da fêmea pela ação dos estrogênios e dos hormônios
tireoideanos.
7. A cor é um atributo genético, e os pigmentos da casca
são as porfirinas.
8. Quanto mais velha a ave, mais delgada será a casca do
ovo.
COR DA GEMA
 Devido a presença de pigmentos que se originam da
alimentação (xantofilas, luteína, zeaxantina e
carotina).
 Origem de depósitos tais como gordura, patas, bico
e pavilhão auricular.
CALORIAS DO OVO
 Cerca de 95Kcal.
FORMAÇÃO DO OVO
Fonte Aula: FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO DAS AVES
DOMÉSTICAS Prof. Ismar Araújo de Moraes.
Universidade Federal Fluminense.
BAHR, J.M. e JOHNSON, P.A. Reproduction in
poltry. In: Cupps, p.t. Reproduction in domestic
animals. 4ª ed. Academic Press Inc. San Diego –
California, p.555-575, 1991.
HOFFMANN & VOLKER Anatomía e fisiología de las
aves domésticas, Editorial Acribia, Zaragoza, Espana,
1969. 190p.
bIBLIOGRAFIA
Fonte: efacade.com.br
PELA ATENÇÃO, OBRIGADA!!!
Fonte: science.blog.com.br

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Caprinos e Ovinos
Caprinos e OvinosCaprinos e Ovinos
Caprinos e Ovinos
Sheila Cassenotte
 
Aula 1 Anatomia - Osteologia veterinária
Aula 1 Anatomia - Osteologia veterináriaAula 1 Anatomia - Osteologia veterinária
Aula 1 Anatomia - Osteologia veterinária
Julia Berardo
 
Manejo reprodutivo de bovinos
Manejo reprodutivo de bovinosManejo reprodutivo de bovinos
Manejo reprodutivo de bovinos
Killer Max
 
Anatomia dos animais de produção ii
Anatomia dos animais de produção iiAnatomia dos animais de produção ii
Anatomia dos animais de produção ii
Francismara Carreira
 
Morfologia tegumento
Morfologia   tegumentoMorfologia   tegumento
Slide bioclimatologia animal
Slide bioclimatologia animalSlide bioclimatologia animal
Slide bioclimatologia animal
Larisse Gonçalves
 
Raças de suínos
Raças de suínosRaças de suínos
Raças de suínos
Michel Oliveira
 
Principais doenças que acometem aves comerciais
Principais doenças que acometem aves comerciaisPrincipais doenças que acometem aves comerciais
Principais doenças que acometem aves comerciais
Marília Gomes
 
Noções de anatomia das aves i semestre 2014
Noções de anatomia  das aves i semestre 2014Noções de anatomia  das aves i semestre 2014
Noções de anatomia das aves i semestre 2014
Tiago Merlo
 
Anatomia topográfica das aves
Anatomia topográfica das avesAnatomia topográfica das aves
Anatomia topográfica das aves
Marília Gomes
 
Considerações sobre a anatomofisiologia do sistema digestório dos equinos: ap...
Considerações sobre a anatomofisiologia do sistema digestório dos equinos: ap...Considerações sobre a anatomofisiologia do sistema digestório dos equinos: ap...
Considerações sobre a anatomofisiologia do sistema digestório dos equinos: ap...
Lilian De Rezende Jordão
 
Bovinocultura de Corte
Bovinocultura de Corte Bovinocultura de Corte
Bovinocultura de Corte
Carlos Robério Maia Bandeira
 
Sistemas de criação para ovinos e caprinos
Sistemas de criação para ovinos e caprinosSistemas de criação para ovinos e caprinos
Sistemas de criação para ovinos e caprinos
Killer Max
 
Sistema reprodutor - Anatomia veterinária
Sistema reprodutor - Anatomia veterináriaSistema reprodutor - Anatomia veterinária
Sistema reprodutor - Anatomia veterinária
Marília Gomes
 
Diferenças entre ovinos e caprinos
Diferenças entre ovinos e caprinosDiferenças entre ovinos e caprinos
Diferenças entre ovinos e caprinos
Killer Max
 
Aula 1 Zootecnia Geral.ppt
Aula 1 Zootecnia Geral.pptAula 1 Zootecnia Geral.ppt
Aula 1 Zootecnia Geral.ppt
RodrigoMenck2
 
Aula 1- Digestivo de ruminantes e Ambiente RumenReticulo.ppt
Aula 1- Digestivo de ruminantes e Ambiente RumenReticulo.pptAula 1- Digestivo de ruminantes e Ambiente RumenReticulo.ppt
Aula 1- Digestivo de ruminantes e Ambiente RumenReticulo.ppt
MirianFernandes15
 
Nutrição e instalação para aves de postura
Nutrição e instalação para aves de posturaNutrição e instalação para aves de postura
Nutrição e instalação para aves de postura
Nayara Michelle
 
Aula 4 bioclimatologia animal ecologia animal
Aula 4 bioclimatologia animal ecologia animalAula 4 bioclimatologia animal ecologia animal
Aula 4 bioclimatologia animal ecologia animal
James Pinho Ladislau Pinho
 
