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A ENFERMAGEM, O CRESCIMENTO E O
DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
Prof.ª: Enf. Larissa Machado
Crescimento:
• Representa o desenvolvimento físico;
É a expressão da hiperplasia e hipertrofia celulares;
É quantitativo: avaliação do peso e altura da criança;
Um dos indicadores de saúde mais importantes da criança.
Desenvolvimento:
• Capacidade de uma criança de realizar tarefas cada vez mais complexas (novas habilidades)
É quantitativo: difícil de medir de forma objetiva;
Interação de um conjunto de fatores:
• Intrínsecos: genéticos, endócrinos, metabólicos, congênitos, malformações.
• Extrínsecos: condições ambientais, sociais, econômicas, culturais, afetivas
(condições de vida intrauterina, alimentação, condições e cuidados gerais de ´saúde,
educação, afetividade e carinho, valores, atividades físicas, brincadeiras, lazer, entre outros).
O MS considera que o peso, a estatura e o PC são as medidas antropométricas básicas a
serem utilizados na avaliação do crescimento infantil.
CRESCIMENTO INTRAUTERINO
→ A vida intrauterina já começa exercendo influência.
- Altura do fundo uterino é indicador de crescimento fetal.
• Pico de velocidade de crescimento: 32° segunda semana – após isso a velocidade cai.
• Fatores que influenciam:
• Fumo, álcool, drogas, HAS, infecções crônicas, DST, estado nutricional, idade materna, gestação
múltipla e anomalias congênitas.
• Déficit provocado pela desnutrição nos 2 primeiros anos é reversível.
AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO
A avaliação do crescimento na rotina de atenção à criança visa a três aspectos fundamentais:
• detectar precocemente o que está afetando o crescimento do paciente para inferir e obter a sua
recuperação;
• identificar as variações da normalidade, tranquilizar a criança e a família, evitando possíveis
intervenções prejudiciais;
• identificar problemas que não podem ser curados, mas que possam ser minimizados, e prover
apoio ao paciente e à família ao lidar com as dificuldades.
O crescimento pode ser avaliado mediante o controle de peso, estatura e perímetro cefálico, com
auxílio de parâmetros de normalidade definidos através de fórmulas e das curvas de peso.
CONSULTAS DE PUERICULTURA
> O Ministério da Saúde recomenda sete consultas de rotina no primeiro ano de vida (na 1a
semana, no 1o mês, 2º mês, 4º mês, 6º mês, 9º mês e 12º mês), além de
duas consultas no 2º ano de vida (no 18º e no 24º mês) e, a partir do 2º ano de
vida, consultas anuais, próximas ao mês do aniversário.
PESO (P) – Indicador das condições de saúde e da nutrição da criança, suas variações na
infância são rápidas e importantes. O método de pesagem deve ser preciso para não oferecer dados
incorretos.
A criança dobra de peso aos 5 meses e triplica aos 12 meses. No primeiro ano, a criança cresce, em
estatura, cerca de 50% da estatura do nascimento.
PESO
PESO ADEQUADO AO NASCER ENTRE 2500-3500G
EXTREMO BAIXO PESO
AO NASCER
MENOR 1000G
MUITO BAIXO PESO
AO NASCER
MENOR 1500G
BAIXO PESO O NASCER MENOR 2500G
PESO
• Perda fisiológica: até 10% na primeira semana de vida
• Recuperação: 8° ao 14° dia (ao redor do 10° dia)
• Ganho médio primeiro ano de vida:
• 1° trimestre: 30g/dia
• 2° trimestre: 25g/dia
• 3° trimestre: 20g/dia
• Pré-escolar: 2kg/ano
• Escolar: 3-3,5kg/ano
PESO
• Menores de 2 anos ou com até 16kg :
BALANÇA PEDIÁTRICA MECÂNICA
PESO
• Maiores de 2 anos, adolescentes ou adultos:
BALANÇA PLATAFORMA MECÂNICA OU ELETRÔNICA
PESO
ESTATURA – A estatura é uma medida fiel do crescimento de uma criança. Ao contrário do
peso que pode variar muito e rapidamente; a estatura é uma medida estável e regular,
porém é mais difícil de medir do que o peso. Até a idade de dois anos, a criança é medida
deitada e são necessárias duas pessoas para tomar essa medida.
A criança deve ser medida uma vez ao mês ou a cada consulta de puericultura.
