SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO Prof. MS. Ursula Nunes Rauecker [email_address]
Introdução O sistema genital de acordo com a origem embrionária pode ser dividido em 3 partes:  ÓRGÃOS SEXUAIS PRIMÁRIOS  Ovários e Testículos =>derivam da crista genital  SISTEMA GENITAL TUBULAR  Tubas uterinas, útero, cérvix, vagina anterior, ductos eferentes e deferentes.  GENITÁLIA EXTERNA  Vulva, vestíbulo, vagina posterior, glândulas vestibulares maiores, clitóris, pênis e bolsa escrotal
Introdução O sexo genotípico do animal é determinado na fecundação por um espermatozóide X ou Y.  •  O sexo gonadal será estabelecido ao redor dos 35 dias de gestação nos fetos machos e mais ou menos 45 dias nas fêmeas, através da migração e colonização das células germinativas primordiais sobre a estrutura gonadal indiferenciada.
Introdução As gônadas originam-se de um espessamento da região média do mesonéfron chamada de Crista Gonadal; As células Germinativas primordiais migram do endoderma do saco vitelínico para a crista gonadal cordões gonadais.  Nas fêmeas - cordões corticais  Nos machos  - cordões medulares.  O gen organizador testicular (TDF) localizado no cromossomo Y – hormônio anti- mulleriano (AMH)
Introdução Sistema reprodutor masculino: pênis,  bolsa escrotal,  testículos,  túbulos retos e túbulos eferentes, epidídimos,  vasos deferentes,  glândulas acessórias (ampolas, próstata, glândulas vesiculares e bulbouretrais/Cowper)
Organização do Sistema Reprodutor Masculino Testículo Gônada dupla, de forma ovóide, de localização extra-abdominal nos mamíferos. Na maioria dos casos no interior de uma bolsa cutânea  na região inguinal ou perineal.
Organização do Sistema Reprodutor Masculino Testículo Túnica albugínea
Organização do Sistema Reprodutor Masculino Testículo – funções: Produção de AMH na vida fetal  e testosterona Produção de Inibina importante para a autoregulação (feed-back)  Testosterona  - Imprint hipotalâmico do hipotálamo dos fetos do sexo masculino pra funcinamento no padrão tônico Desenvolvimento e manutenção da secreção das glândulas sexuais acessórias  Responsável pela parte da espermatogênese conhecida como espermiogênese
Organização do Sistema Reprodutor Masculino Bolsa escrotal  Formada pela túnica dartus  Túnica vaginal  Revestimento peritonial que desceu junto com o testículo durante sua migração para a bolsa escrotal  Albugínea  envolve a massa testicular e envia septos para o seu interior dividindo o testículo em compartimentos ou lojas.
 
Organização do Sistema Reprodutor Masculino Túbulos seminíferos  pequeno tubo, com luz interna contendo os espermatozóides.  Formados por  uma lâmina basal  células de Sertoli  células da linhagem germinativa (Espermatogônias, espermatócitos I e II, espermátides e espermatozóides).
Organização do Sistema Reprodutor Masculino As células de Leydig  Situadas fora do túbulo seminífero (espaço intersticial), por esta razão são chamadas de células intersticiais do testículo.  Epidídimos  Dividido em 3 partes: cabeça, corpo e cauda.  É o local em que ocorre o transporte,  maturação e o armazenamento dos espermatozóides
Organização do Sistema Reprodutor Masculino Testículo
Organização do Sistema Reprodutor Masculino A termorregulação testicular é garantida através de:  Mecanismo de contracorrente no plexo pampiniforme do cordão espermático. Ocorre troca de calor por contracorrente entre o sangue venoso resfriado que sobe e o arterial na temperatura corporal que desce.  Ação da contração da túnica dartus  enrugamento e espessamento da bolsa  Ação dos  músculos cremaster externos que aproximam ou afastam os testículos da corpo.  Localização em bolsa cutânea pendulosa.  Ausência de gordura subcutânea
Organização do Sistema Reprodutor Masculino Termorregulação
Saladin,  Anatomy and Physiology , cap. 27, 2002  GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN   O sêmen é composto aproximadamente por  10% de esperma e fluido testicular,  30% de secreções da próstata e 60% de secreções  das vesículas seminais.
