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Aula slide centro cirurgico 2

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  1. 1. CENTRO CIRÚRGICO Professora, Rosimeyre Luciene da S. Lira
  2. 2. Abordaremos ● Enfermagem Cirúrgica ● Bloco Operatório ● Pré e Pós- Operatório
  3. 3. CONCEITOS E OBJETIVOS DA ENFERMAGEM CIRÚRGICA É a unidade hospitalar onde permanecem os indivíduos nos períodos pré e pós-operatórios, e onde são preparados para o ato cirúrgico e auxiliados, após eles, onde monitoramos A recuperação e o equilíbrio hemodinâmico. Hemodinâmico: respeito à pressão arterial, frequência cardíaca, fluxo sanguíneo, entre outros...
  4. 4. BLOCO CIRURGICO
  5. 5. ● Mesa de auxiliar mesa de mayo
  6. 6. SALA completa
  7. 7. equipamentos
  8. 8. O bisturi monopolar é composto por uma unidade geradora onde são conectados a caneta do bisturi e uma placa neutralizadora da corrente. A caneta é a parte estéril do bisturi que entra em contato com o campo operatório e passa a corrente elétrica para a placa. Este tipo de bisturi é utilizado quando há necessidade de corte ou de coagulação, ou de ambos. No corte, a caneta entra em contato com o tecido, provocando o seu aquecimento até as células se desintegrarem. Na coagulação, o tecido recebe uma quantidade de calor apenas suficiente para secar as células.
  9. 9. O bisturi bipolar também é composto de uma unidade geradora, mas de menor potência que a do bisturi monopolar, e de uma caneta ou pinça bipolar. Esse tipo de aparelho é indicado apenas para a coagulação, e tem a vantagem de dispensar o uso da placa neutralizadora, pois a corrente só passa entre as duas pontas da pinça. O uso do bisturi bipolar é indicado para tecidos sensíveis, em áreas pequenas e localizadas, preservando os tecidos vizinhos no local da coagulação.
  10. 10. EQUIPE A equipe multiprofissional que participa do ato cirúrgico é composta por cirurgião, anestesista e equipe de enfermagem (enfermeiro, instrumentador, circulante, técnicos e auxiliares), cabendo a todos, atividades específicas,
  11. 11. OBRIGAÇÕES – TÉCNICO EM ENFERMAGEM
  12. 12. Compete ao Técnico de Enfermagem do Centro Cirúrgico: ● I- Receber o paciente no CC. ● II- Participar da reuniões com seu enfermeiro quando solicitado. ● III- Colaborar com o enfermeiro nos treinamentos de funcionários. ● IV- Desenvolver procedimento técnico, conforme orientação do enfermeiro. ● V- Conservar seu ambiente limpo e em ordem. ● VI- Manter uma boa relação interpessoal com a equipe interdisciplinar. ● VII- Zelar pelo correto manuseio dos equipamentos. ● VIII- Estar ciente sobre as cirurgias marcadas para a sala de sua responsabilidade. ● IX- Dar prioridade aos procedimentos de maior complexidade, conforme ● orientação do enfermeiro. ● X- Prover as salas com matérias e equipamentos adequados, de acordo com cada ● tipo de cirurgia e com a necessidade individuais do paciente descritas pelo planejamento do enfermeiro.
  13. 13. ● XI-Remover as sujidades dos equipamentos levando em consideração as ● orientações feitas pela CCIH e verificar a limpeza das paredes, pisos e mobiliários realizada ● pela higienização comunicando qualquer intercorrência ao enfermeiro. ● XII- Checar o funcionamento de gases e equipamentos. ● XIII- Notificar possíveis Intercorrências ao enfermeiro. ● XIV- Colaborar com a conferência do Check list. ● XV- Utilizar-se da roupa privativa somente no setor; ● XVI- Apresentar-se corretamente segundo as medidas que possibilitam a maior, ● segurança para o paciente, tais como a utilização da touca/gorro, máscara cobrindo boca e nariz, ● do pro pé, evitando sempre a utilização de adornos e adereços durante qualquer procedimento ● de enfermagem no Centro Cirúrgico, SRPA e Central de Material e Esterilização;
  14. 14. Técnico de Enfermagem: Auxiliar direto da enfermeira, a este profissional são delegadas também tarefas especiais, como: verificar o funcionamento, a conservação e manutenção dos equipamentos necessários ao funcionamento do Centro Cirúrgico: responsabilizar-se pelo encaminhamento das peças cirúrgicas ao laboratórios especializados de Patologia e controlar o material esterilizado, verificando seus prazos de validade. Pode também exercer as atividades de circulante de sala, responsabilizando-se pelo cumprimento das rotinas de controle de material da Unidade e de cada Sala de Operação.
