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Profº Villardo 
Desenho Técnico
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Desenho Técnico 
ESCALAS E DIMENSIONAMENTO 
Ainda que o principal objetivo 
seja preparar para a leitura e 
interpretação de desenho técnico, é 
necessário abordar os princípios 
básicos de dimensionamento, porque 
o exercício da engenharia poderá 
requerer a execução de esboços 
cotados.
3 
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Desenho Técnico 
ESCALAS E DIMENSIONAMENTO 
Não se pode esquecer que, na 
área da engenharia, o meio 
utilizado para expor o resultado de 
um projeto resultante de estudos e 
cálculos é o desenho técnico e, 
assim sendo, os engenheiros, de 
qualquer modalidade, no mínimo 
precisam estar preparados para 
elaborar esboços cotados.
4 
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Desenho Técnico 
ESCALAS E DIMENSIONAMENTO 
Esboço cotado é um desenho 
técnico feito à mão livre, no qual, 
além da representação da forma, 
estão contidas todas as dimensões 
do objeto. Desta forma, os 
assuntos referentes ao 
dimensionamento dos objetos 
representados serão apresentados, 
neste capítulo, visando não só a 
interpretação de desenhos, mas 
também a sua elaboração.
5 
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Desenho Técnico 
Escalas 
Como o desenho técnico é utilizado para 
representação de máquinas, equipamentos, 
prédios e até unidades inteiras de 
processamento industrial, é fácil concluir que 
nem sempre será possível representar os 
objetos em suas verdadeiras grandezas. 
Assim, para viabilizar a execução dos 
desenhos, os objetos grandes precisam ser 
apresentados com suas dimensões reduzidas, 
enquanto os objetos, ou detalhes, muito 
pequenos necessitarão de uma representação 
ampliada.
6 
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Desenho Técnico 
Escalas(Cont.) 
Para evitar distorções e 
manter a proporcionalidade entre o 
desenho e o tamanho real do 
objeto representado, foi 
normalizado que as reduções ou 
ampliações devem ser feitas, 
respeitando uma razão constante 
entre as dimensões do desenho e 
as dimensões reais do objeto 
representado.
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Escalas(Cont.) 
A razão existente entre as 
dimensões do desenho e as dimensões 
reais do objeto é chamada de escala do 
desenho. É importante ressaltar que, 
sendo o desenho técnico uma 
linguagem gráfica, a ordem da razão 
nunca pode ser invertida, e a escala do 
desenho sempre será definida pela 
relação existente entre as dimensões 
lineares de um desenho com as 
respectivas dimensões reais do objeto 
desenhado.
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Desenho Técnico 
DIMENSÃO DO DESENHO: 
DIMENSÃO REAL DO OBJETO 
Para facilitar a interpretação 
da relação existente entre o 
tamanho do desenho e o tamanho 
real do objeto, pelo menos, um 
dos lados da razão sempre terá 
valor unitário, que resulta nas 
seguintes possibilidades:
9 
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DIMENSÃO DO DESENHO: DIMENSÃO REAL DO OBJETO 
• 1:1 para desenhos em tamanho 
natural – Escala Natural 
• 1:n (n>1) para desenhos reduzidos 
– Escala de Redução 
• n:1(n>1) para desenhos ampliados 
– Escala de Ampliação 
A norma NBR 8196 da ABNT 
recomenda, para o Desenho 
Técnico, a utilização das seguintes 
escalas:
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11 
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Desenho Técnico 
A indicação é feita na legenda 
dos desenhos, utilizando a palavra 
ESCALA, seguida dos valores da 
razão correspondente. 
Quando, em uma mesma folha, 
houver desenhos com escalas 
diferentes, daquela indicada na 
legenda, existirá abaixo, dos 
respectivos desenhos, a 
identificação das escalas utilizadas
12 
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Desenho Técnico
13 
Profº Villardo 
Desenho Técnico Dimensionamento 
O desenho técnico, além de 
representar, dentro de uma escala, a 
forma tridimensional, deve conter 
informações sobre as dimensões do 
objeto representado. As dimensões 
irão definir as características 
geométricas do objeto, dando valores 
de tamanho e posição aos diâmetros, 
aos comprimentos, aos ângulos e a 
todos os outros detalhes que 
compõem sua forma espacial.