Saladin,  Anatomy and Physiology , cap. 27, 2002  GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN   O sêmen é composto aproximadamente por  10% de esperma e fluido testicular,  30% de secreções da próstata e 60% de secreções  das vesículas seminais.  Secreções das vesículas seminais incluem  frutose, enzima coagulante e prostaglandinas, dentre outras.  A frutose é o substrato energético para os sptz.  A enzima coagulante favorece que o sêmen se torne uma secreção agregada, o que ajuda sua propulsão pela vagina.  As prostaglandinas diminuem a viscosidade do muco cervical e estimulam a peristalse reversa do útero.
Saladin,  Anatomy and Physiology , cap. 27, 2002  Secreções da próstata: incluem citrato, fibrinolisina, Cácio, Zinco, fosfatase ácida, dentre outros.  O citrato é fonte energética. A fibrinolisina age como um anticoagulante do sêmen, o que ajuda na mobilidade do esperma.  pH alcalino  GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN   O sêmen é composto aproximadamente por  10% de esperma e fluido testicular,  30% de secreções da próstata e 60% de secreções  das vesículas seminais.
Saladin,  Anatomy and Physiology , cap. 27, 2002  Secreções das glândulas bulbouretrais secretam muco lubrificante que contém galactose, dentre outros.  São emitidas antes da ejaculação. GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN   O sêmen é composto aproximadamente por  10% de esperma e fluido testicular,  30% de secreções da próstata e 60% de secreções  das vesículas seminais.
Espermatogênese É o processo pelo qual as células-tronco se desenvolvem em espermatozóides   maduros.  Existem 3 fases:  (1) Espermatocitogênese, (2) Meiose, and (3) Espermiogênese. compartimento basal
Espermatogênese 1. Espermatocitogênese   (também chamada  mitose ) : células-tronco (espermatogônia do Tipo A) dividem-se mitoticamente e produzem as células que irão se diferenciar (espermatogônia do Tipo B).      compartimento basal
Espermatogênese 2. Meiose:  Células em prófase da 1ª divisão meiótica são os  espermatócitos primários.  Estes, ao completarem a divisão meiótica são chamados  espermatócitos secundários . Rapidamente ocorre a 2ª divisão meiótica, originando as  espermátides . compartimento basal compartimento apical ou adluminal
Espermatogênese 3. Espermiogênese :  é a metamorfose das espermátides esféricas a espermatozóides alongados. Durante a espermiogênese é formado o acrossoma e o flagelo. compartimento basal compartimento apical ou adluminal
Espermiogênese As mudanças durante a espermiogênese envolvem transformações da espermátide esférica a espermatozóide maduro: (1) formação do acrossoma, (2) mudanças nucleares, (3) desenvolvimento do flagelo, (4) reorganização do citoplasma e organelas celulares e (5) o processo de liberação da cél. de Sertoli (espermiação).
Espermiogênese As mudanças durante a espermiogênese envolvem transformações da espermátide esférica a espermatozóide maduro: (1) formação do acrossoma, (2) mudanças nucleares, (3) desenvolvimento do flagelo, (4) reorganização do citoplasma e organelas celulares e (5) o processo de liberação da cél. de Sertoli (espermiação).