  15. 15. Circulante de sala: papel normalmente exercido pelo auxiliar de enfermagem (rever porque não formamos mais Auxiliar de Enfermagem. Sugestão: incluir nas atividades do Técnico de Enfermagem), embora as unidades fechadas como UTI e Centro Cirúrgico, por Legislação, que a equipe de saúde tenha nível médio com Habilitação Profissional Técnica. Atribuições: atendimento direto das solicitações da equipe médica no decorrer do ato cirúrgico; posicionamento adequado do paciente e sua assistência o pré operatório e controle de todos os equipamentos exigidos pela cirurgia.
  16. 16. ATRIBUIÇÕS DO CIRCULANTE EM UMA SALA DE OPERAÇÕES: 1. Montagem de uma sala de cirurgia A) Saber quais são as operações marcadas para a sala sob sua responsabilidade, os respectivos horários e a existência ou não de solicitação de equipamento ou material especifico; B) Verificar a limpeza os pisos e paredes da sala; C) Equipar a sala com aparelhos solicitados; D) Remover o pó dos equipamentos com tecido embebido em álcool etílico a 70%; E) Testar o funcionamento dos aparelhos elétricos, inclusive os focos, pontos e gás, luz e aspirador, regular temperatura da sala; F) Verificar se o lavabo está equipado para lavagem e antissepsia das mãos e antebraços; G) Revisar os materiais existentes na sala, tais como: Medicações, antisépticos e impressos, complementando o que falta e providenciar o material específico de cada operação. H) Verificar as medicações e os impressos; I) Equipar o carro de anestesia e colocá-lo à cabeceira da mesa cirúrgica; J) Colocar o pacote de campos e o de aventais, as luvas e a caixa de instrumental em local acessível para sua utilização; K) Preparar soro morno, se necessário
  17. 17. Cuidados após Cirurgia Simples: A) Desligar o foco e aparelhos elétricos; B) Remover os campos e pinças que estão sobre o paciente; C) Transferir o paciente para maca; D) Providenciar o transporte do paciente, encaminhando com o prontuário completo; E) Separar a roupa utilizada na cirurgia e encaminhar; F) Separar o material de vidro, cortante, borracha e instrumentais, as pinças dever ser abertas e colocadas em uma bacia com solução desencrostante; G) Encaminhar a peça anatômica identificada. ●
  18. 18. Sala de Recuperação Pós Anestésica (RPA): Destina-se a receber e prestar assistência à pacientes sob ação anestésica. É a unidade onde o paciente é observado intensivamente até que as possibilidades de desenvolvimento de asfixia, choque ou outras complicações, requerendo ressuscitação ventilatória ou circulatória já não existam. Deve localizar-se o mais próximo das salas cirúrgicas, permitindo o fácil acesso ao atendimento dos cirurgiões, dos anestesistas e da equipe de enfermagem. É composta basicamente de: ● Macas com grades laterais de proteção com suporte de soro e ● movimento(s); ● Esfigmomanômetro e estetoscópio individual por leito; ● Aspiração de secreção de parede / Vácuo (1 por leito); ● Aspirador de secreção móvel; ● Dispositivo de oxigênio com fluxômetro em cada leito; ● Ar Comprimido; ● Mesa de cabeceira com suporte; ● Carro para parada cardio-respiratória (desfibrilador, material para ● entubação); ● Armário(s); ● Monitor Cardíaco; ● Oxímetro de pulso; ● Outros
  19. 19. Assistência ao pré-operatório De um modo geral, o objetivo do pré-operatório é garantir adequada preparação do doente para cirurgia, promovendo assim a segurança cirúrgica e o bem estar do paciente. Aqui é de total importância ter um tempo para fazer todas as perguntas, sem induzi-lo. Cuidados gerais Os cuidados começam quando recebe o paciente na porta do CC, PRIMEIRAMENTE, conferir todos os dados do paciente NÃO FALA O NOME (deixa que ele fale), tenha sensibilidade em perceber o estado emocional do paciente; não fale alto, seja gentil. Se possível senta o paciente antes de colocá-lo na maca de cirurgia; depois que estiver na maca (afira a PA, por favor não esqueça), se tem alergia a algum medicamento; anota tudo que puder (respaldo) Preparo da pele: esse procedimento tem como finalidade eliminar ao máximo a flora bacteriana que normalmente habita a pele do paciente. .
