O documento descreve a sociedade açucareira colonial no Brasil entre os séculos XVI e XVIII. A economia girava em torno da produção de açúcar para exportação a Portugal, usando mão de obra escrava africana. Os engenhos de açúcar eram estruturados de forma hierárquica e patriarcal, com o senhor de engenho no topo e os escravos nas senzalas na base. Após séculos de dominação, a indústria açucareira entrou em declínio devido a fatores como a