14 
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Dimensionamento 
A forma mais utilizada, em 
desenho técnico, é definir as 
dimensões por meio de cotas, que 
são constituídas de linhas de 
chamada, linha de cota, setas e 
do valor numérico em uma 
determinada unidade de medida, 
conforme mostra a Figura.
15 
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Desenho Técnico 
As cotas devem ser distribuídas 
pelas vistas e dar todas as dimensões 
necessárias para viabilizar a 
construção do objeto desenhado, com 
o cuidado de não colocar cotas 
desnecessárias. 
As cotas devem ser colocadas 
uma única vez em qualquer uma das 
vistas que compõem o desenho, 
localizadas no local que representa 
mais claramente o elemento que está 
sendo cotado, conforme figuras a 
seguir.
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Regras para Colocação de Cotas 
A Figura 6.6 mostra que tanto as 
linhas auxiliares (linhas de chamada), 
como as linhas de cota, são linhas 
contínuas e finas. As linhas de 
chamadas devem ultrapassar 
levemente as linhas de cota e também 
deve haver um pequeno espaço entre a 
linha do elemento dimensionado e a 
linha de chamada. As linhas de 
chamada devem ser preferencialmente, 
perpendiculares ao ponto cotado.
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Regras para Colocação de Cotas 
Em alguns casos, para melhorar a 
clareza da cotagem, as linhas de 
chamada podem ser oblíquas em 
relação ao elemento dimensionado, 
porém mantendo o paralelismo entre si, 
conforme mostra a Figura 6.6 (c). As 
linhas de centro ou as linhas de 
contorno podem ser usadas como 
linhas de chamada, conforme mostra a 
Figura 6.6 (b). No entanto, é preciso 
destacar que as linhas de centro ou as 
linhas de contorno não devem ser 
usadas como linhas de cota.
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Os elementos cilíndricos sempre são 
dimensionados pelos seus diâmetros e 
localizados pelas suas linhas de centro, 
conforme mostra a Figura 6.10.
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Para facilitar a leitura e a interpretação do 
desenho, deve-se evitar colocar cotas dentro dos 
desenhos e, principalmente, cotas alinhadas com 
outras linhas do desenho, conforme mostra a 
Figura 6.11.
29 
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Outro cuidado que se deve ter para melhorar a 
interpretação do desenho é evitar o cruzamento de linha da 
cota com qualquer outra linha. As cotas de menor valor 
devem ficar por dentro das cotas de maior valor, para evitar 
o cruzamento de linhas de cotas com as linhas de chamada, 
conforme mostra a Figura 6.12.
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Os números que indicam os valores das 
cotas devem ter um tamanho que garanta a 
legibilidade e não podem ser cortados ou 
separados por qualquer linha. Norma NBR 10126 
da ABNT fixa dois métodos para posicionamento 
dos valores numéricos das cotas. O primeiro 
método, que é o mais utilizado, determina que: 
• nas linhas de cota horizontais o número deverá 
estar acima da linha de cota, conforme mostra a 
Fig. 6.15 (a); 
• nas linhas de cota verticais o número deverá 
estar à esquerda da linha de cota, conforme 
mostra a fig. 6.15 (a); 
• nas linhas de cota inclinadas deve-se buscar a 
posição de leitura, conforme mostra a Fig. 6.15 (b).
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As Figuras 6.17 (a) e (b) mostram, respectivamente, 
a contagem de ângulos pelos dois métodos normalizados 
pela ABNT. A linha de cota utilizada na cotagem de 
ângulos é traçada em arco cujo centro está no vértice do 
ângulo.
33 
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Para melhorar a leitura e a interpretação 
das cotas dos desenhos são utilizados símbolos 
para mostrar a identificação das formas cotadas, 
conforme mostra a tabela 6.1.Tabela 6.1 – 
Símbolos indicativos das formas cotadas.