Bioclimatologia aves
Bioclimatologia avesBioclimatologia aves
Bioclimatologia aves
Hévelyn Gonçalves
 

Mais procurados (20)

Caprinos e Ovinos
Caprinos e OvinosCaprinos e Ovinos
Caprinos e Ovinos
 
Aula 1 Anatomia - Osteologia veterinária
Aula 1 Anatomia - Osteologia veterináriaAula 1 Anatomia - Osteologia veterinária
Aula 1 Anatomia - Osteologia veterinária
 
Manejo reprodutivo de bovinos
Manejo reprodutivo de bovinosManejo reprodutivo de bovinos
Manejo reprodutivo de bovinos
 
Anatomia dos animais de produção ii
Anatomia dos animais de produção iiAnatomia dos animais de produção ii
Anatomia dos animais de produção ii
 
Morfologia tegumento
Morfologia   tegumentoMorfologia   tegumento
Morfologia tegumento
 
Slide bioclimatologia animal
Slide bioclimatologia animalSlide bioclimatologia animal
Slide bioclimatologia animal
 
Raças de suínos
Raças de suínosRaças de suínos
Raças de suínos
 
Principais doenças que acometem aves comerciais
Principais doenças que acometem aves comerciaisPrincipais doenças que acometem aves comerciais
Principais doenças que acometem aves comerciais
 
Noções de anatomia das aves i semestre 2014
Noções de anatomia  das aves i semestre 2014Noções de anatomia  das aves i semestre 2014
Noções de anatomia das aves i semestre 2014
 
Anatomia topográfica das aves
Anatomia topográfica das avesAnatomia topográfica das aves
Anatomia topográfica das aves
 
Considerações sobre a anatomofisiologia do sistema digestório dos equinos: ap...
Considerações sobre a anatomofisiologia do sistema digestório dos equinos: ap...Considerações sobre a anatomofisiologia do sistema digestório dos equinos: ap...
Considerações sobre a anatomofisiologia do sistema digestório dos equinos: ap...
 
Bovinocultura de Corte
Bovinocultura de Corte Bovinocultura de Corte
Bovinocultura de Corte
 
Sistemas de criação para ovinos e caprinos
Sistemas de criação para ovinos e caprinosSistemas de criação para ovinos e caprinos
Sistemas de criação para ovinos e caprinos
 
Sistema reprodutor - Anatomia veterinária
Sistema reprodutor - Anatomia veterináriaSistema reprodutor - Anatomia veterinária
Sistema reprodutor - Anatomia veterinária
 
Diferenças entre ovinos e caprinos
Diferenças entre ovinos e caprinosDiferenças entre ovinos e caprinos
Diferenças entre ovinos e caprinos
 
Aula 1 Zootecnia Geral.ppt
Aula 1 Zootecnia Geral.pptAula 1 Zootecnia Geral.ppt
Aula 1 Zootecnia Geral.ppt
 
Aula 1- Digestivo de ruminantes e Ambiente RumenReticulo.ppt
Aula 1- Digestivo de ruminantes e Ambiente RumenReticulo.pptAula 1- Digestivo de ruminantes e Ambiente RumenReticulo.ppt
Aula 1- Digestivo de ruminantes e Ambiente RumenReticulo.ppt
 
Nutrição e instalação para aves de postura
Nutrição e instalação para aves de posturaNutrição e instalação para aves de postura
Nutrição e instalação para aves de postura
 
Aula 4 bioclimatologia animal ecologia animal
Aula 4 bioclimatologia animal ecologia animalAula 4 bioclimatologia animal ecologia animal
Aula 4 bioclimatologia animal ecologia animal
 
Bioclimatologia aves
Bioclimatologia avesBioclimatologia aves
Bioclimatologia aves
 

Destaque

Morfologia interna de uma ave
Morfologia interna de uma aveMorfologia interna de uma ave
Morfologia interna de uma ave
00367p
 
Tratado de anatomia veterinária -aves
Tratado de anatomia veterinária -avesTratado de anatomia veterinária -aves
Tratado de anatomia veterinária -aves
Patrícia Oliver
 
Aves
Aves Aves
Aves
Killer Max
 
Instalações para aves
Instalações para avesInstalações para aves
Instalações para aves
claudioagroecologia
 
Avicultura
AviculturaAvicultura
Avicultura
Avicultura Avicultura
Avicultura
Killer Max
 
Frango corte
Frango corteFrango corte
Frango corte
mvezzone
 
Criacao organica de_aves
Criacao organica de_avesCriacao organica de_aves
Criacao organica de_aves
Joyce Muzy
 
Avicultura
AviculturaAvicultura
Avicultura
matheush
 
Produção De Frangos
Produção De FrangosProdução De Frangos
Produção De Frangos
Felipe Tavares
 
Apresentação aves (2)
Apresentação aves (2)Apresentação aves (2)
Apresentação aves (2)
SirJoão DeMolay
 

Destaque (11)

Morfologia interna de uma ave
Morfologia interna de uma aveMorfologia interna de uma ave
Morfologia interna de uma ave
 