ESTATURA
• Nascimento: 48 a 50 cm
• Ganho médio:
• 1° semestre: 15cm (2 a 3 cm/mês)
• 2° semestre: 10cm
• Ao final do 1° ano de vida: cresceu cerca de 50 %
da altura do nascimento
• 1° e 2° ano: ganha 10 a 12cm
• 4 anos: cerca de 1 metro (6cm/ano)
• PUBERDADE: meninas: 8,3 cm/ano (pico do
estirão) meninos: 9,5cm/ano (pico do estirão)
• MENORES DE 2 ANOS: COMRIMENTO
• MAIORES DE 2 ANOS: ALTURA
 Parâmetros normais:
• Nascimento: +/- 50 cm
• 1º trimestre: 9 cm
• 2ª trimestre: 7 cm
• 3º trimestre: 5 cm
• 4º trimestre: 3 cm
• Aos 23 meses: +/- 74 cm.
Para crianças acima de dois anos, teremos a
seguinte fórmula: ESTATURA = IDADE X 5 + 80.
ESTATURA
ESTATURA
ACIMA DE 2 ANOS
ABAIXO DE 2 ANOS
PERÍMETRO CEFÁLICO: É a circunferência do crânio. Passar a fita métrica pelo ponto mais
saliente do occipital e imediatamente acima dos sulcos supraorbitários
• Nascimento: 33 a 35
1° trimestre: 2 cm/mês
2° trimestre: 1 cm/mês
3° trimestre: 0,5 cm/mês
4° trimestre: 0,5 cm/mês
• 1° ano: 10 a 12cm (1cm/mês), levando a um PC de 47cm
• 2° ano: menos de 2cm por ano, levando a um PC de 49cm
PERÍMETRO CEFÁLICO
> Fontanela anterior ou bregmática: fecha entre 9 e 18 meses
> Fontanela posterior ou lambdoide: fecha entre 1 e 4 meses
> O fechamento precoce da fontanela (craniossinostose) pode ocasionar
comprometimento do crescimento cerebral
PERÍMETRO CEFÁLICO
• PERÍMETRO TORÁCICO (PT) – Medida da circunferência do tórax, importante para
detectar algumas doenças.
A característica dessa medida consiste na mudança de sua relação com o perímetro
craniano (PC).
A relação entre Pc e Pt
• Até 6 meses: Pc é superior a Pt
• Cerca de 6 meses: Pc é igual a Pt
• Cerca de 9 meses: Pc é inferior a PT
DENTIÇÃO – A idade média normal para o nascimento dos primeiros dentes de leite é por volta de 6 meses
de idade. Um atraso pode ser considerado normal em torno de mais de 6 ou 8 meses.
Durante o nascimento dos dentes do bebê, poderão ocorrer alguns sintomas, como coceira e abaulamento
da gengiva, com aumento da salivação, estado febril, e até as fezes podem ficar mais líquidas.
Para ajudar o rompimento dos dentinhos e melhorar esse desconforto, devemos oferecer ao bebê, alimentos
mais duros e mordedores de borracha para massagear a gengiva.
> Importância da dentição:
• Importante para a saúde geral, crescimento e desenvolvimento;
• Atuam na mastigação, facilitando a digestão;
• São elementos fundamentais para a pronúncia das palavras (fonação);
• Grande influência na estética
> Desenvolvimento:
É o aumento da capacidade do indivíduo na realização de funções cada vez mais
complexas. A criança desenvolve controle neuro-muscular, destreza e traços de caráter,
funções que só podem ser medidas por meio de provas funcionais.
> → Habilidades motoras grossas
> → Habilidades motoras finas
> → Desenvolvimento da linguagem
> → Desenvolvimento cognitivo
> → Desenvolvimento social e afetivo
AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO
O desenvolvimento depende da maturação e mielinização do sistema nervoso.
A sequência de desenvolvimento é igual para todas as crianças, mas a velocidade varia de criança para
criança. O primeiro passo para a locomoção é a aquisição do controle da cabeça, envolvendo a musculatura
do pescoço. Mais tarde os músculos espinhais desenvolvem coordenação permitindo que a criança fique apta
para sentar com as costas retas, engatinhar, ficar em pé e andar.
Os profissionais de saúde devem conversar com as mães sobre as aquisições da criança, valorizando suas
conquistas, potencializando sua capacidade em reconhecer o valor da relação com seus filhos. Observar o
comportamento espontâneo da criança, escutar as dúvidas e apreensões das mães, procurar estabelecer uma
relação de confiança com as mesmas e destas com seus filhos são caminhos para aprofundar as relações,
conhecê-las melhor e poder apoiar, orientar e intervir, caso necessário.