34 
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35 
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Desenho Técnico 
Tipos de Cotagem 
As cotas podem ser colocadas 
em cadeia ( cotagem em série), na 
qual as cotas de uma mesma direção 
são referenciadas umas nas outras, 
como mostram as Figuras 6.20 (a) e 
(b), ou podem ser colocadas tendo 
um único elemento de referência, 
como mostram as Fig.. 6.21 (a) e (b).
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Desenho Técnico 
Cotagem em Série
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Desenho Técnico 
Contagem em paralelo
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Combinada (Série/Paralelo) 
Contagem em paralelo
A diferença entre a cotagem de 
39 
Cotagem de Cordas e Arcos 
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Combinada (Série/Paralelo) 
Contagem em paralelo 
cordas e arcos é a forma da linha de 
cota. Quando o objetivo é definir o 
comprimento do arco, a linha de cota 
deve ser paralela ao elemento 
cotado. A Figura 6.24 mostra na parte 
superior (cota de 70) a cotagem de 
arco e na parte inferior (cota de 66) a 
cotagem de corda.
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Combinada (Série/Paralelo) 
Contagem em paralelo
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50 
25 
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10 
30 
10 
40 
25 
18 
EXERCICIO 1 
1- Desenhar nas perspectivas Isométrica e Cavaleira; 
2- Fazer as três vistas; 
3- Cotar, corretamente, nas vistas; 
Peça 1 Peça 2 
22 
Multiplicar por 2, 
todas as medidas na peça 1
63 
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Combinada (Série/Paralelo) 
Contagem em paralelo 
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10 
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10 
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EXERCICIO 2 
1-Reduzir na escala 1:2; 
2- Ampliar na escala 2:1 
Peça 1 
Peça 2
64 
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Combinada (Série/Paralelo) 
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SENAI 
CETEC-AF - CENTRO DE EDUCAÇÃO E TECNOLOLOGIA 
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Aula de desenho 3 escalas

  • 1. 1 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 2. 2 Profº Villardo Desenho Técnico ESCALAS E DIMENSIONAMENTO Ainda que o principal objetivo seja preparar para a leitura e interpretação de desenho técnico, é necessário abordar os princípios básicos de dimensionamento, porque o exercício da engenharia poderá requerer a execução de esboços cotados.
  • 3. 3 Profº Villardo Desenho Técnico ESCALAS E DIMENSIONAMENTO Não se pode esquecer que, na área da engenharia, o meio utilizado para expor o resultado de um projeto resultante de estudos e cálculos é o desenho técnico e, assim sendo, os engenheiros, de qualquer modalidade, no mínimo precisam estar preparados para elaborar esboços cotados.
  • 4. 4 Profº Villardo Desenho Técnico ESCALAS E DIMENSIONAMENTO Esboço cotado é um desenho técnico feito à mão livre, no qual, além da representação da forma, estão contidas todas as dimensões do objeto. Desta forma, os assuntos referentes ao dimensionamento dos objetos representados serão apresentados, neste capítulo, visando não só a interpretação de desenhos, mas também a sua elaboração.
  • 5. 5 Profº Villardo Desenho Técnico Escalas Como o desenho técnico é utilizado para representação de máquinas, equipamentos, prédios e até unidades inteiras de processamento industrial, é fácil concluir que nem sempre será possível representar os objetos em suas verdadeiras grandezas. Assim, para viabilizar a execução dos desenhos, os objetos grandes precisam ser apresentados com suas dimensões reduzidas, enquanto os objetos, ou detalhes, muito pequenos necessitarão de uma representação ampliada.
  • 6. 6 Profº Villardo Desenho Técnico Escalas(Cont.) Para evitar distorções e manter a proporcionalidade entre o desenho e o tamanho real do objeto representado, foi normalizado que as reduções ou ampliações devem ser feitas, respeitando uma razão constante entre as dimensões do desenho e as dimensões reais do objeto representado.
  • 7. 7 Profº Villardo Desenho Técnico Escalas(Cont.) A razão existente entre as dimensões do desenho e as dimensões reais do objeto é chamada de escala do desenho. É importante ressaltar que, sendo o desenho técnico uma linguagem gráfica, a ordem da razão nunca pode ser invertida, e a escala do desenho sempre será definida pela relação existente entre as dimensões lineares de um desenho com as respectivas dimensões reais do objeto desenhado.