Tratado de anatomia veterinária -aves
Tratado de anatomia veterinária -avesTratado de anatomia veterinária -aves
Tratado de anatomia veterinária -aves
 
Aves
Aves Aves
Aves
 
Instalações para aves
Instalações para avesInstalações para aves
Instalações para aves
 
Avicultura
AviculturaAvicultura
Avicultura
 
Avicultura
Avicultura Avicultura
Avicultura
 
Frango corte
Frango corteFrango corte
Frango corte
 
Criacao organica de_aves
Criacao organica de_avesCriacao organica de_aves
Criacao organica de_aves
 
Avicultura
AviculturaAvicultura
Avicultura
 
Produção De Frangos
Produção De FrangosProdução De Frangos
Produção De Frangos
 
Apresentação aves (2)
Apresentação aves (2)Apresentação aves (2)
Apresentação aves (2)
 

Semelhante a Aula reprodução de aves

01 seminario claudemir reprodução das aves
01 seminario claudemir reprodução das aves01 seminario claudemir reprodução das aves
01 seminario claudemir reprodução das aves
claudemirnunes
 
Reprod aves
Reprod avesReprod aves
Reprod aves
Ingrid Andressa
 
Embriogenese
EmbriogeneseEmbriogenese
Embriogenese
César Milani
 
Embriologia
EmbriologiaEmbriologia
Sistema reprodutor
Sistema reprodutorSistema reprodutor
Sistema reprodutor
Dayana Gomes
 
Aula 9. Fisiologia da Reprodução anjmal.pptx
Aula 9. Fisiologia da Reprodução anjmal.pptxAula 9. Fisiologia da Reprodução anjmal.pptx
Aula 9. Fisiologia da Reprodução anjmal.pptx
natanael lopes da trindade
 
Embriogênese
EmbriogêneseEmbriogênese
Embriogênese
César Milani
 
Embriogênese
EmbriogêneseEmbriogênese
Embriogênese
Gessica Sousa
 
Apresentação biologia, ju e bi
Apresentação biologia, ju e biApresentação biologia, ju e bi
Apresentação biologia, ju e bi
Roberto Bagatini
 
Aula de fisiologia reprodutor do Macho 08 05. 2022.pdf
Aula  de fisiologia reprodutor do Macho 08 05. 2022.pdfAula  de fisiologia reprodutor do Macho 08 05. 2022.pdf
Aula de fisiologia reprodutor do Macho 08 05. 2022.pdf
CarlosFranciscoMacuv
 
Embriologia.pdf
Embriologia.pdfEmbriologia.pdf
Embriologia.pdf
ArquivosVeterinria
 
Embriologia
EmbriologiaEmbriologia
Embriologia
Roberta Almeida
 
Morfo I - Desenvolvimento Embrionário
Morfo I - Desenvolvimento  EmbrionárioMorfo I - Desenvolvimento  Embrionário
Morfo I - Desenvolvimento Embrionário
Paulo Tsai - Unime
 
Classe insecta
Classe insectaClasse insecta
Classe insecta
Wlisses Ferreira Terto
 
SISTEMA REPRODUTOR
SISTEMA REPRODUTORSISTEMA REPRODUTOR
SISTEMA REPRODUTOR
RubensRafael4
 
Classe insecta
Classe insectaClasse insecta
Classe insecta
MarianeSGS
 
Desenvolvimento embrionário dos animais 2
Desenvolvimento embrionário dos animais 2Desenvolvimento embrionário dos animais 2
Desenvolvimento embrionário dos animais 2
letyap
 
Fasciola Hepatica (Trabalho de Zoologia dos Invertebrados)
Fasciola Hepatica (Trabalho de Zoologia dos Invertebrados)Fasciola Hepatica (Trabalho de Zoologia dos Invertebrados)
Fasciola Hepatica (Trabalho de Zoologia dos Invertebrados)
Míria Alves Cirqueira
 
.Classe Aves.
.Classe Aves..Classe Aves.
.Classe Aves.
LucasCandor
 
Insetos e Crustáceos by Ernandez Oliveira
Insetos e Crustáceos by Ernandez OliveiraInsetos e Crustáceos by Ernandez Oliveira
Insetos e Crustáceos by Ernandez Oliveira
Ernandez Oliveira
 

Semelhante a Aula reprodução de aves (20)

01 seminario claudemir reprodução das aves
01 seminario claudemir reprodução das aves01 seminario claudemir reprodução das aves
01 seminario claudemir reprodução das aves
 
Reprod aves
Reprod avesReprod aves
Reprod aves
 
Embriogenese
EmbriogeneseEmbriogenese
Embriogenese
 
Embriologia
EmbriologiaEmbriologia
Embriologia
 
Sistema reprodutor
Sistema reprodutorSistema reprodutor
Sistema reprodutor
 
Aula 9. Fisiologia da Reprodução anjmal.pptx
Aula 9. Fisiologia da Reprodução anjmal.pptxAula 9. Fisiologia da Reprodução anjmal.pptx
Aula 9. Fisiologia da Reprodução anjmal.pptx
 