  20. 20. ● Preparar psicologicamente o paciente; ● Controlar de SSVV. ● Preparar e orientar sobre a cirurgia ; ● Observar e orientar quanto à higiene ● ATENTE PARA ESTE ÍTEM, POIS DEPENDENDO DA MANEIRA DE COMO SE FALA O PACIENTE PODE FICAR MAIS APREENSIVO.
  21. 21. Preparo intestinal/lavagem intestinal: Para a maioria das cirurgias, principalmente as realizadas sob anestesia geral, é importante o reto estar vazio, evitando, assim, que o que o paciente evacue durante o ato cirúrgico. Em função do tipo de cirurgia a ser realizada, o médico prescreverá o preparo adequado, que pode variar desde ouso de laxante até a aplicação de clister (clister de glicerina é uma solução reta, usado via retal) ou lavagem intestinal. Uma cirurgia de intestino grosso, por exemplo, exige um preparo maior, para o órgão ficar o mais vazio e limpo possível. Nesses casos, o laxante é administrado dias antes, mas o clister e a lavagem são feitos na véspera da operação. Já em cirurgias de pequeno porte, pode- se dispensar a execução desse preparo, desde que o paciente tenha evacuado normalmente na manhã do dia da cirurgia.
  22. 22. Um intestino limpo permite a visualização acurada do sitio cirúrgico e previne traumas intestinais ou contaminação acidental do peritônio por fezes. Um enema evacuador ou um laxante é prescrito para a noite que antecede a cirurgia, e pode ser repetido na manhã do dia da cirurgia.Quando uma cirurgia intestinal é programada,antibióticos também podem ser prescritos para reduzir a microbiota intestinal. As vezes usamos o clister que é a lavagem do intestino e feitos na véspera da operação. Já em cirurgias de pequeno porte, pode-se dispensar a execução desse preparo, desde que o paciente tenha evacuado normalmente na manhã do dia da cirurgia. Um intestino limpo permite a visualização acurada do sitio cirúrgico e previne traumas intestinais ou contaminação acidental do peritônio por fezes. Um enema evacuador ou um laxante é prescrito para a noite que antecede a cirurgia, e pode ser repetido na manhã do dia da cirurgia. ●
  23. 23. O cateterismo vesical de alívio ● É o esvaziamento completo e imediato da bexiga, recomendado somente para casos de retenção urinária temporária. Para isso, um cateter estéril é introduzido através da uretra até a bexiga, assim a urina é eliminada causando alívio ao paciente. Obs.: SVD é privativo do enfermeiro
  24. 24. SONDA NASOGÁSTRICA E ORIENTAÇÃO DIETÉTICA ● É introduzida a sonda por via nasal ou oral e chega até o estômago. Esse procedimento é indicado para descomprimir o estômago, eliminar gases e líquidos. ● Obs. É um procedimento privativo do enfermeiro
  25. 25. OS CUIDADOS IMPORTANTE Fixação ● Para evitar retrações e o deslocamento da sonda, ela deve ser fixada à pele do paciente com um esparadrapo ou uma fita hipoalergênica. A fita deve ser trocada com regularidade, ou sempre que estiver descolando. ● Lave o nariz com água e sabão e seque bem, antes de colar novamente, mas sem esfregar, tomando cuidado para não deixar o tubo dobrar e nem passar na frente dos olhos ou da boca.