  • 8. 8 Profº Villardo Desenho Técnico DIMENSÃO DO DESENHO: DIMENSÃO REAL DO OBJETO Para facilitar a interpretação da relação existente entre o tamanho do desenho e o tamanho real do objeto, pelo menos, um dos lados da razão sempre terá valor unitário, que resulta nas seguintes possibilidades:
  • 9. 9 Profº Villardo Desenho Técnico DIMENSÃO DO DESENHO: DIMENSÃO REAL DO OBJETO • 1:1 para desenhos em tamanho natural – Escala Natural • 1:n (n>1) para desenhos reduzidos – Escala de Redução • n:1(n>1) para desenhos ampliados – Escala de Ampliação A norma NBR 8196 da ABNT recomenda, para o Desenho Técnico, a utilização das seguintes escalas:
  • 10. 10 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 11. 11 Profº Villardo Desenho Técnico A indicação é feita na legenda dos desenhos, utilizando a palavra ESCALA, seguida dos valores da razão correspondente. Quando, em uma mesma folha, houver desenhos com escalas diferentes, daquela indicada na legenda, existirá abaixo, dos respectivos desenhos, a identificação das escalas utilizadas
  • 12. 12 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 13. 13 Profº Villardo Desenho Técnico Dimensionamento O desenho técnico, além de representar, dentro de uma escala, a forma tridimensional, deve conter informações sobre as dimensões do objeto representado. As dimensões irão definir as características geométricas do objeto, dando valores de tamanho e posição aos diâmetros, aos comprimentos, aos ângulos e a todos os outros detalhes que compõem sua forma espacial.
  • 14. 14 Profº Villardo Desenho Técnico Dimensionamento A forma mais utilizada, em desenho técnico, é definir as dimensões por meio de cotas, que são constituídas de linhas de chamada, linha de cota, setas e do valor numérico em uma determinada unidade de medida, conforme mostra a Figura.
  • 15. 15 Profº Villardo Desenho Técnico As cotas devem ser distribuídas pelas vistas e dar todas as dimensões necessárias para viabilizar a construção do objeto desenhado, com o cuidado de não colocar cotas desnecessárias. As cotas devem ser colocadas uma única vez em qualquer uma das vistas que compõem o desenho, localizadas no local que representa mais claramente o elemento que está sendo cotado, conforme figuras a seguir.
  • 16. 16 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 17. 17 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 18. 18 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 19. 19 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 20. 20 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 21. 21 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 22. 22 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 23. 23 Profº Villardo Desenho Técnico Regras para Colocação de Cotas A Figura 6.6 mostra que tanto as linhas auxiliares (linhas de chamada), como as linhas de cota, são linhas contínuas e finas. As linhas de chamadas devem ultrapassar levemente as linhas de cota e também deve haver um pequeno espaço entre a linha do elemento dimensionado e a linha de chamada. As linhas de chamada devem ser preferencialmente, perpendiculares ao ponto cotado.
  • 24. 24 Profº Villardo Desenho Técnico Regras para Colocação de Cotas Em alguns casos, para melhorar a clareza da cotagem, as linhas de chamada podem ser oblíquas em relação ao elemento dimensionado, porém mantendo o paralelismo entre si, conforme mostra a Figura 6.6 (c). As linhas de centro ou as linhas de contorno podem ser usadas como linhas de chamada, conforme mostra a Figura 6.6 (b). No entanto, é preciso destacar que as linhas de centro ou as linhas de contorno não devem ser usadas como linhas de cota.
  • 25. 25 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 26. 26 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 27. 27 Profº Villardo Desenho Técnico Os elementos cilíndricos sempre são dimensionados pelos seus diâmetros e localizados pelas suas linhas de centro, conforme mostra a Figura 6.10.
  • 28. 28 Profº Villardo Desenho Técnico Para facilitar a leitura e a interpretação do desenho, deve-se evitar colocar cotas dentro dos desenhos e, principalmente, cotas alinhadas com outras linhas do desenho, conforme mostra a Figura 6.11.