Embriogênese
EmbriogêneseEmbriogênese
Embriogênese
 
Embriogênese
EmbriogêneseEmbriogênese
Embriogênese
 
Apresentação biologia, ju e bi
Apresentação biologia, ju e biApresentação biologia, ju e bi
Apresentação biologia, ju e bi
 
Aula de fisiologia reprodutor do Macho 08 05. 2022.pdf
Aula  de fisiologia reprodutor do Macho 08 05. 2022.pdfAula  de fisiologia reprodutor do Macho 08 05. 2022.pdf
Aula de fisiologia reprodutor do Macho 08 05. 2022.pdf
 
Embriologia.pdf
Embriologia.pdfEmbriologia.pdf
Embriologia.pdf
 
Embriologia
EmbriologiaEmbriologia
Embriologia
 
Morfo I - Desenvolvimento Embrionário
Morfo I - Desenvolvimento  EmbrionárioMorfo I - Desenvolvimento  Embrionário
Morfo I - Desenvolvimento Embrionário
 
Classe insecta
Classe insectaClasse insecta
Classe insecta
 
SISTEMA REPRODUTOR
SISTEMA REPRODUTORSISTEMA REPRODUTOR
SISTEMA REPRODUTOR
 
Classe insecta
Classe insectaClasse insecta
Classe insecta
 
Desenvolvimento embrionário dos animais 2
Desenvolvimento embrionário dos animais 2Desenvolvimento embrionário dos animais 2
Desenvolvimento embrionário dos animais 2
 
Fasciola Hepatica (Trabalho de Zoologia dos Invertebrados)
Fasciola Hepatica (Trabalho de Zoologia dos Invertebrados)Fasciola Hepatica (Trabalho de Zoologia dos Invertebrados)
Fasciola Hepatica (Trabalho de Zoologia dos Invertebrados)
 
.Classe Aves.
.Classe Aves..Classe Aves.
.Classe Aves.
 
Insetos e Crustáceos by Ernandez Oliveira
Insetos e Crustáceos by Ernandez OliveiraInsetos e Crustáceos by Ernandez Oliveira
Insetos e Crustáceos by Ernandez Oliveira
 

Último

Melhoramento animal genética e estatística
Melhoramento animal genética e estatísticaMelhoramento animal genética e estatística
Melhoramento animal genética e estatística
tyciavilela
 
Economia Circular na Produção de Filmes e Revestimentos Comestíveis.pdf
Economia Circular na Produção de Filmes e Revestimentos Comestíveis.pdfEconomia Circular na Produção de Filmes e Revestimentos Comestíveis.pdf
Economia Circular na Produção de Filmes e Revestimentos Comestíveis.pdf
DeboraGomes73
 
CIGAROSS DRA_SANDRA_DA_SILVA_MARQUES.pdf
CIGAROSS DRA_SANDRA_DA_SILVA_MARQUES.pdfCIGAROSS DRA_SANDRA_DA_SILVA_MARQUES.pdf
CIGAROSS DRA_SANDRA_DA_SILVA_MARQUES.pdf
viictorrkk
 
Muro Relatório de Fiscalização SPU 2024.pdf
Muro Relatório de Fiscalização SPU 2024.pdfMuro Relatório de Fiscalização SPU 2024.pdf
Muro Relatório de Fiscalização SPU 2024.pdf
Marco Zero Conteúdo
 
Manejo de insetos-pragas sugadores .pptx
Manejo de insetos-pragas sugadores .pptxManejo de insetos-pragas sugadores .pptx
Manejo de insetos-pragas sugadores .pptx
Geagra UFG
 
Apostila FEV-2008 - Micromorfologia de Solos.pdf
Apostila FEV-2008 - Micromorfologia de Solos.pdfApostila FEV-2008 - Micromorfologia de Solos.pdf
Apostila FEV-2008 - Micromorfologia de Solos.pdf
Ademir36
 
Muro Auto de Infração Sec. Patrimônio da União.pdf
Muro Auto de Infração Sec. Patrimônio da União.pdfMuro Auto de Infração Sec. Patrimônio da União.pdf
Muro Auto de Infração Sec. Patrimônio da União.pdf
Marco Zero Conteúdo
 

Último (7)

Melhoramento animal genética e estatística
Melhoramento animal genética e estatísticaMelhoramento animal genética e estatística
Melhoramento animal genética e estatística
 
Economia Circular na Produção de Filmes e Revestimentos Comestíveis.pdf
Economia Circular na Produção de Filmes e Revestimentos Comestíveis.pdfEconomia Circular na Produção de Filmes e Revestimentos Comestíveis.pdf
Economia Circular na Produção de Filmes e Revestimentos Comestíveis.pdf
 
CIGAROSS DRA_SANDRA_DA_SILVA_MARQUES.pdf
CIGAROSS DRA_SANDRA_DA_SILVA_MARQUES.pdfCIGAROSS DRA_SANDRA_DA_SILVA_MARQUES.pdf
CIGAROSS DRA_SANDRA_DA_SILVA_MARQUES.pdf
 