  26. 26. Aspiração ● Antes de administrar qualquer substância via sonda, é necessário aspirar o líquido que está dentro do estômago. Dobre a ponta da sonda e aperte, evitando a entrada de ar no tubo e, então, retire a tampa. ● Encaixe a seringa, desdobre o tubo e puxe o êmbolo, aspirando o conteúdo gástrico. Caso o volume aspirado corresponda a mais da metade da refeição anterior, é recomendado aguardar para alimentá- la mais tarde. O conteúdo aspirado deve sempre ser reposto. ● Ao término, dobre novamente a ponta da sonda, repetindo o procedimento para que não entre ar no tubo e retire a seringa, voltando a tampá-la
  27. 27. ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NAS COMPLICAÇÕES E DESCONFORTOS NO PÓS - OPERATÓRIO Complicações Imediatas: ● Náuseas e Vômitos: São transtornos frequentes no pós-operatório imediato. O grande problema é a aspiração que pode causar asfixia e levar ao óbito ou pneumonia aspirativa. Em caso de SNG deve-se desobstruí-la. As principais causas são: ● Efeitos dos anestésicos principalmente os utilizados em anestesia geral; ● Deglutição de sangue e secreções nas cirurgias de nariz e garganta; Cuidados de enfermagem: ● Lateralizar a cabeça para escoamento do vômito, evitando aspiração; ● Suspender ingestão V.O; ● Administrar antiemético via parenteral conforme prescrição médica; ● Anotar e comunicar o número de vezes e a quantidade eliminada; ● Manter o paciente e o ambiente higienizado.
  28. 28. COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Conceito: É o período que vai desde o término do ato cirúrgico até a alta hospitalar. ● Podem também ser gerais, especiais ou específicas. A complicação geral é aquela que pode acontecer com qualquer paciente, independentemente do tipo de procedimento cirúrgico como hemorragia, atelectasia pulmonar (é um distúrbio esofágico neurogênico, afeta o mecanismo de funcionamento da cárdia (esfíncter esofágico inferior), resultando em dificuldade de passagem de alimento do esôfago para o estômago), insuficiência renal aguda e doença tromboembólica. ● Obs. Quando o paciente sai da sala de cirurgia, levamos para SRPA sala de Recuperação pós anestésica, nos técnicos que preparamos, averiguamos se tudo esta funcionando, caso não esteja, a nossa obrigação é comunicar o enfermeiro...a sala deve estar montada sempre, com todos os equipamentos funcionando, OXIGÊNIO, APARELHO PARA ASPIRAÇÃO, ETC... aqui não podemos achar que esta funcionando temos que ter certeza. ● Obs.: SINAIS VITAIS COMPLETO, não copie e cole. È uma vida que precisa dos seus cuidados
  29. 29. CIRURGIAS DO APARELHO RESPIRATÓRIO Assistir psicologicamente, alguns não conseguem falar e ficam curiosos com os resultados do tratamento, temem o câncer e a morte; ● Verificar sinais vitais; ● Higiene oral criteriosa e com uso de anti-sépticos orais para reduzir a flora bacteriana; ● Cuidados com hidratação venosa; ● Atentar para a higiene oral; ● Umidificar o ambiente, pois o ar frio e seco é irritante às mucosas. ● Aspirar secreções sempre que necessário; ● Transmitir confiança, fazer reforço positivo ● Trocar recipiente de nebulizador, latéx silicone ou PVC e máscara a cada 24h ● OBS> SINAIS VITAIS .
  30. 30. ● COMPLICAÇÕES RESPIRATÓRIAS Limitação na expansão pulmonar acumulo de secreção traqueobronquica e dificuldade do cliente em elimina-la. Atelectasia: colabamento dos alvéolos . - Ações: pulmonares pela obstrução dos brônquios por tampão mucoso. Manutenção da ventilação (artificial) Manifestações: aumento na frequência Permeabilidade das vias respiratória. Dispnéia, hipoventilação. Estimulação da tosse, Estimulação de exercícios respiratórios, Realizar nebulização, mudança de decúbito. - Complicações urinárias. Complicações urinárias: infecção urinária e a retenção urinária(bexigoma), é geralmente causada por falhas na técnica de sondagem vesical e refluxo da urina. Manifestação: hipertermia, disúria e alterações nas características da urina. - Ações: higiene íntima adequada do cliente, bem como técnica asséptica na passagem da sonda e sempre utilizar extensões, conectores e coletores esterilizados com sistema fechado de drenagem. - Retenção urinária: medicando o cliente contra a dor, promovendo sua privacidade, mudando- lhe de posição (se não houver contra-indicação) e avaliando a presença de dobraduras e grumos nas extensões das sondas e drenos nas proximidades da bexiga.