  • 29. 29 Profº Villardo Desenho Técnico Outro cuidado que se deve ter para melhorar a interpretação do desenho é evitar o cruzamento de linha da cota com qualquer outra linha. As cotas de menor valor devem ficar por dentro das cotas de maior valor, para evitar o cruzamento de linhas de cotas com as linhas de chamada, conforme mostra a Figura 6.12.
  • 30. 30 Profº Villardo Desenho Técnico Os números que indicam os valores das cotas devem ter um tamanho que garanta a legibilidade e não podem ser cortados ou separados por qualquer linha. Norma NBR 10126 da ABNT fixa dois métodos para posicionamento dos valores numéricos das cotas. O primeiro método, que é o mais utilizado, determina que: • nas linhas de cota horizontais o número deverá estar acima da linha de cota, conforme mostra a Fig. 6.15 (a); • nas linhas de cota verticais o número deverá estar à esquerda da linha de cota, conforme mostra a fig. 6.15 (a); • nas linhas de cota inclinadas deve-se buscar a posição de leitura, conforme mostra a Fig. 6.15 (b).
  • 31. 31 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 32. 32 Profº Villardo Desenho Técnico As Figuras 6.17 (a) e (b) mostram, respectivamente, a contagem de ângulos pelos dois métodos normalizados pela ABNT. A linha de cota utilizada na cotagem de ângulos é traçada em arco cujo centro está no vértice do ângulo.
  • 33. 33 Profº Villardo Desenho Técnico Para melhorar a leitura e a interpretação das cotas dos desenhos são utilizados símbolos para mostrar a identificação das formas cotadas, conforme mostra a tabela 6.1.Tabela 6.1 – Símbolos indicativos das formas cotadas.
  • 34. 34 Profº Villardo Desenho Técnico
  • 35. 35 Profº Villardo Desenho Técnico Tipos de Cotagem As cotas podem ser colocadas em cadeia ( cotagem em série), na qual as cotas de uma mesma direção são referenciadas umas nas outras, como mostram as Figuras 6.20 (a) e (b), ou podem ser colocadas tendo um único elemento de referência, como mostram as Fig.. 6.21 (a) e (b).
  • 36. 36 Profº Villardo Desenho Técnico Cotagem em Série
  • 37. 37 Profº Villardo Desenho Técnico Contagem em paralelo
  • 38. 38 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 39. A diferença entre a cotagem de 39 Cotagem de Cordas e Arcos Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo cordas e arcos é a forma da linha de cota. Quando o objetivo é definir o comprimento do arco, a linha de cota deve ser paralela ao elemento cotado. A Figura 6.24 mostra na parte superior (cota de 70) a cotagem de arco e na parte inferior (cota de 66) a cotagem de corda.
  • 40. 40 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 41. 41 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 42. 42 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 43. 43 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 44. 44 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 45. 45 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 46. 46 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 47. 47 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 48. 48 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 49. 49 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 50. 50 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 51. 51 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 52. 52 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 53. 53 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 54. 54 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 55. 55 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 56. 56 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 57. 57 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo SOBREMETAL
  • 58. 58 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 59. 59 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 60. 60 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 61. 61 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo
  • 62. 62 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo 50 25 25 10 30 10 40 25 18 EXERCICIO 1 1- Desenhar nas perspectivas Isométrica e Cavaleira; 2- Fazer as três vistas; 3- Cotar, corretamente, nas vistas; Peça 1 Peça 2 22 Multiplicar por 2, todas as medidas na peça 1
  • 63. 63 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo 50 25 25 10 30 10 40 25 18 EXERCICIO 2 1-Reduzir na escala 1:2; 2- Ampliar na escala 2:1 Peça 1 Peça 2
  • 64. 64 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo SENAI CETEC-AF - CENTRO DE EDUCAÇÃO E TECNOLOLOGIA ARIVALDO FONTES SENAI INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL
  • 65. 65 Profº Villardo Desenho Técnico Combinada (Série/Paralelo) Contagem em paralelo