Desenvolvimento motor – É o processo de mudança no comportamento, relacionado com a
idade, tanto na postura quanto no movimento da criança. É um processo de alterações
complexas e interligadas das quais participam todos os aspectos de crescimento e maturação
dos aparelhos e sistemas do organismo.
Para que um organismo se desenvolva, ele precisa funcionar. A criança brinca de repetir sem
cessar os mesmos gestos e ações que lhes permitem as aquisições que as amadurecem
progressivamente.
> Linguagem – As crianças nascem com o mecanismo e a capacidade de desenvolver a fala e as
habilidades de linguagem. Entretanto elas falarão de forma espontânea. A fala requer a estrutura
e a função fisiológica íntegras, incluindo a respiratória, a auditiva e a cerebral, além da
inteligência e da necessidade de estimulação. O gesto procede à fala, e dessa maneira uma
pequena criança comunica-se de modo satisfatório. Em todos os estágios do desenvolvimento da
linguagem, a compreensão do vocabulário por parte das crianças é maior do que a expressão.
Desenvolvimento cognitivo – A criança tem
necessidade de agir para aprender, como não
possui experiência do adulto, para ela tudo está
para descobrir. É brincando que a criança elabora
os esquemas mentais, isto é, as imagens mentais
conduzirão aos conceitos. As imagens de objetos
percebidas, muitas vezes se fixam na memória. A
inteligência da criança é a primeira prática: a
criança elabora esquemas de ação, de espaço e de
casualidade. O bebê é incapaz de representar
mentalmente os objetos. É preciso que ele os veja
e os apalpe. Quando os objetos desaparecem do
campo de visão, e da preensão, eles deixam de
existir para ele. O pensamento da criança se
estrutura a partir de experiências que ela
interioriza, pela repetição frequente e por suas
semelhanças. A criança modifica seu
comportamento face aos novos objetos e a novas
situações.
> Desenvolvimento social e afetivo – No começo da vida, a criança brinca com os MMSS e
MMII, boca e com todo o corpo. No decurso das experiências cotidianas, a criança
descobre o prazer de se comunicar com os outros. Para o desenvolvimento adequado, é
necessário que a criança tenha oportunidade de fazer sozinha tudo que é capaz. E a cada
idade, tem um comportamento esperado.
Recém-nascido (0 a 28 dias) e lactente (29 dias a 2 anos)
• O RN não tem sua personalidade organizada e interage com o meio apenas em função de suas
necessidades fisiológicas como fome, sede, frio, etc.
• As emoções da criança são expressas através do choro, grito (desprazer) ou sono tranquilo e fácies de bem
estar (prazer).
• No recém-nascido o reflexo de sucção, a sensibilidade para movimentos para o som e o tato é bem
desenvolvida. A sucção é basicamente a principal forma de ele relacionar-se com o meio que o cerca.
• A idade em que a criança é mais sensível a separação da mãe é entre os 6 meses e dois anos de vida.
> • Pré-Escolar (2 a 7 anos)
> → Desenvolve a linguagem, é observador e
faz perguntas. Fica inseguro quando seus
hábitos e rotinas sofrem alguma
modificação;
> → Movimenta-se muito (anda, corre, sobe,
desce, pula). Seu pensamento orienta-se
pela imaginação e pela fantasia.
> → Para o pré-escolar, a mãe é a fonte de
segurança, proteção e ajuda, frente às
situações que possam causar angústia ou
qualquer tipo de sofrimento.
>
• Escolar (7 a 10 anos)
→ Nesta etapa, a criança adquire grande independência física e psicológica. Criatividade e
aprendizagem são características marcantes.
→ Tem noção de tempo e espaço. Gosta de correr, pular, perseguir, fugir, participar das
tarefas dos adultos.
→ Embora apresente um grau avançado de independência em todos os aspectos, ainda
necessita de carícias físicas e afeto. Necessita de respeito à sua individualidade,
privacidade e sexualidade.
ESTIRÃO DO DESENVOLVIMENTO
O estirão dos meninos ocorre geralmente entre os 12 e os 17 anos, com o pico entre 13 e
15 anos de idade; um ganho > 10 cm pode ser esperado no ano do pico da velocidade
de crescimento.
O estirão do crescimento nas meninas ocorre geralmente entre 9½ e 13½ anos de idade,
com o pico entre 11 e 12½ anos de idade; um ganho de 9 cm pode ser esperado no ano do
pico da velocidade de crescimento.