Muro Relatório de Fiscalização SPU 2024.pdf
Muro Relatório de Fiscalização SPU 2024.pdfMuro Relatório de Fiscalização SPU 2024.pdf
Muro Relatório de Fiscalização SPU 2024.pdf
 
Manejo de insetos-pragas sugadores .pptx
Manejo de insetos-pragas sugadores .pptxManejo de insetos-pragas sugadores .pptx
Manejo de insetos-pragas sugadores .pptx
 
Apostila FEV-2008 - Micromorfologia de Solos.pdf
Apostila FEV-2008 - Micromorfologia de Solos.pdfApostila FEV-2008 - Micromorfologia de Solos.pdf
Apostila FEV-2008 - Micromorfologia de Solos.pdf
 
Muro Auto de Infração Sec. Patrimônio da União.pdf
Muro Auto de Infração Sec. Patrimônio da União.pdfMuro Auto de Infração Sec. Patrimônio da União.pdf
Muro Auto de Infração Sec. Patrimônio da União.pdf
 

Aula reprodução de aves

  • 1. Serviço Nacional de Ensino Rural – SENAR Programa Nacional – PRONATEC Curso de Avicultura ANATOMO-FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO DE AVES DOMÉSTICAS Instrutor: Lázaro de Souza Aguiar Aula: Alana C. Vinhote da Silva Mojuí, Amazônia, Pará Outubro, 2013 Fonte: feijo.com
  • 2. Metas 1. O trato reprodutivo; 2. A função de cada estrutura; 3. A formação do ovo. Fonte: feijo.com
  • 4. CONSIDERAÇÕES DA REPRODUÇÃO DE AVES - Sexuada; - Ovovivípara; - Monogamia (Aves selvagens); - Poligamia (Aves domésticas); DIVERSIDADE SINGULARIDADE: Ciclo ovulatório X
  • 5. CONSIDERAÇÕES SOBRE O SISTEMA REPRODUTIVO DE MACHOS Morfologia macroscópica do trato reprodutivo  Localização: intracavitária;  Inexistência de um pênis verdadeiro;  Composição: Testículos Epidídimos Canais deferentes Órgão copulador Fonte:mundoeducacao.com.br
  • 6. Função de cada estrutura REPRODUÇÃO DE MACHOS Testículos  Órgão duplo e simétrico com formato de feijão;  Coloração amarelada nos jovens e branco puro nos adultos;  Está aderido à parede dorsal do corpo;  Espermatogênese dispensa a termorregulação;  Produz estrogênio, testosterona e outros androgênios. Testosterona • crescimento e manutenção dos órgãos sexuais; • comportamento de corte; • desenvolvimento de cristas, esporão e barbela; • influência nas penas, no canto e na composição sanguínea. Fonte:mundoeducacao.com.br
  • 7. Função de cada estrutura REPRODUÇÃO DE MACHOS Epidídimo  Muito curto e não possui importância para maturação dos espermatozóides;  Maturação ocorre em + ou - 24 horas. Ducto deferente  Longo e sinuoso;  Termina em duas aberturas ou papilas na cloaca para ejeção do sêmen. Fonte:mundoeducacao.com.br
  • 8. Função de cada estrutura REPRODUÇÃO DE MACHOS Órgão Copulatório  Localizado na extremidade caudal da cloaca onde se encontra escondido por uma prega ventral no ânus em animais fora da excitação;  O aparelho copulatório consiste de: 1 par de papilas dos ductos deferentes 1 par de corpos vasculares 1 par de pregas linfáticas 1 corpo fálico  O falo de muitas aves é pequeno, logo não serve como órgão penetrante, já em outras aves (ex:patos e gansos) é grande e penetra na fêmea durante o ato sexual;  O corpo fálico mediano do galo mede cerca de 1 a 3mm e no pato mede cerca de 5cm.
  • 9. Função de cada estrutura REPRODUÇÃO DE MACHOS Órgão Copulatório Intumescência  A intumescência termo apropriado para se referir a “ereção ” dos animais que não dispõem de um pênis verdadeiro;  É principalmente linfática.
  • 10. REPRODUÇÃO DE MACHOS Sêmen  Pequeno volume (0,5 a 1,0 mL) e alta concentração (3,5 milhões/mm3);  O volume é pequeno devido à inexistência de glândulas bulbouretrais, próstata ou glândulas vesiculares;  O líquido seminal tem origem nas células de Sertoli, epidídimo e possivelmente nas pregas linfáticas da cloaca.
  • 11. Concentração espermática por mm3 em algumas espécies REPRODUÇÃO DE MACHOS Fonte: Moraes 2010.
  • 12. REPRODUÇÃO DE MACHOS Espermatozóides  São menores que os dos mamíferos;  Possuem cabeças longas e filamentosas;  Não possuem gota citoplasmática.
  • 13. Outros fatores de influência sob a reprodução REPRODUÇÃO DE MACHOS Maturidade Sexual  Atingida entre 5 a 9 meses de idade;  Próximo a atingir a maturidade sexual, os frangos apresentam plasma de aspecto branco ou leitoso;  No verão, um galo adulto pode realizar até 40 cópulas num período de 24 horas.
  • 14. Outros fatores de influência sob a reprodução REPRODUÇÃO DE MACHOS Fotoperíodo  A atividade sexual de muitas aves é sincronizada com a estação do ano ótima para a garantia de sobrevivência da prole;  Observou-se que a estimulação é extra-retiniana, ou seja, não ocorre através da visão como se imaginava.  As codornas japonesas sem olhos têm os ovários aumentados pela maior incidência de luz, mas deixam de responder aos períodos curtos, indicando que ao contrário, os olhos são mais importantes para a regressão gonadal no fotoperíodo curto.  A recepção pode ser feita por receptores fotossensíveis no hipotálamo;  Quanto mais luz, maior é a atividade sexual;
  • 15. CONSIDERAÇÕES SOBRE O SISTEMA REPRODUTIVO DE FÊMEAS Morfologia macroscópica do trato reprodutivo  Formado pelo ovário e oviduto que se encontram desenvolvidos somente no lado esquerdo. Bahr e Johnson (1991)  A regressão do oviduto direito é determinada pelo AMH (hormônio anti-Mulleriano) secretado pelo ovário;  A maior riqueza de receptores para estrogênio no lado esquerdo suprime o efeito do AMH e permite o seu desenvolvimento.