extraído, enquanto disponível, de:  http://academic.pgcc.edu/~aimholtz/AandP/206_ONLINE/Repro/malerepro1.html Células reprodutoras  (espermatogônias, espermatócitos, espermátides e espermatozóides)   e células sustentaculares (Sertoli)
Primary Spermatocyte Sertoli Cells Leydig Cells Capillary Basement Membrane Spermatozoa Spermatids Secondary Spermatocyte Myoid Cells
6. ESPERMATOZOIDE 5. ESPERMÁTIDES 4. ESPERMATÓCITO SECUNDÁRIO 3. ESPERMATÓCITO PRIMÁRIO 2. ESPERMATOGÔNIAS Processo de Maturação Testosterone synthesis Leydig Cells: 1. MEMBRANA BASAL 7. CÉLULA DE SERTOLI
Fatores hormonais
Ereção Bombeamento de sangue pelo músculo isqueocavernoso pra dentro dos canais vasculares do interior do corpo cavernoso e esponjoso associado com o aumento do tônus muscular que oclui o retorno venoso ao pressionar a veia dorsal do pênis contra o arco isquiático.  Ocorre por ação do sistema nervoso parassimpático frente aos estímulos visuais, auditivos, olfativos ou locais do pênis.  A pressão no interior do corpo cavernoso pode atingir 15.000 mmHg.
Ejaculação Compreende a EMISSÃO e a EJACULAÇÃO PROPRIAMENTE DITA  EMISSÃO = iniciada pela estimulação dos nervos sensitivos localizados na glande do pênis, que desencadeia contrações peristálticas da musculatura lisa do epidídimo e vaso deferente associada com contração sincrônica das glândulas sexuais acessórias que misturam os espermatozóides e líquidos na uretra pélvica, por ação do sistema nervoso Simpático.
Ejaculação EJACULAÇÃO PROPRIAMENTE DITA = É a ejeção do sêmen determinada pelas contrações dos músculos isqueocarvenoso, bulboesponjoso e uretrais por ação reflexa sacral pelo Sistema Nervoso Parassimpático.

Aula 15 rreprodutor masculino

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    SISTEMA REPRODUTOR MASCULINOProf. MS. Ursula Nunes Rauecker [email_address]
  • 2.
    Introdução O sistemagenital de acordo com a origem embrionária pode ser dividido em 3 partes: ÓRGÃOS SEXUAIS PRIMÁRIOS Ovários e Testículos =>derivam da crista genital SISTEMA GENITAL TUBULAR Tubas uterinas, útero, cérvix, vagina anterior, ductos eferentes e deferentes. GENITÁLIA EXTERNA Vulva, vestíbulo, vagina posterior, glândulas vestibulares maiores, clitóris, pênis e bolsa escrotal
  • 3.
    Introdução O sexogenotípico do animal é determinado na fecundação por um espermatozóide X ou Y. • O sexo gonadal será estabelecido ao redor dos 35 dias de gestação nos fetos machos e mais ou menos 45 dias nas fêmeas, através da migração e colonização das células germinativas primordiais sobre a estrutura gonadal indiferenciada.
  • 4.
    Introdução As gônadasoriginam-se de um espessamento da região média do mesonéfron chamada de Crista Gonadal; As células Germinativas primordiais migram do endoderma do saco vitelínico para a crista gonadal cordões gonadais. Nas fêmeas - cordões corticais Nos machos - cordões medulares. O gen organizador testicular (TDF) localizado no cromossomo Y – hormônio anti- mulleriano (AMH)
  • 5.
    Introdução Sistema reprodutormasculino: pênis, bolsa escrotal, testículos, túbulos retos e túbulos eferentes, epidídimos, vasos deferentes, glândulas acessórias (ampolas, próstata, glândulas vesiculares e bulbouretrais/Cowper)
  • 6.
    Organização do SistemaReprodutor Masculino Testículo Gônada dupla, de forma ovóide, de localização extra-abdominal nos mamíferos. Na maioria dos casos no interior de uma bolsa cutânea  na região inguinal ou perineal.
  • 7.
    Organização do SistemaReprodutor Masculino Testículo Túnica albugínea
  • 8.
