O documento descreve a cultura da cana-de-açúcar no Brasil colonial e o processo de produção de açúcar nos engenhos. Os engenhos eram grandes propriedades que produziam açúcar e incluíam canaviais, senzalas para escravos, e casas com equipamentos para moer a cana e produzir açúcar e cachaça. A mão de obra escrava era essencial para todo o processo, desde o plantio até a produção e exportação do açúcar.