  31. 31. COMPLICAÇÕES GASTRINTESTINAIS Náuseas e vômito Os efeitos colaterais dos anestésicos e a diminuição do peristaltismo ocasionam distensão abdominal, acúmulo de líquidos e restos alimentares no trato digestório; em consequência, o cliente pode apresentar náuseas e vômito. - Ações: clientes sem sonda nasogástrica devem ser colocados em decúbito lateral ou com a cabeça lateralizada para facilitar a drenagem do vômito pela boca. - Ações: clientes com sonda nasogástrica, abrir a sonda e, mantendo-a aberta, proceder à aspiração para esvaziar a cavidade gástrica. Administrar antieméticos, passar a sonda nasogástrica (mantendo- a aberta) e aspirar mais frequentemente o conteúdo gástrico, de acordo com as orientações da enfermeira e/ou médico. - Constipação intestinal: Diminuição do peristaltismo provocada pelo efeito colateral do anestésico, imobilidade prolongada no leito, quadro inflamatório, exposição e manipulação do intestino durante as cirurgias abdominais e o medo da dor. Como resultado, ocorre retenção de fezes acompanhada ou não de dor, desconforto abdominal e flatulência. - Ação: movimentação no leito, deambulação precoce, ingestão de líquidos e aceitação de alimentos ricos em celulose. A aplicação de calor na região abdominal e a orientação, ao cliente, para que degluta menos ar ao beber ou ingerir alimentos pode ajudar no retorno do movimento peristáltico e diminuir o acúmulo de gases. promover sua privacidade para que possa eliminar os gases e, o médico pode prescrever laxante no período noturno e/ou lavagem intestinal. - Sede: Provocada pela ação inibidora da atropina, perdas sanguíneas e de líquidos pela cavidade exposta durante o ato operatório, sudorese e hipertermia. - Ação: A equipe de enfermagem deve observar a presença de sinais de desidratação (alteração no turgor da pele e da PA e diminuição da diurese), manter a hidratação por via oral e, nos Clientes impossibilitados de hidratar-se por via oral, umidificar os lábios e a boca, realizar higiene oral e manter hidratação endovenosa.
  32. 32. As feridas cirúrgicas, durante o processo de cicatrização, podem apresentar complicações como o hematoma, infecções e deiscências. O hematoma é uma coleção de sangue sob a pele, na ferida cirúrgica, que resulta em formação de coágulo que pode levar horas. A deiscência da sutura cirúrgica, é uma complicação grave na qual os bordos da ferida, que estão unidos por uma sutura, acabam abrindo e se afastando, aumentando o risco de infecção e dificultando a cicatrização
  33. 33. Os sinais vitais é de extrema importância pós cirurgia ● Eutermia ou normotermia: valor dentro da normalidade ● = 36°C a 37°C ● Febril ou febrícula: valor de 37,5°C a 38°C ● Febre: valor de 38,1°C a 39°C ● Pirexia: de 39,1°C a 40°C ● Hiperexia ou hipertermia: acima de 40°C ● Hipotermia: abaixo de 36°C
  34. 34. CUIDADOS DE ENFERMAGEM (GENITAL, URINÁRIO) Hemorragia Interna: os cuidados de enfermagem nesse caso visam a detecção e a prevenção do agravamento: ● Deixar o paciente em repouso absoluto; ● Manter o paciente aquecido; ● Avisar o médico imediatamente; ● Controlar SSVV frequente e rigorosamente. ● Hemorragia Externa: pode ser de maior facilidade de controle por ser visível. Os cuidados incluem: ● Repouso no leito; evitando o aumento do sangramento; ● Fazer compressão direta sobre o local que está sangrando utilizando compressas estéreis;
  35. 35. O QUE É ESTOMA E QUAIS OS CUIDADOS COM ESTOMAS? ● Exitem vários. São orifícios abertos intencionalmente, através de intervenção cirúrgica, para comunicar órgãos ocos à superfície corporal dos pacientes. Favorece a administração de oxigênio, de alimentos e drenagem de efluentes. Há três tipos de estoma. Os três tipos de estoma são: Colostomia, ileostomia e urostomia. Em uma operação de colostomia, parte do seu cólon é trazido para a superfície de seu abdome para formar o estoma.