    Organização do SistemaReprodutor Masculino Testículo – funções: Produção de AMH na vida fetal e testosterona Produção de Inibina importante para a autoregulação (feed-back) Testosterona - Imprint hipotalâmico do hipotálamo dos fetos do sexo masculino pra funcinamento no padrão tônico Desenvolvimento e manutenção da secreção das glândulas sexuais acessórias Responsável pela parte da espermatogênese conhecida como espermiogênese
  • 9.
    Organização do SistemaReprodutor Masculino Bolsa escrotal Formada pela túnica dartus  Túnica vaginal Revestimento peritonial que desceu junto com o testículo durante sua migração para a bolsa escrotal Albugínea envolve a massa testicular e envia septos para o seu interior dividindo o testículo em compartimentos ou lojas.
  • 10.
  • 11.
    Organização do SistemaReprodutor Masculino Túbulos seminíferos pequeno tubo, com luz interna contendo os espermatozóides. Formados por uma lâmina basal células de Sertoli células da linhagem germinativa (Espermatogônias, espermatócitos I e II, espermátides e espermatozóides).
  • 12.
    Organização do SistemaReprodutor Masculino As células de Leydig Situadas fora do túbulo seminífero (espaço intersticial), por esta razão são chamadas de células intersticiais do testículo. Epidídimos Dividido em 3 partes: cabeça, corpo e cauda. É o local em que ocorre o transporte,  maturação e o armazenamento dos espermatozóides
  • 13.
    Organização do SistemaReprodutor Masculino Testículo
  • 14.
    Organização do SistemaReprodutor Masculino A termorregulação testicular é garantida através de: Mecanismo de contracorrente no plexo pampiniforme do cordão espermático. Ocorre troca de calor por contracorrente entre o sangue venoso resfriado que sobe e o arterial na temperatura corporal que desce. Ação da contração da túnica dartus  enrugamento e espessamento da bolsa Ação dos  músculos cremaster externos que aproximam ou afastam os testículos da corpo. Localização em bolsa cutânea pendulosa. Ausência de gordura subcutânea
  • 15.
    Organização do SistemaReprodutor Masculino Termorregulação
  • 16.
    Saladin, Anatomyand Physiology , cap. 27, 2002 GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN O sêmen é composto aproximadamente por 10% de esperma e fluido testicular, 30% de secreções da próstata e 60% de secreções das vesículas seminais.
  • 17.
    Saladin, Anatomyand Physiology , cap. 27, 2002 GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN O sêmen é composto aproximadamente por 10% de esperma e fluido testicular, 30% de secreções da próstata e 60% de secreções das vesículas seminais. Secreções das vesículas seminais incluem frutose, enzima coagulante e prostaglandinas, dentre outras. A frutose é o substrato energético para os sptz. A enzima coagulante favorece que o sêmen se torne uma secreção agregada, o que ajuda sua propulsão pela vagina. As prostaglandinas diminuem a viscosidade do muco cervical e estimulam a peristalse reversa do útero.
  • 18.
    Saladin, Anatomyand Physiology , cap. 27, 2002 Secreções da próstata: incluem citrato, fibrinolisina, Cácio, Zinco, fosfatase ácida, dentre outros. O citrato é fonte energética. A fibrinolisina age como um anticoagulante do sêmen, o que ajuda na mobilidade do esperma. pH alcalino GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN O sêmen é composto aproximadamente por 10% de esperma e fluido testicular, 30% de secreções da próstata e 60% de secreções das vesículas seminais.
  • 19.
    Saladin, Anatomyand Physiology , cap. 27, 2002 Secreções das glândulas bulbouretrais secretam muco lubrificante que contém galactose, dentre outros. São emitidas antes da ejaculação. GLÂNDULAS ACESSÓRIAS E A COMPOSIÇÃO DO SÊMEN O sêmen é composto aproximadamente por 10% de esperma e fluido testicular, 30% de secreções da próstata e 60% de secreções das vesículas seminais.
  • 20.