  • 16. Diferente dos mamíferos, deve-se considerar como oviduto da ave a parte do sistema genital que se estende desde o ovário até a cloaca. OVIDUTO = INFUNDÍBULO, MAGNO, ISTMO, ÚTERO e VAGINA. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS Fonte:mundoeducacao.com.br
  • 17. OVIDUTO = INFUNDÍBULO, MAGNO, ISTMO, ÚTERO e VAGINA. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS Fonte: wikipedia.org
  • 18. OVIDUTO = INFUNDÍBULO, MAGNO, ISTMO, ÚTERO e VAGINA. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS Fonte: uff.br
  • 19. Ovário  No ovário ocorre a formação da gema através da incorporação ao citoplasma do ovócito de matéria prima, tais como: sais minerais, proteínas e lipídios. Estes últimos são oriundos do metabolismo hepático, e incorporados ao ovócito através das células da granulosa. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
  • 20. Ovário Folículos ovarianos  Sofrem influências do FSH e se desenvolvem produzindo estrogênio, progesterona e androgênio;  A camada da granulosa é a fonte primária de produção de progesterona e pequena quantidade de androgênio, enquanto a teca produz androgênios e estradiol-17Beta. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS Fonte: wisc.edu Fonte: wisc.edu
  • 21. Ovário Ovogônia  Podem sofrer mitoses até 3 ou 4 dias após o nascimento e depois entram na primeira fase da meiose se transformando em ovócito; Ovócito  O citoplasma torna-se rico em um vitelo amarelo (gema).  O seu material nuclear é chamado de vesícula germinativa quando localizado no centro da gema e de disco germinativo após sofrer a migração para a superfície quando então se aplaina;  Os ovócitos das aves são os maiores do reino animal. Chega a 20 g na galinha (cerca de 40mm de diâmetro). REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
  • 22. Ovário Ovulação  Normalmente a ovulação ocorre por rompimento do estigma (local menos vascularizado) sem qualquer sangramento. Fecundação  É normal a ocorrência de polispermia com entrada de 2 ou 3 espermatozóides que formam pró-núcleos masculinos.  Um deles se unirá com o pró-núcleo feminino e iniciará o desenvolvimento embrionário, e os demais sofrem a degeneração. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
  • 23. Infundíbulo  Apresenta uma mucosa pouco pregueada de epitélio simples, cilíndrico e caliciforme;  É aglandular, exceto nas regiões posteriores, onde há transição gradual para o magno;  Consiste de uma estrutura tubular de 4 a 10cm , de parede fina, com região cônica, seguindo-se por outra tubular com pregas em espiral suave, sendo percorrido pelo ovo em formação em cerca de 15 minutos .  É o ponto onde o espermatozóide penetra o ovo, pois após essa fase, a formação da albumina impede a fecundação. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
  • 24. Infundíbulo FUNÇÕES  Captar o ovócito;  Servir de sede para a fecundação;  Lubrificar a mucosa para a passagem do ovo;  Formar a camada calazífera ou calazas (proteínas mucinas retorcidas que mantêm a gema no centro do ovo). REPRODUÇÃO DE FÊMEAS Fonte: wisc.edu
  • 25. Magno  Também chamada de glândula albuminífera;  A mucosa é muito pregueada e provida de epitélio estratificado;  Consiste de estrutura tubular, de parede mais espessa, com 20 a 48cm de comprimento (é a parte mais longa);  É rico em glândulas tubulares dentro das pregas longitudinais da mucosa;  O ovo em formação percorre o magno em cerca de 3 horas. FUNÇÕES  Formação da base do Albume (+/- 16g)  Adição de Mucina  Adição da maior parte do Na + , Ca ++ e Mg. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
  • 26. Istmo  Secreta as membranas fibrosa e queratinosa que compõem a membrana testácea encontrada aderida à casca do ovo (membrana testácea);  Adiciona proteínas ao albume e uma pequena quantidade de água;  Apresenta luz estreita e mucosa com pregas menores com menor número de glândulas;  Tem comprimento de 4 a 12 cm, parede muito grossa, com pregas longitudinais e diâmetro reduzido;  O ovo em formação percorre o istmo em cerca de 1 hora e 15 minutos. FUNÇÕES  Formação da Membrana Testácea (membrana da casca do ovo constituída por ovo-queratina);  Adição de proteínas ao albume;  Adição de uma pequena quantidade de água. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
  • 27. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS A membrana testácea está composta de 2 folhetos que cobrem a clara e separadas no pólo maior do ovo formando uma câmara aérea.
  • 28. Útero (Glândula da Casca)  Apresenta parede mais fina que a do istmo, mas apresenta-se com forte musculatura, pregas longitudinais e transversais e glândulas tubulosas;  Tem 4 a 12 cm de comprimento, porém, é uma região expandida em forma de saco;  O ovo em formação permanece cerca de 20 horas neste compartimento. FUNÇÕES - Adição de grande quantidade de água (chega a dobrar de peso); - Adição de vitaminas da maior parte do K +; - Formação de uma matriz orgânica seguida de deposição de íons Ca ++ formando a casca; - Secreção de porfirinas que dão cor ao ovo; - Formação da cutícula do ovo. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
  • 29. Vagina  Tem comprimento de 4 a 12 cm;  Apresenta pregas longitudinais onde se deposita a maior parte dos espermatozóides após a cópula;  É separada do útero pelo esfíncter uterovaginal;  Abriga as glândulas tubulares. FUNÇÕES  Transporte do ovo para o meio externo;  Retenção dos espermatozóides para futuras fecundações;  Os espermatozóides permanecem viáveis na galinha por 10 a 14 dias e na perua por cerca de 50 dias;  O ovo neste nível está praticamente formado e percorre este segmento em poucos segundos. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