  36. 36. ● COLOSTOMIA ILEOSTOMIA
  37. 37. ● GASTROSTOMIA (GTT) ● É um procedimento cirúrgico que estabelece o acesso à luz do estômago através da parede abdominal. As técnicas empregadas para realização da gastrostomia são: cirurgia através de laparotomia, via endoscópica ou através de laparoscopia. CUIDADOS: Assim, é necessário realizar a limpeza da sonda após o uso. Aplique 30 ml de água filtrada antes e após cada utilização, para assepsia. Injete com cuidado para que a pressão da água não rompa a sonda. Limpe também a parte externa do tubo, com gaze, água e álcool 70%, pelo menos, uma vez ao dia.
  38. 38. ILEOSTOMIA Ileostomia é quando essa abertura cirúrgica é feita especificamente no intestino delgado. As fezes passam a ser coletadas por uma bolsa de ostomia (ou bolsa de ileostomia), que deve ser esvaziada várias vezes durante o dia. ● ●
  39. 39. TRAQUEOSTOMIA ● O tubo de traqueostomia é colocado entre a segunda e terceira cartilagem traqueal ● A traqueostomia (ou estoma traqueal) é um procedimento cirúrgico realizado para possibilitar a entrada de oxigênio em situações em que a passagem de ar está obstruída. Para isso, é feita uma abertura (estoma) na parede da traqueia, que é mantida afastada por meio de um tubo de metal ou de plástico, chamado de cânula.
  40. 40. NOÇÕES DE ANESTESIA E ANALGESIA ● Analgesia - as drogas usadas têm o objetivo apenas de aliviar ou minimizar a dor. Ou seja, elas provocam a ausência ou o amortecimento da dor sem perda de consciência. ● Anestesia - são usadas drogas anestésicas no paciente para que o cérebro dele não reaja à dor durante um procedimento cirúrgico. Obs.: Por CAUSA da correria às vezes os médicos pedem que faz para administrar medicamento sem prescrever, muito cuidado.
  41. 41. ● TIPOS DE ANESTÉSIA Objetivo: Estado de relaxamento, perda da sensibilidade e dos reflexos, deforma parcial ou total, provocada pela ação de drogas anestésicas, é evitar a dor e facilitar o ato operatório pela equipe cirúrgica. Anestesia geral ( inconsciência.) Anestesia geral: administra-se o anestésico por via inalatória, endovenosa ou combinado (inalatória e endovenosa), com o objetivo de promover um estado reversível de ausência de sensibilidade, relaxamento muscular, perda de reflexos e inconsciência devido à ação de uma ou mais drogas no sistema nervoso .Raqui anestesia é indicada para as cirurgias na região abdominal e de membros inferiores, porque o anestésico é depositado no espaço subaracnóide da região lombar, produzindo insensibilidade aos estímulos dolorosos por bloqueio da condução nervosa. Anestesia peridural: o anestésico é depositado no espaço peridural, ou seja, o anestesista não perfura a duramater. O anestésico se difunde nesse espaço, fixa-se no tecido nervoso e bloqueia as raízes nervosas. Anestesia local: infiltra-se o anestésico nos tecidos próximos ao local da incisão cirúrgica. Utilizam-se anestésicos associados com a adrenalina, com o objetivo de aumentar a ação do bloqueio por vasoconstrição e prevenir sua rápida absorção para a corrente circulatória . Anestesia tópica: está indicada para alívio da dor da pele lesada por feridas, úlceras e traumatismos, ou de mucosas das vias aéreas e sistema geniturinário.
  42. 42. POSIÇÕES CIRÚRGICAS ● São manobras que merecem alguns comentários pois, destinadas a facilitar a execução do ato cirúrgico, podem dificultar as condições de observação e controle por parte dos anestesista, bem como ter repercussões no período pós- operatório. ● OBS: a escolha da posição cirúrgica cabe ao cirurgião enquanto que o anestesista devera fazer os ajustes necessários para a administração dos anestésicos e observação dos seus efeitos. Facilidade dos movimentos respiratórios ● Não comprimir terminações nervosas ou vasos sanguíneos, para isso deve-se ● proteger com panos ou faixas qualquer parte do corpo que exija restrições, que ● devem ser relativamente confortáveis. ● Não deixar os membros do cliente pendentes na mesa operatória. ● Evitar, sempre que possíveis distensões musculares em qualquer parte do corpo.