    Espermatogênese É oprocesso pelo qual as células-tronco se desenvolvem em espermatozóides maduros. Existem 3 fases: (1) Espermatocitogênese, (2) Meiose, and (3) Espermiogênese. compartimento basal
  • 21.
    Espermatogênese 1. Espermatocitogênese (também chamada mitose ) : células-tronco (espermatogônia do Tipo A) dividem-se mitoticamente e produzem as células que irão se diferenciar (espermatogônia do Tipo B).    compartimento basal
  • 22.
    Espermatogênese 2. Meiose: Células em prófase da 1ª divisão meiótica são os espermatócitos primários. Estes, ao completarem a divisão meiótica são chamados espermatócitos secundários . Rapidamente ocorre a 2ª divisão meiótica, originando as espermátides . compartimento basal compartimento apical ou adluminal
  • 23.
    Espermatogênese 3. Espermiogênese:  é a metamorfose das espermátides esféricas a espermatozóides alongados. Durante a espermiogênese é formado o acrossoma e o flagelo. compartimento basal compartimento apical ou adluminal
  • 24.
    Espermiogênese As mudançasdurante a espermiogênese envolvem transformações da espermátide esférica a espermatozóide maduro: (1) formação do acrossoma, (2) mudanças nucleares, (3) desenvolvimento do flagelo, (4) reorganização do citoplasma e organelas celulares e (5) o processo de liberação da cél. de Sertoli (espermiação).
  • 25.
    Espermiogênese As mudançasdurante a espermiogênese envolvem transformações da espermátide esférica a espermatozóide maduro: (1) formação do acrossoma, (2) mudanças nucleares, (3) desenvolvimento do flagelo, (4) reorganização do citoplasma e organelas celulares e (5) o processo de liberação da cél. de Sertoli (espermiação).
  • 26.
    extraído, enquanto disponível,de: http://academic.pgcc.edu/~aimholtz/AandP/206_ONLINE/Repro/malerepro1.html Células reprodutoras (espermatogônias, espermatócitos, espermátides e espermatozóides) e células sustentaculares (Sertoli)
  • 27.
    Primary Spermatocyte SertoliCells Leydig Cells Capillary Basement Membrane Spermatozoa Spermatids Secondary Spermatocyte Myoid Cells
  • 28.
    6. ESPERMATOZOIDE 5.ESPERMÁTIDES 4. ESPERMATÓCITO SECUNDÁRIO 3. ESPERMATÓCITO PRIMÁRIO 2. ESPERMATOGÔNIAS Processo de Maturação Testosterone synthesis Leydig Cells: 1. MEMBRANA BASAL 7. CÉLULA DE SERTOLI
  • 29.
  • 30.
    Ereção Bombeamento desangue pelo músculo isqueocavernoso pra dentro dos canais vasculares do interior do corpo cavernoso e esponjoso associado com o aumento do tônus muscular que oclui o retorno venoso ao pressionar a veia dorsal do pênis contra o arco isquiático. Ocorre por ação do sistema nervoso parassimpático frente aos estímulos visuais, auditivos, olfativos ou locais do pênis. A pressão no interior do corpo cavernoso pode atingir 15.000 mmHg.
  • 31.
    Ejaculação Compreende aEMISSÃO e a EJACULAÇÃO PROPRIAMENTE DITA EMISSÃO = iniciada pela estimulação dos nervos sensitivos localizados na glande do pênis, que desencadeia contrações peristálticas da musculatura lisa do epidídimo e vaso deferente associada com contração sincrônica das glândulas sexuais acessórias que misturam os espermatozóides e líquidos na uretra pélvica, por ação do sistema nervoso Simpático.
  • 32.
    Ejaculação EJACULAÇÃO PROPRIAMENTEDITA = É a ejeção do sêmen determinada pelas contrações dos músculos isqueocarvenoso, bulboesponjoso e uretrais por ação reflexa sacral pelo Sistema Nervoso Parassimpático.