  • 31. Cloaca  É um extremo dilatável e o ovo apenas estabelece contato com as paredes, pois a vagina se prolapsa no momento da postura evitando o contato do ovo com as dejeções;  Este segmento não contribui em nada para a formação do ovo. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS Fonte: wisc.edu
  • 32. OVIPOSIÇÃO OU POSTURA  Aproximadamente de 24 a 26 horas após a ovulação, o ovo já está formado no oviduto e a postura ocorre por contrações da parede do útero;  A literatura tem demonstrado que essas contrações são determinadas pelas Prostaglandinas e hormônios hipotalâmicos tais como a arginina-vasotocina;  Também se observa que injeções de arginina- vasopressina e ocitocina desencadeiam contrações uterinas e postura subseqüente.  O que “dispara” a postura quando o ovo está pronto para ser posto é ainda desconhecido. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
  • 33. CICLO DE POSTURA  Número de dias em que a ave realiza a postura em relação àqueles que não faz;  Pode ser regular ou irregular;  Irregular = quando a galinha põe durante alguns dias seguidos, descansa um intervalo de tempo e volta à postura. TAXA DE POSTURA  Número de ovos produzidos durante um período de tempo determinado. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
  • 34. CHOCO O choco das aves domésticas é caracterizado por alterações hormonais e comportamentais provavelmente determinado pela redução da fotossensibilidade hipotalâmica. 1- Mudanças hormonais - Aumento da Prolactina (relacionado com o hábito de deitar sobre os ovos); - Aumento da Tiroxina (relacionado com crescimento de novas penas); - Redução da Progesterona e provavelmente do LH. 2- Mudanças de comportamento - Cessação da postura e maior permanência no ninho. 3- Mudanças anátomo-fisiológicas - Regressão do ovário e trato genital - Diminuição do peso do fígado - Anorexia - Hiperemia REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
  • 35. A produção anual de uma galinha doméstica gira em torno de 265 ovos de peso 58g. Esta produção estará na dependência de uma boa alimentação e de um plano de luz adequado. A média de produção total de ovos durante toda a vida é variável, e pode chegar até 500 ovos. Atualmente o tempo de manutenção de uma ave de produção em uma criação é de 52 semanas. REPRODUÇÃO DE FÊMEAS
  • 36. FORMAÇÃO DO OVO Aproximadamente 25 a 26 horas são necessárias entre a liberação do oócito e a expulsão do ovo completo. Fonte: uff.br
  • 37. Ovário  A gema se forma em 3 fases distintas:  Fase Embrionária=> até o 14º dia de incubação a ave já está com o ovário completamente formado e chega ao nascimento com uma população de oócitos em torno de 4.000 a 12.000.  Fase de crescimento lento => após o nascimento e até 8-10 dias antes da ovulação. As substâncias são incorporadas de forma lenta à gema.  Fase de crescimento rápido => De 8-10 dias antes da ovulação até a ovulação ocorrida. Ocorre aumento da gema na ordem de 0,5 a 2,8g/dia. Infundíbulo  Formação da camada calaza (dois espessamentos da clara retorcidos no sentido horário, compostas por albumina e deve sua origem a separação da mucina da capa interna da clara);  Manter a gema suspensa protegendo das influências mecânicas. FORMAÇÃO DO OVO
  • 38. Magno  O albume tem cerca de 30 proteínas diferentes;  Algumas proteínas do albume apresentam atividade bactericida. Istmo  Membrana Testácea;  + proteínas e água. Útero  > adição de água; + vitaminas; formação da casca; pigmentos; cutícula. FORMAÇÃO DO OVO O ovo apresenta a gema em posição central e uma clara dividida em 4 capas distintas: Densa Interna => A primeira unida à gema (3%) Fluida interna => (21%) Densa Externa => (55%) Fluida Externa =>(21%) Fonte: campoamesa.blogspot.com
  • 39. COMPOSIÇÃO DA CASCA  94% de carbonato de Cálcio (CaCO3 )  1,4% de Carbonato de Magnésio (MgCO3 )  3% de glicoproteinas, mucoproteínas, colágeno e mucopolissacarídeos. FORMAÇÃO DO OVO
  • 40. FORMAÇÃO DO OVO Segundo Hoffmann & Volker (1969) 1. No útero, inicia-se a formação da casca calcária dentro de 5-6 horas. 2. Na formação da casca estão envolvidos os estrógenos e hormônios tireoideanos. 5. O Ca ++ pode ser manejado e remanejado no organismo da fêmea pela ação dos estrogênios e dos hormônios tireoideanos. 7. A cor é um atributo genético, e os pigmentos da casca são as porfirinas. 8. Quanto mais velha a ave, mais delgada será a casca do ovo.
  • 41. COR DA GEMA  Devido a presença de pigmentos que se originam da alimentação (xantofilas, luteína, zeaxantina e carotina).  Origem de depósitos tais como gordura, patas, bico e pavilhão auricular. CALORIAS DO OVO  Cerca de 95Kcal. FORMAÇÃO DO OVO
  • 42. Fonte Aula: FISIOLOGIA DA REPRODUÇÃO DAS AVES DOMÉSTICAS Prof. Ismar Araújo de Moraes. Universidade Federal Fluminense. BAHR, J.M. e JOHNSON, P.A. Reproduction in poltry. In: Cupps, p.t. Reproduction in domestic animals. 4ª ed. Academic Press Inc. San Diego – California, p.555-575, 1991. HOFFMANN & VOLKER Anatomía e fisiología de las aves domésticas, Editorial Acribia, Zaragoza, Espana, 1969. 190p. bIBLIOGRAFIA
  • 44. PELA ATENÇÃO, OBRIGADA!!! Fonte: science.blog.com.br