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  • 1. A ENFERMAGEM, O CRESCIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA Prof.ª: Enf. Larissa Machado
  • 2. Crescimento: • Representa o desenvolvimento físico; É a expressão da hiperplasia e hipertrofia celulares; É quantitativo: avaliação do peso e altura da criança; Um dos indicadores de saúde mais importantes da criança. Desenvolvimento: • Capacidade de uma criança de realizar tarefas cada vez mais complexas (novas habilidades) É quantitativo: difícil de medir de forma objetiva;
  • 3. Interação de um conjunto de fatores: • Intrínsecos: genéticos, endócrinos, metabólicos, congênitos, malformações. • Extrínsecos: condições ambientais, sociais, econômicas, culturais, afetivas (condições de vida intrauterina, alimentação, condições e cuidados gerais de ´saúde, educação, afetividade e carinho, valores, atividades físicas, brincadeiras, lazer, entre outros). O MS considera que o peso, a estatura e o PC são as medidas antropométricas básicas a serem utilizados na avaliação do crescimento infantil.
  • 4. CRESCIMENTO INTRAUTERINO → A vida intrauterina já começa exercendo influência. - Altura do fundo uterino é indicador de crescimento fetal. • Pico de velocidade de crescimento: 32° segunda semana – após isso a velocidade cai. • Fatores que influenciam: • Fumo, álcool, drogas, HAS, infecções crônicas, DST, estado nutricional, idade materna, gestação múltipla e anomalias congênitas. • Déficit provocado pela desnutrição nos 2 primeiros anos é reversível.
  • 5. AVALIAÇÃO DO CRESCIMENTO A avaliação do crescimento na rotina de atenção à criança visa a três aspectos fundamentais: • detectar precocemente o que está afetando o crescimento do paciente para inferir e obter a sua recuperação; • identificar as variações da normalidade, tranquilizar a criança e a família, evitando possíveis intervenções prejudiciais; • identificar problemas que não podem ser curados, mas que possam ser minimizados, e prover apoio ao paciente e à família ao lidar com as dificuldades. O crescimento pode ser avaliado mediante o controle de peso, estatura e perímetro cefálico, com auxílio de parâmetros de normalidade definidos através de fórmulas e das curvas de peso.
  • 6. CONSULTAS DE PUERICULTURA > O Ministério da Saúde recomenda sete consultas de rotina no primeiro ano de vida (na 1a semana, no 1o mês, 2º mês, 4º mês, 6º mês, 9º mês e 12º mês), além de duas consultas no 2º ano de vida (no 18º e no 24º mês) e, a partir do 2º ano de vida, consultas anuais, próximas ao mês do aniversário.
  • 7. PESO (P) – Indicador das condições de saúde e da nutrição da criança, suas variações na infância são rápidas e importantes. O método de pesagem deve ser preciso para não oferecer dados incorretos. A criança dobra de peso aos 5 meses e triplica aos 12 meses. No primeiro ano, a criança cresce, em estatura, cerca de 50% da estatura do nascimento. PESO
  • 8. PESO ADEQUADO AO NASCER ENTRE 2500-3500G EXTREMO BAIXO PESO AO NASCER MENOR 1000G MUITO BAIXO PESO AO NASCER MENOR 1500G BAIXO PESO O NASCER MENOR 2500G PESO
  • 9. • Perda fisiológica: até 10% na primeira semana de vida • Recuperação: 8° ao 14° dia (ao redor do 10° dia) • Ganho médio primeiro ano de vida: • 1° trimestre: 30g/dia • 2° trimestre: 25g/dia • 3° trimestre: 20g/dia • Pré-escolar: 2kg/ano • Escolar: 3-3,5kg/ano PESO
  • 10. • Menores de 2 anos ou com até 16kg : BALANÇA PEDIÁTRICA MECÂNICA PESO
  • 11. • Maiores de 2 anos, adolescentes ou adultos: BALANÇA PLATAFORMA MECÂNICA OU ELETRÔNICA PESO
  • 12. ESTATURA – A estatura é uma medida fiel do crescimento de uma criança. Ao contrário do peso que pode variar muito e rapidamente; a estatura é uma medida estável e regular, porém é mais difícil de medir do que o peso. Até a idade de dois anos, a criança é medida deitada e são necessárias duas pessoas para tomar essa medida. A criança deve ser medida uma vez ao mês ou a cada consulta de puericultura. ESTATURA