  43. 43. POSIÇÃO DE TRENDELENBURG OU TRENDELENBURG MODIFICADA ● São geralmente usadas para cirurgia do abdome inferior (permite que a gravidade ● ajude a manter as alças intestinais na parte superior da cavidade abdominal) e em algumas cirurgias nos membros inferiores ajudando na hemostasia. O paciente é colocado em posição supina e toda a mesa de operação é levemente inclinada para que a cabeça do paciente fique mais baixo que seus pés em alguns graus. Esta posição as vezes pode interferir na respiração porque o peso adicional dos órgãos internos comprime o diafragma, o que pode ocasionar em dificuldades respiratórias
  44. 44. POSIÇÃO DE TRENDELENBURG REVERSA OU PROCLIVE ● Esta posição é geralmente usada para a cirurgias da cavidade abdominal superior e da cabeça e pescoço, permite uma exposição operatória melhor porque a gravidade mantêm as alças intestinais na parte inferior do abdome. Também, como a cabeça elevada levemente, a hemostasia se torna mais fácil nas operações deste sangramento. OBS: Quando for usada para cirurgia de pescoço e face, o dorso da mesa deve ser elevado e um coxim roliço pesado sob os ombros do paciente para hiperestender o pescoço, apenas o suficiente para facilitar o ato cirúrgico. O paciente é colocado em supina e toda a mesa é inclinada para que a cabeça fique mais alta que os pés, eventualmente um apoio para os pés pode ser usado se a inclinação da mesa for muito grande.
  45. 45. ● A posição de Fowler: modificada ou posição sentada, é usada na maioria das vezes para cirurgias neurocirurgias, mamoplastias e abdominoplastias. O paciente deve ser cuidadosamente posicionado sobre as dobras da mesa, o dorso fica elevado e um suporte para os pés deve ser colocado. ● A posição lateral: geralmente é utilizada nas operações nos rins, pulmões ou quadril. O paciente a indução da anestesia na posição supina e é cuidadosamente virado para a posição lateral após o anestesista dar permissão. Posicionadores como coxins podem ser usados para manter o paciente lateralizado. Em alguns casos, uma fita longa de 5 a 10cm de esparadrapo é passada pelo quadril e pelo ombro para imobilizá-lo com ● segurança na mesa operatória, a perna interior é flexionada e a levemente flexionada, separadas por um travesseiro que previne compressões vasculares e nervosas entre ambas.
  46. 46. DECUBITO VENTRAL OU POSIÇÃO DE PRONA ● Usadas em pacientes que serão submetidos a cirurgia na parte posterior do corpo. ● A indução da anestesia geral é feita na posição de supina, após o anestesista autorizar, o paciente pode ser mobilizado cuidadosamente pela equipe. São colocados dois coxins debaixo das axilas e aos lados do tórax, que permitem melhor expansão pulmonar e diminuem a pressão na mamas das pacientes femininas, os braços são colocados em braçadeiras bem almofadadas, estendidos para fora e com as palmas voltadas para baixo, a cabeça do paciente deve
  47. 47. POSIÇÃO GINECOLOGICA É usada em cirurgias que requerem uma abordagem perineal ou anal. O paciente deve ser colocado em posição supina após a indução anestésica, com as nádegas próximas a dobra inferior da mesa de operações, após o anestesista permitir duas pessoas (cada uma movendo uma perna) dobram-nas e colocam as panturrilhas utensílios com o nome de perneira, que devem ser protegidas com pano para que o paciente não tenha contatos com metal, ambos as perneiras devem ser colocadas na mesma altura e no mesmo ângulo de afastamento, em seguida, o segmento inferior da mesa é retirado ou abaixado em ângulo reto, ficando exposto a região perineal, as mãos do paciente são colocados em braçadeiras laterais.
  48. 48. Tchau galera! Até mais

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