Notas do Editor

  1. Reprodução, em biologia, refere-se à função através da qual os seres vivos produzem descendentes, dando continuidade à sua espécie; É o processo pelo qual se torna possível a continuidade das espécies. Ela é fundamental para a manutenção da espécie
  2. é não-retiniana, pois a retirada do globo ocular não interfere na atividade reprodutiva, demonstrando que a recepção
  3. O hormônio anti-mülleriano (AMH) pertence à superfamília dos fatores de crescimento β (TGF-β) e é classicamente reconhecido como produto das células testiculares de Sertoli, respondendo pela regressão dos ductos paramesonéfricos durante a diferenciação sexual de embriões humanos masculinos [10]. Conquanto a expressão do AMH seja ausente durante a diferenciação sexual feminina, confirma-se em torno da 36ª semana de vida intra-uterina, como produto das células da granulosa dos primeiros folículos primordiais recrutados [11].  As maiores concentrações, contudo, serão observadas apenas a partir da puberdade [5]. O papel biológico do AMH na mulher ainda é pouco esclarecido, mas dados recentes levam a crer que atue sobre a modulação do recrutamento folicular [4,5], atuando nas células pré-granulosas com vistas a limitar o número de unidades recrutáveis [12]. É possível que o AMH também atue como fator decisivo da seleção folicular para a dominância [6], pela determinação da permissividade ao crescimento folicular FSH-dependente, uma vez que já foram demonstradas, tanto in vitro quanto in vivo, maior sensibilidade das células foliculares à ação do FSH na ausência do AMH [4,6] e expressão reduzida da aromatase e dos receptores do hormônio luteinizante (LH) em células da granulosa cultivadas na presença de AMH exógeno [13]. Sua expressão é, para tanto, mantida até que os folículos atinjam cerca de 6 mm de diâmetro, quando a diferenciação para o estágio antral é suficiente para a dominância e o crescimento do folículo se torna dependente do hormônio folículo-estimulante (FSH). Estudos animais reforçaram a função inibitória do AMH; comparações entre camundongas selvagens e espécies knock-outpara AMH demonstraram que estas apresentam quantidades três vezes maiores de folículos ovarianos em crescimento em um ciclo ovulatório, bem como evoluem precocemente com o esgotamento da população folicular [4,14].