O documento descreve a importância histórica da produção de açúcar no Brasil colonial, que impulsionou a ocupação e colonização do território pelos portugueses. A cana-de-açúcar foi o principal produto da economia colonial nos séculos XVI e XVII, gerando grandes lucros para a Coroa Portuguesa e estimulando o desenvolvimento de vilas e cidades no Nordeste. Os engenhos de açúcar marcaram profundamente a arquitetura, economia e sociedade brasileiras nesse período.