  • 13. • Nascimento: 48 a 50 cm • Ganho médio: • 1° semestre: 15cm (2 a 3 cm/mês) • 2° semestre: 10cm • Ao final do 1° ano de vida: cresceu cerca de 50 % da altura do nascimento • 1° e 2° ano: ganha 10 a 12cm • 4 anos: cerca de 1 metro (6cm/ano) • PUBERDADE: meninas: 8,3 cm/ano (pico do estirão) meninos: 9,5cm/ano (pico do estirão) • MENORES DE 2 ANOS: COMRIMENTO • MAIORES DE 2 ANOS: ALTURA  Parâmetros normais: • Nascimento: +/- 50 cm • 1º trimestre: 9 cm • 2ª trimestre: 7 cm • 3º trimestre: 5 cm • 4º trimestre: 3 cm • Aos 23 meses: +/- 74 cm. Para crianças acima de dois anos, teremos a seguinte fórmula: ESTATURA = IDADE X 5 + 80. ESTATURA
  • 14. ESTATURA ACIMA DE 2 ANOS ABAIXO DE 2 ANOS
  • 15. PERÍMETRO CEFÁLICO: É a circunferência do crânio. Passar a fita métrica pelo ponto mais saliente do occipital e imediatamente acima dos sulcos supraorbitários • Nascimento: 33 a 35 1° trimestre: 2 cm/mês 2° trimestre: 1 cm/mês 3° trimestre: 0,5 cm/mês 4° trimestre: 0,5 cm/mês • 1° ano: 10 a 12cm (1cm/mês), levando a um PC de 47cm • 2° ano: menos de 2cm por ano, levando a um PC de 49cm PERÍMETRO CEFÁLICO
  • 16. > Fontanela anterior ou bregmática: fecha entre 9 e 18 meses > Fontanela posterior ou lambdoide: fecha entre 1 e 4 meses > O fechamento precoce da fontanela (craniossinostose) pode ocasionar comprometimento do crescimento cerebral PERÍMETRO CEFÁLICO
  • 17. • PERÍMETRO TORÁCICO (PT) – Medida da circunferência do tórax, importante para detectar algumas doenças. A característica dessa medida consiste na mudança de sua relação com o perímetro craniano (PC). A relação entre Pc e Pt • Até 6 meses: Pc é superior a Pt • Cerca de 6 meses: Pc é igual a Pt • Cerca de 9 meses: Pc é inferior a PT
  • 18. DENTIÇÃO – A idade média normal para o nascimento dos primeiros dentes de leite é por volta de 6 meses de idade. Um atraso pode ser considerado normal em torno de mais de 6 ou 8 meses. Durante o nascimento dos dentes do bebê, poderão ocorrer alguns sintomas, como coceira e abaulamento da gengiva, com aumento da salivação, estado febril, e até as fezes podem ficar mais líquidas. Para ajudar o rompimento dos dentinhos e melhorar esse desconforto, devemos oferecer ao bebê, alimentos mais duros e mordedores de borracha para massagear a gengiva. > Importância da dentição: • Importante para a saúde geral, crescimento e desenvolvimento; • Atuam na mastigação, facilitando a digestão; • São elementos fundamentais para a pronúncia das palavras (fonação); • Grande influência na estética
  • 19. > Desenvolvimento: É o aumento da capacidade do indivíduo na realização de funções cada vez mais complexas. A criança desenvolve controle neuro-muscular, destreza e traços de caráter, funções que só podem ser medidas por meio de provas funcionais. > → Habilidades motoras grossas > → Habilidades motoras finas > → Desenvolvimento da linguagem > → Desenvolvimento cognitivo > → Desenvolvimento social e afetivo
  • 20. AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO O desenvolvimento depende da maturação e mielinização do sistema nervoso. A sequência de desenvolvimento é igual para todas as crianças, mas a velocidade varia de criança para criança. O primeiro passo para a locomoção é a aquisição do controle da cabeça, envolvendo a musculatura do pescoço. Mais tarde os músculos espinhais desenvolvem coordenação permitindo que a criança fique apta para sentar com as costas retas, engatinhar, ficar em pé e andar. Os profissionais de saúde devem conversar com as mães sobre as aquisições da criança, valorizando suas conquistas, potencializando sua capacidade em reconhecer o valor da relação com seus filhos. Observar o comportamento espontâneo da criança, escutar as dúvidas e apreensões das mães, procurar estabelecer uma relação de confiança com as mesmas e destas com seus filhos são caminhos para aprofundar as relações, conhecê-las melhor e poder apoiar, orientar e intervir, caso necessário.
  • 21.
  • 22. Desenvolvimento motor – É o processo de mudança no comportamento, relacionado com a idade, tanto na postura quanto no movimento da criança. É um processo de alterações complexas e interligadas das quais participam todos os aspectos de crescimento e maturação dos aparelhos e sistemas do organismo. Para que um organismo se desenvolva, ele precisa funcionar. A criança brinca de repetir sem cessar os mesmos gestos e ações que lhes permitem as aquisições que as amadurecem progressivamente.
  • 23. > Linguagem – As crianças nascem com o mecanismo e a capacidade de desenvolver a fala e as habilidades de linguagem. Entretanto elas falarão de forma espontânea. A fala requer a estrutura e a função fisiológica íntegras, incluindo a respiratória, a auditiva e a cerebral, além da inteligência e da necessidade de estimulação. O gesto procede à fala, e dessa maneira uma pequena criança comunica-se de modo satisfatório. Em todos os estágios do desenvolvimento da linguagem, a compreensão do vocabulário por parte das crianças é maior do que a expressão.
  • 24. Desenvolvimento cognitivo – A criança tem necessidade de agir para aprender, como não possui experiência do adulto, para ela tudo está para descobrir. É brincando que a criança elabora os esquemas mentais, isto é, as imagens mentais conduzirão aos conceitos. As imagens de objetos percebidas, muitas vezes se fixam na memória. A inteligência da criança é a primeira prática: a criança elabora esquemas de ação, de espaço e de casualidade. O bebê é incapaz de representar mentalmente os objetos. É preciso que ele os veja e os apalpe. Quando os objetos desaparecem do campo de visão, e da preensão, eles deixam de existir para ele. O pensamento da criança se estrutura a partir de experiências que ela interioriza, pela repetição frequente e por suas semelhanças. A criança modifica seu comportamento face aos novos objetos e a novas situações.
  • 25. > Desenvolvimento social e afetivo – No começo da vida, a criança brinca com os MMSS e MMII, boca e com todo o corpo. No decurso das experiências cotidianas, a criança descobre o prazer de se comunicar com os outros. Para o desenvolvimento adequado, é necessário que a criança tenha oportunidade de fazer sozinha tudo que é capaz. E a cada idade, tem um comportamento esperado.
  • 26. Recém-nascido (0 a 28 dias) e lactente (29 dias a 2 anos) • O RN não tem sua personalidade organizada e interage com o meio apenas em função de suas necessidades fisiológicas como fome, sede, frio, etc. • As emoções da criança são expressas através do choro, grito (desprazer) ou sono tranquilo e fácies de bem estar (prazer). • No recém-nascido o reflexo de sucção, a sensibilidade para movimentos para o som e o tato é bem desenvolvida. A sucção é basicamente a principal forma de ele relacionar-se com o meio que o cerca. • A idade em que a criança é mais sensível a separação da mãe é entre os 6 meses e dois anos de vida.
  • 27. > • Pré-Escolar (2 a 7 anos) > → Desenvolve a linguagem, é observador e faz perguntas. Fica inseguro quando seus hábitos e rotinas sofrem alguma modificação; > → Movimenta-se muito (anda, corre, sobe, desce, pula). Seu pensamento orienta-se pela imaginação e pela fantasia. > → Para o pré-escolar, a mãe é a fonte de segurança, proteção e ajuda, frente às situações que possam causar angústia ou qualquer tipo de sofrimento. >
  • 28. • Escolar (7 a 10 anos) → Nesta etapa, a criança adquire grande independência física e psicológica. Criatividade e aprendizagem são características marcantes. → Tem noção de tempo e espaço. Gosta de correr, pular, perseguir, fugir, participar das tarefas dos adultos. → Embora apresente um grau avançado de independência em todos os aspectos, ainda necessita de carícias físicas e afeto. Necessita de respeito à sua individualidade, privacidade e sexualidade.
  • 29. ESTIRÃO DO DESENVOLVIMENTO O estirão dos meninos ocorre geralmente entre os 12 e os 17 anos, com o pico entre 13 e 15 anos de idade; um ganho > 10 cm pode ser esperado no ano do pico da velocidade de crescimento. O estirão do crescimento nas meninas ocorre geralmente entre 9½ e 13½ anos de idade, com o pico entre 11 e 12½ anos de idade; um ganho de 9 cm pode ser esperado no ano do pico da velocidade de crescimento.